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Tema de redação – Reforma trabalhista: flexibilização ou perda de direitos? Texto I “Na opinião de José Carlos Wahle, da Veirano Advogados, a reforma não piora as condições de trabalho para as pessoas. ‘Mas é sempre uma abordagem, de certa forma subjetiva. O que é certo e indiscutível é que a reforma trabalhista aprovada pelo Congresso, se receber a sanção do presidente, vai flexibilizar algumas regras que nós temos hoje’, diz. Mas, garante Wahle, sem revogação de nenhum direito. O especialista fala em flexibilização porque o principal ponto da reforma é que negociações passam a prevalecer sobre o que foi legislado. ‘O que a reforma permitirá é que – mediante acordos com o sindicato, que mediante acordos individuais para algumas matérias – direitos tenham mecanismos diferentes para serem exercidos’, explica.” Fonte: exame abril Texto II “[…] A reforma permite a negociação direta entre chefe e subordinado para funcionários com diploma de nível superior e salário maior do que dois benefícios máximos do INSS, que hoje somam R$ 11 mil. As partes podem estabelecer novos padrões de jornada, bancos de horas, intervalo, participação de lucros e outros pontos. Essa liberdade, no entanto, não se estende a quem tem um salário mais baixo. Nesse caso, a figura do sindicato continua presente na discussão sobre condições de trabalho e é por meio dele que acordos coletivos são fechados. Isso porque o artigo da Constituição que determina o papel dessas instituições continua em vigor. Os professores entrevistados pela BBC dizem que, por trás da divisão, está a ideia de que funcionários com salários melhores têm mais poder de barganha para negociar de igual para igual com os patrões. Já os que ganham menos precisariam do apoio dos sindicatos para não saírem perdendo. O professor Fernando Peluso, especialista em direito do trabalho do Insper, cita outro argumento para a divisão: interesses diferentes. ‘Por que você imagina que o mesmo princípio se aplica para quem ganha um salário mínimo e o executivo de uma empresa que ganha R$ 60 mil por mês? Isso parece descabido nos dias atuais, porque os interesses são díspares’, comenta Peluso. […] Crítico da proposta, o professor de direito do trabalho da USP Flávio Roberto Batista pondera que nem todas as pessoas cujo salário ultrapassa R$ 11 mil são altos executivos com força de negociação. Ele menciona bancários e até armadores da construção civil que atingem esse patamar, mas não têm poder na empresa para defender seus interesses. Sem o suporte do sindicato, diz Batista, esse grupo ficaria a mercê do chefe – ainda mais em um período de crise econômica, quando ninguém quer ser demitido:‘(O projeto) pega uma faixa muito ampla de trabalhadores. Pode precarizar o setor técnico-científico. Várias pessoas que têm uma boa carreira vão passar pela experiência da terceirização. O que são os terceirizados? São aqueles que não têm representação sindical. Eles ficam fragilizados’” Fonte: bbc portuguese Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação – Reforma trabalhista: flexibilização ou perda de direitos?
Tema de Redação: O mundo vive uma “desglobalização”? Texto 1: Na década de 1990, qualquer debate político-econômico sempre envolvia uma “palavra mágica”: globalização. O termo define as políticas seguidas por países e empresas dentro de uma realidade em que as multinacionais podiam mudar de país num piscar de olhos e o dinheiro cruzava fronteiras com a velocidade da internet. Hoje, o cenário é outro. O comércio mundial e os investimentos internacionais sofrem uma retração. Nas principais economias, florescem discursos e práticas anti-imigração, e a Rodada de Doha, como são conhecidas as negociações promovidas pela Organização Mundial do Comércio (OMC) em prol da liberalização de negócios, já dura 13 anos, sem ser concluída. Simon Evenett, especialista em comércio mundial da Universidade de Saint Gallen, na Suíça, defende que houve uma inegável mudança na tendência de globalização desde a crise financeira global de 2008. Fonte: bbc – desglobalização economia mundo Texto 2: Se para muitos a globalização consolidou-se como o modelo definitivo de integração econômica mundial na era pós-Guerra Fria, a crise financeira de 2007 e recentes guinadas eleitorais no Primeiro Mundo – entre elas, o Brexit, plebiscito que decidiu pela saída do Reino Unido da União Europeia, e a vitória de Donald Trump, um líder populista e protecionista, na eleição americana – fizeram soar o alerta para o seu desgaste. Ou seja, não só a globalização como dois dos valores fundamentais que a sustentam – a democracia liberal e o capitalismo de livre mercado – estão sob ameaça. Fonte: exame abril – o pesadelo da desglobalização Com base nos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de Redação: O mundo vive uma “desglobalização”?
Quer saber como planejar sua dissertação? Então, você não pode perder esse post. O básico do básico é saber que sua dissertação deve ter Introdução, Desenvolvimento e Conclusão. No entanto, na hora de colocar em prático, ou seja, na hora de escrever é comum ficar em dúvida quanto a que informações colocar em cada parte. Vamos saber mais sobre Planejamento de Dissertação. Introdução: na introdução você tem que apresentar o tema que vai escrever. Como é o início do texto, é importante que as frases funcionem como um atrativo, para que o leitor se interesse por seu texto, além de dar uma boa impressão para os corretores que vão avaliar sua redação. Não se esqueça de ser claro e objetivo, para que não haja dúvidas quanto à intenção do seu texto. Em média, 3 ou 4 linhas é o necessário para introduzir o texto. Desenvolvimento: É a parte central do texto, aqui que você expõe seus argumentos. Para construir um bom argumento, traga para o seu texto exemplos ou citações. Nesta etapa, evite repetições de termos ou orações que tenham o mesmo sentido. Atente-se: escreva apenas sobre o que você tem certeza, pois tentar demonstrar mais do que sabe, pode acabar fazendo com que você erre ou se atrapalhe na construção da ideia. Tome cuidado para não “encher linguiça”, qualidade é mais importante que quantidade. Para o desenvolvimento, escrever de 18 a 20 linhas é o suficiente! Conclusão: Nesse parágrafo você deve fazer o arremate final. Não coloque novas ideias, apenas reúna as já levantadas ao longo do texto, contudo, tomando um posicionamento ou lançando uma solução para um problema apresentado. Confira o esquema: TÍTULO 1º Parágrafo TESE + argumento 1 + argumento 2 + argumento 3 Introdução 2º Parágrafo Desenvolvimento do argumento 1 Desenvolvimento 3º Parágrafo Desenvolvimento do argumento 12 4º Parágrafo Desenvolvimento do argumento 3 5º Parágrafo Expressão inicial + reafirmação do TEMA + observação final Conclusão Se ainda tem dúvidas de como fazer uma boa dissertação, acesse nosso site: https://redacaonline.com.br/blog Lá você vai encontrar muitas dicas de como escrever bons textos.
