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TEXTO 1 Uma das questões geográficas e históricas mais polêmicas no espaço brasileiro é a dos territórios indígenas. Sabemos que, antes da chegada dos povos europeus no continente sul-americano, existiam milhares de povos indígenas habitando aquilo que é hoje considerado como o território do Brasil. Desse total, existem ainda cerca de 305 etnias atualmente, com cerca de 180 línguas distintas, a maioria delas filiada ao Tupi e ao Jê. Diante disso, existe uma profunda questão a ser resolvida com esses povos, que é a demarcação das suas terras, ou seja, a delimitação legal das áreas indígenas. A Constituição Federal define as Terras Indígenas como todas as áreas permanentemente habitadas pelos índios, sendo elas utilizadas para suas atividades produtivas e também para a preservação de suas culturas e tradições. Portanto, mais do que simplesmente a área de moradia direta, as terras indígenas devem envolver todo o espaço usado pelos índios para garantir sua sobrevivência, incluindo áreas de caça e extrativismo. As áreas indígenas do Brasil são de propriedade da União, de forma que os recursos naturais existentes dentro de seus limites são de pertencimento único e exclusivo dos índios que habitam esse território. Além disso, somente com autorização legal da Fundação Nacional do Índio (Funai), é possível chegar a essas áreas não sendo um membro pertencente às etnias indígenas, sendo, vedado, portanto, o acesso irrestrito. Como ocorre a demarcação de terras no Brasil? No Brasil existem aproximadamente 544 terras indígenas*, sendo a maior parte localizada na área da Amazônia Legal. Desse total, 426 estão regularizadas, 38 estão delimitadas, 66 estão declaradas e 14 estão homologadas, havendo ainda mais 129 locais em estudo. As fases do processo de demarcação de terras obedecem à seguinte ordem: 1º São realizados estudos de identificação e delimitação pela Funai, envolvendo pesquisas geográficas, antropológicas, territoriais, ambientais e outras; 2º É feita a delimitação, que é repassada via Diário Oficial para o Ministério da Justiça, responsável pela sua declaração de limites; 3º Com a autorização, as terras tornam-se declaradas após a realização de novos estudos, de forma que a área torna-se de uso exclusivo dos índios e a demarcação é autorizada. A demarcação física fica a cargo da Funai; 4º É feito um levantamento fundiário pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para avaliar as benfeitorias realizadas pelos proprietários da área que agora pertence aos índios, pois o dono das terras perde a posse, mas recebe uma indenização caso tenha feito algumas dessas benfeitorias no local; 5º As terras são homologadas pela Presidência da República; 6º É feita a retirada dos ocupantes não índios da área, com pagamento das eventuais indenizações; 7º É concluída a regularização e, portanto, a demarcação oficial com registro em cartório em nome da União; 8º A Funai torna-se responsável por interditar a área, a fim de garantir o isolamento e a proteção dos indígenas que ali habitam. Nem sempre essa sequência acima acontece de forma linear, isto é, contínua. Muitas vezes, são realizados recursos judiciais e disputas por parte dos proprietários, agronegociantes, agricultores e outros com o objetivo de garantir para si o uso daquelas terras. Com isso, mesmo com a demarcação sendo concluída, o trâmite leva muitos anos para concretizar-se, o que faz com que a questão territorial indígena no país torne-se ainda mais dispendiosa para ambos os lados. Em alguns casos, grupos de posseiros, grileiros e fazendeiros entram em conflitos com os indígenas em torno da disputa territorial. Muitas vezes, os limites impostos pela demarcação não são respeitados, o que se configura como um grave crime, pois há invasão de uma área de proteção patrimonial. Para resguardar a sobrevivência dos povos indígenas e suas tradições, é necessário garantir a segurança deles, sobretudo no sentido de proteger suas áreas demarcadas e realizar, o mais rápido possível, a demarcação daquelas que necessitam de tal para a manutenção segura de suas práticas. A expectativa é a de que, nos próximos anos, mais terras sejam demarcadas, o que depende não só do poder público, mas também da articulação dos movimentos sociais e, claro, das lideranças indígenas no sentido de lutarem pela sua soberania territorial. * Dados da Funai (2014) Fonte: brasil escola – demarcação terras indígenas no brasil TEXTO 2 A Corte Interamericana de Direitos Humanos condenou o Brasil em um processo que se arrasta desde 1989 para demarcação de um território tradicional indígena localizado no município de Pesqueira, em Pernambuco. O País foi condenado a finalizar o processo de demarcação do território e indenizar ocupações feitas por não indígenas na região. A decisão aponta a responsabilidade internacional