811 artigos publicados sobre “Topo de funil” no Blog do Redação Online.
Navegue pelos conteúdos abaixo para aprofundar seus conhecimentos sobre este tema. Cada artigo traz análises, exemplos práticos e repertórios que podem ser utilizados na sua redação do ENEM, vestibulares e concursos públicos.

As expressões a priori e a posteriori têm sido muito usadas como conectivos. Mas será que esse uso está correto? Acompanhe este post e entenda! Uma das maiores dúvidas em relação à redação do ENEM 2021 é se a banca avaliadora permite utilizar os termos a priori e a posteriori como conectivos. Se você chegou até aqui, acredito que também tem essa dúvida, certo? É verdade que esses termos têm sido muito utilizados pelos vestibulandos e até mesmo por veículos de comunicação como marcadores de tempo. No entanto, basta resgatarmos os significados dessas expressões para entendermos que elas não são sinônimos de “antes” e “depois”, ou “em primeiro lugar” e “em segundo lugar” como costumam ser usadas. Foi pensando nisso que preparamos este post para você aprender como usar adequadamente as expressões a priori e a posteriori e não cometer mais erros na redação. Boa leitura! O que significa a priori e a posteriori? Para usarmos qualquer palavra de forma correta é necessário primeiro entendermos o seu significado. Ambas as expressões são de origem latina e costumam ser usadas no campo da filosofia. Vejamos, a seguir, o significado de a priori de acordo com o dicionário Michaelis: Locução adjetiva: 1 Diz-se de conhecimento, raciocínio, método etc. que tem origem na estrutura inata do indivíduo; que independe da experiência. 2 Diz-se de saber, demonstração, conclusão etc. que explica um fenômeno, indicando sua causa. 3 Que se pressupõe, sem análise ou observação. Locução adverbial: 1 Por dedução, partindo de elementos previamente estabelecidos. 2 De maneira intuitiva; intuitivamente. Em outras palavras, a priori se refere a um conhecimento provisório e intuitivo, ou seja, que ainda não possui uma certeza. Sendo assim, o seu uso correto seria: “As conclusões, a priori, foram tiradas antes de analisar a fundo a realidade brasileira.” Vejamos agora o significado de a posteriori, ainda segundo o dicionário Michaelis: Locução adjetiva: 1 Diz-se de argumento, conhecimento, raciocínio etc. que deriva da experiência ou que dela depende. 2 Diz-se de demonstração que procede dos efeitos às causas, que nos leva a conhecer as causas pelas quais o efeito tem existência. Locução adverbial: Que ocorre posteriormente à observação de dados empíricos; por indução. Em síntese, a posteriori se refere a um conhecimento que é obtido depois da experiência e observação. Um exemplo de uso correto seria: “A pesquisa, a posteriori, afirma os efeitos negativos da evasão escolar no Brasil. No exemplo acima, você pode ver que a palavra a posteriori não foi usada no sentido de “depois” e sim para se referir a um saber adquirido pela experiência. Mas, afinal, esses termos podem ser usados como conectivos? É o que veremos a seguir. Pode usar a priori e a posteriori como conectivos? Se você é uma pessoa atenta aos critérios de avaliação do ENEM, já deve saber que os elementos conectivos são essenciais para manter a coesão textual, certo? Os conectivos nada mais são do que elementos coesivos que dão um sentido à sua redação e, como já falamos aqui, existem conectivos para diferentes funções: introdução, conclusão, explicação, comparação, oposição etc. As expressões a priori e a posteriori, por exemplo, passaram a ser muito utilizadas como conectivos de introdução/relevância. Contudo, como vimos no tópico anterior, essas expressões latinas não possuem função de conectivos e, por isso, você não deve utilizá-las na redação para essa finalidade. Além disso, o ENEM espera que você priorize as palavras e expressões próprias da língua portuguesa. Nesse sentido, como a posteriori e a priori são expressões latinas, não é indicado usá-las. Prefira os seguintes conectivos de introdução/relevância: Agora, vamos ver um exemplo que caracteriza o uso incorreto da expressão a priori como conectivo? Observe a frase a seguir extraída de uma redação: “A priori, o Brasil está em uma posição tardia em relação às políticas públicas […]”. Observe que a priori foi utilizada como um conectivo de introdução/relevância, no sentido de “em primeiro lugar” ou “primeiramente”. O correto, então, seria: “Em primeiro lugar, o Brasil está em uma posição tardia em relação às políticas públicas […]”. Agora, a frase faz mais sentido, não é mesmo? Apesar da expressão “em primeiro lugar” ser considerada um conectivo, é importante que você não confunda com um conectivo interparágrafo – ou operador argumentativo – avaliado na competência 4. Lembre-se de que um conectivo interparágrafo deve se referir a uma ideia exposta anteriormente e “em primeiro lugar” não retoma algo que foi dito. O mesmo vale para o conectivo “primeiramente”, cuja função é iniciar uma ideia e não argumentar o que foi exposto antes. Anotado? Para finalizar, na Cartilha do Participante do ENEM 2020, o Inep ressalta a importância de utilizar os elementos coesivos de forma que façam sentido e não apenas para rebuscar o texto. De acordo com o Inep, “Uma boa coesão não depende da mera presença de conectivos no texto – é preciso que esses recursos estabeleçam relações lógicas adequadas entre as ideias apresentadas.” Então, o nosso recado é: estude os significados dos conectivos e palavras e use com sabedoria. Tenha em mente que você até pode utilizar a priori e a posteriori, desde que seja no sentido correto e com moderação. Se você quer ampliar os seus estudos sobre conectivos, a professora Chay, aqui da Redação Online, preparou um vídeo muito legal sobre conectivos interparágrafos. Assista: Quer conhecer a nossa plataforma de correção de redações? Acesse agora nosso site e conheça os planos disponíveis!

