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Saiba como funciona o SISU e confira estratégias para aumentar suas chances de garantir uma vaga a universidade pública por meio do processo seletivo! Entre os dias 6 e 9 de abril estarão abertas as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada – Sisu. Ele é o sistema informatizado do Ministério da Educação em que instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os candidatos são selecionados de acordo com as suas notas no exame. Assim, aqueles com a melhor classificação entram na universidade. Veja as informações importantes sobre o Sisu e também conheça algumas estratégias para que você consiga a sua tão sonhada vaga. Boa leitura! Quem pode participar? Você está elegível a se inscrever no Sisu se: Se deu check nessas três situações, você já pode criar a sua conta gov.br para poder se inscrever no programa lá em abril. Como funciona? Antes de mais nada, saiba que não é cobrado qualquer valor para se inscrever no Sisu, portanto, cuidado com golpes! O site oficial para fazer a inscrição é sisu.mec.gov.br! Escolha até duas opções de curso. Enquanto o sistema de inscrições estiver aberto, você pode alterar essas escolhas. A distribuição das vagas vai obedecer a Lei de Cotas (Lei n. 12.711/2012). Além disso, atendendo à política de ações afirmativas, há instituições que oferecem vagas reservadas. Outras, por sua vez, adotam bônus na nota do candidato. Isso significa que é feito acréscimo de 10 a 20% na nota final do Enem para candidatos de escolas públicas da região em que a universidade está sediada. Outra situação a que você deve estar atento na hora de se inscrever é que algumas instituições podem determinar pesos diferentes nas notas de acordo com o curso escolhido. Por exemplo, enquanto o curso de Física pode dar um maior peso para as notas de Ciências da Natureza, um curso de Medicina pode requerer média mínima igual ou maior que 560 pontos e nota mínima em Ciências da Natureza igual ou maior a 400 pontos. Esses critérios serão especificados conforme o termo de adesão do local pretendido com o MEC. No site oficial do Sisu você já pode conferir a lista de vagas preliminar. Acesse e já vá planejando a sua inscrição! Nota de corte A nota de corte serve como uma referência para que o candidato monitore diariamente a sua inscrição. Isso porque, conforme as pessoas vão se inscrevendo, as suas chances de entrar na universidade podem aumentar ou diminuir em determinada instituição. Assim, a partir do segundo dia, o Sisu calcula e divulga a nota de corte para cada curso. Essa nota corresponde à menor nota para que você fique entre os selecionados na opção escolhida de um curso. Essa nota é resultado do número de vagas e do total de candidatos inscritos. Estratégias para aumentar as chances de conseguir vaga via Sisu O Sisu é uma grande oportunidade para quem não conseguiu ou não pretende tentar uma vaga fazendo vestibular. Com esse programa governamental, você não se limita a apenas uma instituição, mas sim consegue se inscrever em qualquer universidade pública do Brasil. Desse modo, suas chances de iniciar uma graduação aumentam bastante. Onde estudar? Em primeiro lugar, pense se existe a possibilidade de você se mudar de cidade. Isso mesmo, pode ser uma decisão difícil, mas nem tanto, já que é comum esse trânsito de estudantes entre cidades, especialmente quando a sua cidade natal não oferece o curso pretendido ou mesmo quando não existe universidade nela. Acontece que, em algumas situações, a nota do candidato não é suficiente para passar em uma universidade na sua localidade, mas com ela é possível entrar em uma que fique em outra cidade ou estado. Se você tem essa oportunidade, liste os locais para onde possa ir. Lembre-se de que deve considerar toda a situação financeira que essa decisão implica (aluguel, dinheiro para despesas básicas e a própria mudança, por exemplo). Faça simulações A partir da divulgação das notas do Enem 2020, e teste se a sua nota é suficiente para o curso pretendido em um simulador on-line, seja em primeira ou segunda opção. Evidentemente, as notas não serão exatamente as mesmas no site oficial, uma vez que essas simulações são feitas com notas de edições anteriores. De qualquer modo, é uma maneira de você aplacar a ansiedade e também não ser pego de surpresa na hora de fazer a inscrição para valer. Lembre-se: a simulação não é só uma forma de se prevenir sobre o que pode acontecer, mas o que vale MESMO são as informações oficiais do site do Sisu após abertura das inscrições. Acompanhe a nota de corte todos os dias Como já dissemos, diariamente o Sisu calcula (a partir do segundo dia) a nota de corte, que pode colocá-lo ou não entre os aprovados. Assim, você pode acompanhar se ainda tem chance de seguir com o mesmo curso em que se inscreveu ou se precisará fazer alterações – de curso ou de universidade – na sua inscrição. Desse modo, há mais chances de encontrar a vaga perfeita pra você. Portanto, olhe todos os dias o site de inscrições, e não se esqueça que qualquer alteração só pode ser feita até o término das inscrições. Para aproveitar ao máximo essa estratégia, não deixe para se inscrever no último dia. Quanto antes você estiver inscrito, melhor poderá acompanhar essa “flutuação” das notas de corte e assim tomar decisões mais assertivas. Então, coloque o despertador, anote na agenda e inscreva-se no primeiro dia! Atenção para a lista de espera e novas chamadas Por fim, faça bom uso da sua escolha em segunda opção. Atente-se ao fato de que não é mais possível ficar na lista de espera da primeira opção se você passar para a segunda. Então, coloque um curso que você realmente tenha interesse em cursar nas duas – afinal, trata-se do seu futuro profissional. Também é possível tentar o mesmo curso como primeira e segunda opção, mas em turnos diferentes,

Com mais de 20 edições, o Enem já passou por muitas transformações, mas uma coisa não muda: você vai ter que escrever uma boa redação. Ao longo dos anos, o estilo de temas e também a padronização da correção foi criando uma série de especialistas no assunto. Assim, receber uma redação nota 1000 passou a ser o sonho de consumo de muita gente. Frequentemente, alunos que alcançaram a nota máxima nessa prova depois viram infuencers e ensinam outras pessoas a chegarem lá. Mas o que pouca gente conta é que há muitos mitos sobre as redações nota 1000. Vamos desvendar alguns deles hoje? Siga a leitura! 1. Redações nota 1000 não podem ter erros Calma! A banca de avaliadores do Enem não é tão severa assim. Não vamos esquecer que estamos falando de candidatos que, em sua maioria, acabaram de concluir ou estão concluindo o ensino médio, então ninguém está esperando textos sem qualquer falha. Portanto não é preciso ser um Machado de Assis para conseguir ir muito bem! Na verdade, você pode cometer alguns desvios sem que isso prejudique a nota em algumas competências. Por exemplo, você pode manter seu nível 5 na competência I se houver, no máximo, dois erros gramaticais e um de estrutura sintática. Também é possível ter um texto excelente mesmo que haja alguns deslizes de projeto de texto ou de desenvolvimento. Então, esqueça a ideia de perfeição, se é isso que o preocupa: é mito! Mas, claro, treine bastante para que sua redação tenha cada vez menos problemas como esses. 