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A valorização do Sistema Braille tem se consolidado como um debate relevante no contexto brasileiro, sobretudo quando se analisa a garantia da autonomia e da cidadania das pessoas com deficiência visual. Em um país marcado por desigualdades no acesso à educação, à informação e aos direitos básicos, discutir o papel do Braille significa refletir sobre inclusão social, justiça e direitos humanos. Nesse sentido, vestibulares, concursos públicos e o ENEM tendem a explorar temas que envolvem acessibilidade, inclusão e cidadania, frequentemente associados às pessoas com deficiência. O Sistema Braille, enquanto tecnologia social e linguística, torna-se um repertório estratégico para a construção de argumentos sólidos, permitindo discutir tanto avanços quanto desafios na efetivação de políticas inclusivas no Brasil. A partir dessa perspectiva, os textos motivadores a seguir ajudam a contextualizar o tema e a fundamentar reflexões críticas sobre a importância do Braille como instrumento de emancipação social. Textos motivadores sobre a importância do Sistema Braille Texto I – Por que o Sistema Braille é essencial para a cidadania das pessoas com deficiência visual? O Dia Mundial do Braille é celebrado em 4 de janeiro, data de nascimento de Louis Braille, em 1809. O educador francês perdeu a visão ainda na infância e, na adolescência, desenvolveu o método de leitura e escrita tátil conhecido como Sistema Braille, revolucionando o acesso à informação para pessoas cegas e com baixa visão. O sistema é composto por seis pontos em relevo, organizados em duas colunas verticais, cuja combinação possibilita a formação de 63 símbolos diferentes. Por meio deles, é possível representar letras, números, sinais de pontuação, símbolos matemáticos, notação musical e outros elementos essenciais à comunicação escrita. Mais do que um código de leitura, o Braille é um instrumento de cidadania, pois garante às pessoas com deficiência visual o direito à educação, à informação e à participação social de forma autônoma. A data comemorativa tem como principal objetivo ampliar a conscientização sobre a importância do Braille para a plena realização dos direitos humanos, especialmente no que se refere à inclusão educacional e social. Relatos como o de João Eudes, servidor do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, evidenciam essa relevância. Alfabetizado em Braille, ele afirma que compreende os conteúdos com mais profundidade quando realiza a leitura tátil, em comparação ao acesso exclusivamente oral. Tal experiência reforça o papel do sistema como meio fundamental de aprendizado e independência. Ao valorizar o Sistema Braille, instituições públicas reconhecem que o respeito à diversidade e à acessibilidade constitui base essencial para a construção de uma sociedade mais justa e democrática. Fonte adaptada: NUICS – Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). Texto II – Como as políticas públicas fortalecem o Sistema Braille e a educação inclusiva no Brasil? No Dia Nacional do Sistema Braille, celebrado em 8 de abril, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) reafirmou o compromisso do Estado brasileiro com a educação inclusiva e com a garantia dos direitos das pessoas com deficiência visual. As ações fazem parte do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Novo Viver sem Limite, que articula políticas educacionais, tecnológicas e de acessibilidade em todo o país. Segundo dados da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base na PNAD Contínua – Pessoas com Deficiência (2022), o Brasil possui cerca de 338 mil pessoas cegas com dois anos ou mais de idade, o que evidencia a urgência de políticas públicas voltadas à democratização do acesso à leitura, à informação e à escolarização. Entre as principais ações desenvolvidas pelo governo federal, destaca-se a distribuição de 72 mil livros em braille, beneficiando aproximadamente 12 mil estudantes cegos, por meio do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Em 2025, o atendimento prioriza estudantes do ensino fundamental, garantindo materiais em Braille tanto nos anos iniciais quanto nos anos finais da escolarização básica. Além disso, o plano prevê a criação de 28 laboratórios de tecnologia assistiva em instituições de ensino e pesquisa em todas as regiões do Brasil. Um exemplo é o projeto 3DucAssist, desenvolvido na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que produz protótipos didáticos em 3D com texturas táteis, alto contraste e informações em braille, testados diretamente por pessoas cegas. A iniciativa evidencia o papel da inovação tecnológica na ampliação da autonomia educacional. O fortalecimento do Sistema Braille também é impulsionado por instituições históricas, como o Instituto Benjamin Constant (IBC), referência nacional no atendimento a pessoas com deficiência visual. A Divisão de Imprensa Braille do instituto é responsável pela produção e distribuição de materiais didáticos, acadêmicos e literários em Braille, com base na legislação brasileira que assegura o direito à acessibilidade cultural e educacional. Em 2025, o Sistema Braille completa 200 anos, reafirmando sua importância como ferramenta de emancipação social. Desenvolvido por Louis Braille no século XIX, o método foi introduzido no Brasil por José Álvares de Azevedo, responsável por apresentar o sistema ao imperador Dom Pedro II e contribuir para a criação do Imperial Instituto de Meninos Cegos, atual IBC. Dessa forma, a valorização do Sistema Braille ultrapassa o campo da acessibilidade técnica e se consolida como um instrumento essencial para a cidadania, a igualdade educacional e a efetivação dos direitos humanos das pessoas com deficiência visual no Brasil. Fonte adaptada:Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). Texto III – Por que o Sistema Braille é fundamental para garantir autonomia, educação e cidadania às pessoas cegas no Brasil? O Sistema Braille, formado por caracteres em relevo que permitem a leitura pelo tato, foi reconhecido como um instrumento central para a autonomia das pessoas cegas e com deficiência visual durante uma sessão solene realizada na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em alusão ao Dia Nacional do Braille, celebrado em 8 de abril. Durante o evento, parlamentares, gestores públicos, educadores e representantes da sociedade civil reforçaram que o acesso ao Braille não se limita à alfabetização, mas representa um direito humano fundamental, diretamente relacionado à inclusão social, ao acesso à educação e à participação cidadã. Dados apresentados com base no

Planejar o calendário escolar com antecedência deixou de ser apenas uma questão administrativa. Em 2026, gestores, coordenadores e diretores precisam olhar para os feriados nacionais como ferramentas de organização pedagógica, planejamento institucional e tomada de decisão estratégica. Pensando nisso, reunimos neste conteúdo: Quais são os feriados nacionais no Brasil em 2026? Antes de qualquer planejamento pedagógico ou institucional, o primeiro passo é ter clareza sobre todas as datas oficiais. Em 2026, o Brasil terá os seguintes feriados nacionais: Data Dia da semana Feriado 01/01/2026 Quinta-feira Confraternização Universal 16/02/2026 Segunda-feira Carnaval 17/02/2026 Terça-feira Carnaval 03/04/2026 Sexta-feira Paixão de Cristo 21/04/2026 Terça-feira Tiradentes 01/05/2026 Sexta-feira Dia do Trabalho 04/06/2026 Quinta-feira Corpus Christi 07/09/2026 Segunda-feira Independência do Brasil 12/10/2026 Segunda-feira Nossa Senhora Aparecida 02/11/2026 Segunda-feira Finados 15/11/2026 Domingo Proclamação da República 20/11/2026 Sexta-feira Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra 25/12/2026 Sexta-feira Natal Ter esse panorama permite que a escola antecipe ajustes no calendário letivo, organize avaliações e evite improvisos ao longo do ano. Com o Redação Online, sua instituição pode planejar produções escritas, avaliações e projetos de linguagem ao longo de todo o ano, com correção de todos os gêneros textuais e relatórios pedagógicos por turma e série. Quais são os 12 feriados nacionais oficiais? Embora o calendário de 2026 apresente 13 datas amplamente utilizadas, a legislação brasileira reconhece oficialmente 12 feriados nacionais. Eles são: Além desses, o Carnaval e Corpus Christi são considerados pontos facultativos, mas amplamente adotados por escolas e instituições de ensino, o que reforça a necessidade de planejamento. É justamente nesses períodos de ponto facultativo e feriados prolongados que muitas escolas enfrentam perda de ritmo pedagógico. A diferença está em quem planeja com antecedência. O Redação Online permite organizar atividades por gênero textual, aplicar produções orientadas e acompanhar a evolução da escrita mesmo em semanas encurtadas, com correção estruturada e feedback pedagógico. Quais são as melhores datas para feriados em 2026? Do ponto de vista da gestão escolar, as “melhores” datas não são apenas aquelas que caem em segundas ou sextas-feiras. São as que permitem planejamento pedagógico inteligente. Em 2026, destacam-se: Essas janelas permitem que a escola: Calendário bem usado não gera pausa. Gera ritmo, previsibilidade e resultado. Com o Redação Online, sua escola conta com: Quer usar 2026 com estratégia desde agora? Receba gratuitamente o calendário escolar 2026 com orientações de uso pedagógico. Como o Redação Online ajuda sua instituição a planejar 2026 com segurança Independentemente das datas do calendário, o maior desafio das escolas é manter continuidade pedagógica, especialmente no ensino da escrita. O Redação Online foi criado exatamente para isso. ✔ Correção de todos os tipos de gêneros textuais✔ IA pedagógica aliada a corretores especialistas✔ Banco de temas sempre atualizado✔ Relatórios por aluno, turma e série✔ Materiais específicos para coordenadores✔ Apoio direto à gestão pedagógica Mais do que corrigir textos, a plataforma ajuda a escola a planejar, acompanhar e comprovar aprendizagem ao longo de todo o ano. Conclusão Planejar os feriados nacionais de 2026 é uma decisão estratégica.Mas transformar esse calendário em aprendizagem real exige método, dados e acompanhamento. Se sua instituição busca: O Redação Online é a escolha certa para 2026.

