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Leia os textos e faça uma dissertação sobre O mercado de cosméticos falsificados – Tema. TEXTO 1 As autoridades têm apreendido, com frequência, produtos de beleza piratas ou contrabandeados, especialmente na maior cidade do Brasil. O repórter Tiago Eltz foi ouvir a opinião de médicos sobre esse assunto. E eles alertam que o barato pode sair caro, bem caro.A interminável atração das mulheres por produtos de beleza… “Deixa a mulher com autoestima mais elevada. Por isso e outra, deixa a mulher mais charmosa, mais bonita”, diz uma mulher.E esse charme a mais pode sair muito caro. Talvez alguns homens se surpreendam com o preço. Uma paleta de sombras, um estojinho de maquiagem que custa uns R$ 300, é de uma marca bem cara. A mesma marca, mesma embalagem, mesmas cores, dá para comprar no mercado paralelo por uns R$ 30.Agora, antes de a mulherada sair correndo atrás dessa pechincha, é preciso saber duas coisas. Primeiro, é claro que é falsificado. E a segunda coisa: se você resolver comprar um produto falsificado para passar no seu rosto, na sua pele, tem que estar preparada para a possibilidade de acabar gastando mais do que economizou, no médico.“Uma maquiagem contaminada pode levar a uma infecção ocular importante, por exemplo. Um hidratante contaminado, por exemplo, a pessoa passa no corpo todo, pode levar uma infecção importante. Uma tintura de cabelo, um alisante, que seja clandestino, que não tenha as matérias mais adequadas, pode levar a uma queda de cabelo e uma queimadura no couro cabeludo”, explica a dermatologista Flávia Addor.Como não obedecem à legislação nenhuma, o grande problema desses produtos é justamente o que a gente não sabe sobre eles. “Está comprando um produto que ela não sabe o que contém lá dentro e ela vai utilizar isso na pele. Então creme facial, um perfume que ela está utilizando, um desodorante, isso é um risco grande”, diz Ricardo Nóbrega, gerente de comércio exterior da ABIHPEC.E, de acordo com os números da Receita Federal, o risco vem aumentando nas ruas do país. Em 2014, foram apreendidos pouco mais de R$ 25 milhões em produtos de higiene e beleza. Em 2015, foram R$ 28 milhões, um aumento de 11% Em São Paulo só nessa semana, foram destruídas 7,5 toneladas, principalmente de perfumes e maquiagens. Ou, na verdade, produtos que diziam ser perfumes e maquiagens, porque vai saber o que tinha lá dentro…Fonte: www.g1.globo.com/Acesso em 30/12/2019. TEXTO 2 De onde vêm os produtos falsificados? Quem os produz? Por onde passam em seu caminho até o destinatário final? Um relatório publicado nesta sexta-feira, elaborado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pelo Escritório de Propriedade Intelectual da UE (EUIPO, na sigla em inglês) tenta responder a essas perguntas. Segundo as conclusões do estudo, a China é o principal país fabricante de produtos falsificados e pirateados, vendidos em todo o mundo, enquanto Hong Kong, Emirados Árabes Unidos e Cingapura se destacam como os países onde essas mercadorias fazem escala antes de chegar ao consumidor. O relatório chama a atenção também para a crescente importância das remessas postais e do comércio eletrônico no processo do mercado das falsificações.O informe quer apresentar um novo viés em relação a outro publicado no ano passado pelas duas instituições, no qual se analisava o impacto econômico do tráfico de falsificações e produtos pirateados. No estudo citado, no qual foram usados dados de apreensões em alfândegas de todo o mundo, concluía-se que o comércio de produtos falsos alcançou em 2013 um total de 461 bilhões de dólares (1,55 trilhão de reais), o equivalente a 2,5% do comércio total global. No caso da UE, o porcentual chegava a 5%. China e Hong Kong foram identificados como locais de procedência de 80% dos produtos interceptados pelas autoridades.Agora, as duas instituições selecionaram uma gama dos produtos mais falsificados ou pirateados, distribuídos em 10 categorias, que representam 63% do valor total das falsificações: produtos alimentícios, farmacêuticos, perfumaria e cosméticos, artigos de couro e bolsas, roupa e tecidos, calçados, joias, equipamentos eletrônicos e elétricos, aparelhos ópticos, fotográficos e médicos, e brinquedos […].Fonte: www.elpais.com/ Acesso em 30/12/2019 TEXTO 3 Fonte: www.mulher30.com.br/ Acesso em 30/12/2019.Tendo feito a leitura dos textos motivadores e agregando as novas informações aos seus conhecimentos a respeito do assunto, redija uma dissertação argumentativa com no máximo 30 linhas na modalidade da linguagem padrão da Língua Portuguesa sobre o tema: O mercado de cosméticos falsificados. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também:Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e belezaTema de redação: a ditadura da belezaTema de Redação UNESP 2019: Compro, logo existo?Tema de Redação: O consumismo e seus impactos ambientaisTema de Redação: Promoção da Saúde e Bem-Estar
TEXTO 1 Fonte: www.institutoakatu.com.br/ Acesso em 05/12/2019 TEXTO 2 A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estuda a criação de uma rede em torno da cadeia produtiva de alimentos no Brasil para conter o desperdício. O país é considerado um dos dez que mais desperdiçam comida em todo o mundo, com cerca de 30% da produção praticamente jogados fora na fase pós-colheita. O objetivo da FAO na América Latina e Caribe é montar uma rede de entidades com organizações não governamentais (ONGs), universidades e institutos de pesquisa com o propósito de reduzir a perda na produção e na pós-colheita dos alimentos. Ao governo, caberia providenciar a melhoria de fatores como infraestrutura para transporte dos alimentos, como existe nos Estados Unidos. “O que se tem que fazer no Brasil é uma rede de formadores que possa, junto com o governo, empresas privadas e ONGs, trabalhar nisso tudo”, afirmou o engenheiro agrônomo da Embrapa Indústria de Alimentos, Murilo Freire. O governo brasileiro entraria com a legislação, com infraestrutura e armazenamento adequados, explicou Freire. Integrante do Comitê de Especialistas em Redução de Perdas e Desperdícios para a América Latina e Caribe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o pesquisador disse que o problema ocorre em toda a cadeia produtiva, que tem deficiência de infraestrutura e manuseio, plantio errado, doenças e enfrenta problemas referentes à embalagem, ao transporte e ao armazenamento. Segundo Freire, os produtos são desperdiçados porque ou estão fora do prazo de validade ou não foram consumidos por serem identificados como malformados ou fora do padrão estabelecido pela legislação do Ministério da Agricultura. A meta do comitê é montar uma rede na região para diminuir as perdas na produção desses alimentos. “O desperdício ocorre quando o alimento produzido é jogado fora, ou seja, ele não chega a quem necessita”, disse Freire. Um exemplo disso, segundo o engenheiro, é o caso dos frutos feios, que não são padronizados nem têm um apelo de venda comercial elevado, mas têm as proteínas, vitaminas e sais minerais de um produto normal. “Esse é o desperdício. São alimentos produzidos, mas não usados”. Fonte: www.institutoakatu.com.br/ Acesso em 05/12/2019 TEXTO 3 Todos os anos, cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçadas ou perdidas em todo o mundo. Ou seja, cerca de um terço de tudo que produzimos acaba na lata do lixo. No Brasil, só os supermercados perderam em faturamento R$ 7,11 bilhões em alimentos