Você já escreveu uma redação sobre “Assédio moral no ambiente de trabalho”? Confira o tema da semana! O assédio moral é um dos maiores problemas dentro do ambiente de trabalho que persiste há anos em nossa sociedade. Este problema se agrava ainda mais no contexto de hoje, marcado pela crise econômica, uma vez que muitas vítimas não denunciam por medo de perder o emprego. Agora, o assédio moral também se manifesta de outra forma: no trabalho remoto. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Assédio moral no ambiente de trabalho”. TEXTO 1 Paraíba registra 210 denúncias de assédio moral no trabalho, em 2020, diz MPT A Paraíba registrou, em 2020, 210 denúncias de assédio moral no trabalho e cinco denúncias de assédio sexual, de acordo com o Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB). Todas as denúncias geraram investigações no MPT e vários procedimentos de apuração, entre eles, 106 inquéritos civis. As cinco denúncias de assédio sexual foram registradas contra cinco empresas diferentes na Paraíba, entre elas, um banco. Em todo o país, o MPT recebeu aproximadamente 5 mil denúncias de assédio moral em 2020 e cerca de 300 denúncias de assédio sexual. A procuradora do Trabalho Andressa Lucena Ribeiro Coutinho explica o que caracteriza o assédio moral e sexual no trabalho. “O assédio moral em organizações, ou o chamado assédio moral organizacional ou institucional é um conjunto sistemático de práticas reiteradas que vêm próprias do método de gestão empresarial, do método de gestão daquela empresa. Ou seja, são práticas que têm por finalidade atingir alguns objetivos empresariais relacionados a aumento de produtividade, diminuição do custo de trabalho, sempre praticados através de pressões, humilhações, constrangimentos e segregações aos trabalhadores de determinada empresa ou organização”, explicou Andressa Coutinho. Já o assédio sexual no ambiente de trabalho é um tipo de constrangimento praticado com a “conotação sexual” dentro da empresa, ou seja, dentro do ambiente em que a pessoa trabalha. “No caso do assédio sexual, a pessoa que pratica, geralmente usa sua posição hierárquica superior ou a sua influência dentro da empresa para obter o que deseja. Isso é o chamado assédio sexual dentro do meio ambiente de trabalho, que certamente engloba também, um tipo de assédio moral, uma vez que a vítima é constrangida e é humilhada, muitas vezes ou submetida a situações vexatórias para atender ao desejo sexual da parte que pratica esse assédio”, acrescentou a procuradora. De acordo com Andressa Lucena, é possível identificar a prática de assédio moral no trabalho a partir da exposição das pessoas a situações vexatórias, humilhantes, constrangedoras, dentro do ambiente de trabalho de forma repetitiva. A procuradora orientou que “a forma de se evitar essa subnotificação desses casos é justamente a realização de uma denúncia sigilosa ou anônima perante os órgãos competentes: Ministério Público do Trabalho ou a Gerência Regional de Trabalho e Emprego. É muito importante que haja essa denúncia, ainda que de forma anônima ou sigilosa para prevenir a prática do assédio e garantir que não haja exposição do denunciante”. Fonte: Portal G1 – globo TÍTULO 2 Casos de assédio moral crescem 10% longe dos escritórios em 2021 O número de processos de assédio moral no ambiente de trabalho cresceu mais de 10% nos primeiros seis meses de 2021. Entre janeiro e junho, segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TST), foram registradas 27.117 novas ações, enquanto no mesmo período do ano passado foram 24.489. O setor do comércio lidera a lista de novas ações nas Varas de Trabalho de todo Brasil, com 5.746 denúncias. Serviços gerais, com 3.466 casos; indústria, com 3.221; e comunicações, com 2.047, completam o ranking dos setores que mais registram esse tipo de crime. Na avaliação do advogado especialista em compliance, André Costa, o trabalho remoto motivou as denúncias. “Longe do agressor e em um ambiente mais saudável, o funcionário tem uma percepção melhor do quão prejudicial é aquela relação e se sente mais seguro em relatar o que está acontecendo nos canais de denúncia”, afirma. Costa, que é autor do livro Entrevista Forense Corporativa e especialista em detectar assédio moral nas corporações, aponta que a divulgação de inúmeros casos na mídia tem sido um importante instrumento de conscientização. “A pessoa que está sofrendo assédio, ao ver nas redes sociais ou na imprensa os casos divulgados, acaba se identificando com a situação e ganha força para denunciar”, diz. Se, de um lado, a pandemia encorajou as vítimas a denunciarem, por outro, mudou a forma como a agressão acontece. “O assédio no teletrabalho se manifesta de forma passiva e, muitas vezes, silenciosa. Ao deixar de convocar um colega de trabalho para as reuniões, não responder e-mails, não atender ligações e o excluir de outras atividades a pessoa está cometendo assédio”, explica o advogado. O especialista, que atua há mais de 10 anos investigando e tratando casos de assédio moral no ambiente corporativo, diz que esse tipo de conduta se tornou muito comum no último ano. “Desde o início da pandemia, tenho gerenciado muitas crises relacionadas a esse comportamento que gera um enorme desgaste e leva, na maioria dos casos, a vítima a pedir demissão”, pontua. Os efeitos do assédio moral vão além dos problemas no ambiente de trabalho. “É uma agressão muito cruel e gera sofrimento ao trabalhador. Já atendi casos em que o funcionário tomava remédios para controlar ansiedade e tinha problemas pessoais provocados pelo assédio”, conta. Fonte: Jornal Contábil TEXTO 3 Nove em cada 10 vítimas de assédio moral no trabalho não denunciam “Em 2020, o Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu quase 50 mil denúncias de assédio moral em todo país. Além disso, segundo pesquisa feita por um site de vagas de emprego, 52% dos entrevistados alegaram já ter sofrido algum tipo de assédio moral no meio corporativo. No entanto, 87% não denunciaram por vergonha, medo ou receio de perder o emprego.” Fonte: O livre TEXTO 4 Fonte: Marcelo Fidalgo

Quer saber mais sobre “Assédio moral no ambiente de trabalho”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! O assédio moral no trabalho é um problema muito grave em nossa sociedade, pois a conduta abusiva, seja do chefe ou do próprio colega, pode levar a vítima ao adoecimento físico e psíquico, além de afetar a própria organização. É um problema que atinge qualquer categoria de trabalho e que deve ser cada vez mais debatido a fim de combatê-lo. Para você mandar bem no tema “Assédio moral no ambiente de trabalho”, separamos alguns repertórios socioculturais para você se aprofundar no assunto e até mesmo usar como repertório. Vai que o tema caia nesta edição do ENEM, não é mesmo? Confira! VÍDEO | 4 Coisas sobre Assédio Moral O vídeo 4 Coisas sobre Assédio Moral, do canal do Tribunal Superior do Trabalho, dá quatro dicas importantes sobre o tema: o conceito de assédio moral, suas características e a ação que o trabalhador contratado pela CLT poderá exercer para se proteger. Trata-se da rescisão indireta, prevista no art. 483 da CLT, que determina que “o empregado poderá considerar rescindido o contrato e pleitear a devida indenização em decorrência dos atos abusivos”. Além disso, o vídeo salienta que para configurar assédio moral é necessário que o abuso seja frequente e sistemático, ou seja, um ato isolado – por exemplo, uma briga eventual – não configura. Assista ao vídeo completo abaixo: Documentário | A dor (in)visível – Assédio Moral no Trabalho O documentário A dor (in)visível – Assédio Moral no Trabalho, realizado pelo MPT-RS, apresenta relatos de diferentes trabalhadores que sofreram assédio moral no ambiente de trabalho e tiveram consequências físicas e psicológicas, como depressão e ansiedade. O documentário conta também com a fala de alguns especialistas que ressaltam as configurações do assédio