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    Filtros:Temas de redação
    reinserção de ex presidiários
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema: A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira

    Veja mais uma dica de tema que o Redação escolheu para você! A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema: A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1:  “Odair José Borges está preso há oito anos. Pelas suas contas, deixará o presídio de Curitibanos, localizado na cidade catarinense de São Cristóvão do Sul, em 2017, por conta da remissão da pena obtida com seu trabalho de atividades gerais na administração da unidade prisional. Terá 35 anos. O tempo na prisão não foi, porém, totalmente desperdiçado. ‘Hoje estudo matemática, física e história. E estou no ensino médio’, diz, orgulhoso. ‘Pretendo sair e fazer um curso profissionalizante. Eu ainda não sei exatamente o quê, só sei que quero tocar minha vida para a frente.’ A penitenciária de Curitibanos, na qual Borges cumpre pena, é uma exceção no medieval sistema carcerário do Brasil. Na unidade todos trabalham e têm oportunidade de estudar. Nascido em família pobre, um de oito irmãos, o detento mal completou a quarta série do ensino fundamental. Culpa da distância entre sua casa e a escola e da necessidade de trabalhar para complementar a renda da família. Chegou a atuar como ajudante de produção em uma fábrica da Perdigão, antes de, segundo ele, ‘cometer um erro’. Seu maior receio é não ser aceito no mercado de trabalho quando deixar a cadeia. ‘Sempre dá aquele medo da rejeição, mas estou me preparando para reconstruir minha vida.’” Fonte Texto 2: “Nos corredores da Associação de Proteção e Amparo aos Condenados (Apac) de Itaúna (MG), é difícil diferenciar presos e funcionários. Todos usam o mesmo tipo de roupa, têm a mesma aparência saudável e ninguém está dentro das celas. Não há agentes penitenciários armados. Essa estrutura é replicada em quase 40 unidades prisionais pelo Brasil. Enquanto no sistema penitenciário comum 70% dos egressos voltam a cometer crimes segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na Apac esse número não ultrapassa 15%, de acordo com o mesmo órgão. Em 42 anos de existência, suas unidades nunca registraram uma rebelião ou assassinato.” Fonte Mande sua redação com o Tema: A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira para correção!

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    05 de mai. de 2016
    Social Media Logotype Background
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de redação: uso das redes sociais

    Veja mais essa dica de tema que o Redação traz para você! As redes sociais, entre elas facebook e twitter, têm sido tema de amplos debates no que se refere a seu uso. É comum encontrarmos notícias, editoriais e artigos de opinião (também chamados de artigos assinados) que discutem esse assunto. O artigo de opinião é um texto em que o autor expõe seu ponto de vista, sustentado, geralmente, em dados e opiniões de outros autores/fontes, com o objetivo de convencer o leitor. Veja excertos que tratam do tema redes sociais: O psicólogo e diretor de segurança da Safernet Brasil, Rodrigo Nejm, preparou 10 dicas de segurança para você. Uma dessas dicas é a seguinte: “Pense duas vezes antes de publicar – Lembre-se de que uma rede social é um espaço público e que toda informação que você colocar lá vai ficar disponível para grande parte dos usuários. São amigos dos amigos dos amigos… Por isso é muito importante pensar bem no tipo de informação que vai publicar e evitar exposição desnecessária.” Fonte A internet se desenvolveu de tal forma nos últimos tempos que foi proporcionando  aos poucos a criação de diversos meios e serviços que ajudaram a democratizar a informação. Fez também com que grande parte da população do globo tivesse rápido acesso a vários tipos de informações e pudesse compartilhar essas informações através das redes sociais de comunicação e interação, ao mesmo tempo e em tempo real de forma livre. (Victor Seiji Endo. Redes sociais: a democratização da informação e comunicação) Fonte Especialista em Direito Eletrônico/Direito Digital, o advogado Rafael Fernandes  Maciel vem estudando muito o tema e faz alertas sobre esse assunto que julga de extrema relevância. Ele afirma que as pessoas podem dizer o que quiserem em sites como Twitter e Facebook, desde que não atinjam direitos dos outros. Fonte Considerando esses excertos, elabore um artigo de opinião sobre o uso das redes sociais no mundo contemporâneo.

