811 artigos publicados sobre “Topo de funil” no Blog do Redação Online.
Navegue pelos conteúdos abaixo para aprofundar seus conhecimentos sobre este tema. Cada artigo traz análises, exemplos práticos e repertórios que podem ser utilizados na sua redação do ENEM, vestibulares e concursos públicos.

A crise sanitária impactou a sociedade, no entanto a pandemia na vida das mulheres impactou ainda mais. Veja os repertórios para o tema! Embora todo campo social que tenha sido atingido pelos efeitos da crise do coronavírus, a pandemia causou ainda mais transtornos para um grupo social específico. Isso se deve a inúmeros fatores, conforme você viu nos textos motivadores do tema “Os impactos da pandemia na vida das mulheres“. O trabalho em home office, além da dupla jornada com os afazeres da casa – ainda delegado a elas em muitos lares -, os filhos sem escola. Além disso, muitas sofreram violência doméstica. Ainda, para completar, a preocupação com a vida e a doença, o que afeta a saúde mental. Assim, cabe refletir sobre o assunto e pensar soluções a esse problema da atualidade. Para ajudar você escrever uma boa redação sobre esse tema, selecionados alguns repertórios para ajudar na argumentação! Leia-os, assista-os, faça anotações. Ah, e não se esqueça: faça a sua própria pesquisa, hein? Um texto bem fundamentado está a um passo de ser uma redação nota mil! 1. Artigo: 2020: o ano da pandemia e seu impacto nas mulheres, pessoas negras e LGBT+ Acesse o site Gênero e Número que, em dezembro de 2020, publicou uma matéria bem completa, com dados, mapas, gráficos e diversas informações sobre o impacto da pandemia entre os grupos minoritários, entre eles as mulheres. Um dado interessante para dicussão, por exemplo, é que, na linha de frente dos profissionais da saúde, as mulheres negras – em geral técnicas de enfermagem ou agentes comunitárias de saúde – são as mais expostas ao risco de contágio. Além disso, são elas que menos treinamento, orientação e equipamentos de proteção recebem. Então, que tal pensar sobre isso no seu texto? Ainda se relacionando ao nosso tema, o canal no Youtube da Gênero e Número tem um vídeo que traz um retrato das mães solo na pandemia. Assista-o para conhecer essas estatísticas. O vídeo tem menos de 2 minutos! https://youtu.be/3OvP8k0EI1Q 2 Vídeo: Pesquisa revela que mulheres sofrem mais com a pandemia Nesta reportagem do Hoje em dia, você encontra a exemplificação de algumas das dificuldades vistas nos textos motivadores do nosso tema. Portanto, é interessante que você assista essas histórias de vida e, assim, utilize-as como exemplo na argumentação da sua redação. Dê play agora mesmo!https://youtu.be/a9D_TssBRj0 3. Vídeo: Violência contra a mulher em tempos de pandemia Presente, infelizmente, todos os dias na nossa sociedade, a violência assombrou ainda mais a vida das mulheres durante a pandemia. Tendo sido tema do Enem em 2015, a violência contra a mulher ainda persiste. No canal da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade no Youtube, você encontra um vídeo curto que ajuda a pensar sobre essa problemática, que não atinge apenas as brasileiras. Confira!https://youtu.be/lFJPAq960sg 4. Vídeo: Desemprego entre mulheres é maior na pandemia A Band Jornalismo também esteve atenta aos impactos da pandemia na vida das mulheres. Nesta reportagem, o foco é o desemprego, que atingiu de forma mais severa a população feminina. Então, para elas, a retomada às atividades, mesmo com os planos de reabertura, será mais lenta. Se você não sabia que isso estava acontecendo, não deixe de assistir, combinado?https://youtu.be/HG-bs6sR58g 5. Vídeo: Pandemia agrava sobrecarga das mulheres no trabalho doméstico A TV Cultura, por sua vez, trouxe um olhar sobre o fato de as mulheres estarem com uma carga de trabalho doméstico superior às 10h a mais dedicadas a isso que os homens, normalmente. Pois é, não basta estar sob uma pandemia, sofrer ameaça de violência e ter dificuldades em manter o emprego. Além disso tudo, as mulheres ainda são atingidas pelo excesso de atribuições em suas casas. Certamente, isso reflete os problemas relacionados às diferenças de gênero que ainda persistem na sociedade. Dessa forma, a matéria ajuda a pensar sobre essa situação e seus efeitos.https://youtu.be/8sJ585qbqOk 6. Entrevista: Psicoterapeuta fala sobre a intensificação da sobrecarga sob as mulheres/mães na quarentena Complemente as informações da matéria anterior assistindo a esta entrevista com a psicoterapeuta Pollyana Esteves. Além de mostrar os efeitos de tantas atividades extras para as mulheres, ela aponta maneiras de cuidar da saúde mental. Portanto, não deixe de assistir. Afinal, quem sabe não surge uma ideia de proposta de intervenção daqui, hein?https://youtu.be/r4P1s3UVceU 7. Site: Mulheres na pandemia Finalizando as nossas indicações, acesse o site Mulheres na pandemia e encontre informações bem detalhadas sobre a situação desse grupo social na crise causa pela Covid-19. Além de ler o conteúdo on-line, você ainda pode baixar o relatório da pesquisa “Sem parar”, que buscou identificar a situação de trabalho e da vida das mulheres durante a pandemia. Trata-se de uma carta para você ter na manga, afinal, quem não gosta de usar dados estatísticos nos textos? Então, agora é com você! Hora de colocar a mão na massa, fazer um bom projeto de texto para tema Os impactos da pandemia na vida das mulheres e, assim, arrasar no desenvolvimento da sua redação! Lembre-se de usar esses repertórios de modo produtivo. Temos certeza de que você consegue! Ah, e se precisar de ajuda com correção, conte com a gente! Nada como o olhar de uma equipe especialista em redações para melhorar a sua escrita. Portanto, conheça nossos planos agora mesmo! Até a próxima!