moral e as consequências para a vida pessoal do trabalhador. Além disso, destacam a importância dos sindicatos e ministérios para combater o problema e proteger a vítima, por exemplo, o Ministério do Trabalho e Previdência. O documentário é curtinho e está disponível no Youtube, assista! CARTILHA | Prevenção ao assédio moral Outra indicação é a cartilha de prevenção ao assédio moral Pare e Repare – Por um Ambiente de Trabalho Mais Positivo, organizada pelos órgãos do TST (Tribunal Superior do Trabalho) e o CSJT (Conselho Superior da Justiça do Trabalho). Este material reúne informações essenciais para a prevenção da prática abusiva, exemplos de casos, as causas e as consequências para o indivíduo, organização e Estado. A cartilha também alerta que o assédio moral fere os Direitos Humanos. Em suas palavras: “A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do profissional, comprometendo a identidade, a dignidade e as relações afetivas e sociais e gerando danos à saúde física e mental, que podem evoluir para a incapacidade de trabalhar, para o desemprego ou mesmo para a morte. Essas condutas são incompatíveis com a Constituição da República e com diversas leis que tratam da dignidade da pessoa humana e do valor social do trabalho. Por isso, devem ser combatidas!” Acesse o material completo aqui. Além da cartilha, a campanha Pare e Repare fez uma série de vídeos sobre as classificações de assédio moral no ambiente de trabalho. Confira abaixo! Legislação sobre assédio moral no trabalho Além da própria CLT, indicada anteriormente, você também pode usar como repertório outros documentos legais que protegem a vítima de assédio moral. Separamos aqui dois documentos importantes, um de âmbito nacional e outro internacional: a Constituição da República Federal e a Convenção 190 da OIT. Constituição da República Federal A Constituição Federal, em seu art. 1º (III, IV), tem como princípios “a dignidade da pessoa humana” e “os valores sociais do trabalho”. Já nos artigos 5º e 6º, a Constituição assegura o direito à saúde, ao trabalho e à honra. Segundo o art. 5º: “X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”. OIT – Organização Internacional do Trabalho Em junho de 2021 entrou em vigor a Convenção 190 da OIT (Organização Internacional do Trabalho). Nela, a OIT estabelece diretrizes para o combate internacional à violência e assédio moral no trabalho. São normas que devem ser aplicadas em qualquer modalidade contratual, por exemplo, CLT ou terceirizado, público ou privado, presencial ou teletrabalho. Esta Convenção, inclusive, reconhece o assédio com base no gênero, o que inclui o assédio sexual. Veja o que diz a Convenção 190 a seguir: “(a) o termo ‘violência e assédio’ no mundo do trabalho refere-se a um conjunto de comportamentos e práticas inaceitáveis, ou de suas ameaças, de ocorrência única ou repetida, que visem, causem, ou sejam susceptíveis de causar dano físico, psicológico, sexual ou econômico, e inclui a violência e o assédio com base no gênero; (b) o termo ‘violência e assédio com base no gênero’ significa violência e assédio dirigido às pessoas em virtude do seu sexo ou gênero, ou afectam de forma desproporcionada as pessoas de um determinado sexo ou gênero, e inclui o assédio sexual.“ Lembre-se de que a OIT é responsável por promover normas relacionadas ao direito do trabalho em todo o mundo. Isso quer dizer que suas diretrizes servem como base para que os países estabeleçam leis e políticas públicas em seus territórios. Um ótimo repertório, não acha? FILME | O Diabo Veste Prada Certamente, você já viu esse filme! O Diabo Veste Prada (2006) conta a história de Andrea, uma jovem que começa a trabalhar como assistente em uma revista de moda, a Runaway Magazine, em Nova York. Logo nos seus primeiros dias de trabalho, a protagonista lida com uma série de assédios praticados pela chefe da revista, a Miranda Priestly, bem como dos seus próprios colegas de trabalho – que direcionam comentários maldosos relacionados às suas vestimentas. Prepara a pipoca! Gostou do conteúdo sobre

Depois de acompanhar um ano inteiro de notícias, nós compilamos alguns possíveis temas de redação ENEM 2021. Veja a nossa seleção e pratique!

Quer saber mais sobre os “Desafios dos estudantes da escola pública no ensino superior”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Muito se fala sobre os desafios dos estudantes de escola pública no acesso ao ensino superior, porém, pouco se discute sobre as dificuldades que eles encontram após ingressarem na universidade. Os obstáculos são muitos: a conciliação entre trabalho e estudo, a defasagem no aprendizado que tiveram anteriormente, o deslocamento casa/universidade e o relacionamento com um grupo socioeconômico diferente são alguns deles. Para ajudar você a fundamentar o tema “Desafios dos estudantes da escola pública no ensino superior”, separamos alguns repertórios para você entender o problema e até mesmo utilizar em sua redação. Continue a leitura! DOCUMENTÁRIO | Pro dia nascer feliz O documentário Pro dia nascer feliz (2005), do diretor João Jardim, retrata a realidade do sistema educacional brasileiro em diferentes contextos sociais, econômicos e culturais. Neste documentário, alunos e professores de escola pública e particular do ensino básico são entrevistados. As realidades são contrastantes e revelam a desigualdade social no país. Apesar do documentário focar na educação básica, você pode utilizá-lo para argumentar sobre a desigualdade educacional entre as classes sociais e as consequências para o futuro desses jovens. O documentário completo está disponível no Youtube! VÍDEO | 3 visões sobre educação e desigualdade No vídeo 3 visões sobre educação e desigualdade, do Nexo Jornal, os professores José Francisco Soares, Maria Alice Setubal e Cristina Barreto de Paiva discutem sobre como as desigualdades afetam a educação no Brasil e o papel das instituições para reduzir esse problema. Os professores ressaltam que para uma sociedade ser justa é necessário que haja qualidade de educação para todos e isso inclui a igualdade de trajetórias, pois quando uma classe social tem mais acesso à educação do que outra ela terá mais oportunidades. Nesse sentido, no contexto do ensino superior, ela poderá ter mais facilidade para lidar com conteúdos mais complexos ou até mesmo ter domínio de uma segunda língua, por exemplo, diferente de alunos que não tiveram a mesma base de ensino. Se interessou? Assista ao vídeo completo a seguir: MATÉRIA | “As pessoas não acham que alguém como eu possa ser inteligente”: a vida dos alunos da periferia na USP Nesta matéria, da BBC News, estudantes da USP que vieram de escola pública contam as suas vivências dentro da universidade. Algumas dificuldades apontadas por eles são: a defasagem no ensino anterior, ter que conciliar os estudos com trabalho, o deslocamento até a universidade, a insalubridade das moradias estudantis, o preconceito de classe e a discriminação racial. Segundo o entrevistado Renato Meirelles, do Instituto Locomotiva, é necessário fortalecer as políticas de acolhimento, auxílio e permanência estudantil para que a inclusão no ensino superior seja de fato exercida. Leia um trecho da matéria abaixo: “Para ele (Renato Meirelles), o fato da universidade não ter sido ‘originalmente pensada para acomodar quem trabalha’ é um dos principais problemas dos alunos de baixa renda, que precisam eles mesmos se manter e muitas vezes até ajudar a família. ‘Eles não podem fazer cursos integrais e não têm tempo para estudar’, diz. E também não conseguem aproveitar uma das principais vantagens da universidade pública em relação à rede privada: o rico ambiente de desenvolvimento extracurricular.” Que tal ler a entrevista completa? Clique aqui! PENSADOR | Paulo Freire O pensamento do educador brasileiro Paulo Freire também pode enriquecer a tese da sua redação, viu? Considerado um dos pensadores mais referenciados no mundo, Freire