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Texto 1 João Doria, então prefeito da cidade de São Paulo, gerou polêmica em 2017 ao sancionar uma lei que vetava grafite e pichação nas ruas da capital paulista. Essa ação promoveu um caloroso debate entre aqueles que concordavam com a lei e aqueles contra, que discordam da atitude do prefeito. De um lado, o ato de pichar é visto por muitos como pura e simplesmente deturpação de um patrimônio público. Por outro lado, argumentos a favor da pichação defendem esse ato como uma forma de expressão e manifestação artística. Segundo os defensores da pichação, esse tipo de manifestação também é considerada arte. Afinal, para eles, não existe um limite claro entre o que é arte e o que deixa de ser arte. Por outra linha de raciocínio, as pessoas que são contra a pichação consideram essa forma de manifestação um vandalismo, já que muitas vezes as pichações são feitas em espaços públicos, que são construídos com o dinheiro público. Afinal, os impostos pagos pela população são utilizados para custear a construção de praças, ruas, requalificação urbana e, em geral, melhorias na cidade. Fonte: politize – pichação Texto 2 Tanto o grafiteiro como o pichador são artistas, apesar de um ser atacado e outro visto com melhores olhos. Mas há limites para os dois grupos. Para quem não entende do assunto, a diferença que define as categorias é que um costuma utilizar símbolos para se expressar, quase que em uma linguagem própria, enquanto o outro recorre às cores, sombras e formas. “Ambos, porém, devem ser respeitados, ter espaço garantido, mas também precisam saber respeitar o direito individual de propriedade. O pichador só é mal visto porque parece não se preocupar com isso”, comenta o arquiteto e urbanista Ângelo Arruda. A consequência dessa postura “rebelde” colaborou, ao longo dos anos, para a marginalização do conceito e dos próprios artistas, que agora acabam sendo vistos apenas como vândalos. Com isso, a arte, que tem tudo para ser valorizada, ficou em segundo plano. Fonte: campo grande news Texto 3 A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Pichação, grafite e os limites da arte urbana”. Leia também: RETROSPECTIVA: Tema de Redação FUVEST 2018 – Devem existir limites para a arte? Tema de Redação: As novas configurações da família contemporânea no Brasil Tema de Redação: Desafios do empreendedorismo feminino Tema de Redação: O preconceito linguístico em questão no Brasil

A família contemporânea mudou muito, por isso é preciso se adaptar. Confira o tema de redação “As novas configurações da família contemporânea no Brasil”! Texto 1 Inegavelmente, a sociedade mundial passa por significativas mudanças. Frente a isso, as famílias acompanham essa evolução que tem criado, inclusive, outras nomenclaturas para tipos de família no Direito: 1. Família Matrimonial: aquela formada pelo casamento, tanto entre casais heterossexuais quanto homoafetivos; 2. Família Informal: formada por uma união estável, tanto entre casais heterossexuais quanto homoafetivos; 3. Família Monoparental: família formada por qualquer um dos pais e seus descendentes. Ex.: uma mãe solteira e um filho; 4. Família Anaparental: Prefixo Ana = sem. Ou seja, família sem pais, formada apenas por irmãos; 5. Família Unipessoal: Quando nos deparamos com uma família de uma pessoa só. Para visualizar tal situação devemos pensar em impenhorabilidade de bem de família. O bem de família pode pertencer a uma única pessoa, uma senhora viúva, por exemplo; 6. Família Mosaico ou reconstituída: pais que têm filhos e se separam, e eventualmente começam a viver com outra pessoa que também tem filhos de outros relacionamentos; 7. Família Simultânea/Paralela: se enquadra naqueles casos em que um indivíduo mantém duas relações ao mesmo tempo. Ou seja, é casado e mantém uma outra união estável, ou, mantém duas uniões estáveis ao mesmo tempo; 8. Família Eudemonista: família afetiva, formada por uma parentalidade socioafetiva. Fonte: jornal de luzilândia Texto 2 Fonte: imgUol A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “AS NOVAS CONFIGURAÇÕES DA FAMÍLIA CONTEMPORÂNEA NO BRASIL”. Leia também: Tema de Redação: Desafios para superar a homofobia no Brasil Tema de redação: As altas taxas de feminicídio no Brasil Tema de Redação: adoção no Brasil Tema de Redação: Relacionamento Abusivo

TEXTO 1 Doenças já erradicadas no Brasil voltaram a ser motivo de preocupação entre autoridades sanitárias e profissionais de saúde. Baixas coberturas vacinais, de acordo com o próprio Ministério da Saúde, acendem “uma luz vermelha” no país. No Amazonas e em Roraima, com o surto de sarampo, há cerca de 500 casos confirmados e mais de 1,5 mil em investigação. No outro extremo do país, o Rio Grande do Sul também confirmou seis casos da doença este ano. Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus. Em junho, países do Mercosul fizeram um acordo para evitar a reintrodução de doenças já eliminadas na região das Américas, incluindo o sarampo, a poliomielite e a rubéola. Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile se comprometeram a reforçar ações de saúde nas fronteiras e a fornecer assistência aos migrantes numa tentativa de manter baixa a transmissão de casos. No último dia 8, a Opas enviou alerta aos países após a detecção de um caso da doença na Venezuela. Dados do governo federal mostram que 312 municípios brasileiros estão com cobertura vacinal contra pólio abaixo de 50%. O grupo de doenças pode voltar a circular no Brasil caso a cobertura vacinal, sobretudo entre crianças, não aumente. O alerta é da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), que defende uma taxa de imunização de 95% do público-alvo. Uma série de fatores compromete o sucesso da imunização no país, incluindo a falta de conhecimento sobre doenças consideradas erradicadas, a divulgação de fake news via redes sociais e os horários limitados de funcionamento de postos de saúde. Fonte: agência brasil ebc TEXTO 2 Existem vários fatores que podem contribuir para o reaparecimento de doenças. Em regiões onde não há saneamento básico, por exemplo, o problema está nos hospedeiros onde vírus e bactérias procriam. Já em países que recebem refugiados, é preciso um controle de epidemia, porque não há como saber quem foi ou não vacinado em seu país de origem. O vai e vem de pessoas entre países também é um jeito dessas doenças cruzarem fronteiras. E há ainda fatores ambientais. — O exemplo que dou são as grandes obras. Por exemplo, quando se criou Itaipu aumentou o número de casos de malária no Sul do Brasil, porque se criou um lago artificial. Houve um desequilíbrio ecológico — explica Flávio Rocha, pesquisador da Fiocruz. Para entender porque essas doenças voltam, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz analisam vírus e bactérias para acompanhar as mutações destes microrganismos e, assim, adequar o sistema de vacinação, modificando, quando preciso, doses e frequência de retorno que o indivíduo precisa ao longo da vida. Mas a participação da população também é muito importante no combate a estas doenças. É preciso estar com a carteira de vacinação em dia, e combater o ambiente propício ao desenvolvimento de vetores e hospedeiros, que transportam vírus e bactérias, como, por exemplo, o mosquito Aedes aegypt que transmite a dengue. Fonte: rede globo A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Retorno das doenças erradicadas”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Leia também: Tema de redação: Os desafios para manter um sistema de saúde público no Brasil Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil Tema de redação: A realidade da mortalidade infantil no Brasil Tema de redação: Análise do Tema da Redação do Enem 2018

TEXTO 1 As mulheres têm aumentado sua representatividade e inovado nas formas de trabalho. Com elas, surgem também novos desafios e oportunidades para serem exploradas nos negócios. Na mesma medida em que as empreendedoras contribuem para o desenvolvimento do país, elas também investem na educação de suas famílias e, assim, possibilitam o crescimento de mais pessoas. O empreendedorismo feminino tem toda essa força. E é também expressivo em termos numéricos. De acordo com o levantamento mundial Global Entrepreneurship Monitor 2017, que no Brasil é realizado em parceria com o Sebrae, mais de metade dos novos negócios abertos em 2016 foi fundada por mulheres. Elas são mais escolarizadas do que os homens empreendedores e atuam, principalmente, no setor de serviços. “A taxa de empreendimentos iniciados no país, desde 2007, oscila entre 47% e 54% para homens e mulheres. Em 2016, a taxa foi de 48,5% para homens e 51,5 % para mulheres”, afirma a especialista em empreendedorismo Hilka Machado, professora da Universidade do Oeste de Santa Catarina. Sinal de que o número de homens e mulheres interessados em empreender é proporcional há anos. Esse é um caminho de desafios. Mesmo com todo o potencial econômico e empreendedor, as mulheres ainda precisam superar algumas barreiras. As empresas abertas por elas tendem a ter a vida mais curta. As empresárias têm menos redes de contato e nem sempre participam de negócios maiores ou inovadores. FONTE: exame abril – o cenário do empreendedorismo feminino no brasil TEXTO 2 Quando as norte-americanas Kate Dwyer e Penelope Gazin decidiram empreender, elas encontraram, assim como muitos, dificuldades pelo meio do caminho. No caso delas, o problema não foi escolher o nicho de mercado: elas sabiam muito bem que queriam criar um marketplace que reunisse produtos de arte e design de diversos produtores. Ter o dinheiro para alavancar a ideia do negócio, por sua vez, não foi algo simples e elas tiveram que tirar o investimento inicial do próprio bolso. No entanto, a principal complicação que enfrentaram no processo de criação da Witchsy foi o machismo e o sexismo por serem duas mulheres a liderar um negócio. As facetas do machismo apareceram logo cedo, ainda quando as duas fundadoras criavam o que seria o site da Witchsy. Na ocasião, elas contavam com um desenvolvedor responsável para criar a plataforma, o qual ficou frustrado após Penelope não aceitar sair com ele e tentou deletar todo o trabalho que já estava sendo feito pelas empreendedoras. Esse caso inicial não foi a única situação desconfortável que Penelope e Kate tiveram de enfrentar. Em outros casos, desenvolvedores externos e designers gráficos que se candidatavam para trabalhar na plataforma as contatavam, via email, com mensagens em tom de superioridade e arrogância. Em sua maior parte homens, as respostas que eles davam às criadoras do Witchsy eram, quase sempre, curtas, demoradas, vagas e desrespeitosas. Foi a partir desse cenário sexista que as duas empreendedoras tiveram a ideia de criar um terceiro fundador, o qual seria do sexo masculino: Keith Mann. O fictício Mann passou, então, a trocar emails com os desenvolvedores. “Foi instantâneo. Os desenvolvedores demoravam dias para me responder, mas, para Mann, vinham respostas, atualizações de status e até solicitações se ele queria alguma coisa ou havia algo com o que ele precisasse de ajuda”, diz Kate. Em um caso particular, um desenvolver estabelecia mais interações humanas com Keith do que com as duas criadoras da plataforma. “Quando ele falava com Keith, ele sempre usava o nome dele. Quando era com nós duas, nunca usava nossos nomes”, afirma Kate. “Acredito que nós poderíamos ter ficado muito chocadas com esse fato. ‘Sério, as pessoas irão falar com mais respeito com esse homem imaginário do que com nós mesmas?’ Mas, sabe, isso é só uma demonstração do mundo no qual estamos inseridos agora”, diz Kate. Fonte: revista pegn globo – empreendedoras criam um sócio de mentira para comprovar machismo nos negócios TEXTO 3 Fonte: matéria incógnita – brasil tem 6 milhões de mulheres empreendedoras formais A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios do empreendedorismo feminino”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Leia também: Tema de Redação: Ações para alcançar a igualdade de gênero no Brasil Tema de redação: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação Tema de Redação: Mulheres Negras no Brasil Retrospectiva – Tema de Redação ENEM (2015): A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Pensou que não ia ter análise do tema da Redação do ENEM 2018? Não perderíamos isso por nada. Vamos lá? Bom, não vamos negar que rolou uma certa surpresa, né? Nos últimos anos, todos os temas do ENEM tinham como foco questões relacionadas apenas com o Brasil, o que não aconteceu neste ano, pois a proposta pediu a discussão de um tema mundial. Mas vamos parar de enrolar e colocar a mão na massa. O tema abordado pela redação do ENEM 2018 foi “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. Assim, o candidato deveria estar preparado para escrever sobre tecnologias e suas implicações na sociedade. O primeiro texto motivador abordou a questão da lista personalizada de músicas, em um serviço de música digital (você sabe de qual serviço o texto estava falando, né?). Este primeiro texto trouxe algumas palavras-chaves, como “cérebro artificial”, “algoritmo” e “filtragem de informação”. O trecho final do texto fala sobre a ilusão de liberdade de escolha. A questão da filtragem de dados é retomada no segundo texto motivador da redação do Enem 2018, que tem caráter mais técnico, pois explica como funciona o processamento das informações através do algoritmo. Você, que é esperto, percebeu que este texto trouxe novamente importantes palavras-chaves, como “filtragem de dados” e “algoritmo” (olha ele aqui de novo!). O terceiro texto motivador é mais abrangente e trata sobre a utilização da internet no Brasil (pesquisa realizada pelo IBGE em 2016). Os números mostram que a quantidade de brasileiros conectados é bem grande, logo, se há manipulação por meio da internet, pode-se concluir que ela atinge muita gente. Quanto ao último texto, ele retoma alguns pontos importantes já abordados nos dois primeiros, como a manipulação de dados em si e a disputa do “homem versus máquina”. Portanto, todos os textos, e o tema em si da redação do Enem 2018, direcionavam o candidato a abordar aspectos como a manipulação de dados e a função dos algoritmos. Não bastava, assim, discorrer somente sobre Fake News. A gente sabe que esse tema estava na ponta da língua por conta de diversas discussões recentes do cenário nacional, mas não bastava falar somente sobre ele. Também não podia focar somente no impacto da internet na vida das pessoas, pois o tema da Redação do ENEM 2018 foi direcionado para que o candidato fizesse uma abordagem mais crítica a respeito disso. É claro que Fake News poderiam ter sido abordadas no texto, mas este não era o foco central do tema. Outro ponto a ser abordado aqui é a manipulação e a influência que a internet e os meios digitais têm no comportamento dos indivíduos. Assim, para permanecer dentro do tema, o candidato deveria ter escrito sinônimos e palavras-chaves, que já foram citados anteriormente. O que não poderia ter ficado de fora da Redação do ENEM 2018 É importante que o candidato tenha desenvolvido uma boa tese na introdução. Como o tema inicia com o vocábulo “manipulação”, está claro o viés que deveria ser tomado na discussão do tema. Segundo o Dicionário Aurélio, vemos que “manipular” significa, dentre outras coisas, “Condicionar, influenciar, geralmente em proveito próprio; Adulterar, falsificar”. Isso, por si só, já traz um viés negativo a respeito do uso de dados, e era nisso que o candidato deveria focar. Ou seja, assim como nas demais edições, a proposta da Redação do ENEM 2018 trouxe uma expressão que foi fio condutor o qual guiou o texto do estudante. Então, quando lhe diziam para destacar a palavra-chave da proposta, não era por acaso. Por fim, seguem algumas possíveis reflexões: Tá achando que fez algo muito diferente disso e tá com medo de ter se saído mal na redação do Enem 2018? Calma, não se desespere. As reflexões acima são possibilidades, mas não são regras, logo, é possível que você tenha encontrado um outro caminho e que ele não seja errado, tá? Além disso, mesmo que as coisas não tenham saído do jeito que a gente esperava, é sempre importante lembrar: Você é muito mais do que uma prova. Você é muito mais do que uma nota de redação. Ah, não se esqueça de enviar a redação escrita na prova do ENEM em nossa plataforma! Sabemos que a vontade de saber como você se saiu é imensa e estamos ansiosos para corrigir a sua redação! Você pode conferir o tema completo (ENEM 2018) clicando aqui! Tema de Redação ENEM (2015): A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira Tema de Redação ENEM (2014): Publicidade Infantil em Questão no Brasil Possíveis temas de redação do ENEM Veja as principais dúvidas sobre o tema de redação do Enem 2018:

