811 artigos publicados sobre “Topo de funil” no Blog do Redação Online.
Navegue pelos conteúdos abaixo para aprofundar seus conhecimentos sobre este tema. Cada artigo traz análises, exemplos práticos e repertórios que podem ser utilizados na sua redação do ENEM, vestibulares e concursos públicos.

As vivências das mulheres trans no Brasil CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! O tema desta semana foi bastante inspirado na polêmica envolvendo a entrevista realizada entre o doutor Drauzio Varella e a mulher transgênero Suzy de Oliveira. As vivências das mulheres trans no Brasil. A reação da sociedade diante da entrevista trouxe à tona a importância de se discutir mais aprofundadamente sobre a situação das mulheres transgênero no Brasil. Não poderíamos deixar de indicar a vocês a matéria da Istoé para que vocês entendam um pouco melhor sobre a situação que desencadeou toda essa polêmica. É só acessar o link a seguir e ler a matéria completa Isto é Também é nossa obrigação enquanto instituição educativa salientarmos que a situação das mulheres transgênero vai muitíssimo além da polêmica envolvendo o doutor Drauzio Varella e é exatamente isso que nos interessa no tema da semana. Esperamos que as sugestões a seguir possam te ajudar a enxergar de forma um pouco mais realista as dificuldades e os enfrentamentos pelos quais as mulheres transgênero passam no Brasil. Artigo científico sobre o modelo legítimo de mulher. Disponível em: WWC 2017 / Acesso em 18/03/2020. Antes de tudo, é essencial que você entenda quais são as classificações de mulher transgênero e este artigo científico, que foi, inclusive, publicado enquanto referência sobre o tema, trata exatamente sobre isso. Por se tratar de um artigo científico, você encontrará nele os pareceres de vários especialistas sobre o tema, além de muitas referências bibliográficas caso queira se inteirar ainda mais a respeito do assunto. Matéria on-line sobre a visão psicológica da transgeneralidade. Disponível em: Mundo Psicólogos / Acesso em 18/03/2020. A matéria é curta, mas muito rica em informações. Nela, especialistas da área da Psicologia analisam a transgeneralidade sob esse ponto de vista, de forma científica, imparcial, explicando quais são os sinais da transgeneralidade e como eles se manifestam. Resumo on-line sobre Caitlyn Jenner. Disponível em: Ego – globo / Acesso em 18/03/2020. Talvez você nunca tenha ouvido falar em Caitlyn Jenner, mas essa mulher trans é uma referência importante quando tratamos da transgeneralidade e por isso resolvemos trazer um pouco da história dela aqui. Além de ler a história e ver as fotos, é fundamental que você também leia os comentários deixados por leitores na matéria e analise como uma parte da população brasileira enxerga a situação. Artigo de revista científica on-line sobre a violência contra as mulheres transgênero. Disponível em: Revista Univap / Acesso em 18/03/2020. Um dos principais problemas enfrentados pelas mulheres transgênero é a violência, que atinge as mulheres de um modo geral e mais ainda as que fazem a opção pela transgeneralidade. Neste artigo de revista científica, você consegue ter acesso a índices e outros dados relevantes que vão te auxiliar a compreender melhor a questão da violência. Artigo on-line sobre os processos de documentação da violência sofrida pela mulher trans. Disponível em: Onu mulheres / Acesso em 18/03/2020. O artigo é da ONU Mulheres, só isso já confere a seu conteúdo credibilidade suficiente. Você sabia que o dia 25 de janeiro é o Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres e Meninas? Não? Pois é, há um dia específico no calendário para marcar essa luta que acontece o ano inteiro. Além de saber mais sobre o movimento #DiaLaranja, você ainda poderá ler o depoimento de Bruna Benevides, mulher trans e ativista que tem lutado pelo fim dos assassinatos e da violência contra transexuais e travestis. Artigo sobre a vida de mulheres trans no Brasil. Disponível em: Correio Braziliense / Acesso em 18/03/2020. Ninguém melhor para falar sobre uma condição de vida do que a própria pessoa que vive diariamente essa vida e é esse conteúdo que o artigo do Correio Braziliense nos proporciona. Sugerimos que você reserve um tempo a mais para ler esse artigo, pois ele é repleto de informações e vale a pena ser lido com toda a atenção possível. Vídeo documentário do programa Profissão Repórter sobre transgêneros. Disponível em: Profissão Repórter 01/08/2018 Transgêneros / Acesso em 18/03/2020. É claro que não iríamos nos esquecer de você que ama um videozinho do YouTube. Você já deve conhecer a proposta do programa Profissão Repórter. Nele, jornalistas acompanham alguns dias na vida de pessoas que estão relacionadas ao tema do episódio. Dessa vez, os repórteres estão acompanhando transgêneros e mostrando de forma bastante íntima sua vida e dificuldades diárias. Vídeo sobre o preconceito no sistema carcerário. Disponível em: Entre Grades e Preconceito – Parte 1 | Conexão Repórter (28/05/18) / Acesso em 18/03/2020. Nesta sugestão, a reportagem foi feita pelo programa Conexão Repórter (que tem uma ideia bastante semelhante ao Profissão Repórter, aliás), mas o tema é um pouco mais específico: a matéria fala sobre o preconceito sofrido por gays, transgêneros e transexuais quando estão sob regime penitenciário. Mais uma vez, leia os comentários, eles também são super úteis na compreensão sobre como essa situação é encarada pela sociedade. Vídeo sobre mulheres transgênero no esporte. Disponível em: Tiffany e transsexuais no esporte / Acesso em 18/03/2020. Há muitas outras discussões pertinentes quando falamos sobre o universo da transgeneralidade e não poderíamos deixar de fora as competições esportivas. No vídeo, há a discussão sobre esse tema e mais especificamente a respeito da coerência da participação de mulheres transgênero em algumas modalidades esportivas e o quanto isso é justo ou não. De novo: leia os comentários! Vídeo sobre ações de proteção a mulheres transgêneros no sistema carcerário. Disponível em: Cadeia na capital se destaca pelo respeito a detentas transexuais / Acesso em 18/03/2020. Bom, mas nem só de preconceito e violência vive o mundo da transgeneralidade, felizmente, temos exemplos positivos a citar (poucos, mas honrosos). Um deles é sobre um centro de detenção em São Paulo que tem se destacado pelo respeito e pelas iniciativas dirigidas às mulheres detentas transgênero. No próximo link, você também pode conferir mais uma ação positiva no sentido do respeito e proteção à comunidade LGBT: Presídios criam celas especiais para população LGBT / Acesso em 18/03/2020. Após

A condição das mulheres transgênero Leia os textos motivadores abaixo para redigir um texto dissertativo-argumentativo sobre A condição das mulheres transgênero. Texto 1 Mulheres transgênero e transexuais poderão ter proteção da Lei Maria da Penha, aprova CCJ Fonte: Agência Senado Mulheres transgênero e transexuais poderão contar com a proteção da Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006). A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (22), o Projeto de Lei do Senado (PLS) 191/2017, que amplia o alcance da norma e, com isso, pretende combater a violência contra pessoas que se identificam como integrantes do gênero feminino. O texto é terminativo na comissão e, se não houver recurso para análise em Plenário, segue para a Câmara dos Deputados. A relatora, senadora Rose de Freitas (Pode-ES), recomendou a aprovação da proposta, de autoria do ex-senador Jorge Viana. “Somos pela conveniência e oportunidade de se estender aos transgêneros a proteção da Lei Maria da Penha. De fato, já se localiza mesmo na jurisprudência decisões nesse exato sentido. Temos que efetivamente é chegado o momento de enfrentar o tema pela via do processo legislativo, equiparando-se em direitos todos os transgêneros”, considerou Rose no seu parecer. Durante a votação, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) lembrou que o Congresso precisa enfrentar as pautas de costume e tratar de questões como a LGBTfobia, a qual “já passou da hora de ser criminalizada”. Ele lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF), que retomará o julgamento da questão na próxima quinta-feira (23), só o faz porque o Parlamento se omite. A população transgênera merece nosso total respeito, porque está sendo violada em seus direitos há muito tempo — disse. A proposta lembra que o Brasil é o país com maior índice de violência contra pessoas lésbicas, gays, transexuais e transgêneros. O Relatório de Assassinatos LGBT no Brasil, organizado pelo Grupo Gay da Bahia, mostrou que, só em 2016, foram mais de 320 mortes. O número de agressões é maior quando se trata das mulheres transexuais e transgêneras, que são aquelas que não nasceram biologicamente com o corpo feminino, mas que se entendem, agem e se identificam como mulher. A Lei Maria da Penha é considerada uma medida ideal de política pública de combate à violência contra a mulher. Uma pesquisa do Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que 29% das mulheres no Brasil já sofreram algum tipo de violência física ou verbal. Votos em separado Durante a tramitação na CCJ, o PLS 191/2017 recebeu dois votos em separado dos senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Juíza Selma (PSL-MT) — pela rejeição da proposta. O argumento de ambos é o de que a mudança pretendida na Lei Maria da Penha desvirtua a proteção pensada para a mulher. A alteração legal almejada pelo PLS 191/2017 redundará em completa deturpação dos propósitos da Lei Maria da Penha, uma vez que esta foi idealizada justamente com base na desigualdade de gênero entre homens e mulheres — afirmou Marcos Rogério. Juíza Selma ponderou que modificações na norma devem ser feitas com a maior cautela sob o risco de prejudicar a proteção da mulher em situação de vulnerabilidade. A real intenção da Lei Maria da Penha foi de determinar, taxativamente, que somente a mulher, em face de sua fragilidade biológica natural perante o sexo masculino, pode ser resguardada pelos seus efeitos — sustentou a parlamentar. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), apesar de reconhecer o mérito da iniciativa de proteção às transgêneras, defendeu que essa iniciativa não deve estar vinculada à legislação específica para as mulheres, mas sim a uma outra que trate da LGBTfobia. Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado) Texto 2 Brasil registrou 124 assassinatos de pessoas transgênero em 2019. Dados são divulgados no Dia Nacional da Visibilidade Trans. Em 2019, pelo menos 124 pessoas transgênero, entre homens e mulheres transexuais, transmasculinos e travestis, foram assassinadas no Brasil, em contextos de transfobia. Os dados estão no relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) divulgado hoje (29). De acordo com organização, em apenas 11 dos casos os suspeitos de terem cometido os crimes foram identificados. No relatório, a Antra faz um alerta também para o problema da subnotificação já que a real motivação dos crimes nem sempre é explicitada. O relatório aponta que, em 2018, foram registrados 163 assassinatos. Já em 2017, foram 179 casos. De acordo com a associação, a redução dos números não representa exatamente uma queda nos índices de violência contra essa população. Para a Antra, existe aumento da subnotificação das ocorrências. Os dados mostram ainda que, a cada dia em 2019, 11 pessoas transgênero sofreram agressões. A mais jovem das vítimas assassinadas tinha 15 anos de idade, encaixando-se no perfil predominante, que tem como características faixa etária entre 15 e 29 anos (59,2%) e gênero feminino (97,7%). A desigualdade étnico-racial é outro fator em evidência, já que 82% das vítimas eram negras (pardas ou pretas). Em números absolutos, o estado que apresentou o mais alto índice de homicídios foi São Paulo, com 21 homicídios, quantidade 66,7% superior ao registrado no ano anterior (14). O território paulista se destaca como um dos quatro que se tornaram mais violentos para pessoas transgênero, em 2019, ao lado de Pernambuco, Rondônia e Tocantins, e também lidera o ranking quando o período de 2017 a 2019 é considerado. Em segundo lugar na lista de 2019, está o Ceará, com 11 casos. Em seguida, vêm Bahia e Pernambuco, com 8 casos, cada; Paraná, Rio de janeiro e Rio Grande do Sul, com 7 casos, cada; e Goiás com 6 casos. Amazonas, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso e Paraíba empatam com 5 casos; Espírito Santo, Pará e Rio Grande do Norte, com 4; Alagoas, Rondônia e Tocantins, com 2; e Mato Grosso do Sul, Roraima, Sergipe e Piauí, com 1. Para combater os crimes contra pessoas transgênero, a associação cita exemplos de ações que podem ser adotadas como campanhas de prevenção à violência, denúncias que possam enfrentar a impunidade e a omissão, e a efetivação da decisão do

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Sororidade, um substantivo feminino bastante novo, mas que já tem dado muito o que falar, principalmente por conta da presente edição do Big Brother Brasil, televisionado pela Globo. Muita gente já não assistia ao Big Brother há anos, mas, por conta de toda a polêmica, tendo, de um lado, um grupo de homens extremamente machistas e de outro, mulheres esclarecidas, que não aceitaram algumas atitudes e se juntaram contra eles. Já sabe o que aconteceu, né? A divisão dos participantes em dois grupos bastante distintos causou muita polêmica nas redes sociais e na mídia em geral e o assunto da sororidade, do Girl Power e do feminismo, que estão presentes nas discussões sociais, ganharam ainda mais espaço. Nossa proposta da semana, muito por conta do Dia das Mulheres, comemorado no último dia 08, foi inspirada em todo o destaque que essa discussão tem recebido. Vamos conhecer um pouco mais sobre o assunto? Matéria on-line sobre o significado do termo sororidade e as formas de praticá-la. Disponível em https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2018/04/01/o-que-e-sororidade-e-como-pratica-la.htm / Acesso em 09/03/2020. Esse texto compôs nossa proposta de redação, porém de forma editada devido ao seu tamanho. Sugerimos a leitura na íntegra, pois a matéria traz informações que não podem passar despercebidas. Na página do UOL, você verá que a matéria sobre sororidade está inserida na aba de “Direitos da Mulher”, por isso, mais do que uma discussão originada por um pequeno grupo, a sororidade faz parte de um leque muito mais amplo de temáticas. O texto explica sobre a origem do termo sororidade e acrescenta a definição de mulheres que são referência no assunto. Com certeza, você conseguirá ampliar seus conceitos sobre o tema com essa leitura. Site do movimento Vamos Juntas? Disponível em https://www.movimentovamosjuntas.com.br/ Acesso em 09/03/2020. Se você leu a matéria sugerida acima, certamente viu o depoimento da jornalista Babi Souza e sabe que ela fundou o movimento Vamos Juntas? O Vamos Juntas? nasceu de uma ideia simples, a partir de uma situação cotidiana, mas pela qual todas as mulheres já devem ter passado. Você pode saber mais sobre a inspiração para o movimento na aba “O Vamos Juntas?” do próprio site. Há, inclusive, o livro do Vamos Juntas? que foi batizado como o guia da sororidade para todas. No site, você também pode conferir vários índices bacanas sobre o tema e verificar em quais meios o Vamos Juntas? contribui com seus artigos Matéria on-line do G1 sobre o feminismo no Big Brother Brasil. Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2020/03/04/sororidade-denuncias-de-assedio-e-mais-homens-eliminados-como-bbb-se-tornou-mais-feminino.ghtml / Acesso em 09/03/2020. Não acompanha o Big Brother Brasil, mas quer entender o que o feminismo e a sororidade têm a ver com essa edição? O G1 fez um resumo bastante eficiente sobre o assunto. Não, a intenção não é que você vire fã da atração global, mas sim que você compreenda que, mesmo em meios em que a sororidade parece não ter nenhuma relevância, ela é sim fundamental. Livro O feminismo é para todo mundo: Políticas arrebatadoras, de Bell Hooks. Disponível em todas as livrarias on-line. Dizer que este é livro é simplesmente incrível é, na verdade, reduzir a qualidade dele. Bell Hooks faz uma análise brilhante sobre o que é o feminismo na prática. E pode ter certeza: é muito mais do que andar por aí com um cartaz ou mãos. Além de explicar a fundo o que é o movimento feminista (inclusive sob um viés histórico) e sua importância no mundo atual, a autora ainda propõe formas para que ele seja colocado em prática de verdade, com objetivos reais. Se o assunto do feminismo te interessa, esta leitura é obrigatória, independentemente da proposta da redação semanal. Livro Um Caminho para a Liberdade, de Jojo Moyes. Disponível em todas as livrarias on-line. Capa linda, conteúdo lindo, mensagem linda. Que Jojo Moyes é incrível na criação de suas personagens, já sabemos (não leu nada dela ainda? Então corre o mais rápido que puder para o primeiro site de livraria on-line e encomende um exemplar para chamar de seu), mas as personagens de Um Caminho para a Liberdade são insuperáveis. Baseado em fatos reais, o enredo se centra numa cidade extremamente tradicionalista dos Estados Unidos, com muitas carências sociais e na qual as mulheres só podem desempenhar dois papéis: esposa e mãe. Mas um grupo de mulheres (que são feministas e praticam a sororidade sem nem saberem disso), montadas em seus cavalos, decide explorar montanhas para levar a toda comunidade livros da biblioteca itinerante e, pode ter certeza, o poder da leitura, como sempre, muda tudo e todos. A leitura é deliciosa e a história é daquele tipo que você quer ler só mais uma página e depois só mais outra, e outra, e outra… Matéria on-line sobre a relação entre sororidade e feminismo. Disponível em: https://www.purepeople.com.br/noticia/empoderamento-feminismo-e-sororidade-veja-a-importancia-dessas-palavras-no-dia-da-mulher_a218729/1 Acesso em 09/03/2020. Muito bem, já compreendemos o que é feminismo e o que é sororidade, mas como esses dois conceitos se relacionam na prática? Seria isso apenas mais uma modinha, como tantas que já vimos surgir na mídia e nas redes sociais? A matéria da Pure People se propõe a discutir tudo isso. Além do mais, você vai ficar por dentro de algumas novidades sobre o tema ao ler este artigo. Matéria on-line sobre o movimento Girl Power. Disponível em: https://medium.com/@iisawestphalen/girl-power-uma-nova-gera%C3%A7%C3%A3o-de-empoderamento-feminino-df03803e5587 / Acesso em 09/03/2020. Lá no comecinho de nosso roteiro citamos que o Big Brother Brasil reacendeu as discussões em torno do movimento Girl Power. Você já deve ter visto por aí mulheres vestindo uma camiseta branca com a frase Girl Power na frente e uma rosa vermelha, mas você realmente sabe o que é o movimento? A matéria do site Medium, além de explicar alguns fundamentos do movimento, ainda traz mulheres reais que vivem os princípios e incentivam a prática do Girl Power. É muito interessante ver como mulheres tão diferentes juntam-se em torno de um mesmo movimento. Abordar assuntos que envolvam o feminismo e a sororidade normalmente é bastante difícil, pois o termo está repleto de preconceitos e ideias inadequadas,

Leia os textos sobre o tema que estão na sequência e após escreva a produção textual sugerida ao final. Texto 1 O que é sororidade? Entenda seu significado e como praticá-la no dia a dia Nos últimos anos, uma palavra nova – que ainda nem está no dicionário da língua portuguesa- ganhou atenção, principalmente com a ajuda da internet: a sororidade. Esse termo, que tem tudo a ver com o feminismo, ainda causa certo estranhamento para quem não está familiarizado com ele, porém, o seu significado, de maneira simplificada, fala sobre a solidariedade entre as mulheres. […] Empatia, solidariedade, companheirismo, respeito? Todos esses termos são citados ao procurarmos pelo significado de sororidade. Em sua origem, o prefixo soror significa “irmã” em latim, fazendo referência à irmandade entre mulheres. “Como diz Malala Yousafzai, ‘sozinha minha voz é apenas uma voz’, ou seja, se nós estamos juntas, temos mais força. Percebo cada vez mais isso lendo os relatos do Vamos juntas?, se uma mulher é assediada no ônibus, por exemplo, e ela fala algo sozinha, ninguém dá atenção e ela é desacreditada. Porém, se as mulheres que estão em volta dela também compram a briga e a ajudam, outras pessoas começam a acreditar no que ela está falando. Precisamos da voz de todas para que a gente tenha essa força”, explica a jornalista e fundadora do movimento Vamos juntas?, Babi Souza. Para Babi, a sororidade também funciona como um antídoto à ideia de que devemos competir com as outras mulheres e que não podemos ser amigas: “Fomos criadas em uma sociedade que nos ensinou que devemos nos odiar, que precisamos ter uma roupa mais bonita que a fulana e que precisamos estar mais bem colocadas no mercado de trabalho do que ela. Não podemos dar força à essa ideia de competição, por isso a sororidade é tão importante”. […] Fonte: uol Acesso em 09/03/2020. Texto 2 Sororidade: pra não fazer o Prior, os homens precisam conhecer o conceito Nesta edição do BBB estamos testemunhando um fenômeno inédito: mesmo quem não gosta do reality tem acompanhado em outras mídias a repercussão dos assuntos mais polêmicos da casa. Machismo, importunação sexual e assédio têm sido pautas recorrentes motivadas pelo programa. Os embates ligados ao feminismo que surgem lá têm reverberado com força aqui fora. Para se ter uma ideia desse impacto, no último domingo (9) um diálogo entre os participantes fez com que as buscas pelo significado de sororidade disparassem no Google. […] “Sororidade é a luta política que você faz junto com as outras mulheres” “As mulheres têm que se apoiar e estar juntas porque a sociedade patriarcal nos desmobiliza. Faz a gente se odiar, faz a gente ficar longe umas das outras e valorizar apenas nossos relacionamentos com homens, e não com mulheres. Sororidade não quer dizer estar num grupinho em que todo mundo tem que se amar e onde todas são amigas. Não é sobre isso. Mas, sim, sobre a luta política que você faz junto com as outras mulheres. Vocês não precisam, necessariamente, ser amigas, sair juntas e tudo isso como se fosse só uma questão de amizade. O mundo machista e patriarcal colocou umas contra as outras porque, pro machismo, quanto mais a gente estiver afastada, melhor, porque a gente não vai se comunicar e entender as questões que a gente tem em comum”, expõe Isabela. Para Cinthya Lima, professora de Filosofia, Sociologia e Ética, para entender a sororidade “basta refletirmos sobre fraternidade, união, laço e respeito. Seria basicamente pensarmos numa perspectiva de mundo onde as mulheres tenham comportamentos e práticas sempre cultivando bem querer, apoio e senso de união. Isso colocaria as mulheres numa ‘versão comunitária’ dentro da sociedade, onde a competitividade seria substituída por instintos e práticas mais éticas, empáticas, respeitosas e repletas de alteridade”. “Como homem, é dever moral dele (Prior) conhecer os limites da equidade” A professora analisa ainda que a ignorância de Prior sobre o tema é um alerta. “Ele é o reflexo da proposta de educação que o novo modelo político defende. Um indivíduo que não consegue perceber o mundo fora da caixa em que vive. Como homem, é dever moral dele conhecer os limites da equidade. Como profissional, falta capacitação e habilidades para compreender o universo feminino plural – afinal ele também é arquiteto de projetos femininos. No geral, escolas e universidades ainda falham muito na construção desses saberes e, principalmente, das habilidades socioemocionais. Prior é o reflexo do modelo de educação que promove muitos ‘fazedores’ e poucos pensadores.”. Fonte: blog da morango Acesso em 09/03/2020. Texto 3 Fonte: uol Acesso em 09/03/2020. Com base nos textos lidos e considerando seus conhecimentos sobre o assunto, redija uma dissertação argumentativa, na modalidade padrão da Língua Portuguesa, com tamanho máximo de 30 linhas, sobre o tema: Sororidade e união entre as mulheres. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: Mulheres na política brasileira Tema de Redação: Mulheres Negras no Brasil Tema de Redação: Gordofobia e o culto ao corpo padrão Tema de Redação: A importância da representatividade no Cinema e na TV Tema de redação: Maternidade: escolha ou obrigação?

