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    Filtros:Temas de redação
    O conflito entre gerações | Tema de Redação
    Claudia Bechler
    4 min

    O conflito entre gerações | Tema de Redação

    Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”O conflito entre gerações”! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”O conflito entre gerações”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Para o sociólogo húngaro Karl Mannheim, a geração consiste em um grupo de pessoas nascidas na mesma época, que viveram os mesmos acontecimentos sociais durante a sua formação e crescimento e que partilharam a mesma experiência histórica, sendo esta significativa para todo o grupo. Estes fatores dão origem a uma consciência comum, que permanece ao longo do respectivo curso de vida. A interação de uma geração mais nova com as precedentes origina tensões potencializadoras de mudança social. O conceito que aqui está patente atribui à geração uma forte identidade histórica, visível quando nos referimos, por exemplo, à “geração do pós-guerra”. O conceito de “geração” impõe a consideração da complexidade dos fatores de estratificação social e da convergência sincrônica de todos eles; a geração não dilui os efeitos de classe, de gênero ou de raça na caracterização das posições sociais, mas conjuga-se com eles, numa relação que não é meramente aditiva nem complementar, antes se exerce na sua especificidade, ativando ou desativando parcialmente esses efeitos. Fonte: noticias r7 Texto 2 O momento histórico e social em que cada pessoa nasceu influenciará o desenvolvimento do jeito como ela vê o mundo. E não só isso, influenciará também a forma como ela o percebe e como reage a ele. A questão é que muitas vezes dentro de um ambiente organizacional, essas perspectivas não estão alinhadas. E, devido a uma certa dificuldade do ser humano em lidar com o diferente, surgem conflitos que podem atrapalhar todo um clima organizacional. E não são poucas as empresas que passam por isso. Segundo pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), 75% das empresas enfrentam problemas geracionais. E os resultados desses conflitos são muito prejudiciais. Um estudo feito pela ASTD Workforce Development em parceria com a VitalSmarts mostrou que cerca de 35% dos entrevistados admite que sua companhia gasta pelo menos cinco horas de trabalho por semana em conflitos entre gerações. Ou seja, existe uma perda de produtividade de cerca de 12%. Além disso, esses conflitos podem ser um dos diversos fatores estressores na prática laboral, uma vez que contribuem para o detrimento da saúde física e mental dos colaboradores. Como já mencionamos em outra publicação, empresas que possuem altos níveis de estresse apresentam também funcionários com mais sintomas clínicos de doenças mentais e o dobro de licenças não planejadas. Isso tem, além de custos diretos, um enorme impacto na produtividade da empresa. Fonte: vitalk Texto 3 É possível falar de convívio entre gerações em arranjos familiares, sejam eles casais com filhos, mães ou pais solteiros com filhos, biológicos ou não, e avós que criam os netos. Essas pessoas, muitas vezes, fazem parte de épocas diferentes e, provavelmente, discordam em alguns aspectos da vida. Ceneide Maria de Oliveira Cerveny, doutora em psicologia e professora na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), estuda relações familiares e intergeracionalidade. Ela afirma que o ser humano nasce com uma dupla tarefa. “[temos de] ser nós mesmos e, ao mesmo tempo pertencermos a uma família situada sempre em um tempo e espaço”, explica. É devido a essa dualidade que ocorrem os conflitos de gerações. O contexto em que cada indivíduo cresce influencia na forma com que ele analisa os problemas enfrentados ao longo da vida. Camila Barbosa Lima, formada em design gráfico, pertence aos Millennials e é mãe. Ela acredita que o contexto econômico ao qual uma pessoa está submetida também influencia as suas percepções de mundo. “Questões como feminismo e machismo são muito fortes no conflito entre gerações por causa disso. Quanto menos acesso à informação, menos tolerantes ficamos com o que é diferente de nós”, pontua Camila. No entanto, ela acredita que as novas gerações questionam os valores e as regras seguidas pelas de seus antecessores. “Entre pais e filhos, percebo que as novas gerações aceitam cada vez menos a imposição dos pais nas suas escolhas, assim como a imposições de padrões sociais toleráveis ou estabelecidos pelas gerações anteriores”, explica. Fonte: reporter unesp Confira agora uma lista de repertórios para o tema “O conflito entre gerações” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    25 de jun. de 2021
    Misraely Wolfart
    8 min