2. Tem que escrever nas 30 linhas Embora um bom projeto de texto, geralmente, demande mais escrita do participante, você não precisa escrever nas 30 linhas para tirar a nota máxima. Pois é, esse é mais um mito sobre as redações nota 1000. Os avaliadores vão buscar no seu texto introdução bem feita, desenvolvimento com uma ótima argumentação e uma proposta de intervenção com os cinco elementos obrigatórios. Se você fará isso em 20 ou em 30 linhas, tanto faz! A contagem de linhas só vale, mesmo, para verificar se um texto será ou não corrigido. Isso porque, para ir para a avaliação, o texto precisa ter, no mínimo, 8 linhas escritas. Qualquer outra informação a respeito de linhas é mentira! Então, não caia nessa! 3. Redações nota 1000 são as criativas O que é ser criativo em um texto dissertativo-argumentativo? No caso do Enem, especificamente, há pouco espaço para a criatividade, concorda? O edital, a cartilha do participante e, provavelmente, seus professores têm uma lista de regras, quase um passo a passo para você não errar, não é mesmo? “Tem que ter as 3 partes do texto”; “tem que ter uma proposta de intervenção completa”; “todos os parágrafos precisam ter operadores argumentativos“; e por aí vai. Então, em termos estruturais pelo menos, não dá pra inovar muito não. Mas, claro, você precisa ter um bom projeto de texto, referências para usar e articular com o que você pensou, no entanto não precisa ser nada totalmente fora da caixa. Desde que seja coerente e pertinente ao tema, você pode até usar uma citação “batida” que pode funcionar. A única coisa que você deve evitar mesmo – fugir, correr pra longe – é usar estruturas/textos prontos. Se for só essa a carta na sua manga, sinto muito, procure outras já! 4. Os melhores textos usam palavras difíceis Esse é um mito sobre as redações nota 1000 que faz muita gente se dar mal por usar palavras “bonitas”. Você tem, sim, que usar um amplo vocabulário, mostrar que consegue se expressar bem, mas ter uma boa desenvoltura escrita não é sinônimo de usar palavras difíceis. Muitas vezes, a escolha vocabular não é condizente com o restante do texto. Assim, fica aquele termo arcaico ou em desuso fica perdido no “rolê”. Então, amplie sim suas possibilidades, mas não precisa “pirar” procurando palavra estranha no dicionário. O texto precisa ser objetivo, de fácil leitura. Não precisa inventar moda (e, cá entre nós, começar o texto com “atualmente” ou “hodiernamente” dá absolutamente na mesma!). 5. As redações nota 1000 não usam exemplos Nada a ver! Se bem usado, um exemplo pode enriquecer muito a argumentação e complementar alguma referência que você trouxe para o desenvolvimento da sua tese. Lembre-se de que você precisa articular seus conhecimentos das diversas áreas e também seu conhecimento de mundo para fazer um bom texto. Assim, se é um exemplo pertinente, que tenha relação com o tema ou que seja de conhecimento de muita gente (algo que aconteceu ou foi divulgado na mídia, por exemplo), fique tranquilo(a)! Use sem medo! E aí? Conhece mais algum mito sobre as redações nota 1000 e quer compartilhar com a gente? Tem alguma dúvida sobre redação? Escreva nos comentários! Quer alcançar a NOTA 1000 no ENEM 2021? Não deixe de praticar em nossa plataforma de correções, videoaulas e monitorias!

Um repertório sociocultural bem utilizado pode aumentar muito a sua nota na redação. Conheça alguns sobre a “Elitização artística e preconceitos no Brasil”! Que o Brasil é cheio de desigualdades todo mundo sabe. Que elas estão em diversas esferas sociais, também. Com a arte não é diferente. Além de haver uma grande desvalorização das artes mais populares, aquelas consideradas mais “importantes” muitas vezes não são acessíveis a todos. Em 2019, o tema do Enem sobre a democratização do cinema já havia chamado um pouco a atenção para isso, e olha que o cinema ainda é considerado algo “comum” para quem vive nas grandes cidades. Portanto, após ler os textos motivadores, cabe refletirmos sobre a “Elitização artística e os preconceitos no Brasil”. Acompanhe na sequência alguns repertórios socioculturais que você pode explorar, saber mais e usar na argumentação da sua redação! Boa leitura! 1. Vídeo: Colocamos um FUNKEIRO e um MAESTRO pra conversar (sem que eles soubessem) Neste episódio do quadro PRECONCEITO, do canal Spotniks, duas pessoas que nunca se viram tentam adivinhar características relevantes uma sobre a outra com base apenas no estereótipo. Trata-se de um exercício social interessante para mostrar até mesmo como as referências e gostos, para um ou outro artista, são extremamente estereotipadas. Assista! 2. Artigo: A democratização da arte Neste artigo, você vai conhecer um pouco mais sobre o potencial de levar arte a qualquer parte que o grafite tem, sendo uma forma de democratizar o acesso e também romper preconceitos, como mostra o sucesso de Eduardo Kobra, que espalha seus murais pelo mundo e tem muito reconhecimento. Além disso, a internet mostra-se também como um meio de democratizar a arte e torná-la menos elitista. 3. Documentário: Cidade Cinza Essa obra audiovisual mostra discussões atuais sobre arte e cidade. O cenário é a cidade de São Paulo e o grafite é mostrado como uma forma de fazer a cidade de concreto “respirar”. O debate também envolve como as pichações entram nisso tudo e como os movimentos políticos tentam barrar essa forma de expressão como algo que “suja” a cidade. Nele, há depoimentos de grafiteiros que ilustram prédios e muros de São Paulo, como Os Gêmeos, Nina e Nunca. 4. Artigo: Pichação é vandalismo? Quem nunca se deparou com uma pichação e sentiu alguma emoção: como a pessoa conseguiu chegar até lá? Por que ela fez isso? Qual a intenção? Pois é, aqui neste texto a revista Nova Escola propõe a discussão dessa temática em sala de aula, não como forma de incentivar as pichações – que são consideradas crimes, sim – mas para abrir o olhar e discutir o que, afinal, elas estão “gritando” nas paredes das cidades. O ponto de partida é a seguinte questão: por que alguns veem como arte urbana o que outros entendem como sujeira e desrespeito? Vale a pena refletir! Certamente trará muitas ideias para sua redação! 5. Cinebiografia: Frida Provavelmente, mesmo que nunca tenha visto qualquer quadro da Frida Kahlo, você já deve ter visto o rosto dela estampado por aí nos mais diversos produtos, de camisetas a cadernos. Pois é, ela se tornou um ícone do feminismo e veio com força nos anos recentes como uma figura icônica, sobressaindo a sua arte. Mas, para além da sua imagem de mulher, Frida tem uma relevância artística muito grande. Foi considerada a primeira artista surrealista da América Latina e em suas obras – hoje altamente valorizadas – adotou temas do folclore e da arte popular do México, além de explorar autorretratos. Ou seja, ela transformou o popular em algo cobiçado pelas elites. Temos certeza de que você conseguirá fazer uma relação entre esse filme e a temática da redação! Se ainda não assistiu ao filme, não perca tempo! 