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    Energias renováveis como mecanismo de sustentabilidade | Tema de redação

    Por Misraely Wolfart
    26 de agosto de 2021
    15 min de leitura

    Atualizado em 06/01/2026

    energia solar e eólica
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    1. Você já escreveu alguma redação sobre ”Energias renováveis como mecanismo de sustentabilidade”? Confira o tema da semana e escreva o seu texto!
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    Você já escreveu alguma redação sobre ”Energias renováveis como mecanismo de sustentabilidade”? Confira o tema da semana e escreva o seu texto!

     

    Os conceitos “sustentabilidade” e “desenvolvimento sustentável” vêm sendo debatidos desde a década de 1970. De lá para cá, muitas áreas da sociedade foram se adaptando a estes conceitos. A legislação, por exemplo, é uma delas. Devido à importância deste assunto, decidimos trazer um tema que fale a respeito das energias renováveis.

    Leia os textos motivadores  a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Energias renováveis como mecanismo de sustentabilidade”.

     

    TEXTO 1

     

    Desenvolvimento Sustentável e Energias Renováveis

    O desenvolvimento sustentável é caracterizado por ações que não comprometem as gerações futuras, como um sistema de desenvolvimento global, que se preocupa com a quantidade de extração de matéria-prima, impactos ambientais, entre outros. Sendo assim, o exercício da sustentabilidade defende que as necessidades de satisfazer suas vontades atualmente não podem prejudicar seus filhos, netos e bisnetos, por exemplo.

    Enquanto isso, as energias renováveis, basicamente, possuem origem a partir de recursos naturais que são constantemente reabastecidos, como o sol, vento, água, marés e ondas. No entanto, um tipo de energia renovável não é, necessariamente, uma energia sustentável, visto que ela precisa ser inesgotável. Portanto, a sustentabilidade trata-se apenas de uma forma de manter o desenvolvimento energético atual, podendo esgotar a qualquer momento.

    Desta forma, o desenvolvimento sustentável só é estabelecido a partir da harmonia entre três eixos essenciais: ambiental, social e econômico. Para sua evolução, tanto as energias renováveis quanto as sustentáveis são responsáveis por medir o uso de recursos naturais, bem como preservar o meio ambiente, a fim de alcançar um nível de desenvolvimento ambiental, social e econômico favorável.

     

    Energia e Sustentabilidade: Entenda a importância

     

    Quando pensamos em energia e sustentabilidade, devemos considerar a importância da união desses dois fatores nos dias atuais. Desta forma, a utilização de fontes de energia renováveis é fundamental para que as gerações futuras não sejam afetadas, uma vez que os recursos não se esgotam e estão disponíveis gratuitamente.

    A sustentabilidade possui um papel muito importante não só como fator principal na geração de energia limpa como também em questões sociais, econômicas e ambientais. Sendo assim, além de contribuírem para a diminuição dos impactos ao meio ambiente, as fontes renováveis auxiliam na economia das contas de luz em até 95%, o que permite que localidades de baixa renda tenham acesso à energia elétrica.

    Além disso, tanto o espaço urbano quanto rural têm crescido amplamente, o que implica na maior utilização de energia convencional, auxiliando cada vez mais em questões como a emissão de gases poluentes, desmatamento e aquecimento global. Portanto, o aproveitamento de recursos renováveis é essencial para a manutenção do nosso planeta de modo sustentável, garantindo um futuro com segurança energética para nossos familiares.

    Neste sentido, utilizar tipos de energia limpa, como a solar, significa pensar adiante e contribuir para que, a longo prazo, os índices de poluição e espalhamento dos gases de efeito estufa diminuam e não afetem a nossa atmosfera. Isso fará com que as paisagens naturais não sejam alteradas, além de manter a constância de fatores climáticos, que são muito importantes para a geração de energia fotovoltaica, por exemplo.

     

    Exemplos de sustentabilidade no dia a dia:

     

    Economizar energia e água.

    Reciclar lixo.

    Fazer compostagem.

    Reutilizar água.

    Escolher materiais reutilizáveis.

    Separar óleo de cozinha para doação.

    Reduzir utilização de carros e motos.

    Utilizar casas ecológicas.

    Implementar políticas sustentáveis em empresas.

     

    A energia sustentável no mundo

     

    Você sabia que:

    Em 2012 a Organização das Nações Unidas – ONU elegeu 2012 como o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, no mesmo ano que aconteceu a Rio+20.

    De acordo com um estudo americano do ‘Brookings Institute’, a energia sustentável cria até 3 vezes mais empregos do que os combustíveis fósseis.

    De acordo com o mesmo estudo, o salário das pessoas que trabalham com energia sustentável é, em média, 13% maior em relação a média nacional.