Leia os textos abaixo e escreva sobre Tema de Redação: Somos Reféns do Tempo. Texto 1 A sensação dos dias de poucas horas O ano passou rápido? Não dá para cumprir todas as obrigações dentro dos prazos? O dia parece cada vez mais curto? Por que não se tem mais tempo para nada? O estilo de vida atarefada e a dificuldade de conciliar compromissos profissionais com relações sociais dão uma nítida impressão de que o tempo voa. Dentre os principais motivos para que isso aconteça está o aumento de tarefas e obrigações que as pessoas se envolvem nos dias de hoje. Cria-se, assim, uma sensação pessoal de que há cada vez menos tempo para si. Florival Scheroki, doutor em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo e psicólogo clínico, explica: “Há realmente essa impressão de que o tempo se acelerou. Na realidade, é uma percepção que as pessoas têm que não cabe, no tempo disponível, tudo aquilo que elas têm que fazer”. Maria Helena Oliva Augusto, professora do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, concorda: “É como se o ritmo do tempo se acelerasse. Na verdade, a percepção temporal muda por conta dos inúmeros compromissos que estão presentes no cotidiano, que fazem não se dar conta de perceber o tempo de maneira mais tranquila”. A sensação dos dias de poucas horas – Revista Espaço Aberto, Janeiro/Fevereiro de 2012. Extraído e adaptado de https://www.ip.usp.br/portal/index.phpoption=com_content&view=article&id=3330%3Aa-sensacao-dos-dias-de-poucas-horas&catid=46%3Ana-midia&Itemid=97&lang=pt Texto 2 […] Então começa mais um dia, sempre a mesma correriaEm algum momento parecia aquele Show de TrumanSempre as mesmas notícias, traficantes e políciasTerroristas, extremistas, bombas do TalibãE todo mundo atrás do troco, mal se vê, se falam poucoCada um com um fone louco, vendo Face ou InstagramNo ritmo acelerado com a sensação de sugadoE aquilo que tem sonhado cê deixou pra amanhã, não […] Rael. Hoje é dia de ver Trecho extraído de: https://www.vagalume.com.br/rael/hoje-e-dia-de-ver.html#ixzz3rD8tiwe5 Texto 3 Texto 4 Todos os dias quando acordoNão tenho mais o tempo que passouMas tenho muito tempoTemos todo o tempo do mundoTodos os dias antes de dormirLembro e esqueço como foi o diaSempre em frenteNão temos tempo a perder […] Legião Urbana. Tempo perdido. Trecho extraído de: https://www.vagalume.com.br/legiao-urbana/tempo-perdido.html#ixzz3rDB4MlIW Com base nos textos apresentados acima, produza uma dissertação sobre o Tema de Redação: Somos Reféns do Tempo.

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 A frase mais repetida por todos os que trabalham com a inclusão de pessoas com deficiência é: a inclusão é um processo. É o que falamos para nós mesmos e para nossos companheiros de estrada em momentos de comemoração e também para nos animar frente a um aparente retrocesso. Essa sentença tem complementos, e o mais frequente é o que compara nosso árduo trabalho ao das “formiguinhas”. Nesse caso, lembro sempre de uma observação de Rosangela Berman Bieler, jornalista e ativista do movimento das pessoas com deficiência no Brasil: “Torço para que, um dia, esse formigueiro tão grande, que construímos com tanto afinco, mas sem que a sociedade o visse, exploda como um vulcão, se espalhe por uma área enorme e seja visto por todos!”. Falar que a inclusão é um processo significa dizer que ela muda à medida que avança, encontra dificuldades e pode dar passos para trás até descobrir outros caminhos – a partir da interação com as pessoas, com os fatos e com as circunstâncias de cada tempo e momento. Significa também dizer que ela nasce dentro de cada um de nós, mesmo naqueles que já se consideram “inclusivos”. Sempre temos algo a aprender. Há sempre mais uma fronteira para transpor. Fonte: https://diversa.org.br/artigos/quais-sao-desafios-inclusao-pessoa-deficiencia/ Texto 2 Fonte: Gilmar Texto 3 A inclusão de pessoas com deficiência é, ao mesmo tempo, um desafio, uma necessidade e uma grande oportunidade para as empresas. No Brasil a chamada Lei de Cotas (art. 93 da Lei nº 8.213/91) estabelece a obrigatoriedade de que empresas com cem ou mais empregados preencham uma parcela de seus cargos com pessoas com deficiência. A porcentagem varia de acordo com a quantidade geral de funcionários, com o mínimo de 2% e o máximo de 5% (para organizações a partir de mil colaboradores). Porém, independente da obrigatoriedade, este processo de inclusão tem uma série de impactos tanto do ponto de vista social quanto econômico. Para os portadores de deficiência, a atuação nas empresas significa uma forma de exercer uma atividade laboral remunerada de maneira digna. É, ainda, a possibilidade de estabelecerem uma interação constante com outros profissionais. Trata-se de um caminho para a independência e a construção de uma autoestima mais saudável, o que favorece todo o processo de sociabilidade desses indivíduos, inclusive em outros ambientes. Outro ponto positivo é o fato de as empresas, seus gestores e colaboradores, terem a oportunidade de conhecer de perto as necessidades dos portadores de deficiências, o que favorece a desmistificação dessa condição, diminuindo e até eliminando possíveis preconceitos preexistentes. Do ponto de vista econômico, esse processo de inclusão também funciona como um propulsor positivo. Afinal, quanto mais pessoas estiverem exercendo atividades remuneradas – adquirindo poder de consumo – mais aquecida será a economia. Fonte: https://blog.isocial.com.br/importancia-da-inclusao-de-pessoas-com-deficiencia-mercado-de-trabalho/ A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para a inclusão das pessoas com deficiência na sociedade”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