Ah, a tecnologia… Ela facilita tanto nossa vida, não é mesmo? E o melhor é que com ela temos novas formas mais práticas para estudarmos e alcançarmos todas as metas que estabelecemos para 2020. E falando em tecnologia aplicada aos estudos, os podcasts são uma excelente maneira de termos contato com várias informações de forma leve, mas eficiente. Caso você não saiba, podcasts são uma forma de programa de rádio, porém, ao contrário do programa tradicional (que tem dia e hora para ser disponibilizado ao público e costuma ser ao vivo), o podcast pode ser ouvido quando e onde você quiser. E tem mais: ele é gratuito na grande parte das vezes e só requer conexão com a internet para ser transmitido. Nossas indicações são de podcasts de temas diversos, mas todos muito úteis para que você consiga escrever aquela redação. Vamos conhecê-los? Resumov O próprio nome já é bem explicativo. O Resumov traz de forma resumida, mas com informações suficientes (o que é essencial para um bom resumo), as principais estratégias para os estudos. É uma opção muito bacana para quem precisa se organizar no cronograma, mas não sabe nem por onde começar. Além dos conteúdos sobre métodos de estudo, o podcast ainda te ensina técnicas de relaxamento, foco, atenção plena e controle da ansiedade, afinal sabemos que a forma como organizamos nossa mente é tão importante quanto a forma que organizamos os estudos. Fronteiras da Ciência Um dos pontos que mais nos preocupa na construção da nossa redação do ENEM é a defesa dos argumentos, já que para isso precisaremos do “apoio” de um fato ou da opinião de um especialista no assunto. E nisso o Fronteiras da Ciência pode ser superútil. Feito com o apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o programa reúne especialistas renomados em diferentes áreas do conhecimento para discutirem sobre os principais assuntos do momento. O melhor é que este podcast, além de informar, ainda te dá referências de como levantar pontos negativos e positivos dentro de um mesmo assunto, ou seja, é uma ferramenta incrível para ser usada durante seu período de preparo. Xadrez Verbal Já se o que mais te preocupa é a questão das atualidades, o Xadrez Verbal pode ser seu grande amigo até a data da prova (e depois também, claro). O objetivo central do programa é tratar dos assuntos mais importantes no Brasil e no mundo, o que engloba atualidades e política, mas não é só isso. Assim como o Fronteiras da Ciência, especialistas em segmentos diversos também participam do podcast dividindo sua visão com os ouvintes. Durma Com Essa Esta sugestão é especial para quem tem pouco tempo disponível para estudar. Podcast do jornal eletrônico Nexo, o Durma Com Essa tem o objetivo de informar, de maneira rápida e objetiva, sobre os principais acontecimentos nacionais e internacionais. O diferencial do programa é que sua concentração é na notícia em si, por isso, a imparcialidade é fundamental no formato em que ela é transmitida. Novamente, além de se informar, você consegue aprender quais são as estratégias utilizadas para soar imparcial e concentrar-se nos fatos, não nas opiniões e críticas a partir dos fatos. Anticast Podcast já de tradição, uma vez que foi criado em 2011, o Anticast também tem como objetivo principal informar sobre os últimos acontecimentos, mas não é só isso, pois, além de falar de política e atualidades, ele traz conteúdos sobre entretenimento, cultura pop e digital, arte e outros assuntos que podem ser de grande utilidade para quem tem uma redação importante a fazer pela frente. Cada tema é abordado por um especialista naquela área, então as informações são mais precisas e aprofundadas. Definitivamente, o Anticast não é um podcast que se propõe a abordar várias temáticas, mas de forma superficial e sem relevância. Muito pelo contrário! Dá Ideia Bastante focado no ENEM e nos vestibulares, o Dá Ideia traz apostas de possíveis temas de redação das provas que virão. As apostas de temas não são feitas de forma aleatória, isso porque as apresentadoras convidam especialistas em redação de grandes testes para darem seus palpites e, claro, suas justificativas. Há também uma revisão a respeito da estrutura do texto requerido nesses testes e explicações sobre como desenvolver cada um dos temas citados no programa. Projeto Redação Como já é de se imaginar, o Projeto Redação é focadíssimo na redação, apostas de temas, comentários de especialistas, revisão de estrutura e desenvolvimento de assuntos. Mas o que ele tem que os outros não têm? Simples! O Projeto Redação apresenta dados históricos, estatísticos, políticos e sociais como forma de sustentar os argumentos durante as discussões, então mais uma vez você poderá saber sobre os temas de redação mais cotados e aprender um pouco mais sobre quais são as melhores formas de sustentar seu ponto de vista. Estudão O nome não nos deixa mentir: o podcast é idealizado pelo Estadão e tem um grande foco na economia, PIB, crescimento econômico e desigualdade social. No Estudão, professores de cursinhos renomados são convidados a falar sobre assuntos diferenciados e o objetivo maior é que as explicações sejam simplificadas e de fácil compreensão para todos os ouvintes. Educacast Sua cabeça está aí fervendo só de pensar na escolha do curso universitário? Se sim, o Educacast foi pensado justamente para isso. Tendo como principais assuntos os conteúdos que mais caem no ENEM e nos vestibulares, o Educacast tem programas que discutem a respeito de escolha da carreira. A programação é feita com uma boa carga de humor (sem exageros). Como você percebeu, existem podcasts de todos os gêneros, assuntos e para todos os gostos. Isso significa que somente você pode definir qual ou quais são as melhores escolhas para a sua necessidade de estudos. Não se esqueça de que cada pessoa tem um tipo e uma velocidade de aprendizagem. Respeite sempre suas formas de aprender e te dê o tempo necessário para que os conteúdos façam sentido em sua mente. Temos certeza de que os podcasts podem ser excelentes aliados

Leia e analise os textos abaixo para redigir a produção textual que se seguirá. Texto 1 O que é alienação parental? É muito difícil lidar com casos nos quais os genitores não conseguem dialogar para resolver as questões dos filhos e, com todos os tumultos oriundos da disputa pela guarda ou convivência com a criança, efeitos e consequências aparecem, sendo um deles a prática de alienação parental. Casos de alienação parental são mais comuns do que se imagina, não sendo difícil deparar-se atualmente com pais ou mães que estimulam o filho a repudiar o outro pai alienado. Nos conflitos envolvendo alienação parental, a criança deve ser protegida. Este tema é objeto de muitas discussões nos dias atuais, vez que os casos que chegam às Varas de Família são recorrentes e demandam muita cautela ao serem analisados, pois a maioria dos problemas relativos à alienação parental não é de cunho jurídico, tratam antes, de questões emocionais ou psicológicas. O psiquiatra infantil Richard Gardner foi quem criou o termo “síndrome da alienação parental”, através de estudos realizados na área da psiquiatria forense, avaliando crianças de famílias em situações de divórcio. Gardner descreveu a síndrome como sendo: “um distúrbio infantil, que surge, principalmente, em contextos de disputa pela posse e guarda de filhos. Manifesta-se por meio de uma campanha de difamação que a criança realiza contra um dos genitores, sem que haja justificativa para isso.” Entende-se, conforme mencionado acima, a alienação parental como a programação de uma criança por um dos genitores, para que passe a enxergar e idealizar o outro genitor de maneira negativa, nutrindo, a partir de então, sentimentos de ódio e rejeição por ele, e externando tais sentimentos. Embora haja questionamentos sobre o posicionamento de Gardner, para ele, a síndrome da alienação parental seria referente à conduta do filho (e o quanto ele já foi afetado pela manipulação do alienador), enquanto a alienação parental, tão somente, diria respeito à conduta do genitor que desencadeia o processo de afastamento. A Lei 12.318 de 2010 dispõe acerca da alienação parental, conceituando-a em seu artigo 2º: “Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este 3º.” Como se pode observar, o alienador procura o tempo todo monitorar o sentimento da criança a fim de desmoralizar a imagem do outro genitor. Tal situação faz com que a criança acabe se afastando do genitor alienado por acreditar no que lhe está sendo dito, fazendo com que o vínculo afetivo seja destruído, ao ser acometido pela síndrome da alienação parental. […] Fonte: direito familiar jus brasil Acesso em 26/01/2020. Texto 2 Os números da alienação: por que falsas estatísticas prejudicam as vítimas É impossível saber ao certo ou mesmo estimar o número de filhos (menores de idade) vítimas de alienação parental. Por duas enormes razões: os processos judiciais correm em segredo de Justiça (não podem ser abertos nem em pesquisas acadêmicas, sem autorização expressa) e os conselhos tutelares são pouco procurados – e quando são procurados não alimentam o sistema de informações nacional para a criança e adolescente (SIPIA) sobre o problema. Entretanto, pessoas irresponsáveis têm tentado disseminar números absolutamente irreais para o problema. O que desacredita a luta que travamos para