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O tema de redação sobre HIV na terceira idade traz à tona questões essenciais sobre saúde pública e conscientização. Então, vamos mergulhar nessa discussão vital. Tema de Redação sobre HIV na terceira idade: textos motivadores TEXTO 1: Crescente de casos de HIV entre os idosos A prevenção é essencial para conter a epidemia. Por isso, é crucial conscientizar os idosos sobre a importância do uso de preservativos. Frequentemente, o diagnóstico de HIV nessa faixa etária ocorre por acaso, já que a atividade sexual é subestimada. Sintomas semelhantes aos da gripe, como perda de apetite e peso excessivo, podem mascarar a doença. Por fim, segundo o Dr. Marcos Antônio Cyrillo, infectologista e diretor clínico do IGESPA, o atraso no diagnóstico afeta o sucesso do tratamento e a qualidade de vida dos pacientes. TEXTO 2: Recentemente, os dados do Ministério da Saúde mostraram um crescimento alarmante nos casos de HIV na terceira idade, com um aumento de 75% entre mulheres e 43% entre homens acima de 50 anos, ao longo dos últimos 14 anos. Essa elevação está associada à relutância em adotar o uso do preservativo, uma prática culturalmente pouco difundida entre os idosos. Em seguida, segundo Gil Casimiro, assessor técnico do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, a geração mais velha não cresceu com a cultura do uso de preservativos, tornando sua adoção nos dias atuais um desafio. Por outro lado, Luiz Henrique Silva, jornalista de 54 anos, reconhece que muitos de sua idade resistem ao uso da camisinha, fruto de uma época em que as ameaças de doenças venéreas eram menores. Ele observa que, apesar de ser um defensor do uso de preservativos, muitos de seus amigos solteiros da mesma faixa etária ainda relutam em adotá-los. A falta de conscientização e a hesitação em mudar hábitos de longa data contribuem significativamente para o aumento dos casos de HIV entre os mais velhos. Além disso, um fator agravante é a tendência dos idosos de procurarem assistência médica somente quando a doença já está em estágio avançado. Casimiro destaca que o preconceito e a dificuldade de comunicação, principalmente entre mulheres casadas, retardam a busca por testes e tratamento. O diagnóstico precoce é essencial, pois permite iniciar o tratamento no momento adequado, assegurando uma melhor qualidade de vida. Importante ressaltar, o teste de HIV é gratuito e confidencial, e sua realização precoce é crucial para um tratamento eficaz e uma vida mais saudável. Fonte adaptada: Ministério da Saúde Tema de Redação sobre HIV na terceira idade TEXTO 3: A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “HIV na terceira idade”. Por fim, para aqueles que buscam aprimorar suas habilidades na escrita sobre temas complexos como o HIV na terceira idade, nossa plataforma oferece correções rápidas e eficazes. Acesse agora mesmo e treine com temas relevantes, garantindo a qualidade e a profundidade necessárias para uma redação bem-sucedida. Leia também: Tema de redação: os desafios da sexualidade na adolescência Tema de redação: epidemia de sífilis no Brasil Proposta de redação: a banalização do vírus do HIV nos dias atuais Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Dados confiáveis para usar nas redações

TEXTO 1: Cada vez mais as pessoas estão pedindo afastamento do trabalho por causa de problemas emocionais. No Estado de São Paulo, segundo dados da Secretaria de Previdência, em 2017 foram 48 pedidos de auxílio doença por este motivo. Já no ano passado esse número subiu pra 73. Um das doenças que causam esses afastamentos é a síndrome de burnout. Também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, a patologia foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde em maio como uma doença resultante de estresse crônico no trabalho. Uma psicóloga de Mogi das Cruzes que preferiu não se identificar trata a síndrome de burnout há dois anos. “Muita dor de cabeça, muitos enjoos, uma falta de ar que não me largava, vontade de chorar o tempo inteiro. Uma exigência do trabalho muito grande. Eu deixei de conviver com as pessoas que eu convivia. Eu me afastei do ambiente social e só pensava em trabalhar”, relata. Foram seis meses até chegar ao diagnóstico. “Não foi de primeira. Quem trabalha com a saúde mental diariamente, a gente sente, né? A gente percebe os sintomas nas pessoas e muitas vezes é difícil para gente poder detectar na gente. Mas com o auxílio da minha psicóloga pessoal, a gente detectou e já passamos com o tratamento com o psiquiatra em conjunto”, explica a psicóloga. Fonte TEXTO 2: Você sai de casa com uma quantidade de tarefas a fazer que, só de pensar, dá vontade de dar meia-volta. Não bastasse isso, ao longo do dia, surgem outras, inesperadas. Uma notícia ruim ou uma resposta grosseira do colega de trabalho ou do chefe passam a incomodar ainda mais. No fim do dia, você se dá conta que esqueceu de almoçar. O impacto do excesso de trabalho sobre a saúde dos trabalhadores é, hoje, um dos mais graves problemas que as empresas enfrentam. No aspecto psicológico, a síndrome de burnout – considerada por muitos médicos e demais especialistas a doença do século XXI – é o pior mal que um trabalhador pode adquirir. A enfermidade atinge os chamados workaholics, isto é, viciados no trabalho, e atua em três fases distintas: primeiro a ansiedade, depois a angústia e, finalmente, a depressão. Os sintomas costumam surgir devido ao excesso de horas no trabalho, que diminui o tempo para a vida social. O tempo que um paciente normalmente demora para perceber os seus sintomas é o que mais dificulta o tratamento por psicólogos. A dedicação à profissão, mesmo que esta exija um número mais do que suficiente de horas durante o dia, faz o trabalhador esquecer de cuidados básicos com a saúde, como higiene e alimentação. Um dos sinais que podem indicar a síndrome de burnout é a falta de sono. O uso de remédios para dormir muitas vezes passa a ser comum. A concentração também passa a fugir em diversos momentos e a memória é afetada. Os horários de alimentação passam a ser trocados e a vida social é jogada para segundo plano. Segundo a psicóloga Silvânia Brígido, há uma “despersonalização” do indivíduo. Por isso é fundamental, diz ela, reservar um horário para o lazer todos os dias. – A síndrome de burnout é diferente do estresse, em que uma pessoa está num emprego que não necessariamente gosta. No caso do burnout, é justamente o problema de o indivíduo ficar tão concentrado no trabalho que o prejudica – comenta. O excesso de trabalho, portanto, tem um resultado paradoxal: o ritmo de produção acaba ficando menor e os resultados passam a não aparecer. Mas qual o papel das empresas nestes casos? Muitas instituições estão profundamente preocupadas em propiciar o lazer de seus funcionários, oferecendo academias de ginástica, espaços “zen” e áreas de entretenimento. Mas, ainda que esses mimos sejam oferecidos aos profissionais, as empresas no Brasil, de maneira geral, parecem ainda não saber lidar com os problemas psíquicos gerados pelos excesso de trabalho. Fonte TEXTO 3: Fonte: Espaço vital A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Excesso de trabalho e saúde mental”.