descartados em 2016, de acordo com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Estima-se, no entanto, que em toda cadeia produtiva (campo, indústria, varejo e o consumidor) este valor seja ainda maior. Anualmente, o país descarta cerca de 41 mil toneladas de alimentos, o que o coloca entre os 10 principais países que mais desperdiçam comida, de acordo com Viviane Romeiro, coordenadora de Mudanças Climáticas do World Resources Institute (WRI) Brasil à Agência Brasil em 2016. Entre os produtos, frutas, hortaliças, raízes e tubérculos são os mais descartados: quase metade do que é colhido é jogado fora, segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). Entre cereais, o desperdício é de 30%. Entre os pescados, carne de gado e produtos lácteos, o descarte chega a ser de 20%. Após a leitura dos textos motivadores somada aos seus conhecimentos a respeito do assunto, redija uma dissertação argumentativa com no máximo 30 linhas na modalidade da linguagem padrão da Língua Portuguesa sobre o tema: O desperdício de alimentos no Brasil. Leia também: Tema de Redação: Desastres ambientais Tema de Redação: Saneamento básico no Brasil Tema de Redação: Meios para o controle do lixo gerado no Brasil Tema de Redação: A Reciclagem de Lixo no Brasil Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais

Venha ver nossa Análise do tema da redação do ENEM 2019! O tema da redação de 2019, Democratização do acesso ao cinema no Brasil, deixou muita gente surpresa e dividiu opiniões, isso porque, para alguns especialistas, a temática foi específica demais e um tanto quanto descolada da realidade de alguns alunos, já para outros entendidos do assunto, a proposta foi relevante e vem de encontro a uma real necessidade em nosso país, mesmo que não em caráter prioritário, uma vez que temos vários outros problemas mais sérios a serem discutidos e solucionados. Um assunto voltado à democratização dos meios culturais já era esperado para este ano, pois é inegável que apenas uma pequena parcela da população tem acesso a atividades de cultura como teatro, exposições, cinema, literatura, música e movimentos artísticos em geral, quer seja por razões geográficas quer seja pelo valor agregado a essas atividades. Segundo um dos próprios textos motivadores deste ano, apenas 17% da população brasileira frequenta o cinema. Num país de mais de 200 milhões de habitantes, esse é um número bastante baixo, mesmo que durante os sábados você veja no cinema do shopping da sua cidade (caso haja) aquelas filas imensas. Havia muitos caminhos a serem seguidos para a produção textual. Apesar de aparentemente ser um tema menos abrangente, falar de acesso ao cinema permitia que você construísse sua argumentação sobre pilares diferenciados, sempre alinhados à proposta central, é claro, pois isso é fundamental para a conquista de uma boa nota final. Uma das possibilidades seria encaminhar a redação para o fato de que filmes são também uma expressão de cultura e que permitem o conhecimento do mundo, usos, costumes e história por meio da ficção, sendo assim, o direito deveria ser de fato assegurado a todos, independentemente da idade, condição ou aspectos geográficos. Ao pensarmos nas pequenas cidades, aquelas que frequentemente têm menos de dez mil habitantes registrados, não há salas de cinema disponíveis e muitas pessoas nunca nem mesmo assistiram a um filme nas grandes telas, por que isso ocorre? Seria o cinema um direito apenas das grandes metrópoles? Sabemos que não, então qual seria a justificativa? No caso de pessoas com necessidades especiais, como surdos, por exemplo, apenas filmes com legenda são o suficiente para transmitir toda a ideia do enredo? E no que diz respeito às pessoas cegas, apenas o áudio é o bastante? É possível termos compreensão completa da história e da mensagem de um filme ao somente lermos ou ouvirmos as falas? Com relação à acessibilidade, há ainda mais um ponto relevante que poderia constar em sua redação: pessoas com qualquer dificuldade com relação à mobilidade (cadeirantes, usuários de muletas, bengalas ou andadores) conseguem frequentar um espaço que usualmente é construído no formato de degraus? É possível imaginar que, para essas pessoas, há a primeira fileira, mas a experiência é exatamente a mesma na primeira e na última fileira da sala de cinema? Cidadãos portadores de autismo também poderiam integrar seus argumentos. Uma criança ou adulto autista, diante das últimas tecnologias sonoras, com capacidade de até mesmo fazer tremer a estrutura física das salas, suportaria uma sessão completa sem uma possível crise? Na contrapartida, diminuir o nível de som das salas de cinema não afetaria todos os outros espectadores que não carregam necessidades especiais? Como então isso seria democrático? De toda a produção cinematográfica mundial, apenas alguns filmes (frequentemente americanos ou britânicos) são disponibilizados nos cinemas brasileiros, tudo isso pensando na possibilidade de grande bilheteria, o que gera lucro tanto para as redes de cinema quanto para as produtoras em si. Discutimos acima que o cinema é uma forma de contato com o mundo e sua cultura, mas se temos acesso a apenas uma fonte de produção, não estamos sendo lesados em nosso direito sem nem ao menos termos real consciência? Por que outras pessoas têm escolhido o que nós assistimos? E com quais critérios? As plataformas de streaming disponibilizadas atualmente impactam de alguma maneira o acesso ao cinema e a produção cinematográfica como um todo? De que forma? Como as grandes redes de salas de cinema, como Cinemark e PlayArte, com suas experiências nada pessoais e democráticas, podem continuar sendo relevantes para a sociedade? E, claro, não poderíamos deixar de abordar o quesito valor de ingresso, argumento que certamente deve ter integrado uma grande parte das redações de 2019. Em grandes cidades, o ingresso (sem nenhum tipo de desconto ou benefício) chega a custar uma média de R$30,00 aos finais de semana. Considerando o salário mínimo atual de R$998,00 e o valor da cesta básica, com base em pesquisa realizada pela DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em 18 estados, de R$482,40, em São Paulo (estado com valor médio mais alto) e de R$362,93 em Salvador (menor valor médio), o preço de R$30,00 faz sentido? É coerente pensar que uma entrada de cinema custe o mesmo que 10 quilos de arroz? Vejam como o tema abre um leque incrível de possibilidades de discussão, desde a mais óbvia até a mais aprofundada. Além da discussão, as propostas de intervenção também são várias e passam muito além do clássico “o governo deveria baixar o valor do ingresso e abrir mais salas de cinema em todo o país”. Com relação ao barateamento dos ingressos, quais financiamentos podem ser feitos a fim de baixar o preço final? Há possibilidades de parcerias? De que tipo? Escolas públicas, por exemplo, podem exibir aos finais de semana filmes? O que diz a lei a respeito desse tipo de exibição? Já sobre a acessibilidade, criar sessões específicas e especiais (como a Cine Materna, por exemplo, que permite que as mamães frequentem o cinema com seus bebês), com ajustes de som e espaço é uma boa ideia? Qual outra forma de tornar o cinema acessível para todos? Como essas sessões específicas impactariam o lucro das redes? Seria adequado e viável financeiramente? Por fim, que outros espaços, além dos tradicionais, podem ser utilizados para que pessoas ao redor do país inteiro tenham uma experiência cinematográfica?
