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Se você é dessas pessoas que só em pensar em fazer a redação do concurso público já fica com vontade de chorar, não pode perder nossas dicas. Redação em concurso público não é todo esse mistério que se ouve por aí. Claro, você precisa se organizar e colocar a redação em sua rotina de estudos. Para te ajudar nesse momento tão difícil, listamos alguns itens que você não pode deixar de lado, vamos lá? Nos preparativos para o concurso: Edital: Leia o edital do concurso com atenção. Certamente, você vai encontrar algumas diretrizes do que o concurso espera dos candidatos quanto a redação.Histórico de provas: Busque as provas anteriores do concurso que pretende seinscrever, assim você consegue se familiarizar com a proposta de texto e os tipos de temas que costumam cair. Fazendo a prova de redação no concurso Rascunho: rascunho não é perda de tempo. Ele pode ser um grande aliado para que você possa organizar suas ideias e revisar a redação antes de passar para a folha da prova. Letra feia: Não há problema em escrever em letra de forma, o importante é que o corretor consiga entender o seu texto. Tamanho do texto: Geralmente, os concursos pedem para que a redação seja feita em um espaço de 30 (trinta) linhas. O que passar desse número não vai ser lido pelos corretores, será desconsiderado. Atente-se também quanto ao número mínimo de linhas,esse número varia de concurso para concurso. Gramática: Atente-se a aspectos gramaticais. O domínio da normal culta é cobrado nessas provas. Por isso, tome cuidado com deslizes de grafia, regência verbal, pontuação, entre outros. Rotina de estudos Se você é concurseiro e está se preparando para as provas, vale a pena se inscrever em um curso preparatório para redação de concursos, seja presencial ou online. Uma das opções é entrar no site e ver qual a melhor forma de praticar sua escrita e ainda contar com a correção feita por professores especializados.Isso vai ajudar a você perceber os pontos em que seu texto precisa melhorar, além de ter uma avaliação profissionais de sua redação. O ideal é que você escreva pelo menos uma redação por semana, aprimorando sua escrita ao longo do tempo. Redação só se aprende praticando. Foque no seu objetivo final e boa sorte!

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO COM O Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 […] A prática de esportes não é apenas um símbolo de cuidado com a saúde. Os esportes têm sido, cada vez mais, uma ferramenta de integração e inclusão social. Nos últimos anos é expressivo o aumento de alunos e de projetos esportivos destinados aos jovens das classes populares, financiados ou não por instituições governamentais e privadas. Durante a prática esportiva, crianças e jovens aprendem muito mais que as técnicas que envolvem o esporte. Aprende-se a ter respeito pelas regras e pelos outros jogadores, agregam-se o entendimento, o convívio com o coletivo, a resoluções de conflitos, o esforço e responsabilidade. Nesse contexto, vale ressaltar que o esporte, quando aliado à educação, é uma poderosa ferramenta da proteção social e resgate de crianças e jovens em situação de risco, pois, quando não estiverem na escola, diminuindo o ócio e evitando o risco de estarem nas ruas, convivendo e aprendendo “o que não devem”. Um grande exemplo desse tipo de ação social é o Instituto Ayrton Senna (IAS), que, através do Programa Educação pelo Esporte, já atendeu mais de 80 mil crianças e jovens de baixa renda no Brasil. Entretanto, é preciso entender o esporte, acima de tudo, como um instrumento pedagógico capaz de agregar valor à educação, ao desenvolvimento das individualidades, à formação pessoal para a cidadania e à orientação para a prática social. Fonte: blog do janguie – educação e esportes poderosas ferramentas de integração Texto 2 Fonte: blog enem Texto 3 Em 2016, o “país do futebol” recebe seu segundo megaevento esportivo em dois anos, os Jogos Olímpicos. Interesse pela prática de esportes não é difícil encontrar no brasileiro e talvez por isso o esporte apareça em inúmeros programas de inclusão social, em um país que ocupa a 75ª posição do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), calculado pela Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com a Organização, a desigualdade social é um dos elementos que mais pesa na classificação brasileira. Sair do senso comum sobre os benefícios do esporte e avaliar a efetividade desses programas têm sido objeto de estudos de acadêmicos que alertam para a supervalorização do esporte como sendo uma atividade capaz de resolver todos os problemas. Políticas públicas Nos últimos anos o número de projetos educacionais ligados ao esporte tem aumentado, mas sua promoção não é exatamente nova. Entre as décadas de 1930 e 1940, a ditadura de Getúlio Vargas é o primeiro governo a criar políticas públicas para o esporte como prática social. Vargas cria o Conselho Nacional de Desportos (CND) e a primeira lei para o esporte brasileiro. A medida é classificada por pesquisadores da área como uma forma de burocratizar o setor, distante do entendimento de esporte como direito social. No período militar avança o incentivo ao esporte de alto rendimento e também como uma atividade “de massa”, “de lazer”. Na década de 1980, a premissa de aumentar a experiência da criança na escola coloca o esporte, não como apêndice, mas como eixo norteador das atividades, prática que acaba virando lei na Constituição de 1988. Um marco nas políticas públicas para o esporte aconteceu com a criação do Ministério do Esporte, em 2003, no primeiro ano do governo Lula. A partir daí houve um aumento de programas sociais ligados ao esporte. “Na virada do milênio, os projetos e programas ofertados por prefeituras, governos estaduais e pelo governo federal aumentam significativamente em relação aos projetos da iniciativa privada, fruto de maior aporte de recursos públicos para essa finalidade”, escreve Cláudio Kravchychyn em sua pesquisa de doutorado. Apesar disso, não há um acompanhamento sistemático dos programas para mensurar sua efetividade na promoção da inclusão social e raramente eles têm continuidade, aponta o pesquisador. A inclusão é possível? Para o pesquisador da UFRJ, o crescimento do número de projetos de inclusão social nas últimas décadas expressa uma reorganização do sistema capitalista e das funções que se espera do Estado. Crítico a esses programas, ele afirma que muitos deles acabam cumprindo a função de acomodar uma parcela da força de trabalho que não teria espaço no mercado formal de empregos. Nesse sentido, os programas educacionais e de formação profissional acabam se constituindo