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    Filtros:Temas de redação
    homem regando plantas agrotóxicos
    Professora Margarete
    5 min

    Causas e consequências do uso de agrotóxicos | Tema de redação

    Ah… a polêmica do uso de agrotóxicos! E põe polêmica nisso! Será verdade que adoecem a população? Será verdade que, sem eles, a fome é inevitável? Role a tela e veja o embrolho que envolve esse assunto – é seu tema de redação do Enem desta semana! Assim, sua redação dissertativa argumentativa desta semana deve comentar as “causas e consequências do uso de agrotóxicos”. Além das causas e das consequências, é preciso incluir propostas de intervenção. Bem, o caso está nas suas mãos a partir de agora! TEXTO 1 O mito da superioridade dos orgânicos (…) O pesticida orgânico precisa ser um produto de ocorrência natural. Não pode ser sintético – isto é, uma molécula criada em laboratório. Mas não ser sintético não quer dizer que seja bom ou seguro. Um critério que só leva em conta origem e modo de produção ignora fatores como impacto ambiental ou riscos à saúde. Com isso, acabamos tendo produtos piores e menos eficazes, simplesmente porque são “naturais”. (…) Ademais, vale a pena comprar alimentos orgânicos? Eles são, em média, 40% mais caros que os convencionais, mas seus defensores alegam que são mais saborosos e nutritivos, não contêm resíduos de pesticidas, e que a agricultura orgânica usa modos de produção menos prejudiciais ao ambiente. (…) Assim, como o agricultor não pode usar fungicidas sintéticos, ele se vale do sulfato de cobre, um produto natural, mas muito tóxico. A ingestão de cobre é deletéria para fígado e rins em humanos, e o produto também apresenta toxicidade elevada para pássaros e pequenos mamíferos. O sulfato de cobre não degrada no solo, e pode contaminar rios e lençóis freáticos. É classificado como altamente tóxico para o meio-ambiente, altamente tóxico para microrganismos de solo, e altamente tóxico para animais aquáticos. A bula indica seu armazenamento em local com sinalização de “VENENO” para evitar acidentes. fonte: aprosoja TEXTO 2 Por que o agrotóxico é polêmico? Para ambientalistas, o produto químico muda a naturalidade do ecossistema de onde ele é aplicado, o que cria uma nova população de insetos, bactérias e ervas daninhas que não são necessariamente próprias da região. Se mal aplicado, o agrotóxico também pode atingir lavouras vizinhas, criando problemas para produções orgânicas ou, até mesmo, matar plantações e florestas sensíveis ao produto químico. Isso sem contar os riscos que os trabalhadores rurais correm se o produto não for usado da maneira correta. Além disso, o veneno mal utilizado pode ser responsável pela morte de abelhas, insetos importantíssimos para garantir a polinização das plantas, um processo fundamental no ciclo da agricultura. Ademais, outro ponto é que o agrotóxico pode deixar resíduos nos alimentos e no lençol freático, atingindo água de rios. No caso da comida, em alguns casos, o pesticida fica apenas na casca do produto, podendo ser eliminado em uma lavagem. Assim, em outras situações, ele age dentro do organismo da planta e de seus frutos, e não é possível eliminar 100% desse residual. Adaptado de: g1 globo TEXTO 3 Reginaldo Minaré, diretor técnico-adjunto da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), reconhece que os pesticidas são produtos químicos perigosos e, por isso, “precisam ser manuseados com cuidado”. Entretanto, ressalva que, considerando o volume aplicado no país, o trabalhador está até “bastante protegido”. “Temos a preocupação de preparar os agricultores e de fornecer assistência técnica para que façam uso adequado dessas substâncias, essenciais para a agricultura nacional”, diz. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) capacitou mais de 200 mil trabalhadores rurais para o uso de agrotóxicos na última década, segundo Minaré – há no Brasil 15 milhões de pessoas ocupadas em estabelecimentos agropecuários, conforme o Censo Agro 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ademais, o diretor da CNA defende que é preciso ampliar a conscientização sobre o emprego correto dos equipamentos. “Mas não vejo despreparo dos trabalhadores. Estamos caminhando para um patamar interessante de segurança.” fonte: Yuri Vasconcelos e Frances Jones, pesquisa Fapesp em https://revistapesquisa.fapesp.br/agrotoxicos-podem-afetar-a-saude-de-trabalhadores-rurais/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Causas e consequências do uso de agrotóxicos” livro – o livro Agradeça aos agrotóxicos por estar vivo, do jornalista Nicholas Vital, é leitura obrigatória, até para leigos; resultou de uma vasta e séria pesquisa que comprova o título. estatísticas – O Guia do Estudante tem números interessantes para ajudar no repertório sobre agrotóxicos, não perca! vídeo – o professor Thiago Maia, do RJ, é muito didático ao explicar o que agricultura orgânica tem a ver com agrotóxicos – assista ao vídeo! https://www.youtube.com/watch?v=vwLN0UJocMY 1 – reportagem – o site CropLife Brasil responde se os pesticidas ficam nos alimentos, e derruba outros mitos sobre eles; pode usar como repertório: a CropLife Brasil reúne especialistas em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a produção agrícola sustentável! 2- reportagem – se precisar de repertório para embasar as consequências dos defensivos agrícolas, este artigo do Estadão tem tudo.  3 – reportagem – pode ser que outros países usem mais pesticidas que o Brasil; pelo menos é o que diz o artigo da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil. 4 – vídeo – há casos em que os pesticidas adoecem os trabalhadores, e você vai ver tudo sobre isso nesta reportagem. 5 – vídeo – um debate cheio de repertório para sua redação sobre os defensivos agrícolas (os agrotóxicos), no ótimo canal da USP Talks.  6 – notícia – se você acha que a polêmica é pouca, saiba que o Senado facilitou a importação de agrotóxicos no Brasil. 7 – vídeo – uma verdadeira aula cheia de repertório de estudiosos, sobre os agrotóxicos, organizada pelo pessoal da UFSC. Falar de causas e consequências do uso dos agrotóxicos não é fácil. Assim, quer dizer, não pra você, afinal você já tem todo o material necessário. E sua redação? Vai enviar para nossos corretores? Queremos ver seu nome aqui, hein…

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    09 de jan. de 2023
    torcedores fanáticos
    Professora Margarete
    5 min

    Os impactos do fanatismo para o indivíduo e a sociedade | Tema de redação

    O problema [do fanatismo] surge quando tal admiração atinge um ponto em que o fã não consegue tolerar aquilo que é diferente ou antagônico a seu objeto de fanatismo.

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    03 de jan. de 2023
    pessoas rindo humor piada
    Professora Margarete
    6 min