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    02 de mai. de 2016
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de redação: violência nas escolas

    Veja mais um tema que o Redação escolheu para você! Texto I Professor sob ameaça por Tory Oliveira Após aumento de casos, sindicatos criam centrais de atendimento a docentes vítimas de violência física e psicológica dentro da escola  Desde fevereiro de 2011, uma funcionária do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais passa o dia ao lado do telefone. Sua missão é receber e registrar denúncias de agressão feitas por docentes. O disque-denúncia foi uma das soluções encontradas para ajudar o professor mineiro a enfrentar esse tipo de situação. “Já era do nosso conhecimento a violência no ensino público, mas as evidências de acontecimentos em escolas particulares nos preocuparam”, explica o presidente do Sinpro/MG, Marco Eliel. O assassinato do professor de Educação Física Kássio Vinícius Castro Gomes, atacado por um aluno a facadas nos corredores do centro universitário em que lecionava na  capital mineira,  em  dezembro  de  2010,  também ajudou  a  catalisar   o   lançamento  de   uma campanha contra a violência  nas  escolas.  De lá  para  cá,  foram  registradas  131  denúncias. Segundo Eliel, uma a cada três dias. No Rio Grande do Sul, o Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro/RS) criou o Núcleo de Apoio ao Professor Contra a Violência (NAP) no fim de 2007. “A razão foi o aumento do número de relatos de sofrimento”, conta Cecília Maria Martins Farias, diretora do Sinpro e coordenadora do NAP. Trata-se de uma equipe multidisciplinar responsável por oferecer assessoria psicológica e jurídica. O centro atende a cerca de 40 pessoas por ano. Pesquisa realizada pelo sindicato gaúcho revelou que, para 37% dos entrevistados, as direções  das escolas são omissas em relação à violência. Para 80% dos 440 docentes do ensino privado ouvidos, o encaminhamento é insatisfatório. Na opinião da coordenadora do NAP, são poucas as escolas privadas que enfrentam a questão. “É importante que haja momentos para falar sobre o assunto com a comunidade escolar.” Professora universitária do Rio Grande do Sul, C. A., de 40 anos, buscou os serviços do NAP após anos de hostilidade por parte de colegas e de omissão por parte da diretoria. “Ninguém se preocupa, acham que é frescura de mulher. A gente é considerada louca”, contou emocionada a docente, que não quis se identificar. Por causa de disputas políticas dentro da universidade, C. passou a ser alvo de um grupo que assumiu seu antigo cargo. Quando resolveu registrar um  boletim de ocorrência, ouviu da direção que o problema era dela. “O silêncio é a pior coisa. Sofri agressões e virei motivo de piadas.” […] Reflexo social A agressão ao professor não é algo isolado, mas fruto de uma  relação  violenta  que  se  estabelece entre o corpo discente, entre alunos e professores, entre o sistema educacional e os estudantes ou mesmo entre a escola e a comunidade. “Essa questão é algo complexo e sistêmico”, analisa Patrícia Constantino, pesquisadora do Centro Latino Americano de Estudos de Violência e Saúde da Fiocruz. “A escola está inserida numa sociedade que identifica a violência como forma de resolver conflitos”, afirma a doutora em Psicologia pela USP, Luciene Tognetta. Segundo a organizadora do livro É Possível Superar a Violência nas Escolas?, os conflitos nas instituições de ensino são agravados pela  “terceirização” da  educação  dos  estudantes.  A família,  tradicionalmente   responsável   pela formação moral dos alunos, já não dá conta desse processo, analisa. Já para a psicanalista e doutora em educação Roseli Cabistani, a violência é uma questão social. “A escola é testemunha e palco de um ‘sintoma social’, algo que extrapola e é uma denúncia do mal-estar na educação e na sociedade.” […] Fonte Texto 2 Fonte: Cícero Texto 3 SP: quase metade dos professores já sofreu alguma agressão nas escolas Pesquisa em São Paulo, que ouviu 1.400 docentes, mostra que 84% conhecem algum caso de violência onde lecionam O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) divulgou nesta quinta-feira uma pesquisa sobre a violência praticada nas escolas estaduais de 167 municípios. Os índices mostram que 44% dos 1.400 professores ouvidos já sofreram algum tipo de violência na escola. A agressão verbal é a forma mais comum de ataque, tendo atingido 39% dos docentes, seguida de assédio moral (10%), bullying (6%), agressão física (5%), discriminação (5%) e furto (5%). No total, 84% dos profissionais ficaram sabendo, em 2012, de casos de agressão nas escolas onde lecionam e 57% as consideram violentas. Em média, quem mais sofre violência escolar são os educadores do sexo masculino que lecionam no ensino médio: 65% deles foram agredidos de alguma forma. A taxa mais baixa é para o professor homem do ensino fundamental um – um em cada quatro docentes foi violentado. De acordo com 95% dos entrevistados, o principal autor da violência na escola é o próprio aluno, que também é a maior vítima, como dizem 83% dos profissionais. […] Quando perguntados sobre quem deve ser o principal colaborador para reduzir a violência na escola, 35% afirmaram que a tarefa cabe aos pais ou responsáveis, enquanto 25% disseram que a própria escola deve tomar a iniciativa. Nesse quesito, o estudo mostra que 71% das escolas menos violentas possuem algum tipo de campanha contra a violência escolar, contra 57% nas escolas  mais violentas. Fonte Com base nos textos acima, no seu conhecimento e na pesquisa que você fará sobre o tema, redija um texto dissertativo-argumentativo que reflita sobre a violência nas escolas brasileiras.