    Positividade tóxica | Tema de Redação

    Otimismo é uma coisa, mas positividade tóxica é outra totalmente diferente, e que pode ser muito prejudicial à saúde mental das pessoas. Você já ouviu falar do termo? Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Positividade tóxica”. TEXTO 1 Quando a ONU (Organização das Nações Unidas) criou, em 2012, o Dia Internacional da Felicidade – 20 de março – para celebrar a importância desse sentimento na vida das pessoas, a pandemia de Coronavírus e todas as suas consequências nefastas não eram parte da realidade global. Mas como comemorar – e sentir – a felicidade num ambiente tão carregado como o atual? A orientação dos especialistas para quem deseja encontrá-la ou mantê-la é começar essa busca assumindo e acolhendo a própria tristeza e todos os outros sentimentos desconfortáveis com os quais temos convivido no último ano. “Felicidade tem a ver com viver intensamente o presente, para o bem e para o mal, com seus dias de pesar e gravidade, como os que estamos passando agora. Tem menos a ver com expectativas e mais com a realidade”, diz o psicanalista Christian Dunker, professor titular do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo). A afirmação corrobora o trabalho feito em 2014 por pesquisadores da University College London, no Reino Unido, que criaram uma fórmula matemática capaz de prever o quanto uma pessoa será feliz com base no que ela projeta e na relação disso com a realidade. A conclusão, veja só, já pôde ser conferida em memes nas redes sociais: quanto menor a expectativa, maior a felicidade. “Essa relação ficou ainda mais evidente durante a pandemia. Notamos em nossos estudos sobre felicidade que quanto mais a pessoa cria ideações sobre o que vai acontecer nos próximos meses, mais vulneráveis elas ficam”, disse à CNN o neurocientista Robb Rutledge, que liderou a pesquisa. Mas como não ter esperança de dias melhores diante do caos em que o mundo se enfiou? A pandemia já fez mais de 2,5 milhões de mortos no planeta e trouxe graves consequências econômicas, que resultaram em fechamento de postos de trabalho e aumento do desemprego. Além disso, as restrições impostas pelo isolamento social também foram responsáveis por um aumento dos transtornos mentais. O Brasil foi o país que apresentou mais casos de ansiedade e depressão entre os 11 países que participaram de um levantamento realizado pela USP. #Goodvibesonly Esse cenário trágico pode estimular reações opostas e igualmente nocivas: uma tristeza irremediável ou um otimismo descabido. Imaginar que é possível estar sempre alegre agora é, no mínimo, irreal. Mas o discurso que prega o otimismo irrestrito como forma de enfrentar adversidades também pode trazer graves consequências à saúde mental, alertam os estudiosos do assunto. Esse movimento ganhou força recentemente nas redes sociais com a #Goodvibesonly, que já contabiliza mais de 13 milhões de menções no Instagram. E foi batizado pelos especialistas de “positividade tóxica”. “Trata-se de um fenômeno de negação da tristeza e de outras emoções consideradas negativas”, afirma o psiquiatra Daniel Martins de Barros, do departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP. Ao acreditar nessas afirmações de positividade contínua e achar que a felicidade é uma obrigação, começamos a nos esforçar para não sentir medo, raiva ou tristeza, emoções que, apesar de desconfortáveis, têm funções essenciais à sobrevivência humana. “Se ignoramos esses sentimentos, passamos a ter dificuldade de acessá-los, até o ponto de não conseguirmos mais identificá-los. Só que eles continuam lá e em algum momento explodem em forma de adoecimento psicológico”, explica o psiquiatra. Barros cita um estudo, publicado na revista científica “Journal of Personality and Social Psychology”, que mostrou que pessoas que evitavam entrar em contato com seus sentimentos negativos apresentavam mais problemas de saúde mental do que as que costumavam aceitar todas as suas emoções. Resiliência x positividade negativa Por mais difícil que seja a realidade, a única maneira saudável de encará-la é aceitá-la do jeito que ela é. Isso não significa deixar de tomar atitudes conscientes para ter algum bem-estar, lembra o médico de família Marcelo Demarzo, fundador e coordenador do Centro de Pesquisa Mente Aberta – Mindfulness e Promoção da Saúde, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Frente a um momento de sofrimento, primeiro precisamos reconhecer que ele está ali e depois ver o que é possível fazer para amenizá-lo”, explica. Um exemplo prático e atual para entender como aplicar essa sequência: ao se perder o emprego, uma pessoa pode, para evitar a tristeza e o pânico, buscar um consolo na ideia de que já nem estava tão feliz naquele trabalho. Não há nenhum problema em enxergar na demissão uma possibilidade de mudança de carreira, que é algo positivo e motivador. Mas é fundamental lidar com a realidade, sem negar que existe ao menos um lado muito negativo nisso, que é a perda de renda. “Isso é uma positividade saudável”, afirma Demarzo. O especialista lembra ainda que a positividade saudável está relacionada à resiliência, que é a capacidade de, em uma situação de sobrecarga, lidar com ela e sair mais forte da experiência. “Ao contrário da resiliência, a positividade tóxica é um bloqueio, uma negação de uma situação, que não traz nenhum aprendizado”, conclui. Fonte: cnn brasil TEXTO 2 O conceito de positividade tóxica vem ganhando cada vez mais espaço nas discussões da web: influencers, psicólogos, gente como a gente – parece que, de repente, está todo mundo falando sobre isso. Especialmente em tempos de pandemia, em que nossa realidade, no geral, está condicionada às interações via internet, é preciso refletir e falar sobre a plasticidade e a superficialidade dos discursos apresentados nas redes sociais e, principalmente, sobre como eles alimentam a positividade tóxica e impõem uma supressão dos sentimentos que pode agravar dores emocionais e levar ao sofrimento. Como viemos parar aqui? A positividade tóxica vem acompanhada de frases como “mas pense pelo lado positivo”, “você atrai o que você emana”, “se isso aconteceu, é porque está vibrando nessa frequência”. Muitas vezes, podemos interpretar essas

    Para vestibulandosVida em sociedade
    18 de jun. de 2021
    temas subjetivos
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Como interpretar temas de redação subjetivos?

    Chegou a hora de falarmos sobre os temas de redação subjetivos. Eles tiram o sono de vestibulandos e de concurseiros, mas hoje vamos lhe mostrar como se dar bem com as bancas que exigem esse tipo de proposta. Para começo de conversa, é preciso que você entenda o que é algo subjetivo. No dicionário, “subjetivo” significa “Que é individual; relativo ao sujeito; próprio de cada pessoa; particular: opinião subjetiva”. Aplicando o conceito em um tema de produção textual, o que temos é uma proposta de redação mais “aberta”, que delega ao estudante a função de encontrar um caminho textual a ser seguido. Além disso, os temas geralmente são abstratos e bastante reflexivos. Mas não é assim sempre? Não! O ENEM, ao logo da sua história, ficou conhecido por trabalhar com propostas de redação que apresentam um recorte temático bem específico e pautadas em questões objetivas. Desde 2018, isso mudou um pouco e as propostas se tornaram um pouco mais abrangentes, mas nada que se compare aos temas subjetivos que são costumeiramente cobrados em vestibulares e concursos. https://youtu.be/ZHwNx84ZiTE Alguns exemplos para que você entenda melhor o que são temas de redação subjetivos Em 2017, o tema de redação do ENEM foi “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Note que não tem mistério, o caminho estava dado: era preciso falar sobre os empecilhos encontrados pelos deficientes auditivos em sua trajetória educacional. Não há espaço para que o estudante faça algo muito diferente disso sem ser penalizado. Já em 2018, o tema foi a “A manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. Trata-se de uma temática que promove uma discussão objetiva, mas o recorte temático é mais amplo. A falta de uma palavra-chave fortemente norteadora como “desafios” deu ao estudante mais possibilidades de abordagem do tema. Até aqui, deu para você entender um pouco mais sobre recorte temático, o qual, conforme já falamos, costuma ser mais amplo quando se trata de temas de redação de vestibulares e concursos. Somado a isso,  tem-se a discussão sobre temas bastante subjetivos: a UDESC –  Universidade do Estado de Santa Catarina – , por exemplo, já propôs um tema cuja frase temática era apenas “Insegurança”. Sim, só isso. Dicas de como trabalhar com uma proposta assim 1 – Jamais ignore os textos motivadores, pois, muitas vezes, eles vão lhe salvar. Existem vários tipos de insegurança, certo? No entanto, ao ler com calma e atenção os textos de apoio, é possível compreender o que  a banca quer: 2 – Entenda que a subjetividade contida na proposta é apenas a maneira que a banca escolheu para expor o tema, mas você, produtor do texto, não pode fazer uso dela. Sua redação deve, assim como quando se trata de temáticas objetivas, ser pautada na racionalidade e na argumentação científica.  3- Para isso, nunca se coloque dentro do fenômeno a ser analisado, mantendo distância do objeto de reflexão. Analise-o com objetividade, parta da conotação para a denotação. Pegue uma ideia abstrata e associe-a a coisas concretas. Como funciona na prática? Suponha que você precisa escrever um texto sobre o seguinte tema:  “A pressa é inimiga da felicidade”. Vamos tornar isso um objeto de análise objetivo? Por que, na atualidade, vivemos com pressa? Crise econômica/ consequente necessidade de ter mais de um emprego/ longas horas perdidas no trânsito. E por que isso nos afasta da felicidade? Menos tempo com familiares e amigos/ menos tempo para projetos pessoais/ menos tempo para cuidar da saúde física e mental. Tudo isso que citamos pode ser amparado por pesquisas, pois todos os argumentos são passíveis de comprovação por meio de pesquisas, e não sentimentais e subjetivos.  É possível, também, usar uma contextualização mais “leve” e acessível, com música, por exemplo. Enquanto escrevemos, pensamos na música “Paciência”, do Lenine”, e na música “Tocando em frente”, do Almir Sater. Além disso, veja que não se tratam de argumentos pessoais, uma vez que todos abordam um problema da sociedade, e não especificamente de um indivíduo. 4 – A linguagem nunca deve se voltar para o sentimentalismo. É preciso construí-la de forma clara e objetiva. 5 – Não abra mão de realizar todas as etapas do processo de escrita: interpretação da proposta, chuva de ideias e pesquisa sobre o tema, planejamento/projeto de texto, escrita, revisão e passagem do texto para a folha oficial. Não tem muito segredo, viu? E vai ficar ainda mais fácil depois destes exemplos. O tema é: “O dinheiro traz felicidade?“ Comece delimitando-o: essa temática suscita a subjetividade das preferências individuais que envolvem as relações do cotidiano dos atores sociais com o dinheiro, que podem resultar em enunciados pessoais, sentimentais, afetivos e passionais.  Agora, determine uma tese. Afinal, dinheiro traz ou não traz felicidade? No exemplo abaixo, o autor do texto tenta sustentar o posicionamento de que dinheiro traz felicidade, porém não tem sucesso, porque utiliza argumentos sentimentais e subjetivos. “Para se desfrutar de todas as possibilidades benéficas do dinheiro é preciso lutar por aquilo que se quer, mantendo o foco em seus objetivos, se preparando profissionalmente através de um curso superior, para depois ter posses e poder se divertir, satisfazendo suas vaidades, e até mesmo ter segurança para as horas mais difíceis. Sendo assim, é fácil perceber que o dinheiro traz felicidade.” Percebam que o autor do texto não consegue se afastar do objeto analisado, trazendo, talvez, até algumas percepções e sentimentos acerca do dinheiro. Não há uma análise sociológica. No segundo exemplo, o estudante acredita que o dinheiro não traz felicidade e tem sucesso ao sustentar a sua tese porque constrói uma argumentação racional: “A partir da perspectiva sociológica das utopias sociais, o dinheiro, como produto, gera mecanismos de sedimentação dos desejos, proporcionando um bem-estar efêmero da sua posse, fundamentado em efeitos criados pelo ter, devidamente distanciado do estar. Tendo em vista que aquilo que move a busca incessante pelo dinheiro é o consumo, o ator social lida constantemente com a instabilidade emocional fomentada pela transitoriedade da satisfação desses