do País quanto à violação a direitos de propriedade coletiva, garantia judicial e proteção judicial para o povo indígena da etnia xukuru de ororubá, segundo informações do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), que atuou no caso. Com a decisão publicada na segunda-feira, 12/03/2018, o País tem o prazo máximo de 18 meses para cumprir as determinações da Corte – no período de um ano, deverá apresentar um relatório sobre as medidas adotadas. De acordo com Cleber César Buzatto, secretário Executivo do Cimi, essa é a primeira decisão na qual o Brasil é condenado por violações contra os direitos dos povos indígenas. O processo havia sido julgado pela Corte em 21 de março, na Cidade da Guatemala. “A decisão é de fundamental importância para os xucuru e demais povos indígenas do Brasil. A Corte reconhece e afirma juridicamente o direito originário e coletivo dos povos às suas terras tradicionais e a obrigação do Estado brasileiro de fazer valer esse direito em tempo adequado”, diz Buzatto. “Essa decisão fortalece a luta dos povos contra a tese do marco temporal, o parecer antidemarcação da AGU (Advocacia-Geral da União) e permanente ameaça da PEC 215/00, entre outras.” A Corte Interamericana declarou que vai supervisionar o cumprimento integral da sentença, que incluiu o pagamento por benfeitorias feitas pelos ocupantes não indígenas do território, que serão retirados, e a criação de um fundo, que será administrado pelos índios xukuru. O caso dos xukuru foi denunciado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos em 2002. Hoje vivem mais de 11 mil indígenas em uma área de 27.555 hectares. Fonte: política estadão – brasil

TEXTO 1 A OMS (Organização Mundial da Saúde) realiza, entre 20 de outubro e 1º de novembro (de 2018), em Genebra, na Suíça, o primeiro congresso global sobre poluição do ar, para debater as recomendações aos 193 países-membros visando melhorar o meio ambiente. Para preparar a participação brasileira no congresso, o presidente do Proam (Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental), Carlos Bocuhy, fez nesta terça-feira (25/10/2018) exposição na OMS com novas recomendações que permitam melhorar as políticas públicas para a qualidade de ar no País. Segundo Bocuhy, o Brasil ainda conta com padrões de controle da poluição de 1990, extremamente defasados frente ao conhecimento médico-científico atual. Ele também defende que é necessário melhorar a forma de orientação dada pela OMS aos países-membros de modo a provocar mudanças efetivas. “As recomendações da OMS, embora sejam fundamentais, infelizmente deixam em aberto um grande espaço subjetivo sobre a implementação nos países menos desenvolvidos”, disse Bocuhy. Com isso, de acordo com o presidente do Proam, setores industriais e governamentais do Brasil não se sentem na obrigação de adotar os padrões mais modernos. As guias de qualidade do ar da OMS, conforme Bocuhy, são destinadas ao uso em todo mundo, mas foram elaboradas para respaldar medidas orientadas a se obter uma qualidade de ar que proteja a saúde pública em situações distintas. As normas de cada país variam em função da viabilidade tecnológica, os aspectos econômicos e outros fatores políticas e sociais. De acordo com ele, atualmente a falta de um controle mais efetivo na poluição do ar provoca a morte anual de 7 milhões de pessoas em todo o mundo e de 51 mil apenas no Brasil, conforme dados da OMS de maio último (2018). Fonte: folha de londrina TEXTO 2 Cientistas no Reino Unido detectaram, pela primeira vez, partículas de ar poluído na placenta de mulheres grávidas. A descoberta coloca a possibilidade de a poluição nas grandes cidades chegar aos bebês durante a gravidez. De acordo com a BBC News, investigadores da Universidade Queen Mary, em Londres, produziram a primeira evidência científica de que os componentes da poluição do ar atingem a placenta depois de passar pelos pulmões e entrar na circulação sanguínea. O estudo foi efetuado a partir da análise de placentas de cinco mulheres não fumadoras que tiveram bebês saudáveis no hospital da universidade londrina. Os cientistas examinaram os macrófagos, células do sistema imunológico que “comem” partículas prejudiciais ao organismo humano. Estas células estão presentes nos pulmões e também fazem parte do sistema que protege o feto no tecido da placenta. Usando um microscópio óptico, os investigadores encontraram 72 partículas negras entre 3.500 células. Essas partículas eram iguais às partículas de poluição encontradas nos macrófagos dos pulmões. ‘’Ainda não sabemos se as partículas que encontramos podem passar para o feto, mas as pesquisas sugerem que isso é possível”, disse à BBC News Brasil a pediatra Norrice Liu, que integra a equipe de investigadores da Universidade Queen Mary. “O nosso próximo passo é examinar mais mulheres, mas também queremos saber como elas vivem e qual o nível de exposição que elas têm à poluição.