    O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira | Tema de redação

    No passado, os humoristas Rafinha Bastos e Danilo Gentili contaram piadas machistas na TV, e tiveram problemas com isso. Por sua vez, o saudoso humorista Jô Soares divertiu gerações com seus personagens gays.  Assim, para você, tem graça esse tipo de humor que envolve estereótipos de gênero? Pode parecer uma pergunta fácil de responder, mas não é, não: onde entra a liberdade de expressão nessa hora? Então, temos abaixo opiniões variadas sobre o fato, inclusive do próprio Jô Soares. Use-as para escrever uma redação dissertativa-argumentativa sobre o tema “O uso de estereótipos de gênero no humor da mídia brasileira”. Pense em argumentos fortes e propostas de intervenção. O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 1 Significado de Humor n.m. 1. Ação de rir ou de fazer outra pessoa rir; 2. Característica ou atributo do que é engraçado ou divertido; graça, jocosidade ou jovialidade; 3. Ânimo, estado de espírito ou disposição de um indivíduo num dado momento; 4. Aptidão ou competência para admirar o que é jocoso ou cómico. (Etm. do inglês: humour) Fonte: lexico – humor O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 2 A (re)produção do estereótipo nas piadas: sobre os sentidos do humor   Quer seja para tornar-se a todos acessível a compreensão ou como reprodutor dos discursos que circulam clandestinamente, o humor sempre tem à mão o estereótipo como provocador do riso. No caso do humor com o homossexual ele desenha uma identidade para esse grupo social que quase sempre se traduz numa atitude de desvalor para com aqueles sujeitos que a ele pertencem. Ademais, o indivíduo homossexual torna-se preso a uma identidade que lhe é imposta de forma preconcebida e vê-se tolhido de viver muitas vezes uma sexualidade plena e livre de limitações afetivas e sociais. As limitações presentes nas relações homoeróticas são prejudiciais também aos indivíduos heterossexuais que precisam entrincheirarem-se em suas identidades convencionalmente “estáveis”; o que delimita sua visão prática da sexualidade. Então, enunciar o homossexual como efeminado, frágil, pervertido e fútil tem sido uma regularidade no discurso humorístico. Logo, este é, sem dúvida, um estereótipo que traz consigo uma discursivização sobre homossexual cujos efeitos incidem sobre a maneira como estes sujeitos vivem e constituem sua sexualidade enquanto prática social. Fonte: revista uepb edu O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 3 Humor como contestação: a desconstrução de estereótipos preconceituosos da mulher nos vídeos do canal porta dos fundos Ao analisarmos dois vídeos do canal humorístico Porta dos Fundos, que propõe a inversão do papel da mulher e do homem em situações bastante comuns no dia a dia, percebemos como ainda é difícil ser mulher na sociedade atual. Pouco parece ter evoluído: ainda cultua-se o machismo como religião; ainda desfaz-se por completo dos desejos, realizações e aspirações femininas; ainda atribui-se um lugar desigual às mulheres, em relação aos homens, de maneira cega. A ideologia dominante e os estereótipos criados por ela são amplamente aceitos e propagados, sem pensamento crítico ou questionamento, causando sofrimento, medo e angústia. Ademais, é chegado o momento que canais como o Porta dos Fundos venham estampar, através do humor, o absurdo escondido detrás deste véu colocado sobre nossos olhos. Ao propor inversões de papéis e quebras de expectativas, o canal escancara comportamentos degradantes e ridiculariza a ação robótica de grande parte da sociedade. Assim, graças a canais como estes e os movimentos feministas, as mulheres hoje conseguem se apoderar um pouco mais de suas próprias vidas, se sentindo, pelo menos, capazes de reclamar, gritar, reagir, ao se verem alvo de comportamentos machistas e que as desqualificam. Só o fato de se sentirem capazes de reagir já demonstra um passo no caminho da libertação. Fonte: caderno paic fae O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 4 Fábio Porchat: “Para que fazer piada de loira burra em 2020?”   O humorista defende a renovação das piadas à medida que a sociedade evolui. “Os tempos mudam. Está mudando no humor, na propaganda, na medicina. Está mudando para todo mundo. Você tem que ficar atento para não envelhecer. Ainda mais o humorista. Se tem uma coisa que envelhece é o humor. Se você assiste um negócio de 10 anos atrás, é mais difícil dar risada. Você tem que ficar muito atento com o que acontece em sua volta, não só as situações curiosas e engraçadas do dia a dia, mas também de como o mundo está. Temos que ver como o mundo está caminhando e como poder brincar com isso, sem ofender ninguém. As pessoas falam: ‘Ah, mas eu não posso mais contar piada de gordo?’. Claro que pode, mas não do jeito que se fazia há 20 anos. Você não pode mais diminuir e humilhar as pessoas. Não pode fazer o gay virar chacota por ele ser gay”, justifica. Fonte: revista quem glob – fabio porchat para que fazer piada de loira burra em 2020 O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 5 “Nada descreve melhor o caráter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo”-   Frase de Goethe (1749-1832), escritor alemão. Repertórios socioculturais relacionados ao tema “O uso de estereótipos de gênero no humor da mídia brasileira”   Livro – Do que riem as pessoas inteligentes?, de Manfred Geier, mostra quais os motivos de risada em todas as épocas.  Opinião – escolhemos para você a opinião de uma advogada sobre o humor que usa o estereótipo gay.  Vídeo – Jô Soares era bem claro quanto a fazer humor com estereótipos, não deixe de ver este trecho de sua entrevista!   Informativo – você precisa visitar esta página criada por alunos do curso de Comunicação da UEM – eles mostram os personagens de Jô Soares e Chico Anísio que fizeram sucesso com humor sobre gays. Llivro-tese – leia este estudo completo, realizado para a UnB, sobre o que está por trás do humor que envolve homossexuais na mídia.  Reportagem – ótimo artigo

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    29 de nov. de 2022
    cibercondria
    Professora Margarete
    4 min

    Cibercondria e os impactos do diagnóstico pela internet à saúde | Tema de redação

    Qualquer dorzinha e a gente já busca o Dr. Google para saber o que pode ser! Cuidado com a cibercondria, ein? Assim, antes que vire tema de redação, mostramos hoje os impactos de se buscar diagnóstico médico na internet! Então, para esta semana você vai escrever uma dissertação-argumentativa sobre a “cibercondria e os impactos do diagnóstico pela internet à saúde”. Assim, os textos de apoio, abaixo, têm todo o conteúdo que você precisa. Inclua suas propostas de intervenção, não esqueça.    Texto 1   Você sabe o que é cibercondria?   Os hipocondríacos da era digital resolvem estabelecer diagnósticos de forma onipotente. Fazem buscas pela internet e baseiam-se em sintomas, relatos do mundo virtual, informações em exames realizados em momentos diferentes, e experimentação de remédios, para determinar as suas doenças. Dessa forma, a pessoa acredita que esta é uma maneira eficiente para solucionar problemas de saúde, e deixa de procurar a ajuda especializada dos médicos. Alguns cibercondríacos vão ao consultório levando o seu diagnóstico definido, e exigem um tratamento avançado para o problema que acreditam ter. E não é raro esses pacientes se recusarem a passar pela avaliação do médico. Adaptado de: Santa casa sp Texto 2   O ‘doutor Google’ não é tão prejudicial quanto os médicos acham, avaliam pesquisadores   Os resultados*, publicados na revista científica “Jama Network Open” no fim de março, mostravam que os participantes, depois de navegar na rede, tinham mais chances de acertar o diagnóstico e na triagem. David Levine, o médico que liderou o estudo, afirmou que costuma receber pacientes que dizem que o procuraram porque uma busca na web os convencera de que tinham câncer: “a pergunta que queria ver respondida era se todos são assim e nosso trabalho sugere que não há problemas em concordar que nossos pacientes pesquisem no Google. Na verdade, pode até ser benéfico”. Ademais, em 2018, levantamento feito pelo médico australiano Anthony M. Cocco já antecipava tal cenário. Quase 80% dos que pesquisavam os sintomas e as doenças relatavam que a investigação preliminar tinha sido uma ferramenta útil para terem elementos para discorrer sobre seu problema e entender o que o médico dizia. Então, moral da história: será inócuo tentar impedir uma consulta ao “doutor Google”, porque as pessoas não deixarão de fazê-lo.  *referentes a um estudo de pesquisadores da faculdade de medicina de Harvard sobre o impacto “cibercondria” Adaptado de: g1 globo   Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Cibercondria e os impactos do diagnóstico pela internet à saúde”   estatísticas – números sempre ajudam na hora do repertório e este artigo está cheio deles.  documentário – “Diagnóstico” é uma série em que pacientes com os mesmos problemas de saúde se encontram na internet; será que conseguem obter diagnósticos confiáveis? assista! reportagem – uma consulta com o Dr. Google pode ter suas vantagens, sim! veja neste artigo! vídeo – este médico psiquiatra tem um alerta importante sobre a cibercondria, que pode virar repertório.  estatística – você deve estar curioso para saber quais as doenças mais buscadas no Dr. Google… veja-as aqui! estudo – este é um periódico escrito por alunos da Universidade Estácio de Sá sobre o impacto da cibercondria em estudantes universitários – aproveite os ótimos dados e gráficos! música – o clássico do rock nacional “O Pulso”, dos Titãs, menciona a hipocondria – inspire-se para a redação.     https://youtu.be/PH3kNbvjN9E reportagem – você encontra neste artigo um relato bem-humorado de médica sobre a cibercondria, bem como um histórico sobre como a hipocondria já criou pânico antes da internet existir. É isso: da próxima vez que você pensar em consultar o Dr. Google para saber o que é aquela dorzinha, lembre-se deste tema – a cibercondria e os impactos do diagnóstico pela internet para a saúde.   Então, conta uma coisa pra gente: ter sua redação corrigida por professores seria bom? Envie a sua para nossos corretores e entenderá como conseguir nota 1000 na redação do Enem!