em um fim em si, “uma inserção possível nos marcos do atual contexto de expropriação do capitalismo. Pensar em uma inclusão a partir de um sistema estruturalmente excludente me parece uma impossibilidade”, afirma. Em de uma perspectiva de mudança do cenário social, Kravchychyn considera que é preciso tomar cuidado para não haver uma supervalorização do esporte como solução para tudo: gravidez precoce, uso de drogas, violência. “Ele pode auxiliar nessas questões, mas, ao mesmo tempo, tem que fazer parte de uma série de ações pensadas para além disso. Os atletas noticiados pela mídia podem ser exemplos da influência positiva do esporte, mas, por outro, dependendo do seu comportamento, pode acontecer o contrário. Cabe aos professores e especialmente. aos coordenadores pedagógicos dos programas sociais conduzir o esporte de forma mais realista, de forma a oferecer ferramentas educacionais às crianças”, finaliza. Fonte: pre univesp – esporte inclusão social A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social, apresentando proposta de intervenção que respeite

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Escreva sobre o Tema de Redação: Meios para superar o analfabetismo funcional. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 São chamados de analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. No Brasil, conforme pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, embora sejam tecnicamente alfabetizados. Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf. Desenvolver métodos que priorizem o letramento é fundamental para que o analfabetismo funcional seja superado, e para isso é inquestionável a importância do trabalho conjunto entre pais e professores. Engana-se quem acredita que cabe somente à escola o papel de alfabetizar e letrar, visto que o letramento é uma prática presente em diversas situações do cotidiano, envolvendo não apenas a leitura tecnicista de textos, mas também o desenvolvimento da criticidade e capacidade de elaborar opiniões próprias diante dos conteúdos acessados. A aprendizagem deve ser universalizada, propiciando assim que todos os leitores atinjam o nível pleno da alfabetização funcional. Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm Texto 2 Fonte: Lute Texto 3 QUEM SÃO OS ANALFABETOS FUNCIONAIS Analfabetos: não conseguem realizar tarefas simples envolvendo leitura de palavras e frases. Alguns conseguem ler números. Rudimentares: possuem a capacidade de localizar informações em textos curtos, escrever e ler números em unidades e realizar operações matemáticas simples, como pagamentos com dinheiro em pequenas quantias ou tirar medidas utilizando réguas e fita métrica. FUNCIONALMENTE ALFABETIZADOS Elementares: selecionam informações em textos diversos e de extensão média, fazendo pequenas inferências. Resolvem problemas matemáticos com números em ordem de milhar que exigem planejamento, como o total de uma compra ou troco. Comparam e relacionam gráficos e tabelas envolvendo assuntos domésticos ou cotidianos. Reconhecem também valores negativos, grandezas e pontuações em textos. Intermediários: em relação ao letramento, conseguem localizar informações em diversos tipos de textos, bem como interpretá- los; fazem sínteses de textos diversos e reconhecem figuras de linguagem. Quanto ao numeramento, resolvem problemas envolvendo interpretação e planejamento, tendo etapas sucessivas, como juros, proporções e porcentagens. Proficientes: não possuem restrições para compreender e interpretar textos em situações usuais, lendo e analisando textos de maior complexidade. Conseguem diferenciar fato de opinião, avaliando também o contexto. Na matemática, interpretam tabelas e gráficos com mais de duas variáveis, compreendendo elementos como escala, tendências e projeções. Fonte: https://www.nexojornal.com.br/grafico/2016/11/21/A-evolu%C3%A7%C3%A3o-do-analfabetismo-funcional-no-Brasil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Meios para superar o analfabetismo funcional, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

A prova de redação do vestibular da Universidade Federal do Paraná reserva algumas diferenças, quando comparada as demais provas Brasil afora. Por mais que ela costume pedir um texto dissertativo, o aluno tem apenas 12 (doze) linhas para desenvolver o seu texto

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO – Tema de Redação: Limites do humor x Liberdade de expressão O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 Até que ponto o humor pode ser protegido pela liberdade de expressão? Ainda que a Constituição proteja amplamente a manifestação do pensamento, a criação e a expressão, não parece razoável que, sob o véu da liberdade de expressão, seja possível propagar discursos que, de alguma forma, incentivem o ódio e a violência contra uma pessoa, grupo ou instituição. O direito fundamental à liberdade de expressão deve ser protegido na exata medida que outros direitos fundamentais, como o direito de ser diferente (oriundo do direito à igualdade) e os direitos da personalidade, como a honra, a imagem e a intimidade. No caso concreto, deve o intérprete ponderar os direitos em conflito e, de forma fundamentada, determinar qual grupo de interesses deve prevalecer. A liberdade de expressão é um princípio fundamental da democracia, mas precisa estar harmonizada com outros princípios da mesma grandeza. Não se pode, evidentemente, limitar de forma indevida a liberdade de expressão e a liberdade de fazer humor, sob pena de se silenciar discursos relevantes, como críticas sociais e políticas, mas também é inadmissível se admitir a expressão de discursos que incentivem o ódio e a discriminação de minorias. Há limites para o humor? A resposta para a questão acima parece depender tanto das concepções subjetivas do intérprete sobre o que é ou não ofensivo ou de mau gosto quanto do valor que ele atribui para a liberdade de expressão. Seria possível classificar uma piada como inteligente, rude ou chula? Cabe ao julgador decidir se a piada valeu ou se o tipo humor praticado é de bom ou de mau gosto? Pelo texto constitucional, parece razoável que o julgador analise com maior rigor o tratamento dado para questões relacionadas à raça, gênero, sexualidade e religião, justamente por serem temas bastante delicados e que gozam de ampla proteção no ordenamento jurídico. Nos dias atuais, em determinados casos, é possível notar tanto alguns excessos quanto alguma suscetibilidade exagerada. Uma crítica ou sátira mais cáustica pode ser capaz de provocar uma discussão sem fim em mídias sociais e gerar repercussões nos mais diversos meios, o que nem sempre é negativo, mas deve se dar de forma