A expressão popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher” reflete uma herança cultural marcada pela naturalização da violência doméstica e pela crença de que conflitos familiares devem permanecer restritos ao espaço privado. No entanto, diante do aumento dos casos de agressão e feminicídio no Brasil, essa lógica vem sendo amplamente questionada. Em 2025, debates públicos, campanhas institucionais e reportagens jornalísticas evidenciam que a omissão social diante da violência de gênero contribui diretamente para sua perpetuação. Quando vizinhos, familiares ou conhecidos silenciam diante de agressões, reforça-se um ciclo de violência que pode resultar em danos físicos, psicológicos e até na morte das vítimas.Nesse contexto, surge uma indagação central para vestibulares e concursos: até que ponto a sociedade deve intervir em situações de violência doméstica? Discutir esse tema exige compreender que a violência contra a mulher não é apenas um problema individual, mas uma questão social, cultural e legal que demanda posicionamento coletivo. Textos motivadores sobre a omissão diante da violência doméstica no Brasil Os textos a seguir apresentam diferentes perspectivas sobre a responsabilidade social diante da violência doméstica e auxiliam na problematização do tema proposto. Texto I – Em briga de marido e mulher, a sociedade pode se omitir diante da violência? Durante a campanha Agosto Lilás, uma roda de conversa realizada em Itabira (MG) reforçou que a violência doméstica não deve ser tratada como um assunto privado. O encontro reuniu representantes da Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público e profissionais da psicologia para discutir os impactos da omissão social nos casos de agressão contra mulheres. Segundo os debatedores, a reprodução de ditados populares que incentivam o silêncio contribui para a escalada da violência, que frequentemente se inicia com agressões psicológicas e evolui para formas mais graves, como a violência física e o feminicídio. Autoridades destacaram que a legislação brasileira prevê mecanismos de denúncia acessíveis a qualquer cidadão, rompendo com a ideia de que apenas a vítima pode ou deve agir. Além disso, especialistas apontaram que a violência de gênero atravessa classes sociais, níveis de escolaridade e contextos culturais, o que evidencia seu caráter estrutural. Dessa forma, a omissão coletiva não apenas falha em proteger a vítima, como também fortalece padrões culturais machistas que sustentam a agressão. Fonte adaptada: Vila de Utopia Texto II – Quando a violência acontece diante de todos, por que a sociedade ainda se omite? Dados recentes do DataSenado revelam que a violência doméstica segue sendo um problema estrutural no Brasil, marcado não apenas pela agressão em si, mas pela omissão coletiva. Em 2025, 3,7 milhões de mulheres brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada com mais de 21 mil entrevistadas em todo o país. Um dos dados mais alarmantes do levantamento é que 71% das agressões ocorreram na presença de outras pessoas, incluindo vizinhos, familiares e, principalmente, crianças. Em grande parte desses casos, ninguém interveio: o DataSenado identificou que, em 40% das situações, nenhuma testemunha ofereceu qualquer tipo de ajuda à vítima, o que evidencia a naturalização da violência e o medo de “se envolver”. Além disso, a pesquisa aponta que a violência costuma ser recorrente. Quase 60% das vítimas relataram agressões ocorrendo há menos de seis meses, enquanto uma parcela significativa convive com a violência há mais de um ano. Ainda assim, a maioria das mulheres não busca ajuda formal. Apenas 28% registraram denúncia em delegacias, e somente 11% acionaram o Ligue 180, canal oficial de atendimento à mulher. Entre os principais motivos para não denunciar estão o medo de prejudicar os filhos, a descrença na punição do agressor e a esperança de que a agressão não se repita. Esses fatores reforçam que a omissão não é apenas individual, mas também institucional e cultural, sustentada por uma sociedade que ainda trata a violência doméstica como um problema privado. Outro aspecto preocupante revelado pelo estudo é que 79% das brasileiras acreditam que a violência contra a mulher aumentou, e 71% consideram o Brasil um país muito machista. Embora a maioria conheça a existência da Lei Maria da Penha, apenas uma parcela reduzida afirma compreendê-la plenamente, o que dificulta o acesso aos mecanismos de proteção e denúncia. Dessa forma, os dados do DataSenado evidenciam que o silêncio social diante da violência doméstica contribui para a continuidade do ciclo de agressões. Quando a sociedade escolhe “não meter a colher”, ela não permanece neutra: torna-se parte do problema. Fonte adaptada: Agência Senado – DataSenado Texto III – Quando a linguagem silencia a violência, quem está sendo protegido? A naturalização da violência doméstica também se constrói por meio da linguagem. É o que demonstra o artigo “Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”: um olhar dialógico para webnotícias sobre violência contra a mulher, publicado em 2024 na revista Diálogo das Letras, pelas pesquisadoras Maria Lígia Freire Guilherme e Rodrigo Acosta Pereira. A partir da análise de 15 webnotícias veiculadas em grandes portais do jornalismo brasileiro, como Globo.com, UOL e Metrópoles, os autores investigam como a violência contra a mulher é discursivizada pela mídia hegemônica, especialmente em torno do Dia Internacional da Mulher (8 de março). O estudo parte da Análise Dialógica do Discurso, fundamentada nos escritos de Mikhail Bakhtin, para compreender como os sentidos sociais são produzidos, reforçados ou silenciados nos textos jornalísticos. Os resultados revelam que a violência contra a mulher é frequentemente apresentada de forma descontextualizada, individualizada ou suavizada, o que contribui para sua invisibilização enquanto problema estrutural. Segundo os autores, esse tipo de abordagem discursiva reforça uma cultura machista ao tratar a violência como um evento isolado, e não como resultado de relações históricas de desigualdade de gênero. Nesse contexto, o ditado popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher” aparece como um enunciado ideológico, que legitima a omissão social e desloca a violência do campo público para o privado. A pesquisa mostra que, ao repetir ou naturalizar esse tipo de discurso, a mídia contribui para a manutenção do silêncio, da passividade e da
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Nos últimos anos, as redes sociais passaram a ocupar um papel central na mobilização de causas sociais e humanitárias. Influenciadores digitais, com grande alcance e poder de persuasão, têm utilizado suas plataformas para divulgar ações solidárias, campanhas de arrecadação e projetos voltados a populações em situação de vulnerabilidade. No entanto, esse movimento recente tem despertado um debate cada vez mais frequente: até que ponto a exposição de crianças em ações humanitárias contribui para a conscientização social ou reforça práticas de exploração da vulnerabilidade? A discussão ganhou força após a divulgação de missões humanitárias promovidas por influenciadores em países africanos, nas quais imagens e vídeos de crianças em situação de pobreza foram amplamente compartilhados. As críticas levantam questionamentos éticos sobre o uso da imagem de menores, a transformação da miséria em conteúdo e os limites entre solidariedade genuína e busca por engajamento digital. Esse debate dialoga diretamente com temas recorrentes em provas de ENEM, vestibulares e concursos, pois envolve direitos da criança e do adolescente, ética na comunicação, responsabilidade social no ambiente digital e o impacto das redes sociais na construção de narrativas sobre pobreza e desigualdade. Além disso, exige do candidato uma reflexão crítica, capaz de analisar diferentes pontos de vista e propor uma posição argumentativa equilibrada. Diante desse cenário, discutir a exposição de crianças em ações humanitárias promovidas por influenciadores digitais torna-se essencial para compreender os desafios