TEXTO 1 O ensino à distância é uma modalidade educacional que oferece um processo completo de aprendizado de maneira dinâmica e mediada através das novas tecnologias. Mesmo separados por tempo e espaço, os alunos e os tutores EAD conseguem fazer uma integração virtual pautada na interatividade e construir um ótimo ambiente de aprendizado. Essa característica do EAD combina bastante com os novos padrões de comportamento das pessoas no mundo globalizado, que estão cada vez mais dinâmicas e interativas, buscando cada vez mais adquirir novas competências e aperfeiçoarem suas habilidades profissionais. Através do EAD, as pessoas puderam começar a produzir seus próprios conteúdos para ensinar terceiros e até mesmo de criarem um negócio na área. O ensino à distância cresceu em ritmo acelerado e hoje se tornou um dos métodos de ensino mais completo e eficiente. Grande parte da importância da EAD atualmente se deve ao seu papel de quebrar várias das barreiras que impedem as pessoas de terem acesso a uma educação de qualidade, representando a importante função de ajudarem pessoas a se qualificarem como profissionais. Pessoas que muitas vezes possuem dificuldade em frequentar um curso presencial, seja por dificuldade de seguir a rotina de estudos ou por causa dos preços altos, agora estão conseguindo ter acesso ao melhor do aprendizado, em qualquer horário e em qualquer lugar. O ensino a distância é a solução perfeita para essas pessoas finalmente terem acesso à capacitação profissional, seja economizando gastos com transporte, por dar maior flexibilidade de tempo ou até mesmo por oferecer uma maior facilidade de acesso aos conteúdos educacionais. Outra importância da EAD é de descentralizar os polos de educação com o uso das tecnologias, quebrando as barreiras como as dificuldades de mobilidade ou distâncias geográficas. O ensino à distância permite que até mesmo as pessoas que habitam áreas remotas possam ter acesso a cursos que elas têm muita dificuldade em fazer no modelo presencial. Com a internet, a educação deixa de ser centralizada nas regiões Sul e Sudeste e passa a fazer parte da realidade de pessoas de todas as regiões do país. Material impresso, PowerPoint, imagens, videoaulas, jogos, gráficos. Existem diversas formas de transmitir conteúdos para os alunos. Com o ensino a distância, essas transmissões ficam ainda mais variadas e inovadoras. Com o apoio das novas tecnologias, a importância da EAD também está em aperfeiçoar os métodos de ensino com as técnicas multimídia, promovendo discussões sobre os assuntos das aulas em fóruns, aumentando a interatividade dos alunos e a ampliação dos conteúdos através das bibliotecas virtuais. Mesmo em meio à crise econômica, o sistema de ensino a distância continua crescendo no Brasil, sendo um dos mercados que mais crescem no país. Todos os anos, milhares de novos cursos online são reconhecidos pelo MEC. Desde 2003, o número de alunos inscritos no EAD passou de 50 mil para 1,3 milhões. Essa movimentação da economia vem fazendo com que as pessoas enxerguem no ensino à distância, uma nova oportunidade de negócio. Fonte: estudio site – qual importância da ead atualmente TEXTO 2 Fonte: 3.bp.blogspot TEXTO 3 Fonte: Ifbp Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: A importância do ensino à distância no Brasil Confira mais temas: Tema de redação: Ensino tradicional x Escolas inovadoras: quebra de paradigmas na educação Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de redação: A influência das novas plataformas midiáticas no desenvolvimento infantil Tema de redação: Os desafios da Educação Inclusiva no Brasil

TEXTO 1 Uma das questões geográficas e históricas mais polêmicas no espaço brasileiro é a dos territórios indígenas. Sabemos que, antes da chegada dos povos europeus no continente sul-americano, existiam milhares de povos indígenas habitando aquilo que é hoje considerado como o território do Brasil. Desse total, existem ainda cerca de 305 etnias atualmente, com cerca de 180 línguas distintas, a maioria delas filiada ao Tupi e ao Jê. Diante disso, existe uma profunda questão a ser resolvida com esses povos, que é a demarcação das suas terras, ou seja, a delimitação legal das áreas indígenas. A Constituição Federal define as Terras Indígenas como todas as áreas permanentemente habitadas pelos índios, sendo elas utilizadas para suas atividades produtivas e também para a preservação de suas culturas e tradições. Portanto, mais do que simplesmente a área de moradia direta, as terras indígenas devem envolver todo o espaço usado pelos índios para garantir sua sobrevivência, incluindo áreas de caça e extrativismo. As áreas indígenas do Brasil são de propriedade da União, de forma que os recursos naturais existentes dentro de seus limites são de pertencimento único e exclusivo dos índios que habitam esse território. Além disso, somente com autorização legal da Fundação Nacional do Índio (Funai), é possível chegar a essas áreas não sendo um membro pertencente às etnias indígenas, sendo, vedado, portanto, o acesso irrestrito. Como ocorre a demarcação de terras no Brasil? No Brasil existem aproximadamente 544 terras indígenas*, sendo a maior parte localizada na área da Amazônia Legal. Desse total, 426 estão regularizadas, 38 estão delimitadas, 66 estão declaradas e 14 estão homologadas, havendo ainda mais 129 locais em estudo. As fases do processo de demarcação de terras obedecem à seguinte ordem: 1º São realizados estudos de identificação e delimitação pela Funai, envolvendo pesquisas geográficas, antropológicas, territoriais, ambientais e outras; 2º É feita a delimitação, que é repassada via Diário Oficial para o Ministério da Justiça, responsável pela sua declaração de limites; 3º Com a autorização, as terras tornam-se declaradas após a realização de novos estudos, de forma que a área torna-se de uso exclusivo