razoável e respeitosa. Em certos momentos, parece necessário colocar alguns limites ao discurso humorístico. Mas de onde viriam tais limites? Respondo: da própria Constituição Federal, especialmente de seus artigos 3º e 5º. É possível limitar o humor quando, por exemplo, ele incentivar preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; for ofensivo a uma determinada religião ou crença; violar de forma injustificada e desproporcional a intimidade, a vida privada, a honra ou a imagem de uma pessoa; e incentivar discriminações ou discursos racistas. Recorda-se, aqui, o caso de uma mãe norte-americana que luta para ver removidos memes que usam fotos de seu filho de 3 anos, Grayson Smith, que sofre com diversas doenças graves, como epilepsia, apneia, um defeito no coração e protuberâncias do tecido cerebral em várias partes do crânio. Não é necessário ir muito longe para achar memes que gozam com o aspecto de uma criança. A filha de um famoso empresário, lamentavelmente, já teve diversas imagens suas utilizadas dessa forma. Além de observar a proteção constitucional oferecida a determinados bens, é recomendável que se analise também determinadas questões, como a conduta da vítima, se evitou a brincadeira ou se provocou a outra parte, mesmo já conhecendo a forma de humor praticada por ela; a forma como o humor é comumente expresso naquele programa ou publicação; e o contexto da piada, uma vez que o caráter cômico do programa ou da publicação pode vir a atenuar a gravidade daquilo que é exposto. Fonte: https://feed.itsrio.org/humor-e-liberdade-de-express%C3%A3o-vale-tudo-3f3e2177b0cc Texto 2 Texto 3 VALOR DA INDENIZAÇÃO DOBRA, E RAFINHA BASTOS TERÁ QUE PAGAR R$ 320 MIL A WANESSA POR PIADA O apresentador Rafinha Bastos foi notificado, no último dia 28 de outubro, a pagar R$ 320 mil de indenização à cantora Wanessa Camargo, ao marido dela, o empresário Marcus Buaiz, e ao filho, José Marcus, de 4 anos, no processo que a família move contra o humorista desde 2011, por causa de uma piada feita por ele enquanto Wanessa estava grávida do primeiro filho. De acordo com o advogado da família Camargo, Manuel Alceu Affonso Ferreira, o valor atualizado da indenização (com os juros e correções) é, hoje, mais que o dobro da quantia de R$ 150 mil estipulada pela Justiça em junho de 2015. A defesa de Wanessa informou ao EXTRA nesta segunda-feira que Rafinha ainda não pagou o valor da idenização e que tem um prazo de 15 dias úteis (até o dia 22 de novembro) para fazer o depósito de R$ 320 mil. O humorista não pode mais recorrer da decisão da Justiça. O episódio entre Rafinha e Wanessa aconteceu durante o programa “CQC”, quando o humorista fez uma piada ao vivo falando que “comeria ela e o bebê”. O processo corre na 18ª Vara Cível da Justiça de São Paulo desde então. Em 2012, Rafinha foi condenado a pagar 30 salários mínimos, sendo dez para cada autor da ação (pai, mãe e filho). Ele recorreu da decisão, que foi negada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em 2015, a Justiça determinou que o apresentador teria que pagar R$ 150 mil à cantora. Na ocasião, Rafinha chegou a fazer piada da situação em seu Facebook, publicando um cheque destinado à cantora Sandy. “Ok. Perdi. Hora

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO – Tema de Redação: Ações para o uso racional de medicamentos O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 Quem nunca tomou um remédio sem prescrição médica para curar uma dor de cabeça ou febre? Independente da resposta, vale dizer que o Brasil é recordista em automedicação. A pesquisa O Comportamento da Dor do Paulista, realizada em 2014 pelo Instituto de Pesquisa Hibou, identificou que o brasileiro da região sudeste é o que mais se automedica de forma indiscriminada e sem medo das consequências. Apenas 8% dos entrevistados nunca se automedicaram. Segundo o estudo, as dores que mais afetam os cidadãos são a de cabeça (42%), a da lombar (41%), a da cervical (28%) e a nas pernas (26%). O grande problema no uso indiscriminado de medicamentos é a intoxicação. Neste caso, o problema afeta os brasileiros desde 1994, segundo o Conselho Federal de Farmácia. Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a automedicação levou para o hospital mais de 60 mil pessoas entre 2010 e 2015. Outra preocupação refere-se à combinação inadequada dos produtos. Ou seja, o uso de um remédio em concomitância com outro pode anular ou potencializar o efeito ou, em situações mais graves, a ingestão incorreta ou irracional dos medicamentos também pode levar à morte. É o que explica o otorrinolaringologista Jessé Lima Júnior. “O que mais preocupa é a ingestão dos antibióticos. O uso deles pode aumentar muito a resistência bacteriana, e a gente sempre ouve muito sobre as superbactérias, que acabam resultando em muita complicação dentro e fora dos hospitais”, comenta o médico. “Dr. Google” Jessé Júnior lembra que, embora a internet tenha facilitado o acesso às informações, nem sempre o que está presente na web é confiável. Ele cita o caso de pacientes que chegam ao consultório com ideias prévias e, muitas vezes, errôneas sobre os sintomas, inclusive indicando tratamentos. “Isso se agrava quando se tratam de problemas de saúde que requerem medicamentos de uso controlado”, diz o otorrino. Consciência Especialistas lembram que alguns medicamentos analgésicos, que são livres de prescrição médica, podem ser guardados em casa, desde que acomodados em local arejado e longe do alcance das crianças. Menores de 5 anos representam cerca de 35% dos casos de intoxicação por remédios. Se, por um lado, a automedicação é um problema cultural, quem se automedica o faz, muitas vezes, pela dificuldade de acesso aos serviços públicos de saúde. É o que observa Tarcísio Palhano, assessor da diretoria do Conselho Federal de Farmácia. A recomendação é que o cidadão não permaneça sofrendo com dores. Ele aconselha, no entanto, que se evite tomar analgésicos por conta própria como se fosse uma prática de vida. “Vemos pessoas madrugando em filas, em postos e em hospitais para conseguir uma ficha de atendimento para dali a seis meses. Então, como chegar para essa pessoa e impedir que se automedique? É natural que o faça, desde que esporadicamente e de modo consciente”, afirma o especialista. O estudo do Instituto Hibou mostra que 74% da população tem em mente que a automedicação é prejudicial à saúde e que evitar o consumo de medicamentos pode ser benéfico para a boa saúde no futuro. Descarte O Brasil é o sétimo país que mais consome medicamentos do mundo, mas, existe pouca legislação referente ao correto descarte de remédios vencidos ou sem uso. Jogar os produtos no meio ambiente de forma