Agora que todas as etapas do Enem 2020 encerraram, confira a análise dos três temas de redação e fique de olho nas tendências da prova! Marcado por uma pandemia, adiamento, confusões nas salas de provas e recordes de abstenção. Assim foi o Enem 2020. Certamente, não foi fácil para os estudantes a preparação para as provas. Porém, com a reaplicação que aconteceu nesta semana, enfim essa etapa encerrou. Agora, é o momento de avaliar as lições aprendidas nesse período e aguardar os resultados. Para ajudar a refletir sobre o Exame Nacional, vamos fazer uma breve análise dos três temas de redação cobrados nas provas. Assim, quem está começando a se preparar pra o Enem 2021 já pode traçar algumas estratégias para se dar bem. Boa leitura! Temas que dialogaram com o Brasil sob uma pandemia Caso você tenha perdido alguma notícia sobre o Enem, relembre os três temas de redação: Enem impresso: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira“ Enem digital: “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil“ Reaplicação: “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“ Embora nem todos concordem, de alguma forma os três temas perpassam o momento atual da pandemia de coronavírus. O tema do Enem impresso trouxe as doenças mentais e o estigma associado a elas como um problema. Assim, em um dos textos motivadores mostrou que o Brasil é o país mais depressivo da América Latina. Em 2020, a saúde mental esteve no foco e a depressão apareceu como uma das doenças mentais mais recorrentes em um mundo sob distanciamento social. Já o Enem digital pediu uma discussão a respeito das desigualdades regionais, e novamente podemos fazer associações ao momento atual. A falta de recursos na área da saúde, em especial nas regiões Norte e Nordeste, visibilizou ainda mais essas desigualdades. Assim, o desafio – que é histórico – de reduzir esse problema pede reflexão urgente. Por sua vez, a reaplicação fechou o ciclo falando de empatia nas relações sociais. Aqui podemos ver um ciclo se fechando, pois essa temática complementa as duas anteriores, concorda? Quando um dos textos motivadores do tema do Enem impresso menciona que muitas pessoas acham que depressão e ansiedade são “frescura”, isso nada mais é que uma demonstração de falta de empatia. Da mesma forma, uma sociedade desigual reflete a dificuldade que muitos ainda têm se colocar no lugar do outro. Portanto, pode-se dizer que todos os três temas estiveram muito presentes na realidade de todos os brasileiros nos últimos meses e, desse modo, eram até certo ponto “fáceis” de se desenvolver, diferentemente de temas mais complicados, como o de 2018, sobre a manipulação de dados, por exemplo. Então, diante de um momento atípico, talvez a banca do Enem tenha optado por pegar mais leve nesse ano. Afinal, as dificuldades dos estudantes com o ensino remoto foram enormes. Predominância de temas abertos: uma tendência do Enem Com exceção do tema do Enem digital, que lembrou muito temas antigos, mais direcionados, os outros dois eram temas abertos, ou seja, davam mais liberdade para abordar o assunto. Assim, deve-se ter cuidado para não fugir do tema. Para isso, é importante entender quais as palavras-chave da frase temática. Os temas abertos requerem do candidato que ele faça uma boa interpretação dos textos motivadores e compreenda sobre o que precisa escrever. Assim, treine essa habilidade se você está se preparando para as próximas provas. Menos textos motivadores Tanto o Enem impresso quanto a reaplicação contaram com apenas três textos motivadores. Portanto, caso isso se torne um padrão da prova, é fundamental que o participante amplie ainda mais seu repertório sociocultural. Isso porque se basear nos textos motivadores, embora não seja proibido (desde que não haja cópia), dificilmente fará uma redação se destacar. Atente-se também à leitura de infográficos, pois pelo menos um aparece sempre na proposta de redação e pode ajudar bastante a compreender a temática. Cadê a polêmica que estava aqui? Geralmente, o tema de redação vira foco de debate durante dias, pois muitas pessoas se queixam de serem cobrados assuntos fora da realidade da maioria das pessoas. Nesta edição do exame, porém, isso não aconteceu. Pelo menos não tão intensamente. Em sua maioria, os participantes consideraram os temas acessíveis. Além disso, como já mencionamos, bem próximos de situações que estão sendo vivenciadas no agora. É cedo para afirmar que o Inep vai seguir essa linha, mas a análise dos três temas de redação aponta que pode haver uma mudança daqui para frente, tornando a redação mais tranquila para os participantes. E você, fez alguma dessas provas de redação? Qual a sua opinião sobre os temas? Será que o Enem vai ficar “mais fácil”? Bom, independentemente das nossas suposições sobre o Enem 2020, agora está dada a largada para a jornada 2021. Conheça nossos planos e comece a praticar em nossa plataforma de correção, videoaulas e monitorias de redação!

Agora que você já sabe o tema de redação da reaplicação Enem 2020, confira os repertórios pertinente para usar no texto! O tema de redação da reaplicação Enem 2020 foi “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“. Agora que já conversamos um pouco sobre como melhor abordar essa proposta, vamos mostrar alguns repertórios que poderiam ter sido usados na argumentação do texto. Assim, caso você não tenha feito a reaplicação, mas queira treinar a sua escrita, você já pode começar a sua preparação refletindo sobre isso. Vamos lá? 1. The Power of Outrospection Esta animação de 10 minutos explica como, no século XXI, é importante cultivar a extrospecção, em vez da introspecção. Desse modo, mostra como a forma de viver cultivada até bem recentemente, em que o indivíduo foca apenas em si mesmo, não trouxe bons resultados. A empatia, é a forma final da extrospecção, segundo o vídeo. Então, assista-o para saber mais sobre isso! https://youtu.be/bKzNSCkS0k4 2. Intocáveis Neste filme, vemos o encontro inusitado de dois homens, um rico, tetraplégico após um acidente, e outro problemático, que aceita trabalhar como cuidador mesmos em experiência. Na trajetória, eles aprendem a se respeitar a partir de um olhar empático sobre o outro, apesar das diferenças.https://youtu.be/-Fb8h4gChlU 3. O Pequeno Guia de Empatia da Floresta dos Mistérios Com patrocínio da Volkswagen e da Lei de incentivo à cultura, a peça teatral Floresta dos Mistérios aconteceu em 2019, mas ainda deixou no ar seu site, que tem um guia disponível para download explicando sobre a empatia. Embora seja para um público infantil, pode ajudá-lo(a) a compreender um pouco mais sobre o conceito que é uma palavra-chave importante da frase temática. Então, aproveite e baixe o arquivo! 4. A Importância da Empatia na Educação Uma das relações sociais mais importantes de nossa trajetória se dá, sem dúvida, na escola. Assim, é importante entender como a empatia pode ajudar a torná-la melhor. O Escolas Transformadoras organizou, em 2016, uma roda de conversa sobre empatia. O objetivo foi o de construir coletivamente um entendimento sobre a importância da empatia como um valor e como uma competência que deve ser aprendida e cultivada na escola e nos demais espaços de convivência. Portanto, trata-se de um conteúdo que pode ajudar bastante na construção do seu texto, pois traz 9 artigos escritos pelos que estavam presentes no evento. Baixe gratuitamente esta cartilha. 5. Razões para desenvolver empatia no ambiente de trabalho Depois da escola, outro local que nos exige cada vez mais o exercício da empatia são os ambientes corporativos. Com este artigo, entenda os motivos para desenvolver essa competência na relações de trabalho. 6. Patch Adams – O amor é contagioso Mais um filme que nos ajuda a pensar na empatia. De 1998, conta com a história real um estudante de medicina que descobre que o humor e o carinho podem fazer maravilhas e ajudar a curar pessoas hospitalizadas. Porém, ele acaba entrando em conflito com os defensores da medicina tradicional, mas fria com os pacientes. Enfim, assista! Vale muito a pena! Ah! Aproveite e conheça também o trabalho dos Doutores do Riso! Certamente, isso tratá algumas ideias para o seu texto!https://youtu.be/q9YsMfAqZa4 7. O poder transformador da empatia nas relações humanas Então, que tal mais um artigo para encerrar esta lista de sugestões? Publicado pela Você S/A em 2019, fala sobre a importância de expandir a capacidade de compreender o outro para melhores relações, em especial no trabalho. Gostou das dicas? Não se esqueça: a internet está cheia de conteúdos que podem ajudar na sua argumentação. Portanto, reserve algum tempo antes da escrita para fazer a sua própria pesquisa. Procure também lembrar de livros, séries e outros filmes que mostrem relações empáticas que podem aparecer como repertório produtivo no seu texto. Depois, mande para a nossa equipe corrigi-lo! Então, conheça nossos planos e comece a se preparar para o Enem 2021!

