806 artigos encontrados com a tag “Topo de funil”

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Voto facultativo no Brasil. Texto 1 No Brasil, o voto não é facultativo, sendo assim obrigatório para todos os cidadãos com mais de 18 e menos de 70 anos de idade. Isso representa cerca de 86% dos 144 milhões de eleitores. Apesar disso, temos níveis relativamente altos de abstenções, bem como de votos brancos e nulos. Tomemos como exemplo o pleito de 2014: No primeiro turno, 27,7 milhões de eleitores não compareceram às urnas. Outros 6,6 milhões anularam o voto e 4,4 milhões optaram pelo voto em branco. Somados, foram mais de 38 milhões de votos invalidados. Esses números superaram a votação do segundo candidato mais votado na disputa presidencial, Aécio Neves, que teve 34,8 milhões de votos. No segundo turno, os ausentes chegaram a 30 milhões. Por outro lado, houve menos votos em branco (1,9 milhão) e nulos (5,2 milhões), mas ainda assim o nível de votos inválidos se manteve semelhante ao primeiro turno. Fonte: https://www.politize.com.br/voto-facultativo/ Texto 2 Para Rodolfo Teixeira, cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB), a atual descrença na classe política pode levar a uma grave deserção do brasileiro do processo eleitoral. Além da Operação Lava Jato, que gerou suspeição em políticos e partidos no país, o especialista indica que a revolta é problema mundial, explicitado pela crescente popularidade de estadistas de fora do “sistema tradicional”, com os candidatos norte-americanos Bernie Sanders e o próprio Donald Trump. Para ele, portanto, essa situação somada a uma cultura interna que entende o voto como dever e não direito poderia deixar o processo ainda menos representativo, privilegiando a militância organizada. “A tendência é que grupos como sindicatos, religiosos e do setor financeiro e agronegócio recebam uma fatia maior dos votos, de cadeiras e eleitos”, afirma o professor. “Não adianta copiar países desenvolvidos no processo eleitoral sem estar lá em determinados aspectos”. De acordo com Teixeira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é forçado a dar condições para que as eleições sejam realizadas nos municípios mais remotos do país por conta da obrigatoriedade do voto. Em caso de um sufrágio opcional, haveria possibilidade de esse esforço deixar de ser feito. Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/o-que-falta-para-o-brasil-adotar-o-voto-facultativo/ Escreva um redação com o tema Tema de Redação: Voto facultativo no Brasil e nos envie!

Aqui exploraremos o fascinante universo das telenovelas brasileiras e sua influência na sociedade. Há décadas, essas produções televisivas têm conquistado o coração do público, despertando emoções, criando identificação e, muitas vezes, abordando questões sociais relevantes. Neste artigo, vamos explorar a relação entre as telenovelas e a sociedade brasileira, discutindo como elas têm influenciado a forma como as pessoas pensam e agem em diferentes áreas da vida, desde a moda até a política. Confira agora a proposta de redação e os textos motivadores: Proposta de redação Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: Telenovelas brasileiras como influência social. Texto 1 sobre telenovelas brasileiras como influência social: Conforme a psicóloga Márcia Saar, as novelas podem influenciar os telespectadores, pois de maneira geral mexem com suas sensações e emoções, gerando a proximidade e identificação com o que é passado. Ela comenta que como as novelas retratam as situações do cotidiano, mesmo que de determinada realidade, por ser uma comunicação de massa, prende muito a atenção de quem acompanha. Para a profissional, é notório que as novelas ditam a moda, mas há ainda a questão comportamental que pode sofrer influência. “Dependendo do público que está assistindo, dependendo da percepção e idealização que se tem, os gestos, ações, também são copiados”, explica, relatando que um artista, que é visto como um ídolo, um exemplo de beleza dentro do padrão estético estabelecido pela mídia, tem a facilidade de passar seu comportamento como o ideal. Fonte: hhttps://www.opresente.com.br/geral/2011/01/qual-a-influencia-das-novelas-na-vida-real/1093524/ Texto 2 sobre telenovelas brasileiras como influência social: Reunir-se em frente à televisão após o jantar para assistir à telenovela, mais que um hábito tornou-se infelizmente um ritual nos lares brasileiros. Cultuada, a novela dita moda, linguagem, hábitos e contribui para a alienação de seu público o afastando ainda mais da presença de Deus, onde muitos deixam até de ir a igreja para assistir a novela. A imagem de um “mundo perfeito” mostrada nas novelas dá uma visão distorcida da realidade. Fonte: https://www.acordajovem.com/2013/01/influencia-das-novelas_29.html O que você achou do tema “Telenovelas brasileiras como influência digital”? Toda semana trazemos um tema novo de atualidades para ajudar nos estudos!