dos índios e a demarcação é autorizada. A demarcação física fica a cargo da Funai; 4º É feito um levantamento fundiário pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para avaliar as benfeitorias realizadas pelos proprietários da área que agora pertence aos índios, pois o dono das terras perde a posse, mas recebe uma indenização caso tenha feito algumas dessas benfeitorias no local; 5º As terras são homologadas pela Presidência da República; 6º É feita a retirada dos ocupantes não índios da área, com pagamento das eventuais indenizações; 7º É concluída a regularização e, portanto, a demarcação oficial com registro em cartório em nome da União; 8º A Funai torna-se responsável por interditar a área, a fim de garantir o isolamento e a proteção dos indígenas que ali habitam. Nem sempre essa sequência acima acontece de forma linear, isto é, contínua. Muitas vezes, são realizados recursos judiciais e disputas por parte dos proprietários, agronegociantes, agricultores e outros com o objetivo de garantir para si o uso daquelas terras. Com isso, mesmo com a demarcação sendo concluída, o trâmite leva muitos anos para concretizar-se, o que faz com que a questão territorial indígena no país torne-se ainda mais dispendiosa para ambos os lados. Em alguns casos, grupos de posseiros, grileiros e fazendeiros entram em conflitos com os indígenas em torno da disputa territorial. Muitas vezes, os limites impostos pela demarcação não são respeitados, o que se configura como um grave crime, pois há invasão de uma área de proteção patrimonial. Para resguardar a sobrevivência dos povos indígenas e suas tradições, é necessário garantir a segurança deles, sobretudo no sentido de proteger suas áreas demarcadas e realizar, o mais rápido possível, a demarcação daquelas que necessitam de tal para a manutenção segura de suas práticas. A expectativa é a de que, nos próximos anos, mais terras sejam demarcadas, o que depende não só do poder público, mas também da articulação dos movimentos sociais e, claro, das lideranças indígenas no sentido de lutarem pela sua soberania territorial. * Dados da Funai (2014) Fonte: brasil escola – demarcação terras indígenas no brasil TEXTO 2 A Corte Interamericana de Direitos Humanos condenou o Brasil em um processo que se arrasta desde 1989 para demarcação de um território tradicional indígena localizado no município de Pesqueira, em Pernambuco. O País foi condenado a finalizar o processo de demarcação do território e indenizar ocupações feitas por não indígenas na região. A decisão aponta a responsabilidade internacional do País quanto à violação a direitos de propriedade coletiva, garantia judicial e proteção judicial para o povo indígena da etnia xukuru de ororubá, segundo informações do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), que atuou no caso. Com a decisão publicada na segunda-feira, 12/03/2018, o País tem o prazo máximo de 18 meses para cumprir as determinações da Corte – no período de um ano, deverá apresentar um relatório sobre as medidas adotadas. De acordo com Cleber César Buzatto, secretário Executivo do Cimi, essa é a primeira decisão na qual o Brasil é condenado por violações contra os direitos dos povos indígenas. O processo havia sido julgado pela Corte em 21 de março, na Cidade da Guatemala. “A decisão é de fundamental importância para os xucuru e demais povos indígenas do Brasil. A Corte reconhece e afirma juridicamente o direito originário e coletivo dos povos às suas terras tradicionais e a obrigação do Estado brasileiro de fazer valer esse direito em tempo adequado”, diz Buzatto. “Essa decisão fortalece a luta dos povos contra a tese do marco temporal, o parecer antidemarcação da AGU (Advocacia-Geral da União) e permanente ameaça da PEC 215/00, entre outras.” A Corte Interamericana declarou que vai supervisionar o cumprimento integral da sentença, que incluiu o pagamento por benfeitorias feitas pelos ocupantes não indígenas do território, que serão retirados, e a criação de um fundo, que será administrado pelos índios xukuru. O caso dos xukuru foi denunciado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos em 2002. Hoje vivem mais de 11 mil indígenas em uma área de 27.555 hectares. Fonte: política estadão – brasil

TEXTO 1 A OMS (Organização Mundial da Saúde) realiza, entre 20 de outubro e 1º de novembro (de 2018), em Genebra, na Suíça, o primeiro congresso global sobre poluição do ar, para debater as recomendações aos 193 países-membros visando melhorar o meio ambiente. Para preparar a participação brasileira no congresso, o presidente do Proam (Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental), Carlos Bocuhy, fez nesta terça-feira (25/10/2018) exposição na OMS com novas recomendações que permitam melhorar as políticas públicas para a qualidade de ar no País. Segundo Bocuhy, o Brasil ainda conta com padrões de controle da poluição de 1990, extremamente defasados frente ao conhecimento médico-científico atual. Ele também defende que é necessário melhorar a forma de orientação dada pela OMS aos países-membros de modo a provocar mudanças efetivas. “As recomendações da OMS, embora sejam fundamentais, infelizmente deixam em aberto um grande espaço subjetivo sobre a implementação nos países menos desenvolvidos”, disse Bocuhy. Com isso, de acordo com o presidente do Proam, setores industriais e governamentais do Brasil não se sentem na obrigação de adotar os padrões mais modernos. As guias de qualidade do ar da OMS, conforme Bocuhy, são destinadas ao uso em todo mundo, mas foram elaboradas para respaldar medidas orientadas a se obter uma qualidade de ar que proteja a saúde pública em situações distintas. As normas de