arbitrária contamina a água, o solo, os animais e prejudica a saúde pública. O descarte de medicamentos deve ser feito em pontos de coleta específicos, como em algumas farmácias, para serem encaminhados à destinação final adequada. Fonte: https://www.revistaencontro.com.br/canal/atualidades/2017/07/sabia-que-o-brasil-e-lider-na-automedicacao.html Texto 2 Texto 3 O uso de medicamentos de forma incorreta pode acarretar o agravamento de uma doença, uma vez que a utilização inadequada pode esconder determinados sintomas. Se o remédio for antibiótico, a atenção deve ser sempre redobrada. O uso abusivo destes produtos pode facilitar o aumento da resistência de microorganismos, o que compromete a eficácia dos tratamentos. Outra preocupação em relação ao uso do remédio refere-se à combinação inadequada. Neste caso, o uso de um medicamento pode anular ou potencializar o efeito do outro. O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode trazer, ainda, consequências como: reações alérgicas, dependência e até a morte. Conceito Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existe o uso racional de medicamentos (URM) quando “os pacientes recebem medicamentos apropriados às suas necessidades clínicas, em doses e períodos adequados às particularidades individuais, com baixo custo para eles e sua comunidade”. A definição foi proferida durante Conferência de Nairobi, Quênia, em 1985. Tipos de Uso Irracional de Medicamentos Uso abusivo de medicamentos (polimedicação); Uso inadequado de medicamentos antimicrobianos, freqüentemente em doses incorretas ou para infecções não-bacterianas; Uso excessivo de injetáveis nos casos em que seriam mais adequadas formas farmacêuticas orais; Prescrição em desacordo com as diretrizes clínicas; Automedicação inadequada, frequentemente com medicamento que requer prescrição médica. Estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS) Em todo o mundo, mais de 50% de todos os medicamentos receitados são dispensáveis ou são vendidos de forma inadequada. Cerca de 1/3 da população mundial tem carência no acesso a medicamentos essenciais. Em todo mundo, 50% dos pacientes tomam medicamentos de forma incorreta. Fonte: https://www.endocrino.org.br/os-perigos-da-automedicacao/ A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Ações para o uso racional de medicamentos, apresentando proposta de intervenção que respeite
Você é uma daquelas pessoas que costuma ter um mini ataque de pânico sempre que precisa usar a vírgula? via GIPHY Chega mais porque vamos tentar lhe ajudar! Separamos 18 dicas para tornar essa tarefa mais fácil e melhorar o seu desempenho na redação. 1. Ordem direta Para começo de conversa, é importante que você saiba que a língua portuguesa tem uma ordem natural – sujeito + verbo + complemento – e que as palavras, quando usadas na ordem direta, não precisam de vírgula. Se você tem dúvidas quanto a isso, é importante revisar o conteúdo de análise sintática. Combinado? 2. Separação de frases e orações intercaladas na hora de usar a vírgula Sem intercalação: Meu pai vive me corrigindo. Com intercalação: Meu pai, que é professor de português, vive me corrigindo. (Não é preciso analisar a intercalação, ou seja, saber se ela é um aposto, adjunto adverbial, conjunção, etc., para pontuar corretamente. Basta analisar se há ou não uma quebra na estrutura lógica da frase.) 3. Elementos explicativos Use a vírgula para separar qualquer elemento que serve apenas para fazer uma explicação, como “isto é”, “com efeito”, “a propósito”, “além disso”, “ou seja”, etc. Exemplos: O que sinto, isto sim, é um grande alívio na alma. Não aceitamos documentos originais, ou seja, você precisa nos enviar uma cópia. 4. Pequenas intercalações Quando se tratam de intercalações de frases curtas, advérbios, pequenas explicações, a vírgula é opcional, como nos seguintes exemplos: Ele não se comporta assim por maldade, mas, sim, por inexperiência. Ele não se comporta assim por maldade mas sim por inexperiência. 5. Vocativo Deve-se sempre usar a vírgula para separar o vocativo. Confira: Senta lá, Cláudia. Percebe, Ivair, a petulância do cavalo? 6. Verbos de elocução São verbos que caracterizam a fala ou a forma como alguém se expressa. Veja exemplos: Não aceito, respondi eu, e desliguei o telefone. Que chatice, resmungou o menino. 7. Coordenação A vírgula é usada para indicar a coordenação de elementos, sejam eles símbolos, palavras, expressões ou orações com mesmas funções sintáticas mas independentes entre si. Como nos seguintes exemplos: Discutem de noite, de dia, de madrugada.(Vários adjuntos) O amor, a saúde e o sucesso são fundamentais.(vários substantivos formando o sujeito) 10, 25, 47, 52, 69 e 78 foram os números do último sorteio da Mega-Sena. 8. Conjunção “e” Agora vamos lhe surpreender! Aposto que você passou a vida inteira achando que a conjunção “e” não pode ser precedida por vírgula, mas não é bem assim! via GIPHY Caso 1: usa-se vírgula depois da conjunção “e” quando ela separa orações coordenadas com sujeitos distintos, como neste exemplo: A guerra (sujeito 1) mata os filhos, e as mães (sujeito 2) choram desesperadas. Caso 2: há vírgula antes do “e” quando há intercalação entre dois termos que ele coordena. Veja: Acabei de ouvir o álbum Lemonade, da Beyoncé, e outras músicas pop. 9. A conjunção “mas” Não há razão para usar vírgula quando a conjunção “mas” liga dois termos de mesma função sintática na frase. Como neste exemplo: Esperava que confessasse não um pecado mas uma infâmia. No entanto, quando inicia uma nova oração no mesmo período (se não lembra o que é “oração” e o que é “período”, corre para pesquisar!), mas vem precedido por vírgula, como nesse exemplo: Não sei o motivo, mas acho que Katy ficou aborrecida com Taylor. Para tudo e segura essa dica na hora de usar a vírgula: via GIPHY Nunca teremos vírgula à direita da conjunção, pois, dessa forma, estaríamos separando o conectivo mas daquilo que une, ou seja, da oração que encabeça. Exemplo: Não gosto de você, mas, quero que tenha sucesso.Correto: Não gosto de você, mas quero que tenha sucesso. 