6. Artigo – Funk ostentação: a brincadeira que virou fábrica de milionários Há muito tempo o funk deixou de ser um estilo musical que encontrava público, principalmente, no alto dos morros cariocas e paulistas. Hoje, ele está presente em todos os locais, está sempre lançando novos artistas, novos hits e transformando DJs, compositores e intérpretes em pessoas muito ricas. Isso recebeu até um nome: “funk ostentação”. E até sobre isso a gente pode refletir sobre o tema, não é mesmo? Por que, quando “chega no asfalto”, o funk recebe até um nome pomposo? É uma forma de elitizar? Talvez sim, talvez não. Leia o artigo e tire as suas próprias conclusões! 7. Artigo: Criminalização do funk revela preconceito e discriminação contra as periferias Mais uma leitura que pode ajudar no seu projeto de texto da redação se você decidir ir pelo caminho de discutir o valor do funk como arte. O ponto de partida foi uma sugestão legislativa que queria criminalizar o funk. Embora tenha sido rejeitada pela Comissão de Direitos Humanos do Senado e não tenha virado projeto de lei por ferir a Constituição, a ideia recebeu mais de 20.000 apoios. Em seu texto, dizia que “É fato e de conhecimento dos Brasileiros difundido inclusive por diversos veículos de comunicação de mídia e internet com conteúdos podre alertando a população o poder público do crime contra a criança, o menor adolescentes e a família. Crime de saúde pública desta “falsa cultura” denominada ‘funk’.” Neste artigo você vai saber mais sobre essa proposta de lei e também descobrir que não é de agora que o funk sofre perseguição e que o gênero deixou de ser algo apenas de um local para fazer parte da vida de grande parte dos brasileiros. Então, é ou não é arte? E se é arte, por que “incomoda” tanto algumas pessoas? Pense nisso! Essas são algumas ideias para direcionar o seu texto sobre a “Elitização artística e preconceitos no Brasil”. Lembrou de algum outro repertório que daria supercerto com esse tema? Compartilhe aqui com a gente! Ah, e não esqueça de mandar seu texto para correção pela nossa plataforma! Bons estudos e siga treinando a sua escrita!

Você já parou para pensar na elitização artística e nos preconceitos que algumas artes sofrem no Brasil? Confira os textos motivadores a seguir e redija uma redação sobre o tema! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Elitização artística e preconceitos no Brasil”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 A arte e a cultura materializaram o direito de ser o que somos perpetuados nas gerações vindouras. É o modo como um povo sente e se expressa, segundo uma mesma identidade intertemporal. Antigamente a arte não era para todos, apenas um público muito seleto teria acesso às galerias ou museus, consequentemente limitando a arte a pequenos grupos em posições socioeconômicas privilegiadas. A questão da democratização da arte tem estado muito ligada à discussão entre cultura erudita e cultura popular, com a distinção entre história natural e história política ou, se quisermos, entre cultura e natureza. Hoje, a questão da democratização da arte está de certa forma ligada à democratização da sociedade, questão essa que pode ser vista no campo dos direitos políticos, sociais, culturais e ambientais. Fonte:acontece.com TEXTO 2 Apenas 14% dos brasileiros vão ao cinema pelo menos uma vez por mês; 92% da população nunca frequentou museus; 93% nunca foram a exposições de arte, enquanto 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança; 92% dos municípios brasileiros não têm cinema, teatro ou museu. Esses dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e deixam claro o tamanho do desafio que o Brasil precisa enfrentar para, de fato, universalizar os serviços culturais, dar acesso e favorecer a produção fora dos grandes eixos econômicos. A história brasileira sempre foi marcada pelo que podemos chamar de “concentração”. O dinheiro público sempre cai nas mãos das oligarquias e dos grandes conglomerados empresariais, sobretudo da indústria, do setor financeiro e da mídia. No setor cultural, essa concentração salta aos olhos ao analisarmos a Lei de Incentivo, mais conhecida por Lei Rouanet. Criada em 1991, a lei estabeleceu mecanismos que possibilita empresas e cidadãos aplicarem uma parte do Imposto de Renda em ações culturais. Mas, se por um lado a lei estimulou uma indústria cultural que cresceu de mãos dadas com o meio empresarial, por outro fez com que toda a produção artística que não dialoga com o mercado ficasse excluída, sendo até hoje ameaçada pela falta de mecanismos estatais responsáveis por suprir os desafios da infraestrutura, da pesquisa e do acesso. Fonte: portal outras palavras TEXTO 3 No Brasil, quando o assunto é música, as obras “eruditas” contemporâneas e o funk são vistos por muitos como uma não-música, como barulhos. A “alta cultura” e a “baixa cultura” são colocadas no mesmo plano. Mas por quê? Antes de responder, cabe lembrar a disparidade social entre quem faz a chamada música “erudita” contemporânea e quem faz o Funk. Vá a um concerto contemporâneo na sala São Paulo e diga quantos negros há ali? Vá a um “fluxo” – baile Funk de rua – e veja a cor da pele das pessoas. Mas, vamos tentar responder o porquê da música erudita de hoje e o Funk serem vistos pela população média brasileira como ruídos indesejáveis. Um fato: não há educação musical para todos no Brasil e a boa educação musical (em termos de acesso) é ainda mais rareada. Muitos dos compositores brasileiros que compõem música “erudita” contemporânea estudaram na Europa ou EUA, e se não estudaram têm profundas taras europeias ou americanas. A partir do século XX, a música de concerto passou a ser muito técnica e a trabalhar com questionamentos acessíveis só a quem conhece minimamente a linguagem musical. O resultado foi a criação das escassas plateias de música de concerto contemporâneo, algo que certamente deixou alguns compositores ressentidos: “se é arte não é para a massa”, disse Arnold Schoenberg. “Quem se importa se você escuta?” diz o título de um importante artigo do compositor Milton Babbitt. Talvez essas frases soltas associadas a estes compositores deixem o brasileiro médio com a impressão de que essa arte musical contemporânea seja algo para metidos de sangue azul e isso cria um distanciamento birrento da estética contemporânea… logo, não é Música. Bem a grosso modo, falta o mínimo preparo musical ao brasileiro médio para entender a música de concerto. Mas e no caso do Funk? Por que dizem que não é música? O mesmo pode ser dito! Falta o mínimo de educação musical pra poder enxergar e ressignificar o Funk como experiência sonora legítima. Soma-se a isso o moralismo classista que vê nos palavrões um motivo para reforçar a repulsa aos mais pobres. Será que já leram Bataille ou Sade? Fonte: midia ninja Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Elitização artística e preconceitos no Brasil”! Depois que sua redação estiver pronta, envie em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!

