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Durante a pandemia, a questão da exclusão digital ganhou evidência. Você já refletiu sobre essa questão e os impactos disso na sociedade brasileira? Se não, aproveite para pensar sobre isso e escrever uma redação! Assim, fique preparado(a) para o Enem! Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Exclusão digital”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema sobre Exclusão Digital: Texto 1 Fonte: https://petletras.paginas.ufsc.br/files/2020/05/charge.jpg Texto 2 Exclusão digital em tempos de pandemia Desde 2005, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) — com a finalidade de mapear o acesso à infraestrutura das tecnologias de informação nos domicílios urbanos e rurais do país, e as formas de uso delas por indivíduos de 10 anos de idade ou mais — realiza, anualmente, a pesquisa TIC Domicílios. De acordo com o último desses estudos, publicado em 28 de outubro de 2019, percebeu-se que, entre 2008 e 2018, ocorreu significativo aumento no número de lares brasileiros com acesso à internet. O estudo aponta que, em 2008, apenas 18% dos domicílios brasileiros tinham acesso à rede. Dez anos depois, esse percentual saltou para 67% de residências conectadas. Sem dúvida, um notável avanço. […] Isso, no entanto, não quer dizer que esses direitos estejam igualmente distribuídos entre a população brasileira. Afinal, se o acesso à rede mundial de computadores já é realidade em mais de 90% dos lares mais abastados, menos da metade (48%) das residências dos indivíduos das classes D e E gozam do mesmo privilégio, conforme detalha a referida pesquisa. E, como aponta o TIC Domicílios 2018, o alto custo dos serviços em questão é, segundo os moradores desses domicílios, o principal motivo que os levou a não possuir internet em suas casas. Essa constatação – baixíssimo nível, quando se fala da camada menos favorecida da população, de acesso à rede mundial de computadores – é, para dizer o mínimo, preocupante. Isso porque, em consonância com o relatório elaborado em 2009 pelo Banco Mundial, cada aumento de 10 pontos percentuais nas conexões de internet de banda larga de um determinado país corresponde a um respectivo crescimento de 1,3% no Produto Interno Bruto (PIB). Nítido, sobretudo em um mundo cada vez mais globalizado e conectado, que não há como se falar em comunicação, liberdade de expressão ou desenvolvimento, sem considerar a internet como um meio fundamental para a geração de conhecimento e circulação de informações. Com a chegada da pandemia de Covid-19, a desigualdade ganhou contornos ainda mais claros, na medida em que a internet tem funcionado como ferramenta essencial para diversas atividades como o trabalho remoto, o acesso à informação e entretenimento e a utilização de serviços tecnológicos, tais como aplicativos de comida delivery e mobilidade urbana – que, igualmente, contribuem para que os usuários de tais serviços fiquem mais protegidos dos riscos causados pela pandemia. Portanto, enquanto alguns encontram-se amplamente conectados, ampliando suas ações online (teletrabalho, videoconferências, cursos e aulas virtuais), outros, em virtude de sua precária situação econômica, permanecem à margem de um processo evidenciado como nunca antes: o papel da tecnologia cada vez maior e a importância de uma agenda de inclusão digital. Fonte: https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/exclusao-digital-em-tempos-de-pandemia/ Texto 3 Exclusão digital é barreira para mulheres rurais As mulheres rurais são o grupo menos conectado às Tecnologias da informação e Comunicação na maior parte dos países da América Latina e do Caribe. É isso que concluiu um estudo conduzido pela Universidade de Oxford, da Inglaterra. O levantamento foi coordenado pela cientista social italiana Valentina Rotondi. Ela se baseou em dados da Pesquisa Mundial Gallup, informações dos países e de rastreamento da rede social Facebook, em 17 dos 23 países da região analisada. Menos mulheres declararam possuir celulares em comparação com homens. Mulheres de baixa escolaridade que vivem em áreas rurais são as menos conectadas. Segundo autoridades a situação mostra o quadro de desigualdade e que a conectividade traz acesso a mercados, informação e serviços financeiros. “O estudo revela que o acesso reduzido a telefones celulares e a internet se soma a diversos problemas enfrentados pelas mulheres no campo, como as barreiras à obtenção de financiamento, à captação, ao emprego formal e à propriedade da terra”, disse o diretor-geral do IICA, Manuel Otero. A proporção de pessoas que possuem telefones celulares nos países analisados aumentou cerca de 80% em 2017 e 45% desde 2006 e a lacuna entre os gêneros na posse de celulares diminuiu na última década. No entanto, voltou a piorar nos últimos cinco anos. Enquanto no Brasil e na Argentina há uma situação de quase paridade entre homens e mulheres, Guatemala e o Peru são exemplos de nações onde a diferença é maior, enquanto no Chile e no Uruguai a proporção tende a favorecer as mulheres. O estudo concluiu que, de modo geral, quanto menor a diferença de gênero na posse de celulares, melhores são as perspectivas para a inserção de mulheres no mercado de trabalho e menores são as disparidades entre os gêneros em trabalhos vulneráveis e desemprego juvenil. O estudo “Desigualdade digital de gênero na América Latina e Caribe” teve apoio do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/exclusao-digital-e-barreira-para-mulheres-rurais_440947.html Escreva a sua redação sobre o tema Exclusão digital após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Você sabe o que é literacia familiar? Venha saber mais a partir desta proposta de redação e aproveite para treinar a sua escrita para o Enem! Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “A importância da literacia familiar”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema “A importância da literacia familiar”: Texto 1 “Literacia familiar não significa ensinar crianças a ler em casa” O Conta Pra Mim, programa do Ministério da Educação (MEC) que integra a Política Nacional de Alfabetização (PNA), propõe maior engajamento dos pais e responsáveis no incentivo à leitura de bebês e crianças. Assim, uma das principais referências teóricas do MEC para defender a chamada “literacia familiar” é Catherine Snow. Ela é professora da Escola de Graduação em Educação de Harvard, nos Estados Unidos. Catherine entende que a própria expressão “literacia familiar” em inglês (“literacy at home”) é ambígua. Isso porque a prática não necessariamente envolve o uso de livros ou de outras referências da língua escrita. Portanto, sob essa perspectiva, mesmo pais e responsáveis com baixa escolaridade ou mesmo analfabetos conseguem contribuir para a formação das crianças. Desse modo, a ideia, diz a pesquisadora, não é que a família assuma a responsabilidade pela alfabetização. Então, diante desse cenário, portanto, Catherine sugere diversas atividades que não levem os responsáveis a se tornarem “professores de leitura”. Conversar e responder às perguntas dos filhos, estimulá-los a planejar uma rota de ônibus ou ajudar a família a preparar uma receita são algumas possibilidades. […] a professora de Harvard defende que todas as famílias podem contribuir para o desenvolvimento literário de seus filhos. “Famílias muito pobres podem fazer muito para promover a curiosidade de suas crianças, suas habilidades linguísticas e atitudes positivas relacionadas ao aprendizado”, diz Catherine. “Assim como famílias muito mais ricas podem não estar engajadas nessas interações importantes.” […] Fonte: nova escola – literacia familiar Texto 2 O que a BNCC fala sobre leitura na Educação Infantil? Os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da BNCC preveem o incentivo à leitura para bebês na creche. Confira um trecho do documento sobre a prática: “Desde cedo, a criança manifesta curiosidade com relação à cultura escrita: ao ouvir e acompanhar a leitura de textos, ao observar os muitos textos que circulam no contexto familiar, comunitário e escolar, ela vai construindo sua concepção de língua escrita, reconhecendo diferentes usos sociais da escrita, dos gêneros, suportes e portadores. Na Educação Infantil, a imersão na cultura escrita deve partir do que as crianças conhecem e das curiosidades que deixam transparecer. As experiências com a literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças, contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e da ampliação do conhecimento de mundo. Além disso, o contato com histórias, contos, fábulas, poemas, cordéis etc. propicia a familiaridade com livros, com diferentes gêneros literários, a diferenciação entre ilustrações e escrita, a aprendizagem da direção da escrita e as formas corretas de manipulação de livros. Nesse convívio com textos escritos, as crianças vão construindo hipóteses sobre a escrita que se revelam, inicialmente, em rabiscos e garatujas e, à medida que vão conhecendo letras, em escritas espontâneas, não convencionais, mas já indicativas da compreensão da escrita como sistema de representação da língua.” (BNNC, p. 42) Fonte: Nova escola – incentivo a leitura na educação infantil Texto 3 Literacia é um conceito