“ O sistema respiratório funciona como uma espécie de peneira que filtra as partículas de ar poluído. As maiores costumam ser destruídas pelas células de defesa dos pulmões, mas as mais finas podem entrar na circulação sanguínea e chegar a outros órgãos do corpo. O estudo foi apresentado neste mês de setembro no Congresso Internacional da Sociedade Respiratória Europeia (ERS, na sigla em inglês), mas ainda não foi publicado em revistas científicas. Fonte: tvi24 iol poluição TEXTO 3 Fonte: Arionauro Cartuns A partir da leitura dos conteúdos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Poluição do ar e seus impactos na saúde da população” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de Redação: Responsabilidade Ambiental Tema de Redação: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente Tema de Redação: Energia e Sustentabilidade Tema de Redação: Meios para o controle do lixo gerado no Brasil

Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema de Redação: Os desafios da alimentação escolar no Brasil. Texto 1 É consenso que se alimentar de forma saudável é fundamental para o desenvolvimento integral de todos os indivíduos. Segundo informações do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, o Brasil alcançou, nas últimas décadas, importantes mudanças no padrão de consumo alimentar devido à ampliação de políticas sociais nas áreas de saúde, educação, trabalho, emprego e assistência social. Em um país onde a fome e a desnutrição ainda são graves problemas sociais, ao passo que aumentam os casos de obesidade, o tema da educação alimentar e nutricional é central, e a escola é um agente fundamental nesse sentido. Para a nutricionista Vanessa Manfre, as instituições educacionais são um espaço privilegiado, uma vez que acompanham as diversas fases do desenvolvimento desde a primeira infância, etapa em que começam a se moldar os hábitos alimentares que repercutirão por toda a vida. “A escola tem o papel de fornecer a refeição baseada nas recomendações nutricionais de cada criança, considerando o tempo em que elas estão naquele espaço. E também promover ações capazes de introduzir novos alimentos e fazer com que os estudantes conheçam, manipulem e mastiguem novos alimentos”, afirma. Fonte: educacao integral alimentacao escolar Texto 2 Alunos da Escola Estadual Professora Rosentina Faria Syllos, do Bairro Conjunto Mauro Marcondes, de Campinas (SP), foram dispensados mais cedo, nesta sexta-feira (24/02/2017), por falta de merenda. A mesma medida será tomada no turno da tarde na unidade que atende 565 crianças dos 6 aos 10 anos. De acordo com funcionários da unidade, a escola está sem sal desde o dia 2 deste mês, quando as aulas começaram, enquanto o óleo e a margarina passaram a faltar esta semana. A Prefeitura, que por meio de convênio com o estado fornece os alimentos, admite atraso em mais três escolas do município. Por semana, a escola estadual utiliza sete quilos de sal, 20 litros de óleo de cozinha e sete potes de margarina, além de dez potes de requeijão. O requeijão termina nesta sexta-feira. “Eu acho que é um descaso com a educação, porque as crianças, muitas delas vêm e comem na escola porque não têm dentro de casa. A gente não mora em um bairro nobre, então muitos pais não têm condições, às vezes eles vêm mais cedo com o filho para ele ter um café da manhã porque não tem em casa”, lamenta a mãe de aluno Giovana Alcântara Martins. É o primeiro ano do filho dela na unidade escolar, onde a mãe estudou e tinha como referência. A Prefeitura de Campinas informou ao G1 que atende 160 escolas estaduais e 248 municipais. Além desta unidade, outras três estaduais também estão com problemas de falta de alimentos no estoque. “Os gêneros alimentícios são entregues nas unidades escolares semanalmente por rotas/região, houve um atraso dos fornecedores nas entregas de óleo e sal”, diz a nota. A administração informou, ainda, que os fornecedores realizaram as entregas e que o abastecimento está sendo normalizado nesta sexta. Fonte: g1 globo Texto 3 Estudantes da Escola Estadual de Ensino Fundamental Tiradentes, localizada no município de Salinópolis, receberam a merenda escolar com o prazo de validade vencido, assim como outras escolas da região. Após a ingestão da merenda, os alunos passaram mal e a Vigilância Sanitária foi acionada, mas nada foi feito. De acordo com os professores da instituição, o alimento é armazenado em um galpão que pertence à prefeitura da cidade. O responsável pela merenda da escola foi procurado pelos professores, mas ele não soube explicar a causa do estrago, e alegou apenas a questão do armazenamento. A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informou que a merenda escolar é de responsabilidade da Prefeitura de Salinas, seja da rede estadual ou municipal. Fonte: diario online Texto 4 Fonte: Lila A partir da leitura dos conteúdos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Os desafios da alimentação escolar no Brasil, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil Tema de redação: A realidade da mortalidade infantil no Brasil Tema de redação: Os desafios da Educação Inclusiva no Brasil Tema de redação: Trabalho Escravo em discussão no Brasil