contemporâneos da solidariedade na era das redes sociais e seus efeitos sobre a dignidade humana. Textos motivadores sobre a exposição de crianças em ações humanitárias Texto 1 – A exposição de crianças em missões humanitárias promovidas por influenciadores digitais gera conscientização ou reforça práticas de exploração? Reprodução/ Instagram A atuação de influenciadores digitais em ações humanitárias internacionais tem ganhado grande visibilidade nas redes sociais, especialmente quando envolve a divulgação de imagens e vídeos de crianças em situação de vulnerabilidade social. Recentemente, uma missão realizada em Angola por influenciadoras brasileiras se tornou centro de um intenso debate público, após críticas sobre a exposição excessiva de crianças e adolescentes em conteúdos publicados online. O caso ganhou repercussão quando outras figuras públicas questionaram a coerência entre a experiência vivenciada em um contexto de pobreza extrema e a continuidade da divulgação de jogos de azar nas redes sociais. A crítica central aponta que, embora ações voluntárias possam ampliar a percepção social sobre desigualdades globais, a transformação da vulnerabilidade infantil em conteúdo pode gerar engajamento à custa da dignidade de menores. A polêmica se intensificou após a suspensão temporária do projeto social responsável pela missão, motivada por questões administrativas e de regularização documental. Mesmo com a defesa da organização, que atua há anos na comunidade local, o episódio reacendeu discussões sobre os limites éticos da atuação de influenciadores em ações humanitárias, especialmente quando crianças se tornam parte central da narrativa visual. Especialistas e usuários das redes sociais passaram a questionar se esse tipo de exposição cumpre um papel educativo e de conscientização ou se reproduz uma lógica de exploração simbólica da pobreza, em que a imagem do outro vulnerável é utilizada para fortalecer marcas pessoais, contratos publicitários e alcance digital. Nesse contexto, o debate se conecta diretamente a temas recorrentes em provas de redação, como direitos da criança e do adolescente, ética na comunicação, responsabilidade social nas redes digitais e o impacto da cultura do engajamento sobre causas humanitárias. Fonte adaptada: Metrópoles Texto 2 – A suspensão de ONGs em ações humanitárias expõe falhas estruturais ou reforça a necessidade de controle ético sobre a atuação de influenciadores? A atuação de organizações não governamentais em territórios estrangeiros voltou ao centro do debate público após a suspensão das atividades da ONG Zuzu For África em Angola. A instituição, fundada em 2017 no interior de São Paulo, ganhou visibilidade nacional após receber apoio de influenciadores digitais e artistas, mas teve seu trabalho interrompido temporariamente por questões relacionadas à regularização documental junto ao governo local. O caso ganhou destaque nas redes sociais não apenas pelo impacto da suspensão das atividades, mas também pelo contexto em que ocorreu. Nos dias que antecederam a decisão, influenciadores que participaram das ações humanitárias divulgaram imagens e vídeos com crianças em situação de vulnerabilidade, o que gerou críticas sobre a exposição desses menores como parte de narrativas digitais de engajamento. Segundo a ONG, a documentação exigida pelo Governo Provincial do Bengo foi apresentada e o processo administrativo segue em andamento. A organização afirma atuar há oito anos na comunidade local, oferecendo atendimento médico e odontológico, distribuição de alimentos, kits de higiene, materiais escolares e atividades recreativas. Ainda assim, o episódio reacendeu questionamentos sobre a responsabilidade institucional e ética em projetos humanitários amplamente divulgados nas redes sociais. A polêmica se intensificou após manifestações públicas que criticaram o chamado “imaginário colonial” presente em certas narrativas de ajuda humanitária, nas quais a pobreza é apresentada de forma descontextualizada, reforçando estereótipos e relações assimétricas de poder. Para críticos, ações voluntárias precisam ser acompanhadas de reflexão política, cuidado comunicacional e respeito à dignidade das populações atendidas, especialmente quando envolvem crianças. Por outro lado, defensores da exposição argumentam que a visibilidade gerada pelas redes sociais possibilita arrecadação de recursos e mobilização social, destacando resultados concretos, como a construção de moradias e a ampliação do alcance das ações assistenciais. Esse embate revela um dilema contemporâneo relevante para debates educacionais: até que ponto a exposição digital contribui para a conscientização social e quando ela passa a reforçar práticas problemáticas? Nesse sentido, o caso dialoga diretamente com temas recorrentes em redações de vestibulares e concursos, como ética na comunicação, direitos da criança e do adolescente, responsabilidade social das ONGs e o papel dos influenciadores digitais na mediação de causas humanitárias. Foto: Reprodução/InstagramFonte adaptada: g1 Texto 3 – A crítica à exposição de crianças em ações humanitárias revela um debate necessário sobre ética digital ou silencia vozes dissidentes nas redes sociais? A discussão sobre a exposição de crianças em ações humanitárias promovidas por influenciadores digitais ganhou um novo desdobramento após o ex-BBB João Luiz Pedrosa se tornar alvo de ataques virtuais ao criticar a forma

A Reaplicação do ENEM 2025 e a aplicação do exame para Pessoas Privadas de Liberdade (ENEM PPL) trouxeram como tema da redação “A idade mínima para o trabalho como forma de proteção à infância”. Com isso, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) confirma, mais uma vez, o perfil social, crítico e reflexivo que orienta a prova de redação do exame. Ao longo de 2025, o ENEM apresentou três temas distintos, porém conectados por um mesmo eixo: a análise de problemas estruturais da sociedade brasileira. Enquanto a aplicação regular abordou as perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira e a aplicação especial na Grande Belém discutiu a valorização dos trabalhadores rurais no Brasil, oEnem PLL 2025 voltou o olhar para a infância, os direitos sociais e os limites do trabalho precoce. Nesse sentido, o tema do Enem PLL 2025exige do candidato não apenas domínio da estrutura dissertativo-argumentativa, mas também capacidade de articular aspectos legais, sociais e educacionais de forma crítica e coerente. Para não errar na abordagem, o ideal é treinar com correção especializada. Na Redação Online, sua redação é corrigida com base nos critérios oficiais do ENEM. O que o tema do Enem PLL 2025 exige do candidato? participante a refletir sobre a idade mínima para o trabalho não como um dado isolado, mas como um instrumento de proteção à infância. Assim, o debate não se limita à existência do trabalho infantil, mas envolve suas consequências, limites legais e impactos no desenvolvimento humano. Além disso, o candidato precisa demonstrar compreensão de que a infância é uma fase de formação integral, o que inclui acesso à educação, ao lazer e à proteção social. Dessa forma, argumentos que relacionam trabalho precoce à evasão escolar, à reprodução da desigualdade social e à violação de direitos fundamentais tendem a ser produtivos, desde que bem articulados. Portanto, mais do que apresentar uma opinião, o ENEM exige posicionamento crítico fundamentado, com progressão lógica de ideias e uso responsável de repertórios socioculturais. Possíveis recortes temáticos para desenvolver a redação enem PLL 2025 O tema permite alguns caminhos argumentativos recorrentes no ENEM. Entre eles, destacam-se: É importante ressaltar que o candidato deve escolher um recorte central, evitando tentar abordar todos os aspectos de forma superficial. A profundidade argumentativa, nesse caso, vale mais do que a quantidade de ideias. Análise dos textos motivadores da redação da enem PLL 2025 e da Reaplicação Para orientar a escrita do candidato, o Enem PLL 2025 apresentou uma coletânea diversificada de textos motivadores, que, em conjunto, constroem uma visão