cada país variam em função da viabilidade tecnológica, os aspectos econômicos e outros fatores políticas e sociais. De acordo com ele, atualmente a falta de um controle mais efetivo na poluição do ar provoca a morte anual de 7 milhões de pessoas em todo o mundo e de 51 mil apenas no Brasil, conforme dados da OMS de maio último (2018). Fonte: folha de londrina TEXTO 2 Cientistas no Reino Unido detectaram, pela primeira vez, partículas de ar poluído na placenta de mulheres grávidas. A descoberta coloca a possibilidade de a poluição nas grandes cidades chegar aos bebês durante a gravidez. De acordo com a BBC News, investigadores da Universidade Queen Mary, em Londres, produziram a primeira evidência científica de que os componentes da poluição do ar atingem a placenta depois de passar pelos pulmões e entrar na circulação sanguínea. O estudo foi efetuado a partir da análise de placentas de cinco mulheres não fumadoras que tiveram bebês saudáveis no hospital da universidade londrina. Os cientistas examinaram os macrófagos, células do sistema imunológico que “comem” partículas prejudiciais ao organismo humano. Estas células estão presentes nos pulmões e também fazem parte do sistema que protege o feto no tecido da placenta. Usando um microscópio óptico, os investigadores encontraram 72 partículas negras entre 3.500 células. Essas partículas eram iguais às partículas de poluição encontradas nos macrófagos dos pulmões. ‘’Ainda não sabemos se as partículas que encontramos podem passar para o feto, mas as pesquisas sugerem que isso é possível”, disse à BBC News Brasil a pediatra Norrice Liu, que integra a equipe de investigadores da Universidade Queen Mary. “O nosso próximo passo é examinar mais mulheres, mas também queremos saber como elas vivem e qual o nível de exposição que elas têm à poluição.“ O sistema respiratório funciona como uma espécie de peneira que filtra as partículas de ar poluído. As maiores costumam ser destruídas pelas células de defesa dos pulmões, mas as mais finas podem entrar na circulação sanguínea e chegar a outros órgãos do corpo. O estudo foi apresentado neste mês de setembro no Congresso Internacional da Sociedade Respiratória Europeia (ERS, na sigla em inglês), mas ainda não foi publicado em revistas científicas. Fonte: tvi24 iol poluição TEXTO 3 Fonte: Arionauro Cartuns A partir da leitura dos conteúdos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Poluição do ar e seus impactos na saúde da população” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de Redação: Responsabilidade Ambiental Tema de Redação: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente Tema de Redação: Energia e Sustentabilidade Tema de Redação: Meios para o controle do lixo gerado no Brasil

Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema de Redação: Os desafios da alimentação escolar no Brasil. Texto 1 É consenso que se alimentar de forma saudável é fundamental para o desenvolvimento integral de todos os indivíduos. Segundo informações do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, o Brasil alcançou, nas últimas décadas, importantes mudanças no padrão de consumo alimentar devido à ampliação de políticas sociais nas áreas de saúde, educação, trabalho, emprego e assistência social. Em um país onde a fome e a desnutrição ainda são graves problemas sociais, ao passo que aumentam os casos de obesidade, o tema da educação alimentar e nutricional é central, e a escola é um agente fundamental nesse sentido. Para a nutricionista Vanessa Manfre, as instituições educacionais são um espaço privilegiado, uma vez que acompanham as diversas fases do desenvolvimento desde a primeira infância, etapa em que começam a se moldar os hábitos alimentares que repercutirão por toda a vida. “A escola tem o papel de fornecer a refeição baseada nas recomendações nutricionais de cada criança, considerando o tempo em que elas estão naquele espaço. E também promover ações capazes de introduzir novos alimentos e fazer com que os estudantes conheçam, manipulem e mastiguem novos alimentos”, afirma. Fonte: educacao integral alimentacao escolar Texto 2 Alunos da Escola Estadual Professora Rosentina Faria Syllos, do Bairro Conjunto Mauro Marcondes, de Campinas (SP), foram dispensados mais cedo, nesta sexta-feira (24/02/2017), por falta de merenda. A mesma medida será tomada no turno da tarde na unidade que atende 565 crianças dos 6 aos 10 anos. De acordo com funcionários da unidade, a escola está sem sal desde o dia 2 deste mês, quando as aulas começaram, enquanto o óleo e a margarina passaram a faltar esta semana. A Prefeitura, que por meio de convênio com o estado fornece os alimentos, admite atraso em mais três escolas do município. Por semana, a escola estadual utiliza sete quilos de sal, 20 litros de óleo de cozinha e sete potes de margarina, além de dez potes de requeijão. O requeijão termina nesta sexta-feira. “Eu acho que é um descaso com a educação, porque as crianças, muitas delas vêm e comem na escola porque não têm dentro de casa. A gente não mora em um bairro nobre, então muitos pais não têm condições, às vezes eles vêm mais cedo com o filho para ele ter um café da manhã porque não tem em casa”, lamenta a mãe de aluno Giovana Alcântara Martins. É o primeiro ano do filho dela na unidade escolar, onde a mãe estudou e tinha como referência. A Prefeitura de Campinas informou ao G1 que atende 160 escolas estaduais e 248 municipais. Além desta unidade, outras três estaduais também estão com problemas de falta de alimentos no estoque. “Os gêneros alimentícios são entregues nas unidades escolares semanalmente por rotas/região, houve um atraso dos fornecedores nas entregas de óleo