Texto 1 O Ministério do Trabalho divulgou nesta sexta-feira (5/10/2018) uma versão atualizada da chamada “lista suja” do trabalho escravo, em que denuncia 209 empresas pela prática do crime. De acordo com o documento, entre 2005 e este ano (2018), 2.879 funcionários foram submetidos por seus empregadores a exercer atividades laborativas sob condições degradantes e desumanas. O chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae), Maurício Krepsky Fagundes, destaca que a lista traz 50 nomes que não figuravam no cadastro anterior. Ainda segundo ele, pela primeira vez na série histórica, iniciada em 2005, um empregador doméstico foi reportado como infrator. Segundo Fagundes, a nova lista traz tanto empregadores do espaço urbano como da zona rural. Ainda segundo ele, somente a lista com dados de 2018 consolidados, divulgada no final do ano, permitirá uma análise mais detalhada sobre o perfil das vítimas. Trabalho escravo A legislação brasileira atual classifica como trabalho análogo à escravidão toda atividade forçada – quando a pessoa é impedida de deixar seu local de trabalho – desenvolvida sob condições degradantes ou em jornadas exaustivas. Também é passível de denúncia qualquer caso em que o funcionário seja vigiado constantemente, de forma ostensiva, por seu patrão. FONTE: https://www.destakjornal.com.br/brasil/politica/detalhe/209-empresas-sao-denunciadas-por-trabalho-escravo-no-brasil Texto 2 Quarenta estrangeiros em regime de trabalho escravo foram resgatados no Paraná, de acordo com uma pesquisa da Universidade Positivo, em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT). São 24 trabalhadores de Bangladesh e 16 do Paraguai. Além disso, 11 pessoas têm menos de 18 anos. O levantamento começou a ser feito no último semestre de 2017. Segundo o coordenador da pesquisa e coordenador-geral dos cursos de Pós-Graduação em Direito, professor Eduardo Faria Silva, a pesquisa é inédita, já que foi realizado um cruzamento de dados que, até então, nunca tinha sido feito. “Tivemos acesso às ações judicializadas entre 2008 e 2015 no Paraná que, ao todo, envolvem 643 trabalhadores e somaram mais de 15 mil páginas, para analisar a realidade do trabalho escravo”, explica. Segundo o professor, a segunda fase da pesquisa vai envolver a análise dos processos de todo o país. “Será uma pesquisa de cinco anos, já que é um trabalho bem mais complexo e abrangente”, conta. De acordo com o procurador do Trabalho (MPT/PE) e coordenador Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do MPT, Ulisses Dias Carvalho, mesmo após 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, as práticas de trabalho escravo ainda são mais comuns e estão mais próximas do que imaginamos. “O setor rural responde pela maior parte dos processos, mas o trabalho com condições análogas à escravidão também está presente nas cidades, como no setor de construção civil, por exemplo”, explica. Dos processos analisados, 76,5% são de atividades desenvolvidas na área rural, frente a 23,5% na área urbana. Para o diretor da Área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas da Universidade Positivo, Roberto Di Benedetto, o levantamento é fundamental, já que pode ser fonte para outras pesquisas. “Temos um banco de dados riquíssimo, que vai muito além do primeiro resultado e permite, por exemplo, olharmos para o fluxo migratório, questões de gênero, família e escolaridade”, esclarece. De acordo com Faria, o resultado das pesquisas vai auxiliar o MPT a organizar as operações de resgate, além de fornecer informações mais concretas. “Além disso, aproxima a universidade de uma política pública importante, como a da erradicação do trabalho escravo no Brasil”, finaliza. FONTE: https://paranaportal.uol.com.br/cidades/cidades-destaque-1/55418440-estrangeiros-em-trabalho-escravo-sao-encontrados-no-parana/ Texto 3 FONTE: https://cardapiopedagogico.blogspot.com/2013/10/trabalho-escravo-contemporaneo-roda-de.html A partir da leitura dos conteúdos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Trabalho Escravo em discussão no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de Redação: A ambição humana e suas consequências Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Tema de redação: O preconceito linguístico em questão no Brasil Tema de redação: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade

Texto 1 O preconceito linguístico resulta da comparação indevida entre o modelo idealizado de língua que se apresenta nas gramáticas normativas e nos dicionários e os modos de falar reais das pessoas que vivem na sociedade. Modos de falar estes que são muitos e bem diferentes entre si. Essa língua idealizada se inspira na literatura consagrada, nas opções subjetivas dos próprios gramáticos e dicionaristas, nas regras da gramática latina (que serviu durante séculos como modelo para a produção das gramáticas das línguas modernas) etc. No caso brasileiro, essa língua idealizada tem um componente a mais: o português europeu do século XIX. Tudo isso torna simplesmente impossível que alguém escreva e, principalmente, fale segundo essas regras normativas, porque elas descrevem e, sobretudo, prescrevem uma língua artificial, ultrapassada, que não reflete os usos reais de nenhuma comunidade atual falante de português, nem no Brasil, nem em Portugal, nem em qualquer outro lugar do mundo onde a língua é falada. Mas a principal fonte de preconceito linguístico, no Brasil, está na comparação que as pessoas da classe média urbana das regiões mais desenvolvidas fazem entre seu modo de falar e o modo de falar dos indivíduos de outras classes sociais e das outras regiões. Esse preconceito se vale de dois rótulos: o “errado” e o “feio” que, mesmo sem nenhum fundamento real, já se solidificaram como estereótipos. Quando analisado de perto, o preconceito linguístico deixa claro que o que está em jogo não é a língua, pois o modo de falar é apenas um pretexto para discriminar um indivíduo ou um grupo social por suas características socioculturais e socioeconômicas: gênero, raça, classe social, grau de instrução, nível de renda etc. A instituição escolar tem sido há séculos a principal agência de manutenção e difusão do preconceito linguístico e de outras formas de discriminação. Uma formação docente adequada, com base nos avanços das ciências da linguagem e com vistas à criação de uma sociedade democrática e igualitária, é um passo importante na crítica e na desconstrução desse círculo vicioso. Fonte: https://ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/preconceito-linguistico A partir da leitura dos conteúdos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O preconceito linguístico em questão no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de Redação: A ambição humana e suas consequências Tema de Redação: Os desafios da Educação Inclusiva no Brasil Tema de Redação: Memória e a preservação do patrimônio cultural

Texto 1 Um estudo divulgado no ano passado (em 2013) pela Universidade de Michigan apontou uma ligação entre o uso excessivo das redes sociais e a infelicidade. Dados coletados assinalam que as emoções ligadas à infelicidade aumentaram proporcionalmente ao tempo de exposição às postagens de gente aparentemente feliz. Para desenvolver o material, os pesquisadores enviavam cinco mensagens diárias, durante duas semanas, a cada voluntário de um grupo de 82 pessoas dentre jovens e adultos. Os links mostravam a quantidade de vezes que cada um dos usuários visitava a rede social e quais eram seus níveis de preocupação, solidão e satisfação geral com a vida. A vida do outro tem o mesmo grau de dificuldade que a nossa. O que acontece é que a maioria das pessoas destaca somente o que acontece de bom e isso nos gera a impressão de perfeição. Não há nada de errado em evitar postagens ruins, mas devemos lembrar que as redes sociais representam apenas uma parte de nós, aquilo que achamos que vale à pena dividir, evitando ressaltar coisas negativas. Fonte: canal tech Texto 2 Todos nós temos certos gatilhos e situações que podem fazer nossa confiança ir de dez a zero em poucos segundos. Ver o vizinho com um novo carro, a apresentação magnífica de um colega de trabalho na frente dos chefes, ver pessoas com o corpo definido malhando na academia. São várias as situações que podem cair como uma bomba na autoestima de alguém. As redes sociais podem contribuir para essa sensação que a grama do vizinho é mais verde. Não é raro que um usuário compare sua vida com fotos, textos e mensagens de outros na rede social, o que dá muitas vezes a falsa impressão que a vida não é tão interessante quanto a de outras pessoas. O psicólogo Renato Santos explica que não é difícil encontrar pessoas que “mascaram” a própria vida com uma imagem falsa da realidade. Nas redes sociais, as pessoas optam por mostrar a imagem de quem elas gostariam de ser. Como um reflexo da sociedade moderna, elas mostram aos outros aquilo que é valorizado: viagens, carros, restaurantes caros, etc., mantendo uma superficialidade que é encontrada inclusive nas relações cotidianas. As pessoas não mostram aquilo que elas realmente são ou sentem, mas aquilo que elas gostariam de ser e que os outros que as vêem também desejariam. Para a assistente de comunicação Ketlen Damasceno, 23, as redes sociais parecem uma competição para ver quem tem a vida mais perfeita: “As pessoas sempre constroem um cenário querendo ser melhores do que as outras pessoas. Eu particularmente posto coisas que me agradam. Quando um amigo virtual posta algo super diferente ou bonito, como, por exemplo, uma viagem, eu fico sempre feliz pela pessoa, mas ainda acho minha vida muito mais interessante”. Fonte: me salva Texto 3 Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade. Tema de redação: A influência das novas plataformas midiáticas no desenvolvimento infantil Tema de redação: Depressão e seus impactos na sociedade brasileira Tema de redação: A questão indígena e a educação Tema de redação: As altas taxas de feminicídio no Brasil

Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema de redação: A influência das novas plataformas midiáticas no desenvolvimento infantil. Texto 1 Com as análises realizadas neste trabalho, sugerimos que o uso de tablets e celulares com tecnologia touch screen auxilia na demonstração e no desenvolvimento das habilidades motoras da criança, apresentando a possibilidade de realizar um maior repertório de movimentos como: tocar na tela, arrastar, mover, passar objetos do aplicativo que está utilizando e também realizar duplo clique em ícones com uma maior proficiência. Acreditamos que o domínio do manuseio dos apps ocorre através do conhecimento da criança em relação à lógica do app e por meio da interação da criança com aplicativo e aparelho, promovendo assim uma proficiência e de uso e desenvolvimento dos seus aspectos motores e cognitivos. Desta forma, argumentamos que a utilização desses aparelhos pode ser entendida como aliada no desenvolvimento cognitivo e motor das crianças, considerando que a tecnologia anterior ao touch screen, o teclado e mouse, não permitia a exploração desses aplicativos devido à dificuldade no seu uso. Fonte: puc rio relatorio- Ana Carolina da Silva Pereira Texto 2 As atividades recreativas e os brinquedos tradicionais estão cada vez mais em desuso e a ser substituídos pela tecnologia. A utilização recorrente da tecnologia por parte das crianças tem sido alvo de grande debate e investigação, mas a influência positiva das novas tecnologias no desenvolvimento da criança não pode ser ignorado. As novas tecnologias podem ser excelentes aliados no desenvolvimento da criança, desde que o acesso aos aparelhos eletrônicos seja mediado de forma consciente pelos pais, dado que há alguns cuidados a ter em consideração de forma a não perturbar o desenvolvimento social da criança. O problema acontece quando a criança substitui os hábitos tradicionais de interação física com as outras pessoas e o meio ambiente pela interação exclusiva com os dispositivos eletrônicos. Para além disso, convém não esquecer que os tablets/telemóveis/computadores permitem um acesso facilitado à internet, 24h por dia, o que pode favorecer a criação de uma dependência. A dependência das novas tecnologias deve ser evitada, já que a sua utilização de forma indiscriminada pode destruir o vínculo afetivo entre os membros da família. Em resumo, os computadores e os celulares não tomam, necessariamente, o lugar da interação humana, nem a substituem, podendo contribuir para a estimular. Como em tudo, o importante é utilizar com moderação. Fonte: vida ativa – novas tecnologias no desenvolvimento da criança Texto 3 Fonte: gepoteriko charge Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação: A influência das novas plataformas midiáticas no desenvolvimento infantil. Tema de redação: Depressão e seus impactos na sociedade brasileira Tema de redação: A questão indígena e a educação Tema de redação: As altas taxas de feminicídio no Brasil Tema de Redação: A ambição humana e suas consequências

Texto 1 Na sociedade contemporânea, diagnósticos de depressão têm sido cada vez mais frequentes. Os fatos e os números são alarmantes. Trata-se da terceira causa de morte no mundo entre a população adulta e a segunda entre adolescentes e adultos jovens. E o suicídio é um dos problemas médico-sociais mais relevantes. Estima-se que cada médico atenda, diariamente, sem o saber ou perceber, a pelo menos seis suicidas em potencial. Cerca de 20% da população mundial irá apresentar o quadro da doença ao longo da vida. Tal número significa dizer que uma em cada cinco pessoas desenvolverá a patologia. A incidência é mais comum na idade mais produtiva do ser humano (entre 20 e 45 anos). Os dados são fornecidos pelo psiquiatra e coordenador da equipe de psiquiatria do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Vladimir Bernik. Fonte: depressão entenda – depressão impactos sobre sociedade Texto 2 A depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira (23/02/2017) referentes a 2015. Em 10 anos, de 2005 a 2015, esse número cresceu 18,4%. A prevalência do transtorno na população mundial é de 4,4%. Já no Brasil, 5,8% da população sofre com esse problema, o que afeta um total de 11,5 milhões de brasileiros. Segundo os dados da OMS, o Brasil é o país com maior prevalência de depressão da América Latina e o segundo com maior prevalência nas Américas, ficando atrás somente dos Estados Unidos, que têm 5,9% de depressivos. Fonte: g1 globo – depressão cresce no mundo segundo oms Texto 3 Fonte: Nani humor A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Depressão e seus impactos na sociedade brasileira”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Tema de redação: A questão indígena e a educação Tema de redação: As altas taxas de feminicídio no Brasil Tema de Redação: A ambição humana e suas consequências

Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema de redação: A questão indígena e a educação. Texto 1 Os povos indígenas têm direito a uma educação escolar específica, diferenciada, intercultural, bilíngue/multilíngue e comunitária, conforme define a legislação nacional que fundamenta a Educação Escolar Indígena. Seguindo o regime de colaboração, posto pela Constituição Federal de 1988 e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a coordenação nacional das politicas de Educação Escolar Indígena é de competência do Ministério da Educação (MEC), cabendo aos Estados e Municípios a execução para a garantia deste direito dos povos indígenas. Fonte: funai – educação escolar indígena Texto 2 A cultura indígena sempre esteve presente na história do Brasil desde os primórdios, influenciando constantemente nas tradições do país. Considerando a importância que a escola tem em estar constantemente em contato com as tradições do país, eis a necessidade de inserir no currículo escolar os elementos da cultura indígena. Sancionada em 11 de março de 2008, a lei obriga as escolas a incluir elementos da cultura indígena no currículo escolar, determina que os sistemas normativos das culturas afro-brasileira e indígena integrem o conteúdo do Ensino Fundamental e Médio, dando ênfase às áreas de Literatura, Artes e História, tanto na rede particular quanto pública. Fonte: mundo educação – os benefícios cultura indígena no currículo escolar Texto 3 Fonte: mundo educação – os benefícios cultura indígena no currículo escolar Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema de redação: A questão indígena e a educação. Tema de redação: As altas taxas de feminicídio no Brasil Tema de Redação: A ambição humana e suas consequências Tema de redação: O problema do alcoolismo na sociedade brasileira Tema de redação: A realidade da mortalidade infantil no Brasil

Texto 1 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de assassinatos no Brasil chega a 4,8 para cada 100 mil mulheres. O Mapa da Violência de 2015 aponta que, entre 1980 e 2013, 106.093 pessoas morreram por sua condição de ser mulher. As mulheres negras são ainda mais violentadas. Apenas entre 2003 e 2013, houve aumento de 54% no registro de mortes, passando de 1.864 para 2.875 nesse período. Muitas vezes, são os próprios familiares (50,3%) ou parceiros/ex-parceiros (33,2%) os que cometem os assassinatos. Com a Lei 13.140, aprovada em 2015, o feminicídio passou a constar no Código Penal como circunstância qualificadora do crime de homicídio. A regra também incluiu os assassinatos motivados pela condição de gênero da vítima no rol dos crimes hediondos, o que aumenta a pena de um terço (1/3) até a metade da imputada ao autor do crime. Para definir a motivação, considera-se que o crime deve envolver violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Para a promotora de Justiça e coordenadora do Grupo Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (GEVID) do Ministério Público do Estado de São Paulo, Silvia Chakian, a lei do feminicídio foi uma conquista e é um instrumento importante para dar visibilidade ao fenômeno social que é o assassinato de mulheres por circunstâncias de gênero. Antes desse reconhecimento, não havia sequer a coleta de dados que apontassem o número de mortes nesse contexto. Fonte: hagenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2017-08/taxa-de-feminicidios-no-brasil-e-quinta-maior-do-mundo Texto 2 Os números mais recentes sobre a violência contra mulher no Brasil foram revelados pelo Atlas da Violência 2017 nesta segunda-feira (5/6/2017). O estudo elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que entre 2005 e 2015, houve um aumento de 7,5% na taxa de homicídio de mulheres no Brasil – entre 2014 e 2015, no entanto, houve uma retração. […] Enquanto a mortalidade de mulheres não negras teve redução de 7,4% no intervalo analisado – atingindo 3,1 casos para cada 100 mil mulheres –, o número de mortes de negras aumentou 22% no mesmo período – chegando a 5,2 ocorrências para cada 100 mil mulheres. O que também se verificou foi o crescimento na proporção de mulheres negras que morreram no Brasil entre o total de mulheres vítimas de