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Leia os textos motivadores abaixo para redigir a proposta de redação apresentada na sequência sobre o lado negativo do carnaval. Texto 1 Carnaval também é arte O Carnaval se aproxima cheio de cores e ritmos. E também cheio de arte. Artistas promissores mostram como o Carnaval pode influenciar e ser influenciado pela arte. Os blocos afinam suas baterias e os foliões preparam suas fantasias para o Carnaval, que esse ano começa na primeira semana de fevereiro. O Carnaval é a festa brasileira mais conhecida em todo mundo e, com certeza, a mais cheia de entusiasmo. É um momento de reinvenção, inclusive da arte. “A tradição cultural convive com uma renovação artística e estética muito forte”, afirma a antropóloga Nathalia Duarte. Esse movimento move uma série de concepções e criações bastante refinadas. O artista mineiro Thiago Mendes, da galeria online Arte & Artefato, se inspira no Carnaval para compor as suas obras. “Não há, essencialmente, diferença entre arte e Carnaval, o Carnaval é basicamente a manifestação mais carregada de arte que o brasileiro costuma acessar”, afirma. Suas pinturas supercoloridas e seus quadros cheios de ícones convidam as pessoas a repensar a nossa cultura. Para Thiago, as cores não têm hierarquia nem timidez e parecem comentar sobre o próprio ideário brasileiro. “Não tenho medo de excessos ou misturas de cores. O Brasil é um país multicolorido e não se acanha em utilizar essa particularidade pra se expressar”, afirma. Ao usar uma concepção mais ampla, Nathalia Duarte explica que arte é uma forma de expressão dos sentimentos humanos e por isso o fazer artístico engloba formas tão diversas. O Carnaval é onde grande parte dessas artes se une: poesia, teatro, dança, pintura. É um momento de celebração da vida. Apesar da essência festiva, Carnaval também é o momento de falar sobre questões sérias, tristes, e até mesmo de fazer críticas. Esse é um dos pontos essenciais das obras de Thiago, que busca fazer, ao mesmo tempo, uma homenagem e um contraponto ao ‘tipicamente brasileiro’. “Nas minhas obras, critico a visão excessivamente ingênua e sem densidade que o signo tropical ganhou e o Brasil abraçou por falta de referências mais problemáticas e produtivas”, explica. Nesse sentido, ele dá destaque ao abacaxi enquanto símbolo máximo e contraditório do que chama de Tropical Dark: uma ressignificação filosófica da experiência tropical. A cultura é um elemento primordial para a construção das suas obras e o Carnaval, enquanto parte integrante dessa cultura, não podia estar de fora das suas criações. Atualmente, Thiago está produzindo uma série de pinturas sobre o Carnaval de rua, onde privilegia o povo em situações típicas da festa, porém sem qualquer traço lírico ou idealizado. Fora isso, está sempre procurando carnavalizar abacaxis, questões e ações. […] Fonte: www.bheventos.com.br Acesso em 22/02/2020. Texto 2 Carnaval: folia produz toneladas de lixo nas ruas Em 2018, foram 957,9 toneladas recolhidas em São Paulo e, no Rio de Janeiro, mais 486,5 toneladas. A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (AMLURB) recolheu, no Carnaval de São Paulo em 2018, 957,9 toneladas de lixo geradas pela folia de rua e no Anhembi, espaço no qual acontecem os desfiles das escolas de samba. No Carnaval do Rio de Janeiro, também no ano passado, foram mais 486,5 toneladas de resíduos. Na capital paulista, para o período, a prefeitura adicionou 270 cestos aramados e 60 papeleiras para o descarte de lixo na Avenida 23 de Maio, que estreou como espaço para os foliões em 2018. Na Avenida Faria Lima, local já tradicional da festa paulista, foram colocadas 40 papeleiras extras. O que nós temos a ver com isso? O poder público tem de fazer sua parte, proporcionando infraestrutura e aprimorando-a a cada ano. Mas atitudes individuais podem fazer toda a diferença no volume de lixo. Afinal, não custa buscar os lugares certos para o descarte de resíduos. E que tal procurar os catadores de latinhas de alumínio para entregar as suas em vez de jogá-las no chão? Esses profissionais costumam acompanhar o deslocamento dos blocos justamente para juntar mais desse material e vender. Outra ideia é investir em reutilizáveis. Em vez de ficar comprando e descartando garrafas plásticas, por que não levar de casa seu copo retrátil ou squeeze? Existem versões desses dois itens que têm alças para você pendurá-los no pescoço e deixar as mãos livres para dançar. E consumir de forma consciente é uma atitude para adotar além do Carnaval, certo? 5 atitudes legais para adotar no Carnaval – Nunca jogar lixo na rua. – Entregar latas para catadores que as destinam para a reciclagem. – Substituir embalagens de uso único (como copos de água individuais) por itens que podem ser compartilhados. Que tal apostar em uma garrafa de água grande e cada amigo toma no seu copo reutilizável? – Glitter e purpurina apenas biodegradáveis! – Não compre novas fantasias ou adereços. Dê cara nova a acessórios que você já tem em casa. Fonte: www.natura.com.br / Acesso em 22/02/2020. Texto 3 Foto do fim de um dos dias de desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro em 2018. Fonte: www.organicsnewbrasil.com.br/ Acesso em 22/02/2020. Com base nos textos acima, redija uma dissertação argumentativa, com 30 linhas de tamanho máximo, na modalidade padrão da Língua Portuguesa, sobre o tema: O lado negativo do carnaval. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também artigos relacionados ao lado negativo do carnaval: Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais Tema de Redação: Meios para o controle do lixo gerado no Brasil Tema de Redação: A Reciclagem de Lixo no Brasil Tema de redação: O desperdício de alimentos no Brasil Tema de Redação: Obsolescência programada Tema de Redação: O consumismo e seus impactos ambientais

Leia e interprete os textos abaixo para redigir a produção textual que se segue. Texto 1 Coronavírus: o que é pandemia e por que a OMS ainda não declarou uma no caso atual Os primeiros casos do novo Coronavírus foram confirmados na China cerca de um mês atrás. Com a chegada do vírus a mais de 20 países, médicos e cientistas estão preocupados diante da velocidade de disseminação da doença. Na quinta-feira (30/01), a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou emergência de saúde pública de interesse internacional — o que, oficialmente, significa a ocorrência de um “evento extraordinário que constitui um risco à saúde pública para outros Estados por meio da disseminação internacional de doenças e potencialmente exige uma resposta internacional coordenada”. Até o momento, no entanto, não foi declarado um surto global ou uma pandemia. Mas por quê? E qual é a chance de isso acontecer? O que é uma pandemia? O termo pandemia é usado para descrever situações em que uma doença infecciosa ameaça muitas pessoas de forma simultânea no mundo inteiro. Um exemplo recente é o da gripe suína, em 2009, à qual é atribuída a morte de centenas de milhares de pessoas, de acordo com a estimativa de especialistas. As pandemias acontecem, em geral, quando há um vírus novo capaz de infectar seres humanos com facilidade e de ser transmitido de uma pessoa a outra de forma eficiente e continuada. O novo Coronavírus, pelo que se sabe até agora, tem essas características. Assim, sem uma vacina contra o agente patogênico ou tratamento que possa prevenir a doença, conter a sua disseminação é crucial. Quando uma pandemia é declarada? De acordo com a descrição da OMS das fases de uma pandemia, o novo Coronavírus estaria a um passo de se tornar uma. Primeiro, porque está se espalhando entre seres humanos e por já ter sido detectado em uma série de países vizinhos da China, além de outros mais distantes. A pandemia aconteceria se houvesse o aparecimento de surtos localizados em diversas regiões do mundo ao mesmo tempo. Qual a probabilidade de que isso aconteça? Ainda não se sabe com precisão a gravidade do novo Coronavírus e em que proporção ele irá se propagar. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirma que a disseminação fora da China, no momento, parece ser “mínima e lenta”. Há mais de 17 mil casos confirmados e 360 mortes, a maioria na China. Fora do país asiático, há mais de 150 casos confirmados e uma morte, nas Filipinas. “Se investirmos em lutar contra a doença no epicentro (do surto), na fonte, a disseminação para outros países será mínima e lenta”, disse Ghebreyesus em uma reunião do Conselho Executivo da OMS nesta segunda-feira (03/02). Cada pandemia é diferente e, até que o vírus comece de fato a circular globalmente, é impossível prever totalmente seus efeitos. Especialistas acreditam que o novo Coronavírus — que, de acordo com os dados mais recentes, matou cerca de 2% dos infectados — possa ser menos letal do que outras doenças que protagonizaram surtos recentes de vírus da mesma família, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (9,5%), a Sars, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (de 35%), que ficou conhecida como Mers. A decisão da OMS de declarar emergência global veio do fato de que a doença tem sido transmitida entre humanos fora da China e a possibilidade de que possa atingir países com sistemas de saúde frágeis. Apesar de a instituição recomendar aos países que tomem medidas para prevenir o aparecimento da doença ou limitar seu contágio, ela também destacou que, por ora, não avalia que haja necessidade de limitar viagens ou o comércio internacional. Fonte: www.bbc.com.br/ Acesso em 15/02/2020 Texto 2 Da indústria de celulares à soja, os impactos do Coronavírus na economia brasileira O surto de Coronavírus já matou mais de 1,1 mil pessoas na China e infectou mais de 40 mil. Enquanto médicos e cientistas correm contra o tempo para entender melhor o vírus e buscar meios para controlar sua disseminação, economistas tentam mensurar o impacto da doença no comércio global. As primeiras projeções apontam uma desaceleração da economia chinesa — tanto o banco UBS quanto o Itaú, por exemplo, revisaram a estimativa para o crescimento do país em 2020 de 6% para 5,4% e 5,8%, respectivamente. É difícil, entretanto, prever os desdobramentos dessa perda de fôlego sobre os parceiros comerciais da China, já que a situação atual não tem precedente. Desde a epidemia de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), em 2003, que também afetou o país asiático, a participação chinesa no Produto Interno Bruto (PIB) global saltou de 4% para 16%. Nesse intervalo, o país se tornou principal destino das exportações brasileiras — viu sua participação no valor total embarcado avançar mais de quatro vezes, de 7,1% em 2003 para 29% em 2019, de acordo com os dados do Ministério da Economia. Assim, revisões para baixo no PIB chinês geralmente afetam o Brasil. Mas essa não é a única razão. Além de importante comprador de commodities brasileiras, o país asiático também tem papel relevante como fornecedor para a indústria local, especialmente a de produtos eletroeletrônicos. Desabastecimento na indústria De acordo com a consultoria Oxford Economics, as exportações chinesas de bens intermediários no segmento eletroeletrônico respondem por mais de 10% da produção global desses produtos. Na prática, isso significa que, além dos bens acabados exportados pelo país, a China também vende chips, circuitos integrados e outras partes e peças que vão se tornar celulares, máquinas de lavar, televisores e diversos outros eletrônicos em outros países. “Assim, além da queda da demanda chinesa (por bens importados de outros países), uma retração acentuada da atividade industrial no país pode causar um rompimento nas cadeias de fornecimento em outras regiões”, afirmam os economistas Ben May e Stephen Foreman em relatório. O Brasil é uma dessas áreas. Ao contrário da pauta de exportação brasileira para a China, concentrada em poucos produtos básicos, a de importação é bastante pulverizada e com alto valor agregado. São circuitos, partes de
Leia os textos motivadores que se seguem sobre a situação de vida dos índios da etnia Pataxós para redigir o que se pede. Gênero: Narração Texto 1 Como vivem os índios Pataxós nos dias de hoje out 27, 2017 Os Pataxós, assim como muitas tribos hoje, estão muito bem integrados e conectados à sociedade globalizada. São conterrâneos de nosso universo de redes sociais. O fato de conservarem a cultura indígena não os impede de conviver com o povo urbano com muita hospitalidade e empatia. A hospitalidade é palpável: há eventos de vivência promovidos por empresas locais de turismo, onde visitantes podem participar de atividades características da tribo, aprender sobre suas lendas, rituais e histórias tradicionais. São 31 aldeias formadas por mais de 10.000 habitantes (12.326 segundo o censo de 2014 do SIASI). Os índios Pataxós falam o português com alguns vocábulos na língua Pataxó. Alguns deles habitam em tribos ao norte de Minas Gerais. Os habitantes praticam pesca e agricultura de subsistência, além de cultivar cacau e criar gado para gerar renda. Há também a venda de artesanato indígena e investimentos no etno-turismo, como já descrito. Alguns Pataxós prestam serviços de hotelaria e aluguel de barracas em Porto Seguro. O modelo de divisão de trabalhos geralmente confere aos homens as atividades braçais, de pesca e de sustento, e às mulheres o cuidado das crianças e dos afazeres domésticos. Porém, estes papéis podem mudar: algumas aldeias mais próximas às cidades adotaram vivências com mais liberdade nas atividades, onde os trabalhos são divididos igualmente entre os gêneros. A tradição Pataxó é também igualitária: homens e mulheres são capazes de assumir cargos de liderança. Na aldeia Coroa Vermelha, os Jogos Indígenas são realizados anualmente, onde muitas comunidades indígenas reúnem-se para celebrar a cultura Pataxó e transmiti-la às próximas gerações. Há disputas de cabo de guerra, disparo de zarabatana, arremesso de takape, entre outras atividades. Em cada uma das comunidades Pataxós na Bahia, existe pelo menos uma escola. Os professores resgatam a cultura indígena nas escolas, ensinando o Patxôhã além do português, e dando espaço à tradição Pataxó em aulas de geografia, história e matemática. Frequentemente, as crianças estudam na aldeia até o quinto ano do ensino fundamental, e depois concluem o ensino fundamental e médio nas escolas do município, podendo depois partir para faculdades normalmente. Os Pataxós costumam ter grandes famílias, chegando a dez ou mais filhos. É costumeiro que cada família trabalhe para seu próprio sustento, sem deixar de manter o contato com pais e parentes. Os indígenas fazem política: o cacique, principal líder, aliado aos conselheiros e outros cargos de liderança, responsabilizam-se por cuidar de questões comuns a todos, sanando necessidades da comunidade. Não há ‘mandatos’, pois o cargo de cacique depende inteiramente da satisfação da comunidade com o eleito. Em último caso, os índios se reúnem para eleger um cacique novo caso estejam insatisfeitos. Por não adotar formas de governo arbitrárias e burocráticas, a sociedade Pataxó não é homogênea. Existem grupos concorrentes e grupos que convergem uns com os outros. É possível aprender muito com a cultura Pataxó, desde o respeito à tradição até a