TEXTO 1: Foi publicada no DOU de 18 de março, em edição extra, a lei 13.812/19, que institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. A nova norma também cria o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, que será composto de informações públicas e sigilosas para fins da identificação da pessoa desaparecida. De acordo com a lei, os órgãos que participarão da política nacional serão os órgãos de segurança pública; de Direitos Humanos e de Defesa da Cidadania; os institutos de identificação, de medicina legal e de criminalística; Ministério Público; a Defensoria Pública; a Assistência Social; os conselhos de direitos com foco em segmentos populacionais vulneráveis e os Conselhos Tutelares. Sobre o cadastro, ele será composto de informações públicas, de livre acesso por meio da internet, banco de informações sigilosas, destinado aos órgãos de segurança pública, e também um banco de informações sobre dados genéticos e não genéticos das pessoas desaparecidas e de seus familiares. Também está prevista na lei a elaboração de um relatório anual com as estatísticas acerca dos desaparecimentos, em que deverão constar número total de pessoas desaparecidas; número de crianças e adolescentes desaparecidos; quantidade de casos solucionados e causas dos desaparecimentos solucionados. Reformulação O Brasil já dispõe de um cadastro, inicialmente destinado a crianças e adolescentes desaparecidos, previsto na lei 12.127/09. Coordenado pelo Ministério da Justiça, hoje também inclui adultos. De acordo com a relatora do PL da novel legislação, Eliziane Gama, os dados não são suficientes para a investigação, além de outras falhas. Agora pela lei, hospitais, clínicas e albergues, sejam públicos ou privados, devem informar às autoridades o ingresso ou cadastro em suas dependências de pessoas sem a devida identificação. Para ajudar na localização, o governo poderá promover convênios com emissoras de rádio e televisão para a transmissão de alertas urgentes de desaparecimento. Fonte: https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI298389,21048-Lei+cria+politica+nacional+para+busca+de+desaparecidos TEXTO 2: Em 2017, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados em todo o Brasil 82.684 desaparecimentos, aumento considerável se comparado a 2016, que registrou 71.796 casos de pessoas desaparecidas. São 226 desaparecimentos por dia. Somente no estado de São Paulo, em 2018, foram registrados 24.368 desaparecimentos, de acordo com o Ministério Público do Estado (MP-SP). Desse total, 215 eram crianças de 0 a 7 anos, 1.035 eram crianças de 8 a 12 anos e 7.255 eram adolescentes. Isso representa 8.505 crianças e adolescentes – um terço do total de desaparecidos no estado. Os desaparecimentos são classificados de três formas: voluntário (fuga do lar devido a desentendimentos familiares, violência doméstica ou outras formas de abuso dentro de casa), involuntário (afastamento do cotidiano por um evento sobre o qual não se possui controle, como acidentes ou desastres naturais) e forçado (sequestros realizados por civis ou agentes de Estados autoritários). O desaparecimento forçado é o mais assustador para as famílias. Redes de pedofilia, tráfico de órgãos, prostituição e escravidão moderna estão entre os motivos para um desaparecimento forçado. Infelizmente, o Brasil está bem atrasado em políticas públicas para evitar que mais crianças desapareçam. Nem todos os estados disponibilizam dados sobre desaparecimentos com divisão por faixa etária e não existe um dado oficial sobre quantas crianças e adolescentes desaparecem por ano em todo o Brasil. Fonte: https://observatorio3setor.org.br/noticias/perigo-ignorado-226-pessoas-desaparecem-por-dia-no-brasil/ TEXTO 3: Fonte: Diego novaes A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desaparecimento de pessoas no Brasil”. Leia também: Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil Tema de Redação: Saúde mental no século XXI Tema de Redação: Saneamento básico no Brasil Tema de Redação: Doação de Órgãos no Brasil Tema de Redação: Assédio por intrusão (stalking) Tema de Redação: Demarcação de terras e impactos na cultura indígena

E aí, pessoal, como estão os corações a pouquíssimos dias da prova? Com certeza, batendo mais forte ainda, certo? Esse é o momento de juntarmos tudo o que estudamos ao longo dos meses de preparo e simplesmente arrasarmos no ENEM. Trouxemos ENEM 2019 – 15 assuntos de atualidades para se conhecer! Sabemos que as provas desse teste são formuladas logo no início do ano, mas há vários assuntos bem atuais que podem nos auxiliar a responder às questões ou até mesmo a desenvolver a redação. Por isso, vamos dar uma olhadinha no que não pode passar em branco? 1- Polarização política no Brasil e no mundo Desde as últimas eleições presidenciais, a polarização política ficou mais evidente, entretanto, os embates entre a esquerda e a direita extremistas não são novidade tanto em nosso país quanto em países internacionais. Conhecer melhor sobre esse fenômeno pode te ajudar a responder com mais propriedade às questões de história e, claro, atualidades. A depender do tema da redação, é possível até mesmo usar o fato como argumento ao longo do seu desenvolvimento, apenas tome cuidado para não se posicionar dentro do texto. 2- Nova previdência Em discussão já há alguns anos e em vias de se tornar realidade, as propostas relacionadas à nova previdência carregam uma série de pontos a serem levantados, tanto sob o ponto de vista positivo quanto sob o ponto de vista negativo. Fato é que muito do que se discute hoje com relação a se criar novas leis a fim de garantir a aposentadoria de todos está intimamente ligado à crescente corrupção política, por conta disso, os dois assuntos andam de mãos dadas. Na redação, há várias alternativas e caminhos para se incluir a nova previdência, desde os reflexos da corrupção até mesmo o aumento da expectativa de vida na população brasileira. 3- Imigração no Brasil Conflitos mundiais desencadearam uma série de fugas (em especial no continente africano e Oriente Médio) para países europeus e também para o Brasil. Desde 2011, nosso país tem recebido pessoas de diversas origens e tentado criar situações minimamente dignas para que elas vivam aqui. Se por um lado discutem-se aspectos ligados à obrigatoriedade de fazer valer a humanidade, por outro é cabível pensar: Um país que não oferece boas condições de vida para seus próprios filhos tem condição de receber uma população ainda maior? Quais são os impactos diretos na educação, saúde, empregabilidade, inflação, mobilidade urbana, segurança e moradia? Como é possível notar, a imigração para o Brasil pode render muitas linhas de argumentação na sua produção textual. 5- Escola sem partido Uma escola neutra, sem tendenciosidade política, sem extremismos e doutrinação é o que propõe o que conhecemos como escola sem partido, mais uma temática polêmica e que dá aquele pequeno pano para manga. Educadores e cientistas políticos nos fornecem duas visões interessantes, mas opostas: a primeira é a de que a escola deve ser realmente neutra, cabendo à família e ao indivíduo o encaminhamento político dos alunos, já a segunda considera que a escola, enquanto espaço de discussão e pluralidade de ideias, deve sim tratar de temas especificamente políticos, apresentando variadas concepções. E você, o que pensa sobre isso? Escola neutra ou com discussão política? Quais são os benefícios e os prejuízos de cada uma das posições? E por quê? 7- Educação domiciliar Também conhecida internacionalmente como homeschooling, já há alguns anos discute-se o projeto de lei que visa à autorização da educação domiciliar. Pouco se sabe ainda sobre os pormenores do projeto, mas essencialmente a ideia é de que os pais tenham direito a escolher se seus filhos serão ensinados na escola tradicional ou na própria casa, com o auxílio de tutores. Basicamente, a intenção inicial é que, com a vigência da educação domiciliar, todos tenham acesso à educação, mesmo em áreas rurais onde não há escolas por perto. Por não sabermos qual é a ideia exata de funcionamento do projeto, é bastante complicado promovermos uma discussão de qualidade e com argumentos consistentes, sendo assim, mantenha ainda posições moderadas a respeito. 