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Aqui exploraremos um tema fundamental para o nosso presente e futuro: energia e sustentabilidade. Nos dias atuais, a busca por soluções energéticas limpas e sustentáveis tornou-se uma prioridade global. Diante dos desafios ambientais e da necessidade de preservação dos recursos naturais, entender como a energia pode ser produzida e utilizada de forma responsável é essencial. Confira agora os textos motivadores sobre o tema: Texto 1 sobre energia e sustentabilidade: Uma revolução energética está em curso. Em 2015, pela primeira vez, mais da metade da capacidade de energia gerada em todo mundo foi originada de usinas eólicas e solares, superando a produzida por combustíveis fósseis, hidrelétricas e usinas nucleares. Essas informações constam do Relatório Mundial – Renováveis 2016, divulgado pela rede mundial de políticas em energia renovável – REN21 (www.ren21.net). As usinas solares e eólicas estão competindo com vantagens com as hidrelétricas, por necessitarem de menos investimento, serem construídas muito mais rapidamente do que as grandes barragens e serem muito menos agressivas ao meio ambiente. As usinas hidrelétricas que geram energia renovável predominam no Brasil como fontes geradoras de eletricidade, fato bastante positivo do ponto de vista do aquecimento global mas que, por outro lado, geram significativos impactos negativos ao meio ambiente onde são construídas as barragens, afetando não somente os ecossistemas, a sua fauna e flora, como expulsam indígenas de suas terras ancestrais. Fonte: https://www.pensamentoverde.com.br/colunistas/sustentabilidade-da-geracao-energetica/ Texto 2 sobre energia e sustentabilidade: Fonte: https://www.pensamentoverde.com.br/wp-content/uploads/2013/07/charge1.jpg Texto 3: De volta ao candeeiro e ao carro de boi Que tal dizermos agora aos milhões de brasileiros retirados da pobreza e que recém-ingressaram nas primeiras faixas do consumo que eles podem tudo, menos… consumir energia? Energia elétrica não brota dos roçados nem cai do céu, como a chuva. Precisa ser produzida, e é cara. As opções são poucas: as térmicas alimentadas por petróleo ou carvão, as usinas nucleares e as hidroelétricas, disponíveis em poucos países. O Brasil é um deles e dos mais ricos em recursos hídricos. Mas querem que desse recurso (limpo, renovável e menos caro) abramos mão, como querem que abramos mão da alternativa nuclear, embora sejamos possuidores de uma das maiores reservas de urânio do mundo. Mas saberão os inocentes do Leblon o que faz o governo quando a geração de energia elétrica, no Brasil derivada principalmente das hidroelétricas, não atenda à demanda? Aciona as termelétricas movidas a diesel ou carvão mineral, os termelétricas movidas a diesel ou carvão mineral, os campeões em emissão do CO², aumentando o aquecimento global. Em resumo: lutar contra hidrelétricas e usinas nucleares é defender a fonte fóssil. Não tem saída. Falar nas alternativas eólica ou solar em termos de alternativas para o país (produção em grande escala) é ignorar que essas fontes são ainda caras, tecnologias em desenvolvimento, mesmo pouco eficientes. Hoje, essas fontes geram 1.436 MW e podem chegar, em 2020, a 6.041 MW. Ora, isso representará apenas 3,59% do total de energia de que necessitaremos naquele ano. Basear nessas fontes nosso futuro energético… Voltemos para o candeeiro a azeite e ao carro de boi. Voltemos a nós, pois os ricos já estão comprando apartamentos em Miami. Fonte: AMARAL, Roberto. “De volta ao cadeeiro e ao carro de boi”. In revista CartaCapital. 13/12/2011 (fragmentos). Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Energia e sustentabilidade.

