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Barreiras para combater o crime organizado no Brasil / Tema de redação

Valdiele Silva
01 de novembro de 2025
15 min de leitura
Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funilrepertório sociocultural
Crime organizado

Você já se perguntou por que o combate ao crime organizado é tão difícil no Brasil?
Apesar de décadas de enfrentamento, essa estrutura criminosa continua crescendo e se adaptando, infiltrando-se em instituições públicas e moldando a vida nas grandes cidades. O tema voltou ao centro dos debates após a megaoperação no Rio de Janeiro, que resultou em mais de 120 mortes, entre elas, quatro policiais, e reacendeu o debate sobre segurança pública, letalidade policial e políticas de prevenção.
Diante desse cenário, refletir sobre as barreiras para combater o crime organizado é essencial para compreender não apenas as falhas estruturais do Estado, mas também os impactos sociais, econômicos e políticos desse fenômeno.

Proposta de Redação sobre crime organizado no Brasil

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Barreiras para combater o crime organizado no Brasil ”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. 

Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista.

Instruções para redação sobre crime organizado no Brasil

  1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
  2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta preta, na folha própria, em até 30 (trinta) linhas.
  3. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para a contagem de linhas. 
  4. Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:

4.1 tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo consideradas “textos insuficiente”; 

4.2 fugir do tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo; 

4.3 apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto;

 4.4 apresentar nome, assinatura, rubrica, ou outras formas de identificação no espaço destinado ao texto.

TEXTO I — O ESTADO E O CRIME ORGANIZADO: UMA GUERRA INTERNA

 O crime organizado é um fenômeno que desafia o Brasil há décadas, atravessando as fronteiras da violência urbana e alcançando o campo político e econômico. Recentemente, o país assistiu a uma das maiores operações já registradas contra facções criminosas: uma megaoperação conduzida pelo governo do Rio de Janeiro, que teve como alvo o Comando Vermelho (CV).
A ação, liderada pelo governador Cláudio Castro (PL-RJ), mobilizou forças policiais em áreas de mata nos complexos da Penha e do Alemão, onde confrontos armados resultaram em cerca de 120 mortes. Uma das estratégias utilizadas, conhecida como “Muro do Bope”, buscou encurralar os criminosos considerados narcoterroristas.
As cenas de violência e o alto número de mortos provocaram reações em todo o país. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, solicitou explicações ao governo estadual, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a necessidade de um trabalho coordenado e nacional no combate ao crime organizado.
As imagens da operação, comparadas a uma verdadeira guerra civil, revelam um problema estrutural: a ausência de políticas públicas eficazes, a precarização das forças de segurança e a falta de integração entre União, estados e municípios. Ao mesmo tempo, o uso de tecnologias de ponta, como drones capazes de lançar bombas contra policiais, evidencia a sofisticação das facções, que desafiam o poder do Estado e a própria noção de soberania nacional.

Fonte adaptada: Gazeta do Povo (2025)

TEXTO II — DESIGUALDADE, IMPUNIDADE E A EXPANSÃO DO CRIME ORGANIZADO

Enquanto houver desigualdade econômica no Brasil, será difícil conter o crime organizado. Essa é a síntese feita por especialistas em segurança pública e direito penal que alertam: enfrentar o crime organizado é também enfrentar as causas sociais que o alimentam, como pobreza, exclusão e ausência do Estado em comunidades vulneráveis.

De acordo com o jurista Walter Maierovitch, desembargador aposentado e estudioso do tema, o país vive um cenário preocupante em que as facções criminosas se infiltram nas estruturas estatais, lavando dinheiro obtido com o tráfico e a corrupção em atividades formalmente legais, como empresas de transporte, coleta de lixo e até financiamento de campanhas políticas. Para ele, “as máfias são parasitárias: grudam no Estado, sugam e corrompem agentes públicos”.

O professor Daniel Pacheco Pontes, da Faculdade de Direito da USP, explica que as diferenças regionais intensificam o problema. “Em algumas áreas, como no Rio de Janeiro, o Estado já perdeu o controle territorial. Em outras, como São Paulo, ainda há resistência, mas o avanço é constante”, afirma. Segundo ele, a desigualdade social é o principal combustível das facções, que recrutam jovens em busca de pertencimento e renda.

Além disso, Pacheco critica a ineficiência na aplicação das leis. “Não basta endurecer o Código Penal. O problema é a falta de aplicação efetiva das normas e a sensação de impunidade que isso gera.”