Você já refletiu se a questão da verticalização urbana é um avanço ou problema para as cidades? Conheça repertórios para usar na sua redação! Já foi notícia e chamou muito a atenção a famosa praia Central, de Balneário Camboriú (Santa Catarina), e não apenas por suas belezas naturais. Acontece que a grande concentração de prédios altos na orla faz sombra na praia já no início da tarde. Assim como lá, muitas cidades estão em processo de verticalização urbana. Isso nos faz questionar se estamos diante de um avanço ou problema. Agora que você já leu o tema de redação, conheça alguns repertórios socioculturais que selecionamos para ajudar você a saber mais sobre o assunto. Desse modo, você vai conseguir arrasar na sua argumentação! Boa leitura! 1. O que é um plano diretor? Você sabe a resposta? Se não, procure conhecer do que se trata. Neste artigo, que na verdade faz parte de uma trilha de conteúdos sobre planejamento urbano, você vai saber como ele é elaborado. Ele é o documento que orienta a política de desenvolvimento dos municípios brasileiros, estando previsto na Lei 10.257/01 (Estatuto da Cidade). Municípios que tenham mais de 20 mil habitantes devem elaborá-lo. Assim, entre algumas de suas determinações está o que se permite em relação às construções. Aproveite e confira as outras trilhas também. Desse modo você ficará ainda melhor informado sobre questões relativas à urbanização no país. Vai que caia algum assunto como esse nas provas, não é mesmo? Aproveite e dê uma olhadinha na legislação também! 2. Verticalização urbana: o que é, vantagens, viabilidade e mais! Aqui nesta leitura você vai encontrar um detalhamento maior sobre a verticalização urbana. Aqui, você vai encontrar um breve histórico a respeito do assunto, tendências, vantagens etc. Mas tome cuidado: procure pesquisar também as consequências não tão boas desse processo. Afinal, você precisa forma a sua opinião para decidir se verticalizar é avanço ou problema. Portanto, não se contente apenas com o primeiro texto que surgir, tá legal? 3. Verticalização das cidades Este vídeo curtinho revela alguns dos problemas causados pela verticalização urbana: engarrafamentos e abastecimento de água prejudicado. Então, confira: são só 3 minutos! https://youtu.be/83rc7NEQ6Kg 4. Meu ambiente: verticalização urbana Aproveita que está no Youtube e assista a mais um vídeo de menos de 10 minutos que traz algumas informações sobre os aspectos negativos desse processo urbanístico. O foco é Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Lá moradores e pesquisadores já notaram os principais efeitos desse problema, especialmente a elevação da temperatura da cidade. Saiba por que isso acontece.https://youtu.be/fDM-oPM0bGE 5. Arranha-céus de Balneário Camboriú roubam o sol de quem está na praia Agora, confira a reportagem especial do Fantástico que mostrou, em 2018, a sombra que os prédios geram na areia da praia que comentamos na introdução deste post. Entre as torres, há algumas que pretendem chegar a 81 andares. Então, por essas e outras a cidade é conhecida como “Dubai brasileira”. Porém, há problemas que surgem na cidade, afinal, nem tudo é glamour. Ainda não conhece essa história? Assista ao vídeo e veja alguns dos efeitos da verticalização. Será que ela é benéfica para todo mundo? Fica aí o questionamento! Fonte: https://twitter.com/showdavida/status/951021042071465984 6. Pesquisa questiona se construir mais prédios faz cidades mais inclusivas No Jornal da USP, encontramos este artigo bem completo. Ele discute se há mesmo inclusão por meio da verticalização ou se isso é apenas um discurso para “vender” essa ideia e, assim, cada vez mais termos prédios altos nas cidades. Esse projeto de pesquisa, que iniciou em 2017, estava previsto para encerrar em 2020. Mas, de qualquer forma, você consegue ter acesso às primeiras impressões das análises dos pesquisadores. Assim, não deixe de ler e fazer algumas anotações sobre isso. E aí, você já formou sua opinião: é avanço ou problema verticalizar a área urbana? Certamente, na sua cidade deve ter algum exemplo desse tipo de intervenção. Então, que tal ampliar seu repertório conhecendo o plano diretor do lugar onde você mora? Além disso, pesquise se há essas situações em que as construções, além de mudarem a paisagem, estão causando alguns problemas, seja de mobilidade ou outros. Lembre-se que usar exemplos é sempre uma ideia bem-vinda na argumentação, mas não esqueça de referenciá-la, beleza? Mas é como sempre dizemos por aqui: procure mais referências, lembre-se das aulas de Geografia. Veja outras reportagens nas plataformas on-line. Enfim, cerque-se de argumentos que ajudem a defender a sua tese. Faça um bom rascunho, revise-o e passe a limpo! Precisa de uma mãozinha com a correção? Conheça nossos planos e saiba se mandou bem nesse tema. Estamos esperando seu texto, hein?! Até mais!

Em uma sociedade patriarcal, são muitas as formas de provocar o silenciamento das mulheres. Confira nosso tema de redação da semana! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “O silenciamento das mulheres na sociedade”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia é uma das três principais autoridades do País, ao lado dos chefes do Executivo (Michel Temer) e do Legislativo (Rodrigo Maia e Eunício Oliveira). Ainda assim, não sente que tem espaço para falar. E deixou isso bem claro na sessão desta quarta-feira, 10/05/2017, na Corte. O diálogo foi transcrito pelo site jurídico Jota. Cármen Lúcia: Ministra Rosa Weber, Vossa Excelência tem a palavra para voto. Rosa Weber: Ministro Lewandowski, o ministro Fux é quem tinha me concedido um aparte. Cármen Lúcia:Agora é o momento do voto… Luiz Fux: Concedo a palavra para o voto integral (risos). Cármen Lúcia: Como concede a palavra? É a vez dela votar. Ela é quem concede, se quiser, um aparte. Foi feita agora uma análise, só um parêntese. Foi feita agora uma pesquisa, já dei ciência à ministra Rosa, em todos os tribunais constitucionais onde há mulheres, o número de vezes em que as mulheres são aparteadas é 18 vezes maior do que entre os ministros… E a ministra Sotomayor [da Suprema Corte americana] me perguntou: ‘”omo é lá?”