Texto 1 Fábio Malini, especialista da Universidade Federal do Espírito Santo, estuda esse fenômeno em larga escala e acredita que o “discurso de ódio” tem maior potencial para fazer “viralizar” determinadas opiniões. Eles proliferam porque há um alvo específico e, também, são pensados numa lógica de polarização. Uma realidade que foi mostrada no especial produzido pela BBC Brasil, intitulado “Democracia Ciborgue“, onde foi desvelada a atuação de perfis falsos nas Eleições brasileiras de 2014 para manipular a população. Entre os principais exemplos em que as “fake news” produziram efeito real, estão os plebiscitos sobre a saída do Reino Unido da União Europeia e sobre o acordo de paz entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, além das eleições nos EUA. Ganharam projeção nas redes conteúdos como a suposta notícia de que o papa Francisco havia apoiado Donald Trump na corrida eleitoral e a de que o ex-presidente Barack Obama não era americano, o que o motivou a divulgar a própria certidão de nascimento. Fonte: folhape – FAKE NEWS UMA NOVA AMEAÇA DEMOCRACIA Texto 2 […] Antes mesmo de se eleger presidente, Donald Trump elegeu para si e seus seguidores um inimigo. A imprensa e, fatalmente, a verdade. Menos de um mês depois de assumir a Casa Branca, Trump aninhou-se em sua ágora digital para trombetear, em um tuíte: “A mídia FAKE NEWS (os falidos @nytimes, @NBCNews, @ABC, @CBS, @CNN) não é minha inimiga, é inimiga do povo americano!”. Nomear um oponente forte e contra quem as pessoas possam facilmente se voltar é uma tática de exercício de poder tão antiga e universal quanto eficaz. A Revolução Francesa e os comunistas russos designaram “inimigos do povo” para justificar o uso da guilhotina, dos gulagui. Destacar o jornalismo profissional como esse inimigo tampouco é um recurso original – e é uma das maneiras mais eficientes de retroalimentar a polarização de uma sociedade. Nos Estados Unidos, Richard Nixon, que renunciou em 1974 emparedado pelo escândalo de Watergate, exposto pelo jornal Washington Post, foi feroz contra a mídia já no início dos anos 1960. Em 2006, Evo Morales, presidente da Bolívia, classificou como seus “inimigos número 1” a “maioria da mídia” – argumento recorrente de Hugo Chávez, da Venezuela. Daniel Ortega, da Nicarágua, chama repórteres de “filhos de Goebbels”. Trump soa, a essa altura, como uma paródia de populistas latino-americanos. Sua estratégia, porém, tem nuances que lhe conferem um grau diferente de sucesso. Uma distinção fundamental é a absoluta distorção que Trump emplaca do termo fake news. Primordialmente, fake news era a definição de postagens com conteúdo deliberadamente falso, travestido de notícia, espalhadas em redes sociais com um propósito espúrio – fosse de caçar cliques ou de influenciar uma eleição. O caso mais notório, não acidentalmente, são as fake news disseminadas pelo governo russo no Facebook e em outras plataformas em 2016, que beneficiaram Trump e o levaram à Casa Branca (“Papa Francisco choca o mundo, apoia Donald Trump para presidente” foi uma das mais compartilhadas). Trump, hoje sob poderosa investigação sobre como interagiu com os russos para se eleger, apropriou-se do termo fake news. Repetiu as palavras até esvaziá-las de sentido para, então, perverter seu significado em definitivo. Trump passou a classificar o noticiário sobre a investigação e qualquer outro desfavorável a ele como fake news. O êxito dessa tática pode ser verificado em comentários de notícias na internet e na réplica, pelo mundo, de políticos usando fake news para minar a imprensa que divulga informações que lhes prejudiquem. […] Fonte: epoca globo – como trump sequestrou os fatos e os travestiu de fake news Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Fake News no cenário político mundial. Confira mais temas: Tema de Redação: A importância do ensino à distância no Brasil Tema de Redação: 20 anos de ENEM Tema de Redação: Demarcação de terras e impactos na cultura indígena Tema de Redação: Poluição do ar e seus impactos na saúde da população