Leia os textos motivadores abaixo e crie um texto dissertativo-argumentativo sobre Tema de Redação: Aumento da emigração de brasileiros. TEXTO 1: Os brasileiros estão indo “de mala e cuia” para o exterior. Dispara o número de declarações de saída definitiva do país entregues à Receita Federal, indicando o aumento da expatriação. Nos primeiros sete meses do ano, documentos registrados na instituição somavam 94% do total de declarações registradas em todo o ano passado, que já havia sido recorde, com 23.149 comunicados. Neste ano, a expectativa é de que essa quantidade seja superada, pois até 28 de julho haviam sido apresentados 21.873 documentos. A onda migratória de brasileiros vem tomando corpo desde 2016, quando a crise política e econômica se agravou e houve o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) – Falamos sobre esse momento aqui. Enquanto em 2015, 14.920 deixaram o país em definitivo, no ano seguinte, esse contingente subiu 41%, chegando a 21.040. O levantamento mostra também que, de 2011 a 2018, houve um aumento de 183% nas declarações, que passaram 8.170, em 2011, para 23.149. O Departamento de Estado do governo norte-americano aponta aumento de 27% na concessão de vistos para emigrantes brasileiros, passando de 3.502, em 2017, para 4.458, em 2018. Fonte TEXTO 2: Aumentou o número de profissionais brasileiros que estão deixando o país. Uma emigração qualificada de graduados, especialistas, mestres e doutores brasileiros que enxergam fora do país um futuro melhor para si e para suas famílias. Ancorados na lógica de continuar suas vidas e carreiras profissionais na América do Norte, este é o novo perfil de brasileiros emigrando para os Estados Unidos. Esta grande virada tem dado uma diferente roupagem ao imigrante brasileiro que, há pouco mais de dez anos, ia aos EUA para atuar em serviços mais operacionais e braçais, mas que hoje aposta em suas capacidades intelectuais para consolidar a nova vida no novo país. Esta emigração de brasileiros qualificados já é considerada uma fuga de capital humano, e que pode ser verificada em números. Em 2011, a Receita Federal brasileira registrou a saída definitiva de 8.170 pessoas. Em 2017, pelo menos 21.701 saídas definitivas foram registradas – um aumento de 165%. Já em 2018, foram 22.538. Muito além de viver em outro país, os emigrantes levam na mala projetos de empreendedorismo e trabalho, além de suas carreiras profissionais e experiências consolidadas no Brasil. A descoberta mais recente das possibilidades de vistos que premiam com documento de residência permanente profissionais estrangeiros altamente qualificados – conhecido como “visto Einstein” – contribuiu para essa fuga em massa de brasileiros intelectuais para os EUA. Estes novos imigrantes brasileiros estão em busca de uma espécie de novo sonho americano: empreender e alçar voos maiores e sem fronteiras em suas carreiras profissionais. Ainda sobre empreendedorismo, confere: Tema de redação: empreendedorismo social: é possível? Tema de redação: desafios do empreendedorismo feminino Engenheiros, profissionais da saúde, professores, escritores, atletas, cientistas, músicos, administradores formam uma verdadeira onda de novos profissionais brasileiros que estão sendo absorvidos silenciosamente no mercado de trabalho americano pela porta da frente, muito longe da polêmica imigração ilegal pela fronteira dos EUA com o México. É importante lembrar que estes jovens profissionais brasileiros que internacionalizam suas carreiras raramente voltam a residir no Brasil. Um momento que exige reflexão e ações por parte dos governantes, para que políticas de retenção dessa força jovem passem a ser formuladas e implementadas. Medidas que possam convencer o profissional jovem brasileiro de que o país é mais atrativo que outras nações mundo afora. Enquanto isso, a epidemia de “fuga de cérebros” segue intensa. Fonte TEXTO 3: Fonte: Receita Federal A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Aumento da emigração de brasileiros. Leia também: Tema de redação: O poder do autoconhecimento na sociedade Tema de redação: Promoção da saúde e bem-estar Tema de redação: A liderança move o mundo 11 alusões históricas para usar em suas redações Dados confiáveis para usar nas redações
No ano passado nós já tínhamos elencado alguns documentários para aprimorarem a sua redação, lembra? Você pode conferir aqui. Mas agora, trouxemos novos documentários disponíveis que podem aumentar e muito a sua nota na redação. Eles podem ser uma ótima forma de adquirir conhecimento sobre um assunto de forma veloz e dinâmica, além do mais, para que uma produção seja considerada um documentário (ou série documental), é fundamental que ela seja baseada em pesquisas, opiniões de especialistas, fatos concretos, o que confere grande confiabilidade e veracidade ao material. Abaixo, temos algumas sugestões de documentários disponíveis atualmente na plataforma Netflix que podem te auxiliar no processo de estudo. Investigação Criminal Série de 2018 que traz à tona os crimes mais chocantes dos últimos tempos no Brasil e conta como as investigações foram feitas até que se chegasse à conclusão dos casos. É uma ótima série se você está precisando saber mais sobre atualidades. Com relação aos possíveis temas das redações de 2019, o seriado documental está relacionado à questão da violência, criminalidade, relações familiares e distúrbios mentais. Ainda sobre estes possíveis temas, já comentamos sobre assuntos semelhantes aqui no blog, confere! Nosso Planeta Essa minissérie, rica em imagens belíssimas, é de 2019 e trata principalmente das mudanças climáticas, revelando o que, de fato, tem acontecido mundo afora e mostrando o impacto, muitas vezes irreversível, de tais mudanças na vida de diversas criaturas. É uma produção que compara a beleza natural à ação destrutiva do homem. A série mantém relação com assuntos sobre meio ambiente, mudanças climáticas, preservação da natureza e dos recursos naturais e ação do homem nos meios naturais. Meio ambiente é um assunto certo no ENEM, seja na redação ou nas questões objetivas. Pensando nisso, produzimos alguns conteúdos sobre o tema: Guerras do Brasil.doc Documentário de 2018 que aborda principalmente a forma brutal por meio da qual o Brasil foi formado. Fazendo um paralelo desde a época da colonização até os dias atuais, o material é potente no retrato da violência em suas mais variadas formas, contando-nos que o agir violento muda apenas de figura, mas está sempre presente ao longo da história brasileira. Repleta de depoimentos, Guerras do Brasil.doc pode compor produções textuais sobre violência, marginalidade, aumento de crimes e valorização da vida. Conteúdo é o que não falta, sobre acontecimentos históricos, também temos algumas sugestões pra você: O Começo da Vida Cheia de informações dos campos da neurociência e da tecnologia, O Começo da Vida (2016) procura avaliar como os avanços tecnológicos em altíssima velocidade impactam o crescimento, desenvolvimento e aprendizagem das crianças e, num segundo plano, como esse possível impacto