organização governamental totalmente voluntária, comum e livre. O senso de comunidade é forte e, em muitos aspectos, proporciona uma vida muito mais pautada em união do que o costumeiro caos individualista da hierarquia urbana. Nobre é a luta dos índios Pataxós por direitos, por reconhecimento e pela sobrevivência de sua cultura. Fonte: www.terravistabrasil.com.br/ Acesso em 15/01/2020 (com edição de subtítulos). Texto 2 Lama da barragem em Brumadinho ameaça futuro da aldeia Pataxó Hã-hã-hãe Ao menos 20 famílias vivem em uma aldeia às margens do rio Paraopeba, afluente do rio São Francisco, que já sofre com o impacto da chegada dos rejeitos de minério de ferro. Água vem com peixes mortos e extensão da contaminação é dúvida 29 JAN 2019 – 19:07 CET Nas margens do rio Paraopeba, afluente do rio São Francisco que banha o Estado de Minas Gerais, vivem também os índios Pataxós Hã-hã-hãe, da aldeia Naô Xohã. Vítimas indiretas do rompimento da barragem 1 da Mina Feijão, em Brumadinho, eles se recusam a deixar a aldeia onde vivem, no município de São Joaquim de Bicas (município vizinho), mas observam com apreensão o avanço da lama e dos rejeitos pelo rio de onde o povo tira seu sustento. Nesta segunda-feira, 28 de janeiro, um grupo de indígenas foi ao rio ver a extensão da contaminação e já encontrou peixes mortos. A aldeia Naô Xohã chegou a ser evacuada no sábado, 26 de janeiro, um dia após a ruptura da barragem da Vale em Brumadinho que matou ao menos 65 pessoas e deixa mais de 292 desaparecidos. Mas, de acordo com Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ligado ao Conselho Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), os moradores voltaram ao local onde moram depois. Agora, “a dúvida é como a aldeia irá sobreviver às margens de um rio poluído gerando impacto em todo o meio ambiente local”, disse o órgão indigenista. Na imagem, um grupo monitorava o rio Paraopeba nesta segunda no fim do dia. Nesta segunda, um grupo de pataxós caminhou até o Paraopeba para ver como estava o rio. De acordo com o mais recente boletim da Agência Nacional de Águas, a onda de rejeitos deve chegar ao reservatório da usina Retiro Baixo entre os dias 5 e 10 de fevereiro. Mas os estragos da onda de rejeitos já é sentido pelos índios Pataxós. . “O café da manhã era peixe com farinha e mandioca cozida. Agora temos de pedir forças pros nossos encantos. (…) Vidas perdidas, o rio destruído. É uma tragédia”, disse ao Conselho Indigenista Missionário (Cimi) o cacique Háyó Pataxó Hã-hã-hãe. […] Ao menos 25 famílias indígenas vivem às margens do rio Paraopeba, de onde tiram o alimento para viver. A Fundação Nacional do Índio (Funai) foi até a região e informou que o rompimento da barragem da Vale no município vizinho não deixou feridos entre os Pataxós, mas monitora a situação no local. Diariamente, desde o desastre em Brumadinho, os

Gênero: Carta argumentativa Leia os textos que se seguem para redigir a carta argumentativa requerida. Texto 1 Um em cada três focos de queimadas na Amazônia tem relação com o desmatamento 06 Setembro 2019 Na Amazônia, 31% dos focos de queimadas registrados até agosto deste ano localizavam-se em áreas que eram floresta até julho de 2018. A conclusão é de uma análise feita pela equipe do WWF-Brasil, sobre focos de queimadas no bioma, com base em séries históricas de imagens de satélite e em dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Esse resultado revela que aproximadamente um em cada três focos de queimadas registrados em 2019 não tiveram relação com a limpeza de pastagens, mas sim com queimadas que sucederam o corte de áreas de floresta, no ciclo tradicional de corte e queima. Historicamente, na Amazônia, o uso do fogo é um dos estágios finais do desmatamento após o corte raso da floresta. Os líderes dos países amazônicos devem assinar hoje (6/9), na cidade de Letícia, na Colômbia, um Pacto Pela Amazônia. A proposta consistia em coordenar esforços para defender o bioma nesta imensa crise. Mas o governo brasileiro pode pressionar para que o pacto seja fraco e apoiar a mineração e outras indústrias extrativistas, com grandes impactos ambientais, prejudicando toda a região. O mês de agosto trouxe notícias preocupantes para a Amazônia brasileira: a área com alertas de desmatamento foi de 1.394 km2, um valor 120% maior do que o mesmo mês em 2018. Somente nos oito primeiros meses de 2019, a área total com alertas de desmatamento foi de 6 mil km2, um valor 62% maior do que o observado para o mesmo período em 2018. Acompanhando o rastro do desmatamento, o número de focos de queimadas na Amazônia, entre janeiro e agosto de 2019, cresceu mais de 110%, na comparação com o mesmo período de 2018. Ao todo, foram registrados 46.825 pontos, segundo a medição do Programa Queimadas do INPE. Esse valor representa um aumento de 64% em relação à média dos últimos dez anos (2009-2018) para o mesmo período. […] Fonte: www.wwf.org.br/ Acesso em 15/01/2020. Texto 2 Austrália declara emergência por ‘queimada mais perigosa já vista’ Três pessoas morreram e mais de 150 casas foram arrasadas no sudeste do país Por Da Redação – 11 nov 2019, 17h05 O governo de Nova Gales do Sul, a região administrativa mais populosa da Austrália, decretou estado de emergência nesta segunda-feira, 11, devido ao agravamento de incêndios florestais que ameaçam a região metropolitana de Sydney. Desde sexta-feira 8, as queimadas já resultaram em mortes e em prejuízos ambientais. Há previsão de maior propagação do fogo para terça-feira 12. O ministro de Serviços Emergenciais de Nova Gales do Sul, David Elliott, afirmou que a queimada desta semana pode ser a “mais perigosa que esta nação já viu”. O incêndio — de causas naturais — se alastra por cerca de 10.000 km² de florestas e plantações, área seis vezes maior que a da cidade de São Paulo, e atinge também o estado de Queensland, ao norte de Nova Gales do Sul. O fogo já resultou na morte de três pessoas e destruiu mais de 150 casas. Cerca de 100 pessoas foram hospitalizadas, dentre elas 20 dos 1.500 bombeiros que lutam contra as chamas com auxílio das Forças Armadas. Na sexta-feira 8, as autoridades australianas anunciaram que mais de 300 coalas de uma reserva no litoral de Nova Gales do Sul morreram por causa dos incêndios. Fonte: www.veja.abril.com.br/ Acesso em 15/01/2020. Após a leitura dos textos acima, redija uma carta argumentativa, com tamanho máximo de 30 linhas, de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa. Sua carta será direcionada à população em geral por meio de publicação em jornais e revistas e seu objetivo maior é a conscientização. Você deve argumentar sobre como as atitudes individuais de cada cidadão impacta (positiva ou negativamente) o meio-ambiente, podendo gerar até mesmo catástrofes, como as queimadas. Leia também: Gêneros textuais: Carta Como escrever uma redação sem saber nada sobre o tema? Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais Tema de Redação: Desastres ambientais Tema de Redação: Saneamento básico no Brasil