e sal”, diz a nota. A administração informou, ainda, que os fornecedores realizaram as entregas e que o abastecimento está sendo normalizado nesta sexta. Fonte: g1 globo Texto 3 Estudantes da Escola Estadual de Ensino Fundamental Tiradentes, localizada no município de Salinópolis, receberam a merenda escolar com o prazo de validade vencido, assim como outras escolas da região. Após a ingestão da merenda, os alunos passaram mal e a Vigilância Sanitária foi acionada, mas nada foi feito. De acordo com os professores da instituição, o alimento é armazenado em um galpão que pertence à prefeitura da cidade. O responsável pela merenda da escola foi procurado pelos professores, mas ele não soube explicar a causa do estrago, e alegou apenas a questão do armazenamento. A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informou que a merenda escolar é de responsabilidade da Prefeitura de Salinas, seja da rede estadual ou municipal. Fonte: diario online Texto 4 Fonte: Lila A partir da leitura dos conteúdos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Os desafios da alimentação escolar no Brasil, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil Tema de redação: A realidade da mortalidade infantil no Brasil Tema de redação: Os desafios da Educação Inclusiva no Brasil Tema de redação: Trabalho Escravo em discussão no Brasil

Texto 1 O Ministério do Trabalho divulgou nesta sexta-feira (5/10/2018) uma versão atualizada da chamada “lista suja” do trabalho escravo, em que denuncia 209 empresas pela prática do crime. De acordo com o documento, entre 2005 e este ano (2018), 2.879 funcionários foram submetidos por seus empregadores a exercer atividades laborativas sob condições degradantes e desumanas. O chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae), Maurício Krepsky Fagundes, destaca que a lista traz 50 nomes que não figuravam no cadastro anterior. Ainda segundo ele, pela primeira vez na série histórica, iniciada em 2005, um empregador doméstico foi reportado como infrator. Segundo Fagundes, a nova lista traz tanto empregadores do espaço urbano como da zona rural. Ainda segundo ele, somente a lista com dados de 2018 consolidados, divulgada no final do ano, permitirá uma análise mais detalhada sobre o perfil das vítimas. Trabalho escravo A legislação brasileira atual classifica como trabalho análogo à escravidão toda atividade forçada – quando a pessoa é impedida de deixar seu local de trabalho – desenvolvida sob condições degradantes ou em jornadas exaustivas. Também é passível de denúncia qualquer caso em que o funcionário seja vigiado constantemente, de forma ostensiva, por seu patrão. FONTE: https://www.destakjornal.com.br/brasil/politica/detalhe/209-empresas-sao-denunciadas-por-trabalho-escravo-no-brasil Texto 2 Quarenta estrangeiros em regime de trabalho escravo foram resgatados no Paraná, de acordo com uma pesquisa da Universidade Positivo, em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT). São 24 trabalhadores de Bangladesh e 16 do Paraguai. Além disso, 11 pessoas têm menos de 18 anos. O levantamento começou a ser feito no último semestre de 2017. Segundo o coordenador da pesquisa e coordenador-geral dos cursos de Pós-Graduação em Direito, professor Eduardo Faria Silva, a pesquisa é inédita, já que foi realizado um cruzamento de dados que, até então, nunca tinha sido feito. “Tivemos acesso às ações judicializadas entre 2008 e 2015 no Paraná que, ao todo, envolvem 643 trabalhadores e somaram mais de 15 mil páginas, para analisar a realidade do trabalho escravo”, explica. Segundo o professor, a segunda fase da pesquisa vai envolver a análise dos processos de todo o país. “Será uma pesquisa de cinco anos, já que é um trabalho bem mais complexo e abrangente”, conta. De acordo com o procurador do Trabalho (MPT/PE) e coordenador Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do MPT, Ulisses Dias Carvalho, mesmo após 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, as práticas de trabalho escravo ainda são mais comuns e estão mais próximas do que imaginamos. “O setor rural responde pela maior parte dos processos, mas o trabalho com condições análogas à escravidão também está presente nas cidades, como no setor de construção civil, por exemplo”, explica. Dos processos analisados, 76,5% são de atividades desenvolvidas na área rural, frente a 23,5% na área urbana. Para o diretor da Área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas da Universidade Positivo, Roberto Di Benedetto, o levantamento é fundamental, já que pode ser fonte para outras pesquisas. “Temos um banco de dados riquíssimo, que vai muito além do primeiro resultado e permite, por exemplo, olharmos para o fluxo migratório, questões de gênero, família e escolaridade”, esclarece. De acordo com Faria, o resultado das pesquisas vai auxiliar o MPT a organizar as operações de resgate, além de fornecer informações mais concretas. “Além disso, aproxima a universidade de uma política pública importante, como a da erradicação do trabalho escravo no Brasil”, finaliza. FONTE: https://paranaportal.uol.com.br/cidades/cidades-destaque-1/55418440-estrangeiros-em-trabalho-escravo-sao-encontrados-no-parana/ Texto 3 FONTE: https://cardapiopedagogico.blogspot.com/2013/10/trabalho-escravo-contemporaneo-roda-de.html A partir da leitura dos conteúdos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Trabalho Escravo em discussão no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de Redação: A ambição humana e suas consequências Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Tema de redação: O preconceito linguístico em questão no Brasil Tema de redação: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade

Texto 1 O preconceito linguístico resulta da comparação indevida entre o modelo idealizado de língua que se apresenta nas gramáticas normativas e nos dicionários e os modos de falar reais das pessoas que vivem na sociedade. Modos de falar estes que são muitos e bem diferentes entre si. Essa língua idealizada se inspira na literatura consagrada, nas opções subjetivas dos próprios gramáticos e dicionaristas, nas regras da gramática latina (que serviu durante séculos como modelo para a produção das gramáticas das línguas modernas) etc. No caso brasileiro, essa língua idealizada tem um componente a mais: o português europeu do século XIX. Tudo isso torna simplesmente impossível que alguém escreva e, principalmente, fale segundo essas regras normativas, porque elas descrevem e, sobretudo, prescrevem uma língua artificial, ultrapassada, que não reflete os usos reais de nenhuma comunidade atual falante de português, nem no Brasil, nem em Portugal, nem em qualquer outro lugar do mundo onde a língua é falada. Mas a principal fonte de preconceito linguístico, no Brasil, está na comparação que as pessoas da classe média urbana das regiões mais desenvolvidas fazem entre seu modo de falar e o modo de falar dos indivíduos de outras classes sociais e das outras regiões. Esse preconceito se vale de dois rótulos: o “errado” e o “feio” que, mesmo sem nenhum fundamento real, já se solidificaram como estereótipos. Quando analisado de perto, o preconceito linguístico deixa claro que o que está em jogo não é a língua, pois o modo de falar é apenas um pretexto para discriminar um indivíduo ou um grupo social por suas características socioculturais e socioeconômicas: gênero, raça, classe social, grau de instrução, nível de renda etc. A instituição escolar tem sido há séculos a principal agência de manutenção e difusão do preconceito linguístico e de outras formas de discriminação. Uma formação docente adequada, com base nos avanços das ciências da linguagem e com vistas à criação de uma sociedade democrática e igualitária, é um passo importante na crítica e na desconstrução desse círculo vicioso. Fonte: https://ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/preconceito-linguistico A partir da leitura dos conteúdos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O preconceito linguístico em questão no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de Redação: A ambição humana e suas consequências Tema de Redação: Os desafios da Educação Inclusiva no Brasil Tema de Redação: Memória e a preservação do patrimônio cultural

Texto 1 Um estudo divulgado no ano passado (em 2013) pela Universidade de Michigan apontou uma ligação entre o uso excessivo das redes sociais e a infelicidade. Dados coletados assinalam que as emoções ligadas à infelicidade aumentaram proporcionalmente ao tempo de exposição às postagens de gente aparentemente feliz. Para desenvolver o material, os pesquisadores enviavam cinco mensagens diárias, durante duas semanas, a cada voluntário de um grupo de 82 pessoas dentre jovens e adultos. Os links mostravam a quantidade de vezes que cada um dos usuários visitava a rede social e quais eram seus níveis de preocupação, solidão e satisfação geral com a vida. A vida do outro tem o mesmo grau de dificuldade que a nossa. O que acontece é que a maioria das pessoas destaca somente o que acontece de bom e isso nos gera a impressão de perfeição. Não há nada de errado em evitar postagens ruins, mas devemos lembrar que as redes sociais representam apenas uma parte de nós, aquilo que achamos que vale à pena dividir, evitando ressaltar coisas negativas. Fonte: canal tech Texto 2 Todos nós temos certos gatilhos e situações que podem fazer nossa confiança ir de dez a zero em poucos segundos. Ver o vizinho com um novo carro, a apresentação magnífica de um colega de trabalho na frente dos chefes, ver pessoas com o corpo definido malhando na academia. São várias as situações que podem cair como uma bomba na autoestima de alguém. As redes sociais podem contribuir para essa sensação que a grama do vizinho é mais verde. Não é raro que um usuário compare sua vida com fotos, textos e mensagens de outros na rede social, o que dá muitas vezes a falsa impressão que a vida não é tão interessante quanto a de outras pessoas. O psicólogo Renato Santos explica que não é difícil encontrar pessoas que “mascaram” a própria vida com uma imagem falsa da realidade. Nas redes sociais, as pessoas optam por mostrar a imagem de quem elas gostariam de ser. Como um reflexo da sociedade moderna, elas mostram aos outros aquilo que é valorizado: viagens, carros, restaurantes caros, etc., mantendo uma superficialidade que é encontrada inclusive nas relações cotidianas. As pessoas não mostram aquilo que elas realmente são ou sentem, mas aquilo que elas gostariam de ser e que os outros que as vêem também desejariam. Para a assistente de comunicação Ketlen Damasceno, 23, as redes sociais parecem uma competição para ver quem tem a vida mais perfeita: “As pessoas sempre constroem um cenário querendo ser melhores do que as outras pessoas. Eu particularmente posto coisas que me agradam. Quando um amigo virtual posta algo super diferente ou bonito, como, por exemplo, uma viagem, eu fico sempre feliz pela pessoa, mas ainda acho minha vida muito mais interessante”. Fonte: me salva Texto 3 Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade. Tema de redação: A influência das novas plataformas midiáticas no desenvolvimento infantil Tema de redação: Depressão e seus impactos na sociedade brasileira Tema de redação: A questão indígena e a educação Tema de redação: As altas taxas de feminicídio no Brasil