Confira o tema de redação cobrado na prova de reaplicação do ENEM 2020! Textos motivadores da prova de reaplicação do Enem 2020: TEXTO II Penso que a nossa geração esteja repleta de pessoas empáticas. Há muitos que sabem sentir a dor do mundo e que primam por preencher a nossa atmosfera psíquica com as flores da gentileza e o perfume da gratidão. Esses seres, embora raramente tenham holofotes sobre si, são os verdadeiramente ricos e poderosos, pois são os seus gestos anônimos, as suas preces silenciosas e seus pensamentos de Paz que espalham centelhas de esperança por toda a Terra. Mas é inegável que muitos ainda não tenham compreendido que as maiores mazelas do mundo se dão pela falta de empatia dos homens. Por não saber “ser o outro”, o homem furta, rouba, violenta. O homem achincalha a fé alheia, o sonho alheio. O homem escraviza o homem. O homem condena povos inteiros, comunidades inteiras à miséria, roubando-lhes as condições necessárias para que não possam sequer enxergar a própria indignidade. É a falta da empatia que contamina o mundo com a praga do imediatismo, do consumismo, do uso indiscriminado de recursos naturais. A falta de empatia faz com que desumanizemos o outro e, com isso, nos tornemos menos humanos, mais egoístas, mais individualistas, mais competitivos e mais insanos. Disponível em: https://www.revistapazes.com. Acesso em: 24 jul. 2020 (adaptado). PROPOSTA DE REDAÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Envie sua redação em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis! Confira nossos planos!

Confira o tema de redação cobrado no vestibular FUVEST 2021: O mundo contemporâneo está fora da ordem? Texto 1 do tema de redação Fuvest 2021: O neoliberalismo define certa norma de vida nas sociedades ocidentais, e, para além dela, em todas as sociedades que as seguem no caminho da “modernidade”. Essa norma impõe a cada um de nós que vivamos num universo de competição generalizada, intima os assalariados e as populações a entrar em luta econômica uns contra os outros, ordena as relações sociais segundo o modelo do mercado, obriga a justificar desigualdades cada vez mais profundas, muda até o indivíduo, que é instado a conceber a si mesmo e a comportar-se como uma empresa. Pierre Dardot e Christian Laval. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal, 2016. Texto 2: As mais soberbas pontes e edifícios, o que nas oficinas se elabora, o que pensado foi e logo atinge distância superior ao pensamento, os recursos da terra dominados, e as paixões e os impulsos e os tormentos e tudo que define o ser terrestre ou se prolonga até nos animais e chega às plantas para se embeber no sono rancoroso dos minérios, dá volta ao mundo e torna a se engolfar na estranha ordem geométrica de tudo, (…) Carlos Drummond de Andrade, “A máquina do mundo”, de Claro Enigma, 1951. Texto 3 do tema de redação Fuvest 2021: Aqui tudo parece que era ainda construção e já é ruína Tudo é menino, menina no olho da rua O asfalto, a ponte, o viaduto ganindo pra lua Nada continua… (…) Alguma coisa está fora da ordem Fora da nova ordem mundial Caetano Veloso, Trecho da música Fora da Ordem, 1991. Texto 4: Os adultos ficam dizendo: “devemos dar esperança aos jovens”. Mas eu não quero a sua esperança. Eu não quero que vocês estejam esperançosos. Eu quero que vocês estejam em pânico. Quero que vocês sintam o medo que eu sinto todos os dias. E eu quero que vocês ajam. Quero que ajam como agiriam em uma crise. Quero que vocês ajam como se a casa estivesse pegando fogo, porque está. Greta Thunberg, Trecho de discurso em Davos, 2019. Considerando as ideias apresentadas nos textos e também outras informações que julgar pertinentes, redija uma dissertação em prosa, na qual você exponha seu ponto de vista sobre o tema: O mundo contemporâneo está fora da ordem? Instruções: Exemplo de redação com esse tema: O mundo contemporâneo, marcado por um complexo conjunto de mudanças sociais, políticas e econômicas, suscita a questão de se estar “fora da ordem”. A ascensão do neoliberalismo, a rápida evolução tecnológica e as crises climáticas são alguns dos elementos que desafiam a tradicional noção de ordem. A competição generalizada e a desigualdade crescente podem ser vistas como indícios de um mundo desordenado, como sugerem alguns pensadores. No entanto, essa desordem também abre espaço para a transformação e a ação. Ativistas como Greta Thunberg enfatizam a urgência de enfrentar os desafios contemporâneos. Assim, enquanto o mundo contemporâneo pode parecer fora da ordem em diversos aspectos, ele também oferece oportunidades para repensar e construir um futuro mais justo e sustentável. Em vez de desespero, a desordem contemporânea pode ser vista como um convite para a ação e a reflexão sobre como moldar um mundo melhor. Não deixe de enviar sua redação em nossa plataforma para receber a correção feita por professores especialistas em até 3 dias úteis! Confira nossos planos!