pouco utilizado entre pesquisadores brasileiros e mais comum à pedagogia norte-americana. Então, segundo a definição do MEC, literacia familiar é “o conjunto de práticas e experiências relacionadas com a linguagem oral, a leitura e a escrita, que as crianças vivenciam com seus pais ou responsáveis”. Fonte: Nova escola – incentivo a leitura Texto 4 Em manifesto, educadores questionam programa ‘Conta pra Mim’ No fim de 2019, o Ministério da Educação (MEC) lançou a campanha Conta pra Mim, cujo objetivo é incentivar o hábito da leitura entre pais e filhos. Um grupo de educadores, no entanto, acredita que o modelo representa um retrocesso nas políticas públicas do livro e da leitura no país. Juntos – e eles são mais de três mil – lançaram um manifesto. Nele, defendem que o Conta pra Mim é “sustentado por concepções ultrapassadas, preconceituosas e excludentes de educação e de família, oferece à primeira infância (crianças de zero a cinco anos) e às suas famílias produtos (cartilhas, vídeos, “livros”) e muita propaganda sobre o que alguns desconhecidos elegeram, a partir de valores morais e religiosos, como o certo e o errado, o bom e o mau, o bonito e o feio”. Desse modo, o grupo ressalta que os livros são “feitos de ideias”, mais do que de “histórias bonitas e divertidas para passar o tempo com os pequenos”. “Nos livros de literatura, a criança encontra aberturas diversas para compreender o mundo, que é grande e complexo. No entanto, esse programa do atual governo decide privilegiar narrativas que estabelecem verdades prontas e fechadas ao invés de proporcionar um repertório que contemple os conflitos, os desejos, os medos, as alegrias e os sonhos humanos, com convites para caminhos plurais”, diz o documento. Além disso, os educadores apontam ainda que o programa desconsidera “o vasto e qualificado conhecimento acumulado de pesquisas sobre a literatura infantil e formação de leitores, experiências sobre leitura e infâncias e a intensa criação e produção editorial brasileiras”. Fonte: Publish news Escreva uma redação sobre o tema A importância da literacia familiar após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Conheça as leis aprovadas em 2020 que podem virar tema ou fazer parte do seu repertório para a redação Enem. Leia agora! Embora seja muito difícil acertar o tema que será cobrado no Enem, fato é que a prova há muito tempo se debruça sobre questões sociais. Muitas delas, inclusive, foram temas de debates na Câmara de Deputados e no Senado. A proposição de uma nova lei, a depender da temática, gera muita polêmica. Desse modo, os palcos virtuais de debate, como o Twitter, e os canais de comunicação dão muita atenção às propostas dos nossos parlamentares. Por essa razão, é importante que você se atualize a respeito desses assuntos sempre que possível. Assim, para ajudá-lo, montamos uma lista das principais leis aprovadas em 2020 para você ficar de olho! Acompanhe! 1. (Novo) Código de Trânsito Brasileiro (Lei n. 14.071, de 13 de outubro de 2020) A lei aprovada em 2020 altera a Lei n. 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro). Assim, modifica a composição do Conselho Nacional de Trânsito e amplia o prazo de validade das habilitações. Além disso, dá outras providências, como o aumento considerável do limite de pontuação por infrações. Nesta matéria do UOL você lerá as principais mudanças e as que geraram maiores polêmicas. 2. Lei n. 14.026, de 15 de julho de 2020 Com a aprovação desta lei, segundo o sociólogo Edson Aparecido da Silva, “o Brasil dá um passo atrás na perspectiva da universalização do acesso aos serviços de saneamento básico“. Para ele, os agentes privados ganharão espaço com a nova lei. Assim, áreas mais carentes e que demandam maiores investimentos não serão contempladas com os benefícios do saneamento. Desse modo, não se alcançará a universalização visto que o lucro é o que importa a esses agentes que, certamente, visarão às áreas já urbanizadas. Confira o texto da lei e também o artigo de opinião do sociólogo para saber mais. 3. Lei n. 14.038, de 17 de agosto de 2020 Entre as leis aprovadas em 2020 temos esta que dispõe sobre a regulamentação da profissão de Historiador e dá outras providências. Mas por que essa lei gerou certo debate na sociedade? Bom, você sabe que muito do que constrói a Nação vem do nosso passado. A História é responsável não só pela manutenção da memória como também auxilia a entendermos o presente. Na atualidade, porém, há quem conteste dados e acontecimentos históricos, e uma interpretação equivocada da proposta, feita por alguns grupos, deu a entender que se trataria de uma questão ideológica tal aprovação. Contudo, a regulamentação visa apenas garantir que se considere historiador aquele que de fato possui formação na área ou em situações correlatas. No Brasil, muitos professores de história estão fora das salas de aula por desmotivação e, assim, professores de outras áreas ministram a disciplina. Isso, além de evidenciar a desvalorização da profissão, demonstra descaso com a Educação. Uma das possibilidades abertas com a nova lei é permitir a regulamentação a professores com outras graduações que ministram História há pelo menos cinco anos. Saiba mais neste artigo da ANPUH. 4. Lei n. 14.069, de 1º de outubro de 2020 O objetivo dessa lei foi criar o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crime de Estupro. Ela determina que o cadastro conterá as características físicas e as impressões digitais dos estupradores, além de informação do DNA e fotos. Para o preso em liberdade condicional, também deverá constar informação do local de moradia e de trabalho nos últimos três anos. A proposta, do deputado Hildo Rocha (MDB-MA), então, pretende barrar o crescimento de uma assustadora estatística. De fato, no país, são registrados 181 estupros por dia de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2020. Além disso, os dados mostram que 57,9% das vítimas de estupro no Brasil, em 2019, tinham no máximo 13 anos; 18,7% tinham entre 5 e 9 anos de idade; e 11,2% eram bebês de zero a 4 anos. Certamente esse tipo de violência é algo sobre o qual precisamos ficar bem atentos! 5. Lei n. 14.113, de 25 de dezembro de 2020 Esta lei regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), de que trata o art. 212-A da Constituição Federal, revoga dispositivos da Lei n. 11.494, de 20 de junho de 2007 e dá outras providências. O Fundeb é uma das principais formas de financiamento da Educação Básica. Assim, uma emenda à Constituição prevê repasses maiores da União, de forma progressiva, até 2026. Portanto, a complementação que hoje é de 10% chegará a 23%. Uma das polêmicas envolvendo a tramitação dessa lei no Congresso dizia respeito ao desejo de o atual governo permitir que escolas privadas sem fins lucrativos, entre elas as ligadas a igrejas (confessionais) recebessem recursos do Fundeb, dentro de um limite de 10% das vagas ofertadas. Porém, devido a ações de entidades organizadas, alguns políticos e até o Ministério Público Federal, essa proposta não foi adiante. Saiba mais lendo a matéria da Folha. 6. Decreto n. 10.502, de 30 de setembro de 2020 (Política Nacional de Educação Especial) Quando lançamos os temas de redação sobre capacitismo e educação inclusiva já comentamos sobre esse decreto. Ele prevê implementação de programas e ações voltados para o atendimento especializado das pessoas com deficiência ou necessidades especiais. Além disso, pretendia incentivar a criação de escolas e classes especializadas ou bilíngues de surdos. No dia 18 de dezembro de 2020, no entanto, o STF assinou uma liminar suspendendo este decreto. Essa legislação gerou muito debate e foi considerada um retrocesso ao trabalho de inclusão nas escolas regulares. Informe-se mais sobre esse assunto e escreva uma redação para treinar! 7. Lei Geral de Proteção de Dados Embora aprovada em 2018, entrou em vigor em agosto de 2020 a Lei n. 13.709/2018. A LGPD funcionará como ferramenta governamental que regulamentará o modo como os dados dos brasileiros são tratados, armazenados e protegidos. Assim, prevê multas altas às empresas que vazarem informações. Embora a