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de Redação: Os cuidados com a exposição na internet. Texto 1: Realizado pelo Portal Educacional e coordenado pelo psiquiatra Jairo Bouer, foi feito um estudo com adolescentes entre 13 a 17 anos que responderam sobre exposição via rede e relações virtuais. Diante dos resultados, Jairo e os pesquisadores chegaram a conclusão de que há vários comportamentos dos jovens a ser melhor entendido e discutido. […] O problema da exposição na rede e seus impactos foi um tema levantado no estudo. As respostas revelam que 36% costumam postar comentários na Internet e 71% costumam postar fotos, 7% já colocaram fotos ou filmes mais ousados na rede. Além de não se importar com as consequências dessas atitudes, os jovens também não usam ferramentas de segurança no próprio computador. 35% deles não usam filtros para impedir que qualquer um acesse as suas informações e quase 7% costumam abrir a webcam para pessoas que não conhecem. O conteúdo publicado na rede também traz problemas de relacionamento com o namorado(a) (17%) e amigos (19%). Além disso, 10% já enfrentaram problemas por causa de imagens ou posts publicados por outras pessoas na rede. […] A violência também foi abordada na pesquisa. Entre os entrevistados 69% concordam que o anonimato da Internet estimula as pessoas a ofenderem umas às outras, já 29% já fizeram algum comentário ou tiveram alguma atitude ofensiva com amigos ou desconhecidos na Internet. Adaptado de: https://vilamulher.uol.com.br/familia/filhos/pesquisa-alerta-para-os-riscos-da-exposicao-dos-jovens-na-internet-28130.html Texto 2: Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema de Redação: Os cuidados com a exposição na internet.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de Redação: Drogas ilícitas na sociedade contemporânea. Texto 1: O problema social das drogas ilícitas desafia o papel da entidade familiar e avoca a responsabilidade do Estado enquanto fomentador de ações e políticas públicas destinadas à satisfação dos direitos e garantias fundamentais do indivíduo. Difícil, então, é determinar uma técnica eficaz de repressão ao comércio desse tipo de substância, pois mesmo tipificado como crime, trata-se de uma fonte altamente rentável e sedutora. Argumenta-se que a sociedade contemporânea – pautada na informação – é fator determinante para a propagação do tráfico e abuso de drogas. Nesse contexto, exige-se uma atuação constante das instituições sociais (família e Estado) no processo de incentivo à educação e de construção de uma comunidade civil independente. Fonte: https://www.jornaldocomercio.com/site/noticia.php?codn=45303 Texto 2: A pesquisa “Panorama Nacional, a Execução das Medidas Socioeducativas de Internação” foi realizada pelo Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (DMF) e pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ). O levantamento foi realizado por uma equipe multidisciplinar que visitou, de julho de 2010 a outubro de 2011, os 320 estabelecimentos de internação existentes no Brasil, para analisar as condições de internação de 17.502 adolescentes que cumprem medidas socioeducativas de restrição de liberdade. Durante estas visitas, a equipe entrevistou 1.898 adolescentes internos. Fonte: https://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/04/75-dos-jovens-infratores-no-brasil-sao-usuarios-de-drogas-aponta-cnj.html Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema de Redação: Drogas ilícitas na sociedade contemporânea.

Texto 1 Os experimentos com animais, essa forma de tortura justificada em nome do avanço da ciência, estão sendo questionados com mais força nos últimos tempos. Não querem pôr fim a esta atitude só os grupos defensores dos direitos destes seres. Importantes membros da comunidade científica estão fazendo ouvir suas vozes para acabar com este verdadeiro maltrato a criaturas inocentes. Contrariando a opinião de muitos cientistas a respeito de que a experimentação com animais deve ir sendo eliminada de maneira gradual, o Dr. John Pippin afirma que os experimentos com animais podem ser detidos neste mesmo momento e sem custo algum para o avanço científico. Especialista em cardiologia nuclear, John Pippin é também diretor de assuntos