8- Questão indígena Desde o início do governo do atual presidente, a questão indígena voltou a figurar as discussões no país. Isso se deu por conta da retirada da FUNAI do Ministério da Justiça, passando a fazer parte do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, sendo assim, o Ministério da Justiça não é mais o órgão competente por demarcar e proteger terras indígenas. A principal questão aqui é a seguinte: Com a mudança de ministérios, é possível dizer que a exploração territorial, mineral e agrícola aumentará nos territórios indígenas? Por quê? 9- Crise econômica Um tema que traz vários subtemas com ele, dentre eles o empobrecimento da população, a empregabilidade e o desemprego, a diminuição do poder de compra da nação, a má distribuição de renda e a ameaça à segurança. Como a crise econômica tem se acentuado já há alguns anos, seja nas questões ou seja na redação o assunto deve aparecer no ENEM 2019. 10- Incêndio em patrimônios culturais Em setembro de 2018, tivemos o devastador incêndio no Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Em abril de 2019, o telhado da catedral de Notre-Dame, em Paris, foi destruído, também tomado por fogo. Tais perdas chamam nossa atenção para a conclusão: Por que patrimônios culturais de tão grande importância têm tido seu cuidado deixado em segundo plano? É muito interessante também que você avalie qual é a relevância dos patrimônios culturais com relação à preservação das características de um povo e à educação das futuras gerações. 11- Coreia do Norte e seu programa nuclear Parece realmente um assunto muito distante de nós, mas a ameaça da Coreia do Norte com seu programa nuclear é um fator que pode impactar o mundo todo, ocasionando até mesmo uma nova guerra mundial. Você pode imaginar o impacto de uma guerra mundial no mundo moderno? 12- Atentados terroristas Mais uma

Você já ouviu falar de jornalismo contemporâneo? Ele está cada vez mais presente e pode cair no tema de redação do Enem, vestibulares e concursos. Confira os textos motivadores! Texto 1: Há quem defenda que 2018 seja lembrado como o ano em que as mídias sociais viraram a chave e enfrentaram, com vantagem, as tradicionais plataformas de comunicação: rádio, TV e jornal. Os resultados das eleições, definitivamente, ligaram a luz vermelha. O horário político na televisão costumava ter relevância ao ponto de definir alianças entre partidos. Mas o que se viu, em 2018, foi que o vencedor do pleito presidencial optou pelo uso do WhatsApp e colheu o melhor resultado. O sentimento que mobilizou as pessoas durante o ano foi o desejo de interagir e contribuir com opinião, mesmo que não fosse a sua, mas algo que ratificasse a sua linha de pensamento e justificasse a preferência por determinado candidato. E pouca gente escapou de compartilhar, nas redes sociais, as chamadas Fake News. Com as novas regras ou a falta delas, muitos que se intitulam influenciadores digitais ignoram os princípios básicos que regem a prática do Jornalismo, o qual prevê a checagem das informações e a necessidade de ouvir as diferentes versões do fato em questão. A Internet, que democratizou o acesso a conteúdos remotos, também dá poderes a pessoas com certo carisma, mas nem sempre com conhecimento e com as técnicas apropriadas para divulgar uma notícia verdadeira. Mais do que nunca, o papel das faculdades de Jornalismo e a atuação do profissional de imprensa tornaram-se fundamentais. A expectativa é de que, passada a primeira fase em que a maioria das pessoas quer experimentar o papel de ‘noticiarista’, a sociedade possa reconhecer que dar uma notícia é um trabalho que tem uma certa complexidade. Contar uma experiência ou manifestar a opinião é o direito de todos, mas só será notícia se afetar a vida de muitas pessoas. Ouvinte, leitor, telespectador e internautas têm a importante missão de exigir qualidade no produto que lhe entrega e nunca abrir mão de comparar mais de uma fonte noticiosa. Assim como se faz quando se desconfia de um prognostico médico. Fonte: https://coletiva.net/artigos/desafios-do-jornalismo-na-era-digital,288481.jhtml Texto 2: O Papa Francisco assinalou na segunda-feira os desafios do jornalismo na era digital, durante a audiência concedida à União Católica da Imprensa Italiana na Sala Clementina do Palácio Apostólico. “Na era da internet, a tarefa do jornalista é identificar as fontes críveis, contextualizá-las, interpretá-las e hierarquizá-las”, indicou o Santo Padre, que deu como exemplo que, quando “uma pessoa morre de frio na rua, não vira notícia, mas se caem dois pontos na Bolsa de valores todas as agências falam disso. Há algo que não funciona”. Nesse sentido, o Pontífice incentivou os membros da União Católica da Imprensa Italiana a “ser voz da consciência de um jornalismo capaz de distinguir o bem do mal, as escolhas humanas das desumanas. Porque hoje existe uma confusão que não se distingue, e vocês precisam ajudar para que não seja assim”. “O jornalista, que é o cronista da história, é chamado a reconstruir a memória dos fatos, a trabalhar pela coesão social, a dizer a verdade a todo custo: há também uma parresia – ou seja, um valor – do jornalista, sempre respeitosa e não arrogante”, assinalou. O Papa Francisco disse que “isso também significa ser livre diante do público: falar em um estilo evangélico: ‘sim, sim’, ‘não, não’, porque o resto vem do maligno”. Assinalou que “a comunicação precisa de palavras verdadeiras no meio de tantas palavras vazias. Nisso vocês têm uma grande responsabilidade: as suas palavras contam o mundo e o modelam, as suas histórias podem gerar espaços de liberdade ou de escravidão, de responsabilidade ou dependência do poder”. Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-assinala-os-desafios-do-jornalismo-na-era-digital-68313 A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios do jornalismo contemporâneo”. Leia também: Tema de redação: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade Tema de Redação: Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais

Texto 1: O depósito irregular de lixo é um problema que afeta o mundo todo. Quem sofre mais, no entanto, são os países em desenvolvimento. Alvo dos restos das grandes nações desenvolvidas, precisam lidar com um problema que não é seu e que, além de tudo, é ilegal. Mais recentemente esses países têm lidado com um acúmulo específico de lixo: o lixo eletrônico, também chamado de e-lixo. Baterias, celulares, e computadores quebrados e inúmeros produtos tóxicos estão invadindo territórios por vias ilegais, causando problemas ambientais e diplomáticos. Esse problema ambiental cresceu muito nas últimas décadas. Pegamos como exemplo o continente africano. Há muitos países da África que possuem tecnologia de captação dos raios solares para gerar energia para casas mais pobres. O problema é que eventualmente as placas solares caem em desuso. Ao estragarem, somam-se aos milhares de computadores e de aparelhos celulares. Ficam em depósitos, irregularmente descartados nas ruas, causando um impacto ambiental absurdo. No Japão, por outro lado, a situação é oposta a do continente africano. Um dos maiores produtores de tecnologia avançada do mundo são responsáveis também pela maior taxa de reciclagem desse tipo de produto: cerca de 90%. Na Europa há uma divisão na balança do cuidado com o lixo eletrônico. Quanto mais ao Norte, da Alemanha para os países nórdicos, maior é a taxa de reciclagem desse tipo de lixo. Ao sul, em países mais pobres do continente europeu, o cenário é parecido com o de países emergentes. Os Estados Unidos têm uma boa política de descarte de lixo eletrônico. O problema é não haver locais preparados para fazer a reciclagem desse lixo. A solução encontrada foi enviar todas as milhares de toneladas desse lixo para a China. Os custos são altíssimos, e a relação entre estadunidenses e chineses está a cada mês mais abalada. Vincent Yu, chinês que trabalha na empresa Fortune Sky USA, uma das denunciadas por enviar toneladas de e-lixo para a China, se defendeu ao jornal estadunidense Boston Globe afirmando que tudo foi um engano. “Achávamos que estavámos exportando computadores de segunda mão, e não monitores e televisores velhos”, disse. A mesma empresa já foi flagrada exportando computadores e outros componentes velhos para Malásia, Vietnã e outros países asiáticos. Os chineses estão bastante cansados de receber o lixo norte-americano. Como consequência, estão recusando os eletrônicos dos Estados Unidos ou aumentando os preços para fazer o serviço. Isso causa está causando uma crise grave em todo o planeta, que a médio e a longo prazo terá efeitos muito negativos no meio ambiente. A crise do lixo eletrônico cria também a necessidade de falarmos sobre o colonialismo tóxico. Essa expressão define bem a relação que se estabelece entre países desenvolvidos, principalmente os que um dia foram colonizadores, e seus colonizados. A ideia ou a atitude de enviar lixo para um país menos desenvolvido, seja legal ou ilegalmente, é bastante danosa. Do ponto de vista político e democrático, evidentemente, é uma forma de manter vínculos colonialistas entre duas nações independentes. Fonte: https://www.acordacidade.com.br/noticias/213625/a-guerra-mundial-pelos-descartes-de-lixo-eletrnico.html?mobile=true Texto 2: O lixo eletrônico pode causar câncer e uma série de doenças devido a predominância dos metais pesados. O professor de Engenharia Ambiental Marco Antonio Cismeiro Bumba alerta para problemas causados pelo descarte incorreto desse tipo de resíduo. “A maioria dos metais pesados tende a causar tumores. Eles são bioacumulativos (entram no corpo e se acumulam)”, explica. Segundo Bumba, além dos metais pesados, outros materiais presentes no lixo eletrônico podem causar doenças. O alumínio é outro exemplo, porque se acumula no cérebro. A contaminação do solo e dos rios também é agravada pelo descarte irregular de lixo eletrônico. “Quando você descarta um celular no lixo, é descartado plástico que vai para o meio ambiente e circuitos com metais que acabam contaminando o solo do lixão”, aponta o professor. “Temos uma grande quantidade deles nos rios. Podem atingir lençóis subterrâneos que abastecem os rios”. Uma pesquisa de 2017 da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o Brasil é o sétimo maior produtor de lixo eletrônico no mundo. Ao todo, o país gera 1,5 milhão de toneladas por ano. Francisco Antonio Nogueira da Silva, supervisor operacional do Projeto Lixo Eletrônico da fundação Settaport, chama atenção para a falta de conscientização em relação ao descarte. “Há pouco tempo, as pessoas não separavam, porque misturavam todos os tipos de lixo. Acham que pode por lixo eletrônico junto com comida. Esse lixo pode causar câncer e pode afetar o meio ambiente, pode afetar a saúde. O pessoal não entende isso”, aponta Nogueira. Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/educacao/noticia/2019/06/15/descarte-incorreto-de-lixo-eletronico-traz-risco-de-cancer-e-problemas-ambientais.ghtml Texto 3: Fonte: Sponholz Texto 4: Fonte:hnbernardes A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Lixo eletrônico e impactos socioambientais”. Leia também: Redação ENEM: análise dos 10 últimos temas cobrados na prova Tema de redação: HIV na terceira idade Tema de redação: Trabalho escravo em discussão no Brasil Tema de redação: Jornada de trabalho no Brasil Tema de redação: As dificuldades da inserção de jovens no mercado de trabalho Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Dados confiáveis para usar nas redações

Texto 1: O aumento do número de agrotóxicos registrados anualmente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem sido acompanhado de uma elevação das notificações do Sistema Único de Saúde (SUS) de pessoas intoxicadas por esses produtos. Em ritmo acelerado, substâncias nocivas à saúde e ao meio ambiente são validadas para que o agronegócio proteja as lavouras. No entanto, isso deixa os brasileiros mais expostos a enfermidades, como câncer, problemas reprodutivos e distúrbios comportamentais. Enquanto o número de validação de agrotóxicos pelo Mapa, em 2015, foi de 139, e o do Ministério da Saúde sobre intoxicações, de 12.797 casos; em 2018, a pasta da Agricultura aprovou o uso de 450 produtos na lavoura; e as notificações de enfermidade subiram para 15.107. Apesar disso, até julho deste ano, houve um crescimento acelerado na validação de novos agrotóxicos: 262 foram aprovados. Quanto às mortes por intoxicação, segundo a Pasta da Saúde, caíram de 518, em 2015 para 445 em 2017 — os números de 2018 ainda não foram tabulados. O órgão informou também que, dos 220.045 casos de intoxicação exógena por tentativas de suicídio registrados de 2007 a 2017, 16.195 (7,3%) se referem a pessoas que injetaram agrotóxicos no próprio corpo. O Ministério da Saúde informou que o incremento do número de notificações de intoxicações por agrotóxicos é uma tendência observada desde o início da série histórica, em 2007. “Os fatores que contribuem para esse incremento ano a ano podem ser diversos, desde uma possível intensificação do uso desses produtos, como também uma maior sensibilidade dos serviços de saúde para a identificação e notificação dos casos”, informou o órgão, por meio de nota. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2019/09/01/interna-brasil,780159/intoxicacao-por-agrotoxicos-aumenta-com-liberacao-de-produtos.shtml Texto 2: O que o modelo de produção agrícola prevalente no Brasil hoje tem a ver com a obesidade crescente da população brasileira? Ambos estão intimamente ligados, com impacto extremamente negativo na saúde dos brasileiros – especialmente os de baixa renda -, segundo os participantes do encontro “Por outra agricultura: construindo alternativas ao agronegócio”, realizado no Dia Internacional da Agricultura Familiar, no Ateliê do Bixiga, em São Paulo. A escassez de subsídios para a agricultura familiar e orgânica, em comparação à oferta de recursos alocados para o agronegócio, foi um dos principais pontos discutidos. A medida torna extremamente baratos produtos como cana, milho, trigo e soja, produzidos em esquema de monocultura, em extensos latifúndios. Resultado: o brasileiro se abastece mais de alimentos industrializados, ultraprocessados, feitos com essas matérias-primas, e deixa de consumir frutas, verduras e legumes sem agrotóxicos. Motivo: preços e aparência mais atraentes, no último caso estimulada pelas embalagens e pela publicidade. Fonte: https://bit.ly/2nn0gyr A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Impactos do Agronegócio na saúde”. Leia também: Tema de Redação: Dessalinização da Água Tema de Redação: Demarcação de terras e impactos na cultura indígena Tema de Redação: Promoção da Saúde e Bem-Estar Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza Tema de Redação: Os desafios da alimentação escolar no Brasil