A preparação Enem 2020 não deve ser apenas de estudos. Aprenda a relaxar a mente para se sair bem nos dias de prova! Faltando pouco tempo para o primeiro dia de provas é normal que a ansiedade aumente. Por isso a preparação Enem 2020 deve incluir alguns exercícios de relaxamento para que você consiga dar o máximo de si até o último dia. Os participantes da próxima edição do Exame Nacional, além da carga normal de estresse com as provas, teve ainda que lidar com os desafios da pandemia. Aulas remotas, distanciamento e preocupação constante com a saúde fizeram com que os estudos dividissem a atenção com muitas outras novidades. Portanto, torna-se ainda mais importante um olhar para o bem-estar e pra saúde mental. Não basta apenas estudar, o descanso também deve estar no seu cronograma. Certamente você sabe que a preparação Enem é um processo que não acontece apenas um ano antes da aplicação do exame. Trata-se do conhecimento adquirido ao longo de sua formação, portanto estudar em ritmo frenético até os dias das provas pode não ser a melhor estratégia. De acordo com especialistas, isso prejudica a memória e, consequentemente, a capacidade de fazer associações mentais, fundamentais para responder às questões. Então, se você está nesse nível de cansaço, estresse e ansiedade e não sabe bem como quebrar esse ciclo, acompanhe as dicas a seguir e, principalmente, coloque-as em prática! 1. Controle a sua respiração Respirar é algo sobre o qual nem pensamos, pois fazemos o tempo todo involuntariamente para permanecer vivos. No entanto, essa respiração pode trazer benefícios quando nos concentramos nela para relaxar. Respirar profundamente, prestando atenção na entrada e na saída do ar, devagar, ajuda a diminuir crises de ansiedade e a melhorar a qualidade do sono, se feito antes de dormir. Assim, antes de iniciar a sua rotina de estudos, quando ficar nervoso(a) durante uma questão mais difícil e perto da hora de ir pra cama, respire fundo algumas vezes. De fato isso trará uma boa sensação e mais qualidade tanto para os estudos quanto para o seu descanso. Experimente! 2. Meditação Os benefícios dessa prática milenar incluem bem-estar e equilíbrio, duas sensações importantes para quem está em uma maratona de estudos e provas. Em um mundo cada vez mais conectado virtualmente, a conexão com o próprio eu fica muitas vezes prejudicada. Assim, a busca pela meditação tem crescido exponencialmente, em especial durante a pandemia. Portanto, seja para descansar a mente do trabalho ou dos estudos, a prática auxilia a melhorar o foco para aquilo que é importante, trazendo os pensamentos para o momento presente. Você pode iniciar com 5 a 10 minutos diários, e há muitos aplicativos e vídeos disponíveis para você conhecer e dar os primeiros passos. O tema é tão relevante na atualidade que no dia primeiro de janeiro de 2021 a Netflix lançará uma série de animação sobre os benefícios da meditação, com técnicas e práticas guiadas. Chegou bem a tempo, não é mesmo? Não deixe de assistir!https://youtu.be/MxHzRVRkL_8 3. Yoga Calma! Não queremos que em menos de 25 dias você se torne um yogi ou uma yogini. Mas se você já tinha curiosidade sobre essa atividade, que tal aprendê-la agora? Sim! Esse pode ser o impulso que faltava para começar. Entre os benefícios, podemos destacar: mais relaxamento, maior consciência corporal e autoconhecimento. Além disso, melhora o condicionamento físico e controla a pressão arterial etc. Hoje, é possível contar com aplicativos e canais no Youtube que oferecem aulas desde o nível iniciante, alguns de forma gratuita. Assim, procure aquele que melhor se adapte a sua necessidade e comece! Quem sabe além de relaxar você não criará um importante hábito para sua vida? Não custa nada tentar! 4. Outros exercícios leves A prática de atividades físicas, sejam elas quais forem, são benéficas para muitas coisas, inclusive para relaxar. Durante o período de isolamento, muitas pessoas se viram privadas de frequentar academias, parques e praças. Com a flexibilização, porém, está mais fácil tirar alguns minutos por dia para praticar exercício físico. Se você já é “atleta”, ótimo! Já sabe, então, que consegue dormir melhor, relaxar as tensões depois de um dia de estudos , entre outras coisas. Se ainda não pratica alguma atividade, comece agora. Não é necessário muito investimento financeiro. E tempo? Ah, você consegue separar de 20 a 40 minutos diários para cuidar de você, não é? Veja algumas possibilidades: caminhada leve; andar de bicicleta; patinar; subir escadas; alongamento. Importante: procure instrutores ou consulte um médico, dependendo da atividade escolhida. Se seu prédio tiver muitos andares, suba as escadas sem forçar o ritmo e desça de elevador. Assim, não machucará as articulações. 5. Massagens nas mãos Quem não gosta de uma boa massagem? No entanto, você sabia que pode conseguir um bom relaxamento massageando apenas as suas mãos? Sim! Não requer prática nem muita habilidade, apenas um pouco de boa vontade. Desse modo, use algum creme de sua preferência e massageie as palmas das mãos e os dedos. Se demore um pouco mais nos pontos doloridos e aos poucos sinta o bem-estar surgir. Dica: faça antes de dormir, pois ajuda a chamar o sono! Além disso, as mãos ficarão bem macias pra escrever a redação. 🙂 6. Dedique-se a algum hobby Separar alguns minutos do seu dia para se dedicar a algum hobby não fará mal algum à sua rotina de estudos. Ao contrário: pode fazer muito bem! Não importa qual é a sua preferência, fazer uma tarefa interessante e que não necessariamente tenha a ver com o Enem deixará você mais relaxado(a). Assim, toque algum instrumento, pinte, borde, cuide de plantas, passeie com seu animal de estimação. Ou seja, faça algo que lhe dê prazer e proporcione sensação de paz. E nada de sentir culpa por não estar estudando! Estamos na reta final, você já fez um grande esforço até aqui. Além disso, muitas vezes é em momentos de pausa, em que estamos fazendo atividades aleatórias, que nossa mente acaba descobrindo saídas para problemas que pareciam sem solução. Isso

Você acredita que a internet está gerando uma legião de ignorantes? Reflita sobre o emburrecimento da sociedade provocado pela internet. Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Internet e o emburrecimento da sociedade”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema “Internet e o emburrecimento da sociedade”: Texto 1 ‘Geração digital’: por que, pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais A Fábrica de Cretinos Digitais. Este é o título do último livro do neurocientista francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, em que apresenta, com dados concretos e de forma conclusiva, como os dispositivos digitais estão afetando seriamente — e para o mal — o desenvolvimento neural de crianças e jovens. “Simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento”, alerta o especialista em entrevista à BBC News Mundo […]. As evidências são palpáveis: já há um tempo que o testes de QI têm apontado que as novas gerações são menos inteligentes que anteriores. Desmurget acumula vasta publicação científica e já passou por centros de pesquisa renomados como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Além disso, seu livro se tornou um best-seller gigantesco na França. Assim, veja abaixo trechos da entrevista com ele. […] BBC News Mundo: E o que está causando essa diminuição no QI? Desmurget: Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico de cada fator, incluindo por exemplo a poluição (especialmente a exposição precoce a pesticidas) ou a exposição a telas. O que sabemos com certeza é que, mesmo que o tempo de tela de uma criança não seja o único culpado, isso tem um efeito significativo em seu QI. Portanto, vários estudos têm mostrado que quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo diminuem. Desse modo, os principais alicerces da nossa inteligência são afetados: linguagem, concentração, memória, cultura (definida como um corpo de conhecimento que nos ajuda a organizar e compreender o mundo). Então, em última análise, esses impactos levam a uma queda significativa no desempenho acadêmico. BBC News Mundo: E por que o uso de dispositivos digitais causa tudo isso? Desmurget: As causas também são claramente identificadas: diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção, assim levando a distúrbios de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral. Fonte: bbc Texto 2 A ciência alerta: Crianças da internet tem QI diminuído No ano de 2010 fomos impactados com o fascinante e perturbador livro de Nicholas Carr – cuja edição brasileira saiu em 2011, com o título “A Geração Superficial: o que a internet está fazendo com as nossas mentes.” O autor, com qualidade de pesquisa e valor literário, intensificou de maneira profunda constatações assombrosas acerca das influências negativas que a Internet exerce sobre os seus usuários. O livro, então, surgia como um grave sinal de alerta, justamente no momento em que a Internet estava no seu auge e aí despontavam, fogosas e cativantes, as diversas redes sociais, que passaram a dominar o tempo, e o entusiasmado interesse das pessoas, especialmente de crianças e adolescentes. Em meio a esse entusiasmo, no entanto, o livro surgia como uma ducha de água fria, chamando a atenção para os diversos perigos que o uso desenfreado dessas tecnologias já estava causando. Assim, sem negar o benefício que a Internet trouxe à humanidade sob vários aspectos, a obra de Carr servia como um pé no freio nessa corrida massiva, incontida, à sua utilização. Desse modo, lembro aqui que li, há alguns anos, um bom artigo do pesquisador Valdemar W. Setzer, da USP, em que dava ênfase especial ao impacto em crianças e jovens. Além disso, trazia recomendações práticas aos usuários da Internet para contrabalançar, na medida do possível, os efeitos negativos apontados por Carr em seu livro. O autor alertava: “parece que a Net está desbastando a minha capacidade de concentração e contemplação. Hoje, quer eu esteja on-line ou não, a minha mente espera receber informação do modo como a Net a distribui. Ou seja, um fluxo de partículas em movimento veloz. Antigamente eu era um mergulhador em um mar de palavras. Agora, no entanto, deslizo sobre a superfície como um sujeito com um jet-ski.” Fonte: meio norte blog Texto 4 89% das crianças e dos adolescentes