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    28 de abr. de 2016
    Tema - A banalização do vírus HIV
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Proposta de redação: a banalização do vírus HIV nos dias atuais

    Confira mais uma dica de tema do  Redação Online para você! Texto 01  “[…] Mas a queda da taxa de mortalidade pode causar uma errônea  banalização da Aids. Apenas no primeiro semestre de 2014, 65 novos casos foram registrados em Franca e região pelo Programa Municipal DST/Aids. Segundo dados do Programa, 60% dos diagnósticos são de pessoas heterossexuais, 50% tem dos diagnosticados têm idade entre 21 a 35 anos, e o número de homens portadores do HIV é o dobro do total de casos registrados entre as mulheres.” Fonte Texto 02 Com o sucesso dos coquetéis anti-Aids, nos anos 90, os pacientes deixaram de receber sentenças de morte ao serem diagnosticados. No entanto, os bons resultados do tratamento parecem ter tornado a sociedade mais complacente e os cuidados com a prevenção diminuíram. O Brasil vem registrando uma média de 38 mil novos casos por ano e de mil mortes por mês. O médico infectologista Jean Gorinchteyn acredita que os índices podem ser ainda maiores. O Ministério da Saúde obriga que seja feita uma notificação de testes que derem positivo para o vírus HIV em qualquer estabelecimento do país, seja na rede pública ou privada. “Esses números vão realmente expressar a realidade”, aponta o especialista.Ele destaca que a população jovem é a mais vulnerável. “Eles têm informação e acesso ao preservativo, mas não usam. Tratamento, na cabeça das pessoas, é igual a cura. Essa visão distorcida faz com que haja uma banalização dos riscos”, afirma Gorinchteyn. O infectologista ressalta que muitos jovens deixam de usar camisinha após quatro ou cinco relações com a mesma parceira, sem, no entanto, fazer exames sorológicos. Texto 03  Jovens como o morador de Rio do Sul fazem parte de um grupo que gera preocupação em Santa Catarina. O número de pessoas de 15 a 19 anos portadores da doença saltou 56% no Estado de 2012 a 2013. Desde o início deste ano    até outubro, foram 50 novos casos diagnosticados. Para a gerente de Vigilância das DST/aids e Hepatites Virais da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, Ingrid Bittencourt, há uma certa banalização da aids, porque com a medicação e tratamento, muitos acreditam que o vírus não leva o paciente à morte: Estamos retomando essa conversa, porque aids mata. Se não se cuidar, realmente Mas se o paciente tratar,  pode ter qualidade de vida. Assim como o Estado, Florianópolis é a segunda Capital no país em número de casos detectados. A gerente de Vigilância Epidemiológica de Florianópolis, Ana Cristina Vidor, afirma que houve um relaxamento no uso da camisinha. No início, todos os grupos sociais tinham medo da doença e começamos a perceber mudanças de comportamento e o crescimento no uso de Agora, o uso está muito menor que outros anos. Fonte Texto 04  “Doença comum” Hoje, vivemos uma terceira onda de como a Aids é apresentada no Brasil. As últimas políticas anunciadas indicam que o caminho governamental para o enfrentamento passa por duas ordens claras: descubra o mais rápido possível, e não transmita à ninguém. Alheio à realidade das pessoas que vivem com HIV, principalmente nas questões apontadas pela sociedade civil organizada, o governo federal investe cada vez mais em ações fáceis, desprezando anos de avanços na concepção de saúde aliada a direitos humanos. Assistimos a propostas curiosas, como o fim do aconselhamento na testagem e a venda de kits de autotestagem em farmácias e outros locais. Um resultado que impacta fortemente a vida de uma pessoa acaba ao lado de sabonetes e cotonetes. Na ânsia de localizar o vetor transmissor do HIV, várias organizações da sociedade civil estão sendo cooptadas para esta prestação de serviços ao Ministério da Saúde, testando pessoas vulneráveis sem garantia de retaguarda de tratamento. Os ativistas dessas organizações contam apenas com um treinamento raso. Além disto, a sucessiva insistência de transferência do atendimento especializado para a atenção básica e a mudança recente do esquema de medicamentos – fornecendo remédios fortes para a pessoa com diagnóstico positivo, independente do seu quadro de saúde – são fatores de culpabilização e de responsabilização à pessoa que vive com HIV ou com Aids. Vivemos um tempo de banalização da própria vida com aumento da violência e dos crimes institucionais, com a ampliação do descaso do Estado e com a queda da intersetorialidade como preceito de saúde pública mais ampla. Vivemos também um tempo de banalização da Aids. Se antes o medo se destacava, e depois venderam a ideia do controle, hoje nota-se a estratégia de tornar banal um resultado positivo. A resposta do momento é totalmente medicamentosa. Saúde pública sem direitos humanos respeitados é mero higienismo disfarçado, que gera banalização de coisas sérias e respostas meramente artificiais e limitadas. Fonte