ampla sobre o trabalho infantil, seus impactos e sua relação com a proteção integral da infância. Cada texto cumpre uma função específica dentro da proposta e aponta caminhos argumentativos legítimos. Texto I — Base legal: o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) O primeiro texto apresenta um excerto do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), reforçando o princípio da proteção integral. Ao destacar que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos e devem ter asseguradas condições para seu desenvolvimento físico, mental, moral e social, o texto estabelece o marco jurídico do debate. Assim, o ENEM deixa claro que a discussão sobre idade mínima para o trabalho não é opinativa ou moral, mas legal, social e constitucional. Esse texto legitima argumentos baseados em leis, direitos humanos e políticas públicas, funcionando como sustentação normativa para a tese do candidato. No entanto, é fundamental lembrar que o texto não deve ser copiado, e sim interpretado e mobilizado como fundamento argumentativo. Texto II — Dados estatísticos sobre o trabalho infantil no Brasil O segundo texto apresenta dados do IBGE sobre o número de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil no Brasil, com recortes por ano e por gênero. Ao incluir informações quantitativas, a banca amplia o debate ao evidenciar que o trabalho infantil não é um problema pontual, mas estrutural e persistente, mesmo diante de avanços legislativos. Além disso, os dados revelam impactos diretos de contextos sociais mais amplos, como a pandemia, que interrompeu a coleta de estatísticas em determinados anos, mas não eliminou o problema. Esse texto permite ao candidato relacionar vulnerabilidade social, pobreza e trabalho precoce, fortalecendo argumentos sobre desigualdade e ausência de políticas públicas eficazes. Nesse sentido, o uso dos dados deve ser analítico, e não meramente descritivo. O ENEM valoriza a capacidade de interpretar números e conectá-los ao problema central do tema. Texto III — Texto literário: “Sementes”, de Emicida O terceiro texto traz um fragmento da música “Sementes”, de Emicida, introduzindo uma dimensão poética e simbólica à coletânea. Ao utilizar metáforas relacionadas ao crescimento, ao tempo e ao amadurecimento precoce, o texto reforça a ideia de que a infância é uma fase que não deve ser acelerada ou suprimida. Com isso, o ENEM abre espaço para uma abordagem mais humanizada do tema, permitindo ao candidato discutir os efeitos subjetivos do trabalho infantil, como a perda do direito de brincar, de estudar e de se desenvolver plenamente. Esse tipo de texto exige cuidado: ele deve ser interpretado criticamente, e não citado de forma solta ou decorativa. Quando bem utilizado, funciona como um repertório sociocultural produtivo, articulando cultura, sensibilidade social e argumentação. Texto IV — Imagem ilustrativa: infância e exploração do trabalho O quarto texto é uma imagem que representa a relação entre infância e trabalho, evidenciando situações de exploração, desigualdade e ruptura do direito à proteção. A presença de um texto não verbal exige do candidato leitura visual e interpretação simbólica, habilidade cada vez mais valorizada pelo ENEM. Essa imagem reforça a ideia de que o trabalho precoce está associado à violação de direitos, à exposição a riscos e à substituição do espaço escolar por ambientes de trabalho. Assim, ela dialoga diretamente com os textos legais e estatísticos, consolidando o eixo da proteção à infância. Texto V — Relação entre trabalho infantil, pobreza e evasão escolar O quinto texto apresenta um esquema explicativo que relaciona trabalho infantil, pobreza, evasão escolar, baixa qualificação e perpetuação das desigualdades sociais. Esse material cumpre papel central

Durante décadas, o Brasil foi definido como um país miscigenado, marcado pela convivência entre diferentes povos e culturas. No entanto, apesar dessa diversidade amplamente reconhecida no discurso social, grande parte da população brasileira desconhece sua própria ancestralidade. Esse distanciamento entre a realidade genética e a memória histórica revela um processo profundo de apagamento das origens africanas e indígenas na formação do país. Uma pesquisa científica inédita, publicada na revista Science e divulgada pelo Jornal Nacional, confirmou que o Brasil é o país mais miscigenado do mundo, reunindo uma complexa combinação de ancestralidades europeias, africanas e indígenas. Ainda assim, relatos pessoais mostram que muitos brasileiros sabem pouco ou quase nada sobre a história de suas famílias, especialmente quando se trata de origens não europeias. Esse desconhecimento não ocorre ao acaso, mas está ligado a um passado marcado por colonização, escravidão e violência, cujas consequências permanecem inscritas tanto na estrutura social quanto no próprio DNA da população. Dessa forma, discutir como o desconhecimento da própria ancestralidade reflete o apagamento histórico da miscigenação no Brasil torna-se fundamental para compreender os impactos da desigualdade racial, da invisibilização de povos originários e da forma como a história oficial foi construída. O tema dialoga diretamente com questões de identidade, memória coletiva, ciência e justiça social, sendo altamente pertinente para redações do ENEM, vestibulares e concursos. Textos motivadores sobre miscigenação no Brasil Texto I — Brasil é o país mais miscigenado do mundo, conclui pesquisa inédita Reprodução jornal nacional Uma pesquisa científica inédita concluiu que o Brasil possui a maior diversidade genética do mundo. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo e integrante do projeto DNA do Brasil, analisou o genoma de mais de 2,7 mil pessoas de diferentes regiões, incluindo capitais e comunidades ribeirinhas. Os resultados mostram que a população brasileira é composta, em média, por 60% de ancestralidade europeia, 27% africana e 13% indígena, com variações regionais significativas. A pesquisa também revelou que a miscigenação brasileira foi marcada por profundas desigualdades históricas. Cerca de 71% da herança genética masculina tem origem europeia, enquanto 77% da herança genética feminina é africana ou indígena, evidenciando relações assimétricas e episódios de violência durante o período colonial. Além disso, os cientistas identificaram mais de 8 milhões de variações genéticas inéditas, muitas delas relacionadas a ancestralidades pouco estudadas, como as africanas e indígenas, tradicionalmente ausentes dos grandes bancos de dados genéticos. Esses dados demonstram que, embora a miscigenação seja uma característica central da formação do Brasil, a história das populações que a compõem foi frequentemente silenciada ou distorcida. Assim, a ciência genética surge não apenas como ferramenta para avanços na saúde, mas também como meio de revelar narrativas históricas apagadas e promover uma reflexão crítica sobre identidade e memória no país. Fonte adaptada: Jornal Nacional. Texto II — Como a miscigenação, a imigração e a violência histórica deixaram marcas no DNA dos brasileiros? Um estudo científico publicado na revista Science e divulgado pela BBC News Brasil revelou que a história da colonização do país não está registrada apenas em livros, mas também no DNA da população atual. A partir do sequenciamento completo do genoma de mais de 2,7 mil brasileiros, pesquisadores identificaram evidências diretas dos fluxos migratórios, da escravidão e das relações desiguais que marcaram os últimos cinco séculos da formação do Brasil. Os dados mostram que a miscigenação brasileira ocorreu de forma profundamente assimétrica. Mais de 70% da herança genética masculina tem origem europeia, enquanto a maior parte da herança genética feminina é africana ou indígena. Esse desequilíbrio evidencia um passado marcado pela violência colonial, pela escravização de povos africanos e pela exploração de mulheres indígenas e negras, cujas histórias foram sistematicamente silenciadas ao longo do tempo. Além disso, o estudo aponta que o Brasil foi palco do maior deslocamento intercontinental de populações da história. Entre