10. Outras conjunções coordenativas Adversativas: As conjunções adversativas “porém”, “contudo”, “todavia”, “entretanto” e “no entanto” podem aparecer no início ou no fim de uma oração, ou até mesmo intercaladas. Como nesses exemplos: Gosto de chá, porém gosto ainda mais de café. Não gosto, porém, de chimarrão. Conclusivas: Exemplos: logo, por isso, assim, portanto. Veja uma frase com este tipo de conjunção: Estou escrevendo. Logo, quero silêncio. Se a oração anterior for separada por vírgula, evite usar outra vírgula depois da conjunção para não caracterizar uma intercalação. Confira: Ele está meditando, logo não quer barulho. No entanto, há conjunções conclusivas que também se usam intercaladas. Como no exemplo a seguir: A princípio, portanto, não tenho planos para hoje. 11. Pois e porque usando a vírgula As orações que são introduzidas pelas conjunções pois e porque, independente de sua classificação, não precisam ser precedidas de vírgula quando aparecem depois da oração principal. Ou seja, ela é facultativa, como nos seguintes exemplos: Chega de açúcar pois a massa já está bem doce. Não foi ao jogo(,) pois estava doente. Há muitos novos casos de HIV no Brasil (,) porque as pessoas não se previnem. 12. Orações subordinadas adverbiais que usam a vírgula Lembra que a língua tem uma ordem natural? Usamos a vírgula quando uma oração subordinada adverbial quebra tal ordem. Olha só: Quando a palestra acabou, todos se levantaram.(Ordem natural: Todos se levantaram quando a palestra acabou.) Relembrando: oração adverbial expressa circunstância, complementando a oração principal. Oração principal: Todos se levantaramCircunstância: quando a palestra acabou. 13. Reduzidas de gerúndio, particípio e infinitivo Às vezes as orações reduzidas de gerúndio, de particípio ou de infinitivo se comportam como orações adverbiais e vêm antes da oração principal. Nesses casos, usamos a vírgula para separá-las. Confira alguns exemplos: Sabendo disso, ele se afastou. = quando soube disso(Reduzida de gerúndio: sabendo disso/ Oração principal: ele se afastou) Passada a chuva, um novo sol surgiu. = quando ou depois que passou a chuva(Reduzida de particípio: Passada a chuva/ Oração principal: um novo sol irá surgir) Ao receber a notícia, passou mal. = quando recebeu a notíciaReduzida de infinitivo: Ao receber a notícia/ Oração principal: passou mal) 14. Oração adjetiva explicativa Nesse caso, a regra é clara, Galvão: toda oração adjetiva explicativa deve ser precedida por vírgula. Como nos seguintes exemplo: Comprei o último livro

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o Tema de Redação: PEC 241 – teto para gastos públicos. Texto 1 Entenda o que é a PEC 241 (ou 55) e como ela pode afetar sua vida. Com o objetivo de congelar gastos públicos e contornar a crise econômica, proposta divide especialistas. O que é a PEC do teto de gastos? A PEC, a iniciativa para modificar a Constituição proposta pelo Governo, tem como objetivo frear a trajetória de crescimento dos gastos públicos e tenta equilibrar as contas públicas. A ideia é fixar por até 20 anos, podendo ser revisado depois dos primeiros dez anos, um limite para as despesas: será o gasto realizado no ano anterior corrigido pela inflação (na prática, em termos reais – na comparação do que o dinheiro é capaz de comprar em dado momento – fica praticamente congelado). Se entrar em vigor em 2017, portanto, o Orçamento disponível para gastos será o mesmo de 2016, acrescido da inflação daquele ano. A medida irá valer para os três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário. Pela proposta atual, os limites em saúde e educação só começarão a valer em 2018. Por que o Governo diz que ela é necessária? O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, diz que “não há possibilidade de prosseguir economicamente no Brasil gastando muito mais do que a sociedade pode pagar. Este não é um plano meramente fiscal.” Para a equipe econômica, mesmo sem atacar frontalmente outros problemas crônicos das contas, como a Previdência, o mecanismo vai ajudar “a recuperar a confiança do mercado, a gerar emprego e renda” ao mesmo tempo em que conterá os gastos públicos, que estão crescendo ano a ano, sem serem acompanhados pela arrecadação de impostos. Para uma parte dos especialistas, pela primeira vez o Governo está atacando os gastos, e não apenas pensando em aumentar as receitas. O Governo Temer não cogita, no momento, lançar mão de outras estratégias, como aumento de impostos ou mesmo uma reforma tributária, para ajudar a sanar o problema do aumento de gasto público no tempo. O que dizem os críticos da PEC? Do ponto de vista de atacar o problema do aumento anual dos gastos públicos, uma das principais críticas é que uma conta importante ficou de fora do pacote de congelamento: os gastos com a Previdência. É um segmento que abocanha mais de 40% dos gastos públicos obrigatórios. Logo, a PEC colocaria freios em pouco mais de 50% do Orçamento, enquanto que o restante ficaria fora dos limites impostos – só a regra sobre o salário mínimo tem consequências na questão da Previdência. A Fazenda afirmou, de todo modo, que a questão da Previdência será tratada de forma separada mais à frente. “Se não aprovar mudanças na Previdência, um gasto que cresce acima da inflação todos os anos, vai ter de cortar de outras áreas, como saúde e educação”, diz Márcio Holland, ex-secretário de política econômica da Fazenda. “Nesse sentido, a PEC deixa para a sociedade, por meio do Congresso, escolher com o que quer gastar”, complementa. Há vários especialistas que dizem que, na prática, o texto determina uma diminuição de investimento em áreas como saúde e educação, para as quais há regras constitucionais. Os críticos argumentam que, na melhor das hipóteses, o teto cria um horizonte de tempo grande demais (ao menos dez anos) para tomar decisões sobre toda a forma de gasto do Estado brasileiro, ainda mais para um Governo que chegou ao poder sem ratificação de seu programa nas urnas. Eles dizem ainda que, mesmo que a economia volte a crescer, o Estado já vai ter decidido congelar a aplicação de recursos em setores considerados críticos e que já não atendem a população como deveriam e muito menos no nível dos países desenvolvidos. Se a economia crescer, e o teto seguir corrigido apenas de acordo com a inflação, na prática, o investido nestas áreas vai ser menor em termos de porcentagem do PIB (toda a riqueza produzida pelo país). O investimento em educação pública é tido como um dos motores para diminuir a desigualdade brasileira. Quando a PEC começa a valer? Começa a valer a partir de 2017. No caso das áreas de saúde e educação, as mudanças só passariam a valer após 2018, quanto Temer não será mais o presidente. Qual o impacto da PEC no salário mínimo? A proposta também inclui um mecanismo que pode levar ao congelamento do valor do salário mínimo, que seria reajustado apenas segundo a inflação. O texto prevê que, se o Estado não cumprir o teto de gastos da PEC, fica vetado a dar aumento acima da inflação com impacto nas despesas obrigatórias. Como o salário mínimo está vinculado atualmente a benefícios da Previdência, o aumento real ficaria proibido. O Governo tem dito que na prática nada deve mudar até 2019, data formal em que fica valendo