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    25 de abr. de 2016
    Tema de redação: situação política do Brasil
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de redação: situação política do Brasil

    Confira mais uma dica de tema do  Redação Online para você! Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: situação política do Brasil. Texto 1  A Câmara dos Deputados elegeu na tarde desta quinta-feira (17), em votação aberta, os 65 integrantes da comissão especial que primeiro analisará o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O prazo inicial para apresentar os nomes era até 12h, mas foi prorrogado até 13h (veja a lista com os integrantes da comissão ao final desta reportagem). A comissão foi eleita por 433 votos a favor e apenas 1 contrário, do deputado José Airton Cirilo (PT-CE). “Está eleita a comissão especial destinada a dar parecer quanto à denúncia contra a senhora presidente da República”, anunciou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), às 15h48. Pela proporcionalidade das bancadas, PT e PMDB serão os dois partidos com mais integrantes na comissão, 8 cada. O PSDB terá 6 representantes. Cunha também anunciou que está convocada para as 19h desta quinta uma sessão em um dos plenários das comissões para a eleição de presidente e relator da comissão do impeachment. Segundo o presidente da Câmara, 45 dias é um “prazo razoável” para concluir toda a tramitação do processo de impeachment na Casa. Fonte Texto 2 Apesar do crescimento do tamanho do protesto contra a presidente Dilma Rousseff, o perfil dos manifestantes que foram à avenida Paulista neste domingo (13) se manteve elitizado. Os dados são de pesquisa do Datafolha feita por meio de 2.262 entrevistas durante o ato. A exemplo das outras grandes manifestações contra Dilma ao longo do ano passado, os manifestantes deste domingo tinham renda e escolaridade muito superiores à média da população. Segundo o instituto, a maioria dos participantes eram homens e com idade superior a 36 anos. Disseram que possuem curso superior 77% dos entrevistados, enquanto no município o índice é de 28%. O patamar é praticamente o mesmo do aferido pelo Datafolha em outras quatro manifestações pelo impeachment em São Paulo. Fonte Charge Faça uma redação sobre Tema de redação: situação política do Brasil e nos envie!