brasileiros são usuários de Internet No Brasil, 89% das crianças e dos adolescentes são usuários de Internet. No entanto, 4,8 milhões das pessoas de 9 a 17 anos ainda moram em domicílios sem acesso à rede, o que representa 18% dessa população. Os dados são da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2019, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O estudo também apontou que 1,4 milhão de crianças e adolescentes nunca acessaram à Internet. Escreva uma redação sobre o tema Internet e o emburrecimento da sociedade após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Conheça as orientações da cartilha de redação Enem disponibilizada pelo Inep aos participantes. Treine e consiga a sonhada redação nota mil! Estamos entrando na reta final para a aplicação das provas do Enem 2020, mas sempre é tempo de estudar. Mesmo tão perto, ainda dá para acessar materiais que ajudem a ter um bom desempenho. Todos os anos, o Inep disponibiliza diversos conteúdos que auxiliam os participantes a se prepararem para as provas. No dia 30 de dezembro foi finalmente publicado o documento “A redação do Enem 2020 – cartilha do Participante”. Com ele dá pra ter uma boa ideia de como dar o último fôlego nos estudos de redação antes do grande dia! Certamente, todos que prestarão as provas deveriam acessar todos os conteúdos disponíveis. Mas, na verdade, muitas pessoas sequer leem o edital na íntegra. Isso é um grande erro, pois nele há informações valiosas tanto com relação a questões práticas da prova (qual caneta, horários, documentos aceitos, entre outras) quanto a como se calculam as notas. Se você é um dos que ainda não leu, ainda dá tempo! Além disso, há outros materiais de estudo, como a cartilha de redação ENEM que iremos comentar aqui. Acompanhe os principais pontos dela que você precisa saber. Muitas informações constantes na cartilha de 2020 são semelhantes às que o Inep disponibilizou em maio, da capacitação dos avaliadores. A grande diferença – e que para o estudante é bem relevante – é a linguagem bem mais acessível. Como os materiais são para públicos diferentes, de fato fica mais interessante ler um mais focado no participante. O ponto alto da cartilha são as redações nota mil comentadas. Vale a pena você ler ao menos essa parte, pois entenderá ponto a ponto o que faz uma redação ser considerada excelente. Como a redação é avaliada? Você já sabe que produzirá uma redação sobre um tema específico, a partir de uma tese, com argumentação fundamentada e apresentando uma proposta de intervenção. Mas depois que seu texto é entregue, quem avaliará? Pelo menos dois professores capacitados para essa função corrigem cada uma das redações. Essas pessoas atribuem as notas conforme as 5 competências de forma independente. Um não sabe a nota do outro. O objetivo é garantir justiça na avaliação. Os critérios de avaliação são os da seguinte matriz de referência: Fonte: Inep (2020). Após as duas avaliações, a sua nota será a média das notas dadas pelos corretores nas 5 competências. Caso exista discrepância (uma grande diferença entre as notas dadas), algumas ações acontecem para resolver a questão. Mas, antes, saiba o que são as discrepâncias: quando as notas dos avaliadores diferirem, no total, em mais de 100 pontos; quando houver diferença maior que 80 pontos em qualquer uma das competências. Nesses casos, então, a redação passa por uma terceira avaliação independente e a nota será a média das duas avaliações que mais se aproximarem. E se ainda houver discrepância? Nesses casos, uma banca presencial, composta por três professores, atribuirá a nota para esse texto. Essas informações são importantes para que você entenda como se chegou à sua nota quando receber o resultado. Perceba que há um grande esforço em não prejudicar nenhum participante, portanto, fique tranquilo(a)! Situações que levam à nota zero Na sequência, a cartilha informa os motivos que levam à nota zero. Nós já temos no blog um post especial sobre isso, bem detalhado. Mas não custa relembrar aqui alguns dos itens que mais zeram provas de redação: fuga do tema ou texto escrito em outro tipo textual que não o dissertativo-argumentativo; cópia integral de textos motivadores ou do caderno de provas; texto menor que 8 linhas; impropérios, desenhos e formas de identificação; texto predominantemente em língua estrangeira; entre outros. Avaliação de provas de participantes surdos ou disléxicos Ainda visando a justiça na correção, os surdos têm assegurado direitos relativos ao Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais. Assim, contam com mecanismos de avaliação coerentes com o aprendizado da língua portuguesa como segunda língua. No caso dos participantes disléxicos, são adotados critérios de avaliação que levem em conta questões linguísticas específicas relacionadas à dislexia. Portanto, essas são formas de garantir que a singularidade de cada um seja considerada na hora de receber a nota. Avaliação de provas de participantes com transtorno do espectro autista Uma novidade da cartilha de redação Enem é que a partir de 2020 a avaliação das provas dos participantes que apresentam transtornos do espectro autista se realizará por meio de uma banca especializada. Assim, haverá critérios que considerarão questões linguísticas relacionadas ao autismo. Essa inovação na correção das redações está de acordo com a Lei n. 13.146, de 6 de julho de 2015, que instituiu a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Matriz de referência Para que você saiba como se avalia cada competência, consulte a cartilha na íntegra e veja as tabelas. Por elas, é possível compreender o que faz com que uma redação receba 40 pontos em uma competência e o que precisa fazer para conseguir tirar 200. Assim, com base nessas informações, você mesmo pode avaliar seus textos já escritos e tentar melhorá-los. Aqui no blog já contamos tudo o que você precisa saber sobre cada umas das 5 competências, portanto não deixe de acessar esse conteúdo. Mas de todo modo, vamos relembrar alguns aspectos importantes da avaliação aqui: Na competência 1 você precisa demonstrar domínio da linguagem formal da língua portuguesa, portanto haverá descontos relativos a desvios e problemas de estrutura sintática. Na competência 2 você precisa respeitar a estrutura do texto dissertativo-argumentativo e fazer uma abordagem completa do tema. Veja no esquema abaixo, constante na cartilha de 2019, como a redação deve ser apresentada nesse aspecto: Fonte: Inep (2019). Continuando… Na competência 3 se analisa a capacidade de selecionar e organizar os argumentos em defesa do ponto de vista. Aqui, é legal você entender o que é projeto de texto. Então, segundo a cartilha de redação Enem, trata-se do

Escreva uma redação sobre o tema “Desafios na alfabetização infantil” e teste seus conhecimentos sobre o texto dissertativo-argumentativo. Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Desafios na alfabetização infantil”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema “Desafios na alfabetização infantil”: Texto 1 5 desafios da alfabetização no Brasil No dia 8 de setembro se comemora o Dia Mundial da Alfabetização. No entanto, no Brasil, ainda temos muito a percorrer para uma alfabetização eficiente para todos. Desse modo, listamos os cinco principais desafios desta que é uma etapa de extrema importância para o desenvolvimento educacional e pode refletir negativamente por toda a vida do estudante. 1- Falta de dados Os dados mais recentes sobre o assunto referem-se a 2016, já que a Avaliação Nacional da Alfabetização foi descontinuada. Porém, sem informações atualizadas, fica ainda mais difícil buscar soluções para equiparar a grande desigualdade na aprendizagem das crianças existente no Brasil. 2- Alfabetização adequada De acordo com a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), as dificuldades já se dão no início do processo de aprendizagem no Brasil. Assim, em 2016, menos da metade dos estudantes do 3° ano do Ensino Fundamental alcançaram os níveis de proficiência suficientes em Leitura (45,3%) e em Matemática (45,5%). 3- Impacto da desigualdade social As diferenças dos níveis de proficiência em Leitura, Escrita e Matemática de acordo com o Nível Socioeconômico (NSE) são gritantes. Isso é o que mostra a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA). Em 2016, o grupo com NSE muito baixo e baixo tiveram média de 23,4 em Leitura, enquanto o grupo alto e muito alto mais que dobrou a média, alcançando 68,2. 4- Disparidades regionais As diferenças da educação oferecida nos estados brasileiros também influenciam no nível de proficiência da alfabetização. Dados do MEC, Inep e Doeb de 2014 e 2016 mostram que a Região Norte e Nordeste ficaram abaixo da média brasileira nos níveis de proficiência em Leitura e Matemática em 2014 e 2016 e em escrita em 2016. Obs: Não há dados de Escrita em 2014. 