acadêmicos do Comitê de Médicos por uma Medicina Responsável. […] Pippin considera que utilizar animais em testes de laboratórios contradiz a ética e é um erro grave. Assinala que este tipo de pesquisas são cruéis e – em muitas ocasiões – fatais. O profissional explica que os resultados de ensaios com animais, de forma geral, têm uma aplicabilidade muito baixa nos seres humanos e, além disso, implicam a utilização de importantes somas de dinheiro. Por tais motivos, não deveriam realizar este tipo de experimento com animais, mesmo se não houvesse alternativas. No entanto, sim, há alternativas. Fonte: meus animais – cientistas-querem-eliminar-experimentos-animais/ Texto 2 “O uso de animais em experimentos não é opcional. Existem situações em que eles simplesmente não podem ser substituídos”, diz Silvana Gorniak, pesquisadora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP que realiza pesquisas com roedores para estudar o potencial terapêutico e tóxico de diversas substâncias naturais. Seu estudo atual é sobre a planta Solanum malacoxylon, conhecida popularmente como espichadeira. “Quando consumida naturalmente, ela é tóxica. Estamos estudando se o seu princípio ativo, usado em quantidades menores e controladas, pode funcionar como um substituto da vitamina D”, explica. Para descobrir se o potencial terapêutico da planta pode se reverter em tratamentos reais, é necessário realizar testes em modelos animais. Caso a substância seja testada diretamente em cobaias humanas, o risco para os voluntários é imenso. […] Ao contrário do que tem sido apregoado por ativistas nos últimos dias, o uso de modelos animais — mesmo pequenos roedores — é importantíssimo para o estudo de doenças em seres humanos. “O camundongo é pequeno, fácil de reproduzir, tem um curto ciclo de vida e regeneração rápida, o que o torna uma ótima cobaia. Seu genoma é muito parecido com o humano, o que ajuda a responder muitas perguntas, principalmente da área genética”, afirma a geneticista Mariz Vainzof, coordenadora do Laboratório de Proteínas Musculares e Histopatologia Comparada do Centro de Estudos do Genoma Humano da USP. Fonte: veja abril – uso de animais em experimentos não é opcional diz pesquisadora Texto 3 Fonte: Charge Online A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Experimentos com animais: condenáveis ou justificáveis?”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Leia também: Tema de redação: As principais dúvidas do homem pós-moderno Tema de redação: A dificuldade de lidar com a morte Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: Cooperativismo como alternativa social

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de Redação: Responsabilidade Ambiental. Texto 1: Foram entrevistados 2.269 brasileiros de todas as regiões do Brasil para medir suas práticas sobre o que é ou não ambientalmente responsável e o que é considerado ou não benéfico para o meio ambiente e à saúde do Planeta. Entre as nossas pequenas atitudes ambientalmente incorretas em nosso cotidiano, * 56% não colocam o lixo reciclável no compartimento adequado; * 68% não trocam o carro por outro meio de transporte * 70% fazem impressões sem necessidade * 84% tomam banhos de mais 4 minutos * 84% jogam lixo nos lugares errados * 94% usam as abomináveis sacolas plásticas distribuídas nos supermercados * 96% deixam a torneira aberta ao escovar os dentes Pois é, os dados são ameaçadores, resultado de pesquisa, mas devemos considerar que esta é uma tendência consolidada nos hábitos e padrões do brasileiro em relação aos seus pensamentos e atitudes para com o meio ambiente. Temos que perceber que nossa visão de mundo e nossas atitudes precisam mudar para uma consciência ambiental compatível com as necessidades do mundo atual. Seria muito cômodo para nós todos, esperar que um grande “Zelador do Ecossistema” venha à Terra e corrija os nossos abusos ambientais. Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/blogs/giro-sustentavel/a-responsabilidade-ambiental-e-social-do-cidadao-sustentavel/ Texto 2: Fonte: Conexão Ambiental Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de Redação: Responsabilidade Ambiental.