    Tipos de temasPara vestibulandosTopo de funil
    16 de jun. de 2021
    desafios na prática do estágio
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Desafios na prática do estágio | Tema de Redação

    Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”Desafios na prática do estágio”! Uma redação sobre estágio! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Desafios na prática do estágio”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Muitos estagiários entraram no mercado de trabalho no meio da pandemia e tiveram que começar seu primeiro emprego, na maioria dos casos, já em home office. Segundo eles, a maior dificuldade é em relação à integração nas atividades, porque presencialmente eles conseguem obter um melhor acompanhamento do supervisor no início do estágio e entender como funcionará seu cargo dentro da empresa. A distância não os impede de receber as orientações de suas funções, mas às vezes precisam ir um pouco pelo feeling. Fonte: em todo lugar TEXTO 2 De principal porta de entrada no mercado de trabalho, o estágio se tornou um obstáculo à formação de jovens que hoje encontram menos oportunidades e um grau de exigência mais elevado para contratação. Segundo especialistas em recursos humanos, a crise econômica fez crescer os casos de empresas que ignoram a finalidade principal do estágio. No lugar de uma experiência prática supervisionada que contribui para a formação profissional, os alunos — vistos muitas vezes como fonte de mão de obra barata — são alocados em postos essenciais, independentemente da área de estudo. Há empresas que já exigem conhecimento aprofundado de uma segunda língua e experiência para estudantes que ainda não concluíram nem mesmo o ensino médio. Fonte: oglobo TEXTO 3 Um ano depois da Covid-19 chegar ao Brasil, os universitários ainda sentem os impactos da crise econômica na hora de buscar estágio e ingressar no mercado de trabalho. Levantamento realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) aponta que foram abertas cerca de 26 mil vagas ao mês de janeiro a fevereiro de 2021. O patamar é o mais alto desde o início da pandemia, mas ainda é 37,1% menor em comparação com os dois primeiros meses de 2020, quando a Covid-19 ainda não havia chegado ao país. O percentual é semelhante ao enxugamento de vagas em 2020. No ano passado, 191.500 vagas foram abertas para jovens estudantes — 36,7% a menos que em 2019, quando 303 mil oportunidades foram ofertadas aos universitários. Fonte: g1 globo TEXTO 4 Todos sabem que o período de estagiário tem por objetivo o aprendizado, o conhecimento do aluno no ambiente de trabalho que esteja vinculado à área que escolheu estudar e atuar. Por essa razão, cabe à empresa designar um supervisor para acompanhar o desenvolvimento desse jovem em seu dia a dia dentro da empresa; além de auxiliá-lo, ensiná-lo e cobrá-lo sobre as atividades que lhe foram designadas. A sobrecarga de funções pode causar uma série de problemas tanto para o aluno quanto para a empresa. O trabalho excessivo pode gerar estresse, abrindo espaço para falhas, inseguranças, confusões, esquecimentos e, muitas vezes, ineficiência. O preconceito é outro fator comum sofrido por aqueles que deveriam ocupar um cargo de auxiliar, ajudando um funcionário experiente a executar seu serviço e aprendendo como este deve ser feito. No entanto, não é difícil ouvirmos a frase “a culpa é do estagiário” quando algo sai errado. Pode até ser que o erro tenha sido cometido pelo jovem iniciante, mas toda a responsabilidade não deve cair exclusivamente sobre ele, mas também sobre seu supervisor direto, pois este deveria estar atento ao trabalho executado pelo jovem. O estagiário precisa de supervisão e orientação constantes. Fonte: blog humber seguros Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Desafios na prática do estágio” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

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    11 de jun. de 2021
    desvalorização do futebol feminino
    Misraely Wolfart
    4 min