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    18 de abr. de 2016
    Atualidades: Estado Islâmico, parte 1
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Atualidades: Estado Islâmico, parte 1

    Já imaginou se umas questões do vestibular citar algo sobre o Estado Islâmico? Ou então se for tema de redação, o que você diria? Como vêm sendo um tema de atualidade, todos tem comentado, viemos explicar o porquê o Estado Islâmico é a organização terrorista mais poderosa do mundo. Origem A organização começou no Iraque e ficou conhecida como Al Qaeda no Iraque (AQI). O grupo agia contra as tropas dos EUA, que estavam presentes desde 2003 no território iraquiano, com o pretexto de combater o terrorismo, e os xiitas locais. Depois de dominar o território da Síria, em 2014 passou a ser chamado de Estado Islâmico (EI). O grupo hoje é liderado por Abu Bakr al-Baghdadi, o califa. O califado O califado é uma referência aos antigos impérios Islã surgidos após a morte do profeta Maomé. Como eles seguem rigidamente a lei islâmica – a sharia – são governados pelo califa, que são sucessores de Maomé genéticamente (como acreditam os xiitas) ou levantado pelo povo (como pregam os sunitas). O califa é a autoridade máxima, tanto política como religiosa. Iraque e Síria A base do EI encontra-se principalmente no norte da Síria e do Iraque. Mas o líderes não ficam por lá. O grupo dominou essas áreas por que não havia autoridade forte o suficiente que os detivessem. Quando os Estados Unidos se retirou do Iraque em dezembro de 2011, provocou um vácuo de segurança. O EUA estava com uma intervenção militar no país desde 2003. Recrutamento Como todo exército, eles também precisam de soldados dedicados. Apesar de serem um grupo radical que praticam o terrorismo, o EI não tem dificuldade de recrutar voluntários que lutem por sua causa. No Iraque, o EI recebeu membros do antigo Exército de Saddam Hussein, desfeito após a deposição do ditador, em 2003. O EI atrai voluntários de todas as partes do mundo, inclusive do Ocidente. Muçulmanos desiludidos com a segregação e a falta de oportunidades aceitam engrossar as fileiras do EI com a promessa de salvação. Utilizando tecnologias de comunicação que vão de vídeos no YouTube a revistas online, o grupo manipula o discurso religioso para incitar o ódio e atingir seus objetivos políticos. Fonte Guia do Estudante Não esqueça de sempre conferir o nosso blog para estar por dentro das atualidades que podem cair no Enem, vestibulares e concursos públicos! Além disso, treine depois a escrita e garanta que tenha dominado esse tema e a sua nota máxima!

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    29 de fev. de 2016
    Tema de redações: Sistemas de saúde
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de redações: Sistemas de saúde

    Veja um tema para você treinar suas redações, que a equipe do Redação escolheu! As famílias brasileiras financiam a maior parte das despesas de saúde no país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Do total gasto em 2007, cerca de 128 bilhões de reais (57,4%) vieram dos bolsos dos cidadãos, ante 93 bilhões de reais (41,6%) provenientes do setor público. Venha ver sobre Tema de redações: Sistemas de saúde. O problema é que tanto o serviço público quanto o privado desafiam a saúde e o fôlego dos brasileiros. O maior estorvo, é claro, está no atendimento oferecido pelo governo. De acordo com levantamento realizado junto a secretarias de saúde de sete capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e Curitiba), ao menos 171.600 pessoas estão na fila para fazer uma cirurgia eletiva – procedimento agendado, que não possui característica de urgência. A demora para a realização de um procedimento ortopédico, por exemplo, pode levar até cinco anos. A qualidade do serviço também é influenciada pela insatisfação dos médicos que trabalham para o Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o Instituto Brasileiro para Estudo e Desenvolvimento do Setor de Saúde, em média, a remuneração dos profissionais da área pública é metade da paga pela privada. Em alguns casos, a diferença é exorbitante: uma equipe de seis profissionais recebe 940 reais do SUS por cirurgia, enquanto receberia até 13.500 reais dos planos de saúde. Frente a esse quadro, cresce ainda mais a importância da discussão acerca do sistema público de saúde – alimentado com o dinheiro que sai do bolso do contribuinte. Mas que, em geral, não trata bem esse cidadão. Com base no texto motivador acima, escreva uma redação sobre o Tema de redações: Sistemas de saúde.