Não é novidade para ninguém que está estudando pro ENEM que saber das atualidades é importantíssimo. Ler notícias, assistir a jornais e participar de discussões na vida real e até mesmo na internet (debates, não embates, meu caro jovem) é essencial para praticar a sua argumentação e senso crítico. Os temas do ENEM nunca caem do céu ou são trabalho de um oráculo contratado pelo MEC: a proposta escolhida sempre é uma problemática sociocultural discutida naquele ano! Dá uma olhada nos temas que já caíram no ENEM pra ver que estamos falando a real. Venha conferir ENEM: 9 temas que podem cair na redação! Toda proposta de redação vem com textos de apoio, que, obviamente, te apoiam para escrever aquela produção. No entanto, esses textos não podem ser copiados, já que cada trecho de cópia é descontado do total de linhas e, assim, você pode não alcançar o número de linhas mínimo e tirar nota zero. Por isso, o bom mesmo é estar ligado em todos os problemas que aconteceram no Brasil esse ano, que não são poucos, nós sabemos. Estar a par do tema e ter produzido textos sobre ele é a chave para uma redação sensacional, de fazer qualquer corretor lacrimejar. Para quem dormiu no ponto e não está tão por dentro das novidades como deveria (ai, ai, ai, mocinho!) ou para quem está precisando de uma retrospectiva 2017 mesmo, nós, do Redação Online, em parceria com oa Politize!, elencamos aqui 10 atualidades que podem cair na redação ENEM: 1) Crise no sistema carcerário brasileiro: As prisões no Brasil sofrem com a superlotação: em 14 anos (de 2000 a 2014), o número de presos aumentou em 168% (DEPEN). Temos a quarta maior população carcerária do mundo e praticamente o dobro de presos para o número de vagas disponíveis (622 mil detentos e 371 mil vagas, de acordo com o Ministério da Justiça). Além do estado de calamidade em que os presos vivem, não raras vezes revoltas e chacinas em penitenciárias são notícia, além da dificuldade em reinserir esses presos na sociedade: a taxa de reincidência criminal no país chega a 70% – uma das mais altas do mundo. Em 2017, 10 chacinas em presídios de 8 estados brasileiros contabilizaram 133 mortes, muitos deles ligados à guerra de facções. Dessa forma, como podemos fazer das prisões um local de educação e reintegração social? Para saber mais: Treinando a redação: a crise penitenciária Treinando a redação: a reinserção de ex-presidenciários na sociedade Tudo sobre o sistema prisional brasileiro Quais são os resultados da atual política de drogas? Quiz: o que você sabe sobre o sistema prisional? Quiz: o que você sabe sobre políticas de drogas no mundo? 2) O aumento da expectativa de vida como desafio no Brasil De acordo com o IBGE, a expectativa média de vida do brasileiro subiu de 74,9 para 75,2 anos de 2013 para 2014. O aumento confirma uma tendência: vivemos quase 30 anos mais do que em 1940. O avanço da escolaridade, do sistema de saúde e das redes de saneamento básico são apontados como fatores fundamentais para o envelhecimento da população. Com isso, temos um maior grupo de aposentados e uma parcela cada vez menor de trabalhadores contribuintes para o sistema de previdência pública. Como seria possível lidar com os desafios do aumento de idosos e do número de aposentados, sem que a população saia em prejuízo? E como garantir que todos tenham o direito à aposentadoria sem afetar as contas públicas? Existe mesmo um déficit na previdência? Quem são os idosos no Brasil e quais direitos garante o Estatuto do Idoso? Para saber mais: Reforma da previdência: entenda os principais pontos Tema de Redação: Reforma da previdência social Quanto o governo investe em educação e saúde? Estatuto do idoso: como está o brasileiro aos 60 anos? 3) Limites do humor x Liberdade de expressão A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, IV, protege amplamente a manifestação do pensamento, da criação e da expressão. No entanto, erroneamente, algumas pessoasa sociedade interpretam que, sob a luz da liberdade de expressão, seja possível propagar discursos queos quais incentivaem o ódio e a violência contra uma pessoa, grupo ou instituição – principalmente na internet. O direito à liberdade de expressão deve ser defendido com a mesma força que outros direitos fundamentais, como o direito à igualdade? Dentro disso, como podemos respeitar as diferenças sem que haja censuras? O que separa a liberdade de expressão dos discursos de ódio? Para saber mais: Treinando a redação: limites do humor x liberdade de expressão Diferenças entre liberdade de expressão e liberdade de imprensa O PL espião e a liberdade de expressão Como é a liberdade religiosa no Brasil? Xenofobia: o que é? Homofobia: o que é? 4) Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social A prática esportiva entre pessoas com deficiência é um processo de reabilitação mundialmente conhecido e é cada vez mais difundido no Brasil e no mundo. No entanto, nem todos os deficientes têm acesso à essa experiência por falta de profissionais e de acesso a equipamentos especializados, entre outros fatores. Além disso, o esporte pode ser veículo da inclusão e proteção social de jovens e crianças em situação de risco. Que ações são necessárias para que mais pessoas com necessidades especiais sejam atendidas e para que esporte inclua socialmente jovens de baixa renda? Para saber mais: Treinando a redação: iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social A acessibilidade e o direitos das pessoas com deficiência A acessibilidade nas mídias sociais 5) Doação de órgãos no Brasil Atualmente, o Brasil está no nível intermediário do Ranking de doações de órgãos no mundo. A falta de esclarecimento, como a insegurança sobre diagnósticos de morte encefálica, faz com que parentes fiquem receosos em optar com a doação. Além disso, não há a cultura no Brasil de se declarar como doador de órgão, o que deixa a decisão a cargo da família tomar uma posição em um momento naturalmente doloroso. Fatos como esses impedem

A redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é uma das partes mais importantes da prova, pois desempenha um papel fundamental na avaliação dos candidatos. A seguir, vou explicar cada parte da redação do Enem e discutir a importância dessa atividade. Tema A redação do Enem é baseada em um tema atual e relevante, geralmente relacionado a questões sociais, políticas, culturais ou científicas. O tema proposto busca avaliar a capacidade dos estudantes de refletir sobre problemas contemporâneos, analisar diferentes perspectivas e apresentar propostas de solução. Texto dissertativo-argumentativo O estilo de redação exigido é o dissertativo-argumentativo, no qual o candidato deve apresentar uma tese sobre o tema proposto e sustentá-la por meio de argumentos consistentes. É importante desenvolver uma linha de raciocínio clara, com introdução, desenvolvimento e conclusão bem estruturados. Competências avaliadas na redação do Enem: A redação do Enem é avaliada de acordo com cinco competências, que são: Pontuação: Cada competência recebe uma pontuação que varia de 0 a 200 pontos, totalizando 1000 pontos no total. Os avaliadores consideram a coerência, coesão, originalidade e adequação ao tema na atribuição das notas. Confira agora um infográfico sobre a redação do Enem para te ajudar nos estudos: A importância da redação do Enem está relacionada a diversos fatores: Acesso à educação superior: A nota obtida na redação pode ser utilizada para ingresso em universidades e programas educacionais, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). Uma boa pontuação pode abrir portas para diferentes oportunidades educacionais. Desenvolvimento de habilidades: A redação do Enem promove o desenvolvimento de habilidades essenciais, como a capacidade de argumentação, análise crítica, organização das ideias e expressão escrita. Essas competências são importantes tanto para a vida acadêmica quanto para a vida profissional. Reflexão sobre temas sociais: Ao abordar temas contemporâneos, a redação do Enem estimula os estudantes a refletirem sobre questões relevantes para a sociedade. Isso contribui para a formação de cidadãos conscientes e críticos, capazes de compreender o mundo ao seu redor e propor soluções para os problemas enfrentados. Expressão da individualidade: A redação do Enem permite que os candidatos expressem sua visão de mundo e sua personalidade por meio da escrita. É uma oportunidade para mostrar originalidade, criatividade e capacidade de argumentação, destacando-se entre os demais concorrentes. Conferiu que dicas incríveis para você fazer a sua redação do Enem? Não esqueça de agora treinar até o dia da prova e mandar as redações para corretores especializados no assunto!

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: DOAÇÃO DE ÓRGÃOS NO BRASIL. Doação de órgãos no Brasil: taxas de doadores e dilemas no país O número de doadores efetivos de órgãos no Brasil subiu de 13,1 por milhão de habitantes para 14 por milhão no segundo trimestre de 2016, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). “Essa taxa de doadores efetivos vinha caindo ao longo de 2015, se estabilizou no primeiro trimestre de 2016 e começou a subir agora, no segundo trimestre deste ano”, disse hoje (22) o coordenador da Comissão de Remoção de Órgãos da ABTO, José Lima Oliveira Júnior. Apesar do aumento, o número de doadores efetivos ficou abaixo do esperado para o período, de 16 por milhão de habitantes, e longe do considerado ideal. Além disso, os transplantes feitos caíram no segundo trimestre, assim como o total de potenciais doadores, principalmente nos estados mais populosos do país (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais). Os dados são levantados pela ABTO e pelo Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde. O número de brasileiros na fila aguardando um órgão aumentou este ano em comparação ao primeiro semestre de 2015, de 32 mil pessoas para 33.199. Em números absolutos, a maior fila é para receber córneas e rim, seguida de fígado, coração, pulmão, pâncreas e intestino. Nem todos os órgãos doados podem ser aproveitados. No último semestre, 71% dos órgãos doados no Brasil não puderam ser utilizados porque o processo exige uma série de cuidados e infraestrutura para que os órgãos possam ser removidos e os transplantes feitos. “O doador precisa ser mantido em um ambiente adequado, precisa de ventilação mecânica, de medicamentos para ajustar a pressão, de infraestrutura que permita manter a temperatura do corpo, precisa de reposição hormonal, muitas vezes de transfusão de sangue, de dieta enteral”, listou o médico. Muitas vezes, o local onde o doador está não tem a infraestrutura necessária e quando a equipe chega para fazer a remoção do órgão, ele não é mais viável. “É preciso melhorar esse sistema.” Fonte: agência brasil Dilemas e conflitos éticos na doação de órgãos Todo paciente com morte encefálica – lesão irrecuperável do encéfalo que causa interrupção definitiva de todas as atividades cerebrais – é um potencial doador. “A decisão final sobre o destino dos órgãos da pessoa, no entanto, cabe à família”, explica Edvaldo Leal, enfermeiro e vice-coordenador do Spot-HC. A lei, até 1997, presumia que todos os brasileiros eram doadores, mas uma reformulação em 2001 transferiu para os familiares do paciente morto a responsabilidade sobre seus órgãos. E nem sempre a decisão deles é doar. Na verdade, na maioria das vezes, se negam. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) mostram que, entre janeiro e setembro de 2012, cerca de 6 mil pacientes foram diagnosticados com morte cerebral no País. Seus órgãos poderiam salvar a vida de quase 22 mil pessoas que aguardavam na fila de espera. Mas somente pouco mais de 1.800 deles se tornaram doadores. No Estado de São Paulo, no mesmo período, foram registrados quase 2 mil candidatos, com apenas 590 tendo seus órgãos retirados para transplante. Os motivos para isso são vários. As famílias enfrentam uma série de dilemas éticos na hora de decidir o que fazer com o ente querido recém-perdido. “É uma questão que gera conflitos dentro do seio familiar”, comenta Leal. A própria dificuldade em compreender o conceito da morte encefálica contribui para a negação. É algo que ainda não está sedimentado para a maior parte da população. “A pessoa está na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), com o cérebro morto, mas o coração batendo e os outros órgãos funcionando. Para alguns, é difícil aceitar que ela morreu. Parece que há sempre uma luz no fim do túnel.” Segundo o enfermeiro, a religião costuma, dentro desse sentido, ser usada como razão para não doar, mesmo que a maioria das doutrinas não se posicione contra tal prática. Muitas, pelo contrário, incentivam-na, tratando-a como uma demonstração de amor e respeito ao próximo. A crença em Deus, porém, alimenta a esperança da família de que um milagre possa acontecer para que o quadro de saúde do ente querido se reverta. Algo cientificamente impossível em se tratando de morte encefálica. A professora explica que, partindo-se do pressuposto de que a educação sobre o assunto é deficiente, a mudança na lei em 2001 e a consequente transferência da responsabilidade sobre os órgãos do morto para a família acaba sendo justificável. No entanto, ela destaca: “As pessoas deveriam ter o esclarecimento necessário para poder manifestar em vida o desejo de doar ou não seus órgãos após a morte”. Segundo ela, quanto melhor for a educação sobre o tema, mais argumentos se terá para assumir que a decisão cabe ao indivíduo, não à sua família. Fonte: usp Leia também: Perguntas frequentes