Texto 1: O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, falou, durante evento na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (10/09), sobre a necessidade de qualificar o atendimento às pessoas com transtornos de saúde mental. Durante o Simpósio Nacional de Prevenção do Suicídio e Automutilação, promovido pela Frente Parlamentar de Prevenção do Suicídio e Automutilação e pela Comissão de Seguridade Social e Família, Mandetta explicou que está sendo discutindo um espaço de saúde mental especializado para o público adolescente. “A infância e a adolescência passou por um impacto que foi o surgimento da internet. Há um mundo virtual e um real. Hoje estamos lindando com um bullying global e isso gera uma pressão no nosso jovem brasileiro’”, citou o ministro da Saúde. “A criança brasileira é uma das que mais passa tempo em frente às telas e isso é fator de estresse mental”, completou. Neste sentido, o Ministério está debatendo a criação de Centro de Atenção Psicossocial (CAPs) com foco no adolescente, que promoverá inclusive a busca ativa dos jovens nas escolas e nas comunidades, como forma de acolhimento deste público. “Os transtornos de saúde mental serão o principal agravo que levarão as pessoas às unidades de saúde durante todo o século 21 no mundo”, lembrou o ministro durante o evento em alusão ao Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (10/09). A assistência às pessoas com transtornos mentais acontece de forma integral e gratuita em diversas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil, conforme a necessidade de cada caso. Para este mês, o Ministério da Saúde prepara uma campanha para valorização da vida e chamar a atenção para a depressão. O Ministério da Saúde estima, com base na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013, que 14,1 milhões de brasileiros apresentem diagnóstico de transtornos ou sofrimentos mentais. Ainda segundo a PNS, foi estimado que 7,6% das pessoas de 18 anos ou mais de idade receberam diagnóstico de depressão por profissional de saúde mental. Fonte Texto 2: De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde é conceituada como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de uma doença ou enfermidade”. É notório que no mundo contemporâneo temos nos preocupado mais com a nossa saúde física do que com a nossa saúde mental. Exercitamos os músculos peitorais, hipertrofiamos nossos bíceps nas academias, desenvolvemos nossa capacidade cardio-respiratória nas atividades aeróbicas, porém temos nos esquecido de amadurecer nossa capacidade de gerir as nossas próprias emoções. Queremos ser saudáveis no corpo, mas nos esquecemos de cuidar da nossa mente. Somos incapazes de administrar emoções, sejam elas boas ou más. Não fomos treinados para isso. É bem verdade que somos bombardeados pela mídia de massa quase que diariamente a sermos bem sucedidos em tudo na vida. Bem sucedidos no trabalho, na família, na vida social, no casamento, enfim, em tudo! Ou quase tudo. Entretanto, essa “pressão” de ser o notável bem sucedido em todas as áreas da vida não corresponde com a realidade. Essa é a questão que deveria ser reverberada. Não podemos negar que a vida como ela é não é feita só de vitórias. Ah, se fosse assim! Seria bem mais fácil, não é? Mas não. A realidade é outra. Sabemos disso. No contraponto desse mercado do “sucesso” que faz sucesso e que rende bilhões de dólares para alguns poucos afortunados, somos desafiados a gerenciar nossas emoções ao longo da vida nos inúmeros momentos de frustrações, derrotas, tristezas, lutos, desemprego, traições, dívidas e tantas outras condições que nos provam enquanto ser humano. Não somos máquina! Somos gente. Temos que cuidar do nosso corpo (gr.soma) com hábitos saudáveis, atividade física regular e uma alimentação balanceada. Mas tão importante quanto cuidarmos da nossa saúde física nesse mundo altamente competitivo, hedonista e individualista é aprendermos também a cuidar da nossa mente (gr. psique). Esse é o foco. O cidadão global do século XXI carece de enxergar esse conceito de saúde integral. Corpo e mente são indissociáveis. Pense nisso. Percebe-se que parte expressiva da humanidade nesse mundo chamado pós-moderno caminha velozmente para um adoecimento mental coletivo. Em que pese a evolução da tecnologia, as conquistas científicas das últimas décadas e a multiplicação exponencial do conhecimento humano em diversas áreas temáticas, nota-se que o cidadão global vem adoecendo, sobretudo no campo das suas emoções. Esse fenômeno de adoecimento mental global tem sido largamente estudado nesses últimos anos, pois tal realidade traz sérias preocupações para as autoridades e gestores no tocante a saúde pública, visto que as doenças mentais são sabidamente incapacitantes, trazendo inevitáveis consequências físicas, econômicas e sociais, tanto no indivíduo adoecido como também para toda a sociedade. Talvez, uma das grandes “tsunamis” desse fenômeno de adoecimento global tem sido a depressão, doença que mais contribui para a incapacidade, provocando prejuízos econômicos no mundo de cerca de US$ 1 trilhão, sendo ainda a principal causa de mortes por suicídio, com 800 mil casos por ano. Em relatório da OMS, divulgado em fevereiro de 2017, estima-se que existam cerca de 322 milhões de pessoas, ou 4,4% da população global, sofrendo de depressão, uma alta de 18,4% entre 2005 e 2015. No Brasil, essa prevalência atinge 5,8%, acima da média mundial, sendo o país mais acometido pela depressão na América Latina. São 11.548.577 brasileiros que sofrem de depressão. Um problema de saúde pública. Outra “tsunami” devastadora da saúde mental global na atualidade é o transtorno da ansiedade. O mesmo relatório da OMS também revela que a ansiedade afeta 264 milhões de pessoas no mundo, alta de 14,9% entre 2005 e 2015, sobretudo em virtude do envelhecimento da população mundial.Já no Brasil, que lidera a lista de prevalência da doença, com taxa de 9,3%, muito acima da média mundial, de 3,6% há 18.657.943 indivíduos acometidos pela patologia. Fonte Texto 3: Fonte A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Saúde mental no século XXI”. Leia também:

Saber os temas que já foram pedidos em vestibulares anteriores, como nos vestibulares de 2019, sempre nos dá um bom referencial de que linha poderá ser seguida nos próximos testes de grande porte, como o ENEM e os principais vestibulares. A referência mais próxima e atual que temos são os vestibulares de meio ano, também conhecidos como vestibulares de inverno (em oposição aos vestibulares de verão, que ocorrem entre novembro e janeiro). Menos tradicionais, nem todas as universidades (principalmente as maiores) optam por oferecer essa possibilidade de ingresso no meio do ano aos candidatos. Na sequência, temos o levantamento de algumas temáticas requeridas entre junho e julho de 2019. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Tema: Vacinas No vestibular de 2019, foi pedido alguma proposta relacionada à questão das vacinas tem sido uma aposta desde o início do ano, isso porque a polêmica em torno dos argumentos dos grupos anti vacina e da volta de doenças já erradicadas há décadas no país faz com que o assunto seja sempre debatido, por isso, tratar do questionamento sobre a real eficácia da vacinação, por um lado, e os perigos individuais e coletivos no caso da não vacinação, por outro lado, são elementos fundamentais para o desenvolvimento da proposta. Universidade Estadual de Maringá (UEM) Tema: Culturas de alimentação nos dias atuais e suas consequências Já numa linha bastante voltada à vida moderna, a Universidade Estadual de Maringá propôs no vestibular de 2019 que seus candidatos discutissem as consequências da alimentação atual. Ao analisar a forma como o tema foi requerido, é notável que a visão da instituição é de que a alimentação das gerações atuais é ruim e traz diversas consequências, sendo assim, o candidato precisa refletir sobre quais são essas consequências tanto com relação à saúde pessoal quanto também à descaracterização do momento da refeição, antes uma oportunidade de reunir a família e conversar sobre o dia. Nós já falamos sobre alimentação aqui, confere: Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) Tema: As consequências do racismo estrutural no Brasil contemporâneo Com um tema extremamente específico e que exige do candidato obrigatoriamente saber o que é racismo estrutural, a Universidade Estadual de Ponta Grossa selecionou uma das formas de racismo para sua redação no vestibular de 2019. Note que o ponto de vista da instituição também é negativo, uma vez que se exige tratar das consequências ao longo do texto, o que, naturalmente, sugere que a conclusão traga alternativas viáveis para que o racismo estrutural- aquele que já está tão cristalizado na cultura de um povo que nem parece mais uma forma de discriminação- seja abolido na sociedade. Nós falamos de racismo como tema de redação: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Tema: Relação entre o humor e a liberdade dentro dos limites da ética Um dos vestibulares mais tradicionais (e concorridos) é, sem dúvida, o da PUC, por conta disso, uma proposta de redação envolvendo o tema ética não é de se espantar nem um pouco. Discutir princípios e limites éticos é sempre algo complexo, já que a ética pode variar com base num ponto de vista pessoal, mas, como a proposta trazia os elementos do humor e da liberdade, acaba sendo um pouco mais fácil definir que o ético. Nesse caso, no vestibular de 2019, está extremamente ligado ao campo do respeito, afinal, quando alguém se sente desrespeitado ou ofendido, perde-se a característica de humor. Já falamos sobre esses limites também: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) Tema: Concepções sobre o mundo a sua volta no tempo em que você vive. Já no vestibular de 2019, a irmã carioca da PUC-SP resolveu apresentar em sua redação praticamente um convite à exposição da forma como você vê o mundo atual. Por ser um tema de grande abrangência, é essencial selecionar quais aspectos do mundo serão trabalhados, caso contrário, há o risco de as ideias serem explicadas de forma superficial, o que causa muitos descontos na sua tão querida notinha. Um erro comum numa proposta redacional como essa é querer escrever o texto em primeira pessoa ou fundamentar os argumentos apenas no ponto de vista pessoal. O tipo de texto selecionado – dissertativo argumentativo – requer uma espécie de afastamento do assunto e, lógico, a presença de justificativas para as abordagens. Universidade de Caxias do Sul (UCS) Temas: Por que as pessoas mentem? É possível aproveitar o dia sem pensar no amanhã? Por que governos relutam em aceitar refugiados? A Universidade de Caxias do Sul decidiu facilitar para seus candidatos (ou não) no vestibular de 2019, deixando a cargo do vestibulando a escolha entre um dos três temas possíveis. Interessante notar que o tema “É possível aproveitar o dia sem pensar no amanhã?” e “Por que governos relutam em aceitar refugiados?” fazem uma aproximação com temas também cotados para o ENEM e os vestibulares de 2019/2020. Inegavelmente, tópicos voltados à saúde mental e ao bem-estar das pessoas (de todas as pessoas, inclusive aquelas que não são cidadãs brasileiras, como os refugiados) merecem nossa atenção e aquele estudo reforçado. Alguns temas relacionados que já comentamos aqui: Universidade Estadual do Ceará (UECE) Temas: Caprichando na requisição, a UECE não teve dó de seus candidatos no vestibular de 2019 e optou logo por dois pontos comuns, mas com gêneros pouco usuais em redações de grandes testes: o manifesto para a preservação das águas e o relato pessoal para a viagem. No caso do relato de viagem, o autor ainda tinha que se imaginar como escritor de um site especializado em viagens. Obviamente, o que pode trazer preocupações aqui não são os temas, mas sim os tipos textuais selecionados. Ambos têm características bastante específicas e que devem ser rigorosamente obedecidas para o alcance de um bom conceito final, por isso, não se limite a estudar “apenas” a dissertação argumentativa em seu cronograma. Mesmo com conteúdos variados, é super possível perceber que sempre há uma discussão de cunho social em todos os temas e é por causa disso que insistimos tanto na leitura, conhecimento e

Texto 1 sobre Inteligência Artificial(IA): A ética provoca debates acirrados na sociedade desde os tempos do filósofo Aristóteles. Como ela é definida a partir da moral humana, algo que, por sua vez, sofre influência de questões sociais e culturais, chegar a um consenso global sobre determinados temas, como a IA é um desafio e tanto. A ética foi, inclusive, tema de redação em 2009: Com o avanço tecnológico, o debate sobre a ética ganha nova proporção e envolve mais participantes, que enxergam riscos que vão desde a banalização de abusos de privacidade até o agravamento do preconceito e da discriminação contra determinados grupos da população. Muitos desses riscos estão atrelados à inteligência artificial (IA), uma vez que a tecnologia avança de forma rápida e descentralizada, sem parâmetros claros, e desenvolvida por humanos com os mais variados vieses e preconceitos. Instituições de ensino e pesquisa já se movimentam para propor um direcionamento ético para o avanço tecnológico. Entre elas está a Universidade de Stanford, referência mundial em inovação e tecnologia, que lançou um centro de pesquisa interdisciplinar com a meta de reunir formuladores de políticas públicas, pesquisadores e estudantes responsáveis pela elaboração das tecnologias do futuro. Vários governos e até mesmo empresas também já revelaram preocupação a respeito de questões éticas, emitindo sugestões de conduta para as iniciativas em IA. Fonte Texto 2: A inovação em IA precisa ser amparada por uma abordagem baseada em riscos combinada com o estabelecimento de princípios e valores éticos. O rápido avanço tecnológico atual tem nos ensinado que nações que apoiam ideias inovadoras numa abordagem baseada em riscos têm maiores chances de sucesso. Nesse sentido, entende-se que os benefícios potenciais são superiores aos riscos e permite-se que as inovações possam florescer combinadas com mecanismos para mitiga-los. Por outro lado, o necessário estímulo à inovação baseada em IA não significa a ausência total e absoluta de princípios e condições mínimas para o desenvolvimento e a aplicação de soluções baseadas em IA. O debate internacional tem avançado para a constatação da necessidade de tais balizas mínimas, de modo que os sistemas baseados em IA sejam criados e executados de modo a respeitar a vida humana e primar pelo seu bem-estar, pela diversidade e inclusão, por princípios democráticos e pela privacidade, além de ter uma atenção especial pela segurança, explicabilidade, transparência, controle e centralidade nos seres humanos. A decisão sobre os limites para o uso da IA deve se pautar em argumentos de ordem técnica, mas em última instância será uma decisão política que irá requerer amplo debate. Quais critérios devem prevalecer no momento de avaliar e decidir se um robô pode realizar cirurgias sem a supervisão humana, se iremos