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    23 de nov. de 2022
    pai brincando com a filha
    Professora Margarete
    5 min

    A importância do respeito à personalidade da criança em sua criação | Tema de redação

    Respeito é bom e todo mundo gosta. Até criança! Aí é que está o problema: nem sempre a personalidade da criança é respeitada. Assim, o que pode acontecer com um adulto que foi desrespeitado na infância? Desse modo, é sobre isso a redação desta semana: “a importância do respeito à personalidade da criança em sua criação”. Planeje direitinho seu texto dissertativo argumentativo para o Enem, inclua nele seus argumentos e propostas de intervenção para minimizar esse problema. Então, para ajudar, escolhemos textos e organizamos para você, junto com repertórios! Assim, é só ler e usar! TEXTO 1 A importância de se respeitar a personalidade da criança O tempo de desenvolvimento da criança é assunto recorrente nessa praça. Infelizmente, a falta de respeito com elas tem me chamado a atenção. Hoje, há uma pressão para que a criança se enquadre em determinados parâmetros impostos pela sociedade desde o nascimento. Ela deve ser sempre feliz, sorridente, extrovertida, sociável e obediente – todos os dias e o dia todo. Timidez tem sido comparada a um pecado social. Há poucos dias, eu e minha filha presenciamos uma triste cena no supermercado: uma senhora foi brincar com uma criança que estava na fila e se escondeu entre as pernas da mãe. A tia, que a acompanhava, começou a brigar com a menina, chamando-a de bicho do mato, sem educação etc. Quanto mais a tal tia falava, mais a menina se encolhia. A minha filha, que também é um pouco tímida, olhou para mim e disse “mamãe, por que a moça está falando isso tudo para ela? Ela só está com vergonha e acho que está ficando muito assustada”. Naquele momento, ficou claro o desrespeito quanto ao tempo e à personalidade da criança. Sim, a criança deve ser educada, porém, ela tem o direito de ter dias – ou momentos – de mau humor, de tristeza, de “levadeza”ou até “braveza”. Fonte: na pracinha – a importância de se respeitar TEXTO 2 “(…) as crianças devem ser respeitadas como personalidades sociais e humanas de primeira grandeza. Por exemplo, nós achamos natural entrar [em algum lugar] e dizer às crianças: “O que vocês estão fazendo?”, “Por que você fez isso?”. Com grande frequência a criança não sabe responder. Essa interrupção abrupta não é sinal de respeito. Fazemos isso porque achamos que a personalidade da criança é inferior. Nisso estamos errados”. Maria Montessori (1870-1952) foi uma pedagoga e médica italiana, criadora do “Método Montessori” baseado na formação integral do jovem. TEXTO 3   Fonte: to gov – violência doméstica infantil e uma realidade preocupante nos lares brasileiros TEXTO 4 A partir do século XV, a preocupação com o sentimento infantil possibilita o surgimento de uma série de disposições legais, que mesmo sendo pouco aplicadas, essa legislação reforça algumas preocupações concretas com relação à proteção das crianças. Importante ressaltar que a evolução dos sentimentos com relação às crianças por parte do adultos em toda a Europa não foi manifestada de forma linear. Segundo os autores, “na França, por exemplo, o século XVII é um momento se não de reação, pelo menos de contenção. As convulsões políticas e religiosas constituem os sintomas de uma profunda crise de valores”. Há, nesse momento, inúmeras mudanças sociais. Então, a mudança cultural e social dessa época desperta o interesse pela educação. A Igreja e o Estado se encarregaram do campo educacional. Foram oferecidos alguns conhecimentos que os pais não seriam capazes de transmitir aos filhos. O casal, almejando o progresso dos filhos, era auxiliado pela Igreja e pelo Estado a deixar grande parte de seu encargo de educadores aos orientadores fornecidos por aquelas Instituições. Fonte: fdcl – a criança e a sociedade medieval Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A importância do respeito à personalidade da criança em sua criação” Livro – O direito de ser criança, de David J. Smith, conta como é a questão do respeito ao mundo infantil em várias partes do mundo. Informativo – a personalidade da criança pode estar sendo afetada negativamente pelo ambiente em que vive; neste artigo importante você vê quais riscos ela corre Vídeo – uma entrevista completa com uma psicanalista sobre como podemos respeitar a personalidade das crianças. Informativo – conheça aqui os tipos de negligência contra crianças que podem passar despercebidos. Vídeo – este é um documentário ótimo do Unicef, feito com pais de vários países, que comenta sobre o desrespeito à personalidade da criança em forma de negligência. Informativo – a Unicef diz neste artigo quais os direitos da criança. Estatística – veja aqui tabelas que mostram o impacto da negligência sobre crianças pequenas. Vídeo – a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa explica em detalhes como é formada a personalidade da criança. Confira: Assim, aí está um material perfeito para te ajudar a escrever sobre a importância do respeito à personalidade da criança. A equipe do Redação Online é apaixonada por organizar material de temas que possam cair na redação do Enem, de vestibulares e de concursos! E nossos corretores amam ajudar os alunos a chegar na nota 1000. Então, conheça o nosso serviço de correção de redações!

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    17 de nov. de 2022
    preso dentro da prisão
    Professora Margarete
    5 min

    A estigmatização do preso e a importância da sua ressocialização | Tema de redação