    O setor de energia sustentável no Brasil está crescendo, em média, 20% ao ano. O de energia solar deve crescer por volta de 300% em 2016 e continuar um crescimento acelerado nas próximas décadas.

    Fonte: portal solar

     

    TEXTO 2

     

    Você já parou para pensar em quanta energia gasta todos os dias? E não só na forma de eletricidade, mas também de combustível fóssil, como a gasolina e o álcool. Bilhões de pessoas provavelmente também não fazem essa reflexão, o que aumenta consideravelmente o consumo energético ao redor do mundo. Como a maioria desses recursos não é infinito, aumenta também a necessidade de pensarmos em energias renováveis.

    Esse é um tema bastante recorrente, mas que ainda é surpreendentemente pouco esclarecido. Basta andar pela sua cidade e ver quantas pessoas realmente utilizam esses tipos de fonte de energia no dia a dia. Dependendo de onde você mora, inclusive, pode ser algo completamente fora da realidade. Porém, com as smart cities se tornando uma tendência para diversos negócios, esse tipo de solução tende a deixar de ser um luxo para se tornar uma obrigatoriedade.

    Se você ainda não está informado sobre esse tema, é melhor se atualizar! Continue lendo e veja tudo que precisa saber sobre formas alternativas de energia e como elas são aplicadas.

     

    Entendendo o que são as energias renováveis

     

    Como o nome já deixa a entender, estas são fontes de energia que, para todos os efeitos, não se esgotam. Isso faz algumas pessoas acharem que elas estão disponíveis 100% do tempo, mas não é bem assim que funciona. A verdade é que essas fontes de energia passam por uma renovação constante, indo do fim ao começo da cadeia ao longo do tempo.

    Pense em como os recursos naturais funcionam em ciclos. A água do mar gera chuva, que nutre nascentes, rios e outras fontes que usamos para beber. Os animais se alimentam e os restos voltam à terra, fertilizando o solo e as plantas, garantindo que tudo seja aproveitado.

    O mesmo princípio se aplica à energia renovável. Desde que o consumo não exceda o limite do que a natureza pode produzir em determinado intervalo de tempo, aquela fonte é, para todos os efeitos, inesgotável.

     

    Os 6 tipos de energias renováveis

     

    Existe bem mais do que uma fonte de energia disponível no mundo, sendo mais de uma delas renovável. Dependendo do lugar em questão, das condições climáticas e dos recursos disponíveis, algumas serão mais rentáveis do que outras, claro, mas sempre haverá mais de uma opção. Isso evita que dependamos demais de uma fonte só e fiquemos sem energia quando ocorrer qualquer problema.

    Dito isso, é melhor você conhecer suas opções. Veja aqui uma pequena lista com os principais tipos de energias renováveis e como elas funcionam:

    1. Energia eólica

    Já viu aquelas hélices enormes que ficam em campos no meio do nada ou do mar? Aquilo são captadores de energia eólica, a eletricidade gerada pelo vento. Bem, não diretamente por ele, mas sim pelo movimento que ele provoca nessas estruturas. Considerando que alguns lugares recebem vento intenso 24 horas por dia o ano inteiro, é fácil entender por que essa é uma fonte renovável.

    Seu funcionamento é simples: há uma turbina geradora no centro da hélice, um mecanismo que usa correntes magnéticas para conduzir carga. Quando ele gira pelo efeito do vento, essa corrente começa a acumular carga, a qual é transmitida por cabos até o seu destino.

    O melhor é que você pode aplicar esse mecanismo em menor escala, com aparelhos pequenos. Em alguns casos, é suficiente para suprir parte da energia em uma casa.

    2. Energia solar

    A energia solar deve ser a fonte de energia limpa mais famosa em todo o mundo. E o melhor é que ela pode ser aplicada em praticamente qualquer lugar (que não fique nublado a maior parte do tempo).

    Mais uma vez, o nome é bem explicativo. Trata-se de energia elétrica gerada por meio da luminosidade do sol. Essa é captada por painéis fotovoltaicos, os quais convertem a luz em eletricidade diretamente. Simples, prático e praticamente sem perda.

    Seu impacto é mínimo, tanto em instalação quanto manutenção. Basta manter a superfície limpa e sempre voltada para a luz do dia. Hoje em dia, não é difícil encontrar casas que usam um sistema assim para aquecer água do chuveiro ou suprir algumas lâmpadas.

    3. Energia hidrelétrica

    Outra integrante bem famosa da lista de energias renováveis, mas que exige um pouco mais para ser devidamente utilizada. O funcionamento é bem parecido com a energia eólica. Turbinas, rotação, corrente elétrica, etc. O que muda é a origem de tudo isso, que passa do vento para o fluxo da água.