CONFIRA O TEMA CLICANDO AQUI! Abordar na redação sobre guerras no mundo, principalmente tensões que envolvam o Oriente Médio é algo sempre bastante complexo, já que as influências religiosas e culturais que afetam a guerra falam muito alto e exigem de nós, analisadores do tema, bom senso e atenção redobrada. Separamos para vocês indicações diversas que vão fornecer um bom panorama sobre o embate que envolve os Estados Unidos e o Oriente Médio e como o Brasil está relacionado ao assunto. Se for abordada uma redação sobre a terceira guerra mundial, já temos um panorama contextualizado do que está acontecendo no mundo, além das tensões que envolvem o embate da Rússia com a Ucrânia envolvendo o Estados Unidos. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/01/08/a-relacao-entre-eua-e-ira-em-10-capitulos.ghtml Acesso em 11/01/2020. Por meio da leitura da matéria, vamos saber com mais profundidade que a relação entre os Estados Unidos e os países do Oriente Médio não é algo novo, por isso, um retorno “aos capítulos anteriores” é essencial para compreendermos a fundo o desenrolar desse relacionamento tão conturbado como vemos hoje. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=yAwCFfO1Zv0&t=151s Acesso em 11/01/2020. Precisando entender um pouco mais sobre a cultura e os costumes do Oriente Médio? Nesse vídeo do canal Nerdologia, há um apanhado muito rico de informações que vão te auxiliar a interpretar um pouco melhor esse universo tão diferente do nosso. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-51015111 Acesso em 12/01/2020. Mas por que a morte de Qasem Soleimani tem causado tanta revolta a ponto de quase fazer estourar uma guerra? Por meio do artigo da BBC, passamos a conhecer sobre a importância política e ideológica do general iraniano, tido como o segundo homem mais poderoso do Irã (você saberá quem é o primeiro homem mais importante durante a leitura da matéria) e dos motivos que o fazem ser considerado até mais relevante do que Osama Bin Laden. Recomendamos a leitura presente no link https://www.bbc.com/portuguese/internacional-50981383, em artigo também da BBC. Já para relembrar as informações essenciais sobre Osama Bin Laden e o ataque do 11 de setembro, sugerimos consultar o link https://veja.abril.com.br/noticias-sobre/osama-bin-laden/ , da revista Veja. Disponível em: https://veja.abril.com.br/mundo/os-efeitos-para-o-brasil-de-uma-possivel-guerra-entre-eua-e-ira Acesso em 12/01/2020. No último fim de semana, a revista Veja fez um apanhado de informações e uma análise bastante apurada sobre as consequências que nosso país sofreria no caso de uma efetiva guerra entre Estados Unidos e Irã. Com gráficos bastante ricos que facilitam a compreensão sobre o assunto, a matéria ainda traz índices e pontos de vista de especialistas na temática, tudo para deixar sua redação muito bem fundamentada. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/01/09/conflito-eua-ira.htm Acesso em 12/01/2020. Sabemos que redações como a do ENEM e de vestibulares exigem que tomemos uma posição a favor ou contra um determinado assunto, mas posicionar-se diante de um conflito que ceifa vidas inocentes e promove tanta violência mundo afora, é, no mínimo, uma situação delicada, e é justamente isso que o artigo disponível no link acima vai discutir. Para quem está buscando argumentos contra e a favor dos dois países, a leitura é obrigatória, pois ela está cheia de apontamentos do tipo, o que nos permite traçar uma linha comparativa após o entendimento da matéria. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-51026485 Acesso em 12/01/2020. Já é sabido que o presidente Jair Bolsonaro, por meio do Palácio do Itamaraty, ao ser consultado a respeito de seu apoio no conflito entre americanos e iranianos, declarou estar ao lado de Donald Trump, e, assim, necessariamente, contra o Irã, porém, nessa acepção, há pontos positivos e negativos, ganhos e perdas que precisam ser considerados. Quer saber quais são? Então corre lá para a matéria. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=l-LYtwU_7g0 Acesso em 12/01/2020. Neste pequeno vídeo de pouco mais de 5 minutos, o jornalista Alexandre Garcia, respeitado em cenário nacional, aborda o tema sobre a posição adotada pelo Brasil no embate, explicando por quê, de acordo com seus argumentos, o país fez uma escolha acertada ao oferecer seu apoio aos Estados Unidos. O vídeo traz outras informações de temas variados no início. A parte a respeito da posição brasileira começa por volta dos dois minutos e dez segundos. Disponível em: https://oglobo.globo.com/podcast/ainda-ha-risco-de-guerra-entre-estados-unidos-ira-24178934 Acesso em 12/01/2020. Passada mais de uma semana do primeiro ataque dos Estados Unidos contra o general iraniano, surge a dúvida: A guerra entre os dois países ainda pode acontecer ou tudo não passa de dramatização? O podcast discute exatamente a probabilidade (e os motivos) de haver uma guerra. Disponível em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/01/08/petroleo-pode-ser-usado-como-arma-do-ira-contra-os-eua.htm Acesso em 12/01/2020. Mais um ponto a ser tratado com extremo cuidado, já que alguns especialistas dizem que todo esse embate entre as duas nações tem apenas um motivo: o domínio sobre o petróleo, abundante no Oriente Médio. Com pareceres de nomes de peso no assunto e evidências numéricas, o artigo do UOL é uma excelente ferramenta para você esclarecer suas dúvidas sobre a importância do petróleo na crise estabelecida. Disponível em: https://www.diariodaamazonia.com.br/em-meio-a-crise-eua-x-ira-brasileiros-pedem-bolsonaroficacalado/ Acesso em 12/01/2020. Você já deve ter ouvido que, no Brasil, qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, vira meme. E não é que conseguimos transformar até a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial em meme? Na matéria indicada, você poderá saber um pouco mais sobre o movimento #BolsonaroFicaCalado, que foi inclusive endossado pelo youtuber Felipe Neto. Aliás, caso você tenha acesso ao Twitter, a própria hashtag pode ser pesquisada. Disponível em: https://gq.globo.com/Cultura/noticia/2016/08/30-filmes-de-guerra-que-voce-precisa-assistir.html Acesso em 12/01/2020. Apesar de o brasileiro conseguir fazer memes (você pode conferir alguns aqui https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/fotos/memes-sobre-3-guerra-provam-que-o-brasileiro-nao-tem-limites-veja-03012020#!/foto/1 e refletir a respeito do assunto) mesmo diante de uma possível guerra iminente, a situação de guerra é algo absolutamente desolador. Na matéria que indicamos, a GQ, disponível no site da Globo, faz o levantamento de 30 filmes imperdíveis para quem quer conhecer um pouco mais sobre as guerras que já aconteceram. É um excelente recurso para que se perceba como é a vida dentro de um cenário como esse. Ao assistir aos filmes, além de se preparar para um provável tema de redação, você também conseguirá revisar vários tópicos importantes da disciplina de História, ou seja, é um “dois em um” perfeito. Alguns filmes estão disponíveis na Netflix, outros, na

Leia os textos motivadores abaixo para desenvolver a produção de texto sobre Brasil e a tensão geopolítica no Oriente Médio Tema. Texto 1 Por que o general do Irã, Qasem Soleimani, foi morto pelos EUA e o que acontece agora O assassinato do general Qasem Soleimani, comandante da Força Quds da Guarda Revolucionária iraniana, representa uma escalada dramática na tensão entre os EUA e o Irã – e as consequências podem ser significativas. É de se esperar uma retaliação. E o encadeamento de ações e represálias pode deixar os dois países mais próximos de um confronto direto. O futuro de Washington no Iraque pode muito bem ser colocado em xeque. A estratégia do presidente americano, Donald Trump, para a região – se ele tiver uma – será testada como nunca antes. Philip Gordon, que era o coordenador da Casa Branca para o Oriente Médio e o Golfo Pérsico durante o governo de Barack Obama, classificou o assassinato de Soleimani como praticamente uma “declaração de guerra” contra o Irã. A Força Quds é o braço das forças de segurança do Irã, responsável pelas operações no exterior. Por anos, seja no Líbano, no Iraque, na Síria ou em outros lugares, Soleimani buscou