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Escreva sobre Tema de Redação: Prevenção da obesidade no Brasil. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do Tema de Redação: Prevenção da obesidade no Brasil. Texto 1 O que é a Obesidade? A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo. Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do índice de massa corporal (IMC). O IMC é calculado dividindo-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. É o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que identifica o peso normal quando o resultado do cálculo do IMC está entre 18,5 e 24,9. Para ser considerado obeso, o IMC deve estar acima de 30. O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas. A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras. São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou, por exemplo, a disfunções endócrinas. Por isso, na hora de pensar em emagrecer, procure um especialista. Fonte: https://www.endocrino.org.br/obesidade/ Texto 2 As razões da explosão de obesidade no Brasil A cada cinco brasileiros, um está obeso. Mais da metade da população está acima do peso. O país que até pouco tempo lutava para combater a fome e a desnutrição, agora precisa conter a obesidade. Por que a balança virou? Indicadores apresentados na segunda-feira pelo Ministério da Saúde mostram que, nos últimos 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. O excesso de peso também subiu de 42,6% para 53,8% no período. Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), com base em entrevistas realizadas de fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos de todas as capitais brasileiras. Novos padrões alimentares “Talvez um dos fatores mais preponderantes seja a mudança dos hábitos alimentares que se observa desde os anos 1970. Com pouco tempo para comer, as pessoas deixaram de fazer as refeições em casa e passaram a optar por comidas mais rápidas e mais calóricas”. Essa mudança de hábito também aparece na pesquisa Vigitel: o consumo regular de feijão, considerado um alimento básico na dieta do brasileiro, diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas um entre três adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana. Aumento do trabalho e da renda O aumento da obesidade coincide com um período de crescimento do poder de compra dos brasileiros, incentivado por políticas econômicas e programas de distribuição de renda. Segundo uma pesquisa do instituto Data Popular, a renda da classe média, que representa 56% da população, cresceu 71% entre 2005 e 2015, sendo que a renda dos 25% mais pobres foi a que mais aumentou. Assim, a chamada classe C passou a ter acesso a produtos antes restritos à elite. Além disso, ao se inserir no mercado de trabalho, o brasileiro acaba incorporando hábitos menos saudáveis, como os já citados por Mottin. A Vigitel mostrou que o excesso de peso aumenta significativamente da faixa etária dos 18 aos 24 anos (30,3%) para a dos 25 aos 44 anos (50, 3%). Há uma alta prevalência de obesidade nessa faixa etária: 17%. Genética ‘gorda’ A questão genética também cumpre um papel relevante para o aumento da população obesa, segundo o médico Cláudio Mottin. Segundo ele, o organismo de nossos antepassados não estava adaptado para a fartura e passaram para nós a genética de retenção de calorias. Além disso, colabora para a proliferação dessa “genética gorda” também um aspecto cultural, que associava gordura a saúde até recentemente, como aquele discurso da vovó que diz que o neto “está doente se está magrinho”. Noites mal dormidas A endocrinologista Marcela Ferrão também atribui a baixa qualidade do sono como um dos fatores para o aumento da obesidade. Segundo ela, a sociedade acelerada e conectada faz com que as pessoas não tenham horário para dormir. “À noite, a serotonina, que é o hormônio do humor, se converte em melatonina, responsável pelo sono reparador. Nesse estágio do sono, as células conseguem mobilizar gorduras de forma adequada”, explica. Isso gera um desequilíbrio hormonal que reduz a capacidade do corpo de produzir glicose, a pessoa acorda ainda mais cansada e sente a necessidade de consumir alimentos mais energéticos”, conclui Ferrão. Dieta variada Um último ponto destacado pelos especialistas para o aumento da obesidade no Brasil é a falta de acesso a uma dieta diversificada, o que depende menos de poder aquisitivo do que de educação alimentar. Nesse sentido, o Guia Alimentar para a População Brasileira se destaca entre as políticas do Ministério da Saúde para enfrentar a obesidade. A publicação oferece recomendações sobre alimentação saudável e consumo de alimentos in natura ou minimamente processados, mas vai além: coloca a hora da refeição no centro de uma discussão sobre convivência familiar e gestão do tempo. A Vigitel apresenta um dado positivo sobre o consumo regular de refrigerante ou suco artificial, que caiu de 30,9% em 2007 para 16,5% em 2016. Mas o Ministério da Saúde quer mais. “Nossa meta é reduzir em 30% o consumo de refrigerante pela população adulta até 2019 e aumentar em 17,8% o consumo de frutas e hortaliças”,