afetaria o indivíduo em si e a sociedade como um todo. Precisa escrever sobre o desenvolvimento tecnológico, seus impactos positivos e negativos, as mudanças nas formas de aprendizagem, a relação entre aparelhos eletrônicos e aprendizagem? Essa série vai te fornecer diversos dados extremamente úteis. Everyday Miracles O cientista Mark Miodownik nos conta, por meio de fatos e evidências, como nossa vida moderna tornou-se mais ágil, cômoda e confortável com os objetos a que temos acesso ultimamente. É feito também um paralelo entra a forma de vida de nossos ancestrais e a nossa. O documentário pode te ajudar a ter argumentos com relação à evolução – positiva – da sociedade e das formas de comunicação, às facilidades da vida moderna, o acesso quase imediato a informações, além de te munir de dados sobre diversas criações do mundo antigo e atual. Tanques de Guerra. Mobilidade Mortal De 2017, a série documental, volumosa em detalhes, aborda o assunto da história dos tanques de guerra militares. Parece estranho à primeira vista, mas ela é rica em apontar fatos históricos relacionados a guerras, violência e armamento. Como um dos temas previstos para as provas deste ano é justamente a questão da proposta de liberação de armas de fogo para a população, Tanques de Guerra pode dar subsídios quanto a isso, além, claro, de ajudar na revisão dos acontecimentos das guerras históricas. Por Dentro das Prisões Mais Severas do Mundo Você já deve ter visto que vários especialistas apostam no tema situação prisional/ sistema carcerário para a redação 2019. Caso eles estejam certos, assistir a esse documentário é uma obrigação para qualquer um que quiser alcançar nota máxima. Datado de 2018, a série trata sobre a experiência de jornalistas que se tornaram detentos voluntários tiveram nas prisões mais perigosas ao redor do mundo. Não é a visão de alguém que está alheio à situação, mas sim de pessoas que viveram tudo o que um detento real vive nessas prisões. Por Dentro da Mente do Criminoso Criminalidade, doenças psicológicas e mentais, tudo isso numa mesma produção. Sabemos o quanto as doenças psicológicas e mentais têm crescido nos últimos anos e quantos criminosos são diagnosticados como portadores de uma (ou mais) delas. Por Dentro da Mente do Criminoso trata exatamente do que o título sugere: o estudo da forma de pensar de diversos criminosos e como essa forma de pensamento está relacionada a doenças diversas. Tales by Light As cenas foram feitas por fotógrafos e cinegrafistas que viajaram pelo mundo e retrataram neste documentário a diversidade de lugares, pessoas, culturas e costumes, sem qualquer tipo de juízo de valor, apenas mesmo com o objetivo de expressão. As imagens são simplesmente incríveis e despertam o interesse facilmente nesta produção de 2018. Saber mais sobre diversidade cultural é sempre uma atitude bastante inteligente para aqueles que passarão por algum teste, pois o assunto, de uma forma ou outra, é constantemente cobrado nas avaliações oficiais. Terra Brasil Juntam-se aqui um botânico, um engenheiro agrônomo e uma chef de cozinha que exploram a fauna e a flora do Brasil, mostrando como nosso país é rico em recursos naturais e como podemos aproveitá-los da melhor forma possível. A cada episódio desta série documental, o trio conhece uma nova região, portanto, é possível revisar conteúdos sobre as características específicas dos territórios, além de aprofundar seus conhecimentos sobre a riqueza natural do país e como isso pode ser utilizado para

Leia os textos abaixo para elaborar uma redação com o Tema de Redação: A banalização do coaching. TEXTO 1: Vivemos em uma sociedade que busca fórmulas mágicas, que vão desde o emagrecimento a qualquer outro objetivo. Um exemplo prático é desenvolver a competência de liderança em quem não tem o mínimo perfil para tal. Nesse cenário, a figura do coach aparece como mágico, e estes são especialistas em diversas áreas. Mas como distinguir um profissional preparado de um despreparado? Para a professora dos MBAs da Fundação Getulio Vargas (FGV), executive coach, mentora de carreira e coordenadora acadêmica do curso de Analista e Capacitação em RH em nível Brasil, Anna Cherubina Scofano, alguns coaches, sem a devida formação e um quantitativo mínimo de clientes e horas de atendimentos, simplesmente se aproveitam de uma onda de modismo do termo coaching, de forma insipiente e por vezes até irresponsável. Segundo ela, isto representa um risco para os desavisados na contratação deste tipo de serviço. “Alguns, ditos coaches, se utilizam de conhecimentos terapêuticos, outros do marketing pessoal, de retórica, holístico e, principalmente, das fragilidades e necessidades humanas. No mercado qualquer pessoa pode se dizer e se diz coach“, alerta Anna Cherubina Scofano. A professora esclarece, no entanto, que o coaching é um processo voltado, especificamente, ao desenvolvimento de competências. Que não se trata de um processo de aconselhamento, tampouco de autoajuda. Muitas pessoas confundem, chegando a chamá-lo até de consultoria, quando esta é voltada a processos organizacionais ou de negócios. “Ambos são completamente distintos em sua aplicação, objetivos, meios e fins”, explica Anna Cherubina. A professora da FGV ressalta que um coach despreparado pode prejudicar pessoas ludibriando-as, ou mesmo, prometendo aquilo que não está apto a entregar. De acordo com ela, atendendo como coaches, esses profissionais lesam seus clientes, quando na verdade eles, em grande parte, precisam de outro tipo de apoio, seja de um psicólogo, psiquiatra, mentor, enfim, algo que não esteja contido no processo do coaching. “O fato de mantê-los como clientes, em detrimento de orientá-los na busca de outro tipo de serviço profissional, pode representar algum tipo de prejuízo considerável ao indivíduo. As principais credenciais de um coach são suas referências de outros clientes e, as experiências com uma quantidade mínima de horas/atendimento realizadas. Quem atua na área deve ter a formação como coach, em uma Escola de coaching, credenciada pela ICF (International Coach Federation)”, explica a especialista. FONTE TEXTO 2: Uma proposta popular em tramitação no Senado pode colocar em cheque o futuro do coaching no Brasil: a possível criminalização da profissão. A sugestão causou mal-estar entre os profissionais do setor de recursos humanos e treinamentos pessoais e dividiu a opinião dos especialistas da área. Há um grupo que critica a proposta e outro que defende a regulamentação, com o objetivo de acabar com os charlatões do mercado. De autoria pelo sergipano William Menezes, a sugestão foi enviada pela plataforma de participação legislativa e-Cidadania em abril último. Como recebeu mais de 20 mil assinaturas em oito dias, foi encaminhada para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), presidida pelo senador Paulo Paim (PT/RS). “Se tornada lei, não permitirá o charlatanismo de muitos autointitulados formados sem diploma válido. Não permitindo propagandas enganosas como ‘reprogramação do DNA’ e ‘cura quântica’, que desrespeitam o