ampliar a influência do país persa por meio do planejamento de ataques ou apoio a aliados locais de Teerã. Figura popular Para Washington, ele era um homem que tinha o sangue de americanos nas mãos. Mas, no Irã, ele era popular. Na prática, foi Soleimani quem liderou a reação de Teerã contra a ampla campanha de pressão e sanções impostas pelos EUA. O que mais surpreende não é que Soleimani estivesse na mira do presidente Trump, mas por que os EUA decidiram atacá-lo justamente agora […] 5 mil soldados dos EUA O que vai acontecer a seguir é a grande questão. O presidente Trump espera que em uma tacada só tenha intimidado o Irã e provado a seus aliados, cada vez mais apreensivos na região, como Israel e Arábia Saudita, que os EUA ainda têm força. No entanto, é quase inconcebível que não haja uma resposta iraniana robusta, mesmo que não seja imediata. Os 5 mil soldados americanos no Iraque são um alvo potencial óbvio, assim como os alvos atacados pelo Irã ou seus aliados no passado. As tensões serão maiores no Golfo. Não é de se admirar que o impacto inicial tenha sido o aumento dos preços do petróleo. Os EUA e seus aliados estarão focados em suas defesas. Mas é igualmente possível que a resposta do Irã seja, de certo modo, assimétrica – em outras palavras, que ele não revide um ataque com outro ataque. Ele pode querer jogar com o amplo apoio que tem na região, por meio das alianças que Soleimani construiu e financiou. Fonte: noticiais uol Acesso em 12/01/2020 Texto 2 EUA X Irã: quais as chances de uma 3ª Guerra e de o Brasil ser envolvido? Especialistas não acreditam que as tensões entre Estados Unidos e Irã escalem para um conflito de proporções mundiais e dizem que as consequências para o país podem ser de ordem econômica. A morte do general iraniano Qassem Soleimani, durante ação com drone ordenada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última quinta-feira (02/01), acendeu um alerta em todo o mundo e gerou receios sobre as possíveis consequências do ataque. Nas redes sociais, dois principais temores foram manifestados pelos internautas brasileiros: a execução de Soleimani e a promessa de vingança por parte do Irã são o início de um conflito de grandes proporções, como uma Terceira Guerra Mundial? E ainda: o Brasil, ao se posicionar, por meio do Ministério das Relações Exteriores, ao lado dos Estados Unidos, pode sofrer algum tipo de ataque por parte do Irã ou de seus aliados? Especialistas ouvidos pelo Correio acreditam que a resposta para as duas perguntas é não. Uma Terceira Guerra, em moldes semelhantes ao que foram as duas primeiras, mostra-se praticamente impossível na configuração geopolítica atual. Já em relação às consequências ao Brasil, se elas ocorrerem, devem ser do ponto de vista econômico, mas não na forma de ataques bélicos. “Vi alguns comentários de pessoas se perguntando se o Brasil cogita enviar tropas (para a região). Para mim, isso é impensável”, diz o professor de relações internacionais do Ibmec, Ricardo Caichiolo. Fonte: correio braziliense Acesso em 12/01/2020 Texto 3 Em meio à crise EUA x Irã, brasileiros pedem #BolsonaroFicaCalado Em memes, os internautas usaram a criatividade para mostrar preocupação com um possível apoio do presidente a um dos lados da disputa. O ano começou marcado por tensões entre Estados Unidos e Irã. Agora, a preocupação dos brasileiros é com a manifestação do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), sobre o impasse estrangeiro. Nas redes sociais, há até quem cogite uma terceira guerra mundial. E a pressão fica ainda maior ao imaginar o Brasil fazendo parte desse conflito. Por isso, os internautas pedem: #BolsonaroFicaCalado. Os assuntos mais comentados do momento, nesta sexta-feira (03/01/2020), são Irã e Estados Unidos, Bolsonaro Fica Calado e Terceira Guerra Mundial. Apesar das circunstâncias conflituosas, os internautas não deixaram barato e montaram um festival de memes no Twitter. Fonte: metropoles Acesso em 12/01/2020 Texto 4 Fonte: Estadão Acesso em 16/01/2020 Após ter feito uma leitura atenta e criteriosa dos textos motivadores apresentados acima, redija uma dissertação do tipo argumentativa, com tamanho máximo de 30 linhas, obedecendo às regras da linguagem padrão da Língua Portuguesa, sobre o tema: Brasil e as tensões geopolíticas no Oriente Médio. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA! Leia também: Tema de Redação: Mulheres na política brasileira Tema de Redação: Fake news no cenário político mundial 12 novos documentários disponíveis na NETFLIX para escrever melhores redações Tema de Redação: Saneamento básico no Brasil

Leia os textos e faça uma dissertação sobre O mercado de cosméticos falsificados – Tema. TEXTO 1 As autoridades têm apreendido, com frequência, produtos de beleza piratas ou contrabandeados, especialmente na maior cidade do Brasil. O repórter Tiago Eltz foi ouvir a opinião de médicos sobre esse assunto. E eles alertam que o barato pode sair caro, bem caro.A interminável atração das mulheres por produtos de beleza… “Deixa a mulher com autoestima mais elevada. Por isso e outra, deixa a mulher mais charmosa, mais bonita”, diz uma mulher.E esse charme a mais pode sair muito caro. Talvez alguns homens se surpreendam com o preço. Uma paleta de sombras, um estojinho de maquiagem que custa uns R$ 300, é de uma marca bem cara. A mesma marca, mesma embalagem, mesmas cores, dá para comprar no mercado paralelo por uns R$ 30.Agora, antes de a mulherada sair correndo atrás dessa pechincha, é preciso saber duas coisas. Primeiro, é claro que é falsificado. E a segunda coisa: se você resolver comprar um produto falsificado para passar no seu rosto, na sua pele, tem que estar preparada para a possibilidade de acabar gastando mais do que economizou, no médico.“Uma maquiagem contaminada pode levar a uma infecção ocular importante, por exemplo. Um hidratante contaminado, por exemplo, a pessoa passa no corpo todo, pode levar uma infecção importante. Uma tintura de cabelo, um alisante, que seja clandestino, que não tenha as matérias mais adequadas, pode levar a uma queda de cabelo e uma queimadura no couro cabeludo”, explica a dermatologista Flávia Addor.Como não obedecem à legislação nenhuma, o grande problema desses produtos é justamente o que a gente não sabe sobre eles. “Está comprando um produto que ela não sabe o que contém lá dentro e ela vai utilizar isso na pele. Então creme facial, um perfume que ela está utilizando, um desodorante, isso é um risco grande”, diz Ricardo Nóbrega, gerente de comércio exterior da ABIHPEC.E, de acordo com os números da Receita Federal, o risco vem aumentando nas ruas do país. Em 2014, foram apreendidos pouco mais de R$ 25 milhões em produtos de higiene e beleza. Em 2015, foram R$ 28 milhões, um aumento de 11% Em São Paulo só nessa semana, foram destruídas 7,5 toneladas, principalmente de perfumes e maquiagens. Ou, na verdade, produtos que diziam ser perfumes e maquiagens, porque vai saber o que tinha lá dentro…Fonte: www.g1.globo.com/Acesso em 30/12/2019. TEXTO 2 De onde vêm os produtos falsificados? Quem os produz? Por onde passam em seu caminho até o destinatário final? Um relatório publicado nesta sexta-feira, elaborado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pelo Escritório de Propriedade Intelectual da UE (EUIPO, na sigla em inglês) tenta responder a essas perguntas. Segundo as conclusões do estudo, a China é o principal país fabricante de produtos falsificados e pirateados, vendidos em todo o mundo, enquanto Hong Kong, Emirados Árabes Unidos e Cingapura se destacam como os países onde essas mercadorias fazem escala antes de chegar ao consumidor. O