    A desvalorização do futebol feminino no Brasil | Repertórios para o tema

    Quer saber mais sobre o assunto que envolve a desvalorização do futebol feminino no Brasil? Confira a lista de repertórios que preparamos para o tema!   As diferenças entre futebol masculino e futebol feminino em nosso país são gritantes – desde salários até situações de machismo em campo. Para entender melhor as causas deste problema, preparamos esta lista de repertórios. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação sobre o tema da semana: ”A desvalorização do futebol feminino no Brasil”. Boa leitura!   Eu, jogadora | entre a realidade e o sonho | Curta-metragem sobre desvalorização do futebol feminino   Este curta-metragem traz depoimentos de jogadoras e da primeira mulher a ter sido técnica da seleção brasileira de futebol feminino. As dificuldades dentro de casa, a falta de aceitação dos pais e dos amigos, os xingamentos dentro de campo e os desafios com a falta de dinheiro para perseguir o sonho – tudo isso é demonstrado por meio das falas das jogadoras. “Eu, Jogadora” é fruto de uma parceria entre A Vitrine do Futebol Feminino e o Acervo da Bola, com direção de Edson de Lima, Cristiano Fukuyama e Luiz Nascimento. Já sabe, né? Pegue sua pipoca e seu caderninho de anotações e curta o curta!   https://youtu.be/ggv8l6p6500 Ela é o cara (She’s the Man) | 2006 Este é um filminho bem gostoso de assistir, pois traz pitadas de comédia e de drama adolescente. No filme, Viola jogava em um time de futebol que foi extinto, então ela decide fingir que é o irmão gêmeo e jogar no time da escola dele. Vale a pena assistir em uma tarde de preguicinha e anotar o que pode ser utilizado para o desenvolvimento da sua redação. Futebol Feminino no Brasil: Do seu Início à Prática Pedagógica Neste artigo a autora Suraya Cristina Darido se propõe a explicitar as discriminações e preconceitos associados à questão de gênero, a partir da prática do futebol feminino no Brasil. Ao ler o artigo, você irá descobrir, por exemplo, que o início do futebol feminino esteve associado a jogos realizados entre empregadas domésticas, boates homossexuais e jogos entre modelos, na década de 1970. Além de ser importante para entendermos o contexto histórico do futebol feminino no Brasil, o artigo se propõe a citar o papel do professor de educação física e procedimentos pedagógicos para incluir as meninas nos jogos escolares. Legislação | Decreto-Lei de 1941 Este artigo do Globo Esporte fala sobre o Decreto-Lei que proibiu a prática do futebol feminino.  Em 14 de abril de 1941 (mais de 80 anos atrás), Getúlio Vargas baixou o decreto que proibia as mulheres de praticarem esportes que não fossem “adequados a sua natureza”. Além disso, durante a Ditadura Militar no Brasil, conforme já mencionado nos textos motivadores, o Conselho Nacional de Desportos citou o futebol, especificamente, como um dos esportes proibidos para o público feminino. Vale a pena ler o artigo e focar nas informações sobre leis e decretos que já existiram acerca do assunto. Minas do Futebol | “O impossível é temporário” Este filme traz a história do time feminino do A.D. Centro Olímpico. Como em 2016 não existia campeonato de futebol sub-13 feminino, o time propôs participar de um campeonato masculino (Copa Moleque Travesso). Marta, a melhor jogadora do mundo Se você não conhece a Marta, deveria conhecer. A brasileira já foi eleita seis vezes pela FIFA a melhor jogadora do mundo! Marta Vieira da Silva, de 34 anos, é a maior goleadora da seleção brasileira e dos Mundiais. Em 2019 jogou sua quinta Copa do Mundo, na França. Em homenagem a Marta, o estado do Rio de Janeiro decretou o dia 19 de fevereiro como o dia do Futebol Feminino (data de aniversário da jogadora). Vale a pena conhecer mais sobre a história da jogadora e os desafios que ela teve de superar para se tornar a jogadora de futebol feminino mais conhecida do mundo. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Foque na organização das ideias e até a próxima!

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    03 de jun. de 2021
    Misraely Wolfart
    9 min

    A desvalorização do futebol feminino no Brasil | Tema de redação

    Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”A desvalorização do futebol feminino no Brasil”! O futebol é um esporte que existe desde o século XIX e ganhou adeptos nas últimas décadas. O futebol masculino, hoje em dia, é um esporte multimilionário, com partidas veiculadas no mundo inteiro. Mas e o futebol feminino, por que é desvalorizado? Leia os textos motivadores e escreva sua redação sobre futebol feminino! Leia os textos motivadores para escrever sua redação sobre futebol feminino: Texto 1 para redação sobre futebol feminino A partir de 1983, quando o futebol praticado por mulheres foi liberado por lei no Brasil, milhares de meninas buscam por oportunidades tendo que lutar todos os dias por um esporte mais igualitário Por haver a chamada distinção de gênero em diversas atividades do cotidiano, as mulheres tiveram — e ainda têm — que enfrentar muitas dificuldades para exercer algumas delas, que são majoritariamente praticadas por homens. Um exemplo é o futebol. Segundo a Federação Internacional de Futebol (FIFA), o primeiro jogo oficial de futebol entre mulheres ocorreu em 23 de março de 1883, em Crouch End, na cidade de Londres, na Inglaterra. Naquela ocasião, os dois times foram classificados como Norte e Sul, representando as duas partes da cidade em que a partida era sediada. Porém, o futebol já era praticado por homens desde o século XVII. No Brasil, as mulheres começaram a conquistar seu lugar no futebol entre os anos de 1908 e 1909, quando foram datados os primeiros jogos de futebol com jogadores mistos — homens e mulheres juntos. Conforme noticiado pelo jornal A Gazeta, o primeiro jogo oficial no país entre mulheres ocorreu em 1921. As jogadoras eram dos bairros Tremembé e Cantareira, da cidade de São Paulo. Segundo o Jornal da USP, em 1941, as mulheres foram proibidas de jogar futebol ou qualquer outro esporte “incompatível com as condições da sua natureza”. O decreto-lei 3.199 de 14 de abril de 1941, foi criado na Era Vargas e vigente até 1983. Contudo, a proibição por lei não parou as jogadoras brasileiras, que continuaram jogando e resistindo ao Estado. Após mais de quarenta anos, em 1983, o decreto foi derrubado graças as muitas mulheres que defendiam que o esporte podia ser praticado por todos, sem exceção. Desde então, milhares de jovens mulheres buscam por seu espaço dentro do futebol tendo que enfrentar obstáculos que vão desde a dificuldade de inclusão no esporte até os vários tipos de assédio que enfrentam no dia a dia. Por ser praticado por mulheres, o futebol feminino no Brasil é categorizado por muitos como inferior, pois há muita comparação com o esporte praticado pelos homens. Dificuldades no início de carreira Em relação ao futebol masculino, as oportunidades de carreira dentro do esporte são bem diferentes, tendo em vista que a maioria dos clubes não investem em equipes femininas usando como justificativa o pouco retorno e visibilidade. Pensando em ajudar a mudar essa realidade, a Conmebol, em meio às mudanças que implementou em suas competições em meados de 2016, ordenou que os times que disputarem a Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana terão de ter pelo menos uma equipe feminina. Sobre o requisito, o documento fala que “o solicitante (a disputar a competição) deverá ter uma equipe feminina ou associar-se a um clube que possua a mesma. Ademais, deverá ter ao menos uma categoria juvenil feminina, ou associar-se a um clube que possua a mesma”. Além disso, os clubes deverão oferecer apoio técnico e toda a estrutura necessária para as equipes femininas, para que possam treinar e participar de torneios. Segundo Julia Pompeo, essa foi uma decisão muito importante pois mudou os rumos do futebol feminino no Brasil e em toda a América Latina, proporcionando uma maior visibilidade ao futebol feminino. Além da falta de oportunidades, a questão dos investimentos também é um fardo que o futebol feminino carrega. Uma situação inusitada que aconteceu em outubro de 2020 chamou a atenção das mídias para esse problema. Pela segunda rodada do Campeonato Paulista de futebol, em 21 de outubro de 2020, na Arena Barueri, o time do São Paulo goleou o Taboão da Serra por 29 a 0. Apesar de o placar chamar muita atenção, um depoimento dado pela capitã do time do Taboão da Serra serviu para mostrar a dura realidade que os times femininos enfrentam no dia a dia quanto a estrutura dos clubes. Segundo Nini, o time do interior de SP possui pouco investimento e não possui nenhum apoio do clube. “Em pouca coisa o clube nos ajuda. É mais a vontade da comissão técnica mesmo. Ninguém tem salário, ninguém tem condução. A gente não tem roupa de treino, não tem apoio nenhum do clube. A gente simplesmente usa o nome do clube para participar do Campeonato Paulista porque acredita que é uma oportunidade para as meninas mais novas”, relatou a capitã à FPF TV. Com os olhares voltados para o futebol feminino durante a Copa do Mundo, muitos temas surgiram. Um levantamento realizado pelo EXTRA no ano de 2019, mostra que os 20 clubes participantes da série A (até então) investiam no máximo 1% de seus orçamentos no futebol feminino. O Santos liderava a tabela sendo o time que mais investiu. O Flamengo investe cerca de R$ 1 milhão, o que equivalia na época ao salário de um mês do Gabigol. Diante dessa situação, com o baixo incentivo e investimento a prática futebolística se torna quase impossível para as jogadoras. Levando assim, a esperança de o futebol se tornar um esporte igualitário em questão de investimentos e oportunidades. Questão salarial das jogadoras no Brasil Além da falta de investimentos em equipamentos, lugares para treinos e preparação física, uniformes, entre outros, o futebol feminino também é financeiramente afetado na questão da disparidade salarial. Segundo o site de notícias da UOL, os contratos de jogadoras de futebol que atuam no Brasil possuem a duração de um ano. Isso quando existe realmente um