O pesquisador Eduardo Dyna, da UFSCar, complementa que o PCC e outras facções se tornaram transnacionais, com atuação direta em países como Paraguai e Bolívia. “Esses grupos não querem substituir o Estado, mas explorá-lo, aproveitando suas fragilidades para expandir seus negócios ilícitos”, explica.

Já o cientista social Vinícius Figueiredo, do Observatório de Segurança Pública da Unesp, defende que a repressão pura e o encarceramento em massa apenas fortalecem o ciclo de violência. “O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo. Cada prisão superlotada é um centro de recrutamento de novos criminosos. Sem políticas sociais integradas, estaremos apenas alimentando o sistema que queremos combater.”

De forma geral, os especialistas concordam que combater o crime organizado vai além das ações policiais. É necessário fortalecer as instituições, investir em inteligência, garantir oportunidades sociais e criar políticas de longo prazo voltadas à educação e à equidade econômica. Caso contrário, o país continuará preso a um ciclo de violência e corrupção que fragiliza a democracia e perpetua a insegurança coletiva.

Fonte adaptada: Jornal da USP (2025)

TEXTO III — NOVA LEI REFORÇA O COMBATE AO CRIME ORGANIZADO NO BRASIL

Na tentativa de responder ao avanço das facções criminosas e à recente escalada da violência no Rio de Janeiro, o governo federal sancionou uma nova legislação voltada ao endurecimento do combate ao crime organizado. A medida, aprovada pelo Congresso Nacional e de autoria do senador Sergio Moro (União-PR), ex-juiz da Operação Lava Jato, foi publicada no Diário Oficial da União no dia 30 de outubro de 2025.

A nova lei, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cria duas novas modalidades de crime relacionadas à obstrução de investigações e ações contra organizações criminosas:

  • obstrução de ações contra o crime organizado;
  • conspiração para obstrução de ações contra o crime organizado.

Ambos os crimes passam a ter penas de reclusão de 4 a 12 anos, além de multa.

Além disso, a legislação prevê reforço na segurança pessoal de juízes, promotores, policiais e militares — inclusive aposentados —, bem como de seus familiares, quando houver risco comprovado relacionado ao exercício de suas funções. A proposta busca proteger aqueles que estão na linha de frente do enfrentamento às facções e ao tráfico, áreas em que há altos índices de ameaças e atentados.

A sanção ocorreu logo após a megaoperação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho (CV), que resultou em mais de 120 mortes. A coincidência entre o episódio e a publicação da lei reacendeu o debate sobre como equilibrar ações repressivas e garantias de direitos humanos.

Para juristas, o texto representa um avanço institucional, mas sua eficácia dependerá da implementação prática e da integração entre os entes federativos. Em outras palavras, endurecer penas sem fortalecer o sistema de inteligência e as políticas de prevenção pode tornar a lei mais simbólica do que efetiva.

Dessa forma, o novo marco legal reflete tanto a tentativa do Estado de recuperar sua autoridade quanto a urgência de repensar o modelo de segurança pública, conciliando repressão, prevenção e justiça social.

Fonte adaptada: g1 (2025)

TEXTO IV — CHARGE: “CRIME ORGANIZADO DEIXA MUITAS MORTES NO RIO”

A charge ilustra a tragédia da violência urbana no Rio de Janeiro, onde as operações policiais contra o crime organizado frequentemente resultam em altos índices de letalidade.
No desenho, o Cristo Redentor, símbolo da cidade, aparece em meio a um mar de ossos e caveiras, tentando alcançar um helicóptero militar que dispara projéteis. Essa composição visual evidencia a ideia de um Estado em guerra contra seu próprio povo, ao mesmo tempo em que simboliza a impotência diante do avanço das facções criminosas.

Ao utilizar elementos reconhecíveis da paisagem carioca, como o Cristo e o Pão de Açúcar, o artista critica a banalização das mortes em nome da segurança pública. O olhar desesperado da figura religiosa transmite a dimensão humanitária do problema, sugerindo que o combate à criminalidade, quando guiado apenas pela repressão, gera mais vítimas do que soluções.

Assim, a charge funciona como uma metáfora da crise social brasileira: o Rio de Janeiro se transforma em palco de uma guerra onde a população civil é a principal vítima, refletindo a falta de políticas de prevenção, educação e oportunidades que deveriam estar no centro da estratégia contra o crime organizado.