defendia uma pedagogia baseada no diálogo como uma ferramenta de transformação do indivíduo e um meio de alcançar a justiça social. Sua metodologia é conhecida por ser pensada nas classes desfavorecidas. Ele defende que a dinâmica de aprendizagem deve estar conectada às experiências de vida dos estudantes. Nesse sentido, o educador deve se colocar em igualdade com o aluno, ou seja, ter humildade e flexibilidade para ouvi-lo, fazendo com que ele se torne um aprendiz ativo. Essa ideia de igualdade é exposta em uma das suas célebres frases, presente no livro Pedagogia da autonomia (1996): “A humildade exprime uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém.” DADOS | Corte em universidades federais afeta pesquisa e auxílio a alunos carentes Fique de olho nas atualidades! Com a pandemia do coronavírus e a crise econômica, as universidades federais sofreram vários cortes no orçamento. Os alunos de baixa renda, que necessitam das políticas de permanência e assistência estudantil, são os mais afetados. Esta matéria do jornal GZH relata a situação e apresenta dados sobre os cortes orçamentários. Veja um trecho a seguir: “Alguns alunos estão em situação bem penosa: entraram na universidade, mas dependem do auxílio para permanecer. Muitos têm pais que perderam emprego durante a pandemia ou, pior, perderam os pais para a covid e ficaram sozinhos com os irmãos. Imagina o desespero de uma pessoa em talvez não conseguir terminar a graduação, a única forma de ter uma vida mais digna — diz Ana Boff de Godoy, chefe do Departamento de Educação e Humanidades da UFCSPA e organizadora da campanha.” (Leia a matéria completa aqui) Além das dificuldades financeiras, lembre-se de que os estudantes de baixa renda também foram os mais afetados no ensino remoto devido à falta de recursos digitais. DOCUMENTÁRIO | Espero tua (re)volta Por fim, o documentário brasileiro Espero tua (re)volta (2019), da diretora Eliza Capai, apresenta um panorama do movimento estudantil no Brasil, com foco nas ocupações realizadas por estudantes secundaristas em São Paulo, no ano de 2015. Nesse ano, os alunos secundaristas ocuparam as escolas e as ruas para protestar, especialmente, contra a reestruturação do sistema educacional estadual proposta pelo governo Alckmin – medida que previa o fechamento de quase 100 escolas estaduais paulistas. Esse movimento inspirou a mobilização estudantil em escolas e universidades públicas que ocorreu em 2016. O filme retrata as inquietações, vivências e a esperança dos alunos por uma educação igualitária e uma

Você já escreveu uma redação sobre “Desafios dos estudantes da escola pública no ensino superior”? Confira o tema da semana! Os estudantes de escola pública, no Brasil, enfrentam dificuldades não apenas para entrar na universidade, mas também após ingressarem nela. Os desafios encontrados por eles são muitos, principalmente em universidades públicas. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Desafios dos estudantes da escola pública no ensino superior”. Texto 1 sobre escola pública Mapa do Ensino Superior aponta maioria feminina e branca O estudante das instituições de ensino superior brasileiras têm um perfil bastante claro: é branco, do sexo feminino, com idade entre 19 e 24 anos, estuda em instituições privadas à noite, fez o ensino médio em escola pública, mora com os pais e tem de trabalhar para ter uma renda de até dois salários mínimos. Tanto nas instituições de ensino superior públicas como nas privadas, a maior parte dos alunos é proveniente do ensino médio público. No caso do ensino superior privado, 68,5% dos alunos vieram do ensino médio público e 31,5% do privado. Já nas instituições de ensino superior público, 60,1% veio do ensino médio público; e 39,9% do ensino médio privado. É o que mostra o Mapa do Ensino Superior no Brasil 2020, divulgado hoje (21) pelo Instituto Semesp. O instituto é ligado ao Semesp, entidade que representa mantenedoras de ensino superior de todo o Brasil. Fonte: agencia brasil Texto 2 Os desafios do aluno da rede pública no ensino superior É inegável que estamos avançando, ainda que não na velocidade ideal, em relação ao aumento da representatividade de alunos oriundos da rede pública no ensino superior, especialmente nas universidades públicas. Sabemos também o quanto o caminho de ingresso deles é árduo e repleto de desafios. Porém, pouco se fala sobre o que acontece quando ingressam na universidade. Infelizmente, o modelo atual de ensino na rede pública não instiga o estudante a ser um agente ativo no processo de aprendizagem. Já na universidade, ou ele é ativo ou haverá uma grande chance de reprovar nas disciplinas. No entanto, a adaptação não é assim tão fácil e, geralmente, leva um tempo para encontrar a forma ideal de estudar. “Nossa, assim que entrei tomei um susto, reprovei em quase 50% das matérias”, diz uma estudante de matemática da Unesp. Somado a isso, enfrentam outra dificuldade: a expectativa dos professores em relação a assuntos que supõem que todos os discentes já saibam. Essa expectativa foi um grande desafio para Geovanna, estudante da Ufscar, como dito por ela: “Acho que uma dificuldade que tive foi que vi que várias pessoas da minha turma sabiam bastante de matérias do ensino médio e muitas dessas matérias são base para estudar outras coisas e eu costumava ficar sem saber algumas vezes coisas básicas nos exercícios e atividades”. É quase como se os professores universitários não soubessem como são as escolas públicas atuais e ainda não estivessem preparados para o novo público que está tomando conta das universidades. Essa expectativa irreal não se resume aos conteúdos, mas também se manifesta de outras formas. Daiane foi aprovada em Direito na USP, e o curso é integral, mas, diferentemente da maioria dos seus colegas, ela também tem outras responsabilidades, como tarefas domésticas. “Eu sinto que os outros estudantes têm muito mais tempo do que eu. Eles sempre leem mais textos, como se não precisassem fazer as mesmas coisas que eu. Cada aula é um baque, e você se sente inferior intelectualmente aos demais”. Ela continua: “Entrei em uma aula, e o professor perguntou se todos tinham lido o texto. A maioria disse que sim, e o professor disse que era um texto tão simples e que dava para ler no almoço, mas na hora do almoço eu faço a comida e arrumo a cozinha. Daí começo a me cobrar e me sentir culpada por meus colegas conseguirem e eu não.” As dificuldades não se resumem somente às diferenças em relação à disponibilidade de tempo. “E já no primeiro semestre os professores passaram livros em inglês que sequer tinham tradução. Isso porque umas dez pessoas de uma turma de 40 falaram que dava para ler, a grande parte que não sabe fica com vergonha ou se sente mal em dizer que não sabe e não consegue”, disse Geovanna, estudante de Direito na UERN. Fonte: dw – make for minds Texto 3 sobre escola pública Dificuldades enfrentadas na vida acadêmica O estranhamento institucional é vivenciado nos primeiros anos da vida universitária; é uma espécie de transição da cultura escolar à cultura universitária. Como bem coloca o aluno, “no 1º ano da universidade senti muita dificuldade, faltava informação de questões fundamentais como acesso a biblioteca, como fazer a busca, a pesquisa em livros, etc.” Esse depoimento reafirma as questões anteriormente expostas, de que o ingresso no ambiente universitário é marcado por uma ruptura em relação aos graus anteriores de escolaridade. Esse aluno faz parte de uma nova dinâmica, de um novo status social que o diferencia dos demais: “Nem tudo é fácil, a gente vai se adaptando”. Conciliar estudos e trabalho é uma das dificuldades apontadas que desmotivam os estudantes. É consenso entre os estudantes que trabalham que o maior inconveniente é a falta de tempo para ler os textos, preparar os trabalhos, estudar para as provas e envolver-se nas atividades internas da universidade. Enfrentar horas de deslocamento da residência ou do trabalho até a universidade também contribui na falta de concentração: “Minha maior dificuldade é com a locomoção. Levo uma hora para ir da minha casa a universidade”.Essa situação é enfrentada tanto pelos estudantes que moram em bairros da cidade como de Municípios vizinhos que vão à universidade todos os dias. Fonte: educere bruc Confira a lista de repertórios sobre o tema “Desafios dos estudantes da escola pública no ensino superior”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a