Vai fazer o vestibular da UDESC? Veja o que a redação UDESC tem de diferente dos outros vestibulares. Quem vai prestar o vestibular para a Universidade do Estado de Santa Catarina, a UDESC, deve ficar bem atento ao edital. Isso porque a redação desse vestibular costuma aproveitar-se das obras literárias exigidas para a realização das provas, para se inspirar para sua proposta de tema. Além disso, o gênero textual já é definido no edital. Ou seja, o aluno consegue se preparar para a prova de um modo mais assertivo, pois já tem uma ideia quanto a possíveis temas e a tipo textual a ser exigido. A redação UDESC vale de 0 (zero) a 30 (trinta) pontos, e os aspectos avaliados são os seguintes: Fluência, clareza, coerência e coesão linguística; Ideias organizadas, em sequência lógica e coerentes; Argumentos encadeados de forma coesa e coerente; Paragrafação correta; Estar de acordo com as normas gramaticais e ortográficas em vigor, e aplicar a pontuação adequada; Utilizar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto. Claro, o ponto de partida de avaliação da redação é se o aluno não fugiu do tema e se escreveu de acordo com o tipo textual pedido. Preste bastante atenção na proposta de redação e boa sorte!

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Relação entre competitividade e qualidade de vida. Textos motivadores sobre relação entre competitividade e qualidade de vida: TEXTO 1 Competitivo, eu? Confira os prós e os contras da competitividade Profissionais competitivos existem aos montes Brasil afora, mas nem todo mundo admite a característica. Na realidade, segundo o sócio-diretor do Grupo Bridge, Celso Braga, normalmente, as pessoas não percebem que são competitivas. Profissionais competitivos existem aos montes Brasil afora, mas nem todo mundo admite a característica. Na realidade, segundo o sócio-diretor do Grupo Bridge, Celso Braga, normalmente, as pessoas não percebem que são competitivas. E quem são esses profissionais e como atuam no dia-a-dia? Para Braga, eles estão mais preocupados com o próprio resultado do que com os avanços da equipe. Também não levam em consideração que os colegas podem precisar de ajuda. “Pessoas assim existem, mas estão em baixa. Hoje, na maioria das empresas, não há mais espaço para a competição. O foco passou a ser o trabalho em equipe. Tanto que, já no processo seletivo, elas costumam ser cortadas. É nítido quando alguém é competitivo. Seu discurso, na entrevista de emprego, é todo na primeira pessoa: eu fiz, eu realizei. Na dinâmica em grupo, ele ou ela toma a dianteira”, conta. Além disso, a diretora da RMML Consultoria de Imagem Corporativa, Renata Mello, explica que o competitivo, é, via de regra, mais agitado, ansioso e exigente. “Por querer crescer e aparecer mais, esse tipo de profissional é mais inquieto. Muitas vezes, não pensa duas vezes antes de passar por cima de alguém para poder crescer. No entanto, é complicado usar a equipe para aparecer. Uma hora, essa pessoa cai, porque, ao longo do tempo, cria inimigos”. Pontos positivos e negativos Na opinião de Braga, o ponto positivo de ser competitivo é a capacidade de alavancar resultados muito bons. E qual seria o negativo? “Se o profissional não faz sua parte pensando no coletivo, pode beneficiar seu departamento, mas prejudicar os outros. Por exemplo, na área comercial, é comum encontrar pessoas competitivas. Porém, de que adianta o profissional vender mais do que a empresa é capaz de produzir ou administrar (no caso de contratos)?”. “Quem é competitivo, não é competitivo por acaso. Geralmente, ele tem força, talento, é bom no que faz, ou seja, tecnicamente é muito capaz, mas, do ponto de vista comportamental, tem esse defeito, perceptível para todos que estão ao redor”, explica o sócio-diretor do Grupo Bridge. “Recentemente, estava conversando com uma pessoa que contou ter um gerente muito bom em sua empresa, mas que não poderia promovê-lo por conta de seu estilo competitivo. Como ele poderia subir e ser diretor sem resolver antes o conflito que tem com o grupo? Não dá, porque um diretor tem a função de conciliador”, acrescenta. Ademais, na opinião de Renata, a competição só é boa quando falamos de concorrência com outras empresas do mesmo ramo. Ou seja, o profissional que é competitivo visando ao ganho da empresa perante suas concorrentes é valioso. Todavia, ela é maligna quando se dá contra os colegas de trabalho e subordinados (no caso dos líderes). Ou seja, “o competitivo, com o tempo, é excluído do grupo, e fica conhecido como arrogante. Ele é o sabe tudo, que está sempre certo. Porém, cedo ou tarde, a máscara cai”, garante ela.