5- Distorção entre Idade e Série O Relatório SAEB/ANA 2016 indica que cerca de 14,9% dos estudantes do Brasil têm dois anos ou mais acima da idade de referência para a sua etapa do ensino. No entanto, nas regiões Norte e Nordeste, a média é ainda maior que a nacional, com 20,2% e 21,4%, respectivamente. A Meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE) é alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3° ano do Ensino Fundamental. Para quem abandonou a escola ou não teve acesso na idade apropriada, há a possibilidade de alfabetização na Educação de Jovens e Adultos (EJA), que oferece os níveis da Educação Básica em todo o país. Fonte: futura org Texto 2 MEC prioriza método fônico e alfabetização aos 6 anos, mas aceita que ciclo só termine aos 8 Assinada pelo presidente Jair Bolsonaro na manhã desta quinta-feira (11.04.2019), a nova Política Nacional de Alfabetização (PNA) só foi divulgada publicamente pouco antes das 22h de quinta, com a publicação do texto em uma edição extra do “Diário Oficial da União”. No documento final, manteve-se a diretriz presente em um rascunho dela, pela qual a priorização da alfabetização deve acontecer no 1º ano do ensino fundamental, quando as crianças têm 6 anos. No entanto, o MEC incluiu um objetivo novo no texto que saiu no DOU, que é cumprir a meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE). Assim, a meta, que entrou em vigor em 2014 e tem vigência até 2024, quer todas as crianças alfabetizadas até no máximo o final do 3º ano do fundamental, ou seja, aos 8 anos de idade. Mas a política não é obrigatória às redes estaduais, municipais e privadas. Qual é a idade certa para alfabetizar? A questão está em debate no Brasil na última década. Assim, veja os principais pontos: A tendência de antecipar a alfabetização começou nas escolas particulares depois de 2010, quando o ensino fundamental passou de oito para nove anos de duração, e o antigo “pré” se tornou o 1º ano do fundamental; Em 2013, o MEC lançou o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic). Trata-se de uma iniciativa para estimular que crianças estejam plenamente alfabetizadas aos 8 anos, no 3º do fundamental; Mesmo assim, não é isso o que acontece na realidade: dados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2014 mostram que um quinto dos alunos da rede pública chegou ao 4º ano do fundamental sem aprender a ler adequadamente; Além disso, estudos indicam que o processo de alfabetização é longo. Para ser concluído aos sete anos, precisa começar com as crianças mais novas, que ainda não estão preparadas para isso; Os defensores das ciências cognitivas de leitura afirmam que é possível o “ensino explícito e organizado das relações entre os grafemas da linguagem escrita e os fonemas da linguagem falada”, como diz nova política do MEC; Secretários estaduais e municipais de Educação já afirmaram que não são contra o método fônico. Porém, são contra a definição de um método em detrimento dos demais. Fonte: G1 – globo Texto 3 PERFIL DAS CRIANÇAS DO BRASIL A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2018 estimou que temos no Brasil 35,5 milhões de crianças (pessoas de até 12 anos de idade). Isso corresponde a 17,1% da população estimada no ano, de cerca de 207 milhões. […] Entre a população brasileira a partir dos 15 anos de idade, a taxa de alfabetização em 2018 foi estimada em 93,2%. Assim, como se vê no gráfico a seguir, quase ¼ das crianças brasileiras de 5 anos (23,6%) são alfabetizadas. Entre as crianças de 12 anos, quase todas (98,7%) sabem ler e escrever. Escreva uma redação sobre o tema Desafios na alfabetização infantil após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Conheça assuntos ligados à pandemia que podem fazer parte do tema de redação 2020. Enriqueça seu repertório e tire uma boa nota! É inegável que a pandemia de coronavírus que enfrentada neste ano de 2020 mudou nosso modo de viver. Hoje, não são apenas medidas de proteção, uso de máscaras, distanciamento social que entraram na nossa rotina. Certamente, mudamos também nosso modo de estudar, de trabalhar e de obter momentos de lazer. E tudo isso com o cuidado que o momento exige. Assim, essas “novidades” alertaram para muitos problemas na nossa sociedade, e escancararam outros. Por isso – e por ser um evento ainda do primeiro semestre do ano – vale a pena conhecer alguns assuntos ligados à pandemia que podem fazer parte do tema de redação Enem. Já comentamos aqui que é pouco provável que a crise gerada pela Covid-19 seja o tema de redação Enem. De fato, o assunto esteve muito presente nos noticiários e no cotidiano de todos nós. Assim, por geralmente o Enem buscar surpreender com a temática da prova, é normal pensarmos que buscarão outra questão para ser debatida. Mas, justamente pela força e relevância da pandemia, nada impede que a banca nos surpreenda de outra forma. Além disso, outras instituições de ensino superior podem cobrar essa temática em seus vestibulares. Portanto, não custa nada nos prepararmos para tratar sobre os assuntos ligados à pandemia que listaremos a seguir. Boa leitura! Mas lembre-se: não se trata de tentar adivinhar o tema, pois não temos como saber. São apenas sugestões para que você se prepare e busque repertório para ir bem na redação diante de qualquer possiblidade! 1. Saúde Mental Muito se comenta sobre os efeitos da pandemia no estado emocional das pessoas. O distanciamento social, imposto especialmente nos primeiros meses no Brasil, levantou essa questão. Embora muitas pessoas não sigam mais rigorosamente os protocolos e já exista há algum tempo um relaxamento das medidas protetivas, tudo isso ainda impacta a saúde mental. Quem está longe de suas atividades, trabalhando ou estudando em casa desde março, pessoas em grupo de risco, profissionais de saúde têm sido os mais afetados. Portanto, vale a pena ler alguns artigos sobre o assunto – abundantes na internet – e pensar também na saúde mental como um todo. Como é a oferta desse tipo de tratamento no Brasil? A população tem fácil acesso a esse serviço? Pesquise! 2. Miséria e desemprego Com a necessidade de as pessoas evitarem sair de casa, fechamento do comércio e serviços, a crise econômica se agravou. Muitas pessoas não tinham recursos para se manter, pois dependiam dos empregos – que muitos perderam. O governo instituiu o auxílio emergencial no sentido de diminuir o problema, mas não foi o suficiente para todos. Além disso, houve muitos problemas no sistema implementado para solicitação e recebimento das parcelas. Atualmente, com os números de casos e mortes superando, em alguns estados, os do primeiro semestre, a preocupação é saber como será início de 2020. Quais medidas tomar para garantir emprego e renda? Como fica a situação da população mais vulnerável? 3. Liberdade de imprensa e direito à informação O caos gerado pela pandemia criou tensões entre governo e imprensa logo nos primeiros meses. Entre as medidas provocadas por esse embate está a criação do Consórcios de Coletivos de Imprensa, que passou a divulgar os números relativos à contaminação e mortes. Isso porque o governo tentou impedir a apuração de tais dados. Cabe pensar no direito da população a receber informações corretas, no dever do jornalismo de informar e do governo em preservar a população. Como haver harmonia nessas relações? Quais interesses estão em jogo? Reflita! 4. Negacionismo A solução para a pandemia depende muito da ciência. No entanto, ela está extremamente desvalorizada em nosso país. O surto de coronavírus fez surgir indicações de remédios sem comprovação de eficácia para Covid-19 como milagrosos e até como tratamento precoce. Além disso, tais medicações apresentam contraindicações que pouco ou nada se comentou. Aqui além da negação da ciência, podemos pensar também na automedicação e seus efeitos. Medidas de proteção, como uso de máscara, foram desacreditadas por uma parcela da população. Isso agravou ainda mais o quadro sanitário do país. Pense, portanto, nos impactos disso tudo em nossa sociedade, caso isso apareça na prova! 5. Movimento antivacina Um dos assuntos ligados à pandemia que pode virar tema de redação é o movimento antivacina. Inclusive, se quiser treinar e saber mais sobre isso, acesse a nossa proposta e escreva uma redação sobre essa questão. 6. Importância da saúde pública Há algum tempo se aposta que o Enem pedirá um tema relacionado à saúde pública. Será que finalmente chegou a vez? De fato, sem o Sistema Único de Saúde, em um país com tantas desigualdades, muitas pessoas não conseguiriam arcar com seu tratamento em caso de contaminação por coronavírus. Basta obervarmos a situação de endividamento de muitas famílias em países em que não possuem sistema de saúde gratuito para entender a gravidade da questão. Com certeza é relevante, então, conhecer mais sobre o nosso SUS e sobre o serviço de saúde nacional. 7. Exclusão digital Na maioria das localidades brasileiras, as aulas presenciais foram e seguem suspensas. Seja ensino público ou privado, o fato é que todos os atores desse cenário precisaram se adaptar. Mas como aprender sem acesso à internet em casa ou sem ter um bom computador? Quem está se preparando para Enem neste ano e concluía o ensino médio teve um desafio duplo. Pense em como foi para você essa experiência e também coloque-se no lugar de quem tem menos recursos do que você. O que pode e deve ser feito para que a educação seja, de fato, para todos? Essas são algumas das nossas sugestões de assuntos ligados à pandemia que têm chance de aparecer na redação. E qual o se palpite? Escreva-o nos comentários e ajude outras pessoas a se prepararem também!