relatório chama a atenção também para a crescente importância das remessas postais e do comércio eletrônico no processo do mercado das falsificações.O informe quer apresentar um novo viés em relação a outro publicado no ano passado pelas duas instituições, no qual se analisava o impacto econômico do tráfico de falsificações e produtos pirateados. No estudo citado, no qual foram usados dados de apreensões em alfândegas de todo o mundo, concluía-se que o comércio de produtos falsos alcançou em 2013 um total de 461 bilhões de dólares (1,55 trilhão de reais), o equivalente a 2,5% do comércio total global. No caso da UE, o porcentual chegava a 5%. China e Hong Kong foram identificados como locais de procedência de 80% dos produtos interceptados pelas autoridades.Agora, as duas instituições selecionaram uma gama dos produtos mais falsificados ou pirateados, distribuídos em 10 categorias, que representam 63% do valor total das falsificações: produtos alimentícios, farmacêuticos, perfumaria e cosméticos, artigos de couro e bolsas, roupa e tecidos, calçados, joias, equipamentos eletrônicos e elétricos, aparelhos ópticos, fotográficos e médicos, e brinquedos […].Fonte: www.elpais.com/ Acesso em 30/12/2019 TEXTO 3 Fonte: www.mulher30.com.br/ Acesso em 30/12/2019.Tendo feito a leitura dos textos motivadores e agregando as novas informações aos seus conhecimentos a respeito do assunto, redija uma dissertação argumentativa com no máximo 30 linhas na modalidade da linguagem padrão da Língua Portuguesa sobre o tema: O mercado de cosméticos falsificados. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também:Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e belezaTema de redação: a ditadura da belezaTema de Redação UNESP 2019: Compro, logo existo?Tema de Redação: O consumismo e seus impactos ambientaisTema de Redação: Promoção da Saúde e Bem-Estar
TEXTO 1 Fonte: www.institutoakatu.com.br/ Acesso em 05/12/2019 TEXTO 2 A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estuda a criação de uma rede em torno da cadeia produtiva de alimentos no Brasil para conter o desperdício. O país é considerado um dos dez que mais desperdiçam comida em todo o mundo, com cerca de 30% da produção praticamente jogados fora na fase pós-colheita. O objetivo da FAO na América Latina e Caribe é montar uma rede de entidades com organizações não governamentais (ONGs), universidades e institutos de pesquisa com o propósito de reduzir a perda na produção e na pós-colheita dos alimentos. Ao governo, caberia providenciar a melhoria de fatores como infraestrutura para transporte dos alimentos, como existe nos Estados Unidos. “O que se tem que fazer no Brasil é uma rede de formadores que possa, junto com o governo, empresas privadas e ONGs, trabalhar nisso tudo”, afirmou o engenheiro agrônomo da Embrapa Indústria de Alimentos, Murilo Freire. O governo brasileiro entraria com a legislação, com infraestrutura e armazenamento adequados, explicou Freire. Integrante do Comitê de Especialistas em Redução de Perdas e Desperdícios para a América Latina e Caribe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o pesquisador disse que o problema ocorre em toda a cadeia produtiva, que tem deficiência de infraestrutura e manuseio, plantio errado, doenças e enfrenta problemas referentes à embalagem, ao transporte e ao armazenamento. Segundo Freire, os produtos são desperdiçados porque ou estão fora do prazo de validade ou não foram consumidos por serem identificados como malformados ou fora do padrão estabelecido pela legislação do Ministério da Agricultura. A meta do comitê é montar uma rede na região para diminuir as perdas na produção desses alimentos. “O desperdício ocorre quando o alimento produzido é jogado fora, ou seja, ele não chega a quem necessita”, disse Freire. Um exemplo disso, segundo o engenheiro, é o caso dos frutos feios, que não são padronizados nem têm um apelo de venda comercial elevado, mas têm as proteínas, vitaminas e sais minerais de um produto normal. “Esse é o desperdício. São alimentos produzidos, mas não usados”. Fonte: www.institutoakatu.com.br/ Acesso em 05/12/2019 TEXTO 3 Todos os anos, cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçadas ou perdidas em todo o mundo. Ou seja, cerca de um terço de tudo que produzimos acaba na lata do lixo. No Brasil, só os supermercados perderam em faturamento R$ 7,11 bilhões em alimentos descartados em 2016, de acordo com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Estima-se, no entanto, que em toda cadeia produtiva (campo, indústria, varejo e o consumidor) este valor seja ainda maior. Anualmente, o país descarta cerca de 41 mil toneladas de alimentos, o que o coloca entre os 10 principais países que mais desperdiçam comida, de acordo com Viviane Romeiro, coordenadora de Mudanças Climáticas do World Resources Institute (WRI) Brasil à Agência Brasil em 2016. Entre os produtos, frutas, hortaliças, raízes e tubérculos são os mais descartados: quase metade do que é colhido é jogado fora, segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). Entre cereais, o desperdício é de 30%. Entre os pescados, carne de gado e produtos lácteos, o descarte chega a ser de 20%. Após a leitura dos textos motivadores somada aos seus conhecimentos a respeito do assunto, redija uma dissertação argumentativa com no máximo 30 linhas na modalidade da linguagem padrão da Língua Portuguesa sobre o tema: O desperdício de alimentos no Brasil. Leia também: Tema de Redação: Desastres ambientais Tema de Redação: Saneamento básico no Brasil Tema de Redação: Meios para o controle do lixo gerado no Brasil Tema de Redação: A Reciclagem de Lixo no Brasil Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais
TEXTO 1: Foi publicada no DOU de 18 de março, em edição extra, a lei 13.812/19, que institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. A nova norma também cria o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, que será composto de informações públicas e sigilosas para fins da identificação da pessoa desaparecida. De acordo com a lei, os órgãos que participarão da política nacional serão os órgãos de segurança pública; de Direitos Humanos e de Defesa da Cidadania; os institutos de identificação, de medicina legal e de criminalística; Ministério Público; a Defensoria Pública; a Assistência Social; os conselhos de direitos com foco em segmentos populacionais vulneráveis e os Conselhos Tutelares. Sobre o cadastro, ele será composto de informações públicas, de livre acesso por meio da internet, banco de informações sigilosas, destinado aos órgãos de segurança pública, e também um banco de informações sobre dados genéticos e não genéticos das pessoas desaparecidas e de seus familiares. Também está prevista na lei a elaboração de um relatório anual com as estatísticas acerca dos desaparecimentos, em que deverão constar número total de pessoas desaparecidas; número de crianças e adolescentes desaparecidos; quantidade de casos solucionados e causas dos desaparecimentos solucionados. Reformulação O Brasil já dispõe de um cadastro, inicialmente destinado a crianças e adolescentes desaparecidos, previsto na lei 12.127/09. Coordenado pelo Ministério da Justiça, hoje também inclui adultos. De acordo com a relatora do PL da novel legislação, Eliziane Gama, os dados não são suficientes para a investigação, além de outras falhas. Agora pela lei, hospitais, clínicas e albergues, sejam públicos ou privados, devem informar às autoridades o ingresso ou cadastro em suas dependências de pessoas sem a devida identificação. Para ajudar na localização, o governo poderá promover convênios com emissoras de rádio