esclarecer a sociedade para um problema tão grave e que afeta tantas famílias. Os números oficiais do último Censo, divulgados ano passado pelo IBGE, dão conta que no Brasil existem cerca de 45 milhões de crianças e adolescentes (número referente à faixa etária de 0 a 17 anos). Só de crianças, que é o público vulnerável à alienação (adolescente já tem discernimento para distinguir a verdade da mentira), temos cerca de 39 milhões (faixa etária de 0 a 12 anos). A maior parte delas vive em famílias cujos pais são separados. As estatísticas existentes de filhos de pais separados compreendem o período 2003 a 2010. Segundo o IBGE, no Brasil existem 618.363 crianças e adolescentes (menores de 18 anos) cujos pais são separados. De acordo com o IBGE, a taxa de divórcio no Brasíl é de 1,8 para cada 1 mil pessoas. E a de separações é de 0,5 para cada 1 mil. Além disso, 40,3% são de casais sem filhos e 22% só têm filhos maiores de idade. Entre 2000 e 2010 foi de 3,7 milhões – só que a maioria (70%) é consensual. O IBGE tem uma pesquisa feita com base em registros civis que mostra que o total de casais separados judicialmente com filhos é de 428.326 no período compreendido entre 2003 e 2010 […]. Fonte: criança mppr . Acesso em 26/01/2020. A alienação parental é um problema sempre presente na realidade de nosso país. Por conta da importância do assunto, redija uma dissertação argumentativa, com tamanho máximo de 30 linhas, na modalidade padrão da Língua Portuguesa, sobre o tema Alienação Parental no Brasil. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: Coronavírus e emergência na saúde global Tema de Redação: O uso excessivo de celulares na infância Tema de Redação: Gordofobia e o culto ao corpo padrão TEMA DE REDAÇÃO ENEM 2019 : Democratização do acesso ao cinema no Brasil Tema de Redação: Educação sexual e infância Tema de Redação: O problema da falta de incentivo à leitura na infância
Em julho de 2019, o Ministério da Educação fez um anúncio que deu aquela chacoalhada básica nas pessoas que estão de alguma forma envolvidas com o Exame Nacional do Ensino Médio: o Enem terá uma versão digital a partir do ano de 2020. Do anúncio em diante, não houve quem não ficasse curioso e cheio de dúvidas tentando entender como realmente a versão digital funcionará. Por enquanto, nem todas as informações estão esclarecidas, mas fizemos um apanhado de tudo de mais importante que já se sabe sobre essa novidade, inclusive com base no próprio edital oficial, publicado no dia 31/03/2020. Qual é o objetivo da versão digital do Enem? Além da óbvia economia com papel e impressão (já parou para pensar o quanto se gasta para que todas as provas do Enem sejam impressas?), o objetivo final da versão digital é viabilizar a aplicação da prova por agendamento em várias épocas do ano, ainda não definidas até a data de fechamento do texto. Em 2020, ocorrerá o plano piloto, ou seja, o teste para averiguar se realmente é possível implementar a versão digital ou não. A estimativa é de que até 2026 todas as versões do Enem sejam apenas digitais. Em 2026, espera-se que o Enem conte com quatro aplicações, todas digitais; de 2027 em diante, a expectativa é que a prova ocorra somente por agendamento em qualquer período do ano. Flexibilizar a data do Enem pode ser uma excelente ideia, já que essa atitude permite que as pessoas realizem a prova quando se sentirem mais preparadas e não necessariamente numa única data específica no ano. Com isso, o oferecimento dos vestibulares de inverno (junho-julho) tende a ser ampliado, pois mais pessoas poderão utilizar suas notas do Enem para ingressar nas universidades no meio do ano, uma vez que escolherão a data da prova. Alguma mudança ocorrerá já no ano de 2020? Sim, as mudanças começarão a acontecer no ano de 2020. Por enquanto, o Enem continuará a ser aplicado na versão digital e na versão tradicional, por escrito, mas as datas de aplicação serão diferentes. A versão digital está prevista para os dias 11 e 18 de outubro e a versão em papel mantém sua tradicional data em novembro, ocorrendo nos dias 1º e 8 de novembro. Obviamente, as provas não serão as mesmas nas duas versões e nem o tema da redação. O Enem digital estará disponível no país inteiro em 2020? Ainda não. Para o projeto piloto, foram selecionados 20 estados (e o Distrito Federal) e 60 municípios desses estados. São eles: – São Paulo; – Rio de Janeiro; – Pará; – Minas Gerais; – Mato Grosso do Sul; – Mato Grosso; – Paraná; – Santa Catarina; – Goiás; – Paraíba; – Alagoas; – Piauí; – Rio Grande do Sul; – Rio Grande do Norte; – Pernambuco; – Bahia; – Amapá; – Ceará; – Espírito Santo; – Maranhão. Consulte os municípios selecionados no edital oficial do Enem 2020 Conseguiu perceber algum padrão nos estados selecionados? É bastante óbvio que o Ministério da Educação priorizou os estados com melhores estruturas educacionais, que possuem escolas mais bem equipadas e que, portanto, terão mais facilidade na aplicação do Enem Digital (teoricamente, é claro). Foram selecionados municípios que possuem escolas, universidades e institutos com laboratórios de informática e com maior número de computadores. Candidatos de outras regiões do país que não as selecionadas inicialmente não terão a opção de escolher a versão digital em 2020. Quem define os candidatos que poderão fazer o Enem Digital? Os candidatos dos 60 municípios selecionados poderão escolher no momento da inscrição se desejam fazer a versão digital ou impressa. Lembrando que a versão digital também ocorrerá em prédios de escolas e universidades públicas, porém naquelas com melhores condições de acesso à internet. O Enem 2020 na versão digital será exclusivo para candidatos concluintes do Ensino Médio em 2020 ou para pessoas que já o concluíram em anos anteriores. Não há a opção para treineiros. Os conteúdos serão os mesmos nas duas versões provas? Os conteúdos a serem avaliados sim, mas as questões não, por isso mesmo, o Inep já se prepara para produzir mais questões do que o habitual para o ano de 2020. Uma grande novidade para as próximas versões do Enem será a opção de o candidato poder escolher o modelo da prova de acordo com a carreira que ele quer seguir. O Ensino Médio brasileiro está passando por grandes modificações e uma das maiores delas será a implantação em 2021 dos itinerários formativos, ou seja, os alunos poderão eleger algumas disciplinas para estudo de acordo com seus objetivos profissionais. O Enem, portanto, vai acompanhar a mudança proposta pelo novo Ensino Médio. Para o ano de 2020, nada muda ainda com relação ao conteúdo e à estrutura da prova. As frentes continuam sendo Linguagens e seus códigos, Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Matemática e a nossa querida Redação. O tão temido TRI (Teoria de Resposta ao Item) também continua lá firme e forte nas duas versões. O momento da aplicação da prova (independentemente do modelo) continuará contando com um fiscal e as provas on-line serão feitas com os próprios computadores que as escolas e universidades já dispõem. Nenhuma aquisição será feita a princípio nesse sentido. A modalidade digital será aplicada por uma empresa contratada pelo Inep. Quais são as vantagens da versão digital do Enem? Só teremos certezas mais concretas depois que as primeiras provas forem aplicadas, mas, de modo geral, é possível citar: – Redução de custos; – Possibilidade de aplicação em várias datas do ano: Assim, se você não puder fazer a prova em novembro, terá outras chances ao longo do ano, sem ter de esperar doze meses outra vez; – Questões mais ricas: Com a versão digital, será possível incluir pequenos vídeos, infográficos e até mesmo jogos, sendo assim, você terá muito mais chance de demonstrar suas habilidades ao longo da prova; – Maior agilidade na entrega dos resultados: Como a intenção é digitalizar todo o processo do Enem,

O processo de ensino aprendizagem das habilidades e competências para escrita de redação é desafiador para as escolas. O desafio deve-se à impossibilidade de dedicar um profissional para atender às especificidades de cada estudante. Nesse sentido, a redação é, muitas vezes, o principal motivo para reprovação no ENEM e em vestibulares. Além disso, o perfil dos discentes mudou. Leia mais sobre Como ensinar interpretação e redação no ensino fundamental. A atual geração, com acesso às tecnologias e à informação, tem necessidades de aprendizagem diferentes das gerações anteriores. Por isso, uma escola que consegue aprimorar seus processos de ensino e aumentar a nota de seus alunos ganha destaque no mercado. Nossa missão na Redação Online é ajudar sua escola a inovar. As melhorias nesses processos devem trazer, sobretudo, eficiência para a escola. Neste artigo, mostraremos como preparar os estudantes de ensino fundamental para a redação e, ainda, reduzir os custos operacionais. Leia até o final e descubra: Como preparar estudantes de ensino fundamental para a redação? Como reduzir custos na preparação para redação? Plataforma online que prepara estudantes para redação. Como ensinar redação para alunos de ensino fundamental? Muitas escolas têm dificuldades ao ensinar as habilidades necessárias para escrita de redações. A redação é uma prova com maior carga de complexidade, pois exige do estudante a transmissão formal da integralização de seu conhecimento. Afinal, além do estudante