Você já escreveu uma redação sobre “O mito da meritocracia e as desigualdades sociais”? Confira o tema da semana! Você já ouviu falar em meritocracia? Em poucas palavras, esse conceito afirma que o mérito depende exclusivamente do esforço pessoal do indivíduo, ou seja, que para alcançar o tão almejado sucesso, basta se dedicar bastante e não desistir nunca. Mas será que esse conceito na realidade funciona em um país – e um mundo – com tanta desigualdade social? Essa é a questão principal levantada por críticos e especialistas para justificar o mito da meritocracia e afirmar que essa ideia, na verdade, só reforça injustiças sociais. Foi pensando nesse debate que escolhemos esse tema de redação para você praticar! Vamos lá? Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “O mito da meritocracia e as desigualdades sociais”. TEXTO 1 O mito da meritocracia: entenda como acreditar nele prejudica sua carreira Duzentos e vinte e cinco anos. Esse é o tempo que um brasileiro nascido entre os 10% mais pobres levaria para alcançar a renda média do país — hoje de 1 370 reais. A conclusão é da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo o estudo da instituição, O Elevador Social Está Quebrado? Como Promover a Mobilidade Social, a desigualdade por aqui é tamanha que são necessárias nove gerações para que o membro de uma família desafortunada conquiste uma condição melhor. Crianças cujos pais não completaram o ensino médio, por exemplo, têm apenas 15% de chance de chegar à universidade, probabilidade que sobe para 60% quando pelo menos um deles é diplomado. De acordo com a Oxfam, que luta pelo combate à desigualdade no mundo, o Brasil é o nono país mais desigual do planeta. Quem recebe um salário mínimo hoje, por exemplo, precisa trabalhar 19 anos para ganhar o equivalente a um mês de rendimento do 0,1% mais rico. Fato é que desvantagens no início da jornada podem perseguir uma pessoa ao longo da vida, traduzindo-se não só em salários mais baixos, mas em mortalidade precoce. “A situação socioeconômica influencia o aprendizado, as perspectivas de emprego e até a saúde. Um homem de 25 anos que frequentou faculdade pode esperar viver quase oito anos mais do que seu par de pouca escolaridade. Entre as mulheres, a diferença é de 4,6 anos”, diz o relatório da OCDE, divulgado no ano passado. É dessa perspectiva que a meritocracia vem sendo questionada. O conceito — mistura da palavra latina meritum, “mérito”, com o sufixo grego cracía, “poder” — sugere que o sucesso é determinado única e exclusivamente pelo esforço pessoal. Isso, em tese, coloca o presidente da empresa e o operário da fábrica em pé de igualdade. Mas como comparar o desempenho de um profissional de classe alta com o de um suburbano? Um tem comida farta, o outro pula refeições por falta de dinheiro; um corre para hospitais de ponta quando está doente, o outro enfrenta filas do SUS; um realiza cursos fora do país; o outro faz bicos para complementar a renda. “A meritocracia é um mito. Ela só faria sentido se a sociedade promovesse igualdade de oportunidades educacionais, econômicas e sociais. Não sendo esse o caso, é um jogo de cartas marcadas. Ganha quem larga na frente: os que estudaram em boas escolas e tiveram recursos para acessar livros e bens culturais”, diz Sidney Chalhoub, pesquisador brasileiro e professor de história na Universidade Harvard. Para ele, nivelar a competição no mercado de trabalho, desconsiderando a história, a raça e o gênero, é um equívoco. A questão é que, mesmo controversa, a meritocracia caiu nas graças dos líderes. Está no discurso dos políticos para evidenciar que não há nepotismo nem fisiologismo na gestão pública e na fala dos empresários para mostrar que os sistemas de recompensa são justos. Ganhou a simpatia dos RHs, o vocabulário das startups e os corredores do mundo corporativo. Fonte: abril – entenda como a meritocracia pode prejudicar sua carreira TEXTO 2 Brasileiro defende meritocracia, mas faltam políticas públicas de inclusão Seis em cada dez brasileiros apoiam a ideia de meritocracia e acreditam que os profissionais sejam valorizados exclusivamente por sua capacidade – e não por questões relacionadas a gênero, cor ou sexualidade. Os dados fazem parte de um estudo do IDEIA, instituto de pesquisa de opinião pública, feito com exclusividade para a sexta edição do Brazil Forum UK 2021, evento que é promovido pela comunidade de estudantes brasileiros no Reino Unido. A pesquisa, que ouviu 1.242 pessoas em todo o país, mostra também que para 57% dos entrevistados o governo e as empresas devem promover políticas e programas de incentivo para os grupos menos favorecidos na sociedade, como vagas reservadas para minorias e treinamentos específicos. Apenas 9% são contrárias a essa ideia, enquanto que 34% não sabem ou não concordam nem discordam. “A pesquisa traz um importante elemento de percepção: a dissonância cognitiva entre a expectativa de meritocracia e a falta de políticas de inclusão. Esse tem sido um constante atrito no imaginário da opinião pública”, diz Maurício Moura, fundador do IDEIA e professor da Universidade George Washington, nos Estados Unidos. Essa contradição aparece em dados como o que mostra que, para 51% da população, as políticas de inclusão e representatividade não apenas foquem em incluir pessoas desfavorecidas no mercado de trabalho, mas também as ajudem a alcançar cargos mais altos, como gerências e diretorias. Assim como, 52% acham que é preciso ampliar as atuais políticas de inclusão de negros, mulheres, LGBTQ+ e deficientes físicos nas empresas e instituições de governo. Por outro lado, 35% acham que não deve haver interferência na aplicação de políticas públicas de inclusão tanto no setor público como no privado. O estudo mostra também que os brasileiros também são sensíveis aos fatores que podem reduzir a desigualdade entre as pessoas. Investimento em educação de base é o item mais citado pelos entrevistados, seguido de acesso dos mais pobres a

Já pensou perder pontos na redação do ENEM porque você não se expressou direito, usou uma palavra ou expressão inadequada? Pois é, isso acontece muito. Mas calma! Estamos aqui para te ajudar! Na redação do ENEM, além da banca avaliar se você possui um bom repertório e argumentos consistentes, ela também analisa o seu vocabulário e se você domina a modalidade escrita formal da Língua Portuguesa. Por isso, é importante que você cuide com as palavras. Foi pensando nisso que selecionamos as principais palavras para evitar na redação do ENEM. Confira a seguir! Palavras difíceis Quando falamos que você deve dominar a escrita formal, não significa que você deve escrever difícil, ok? Muitos candidatos usam palavras rebuscadas para impressionar a banca avaliadora, como “hodiernamente” ou “idiossincrasia”. Mas vai por mim, não caia nessa! Na maioria das vezes, o candidato usa uma palavra rebuscada sem saber o seu real significado e ela acaba não fazendo sentido no contexto da redação. Um erro assim, segundo a competência 1, caracteriza-se como um desvio de escolha vocabular. Um caso comum relacionado a esse desvio, segundo o Inep, é quando o candidato escreve uma palavra inexistente derivada de outra que já existe, por exemplo, “registramento” (criada a partir do verbo “registrar”). Evite também o uso de mesóclise, como “vê-lo-ei”. Afinal, cá entre nós, quem utiliza essa colocação pronominal hoje? Opte por palavras que fazem