os séculos XVI e XIX, cerca de 5 milhões de europeus migraram para o país, enquanto ao menos 5 milhões de africanos foram trazidos à força como pessoas escravizadas. Esse processo resultou em uma diversidade genética inédita, com combinações de ancestralidades que não existem nem mesmo nos continentes de origem. Apesar dessa riqueza genética, muitos brasileiros desconhecem sua própria ancestralidade, especialmente quando ligada a povos africanos e indígenas. Esse desconhecimento não é aleatório, mas consequência de um apagamento histórico promovido por narrativas oficiais que privilegiaram a herança europeia e minimizaram a violência estrutural que sustentou a miscigenação no país. Assim, o DNA brasileiro passa a funcionar como um documento histórico vivo, revelando desigualdades, exclusões e silenciamentos que ainda impactam a construção da identidade nacional. Fonte adaptada: BBC News Brasil TEXTO III Como a miscigenação no Brasil revela um processo histórico marcado por violência, apagamento e ressignificação cultural? Segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, a identidade brasileira se consolidou a partir de um processo histórico complexo, marcado tanto por violência e imposição quanto por resistência e ressignificação cultural. A miscigenação entre indígenas, africanos e europeus não ocorreu de forma espontânea ou harmoniosa, mas foi atravessada por relações de poder desiguais. Ao longo da colonização, o encontro entre esses grupos foi mediado por dominação territorial, escravidão e exploração. Ainda assim, povos indígenas e africanos resistiram, preservando saberes, tradições e práticas culturais que influenciam profundamente a sociedade brasileira até hoje. Compreender a miscigenação no Brasil, portanto, significa ir além da diversidade étnica. Implica reconhecer os conflitos históricos, os processos de adaptação e as criações culturais que deram origem à formação do povo brasileiro. Nesse contexto, o desconhecimento da própria ancestralidade pode ser entendido como reflexo de um apagamento histórico, especialmente das contribuições indígenas e africanas, frequentemente silenciadas nos registros oficiais e no ensino tradicional da história nacional. Fonte adaptada: jurismenteaberta TEXTO IV – De que forma a arte brasileira revela a miscigenação e as desigualdades sociais invisibilizadas na história do país? Pintada em 1933, a obra Operários, da artista modernista Tarsila do Amaral, é considerada um dos principais retratos do processo de industrialização brasileira, especialmente no estado de São Paulo. A tela apresenta cinquenta e um trabalhadores da indústria, organizados lado a lado,

A primeira etapa do Seriado UFMG 2025–2027 marcou oficialmente a estreia de um novo modelo de seleção da Universidade Federal de Minas Gerais e, mais do que isso, revelou com clareza o perfil de estudante que a instituição pretende formar e selecionar ao longo dos próximos anos. A prova combinou questões objetivas tradicionais, alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com uma questão discursiva de caráter reflexivo e argumentativo, que exigiu domínio da escrita, leitura crítica e capacidade de articulação de ideias. Esse equilíbrio entre objetividade e argumentação mostra que o seriado não avalia apenas conteúdo, mas também maturidade intelectual desde a 1ª série do Ensino Médio. Neste post, você confere uma análise completa da 1ª fase do Seriado UFMG, com foco na questão discursiva, nos textos motivadores, nos critérios de correção, na estrutura da prova objetiva e no que tudo isso indica para quem seguirá no processo até 2027. Como foi estruturada a prova da 1ª fase do Seriado UFMG? A prova foi composta por 45 questões objetivas, distribuídas entre as quatro áreas do conhecimento previstas na BNCC, e 1 questão discursiva, totalizando 49 pontos na etapa. Embora a parte objetiva represente a maior parcela da nota, a discursiva exerce papel estratégico, pois avalia competências que não aparecem nas alternativas de múltipla escolha, como argumentação, clareza textual e posicionamento crítico. Esse modelo reforça uma tendência já observada em grandes vestibulares: não basta acertar conteúdo, é preciso saber pensar e escrever sobre ele. Como foi a questão discursiva da 1ª fase do Seriado UFMG? A questão discursiva teve como tema “a importância das línguas para a humanidade” e solicitou a produção de um artigo de opinião, com mínimo de 12 e máximo de 15 linhas, a ser publicado em um jornal de grande circulação. Desde o comando, a banca deixou claro que o candidato deveria: A discursiva valeu 4 pontos, o que pode parecer pouco à primeira vista, mas, na prática, funciona como um forte critério de desempate, especialmente entre candidatos com desempenho semelhante na prova objetiva. Quais textos motivadores embasaram a discursiva? A coletânea apresentou quatro textos, que dialogavam de forma complementar: Essa diversidade textual exigiu do candidato leitura atenta, interpretação crítica e habilidade de diálogo entre linguagens verbais e não verbais, algo que se aproxima muito do que é cobrado em vestibulares como ENEM, UNICAMP e FUVEST. O que a banca avaliou na questão discursiva? A correção da discursiva seguiu critérios objetivos e bem definidos no edital. Foram considerados: Além disso, a banca analisou: A resposta deveria ser manuscrita, com caneta azul ou preta transparente, o que reforça a necessidade de treino também no formato físico da prova. Como foi a prova objetiva da 1ª fase da UFMG? De modo geral, a prova objetiva manteve semelhanças com vestibulares mais tradicionais. As questões apresentaram enunciados diretos, especialmente em Matemática e Ciências da Natureza, com cobrança de conteúdos clássicos, como: Esse formato indica que o seriado não abandona o conteúdo, mas o complementa com avaliação de competências mais complexas na parte discursiva. Linguagens e Ciências Humanas: onde a prova mais exigiu interpretação Em Linguagens e Ciências Humanas, a prova apresentou maior diversidade textual e exigência interpretativa. Obras e referências culturais apareceram tanto nos enunciados quanto nas alternativas, como: Já nas línguas estrangeiras, os temas abordaram questões contemporâneas, como guerra, meio ambiente, esporte, bullying e vacinação, exigindo leitura contextualizada e atenção ao sentido global dos textos. A interdisciplinaridade apareceu de forma efetiva? Apesar de a UFMG anunciar a interdisciplinaridade como eixo central do Seriado, nesta primeira etapa ela apareceu de forma mais concentrada na questão discursiva e em alguns itens de Linguagens. Ainda assim, o modelo aponta para uma tendência clara: a universidade valoriza a capacidade de conectar saberes, e isso tende a se intensificar nas próximas fases. O que essa prova revela sobre o perfil de aluno que a UFMG busca? A 1ª fase do Seriado UFMG deixa evidente que a universidade procura estudantes que sejam: Não se trata apenas de acertar respostas, mas de construir pensamento. Como se preparar para as próximas fases do Seriado UFMG? Diante desse cenário, a preparação precisa ser estratégica e contínua. É fundamental: 👉 Na Redação Online, você encontra: ✔ correções em até 24h ✔ treino para todos os gêneros discursivos ✔ Clube do Livro integrado à escrita✔ preparação para ENEM, vestibulares e concursos