trabalho científico e metódico de terapeutas e outros profissionais das mais variadas áreas”, diz o autor da proposta. De acordo com a International Coach Federation (ICF), a atividade do coaching é exercida atualmente por 70 mil profissionais no Brasil. Na teoria, qualquer pessoa pode se tornar um coach, desde que domine os conhecimentos da área. Entre as tarefas do coach, está ajudar os clientes a identificar limites, superar desafios e desenvolver seu potencial. Coach há oito anos, Bárbara Nogueira, conselheira de carreira e headhunter da Prime Talent, afirma que a discussão é prudente, mas acredita que a profissão deveria ser regulamentada, não criminalizada. “Banalizaram o termo coach. Hoje, há coaching de exercícios físicos, de relacionamento, de felicidade, entre outros. A profissão é mais profunda que isso, porque ajuda a pessoa a atingir objetivos claros de vida”, diz. Fonte A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: A banalização do coaching. Leia também: Tema de redação: O poder do autoconhecimento na sociedade Tema de redação: Promoção da saúde e bem-estar Tema de redação: A liderança move o mundo 11 alusões históricas para usar em suas redações Dados confiáveis para usar nas redações
Texto 1: Conversar com os amigos em um grupo do Whatsapp, fazer uma chamada de vídeo com aquele parente que mora longe e pagar contas pelo aplicativo do banco no celular: se você acha que tudo isso é coisa de gente jovem, está na hora de rever os seus conceitos. De acordo com Maisa Kairalla, médica geriatra e presidente da SBGG-SP (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do Estado de São Paulo), a inclusão digital na terceira idade, mais que necessária, é positiva para a saúde da população com mais de 60 anos. — O acesso aos dispositivos digitais estimula o cérebro e, nesse sentido, os ganhos cognitivos são vários. Há pesquisas que mostram benefícios para aspectos como memória e até depressão, que nós observamos muito no consultório. Na internet, o idoso interage e socializa mais. Isso faz bem para o comportamento dele, já que ele fica mais ativo e se integra à realidade de hoje, em que boa parte da rotina envolve tecnologia. No Brasil, cada vez aumenta o número de pessoas acima de 50 anos envolvidas com as novas tecnologias. Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2016, 14,9% da população idosa brasileira utiliza a internet — dez anos atrás, os usuários eram apenas 7,3%. O número de idosos dessa faixa etária que utiliza o celular também aumentou bastante: pulou de 16,8% em 2005 para 55,6% nos dias de hoje. Camilla Vilela, gerontóloga da Cora Residencial Senior — instituição de longa permanência para idosos da capital paulista —, concorda que os dispositivos trouxeram autonomia para os idosos que, muitas vezes, não gostam de ter que pedir ajuda para realizar tarefas do dia a dia. Os benefícios, segundo a profissional, se estendem para as capacidades motoras e visuais de quem tem mais de 60 anos. — Só o fato de aprender algo novo, independentemente de ser no computador ou celular, já é um estímulo cognitivo para eles. Fora isso, a interação com os dispositivos tecnológicos acaba trabalhando estimulação motora, percepção visual, memória, atenção e processamento de informações. Fonte Texto 2: Mesmo com a inserção da terceira idade aos aplicativos, dispositivos e redes sociais, discute-se como os idosos realizam o contato com estes softwares. As dificuldades são muitas, e, entre elas, está o difícil entendimento das letras pequenas e a utilização das funções dos dispositivos móveis e smartphones. O aposentado Valdir Pedro (73), expõe a sua dificuldade: “Eu sempre tenho que pedir ajuda para meus netos, filhos, sobrinhos ou alguém que esteja perto e possa me ajudar. Eu até tento entender e usar sozinho, mas acabo esquecendo e não tenho facilidade em encontrar o que quero no meu celular, muitas vezes não consigo nem mesmo encontrar os contatos que procuro”. Sobre esse aspecto, Camila Maciel, professora de Filosofia e Ciências Humanas, no Departamento de Comunicação Social, da UFMG, relata: “a acessibilidade não é pensada nem mesmo para as pessoas que não possuem deficiências graves. É um assunto amplo, mas tratado com descaso. Exige um conhecimento maior do diagramador, e o mercado, em grande parte, não se preocupa com tal problema”. A profissional explica que, para o desenvolvimento de interfaces, é necessária uma pesquisa aprofundada sobre o perfil do usuário. Mas, essas análises possuem custo elevado e nem todas as empresas estão dispostas a arcar com esse investimento. Portanto, o acesso para a terceira idade encontra-se em um nível muito precário, devido às limitações que estes possuem. “Até mesmo os programas feitos para esses indivíduos precisam ser pensados em questões específicas. Por exemplo, criar um programa altamente sensível à tela é um erro, pois essas pessoas já possuem resistência em utilizar esses novos aparatos tecnológicos. A acessibilidade já não é pensada para nenhum usuário, muito menos para pessoas idosas”, destaca a professora. Ainda de acordo com o Médico Geriatra Daniel Azevedo, o uso de smartphones é menor devido a limitações físicas. “Nessa faixa etária, também por problemas visuais maiores, ferramentas como Whatsapp, são bem menos utilizadas. A maior parte dos pacientes que entram em contato comigo preferem utilizar o e-mail porque a tela do computador é maior, o teclado é simples de digitar. Então é mais fácil para se corresponder do que pelo pela ferramenta whatsapp”, explica. Já existem alguns programas que são pensados para maiores de 60 anos com o objetivo de estimular a memória e outros parâmetros. A pesquisa para esses projetos exige um engajamento multidisciplinar entre a comunicação, computação e a neurociência. A neurociência é fundamental para identificar os sintomas da velhice como perda da memória, enfraquecimento, prostração, etc. Desta forma, aplicativos que avaliam esses fatores cooperam como um auxílio e forma de tratamento para esse grupo através da tecnologia. Porém, esses programas estão apenas em fase de desenvolvimento. E, além disso, é necessário um investimento para que estes cheguem ao mercado. “Não se vê no mercado uma empresa realmente interessada em desenvolver essas técnicas”, conclui a Maciel. Fonte Texto 3: Fonte: Abril A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos”. Leia também: Tema de redação: Criptomoedas e impactos na economia Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira Tema de redação: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social Dados confiáveis para usar nas redações