. Lá, em geral, eu e a ministra Rosa, não nos deixam falar, então nós não somos interrompidas. Mas agora é a vez de a ministra, por direito constitucional, votar. Tem a palavra, ministra. Os pesquisadores analisaram as discussões no Supremo americano desde 1990 e descobriram um padrão praticamente constante: as mulheres são interrompidas, em média, três vezes mais que os homens – isso embora elas falem com menos frequência e por menos tempo do que eles. Detalhe: elas são interrompidas não só por pares da Corte, mas também por advogados, que, segundo a regra, são proibidos de cortar a fala de um juiz e deveriam ser repreendidos por isso. Fonte: emais estadão – deixem a carmen lucia e todas as mulheres falar TEXTO 2 TEXTO 3 Se você é mulher, certamente já percebeu esse tipo de situação alguma vez no ambiente de trabalho. Uma profissional está em uma reunião, apresentando um projeto aos colegas ou à chefia. No auge da sua fala, um colega homem a interrompe e assume a exposição – como se ela estivesse sendo incapaz de tocar sua argumentação –, apropriando-se de uma ideia que ela já havia pontuado e levando o crédito por ela. Ou ainda: em uma discussão em equipe, essa profissional dá uma sugestão sobre como solucionar um problema ou atingir a meta do mês. Ela termina de falar, é ignorada e a reunião prossegue como se ela não tivesse dito nada. Em outra situação, em que há dois homens conversando e uma mulher no grupo, quando ela tenta fazer um comentário, eles se viram para ela e explicam algo óbvio, dando a entender que ela não domina o assunto apenas por ser mulher. Parece casual? Cada vez mais especialistas acreditam que não e dão até um nome para esse tipo de situação – violência verbal. No estudo Sex Roles, Interruptions and Silences in Conversations, os sociólogos Don Zimmerman e Candace West, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, analisaram 31 diálogos gravados em lugares públicos como cafés, farmácias e campus universitários. Eles descobriram que, enquanto nas conversas entre pessoas do mesmo sexo aconteceram sete interrupções no total, nas conversas entre homens e mulheres, foram 48 interrupções – 46 delas feitas por um homem, no meio da fala de uma mulher. Outra pesquisa, realizada em 2014 pela Universidade George Washington, mostra que, durante um diálogo, os homens interrompem as mulheres 33% mais do que quando eles estão falando com outro homem. Nem poderosas líderes mundiais escapam do constrangimento. Segundo um levantamento do portal americano de notícias Quartz, durante o primeiro debate presidencial entre Hillary Clinton e Donald Trump, em setembro de 2016, o republicano interrompeu a candidata democrata em 51 momentos. O caso serviu de inspiração para a criação do aplicativo Woman Interrupted, lançado em março pela agência BETC São Paulo. A finalidade da plataforma é contabilizar quantas vezes uma mulher é interrompida durante sua fala por um homem, o chamado “manterrupting”. Em consequência de práticas como essas, as mulheres são as que menos se pronunciam em reuniões no mundo corporativo. Em 2012, o pesquisador Christopher Karpowitz, da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, descobriu que homens falam, em média, durante 75% do tempo em discussões de trabalho. O silenciamento pode ser percebido também pela quantidade de mulheres que evitam admitir situações em que se sentiram constrangidas ou desrespeitadas em função de questões de gênero. Uma pesquisa global realizada pelo instituto Ipsos em 24 países, entre janeiro e fevereiro de 2017, mostra que 26% das mulheres, em todo o mundo, têm receio de defender seus direitos e lutar pela equidade de gênero. No ranking geral, o Brasil ocupa o terceiro lugar como país onde as pessoas mais temem tocar no assunto (36%), ficando apenas atrás de Índia (50%) e Turquia (39%). Fonte: voce sa abril – como a violência verbal afeta as mulheres no trabalho Confira uma lista de repertórios que preparamos para o tema O silenciamento das mulheres na sociedade! Após escrever sua redação, não se esqueça de enviá-la em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!

Conheça e reflita sobre os impactos da pandemia na vida das mulheres e treina a escrita da redação agora mesmo! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Os impactos da pandemia na vida das mulheres”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 A pandemia causada pela Covid-19 e a adoção de medidas de distanciamento social adotadas no Brasil trouxeram à tona diversos aspectos relacionados às desigualdades que perpassam nossas vidas. Sabemos que a possibilidade de manter o distanciamento social, por meio do trabalho remoto e sem grandes alterações na renda familiar, foi concedida a poucos, deixando em evidência a forma desigual com que a pandemia atinge a população, para além da questão ligada diretamente à doença. As mulheres, especialmente as mais pobres, chefes de família e com filhos, foram afetadas de diversas maneiras: perda da renda, falta de creches e escolas, impossibilidade de adotar medidas de distanciamento social e o aumento da violência doméstica são alguns dos fatores que mais tiveram impacto sobre a vida das mulheres, literalmente. A gravidade desses “efeitos colaterais” da pandemia sobre as mulheres se torna evidente diante dos dados trazidos pelo Monitor da Violência. Os números mostram um aumento nos homicídios de mulheres e feminicídios em 14 e 11 UFs, respectivamente, no primeiro semestre de 2020, quando comparado com o mesmo período de 2019. Em relação aos homicídios de mulheres se destacam as regiões Norte e Nordeste, onde três estados apresentaram crescimento acima de 80%: Rondônia (255%), Tocantins (143%) e Ceará (89%). Em relação ao feminicídio, Acre e Pará se destacaram com um aumento de 167% e 112%, respectivamente. Também chama a atenção, em contrapartida, a redução dos estupros consumados em 24 das 27 unidades da federação no primeiro semestre de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019. No estado da Paraíba, essa redução foi de 60%. No caso de estupro de vulneráveis, a queda se deu em 20 UFs, com destaque para Sergipe, que registrou uma diminuição de 46%. Tal queda generalizada, que à primeira vista poderia ser considerada como uma boa notícia, pode, no entanto, estar relacionada muito mais com a subnotificação dos casos do que com a real redução do crime. Isso porque sabemos que uma parte significativa dos estupros ocorre no ambiente doméstico e diante da suspensão de diversas atividades, como as escolares, por exemplo, o período de convivência entre autores e vítimas aumentou. Além disso, a presença constante dos autores pode constranger a comunicação do crime às autoridades. Da mesma forma, o aumento dos homicídios de mulheres e feminicídios pode estar relacionado, além do aumento do tempo de convivência entre as vítimas e autores, ao agravamento de episódios de violência pré-existentes, bem como à suspensão de serviços prestados por instituições de acolhimento a vítimas de violência doméstica, ou até mesmo ao distanciamento das redes de apoio de familiares e amigos. Fonte: g1 globo Texto 2 Texto 3 A pandemia impactou a saúde mental e aspectos comportamentais dos brasileiros. Um estudo realizado entre maio e junho de 2020 com homens e mulheres de várias regiões do País (26 Estados brasileiros e do Distrito Federal) mostrou que um número grande de pessoas apresentou, durante a pandemia, sintomas de depressão, ansiedade e estresse. Houve também maior consumo de drogas ilícitas, de cigarros, de medicamentos e de alimentos. As mais afetadas emocionalmente foram as mulheres, respondendo por 40,5% de sintomas de depressão, 34,9% de ansiedade e 37,3% de estresse. A pesquisa ouviu três mil voluntários e realizou-se pela equipe do neuropsicólogo Antônio de Pádua Serafim, do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). […] Além do perfil de mulher multitarefa que concilia trabalhos domésticos e vida profissional, a pesquisa trouxe um achado interessante que revela outra face da questão de gênero. O sofrimento psíquico também atingiu quem morava sozinha e não tinha filhos. Os níveis mais elevados de estresse, depressão e ansiedade foram relatados por mulheres nestas condições, situação que, segundo o estudo, provavelmente estivesse associada a outras variáveis