e televisão para a transmissão de alertas urgentes de desaparecimento. Fonte: https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI298389,21048-Lei+cria+politica+nacional+para+busca+de+desaparecidos TEXTO 2: Em 2017, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados em todo o Brasil 82.684 desaparecimentos, aumento considerável se comparado a 2016, que registrou 71.796 casos de pessoas desaparecidas. São 226 desaparecimentos por dia. Somente no estado de São Paulo, em 2018, foram registrados 24.368 desaparecimentos, de acordo com o Ministério Público do Estado (MP-SP). Desse total, 215 eram crianças de 0 a 7 anos, 1.035 eram crianças de 8 a 12 anos e 7.255 eram adolescentes. Isso representa 8.505 crianças e adolescentes – um terço do total de desaparecidos no estado. Os desaparecimentos são classificados de três formas: voluntário (fuga do lar devido a desentendimentos familiares, violência doméstica ou outras formas de abuso dentro de casa), involuntário (afastamento do cotidiano por um evento sobre o qual não se possui controle, como acidentes ou desastres naturais) e forçado (sequestros realizados por civis ou agentes de Estados autoritários). O desaparecimento forçado é o mais assustador para as famílias. Redes de pedofilia, tráfico de órgãos, prostituição e escravidão moderna estão entre os motivos para um desaparecimento forçado. Infelizmente, o Brasil está bem atrasado em políticas públicas para evitar que mais crianças desapareçam. Nem todos os estados disponibilizam dados sobre desaparecimentos com divisão por faixa etária e não existe um dado oficial sobre quantas crianças e adolescentes desaparecem por ano em todo o Brasil. Fonte: https://observatorio3setor.org.br/noticias/perigo-ignorado-226-pessoas-desaparecem-por-dia-no-brasil/ TEXTO 3: Fonte: Diego novaes A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desaparecimento de pessoas no Brasil”. Leia também: Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil Tema de Redação: Saúde mental no século XXI Tema de Redação: Saneamento básico no Brasil Tema de Redação: Doação de Órgãos no Brasil Tema de Redação: Assédio por intrusão (stalking) Tema de Redação: Demarcação de terras e impactos na cultura indígena

Você já ouviu falar de jornalismo contemporâneo? Ele está cada vez mais presente e pode cair no tema de redação do Enem, vestibulares e concursos. Confira os textos motivadores! Texto 1: Há quem defenda que 2018 seja lembrado como o ano em que as mídias sociais viraram a chave e enfrentaram, com vantagem, as tradicionais plataformas de comunicação: rádio, TV e jornal. Os resultados das eleições, definitivamente, ligaram a luz vermelha. O horário político na televisão costumava ter relevância ao ponto de definir alianças entre partidos. Mas o que se viu, em 2018, foi que o vencedor do pleito presidencial optou pelo uso do WhatsApp e colheu o melhor resultado. O sentimento que mobilizou as pessoas durante o ano foi o desejo de interagir e contribuir com opinião, mesmo que não fosse a sua, mas algo que ratificasse a sua linha de pensamento e justificasse a preferência por determinado candidato. E pouca gente escapou de compartilhar, nas redes sociais, as chamadas Fake News. Com as novas regras ou a falta delas, muitos que se intitulam influenciadores digitais ignoram os princípios básicos que regem a prática do Jornalismo, o qual prevê a checagem das informações e a necessidade de ouvir as diferentes versões do fato em questão. A Internet, que democratizou o acesso a conteúdos remotos, também dá poderes a pessoas com certo carisma, mas nem sempre com conhecimento e com as técnicas apropriadas para divulgar uma notícia verdadeira. Mais do que nunca, o papel das faculdades de Jornalismo e a atuação do profissional de imprensa tornaram-se fundamentais. A expectativa é de que, passada a primeira fase em que a maioria das pessoas quer experimentar o papel de ‘noticiarista’, a sociedade possa reconhecer que dar uma notícia é um trabalho que tem uma certa complexidade. Contar uma experiência ou manifestar a opinião é o direito de todos, mas só será notícia se afetar a vida de muitas pessoas. Ouvinte, leitor, telespectador e internautas têm a importante missão de exigir qualidade no produto que lhe entrega e nunca abrir mão de comparar mais de uma fonte noticiosa. Assim como se faz quando se desconfia de um prognostico médico. Fonte: https://coletiva.net/artigos/desafios-do-jornalismo-na-era-digital,288481.jhtml Texto 2: O Papa Francisco assinalou na segunda-feira os desafios do jornalismo na era digital, durante a audiência concedida à União Católica da Imprensa Italiana na Sala Clementina do Palácio Apostólico. “Na era da internet, a tarefa do jornalista é identificar as fontes críveis, contextualizá-las, interpretá-las e hierarquizá-las”, indicou o Santo Padre, que deu como exemplo que, quando “uma pessoa morre de frio na rua, não vira notícia, mas se caem dois pontos na Bolsa de valores todas as agências falam disso. Há algo que não funciona”. Nesse sentido, o Pontífice incentivou os membros da União Católica da Imprensa Italiana a “ser voz da consciência de um jornalismo capaz de distinguir o bem do mal, as escolhas humanas das desumanas. Porque hoje existe uma confusão que não se distingue, e vocês precisam ajudar para que não seja assim”. “O jornalista, que é o cronista da história, é chamado a reconstruir a memória dos fatos, a trabalhar pela coesão social, a dizer a verdade a todo custo: há também uma parresia – ou seja, um valor – do jornalista, sempre respeitosa e não arrogante”, assinalou. O Papa Francisco disse que “isso também significa ser livre diante do público: falar em um estilo evangélico: ‘sim, sim’, ‘não, não’, porque o resto vem do maligno”. Assinalou que “a comunicação precisa de palavras verdadeiras no meio de tantas palavras vazias. Nisso vocês têm uma grande responsabilidade: as suas palavras contam o mundo e o modelam, as suas histórias podem gerar espaços de liberdade ou de escravidão, de responsabilidade ou dependência do poder”. Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-assinala-os-desafios-do-jornalismo-na-era-digital-68313 A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios do jornalismo contemporâneo”. Leia também: Tema de redação: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade Tema de Redação: Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais

Texto 1: O depósito irregular de lixo é um problema que afeta o mundo todo. Quem sofre mais, no entanto, são os países em desenvolvimento. Alvo dos restos das grandes nações desenvolvidas, precisam lidar com um problema que não é seu e que, além de tudo, é ilegal. Mais recentemente esses países têm lidado com um acúmulo específico de lixo: o lixo eletrônico, também chamado de e-lixo. Baterias, celulares, e computadores quebrados e inúmeros produtos tóxicos estão invadindo territórios por vias ilegais, causando problemas ambientais e diplomáticos. Esse problema ambiental cresceu muito nas últimas décadas. Pegamos como exemplo o continente africano. Há muitos países da África que possuem tecnologia de captação dos raios solares para gerar energia para casas mais pobres. O problema é que eventualmente as placas solares caem em desuso. Ao estragarem, somam-se aos milhares de computadores e de aparelhos celulares. Ficam em depósitos, irregularmente descartados nas ruas, causando um impacto ambiental absurdo. No Japão, por outro lado, a situação é oposta a do continente africano. Um dos maiores produtores de tecnologia avançada do mundo são responsáveis também pela maior taxa de reciclagem desse tipo de produto: cerca de 90%. Na