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    11 de fev. de 2016
    Tema de redações: Humanos e animais
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de redações: Humanos e animais

    Veja um tema para você treinar suas redações, que a equipe do Redação escolheu! INSTRUÇÃO: Leia atentamente os textos seguintes e faça uma redação sobre Tema de redações: Humanos e animais. Dose pra cachorro  Remédios de gente agora também são usados para melhorar a qualidade de vida dos animais  Duda Teixeira Os animais de estimação costumam ficar parecidos com seus donos — e a semelhança não se limita a trejeitos e hábitos. Muitos cães, que passam o dia confinados em apartamento, empanturrando-se de comida, tornam-se obesos e sofrem de depressão. Natural, então, que compartilhem os remédios criados para os seres humanos. No início deste ano, a Food and Drug Administration (FDA), agência que controla a venda de alimentos e de remédios nos Estados Unidos, deu aval a dois novos medicamentos para cães. O primeiro deles, que começará a ser vendido pela Pfizer neste mês, pretende combater a obesidade canina. Atua de maneira análoga à de alguns inibidores de apetite vendidos em farmácias, que limitam a absorção de gordura no intestino. O outro medicamento é uma goma de mascar com irresistível (para os cães) sabor de bife, que traz na composição a fluoxetina, a mesma substância do antidepressivo Prozac. A Eli Lilly, fabricante do produto, estuda outros seis remédios baseados, em parte, em moléculas utilizadas em medicamentos para humanos. Todos são esperados para os próximos quatro anos. O  interesse  dos  grandes  laboratórios  farmacêuticos   nos  animais  de estimação explica-se pelo potencial de consumo. Nos Estados Unidos, existem quase 163 milhões de cães e gatos, cujos donos gastam 5 bilhões de dólares anualmente  com seus companheiros.  Nos últimos cinco anos, a FDA aprovou mais de duas dúzias de remédios para esses animais, muitos deles bem parecidos com similares criados para uso humano. Na verdade, o homem e o cão compartilham a mesma fisiologia básica. “Em geral, os medicamentos liberados para uso humano foram testados antes em animais”, diz o zootecnista Alexandre Rossi,  de  São  Paulo.  A  diferença  desses  novos  remédios  em  relação  à farmacologia veterinária tradicional está no fato de que não pretendem simplesmente curar doenças. Seu objetivo é melhorar a qualidade de vida dos bichos, atacando alguns problemas crônicos, como ansiedade, excesso de peso, má digestão ou tosse. (Veja, 09.05.2007.) Arrastão tira cachorros de praias do litoral norte As Sociedades de Bairros de São Sebastião querem conscientizar donos sobre perigos causados por animais. Lei proíbe a presença de bichos nas areias, mas proprietários nem ligam. As 16 sociedades de bairro das praias de São Sebastião, litoral norte, fazem hoje um arrastão advertindo sobre o perigo representado pelos cães na areia. Uma lei municipal proíbe a entrada de animais na praia, mas poucas pessoas respeitam a regra. É o caso da decoradora Mey Freitas, que não abre mão de levar seu cão de estimação à praia de Boiçucanga. “Todo mundo adora o ‘Caco Antibes’.” Segundo ela, o maior problema é com os cães vira-latas. “Meu cachorro não faz xixi nem cocô na areia.” Ela admite que prefere pagar multa a deixar o cachorro em casa. Para a Sociedade Amigos da Praia de Maresias (Somar), a falta de fiscalização e punição contra este tipo de atitude é o maior inimigo de seus projetos. “Mas hoje vamos alertar a população”, diz o presidente da Somar, José Roberto Praça de Menezes. Castração de animais — “Além de causar doenças e morder os banhistas, os animais rasgam os sacos de lixo espalhando sujeira pela praia toda”, alerta a secretária da sociedade, Ana Maria de Oliveira. “Além de passeatas, nós também fazemos uma campanha de castração de animais. Quem leva o bicho ao posto veterinário ganha uma camiseta.” (O Estado de S.Paulo, 27.01.2001.) Rock da cachorra Eduardo Dussek — Leo Jaime Uauuu, uauuu, uauuu… Ahhh… Uauuu, uauuu, uauuu… Ahhh… Baptuba, uap baptuba Baptuba, uap baptuba Baptuba, uau uau uau uau uau Troque seu cachorro por uma criança pobre (Baptuba, uap baptuba) Sem parente, sem carinho, sem ramo, sem cobre (Baptuba, uap baptuba) Deixe na história de sua vida uma notícia nobre Troque seu cachorro (uauuu) Troque seu cachorro (uauuu) Troque seu cachorro (uauuu) Troque seu cachorro (uauuu) Troque seu cachorro por uma criança pobre Tem muita gente por aí que está querendo levar uma vida de cão Eu conheço um garotinho que queria ter nascido pastor-alemão Esse é o rock de despedida pra minha cachorrinha chamada “Sua-mãe” É pra Sua-mãe (é pra Sua-mãe) É pra Sua-mãe (é pra Sua-mãe) É pra Sua-mãe (é pra Sua-mãe) É pra Sua-mãe Esse é o rock de despedida pra cachorra “Sua-mãe” Seja mais humano, seja menos canino Dê guarita pro cachorro, mas também dê pro menino Se não um dia desses você vai amanhecer latindo Uau, uau, uau Proposta de Redação Baseando-se em sua experiência e nos textos apresentados nesta prova, escreva uma redação, no gênero dissertativo, sobre o seguinte tema: HÁ EXAGERO NA RELAÇÃO ENTRE HUMANOS E ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO? Faça uma redação com o Tema de redações: Humanos e animais e nos envie!