O gênero infográfico é uma poderosa ferramenta para transmitir informações de forma clara e concisa. No Brasil, a desigualdade social é um tema urgente e compreender seus dados é crucial para o ENEM. Conhecer esses dados é essencial para entender a realidade brasileira e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. No ENEM, esse conhecimento pode ser aplicado em questões interdisciplinares e redações, demonstrando consciência social e crítica construtiva. 1º problema da desigualdade social no Brasil: 101 mil moradores de rua A desigualdade social no Brasil é um problema complexo e multifacetado que afeta milhões de pessoas em todo o país. Infelizmente, uma das consequências mais visíveis da desigualdade é o grande número de pessoas em situação de rua. De acordo com o IBGE, o Brasil tem mais de 101 mil moradores de rua, um número alarmante que reflete a falta de acesso a serviços básicos como moradia, saúde e educação. Para combater a desigualdade e reduzir o número de moradores de rua no Brasil, é necessário um esforço coletivo que envolva o governo, a sociedade civil e o setor privado. É preciso investir em políticas públicas de inclusão social, como a garantia de moradia adequada, saúde e educação para todos. Além disso, é importante combater a discriminação e promover a igualdade de oportunidades para todos os brasileiros. 2º problema da desigualdade social no Brasil: 20 milhões de mães solteiras Essas mães solteiras enfrentam uma série de desafios decorrentes da desigualdade de gênero e da falta de suporte social. Muitas vezes, têm que conciliar múltiplos papéis, como o de provedora financeira, cuidadora e educadora dos filhos. A responsabilidade e a pressão sobre elas podem ser enormes, especialmente quando se trata de garantir o sustento e o bem-estar dos filhos. 3º problema da desigualdade social no Brasil: 13 milhões de analfabetos Essa realidade afeta principalmente as populações mais vulneráveis, como os moradores de áreas rurais, pessoas de baixa renda, negros e indígenas. A falta de acesso à educação de qualidade, a pobreza, a desigualdade regional e as desigualdades étnico raciais são alguns dos fatores que contribuem para a persistência do analfabetismo no Brasil. O analfabetismo limita significativamente as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional das pessoas afetadas. A falta de habilidades básicas de leitura e escrita dificulta a inserção no mercado de trabalho e o acesso a informações essenciais para a vida em sociedade. 4º problema da desigualdade social no Brasil: 13,5% concluiu o Ensino Superior Esse número evidencia uma desigualdade significativa no acesso à educação de nível superior. A falta de oportunidades educacionais adequadas, a precariedade do sistema de ensino e as dificuldades socioeconômicas são alguns dos fatores que contribuem para essa disparidade. As desigualdades regionais também são um aspecto relevante. Enquanto em algumas regiões metropolitanas o acesso ao ensino superior é relativamente mais amplo, em áreas rurais e regiões mais pobres, a oferta de instituições de ensino superior é limitada, o que dificulta o acesso e a conclusão dos cursos. 5º problema da desigualdade social no Brasil: 52% da população brasileira de 25 anos ou mais tem apenas o ensino fundamental completo Essa estatística reflete as desigualdades socioeconômicas presentes no país. A falta de acesso a uma educação de qualidade, a pobreza, a desigualdade regional e as disparidades étnico-raciais são alguns dos fatores que contribuem para essa realidade preocupante. A baixa taxa de conclusão do ensino fundamental tem impactos significativos nas oportunidades de emprego e no desenvolvimento pessoal das pessoas afetadas. A falta de qualificação educacional limita as possibilidades de acesso a empregos formais e melhor remunerados, perpetuando um ciclo de desigualdade e pobreza. 6º problema da desigualdade social no Brasil: 73,2% dos que vivem com R$130,00 per capta são negros Essa estatística revela uma profunda desigualdade socioeconômica que afeta predominantemente a população negra. O racismo estrutural e as históricas injustiças sociais contribuem para essa realidade, perpetuando a exclusão e a falta de oportunidades para esses indivíduos. A falta de acesso a uma educação de qualidade, empregos dignos e outros recursos básicos são alguns dos fatores que contribuem para essa desigualdade. A discriminação racial no mercado de trabalho, a segregação residencial e a falta de políticas públicas efetivas para combater o racismo também desempenham um papel significativo. 7º problema da desigualdade social no Brasil: 53,2% dos estudantes pretos ou pardos de 18 a 24 anos de idade cursam níveis de ensino anteriores ao superior Essa estatística revela uma desigualdade educacional profundamente enraizada. A população negra enfrenta obstáculos significativos no acesso à educação de qualidade, como a falta de infraestrutura adequada nas escolas, a discriminação racial no ambiente educacional e a escassez de recursos destinados a programas de inclusão. Essa disparidade educacional tem consequências sérias. A falta de oportunidades educacionais limita as perspectivas futuras desses estudantes, reduzindo suas chances de ingressar no ensino superior e obter empregos mais bem remunerados. 8º problema da desigualdade social no Brasil: 30 mil jovens no Brasil são assassinados todos os anos e 77% deles são negros A população negra é desproporcionalmente afetada pela violência, sendo alvo frequente da criminalidade e da violência armada. Fatores como a pobreza, a exclusão social, a falta de oportunidades e a discriminação racial contribuem para essa realidade alarmante. O racismo estrutural também desempenha um papel significativo na perpetuação dessa desigualdade. A violência policial, por exemplo, atinge de forma desproporcional jovens negros em áreas periféricas, resultando em um ciclo de violência e marginalização. 9º problema da desigualdade social no Brasil: renda média feminina é R$1.762,00 e a masculina é R$2.251,00 Essa diferença salarial reflete uma série de fatores, incluindo discriminação de gênero no mercado de trabalho, segregação ocupacional, acesso limitado a posições de liderança e a falta de políticas efetivas de equidade salarial. As mulheres enfrentam obstáculos adicionais, como a sobrecarga de trabalho não remunerado, especialmente nas tarefas domésticas e cuidados familiares, o que muitas vezes limita suas oportunidades de desenvolvimento profissional e ascensão na carreira.