TEXTO 1: Depois do boom das moedas virtuais em 2017, provavelmente você acabou ouvindo falar em Bitcoin. Pioneira no segmento, o Bitcoin é, atualmente, a criptomoeda mais famosa do mundo. Utilizada anteriormente por apaixonados por tecnologia, o crescimento da moeda despertou a atenção de investidores em todo o mundo. Mas afinal, o que é Bitcoin? Assim como o Dólar ou o Real, o Bitcoin é uma moeda. Sua principal diferença, no entanto, é que a sua emissão não é feita por nenhum Banco Central. Na verdade, o Bitcoin não existe no mundo material, então não é possível ver notas de Bitcoin circulando por aí. Criada em 2008, a moeda virtual é gerada por sistemas computacionais de forma descentralizada e criptografada, o que garante a segurança dos dados. Sobre dados na internet, leia também: Tema de redação: os cuidados com a exposição na internet O processo de criação de um Bitcoin é chamado de “mineração”. Em 2009, qualquer pessoa que tivesse o software poderia “minerar”, mas a partir do crescimento da moeda, o número de mineiros de Bitcoin foi reduzido, ficando a tarefa de criar Bitcoins restrita apenas para quem tem computadores com hardware robusto. O sistema foi desenvolvido para que sejam produzidas apenas 21 milhões de unidades em todo o mundo. Fonte TEXTO 2: No ano passado, uma das criptomoedas mais conhecidas dos últimos tempos sofreu uma supervalorização, chegando a ser cotada a quase US$ 20 mil. O boom foi tamanho que “bitcoin” se tornou palavra comum nas conversas, presente nas mesas de bares em happy hours, e até mesmo como potencial problema político, atrelado à lavagem de dinheiro, por exemplo. Todo mundo queria ter um pedaço de bitcoin para chamar de seu. Segundo Rodrigo Batista, presidente-executivo do Mercado Bitcoin, o número de investidores chegou a 750 mil em 2017, 275% a mais que no ano anterior. Entretanto, apesar da febre recente, essa criptomoeda existe desde 2009, mas era tão pouco conhecida que gerou uma história curiosa envolvendo a cantora britânica Lily Allen. Quando a artista se deu conta dessa supervalorização, ela própria contou em um tweet que havia mais ou menos cinco anos recebera uma oferta de 200 mil bitcoins para fazer um show online… e ela recusara. Naquela época, a moeda não valia quase nada e era usada principalmente em jogos online, porém, se a cantora tivesse aceitado a oferta, em 2017 ela teria uma fortuna de US$ 1.470.800.000. Ah, se arrependimento matasse! Como toda nova tecnologia traz certo receio, com bitcoin não é diferente. Ainda há muitas pessoas que não investem na criptomoeda por não a acharem um investimento seguro. O que pouca gente sabe é que a tecnologia por trás dela, blockchain, é uma das mais seguras do mundo. Graças a ela, é possível realizar transações pela internet sem que haja um intermediador, como um banco, por exemplo. Além disso, cada vez que uma transação acontece — de dados ou de valores —, ela passa por um processo de validação, não sendo mais permitida qualquer alteração. Bitcoin é a primeira criptomoeda totalmente segura da história, mas não é a única. Hoje existem várias outras com o mesmo suporte e diferentes valores para investir. Fonte TEXTO 3: Fonte: Lute A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Criptomoedas e impactos na economia”. Leia também: Tema de redação: Inclusão de autistas no Brasil Tema de redação: Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira Tema de redação: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social Dados confiáveis para usar nas redações Tema de Redação: Racismo Velado
Texto 1 sobre inclusão de autistas: A mobilização em torno do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, em 2 de abril de 2018, serviu também para desenterrar, na internet, um episódio de triste lembrança bombado em setembro de 2018. O fato ocorreu na escola argentina San Antonio de Padua, em Merlo, arredores de Buenos Aires, mas poderia ter sido registrado no Brasil ou em centenas de outros pontos do mundo. Pressionada por pais de alunos de uma das classes — que teriam até organizado uma “greve” impedindo que 24 das 35 crianças do grupo fossem à aula por um dia —, a direção trocou de sala um aluno com Síndrome de Asperger, uma das condições do Transtorno de Espectro do Autismo, o TEA. O garoto incluído chegou a comentar em casa a ausência dos coleguinhas, mas a mãe, inocente, atribuiu as faltas a uma chuva forte no período. A atitude dos líderes do San Antonio nem foi o que deixou indignados os familiares do menino e, no embalo, milhões de pessoas. O espanto veio do conteúdo da conversa dos “responsáveis” pelo “movimento” no WhatsApp, jogado na rede por uma tia do garoto transferido. Coisas do porte de “finalmente uma ótima notícia!”; “já era hora de fazerem valer os direitos da criança para 35 e não para uma só!”; “que ótimo para os meninos! Espero que possam estudar e estar tranquilos!” ou “um alívio para os nossos. Agora é esperar que isso seja oficializado”. O caso argentino revela as barreiras erguidas diante da missão de abrigar pessoas com TEA em redes de ensino: falta de formação de educadores e líderes de escolas e desconhecimento das famílias, que geram preconceito diante do convívio de incluídos com outras crianças. Inclusive, este assunto abre brecha para outra possibilidade de tema: Os desafios para inclusão de pessoas com deficiência na sociedade. “O argumento do despreparo tem sido usado como guarda-chuva de argumentos para justificar a recusa e até retirada de estudantes com autismo na escola regular. Muitos educadores entendem que esses alunos são ‘especiais’ e, para educá-los, é necessária uma preparação totalmente ‘especial’”, lembra Raquel Paganelli, mestre em educação inclusiva pela University College, de Londres, e integrante das equipes do Instituto Rodrigo Mendes e do portal Diversa. “Mas afinal: o que significa exatamente estar preparado?”, questiona. A educadora identifica os pontos centrais da contradição. “Durante muito tempo acreditava-se ser possível generalizar pessoas com TEA a partir de um mesmo diagnóstico e, assim, padronizar estratégias. Atualmente sabemos que essa noção é simplista”, explica. “Ainda que apresentem diagnósticos iguais, duas pessoas podem reagir às mesmas intervenções de maneira distinta. A ideia de que a escola precisa antes estar pronta para só depois receber os alunos com deficiência é baseada na expectativa ilusória de um saber pronto, capaz de prescrever como trabalhar com cada criança.” Fonte: https://revistaeducacao.com.br/2018/05/04/como-esta-inclusao-pessoas-com-autismo/ Quando assuntos como este entram em pauta, surge uma dúvida: Como fazer uma boa proposta de intervenção na redação do ENEM? TEXTO 2: Fonte: Cristiano Silvestre de Paula TEXTO 3: Fonte: Sindrome de Asperger Autismo Infantil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Inclusão de autistas no Brasil”. Leia também: Tema de redação: Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira Tema de redação: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social Dados confiáveis para usar nas redações Tema de Redação: Racismo Velado Tema de Redação: Desafios para superar a homofobia no Brasil