Descubra como estudar redação por eixos temáticos e fique preparado para qualquer assunto que surgir na prova! Mais um ano começando e para muitas pessoas isso significa dedicar-se por alguns meses aos estudos para o próximo Enem. Quanto antes iniciar a preparação, a probabilidade de se dar bem nas provas aumentam muito. Assim, para ajudar você a estudar desde já, hoje vamos falar um pouco sobre como estudar redação por eixos temáticos. Pois é, você precisa adquirir repertórios socioculturais a partir deste momento para que esteja tranquilo lá na frente para discorrer sobre qualquer assunto. Vamos ver como fazer isso e quais eixos priorizar? Então, o primeiro passo dessa preparação é ter um caderno no qual você irá anotar todos os eixos temáticos e possíveis repertórios para cada assunto. Os eixos nada mais são que temas mais amplos que podem ter um recorte mais específico no Enem ou nos vestibulares e concursos. Por exemplo, no Enem impresso 2020 a proposta de redação tinha como eixo temático a saúde e o recorte foi o estigma relacionado às doenças mentais. Portanto, quem se informou sobre aspectos relativos a esse assunto, viu filmes, séries, leu livros e tinha repertório pôde se sair melhor na redação. Sempre que você ler ou assistir algo que possa ser um exemplo em uma argumentação, anote nesse caderno, faça um breve resumo e busque reler de vez em quando para relembrar. Na sequência, listamos alguns eixos temáticos aos quais você deve dar atenção. 1. Educação Muita gente apostava que no último exame o Enem cobraria algo relacionado à educação, mais especificamente um recorte sobre alfabetização Espero tua (RE)volta – documentário de 2019 sobre movimento estudantil e ocupações em 2015; Escritores da liberdade – a história desse filme mostra a relação de uma jovem professora com um grupo de alunos marginalizados; Como estrelas na Terra – filme que mostra as dificuldades de um garoto disléxico que é visto como mau aluno até que recebe o olhar atento de um professor de Artes. https://youtu.be/DIA5N72zi4Q 2. Meio ambiente e sustentabilidade Os efeitos do aquecimento global todos nós já sentimos. Além disso, o (mau) uso dos nossos bem naturais e uma necessidade de conscientização têm feito surgir na sociedade diversas discussões relevantes acerca do meio ambiente e da sustentabilidade como forma de preservá-lo. É importante que você fique atento às notícias, como as recentes ligadas a alagamentos em diversos locais do país devido às chuvas, bem como aquelas sobre queimadas, desmatamentos, garimpo ilegal, proteção das áreas indígenas, agronegócio, entre outros recortes possíveis. Veja alguns conteúdos que podem ajudá-lo a pensar sobre essas questões: Cowspiracy – o segredo da sustentabilidade: documentário de 2014 que mostra como a agricultura e a pecuária têm responsabilidade pela degradação do meio ambiente. Uma verdade inconveniente: trata-se outro documentário em que Al Gore, ex-candidato á presidência dos EUA, faz palestras para tentar conscientizar sobre os perigos do aquecimento global. 3. Lazer, cultura e comportamento Em um país com tantas desigualdades sociais e regionais – que foi tema do Enem digital 2020 -, pense sobre o acesso à cultura e ao lazer. Em 2019, o Enem inclusive tratou disso, em relação ao cinema. Para saber como estudar redação para esse eixo temático, é importante partir do conhecimento das diversas realidades do Brasil. Pense tanto em termos culturais, bem como da nossa história e folclore, cidades turísticas e como esse setor tem importância econômica para a nossa nação. Além disso, é atente-se aos comportamentos das pessoas na nossa sociedade, às mudanças que elas causam e como isso se reflete no nosso dia a dia. Para tratar disso, você pode recorrer à Constituição, que, aliás, é um repertório que pode ser atrelado à maioria dos eixos temáticos que você vê neste post. 4. Segurança A segurança nacional é um tema que está sempre em pauta, principalmente nos noticiários. Mas também vemos essa temática sendo pano de fundo de diversos filmes e séries. Entre eles, podemos citar Arcanjo Renegado, Tropa de Elite, até mesmo a novela A Força do Querer, reprisada neste momento, mostra a realidade da violência e do tráfico de drogas no Rio de Janeiro. Repertórios sobre esse eixo são inúmeros, além de audiovisual há muitos livros e artigos na internet sobre o assunto. Aqui também se pode pensar em tipos de crimes específicos e na atuação da justiça nos casos de pedofilia, tráfico de pessoas, feminicídio, tráfico de animais, tráfico de drogas, entre tantas outras possibilidades. O Brasil, infelizmente, amarga altos índices de violência. Um site importante que você pode usar para se informar sobre isso é o do Ipea. Nele, há o Atlas da violência e estatísticas que podem enriquecer a sua argumentação. 5. Direitos e cidadania Quando você pensar em como estudar redação pelo eixo temático dos direitos e da cidadania, procure, primeiramente, conhecer os estatutos da criança e do adolescente (ECA) e dos idosos. A expectativa de vida no Brasil têm aumentado, mas ainda se vê muito descaso com os mais velhos. Do mesmo modo, percebe-se um desrespeito dos direitos das crianças e do jovens. Atente-se também às garantias das minorias étnico-raciais, bem como das mulheres e da população LGBTQIA+. Não se esqueça das pessoas com deficiência, que também têm suas garantias legais no país. A Constituição é um repertório importante para esse eixo, e também há muitas séries e filmes que podem fazer parte da sua argumentação. 6. Linguagem, comunicação e tecnologias Esse é outro importante eixo para finalizarmos esta lista não exaustiva para você começar a sua preparação. Hoje, é quase impossível pensar em comunicação sem as tecnologias, especialmente as mídias sociais, que moldam nossos comportamentos e interferem até mesmo na nossa linguagem. Pense em fazer algumas anotações sobre variação linguística, importância da liberdade de imprensa e de expressão, uso das tecnologias para disseminação das informações e os riscos ligados à exposição ao ambiente virtual, entre outras possibilidades. Um repertório que pode ser útil nesse eixo é o documentário dramático Dilema das redes. Então, a partir de agora você já tem um Norte

Trouxemos uma dica de um repertório sociocultural muito atual para você: como usar o reality Big Brother Brasil 21 na redação! Pegue seu caderno e anote todos os temas discutidos nesta edição! Quem disse que você só pode usar só séries, filmes e livros como repertórios socioculturais nas redações? Na-na-ni-na-não! Os reality shows também podem ser repertórios incríveis se usados corretamente, afinal são jogos de convivência e experimentos sociais riquíssimos! Sendo assim, preparamos uma super dica com o reality do momento: como usar Big Brother Brasil 21 na redação! Confira os temas presentes nesta edição: Luta racial e representatividade negra Uma pauta muito comentada a partir da divulgação dos participantes, quando o público descobriu que 9 negros fariam parte do elenco. Bifobia Após Lucas Penteado ter beijado Gilberto Nogueira e ter se assumido bissexual em rede nacional, começou a sofrer uma série de ataques de outros participantes, que não pareceram aceitar sua orientação sexual, julgando-a como uma estratégia de jogo. Xenofobia Juliette Freire, participante paraibana, sofreu uma série de ataques pelo seu jeito de falar, principalmente da rapper Karol Conká, que afirmou ter mais educação que a nordestina por ser de Curitiba. Pressão e tortura psicológica Alguns participantes foram pressionados e até torturados psicologicamente durante o pouco tempo de programa, recebendo críticas sem fim em frente aos outros, sendo excluídos, recebendo punições e ordens e tendo suas lutas deslegitimadas. Este foi, inclusive, o motivo para a desistência de Lucas Penteado do reality. Colorismo O colorismo é a discriminação racial baseada exclusivamente em fenótipos e tons de pele. Mesmo entre pessoas negras ou afrodescendentes, há diferenças no tratamento, vivências e oportunidades, a depender do tom da pele. Alguns participantes debocharam de Gilberto que se autodeclara negro, afirmando que ele é branco demais. Em meio à discussão, Nego Di afirma que Gil “é um pouquinho sujinho, se ele se esfregar bem.” Banalização de pautas importantes Alguns temas, como o racismo, são muito discutidos no programa, na maioria das vezes de uma forma não esperada pelo público. Após a discussão entre Karol Conká e Carla Diaz, Lumena afirmou que a casa ficou ao lado de Carla por ela ser fenotipicamente branca, quando, na verdade, a casa não aceitou as mentiras proferidas pro Conká. Assédio e relacionamento abusivo Em uma das festas, Karol Conká insistiu para que Arcrebiano a beijasse, causando a indignação dos espectadores, que levantaram a tag “Não é não” no twitter. Dias após a festa, quando se afastaram, Karol fez a casa inteira acreditar que Arcrebiano havia sido abusivo com ela e que a havia usado por conveniência. Difamação Difamar é atribuir a alguém um fato ofensivo a sua reputação e é considerado um crime contra a honra. Karol Conká difamou a atriz Carla Diaz para outros participantes, afirmando que a participante teria dado em cima de Arcrebiano e dito a ela que ele e Conká “não combinavam”, sendo que se tratavam de mentiras inventadas pela rapper. Cultura do cancelamento Essa edição trouxe à tona uma prática comum em tempos de hiper-conexão e exposição: o cancelamento. Ainda que sejamos todos canceladores e cancelados em potencial, a exposição da prática em rede nacional por alguns participantes causou surpresa e revolta mesmo sendo algo comum e recorrente fora da casa mais vigiada do Brasil. Agora que você já sabe como usar o Big Brother Brasil 21 na redação, não deixe de enviar sua redação pra gente conferir como ficou, hein?