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    04 de fev. de 2016
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Proposta de redação: reféns do tempo

    Leia os textos abaixo e faça uma redação com a Proposta de redação: reféns do tempo. Texto 1 A sensação dos dias de poucas horas O ano passou rápido? Não dá para cumprir todas as obrigações dentro dos prazos? O dia parece cada vez mais curto? Por que não se tem mais tempo para nada? O estilo de vida atarefada e a dificuldade de conciliar compromissos profissionais com relações sociais dão uma nítida impressão de que o tempo voa. Dentre os principais motivos para que isso aconteça está o aumento de tarefas e obrigações que as pessoas se envolvem nos dias de hoje. Cria-se, assim, uma sensação pessoal de que há cada vez menos tempo para si. Florival Scheroki, doutor em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo e psicólogo clínico, explica: “Há realmente essa impressão de que o tempo se acelerou. Na realidade, é uma percepção que as pessoas têm que não cabe, no tempo disponível, tudo aquilo que elas têm que fazer”. Maria Helena Oliva Augusto, professora do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, concorda: “É como se o ritmo do tempo se acelerasse. Na verdade, a percepção temporal muda por conta dos inúmeros compromissos que estão presentes no cotidiano, que fazem não se dar conta de perceber o tempo de maneira mais tranquila”. A sensação dos dias de poucas horas – Revista Espaço Aberto, Janeiro/Fevereiro de 2012. Extraído e adaptado de https://www.ip.usp.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=3330%3Aasensacao-dos-dias-de-poucas-horas&catid=46%3Ana-midia&Itemid=97&lang=pt Texto 2 […] Então começa mais um dia, sempre a mesma correria Em algum momento parecia aquele Show de Truman Sempre as mesmas notícias, traficantes e polícias Terroristas, extremistas, bombas do Talibã E todo mundo atrás do troco, mal se vê, se falam pouco Cada um com um fone louco, vendo Face ou Instagram No ritmo acelerado com a sensação de sugado E aquilo que tem sonhado cê deixou pra amanhã, não […] Rael. Hoje é dia de ver Trecho extraído de: https://www.vagalume.com.br/rael/hoje-e-dia-dever.html#ixzz3rD8tiwe5 Texto 3 Texto 4 Todos os dias quando acordo Não tenho mais o tempo que passou Mas tenho muito tempo Temos todo o tempo do mundo Todos os dias antes de dormir Lembro e esqueço como foi o dia Sempre em frente Não temos tempo a perder […] Legião Urbana. Tempo perdido. Trecho extraído de: https://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/tempoperdido.html#ixzz3rDB4MlIW Com base nos textos apresentados acima, produza uma dissertação sobre o tema: SOMOS REFÉNS DO TEMPO. Faça uma redação e nos envie para correção com o Redação Online!