Texto 1 De 2015 para 2016, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer passou de 75,5 para 75,8 anos, o que representa um acréscimo de três meses e onze dias. Esse indicador mostra o tempo médio de vida das pessoas que nasceram em um determinado ano. Entre os estados brasileiros, Santa Catarina é o que apresenta a maior esperança de vida (79,1 anos), logo em seguida estão Espírito Santo (78,2 anos), Distrito Federal (78,1 anos) e São Paulo (78,1 anos). Além desses, Rio Grande do Sul (77,8 anos), Minas Gerais (77,2 anos), Paraná (77,1 anos) e Rio de Janeiro (76,2 anos) são os únicos que possuem indicadores superiores à média nacional. No outro extremo, com as menores expectativas de vida, estão os estados do Maranhão (70,6 anos) e do Piauí (71,1 anos). Fonte: Ibge Texto 2 Com a expectativa de vida do brasileiro, sobem as despesas do governo com aposentadoria. Ainda não dá para calcular qual será o impacto, mas, seja qual for, só deve aumentar um problema: o deficit, que tem se aprofundado desde 2011. “Em consequência das medidas de desoneração da folha, que desaceleraram o crescimento da receita previdenciária, mas não desacelerou, no mesmo passo, a trajetória de pagamento dos benefícios previdenciários. Por isso, o deficit da previdência nesse ano deve fechar provavelmente acima de R$ 60 bilhões”, aponta Felipe Salto, economista da Tendências Consultoria. Do ponto de vista das contas públicas, o aumento da expectativa de vida dos brasileiros significa que a previdência terá de pagar benefícios para mais gente e por mais tempo. Ou seja: precisa de mais dinheiro. Mas em um momento como esse de baixo crescimento, a arrecadação cai. O fator previdenciário é um mecanismo criado há 15 anos para tentar equilibrar as contas da previdência. À medida em que a expectativa de vida sobe, aumenta também a quantidade de anos que o contribuinte tem que trabalhar para receber o mesmo benefício. Agora que o brasileiro vive mais, também vai ter que trabalhar mais antes de se aposentar. “Quando ele aposenta, por exemplo, com 35 anos de trabalho e 55 anos de idade, ele ainda está muito longe daquela expectativa de vida. E por ele estar muito longe, em tese, ele vai receber um benefício menor por mais tempo”, diz Rodolfo Ramer, especialista em direito previdenciário. “O que precisa haver é crescimento econômico. Quanto mais crescimento, maior a formalização, maior a geração de emprego, o governo consegue arrecadar mais, e isso ameniza a trajetória de deficit”, aponta o economista Felipe Salto. Adaptado de: https://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2014/12/aumento-na-expectativa-de-vida-traz-um-grande-impacto-na-aposentadoria.html Texto 3 Fonte: amarildocharge A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O aumento da expectativa de vida como desafio no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Leia também: Tema de redação: A realidade da mortalidade infantil no Brasil Tema de redação: Os desafios da Educação Inclusiva no Brasil Tema de redação: Memória e a preservação do patrimônio cultural Tema de redação: Os desafios para manter um sistema de saúde público no Brasil

Texto 1: O mundo vive atualmente a mais grave crise de refugiados desde o fim da II Guerra Mundial, em 1945. São 65,6 milhões de pessoas que foram obrigadas a deixar seus lares, fugindo de guerras, conflitos internos, perseguições políticas e violações de direitos humanos. A maioria dos refugiados vem da África e do Oriente Médio. A Guerra da Síria é a maior responsável pelo crescimento neste atual fluxo. Desde 2011, o país enfrenta uma sangrenta guerra civil que parece longe de terminar. Estima-se que o conflito no país governado pelo ditador Bashar al-Assad já matou mais de 250 mil pessoas e provocou o deslocamento de outras 5,5 milhões, o que corresponde a um quinto da população do país. Fonte: guia do estudante – aumento de refugiados provoca grave crise humanitária entenda Texto 2: Dos 10,1 mil refugiados acolhidos pelo governo brasileiro durante 10 anos, mais da metade pode ter deixado o país após a imigração. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (11) pelo Ministério da Justiça e apontam que apenas 5,1 mil deles permanecem em território nacional. Os demais estão com o registro inativo na Polícia Federal. Solicitações de refúgio Somente em 2017 o Brasil recebeu 33,8 mil solicitações de refúgio. Mais da metade são de venezuelanos que deixaram o país de origem por motivações econômicas e políticas. De janeiro a dezembro do ano passado foram 17,8 mil pedidos de refúgios feitos por essa nacionalidade ao Ministério da Justiça. Adaptado de: g1 globo – mais da metade dos refugiados reconhecidos pelo brasil podem ter deixado o país Texto 3: Fonte: Pe Nxtt A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: A Crescente Descrença no Pensamento Científico. Texto 1: O movimento antivacinação tem proliferado nos últimos anos, principalmente, por meio do ativismo propagado nas redes sociais. A falsa segurança (decorrente da ausência de surtos), o medo de reações colaterais à vacina e a difusão de informações falsas são as principais causas. A saúde pública no Brasil é extremamente precária, entretanto, a política de vacinação implantada pelo Sistema Único de Saude não só se mostrou eficiente, mas um modelo de prevenção para diversos países. Essa eficiência, portanto, foi responsável pela erradicação da Poliomelite e redução de outras doenças a níveis ínfimos; o que fez com que muitos negligenciassem a importância da vacinação e questionassem sua real eficácia. Há, por parte de vários pais, certo receio em relação aos efeitos adversos das vacinas, já que, comumente, desencadeiam pequenas reações alérgicas nas crianças. Por mais que lhes doam o sofrimento dos filhos, esse é menos nocivo que o impacto de doenças e epidemias. Embora tal atitude fosse mais esperada em camadas pouco instruídas ou pobres da população, jovens de classe media, com alta escolaridade e acesso à informação estão entre os principais adeptos da antivacinação. Se a predileção por terapias alternativas (homeopatia, florais, cristais, “reiki” e benzeduras etc), tem suplantado a “crença” em vírus, fungos e bactérias, quem sofre riscos e/ou danos permanentes de doenças triviais – já que vacináveis, – são as crianças não imunizadas. […]A proliferação do movimento antivacina comprova a atual demonização do conhecimento científico. A promoção do discurso do medo, da ignorância e do obscurantismo necessita, portanto, ser combatida com uma educação que garanta um olhar mais crítico sobre as mídias e a realidade. Fonte: https://redacaoemrede.blogspot.com.br/2017/10/redacao-tema-o-movimento-antivacinacao.html Texto 2: Durante muitos séculos, a humanidade acreditou que a Terra era plana. Era o pensamento mais lógico para o cidadão comum da Idade Média, que via um mundo plano à sua frente e não algo que remetesse a uma superfície esférica. Por mais que a ciência tenha provado que estamos mesmo habitando um gigantesco globo, ainda tem uns malucos por aí que insistem em dizer que essa ideia de planeta redondo é tudo uma conspiração. Tanto que há até um grupo organizado de pessoas que acreditam nessa teoria. A Sociedade da Terra Plana existe desde 2004 e possui apenas 200 membros, mas conta com um site próprio e várias explicações que reforçam seu ponto de vista sobre a forma da Terra — com direito até mesmo a uma biblioteca sobre o tema, uma galeria de mapas e fóruns para que os participantes discutam suas teorias. Há também uma loja com produtos relacionadas a isso tudo, mas todos os itens estão fora de estoque. É claro que há muita piada nisso tudo, mas também há aqueles que levam a discussão toda muito a sério. Segundo o vice-presidente da Sociedade, Michael Wilmore, muitos associados participam apenas para ter um certificado engraçado em suas paredes, mas outros têm uma crença legítima sobre o assunto e que ele mesmo acredita nisso de verdade. Para Wilmore, esse ponto de vista é resultado de um processo de “introspecção filosófica e uma quantidade considerável de dados” que ele observou. Fonte: https://canaltech.com.br/ciencia/entendendo-a-loucura-de-quem-acredita-que-a-terra-e-plana-56783/ Texto 3: Fonte: https://profjosepsantos.files.wordpress.com/2011/03/os_metodos.gif Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema: A Crescente Descrença no Pensamento Científico.