Reflita sobre a questão da educação inclusiva no Brasil com base nos textos motivadores. Depois, escreva uma redação sobre este tema! Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Educação inclusiva no Brasil“. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Texto 1 Educação Especial – Inclusão ou Segregação? Notas sobre o Decreto 10502/20 Desde o dia 30 de setembro de 2020 publicaram-se diversas notas de repúdio e de susta ao decreto 10502/20, que instituiu a “Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida”. As polêmicas entre especialistas, educadores, associações e Conselhos de Direitos parecem intermináveis, pois a proposta do decreto parece atraente, ao oportunizar à família e ao educando o direito de escolher a alternativa educacional mais adequada às suas necessidades. Sendo assim, os educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação poderão receber atendimento educacional em classes e escolas especiais ou em classes e escolas bilíngues de surdos, em detrimento ao ensino inclusivo nas escolas comuns. Acontece que desde a promulgação da Constituição Federal, de 1988, um conjunto de leis e de políticas inclusivas como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva reforçaram o direito de acesso e permanência na escola para todos os cidadãos, garantindo às pessoas com deficiência o atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino. Nesse contexto, nas últimas décadas as crianças e os adolescentes migraram das escolas especiais para escolas regulares, oportunizando mais interação e convivência social. O Censo Escolar (2018) demonstra que 92,1% dos alunos com algum tipo de deficiência entre 4 a 17 anos estão matriculados em escolas comuns. […] Reconhecido o avanço na inserção de, pelo menos, parcela desse público nas escolas comuns, apontam-se novos desafios, pois o sistema educacional fundado com valores e saberes coloniais, homogêneos, feito para alunos ideais, não incluiu de forma satisfatória os diferentes. […] É por causa dessa lacuna que o Decreto 10502/20 conta com alguns defensores. A justificativa é de que as escolas regulares não dão conta de atender todos os alunos na sua singularidade, sobretudo aqueles com deficiências mais graves. Assim, alguns acreditam que as escolas especiais seriam a solução para as falhas que ocorreram na inclusão ou, pelo menos, ofereceriam mais oportunidades para o educando. De fato as escolas especiais nunca deixaram de existir, notoriamente são equipamentos sociais importantes na prestação de serviços de apoio e complemento pedagógico, terapêutico, assistência social e, certamente, carecem de investimento estatal, pois a maioria é mantida pela sociedade civil. No entanto, de forma alguma, esse serviço deveria substituir o direito à educação no ensino regular. O poder de escolha imbuído à família e ao educando pelo decreto 10502/20 poderá ser limitado. Isso porque foi instituída a base orçamentária para a implementação das classes e escolas especiais e bilíngues. No entanto, sem prever investimentos e ações de melhoria da educação inclusiva nas escolas regulares. Obviamente, as famílias e os educandos serão induzidos para inserção nas escolas especiais. Conforme ressalta o Presidente da Federação Brasileira das Associações de Sindrome de Down, Sr. Sestaro (2020) “nas doces palavras desse decreto está o veneno amargo da exclusão […]”. Fonte: https://www.ecodebate.com.br/2020/11/30/inclusao-ou-segregacao-notas-sobre-o-decreto-1050220/ Texto 2 Como a educação inclusiva tem avançado no Brasil A maioria dos brasileiros concorda que a educação inclusiva é um caminho positivo para buscar equidade e qualidade na educação, como apontou a pesquisa O que a população brasileira pensa sobre educação inclusiva, então encomendada pelo Instituto Alana e realizada pelo Datafolha em julho deste ano. Foram entrevistadas 2.074 pessoas acima de 16 anos e colhidas informações de mais de 7.000 brasileiros, de 130 municípios. Segundo os dados, 86% acreditam que as escolas se tornam melhores ao incluir pessoas com deficiência. Para 76%, crianças com deficiência aprendem mais quando estudam com crianças sem deficiência. Entre os que convivem com pessoas com deficiência na escola, a atitude é ainda mais favorável. 93% concordam que as escolas se tornam melhores quando há inclusão. Uma década de avanços Garantir que todos os seres humanos possam realizar seu potencial com dignidade, segurança e igualdade é um dos pilares do 4º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definido pela Organização das Nações Unidas (ONU). Desse modo, a promoção da educação inclusiva é fundamental. Segundo dados do IBGE, 6,7% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. Cerca de 3,5 milhões são crianças de até 14 anos. Dados do Censo Escolar de 2010 mostram que quase 30% dessa população está fora da escola. O número ainda é alto, mas uma série de políticas públicas e marcos legais promoveram avanços inegáveis. Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/como-a-educacao-inclusiva-tem-avancado-no-brasil/ Texto 3 Nova política de educação especial propõe separação de alunos A inclusão de alunos portadores de deficiência é um desafio que escolas, pais e as próprias crianças enfrentam diariamente. Assim, é necessário ter um espaço adequado, profissionais capacitados, além do pensamento de que esses estudantes têm direito à educação como qualquer outro. Após anos de luta para garantia da inclusão, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto, tornando pública a Política Nacional de Educação Especial (PNEE), que incentiva a segregação de estudantes com deficiência. Especialistas que convivem com a realidade refletem que a nova medida é um passo atrás nas conquistas que pautam a inclusão. O objetivo da PNEE é fornecer mais flexibilidade aos sistemas de ensino, na oferta de alternativas como: classes e escolas comuns inclusivas, classes e escolas especiais, classes e escolas bilíngues de surdos, segundo as demandas específicas dos estudantes. Portanto, fica a critério dos pais a escolha de qual instituição matricular os filhos. Além disso, a política também pretende aumentar o número de educandos que, por não se beneficiarem das escolas comuns, evadiram em anos anteriores. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/2020/10/4879645-nova-politica-de-educacao-especial-propoe-separacao-de-alunos.html Escreva uma redação sobre o tema Educação inclusiva no Brasil após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Conheça algumas referências que poderão fundamentar a sua argumentação na redação sobre “Direitos autorais e plágio na internet”. Uma das frases mais célebres aprendida na escola é a do “Pai da Química Moderna”, Lavoisier. Segundo o cientista, “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Anos mais tarde o comunicador Abelardo Barbosa (o famoso Chacrinha) “transformou” também a frase de Lavoisier. Assim, ele afirmou que “nada se cria, tudo se copia”. Embora a ideia aqui se referisse a programas de televisão, aos poucos a adaptamos para outros contextos. De uma certa forma, isso nos remete à ideia de plágio e mostra a dificuldade de sermos originais em tudo que fazemos. As facilidades trazidas pela rede mundial de computadores potencializou tudo isso e, portanto, são muito comuns casos violação de direitos autorais e plágio na internet. E é sobre isso que você precisa refletir para escrever uma redação sobre o tema desta semana. Como sempre, selecionamos alguns conteúdos para você consultar e melhorar os argumentos em defesa do seu ponto de vista. Então, acompanhe a leitura! 1. Artigo: A Diferença Entre Direitos Autorais e Plágio Antes de começar a sua redação, é importante que saiba o que são os direitos atorais e o que é plágio. Nesta matéria você terá acesso a essa explicação. Assim, você conseguirá saber a diferença entre os dois, as similaridades, bem como os casos em que a legislação pode ser aplicada. 