    Para gerar o nível de energia que as grandes cidades usam todo dia, é necessário mais do que a força de um rio. Você precisa acumular uma grande quantidade de água e liberá-la nas turbinas quando estiverem com o máximo de pressão.

    Para isso servem as represas. Elas retêm a quantidade de água necessária, de rios ou chuva, e liberam tudo de uma vez. E essa água toda ainda pode ser tratada e consumida normalmente.

    4. Energia geotérmica

    Já parou para imaginar a quantidade de energia que existe acumulada debaixo da crosta terrestre na forma de calor? Basta pensar em lava e você já terá uma boa noção. Diante disso, algumas pessoas pensaram em usar todo esse calor para gerar eletricidade.

    Para alimentar uma máquina a vapor ou de combustível fóssil, é necessário aquecer um líquido e usar seu vapor para impulsionar o sistema. Esse, por sua vez, transforma toda a energia da pressão em algo mais, como movimento ou eletricidade. Nas usinas geotérmicas, a fonte de calor inicial é o próprio magma, o qual evapora a água e movimenta o mecanismo.

    Essa fonte é renovável por 2 motivos:

    não falta calor em vulcões e outras fontes de magma;

    a água usada para mover as engrenagens pode ser recuperada e reutilizada.

    O único inconveniente, nesse caso, é que a usina precisa estar localizada em algum lugar com acesso direto à fonte geotérmica, que são alguns dos locais mais inóspitos do mundo.

    5. Energia de ondas e marés

    Acredite ou não, a ondulação das águas também é uma ótima forma de gerar energia elétrica — na realidade, quase tudo que cria movimento constante pode ser usado dessa forma.

    O que acontece aqui é um pouco parecido com a energia eólica e hidrelétrica. Movimento, corrente elétrica e tudo mais. A diferença é que o movimento não ocorre em uma só direção, mas acompanha o ritmo das ondas.

    É um pouco complicado explicar o sistema, mas ele não é nada fora da realidade. São posicionadas algumas boias na água, as quais são ligadas às peças que geram energia. O movimento das ondas e o movimento das marés fazem as boias se moverem, o que move também todo o resto do mecanismo e gera a energia.

    Infelizmente, essa é uma fonte um tanto impopular de produção energética, pois é difícil construir uma usina assim, e ainda mais mantê-la. Só os custos para lidar com os danos provocados pela água acabam completamente com o projeto. Mas talvez seja só questão de tempo até alguém inventar a tecnologia necessária.

    6. Energia de biomassa

    Claro, mesmo para energias renováveis não é possível evitar totalmente os combustíveis queimáveis. Felizmente, a biomassa ainda é a maneira mais barata e eficaz de fazer isso com o mínimo de impacto possível.

    Você provavelmente já viu alguns cozinheiros que, em vez de jogarem certos restos fora, como talos e cascas, eles utilizam esses materiais para outras coisas. Praticamente nada é desperdiçado. O objetivo da biomassa é bem parecido: usar os restos de material orgânico, geralmente subprodutos do agronegócio, como combustível de queima no lugar de outras opções, como a gasolina ou o próprio biodiesel.

    O resultado não é necessariamente uma fonte de energia mais eficiente, mas sim um aproveitamento muito melhor da cadeia produtiva de um setor e dos seus recursos.

     

    Como esse recurso funciona na prática?

     

    A renovação de energia é uma máxima em toda a natureza. Porém, a questão para nós aqui é: como podemos aproveitar esse princípio para desenvolver melhor o nosso espaço urbano e amenizar nosso impacto no mundo? Afinal, nenhum recurso é realmente útil se não pode ser aplicado com o mínimo de funcionalidade.

    Com isso em mente, vamos ver aqui 3 pontos importantes para o funcionamento das energias renováveis:

    1. Instalação/obtenção

    Tudo começa ou com a criação de um sistema que possa aproveitar uma fonte de energia natural ou que possa coletar o material em si. Essa frase soa muito estranha? Basicamente, ela diz que, para ter energia hidrelétrica, você precisa de uma turbina em um fluxo de água. Para usar energia de biomassa, alguém tem que catar todos os restos de plantas.

    O custo inicial de instalação, geralmente, é o que atrasa essas fontes de energia. Mesmo para as mais baratas, muitas pessoas não estão dispostas a colocar um pouco mais de capital em alguns painéis solares, por exemplo. Mas lembre-se: pensar em longo prazo é o mais importante.

    2. Manutenção

    O segundo ponto é a manutenção da sua fonte renovável. Quanto você tem que gastar para mantê-la funcionando? A forma de manutenção causa danos ao meio ambiente ou consome mais energia do que você precisa para mantê-la?