    Todo indivíduo preso um dia sairá do sistema prisional. E aí? Ele precisa voltar à sociedade de alguma forma. Então, você o contrataria? Por que sim, ou por que não? Questão complexa essa, ein! E por falar em questão complexa, é melhor já ir treinando para não ficar surpreso se cair na prova de redação do Enem! Desta vez você vai escrever uma dissertação-argumentativa sobre “a estigmatização do preso e a importância da sua ressocialização”. Assim, dê uma lida nos textos de apoio, que são muito bons e dê uma proposta de intervenção para o caso. Texto 1 sobre ressocialização Depois das grades: um reflexo da cultura prisional em indivíduos libertos (…) A sociedade marginaliza o recluso e configura um estigma a partir da construção de uma identidade pautada na imagem de ex-presidiário. Como uma das consequências, eles normalmente permanecem desempregados, sentem-se desamparados e com baixa auto-estima. (…) a pena não ressocializa, mas estigmatiza, não limpa, mas macula, como tantas vezes se tem lembrado aos “expiacionistas”, que é mais difícil ressocializar uma pessoa que sofreu uma pena do que outra que não teve essa amarga experiência, que a sociedade não pergunta por que uma pessoa esteve em um estabelecimento penitenciário, mas apenas se lá esteve ou não. Fonte: adaptado de pepsic bvsalud – scielo Texto 2 Noruega consegue reabilitar 80% de seus criminosos A taxa de reincidência de prisioneiros libertados nos Estados Unidos é de 60%. Na Inglaterra, é de 50% (a média europeia é de 55%). A taxa de reincidência na Noruega é de 20% (16% em uma prisão apelidada de “ilha paradisíaca” pelos jornais americanos, que abriga assassinos, estupradores, traficantes e outros criminosos de peso). Os EUA têm 730 prisioneiros por 100 mil habitantes. Essa taxa é bem menor nos países escandinavos: Suécia (70 presos/100 mil habitantes), Noruega (73/100 mil) e Dinamarca (74/100 mil). Mais ao Sul, a europeia Holanda tem uma taxa de 87/100 mil, e uma situação peculiar: o sistema penitenciário do país tem “capacidade ociosa” e celas estão disponíveis para aluguel A Bélgica já alugou espaço em uma prisão da Holanda para 500 prisioneiros. Ou seja, o melhor espelho para os interessados de qualquer país em melhorar seus próprios sistemas, está na Escandinávia e arredores, não nos Estados Unidos. Três teorias A diferença entre os países está nas teorias que sustentam seus sistemas de execução penal. Segundo o projeto de reforma do sistema penal e prisional americano, descritos na Wikipédia, eles se baseiam em três teorias: 1) Teoria da “retribuição, vingança e retaliação”, baseada na filosofia do “olho por olho, dente por dente”; assim, a justiça para um crime de morte é a pena de morte, em sua expressão mais forte; 2) Teoria da dissuasão (deterrence) que é uma retaliação contra o criminoso e uma ameaça a outros, tentados a cometer o mesmo crime; em outras palavras, é uma punição exemplar; por exemplo, uma pessoa pode ser condenada à prisão perpétua por passar segredos a outros países ou a pagar indenização de US$ 675 mil dólares a indústria fonográfica, como aconteceu com um estudante de Boston, por fazer o download e compartilhar 30 músicas – US$ 22.500 por música; 3) Teoria da reabilitação, reforma e correição, em que a ideia é reformar deficiências do indivíduo (não o sistema) para que ele retorne à sociedade como um membro produtivo. Fonte: conjur – noruega reabilitar 80% criminosos prisões   Texto 3 sobre ressocialização Dos atuais 125 mil [detentos] que estudam, 79 mil estão cursando educação básica na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) e educação profissional (cursos técnicos ou de formação inicial e continuada). São 26,8 mil os condenados envolvidos em projetos de leitura e 17,7 mil, em atividades educacionais complementares (videoteca, lazer, cultura etc) e 433 pessoas em atividades esportivas relacionadas ao processo educacional. Além disso, a maioria dos internos (82%, segundo dados de 2016) leem mais de dez livros por ano. A Lei da Remição pelo Estudo teve origem em projeto de lei (PLS 265/2006) do então senador Cristovam Buarque, aprovado pelo Senado em junho de 2011. Ademais, ela determina que os condenados criminalmente em todo o Brasil têm o direito de descontar um dia de pena para cada 12 horas de frequência escolar. Fonte: senado noticias – lei que permite condenado reduzir pena pelo estudo Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A estigmatização do preso e a importância da ressocialização” Depoimentos – conheça as histórias de ex-presidiários que hoje são empresários! Notícia – conheça agora o caso de ex-detentos que estão lutando por um lugar na sociedade. Artigo – você pode ler aqui duas interessantes entrevistas feitas com dois ex-detentos do RJ. Informativo – aqui você tem todos os detalhes sobre a ressocialização no Brasil, com dados estatísticos, de autoria do Senado. Vídeo – a TV Câmara de São Paulo entrevista ex-detentos neste vídeo, contando como foram tratados ao serem reinseridos na sociedade. Artigo – veja aqui uma lista de estatísticas que você pode usar facilmente na sua redação sobre a ressocialização de ex-detentos, além de outras informações sobre o assunto. Vídeo – relatos inspiradores de como o trabalho ressocializa o ex-detento, colhidos pelo governo de MG. Documentário – o autor deste vídeo teve a brilhante ideia de se passar por ex-detento e tentar conseguir emprego em SP; será que ele conseguiu? descubra! Livro – O ressocializado — No Mundo da Lua, Atrás das Grades, foi escrito nada mais nada menos que por um ex-detento, Carlos Astro; imperdível! Filme – Fisher Stevens dirige Palmer, e conta a história real de um ex-astro do futebol americano, que, após 12 anos preso, tenta reconstruir uma vida tranquila para si mesmo. Leu os textos acima? Deu uma olhada nos repertórios que sugerimos? Se sim, então você faz parte da elite dos alunos que saberão escrever sobre a estigmatização do preso e a importância da sua ressocialização! Então, quando terminar sua redação, mande para nossos corretores – eles estão aqui pra isso!

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    08 de nov. de 2022
    mulher amamentando bebê
    Professora Margarete
    5 min

    Medidas para incentivo ao aleitamento materno no Brasil | Tema de Redação

    Curioso como amamentar em público dá tanta discussão, né? Não deveria… Pois se você pensa que é só pelo tabu da exposição do corpo da mãe, leia este artigo e vai saber de outros motivos. Assim, eles exigem medidas para incentivo ao aleitamento materno no Brasil.  Então, temos hoje um material de primeira, abaixo. Nele estão  o que diz a lei; as vantagens para o bebê e a mãe que amamenta; por que a sociedade resiste em aceitar o aleitamento em público; casos absurdos que as mães enfrentam quando amamentam seus bebês. Em seguida, queremos que escreva uma dissertação argumentativa sobre o tema “Medidas para incentivo ao aleitamento materno no Brasil”. Então, o que você acha do caso? Quais propostas de intervenção sugere? Dessa forma, agora é com você! TEXTO 1 Senado aprova multa para quem impedir amamentação em local público O Senado aprovou, em regime de urgência, projeto para penalizar, com multa, a violação do direito à amamentação. O texto (PLS 514/2015) assegura o direito das mães de amamentar em local público ou privado sem sofrer qualquer impedimento. A matéria faz parte da pauta prioritária da bancada feminina na defesa dos direitos das mulheres e segue agora para a Câmara dos Deputados. Dessa forma, a proposta da ex-senadora Vanessa Grazziotin estabelece que, mesmo havendo espaço reservado para amamentação nos estabelecimentos, cabe somente às mães decidirem se querem ou não utilizar o local. A pena para quem proibir a amamentação é de multa com valor não inferior a dois salários mínimos. (…) Para comprovar que o preconceito continua presente na sociedade, os senadores Rose de Freitas (Pode-ES) e Weverton (PDT-MA) relataram exemplos ocorridos com eles. Weverton disse que, recentemente, sua esposa teve que enfrentar olhares de censura quando amamentava em locais públicos. Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/03/12/senado-aprova-penalizacao-para-quem-impedir-amamentacao-em-local-publico    TEXTO 2 Condição de trabalho interfere na duração de aleitamento materno Uma pesquisa publicada hoje (5) revela que mães em ocupações manuais semiespecializadas (manicures, sapateiras, padeiras, auxiliares de laboratórios, feirantes, entre outros) e com jornadas de trabalho de 8 ou mais horas diárias deixam com mais frequência de alimentar seus filhos exclusivamente com o leite materno durante os quatro ou seis meses após o parto. A pesquisa, publicada na Revista Cadernos de Saúde Pública, recolheu dados de 5.166 mães de nascidos vivos em 2010 na capital do estado do Maranhão, São Luís. De acordo com os dados da pesquisa, entre as mulheres que não têm nenhum tipo de trabalho remunerado (que, em tese, têm melhores condições para manter o aleitamento materno exclusivo), 46% mantiveram o leite materno como único alimento de seus bebês até o quarto mês de vida. Entretanto, já entre as mães que estão em ocupações manuais semiespecializadas o percentual caiu para 34%, mesmo índice das mães com jornadas de trabalho de 8 ou mais horas diárias. O estudo também mostrou que as mães com ocupações em funções de escritório, que trabalhavam 4-5 dias ou 6-7 dias/semana e por 5-7 horas também praticaram menos o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês. Fonte: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-brasil/2022/08/06/condicao-de-trabalho-interfere-na-duracao-de-aleitamento-materno.htm  TEXTO 3 Amamentação em público: por que homens e mulheres se incomodam tanto? A musicista Yara Villão foi proibida de continuar amamentando a filha recém-nascida, que estava internada por ser prematura, para que seus seios não ficassem expostos durante o horário de visitas na UTI. O hospital acabou se retratando, mas, infelizmente, este não foi o único caso de mulheres sendo constrangidas no momento em que alimentavam seus bebês. (…) Mãe de uma menina de poucos meses, Fernanda Gimenes Cruz Pacheco avalia que as pessoas se incomodam bastante com o ato de amamentar em público. “Teve uma vez que estava em um shopping com a bebê e meu filho mais velho. Sentei em um cantinho para alimentá-la e joguei a fralda para tampar seu rosto, até porque a maioria acha um absurdo não fazer isso. Uma senhora parou ao meu lado falando que o lugar de amamentar não era ali, mas no fraldário, que era minúsculo”. Fonte: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2017/03/07/maes-ainda-sao-julgadas-ao-amamentar-em-publico-por-que-isso-ainda-e-tabu.htm  TEXTO 4 Gota a gota: A História da Amamentação no Brasil (…) quando os portugueses chegaram no Brasil em 1500, depararam-se com indígenas que também mantinham o hábito do aleitamento materno. Entre os nossos povos originários, porém, amamentar era uma prática que durava até mais de dois anos em alguns casos, período que assustou os europeus, acostumados com a amamentação de seus filhos por um tempo maior. (…) A primeira metade do século XX no Brasil é marcada por uma série de transformações sociais e econômicas, um período no qual se verificam fenômenos como a migração de famílias do campo à cidade em busca de melhores condições de vida, a industrialização e a entrada da mulher no mercado de trabalho. Acompanhando essas mudanças, em especial a possibilidade das mulheres trabalharem, verifica-se o distanciamento de mães e filhos ainda no período de lactação. Fonte: https://www.sescsp.org.br/historia-amamentacao/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Medidas para incentivo ao aleitamento materno no Brasil” Depoimentos – são vários casos relatados neste artigo interessante, por mães que não sabiam dos desafios para amamentar seus bebês. Filme – De Peito Aberto é um documentário que mostra como a amamentação é um ato político!  Notícia – e é uma ótima notícia: aleitamento materno pode reduzir chances de câncer de mama! leia! Informativo – como amamentar sem afetar o trabalho? saiba como neste artigo. Vídeo – aleitamento materno é cidadania, como você vai ver neste vídeo da TV Educativa  Livro – e-book gratuito do Ministério da Saúde com absolutamente tudo sobre aleitamento materno! Notícia – já ouviu falar de “mamaço”? veja do que se trata. Leu tudo? Leve a sério: medidas para incentivo ao aleitamento materno no Brasil tem tudo para cair na redação Enem! E não esqueça de mandar a redação pra gente corrigir! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