A FUVEST realizou, no domingo, 14 de dezembro de 2025, o primeiro dia da 2ª fase do Vestibular 2026. Além das provas discursivas de Língua Portuguesa, o grande destaque do dia foi a prova de redação, que surpreendeu pelo aprofundamento filosófico, literário e social ao propor uma reflexão sobre o perdão. Os candidatos puderam escolher entre duas propostas de escrita, ambas sustentadas por uma coletânea diversa, composta por textos jornalísticos, literários, poéticos, musicais e imagéticos. A pluralidade de gêneros deixou claro que a banca esperava leitura interpretativa refinada, capacidade de abstração e domínio da escrita. Qual foi o tema da redação da FUVEST 2026? O tema central da redação da FUVEST 2026 foi o perdão, mais especificamente a reflexão sobre seus limites, condições e possibilidades, tanto no plano individual quanto no coletivo. Na proposta dissertativa, o eixo temático foi formulado da seguinte forma: “O perdão é um ato que pode ser condicionado ou limitado.” Já na proposta alternativa, o vestibulando deveria refletir sobre o perdão a partir de uma situação concreta de acusação moral injusta, em formato de carta. Essa escolha temática evidencia uma característica recorrente da FUVEST: temas abstratos, éticos e filosóficos, que exigem argumentação consistente, sem simplificações morais. Quer aprender a interpretar temas abstratos como esse com segurança? O que os textos motivadores queriam discutir sobre o perdão no Tema da FUVEST 2026? A coletânea de textos apresentou o perdão sob múltiplas perspectivas, convidando o candidato a refletir não apenas sobre se é possível perdoar, mas quem pode perdoar, em quais circunstâncias e com quais limites. De forma sintética, os textos abordaram: Reprodução Fuvest A banca deixou claro que não havia uma resposta única ou moralmente correta, mas sim a expectativa de uma reflexão crítica, bem fundamentada e coerente. No Clube do Livro do Redação Online, você aprende a usar literatura, música e imagens como repertório produtivo.Participe e estude para a FUVEST com profundidade. Quais foram as propostas de redação do Tema da FUVEST 2026? ✅ Proposta 1 – Texto dissertativo-argumentativo Redija um texto dissertativo-argumentativo, no qual seja exposto seu ponto de vista sobre o tema:“O perdão é um ato que pode ser condicionado ou limitado.” Essa proposta exigia: ✅ Proposta 2 – Carta argumentativa Redija uma carta a uma personagem hipotética que o(a) tenha acusado falsamente da prática de um ato moralmente reprovável, explicando as razões pelas quais você lhe concede ou não o perdão. ATENÇÃO: assine sua carta com o termo “Nome”. Aqui, a banca avaliou: 👉 Treine tanto dissertação quanto carta argumentativa com correção em até 24h. Quais foram as instruções oficiais da redação? As instruções reforçaram critérios clássicos da FUVEST: Descumprir essas orientações poderia comprometer seriamente a nota, independentemente da qualidade do conteúdo. 👉 Quer conferir a proposta oficial completa em PDF?Baixe aqui Abordagem esperada pela banca FUVEST A FUVEST explicitou que esperava do candidato: Reprodução Fuvest O destaque dado ao Texto 1 evidencia que a banca valorizou a reflexão sobre como dizer, e não apenas o que dizer. Como estruturar a dissertação da FUVEST 2026? Uma estrutura possível e segura seria: Introdução Desenvolvimento 1 Desenvolvimento 2 Conclusão 👉Temos mais de 1.200 temas com modelos de estrutura para vestibulares. Como estruturar a carta argumentativa? A carta deveria conter, obrigatoriamente: O tom poderia variar entre firme, reflexivo ou conciliador, desde que coerente com a decisão tomada pelo eu-lírico da carta. Quais repertórios poderiam ser usados? Alguns repertórios legitimados e pertinentes ao tema: O essencial era não citar por citar, mas integrar o repertório ao argumento. 👉 Aprenda a usar repertórios com pertinência e profundidade. Conclusão: o que a redação da FUVEST 2026 revela? A prova de redação da FUVEST 2026 reforça uma tendência clara:a banca valoriza reflexão ética, domínio da escrita e leitura sofisticada da realidade. Ao trabalhar o perdão sob diferentes ângulos, a FUVEST ofereceu ao candidato a oportunidade de demonstrar maturidade intelectual, sensibilidade social e competência textual, seja na dissertação, seja na carta. Se você quer se preparar com antecedência e segurança para a FUVEST 2027, o caminho é treino orientado, leitura crítica e correção especializada. Treine redação com a plataforma que mais aprova em vestibulares no Brasil. Mais de 1.200 temas, correção em até 24 horas e preparação completa para a FUVEST.

O Concurso Caixa 2026 oferece 4.050 vagas para níveis médio e superior, com salários que chegam a R$ 14.900,00. As inscrições encerraram em 08/12/2025, e a banca responsável é a Fundação Cesgranrio, conhecida pela objetividade e rigor na correção de provas discursivas. Como a questão dissertativa vale 10 pontos e pode eliminar o candidato, compreender sua estrutura é essencial. Nesse sentido, a discursiva será aplicada no mesmo dia e horário da prova objetiva, com duração total de 5 horas. A seguir, você encontra todas as respostas para as principais dúvidas sobre a prova discursiva, além de critérios, padrões da banca e o cronograma oficial do edital. Como é a prova discursiva no concurso da Caixa? A prova discursiva consiste em uma única questão dissertativa, valendo 10 pontos, ou seja, abordando tema relacionado diretamente aos Conhecimentos Específicos do cargo. Ela avalia: Dessa forma, a prova não é uma redação livre. Ela é uma resposta técnica, fundamentada, com estrutura lógica e foco no comando da questão. Como é a redação do concurso da Caixa? A redação segue o formato de dissertação técnica, com pergunta fechada e expectativa de resposta fundamentada. A Cesgranrio não exige título, mas exige: A banca atribui nota zero se: Situação Consequência Texto escrito a lápis Zerado Assinatura ou identificação Zerado Letra ilegível Zerado Texto sem articulação verbal Zerado Além disso, só terá sua discursiva corrigida quem for classificado na etapa objetiva, conforme regras de corte de 50%. Qual a nota mínima para passar na discursiva da Caixa? O candidato será eliminado se obtiver: Para continuar no concurso, é necessário equilíbrio em todas as partes da 1ª etapa. Como fazer uma boa redação discursiva para concurso? Primeiro, é essencial entender o comando da questão, pois a Cesgranrio costuma usar verbos como: Depois, o candidato deve estruturar a resposta de forma técnica e objetiva, evitando subjetividade e opiniões pessoais. Checklist da redação perfeita: Como é a redação da Cesgranrio? Perfil atualizado da banca A Cesgranrio apresenta características bem definidas: 1. Comandos objetivos, exigência alta Ainda que o enunciado pareça simples, a banca cobra domínio conceitual. 2. Estrutura de resposta técnica A discursiva se aproxima de uma mini-redação, mas com foco em conteúdo e precisão. 3. Rigor na coesão e na coerência Desvios na progressão textual reduzem a nota. 4. Temas sempre vinculados ao edital Não há temas livres ou opinativos. Tudo deriva do conteúdo programático. 5. Abertura controlada Embora permita certa liberdade de abordagem, a banca espera fundamentação clara e análise objetiva. O que é uma dissertação? A dissertação é um gênero textual baseado em: Ela segue três partes: A Cesgranrio valoriza: Cronograma completo do Concurso Caixa 2026 Evento Data Inscrições 07/11/2025 a 08/12/2025 Solicitação de isenção 07 a 14/11/2025 Resultado preliminar da isenção 25/11/2025 Recursos da isenção 25 e 26/11/2025 Resultado final da isenção 03/12/2025 Relações preliminares de inscritos e atendimentos 16/12/2025 Recursos de inscrições indeferidas 16 e 17/12/2025 Resultado final das inscrições 08/01/2026 Cartão de confirmação 27/01/2026 Atendimento sobre locais de prova 27 a 30/01/2026 Provas objetivas e discursiva 01/02/2026 Divulgação dos gabaritos 02/02/2026 Recursos dos gabaritos 02 e 03/02/2026 Ajuste cadastral 03/02 a 06/05/2026 Imagem do cartão-resposta 05/03/2026 Resultado da objetiva + nota preliminar da discursiva 11/03/2026 Revisão da discursiva 11 e 12/03/2026 Envio dos títulos 11 e 12/03/2026 Resultado da revisão da discursiva 14/04/2026 Convocação para heteroidentificação 15/04/2026 Recursos dos títulos 15 e 16/04/2026 Procedimento complementar 26/04/2026 Resultado final dos títulos 29/04/2026 Resultado preliminar da veracidade de autodeclaração 06/05/2026 Recursos da veracidade 06 e 07/05/2026 Resultado final 26/05/2026 Conclusão: o que você precisa dominar para acertar a discursiva da Caixa A prova discursiva do Concurso Caixa 2026 exige: Como a questão vale 10 pontos e tem caráter eliminatório, o candidato precisa treinar com antecedência e compreender o padrão da banca, que valoriza textos concisos, técnicos e fundamentados. Treine agora sua discursiva com correção profissional Correção em 3 dias úteis + curso de redação + gramática + análise por competência.