parte do seu dia a dia. Sem floreios! Quanto mais simplicidade e clareza melhor. Combinado? Gírias, interjeições e internetês A segunda dica é: evite gírias, interjeições e “internetês”. Na competência 1, os desvios de informalidade/marca de oralidade também são avaliados. Isso quer dizer que você deve evitar expressões coloquiais e vícios de linguagem, por exemplo: Da mesma forma que você deve evitar interjeições (como “ah”, “poxa”, “hein” e “putz”) e o “internetês”, que se refere à linguagem utilizada na internet, por exemplo, “vc”, “tbm” e “pq”. Então, já entendeu né? Nada de exagerar no formalismo e, muito menos, escrever como se fala! Reduções e abreviaturas Além das expressões informais citadas anteriormente, evite também o uso de reduções e abreviaturas. Esse uso é muito presente na nossa fala e caracteriza uma marca de oralidade. O Inep cita como exemplo algumas reduções comuns, como “tá” e “tão” (que derivam do verbo “estar”). Neste caso, o correto seria utilizar as formas “está” e “estão”, respectivamente. Outros exemplos de reduções são “pra” (para) e “pros” (para os). No caso de abreviaturas, evite o uso de “p/” (no lugar de “para”) ou “c/” (no lugar de “com”). Diminutivos e aumentativos O uso de diminutivos e aumentativos, segundo a competência 1, também entra na lista das palavras que você deve evitar na redação. Por exemplo, “pouquinho” e “muitão”. Estrangeirismos Por conta da globalização, alguns termos estrangeiros – principalmente da língua inglesa – passaram a ser usados com mais frequência entre os falantes brasileiros. Porém, não esqueça que a redação do ENEM avalia o domínio da Língua Portuguesa. Por isso, é necessário que você utilize palavras que são próprias da nossa língua. Muitas vezes, fazemos uso da língua inglesa para uma palavra que até mesmo já existe em português. Como é o caso de e-commerce ou hot dog, por exemplo. Para estes casos, prefira “comércio eletrônico” e “cachorro quente”. Claro, se uma palavra estrangeira for realmente necessária para o contexto do tema proposto você pode utilizá-la. Digamos que você esteja escrevendo uma redação cujo tema se relacione com o home office. Embora você possa utilizar o termo “trabalho remoto”, ou “trabalho em casa” em português, sabemos que o termo home office nos últimos anos tem se tornado mais comum. Enfim, avalie sempre o alcance da palavra. Na dúvida, opte por palavras da nossa língua que não vai ter erro! Palavrões Nunca escreva palavrões ou palavras de baixo calão na redação do ENEM. Isso pode zerar a sua redação! As palavras de “baixo calão” – ou impropérios – são aquelas consideradas ofensivas e grosseiras em qualquer situação. De acordo com o manual do Inep sobre situações que levam à nota zero, por mais que a sua intenção não seja ofender alguém, o uso dessas palavras pode caracterizar “parte desconectada” do texto e zerar a redação. Então, evite-as sempre. Expressões e frases prontas Por fim, evite os clichês! Certamente, você já viu na internet um conteúdo, ou mesmo um especialista em redação, indicando frases prontas e expressões que servem para “qualquer tema”. São frases como estas: Essas frases citadas acima são muito batidas e podem ser vistas como um vício de linguagem. Afinal, quem nunca iniciou uma redação com essas frases? Quanto às expressões prontas costumam reforçar um senso comum ou generalizar uma determinada ideia. Veja alguns exemplos: Essas formas de construção na maioria das vezes expressam uma ideia vazia e podem tirar seus pontos na competência que avalia o repertório. Veja, já sabemos que “a sociedade precisa se conscientizar”. A questão é: mas COMO? Além dessas expressões, como já comentamos neste post, algumas citações de filósofos também já viraram clichês. Sabe aquela citação famosa do Durkheim ou do Bauman? Avalie se ela realmente faz sentido para o contexto do tema. Ao elaborar uma redação do ENEM, você precisa apresentar argumentos e soluções para o problema. Neste momento, é muito importante que os repertórios façam sentido. Então, não se prenda às receitas prontas. Leia bastante, fique por dentro das atualidades e pratique a escrita. Assim, você evita escrever o mais do mesmo e ainda garante aquele notão! E aí, gostou do post de hoje? Agora que você conhece as palavras para evitar na redação do ENEM, que tal conferir outras dicas sobre o que não fazer na redação? Confira agora!

Em 2021, vários fatos importantes da história completam uma data redonda. Essas datas são aquelas que completam 20, 40, 100 anos ou mais. Geralmente, são acontecimentos históricos que ganham mais visibilidade na mídia, recebem homenagens, exposições e a sociedade passa a falar mais sobre elas. E os aniversários históricos em 2021 são muitos. Para você que está se preparando para a prova do ENEM, saiba que estar por dentro dessas datas é uma das primeiras tarefas de casa, viu? Por isso, selecionamos alguns aniversários históricos em 2021 para você ficar por dentro! Mas antes disso, vamos entender como essas datas podem cair na prova do ENEM? Pega já o seu caderno e anota aí! Como aniversários históricos em 2021 podem cair na prova do ENEM Você já sabe que a banca do ENEM é super atenta às atualidades, né? Mas se estamos falando de atualidades, por que um fato que aconteceu há 50 anos atrás é tão importante? A resposta é simples: todo acontecimento histórico teve suas causas e consequências que refletem muito até os dias atuais. Então, não pense que se trata de decorar a data e o acontecimento. É necessário que você consiga conectar os fatos históricos com o contexto da época e, ainda, com o contexto atual. Afinal, essas datas históricas podem cair na contextualização das questões de atualidades e humanidades e no próprio tema de redação. Agora que você já sabe como os aniversários históricos em 2021 podem cair na prova do ENEM, vamos conhecer essas datas? Vem comigo! Manifestações da Primavera Árabe (2011) Há 10 anos atrás, na Tunísia, um vendedor de frutas chamado Mohamed Bouazizi botou fogo no próprio corpo diante do prédio do governo. Esse episódio deu início a uma série de protestos em países do Oriente Médio e do Norte da África, ficando conhecida como Primavera Árabe. Em meio a uma profunda crise econômica, a Tunísia e outros países como o Egito, Líbia, Marrocos e Iêmen protestavam contra o alto índice de desemprego, a corrupção e contra os governos teocráticos autoritários. Essa revolta popular provocou guerras civis, a derrubada de ditadores que estavam há décadas no poder, milhares de mortos e refugiados. Apesar da mobilização por direitos ter sido positiva, segundo especialistas, foram pequenas as conquistas da Primavera Árabe, pois até hoje a população vive em uma democracia fragilizada e em condições de desigualdade social. Outro ponto de destaque da Primavera Árabe é o papel que as redes sociais tiveram nos protestos, uma vez que elas foram a principal ferramenta de comunicação dos manifestantes com o resto do mundo. Atentados de 11 de setembro (2001) Há 20 anos atrás, em 11 de setembro de 2001, aconteceu o maior atentado terrorista da história nos Estados Unidos, provocando a morte de milhares de pessoas. Dois aviões atingiram as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, provocando o desabamento de ambas. Os aviões foram sequestrados e liderados por Osama bin Laden e membros do Al-Qaeda, uma organização fundamentalista islâmica. A intenção do grupo era atingir símbolos do poder norte-americano como uma forma de protestar contra a presença dos EUA na Arábia Saudita, as sanções contra o Iraque e o apoio a Israel. Segundo a BBC, uma das consequências geradas após o ataque foi a chamada “guerra ao terror”, iniciada pelos EUA com o objetivo de acabar com o terrorismo e deixar seus cidadãos seguros. Porém acabou ampliando conflitos e fortalecendo grupos terroristas, como é o caso recente da tomada do Afeganistão pelo Talebã. Um prato cheio para a banca, né? Então se liga! Para ver o