consideradas pela pesquisa e que poderiam estar contribuindo para o adoecimento das entrevistadas: muitas delas estavam desempregadas, tinham histórico de doenças crônicas (25,9%) e relataram ter tido contato com pessoas com diagnóstico de covid-19 (35,2%). Fonte: jornal usp Texto 4 Não há dúvidas de que as mulheres no mundo todo vêm conquistando importantes espaços e posições no mercado de trabalho, fruto da perseverança em mudar a realidade ainda bruta e machista que o mundo corporativo, em parte, ainda teima perpetuar. Porém, essa escalada feminina parece ter tido uma parada brusca, devido à pandemia do coronavírus. Tenho conversado com profissionais de diferentes segmentos e elas relatam que, nos últimos meses, a carga de trabalho, a exigência e o grau de estresse aumentaram muito para elas. Para as profissionais que estão em home office, a reclamação é ainda mais comum. O home é algo bom, sem dúvidas, mas como ele veio por uma necessidade e não como uma política de flexibilização em processo de maturação nas empresas, acabou por sobrecarregar as mulheres, com afazeres domésticos e corporativos, dando a sensação de uma certa retração ou uma estagnação. Recente pesquisa realizada pela Kearney, uma das maiores consultorias globais de gestão estratégica no mundo, aponta que 30% das mulheres podem deixar seus empregos devido ao estresse gerado pelo trabalho remoto. As profissionais ouvidas relatam dificuldades para gerenciar a carga de trabalho, acesso reduzido a líderes influentes e a oportunidades de evolução na carreira, além de uma redução na sensação de bem-estar e da saúde mental. Fonte: gazeta do povo. Confira uma lista de repertórios para o tema Os impactos da pandemia na vida das mulheres! Ah, e não se esqueça de enviar a sua redação em nossa plataforma para receber a

A crise sanitária impactou a sociedade, no entanto a pandemia na vida das mulheres impactou ainda mais. Veja os repertórios para o tema! Embora todo campo social que tenha sido atingido pelos efeitos da crise do coronavírus, a pandemia causou ainda mais transtornos para um grupo social específico. Isso se deve a inúmeros fatores, conforme você viu nos textos motivadores do tema “Os impactos da pandemia na vida das mulheres“. O trabalho em home office, além da dupla jornada com os afazeres da casa – ainda delegado a elas em muitos lares -, os filhos sem escola. Além disso, muitas sofreram violência doméstica. Ainda, para completar, a preocupação com a vida e a doença, o que afeta a saúde mental. Assim, cabe refletir sobre o assunto e pensar soluções a esse problema da atualidade. Para ajudar você escrever uma boa redação sobre esse tema, selecionados alguns repertórios para ajudar na argumentação! Leia-os, assista-os, faça anotações. Ah, e não se esqueça: faça a sua própria pesquisa, hein? Um texto bem fundamentado está a um passo de ser uma redação nota mil! 1. Artigo: 2020: o ano da pandemia e seu impacto nas mulheres, pessoas negras e LGBT+ Acesse o site Gênero e Número que, em dezembro de 2020, publicou uma matéria bem completa, com dados, mapas, gráficos e diversas informações sobre o impacto da pandemia entre os grupos minoritários, entre eles as mulheres. Um dado interessante para dicussão, por exemplo, é que, na linha de frente dos profissionais da saúde, as mulheres negras – em geral técnicas de enfermagem ou agentes comunitárias de saúde – são as mais expostas ao risco de contágio. Além disso, são elas que menos treinamento, orientação e equipamentos de proteção recebem. Então, que tal pensar sobre isso no seu texto? Ainda se relacionando ao nosso tema, o canal no Youtube da Gênero e Número tem um vídeo que traz um retrato das mães solo na pandemia. Assista-o para conhecer essas estatísticas. O vídeo tem menos de 2 minutos! https://youtu.be/3OvP8k0EI1Q 2 Vídeo: Pesquisa revela que mulheres sofrem mais com a pandemia Nesta reportagem do Hoje em dia, você encontra a exemplificação de algumas das dificuldades vistas nos textos motivadores do nosso tema. Portanto, é interessante que você assista essas histórias de vida e, assim, utilize-as como exemplo na argumentação da sua redação. Dê play agora mesmo!https://youtu.be/a9D_TssBRj0 3. Vídeo: Violência contra a mulher em tempos de pandemia Presente, infelizmente, todos os dias na nossa sociedade, a violência assombrou ainda mais a vida das mulheres durante a pandemia. Tendo sido tema do Enem em 2015, a violência contra a mulher ainda persiste. No canal da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade no Youtube, você encontra um vídeo curto que ajuda a pensar sobre essa problemática, que não atinge apenas as brasileiras. Confira!https://youtu.be/lFJPAq960sg 4. Vídeo: Desemprego entre mulheres é maior na pandemia A Band Jornalismo também esteve atenta aos impactos da pandemia na vida das mulheres. Nesta reportagem, o foco é o desemprego, que atingiu de forma mais severa a população feminina. Então, para elas, a retomada às atividades, mesmo com os planos de reabertura, será mais lenta. Se você não sabia que isso estava acontecendo, não deixe de assistir, combinado?https://youtu.be/HG-bs6sR58g 5. Vídeo: Pandemia agrava sobrecarga das mulheres no trabalho doméstico A TV Cultura, por sua vez, trouxe um olhar sobre o fato de as mulheres estarem com uma carga de trabalho doméstico superior às 10h a mais dedicadas a isso que os homens, normalmente. Pois é, não basta estar sob uma pandemia, sofrer ameaça de violência e ter dificuldades em manter o emprego. Além disso tudo, as mulheres ainda são atingidas pelo excesso de atribuições em suas casas. Certamente, isso reflete os problemas relacionados às diferenças de gênero que ainda persistem na sociedade. Dessa forma, a matéria ajuda a pensar sobre essa situação e seus efeitos.https://youtu.be/8sJ585qbqOk 6. Entrevista: Psicoterapeuta fala sobre a intensificação da sobrecarga sob as mulheres/mães na quarentena Complemente as informações da matéria anterior assistindo a esta entrevista com a psicoterapeuta Pollyana Esteves. Além de mostrar os efeitos de tantas atividades extras para as mulheres, ela aponta maneiras de cuidar da saúde mental. Portanto, não deixe de assistir. Afinal, quem sabe não surge uma ideia de proposta de intervenção daqui, hein?https://youtu.be/r4P1s3UVceU 7. Site: Mulheres na pandemia Finalizando as nossas indicações, acesse o site Mulheres na pandemia e encontre informações bem detalhadas sobre a situação desse grupo social na crise causa pela Covid-19. Além de ler o conteúdo on-line, você ainda pode baixar o relatório da pesquisa “Sem parar”, que buscou identificar a situação de trabalho e da vida das mulheres durante a pandemia. Trata-se de uma carta para você ter na manga, afinal, quem não gosta de usar dados estatísticos nos textos? Então, agora é com você! Hora de colocar a mão na massa, fazer um bom projeto de texto para tema Os impactos da pandemia na vida das mulheres e, assim, arrasar no desenvolvimento da sua redação! Lembre-se de usar esses repertórios de modo produtivo. Temos certeza de que você consegue! Ah, e se precisar de ajuda com correção, conte com a gente! Nada como o olhar de uma equipe especialista em redações para melhorar a sua escrita. Portanto, conheça nossos planos agora mesmo! Até a próxima!