Conheça mais sobre arquitetura hostil e a exclusão que ela provoca. Assim, tenha um repertório sociocultural forte para usar na redação! Todo mundo, em algum momento, se deparou com “soluções” de arquitetura e design que tornam certos locais bastante desconfortáveis. E isso não é de hoje nem mesmo uma situação isolada. Certamente, uma das intenções por trás disso é impedir que pessoas em situação de rua utilizem tais locais para sentar ou deitar. Porém, além delas, a população como um todo acaba excluída de usufruir de espaços públicos com qualidade. Desse modo, é fato que em muitas cidades brasileiras se utilizam de artifícios como esses para afastar as pessoas em situação de rua desses ambientes. No entanto, o que esse tipo de atitude não resolve são as causas que levam essas pessoas a viverem nessas condições. Então, como você leu nos textos motivadores do tema “Arquitetura hostil e a exclusão de pessoas em situação de rua“, segundo o Papa Francisco: “Aos pobres não se perdoa sequer sua pobreza”.Um exemplo desse tipo de arquitetura esteve na mídia em 2013, em Curitiba. Um deputado estadual fez uma campanha contra o que ele chamou de “Bundódromo” nos pontos de ônibus da cidade. Embora não mencionasse a população em situação de rua, a crítica dele era que esse tipo de construção desrespeita o Estatuto do Idoso e o Eca, além de ser ruim também para pessoas com deficiência e para a população em geral. Veja: Agora, vamos trazer alguns conteúdos para você saber mais sobre o tema e assim poder fundamentar melhor os argumentos da sua redação. Boa leitura! 1. Vídeo: Arquitetura hostil: Como construções afastam pessoas de ambientes públicos? Na última semana, o Padre Júlio Lancelotti viralizou nas redes sociais após retirar a marretadas pedras colocadas embaixo de um viaduto em São Paulo. Dessa forma, ele chamou a atenção para a temática da arquitetura hostil ou de exclusão e, por isso, o Fantástico do último domingo fez uma matéria especial para tratar do assunto. Assista! Aproveite e depois ouça o podcast do programa em que Murilo Salviano conversa com o Padre Júlio, o urbanista Fabio Mariz e a repórter Giuliana Girardi sobre o tema “Para quem as cidades são pensadas?”. 2. Artigo: O que é arquitetura hostil. E quais suas implicações no Brasil Saiba mais sobre o assunto lendo este artigo de Juliana Sayuri e conheça outros exemplos de cidades brasileiras que fazem uso de chamado “design desagradável”. Além disso, ela comenta sobre o impacto da pandemia para o aumento da população composta por pessoas em situação de rua. 3. Artigo: A quem pertence a cidade? Uma reflexão sobre a arquitetura hostil e o espaço público Além de saber um pouco mais sobre esse tipo de arquitetura do nosso tema de redação, neste artigo há várias imagens de projetos que visam excluir pessoas do seu entorno. Assim, caso você não lembre exatamente de um exemplo, nesta matéria encontrará muitos deles que podem ilustrar o assunto na sua redação. Veja abaixo um exemplo de estrutura metálica colocada em uma vitrine e um banco com divisória para impedir que as pessoas deitem nele. Você já viu algo parecido em sua cidade? Fonte: https://www.blogdaarquitetura.com/a-quem-pertence-a-cidade-uma-reflexao-sobre-a-arquitetura-hostil-e-o-espaco-publico/ 4. Artigo: 3 exemplos de como o urbanismo social cria cidades mais seguras Você deve estar se perguntando: mas existe como resolver essa questão das pessoas em situação de rua e a arquitetura hostil? A resposta é sim, e passa por tratar as causas e não apenas jogar o problema para debaixo do tapete e fingir que ele não existe. Neste artigo você conhecerá exemplos de urbanismo social que auxiliam a diminuir essa problemática e tornam os espaços das cidades mais inclusivos. 5. Vídeo: Arquitetura hostil e cartografia afetiva | Jamile Borges | TEDxRioVermelho Jamile Borges está em dos textos motivadores do tema. Ela é antropóloga, com pós-doutorado na Universidade de Lisboa, e professora da Universidade Federal da Bahia. Nesta palestra no TEDx ela fala sobre arquitetura hostil e em como a cartografia afetiva implica mobilizar nos indivíduos vivências, lembranças e afetos relacionados a lugares e espaços. Desse modo, ela questiona a maneira como as cidades criam mecanismos de segregação espacial e fala sobre como o mobiliário urbano visto como “solução” para evitar o trânsito livre de pessoas em situação de rua produziu uma arquitetura hostil que coloca as cidades contra as pessoas em vez de acolher e da criar territórios afetivos. Então, serão 7 minutos de muito aprendizado sobre o assunto!https://youtu.be/IUkWXwSFGDM 6. Artigo: 15 modos que as cidades usam para “combater” os moradores de rua Para finalizar, veja esta matéria do “Mistérios do mundo” com vários exemplos ilustrativos de como existe muita criatividade na hora de excluir as pessoas dos espaços públicos. E aí, gostou das nossas dicas? Não se esqueça: faça sua própria pesquisa sobre o tema e arrase na redação! Precisa que alguém corrija o seu texto? Então conte com a nossa equipe! Conheça os planos do Redação Online e comece a sua preparação agora mesmo! Certamente tem algum deles que cabe no seu bolso!