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    31 de out. de 2022
    homem trabalhando viciado trabalho
    Professora Margarete
    6 min

    Os efeitos da supervalorização do trabalho na atualidade | Tema de Redação

    Se você está aqui deve ser porque vai prestar vestibular, certo? E se você vai prestar vestibular é porque quer trabalhar, futuramente. Então, o tema que escolhemos para sua redação desta semana independe de você gostar ou não: os efeitos da supervalorização do trabalho na atualidade. Todo mundo que você conhece está trabalhando ou buscando trabalho. Isso significa que o trabalho é muito valorizado na nossa sociedade. O que queremos saber de você é se essa supervalorização nos faz evoluir, ou é prejudicial. Sua tarefa será escrever uma dissertação sobre o tema “os efeitos da supervalorização do trabalho na atualidade”, com os melhores argumentos que conseguir. Usando os textos abaixo isso não vai ser difícil. Ah! E não se esqueça de boas propostas de intervenção! Texto 1 sobre supervalorização do trabalho O que é Síndrome de Burnout? Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros. Traduzindo do inglês, “burn” quer dizer queima e “out” exterior. A Síndrome de Burnout também pode acontecer quando o profissional planeja ou é pautado para objetivos de trabalho muito difíceis, situações em que a pessoa possa achar, por algum motivo, não ter capacidades suficientes para os cumprir. Essa síndrome pode resultar em estado de depressão profunda e por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas. Fonte: gov saúde de a a z – sindrome de burnout Texto 2 Workaholics: busca por recompensa e compulsão estão por trás do comportamento (…) “A gente deve lembrar que vivemos uma cultura que reforça muito a produtividade. E é uma cultura que parece que se você não estiver produtivo o tempo todo, você não enxerga valor”, destaca a psicóloga [Ana Carolina Peuker]. Por trás da personalidade workaholic*, podem existir diversos motivos. Na visão do psiquiatra e professor da The School of Life Guilherme Spadini é importante destacar que cada um tem uma história, mas a associação que as pessoas fazem entre valor e amor próprio à produtividade é bastante comum. Outro aspectos da mente do workaholic é que se ele faz todo o trabalho que tem que fazer em menos tempo, não vai se sentir bem depois. “O profissional pode sentir um vazio: ‘E agora o que eu que faço?’. Ele não consegue relaxar e aproveitar o tempo livre. A pessoa não consegue. Ela sente como se fosse um erro”, comentou Spadini. A perspectiva da compulsão e do vício também é destacada pelo médico e especialista em gestão de pessoas Roberto Aylmer. Ele explica que os desafios profissionais liberam adrenalina e as “vitórias” dão prazer porque liberam dopamina e serotonina. Esse vício de autoestimulação está por trás do perfil workaholic. *trabalhador compulsivo, ou seja, uma pessoa que se viciou no trabalho. Fonte: exame – workaholics busca por recompensa e compulsão estão por trás do comportamento Texto 3 sobre supervalorização do trabalho Geralmente assumimos que trabalhar demais é ruim para nossa saúde. Mas o que exatamente é insalubre sobre isso não é claro. É trabalhar longas horas que aumenta nosso risco de desenvolver problemas de saúde? Ou é outra coisa, como a mentalidade de trabalho compulsiva de Michael, que é prejudicial à saúde? (…) Descobrimos que as horas de trabalho não estavam relacionadas a nenhum problema de saúde, enquanto o vício em trabalho estava. Especificamente, os funcionários que trabalhavam longas horas (normalmente mais de 40 horas por semana), mas que não eram obcecados pelo trabalho, não apresentavam níveis aumentados de risco de síndrome metabólica relataram menos queixas de saúde do que os funcionários que demonstraram vício em trabalho. Descobrimos que os workaholics, trabalhando ou não longas horas, relataram mais queixas de saúde e tiveram maior risco de síndrome metabólica; eles também relataram uma maior necessidade de recuperação, mais problemas de sono, mais cinismo, mais exaustão emocional e mais sentimentos depressivos do que funcionários que simplesmente trabalhavam longas horas, mas não tinham tendências workaholics. Traduzido livremente e adaptado de hthbr – how being a workaholic differs from working long hours and why that matters for your health Texto 4   Uma estranha loucura apossa-se das classes operárias das nações onde impera a civilização capitalista. Esta loucura tem como consequência as misérias individuais e sociais que, há dois séculos, torturam a triste humanidade. Esta loucura é o amor pelo trabalho, a paixão moribunda pelo trabalho, levada até o esgotamento das forças vitais do indivíduo e sua prole. Em vez de reagir contra essa aberração mental, os padres, economistas, moralistas sacrossantificaram o trabalho. Pessoas cegas e limitadas quiseram ser mais sábias que seu próprio Deus; pessoas fracas e desprezíveis quiseram reabilitar aquilo que seu próprio Deus havia amaldiçoado. Paul Lafargue, O direito à preguiça, São Paulo, Kayrós, 2 ed., 1980. Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Os efeitos da supervalorização do trabalho na atualidade” Filme – Soul é uma produção da Disney Pixar cheia de significados, e um deles  é o de evitar fazer coisas apenas para preencher nosso dia, é preciso saber o porquê do que se faz!https://www.youtube.com/watch?v=Sz-jdlM_YGkLivro – este é um e-book gratuito com tudo sobre a síndrome de burnout; leia para se prevenir! Depoimento – a conhecida jornalista Izabella Camargo sofreu burnout e conta neste artigo como foi difícil conseguir ajuda Estatísticas – números indicando qual geração sofre mais com obsessão pelo trabalho Artigo – ótimo texto com soluções possíveis para evitar o vício no trabalho Música – conhece a “Música de Trabalho”, do Legião Urbana? ela é um bom repertório para este tema do trabalho. Dados médicos – neste artigo escrito por um médico você fica sabendo qual doença é mais comuns entre workaholics. Notícia – burnout já é classificada como doença do trabalho, segundo a OMS; veja os detalhes aqui. Pronto: com esse ótimo material