    Felizmente, a maior parte das energias renováveis supera, e muito, as suas contrapartes tradicionais. Uma vez instaladas, é bem mais fácil e barato mantê-las de pé. Se você se planejar adequadamente, o tempo de vida do equipamento em questão será mais do que suficiente para compensar o investimento inicial.

    3. Produção de energia

    Por fim, é importante lembrar o quanto você tira em comparação com o seu investimento. Se você precisa gastar X de energia para criar um sistema e ele só te oferece X/2 de retorno ao longo de toda sua vida, então certamente não é o que você precisa.

    Seria o caso de alguém que pagou caro em um sistema fotovoltaico de alta qualidade, mas o instalou em um lugar onde o céu fica nublado quase o ano inteiro. Seu aproveitamento será tão baixo que dificilmente vai justificar a compra inicial.

    Fonte: richter gruppe

     

    TEXTO 3

     

    Oitenta e um porcento da atual oferta energética mundial, estimada em 11.435 milhões de toneladas equivalentes de petróleo, é baseada nos combustíveis fósseis (IEA, 2007). As mudanças climáticas decorrentes das emissões dos gases de efeito estufa apontam uma crise ambiental em escala planetária sem precedentes.

    Neste contexto, as energias renováveis aparecem como alternativa para reduzir os efeitos dessa crise. Entretanto, é extremamente difícil prever-se que essas fontes possam ser capazes de substituir a energia fóssil em um futuro próximo.

    A esse respeito, as perspectivas estão longe de ser animadoras. As previsões para 2030 apontam para um cenário tendencial em que o petróleo manterá uma participação de 35% da oferta energética mundial, enquanto o carvão mineral responderá por 22% e o gás natural por 25% (2).

    Por seu turno, as assim denominadas fontes renováveis – hidráulica, biomassa, solar, eólica, geotérmica –, que atualmente respondem por 12,7% da oferta energética mundial, poderão chegar a não mais do que 14% da oferta em 2030 (2).

    Estima-se que o potencial eólico bruto mundial, seja de ordem de 500.000 TWh/ano (terawatt-hora por ano), o que significa mais de 30 vezes o atual consumo mundial de eletricidade. Desse potencial, no mínimo 10% é teoricamente aproveitável, o que corresponde a cerca de quatro vezes o consumo mundial de eletricidade.

    Por seu turno, estima-se a existência de 2 trilhões de toneladas de biomassa no globo terrestre, ou seja, cerca de 400 toneladas per capita, o que, em termos energéticos, corresponde a oito vezes o consumo mundial de energia primária, hoje da ordem de 400 EJ (exa-joules) por ano. Projeções da Agência Internacional de Energia (IEA) indicam que o peso relativo da biomassa na geração mundial de eletricidade, deverá passar de 10 TWh em 1995, para 27 TWh em 2020.

    No contexto internacional, os esforços na direção da ampliação da participação das energias renováveis são hoje objeto de um intenso debate. Particularmente no que se refere aos biocombustíveis, as controvérsias alcançam maior vigor nas discussões que opõem a expansão das monoculturas à produção alimentar. No que se refere à geração de eletricidade, a principal questão reside nos altos custos das fontes alternativas em relação às fontes tradicionais, o que impõe a necessidade da implementação de diversas estratégias de apoio a essas fontes, via-de-regra baseada na adoção de subsídios.

    No Brasil, esse debate também se apresenta de forma aguda. Segundo dados preliminares do Balanço Energético Nacional (BEN, 2007) cerca de 45,8% da Matriz Energética do Brasil é renovável, frente aos 12,7% correspondentes à oferta energética mundial, como já assinalado. No entanto, 75% da energia elétrica do país é gerada em grandes usinas hidrelétricas, o que provoca significativos impactos ambientais, tais como o alagamento dessas áreas e a conseqüente perda da biodiversidade local. Os problemas sociais não são menores, como o da remoção de famílias das áreas atingidas pelos empreendimentos hidrelétricos. Cerca de 250 mil famílias, ou quase um milhão de pessoas já foram expulsas de suas terras, sendo que menos de 10% receberam algum tipo de indenização.

    Por seu turno, a lenha e carvão vegetal que representam 12% da oferta energética nacional, são entendidos como fontes renováveis, muito embora nesta conta não se considere a proporção ainda relevante da lenha e do carvão vegetal obtidos da mata nativa.

    Ainda, 15,7% correspondem aos derivados da cana-de-açúcar (etanol e bagaço) obtidos a partir da atividade sucroalcooleira, cujos problemas sociais e ambientais não podem ser desprezados.

    Fonte: ciencia e cultura

     

    TEXTO 4

     

    Fonte:cantinho literario sos rios do brasil

     

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    Misraely Wolfart. Energias renováveis como mecanismo de sustentabilidade | Tema de redação. Redação Online. Publicado em 26/08/2021.

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