Fonte:O Liberal (2025)

Repertórios socioculturais para usar no tema: “Barreiras para combater o crime organizado no Brasil”

📚 Quais livros e obras literárias ajudam a discutir o poder e a corrupção nas instituições brasileiras?

  • “Capitães da Areia” (Jorge Amado) — retrata como a exclusão social empurra crianças e adolescentes à criminalidade, revelando a ausência do Estado e o ciclo de marginalização.
  • “Ensaio sobre a Cegueira” (José Saramago) — metaforiza a cegueira moral e a falência das instituições diante do caos coletivo.
  • “O Quinze” (Rachel de Queiroz) — embora retrate a seca de 1915, expõe a desigualdade estrutural que ainda alimenta a criminalidade no país.
  • “A Revolução dos Bichos” (George Orwell) — crítica à manipulação do poder e à corrupção de ideais, aplicável à atuação de facções que reproduzem dinâmicas autoritárias.
  • “O Estado e a Revolução” (Vladimir Lênin) — serve para discutir o papel do Estado e o uso legítimo (ou não) da força como instrumento de controle social.

🎬 Quais filmes e séries ajudam a compreender o avanço do crime organizado e a falência do Estado?

  • “Tropa de Elite” (José Padilha) — aborda a violência institucional e o colapso ético dentro das forças de segurança, expondo o ciclo entre repressão e corrupção.
  • “Cidade de Deus” (Fernando Meirelles) — mostra o crescimento do crime nas periferias cariocas e a ausência de políticas públicas de inclusão.
  • “O Mecanismo” (Netflix) — inspirado na Lava Jato, discute a corrupção estrutural e o conluio entre poder político e econômico.
  • “Narcos” (Netflix) — evidencia como o narcotráfico se torna um sistema político e financeiro paralelo, influenciando governos e fronteiras.
  • “Carandiru” (Hector Babenco) — denuncia as consequências da superlotação carcerária e o poder das facções nas prisões brasileiras.

⚖️ Quais leis e legislações são fundamentais para o combate ao crime organizado?

  • Lei nº 12.850/2013 — define e disciplina o crime organizado, estabelecendo meios de investigação e punição para grupos criminosos estruturados.
  • Lei nº 14.532/2023 — amplia a tipificação de crimes de ódio e racismo, reforçando o enfrentamento a redes criminosas com discurso de intolerância.
  • Lei sancionada em 2025 (Lei Moro-Lula) — cria novos crimes de obstrução de ações contra o crime organizado, com penas de 4 a 12 anos de reclusão, e reforça a proteção de autoridades envolvidas.
  • Constituição Federal (Art. 144) — define que a segurança pública é dever do Estado e responsabilidade de todos os entes federativos.
  • Lei nº 11.343/2006 (Lei de Drogas) — relaciona-se ao combate ao narcotráfico e à prevenção do uso de entorpecentes, eixo central das facções criminosas.

📅 Quais fatos históricos ajudam a contextualizar o fortalecimento do crime organizado no Brasil?

  • Massacre do Carandiru (1992) — episódio que impulsionou a criação e a consolidação do PCC, símbolo do poder do crime dentro e fora dos presídios.
  • Criação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) — tentativa de retomada de territórios no Rio de Janeiro, mas que fracassou por falta de investimento social.
  • Rebeliões simultâneas de 2006 (São Paulo) — marcaram a expansão nacional do PCC e a demonstração de seu poder de articulação.
  • Megaoperações no Rio (2023–2025) — mostraram o conflito entre repressão e direitos humanos, com críticas internacionais devido à letalidade policial.
  • Escândalos da Lava Jato (2014–2021) — revelaram como a corrupção política enfraquece o Estado e permite o crescimento de redes criminosas.

🎵 Quais músicas podem ser usadas como crítica social e reflexão sobre a violência e o abandono estatal?

  • “Diário de um Detento” (Racionais MC’s) — denuncia as condições desumanas nas prisões e o papel do sistema penal na reprodução do crime.
  • “Haiti” (Caetano Veloso e Gilberto Gil) — expõe a desigualdade e a violência urbana como sintomas da falência do Estado.
  • “Homem na Estrada” (Racionais MC’s) — mostra como o ex-detento é rejeitado pela sociedade e empurrado novamente à marginalidade.
  • “O Calibre” (Paralamas do Sucesso) — questiona o uso abusivo da força policial e a banalização da violência.
  • “O Homem na Esquina” (Criolo) — reflete sobre a falta de oportunidades e a permanência do jovem negro nas estatísticas da criminalidade.