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO – Tema: Ações para alcançar a igualdade de gênero no Brasil O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Leia os textos abaixo e faça sobre Tema: Ações para alcançar a igualdade de gênero no Brasil. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 O Brasil caiu nove posições em um ranking de igualdade de gênero divulgado pelo “Fórum Econômico Mundial”, grupo conhecido pelas reuniões que realiza em Davos. O país aparece agora na 71ª colocação na lista. Em 2013, ocupava a 62ª posição. A organização avaliou as diferenças entre homens e mulheres na saúde, educação, economia e indicadores políticos em 142 países. A Islândia ocupa o topo do ranking, seguida por outros países nórdicos. Apesar de ter mantido a igualdade entre homens e mulheres nas áreas de saúde e educação, o Brasil perdeu posições nos índices que medem participação feminina na economia e na política. A maior queda ocorreu na avaliação que considera salários, participação e liderança feminina no mercado de trabalho. A nota brasileira foi de 0,144 para 0,148. Porém, como outros países evoluíram mais, o país passou da 68ª para 74ª posição no ranking. A curva de participação feminina na política brasileira mostra uma nítida ascensão desde a chegada da presidente Dilma Rousseff à Presidência, em 2011. Ela foi a primeira mulher a governar o país. Em educação o Brasil atingiu a nota 1, o que significa que não há desigualdade entre homens e mulheres. A eliminação nas desigualdades na educação vem desde 2012. Na saúde, o país pontua 0,98 – o que o coloca em 1º lugar, empatado com outros países- desde o início da divulgação do ranking, em 2006. O relatório destaca que o Brasil conseguiu fechar 70% da lacuna entre os gêneros. A queda do Brasil em nove colocações, ficando em 71º, aconteceu mesmo tendo fechado com sucesso ambas as lacunas entre gêneros no nível educacional e de saúde e sobrevivência. Sua prioridade agora deve ser de garantir retornos em seus investimentos através do aumento da participação feminina na área de trabalho”, diz o relatório. Poucos avanços As cinco primeiras posições do ranking são ocupadas por países nórdicos. Em 6º lugar, aparece a Nicarágua, o país mais bem colocado da América Latina há três anos. Logo depois, em 7º, aparece Ruanda. Segundo o relatório, o país tem “grande pontuação em termos de participação econômica e política”. Entre os países dos BRICS, a África do Sul é a mais bem colocada (18º), “devido à forte participação política”. Depois do Brasil aparecem Rússia (75º), China (87º) e Índia (114º). O documento do Fórum Econômico Mundial destaca que os avanços em todo o mundo foram pequenos. A brecha entre homens e mulheres ainda está em 60%, e em 2006 era de 56%. Nesse ritmo, levará 81 anos para o mundo fechar essa brecha completamente. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/10/141028_desigualdade_full_lab Texto 2 A desigualdade de gênero é um problema antigo na sociedade e até hoje há quem acredite que as mulheres são inferiores aos homens e que seu único papel na sociedade é o de cuidar da casa e dos filhos. Uma pesquisa divulgada agora em março pela Ipsos mostrou que, em média, 18% das pessoas no mundo acreditam na inferioridade feminina. Para mudar esse tipo de visão, surgiu o feminismo, que defende que as mulheres são iguais aos homens, capazes de exercer as mesmas funções que eles, assim como eles são capazes de exercer as mesmas funções que elas, como os trabalhos domésticos, por exemplo. O erro mais comum é classificar o feminismo como uma ação que tem o ideal de que as mulheres são melhores que os homens. Os movimentos feministas falam de igualdade e não de superioridade de um ou de outro gênero.“Essa visão social dos papéis estruturantes do feminino e do masculino traz algo fundamental para a reação negativa das pessoas, principalmente dos homens. É um privilégio ser homem no Brasil e a maioria deles reage de forma não amigável ao feminismo”, disse Jacira Mello, diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão. Diferença salarial De acordo com a Comissão Econômica das Nações Unidas (CEPAL), as mulheres podem ganhar até cerca de 30% menos que os homens no mercado de trabalho estando em condições semelhantes, ou seja, realizando as mesmas funções. Além de ganhar menos, a mulher ainda enfrenta a dupla jornada de trabalho, que se estende ao voltar para a casa e realizar as tarefas domésticas. Injusto? Sim. Jacira Mello também falou que as pessoas até entendem racionalmente essa diferença de gênero, mas que o conceito de família “normal” onde o homem trabalha e a mulher faz as tarefas domésticas é tão forte e enraizado no dia a dia que as pessoas deixam de refletir sobre o assunto quando mais precisam. Duplo preconceito Ser mulher negra é algo que aflige parte da população. Elas normalmente são discriminadas tanto por serem mulheres, quanto por serem negras; além de serem estereotipadas de mulheres pobres, que geralmente trabalham como empregadas domésticas. “As mulheres negras além de sofrerem com o machismo sofrem com o racismo. Essa dupla pressão coloca as mulheres negras numa situação muito maior de vulnerabilidade social”, afirma Djamila Ribeiro, pesquisadora da área de filosofia política e feminista. Esses estereótipos da sociedade fazem parte do processo cultural. Desde a abolição da escravatura, os negros não tiveram o auxilio necessário para reinserção na vida social, com oportunidades iguais às dos brancos. Consequentemente, essa falta de socialização tornou os negros vítimas de racismos e injúrias raciais. E, claro, a mulher negra é a que mais sofre. “O racismo é algo