Agora que todas as etapas do Enem 2020 encerraram, confira a análise dos três temas de redação e fique de olho nas tendências da prova! Marcado por uma pandemia, adiamento, confusões nas salas de provas e recordes de abstenção. Assim foi o Enem 2020. Certamente, não foi fácil para os estudantes a preparação para as provas. Porém, com a reaplicação que aconteceu nesta semana, enfim essa etapa encerrou. Agora, é o momento de avaliar as lições aprendidas nesse período e aguardar os resultados. Para ajudar a refletir sobre o Exame Nacional, vamos fazer uma breve análise dos três temas de redação cobrados nas provas. Assim, quem está começando a se preparar pra o Enem 2021 já pode traçar algumas estratégias para se dar bem. Boa leitura! Temas que dialogaram com o Brasil sob uma pandemia Caso você tenha perdido alguma notícia sobre o Enem, relembre os três temas de redação: Enem impresso: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira“ Enem digital: “O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil“ Reaplicação: “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“ Embora nem todos concordem, de alguma forma os três temas perpassam o momento atual da pandemia de coronavírus. O tema do Enem impresso trouxe as doenças mentais e o estigma associado a elas como um problema. Assim, em um dos textos motivadores mostrou que o Brasil é o país mais depressivo da América Latina. Em 2020, a saúde mental esteve no foco e a depressão apareceu como uma das doenças mentais mais recorrentes em um mundo sob distanciamento social. Já o Enem digital pediu uma discussão a respeito das desigualdades regionais, e novamente podemos fazer associações ao momento atual. A falta de recursos na área da saúde, em especial nas regiões Norte e Nordeste, visibilizou ainda mais essas desigualdades. Assim, o desafio – que é histórico – de reduzir esse problema pede reflexão urgente. Por sua vez, a reaplicação fechou o ciclo falando de empatia nas relações sociais. Aqui podemos ver um ciclo se fechando, pois essa temática complementa as duas anteriores, concorda? Quando um dos textos motivadores do tema do Enem impresso menciona que muitas pessoas acham que depressão e ansiedade são “frescura”, isso nada mais é que uma demonstração de falta de empatia. Da mesma forma, uma sociedade desigual reflete a dificuldade que muitos ainda têm se colocar no lugar do outro. Portanto, pode-se dizer que todos os três temas estiveram muito presentes na realidade de todos os brasileiros nos últimos meses e, desse modo, eram até certo ponto “fáceis” de se desenvolver, diferentemente de temas mais complicados, como o de 2018, sobre a manipulação de dados, por exemplo. Então, diante de um momento atípico, talvez a banca do Enem tenha optado por pegar mais leve nesse ano. Afinal, as dificuldades dos estudantes com o ensino remoto foram enormes. Predominância de temas abertos: uma tendência do Enem Com exceção do tema do Enem digital, que lembrou muito temas antigos, mais direcionados, os outros dois eram temas abertos, ou seja, davam mais liberdade para abordar o assunto. Assim, deve-se ter cuidado para não fugir do tema. Para isso, é importante entender quais as palavras-chave da frase temática. Os temas abertos requerem do candidato que ele faça uma boa interpretação dos textos motivadores e compreenda sobre o que precisa escrever. Assim, treine essa habilidade se você está se preparando para as próximas provas. Menos textos motivadores Tanto o Enem impresso quanto a reaplicação contaram com apenas três textos motivadores. Portanto, caso isso se torne um padrão da prova, é fundamental que o participante amplie ainda mais seu repertório sociocultural. Isso porque se basear nos textos motivadores, embora não seja proibido (desde que não haja cópia), dificilmente fará uma redação se destacar. Atente-se também à leitura de infográficos, pois pelo menos um aparece sempre na proposta de redação e pode ajudar bastante a compreender a temática. Cadê a polêmica que estava aqui? Geralmente, o tema de redação vira foco de debate durante dias, pois muitas pessoas se queixam de serem cobrados assuntos fora da realidade da maioria das pessoas. Nesta edição do exame, porém, isso não aconteceu. Pelo menos não tão intensamente. Em sua maioria, os participantes consideraram os temas acessíveis. Além disso, como já mencionamos, bem próximos de situações que estão sendo vivenciadas no agora. É cedo para afirmar que o Inep vai seguir essa linha, mas a análise dos três temas de redação aponta que pode haver uma mudança daqui para frente, tornando a redação mais tranquila para os participantes. E você, fez alguma dessas provas de redação? Qual a sua opinião sobre os temas? Será que o Enem vai ficar “mais fácil”? Bom, independentemente das nossas suposições sobre o Enem 2020, agora está dada a largada para a jornada 2021. Conheça nossos planos e comece a praticar em nossa plataforma de correção, videoaulas e monitorias de redação!