Argumentos para o tema: Barreiras para combater o crime organizado no Brasil

ARGUMENTO 1 — Desigualdade social e ausência do Estado como combustível da criminalidade

Causa:
A desigualdade socioeconômica e a ausência de políticas públicas nas periferias criam um terreno fértil para o recrutamento de jovens pelo crime organizado.

Consequência:
Essa realidade perpetua o ciclo da violência e enfraquece a confiança da população nas instituições, dificultando o enfrentamento efetivo do problema.

Repertório aplicado:
Segundo o professor Daniel Pacheco (USP), “enquanto houver tamanha disparidade econômica, será difícil conter o avanço do crime organizado”.
O livro “Capitães da Areia”, de Jorge Amado, ilustra essa lógica, mostrando como a falta de oportunidades empurra crianças e adolescentes à marginalidade.

Frase modelo:
Portanto, a persistência da desigualdade social impede o rompimento do ciclo da violência, reforçando a necessidade de políticas públicas integradas que unam educação, cultura e segurança.

ARGUMENTO 2 — Falhas na aplicação das leis e corrupção institucional

Causa:
Apesar de o Brasil possuir uma legislação penal robusta, a ineficiência na aplicação das normas e a corrupção em órgãos públicos minam o combate às facções criminosas.

Consequência:
Esse cenário gera impunidade e descrença social, favorecendo a infiltração do crime em setores políticos e econômicos, como denunciou o jurista Walter Maierovitch (USP).

Repertório aplicado:
O filósofo John Locke, em Segundo Tratado sobre o Governo Civil, defende que o Estado existe para garantir segurança e justiça. Quando falha nisso, perde sua legitimidade.
O filme “O Mecanismo” reforça a crítica à corrupção institucional, evidenciando como o poder e o dinheiro corrompem a justiça.

Frase modelo:
Logo, enquanto a corrupção corroer o sistema jurídico e político, o combate ao crime organizado continuará sendo uma luta desigual e ineficaz.

ARGUMENTO 3 — Repressão sem prevenção e o aumento da letalidade

Causa:
As ações policiais excessivamente repressivas, sem investimentos equivalentes em políticas sociais, tornam o enfrentamento ao crime uma “guerra interna” marcada por mortes e abusos.

Consequência:
Essa abordagem alimenta a violência, fortalece o discurso das facções e transforma comunidades vulneráveis em zonas de conflito permanente.

Repertório aplicado:
A charge de T. Falcão (O Liberal, 2025) simboliza essa contradição: o Cristo Redentor tenta proteger o povo enquanto é cercado por tiros, representando o caos e a tragédia humana.
O filme “Tropa de Elite” também problematiza essa lógica de guerra, mostrando que o uso da força sem inteligência agrava o problema em vez de resolvê-lo.

Frase modelo:
Desse modo, combater o crime sem enfrentar suas causas sociais equivale a enxugar gelo, perpetuando a violência que deveria ser contida.

ARGUMENTO 4 — Fragilidade das políticas públicas e falta de integração entre os entes federativos

Causa:
A desarticulação entre governo federal, estados e municípios no planejamento de políticas de segurança impede ações estratégicas e coordenadas.

Consequência:
Isso dificulta a troca de informações, o fortalecimento das instituições e o enfrentamento conjunto de redes criminosas que atuam de forma nacional e transnacional.

Repertório aplicado:
O cientista político Zygmunt Bauman, em Modernidade Líquida, afirma que o Estado perdeu parte de seu poder de controle no mundo globalizado, tornando-se vulnerável a estruturas paralelas — como o crime organizado.
A Lei sancionada em 2025 (Moro-Lula) tenta responder a essa fragilidade, mas sem integração institucional, sua eficácia será limitada.

Conclusão — Tema: Barreiras para combater o crime organizado no Brasil

Diante do exposto, é inegável que o combate ao crime organizado no Brasil exige muito mais do que ações repressivas: requer a reconstrução das bases sociais e institucionais que o sustentam. Afinal, a desigualdade e a corrupção estatal se entrelaçam em um ciclo que perpetua a violência e enfraquece a confiança nas instituições.

Assim, ao unir repressão estratégica e prevenção social, o Brasil poderá romper as barreiras históricas que alimentam o crime e caminhar rumo a uma sociedade onde a justiça prevaleça sobre a vio

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