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO – Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação: Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 O conceito de beleza muda sempre ao longo dos anos. Na antiguidade, uma mulher era bela se fosse robusta, transparecendo saúde, boa alimentação e reprodução. Com o passar do tempo e com o surgimento dos desfiles, a moda era ser magra, quase esquelética. Com todas essas mudanças, o que é realmente beleza? Como podemos definir se uma coisa ou pessoa é bela ou não? Beleza é algo cultural, em diferentes cantos do globo podemos comprovar isso. Na China, serão bonitas as mulheres orientais, brancas e de pés pequenos. Já no Ocidente, são bonitas as altas e esbeltas. Em cada lugar ela reflete algo diferente, mas em todos eles há pessoas insatisfeitas com o próprio corpo tentando atingir o padrão imposto pela sociedade. A padronização da beleza e sua divulgação na mídia, seja através de propagandas ou da veiculação de concursos, levam as mulheres e garotas comuns, que não tem como alcançar esse padrão a recorrer a extremos, como plásticas e até mesmo distúrbios alimentares. Anorexia e bulimia têm sido alguns dos temas mais debatidos da atualidade. O fato de garotas e mulheres estarem na busca inalcançável do corpo perfeito assusta pais e familiares, pois até modelos se submetem a isso. Assim, muitos estudiosos chegaram à conclusão do que a baixa autoestima dessas garotas é fruto do padrão imposto pela mídia e sociedade. Por mais se altere de um lugar para outro, de uma época para outra, de uma raça para outra, beleza será sempre conceitual. E o que se conclui e que os conceitos de beleza moldaram e moldam as sociedades atuais, ditam o que usar e não usar, o que comer, o que vestir… Enquanto o mundo for mundo, e principalmente, globalizado, os padrões do que é belo vão estar sempre mundando. E esperamos que seja para melhor. Fonte: https://programaxequemate.blogspot.com.br/2011/05/o-padrao-de-beleza-e-suas-consequencias.html Texto 2 […] Assim como a depressão, transtornos alimentares não são apenas uma invenção inofensiva da cabeça de alguém. Por que uma pessoa mentalmente saudável passaria fome e vomitaria boa comida em busca da magreza, sendo que esta pode ser atingida com métodos muito mais saudáveis? Embora a lógica deixe nítido que pessoas com distúrbios alimentares não sofrem por vontade própria e que, portanto, é algo que passa bem longe da frescura, ainda há quem olhe para esses distúrbios como se fossem brincadeiras. Alguns dados que provam que devemos levar esse assunto a sério Todos os anos são identificados mais de cem mil novos casos de anorexia, isso somente no Brasil; Tanto anorexia quanto bulimia podem ser diagnosticados pela própria pessoa ou entes próximos. Todavia, a falta de interesse pode ser um dos motivos para que o doente ou seu responsável legal busque por ajuda apenas quando se encontra em um estágio mais avançado; Os meios de mídia disseminam métodos milagrosos para emagrecer (muito longe da realidade) e nos é ensinado a apreciar a magreza dos “ossinhos à mostra”, como se fossem objetivos ESSENCIAIS para a felicidade. Não há problema algum em querer ser magro ou ler reportagens sobre dietas. O problema se encontra em não saber separar a magreza saudável de uma obsessão. Pior ainda é fechar os olhos para o fato de que esta obsessão existe SIM e pode estar presente em um dos nossos entes mais queridos (mãe, namorada, sobrinha, filha). Familiares possuem dificuldade em lidar com quem tem transtornos alimentares No drama O Mínimo Para Viver, a protagonista Ellen possui duas mães, uma madrasta, um pai e uma irmã mais nova. Bagagem familiar completa. O pai jamais aparece, mas é evidente que, igualmente aos demais familiares, ele vê dificuldades em lidar com a garota. Questões como ‘Isso é bonito?’ e ‘É só comer!’ entram em pauta no vocabulário da família. Ellen é amada por todos, mas sua família é confusa e cheia de problemas internos. Para piorar, um dos membros é anoréxico e na cabeça dos leigos este não é um problema muito válido. Afinal, é uma coisa tão simples quanto “é só comer“. É uma verdade que as pessoas com transtornos alimentares são difíceis de conviver e costumam sim contar mentiras à respeito de refeições e seu bem estar físico, e parece não haver sentido algum em “ter medo de comida”, mas é PRECISO que os familiares entendam que não é nenhum bicho de sete cabeças. Anorexia e bulimia não são problemas menores e mais fáceis de resolver que problemas com dinheiro ou estresse no trabalho, e o afastamento da família não é a melhor solução. Fonte: https://superela.com/o-minimo-para-viver-anorexia A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.