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema: O problema da invisibilidade social. Texto 1:“Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da ‘invisibilidade pública’. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são ‘seres invisíveis, sem nome’. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da “invisibilidade pública”, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R $ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: “Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência”, explica o pesquisador. O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. ‘Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão’, diz. Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga.. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.[..]” Fonte: https://www.overmundo.com.br/overblog/invisibilidade-social-outra-forma-de-preconceito Texto 2: Fonte: https://www.overmundo.com.br/overblog/invisibilidade-social-outra-forma-de-preconceito Texto 3: […] ConseqüênciasA invisibilidade social provoca sentimentos de desprezo e humilhação em indivíduos que com ela convivem. De acordo com Gachet, ser invisível pode levar as pessoas a processos depressivos. ‘”Aparecer” é ser importante para a espécie humana, ser valorizado de alguma forma é parte integrante de nossa passagem pela vida, temos que ser alguém, um bom profissional, um bom estudante, um bom pai, uma boa mãe, enfim, desempenhar com louvor algum papel social’, diz.Outra conseqüência dessa invisibilidade é a mobilização dos ‘invisíveis’, grupos de pessoas que se juntam para conseguir “aparecer” perante a sociedade. Muitos são os exemplos desses grupos: MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem terra), a Central Única de Favelas (CUFA), fóruns nacionais, estaduais e municipais de defesa dos direitos da criança e do adolescente. Esses grupos também podem ser encontrados no crime organizado, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho).A invisibilidade social já está cotidianamente estabelecida e a sociedade acostumou-se a ela, passar por um pedinte na rua ou observar uma criança ‘cheirando cola’ em uma esquina é algo corriqueiro na vida social, segundo Gachet aceitar isso é violar os direitos humanos. ‘É preciso não só ver esses invisíveis, mas é preciso olhar para eles e sentir junto com eles, é preciso “colocar óculos em toda humanidade”’, finaliza. Fonte: https://www.overmundo.com.br/overblog/invisibilidade-social-outra-forma-de-preconceito Escreva uma redação sobre Tema: O problema da invisibilidade social e nos envie para correção.

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Xenofobia no Brasil Texto 1 […] Apesar da fama de “cordial” e de receber bem imigrantes, o aumento das denúncias mostra um lado triste do Brasil. Entre 2014 e 2015, os casos aumentaram 633%, pulando de 45 para 333 registros recebidos pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, via plataforma Disque 100. Na Justiça, quase não há registros de denúncias que prosseguiram ou de xenófobos punidos. Olhando os dados de 2015 mais de perto, vê-se que os principais alvos de preconceito são os refugiados. As principais vítimas são haitianos (26,8%), depois pessoas de origem árabe ou de religião muçulmana (15,45%). Fonte: https://www.cartacapital.com.br/politica/saia-do-meu-pais-agressao-a-refugiado-no-rio-expoe-a-xenofobia-no-brasil Texto II O Ministério da Justiça lançou, nesta terça-feira (13), a segunda etapa da campanha de sensibilização e informação contra a xenofobia, o preconceito e a intolerância a imigrantes. A iniciativa é parte do esforço do governo para o acolhimento a estrangeiros que vivem no País e sofrem preconceito. A campanha é exclusiva para as redes sociais e será feita por meio das hashtags #EuTambémSouImigrante e #XenofobiaNãoCombina. Fonte: https://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2015/10/campanha-vai-combater-xenofobia-e-intolerancia-a-imigrantes-nobrasil Texto III Fonte: https://www.estrangeirosbrasil.com.br/2015/10/15/se-iniciou-campanha-contra-a-xenofobia-no-brasil/ Faça uma redação com o tema Tema de Redação: Xenofobia no Brasil e nos envie!

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: os desafios da sexualidade na adolescência. Sem tabus: o desafio de encarar a sexualidade dos adolescentes como um direito A sexualidade dos adolescentes, envolvendo questões como orientação de gênero e o início da vida sexual, são temas muitas vezes tidos como “cabeludos” para boa parte dos atores do Sistema de Garantia dos Direitos, principalmente para quem atua na ponta, como os conselheiros tutelares. O grande desafio que se impõe é, tratando a temática com o cuidado necessário, deixar de ver a sexualidade como um problema e encará-la como um direito que precisa ser garantido. Independente de ser menino ou menina, heterossexual, homossexual ou transexual. Fonte: https://oficinadeimagens.org.br/sem-tabus-o-desafio-de-encarar-a-sexualidade-dos-adolescentes-como-um-direito/ Desafios da adolescência: conflitos sobre sexualidade e desejos Entre as mudanças mais perceptíveis dessa fase estão as corporais, que trazem novas experiências de afetividade e sexualidade, causando, às vezes, conflitos com o próprio corpo e com os desejos. As novas experiências são intensas, paixões e desilusões, muitas vezes, aceleradas pelos apelos eróticos abundantes da sociedade contemporânea. Para os adultos pode ser desafiador conversar sobre esse assunto, mas é importante para o adolescente ter espaços de reflexão que, além do físico, considerem a expressão afetiva, de emoções e sentimentos. Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/blogs/educacao-e-midia/desafios-da-adolescencia/ Os desafios da sexualidade na adolescência: saúde e prevenção Para a dona de casa Joanisa de Campos Leite Ascava, 51 anos, falar com os seis filhos – Lívia, Caio, Daniel, Luisa, Arthur e Letícia – sobre sexo durante a adolescência não foi algo simples. Por medo de que eles abreviassem a vida sem preocupações típicas da fase e tivessem que assumir um filho antes da hora, ela sempre reforçou que, caso isso acontecesse, os filhos assumiriam toda a responsabilidade e a juventude deles chegaria ao fim. Mesmo assim, Joanisa nunca chegou a falar às filhas sobre como evitar uma gravidez: “Na minha cabeça isso não é possível. Não poderia dizer às minhas filhas que não se esquecessem de tomar a pílula, por exemplo”. Enquanto alertava os filhos para terem cuidado, Joanisa confiava no imenso leque de informações sobre o assunto que eles teriam na escola e presenteou os filhos com livros a respeito do tema. “Os adolescentes vão procurar informações, por curiosidade, fora da escola e de casa. Mas se os pais puderem acrescentar cada vez mais detalhes, conforme percebem que o filho já tem a maturidade necessária para entender, mais fácil será evitar dilemas no futuro”, afirma Caio. De acordo com Kátia Teixeira, psicóloga especialista em adolescência da Clínica EDAC (Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico), de São Paulo, ao mesmo tempo, em que a sexualidade está exposta abertamente, muitos pais acreditam que falar abertamente sobre o assunto dá aos filhos uma sensação de liberdade para fazer o que quiserem. É uma falsa impressão. “Os pais precisam entender que evitar falar sobre sexo não significa que os filhos não terão contato com o tema”, diz. Conversar a respeito, por outro lado, possibilita ao jovem uma tomada de decisão mais consciente. Os pais devem enfatizar a necessidade do uso de preservativos sempre: “É preciso informá-los que não é porque o adolescente transou três vezes com uma mesma pessoa que não é mais preciso se proteger”, reforça o hebiatra Mauricio. Fonte: https://delas.ig.com.br/filhos/os-desafios-da-adolescencia/n1596975899389.html Leia também: Perguntas frequentes para redação sobre sexualidade
Aulas online, atualidades, conhecimentos gerais: tudo o que você precisa para fazer um bom texto Quem está estudando por conta própria, ou quer dar uma boa reforçada nos conteúdos estudando em casa, pode encontrar bons aliados no youtube. Existem milhares de canais com videoaulas, dicas de quem já prestou vestibulares e Enem, canais sobre conhecimentos socioeconômicos e culturais, filosofia, entre outros. Trouxemos Canais do youtube para escrever melhores redações! Muitos canais indicados nessa lista vão reforçar seu repertório cultural, ou seja, podem te ajudar a ampliar conhecimentos sobre os mais variados temas e ter milhares de referências na manga quando for escrever uma redação. Se até Sherlock usa o youtube pra estudar, quem é você para não fazer o mesmo, meu caro aluno? via GIPHY Muitos outros tem informações que garantem um bom domínio da língua, pra que você consiga construir uma linha de pensamento sem grandes dificuldades- e sem achar que o português e seu maior inimigo. Primeiro, vamos aos canais para quem quer dicas como essas: como iniciar uma redação; como construir um desenvolvimento; como se faz uma conclusão; dicas de coesão, e dicas de gramática, pode começar a seguir esses canais: Redação Online: O bom filho a casa indica! As professoras Josi e Mali dão um baile sobre redação no nosso próprio canal do youtube, que conta com diversos vídeos sobre redação e outros sobre as principais dúvidas de português. Nesse aqui, a professora Josi apresenta várias citações que você pode usar para fazer aquele texto bacanão. Professor Noslen: Um canal super organizado e muito bem segmentado nos assuntos da gramática, o terror de 9 entre cada 10 alunos. A didática do Noslen é notável e ele é muito divertido. Acho que nem precisamos dizer o quanto é importante tem boas noções de gramática pra se expressar com clareza, e por isso, indicamos o vídeo em que ele explica a cabeluda regência verbal, da qual, até hoje não se tem notícia de uma regra que não tenha exceção. Agora, se o seu interesse é ficar por dentro de tema de atualidades, sugerimos os seguintes canais: TEDx TALKS: Esse é o canal onde ficam organizadas as palestrar de vários TEDx mundo à fora. Por isso, tem vídeos dos mais variados tópicos, de ciência, educação, inovações, música, psicologia, etc. Só tem que filtrar um pouco para achar conteúdo em português, já que as palestras do mundo todo ficam nesse mesmo canal. Enfim, é muito completo de conteúdo e profundidade. Por isso, os vídeos são mais longos, mas juramos de dedinho que vale a pena. Indicamos esse vídeo do Clóvis de Barros Filho sobre felicidade, que é um ótimo soco no estômago das certezas que temos. Leitura ObrigaHISTÓRIA: Ótimo para quem está focado não só em redação, mas também no Enem ou em provas multidisciplinares, pois ele aborda história, atualidades, sociologia, filosofia, entre outros tópicos. O mais interessante do canal é a discussão sobre conceitos políticos e históricos dos quais muitos alunos tem dúvidas sobre, ou ideias erradas. Esse vídeo explica o conceito de direita e esquerda, por exemplo, sendo muito sensato e cuidadoso nas classificações e determinações. The School of Life: É o equivalente a ter um melhor amigo psicólogo, historiador, filósofo e sociólogo. Criado por Alain de Botton, a primazia desse canal é falar sobre educação emocional e como essa discussão é essencial para que um mundo melhor e uma população mais feliz. O vídeos abordam desde questões bem cotidianas a tópicos mais filosóficos, o que, com toda certeza, vai mudar o jeito com que você vê o mundo, se sente nele, e, claro, escreve redação. Nem todos os vídeos estão legendados em português (nenhum deles é dublado, mas nem pense em reclamar, estamos de olho). Pra você que é bonzinho, esse vídeo é feito de conselhos do Maquiavel, aquele mesmo, o autor do “O Príncipe”. Um show de retórica, aquela que vai fazer você tirar a tão sonhada nota 1000. Casa do Saber Brazuca, a casa do saber oferece conteúdo em português feito para brasileiros. Dá um baile de conteúdo rico e sensível, em que tudo é confortavelmente gravado em preto em branco. Aqui você vai ouvir sobre filmes, livros, filosofia, psicologia e até economia doméstica, sempre de quem entende. Esse vídeo fala sobre a alteridade, ego e distanciamento. Claro, além desses canais do youtube, ficar atento aos telejornais e portais de notícias faz toda a diferença! Escolha seu jeito preferido de ficar por dentro do que está rolando no Brasil e no mundo, mantenha-se bem atualizado e deixa aquele D.I.Y e o vídeo de gatinho pra outro dia. O que achou de nossas dicas de Canais do youtube para escrever melhores redações?