Os conteúdos gramaticais requeridos, atualmente, nos grandes testes apresentam diferenças significativas. Isso porque, antigamente, cobrava-se com intensidade o conhecimento das regras e de suas exceções. Já hoje em dia, as questões de gramática aparecem num contexto muito mais interpretativo, vinculando a função dos termos dentro de um texto. Basicamente, é a ideia da gramática a serviço do texto e da comunicação. Não se apegar somente às regras, mas entendê-las a partir de um cenário comunicativo é sempre uma boa alternativa. Especificamente no caso da redação, você será avaliado em grandes eixos, como clareza, objetividade, coesão, coerência, nível vocabular, grau de formalidade, entre outros aspectos. Abaixo, temos um compilado dos principais pontos gramaticais requeridos na redação do ENEM e nos principais vestibulares do país. Regência verbal e nominal Saber quais verbos são transitivos diretos e quais são indiretos já é um excelente ponto de partida, porém, apenas isso não é suficiente. É necessário saber também quais as diferenças de sentido ao se utilizar uma preposição ou outra e quais são os vários significados que um mesmo verbo pode assumir dependendo de seu complemento. No caso de substantivos, adjetivos e advérbios, que são as classes gramaticais que compõem a regência nominal, procure entender quais palavras obrigatoriamente requerem preposição para construção de significado. Concordância verbal e nominal Atente-se sempre para a combinação entre singular e plural, principalmente em frases mais longas, se necessário, releia a sentença a fim de encontrar qual é o sujeito dela. Lembre-se: quem determina o formato das demais classes de palavras (adjetivos, artigos, verbos) é sempre o substantivo, por isso, faça a concordância de número (singular e plural) e gênero (masculino e feminino) com base nas características do substantivo. Uso de conectivos Conectivos são palavras (frequentemente da classe das conjunções) que ligam dois termos ou duas orações dentro de um mesmo período e é aqui que muita gente tem dúvida. Procure compreender em que situações os utilizamos e qual a ideia central contida nos principais conectores, que são: que, se, quando, onde, qual, quem, cujo, como, quanto. Processo de subordinação e coordenação Um dos problemas mais recorrentes em redações de testes de relevância é o uso excessivo de pontos, constituindo períodos sem grande desenvolvimento. Ao estudar os processos de subordinação e coordenação, você terá repertório para construir parágrafos mais elaborados, com ideias concatenadas e maior completude. Ordem direta e indireta Em Língua Portuguesa, temos duas formas de ordenarmos as orações: na ordem direta- sujeito, verbo, complementos, termos acessórios- ou na ordem indireta. Reflita sobre as variadas possibilidades que uma ordem ou outra pode conferir à sua redação e escolha com base no nível de formalidade que você quer aplicar ao texto. Processo de formação das palavras Para esse conteúdo, não é exatamente importante saber o nome dos processos, mas sim entender sobre o uso de prefixos e sufixos para aplicá-los corretamente em sua redação. Morfologia Relembre quais são as dez classes gramaticais e quais são as características peculiares de cada uma delas. Isso te ajudará a escolher a palavra mais adequada para sua oração, evitando erros e trocas indevidas na frase. Pronomes pessoais e possessivos Muitos candidatos acabam se esquecendo de que a redação é um texto formal e que, por conta disso, várias frases que são utilizadas no campo da oralidade não devem ser incluídas na produção textual. O uso dos pronomes pessoais e possessivos é um conteúdo que oferece desafios com certa frequência. Para evitar essa dificuldade, estude quais pronomes “combinam” com quais sujeitos. Colocação pronominal Quem já não se viu diante da situação de não saber se o correto é colocar o pronome antes, no meio ou depois do verbo? Por isso, revise as regras da colocação pronominal e não se esqueça de que a mesóclise, pronome no meio do verbo, é um recurso cada vez menos utilizado em nossa língua. Verbos transitivos diretos e indiretos e pronomes pessoais oblíquos Os pronomes pessoais oblíquos são aqueles que atuam como complementos diretos ou indiretos de um verbo, mas como saber quais exercem função de objeto direto e quais exercem função de objeto indireto? Qual verbo aceita qual pronome? Solucionar essas dúvidas só é possível por meio do estudo do processo de transitividade verbal e do uso específico dos pronomes pessoais oblíquos enquanto complementos verbais. Polissemia e ambiguidade Já sabemos que uma mesma palavra pode ter vários significados e que a compreensão do significado depende do contexto em que o vocábulo está inserido, mas há um problema com relação a essa característica polissêmica: a possibilidade criarmos orações ambíguas, de duplo sentido. Procure saber sobre os principais casos de ambiguidade para evitá-los em sua redação. Pessoas e conjugações verbais Tradicionalmente, as produções textuais de testes oficiais são escritas em terceira pessoa do singular, de forma indeterminada ou não. Revisite o conceito de pessoas verbais e relembre como aplicar a terceira pessoa do singular em suas conjugações. Voz passiva A depender do formato do texto, orações na voz passiva podem ser úteis, portanto inclua no processo de revisão o conceito de vozes verbais, as possibilidades de construção da voz passiva e o significado específico dela numa frase. Tipos de sujeito Seus sujeitos serão determinados ou indeterminados? Qual será o formato da determinação ou da indeterminação? O que justifica tal escolha? Temos várias possibilidades para a escolha do sujeito, basta só você selecionar qual o mais adequado para cada situação de uso. Uso da crase É praticamente impossível escrevermos um texto completo (com introdução, desenvolvimento e conclusão) e não termos a presença da crase ao menos uma vez. Por ser uma temática que traz incertezas em sua aplicação, leia a teoria e faça exercícios sobre os fundamentos da crase e os casos especiais. Verbo haver e fazer Os verbos haver e fazer possuem regras distintas a depender do tipo da oração e do significado que se quer dar. Como são verbos bastante comuns, é interessante trazer à memória quais são essas normas e como usá-las apropriadamente. Pontuação Elemento absolutamente fundamental para a construção de sentido, a pontuação precisa integrar seu