2. Artigo: Mark Zuckerberg, o homem que copiava O dono do Facebook chama atenção desde a fundação de sua Companhia que hoje é uma das mais lucrativas do mundo. Um dos motivos para a fama, no entanto, são as acusações de roubo de ideias de outras organizações. A mais recente diz respeito a uma suposta cópia do aplicativo TikTok. O artigo que você vai diz respeito a todas esses situações controversas em que ele se envolveu. Você acha que Zuckerberg é um “plagiador”? Ou se, de outro modo, pensa que se estão na internet as ideias são públicas e passíveis de cópia? Enfim, dá para refletir por esse caminho na sua redação. 3 Filme: A rede social Ainda falando sobre Zuckerberg, você pode assistir ao filme “A rede social”, de 2010. Assim como comentado no artigo que sugerimos acima, esse drama biográfico mostra como surgiu o Facebook e os processos judiciais que seu criador enfrentou no caminho. Um desses processos foi impetrado pelos irmãos Winklevoss, que acusaram o criador de uma das redes sociais mais lucrativas do mundo de ter roubado as suas ideias. https://youtu.be/kAwIKMYN6UU 4. Vídeo: Plágio – Não CTRL + C essa ideia Então, aproveite que você já está no Youtube e assista a este vídeo produzido pela Unisinos explicando o que é plágio. Ele é curtinho (tem menos de 2 minutos) e pode trazer mais subsídios para você falar sobre o assunto. Aqui, no entanto, o foco é o plágio acadêmico, que já foi responsável pela queda de ministros mesmo antes de assumirem.https://youtu.be/6wEy3vGZSnA 5. Artigo: As consequências do plágio acadêmico Já que estamos falando de plágio no meio acadêmico, acesse este material da Universidade Federal de Minas Gerais. Nele, discute-se qual o limite entre a inspiração e a apropriação de ideias. Além de saber o que pode ser considerado plágio na academia você se informará sobre o que pode acontecer com quem pratica essa ação. No link, ainda, você consegue assistir a um vídeo produzido pela TV UFMG sobre o tema. Então, tá esperando o que pra clicar? 6. Artigo: Direito Autoral na Internet e Plágio No artigo publicado na JusBrasil, a advogada Rosane Monjardim explica tudo o que você precisa saber sobre propriedade intelectual. Embora tenha bastante linguagem jurídica, pois fala das leis sobre o tema, é acessível e você conseguirá entender sobre o panorama geral do assunto no Brasil, direitos de uso e de distribuição, exploração comercial e pirataria etc. Há também uma parte a respeito exclusivamente de conteúdo distribuído on-line. Vale a leitura! Certamente é uma referência bem fundamentada para você citar em seu texto! 7. Artigo: Pirataria, plágio e outras violações autorais Agora mais um conteúdo escrito por uma especialista em Direito para você se informar! Nesta matéria, a autora reflete sobre as possibilidades de transmissão, execução, exibição e reprodução das obras autorais que as tecnologias ampliaram. Violação de direitos autorais e plágio já existiam antes da internet, no entanto é evidente que ela facilita muito para que isso aconteça. Muitas pessoas inclusive desconhecem que estão cometendo esse crime. Enfim, quem nunca publicou um vídeo e depois ele foi bloqueado por direitos autorais? Entenda também o que é a “pirataria” nesse contexto. Boa leitura! E essas são as nossas dicas de hoje. Pesquisar sobre o tema, como sempre afirmamos aqui, é fundamental para que você faça um bom desenvolvimento da redação. Por isso, não deixe de fazer a sua própria pesquisa. Aqui são só alguns conteúdos para que você se inspire e busque seu próprio caminho. Afinal, para defender seu ponto de vista é preciso escolher as referências pertinentes ao seu projeto de texto. Se você já usa a nossa plataforma, mande seu texto para corrigirmos. Se ainda não comprou um plano de correções, tá esperando o quê? Conte conosco para conseguir uma boa nota na redação! Estamos esperando por você!

Reflita sobre direitos autorais e plágio e aproveite para treinar seus conhecimentos de redação! Leia atentamente os textos a seguir. Com base na leitura e nos conhecimentos obtidos ao longo de sua formação, escreva um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas sobre o tema “Direitos autorais e plágio na internet“. Use a linguagem formal da língua portuguesa e escreva uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema Direitos autorais e plágio na internet: Texto 1 O que são direitos autorais? Direitos autorais são os direitos que todo criador de uma obra intelectual tem sobre a sua criação. Assim, esse direito é exclusivo do autor, de acordo com o artigo 5º da Constituição Federal. Está definido por vários tratados e convenções internacionais, entre os quais o mais significativo é a Convenção de Berna. No Brasil a Lei n. 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, consolida a legislação sobre os direitos autorais. O registro da obra permite que a autoria seja reconhecida e garante a validade contra terceiros. Ademais, os direitos morais, patrimoniais, prazos de proteção e direito dos sucessores estão regulados na Lei n. 9.610/98. Desse modo, o registro contribui para a preservação da memória nacional, uma das missões da Fundação Biblioteca Nacional, por meio da Lei do Depósito Legal (Decreto nº. 1825, de 20 de dezembro de 1907). O Escritório de Direitos Autorais, que funciona desde 1898, é o órgão da Fundação Biblioteca Nacional responsável pelo registro de obras intelectuais e tem por finalidade dar ao autor segurança quanto ao direito sobre sua obra, de acordo com a Lei n. 9.610/98. A violação de direitos autorais, então, constitui crime com pena prevista de detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa, de acordo com o Decreto Lei n. 2.848, de 7 de dezembro de 1940. Fonte: sebrae Texto 2 A excelente ideia de querer uma escola livre de plágio O plágio não é um crime nascido com a Internet. Assim, se é verdade que ela torna extraordinariamente simples o copiar e o colar, não é menos certo que também permite apurar com muita facilidade, ainda que, eventualmente, com algum dispêndio de tempo, o que foi copiado e colado. Nas escolas, o plágio é uma prática banalíssima, não muito sancionada. Mas, no Verão, o indigitado ministro da Educação brasileiro não chegou a tomar posse por causa de suspeitas de plágio (e de ostentação de falsos títulos acadêmicos). A circunstância de o procedimento ser punido por lei é, tratando-se de alunos, menos relevante do que aquilo que revela sobre um modelo de ensino. Prestar atenção ao plágio escolar é também, por isso, cuidar de incentivar aprendizagens de qualidade. Fonte: Diário Domínio Texto 3 Direitos autorais e plágio na internet Fonte: Brasil Escola Texto 4 Pesquisa: 87% dos alunos chegam à universidade sem saber o que é plágio Pesquisa inédita realizada com alunos de graduação e pós-graduação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que 87% deles chegaram à universidade sem ter noção exata do que é plágio e sem saber ao certo o que configura uma citação ou uma cópia de conteúdo em um trabalho acadêmico. (…) O levantamento, “Estudo para o desenvolvimento de uma política de integridade acadêmica para a Unicamp”, realizou-se em agosto e setembro deste ano [2018], por meio de um questionário online, seguido de entrevistas com amostras de estudantes. Ao todo, 958 estudantes de graduação (35%) e de pós-graduação (65%), de todas as áreas do conhecimento, responderam todas as questões. O trabalho é da consultoria acadêmica Data 14, em parceria com a empresa de software educacional Turnitin. A pesquisa mostrou, por exemplo, que a maioria dos alunos (98,4%) considera que copiar trechos de trabalhos é algo grave ou gravíssimo. No entanto, apenas uma minoria (4,5%) acredita que o plágio seja sempre intencional. Além disso, o levantamento aponta que 36,7% dos alunos admitem já ter copiado trechos de textos sem fazer a devida citação. Ademais, oito em cada dez alunos ouvidos afirmam que ações educativas podem prevenir que alunos cometam plágio. Certamente a preocupação com a ocorrência de plágio em trabalhos acadêmicos é universal, especialmente nos tempos atuais em que o acesso à informação é