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    03 de jun. de 2021
    A romantização da maternidade
    Otavio Pinheiro
    4 min

    A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher | Tema de Redação

    Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher”! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Aviso aos navegantes: para embarcar nesse mar de reflexões é preciso livrar-se de todo peso excedente da culpa e dos padrões. Deite tudo fora, lance todas as expectativas infantis que enfeitaram seu imaginário quando o tema em pauta era a maternidade. “Ser mãe é viver com culpa” são minhas primeiras palavras (pouco ou nada simpáticas, eu sei) às mães de primeira viagem que conheço. Digo isso não por desgosto ou por frustração, veja bem. Não mesmo! Amo ser mãe. Mas se tivessem me preparado para a culpabilização diária que a mulher-mãe (e uso essa expressão porque é assim mesmo que me vejo, uma mulher que também é mãe, sem deixar de ser mulher) se impinge, penso que tudo seria menos dramático. Ser mãe como apenas uma das muitas facetas do ser mulher é uma luta quase inglória, acredite. Os olhares julgam mais do que as palavras quando ela esquece a reunião na escola, quando esquece o presente do amiguinho, quando deixa o filho com febre com a babá, quando curte um jantar com as amigas ou quando vai fazer a unha e deixa o filhotinho com o pai… enfim, quando o filho não está no centro de tudo, tudo parece vir pesar contra a legitimidade dessa mãe. Fonte: revista cult uol – maternidade é um encontro TEXTO II Em fevereiro de 2016, circulou na rede social Facebook o “desafio da maternidade”, que convidava mulheres a postarem três fotos que mostravam situações felizes que tiveram como mãe. Entre tantas imagens que representavam os aspectos positivos de ser mãe, algumas mulheres viram a oportunidade de questionar estereótipos e expor o lado daquelas que não se sentiam tão confortáveis em exercer tal papel. Chamavam a atenção para o fato de a maternidade não ser um mar de rosas, evidenciando os momentos em que se sentiram desgastadas e cansadas, e alertando sobre a exaltação da função materna, que só acaba por sobrecarregar ainda mais as mulheres. Apesar de ter recebido o apoio de muitas pessoas, a grande maioria repudiou o ato e distribuiu ofensas para essas mães. “Vivemos em uma época onde é inadmissível fazer qualquer comentário que, de qualquer forma, possa ser interpretado como contrário à maternidade”, destaca Penteado. Porém, o que elas denunciaram é a realidade de muitas mulheres, que não se sentem confortáveis em exprimir o lado B da maternidade, com seus obstáculos e desafios. A psicanalista Anna Mehoudar, que também é fundadora do Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade (GAMP), ressalta que muitas mulheres se surpreendem com a rotina com um filho. “A pessoa constrói a vida e acha que está redonda, aí vem a criança na contramão. Não é como a família Doriana. Dá trabalho, é preocupação, plano de saúde, creche, aprender a lidar com o filho. Há todo um cenário para poder cuidar da criança”, aponta. Paula também destaca que a relação entre mãe e filho se dá como qualquer outra, é uma construção que acontece de “maneira gradual através de um aprendizado” e não é fruto de “geração espontânea”. Nasce da proximidade física e emocional e só pode ser conquistado com a convivência. É nessa relação do cotidiano que cresce o afeto e o amor nasce. Ela acredita que o grande problema da idealização é supor que, assim que o bebê nascer a vida da mãe será perfeita. “A romantização passa pela ingenuidade de pensar que o bebê vai nascer, a mãe sentirá uma completude e tudo será maravilhoso”, disse. Fonte: jornalismo junior – o mito da super mãe Fonte: BabyCenter Confira agora uma lista de repertórios para o tema “A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

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    28 de mai. de 2021
    telemedicina no brasil
    Misraely Wolfart
    3 min