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico. Texto I […] A história de Angela se repete entre de muitas outras pessoas trans que sofrem com a falta de reconhecimento. Ela percebeu que vivendo na rua estava diretamente exposta a riscos que hora ou outra a levariam à morte. Diante disso, foi em busca de um trabalho que a proporcionasse condições mais estáveis e arrumou uma posição como office-boy em um cartório em São Carlos, interior de São Paulo. À época, ela ainda não tinha todas as características femininas, o que acredita ter facilitado sua admissão. Ficou lá por 15 anos e aproveitou o período para fazer faculdade e especialização, enquanto construía sua identidade dentro do trabalho, “com muitos enfrentamentos”, como ela mesma destaca. “Saí de lá já como Angela, com nome e identidade afirmados e consolidados”. Foi a partir dessa vivência que percebeu a importância do trabalho para sua autoafirmação e para a afirmação social também. Devido ao preconceito e a baixa escolaridade, grande parte dessas pessoas não consegue uma oportunidade no mercado de trabalho. E, mesmo as graduadas e aptas a exercerem uma profissão de alto desempenho, por vezes são recusadas por sua identidade de gênero, o que não deixa outra opção: muitas acabam na prostituição. “Você tem mais de 90%, isso é um dado da ANTRA [Associação Nacional de Travestis e Transexuais], mais de 90% de travestis e transexuais vivendo unicamente da prostituição. Isso é um aprisionamento social. A sociedade designou que esses seres humanos não possuem potencialidades para exercer outra função que não seja o trabalho sexual, aí elas são colocadas como objeto”, critica Angela.[…] Fonte: https://economia.estadao.com.br/blogs/ecoando/transgenero-transexual-travesti-os-desafios-para-a-inclusao-do-grupo-no-mercado-de-trabalho/ Texto II Em 1999, a goiana Rafaela Damasceno foi uma das primeiras transexuais a entrar em uma universidade pública no Brasil. A estudante, que tinha na época 23 anos, ingressou no curso de geografia da Universidade Federal de Goiás (UFG) cheia de esperanças e com o objetivo de seguir na carreira acadêmica. O preconceito e a intolerância de colegas e até de professores, porém, a obrigaram a abandonar o sonho e a sair da faculdade sem diploma. […] “Se não fosse o ódio, eu não tenho dúvidas, hoje, eu seria doutora”, desabafa. Rafaela conta que, logo nas primeiras semanas de aula, percebeu que seriam tempos complicados. “No começo, era só eu passar que as pessoas se cutucavam, apontavam. Como se eu fosse um bicho.” As manifestações de preconceito se tornaram mais frequentes, e a dor de Rafaela aumentava. “Me chamavam de aberração”, diz, com a voz embargada, mesmo depois de tantos anos. A gota d’água, que a fez desistir do sonho de ser uma educadora, foi motivada pela atitude de uma professora. “Durante uma aula, ela falou que tinha gente na sala que deveria estar em um salão de beleza ou em uma cozinha, não em uma universidade”, conta a hoje ativista dos direitos humanos. O trauma foi tão grande que Rafaela nunca se sentiu capaz de retomar os estudos. “Lembro de tudo e sinto medo. Não sei se consigo voltar a uma sala de aula.” Fonte: https://especiais.correiobraziliense.com.br/violencia-e-discriminacao-roubam-de-transexuais-o-direito-ao-estudo Texto III […] Para Cristian, que hoje vive em Curitiba, a maior parte das lembranças da escola, quando ainda vivia como menina, são de ameaças de colegas e funcionários. “Uma inspetora disse para eu ir embora, porque ninguém gostava de mim lá”, conta ele. Além de lhe acarretar uma depressão, a hostilidade o fez interromper os estudos duas vezes. Formado, Cristian hoje espera a mudança do nome na carteira de identidade para começar uma faculdade. Violência e preconceito explicam a incorreta associação entre identidade de gênero e vontade pessoal. São também as razões da alta evasão escolar identificada por profissionais da educação. “Muitos não conseguem concluir nem o Ensino Fundamental, e 99% não chegam à universidade”, explica a professora transgênero Marina Reidel, autora de dissertação de mestrado na UFRGS sobre a trajetória de professores travestis e transexuais (que buscam correção cirúrgica para o que veem como distorção anatômica). Sem acesso ao estudo e, consequentemente, ao mercado de trabalho, a maioria cai na prostituição. […] Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/03/apesar-do-aumento-de-vagas-jovens-tem-dificuldades-para-o-1-emprego.html Texto IV Fonte: https://www.revistaovies.com/questoes-lgbts/2015/04/pessoas-trans-escolas-e-universidades/ Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico.