dominar os aspectos formais da redação, em cada tipologia textual, é preciso interpretar e apresentar argumentos contundentes e embasados. Este embasamento resulta da integralização dos conhecimentos obtidos ao longo da formação. Logo, o ensino da redação deve objetivar: Transmitir os aspectos estruturais do texto; Garantir o uso correto de gramática e vocabulário; Praticar a utilização de diferentes conhecimentos como base argumentativa. Para garantir o sucesso nestes três pilares, é preciso disponibilizar: Metodologia inovadora; Motivação dos estudantes; A metodologia aplicada às aulas de redação e interpretação para estudantes do ensino fundamental deve estar alinhada com as exigências do ENEM e dos principais vestibulares do país. Dessa forma, além de contribuir para a formação integral do estudante, as aulas de redação serão um preparatório para a continuidade dos estudos, com ingresso na Universidade. Além de aprimorar a metodologia, é importante criar estratégias para motivar os estudantes. Para isso, é necessário conhecer o perfil de estudantes na sala de aula. Faça uma rápida observação e você perceberá que os alunos já possuem acesso à informação. Portanto, o ensino das habilidades para compor redações deve ir além da mera transmissão de regras, normas e diretrizes. O percurso para qualificar a escrita de redações é árduo. Por isso, tenha propostas para o engajamento da comunidade escolar. Uma das estratégias possíveis é a organização de um livro com as redações corrigidas. Alunos e professores podem separar as redações por temática e por anos. Além disso, o livro pode ser finalizado em versão digital. Dessa forma, não há custos para a escola e todos os estudantes podem compartilhar com familiares e amigos. Como reduzir custos na preparação para redação? Metodologia e motivação mantêm os estudantes no caminho do sucesso na escrita das redações. Agora, é preciso pensar no ponto de vista operacional. Como fazer o gerenciamento dessa inovação sem aumentar os custos? Saiba que é possível aplicar essas inovações reduzindo os custos da escola. Basta utilizar tecnologia! Além de reduzir custos financeiramente, a utilização de tecnologia também é estratégica em outras perspectivas. Portanto, é possível reduzir custos: Monetários; Comportamentais; Temporais; Psicológicos. Os custos monetários ao implantar tecnologia em seu processo de ensino são reduzidos significativamente. No entanto, não são apenas os aspectos monetários. Com tecnologia, você também reduz o número de atividades da sua equipe profissional. Afinal, para corrigir redações internamente, é preciso: Contratar corretores; Treinar os professores; Escanear redações; Arquivar redações corrigidas; Preencher formulários de notas. Com recursos tecnológicos, muitas dessas atividades serão automatizadas ou excluídas. Seus professores de redação certamente investem muito tempo nas correções. Sem tecnologia, a solução seria contratar mais pessoas. Com tecnologia, você consegue manter o número de professores e acelerar as correções. Há também uma economia de recursos psicológicos, no sentido de reduzir o esforço de estudantes e professores no processo de ensino e aprendizagem. Veja abaixo como isso é possível. Redação Online: plataforma prepara estudantes em parceria com escolas Agora que você já sabe quais estratégias aumentam a qualidade da metodologia e percebeu que é possível reduzir os custos do ensino de redações, você deve se perguntar como fazer isso. Basta utilizar a melhor plataforma de preparação de estudantes para redação de ENEM, vestibulares e concursos públicos. A Redação Online faz parceria estratégica com as principais instituições de ensino do país. A sua escola também pode fazer parte dessa revolução. Há diferentes benefícios para sua escola, entre eles: Benefícios funcionais Benefícios experimentais Benefícios sociais Os benefícios de nível funcional são aqueles associados à finalidade da escola. O propósito das aulas de redação é facilitar o desenvolvimento das habilidades necessárias para que o estudante aprimore sua escrita. Então, quando as dificuldades do aluno persistem, é preciso transformar o método e os recursos aplicados para atingir o propósito da instituição. A inovação tecnológica traz este benefício, pois qualifica os estudantes, com eficiência operacional. O estudante recebe sua avaliação com pontuação, comentários detalhados e com indicações de como aperfeiçoar sua escrita. Será que o número atual de professores na sua escola consegue entregar as redações rapidamente com esta correção detalhada? No mesmo sentido, há benefícios experimentais para a escola. Afinal, somente as melhores instituições de ensino do país investem em inovação. Com a tecnologia, seus alunos estarão qualificados e sua gestão também. Por isso, os benefícios sociais são consequências lógicas. Ao estruturar uma escola com gestão inovadora, focada no ensino de qualidade e na inovação, a instituição ganhará maior visibilidade. A aprovação dos egressos nos vestibulares é um diferencial importante para os pais que procuram uma escola para seus filhos. Conclusão Neste artigo, você descobriu: Como preparar estudantes de ensino fundamental para a redação? Como reduzir custos e aumentar a qualidade do ensino? Além disso, conheceu

Leia os textos motivadores abaixo para redigir a proposta de redação apresentada na sequência sobre o lado negativo do carnaval. Texto 1 Carnaval também é arte O Carnaval se aproxima cheio de cores e ritmos. E também cheio de arte. Artistas promissores mostram como o Carnaval pode influenciar e ser influenciado pela arte. Os blocos afinam suas baterias e os foliões preparam suas fantasias para o Carnaval, que esse ano começa na primeira semana de fevereiro. O Carnaval é a festa brasileira mais conhecida em todo mundo e, com certeza, a mais cheia de entusiasmo. É um momento de reinvenção, inclusive da arte. “A tradição cultural convive com uma renovação artística e estética muito forte”, afirma a antropóloga Nathalia Duarte. Esse movimento move uma série de concepções e criações bastante refinadas. O artista mineiro Thiago Mendes, da galeria online Arte & Artefato, se inspira no Carnaval para compor as suas obras. “Não há, essencialmente, diferença entre arte e Carnaval, o Carnaval é basicamente a manifestação mais carregada de arte que o brasileiro costuma acessar”, afirma. Suas pinturas supercoloridas e seus quadros cheios de ícones convidam as pessoas a repensar a nossa cultura. Para Thiago, as cores não têm hierarquia nem timidez e parecem comentar sobre o próprio ideário brasileiro. “Não tenho medo de excessos ou misturas de cores. O Brasil é um país multicolorido e não se acanha em utilizar essa particularidade pra se expressar”, afirma. Ao usar uma concepção mais ampla, Nathalia Duarte explica que arte é uma forma de expressão dos sentimentos humanos e por isso o fazer artístico engloba formas tão diversas. O Carnaval é onde grande parte dessas artes se une: poesia, teatro, dança, pintura. É um momento de celebração da vida. Apesar da essência festiva, Carnaval também é o momento de falar sobre questões sérias, tristes, e até mesmo de fazer críticas. Esse é um dos pontos essenciais das obras de Thiago, que busca fazer, ao mesmo tempo, uma homenagem e um contraponto ao ‘tipicamente brasileiro’. “Nas minhas obras, critico a visão excessivamente ingênua e sem densidade que o signo tropical ganhou e o Brasil abraçou por falta de referências mais problemáticas e produtivas”, explica. Nesse sentido, ele dá destaque ao abacaxi enquanto símbolo máximo e contraditório do que chama de Tropical Dark: uma ressignificação filosófica da experiência tropical. A cultura é um elemento primordial para a construção das suas obras e o Carnaval, enquanto parte integrante dessa cultura, não podia estar de fora das suas criações. Atualmente, Thiago está produzindo uma série de pinturas sobre o Carnaval de rua, onde privilegia o povo em situações típicas da festa, porém sem qualquer traço lírico ou idealizado. Fora isso, está sempre procurando carnavalizar abacaxis, questões e ações. […] Fonte: www.bheventos.com.br Acesso em 22/02/2020. Texto 2 Carnaval: folia produz toneladas de lixo nas ruas Em 2018, foram 957,9 toneladas recolhidas em São Paulo e, no Rio de Janeiro, mais 486,5 toneladas. A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (AMLURB) recolheu, no Carnaval de São Paulo em 2018, 957,9 toneladas de lixo geradas pela folia de rua e no Anhembi, espaço no qual acontecem os desfiles das escolas de samba. No Carnaval do Rio de Janeiro, também no ano passado, foram mais 486,5 toneladas de resíduos. Na capital paulista, para o período, a prefeitura adicionou 270 cestos aramados e 60 papeleiras para o descarte de lixo na Avenida 23 de Maio, que estreou como espaço para os foliões em 2018. Na Avenida Faria Lima, local já tradicional da festa paulista, foram colocadas 40 papeleiras extras. O que nós temos a ver com isso? O poder público tem de fazer sua parte, proporcionando infraestrutura e aprimorando-a a cada ano. Mas atitudes individuais podem fazer toda a diferença no volume de lixo. Afinal, não custa buscar os lugares certos para o descarte de resíduos. E que tal procurar os catadores de latinhas de alumínio para entregar as suas em vez de jogá-las no chão? Esses profissionais costumam acompanhar o deslocamento dos blocos justamente para juntar mais desse material e vender. Outra ideia é investir em reutilizáveis. Em vez de ficar comprando e descartando garrafas plásticas, por que não levar de casa seu copo retrátil ou squeeze? Existem versões desses dois itens que têm alças para você pendurá-los no pescoço e deixar as mãos livres para dançar. E consumir de forma consciente é uma atitude para adotar além do Carnaval, certo? 