    Telemedicina no Brasil | Tema de Redação

    Em meio à pandemia, este é um tema que tem ganhado destaque, pois este tipo de atendimento tem sido amplamente utilizado. Apesar disso, é um assunto que levanta controvérsias. Então, leia os textos motivadores e escreva sua redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Telemedicina no Brasil”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 A Telemedicina é regulamentada no país, mas seu futuro ainda representa esperança. Desde o seu surgimento, essa área médica, que envolve o atendimento do paciente de maneira remota, tem contribuído para avanços significativos, tornando a saúde acessível a qualquer hora, em qualquer lugar. Seja para teleconsultas, exames de rotina ou em situações de urgência, esse é um apoio decisivo. Ele contribui tanto para a prevenção, quanto para o diagnóstico, monitoramento e tratamento de doenças, lesões e outras condições médicas. Tudo isso realizado à distância, ou seja, médico e paciente não precisam estar em contato físico. Após entender o que é e como funciona a Telemedicina, fica até difícil mensurar todas as contribuições da tecnologia para o avanço da atenção à saúde em nosso país. A Telemedicina tornou possível a transmissão e o compartilhamento de informações médicas a quaisquer distâncias, com segurança e melhorias também na qualidade do atendimento. Hoje, está presente dentro e fora das unidades de saúde, e até no auxílio a bases humanitárias em regiões inóspitas ou de guerra. Telemedicina é uma área da Telessaúde que oferece atendimento médico de forma remota. Sendo assim, ela permite atender pacientes através da teleconsulta, interpretar exames médicos (telediagnóstico), telemonitoramento, entre outros, tudo feito remotamente. Para tanto, ela conta com o apoio das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). O que é Telemedicina pelo CFM? Segundo o Conselho Federal de Medicina na Resolução CFM nº 1.643/2002, essa especialidade representa o exercício da medicina através de metodologias interativas de comunicação audiovisual e dados, com o objetivo de assistência, educação e pesquisa em saúde. Desde 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a importância dessa área médica, em especial para casos em que a distância é um fator crítico para a oferta de serviços ligados à saúde. Nesse sentido, a Telemedicina é feita por profissionais altamente capacitados. Significa, por exemplo, que o responsável pela interpretação e produção de um laudo de telerradiologia será sempre um médico radiologista. Seja no Brasil ou no mundo, a Telemedicina é uma área que tem rompido barreiras. Portanto, elimina distâncias geográficas e conectando especialistas a outros profissionais de saúde, administradores de unidades de saúde e pacientes. Esse avanço é possível graças à aplicação de tecnologias modernas, como a Internet, sistemas de áudio, imagem e vídeo. Sendo assim, todo o aparato contribui para a resolução de demandas comuns na área da saúde, como a carência de especialistas e segunda opinião médica. Fonte: telemedicina morsch – telemedicina

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    21 de mai. de 2021
    testes-em-animais-e-fabricacao-de-cosmeticos
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Teste em animais na fabricação de cosméticos | Tema de Redação

    Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”Teste em animais na fabricação de cosméticos”! Leia atentamente os textos motivadores a seguir e, com base nos seus conhecimentos, redija texto dissertativo-argumentativo acerca do tema “Teste em animais na fabricação de cosméticos?”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Lei proíbe uso de animais em testes de produtos cosméticos, higiene e perfumes em SC Em Santa Catarina, está proibido o uso de animais em desenvolvimento, experimentos e testes de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. A medida está prevista na Lei 18.009/2020, sancionada pelo governador Carlos Moisés e publicada nesta semana no Diário Oficial do Estado. Quem infringir a determinação está sujeito a sanções previstas no artigo 72 da Lei de Crimes Ambientais, que dispõe sobre penas a condutas lesivas ao meio ambiente. Elas vão desde advertência, multas, até suspensão parcial e total da atividade. Os valores arrecadados com as multas serão destinados ao custeio das ações de conscientização da população sobre a guarda responsável e os direitos dos animais, das instituições, abrigos e santuários de animais ou aos programas da área. Fonte:sc gov TEXTO 2 Testes em animais não são proibidos no Brasil, mas realizá-los ficou mais difícil por aqui desde o dia 24 de setembro. Nessa data, terminou o prazo de cinco anos para que laboratórios adotassem métodos alternativos aos procedimentos com cobaias, conforme estipula uma resolução normativa do Conselho Nacional de Controle e Experimentação Animal (Concea). A norma exige que sejam priorizados métodos alternativos que não usem seres vivos. Os “métodos alternativos” são técnicas baseadas em ao menos um dos princípios dos 3 Rs: do inglês, reduction (redução), refinement (refinamento) e replacement (substituição). Os termos se referem, respectivamente, a diminuir o número de bichos utilizados, aperfeiçoar as metodologias para minimizar o sofrimento animal e substituir o uso de cobaias. 92% dos medicamentos aprovados em testes com animais falham quando aplicados em humanos A decisão vale para procedimentos que analisem, por exemplo, irritação nos olhos e na pele e fototoxicidade (queimaduras causadas pela substância após exposição solar). A medida se aplica a indústrias de cosméticos, medicamentos, brinquedos e até materiais escolares. Empresas que não cumprirem a determinação podem perder a licença para realizar pesquisas, além de pagar multa de R$ 5 mil a R$ 20 mil. Mas, se os métodos alternativos não apresentarem resultados que garantam a segurança do consumidor, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pode exigir procedimentos com cobaias. O Brasil conta com 24 métodos alternativos validados — ou seja, que foram estudados em outros países, têm eficiência comprovada e passaram pela aprovação do Centro Brasileiro para Validação de Métodos Alternativos. Todo laboratório — industrial ou acadêmico — que realiza testes com cobaias ou métodos alternativos precisa estar cadastrado no Concea. Para que tal registro seja feito, é necessário que cada instituição tenha uma Comissão de Ética no Uso de Animais, que aprova projetos de pesquisa envolvendo bichos e deve ser formada por cientistas e ao menos um veterinário e um representante da sociedade civil. Fonte: revista galileu TEXTO 3 Por que os animais chegaram a ser utilizados para testes? O uso de animais na ciência gera polêmica pelas questões éticas que o envolvem. Ressaltamos que grandes avanços científicos na área da saúde só foram possíveis graças à utilização de animais como modelos para estudos. O uso destes animais salvou, e ainda salva, muitas vidas humanas, porém esta prática, que traz cura, prevenção e tratamento para doenças, também pode gerar dor e estresse nos animais, trazendo conflitos complexos, principalmente naqueles que defendem a causa animal. Os animais de laboratório também estão envolvidos em testes para garantir a segurança de produtos de composição química como medicamentos, cosméticos, agroquímicos, entre outros. Estes testes são requeridos por órgãos regulatórios, como a Anvisa no Brasil, para que os produtos possam ser registrados e comercializados. Episódios trágicos ocorreram quando tais testes não eram exigidos ou não tinham regulamentação rigorosa. Dois exemplos famosos são os casos da máscara de cílios Lash Lure, que não foi testada quanto à segurança ocular e levou a casos de cegueira e até uma morte após a utilização do produto, e da talidomida, que foi comercializada sem a realização de todos os testes pré-clínicos adequados e, após ser consumida por mulheres grávidas, gerou problemas severos nos bebês, como falta ou encurtamento de membros. Fonte: profissao biotec Confira uma lista de repertórios que preparamos para o tema “Teste em animais na fabricação de cosméticos”! Após escrever o seu texto, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

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    13 de mai. de 2021
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Testes em animais na fabricação de cosméticos | Repertórios para o tema