vídeo da BBC sobre o dia 11 de setembro de 2001, dá o play a seguir: Fim da Guerra Fria e da União Soviética (1991) Outro data que faz aniversário é o fim da Guerra Fria e da União Soviética, em 1991. Há 30 anos, o conflito político-ideológico entre os Estados Unidos (EUA) e a União Soviética (URSS) chegou ao fim. Essas décadas foram marcadas pela disputa entre duas ideologias diferentes: o capitalismo dos EUA e o socialismo da URSS. A divisão desse mundo bipolar foi representada pelo Muro de Berlim, destruído em 1989. Em paralelo, aconteceram outros conflitos armados que marcaram a história, como a Guerra do Vietnã e a Guerra da Coréia. Essas décadas também são lembradas pelas corridas armamentista e espacial que resultaram na ida do primeiro homem à Lua e o lançamento do primeiro satélite ao espaço, a Sputnik-1. Além disso, houve avanços tecnológicos que influenciaram os dias atuais, como a criação da Arpanet – considerada a precursora da internet. Enquanto isso, no Brasil, acontecia a ditadura militar. O conflito ideológico da época contribuiu fortemente para perseguições contra comunistas no país. Abolição da escravatura na Mauritânia (1981) Você acredita que a escravidão ainda era permitida em um país nos anos 80? Esse é o caso da Mauritânia, o último país a abolir a escravidão. Apesar da abolição, o país considerou a escravidão um crime somente em 2007. Infelizmente, a prática escravagista ainda acontece no país e a população sofre consequências até os dias de hoje. Biram Dah Abeid, um ativista abolicionista, afirma: “A elite e o governo defendem seus interesses para continuar desfrutando dos privilégios indevidos da escravidão. É por isso que o movimento abolicionista é proibido de se manifestar e que as convenções internacionais ratificadas pela Mauritânia não são aplicadas”. No ENEM, algumas questões podem ser relacionadas à data como a discriminação racial, o tráfico de pessoas, escravidão infantil e o trabalho escravo contemporâneo. Coroação do Imperador Dom Pedro II no Brasil (1841) Em 2021 fazem 180 anos que Dom Pedro II foi coroado Imperador do Brasil. Ele tinha apenas 14 anos de idade quando conquistou o Segundo Reinado, por ação do Golpe da Maioridade. Alguns anos antes da coroação, seu pai, Dom Pedro I, abdicou do trono. Após isso, vários governos temporários ficaram responsáveis pelo país, já que o príncipe era uma criança. Devido à instabilidade política,

Você já escreveu alguma redação sobre ”Mobilidade Urbana e acessibilidade”? Confira o tema da semana e escreva o seu texto! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Mobilidade urbana: uma questão de acessibilidade”. TEXTO 1 O Brasil sempre apresentou graves problemas de infra-estrutura para melhorar a segurança e atender às necessidades das pessoas, principalmente as que possuem algum tipo de deficiência física, seja em espaços públicos abertos ou clínicas, escolas e prédios residenciais. A falta de visibilidade às PCD’s é preocupante e é um desafio para a sociedade. De acordo com o IBGE, 24% da população brasileira é composta por pessoas com deficiência física, ou seja, 45 milhões de brasileiros precisam lutar diariamente para ter o mínimo de mobilidade que deveria lhes ser de direito. A maior parte dessas pessoas precisa da cadeira de rodas para se locomover. Fonte: pax bahia – 55 acessibilidade para deficientes físicos TEXTO 2 Para uma pessoa com deficiência, são diversas as barreiras encontradas nos espaços urbanos. Faltam rampas de acesso, edifícios com elevadores, banheiros adaptados e lojas e calçadas niveladas. Além disso, o ambiente caótico e barulhento da metrópole é um campo minado sensorial. É fato que quem possui algum tipo de deficiência é menos propenso a se socializar ou trabalhar por não contar com meios de transporte acessíveis. Além disso, uma cidade que não oferece acessibilidade em sua área urbana perde grandes somas de dinheiro provenientes do turismo e do comércio. Hoje em dia, alguns aplicativos de mapeamento tornam mais fáceis à tarefa de se deslocar por uma grande cidade, medindo o nível de inclinação de ruas importantes e oferecendo rotas alternativas. Isso favorece também idosos e outras pessoas com problemas de deslocamento. A tecnologia também colabora oferecendo um tempo maior na abertura de portas automáticas, corrimãos que flanqueiam ambos os lados de escadas e cadeiras inteligentes. Sistemas sonoros ajudam quem possui problemas auditivos e placas em Braille, sinalizações táteis e outros itens favorecem os deficientes visuais. Muitos locais de uso público, como as estações de transporte por trilhos, também já estão livres de barreiras. Em Washington, capital dos Estados Unidos da América, por exemplo, todas as 91 estações de metrô e ônibus são completamente acessíveis. No Brasil, todas essas necessidades esbarram nas péssimas condições de preservação das nossas vias. Existem normas técnicas em vigor desde 2009 que orientam o cumprimento da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo. Nelas constam alguns pontos importantes para a acessibilidade urbana. Confira: Rampas – a largura das rampas é determinada de acordo com seu uso. A mínima em novas rotas acessíveis é de 1,5 m. Em construções já existentes, ela pode ser de apenas 90 cm, dependendo do projeto; Pisos – os pisos devem possuir superfície regular, firme, estável e antiderrapante. A inclinação transversal máxima da superfície pode ser de 2% para pisos internos e 3% para pisos externos. Inclinações maiores que 5% são rampas. É necessário evitar que as cores e estampas dos pisos causem qualquer sensação tridimensional nos usuários; Rotas – nas edificações e aparelhos públicos, todas as rotas devem ser acessíveis, inclusive as que interligam departamentos diferentes alocados em um mesmo prédio. A separação entre as diversas rotas acessíveis não pode ser maior que 50 m. A sinalização das entradas acessíveis é imprescindível. Fonte: watplast – acessibilidade urbana veja os principais desafios no desenvolvimento – adaptado TEXTO 3 O conceito de “acessibilidade para toda a população” abrange tipos diversos de pessoas, com capacidades e necessidades distintas – há os com deficiência visual ou auditiva, e também aqueles em cadeira de rodas. Portadores de alguma deficiência física representam de 10 a 12% da população mundial (cerca de 700 a 800 milhões). Destes, 80 a 90% vivem em países em desenvolvimento; dos que têm idade para trabalhar, 80 a 90% permanecem desempregados. Na cidade de São Paulo, estima-se que existam 4,5 milhões de deficientes físicos (o número correto sairá no final de dezembro, com o resultado do Censo-Inclusão, lançado em março pela prefeitura). Dada sua condição, a grande maioria destas pessoas depende do transporte público para chegar aos locais de trabalho e lazer. Tudo isso numa cidade repleta de barreiras físicas – sistêmicas (da infraestrutura) e atitudinais (geradas pelas pessoas). Nossa compreensão do que seja deficiência também vem evoluindo. Cada vez mais, entende-se a deficiência física não somente como uma condição estática: a deficiência – e o seu grau de gravidade – depende do ambiente em que se vive. Ou seja, se a cidade der condições a alguém em cadeira de rodas de sair de casa e retornar, em tempo razoável, de um trabalho digno, e após essa jornada ir ao cinema e achar um bom lugar para assistir ao filme, é possível dizer que essa deficiência já não é tão grave. Da mesma forma, quando a cidade não é acessível, qualquer deficiência se torna mais séria, e multiplicam-se os danos econômicos e morais que afligem o deficiente: a pessoa com idade para trabalhar não consegue chegar no trabalho, e a criança deixa os estudos porque não há escola acessível. Fonte: watplast – acessibilidade urbana veja os principais desafios no desenvolvimento Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Mobilidade urbana: uma questão de acessibilidade”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!