5 atitudes legais para adotar no Carnaval – Nunca jogar lixo na rua. – Entregar latas para catadores que as destinam para a reciclagem. – Substituir embalagens de uso único (como copos de água individuais) por itens que podem ser compartilhados. Que tal apostar em uma garrafa de água grande e cada amigo toma no seu copo reutilizável? – Glitter e purpurina apenas biodegradáveis! – Não compre novas fantasias ou adereços. Dê cara nova a acessórios que você já tem em casa. Fonte: www.natura.com.br / Acesso em 22/02/2020. Texto 3 Foto do fim de um dos dias de desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro em 2018. Fonte: www.organicsnewbrasil.com.br/ Acesso em 22/02/2020. Com base nos textos acima, redija uma dissertação argumentativa, com 30 linhas de tamanho máximo, na modalidade padrão da Língua Portuguesa, sobre o tema: O lado negativo do carnaval. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também artigos relacionados ao lado negativo do carnaval: Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais Tema de Redação: Meios para o controle do lixo gerado no Brasil Tema de Redação: A Reciclagem de Lixo no Brasil Tema de redação: O desperdício de alimentos no Brasil Tema de Redação: Obsolescência programada Tema de Redação: O consumismo e seus impactos ambientais

Leia e interprete os textos abaixo para redigir a produção textual que se segue. Texto 1 Coronavírus: o que é pandemia e por que a OMS ainda não declarou uma no caso atual Os primeiros casos do novo Coronavírus foram confirmados na China cerca de um mês atrás. Com a chegada do vírus a mais de 20 países, médicos e cientistas estão preocupados diante da velocidade de disseminação da doença. Na quinta-feira (30/01), a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou emergência de saúde pública de interesse internacional — o que, oficialmente, significa a ocorrência de um “evento extraordinário que constitui um risco à saúde pública para outros Estados por meio da disseminação internacional de doenças e potencialmente exige uma resposta internacional coordenada”. Até o momento, no entanto, não foi declarado um surto global ou uma pandemia. Mas por quê? E qual é a chance de isso acontecer? O que é uma pandemia? O termo pandemia é usado para descrever situações em que uma doença infecciosa ameaça muitas pessoas de forma simultânea no mundo inteiro. Um exemplo recente é o da gripe suína, em 2009, à qual é atribuída a morte de centenas de milhares de pessoas, de acordo com a estimativa de especialistas. As pandemias acontecem, em geral, quando há um vírus novo capaz de infectar seres humanos com facilidade e de ser transmitido de uma pessoa a outra de forma eficiente e continuada. O novo Coronavírus, pelo que se sabe até agora, tem essas características. Assim, sem uma vacina contra o agente patogênico ou tratamento que possa prevenir a doença, conter a sua disseminação é crucial. Quando uma pandemia é declarada? De acordo com a descrição da OMS das fases de uma pandemia, o novo Coronavírus estaria a um passo de se tornar uma. Primeiro, porque está se espalhando entre seres humanos e por já ter sido detectado em uma série de países vizinhos da China, além de outros mais distantes. A pandemia aconteceria se houvesse o aparecimento de surtos localizados em diversas regiões do mundo ao mesmo tempo. Qual a probabilidade de que isso aconteça? Ainda não se sabe com precisão a gravidade do novo Coronavírus e em que proporção ele irá se propagar. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirma que a disseminação fora da China, no momento, parece ser “mínima e lenta”. Há mais de 17 mil casos confirmados e 360 mortes, a maioria na China. Fora do país asiático, há mais de 150 casos confirmados e uma morte, nas Filipinas. “Se investirmos em lutar contra a doença no epicentro (do surto), na fonte, a disseminação para outros países será mínima e lenta”, disse Ghebreyesus em uma reunião do Conselho Executivo da OMS nesta segunda-feira (03/02). Cada pandemia é diferente e, até que o vírus comece de fato a circular globalmente, é impossível prever totalmente seus efeitos. Especialistas acreditam que o novo Coronavírus — que, de acordo com os dados mais recentes, matou cerca de 2% dos infectados — possa ser menos letal do que outras doenças que protagonizaram surtos recentes de vírus da mesma família, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (9,5%), a Sars, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (de 35%), que ficou conhecida como Mers. A decisão da OMS de declarar emergência global veio do fato de que a doença tem sido transmitida entre humanos fora da China e a possibilidade de que possa atingir países com sistemas de saúde frágeis. Apesar de a instituição recomendar aos países que tomem medidas para prevenir o aparecimento da doença ou limitar seu contágio, ela também destacou que, por ora, não avalia que haja necessidade de limitar viagens ou o comércio internacional. Fonte: www.bbc.com.br/ Acesso em 15/02/2020 Texto 2 Da indústria de celulares à soja, os impactos do Coronavírus na economia brasileira O surto de Coronavírus já matou mais de 1,1 mil pessoas na China e infectou mais de 40 mil. Enquanto médicos e cientistas correm contra o tempo para entender melhor o vírus e buscar meios para controlar sua disseminação, economistas tentam mensurar o impacto da doença no comércio global. As primeiras projeções apontam uma desaceleração da economia chinesa — tanto o banco UBS quanto o Itaú, por exemplo, revisaram a estimativa para o crescimento do país em 2020 de 6% para 5,4% e 5,8%, respectivamente. É difícil, entretanto, prever os desdobramentos dessa perda de fôlego sobre os parceiros comerciais da China, já que a situação atual não tem precedente. Desde a epidemia de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), em 2003, que também afetou o país asiático, a participação chinesa no Produto Interno Bruto (PIB) global saltou de 4% para 16%. Nesse intervalo, o país se tornou principal destino das exportações brasileiras — viu sua participação no valor total embarcado avançar mais de quatro vezes, de 7,1% em 2003 para 29% em 2019, de acordo com os dados do Ministério da Economia. Assim, revisões para baixo no PIB chinês geralmente afetam o Brasil. Mas essa não é a única razão. Além de importante comprador de commodities brasileiras, o país asiático também tem papel relevante como fornecedor para a indústria local, especialmente a de produtos eletroeletrônicos. Desabastecimento na indústria De acordo com a consultoria Oxford Economics, as exportações chinesas de bens intermediários no segmento eletroeletrônico respondem por mais de 10% da produção global desses produtos. Na prática, isso significa que, além dos bens acabados exportados pelo país, a China também vende chips, circuitos integrados e outras partes e peças que vão se tornar celulares, máquinas de lavar, televisores e diversos outros eletrônicos em outros países. “Assim, além da queda da demanda chinesa (por bens importados de outros países), uma retração acentuada da atividade industrial no país pode causar um rompimento nas cadeias de fornecimento em outras regiões”, afirmam os economistas Ben May e Stephen Foreman em relatório. O Brasil é uma dessas áreas. Ao contrário da pauta de exportação brasileira para a China, concentrada em poucos produtos básicos, a de importação é bastante pulverizada e com alto valor agregado. São circuitos, partes de
O Gabriel Lopes, do Rio de Janeiro, tirou nota 1000 na redação do ENEM 2019 e compartilhou conosco o seu rascunho! Confira: TEMA: Democratização do acesso ao cinema no Brasil O longa-metragem nacional “Na Quebrada” revela histórias reais de jovens da periferia de São Paulo, os quais, inseridos em um cenário de violência e pobreza, encontram no cinema uma nova perspectiva de vida. Na narrativa, evidencia-se o papel transformador da cultura por intermédio do Instituto Criar, que promove o desenvolvimento pessoal, social e profissional dos alunos por meio da sétima arte. Apresentando-se como um retrato social, tal obra, contudo, ainda representa a história de parte minoritária da população, haja vista o deficitário e excludente acesso ao cinema no Brasil, sobretudo às classes menos favorecidas. Todavia, para que haja uma reversão do quadro, faz-se necessário analisar as causas corporativas e educacionais que contribuem para a continuidade da problemática em território nacional. Deve-se destacar, primeiramente, o distanciamento entre as periferias e as áreas de consumo de arte. Acerca disso, os filósofos Adorno e Horkheimer, em seus estudos sobre a “Indústria Cultural”, afirmaram que a arte, na era moderna, tornou-se objeto industrial feito para ser comercializado, tendo finalidades prioritariamente lucrativas. Sob esse prisma, empresas fornecedoras de filmes concentram sua atuação nas grandes metrópoles urbanas, regiões onde prevalece a população de