a regra atual para o cálculo deste valor, soma a inflação à variação (percentual de crescimento real) do PIB de dois anos antes. A regra em vigor possibilitou aumento real (acima da inflação), um fator que ajudou a reduzir o nível de desigualdade dos últimos anos. O que acontece se a PEC for aprovada e o teto de gastos não for cumprido? Algumas das sanções previstas no texto da PEC para o não cumprimento dos limites inclui o veto à realização de concursos públicos, à criação de novos cargos e à contratação de pessoal. Em outras palavras, pretende ser uma trava muito mais ampla que a Lei de Responsabilidade Fiscal, por exemplo, que cria um teto de gastos com pessoal (vários Estados e outros entes a burlam atualmente). A PEC do teto vale para os Estados também? A PEC se aplicará apenas aos gastos do Governo Federal. No entanto, a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, já sinalizou que o Planalto deve encaminhar em breve uma segunda PEC que limita os gastos estaduais. Por enquanto não há consenso entre o Executivo Federal e os governadores sobre o assunto. Quais impactos a PEC pode ter nas áreas de

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: COMO VIVER EM UMA SOCIEDADE NARCISISTA? Texto 1 Quem é sobrevalorizado na infância torna-se mais narcisista Início do narcisismo é social, dizem investigadores americanos, para quem as crianças acreditarem que são melhores do que as outras não é bom para elas nem para a sociedade Expressar carinho e dar apoio e atenção às crianças é bom e recomenda-se. O problema surge quando os pais sobrevalorizam sistematicamente os filhos, dizendo-lhes que são superiores aos outros. De acordo com os resultados de um estudo publicado nos Estados Unidos, esse comportamento faz que as crianças se tornem narcisistas, ou seja, que tenham uma admiração excessiva e exagerada sobre si próprias. A intenção pode ser a melhor – aumentar a autoestima -, mas o efeito pode ser o contrário. Segundo um estudo publicado na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences, citado pelo El País, “o início do narcisismo é social e deve-se, sobretudo, à sobrevalorização dos pais e não à falta de carinho”. A autoestima, explicam os investigadores, está relacionada com o amor e não dependente de uma sobrevalorização das crianças. É nos filhos cujos pais demonstram mais afeto que é encontrada uma autoestima mais elevada. O estudo foi feito ao longo de mais de um ano e envolveu 565 crianças holandesas, com idades compreendidas entre os 7 e os 12 anos, a altura em que, de acordo com os investigadores, surgem os primeiros traços de narcisismo. “Recomendam-se intervenções com os pais a este respeito, a fim de ensinar-lhes como expressar afeto e apreço pelos filhos, sem a necessidade de dizer-lhes que são superiores aos outros ou que têm direito a determinados privilégios”, consideram os autores. Os investigadores avisam que o facto de as crianças acreditarem que são melhores do que as outras não será bom para elas nem para a sociedade. Em função dos traços genéticos e da própria personalidade, há algumas que têm mais tendência do que outras para ser narcisistas. Dizem os autores do estudo que é muito importante expressar todo o afeto possível pelas crianças, mas sem exagerar. A chave é o equilíbrio “Tudo o que é exagerado, ou seja, o absurdo da valorização sem chamar a atenção para as falhas pode ser negativo”, diz Ana Gomes, psicóloga clínica. Segundo a docente da Universidade Autónoma de Lisboa, “a criança precisa de ser reconhecida, valorizada, alimentada narcisicamente”. Se não foram os pais a fazê-lo, alerta, a criança não o fará sozinha. No entanto, “devem ser momentos de investimento narcísico pontual, porque fazer isso constantemente pode ser contraproducente”. Mas o não investimento também é mau. “O problema é que ninguém sabe onde está o equilíbrio.” A psicóloga defende que esse investimento é importante, “especialmente numa fase precoce da infância, até aos 3 anos”. Se por um lado os pais devem destacar os pontos positivos, por outro também devem chamar a atenção para os menos bons. “Se houver equilíbrio, a criança desenvolve uma autoestima equilibrada.” Até porque, explica a docente da UAL, se houver incoerência em relação ao que é dito pelos pais e às suas capacidades, fora do contexto familiar não haverá o mesmo feedback, o que pode gerar problemas. “Se a criança ficar dependente desses reforços, pode ser negativo.” E vai sofrer, porque o mundo não fará o mesmo reconhecimento que os pais. Ana Gomes explica que “há pais que não conseguem ver os pontos menos bons nos filhos, que só identificam os positivos, o que também não é bom”. Mas, reforça, “hipervalorizar um filho não tem de ser mau, desde que haja coerência”. Fonte: https://www.dn.pt/sociedade/interior/quem-e-sobrevalorizado-na-infancia-torna-se-mais-narcisista-6224615.html Texto 2 O narcisismo na contemporaneidade: O mal estar na era das selfies Sigmund Freud, o criador da psicanálise, teorizou sobre o conceito de narcisismo, em sua obra Introdução ao Narcisismo, trazendo questões importantes sobre o desenvolvimento do sujeito que ainda podem ajudar a pensarmos no meio em que vivemos, para que uma pessoa consiga estabelecer bons vínculos sociais, é necessário que durante o período da infância, a criança se sinta amada principalmente pelas figuras familiares, ou seja, caracterizando como fundamental o olhar e troca/investimento afetivo. Com isso, de acordo com a teoria freudiana, é normal e esperado que o narcisismo esteja presente no desenvolvimento de todos nós, mas a forma como é vivenciado na infância influenciará nas outras fases da vida de cada um. Por exemplo, caso ocorra investimento narcísico em excesso o indivíduo poderá ficar voltado demais para si mesmo, e possivelmente terá dificuldades de estabelecer vínculos mais profundos. Em relação à mitologia grega, Narciso era aquele que ficou conhecido pela sua beleza e também pela impossibilidade de se contemplar, pois segundo o mito, isso lhe renderia vida longa. Mas ao ver-se refletido nas águas de uma fonte, ele se apaixona por si. E em busca desse amor impossível, Narciso funde-se consigo mesmo e sucumbe na própria imagem. Trazendo para o atual contexto, podemos ver tal mito nas tecnologias, principalmente com o uso das redes sociais, e a tão falada “selfies” (substantivo originado de self, “eu” em inglês) não estariam ligadas apenas na intenção de se expor, através de fazer um auto-retrato, mas também uma busca pelo elogio e olhar do outro de ser admirado reconhecido, e assim, amado. O que é muito discutido atualmente, seria se toda essa exposição e busca revela um sintoma da sociedade, cada vez menos interessada nas relações de fato e reais, á medida que apenas investe na proliferação de imagens, que não necessariamente traduzem o sentido real, ou seja, se o indivíduo de fato esta feliz e bem. Mas nessa busca por ser admirado e amado, de modo tão instantâneo, muitas vezes sem parar refletir, sendo assim de modo mais impulsivo, traduzem os reais sentimentos? E ao final, o indivíduo que terá muitas curtidas e elogios realmente se sentirá melhor? Acredito que esse sentimento perdura um curto período de tempo, é instantâneo, e por isso, novamente a pessoa precisa postar outra e outra e mais uma “selfie”, para