TEXTO 1: O projeto de lei preparado pelo governo para regular a educação domiciliar prevê que alunos com baixo desempenho não poderão prosseguir nessa forma de ensino. O texto da proposta prevê que alunos que forem reprovados por dois anos seguidos não terão registro renovado para continuar com as aulas em casa. A punição também se aplica para alunos que tiverem de fazer, por três anos consecutivos, provas de recuperação. O ensino domiciliar, atualmente, é considerado ilegal no país. Embora a prática não seja reconhecida, estimativas indicam que atualmente cerca de 5 mil crianças tenham aulas em casa. Preparado pelo Ministério da Mulher, da Família e Direitos Humanos em conjunto com o Ministério da Educação, o texto prevê que famílias interessadas nessa forma de ensino tenham de fazer um registro. Para que a autorização seja concedida, serão exigidos documentos como certidão de antecedentes dos pais e uma declaração formal, optando pela educação domiciliar. A proposta prevê ainda avaliações periódicas. Uma vez aprovados, o aluno receberá o certificado. Quando o aproveitamento não for satisfatório, será realizada uma prova de recuperação. Pelo plano do governo, todos os prazos para avaliação serão definidos pelo MEC. O texto preparado prevê ainda que o estudante matriculado na educação domiciliar tenha direito de participar das avaliações do MEC. Para o governo, cabe à família decidir qual a melhor forma de ensino para seus filhos. A educação domiciliar é uma reivindicação, entre outros grupos, de famílias evangélicas e católicas. A ministra da Mulher, da Família e Direitos Humanos, Damares Alves, é uma das principais vozes em defesa do homeschooling no País. Ela também frequentemente pede que as famílias assumam mais a educação dos filhos e que a escola não discuta temas como gênero e sexualidade. A avaliação dos alunos em homeschooling acontece em alguns Estados nos Estados Unidos, país com o maior número de estudantes em casa. São 2 milhões de crianças e jovens. Especialistas internacionais dizem que a avaliação é importante para garantir a qualidade da educação. Fonte: exame abril – educação domiciliar no brasil será condicionada a desempenho do aluno TEXTO 2: Depois de entrevistar dezenas de pais que adotaram o ensino doméstico, a educadora Maria Celi Vasconcelos, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), constatou que o principal deles são os conflitos vividos no ambiente escolar, como violência ou bullying. Em seguida, é citada a divergência entre crenças e valores morais e religiosos da família e o conteúdo dado em sala de aula – para pais que acreditam no criacionismo (que o Universo foi criado por Deus), por exemplo, o evolucionismo de Darwin não deveria ser ensinado como verdade absoluta. “Alguns discordam do conteúdo de livros que falam de igualdade de gênero e sexualidade”, cita ela. Há também os que fazem a opção porque essa alternativa é mais econômica e ainda os que veem no ensino em casa o melhor caminho para filhos que têm alguma deficiência – para poder dar a eles um tratamento mais individualizado ou mesmo mais confortável, de acordo com suas limitações. A forma como esse ensino doméstico se dá não é única. A maioria pratica o chamado homeschooling, em que os pais, com ou sem a ajuda de professores, dão aulas seguindo métodos e programas curriculares. Ou seja, trazem a escola para dentro de casa. Também há os entusiastas da chamada desescolarização, que não seguem método algum. “Nesse caso, cada família cria o próprio formato. Algumas desenvolvem projetos, outras primeiro observam o que os pequenos apresentam. O ensino deixa de estar separado da vida”, explica Ana Thomaz, educadora que adotou a prática com os três filhos e se tornou referência no tema. Na desescolarização, não há necessariamente divisão entre disciplinas como geografia e matemática. A ideia é deixar que o aprendizado flua, aprofundando-se em áreas pelas quais a criança demonstre mais interesse. Os adeptos veem essa opção como um caminho para fugir da comparação, das ameaças e dos demais padrões típicos do ambiente escolar, que, acreditam, podem prejudicar o desenvolvimento da criança e de suas potencialidades. Para auxiliá-los, existe uma série de fóruns e comunidades online. Neles, é intensa a troca de experiências e a discussão de alternativas para educar de forma personalizada e mais livre. Mesmo com perfis diferentes, aqueles que adotam a desescolarização têm em comum a vontade de participar da educação dos filhos e melhorar sua qualidade. Trazer para perto essa responsabilidade, porém, é uma tarefa complexa e ainda bastante criticada por especialistas. Uma das maiores críticas: a falta da socialização proporcionada pelo ambiente escolar. “A educação passa pela aquisição de conteúdo e também ensina valores como diversidade, frustração (o ganhar e perder), compartilhamento, defesa. Isso é impossível em casa”, afirma Silvia Colello, educadora e professora de psicologia da educação na Universidade de São Paulo (USP). Carlos Roberto Jamil Cury, professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), concorda: “Por mais que as crianças possam socializar em outros espaços, nenhum convívio é igual ao escolar. É o único lugar na sociedade contemporânea onde as crianças convivem durante pelo menos quatro horas por dia, cinco vezes na semana, o que é muito importante para aprender a aceitar o outro”. Colello também alerta que a casa pode ser um ambiente superprotegido e prejudicial à formação. “Questões como a diversidade sexual e a homossexualidade estão no mundo. Não adianta achar que, só porque você não fala do assunto, a criança não vai saber. Ao mesmo tempo, o bullying, tão ligado à escola, também pode acontecer no clube e em outros ambientes. Depois, a pessoa cresce, vai para o mercado de trabalho e se depara com desafios (como trabalhar em grupo e aceitar a orientação de um supervisor) sem estar preparada”, afirma. Apesar de todos os problemas da educação no Brasil, a especialista acredita que criar o próprio sistema doméstico, além de ser uma solução individualista, é até antidemocrática. “A escola está uma droga e você vai resolver apenas a questão do seu filho. E os outros? Que tipo de formação política está dando? Acho que temos todos de

TEXTO 1 Com o avanço da tecnologia e o advento da Internet, novas formas de consumir cultura estão disponíveis aos usuários. O primeiro exemplo disso foi o e-book, versão virtual do livro físico, que ganhou força nos anos 90. No entanto, nos últimos anos, a ferramenta que ganhou mais destaque foi o streaming. Traduzido de forma literal como “transmissão”, essa novidade basicamente distribui diversos tipos de conteúdo digital ao consumidor. Porém, ao invés de realizar algum tipo de download para disponibilizar o conteúdo (assim fazendo o usuário perder tempo e espaço de memória na plataforma utilizada), o streaming o executa de forma mais imediata, através de uma conexão estável de banda larga. Esse mecanismo só se tornou possível graças, logicamente, ao crescimento do acesso à rede, que começou a ser comercializada com uma qualidade nunca antes vista. Uma das características mais marcantes do serviço de streaming é a sua flexibilidade: encontra-se na plataforma a possibilidade de construir uma programação única para cada assinante. Um dos principais atrativos do streaming é a quantidade de conteúdo disponibilizada ao usuário. Ter acesso, nesse caso, é muito mais valioso que “possuir”. O serviço virtual oferece um catálogo extremamente variado por um valor fixo, diferente de uma mídia física. O Spotify, por exemplo, possui em sua biblioteca mais de trinta milhões de músicas. Fica claro que, perante esse grande número de possibilidades, o consumidor valoriza cada vez mais seu poder de escolha, especialmente tratando-se de cultura. O streaming ganha espaço também como alternativa à pirataria. É um desafio, principalmente no contexto brasileiro, competir com downloads ilegais, como os torrents. Com esse serviço, as gravadoras e artistas são remunerados por seus trabalhos. O internauta, que praticava a pirataria quase que