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: O que você faria se não existisse o “politicamente correto”? Texto 1 A onda politicamente correta cresceu a ponto de tolher a liberdade de pensamento. O maior problema, porém, é outro: a reação torna tudo o que é incorreto “bacana”. E abre espaço para a intolerância. “Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra c… Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus.” A fala é de um show de comédia stand-up de Rafinha Bastos. O Twitter foi inundado de mensagens com variações do tema proposto por Mayara Petruso – a estagiária de direito que recomendou o afogamento de nordestinos. Claro que nem Rafinha está defendendo o estupro nem os afogadores de imigrantes são necessariamente homicidas em potencial. Boa parte dessa truculência é uma reação à onda politicamente correta das últimas décadas. A incorreção, nesse sentido, virou uma arma para defender a liberdade de expressão, que só existe quando você também é livre até para pensar o impensável e dizer o impronunciável. Mas o que acontece quando o impensável agride o próximo gratuitamente? Para entender como chegamos a esse nó, vamos para a origem do termo “politicamente correto”. Ele apareceu pela primeira vez com um significado bem diferente do que usamos hoje: na China dos anos 30, para denotar a estrita conformidade com a linha ortodoxa do Partido Comunista, tal como enunciado por Mao Tsé-tung. Mas o significado com que a expressão chegou até nós é uma criação dos Estados Unidos dos anos 60. Na época, universitários americanos abraçaram a defesa dos direitos civis, seja das mulheres, seja dos negros. Era uma época de transformações na sociedade: as empresas e universidades, antes habitadas exclusivamente por homens brancos, agora viam chegar mulheres, negros, gays, imigrantes. Era preciso ensinar as pessoas a conviver com a diferença. Nisso, negro virou african-american, (“afro-americano”), fag (“bicha”) virou gay (“alegre”). O paradoxal aí é que, pela primeira vez na história americana, quem buscava estender os direitos civis também advogava por uma limitação na liberdade de expressão. O passo seguintes viria com os anos 90. Mais especificamente com a derrocada do mundo comunista. O fim do socialismo mudou a agenda dos grupos de esquerda. Se antes a busca pela igualdade era a busca pela diminuição das diferenças entre as classes sociais, agora era pela eliminação das “classes pessoais”. Tratava-se de não estigmatizar as pessoas por aquilo que elas eram – afinal, não faz sentido aumentar o peso do fardo que cada um tem de carregar na vida. Dessa maneira, não bastava combater só o sexismo e o racismo. E “obesidade” virou “sobrepeso”; “deficiência física” virou “necessidade especial”… Só que o método, por mais bem-intencionado que seja, é inócuo. Quem explica por que é o francês Ferdinand Saussure, o pai da linguística, num texto de 1916: “De todas as instituições sociais, a linguagem é a que oferece menor margem a iniciativas”. Ela é utilizada por todos os membros de uma comunidade, que, por esta ser naturalmente inerte, acaba por conservar a linguagem. Qualquer interferência tende a ser rechaçada. É aí que o debate começa. Politicamente corretos ficam do lado do conselho que a sua mãe dava: seu direito termina onde começa o do outro. Se o próximo se sente ofendido, você não pode falar. Ponto. Parece um argumento inatacável. Mas tem um problema aí: quem é o juiz para decidir o que é certo e o que é errado, o que ofende e o que não ofende? Onde fica a liberdade de pensamento, de expressão? A ideia de que o direito de um termina onde começa o do outro vale aqui também: pode alguém retirar o direito do outro de dizer o que pensa? Talvez por isso a transformação ideológica de palavras seja tão utilizada por governos: é uma ótima forma de revogar o direito de pensar. Tanto regimes autoritários – como o apartheid sul-africano, em que a palavra “miscigenação” virou “imoralidade” – quanto democráticos – como o dos EUA, que usou o termo “guerra preventiva” para o ataque unilateral ao Iraque – usaram do expediente. No mundo do politicamente correto isso é o equivalente a chamar de “melhor idade” a época da vida em que vemos multiplicar o valor do plano de saúde. De boa intenção, o politicamente correto passa a ser visto como hipocrisia. E de hipócrita a algo fundamentalmente errado. Como lidar com o excesso de correção política, então? Não temos a pretensão de dar uma resposta definitiva. Mas sair xingando os outros de gordo, aleijado, retardado e baranga estuprada é que não vai ser. Se fosse engraçado, talvez até funcionasse. Mas não. Não é. Fonte: super abril – o que voce pode falar afinal Texto 2 Faça uma redação sobre Tema de Redação: O que você faria se não existisse o “politicamente correto”? e nos envie para corrigirmos!