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema: Reality shows – espelho da sociedade. Texto 1 Idealizador dos reality shows “Big Brother” e “The Voice”, o holandês John De Mol, 58 anos, constata que construiu um império na área de televisão quando olha para o mapa fixado em uma das paredes no seu escritório. De todos os países que enxerga, em pelo menos 150 há uma emissora exibindo algum de seus inúmeros programas. Sua mais nova criação, “Utopia”, estreou no começo de janeiro na Holanda, já foi comprado pela Fox americana e deverá ser comercializado para pelo menos outros cinco países. Em “Utopia”, a experiência do reality show é levada ao extremo: durante um ano, 15 pessoas precisam estipular suas próprias regras para criar uma nova sociedade, pois, na visão de De Mol, a que vivemos não está dando certo. Uma ideia louca, mas, como ele mesmo diz, nenhuma ideia é louca ou absurda demais que não possa ser testada na tevê. Os reality shows são o espelho da sociedade. Mostram pessoas que vivem ao seu lado, que você reconhece, estão na rua. Algumas pessoas se gostam, outras não, umas se apaixonam, outras brigam. Sempre traz a pergunta: como você reagiria a essa situação? […] Fonte Texto 2 Nos reality shows, não é só a visibilidade que é uma armadilha. Tudo parece cuidadosamente desenhado para levar os participantes aos extremos, numa busca desenfreada pela audiência, não importa a que custo. Além de estarem sendo vigiados o tempo inteiro, inclusive nos momentos nos quais fazem suas necessidades básicas, os participantes são submetidos a verdadeiros experimentos. A escolha do elenco de uma edição é feita observando os mínimos detalhes e procurando encontrar nos participantes características que os coloquem sempre em embate, gerando assim material para a edição e entretenimento para um público sedento por sangue. Fonte Texto 3: Escreva uma redação sobre Tema: Reality shows – espelho da sociedade e nos envie para correção!

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: CRISE NA COREIA DO NORTE. Texto 1 5 passos para entender a crise na Coreia do Norte O avanço do programa nuclear norte-coreano e a ameaça de retaliação dos Estados Unidos elevam a tensão na Península Coreana O avanço do programa nuclear da Coreia do Norte e a possibilidade de que o país realize um novo teste com bombas atômicas têm elevado a tensão na Ásia. Os Estados Unidos (EUA) ameaçam retaliar militarmente qualquer tentativa de teste da Coreia do Norte, enquanto a China, aliada dos norte-coreanos, procura mediar a crise diplomaticamente e evitar um conflito. Entenda as raízes históricas desta crise e por que as relações entre EUA e Coreia do Norte chegaram a este ponto: A Guerra da Coreia A Guerra Fria dividiu o mundo em duas zonas de influência: uma capitalista, sob a liderança dos EUA, e outra comunista, controlada pela União Soviética (URSS). Sob este contexto, a Península Coreana deu origem à Coreia do Norte, sob influência da URSS, e a Coreia do Sul, alinhada com os EUA. Em 1950, a Coreia do Norte invadiu a Coreia do Sul, deflagrando a Guerra da Coreia. Uma trégua foi assinada em 1953, estabelecendo uma zona desmilitarizada na fronteira entre os dois países. Mas as Coreias permanecem tecnicamente em guerra, já que não foi assinado nenhum acordo de paz. O regime norte-coreano A Coreia do Norte é um país comunista de partido único sob controle da dinastia Kim desde 1948. A nação é economicamente atrasada, fechada à comunidade internacional e tem seu comando baseado no culto à personalidade do atual líder, Kim Jong Un, que herdou do pai e do avô a chefia do regime. Na ditadura norte-coreana não há liberdade de imprensa e direitos civis. O regime é acusado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU de promover prisões abusivas, assassinatos, escravidão, tortura e estupros contra dissidentes. A Coreia do Norte é o país mais militarizado do mundo, com uma estimativa de 1,2 milhão de soldados e 6 milhões de reservistas para uma população de 25 milhões. O programa nuclear Com o fim da União Soviética, em 1991, a Coreia do Norte perdeu o apoio financeiro da antiga potência e entrou em crise econômica. Seguidas safras ruins provocaram escassez de alimentos e centenas de milhares de pessoas morreram de fome. O governo passou a depender da ajuda financeira de seus rivais – EUA, Japão e Coreia do Sul. A partir de 2000, as potências ocidentais começam a estimular negociações para a reunificação das Coreias. Para garantir a sobrevivência do regime, a Coreia do Norte iniciou um programa nuclear, acreditando que a posse de armas atômicas conseguiria dissuadir qualquer ação dos EUA para tentar derrubar o governo. Também foi uma forma que o regime encontrou para ter maior poder de barganha com as grandes potências e conseguir exigir concessões econômicas. Em 2006, o país testou pela primeira vez uma bomba atômica com sucesso. Desde então, a Coreia do Norte já realizou outros quatro testes nucleares – o último, em setembro de 2016. As negociações Desde o primeiro teste nuclear da Coreia do Norte, as potências ocidentais tentam convencer o país a abandonar suas ambições nucleares. Complexas negociações têm andamento, com os norte-coreanos barganhando benefícios como envio de petróleo e alimentos em troca do fechamento de reatores nucleares e permissão para inspeções internacionais. Mas nas poucas vezes em que as partes chegaram a um acordo, o regime norte-coreano rompeu o compromisso e deu prosseguimento ao programa nuclear. Com o avanço dos testes atômicos, a ONU impôs diversas sanções à Coreia do Norte que incluem proibição de viagens e congelamento de ativos de funcionários do regime, além de materiais, equipamentos e tecnologias que foram proibidos de serem exportados para o país. A crise atual Até recentemente, os EUA vinham lidando com a ameaça norte-coreana de forma diplomática, impondo sanções na tentativa de sufocar a economia e forçar o regime a desistir de seu programa nuclear. Mas, ao ser pressionado, Kim Jong Un tem respondido com uma retórica agressiva, ameaçando com