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    24 de out. de 2022
    participação popular na política
    Professora Margarete
    5 min

    A importância da participação política para o exercício da cidadania | Tema de Redação

    Política você sabe o que é. Mas, confesse: você participa da política?  A realidade é que não tem como escapar: em todos os aspectos, percebemos a importância da participação política para o exercício da cidadania. E neste artigo organizamos para você todo tipo de informação – é um assunto com chance enorme de cair na prova de redação! Então, sua redação desta semana será sobre o tema “A importância da participação política para o exercício da cidadania”. Dessa forma, use argumentos claros, e não se esqueça de sua proposta de intervenção. Você vai gostar dos textos que escolhemos para ajudá-lo! TEXTO 1 O QUE VOCÊ TEM A VER COM A POLÍTICA? A política está relacionada com aquilo que diz respeito ao bem público, à vida em comum, às regras, leis e normas de conduta dessa vida, nesse espaço, e, sobretudo, ao ato de decisão que afetará todas essas questões. Em suma, a política foi criada para regular os conflitos sociais. É importante você se informar e participar da política, pois ela é a condução da nossa própria existência coletiva, que será refletida na nossa experiência individual, ou seja, na nossa educação ou não, na nossa saúde ou não, na nossa oportunidade de acesso ou não. Ou seja, não se trata de um mecanismo exclusivo de políticos e muito menos envolve apenas discursos, eleições e promessas falsas. Não é algo distante de nós; pelo contrário, faz-se presente em nossas vidas, por menor que seja o assunto abordado. A política foi criada para que possamos debater, discutir e suscitar questões, sem que seja preciso a utilização da violência. Através dela, foram estabelecidas regras, leis e normas, bem como o estabelecimento de direitos e deveres para conduzir as nossas ações. Adaptado de https://www.camaramedianeira.pr.gov.br/noticia/997/o-que-voce-tem-a-ver-com-a-politica#:~:text=%C3%89%20importante%20voc%C3%AA%20se%20informar,oportunidade%20de%20acesso%20ou%20n%C3%A3o.  TEXTO 2 O Analfabeto político* O pior analfabeto É o analfabeto político, Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e o lacaio das empresas nacionais e multinacionais. * poema de Bertold Brecht – poeta alemão, falecido em 1956, que com sua obra visava a esclarecer as questões sociais da época. TEXTO 3 Falta conhecimento do eleitor sobre o sistema político, aponta DataSenado Televisão (37%), redes sociais (24%) e páginas na internet (23%) são os principais meios de comunicação na busca de informações sobre política. Nas redes sociais, a maior procura é pelo Facebook (35%) e pelo Instagram (27%). Apenas 14% dos entrevistados dizem seguir algum senador nas redes sociais. Entre os grupos focais, as redes sociais e os portais jornalísticos se sobressaem, especialmente entre os mais jovens, enquanto a TV atrai a faixa etária mais avançada. “No entanto, o uso da TV como meio de informação divide opiniões no estudo qualitativo. A maior parte dos entrevistados avalia que a TV é tendenciosa e distorce as informações para atender interesses de determinados grupos econômicos e políticos. Ao contrário da internet, que permite ao cidadão buscar informações livremente, a TV é vista como manipuladora. Como consequência, gera uma falta de credibilidade em uma parcela dos entrevistados”, aponta o relatório do DataSenado. Fonte: Agência Senado  https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/03/17/falta-conhecimento-do-eleitor-sobre-o-sistema-politico-aponta-datasenado     TEXTO 4 28 formas de exercer a cidadania além do voto Opinar em projetos de lei, consultas públicas e matérias legislativas através dos portais digitais oficiais do governo. Você pode acessar o e-cidadania do Senado Federal, e também o portal da Câmara dos deputados; Participar em manifestações e protestos democráticos como forma de exercer sua liberdade de expressão e opinião sobre assuntos públicos e políticos; Na escola ou universidade, participar da liderança estudantil: seja como representante ou líder de classe, engajar-se em diretórios acadêmicos ou grêmios estudantis, por exemplo; Filiar-se a um partido político! Sim, independente da sua ideologia ou preferência partidária, ser parte de um partido significa opinar sobre as pessoas que vão ser candidatas em eleições, bem como participar dos debates sobre alianças partidárias e planos de governo do partido. Além disso, quem sabe se você depois não se interessa em lançar a sua candidatura como vereador ou vereadora em sua cidade? É possível! (o Redação Online recomenda que você conheça as outras 23 formas no link original – vale a pena!) Fonte: https://www.politize.com.br/cidadania-formas-de-exercer/  Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A importância da participação política para o exercício da cidadania” vídeo – num debate promovido pela Câmara dos Deputados, educadores e administradores públicos chegaram a estas conclusões sobre a participação dos jovens na política. opinião – será que o brasileiro é antenado na política? Renato Meirelles, do Instituto Locomotiva, responde neste artigo.  estatística – neste artigo estão números sobre a participação política de jovens e mulheres, para incluir na redação. vídeo – veja o que o professor Cortella tem a dizer sobre a importância da participação política. artigo – neste post do nosso blog você encontra dados estatísticos perfeitos para uma redação sobre participação política. livro – sugerimos que você leia o livro Juventude, Educação e Participação Política, de Alexandre A. de Albuquerque, com dicas de como fazer os jovens participarem mais da política.  opinião – se você se sente desiludido com a política, este vídeo do professor Pondé é para você.  artigo – Paulo Freire entendia tudo de participação política e cidadania – conheça a ideia dele aqui. Então, algum texto acima o surpreendeu? Os vídeos são muito bons, não é? Dessa forma, como dissemos, a importância da participação política para o exercício da cidadania é um tema que tem tudo para cair na prova de redação! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

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    17 de out. de 2022
    empreendedorismo-sustentável
    Professora Margarete
    4 min

    Desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil | Tema de Redação

    Boa notícia: já dá para empreender conservando o meio ambiente e respeitando a diversidade – é o empreendedorismo sustentável! Por isso, daqui a alguns anos você estará ingressando no mercado de trabalho… não vai esperar até lá para saber dos desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil, certo? Então, escreva uma dissertação argumentativa sobre o tema “desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil”, detalhando esses desafios e sugerindo propostas de intervenção. Ademais, planeje seu texto do jeito certo – tudo que você precisa está abaixo.   TEXTO 1 O que é empreendedorismo sustentável? (…) para se tornar um empreendedor sustentável é necessário adotar algumas mudanças de hábito, como por exemplo, evitar desperdícios e investir em um consumo consciente. Além disso, a organização deve demonstrar uma atenção especial com pessoas que serão afetadas por suas atividades, sejam elas consumidores de seus produtos, colaboradores ou moradores da região.  Por que colocar em prática? O mundo está passando por grandes mudanças ambientais e sociais. Então, é fundamental que empresas adotem, aos poucos, medidas que irão causar impacto positivo nessas áreas.  Contudo, um estudo realizado pela agência de pesquisa Union+Webster, que foi divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), 87% dos brasileiros preferem adquirir produtos de empresas sustentáveis e 70% dizem que não se importam em pagar um pouco mais por este diferencial. Adaptado de https://digital.unesc.net/blog/empreendedorismo-sustentavel-o-que-e-e-por-que-coloca-lo-em-pratica  TEXTO 2 (…) as principais características de um empreendedor de sucesso são: ser visionário, saber tomar decisões, fazer a diferença, saber explorar ao máximo as oportunidades, ser determinado e dinâmico, ser dedicado, ser otimista e apaixonado pelo que faz, ser independente e construir o próprio destino, acreditar que o dinheiro é consequência do  sucesso do negócio, líderes e formadores de equipes, ser bem relacionados, planejar cada passo do negócio, ser sedentos pelo saber e aprender continuamente, assumem riscos calculados e utilizam seu capital intelectual para criar valor para a sociedade.  Fonte: https://www.singep.org.br/5singep/resultado/538.pdf  TEXTO 3 O caso 1 é um restaurante localizado na área rural, fundado e idealizado há 11 anos por dois sócios. Além do restaurante com capacidade para 250 pessoas, o empreendimento conta com vários atrativos de lazer junto à natureza, como: trilhas na mata, um centro naturista com tratamentos de saúde baseados na fitoterapia e na hidroterapia, passeios entre a horta e o pomar orgânico, lagos para pesca esportiva, interação com os animais da chácara, passeio de barco no lago e cavalgada. Além disso, tem um centro de reciclagem que visa à redução dos desperdícios e à geração de húmus para suas hortas e pomares. O entrevistado foi o dono e gestor do local, do sexo masculino, casado e com formação em direito. (…) A ideia de montar o empreendimento surgiu após o falecimento dos avós do empreendedor, de origem polonesa. A família desejava restaurar a casa de arquitetura típica, manter a culinária praticada pelos antepassados e preservar a extensa área verde. Ao longo dos anos, o restaurante foi crescendo e as atividades de lazer se expandindo. O proprietário atribui o sucesso ao “boca a boca”, pois os clientes iam recomendando o local para seus conhecidos, o que foi ampliando o número de clientes gradativamente. O entrevistado não possuía experiência anterior na função e relata: “aprendemos na prática mesmo, errando e acertando, sempre tentando fazer o nosso melhor”.  Fonte: https://www.redalyc.org/journal/2610/261064316006/html/  Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil” notícia – a empresa mais sustentável do mundo é brasileira – veja aqui qual é ela. vídeo – o Sebrae criou este vídeo para explicar de forma bem didática o que é o empreendedorismo sustentável, confira!  informativo – se você gostou do assunto e pretende ser um empreendedor sustentável, aqui vão 5 dicas de negócios. livro – se você já tem uma ideia para empreender de forma sustentável, o livro Empreendedorismo sustentável, de Cândido Vieira Borges Jr, dá o passo a passo parao seu sucesso. notícia – sabia que a ONU fez um documentário no Rio de Janeiro sobre a sustentabilidade nos negócios? veja aqui como foi.  reportagem – 5 exemplos interessantíssimos de empreendimento sustentável na construção civil no Brasil. notícia – conheça o caso da engenheira que virou empreendedora sustentável.  Escreva ainda hoje sua redação sobre os desafios para o empreendedorismo sustentável no Brasil – se cair na prova de redação do Enem, você vai nos agradecer muito! E não esqueça de enviar sua redação pra nossa equipe de corretores: vai ser devolvida rapidamente e com um super detalhamento! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

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    10 de out. de 2022
    jovens2
    Professora Margarete
    5 min

    A importância do estímulo à socialização entre jovens

    Você voltou a ter contatos sociais depois da pandemia? Isso não está sendo fácil para muita gente, por isso queremos conversar sobre a importância do estímulo à socialização entre jovens! Aliás, esse é o tema de redação desta semana. Então, escreva uma dissertação argumentativa sobre “A importância do estímulo à socialização entre jovens”. Além disso, estamos deixando abaixo textos muito interessantes para ajudá-lo. Alguns vão deixar você perplexo… TEXTO 1 Jovens adultos mais atingidos pela solidão durante a pandemia Nos resultados recentemente divulgados de um estudo realizado em outubro passado por pesquisadores do Making Caring Common, (…) 61% das pessoas de 18 a 25 anos relataram níveis elevados de solidão. “Fiquei surpreso com o grau de solidão entre os jovens”*, disse Richard Weissbourd, psicólogo e professor sênior da Harvard Graduate School of Education (HGSE), que ajudou a liderar a pesquisa. “Se você olhar para outros estudos sobre idosos, suas taxas de solidão são altas, mas não parecem ser tão altas quanto para os jovens.” Além disso, a estatística inquietante é ainda mais preocupante quando combinada com os dados de junho dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, mostrando que 63% dos jovens relataram sintomas substanciais de ansiedade e depressão. “É um grupo com o qual estamos realmente preocupados”, disse Weissbourd, que suspeita que vários fatores estejam em ação. Traduzido livremente de https://news.harvard.edu/gazette/story/2021/02/young-adults-teens-loneliness-mental-health-coronavirus-covid-pandemic/    TEXTO 2 “Preso” em casa: o hikikomori é um transtorno marcado por isolamento grave Hikikomori é um transtorno mental marcado por isolamento social grave, físico e interpessoal, que dura ao menos seis meses. Em 1998, o psicólogo Tamaki Saito comparou o comportamento ao de uma “adolescência prolongada” e cunhou o termo hikikomori no livro Isolamento social: uma adolescência sem fim. (…) Para quem convive com o problema, o quarto vira o próprio mundo. Evidências preliminares mostram alguns padrões associados — ainda não se pode falar de uma causa exata. Destaque para o gaming e tempo de internet excessivo, vício em pornografia (na tentativa de suprir a ausência de conexões reais), amizades e laços sociais quase exclusivamente virtuais, procrastinação e falta de ocupação, seja trabalho, seja estudo. A solidão é uma das queixas mais comuns entre os pacientes. Ademais, segundo o psiquiatra Thiago Henrique Roza, estudioso da área, nas formas mais severas, a pessoa é sedentária a ponto de não sair nem para ir à cozinha de casa. Não faz atividades básicas do lar. Não sabe lavar a louça, não consegue ir ao mercado sozinho. Além disso, o especialista explica que o ambiente familiar é uma das maiores vulnerabilidades. “As famílias se acomodam com a situação do ‘menino de 40 anos’ que mora no quarto”, diz. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2022/06/5015338-o-transtorno-mental-hikikomori-e-uma-sindrome-marcada-pelo-isolamento-social.html#:~:text=Hikikomori%20%C3%A9%20um%20transtorno%20mental,social%3A%20uma%20adolesc%C3%AAncia%20sem%20fim. (Adaptado) TEXTO 3 Por que a geração Z está namorando menos? (…) Segundo as recentes pesquisas geracionais, o contato com o smartphone é o principal fator motivador do fenômeno. O excessivo acesso às redes sociais on-line deflagrou um analfabetismo emocional, sem precedentes, entre os mais jovens, que não sabem estabelecer relações concretas presenciais. Isso pode ser exemplificado pela prática virtual tão comum do “ghostin” (quando um cônjuge virtual desaparece do nada como um fantasma, sem deixar nenhuma informação ou explicação ao seu parceiro). Além disso, para bem ou para mal, a queda do namoro tem repercutido na formação da nova geração de jovens. Conceitos tradicionais como noivado, casamento, família tradicional e criação de filhos, serão profundamente alterados – se não extinguidos – nos próximos anos. O namoro que surgiu como uma expressão cultural moderna já está com os dias contados….  Fonte: https://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:5Ss2Gd5Lj3wJ:https://veja.abril.com.br/coluna/matheus-leitao/por-que-a-geracao-z-esta-namorando-menos/&cd=4&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br  TEXTO 4 Atrofia social desencadeia sofrimento em adolescentes Quando um adolescente é privado, por alguma razão, do ciclo de amigos e da ampliação de suas relações, ele sofre. Sofre de solidão, sofre por não se ver como parte de um grupo social que extrapola as paredes de casa. Também sofre porque não tem ninguém para dividir suas angústias e o diálogo interminável consigo mesmo começa a corroer. Sofre porque ele passa a se questionar em excesso e não tem quem dê aquele chacoalhão de “ouh, se liga! Não tem nada disso”. Além disso, amizades e a ampliação social das relações são fundamentais para que o adolescente enfrente o período de desenvolvimento psico-emocional com boa saúde. Além disso, adolescentes precisam de ambientes saudáveis, assim como as crianças. Mas, o estudo realizado pela Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), em parceria com Ministério da Saúde e o apoio do Ministério da Educação e divulgado pelo IBGE, revela números preocupantes. Ademais, segundo pesquisa recente divulgada pelo IBGE, a maioria das pessoas que acessam a internet têm entre 20 e 24 anos e utilizam da ferramenta para enviar mensagens e usar redes sociais. Fonte: https://emais.estadao.com.br/blogs/kids/atrofia-social-desencadeia-sofrimento-em-adolescentes/ (Adaptado) Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A importância do estímulo à socialização entre jovens” vídeo – será que o jovem que não se socializa é mais inteligente? ou é mais chato?  o professor Pondé responde. fatos científicos – uma médica conta neste artigo o que acontece com o corpo do jovem que evita se socializar.  reportagem – veja os tristes relatos de jovens que estão com dificuldade de se socializar.  livro – Hikikomori – A Vida Enclausurada Nas Redes Sociais foi escrito por Cecilia Saito et alii, e conta sobre a triste vida de jovens sem socialização, fenômeno que infelizmente está se espalhando pelo mundo. opinião – no site do Dr. Drauzio Varella encontramos este artigo sobre o que pode acontecer com os jovens que não se socializam. vídeo – entenda o que os psiquiatras chamam de “síndrome da gaiola”, ocorrida depois da pandemia da covid-19. Que tema perturbador esse da importância do estímulo à socialização entre jovens, não é? Então, capriche na argumentação e envie sua redação para nossos corretores – vale a pena! QUERO ENVIAR MINHA REDAÇÃO