Você já ouviu falar em arquitetura hostil? Conheça esta proposta de redação sobre o assunto e pesquise sobre esse tema da atualidade. Leia os textos motivadores. Com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Confira o tema Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua: Texto 1 Arquitetura hostil: a cidade é para todos? Você já ouviu falar do termo Arquitetura hostil? Cunhado em junho de 2014 pelo repórter Ben Quinn no jornal britânico The Guardian, a matéria originalmente intitulada Anti-homeless spikes are part of a wider phenomenon of ‘hostile Architecture(As pontas de ferro anti-desabrigados são parte de um fenômeno mais amplo conhecido como “arquitetura hostil”) [1] surpreendeu cidadãos de todo o mundo que passaram a notar em seus contextos as práticas listadas por Quinn. Ali ele discorreu sobre como o desenho urbano têm influenciado o comportamento e o convívio, criticando como a abordagem ao mesmo tem buscado excluir moradores em situação de rua dos centros urbanos. Das soluções urbanas expostas, bancos desenhados especialmente para exclusão de moradores de rua e skatistas e ainda espetos sobre muretas ou proteções sob marquises foram alguns dos exemplos citados. Os exemplos são muitos: em Guangzhou, na China, em uma área livre coberta abaixo de um dos viadutos da cidade, foram introduzidas milhares de pedras pontiagudas para evitar que moradores de rua se apropriassem do espaço como abrigo. A mesma solução foi aplicada abaixo de viadutos e passarelas de Belo Horizonte, em Minas gerais, e em muitas outras cidades pelo mundo. Os exemplos podem ser ainda mais ríspidos. Cercas elétricas, arames farpados, grades no perímetro de praças e gramados, bancos públicos com larguras inferiores ao recomendado pelas normas de ergonomia, bancos curvados ou ainda assumindo geometrias irregulares, lanças em muretas e guarda-corpos, traves metálicas em portas de comércios, pedras em áreas livres, gotejamento de água em intervalos estabelecidos sob marquises, e tudo que puder de alguma forma afastar ou excluir pessoas “indesejáveis” dos locais públicos urbanos. Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/888722/arquitetura-hostil-a-cidade-e-para-todos Texto 2 Encruzilhada urbana: desafios para conciliar uso do espaço público, segurança e direitos humanos Antigas gerações tinham a curiosa superstição de colocar uma vassoura atrás da porta do quarto quando chegava uma visita indesejada. Era uma espécie de simpatia para que o intruso não se demorasse. À espera pela retirada do sujeito, o sorriso ficava cada vez mais amarelo, a bandeja com suco e bolo era sutilmente retirada e, com a resistência do visitante, só faltava exibir a vassoura para que a pessoa entendesse que sua permanência não era bem-vinda. Em 2012, as autoridades de Londres inauguraram a versão explícita da mensagem “você não deve demorar aqui” com a colocação em espaços públicos de bancos de concreto com superfície irregular. O banco de Camden, referência ao distrito da cidade onde surgiu, virou assim o símbolo da chamada arquitetura hostil, aplicada para deixar claro que o uso de determinados equipamentos públicos não é tão público assim. No Vale do Canela, por exemplo, há um viaduto sob o qual foram colocados espetos no solo de terra batida para evitar que pessoas permaneçam no local. Na Rua Tuiuti, no Centro, um condomínio colocou objetos pontiagudos na superfície de sua área externa para evitar que pessoas passem a noite por ali. Uma discussão que envolve não apenas o afastamento de pessoas consideradas indesejáveis, mas, no contexto brasileiro, a própria demanda por segurança por parte de moradores que se sintam ameaçados com a presença de estranhos perto da entrada de sua residência, especialmente à noite. A antropóloga Jamile Borges acredita que a arquitetura hostil retoma uma visão higienista e a noção de que a cidade não é para todos. “Passa a ser uma cidade camarotizada, guetificada”, diz a antropóloga. Para ela, uma instituição adota um padrão arquitetônico que inclui grades para evitar, por exemplo, que mendigos durmam e ali eventualmente façam suas necessidades fisiológicas – atacam-se os efeitos, mas não a causa. “O fato de que temos mais 220 mil pessoas morando nas ruas no Brasil mostra que nunca tivemos políticas públicas para resolver a pobreza”, pontua. Fonte: https://atarde.uol.com.br/muito/noticias/2140908-encruzilhada-urbana-desafios-para-conciliar-uso-do-espaco-publico-seguranca-e-direitos-humanos Texto 3 Papa denuncia “arquitetura hostil” contra mais pobres O papa Francisco condenou que os pobres sejam tratados como lixo e denunciou a “arquitetura hostil” contra essa camada da população. “Passam-se os séculos, mas a condição de ricos e pobres se mantém inalterada, como se a experiência da história não nos tivesse ensinado nada”, disse o pontífice, ao analisar a “desigualdade” que reina nas sociedades modernas. É preciso nomear as novas formas de escravidão, disse ele. Sensível ao tema, o sumo pontífice mencionou, entre esses novos escravos, os imigrantes, os órfãos, os desempregados, as prostitutas, os dependentes químicos, os marginalizados e as vítimas de violência. “Chegou-se ao ponto de teorizar e construir uma arquitetura hostil para se desfazer de sua presença, inclusive nas ruas, últimos lugares de acolhida”, afirmou. São pessoas tratadas como lixo, disse, e não há sentimento de culpa por parte dos cúmplices do que ele qualificou como um escândalo. “Aos pobres não se perdoa sequer sua pobreza”, completa o papa, que também condena “a crueldade mediante a violência da arbitrariedade”. Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/06/13/papa-denuncia-arquitetura-hostil-contra-mais-pobres.ghtml Escreva uma redação sobre o tema Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Existem muitos mitos sobre a redação do Enem. Você tem alguma dúvida sobre o que realmente pode ou não fazer na prova? Leia este post! A prova de redação do Enem costuma preocupar bastante os participantes do exame, e não é para menos. Ela corresponde a 20% da nota e pode elevar a média quando for bem desenvolvida. Assim, é normal que ao longo do tempo apareçam alguns mitos sobre a redação e muita gente acaba acreditando e seguindo por medo de ter pontos descontados na prova. Hoje, vamos conversar sobre alguns desses mitos. Dessa forma, você ficará bem informado(a) e não precisará mais ficar inseguro(a) na hora de escrever o seu texto. Então, vamos lá? 1. É obrigatório ter título na redação Embora esteja escrito na Cartilha do Participante que o título não é obrigatório, muita gente ainda pensa que precisa colocar para não perder pontos. O participante, se quiser, pode colocar título. Ele, no entanto, não será avaliado em nenhuma das competências. O título vale como linha escrita pelo participante. Então, caso a pessoa escreva um texto de apenas 7 linhas, mas que além disso tenha o título, ela terá seu texto corrigido. 2. Usar palavras difíceis aumenta a nota É verdade que é importante variar o vocabulário e evitar repetições de palavras em seu texto, porém é mito que você precisa usar palavras difíceis para ter uma nota maior. Pois é, na verdade, o “rebuscamento” prejudica mais que ajuda. Isso porque muitas pessoas usam palavras das quais não conhecem muito bem o significado. Desse modo, sim, podem perder pontos. Deve haver um cuidado na escolha das palavras, haver respeito à modalidade padrão da língua portuguesa, mas não é necessário “escrever difícil”. Lembre-se de que o texto dissertativo-argumentativo preza pela objetividade e clareza. Assim, ele precisa ser fluido, de fácil leitura por qualquer pessoa. Imagine sempre que você está escrevendo para muitas pessoas e não somente para a banca. Então, o texto deve ser compreensível para todos. 