religiosamente dentro do consumo digital, agora pode vislumbrar outro caminho com o streaming, mesmo que a passos lentos. O streaming já é o futuro, mas qual será o futuro do streaming? O serviço e a televisão já competem na questão do entretenimento, mas é pouco provável que um substitua o outro. Como já vem ocorrendo, ambos podem se complementar. Ainda assim, o streaming de séries e filmes vem crescendo continuamente no mundo todo e tende a crescer ainda mais. No caso do streaming de músicas, o crescimento deve ser um pouco mais devagar, principalmente porque a internet móvel no Brasil ainda é muito lenta e esse tipo de serviço é relativamente recente. É difícil dizer como será o amanhã. A única garantia é de que a indústria do entretenimento continuará se renovando na direção de personalizar cada vez mais a experiência do usuário. Fonte: medium – o streaming e a revolução no consumo de moradia TEXTO 2 Nos Estados Unidos, há anos se discute um fenômeno chamado “cord cutter” (cortar o cabo, em tradução literal), que dá nome a um tipo de usuário que deixa de pagar pela TV por assinatura para assistir a vídeos apenas pela internet, seja em sites gratuitos, como o YouTube, ou serviços de streaming, como Netflix. Controverso, o conceito pode ganhar força com um novo tipo de serviço, oferecido por grupos como a operadora AT&T (DirecTV Now) e o próprio YouTube (YouTube TV). Por uma assinatura mensal em torno de US$ 40, usuários podem assistir a um pacote de canais, como acontece hoje na TV paga, em transmissões em tempo real ou escolhendo vídeos sob demanda. A diferença? Tudo acontece pela internet, sem necessidade de cabos, antenas, satélites ou de visitas de instalação. “O YouTube TV é a TV reimaginada para a geração YouTube”, disse Christian Oestlien, diretor de produto do YouTube, ao anunciar a plataforma, em fevereiro. Os dois serviços estão disponíveis só nos EUA. Por enquanto, porém, parece precipitado afirmar que todos estão “cortando” a TV paga. Hoje, a TV ainda é importante no entretenimento do País: segundo dados da Kantar Ibope Media, o brasileiro assistiu no ano passado, em média, 6 horas e 17 minutos de televisão por dia, entre TV aberta e fechada. Recentemente, a TV paga tem perdido assinantes no País, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Porém, a queda acontece em tecnologias mais simples, como parabólicas e cabo, que sofrem cortes na crise econômica. Para Oscar Simões, presidente da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), o momento é de renovação, mas há espaço para a TV paga. “Haverá uma coexistência: hoje, já temos 35 canais pagos no Brasil que também oferecem streaming, vinculados à assinatura de TV”, diz Simões. Há quem discorde. “O modelo dos pacotes com inúmeros canais não fica mais de pé”, diz Mauro Garcia, presidente da Bravi, entidade que representa produtores brasileiros de audiovisual. Fonte: correio braziliense A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O streaming e a revolução no consumo de mídias ”. Leia também: Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de Redação ENEM 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet Tema de Redação: A importância da representatividade no Cinema e na TV Tema de Redação: A importância da música na vida das pessoas Tema de Redação: A importância da música na educação infantil 9 filmes para usar na redação
TEXTO 1 Inúmeros estudos demonstram uma inquietante verdade: a esmagadora maioria de diretores, atores, colaboradores, ou seja, trabalhadores da área cinematográfica – e pasme – até mesmo críticos, são homens. Tal pesquisa revela que “apenas 10,7% dos filmes analisados possuíam um elenco equilibrado de homens e mulheres – a proporção média encontrada foi de 2,25 atores para cada atriz”. O mesmo estudo apontou que um terço das atrizes trajam roupas provocantes ou estão parcialmente nuas nas filmagens. A desproporção atinge inclusive os bastidores: há uma média de 5 homens para cada mulher trabalhando na indústria cinematográfica. São apenas 9% de diretoras mulheres, contra 91% de diretores homens na atualidade. Na história do Oscar, apenas quatro mulheres já foram indicadas ao prêmio de Melhor Direção, enquanto somente Kathryn Bigelow saiu vencedora nesta categoria pelo filme “Guerra ao Terror”, de 2009. Não são apenas as mulheres que são deixadas de lado. Uma polêmica envolveu a cerimônia do Oscar do ano de 2016, que, pelo segundo ano consecutivo, não indicou nenhum negro para as categorias principais. O que dizer, então, acerca da participação de outras minorias, a exemplo dos transgêneros, que são massivamente ignorados: “Nenhum personagem transgênero apareceu nos 100 filmes de maior bilheteria de 2014”. Embora tais dados assustem, a indústria independente tem fornecido mais espaço a esses sujeitos. Um exemplo disso é Sense8, série da Netflix. Entre os protagonistas logo de cara se percebe a mencionada diversidade: uma mulher sul-coreana, que é de dia empresária e à noite lutadora; um ator de cinema mexicano e homossexual; uma indiana que se vê obrigada a seguir a tradição do casamento forçado; um negro humilde buscando sustento para a família em um país com alta criminalidade; a jovem hacker transexual que busca respeito e liberdade, entre outros. Fonte: cinematologia – representatividade minorias no cinema TEXTO 2 Nos anos 80, filmes de blaxploitation eram praticamente as únicas oportunidades para atores negros em Hollywood. Super-heróis eram brancos, altos e, de preferência, homens. Representatividade era uma palavra que definitivamente ainda não tinha entrado no vocabulário dos cinemas. Nunca foi preciso ser um gênio para perceber essa falta de diversidade nas telas. Para quem não vê facilmente a discrepância, um estudo realizado pela Universidade de Southern, na Califórnia, comprova a falta de espaço enfrentada pelos negros na mídia: nos cem títulos de maior bilheteria nos cinemas em 2016, os brancos representavam 70,8% dos papéis com falas, enquanto atores negros eram apenas 13,6% destes. O que vemos nas telas se reflete também na autoimagem do público, como mostra uma pesquisa de 2011 sobre a influência da televisão na autoestima de crianças. O estudo entrevistou 396 jovens americanos e chegou a uma conclusão impactante. Enquanto os meninos brancos viam sua autoestima aumentar após serem expostos a programas televisivos, crianças negras de ambos os sexos e meninas brancas passavam a ter uma imagem mais negativa sobre si após horas em frente à tela. Fonte: hypeness – o maior superpoder no cinema e levar a representatividade as telas A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A importância da representatividade no Cinema e na TV”. Leia também: Tema de Redação: Desafios do empreendedorismo feminino Tema de Redação: Racismo velado Tema de Redação: Desafios para superar a homofobia no Brasil Tema de Redação: A seletividade penal no Brasil Tema de Redação FUVEST 2018: Devem existir limites para a arte? Tema de redação: As altas taxas de feminicídio no Brasil Tema de Redação: Os relacionamentos abusivos em questão no Brasil