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    27 de nov. de 2015
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Proposta de redação: Variação e preconceito linguístico

    Venha ver sobre Proposta de redação: Variação e preconceito linguístico! Texto 01 A variação linguística é um fenômeno que acontece com a língua e pode ser compreendida por intermédio das variações históricas e regionais. Em um mesmo país, com um único idioma oficial, a língua pode sofrer diversas alterações feitas por seus falantes. Como não é um sistema fechado e imutável, a Língua Portuguesa ganha diferentes nuances. O português que é falado no Nordeste do Brasil pode ser diferente do português falado no Sul do país. Claro que um idioma nos une, mas as variações podem ser consideráveis e justificadas de acordo com a comunidade na qual se manifesta. As variações acontecem porque o princípio fundamental da língua é a comunicação, então é compreensível que seus falantes façam rearranjos de acordo com suas necessidades comunicativas. Os diferentes falares devem ser considerados como variações, e não como erros. As variações linguísticas acontecem porque vivemos em uma sociedade complexa, na qual estão inseridos diferentes grupos sociais. Alguns desses grupos tiveram acesso à educação formal, enquanto outros não tiveram muito contato com a norma culta da língua. Podemos observar também que a língua varia de acordo com suas situações de uso, pois um mesmo grupo social pode se comunicar de maneira diferente, de acordo com a necessidade de adequação linguística. Prova disso é que você não vai se comportar em uma entrevista de emprego da mesma maneira com a qual você conversa com seus amigos em uma situação informal, não é mesmo? Apesar de algumas variações linguísticas não apresentarem o mesmo prestígio social no Brasil, não devemos fazer da língua um mecanismo de segregação cultural, corroborando com a ideia da teoria do preconceito linguístico, ao julgarmos determinada manifestação linguística superior a outra, sobretudo superior às manifestações linguísticas de classes sociais ou regiões menos favorecidas. (A variação linguística – A língua em movimento. Extraído e adaptado de https://www.portugues.com.br/redacao/variacao-linguistica-lingua-movimento.html). Texto 02 Não existe homem sem língua. Mesmo as pessoas com deficiências diversas adotam um sistema de comunicação. Quem é surdo, por exemplo, usa a linguagem de sinais. Sendo assim, não existe razão para que tenhamos preconceito com relação a qualquer variedade linguística diferente da nossa. Preconceito linguístico é o julgamento depreciativo, desrespeitoso, jocoso e, consequentemente, humilhante da fala do outro ou da própria fala. O problema maior é que as variedades mais sujeitas a esse tipo de preconceito são, normalmente, as com características associadas a grupos de menos prestígio na escala social ou a comunidades da área rural ou do interior. Historicamente, isso ocorre pelo sentimento e pelo comportamento de superioridade dos grupos vistos como mais privilegiados, econômica e socialmente. O preconceito linguístico – o mais sutil de todos eles – atinge um dos mais nobres legados do homem, que é o domínio de uma língua. Exercer isso é retirar o direito de fala de milhares de pessoas que se exprimem em formas sem prestígio social. Não quero dizer com isso que não temos o direito de gostar mais, ou menos, do falar de uma região ou de outra, do falar de um grupo social ou de outro. O que afirmo e até enfatizo é que ninguém tem o direito de humilhar o outro pela forma de falar. Ninguém tem o direito de exercer assédio linguístico. Ninguém tem o direito de causar constrangimento ao seu semelhante pela forma de falar. (O preconceito linguístico deveria ser crime. Extraído e adaptado de https://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI110515-17774,00-O+PRECONCEITO+LINGUISTICO+DEVERIA+SER+CRIME.html) Texto 03 Escreva uma redação sobre Proposta de redação: Variação e preconceito linguístico e nos envie para correção!

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    20 de nov. de 2015
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