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    03 de out. de 2022
    precarização da moradia
    Professora Margarete
    6 min

    Medidas para diminuir a precarização da moradia no Brasil | Tema de redação

    Morar bem no Brasil é o desafio que todo mundo conhece: uma residência digna exige dinheiro, então muitos vivem em áreas degradadas. Entretanto, veja que curioso: apartamentos minúsculos por preços estratosféricos estão virando moda! Será que é o caminho para diminuir a precarização da moradia no Brasil?! Desse modo, é um assunto pouco discutido em salas de aula, e bem por isso decidimos que será nosso tema desta semana para sua redação. Assim, escreva uma dissertação argumentativa sobre o tema “Medidas para diminuir a precarização da moradia no Brasil”. Leia os textos abaixo para entender causas e consequências do fenômeno. Além disso, não se esqueça de falar sobre possíveis propostas de intervenção. Texto 1 sobre precarização da moradia  Os riscos para a saúde de pequenos apartamentos (…) “Claro, esses microapartamentos podem ser fantásticos para jovens profissionais na faixa dos 20 anos”, diz Dak Kopec, diretor de design para saúde humana do Boston Architectural College e autor de Environmental Psychology for Design. “Mas eles definitivamente podem ser insalubres para pessoas mais velhas, digamos em seus 30 e 40 anos, que enfrentam diferentes fatores de estresse que podem tornar as condições de vida apertadas um problema”. O lar deveria ser um porto seguro, e um morador com um trabalho exigente pode se sentir preso em um apartamento claustrofóbico à noite – forçado a escolher entre a aglomeração física de móveis e pertences em sua unidade e a aglomeração social, causada por outros moradores, nos espaços comuns do edifício. A pesquisa, diz Kopec, mostrou que o estresse relacionado à aglomeração pode aumentar as taxas de violência doméstica e abuso de substâncias. (…) “Estudei muito crianças em apartamentos lotados e moradias de baixa renda”, disse Saegert, professora de psicologia ambiental do CUNY Graduate Center e diretora do Housing Environments Research Group“ e elas podem acabar ficando retraídas e ter problemas para estudar e se concentrar”. Nessas situações, as comodidades modernas – como janelas do chão ao teto, armazenamento extra e um deck comum no telhado – não compensarão a falta fundamental de privacidade na casa de uma criança todos os dias. (…) “Quando pensamos em micro-vida, tendemos a nos concentrar em coisas funcionais, como se há espaço suficiente para a geladeira”, explicou Samuel Gosling, professor de psicologia da Universidade do Texas, que estuda a conexão entre as pessoas e seus bens. O apartamento também precisa preencher outras necessidades psicológicas, como autoexpressão e relaxamento, que podem não ser facilmente atendidas em um espaço altamente apertado.” Traduzido livremente de the atlantic – the health risks of small apartments Texto 2 São Paulo tem 175,5 mil moradias em áreas de risco Em 2019 e 2020, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, responsável por fazer o mapeamento das áreas de risco, apontou 133,7 mil moradias em situação de perigo por estarem à beira de córregos e em barrancos. (…) A área de risco “muito alto” mais populosa da cidade fica na favela Capadócia, localizada no bairro de Brasilândia, na zona norte da capital. Lá, segundo olevantamento da Defesa Civil, se concentram 730 moradias construídas na encosta de um morro. (…) A auxiliar de limpeza Gisele de Sousa Baia, 39, conta que ficou desempregada e não conseguiu mais pagar o aluguel em um bairro próximo quando decidiu se mudar com a família para um barraco de madeira no terreno ocupado. “Fico com medo quando chove muito forte, mas não saio daqui por nada”, diz. Fonte: folha uol – são paulo tem 1755 mil moradias em áreas de risco Texto 3 sobre precarização da moradia A onda dos apartamentos ridiculamente pequenos e super bem localizados (…) É por essa preferência na localização que a maioria dos lançamentos de microapartamentos estão em grandes centros urbanos e bairros mais valorizados. Mas, segundo Francisco Carvalho, arquiteto e urbanista, em paralelo a isso ainda há um grande déficit habitacional no Brasil, principalmente, para as famílias de baixa renda. “As políticas públicas de todas as esferas terão que dar toda atenção a esse déficit, pois isso gera um atraso no desenvolvimento do país, deteriorando a qualidade de vida da sociedade.” E isso levanta a questão do processo de gentrificação, que esses empreendimentos podem estar incentivando. É isso mesmo, gen-tri-fi-ca-ção. Para você que não entendeu nada, a gente explica! Ademais, esse é o nome dado ao movimento de saída involuntária da população residente dos centros da cidade, por conta dos aumentos excessivos do custo de vida nessa região, decorrente da vinda de novos moradores ou frequentadores mais abastados. Além disso, há quem diga que isso faz parte do processo de revitalização dos centros urbanos, mas é importante entender as diferenças: a gentrificação está ligada a interesses econômicos do setor imobiliário, já o processo de revitalização visa modernizar e suprir as necessidades sociais, para o benefício da população e pode, de alguma forma, levar à gentrificação. Adaptado de almanaque sos – a nova onda dos apartamentos ridiculamente pequenos Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Medidas para diminuir a precarização da moradia no Brasil” opinião – neste valioso artigo você encontra opinião de arquitetos e urbanistas sobre como resolver a situação da dificuldade de morar bem no Brasil.  notícia – conheça os números que mostram a tendência dos microapartamentos na cidade de São Paulo. opinião – aqui você vai saber a por que há arquitetos que aprovam a ideia dos microapartamentos. livro – baixe gratuitamente este livro escrito por um jurista e uma arquiteta revelando as causas da precarização da moradia no Brasil. rede social – morar em cubículo pagando um absurdo virou piada nas redes sociais; conheça os “aluguéis arrombados”. opinião – Erminia Maricato é uma conceituada urbanista pela USP, e não daria para escrever sobre esse assunto sem conhecer a opinião dela! reportagem – este vídeo esclarece por que os imóveis estão cada vez menores e cada vez mais caros no Brasil. relatos – veja casos reais de gente que vive em apartamentos minúsculos em grandes centros do Brasil. Antes de ler este artigo você não imaginava a complexidade da precarização da moradia no Brasil, mas

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    26 de set. de 2022
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