Agora que você já sabe o tema de redação da reaplicação Enem 2020, confira os repertórios pertinente para usar no texto! O tema de redação da reaplicação Enem 2020 foi “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“. Agora que já conversamos um pouco sobre como melhor abordar essa proposta, vamos mostrar alguns repertórios que poderiam ter sido usados na argumentação do texto. Assim, caso você não tenha feito a reaplicação, mas queira treinar a sua escrita, você já pode começar a sua preparação refletindo sobre isso. Vamos lá? 1. The Power of Outrospection Esta animação de 10 minutos explica como, no século XXI, é importante cultivar a extrospecção, em vez da introspecção. Desse modo, mostra como a forma de viver cultivada até bem recentemente, em que o indivíduo foca apenas em si mesmo, não trouxe bons resultados. A empatia, é a forma final da extrospecção, segundo o vídeo. Então, assista-o para saber mais sobre isso! https://youtu.be/bKzNSCkS0k4 2. Intocáveis Neste filme, vemos o encontro inusitado de dois homens, um rico, tetraplégico após um acidente, e outro problemático, que aceita trabalhar como cuidador mesmos em experiência. Na trajetória, eles aprendem a se respeitar a partir de um olhar empático sobre o outro, apesar das diferenças.https://youtu.be/-Fb8h4gChlU 3. O Pequeno Guia de Empatia da Floresta dos Mistérios Com patrocínio da Volkswagen e da Lei de incentivo à cultura, a peça teatral Floresta dos Mistérios aconteceu em 2019, mas ainda deixou no ar seu site, que tem um guia disponível para download explicando sobre a empatia. Embora seja para um público infantil, pode ajudá-lo(a) a compreender um pouco mais sobre o conceito que é uma palavra-chave importante da frase temática. Então, aproveite e baixe o arquivo! 4. A Importância da Empatia na Educação Uma das relações sociais mais importantes de nossa trajetória se dá, sem dúvida, na escola. Assim, é importante entender como a empatia pode ajudar a torná-la melhor. O Escolas Transformadoras organizou, em 2016, uma roda de conversa sobre empatia. O objetivo foi o de construir coletivamente um entendimento sobre a importância da empatia como um valor e como uma competência que deve ser aprendida e cultivada na escola e nos demais espaços de convivência. Portanto, trata-se de um conteúdo que pode ajudar bastante na construção do seu texto, pois traz 9 artigos escritos pelos que estavam presentes no evento. Baixe gratuitamente esta cartilha. 5. Razões para desenvolver empatia no ambiente de trabalho Depois da escola, outro local que nos exige cada vez mais o exercício da empatia são os ambientes corporativos. Com este artigo, entenda os motivos para desenvolver essa competência na relações de trabalho. 6. Patch Adams – O amor é contagioso Mais um filme que nos ajuda a pensar na empatia. De 1998, conta com a história real um estudante de medicina que descobre que o humor e o carinho podem fazer maravilhas e ajudar a curar pessoas hospitalizadas. Porém, ele acaba entrando em conflito com os defensores da medicina tradicional, mas fria com os pacientes. Enfim, assista! Vale muito a pena! Ah! Aproveite e conheça também o trabalho dos Doutores do Riso! Certamente, isso tratá algumas ideias para o seu texto!https://youtu.be/q9YsMfAqZa4 7. O poder transformador da empatia nas relações humanas Então, que tal mais um artigo para encerrar esta lista de sugestões? Publicado pela Você S/A em 2019, fala sobre a importância de expandir a capacidade de compreender o outro para melhores relações, em especial no trabalho. Gostou das dicas? Não se esqueça: a internet está cheia de conteúdos que podem ajudar na sua argumentação. Portanto, reserve algum tempo antes da escrita para fazer a sua própria pesquisa. Procure também lembrar de livros, séries e outros filmes que mostrem relações empáticas que podem aparecer como repertório produtivo no seu texto. Depois, mande para a nossa equipe corrigi-lo! Então, conheça nossos planos e comece a se preparar para o Enem 2021!

Confira o tema de redação cobrado na prova de reaplicação do ENEM 2020! Textos motivadores da prova de reaplicação do Enem 2020: TEXTO II Penso que a nossa geração esteja repleta de pessoas empáticas. Há muitos que sabem sentir a dor do mundo e que primam por preencher a nossa atmosfera psíquica com as flores da gentileza e o perfume da gratidão. Esses seres, embora raramente tenham holofotes sobre si, são os verdadeiramente ricos e poderosos, pois são os seus gestos anônimos, as suas preces silenciosas e seus pensamentos de Paz que espalham centelhas de esperança por toda a Terra. Mas é inegável que muitos ainda não tenham compreendido que as maiores mazelas do mundo se dão pela falta de empatia dos homens. Por não saber “ser o outro”, o homem furta, rouba, violenta. O homem achincalha a fé alheia, o sonho alheio. O homem escraviza o homem. O homem condena povos inteiros, comunidades inteiras à miséria, roubando-lhes as condições necessárias para que não possam sequer enxergar a própria indignidade. É a falta da empatia que contamina o mundo com a praga do imediatismo, do consumismo, do uso indiscriminado de recursos naturais. A falta de empatia faz com que desumanizemos o outro e, com isso, nos tornemos menos humanos, mais egoístas, mais individualistas, mais competitivos e mais insanos. Disponível em: https://www.revistapazes.com. Acesso em: 24 jul. 2020 (adaptado). PROPOSTA DE REDAÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Envie sua redação em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis! Confira nossos planos!

Confira o tema de redação cobrado no vestibular FUVEST 2021: O mundo contemporâneo está fora da ordem? Texto 1 do tema de redação Fuvest 2021: O neoliberalismo define certa norma de vida nas sociedades ocidentais, e, para além dela, em todas as sociedades que as seguem no caminho da “modernidade”. Essa norma impõe a cada um de nós que vivamos num universo de competição generalizada, intima os assalariados e as populações a entrar em luta econômica uns contra os outros, ordena as relações sociais segundo o modelo do mercado, obriga a justificar desigualdades cada vez mais profundas, muda até o indivíduo, que é instado a conceber a si mesmo e a comportar-se como uma empresa. Pierre Dardot e Christian Laval. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal, 2016. Texto 2: As mais soberbas pontes e edifícios, o que nas oficinas se elabora, o que pensado foi e logo atinge distância superior ao pensamento, os recursos da terra dominados, e as paixões e os impulsos e os tormentos e tudo que define o ser terrestre ou se prolonga até nos animais e chega às plantas para se embeber no sono rancoroso dos minérios, dá volta ao mundo e torna a se engolfar na estranha ordem geométrica de tudo, (…) Carlos Drummond de Andrade, “A máquina do mundo”, de Claro Enigma, 1951. Texto 3 do tema de redação Fuvest 2021: Aqui tudo parece que era ainda construção e já é ruína Tudo é menino, menina no olho da rua O asfalto, a ponte, o viaduto ganindo pra lua Nada continua… (…) Alguma coisa está fora da ordem Fora da nova ordem mundial Caetano Veloso, Trecho da música Fora da Ordem, 1991. Texto 4: Os adultos ficam dizendo: “devemos dar esperança aos jovens”. Mas eu não quero a sua esperança. Eu não quero que vocês estejam esperançosos. Eu quero que vocês estejam em pânico. Quero que vocês sintam o medo que eu sinto todos os dias. E eu quero que vocês ajam. Quero que ajam como agiriam em uma crise. Quero que vocês ajam como se a casa estivesse pegando fogo, porque está. Greta Thunberg, Trecho de discurso em Davos, 2019. Considerando as ideias apresentadas nos textos e também outras informações que julgar pertinentes, redija uma dissertação em prosa, na qual você exponha seu ponto de vista sobre o tema: O mundo contemporâneo está fora da ordem? Instruções: Exemplo de redação com esse tema: O mundo contemporâneo, marcado por um complexo conjunto de mudanças sociais, políticas e econômicas, suscita a questão de se estar “fora da ordem”. A ascensão do neoliberalismo, a rápida evolução tecnológica e as crises climáticas são alguns dos elementos que desafiam a tradicional noção de ordem. A competição generalizada e a desigualdade crescente podem ser vistas como indícios de um mundo desordenado, como sugerem alguns pensadores. No entanto, essa desordem também abre espaço para a transformação e a ação. Ativistas como Greta Thunberg enfatizam a urgência de enfrentar os desafios contemporâneos. Assim, enquanto o mundo contemporâneo pode parecer fora da ordem em diversos aspectos, ele também oferece oportunidades para repensar e construir um futuro mais justo e sustentável. Em vez de desespero, a desordem contemporânea pode ser vista como um convite para a ação e a reflexão sobre como moldar um mundo melhor. Não deixe de enviar sua redação em nossa plataforma para receber a correção feita por professores especialistas em até 3 dias úteis! Confira nossos planos!