aceitar o desenvolvimento de armas autônomas civis ou militares ou se será possível o transporte de passageiros e cargas por veículos e aeronaves autônomos? Quais serão as implicações legais e de imputabilidade de culpa em caso de dolo? No caso do Brasil, a IA traz transformações sociais tão profundas que o país necessita de uma estratégia nacional para se preparar. Questões importantes demandam debates e (sobretudo) ações coordenadas pelo país. É importante que a sociedade reme no mesmo ritmo e sentido com políticas públicas para os diferentes domínios relevantes da IA para o país , na pesquisa aplicada, no estímulo à adoção da IA pelo setor público e privado, no desenvolvimento das habilidades digitais da mão de obra, no avanço rumo à adoção de padrões globais e interoperáveis, além da necessária segurança, confiança e do estabelecimento de princípios éticos. Fonte Texto 3: Fonte: Dava Simonde A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios éticos e morais da Inteligência Artificial”. Leia também: Redação ENEM: análise dos 10 últimos temas cobrados na prova Tema de redação: HIV na terceira idade Tema de redação: Trabalho escravo em discussão no Brasil Tema de redação: Jornada de trabalho no Brasil Tema de redação: As dificuldades da inserção de jovens no mercado de trabalho Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Dados confiáveis para usar nas redações

Olá, pessoal? Tudo bem? Como estão os coraçõezinhos a menos de dois meses para a prova do ENEM? Tenho certeza que estão cheios de expectativa por uma nota 1000 na redação, não é mesmo? Reunimos opiniões de especialistas de diversas áreas para trazer para vocês 10 apostas de tema de redação para o ENEM 2019. Lembrando que já havia sido anunciado que as produções textuais do ENEM não trariam mais temáticas polêmicas ou ideológicas, dando espaço assim a assuntos de cunho social ou, até mesmo, que discutam os movimentos sociais atuais. Vamos às possibilidades de 10 apostas de tema de redação para o ENEM 2019 ? Crescimento de transtornos mentais É inegável que, nos últimos anos, temos visto um crescimento extremamente significativo com relação aos transtornos mentais, em especial no que diz respeito à ansiedade, depressão e síndrome do pânico. Por ser uma questão que tem estado presente na sociedade atual e que começa a ser debatida de forma mais aberta e sem preconceitos, muitas fichas estão sendo apostadas nela. Ainda na esteira dos transtornos, podemos imaginar algo relacionado ao combate à depressão na sociedade brasileira ou ao aumento de número de suicídios como consequência do estado depressivo. Ainda sobre transtornos mentais, recentemente falamos sobre o autismo, confere: Tema de redação: inclusão de autistas no Brasil Letramento digital Aplicativos que resolvem situações em segundos, comunicação eficaz com quase o mundo todo, agilidade na troca de informações, tudo isso (e muito mais) é resultado da era digital e dos avanços tecnológicos, porém, há um problema quando tratamos desses avanços: como ensinar as gerações mais velhas a fazer uso de aplicativos, sistemas e programas de forma eficiente e segura? É a essa habilidade que damos o nome de letramento digital. Essencialmente, falar de letramento digital é falar sobre “alfabetizar” as pessoas para que todas se beneficiem das facilidades que a tecnologia nos traz. Discurso de ódio na internet Como abordar era digital sem problematizar os discursos de ódio constantes na internet e seus efeitos extremamente nocivos tanto na esfera pessoal quanto na esfera social? Temos visto com muita frequência notícias de pessoas que sofreram (ou sofrem) algum tipo de retaliação na internet por conta de suas opiniões ou atitudes, então essa aposta trata de um tema bastante atual e presente no dia a dia de grande parte da população. É possível pensar ainda no cyberbullying, efeitos do discurso de ódio na internet ou no assédio virtual como objeto de discussão para 2019. Mais uma dica para você falar de cyberbullying na redação, que tal usar alguma série da Netflix? Nós já sugerimos aqui também: Movimento antivacina A volta de algumas doenças já erradicadas há décadas do Brasil coloca essa abordagem como possibilidade para este ano. Por um lado, como é possível explicar o surgimento de um movimento (expressivo) de pais e mães que se negam a vacinar suas crianças, mesmo diante de tantos benefícios amplamente comprovados? Por outro lado, como se justifica a volta de doenças sobre as quais nem mesmo se falava mais em nosso país? E, se as vacinas são de fato eficientes, como essas doenças voltaram? Todas as perguntas anteriores podem ser cotadas na discussão sobre o movimento antivacina. Educação domiciliar Por conta do projeto de lei atualmente em discussão, a educação domiciliar (ou homeschooling, como é frequentemente conhecida) pode compor a redação do próximo ENEM. As principais abordagens sobre a temática são voltadas para a qualidade de ensino e de aprendizagem dessa modalidade, os malefícios e benefícios de se estudar em casa, a socialização de crianças e adolescentes e a capacitação dos pais ou profissionais para lecionarem neste novo sistema. A evasão escolar no Brasil Esse parece um assunto antiquado, já plenamente resolvido, mas não é bem assim. O último Censo Escolar (de 2018) realizado pelo INEP revelou que há cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes fora da escola. Por que essa ainda é nossa realidade? O que leva tantas crianças e tantos adolescentes a estarem fora da escola? Como é possível resolver esse problema de forma definitiva e eficaz? Temas relacionados à educação são sempre muito bem cotados, já que esse campo é essencial para a sociedade. A violência no trânsito brasileiro Se eu fosse você, procuraria os índices de acidentes, agressões e mortes gerados por atos violentos no trânsito, isso porque esse assunto aparece em diversas listas de veículos renomados sobre o ENEM e vestibulares. O que causaria o aumento da violência no trânsito? Falta de civilidade? De senso coletivo? De educação ao trânsito? Ou o aumento pode estar ligado a raízes mais profundas, como crescimento da ansiedade e de ritmo de produção no trabalho? A importância dos bens culturais e patrimoniais Você já reparou quantos desastres ligados a patrimônios culturais têm acontecido nos últimos anos? Incêndios no Museu da Língua Portuguesa (em São Paulo) e no Museu Nacional (no Rio de Janeiro), décadas e décadas de registro, história e pesquisas destruídas em minutos pelo fogo. Qual é a importância de termos bens culturais? Como isso impacta a sociedade? Como tornarmos os bens culturais e patrimoniais acessíveis a todos? Como criarmos novos centros de compartilhamento de cultura? Vamos pensar em como resolver esse problema? Assédio sexual O assédio sexual ocorre em diversas esferas, estando presente na escola, no trabalho, no transporte público, na rua, tanto presencialmente quanto um assédio digitalmente, e, por existir de forma tão significativa, acredita-se que esse tema pode ser requerido em 2019. Ainda dentro desse mesmo segmento, aposta-se também num assunto mais específico, que é a mulher e o assédio sexual nas empresas. Relacionamos o assédio com algumas séries da Netflix que podem dar mais credibilidade ainda para a sua redação: Aumento das DSTs entre os jovens Mais uma temática que parece antiquada, mas não é, já que pesquisas recentes têm apontado justamente o contrário do que a consciência coletiva da sociedade imagina: as doenças sexualmente transmissíveis têm crescido entre os mais jovens. Apesar do assunto das DSTs não ser novidade, profissionais da área têm buscado respostas para o crescimento