O vestibular da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul é um dos processos seletivos mais tradicionais do país e reúne conteúdos específicos, obras literárias obrigatórias e uma prova de redação que exige domínio de estrutura, argumentação e norma-padrão. Para o ingresso em 2026, o candidato deve estar atento ao edital, às datas das provas e ao formato da avaliação. A redação da UFMS possui peso significativo e é avaliada de forma rigorosa, considerando adequação ao tema, desenvolvimento argumentativo e correção linguística. Por isso, compreender exatamente como o texto é corrigido, quais são as punições previstas e como a banca atribui nota é essencial para conquistar alto desempenho. Como é a redação da UFMS? A redação da UFMS exige a produção de um texto dissertativo-argumentativo, autoral e inédito, desenvolvido a partir de textos motivadores. O candidato deve: A estrutura deve demonstrar capacidade analítica e domínio da escrita acadêmica. Trechos de cópia, muita paráfrase ou estrutura inadequada comprometem a nota e podem levar à penalidade automática. Quais são os critérios de avaliação da redação da UFMS? A banca analisa a redação em cinco tópicos, cada um valendo até 200 pontos, totalizando 1000. São eles: Tópico 1: Adequação temática A redação deve responder ao tema exatamente como foi proposto. Se houver fuga temática, a banca aplica nota 100 automaticamente, sem avaliar os demais tópicos. Tópico 2: Organização e progressão textual O texto deve apresentar hierarquização clara de ideias, continuidade lógica e progressão. Espera-se um desenvolvimento que articule informações conhecidas e contribuições novas do candidato. Tópico 3: Estrutura e desenvolvimento do texto dissertativo-argumentativo Exige-se uma tese clara e argumentos capazes de orientar o leitor. Se o formato dissertativo-argumentativo não for atendido, a redação recebe nota 100 imediatamente. Tópico 4: Coesão e coerência A banca avalia a articulação entre as partes, movimentos anafóricos e catafóricos, relação entre elementos locais e globais e a construção de um texto que forme uma totalidade coerente. Tópico 5: Norma-padrão da Língua Portuguesa O candidato deve apresentar domínio gramatical, seleção lexical adequada, correção morfológica e sintática, ortografia e acentuação. Como funciona a correção da redação da UFMS? A redação passa por dois corretores. A nota final é a média das duas.A banca aplica terceiro corretor quando: A nota do terceiro avaliador prevalece. O que significa tirar nota 100 na redação da UFMS? Tirar 100 pontos não é tirar “100 de 1000”.É uma penalidade automática aplicada quando o texto apresenta falhas graves que impedem a banca de avaliá-lo nos demais tópicos. Recebe nota 100 quem: Nesse caso, os Tópicos 2, 3, 4 e 5 não são avaliados. O que leva à nota zero na redação da UFMS? A nota zero é aplicada quando o candidato: Quais obras literárias caem na prova da UFMS 2026? O edital estabelece as seguintes obras obrigatórias: Essas obras podem aparecer na prova objetiva, na redação ou nas questões interpretativas. Quais foram os temas de redação recentes da UFMS? Ano Tema 2021 Manifestações de intolerância na sociedade contemporânea 2022 A importância do “Grito do Ipiranga” para o Brasil do século XIX e seu significado no século XXI 2023 A cultura da paz e da não-violência como alicerce para o verdadeiro desenvolvimento 2024 O direito às artes como direito à condição humana 2025 Ações individuais no combate às mudanças climáticas: obrigação moral ou solução ineficiente? Esses temas mostram que a UFMS privilegia debates sociais, filosóficos, culturais e ambientais. Como estruturar uma redação nota máxima para a UFMS? 1. Introdução 2. Desenvolvimento Cada parágrafo deve: 3. Conclusão Principais dúvidas sobre a redação da UFMS Como é a redação da UFMS? É um texto dissertativo-argumentativo avaliado em cinco tópicos, totalizando 1000 pontos. Temas redação vestibular UFMS? Sim. Todos os anos a UFMS propõe um tema autoral com base em questões sociais, filosóficas ou culturais. Redação UFMS nota máxima? Para alcançar 1000 pontos, o candidato deve atender integralmente aos cinco tópicos de avaliação, produzir um texto autoral, organizado, coerente e gramaticalmente correto. Tem redação no PASSE UFMS? Sim. O PASSE também inclui redação, seguindo padrões semelhantes ao vestibular. Redação UFMS – 925/1000 pontos Análise completa segundo os critérios oficiais da UFMS A seguir, você confere a avaliação detalhada dessa redação que alcançou 925 pontos no padrão de correção da UFMS. A nota final é resultado da soma dos tópicos avaliativos (T1 a T5), cada um valendo até 200 pontos. No conto machadiano “Conto de Escola”, Pilar, um menino vadio, é vítima do sistema educacional tradicional brasileiro, que não apresenta medidas que mantenham seus alunos engajados no ganho de conhecimento. Fora da ficção, é notório que a educação brasileira enfrenta um problema quanto à adoção de tecnologias no ensino, as quais possibilitam o ensino à distância (EAD), uma vez que não se sabe como alinhar a dinâmica tradicional à modernidade. Nesse sentido, a relutância em evoluir a forma de ensino, assim como ocorre em “Conto de Escola”, dificulta a democratização do acesso à educação, tendo em vista que a internet é caracterizada por sua abrangência. Contudo, observa-se que o EAD pode representar o retrocesso da aprendizagem, haja vista a dificuldade em manter o estudante interessado e em realizar dinâmicas práticas para além da teoria. Em primeira análise, o EAD permite o aumento na abrangência do ensino superior e primário devido às suas ilimitações geográficas. A regionalização brasileira do geógrafo Milton Santos destaca o acesso à informação em diversas áreas do país, o que demonstra como a região Centro-Sul, devido ao seu processo de industrialização e adoção de tecnologias, possui vantagens em relação as outras regiões, como o Norte, que enfrenta problemas em relação ao acesso a redes de internet. Nessa perspectiva, observa-se como o EAD pode garantir que grupos vulnerabilizados, como mulheres cuja carga horária extensa por conta do alinhamento entre a profissão e a maternidade, impede a realização de viagens recorrentes para as instituições de ensino, sejam inseridas no processo educacional, que pode representar a possibilidade de mobilidade social e melhoria nas condições de vida. Além disso, o EAD garante a diminuição dos custos com o ensino, que se