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema: Qual é a natureza humana: boa ou ruim? Texto 1 Uma discussão bem antiga, mas que sempre “vem à tona” é aquela que discute se “o homem nasce bom e a sociedade que o corrompe” ou se “o homem nasce mau e a sociedade que o torna bom”. Dentre os estudiosos que levantaram tal questão estão Rousseau e Hobbes; ambos defendem uma perspectiva distinta. Grosso modo, Rousseau defendia que os homens nascem bons, mas em contato com a sociedade que é má, tornam-se igualmente maus. Essa perspectiva dialoga bem com a visão cristã, onde as crianças seriam tidas como puras e tornam-se pecadoras à medida que começam aperceber os males do mundo, os quais as envolvem. Por outro lado, Hobbes defendeu que o homem nasce mau, com instintos de sobrevivência, e que devido a tais instintos é capaz de fazer qualquer coisa. Para Hobbes, a sociedade tem o papel de educá-lo, de humanizá-lo, de torná-lo sociável. Fonte: https://cafecomsociologia.com/2013/11/o-homem-nasce-bom-e-sociedade-o.html Texto 2 Jean-Jacques Rousseau: O homem é bom por natureza Recentemente, a Funai (Fundação Nacional do Índio) mapeou 39 grupos indígenas que vivem isolados na Amazônia e que, em tese, nunca tiveram qualquer contato com o “homem branco”. Neste estado “primitivo”, o homem viveria em harmonia com seus semelhantes, livre da violência que aflige as grandes cidades? E, no caso do “homem civilizado”, a ciência que o tornou dependente de tecnologias como luz elétrica e aparelhos celulares também contribuiu, de alguma forma, para sua evolução moral? Para o filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que viveu numa época em que não existia luz elétrica e, muito menos, aparelhos celulares, as respostas a estas perguntas podem ser respondidas da seguinte forma: “O homem nasce livre, e por toda a parte encontra-se a ferros”. Com isso, ele quer dizer que o homem possui uma natureza boa que é corrompida pelo processo civilizador. Neste caso, bastaria irmos para a floresta e viver como nossos antepassados para sermos felizes? Não é essa a proposta de Rousseau. Em sua obra “Do Contrato Social” (1757/ 1762) ele reflete sobre como deveriam ser as instituições para que possamos ter uma organização social mais justa, que preserve a liberdade, bem supremo do homem. Sentimento Rousseau não construiu um sistema filosófico, como Aristóteles ou Kant, por exemplo, mas apresentou contribuições originais não somente à filosofia, mas também à pedagogia e à teoria política, influenciando movimentos políticos e intelectuais europeus como a Revolução Francesa e o Romantismo alemão. Sua teoria da bondade natural do homem pode parecer estranha e, mesmo no século 18, foi objeto de escárnio por parte de filósofos como Voltaire Contudo, a crítica de Rousseau é direcionada aos poderes exacerbados da razão e da ciência, que ele foi o primeiro pensador a questionar em plena vigência do Iluminismo. É muito comum agirmos de maneira polida e educada mesmo quando, na verdade, queremos prejudicar, manipular ou levar vantagem sobre os outros. Para Rousseau, certas normas sociais estabelecidas nos grandes centros urbanos afastaram, desta forma, o homem de sua verdadeira natureza. O caminho para este conhecimento primordial, segundo ele, é o sentimento, não a razão e o progresso científico. Razão põe ordem no mundo, talvez em demasia, segundo o filósofo francês. Era preciso então sentir o mundo. E qual a forma de fazer isso, senão buscando uma comunhão com a natureza, que em suas formas é pura expressão de sentimento e liberdade, que experienciamos ao contemplar um pôr-do-sol ou quando caminhamos descalços na praia? Ao dizer isso, Rousseau rompeu também com toda uma tradição do determinismo, proveniente de uma linha de começa com Bacon e Galileu até Newton e Einsteine que concebia o universo como um relógio preciso. Seria necessário então, voltando à questão inicial, abrir mão de toda comodidade da vida moderna, como fez a personagem Danielle Rousseau do seriado “Lost” (inspirada no próprio filósofo)? O contrato social A metáfora do “bom selvagem” é somente uma forma que Rousseau encontrou para questionar a filosofia iluminista e a política moderna. O problema do “Contrato” é como resguardar a justiça e a liberdade do estado de natureza no meio social. Para responder às suas necessidades de conservação, o homem precisa desenvolver habilidades e alterar a natureza, produzindo cultura. Sozinho, ele não teria como garantir sua sobrevivência. Busca, então, socializar-se. Os homens primeiro se reuniram em pequenas comunidades, formadas por grupos familiares, o que Rousseau caracteriza como