maior poder aquisitivo, que se mostra mais disposta a pagar um maior valor pelas exibições. Essa prática, no entanto, fomenta uma tendência segregatória que afasta o cinema das camadas menos abastadas, contribuindo para a dificuldade na democratização do acesso a essa forma de expressão e de identidade cultural no Brasil. Ademais, uma análise dos métodos da educação nacional é necessária. Nesse sentido, observa-se uma insuficiência de conteúdos relativos à aproximação do indivíduo com a cultura desde os primeiros anos escolares, fruto de uma educação tecnicista e pouco voltada para a formação cidadã do aluno. Dessa forma, com aulas voltadas para memorização teórica, o sistema educacional vigente pouco estimula o contato do estudante com as diversas formas de expressão cultural e artística, como o cinema, negligenciando, também, o seu potencial didático, notável pela sua inerente natureza estimulante. Tal cenário reforça a ideia da teórica Vera Maria Candau, que afirma que o sistema educacional atual está preso nos moldes do século XIX e não oferece propostas significativas para as inquietudes hodiernas. Assim, com a carência de um ensino que desperte o interesse dos alunos pelo cinema, a escola contribui para um afastamento desses indivíduos em relação ao cinema, o que constitui um entrave para que eles, durante a vida, tornem-se espectadores ativos das produções cinematográficas brasileiras e internacionais. É evidente, portanto, que a dificuldade na democratização do acesso ao cinema no Brasil é agravada por causas corporativas e educacionais. Logo, é necessário que a Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania torne tais obras mais alcançáveis ao corpo social. Para isso, ela deve estabelecer parcerias público-privadas com empresas exibidoras de filmes, beneficiando com isenções fiscais aquelas que provarem, por meio de relatórios semestrais, a expansão de seus serviços a preços populares para regiões fora dos centros urbanos, de forma que, com maior oferta a um maior número de pessoas, os indivíduos possam efetivar o seu uso para o lazer e para o seu engrandecimento cultural. Paralelamente, o Ministério da Educação deve levar o tema às escolas públicas e privadas. Isso deve ocorrer por meio da substituição de parte da carga teórica da Base Nacional Comum Curricular por projetos interdisciplinares que envolvam exibição de filmes condizentes com a prática pedagógica e visitas aos cinemas da região da escola, para que se desperte o interesse do aluno pelo tema ao mesmo tempo em que se desenvolve sua consciência cultural e cidadã. Nesse contexto, poder-se-á expandir a ação transformadora da sétima arte retratada em “Na Quebrada”, criando um legado duradouro de acesso à cultura e de desenvolvimento social em território nacional. Siga o Gabriel no Instagram: @gabrdelima Leia também artigos relacionados a redação nota 1000: ENEM 2019: Análise do tema de redação ENEM 2019: Modelo de redação com tema proposto TEMA DE REDAÇÃO ENEM 2019 : Democratização do acesso ao cinema no Brasil 10 erros que você NÃO DEVE cometer na redação do ENEM Redação Nota 1000 ENEM 2018: Uma Análise Completa
Leia os textos motivadores que se seguem sobre a situação de vida dos índios da etnia Pataxós para redigir o que se pede. Gênero: Narração Texto 1 Como vivem os índios Pataxós nos dias de hoje out 27, 2017 Os Pataxós, assim como muitas tribos hoje, estão muito bem integrados e conectados à sociedade globalizada. São conterrâneos de nosso universo de redes sociais. O fato de conservarem a cultura indígena não os impede de conviver com o povo urbano com muita hospitalidade e empatia. A hospitalidade é palpável: há eventos de vivência promovidos por empresas locais de turismo, onde visitantes podem participar de atividades características da tribo, aprender sobre suas lendas, rituais e histórias tradicionais. São 31 aldeias formadas por mais de 10.000 habitantes (12.326 segundo o censo de 2014 do SIASI). Os índios Pataxós falam o português com alguns vocábulos na língua Pataxó. Alguns deles habitam em tribos ao norte de Minas Gerais. Os habitantes praticam pesca e agricultura de subsistência, além de cultivar cacau e criar gado para gerar renda. Há também a venda de artesanato indígena e investimentos no etno-turismo, como já descrito. Alguns Pataxós prestam serviços de hotelaria e aluguel de barracas em Porto Seguro. O modelo de divisão de trabalhos geralmente confere aos homens as atividades braçais, de pesca e de sustento, e às mulheres o cuidado das crianças e dos afazeres domésticos. Porém, estes papéis podem mudar: algumas aldeias mais próximas às cidades adotaram vivências com mais liberdade nas atividades, onde os trabalhos são divididos igualmente entre os gêneros. A tradição Pataxó é também igualitária: homens e mulheres são capazes de assumir cargos de liderança. Na aldeia Coroa Vermelha, os Jogos Indígenas são realizados anualmente, onde muitas comunidades indígenas reúnem-se para celebrar a cultura Pataxó e transmiti-la às próximas gerações. Há disputas de cabo de guerra, disparo de zarabatana, arremesso de takape, entre outras atividades. Em cada uma das comunidades Pataxós na Bahia, existe pelo menos uma escola. Os professores resgatam a cultura indígena nas escolas, ensinando o Patxôhã além do português, e dando espaço à tradição Pataxó em aulas de geografia, história e matemática. Frequentemente, as crianças estudam na aldeia até o quinto ano do ensino fundamental, e depois concluem o ensino fundamental e médio nas escolas do município, podendo depois partir para faculdades normalmente. Os Pataxós costumam ter grandes famílias, chegando a dez ou mais filhos. É costumeiro que cada família trabalhe para seu próprio sustento, sem deixar de manter o contato com pais e parentes. Os indígenas fazem política: o cacique, principal líder, aliado aos conselheiros e outros cargos de liderança, responsabilizam-se por cuidar de questões comuns a todos, sanando necessidades da comunidade. Não há ‘mandatos’, pois o cargo de cacique depende inteiramente da satisfação da comunidade com o eleito. Em último caso, os índios se reúnem para eleger um cacique novo caso estejam insatisfeitos. Por não adotar formas de governo arbitrárias e burocráticas, a sociedade Pataxó não é homogênea. Existem grupos concorrentes e grupos que convergem uns com os outros. É possível aprender muito com a cultura Pataxó, desde o respeito à tradição até a organização governamental totalmente voluntária, comum e livre. O senso de comunidade é forte e, em muitos aspectos, proporciona uma vida muito mais pautada em união do que o costumeiro caos individualista da hierarquia urbana. Nobre é a luta dos índios Pataxós por direitos, por reconhecimento e pela sobrevivência de sua cultura. Fonte: www.terravistabrasil.com.br/ Acesso em 15/01/2020 (com edição de subtítulos). Texto 2 Lama da barragem em Brumadinho ameaça futuro da aldeia Pataxó Hã-hã-hãe Ao menos 20 famílias vivem em uma aldeia às margens do rio Paraopeba, afluente do rio São Francisco, que já sofre com o impacto da chegada dos rejeitos de minério de ferro. Água vem com peixes mortos e extensão da contaminação é dúvida 29 JAN 2019 – 19:07 CET Nas margens do rio Paraopeba, afluente do rio São Francisco que banha o Estado de Minas Gerais, vivem também os índios Pataxós Hã-hã-hãe, da aldeia Naô Xohã. Vítimas indiretas do rompimento da barragem 1 da Mina Feijão, em Brumadinho, eles se recusam a deixar a aldeia onde vivem, no município de São Joaquim de Bicas (município vizinho), mas observam com apreensão o avanço da lama e dos rejeitos pelo rio de onde o povo tira seu sustento. Nesta segunda-feira, 28 de janeiro, um grupo de indígenas foi ao rio ver a extensão da contaminação e já encontrou peixes mortos. A aldeia Naô Xohã chegou a ser evacuada no sábado, 26 de janeiro, um dia após a ruptura da barragem da Vale em Brumadinho que matou ao menos 65 pessoas e deixa mais de 292 desaparecidos. Mas, de acordo com Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ligado ao Conselho Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), os moradores voltaram ao local onde moram depois. Agora, “a dúvida é como a aldeia irá sobreviver às margens de um rio poluído gerando impacto em todo o meio ambiente local”, disse o órgão indigenista. Na imagem, um grupo monitorava o rio Paraopeba nesta segunda no fim do dia. Nesta segunda, um grupo de pataxós caminhou até o Paraopeba para ver como estava o rio. De acordo com o mais recente boletim da Agência Nacional de Águas, a onda de rejeitos deve chegar ao reservatório da usina Retiro Baixo entre os dias 5 e 10 de fevereiro. Mas os estragos da onda de rejeitos já é sentido pelos índios Pataxós. . “O café da manhã era peixe com farinha e mandioca cozida. Agora temos de pedir forças pros nossos encantos. (…) Vidas perdidas, o rio destruído. É uma tragédia”, disse ao Conselho Indigenista Missionário (Cimi) o cacique Háyó Pataxó Hã-hã-hãe. […] Ao menos 25 famílias indígenas vivem às margens do rio Paraopeba, de onde tiram o alimento para viver. A Fundação Nacional do Índio (Funai) foi até a região e informou que o rompimento da barragem da Vale no município vizinho não deixou feridos entre os Pataxós, mas monitora a situação no local. Diariamente, desde o desastre em Brumadinho, os
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