Europa há uma divisão na balança do cuidado com o lixo eletrônico. Quanto mais ao Norte, da Alemanha para os países nórdicos, maior é a taxa de reciclagem desse tipo de lixo. Ao sul, em países mais pobres do continente europeu, o cenário é parecido com o de países emergentes. Os Estados Unidos têm uma boa política de descarte de lixo eletrônico. O problema é não haver locais preparados para fazer a reciclagem desse lixo. A solução encontrada foi enviar todas as milhares de toneladas desse lixo para a China. Os custos são altíssimos, e a relação entre estadunidenses e chineses está a cada mês mais abalada. Vincent Yu, chinês que trabalha na empresa Fortune Sky USA, uma das denunciadas por enviar toneladas de e-lixo para a China, se defendeu ao jornal estadunidense Boston Globe afirmando que tudo foi um engano. “Achávamos que estavámos exportando computadores de segunda mão, e não monitores e televisores velhos”, disse. A mesma empresa já foi flagrada exportando computadores e outros componentes velhos para Malásia, Vietnã e outros países asiáticos. Os chineses estão bastante cansados de receber o lixo norte-americano. Como consequência, estão recusando os eletrônicos dos Estados Unidos ou aumentando os preços para fazer o serviço. Isso causa está causando uma crise grave em todo o planeta, que a médio e a longo prazo terá efeitos muito negativos no meio ambiente. A crise do lixo eletrônico cria também a necessidade de falarmos sobre o colonialismo tóxico. Essa expressão define bem a relação que se estabelece entre países desenvolvidos, principalmente os que um dia foram colonizadores, e seus colonizados. A ideia ou a atitude de enviar lixo para um país menos desenvolvido, seja legal ou ilegalmente, é bastante danosa. Do ponto de vista político e democrático, evidentemente, é uma forma de manter vínculos colonialistas entre duas nações independentes. Fonte: https://www.acordacidade.com.br/noticias/213625/a-guerra-mundial-pelos-descartes-de-lixo-eletrnico.html?mobile=true Texto 2: O lixo eletrônico pode causar câncer e uma série de doenças devido a predominância dos metais pesados. O professor de Engenharia Ambiental Marco Antonio Cismeiro Bumba alerta para problemas causados pelo descarte incorreto desse tipo de resíduo. “A maioria dos metais pesados tende a causar tumores. Eles são bioacumulativos (entram no corpo e se acumulam)”, explica. Segundo Bumba, além dos metais pesados, outros materiais presentes no lixo eletrônico podem causar doenças. O alumínio é outro exemplo, porque se acumula no cérebro. A contaminação do solo e dos rios também é agravada pelo descarte irregular de lixo eletrônico. “Quando você descarta um celular no lixo, é descartado plástico que vai para o meio ambiente e circuitos com metais que acabam contaminando o solo do lixão”, aponta o professor. “Temos uma grande quantidade deles nos rios. Podem atingir lençóis subterrâneos que abastecem os rios”. Uma pesquisa de 2017 da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o Brasil é o sétimo maior produtor de lixo eletrônico no mundo. Ao todo, o país gera 1,5 milhão de toneladas por ano. Francisco Antonio Nogueira da Silva, supervisor operacional do Projeto Lixo Eletrônico da fundação Settaport, chama atenção para a falta de conscientização em relação ao descarte. “Há pouco tempo, as pessoas não separavam, porque misturavam todos os tipos de lixo. Acham que pode por lixo eletrônico junto com comida. Esse lixo pode causar câncer e pode afetar o meio ambiente, pode afetar a saúde. O pessoal não entende isso”, aponta Nogueira. Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/educacao/noticia/2019/06/15/descarte-incorreto-de-lixo-eletronico-traz-risco-de-cancer-e-problemas-ambientais.ghtml Texto 3: Fonte: Sponholz Texto 4: Fonte:hnbernardes A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Lixo eletrônico e impactos socioambientais”. Leia também: Redação ENEM: análise dos 10 últimos temas cobrados na prova Tema de redação: HIV na terceira idade Tema de redação: Trabalho escravo em discussão no Brasil Tema de redação: Jornada de trabalho no Brasil Tema de redação: As dificuldades da inserção de jovens no mercado de trabalho Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Dados confiáveis para usar nas redações

Texto 1: O aumento do número de agrotóxicos registrados anualmente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem sido acompanhado de uma elevação das notificações do Sistema Único de Saúde (SUS) de pessoas intoxicadas por esses produtos. Em ritmo acelerado, substâncias nocivas à saúde e ao meio ambiente são validadas para que o agronegócio proteja as lavouras. No entanto, isso deixa os brasileiros mais expostos a enfermidades, como câncer, problemas reprodutivos e distúrbios comportamentais. Enquanto o número de validação de agrotóxicos pelo Mapa, em 2015, foi de 139, e o do Ministério da Saúde sobre intoxicações, de 12.797 casos; em 2018, a pasta da Agricultura aprovou o uso de 450 produtos na lavoura; e as notificações de enfermidade subiram para 15.107. Apesar disso, até julho deste ano, houve um crescimento acelerado na validação de novos agrotóxicos: 262 foram aprovados. Quanto às mortes por intoxicação, segundo a Pasta da Saúde, caíram de 518, em 2015 para 445 em 2017 — os números de 2018 ainda não foram tabulados. O órgão informou também que, dos 220.045 casos de intoxicação exógena por tentativas de suicídio registrados de 2007 a 2017, 16.195 (7,3%) se referem a pessoas que injetaram agrotóxicos no próprio corpo. O Ministério da Saúde informou que o incremento do número de notificações de intoxicações por agrotóxicos é uma tendência observada desde o início da série histórica, em 2007. “Os fatores que contribuem para esse incremento ano a ano podem ser diversos, desde uma possível intensificação do uso desses produtos, como também uma maior sensibilidade dos serviços de saúde para a identificação e notificação dos casos”, informou o órgão, por meio de nota. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2019/09/01/interna-brasil,780159/intoxicacao-por-agrotoxicos-aumenta-com-liberacao-de-produtos.shtml Texto 2: O que o modelo de produção agrícola prevalente no Brasil hoje tem a ver com a obesidade crescente da população brasileira? Ambos estão intimamente ligados, com impacto extremamente negativo na saúde dos brasileiros – especialmente os de baixa renda -, segundo os participantes do encontro “Por outra agricultura: construindo alternativas ao agronegócio”, realizado no Dia Internacional da Agricultura Familiar, no Ateliê do Bixiga, em São Paulo. A escassez de subsídios para a agricultura familiar e orgânica, em comparação à oferta de recursos alocados para o agronegócio, foi um dos principais pontos discutidos. A medida torna extremamente baratos produtos como cana, milho, trigo e soja, produzidos em esquema de monocultura, em extensos latifúndios. Resultado: o brasileiro se abastece mais de alimentos industrializados, ultraprocessados, feitos com essas matérias-primas, e deixa de consumir frutas, verduras e legumes sem agrotóxicos. Motivo: preços e aparência mais atraentes, no último caso estimulada pelas embalagens e pela publicidade. Fonte: https://bit.ly/2nn0gyr A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Impactos do Agronegócio na saúde”. Leia também: Tema de Redação: Dessalinização da Água Tema de Redação: Demarcação de terras e impactos na cultura indígena Tema de Redação: Promoção da Saúde e Bem-Estar Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza Tema de Redação: Os desafios da alimentação escolar no Brasil
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