a “idade de ouro” da humanidade. Em seguida, nas primeiras formas de ordenação social e política, foi preciso exigir a obediência dos mais fracos aos mais fortes (regimes de escravidão), afastando o homem, assim, de sua condição igualitária. Em Rousseau, portanto, é fundamental substituir a liberdade natural, irrestrita mas subordinada ao poder do mais forte (e sempre haverá alguém mais forte para assumir a liderança), pela liberdade convencional, sustentada pela criação de um pacto social, de forma a equilibrar ordem e justiça. A principal cláusula deste contrato social afirma que “cada um, dando-se a todos, não se dá a ninguém”. Quer dizer, somente garantindo a liberdade de todos é que as liberdades individuais serão também preservadas. Um fumante, por exemplo, tem o direito de fumar. No entanto, essa liberdade não pode ferir a de um não fumante, que em um recinto fechado vai inalar a mesma fumaça de cigarro involuntariamente. Como resolver isso? Criam-se regras, ao acordo de todos e que todos devem seguir, restringindo o fumo em locais adequados, de modo a conservar a liberdade tanto de fumantes quanto de não fumantes. Vontade geral Desse modo, para que o pacto funcione, diz Rousseau, os cidadãos devem se submeter à vontade geral, que é soberana. Uma vez firmado o contrato, todos devem obedecer o que ficou deliberado por todos, não somente por uma maioria. Ou seja, o filósofo não reconhece a representatividade, como vereadores, prefeitos, etc. Para ele, a soberania se exerce pela vontade popular, logo, pela participação direta do povo. Participação que não se resumiria a comparecer às urnas, por

Organize seus estudos e garanta as melhores notas no ENEM. Se você tem dificuldades para organizar sua rotina de estudos para o ENEM, confira nossas dicas para ganhar tempo, estar com o conteúdo em dia e garantir a nota máxima em todas as partes nas provas. Cada estudante tem sua própria vida, e, para alguns, conciliar sua rotina com os estudos pode ser um desafio. Trabalhar, estudar, comer, dormir e ainda ter vida social são cobranças constantes, difíceis de manejar. Não tem segredo ou solução mágica, pó de guaraná ou pilimpimpim. O importante é que você balanceie suas necessidades e cobranças e não esqueça que você é humano: cansaço, sono e fome são normais e não devem ser reprimidas. via GIPHY Vários alunos desenvolvem comportamentos alimentares nada saudáveis durante o ano de estudos. Além do próprio estresse colaborar para um corpo mais suscetível à vírus e bactérias, uma alimentação que não colabora com sua saúde é um receita perfeita para ficar doente. Não abuse de açúcar, tome muita água e cuidado com o café! Ah, e sobre conviver com sua família e amigos e também sobre dormir: nada de culpa! Sono e necessidade de afeto são NOR-MA-IS e saudáveis, além de um ótimo sinal de que você não é um robô. Durma suas 8 horas, saia pra dançar e tomar um sorvete, estude, e seja feliz, criança! Não perder a medida do que é uma vida feliz e saudável é essencial para se sentir confiante durante as provas. via GIPHY Agora sobre os estudos: O ENEM é dividido em 4 áreas de conhecimento, mais a redação. Uma sugestão de organização é você dedicar um dia da semana para uma das áreas e outro para a redação e/ou leituras de atualidades. Como estratégia, vale para todas as áreas, usar provas antigas do ENEM. O modelo de prova é bem específico, então aproveite o que está disponível. Ciências da Natureza e suas Tecnologias: química, física, biologia, energia e preservação ambiental; Ciências Humanas e suas Tecnologias: história, sociologia, geografia e filosofia; Linguagens e Códigos: português, literatura, artes, educação física e idiomas (inglês e espanhol); Matemática: inclui comparações numéricas, sistemas de medidas, álgebra, interpretação de gráficos e tabelas, entre outros. Fazer provas anteriores de Matemática do ENEM é o melhor jeito de estudar. Redação: neste item, além da prática da escrita você pode incluir as leituras de revistas e sites de notícias. Estar atualizado é fundamental para realizar o ENEM. Foque-se no texto dissertativo-argumentativo, além das 5 competências da Redação. Saber como você será avaliado é essencial para garantir uma boa nota. Assim, você dedica um tempo a cada conteúdo e ainda pode aproveitar os finais de semana para revisar os mais importantes e, claro descansar. Mantenha uma boa rotina de sono, alimentação e exercícios, por favorzinho. Vale lembrar que cada área de conhecimento e a redação é avaliada individualmente, e pode chegar até 1000 pontos cada um. Ou seja, é importante estar afiado em todos os conteúdos para garantir as melhores notas!
Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: FORO PRIVILEGIADO É PORTA ABERTA PARA A IMPUNIDADE? Texto 1 “Todos são iguais perante a lei”. A Constituição Brasileira estabelece que todos os brasileiros e estrangeiros residentes no país são iguais perante a lei, mas o foro por prerrogativa de função, mais conhecido como foro privilegiado, pode ser considerado uma exceção a essa regra. O foro privilegiado se refere a como as autoridades são julgadas. Ele garante tratamentos diferentes aos réus de processos, a depender da importância do cargo da pessoa. Esse direito determina que algumas autoridades são julgadas apenas em cortes superiores (especiais), ao contrário do cidadão comum, que é julgado pelo Poder Judiciário comum. Foro privilegiado não é um privilégio de uma pessoa, mas do cargo público que ela ocupa. Ou seja, assim que as pessoas deixam o cargo, elas perdem esse direito. Esse mecanismo jurídico foi criado com a ideia de proteger o exercício de determinada função ou mandato. Foi na Constituição de 1988 que o sistema de atribuição de foros privilegiados incluiu uma ampla gama de autoridades. No contexto da época, ele foi reforçado sob o argumento de preservar a democracia e impedir a volta de práticas da ditadura militar, como eventuais perseguições políticas. A premissa fundamental desse direito é a garantia da estabilidade necessária ao exercício das funções públicas ao assegurar o máximo de imparcialidade nos julgamentos. Caso não existisse o foro privilegiado, um acusado de cometer um crime deveria ser julgado pelo juiz do local onde o fato ocorreu, independentemente do cargo que ele exerça. Com o foro privilegiado, evita-se que o alvo da investigação não seja pressionado por quem queira prejudicá-lo ou, ainda, evita que a decisão de um juiz seja fruto de uma pressão de um determinado político local. Desta forma, no entendimento da lei, pode-se manter a estabilidade do país, garantindo um julgamento justo e imparcial. Possuem esse direito o Presidente da República, os ministros (civis e militares), todos os parlamentares do Congresso Nacional, prefeitos, governadores dos Estados e do Distrito Federal, chefes de missão diplomática (embaixadores), integrantes do Poder Judiciário, do Tribunal de Contas da União (TCU) e todos os membros do Ministério Público. A análise de processos envolvendo pessoas que gozam de foro privilegiado é designada a órgãos superiores, como o Supremo Tribunal Federal (STF), o Senado ou as Câmaras Legislativas. O STF é responsável por julgar presidentes, ministros e parlamentares. Ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), cabem os casos que envolvem governadores, membros de tribunais de contas e desembargadores dos Tribunais de Justiça. Os prefeitos são julgados pelos Tribunais de Justiça estaduais. Já os tribunais regionais federais julgam os membros do Ministério Público Federal e os juízes federais de primeira instância. Foro privilegiado e impunidade O Brasil é considerado por especialistas como o país com mais autoridades resguardadas pelo foro especial no mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, nem o presidente tem direito a esse benefício. O levantamento mais recente feito pela Associação dos Juízes Federais (Ajufe) mostrou que mais 45 mil pessoas são beneficiadas pelo foro especial nas diversas instâncias do Poder Judiciário. A estimativa feita pela força-tarefa da Operação Lava-Jato em 2015 chegou ao número de 22 mil pessoas. O foro especial é alvo de crítica de muitos juristas. A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) defende o fim total do foro privilegiado. Para Roberto Veloso, presidente da Ajufe, “todos devem ter foro na primeira instância a partir da competência dos crimes cometidos”. Outros juristas defendem um “enxugamento” dos beneficiados, de forma que o mecanismo seja concebido apenas a poucas autoridades. Um dos argumentos contra o mecanismo é que ele seria um privilégio que fere o princípio de igualdade da Carta Magna, que garante que todos os cidadãos brasileiros são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza ou regalias. Os defensores do foro privilegiado entendem que a regra não é concedida à pessoa, mas ao cargo que ela exerce. Outra questão é que o foro privilegiado estimularia a impunidade e a condenação de políticos pela Justiça. Isso porque os tribunais de instâncias superiores não teriam estrutura para julgar o imenso número de processos relacionados a agentes públicos com foro privilegiado. O prazo médio para recebimento de uma denúncia no STF é de 617 dias. Ao contar com a morosidade do sistema, o julgado poderia “fugir da justiça” até o crime prescrever e ser arquivado por excesso de tempo. Ou seja, o Estado perde o prazo para julgá-lo e com isso provocaria a impunidade. A taxa de processos que o Supremo não consegue julgar é muito alta. Uma recente pesquisa da FGV mostra que 68% das ações penais concluídas no STF entre 2011 e 2016 prescreveram ou foram repassadas para instâncias inferiores porque a autoridade em questão deixou o cargo. No entanto, o julgamento em instâncias inferiores não significa a garantia de um julgamento rápido. Quando ele começa na primeira instância, há uma maior possibilidade de recursos. Já a pessoa condenada pelo STF não tem mais a quem recorrer, uma vez que ele é a última instância da Justiça Federal. No caso do escândalo de corrupção do “mensalão”, por exemplo, 25 autoridades foram punidas pelo Supremo em 2012, enquanto alguns casos do mesmo escândalo que ficaram em instâncias inferiores até hoje não foram adiante. Projetos de lei Ao todo, 11 propostas de emendas à Constituição (PECs) estão tramitando na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ). O debate sobre o foro foi reaberto no Senado em fevereiro deste ano, depois da apresentação, pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), de uma proposta de PEC que visava dar imunidade aos ocupantes de cargos na linha sucessória presidencial, mesmo para atos cometidos antes da vigência do mandato. Pela Constituição, apenas o presidente da República tem esse benefício atualmente. Para Jucá, seria legítimo dar o mesmo tratamento aos presidentes dos três poderes para garantir maior equilíbrio às instituições. “Os presidentes não podem ficar suscetíveis a sair do cargo por conta de