    Você já parou para pensar em como foram produzidos e testados os cosméticos que você utiliza? Confira uma lista de repertórios que preparamos para que você escreva uma redação sobre o tema! Hoje em dia, cada vez mais gente tem se preocupado com isso e debatido sobre Testes em animais na fabricação de cosméticos, por isso é importante refletirmos acerca dessa temática na redação. Para que você possa sustentar a sua tese por meio de argumentos sólidos, separamos alguns repertórios sobre o tema da semana: “Testes em animais na fabricação de cosméticos“. Impossível não começarmos falando sobre o curta-metragem “Salve O Ralph”, produzido pela The Humane Society of the United States. A animação tem como destaque o coelho Ralph, porta-voz da campanha global para proibir os testes de cosméticos em animais. Após a sua veiculação, a hashtag #saveralph circulou pelo mundo e inúmeros abaixo-assinados foram criados. E o que dizem as leis? No Brasil, em 2019, foi aprovado pela Câmara dos Deputados uma projeto de lei que obriga as empresas a informarem, nos rótulos dos produtos, se houve teste em animais vivos. Além disso, de acordo com o R7, “oito estados contam com leis que proíbem o uso de animais em determinadas indústrias: Amazonas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. O Rio foi o primeiro estado nas Américas a promulgar uma proibição completa dos testes em animais para cosméticos.” No âmbito federal, está em tramitação o PLC 70/2014, que “Altera a Lei nº 11.794/08 – que estabelece procedimentos para o uso científico de animais – para vedar a utilização de animais de qualquer espécie em atividades de ensino, pesquisa e testes laboratoriais que visem à produção e ao desenvolvimento de produtos cosméticos e de higiene pessoal e perfumes.” Precisamos MESMO usar ANIMAIS em pesquisa? Neste vídeo, este questionamento é debatido por duas cientistas. Este vídeo, divulgado há poucos dias, é recheado de repertório, pois, entre outras coisas, discute questões éticas e históricas que envolvem o tema em questão. Como você pode ver, trouxemos materiais que podem ajudá-lo a escrever uma redação sobre o tema ”Testes em animais na fabricação de cosméticos”. Você já algum dos repertórios aqui listados? Você conhece algum repertório repertório relacionado ao tema que não citamos? Conte pra gente nos comentários! Agora é hora de organizar as ideias e escrever uma redação sobre este tema! Após isso, envie seu texto em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!

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    13 de mai. de 2021
    parto normal ou cesárea
    Misraely Wolfart
    6 min

    Parto normal ou cesárea: Escolha da mulher ou questão de saúde pública? | Tema de Redação

    Um tema interessante em nosso país, porém pouco discutido, é a quantidade de cesáreas e de partos normais e as diversas implicações relacionadas a isso. Então, leia os textos motivadores e escreva sua redação! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Parto normal ou cesárea: escolha da mulher ou questão de saúde pública?”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Em plena madrugada, no início de abril, Adelir Carmem Lemos de Góes, de 29 anos, foi surpreendida pela visita de um oficial de justiça acompanhado de policiais armados que a forçaram, com o marido, a acompanhá-los a um hospital em Torres, município distante quase 200 quilômetros da capital gaúcha, onde foi submetida a uma cesariana sem o seu consentimento. O caso dramático e inédito de Adelir mobilizou pelas redes sociais protestos de defensores do parto humanizado e escancarou à opinião pública um dos principais desafios das políticas voltadas para a saúde da mulher: a necessidade de mudar o modelo que fez do Brasil o campeão disparado das cesáreas no mundo. Embora haja uma tendência mundial de aumento desse tipo de operação para a chegada dos bebês — em decorrência, conforme documento do Ministério da Saúde (MS), de melhor acesso aos sistemas de saúde, maior disponibilidade de tecnologias, melhoria das técnicas cirúrgicas e anestésicas, vantagens financeiras pelo custo e planejamento desse tipo de cirurgia e a percepção sobre a segurança de certos procedimentos — os países acendem o sinal vermelho quando a proporção chega a 30%. Há cinco anos, o Brasil cruzou a linha dos 50% de partos por cesárea. E de lá para cá, só tem aumentado, distanciando-se cada vez mais dos 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Apesar das iniciativas do governo nos últimos 20 anos, não houve reversão do quadro. O modelo brasileiro continua centrado na medicalização dos partos e nos hospitais.Maria Esther Vilela, coordenadora geral de saúde das mulheres do MS, em entrevista ao Jornal do Senado, informa: “98% dos partos no país são hospitalares” Considerada a maior pesquisa sobre parto realizada no país, Nascer no Brasil, divulgada recentemente pelo MS e pela Fiocruz, entrevistou 23.894 mulheres atendidas em maternidades públicas, privadas ou conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), entre fevereiro de 2011 e outubro de 2012. Foram coletados dados em 266 hospitais de 191 municípios, incluindo todas as capitais e cidades do interior de todos os estados. Os resultados comprovam que não há recuo nas cesáreas. Fonte: senado legislativo – aumento de cesáreas revela violência obstétrica TEXTO 2 Projeto garante escolha entre parto normal ou cesárea no SUS Grávidas poderão optar pelo parto cesariano a partir da 39ª semana de gestação na rede pública de saúde. É o que determina o projeto de lei (PLS 3.947/2019) que aguarda designação de relator na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Conforme a proposta, às parturientes que optarem pelo parto normal, será garantido o direito à analgesia não farmacológica e farmacológica. O projeto, do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), determina que a grávida seja conscientizada acerca do parto normal e da cesárea, devendo a decisão ser registrada em termo de consentimento. Além disso, se o médico responsável discordar da opção da paciente, deverá registrar as razões em prontuário. Em sua justificativa, o parlamentar argumenta que, de acordo com estudos, a crescente taxa de cesarianas, nos últimos 30 anos, acompanhou a diminuição nas taxas de mortalidade materna. “As ocorrências concretas que chegam aos Conselhos de Medicina e aos Tribunais, mostram que, na rede pública, quando se recorre à cesárea, a parturiente já foi submetida a longas horas de sofrimento, buscando o parto normal”, ressalta Sérgio Petecão. A matéria estabelece também que as maternidades ou instituições, que funcionam com mesma finalidade, deverão possuir placa fixada informando que a mulher pode escolher a modalidade de parto, podendo o médico divergir da escolha e encaminhá-la a outro profissional. Resolução Em 2016, o Conselho Federal de Medicina, através da resolução 2.144, passou a prever que o médico pode atender o desejo da paciente e realizar parto cesárea a partir da 39ª semana de gestação. De acordo com a resolução, a gestante tem o direito de optar pela realização de cesariana, desde que tenha recebido todas as informações necessárias. Entretanto, conforme a justificativa do senador Sérgio Petecão, não há observância dessa medida na rede pública de saúde. “As mulheres são submetidas à verdadeira tortura, uma vez que não querem passar pelas dores e pelos riscos de um parto normal, mas não lhes é dada opção. Ademais, como já dito, surpreende saber que até mesmo analgesia lhes é negada”, ressaltou Petecão. O projeto do senador é semelhante ao texto apresentado pela deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), mas, diferentemente desse, tem abrangência nacional. Fonte: senado legislativo – projeto garante escolha entre parto normal ou cesárea no sus TEXTO 3 País com um dos maiores índices de cesariana do mundo, o Brasil teve em 2017 (último dado disponível) 55% dos seus partos realizados pelo meio cirúrgico, taxa muito superior à recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 15%.  Há municípios, no entanto, nos quais esse índice ficou muito acima da média nacional, chegando a 100% em alguns casos. É o que mostra um levantamento inédito feito pelo Fiquem Sabendo no portal DataSUS. A análise aponta que as cidades campeãs em índices de cesárea estão nas regiões Sul e Sudeste e que em 14 desses municípios, nenhuma criança nascida em 2017 veio ao mundo via natural, o que deveria ser a regra. De acordo com o levantamento, das 14 cidades com os maiores índices de cesárea do País, 5 estão no Rio Grande do Sul e 4, no Estado de São Paulo. Há ainda duas em Minas Gerais, duas em Goiás e