muito mais fácil. De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 46% dos casos de retratações dos artigos científicos brasileiros foram causados por cópias de conteúdo. Portanto, significa que quase metade dos trabalhos identificados com alguma forma de má-conduta no Brasil copiaram trechos de outros textos publicados anteriormente. Fonte: Veja Abril Texto 5 Imagens na internet e o que vai pelo ar (…) Fiquei imaginando como seriam hoje as Iluminuras e achei na internet a imagem que principia esse texto, um trabalho do designer da Costa Rica, Jose Carlos Chaves, que fez uma linha chamada Eletromechanical Type. Assim, creio que encontrei a Iluminura representativa do início do século XX (a do séc. XXI ainda falta ser inventada). E aqui entramos no tema principal do artigo: a questão da autorização de uso de obras encontradas na internet. A preocupação que tive, portanto, para usar com tranquilidade essa letra, foi a de pedir autorização do autor para usar a imagem como capitular. Achei o site onde estavam expostas as letras, localizei o e-mail do designer, enviei uma primeira mensagem, sem resposta, insisti com outro e-mail, e o simpático autor me respondeu autorizando o uso (…). Ademais, já tinha falado a respeito com o meu zeloso editor, Leonardo Neto, que só usa imagens com autorização expressa ou em domínio público. Já o Carlo Carrenho ficou surpreso com envio da autorização por um simples e-mail, pois pensava que viria um contrato de seis folhas. Destaco esse ponto, pois recente decisão do Superior Tribunal de Justiça, de 20.02.2020, no Recurso especial 1822619, julgado inicialmente em São Paulo, considerou que: “o fato de a fotografia estar acessível mediante pesquisa em mecanismo de busca disponibilizado na internet não priva seu autor dos direitos assegurados pela legislação de regência, tampouco autoriza a presunção de que ela esteja em domínio público,

Confira apostas de tema para o Enem 2020 com base nas redes sociais do Inep e do MEC. Prepare-se e saia na frente! Hoje estamos nos imaginando em um cassino, animados para fazer algumas apostas de tema para o Enem 2020. Nos últimos anos, circula um boato de que as redes sociais do MEC e do Inep costumam dar spoilers do tema de redação. No entanto, caso essa fofoca nunca tenha chegado até você, saiba que em 2019, cinco dias antes das provas, o Ministério da Educação fez a seguinte postagem no Instagram: Então, naquele ano, o tema da redação foi “Democratização do acesso ao cinema no Brasil“. Às vésperas da prova, o MEC publicou parceria com a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) para adaptar salas de cinema a pessoas com deficiência. Certamente, uma das formas de explorar o tema de redação 2019 era pelo viés da acessibilidade a PCDs. Coincidência? Há quem afirme que não! Nós – que não somos bobos nem nada – resolvemos dar uma boa olhada nas publicações dos dois órgãos a fim de caçar possíveis pistas. Assim, depois de uma análise dos temas mais recorrentes, podemos arriscar algumas dicas. Porém é importante que você siga esses perfis nas redes sociais (Twitter, Instagram, Facebook etc.) pois eles podem soltar a bomba mais próximo da aplicação das provas! Além disso, lembre-se de que estamos apenas especulando, não há como afirmar que os temas que levantamos cairão, de fato, no Enem. São apenas possibilidades que esperamos que cheguem bem perto da realidade! Acompanhe os resultados da nossa investigação! Alfabetização Ao longo de 2020, o MEC fez diversas postagens no Instragram abordando questões ligadas à alfabetização. A preocupação com a infância e, em especial, com medidas que garantam a alfabetização na idade certa estão em pauta há algum tempo. O Ministério da Educação divulgou com bastante frequência o programa “Tempo de Aprender“, que visa o enfrentamento das principais causas das deficiências na alfabetização no Brasil. Assim, o programa propões ações estruturadas em 4 eixos que vão desde a formação continuada até a valorização dos profissionais da área. É importante, portanto, que você conheça esse programa e também procure alguns dados sobre alfabetização bem como sobre analfabetismo no país. Em julho deste ano divulgou-se que, com atraso, o Brasil atingiu a meta de alfabetização projetada para 2015, e o país ainda possui cerca de 11 milhões de analfabetos. Além de fazer essa pesquisa, aproveite e já vá pensando em possibilidades de propostas de intervenção. Literacia familiar Você sabe o que é literacia familiar? Trata-se de um conjunto de práticas e experiências relacionadas com linguagem, leitura e escrita vivenciadas entre pais/cuidadores e filhos. Esse conceito tem contato com o tema da alfabetização e também consta na política nacional sobre o tema. Assim, encontramos no perfil do MEC uma série de postagens sobre a questão, especialmente divulgando outro programa: o Conta pra mim. Nele, há orientações e técnicas facilitadoras e inovadoras da alfabetização. A ideia é estimular a leitura de forma lúdica e participativa, preparando desde cedo as crianças para os anos iniciais do ensino fundamental. Além disso, propõe momentos que podem fortalecer o vínculo familiar. O projeto conta com materiais multimídia e uma coleção de livros que podem ser acessados e lidos por pais para seus filhos. Pesquise sobre a leitura literária e sua importância para a primeira infância e conheça bem esse projeto. Como não é um conceito muito divulgado, cabe se apropriar dele. Busque referências de projetos como esse em outros lugares e seus efeitos. Assim desenvolverá a sua argumentação sem dificuldades. Educação Especial Outro tema que frequentou o perfil do MEC foi a Educação Especial. Certamente isso ocorreu porque, neste ano o governo instituiu a PNEE – Política Nacional de Educação Especial. Assim, por tratar-se de uma questão bastante polêmica, pode estar cotada para aparecer como tema de alguma forma. Há, de fato, um esforço governamental para divulgar essa política como positiva, com muitas propagandas nas mídias tradicionais sobre o assunto. Por outro lado, porém, há diversas entidades ligadas às pessoas com deficiência que a consideram um retrocesso. Recentemente lançamos um tema de redação para debater o capacitismo no Brasil. Desse modo, caso queira treinar, acesse também os repertórios para esse tema e saiba um pouco mais sobre como isso pode aparecer no Enem. Alimentação escolar Procurando com atenção, você encontrará algumas postagens sobre alimentação escolar. Desde o processo de escolha dos itens até a importância da nutrição na infância e adolescência, o tema aparece aqui e ali. Mas por que isso pode ser um tema? Bom, provavelmente você viu notícias que mostram o aumento da pobreza no país. O Banco Mundial divulgou que após 11 anos de redução da pobreza, o país retrocedeu nessa questão nos últimos 5 anos. Não é necessário ir muito longe para constatar esse dado na prática. Na sua cidade, aumentou o número de pessoas em situação de rua? Há mais pedintes? Está mais difícil comprar os itens da cesta básica? Possivelmente a sua resposta seja sim para uma ou mais dessas perguntas. Isso, obviamente, impacta a sociedade como um todo. Desse modo, a alimentação escolar têm novamente o papel central de talvez ser o único acesso à comida diário para muitas crianças adolescentes. É triste! É polêmico! E, sem dúvidas, bota a gente pra pensar, não é mesmo? E não é disso que o Enem gosta? Não é isso que o Enem quer? Portanto, cabe ficar ligado(a) nessa temática. Aproveite e escreva uma redação sobre isso também. Outras apostas de tema para o Enem Por conta da pandemia, tanto o perfil do MEC como do Inep trouxeram muitas postagens relativas ao coronavírus e seus efeitos na educação e na ciência. É pouco provável, no entanto, que a Covid-19 apareça como um tema de redação. Mas é possível que situações que tivemos que enfrentar em função da doença sejam abordados. Citamos duas que apareceram com frequência: ensino remoto e incentivo à pesquisa. Pois é, o distanciamento social e o fechamento das escolas forçou