O Vestibular UEMG 2026 é o processo seletivo oficial da Universidade do Estado de Minas Gerais, responsável por selecionar candidatos para os cursos presenciais de graduação. Como instituição pública estadual, a UEMG organiza um vestibular que combina questões objetivas e redação, além de uma etapa prática exclusiva para os cursos de Música. Assim, o processo busca avaliar não apenas o conhecimento adquirido no Ensino Médio, mas também a capacidade de argumentação, leitura, escrita e interpretação, competências indispensáveis para o desempenho acadêmico.Neste guia, você encontrará tudo o que precisa saber: datas, inscrições, taxa, locais de prova, estrutura das avaliações, critérios de pontuação, além de um panorama detalhado sobre a redação, que vale 60 pontos e pode eliminar o candidato. Quando vai ser o Vestibular UEMG 2026? O Vestibular UEMG 2026 será aplicado em duas datas distintas, conforme o tipo de prova. 🗓 Cronograma das provas Prova Data Candidatos Prova de Conhecimentos Gerais (objetiva + redação) 18/01/2026 – 14h Todos os candidatos Prova de Habilidades Específicas de Música (Solfejo, Leitura à 1ª vista e Performance Musical) 07/02/2026 – 8h Cursos de Música – Bacharelado e Licenciatura Como as provas têm caráter classificatório e eliminatório, é fundamental observar horários, documentos e normas exigidas no edital. Quando abrem as inscrições para a UEMG 2026? As inscrições já estão abertas no portal vestibular.uemg.br. Períodos disponíveis • 12/11/2025 às 12h até 11/12/2025 às 23h59 — Inscrições gerais• 12/11/2025 às 12h até 26/11/2025 às 23h59 — PROCAN, Inclusão Regional e Cotas TransCada candidato pode realizar apenas uma inscrição, vinculada ao CPF, com escolha de um curso, um turno e uma modalidade de vaga. Qual é o valor da taxa de inscrição da UEMG 2026? A taxa é única e acessível: R$ 30,00.O pagamento deve ser realizado via DAE, emitido na Área do Candidato, até 12/12/2025, dentro do horário bancário. Quem pode pedir isenção? Pode solicitar isenção o candidato que: • está inscrito no CadÚnico, com renda familiar per capita ≤ 1,5 salário mínimo;• estudou o último ano do ensino médio em escola pública de Minas Gerais. A isenção é solicitada no próprio formulário. Em quais cidades ocorrerá o Vestibular UEMG 2026? As provas serão aplicadas em 19 municípios de Minas Gerais, permitindo ampla distribuição regional: Abaeté, Araguari, Barbacena, Belo Horizonte, Campanha, Carangola, Cláudio, Diamantina, Divinópolis, Frutal, Guanhães, Ibirité, Ituiutaba, João Monlevade, Leopoldina, Passos, Poços de Caldas e Ubá. A escolha da cidade é feita no ato da inscrição. Como funciona a Prova de Conhecimentos Gerais da UEMG 2026? A Prova de Conhecimentos Gerais é composta por 48 questões objetivas e uma redação.O candidato tem 4 horas totais para responder às questões, preencher o cartão e produzir o texto. Distribuição das disciplinas Cada disciplina possui 6 questões, todas valendo 2 pontos: • Língua Portuguesa e Literatura Brasileira• Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol)• Física• Química• Biologia• Geografia• História• Matemática Total da prova objetiva: 96 pontos. O cartão-resposta deve ser preenchido com caneta azul ou preta transparente. Questões rasuradas ou com dupla marcação são anuladas. Como funciona a redação da UEMG 2026? A redação vale 60 pontos e tem regras muito claras. Ela pode eliminar o candidato, mesmo que ele vá bem na objetiva. ✍️ Formato da proposta A prova apresenta textos motivadores e instruções específicas. O candidato deve produzir um texto argumentativo, dentro do gênero solicitado e do tema proposto. Critérios de avaliação (15 pontos cada) Regras obrigatórias Recebe nota zero Como é calculada a pontuação final da UEMG 2026? A pontuação total da Prova de Conhecimentos Gerais é a soma de: Total: 156 pontos As objetivas são corrigidas via leitura ótica. A imagem do cartão-resposta será disponibilizada na Área do Candidato. Resultado preliminar: 09/02/2026. Quais são as regras no dia da prova da UEMG 2026? Para garantir organização e segurança, o edital estabelece regras importantes: Temas de redação da UEMG (2022–2025) A seguir, você verá cada ano organizado com clareza, conectivos e resumos objetivos dos temas cobrados, sempre mantendo fidelidade ao edital e ao comando. 2022 — Resposta Argumentativa sobre Resíduos Sólidos Urbanos A UEMG apresentou dois textos-base sobre o aumento da geração de resíduos sólidos urbanos durante a pandemia, acompanhados da pergunta: “Quais são os impactos gerados pelo aumento de resíduos sólidos urbanos na nossa sociedade?” O candidato deveria elaborar uma resposta argumentativa de até 12 linhas, publicada em uma página escolar. 📌 Observação importante: este ano deixou claro que a UEMG pode cobrar outros gêneros argumentativos, como resposta argumentativa, artigo de opinião ou carta, além da redação tradicional. 2023 — Redação Dissertativo-Argumentativa sobre Sustentabilidade Ambiental Com base na proposta do “1º Congresso Mundial de Sustentabilidade Ambiental”, o candidato deveria escrever sobre um dos subtemas: A banca priorizou a capacidade de selecionar um recorte claro, desenvolver argumentos e articular uma proposta coerente. 2024 — Impactos das Mudanças Climáticas A coletânea reuniu três textos sobre: O comando solicitava uma redação discursivo-argumentativa sobre os impactos ambientais, sociais e econômicos das mudanças climáticas. Foi um tema amplo, que exige repertório atualizado e profundidade analítica. 2025 — O Impacto Positivo e Negativo do Uso do Celular na Escola A banca apresentou: O candidato deveria produzir uma redação discursivo-argumentativa de 15 a 30 linhas, abordando impactos positivos e negativos do uso do celular no ambiente escolar. Esse foi o tema do aluno com 59,5/60 corrigido na análise anterior. ⚠️ Observação sobre o gênero textual Embora 2023, 2024 e 2025 tenham cobrado redação discursivo-argumentativa, a UEMG não está limitada a esse formato. Por isso, é fundamental ler atentamente o comando da proposta e ajustar a estrutura do texto ao gênero solicitado. Cronograma do Vestibular UEMG 2026 A tabela abaixo reúne todas as datas confirmadas no edital: Calendário Oficial Etapa / Prova Data Quem realiza Pagamento da taxa (R$ 30,00) até 12/12/2025 Todos os candidatos não isentos Solicitação de isenção Durante todo o período de inscrições Baixa renda e egressos de escola pública Cartão de Prova — Conhecimentos Gerais 30/12/2025 Todos os candidatos Cartão de Prova — Habilidades Específicas (Música) 03/02/2026 Somente candidatos de Música Prova de Conhecimentos Gerais 18/01/2026 — 14h Todos
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