3. Só pode escrever com letra cursiva na folha de prova Não, esse é mais um mito. O participante pode escrever com letra de forma, mas precisa diferenciar as letras maiúsculas e minúsculas. Isso porque é um dos critérios de correção da competência 1 identificar se o participante sabe quando é necessária essa diferenciação (começo de frases e palavras que precisam ser escritas com inicial maiúscula, como nomes próprios, por exemplo). 4. Basta citar algum filósofo para tirar uma boa nota Não é bem assim que funciona. Nós já mostramos aqui no blog os critérios de correção das 5 competências e você deve lembrar que falamos sobre repertório sociocultural na competência 2. É superimportante que exista fundamentação na sua argumentação, e a citação é uma forma de fazer isso, mas não é a única. Além disso, não basta apenas colocar uma citação solta em seu texto, ela precisa necessariamente ser pertinente ao tema e também ter uso produtivo para que se atinja as notas mais altas na competência 2. Sabemos que existem muitas fórmulas prontas e “esqueletos” de redações que dizem “servir para qualquer tema” e que usam sempre os mesmos filósofos e as mesmas citações batidas. Desapegue desse mito. Receitas de redação podem dar bastante lucro para quem as vende, mas podem ser muito prejudiciais para você se segui-las cegamente. 5. Devo tentar agradar o posicionamento político do avaliador Isso simplesmente não existe. Trata-se de mais um dos mitos sobre a redação, e muita gente cai nele. O Inep divulgou no ano passado a cartilha de capacitação dos avaliadores e por elas é possível perceber que os critérios são bastante objetivos. Não há margem para esse tipo de avaliação subjetiva nem é o papel do avaliador concordar ou não com as opiniões dos participantes. O texto precisa ter coerência entre o ponto de vista, os argumentos e a proposta de intervenção, respeitando os direitos humanos, seja mais alinhado à direita, à esquerda ou ao centro, isso não importa! Além disso, é mito também que todos os mais de 5 mil avaliadores que corrigem redações anualmente pensam da mesma forma. E é impossível saber quem vai corrigir a sua, ou seja, essa história não faz o menor sentido. Escreva o texto de acordo com a sua visão de mundo, com bons argumentos e uma proposta de intervenção adequada à situação de prova que vai dar tudo certo! 6. Rasuras tiram pontos da redação É compreensível que em uma prova manuscrita o participante cometa alguns erros e ele não possa apagá-los da folha de prova. Portanto, jamais alguém será prejudicado por rasurar, desde que não risque a folha inteira, anulando linhas propositalmente e ficando com 7 linhas ou menos de texto. Evite cometer erros, mas, caso aconteçam, não se desespere. Passe um traço simples por cima da palavra ou trecho errado e escreva corretamente ao lado. Caso perceba o erro depois de já ter passado tudo a limpo, tente arrumar escrevendo em cima da rasura, mas lembre-se de que precisa ficar legível. A única coisa que pode prejudicar a nota é o avaliador não compreender o que está escrito se ficar muito pequeno. Então, tenha muita atenção na hora de transcrever o rascunho para a folha oficial. Então, você conhecia esses mitos sobre a redação do Enem? Sabe de mais algum que queira desvendar? Escreva aqui nos comentários que a gente esclarece a sua dúvida! Já começou a preparação para o Enem 2021? Aproveite que está por aqui e conheça nossos planos!

Veja qual foi o tema da redação do primeiro Enem digital e confira nossa análise sobre ele. Você estava esperando por esse assunto na prova? No último domingo (31 de janeiro), aplicou-se pela primeira vez o Enem digital em alguns municípios brasileiros. Novamente, em função da pandemia e de algumas situações de problemas técnicos em locais de prova, houve um elevado número de abstenção: 68,1%. Assim, o total de participantes foi de pouco menos de 30.000. Certamente havia muita expectativa com relação ao tema de redação. Para a versão digital do Exame, a escolha foi “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil”. Embora seja um assunto que se comente bastante no nosso dia a dia, é provável que a escolha da temática surpreendeu muita gente. Hoje, vamos analisar esse tema, os textos motivadores e o direcionamento dado pela frase temática. Acompanhe a leitura! Relevância e recorte do tema As desigualdades entre as regiões do país não são uma novidade. Historicamente, temos Sul e Sudeste mais valorizados economicamente e socialmente, enquanto Norte e Nordeste recebem, via de regra, menos investimento estatal. A situação atual da pandemia de coronavírus, recentemente, escancarou essas desigualdades. Desse modo, vemos estados como Amazonas e Pará sofrendo com a falta de estrutura na área da saúde para atender a sua população, por exemplo. Assim, era necessário que o participante conhecesse bem os aspectos macrossociais que poderiam fazer parte da sua argumentação. Isso porque o tema em si não determinou que tipo de desigualdade (se em termos educacionais, de infraestrutura, de educação, econômicos etc.), embora os textos motivadores dessem destaque para a pobreza e para a renda. Além disso, diferentemente do tema de redação do Enem impresso, que teve um recorte aberto, no Enem digital temos um direcionamento, sendo a palavra-chave DESAFIO muito importante para interpretar sobre o que o participante precisava escrever. Portanto, a existência dessa palavra na frase-temática define que o texto deveria, necessariamente, versar sobre formas de amenizar essas desigualdades e os entraves para a igualdade. Expôr, portanto, as causas das desigualdades e como solucioná-las. Textos motivadores da proposta de redação do Enem digital A prova do Enem digital apresentou quatro textos motivadores, sendo um deles composto por alguns dados estatísticos sobre o Produto Interno Bruto (PIB) nacional e sobre o índice de desenvolvimento humano (IDH). Para compreendê-los melhor, é fundamental saber o que é PIB e o que indica o IDH. Veja: o PIB corresponde à soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente no período de um ano. o IDH é a medida usada para saber o grau de desenvolvimento de uma determinada sociedade em termos de educação, saúde e renda. Assim, quanto mais próximo de zero, menor é o indicador para esses quesitos. Uma informação interessante que podemos tirar dos gráficos apresentados é que enquanto houve uma queda no PIB nas regiões Sul e Sudeste, nas demais houve aumento, mesmo que ainda não seja muito significativo. Com relação ao IDH também se percebe que houve uma variação positiva em todas as localidades entre 2000-2010. Assim, isso corrobora algumas informações do primeiro texto, de que houve uma melhoria em anos mais recentes com relação à renda e alguns serviços, como infraestrutura, atendimento médico e escolaridade. No entanto, ainda assim é bastante acentuada a desigualdade entre as regiões brasileiras. O quarto texto motivador traz um trecho de entrevista com Milton Santos, um dos pensadores brasileiros que sugerimos que vocês conhecessem mais, lembram? Quem acatou nossa dica