novos testes e dizendo-se pronto para entrar em uma guerra. A atual crise começou com a intensificação da atividade militar da Coreia do Norte, que passou a testar a capacidade de novos mísseis desde o início do ano. Também surgiram rumores de que o país estaria preparando um novo teste nuclear em breve. Essa atitude do regime entrou em rota de colisão com o novo presidente dos EUA, Donald Trump, que assumiu em janeiro. Disposto a não tolerar as provocações norte-coreanas, Trump ameaçou uma retaliação energética em caso de um novo teste nuclear. Por sua vez, a China, principal aliada dos norte-coreanos, tenta colocar panos quentes na crise e convencer os dois lados a não elevar a tensão. Devido ao isolamento da Coreia do Norte, não há uma estimativa precisa do arsenal do país. Acredita-se que o regime dispõe de mais de mil mísseis de diferentes alcances, incluindo os de longo alcance que poderiam atingir os EUA. O país ainda não conseguiu testar um míssil balístico intercontinental capaz de abrigar uma ogiva atômica, mas a Coreia do Norte teria condições de realizar um ataque nuclear a nações vizinhas como a Coreia do Sul e o Japão. Como o programa nuclear norte-coreano já foi motivo de outras crises agudas no passado, espera-se que a atual tensão não passe da retórica agressiva e troca de acusações entre EUA e Coreia do Norte. Mas, diante de dois líderes intempestivos como Donald Trump e Kim Jong Un, o desfecho dessa crise é imprevisível. Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/atualidades-vestibular/5-passos-para-entender-a-crise-na-coreia-do-norte/
A introdução é a porta de entrada para o seu texto. É através dela que o seu leitor vai descobrir qual tema será abordado, e por isso este parágrafo é tão importante, pois, se for mal construído, gerará dúvidas e perda de interesse, e não queremos que isso aconteça, certo? [maxbutton id=”6″ ] A cara do corretor quando começa a ler seu texto e ele já começou todo azedo! Há diversas maneiras de iniciar uma dissertação; Vamos a elas: Construção da tese: Aqui, e em todos os modelos de introdução, o tema deve estar sempre presente. Neste tipo de introdução você já iniciará o seu texto se posicionando, mostrando o ponto de vista que irá defender na sua argumentação. Este é o tipo de introdução esperada nas redações do ENEM. Posteriormente, na conclusão, a tese deverá ser retomada; Ex: Durante, principalmente, a década de 1980, o Brasil mostrou-se um país de emigração. Na chamada década perdida, inúmeros brasileiros deixaram o país em busca de melhores condições de vida. No século XXI, um fenômeno inverso é evidente: a chegada ao Brasil de grandes contingentes imigratórios, com indivíduos de países subdesenvolvidos latino-americanos. No entanto, as condições precárias de vida dessas pessoas são desafios ao governo e à sociedade brasileira para a plena adaptação de todos os cidadãos à nova realidade. Vemos que a tese, aqui, mostra que o Brasil do século XXI é um país que recebe muitos imigrantes (inversão do que havia na década de 1980). Roteiro: Este tipo de introdução apresenta ao leitor o roteiro que será seguido durante o desenvolvimento do seu texto; assim, ao citar o roteiro na introdução, deve-se segui-lo até o final, para que não haja incoerências; Ex: Para se analisar a questão da violência contra o menor no Brasil, é essencial que se discutam suas causas e suas consequências. Introdução por Base Histórica: neste modelo de introdução o candidato deve procurar na História uma relação direta com o tema proposto, contextualizando e, muitas vezes, contrapondo o panorama histórico com o presente; Olha aí a introdução ruim acabando com o resto do seu texto! Ex.: Diferentemente do que ocorreu em séculos passados durante o processo de colonização, o Brasil, no século XXI, destaca-se no cenário mundial por atuar como área de atração populacional.(…) (In: Guia do Participante Enem 2013) Perguntas: aqui o candidato lançará diversas questões na introdução, sempre relacionadas diretamente com o tema. Deve-se ter especial cuidado com este modelo de introdução, pois as respostas para as perguntas, lançadas na introdução, precisam estar claras no desenvolvimento do texto; Ex.: É certo dizer que grande parte dos políticos brasileiros não possuem muito prestígio e confiabilidade entre o povo? Citações e estatísticas: neste tipo de introdução, o candidato traz uma frase (citação) de algum especialista no assunto, ou estatísticas a respeito do tema. Importante tomar cuidado para não trazer citações “vazias”, que não sejam relacionadas ao assunto, e também se preocupar em fazer uma análise a respeito das estatísticas trazidas, para que elas não fiquem deslocadas; Ex: Quarenta mil crianças morreram hoje no mundo, vítimas de doenças comuns combinadas com a desnutrição. Para cada criança que morreu hoje, muitas outras vivem com a saúde debilitada. Entre os sobreviventes, metade nunca colocará os pés em uma sala de aula. Narração: Trata-se de contar uma pequena história ou fato de relevância para introduzir o tema. É importante que o fato tenha relação com o assunto que será abordado no decorrer da redação. Também é importante ter cuidado para que sua dissertação não se transforme em uma narrativa; Ex: Sentar em uma frigideira com óleo quente foi o castigo imposto ao pequeno D., de um ano e meio, pelo pai, alcoólatra. Temendo ser preso, ele levou a criança a um hospital uma semana depois. A mulher, também vítima de espancamentos, o denunciou à polícia. O agressor fugiu. Mista: como o próprio termo já diz, neste modelo é possível fundir várias formas de introdução. Pode-se trazer uma introdução com construção de tese e com perguntas, por exemplo, ou com Introdução por Base Histórica e citações, estatísticas. Ex: A Grande fome de 1315-1317 na Europa (ocasionalmente datada como 1315-1322) foi a primeira de uma série de crises em larga escala que atingiram a Europa no inicio do século XIV, causando milhões de mortes por um grande número de anos, marcando assim o fim de um período anterior de prosperidade durante o século XIII. Nos dias de hoje, quarenta mil crianças morreram no mundo, vítimas de doenças comuns combinadas com a desnutrição. Antes de iniciar a escrita da introdução, é importante ter em mente o “projeto do texto”, ou seja, você precisa ter claro o ponto de partida e o ponto de chegada, para que não acabe se perdendo no meio. DICA 1000: Quer virar um MONSTRO da redação e tirar nota máxima no ENEM e em qualquer vestibular ou concurso? Então envie sua redação e receba a correção em menos de 72h, com nota, comentários por competência e dicas de como melhorar sua escrita! Comece agora com apenas R$ 3,12 por correção!