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    07 de mai. de 2021
    representatividade na publicidade
    Claudia Bechler
    6 min

    A importância da representatividade na publicidade | Tema de Redação

    Você já refletiu sobre a importância da representatividade na publicidade? Confira os textos motivadores a seguir e escreva a sua redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “A importância da representatividade na publicidade”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Deputada estadual eleita pelo PSD, Marta Costa é autora do projeto de lei 504/20, que visa proibir a veiculação de peças publicitárias com diversidade sexual. A PL seria votada nesta terça-feira (20), mas foi adiada para a próxima quinta-feira (22). No texto, a deputada afirma que a presença de pessoas LGBTQIA+ em propagandas traria “desconforto emocional a inúmeras famílias” e que mostrariam “práticas danosas” às crianças. A proibição viria com a intenção de “evitar a inadequada influência na formação de jovens e crianças”. “É nossa intenção limitar a veiculação da publicidade que incentive o consumidor do nosso estado a práticas danosas”, reproduz o documento. A Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB e a Associação Brasileira de Agências de Publicidade se manifestaram contrárias ao PL, apontando-o como lgtbfóbico, inconstitucional e também uma ferramenta de censura. Em nota, a Abap afirmou que a inconstitucionalidade da proposta vem devido à imposição de “discriminação à liberdade de expressão comercial e ao direito da orientação sexual”, considerando também uma tentativa de “censura de conteúdo, abrindo um precedente perigosíssimo para a liberdade de expressão aos direitos de minorias”. A comissão da Ordem dos Advogados do Brasil também aponta como inconstitucional o projeto pela justificativa de que “somente a União tem competência para regular questões relacionadas à publicidade e propaganda”. Agências de publicidade também se manifestaram contrárias ao projeto de Marta Costa. Usando a #PropagandaPelaDiversidade, pelo menos 30 delas publicaram posicionamento contrários em suas redes sociais. Fonte: veja sp abril – alesp votação pl lgbts propagandas TEXTO 2 Cada vez mais se fala de representatividade, diversidade e inclusão na publicidade, mas, até que ponto incluir diferentes etnias, origens e aparências nas campanhas publicitárias, é suficiente? Pois 80% das pessoas em todo o mundo acreditam que apenas isso não é suficiente e esperam que as empresas façam um trabalho melhor para alcançar representatividade genuína em suas publicidades. A constatação vem da atualização da pesquisa para a plataforma de insights criativos Visual GPS, da Getty Images, realizada em parceria com a YouGov, empresa global de pesquisa de mercado, que entrevistou 5 mil consumidores de 26 países e em 13 idiomas. Além disso, a atualização do estudo revelou que seis em cada dez pessoas preferem comprar de companhias que foram fundadas ou sejam representadas por pessoas como elas. Segundo Rebecca Swift, diretora global de insights criativos da Getty Images, em nota, o primeiro estudo do Visual GPS realizado antes da pandemia mostrou o quanto a representatividade é importante para as pessoas, o que motivou a sua complementação. “Nossos dados e pesquisa nos dizem que há um claro apetite para contar, ouvir e ver histórias inclusivas, mas marcas e empresas precisam ir além da inclusão simbólica para, intencionalmente, criar publicidade e comunicações comerciais que realmente capturem o autêntico estilo de vida e cultura das pessoas”, comentou. Outro ponto levantado pela pesquisa foi a questão da discriminação e preconceito, já que 62% dos entrevistados afirmaram que se sentem discriminados. Esse sentimento particular foi, notavelmente, mais comum entre a geração Z, mulheres e americanos. Entre essas pessoas, apenas 14% afirmaram que se sentem bem representadas na publicidade, e 15% nas comunicações comerciais. Fonte: meio e mensagem – 80% das pessoas esperam mais diversidade na publicidade TEXTO 3 O incômodo de trabalhar com equipes apenas de pessoas brancas ou com uma única pessoa negra e as dificuldades de conseguir espaço no mercado publicitário impulsionam jovens negros a criar suas próprias agências. Foi o que deu origem ao Gana, projeto formado por seis publicitários negros há um ano. O coletivo, com foco em conteúdo, podcast, design e audiovisual, tenta mostrar como a diversidade pode ampliar o olhar e apresentar reflexos na qualidade dos produtos finais. Em setembro de 2019, grandes agências de publicidade do país celebraram um acordo com o Ministério Público para a inclusão de jovens negros universitários em seus grupos de colaboradores. “A representatividade desses profissionais no setor é de 3%”, diz Valdirene de Assis, procuradora do Ministério Público do Trabalho em SP e coordenadora do Projeto Nacional de Inclusão de Jovens Negros Universitários. Mas ela diz já ver progressos. “As inclusões estão acontecendo. Além disso, o produto que a publicidade tem entregado para a nossa sociedade está mais diverso do ponto de vista étnico-racial.” Segundo a procuradora, o setor de publicidade foi selecionado não só pela pequena representatividade de profissionais negros mas também “pelo poder de persuasão que a publicidade exerce no público em geral”. “Infelizmente não podemos dizer ainda que a população negra consegue se enxergar na publicidade que é apresentada no Brasil.” Fonte: folha uol – publicitários negros criam agências com foco em diversidade TEXTO 4 Falta representatividade na propaganda. Não são apenas os ativistas que constatam. Recente estudo do Instituto Locomotiva, criado por Renato Meirelles, ex-Data Popular, concluiu que 67% dos consumidores brasileiros não se reconhecem nos comerciais da TV. Mas, no digital, o uso de dados pode mudar esse cenário, com ferramentas que mapeiam perfis de consumidores e exibem anúncios de forma personalizada. A personalização, aliás, toca no fator mais importante da decisão de compra: a identificação. Segundo a pesquisa, tirando preço e qualidade (quesitos característicos do item à venda), sentir-se identificado com o produto é o que mais influencia no consumo para 44% dos respondentes, à frente da opinião de um especialista (40%) e do status que ele proporciona (31%). Quem menos se vê representado na propaganda são os negros, segundo o levantamento. Eles compõem 54% da população. É um mercado de R$ 1,5 trilhão por ano interessado em aparelhos de TV, smartphones e geladeiras. Mas, diante dos comerciais desses produtos, apenas

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    29 de abr. de 2021
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