certamente tinha bastante referencial teórico para demonstrar repertório sociocultural produtivo na redação, não é mesmo? Para ele, a globalização acentuou as diferenças sociais e, assim, beneficia apenas pequenos grupos. Porém, ele afirma que é possível haver integração pelo uso das tecnologias. Por fim, o texto III mostra que em 2019 o IBGE ainda identificou as disparidades de renda per capita entre as regiões brasileiras. Assim, vemos a existência de pouco ou demorado avanço em regiões mais periféricas enquanto as mais centrais seguem sendo as mais ricas do país. Em especial, mostra que houve um aprofundamento dessas diferenças na contemporaneidade, em especial no Norte e no Nordeste. Possibilidades de tese e argumentação Embora não seja um tema difícil, ele requer do participante atenção para que não abordasse genericamente o assunto e, além disso, necessitava um olhar voltado aos meios de solucionar esse problema. Alguns dos seguintes argumentos poderiam ser abordados: desinteresse estatal em investir nas regiões desfavorecidas e resolver de modo permanente essas desigualdades; pouca visibilidade dessas regiões nas mídias (basta lembrar o caso do “apagão” recente no Amapá, por exemplo); falta de oportunidades de emprego e renda, com regiões muito dependentes ainda apenas do turismo; descaso com problemas recorrentes, como falta de acessos fáceis a esses locais (relembre a situação de caminhões com oxigênio que atolaram em uma BR que há 30 anos aguarda por melhorias no Norte do país). Na sua argumentação, seria importante citar alguns dados como o do PIB e do IDH, mesmo que contextualizados a partir dos textos motivadores (sem fazer cópia), para sustentar essa desigualdade entre as regiões. Os exemplos recentes, trazidos em especial pela pandemia, como os indicados acima, também poderiam fazer parte da argumentação para mostrar o quanto as regiões Norte e Nordeste ainda são pouco assistidas pelos governos. Finalmente, esse tema propicia elaborar uma boa proposta de intervenção pelo participante, uma vez que ele provavelmente apresentou causas e agora é a vez de propor soluções. De acordo com a abordagem, era a hora de mostrar como resolver ou diminuir essas desigualdades, indicando agentes, ações, modos/meios, efeitos e detalhando algum desses 5 elementos obrigatórios. Por exemplo, propor uma distribuição mais equitativa dos impostos para os locais que mais necessitam. Na nossa próxima postagem traremos alguns repertórios que poderiam constar na redação sobre “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil”. O que você achou desse tema? Responda nos comentários? Até a próxima! Envie suas redações em nossa plataforma e receba as correções de nossos professores
Domingo (31) estreia a aplicação do Enem digital. Ainda tem dúvidas sobre como vai funcionar? Então, não deixe de ler este post! Depois da aplicação do Enem impresso marcado por recorde de abstenções e muitos problemas de logística e organização, chegou a vez do Enem digital. Pela primeira vez o formato será aplicado a pouco mais de 96 mil inscritos. Ao todo, 99 cidades terão a prova digital, com a mesma estrutura do Enem que já conhecemos. Assim, serão 180 questões e mais a redação. De acordo com o Inep, a implantação do Enem Digital crescerá ano a ano e deve ser consolidada em 2026. As aplicação das provas do Enem digital 2020 será nos próximos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Então, se você vai participar, se liga nas nossas informações! Em primeiro lugar, para quem estava pensando que a prova de redação seria on-line, a notícia é que você precisa separar a sua caneta preta e levá-la no dia da prova. Sim, a prova de redação acontece exatamente como no Enem impresso. Desse modo, os participantes receberão um caderno e uma Folha de Redação para fazer a transcrição do seu texto. Portanto, não se esqueça de todas as dicas que nós já demos em outros momentos aqui no blog. Além da caneta, relembre e confira se você está com tudo que precisa para seguir os protocolos de prevenção à Covid-19. E, claro, não se esqueça do seu documento com foto! Evidentemente, as questões e o tema da redação serão diferentes para essa nova aplicação. Depois de termos o tema “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira” na versão impressa, qual aposta você faz para a redação do Enem digital? Será que é agora que a discussão sobre alfabetização vem? Não temos como saber, mas, por via das dúvidas, não custa dar mais uma lida nas possibilidades de temas que pensamos para 2020. Obrigações do participante nos dias de prova do Enem digital Já falamos aqui sobre a importância de ler os editais e se informar sobre o Exame Nacional do Ensino Médio antes dos dias de prova. Isso é fundamental para que você chegue preparado e tranquilo, “com tudo em cima” para arrasar nas questões e na redação. Então, entre na página do Inep e confira o passo a passo que deverá ser seguido no dia das provas. A seguir, veja um vídeo com o Alexandre Lopes, presidente do Instituto. https://youtu.be/p1eSqUvQz6U Como serão corrigidas as redações do Enem digital? A correção das provas será da mesma maneira que na versão impressa. Assim, dois avaliadores corrigem e atribuem as suas notas. Caso não haja discrepância, a nota final do participante será a média dessas duas correções. Havendo divergência, realiza-se uma terceira correção e, se persistir a diferença grande entre as notas, uma banca com três avaliadores tomará a decisão sobre o texto. Se você não sabe ainda quais são os critérios de correção da redação, confira a cartilha do participante lançada no final de 2020. Nela, você também consegue ter acesso a algumas das redações nota mil de 2019, comentadas por especialistas. Certamente essa é uma boa maneira de dar uma última estudada para prova, não é mesmo? Quando sai o resultado do Enem digital? O Inep liberou os cartões de confirmação de inscrição no dia 15 de janeiro. Até o dia 20, 43% dos participantes acessaram os seus. Se você ainda não acessou, entre agora na Página do Participante e confira seus dados. A solicitação de reaplicação para os casos de estudantes que tenham alguma dificuldade logística ou de infraestrutura durante a realização da prova digital deve ser realizada entre os dias 8 e 12 de fevereiro. Desse modo, a reaplicação ocorrerá nos dias 23 e 24 de fevereiro. Os resultados têm previsão de divulgação no dia 29 de março de 2021. Prepare a câmera do celular para fazer um print do cronograma. Então, lembre-se: O Enem digital, provavelmente, está vindo para ficar. Mas quem vai utilizá-lo agora será pioneiro, pois trata-se de um modelo-piloto. Assim, é muito novo para todos nós e, principalmente, para quem se inscreveu nessa modalidade. Desse modo, contamos com os depoimentos de vocês sobre como foi fazer a prova nesse novo formato, combinado? Então, desejamos uma excelente prova de redação no próximo domingo e que depois você venha aqui nos contar como foi, beleza? Ah, e não se esqueça de enviar o rascunho de sua redação na plataforma após a prova para receber a correção dos nossos professores!
Os artigos sobre “Topo de funil” são um ótimo ponto de partida para desenvolver suas habilidades de escrita. Para ir além, conte com a correção detalhada de professores especializados que vão analisar sua redação em até 24 horas, com feedback personalizado nas 5 competências do ENEM.
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