Quer saber o que é a sintaxe e por que você deve estudá-la para Enem, vestibulares ou concursos? Confira este artigo! Muitos alunos ficam desesperados quando, mesmo não cometendo erros de acentuação, ortografia, pontuação, etc., não recebem o desejado nível 5 na competência 1. Isso porque, além dos desvios, esse critério avalia também a sintaxe da sua redação, que, por muitos, é considerada um bicho de sete cabeças. Afinal, o que é sintaxe? Sintaxe é o estudo da oração. Por meio dela, classificamos a função sintática que uma determinada palavra tem em um contexto específico. Por conta disso, a decoreba não vai lhe ajudar quando se trata do estudo da sintaxe, pois uma mesma palavra pode, em uma oração, ser classificada como sujeito e, em outra, como objeto, por exemplo. Vamos a um exemplo bem simples: Na oração A, a palavra “café” ocupa a função sintática de sujeito. Já na oração B, ela é um objeto direito. Outro ponto importante, então, é não confundir morfologia e sintaxe. A morfologia estuda a formação, a estrutura e a classificação das palavras. É ela quem separa os termos em classe: substantivo, verbo, adjetivo, pronome, artigo, numeral, preposição, conjunção, interjeição e advérbio. Quando você compreende que gramática não é tudo uma coisa só, afinal, existem subáreas nela, o estudo fica mais fácil. Do contrário, a chance de ficar confuso porque uma questão de prova chama a palavra “café” de sujeito (sintaxe) e outra chama de substantivo (morfologia) é bem grande. Por que estudar sintaxe? Você tem problemas ao usar a vírgula e passou a vida inteira ouvindo que ela serve para fazermos uma pausa? Lamentamos informar, mas você foi enganado. Ok, fazemos, sim, uma pausa quando nos deparamos com o sinal gráfico “,”, mas a razão de ele existir em determinados contextos e ser proibido ou facultativo em outros é a sintaxe, e não a nossa necessidade de pausar a leitura. Quem nunca ouviu a frase “não se separa sujeito e predicado com vírgula”? Para quem não tem conhecimento sobre esses dois elementos sintáticos, trata-se de uma informação vazia, não é mesmo? Então, dominar a sintaxe é essencial para fazer bom uso da vírgula. Além disso, estudar o período composto – tanto por subordinação quanto por coordenação – permite que você escreva períodos mais bem elaborados e complexos, o que é uma exigência do ENEM. Como dito anteriormente, ainda que não tenha desvios, uma redação não alcança a nota máxima na competência 1 se não apresentar fluência sintática. Um exemplo claro disso é o fato de um texto em que a maior parte dos parágrafos tem um só período não passar do nível 3 na competência 1. Por fim, não podemos nos esquecer das questões objetivas cobradas em concursos e vestibulares. Ao longo dos anos, muitas provas mudaram a forma com que cobram o conteúdo de gramática, que passou a ser aplicado aos textos e muito mais focado na interpretação deles. No entanto, especialmente nos concursos, algumas bancas ainda prezam pelo modelo mais tradicional de prova, o qual costuma ser muito mais “gramatiqueiro”. Nesses casos, ter conhecimento sobre sintaxe é muito importante. Mas, afinal, como estudar essa área de gramática? Nossa dica é que você comece pela revisão do período simples. Reveja os termos essenciais da oração (sujeito e predicado), os termos integrantes (agente da passiva, complemento nominal e complemento verbal de verbos transitivos – objeto direto e indireto) e os termos acessórios (adjunto adnominal, adjunto verbal, aposto e vocativo). Não se esqueça, é claro, de fazer exercícios de classificação sintática e já aproveita para também resolver questões sobre o uso da vírgula. É preciso lembrar que a Língua Portuguesa tem uma ordem direta, também chamada de ordem natural: sujeito + verbo + complemento + adjunto adverbial. Se tal sequência for “bagunçada”, é preciso sinalizar a mudança com uma vírgula. Estar ciente disso é um passo muito importante para a compreensão desse conteúdo. Agora, você já pode ir mais além: chegou a hora de estudar o período composto. Comece pelas orações coordenadas, que são sintaticamente independentes, e depois estude as orações subordinadas, as quais mantêm uma dependência sintática entre si. Ao compreender isso tudo, será possível esbanjar uma fluência sintática de dar inveja e evitar as justaposições, os períodos longos e os truncamentos. Assim, o nível máximo na competência 1 estará cada vez mais perto. Quer receber as suas redações corrigidas por nossos professores? Acesse nosso site e adquira AGORA o seu plano!

Quer saber mais sobre energias renováveis como mecanismo de sustentabilidade? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! A adoção de fontes renováveis de energia vem sendo discutida desde a década de 1970. Em 1997, com a elaboração do Protocolo de Quioto, foram tomadas medidas para a redução de mudanças climáticas e de gases de Efeito Estufa. Uma das medidas para isto é a adoção das fontes renováveis de energia, para diminuir impactos ambientais e promover desenvolvimento sustentável. Como este é um tema de muita importância, decidimos abordá-lo aqui! Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o TEMA DE REDAÇÃO DA SEMANA, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! FILME | O Menino que Descobriu o Vento O filme da Netflix mostra a história de William KamKwamba, um garoto cujo maior sonho é poder estudar. Mas, por conta de várias dificuldades que sua família vem passando, ele precisa abandonar a escola que tanto ama. Além disso, nos deparamos com o problema da seca na região onde William vivia. Através da sua força de vontade e resiliência, o garoto conseguiu um grande feito: um moinho de vento capaz de bombear água que, por sua vez, ia direto para as plantações, garantindo assim o sustento da família. Pegue sua pipoca e seu caderno e curta o filme! ARTIGO | Etanol, biodiesel e eólica como fonte renovável de energia para diminuir impactos ambientais e a sustentabilidade no Brasil Este artigo, como o próprio nome sugere, aborda a importância do uso de etanol, biodiesel e energia eólica no Brasil. É interessante destacar, acerca da energia eólica, que a conversão da energia cinética dos ventos em mecânica vem sendo utilizada há mais de 3000 anos! Pegue seu caderno e leia o artigo com calma, destacando os dados que forem relevantes. MATÉRIA | Legislação e papel das energias renováveis no Brasil Sugerimos a leitura desta matéria para que você conheça a legislação brasileira que envolve as energias renováveis. É importante realizar a leitura com calma e construir uma linha do tempo contendo as principais leis e diretrizes sobre o assunto. DOCUMENTÁRIO | Futuro Energético (2010) Existe uma urgência sobre a definição de novos caminhos e a busca por novas alternativas quando se trata de matriz energética, e esse cenário é amplamente explorado pelo documentário “Futuro Energético” (Powering the Future – The Energy Planet, 2010), produzido pelo Discovery HD Showcase. No documentário, são descritas as principais alternativas de fontes para geração de energia: eólica, solar, hidrelétricas e energia geotérmica. Apresentado pelo cientista cinegalês M. Sanjayan, da organização The Nature Conservancy e com participação do físico Michio Katu, da City College of New York, o documentário traz um cenário de desequilíbrio e inconsistência entre o consumo e a geração de energia e busca promover uma reflexão sobre o estilo de vida extrativista do planeta e a importância da diversificação das fontes de energia. DOCUMENTÁRIO | Power – O Poder por trás da Energia (2015) Este documentário foi produzido pelo History Channel e trata sobre a história de importantes nomes que dedicaram suas vidas para encontrar novas formas de se obter energia. Nikola Tesla, Alexander Graham Bell, Eugene Mallove e Rudolf Diesel são alguns desses nomes que usaram sua criatividade e conhecimento para desenvolver novas técnicas de geração de energia. Através de entrevistas, materiais de arquivos e recriações, o documentário não apenas explica a trajetória desses grandes nomes, como também retrata os interesses obscuros que estavam por trás da descoberta de novas formas de geração de energia. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Agora, é hora de botar a mão na massa e escrever o seu texto! Não se esqueça de enviá-lo em nossa plataforma após finalizá-lo: nossos professores corrigem redações em até 3 dias úteis!
Os artigos sobre “Topo de funil” são um ótimo ponto de partida para desenvolver suas habilidades de escrita. Para ir além, conte com a correção detalhada de professores especializados que vão analisar sua redação em até 24 horas, com feedback personalizado nas 5 competências do ENEM.
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