O tema de redação “A questão da água no Brasil” aborda um assunto de extrema importância e urgência, uma vez que o acesso à água potável é essencial para a sobrevivência e qualidade de vida das pessoas. No contexto brasileiro, a questão da água envolve uma série de desafios e demanda ações efetivas para garantir a disponibilidade e o uso sustentável desse recurso natural. Confira abaixo textos motivadores sobre o tema: Texto 1 sobre a questão da água no Brasil “[…]a ONU – Organização das Nações Unidas, lançou o Relatório Global sobre Desenvolvimento e Água 2014. O documento prevê que, em 2030, haverá necessidade de se aumentar em 35% a produção de alimentos, 40% a mais de água e 50% a mais de energia, todos interligados e interdependentes. Para isso, segundo o estudo, são necessárias a urgente adoção de políticas e marcos regulatórios capazes de reconhecer como prioridades absolutas as áreas de água e energia. Outros dados bastantes críticos divulgados no relatório da ONU dão conta de que 768 milhões de pessoas não tem acesso à água tratada e 2,5 bilhões vivem em condições sanitárias inadequadas. “ Fonte: carta capital – todo dia é dia da água apesar das constantes negações Texto 2 “’Dos 172 conflitos registrados no Brasil em 2016, segundo a CPT, 58 foram em Minas, dos quais 54 motivados pelo “rompimento da barragem da Samarco/Vale/BHP Billiton’, diz o relatório. ‘Cada comunidade afetada gerou um conflito’, explica o coordenador da CPT em Minas, Edivaldo Ferreira Lopes.A pesquisa ‘Conflitos pela Água’ registra problemas não apenas em Mariana, mas em toda a calha do rio Doce em Minas e no Espírito Santo, onde as brigas aumentaram 240% depois do rompimento. ‘A tragédia foi em 2015 e os conflitos continuaram em 2016, afetando comunidades inteiras que ficaram sem água até para beber. Tirou o sustento de muita gente, como dos pescadores’, conta Lopes.Segundo ele, 93% dos conflitos em Minas envolvem mineração. As hidrelétricas respondem praticamente sozinhas pelos outros 7% registrados. Lopes explica que outros motivos, como brigas com fazendeiros, existem, mas raramente são registrados por atingirem menos pessoas.Sem contar a barragem de Fundão, o maior conflito registrado neste ano no Estado foi em Turmalina, no Alto Jequitinhonha, envolvendo comunidades rurais e a siderúrgica Aperam BioEnergia, que produz eucalipto para carvão. A empresa teria enterrado defensivos tóxicos próximo a uma nascente e análises comprovaram a contaminação do solo, segundo a CPT. A empresa disse ter analisado a água e afirma que não há indícios de contaminação. Fonte: otempo – conflitos por água disparam depois de tragédia de mariana Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: A questão da água no Brasil.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil. Texto I DST no Brasil As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo. Em ambos os sexos, tornam o organismo mais vulnerável a outras doenças, inclusive a aids, além de terem relação com a mortalidade materna e infantil. No Brasil, as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) de infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa, a cada ano, são Sífilis:100 000 Gonorreia: 541.800 Clamídia: 967.200 Herpes genital: 900 HPV: 400 Fonte: Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. Portal sobre aids, infecções sexualmente transmissíveis e hepatites virais Texto II Com cada vez mais jovens fazendo sexo de forma desprotegida, o número de ocorrências de doenças sexualmente transmissíveis tem aumentado consideravelmente no Brasil, na esteira do que já acontece no mundo. Segundo dados do Ministério da Saúde, apenas 56,6% dos brasileiros entre 15 e 24 anos usam camisinha com parceiros eventuais. A falta de prevenção no início da vida sexual vem preocupando o órgão, afirma Adele Schwartz Benzaken, diretora do Departamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. “Nos últimos anos, temos observado que a população mais jovem está reduzindo o uso do preservativo”, diz ela à BBC Brasil. No Brasil, a epidemia de HIV/Aids é considerada estabilizada, mas vem avançando entre os mais jovens. Na última década, o índice de contágio mais que dobrou entre jovens de 15 a 19 anos, passando de 2,8 casos por 100 mil habitantes para 5,8 casos. Também aumentou na faixa etária entre 20 a 24 anos, chegando a 21,8 casos a cada 100 mil habitantes. […] As campanhas de prevenção miram, sobretudo, o alto número de pessoas no Brasil que têm HIV, mas ainda não sabem – aproximadamente 112 mil brasileiros – e os cerca de 260 mil que vivem com o vírus mas ainda não se tratam, aumentando o risco de propagação da doença. Apesar de o principal foco continuar sendo a prevenção de HIV/Aids, especialistas alertam para o risco de propagação de outras doenças, como HPV, herpes genital, gonorreia, hepatite B e C e, especialmente, sífilis. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-39093771 Texto IV Fonte: https://jornalhorah.com.br/ministerio-da-saude-alerta-foliao-para-o-uso-da-camisinha-no-carnaval A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil, apresentando proposta de solução, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
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