mortes por agressão. O percentual passou de 54,8%, em 2005, para 65,3%, em 2015. “Trocando em miúdos, 65,3% das mulheres assassinadas no Brasil no último ano eram negras, na evidência de que a combinação entre desigualdade de gênero e racismo é extremamente perversa e configura variável fundamental para compreendermos a violência letal contra a mulher, no país”, aponta o Atlas. Fonte: claudia abril – atlas da violência taxa de homicídio mulheres/ Texto 3 Fonte: a tal mineira wordpress – fim da violência contra a mulher Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: As altas taxas de feminicídio no Brasil. Tema de Redação: Ações para alcançar a igualdade de gênero no Brasil Tema de Redação: Desafios para superar a homofobia no Brasil Tema de redação: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico Tema de redação: A realidade da mortalidade infantil no Brasil

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de Redação: A ambição humana e suas consequências. Texto 1 Vira e mexe vemos retratados em novelas, filmes e seriados aqueles personagens frios e malvados, que fazem de tudo para alcançar seus objetivos pessoais doa a quem doer e sem se preocupar com familiares e amigos. Não dificilmente associamos a ambição cega e desenfreada a este tipo de comportamento. E não é à toa, já que ser ambicioso pode ser sim um assunto bem polêmico, cheio de prós e contras e um assunto que dá muito pano para manga igualmente em uma conversa de bar informal com colegas ou em um encontro mais intelectual como um café filosófico. Afinal, ser ambicioso é algo bom ou ruim? A ambição pode ter um lado positivo e qual seria? A ambição é um sentimento como qualquer outro e, assim como outras facetas da vida humana, tem seu lado positivo e negativo, dependendo do ponto de vista e da forma como é empregado. Basicamente, é algo que pode ser muito bom sim. Sem ambição somos seres passivos e sem vontade de ir além, de ver o outro lado, de conhecer mais. Ser ambicioso pode nos jogar para o novo e despertar em nós o prazer pelo conhecimento e aquela fome de sempre querer saber mais. Como algo assim poderia ser ruim? Fonte: saia do lugar – ser ambicioso é bom ou ruim Texto 2 Para Lícia Egger Moellwald, consultora da área de treinamento corporativo e professora da Universidade Anhembi Morumbi, a ambição é vista como o caminho ideal para o sucesso. Mas é importante ter muito cuidado para não perder os limites na busca de ascensão. “Um profissional ambicioso deve ser ético, acima de qualquer coisa”, ressalta Lícia. “Quando se torna uma obsessão, a ambição será muito prejudicial”, acrescenta. Para ela, a pressa para alcançar os objetivos faz com que muitos ambiciosos percam os limites e acabem comprometendo seu futuro nos negócios. “Puxar o tapete dos colegas, não reconhecer a participação deles em trabalhos que tiveram resultados positivos, não dividir informações, entre outras atitudes, faz com que o funcionário não seja bem-visto e não é recomendado em nenhuma situação”, afirma. Para Lícia, “assim como a ambição, a paciência também é uma virtude”. Paciência, disciplina, motivação e, principalmente, saber lidar com obstáculos e não se abalar com uma derrota. Essas são as virtudes de uma pessoa ambiciosa que sabe o que quer. No caso da veterinária Regina Célia dos Santos, foram muitos os obstáculos para chegar aonde chegou. “Trabalhava em três empregos quando recebi uma proposta de sociedade em uma clínica”, conta ela, que, logo que percebeu que estava sendo enganada pelo sócio, recorreu à Justiça e teve de recomeçar tudo do zero. “Só tinha uma escrivaninha e uma funcionária, que era a faxineira”, conta Regina. A veterinária relata com emoção o fato de ter conseguido comprar o imóvel onde ficava a clínica, depois comprar um terreno maior e construir, segundo ela, “o maior hospital veterinário particular de São Paulo”. Para Regina, sua ambição foi e ainda é fundamental em todas as suas conquistas. “Pegava trem e dois ônibus para chegar à clínica. Comi miojo para economizar. Se não fosse ambiciosa e disciplinada, não teria chegado aonde cheguei”, relata. Fonte: administradores – a ambição em excesso prejudica a carreira de qualquer profissional Texto 3 Fonte: CiceroArt Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema de Redação: A ambição humana e suas consequências. Confira mais temas: Tema de Redação: Foro Privilegiado é porta aberta para a impunidade? Tema de Redação: Fake News no Cenário Político Mundial Tema de Redação: Os cuidados com a exposição na internet

Texto 1 sobre alcoolismo O consumo de álcool per capita no Brasil chegou a 8,9 litros em 2016 e superou a média internacional, de 6,4 litros por pessoa. Com isso, o País figura na 49.ª posição do ranking entre os 193 avaliados. Os dados foram divulgados ontem pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a pesquisa, o país com o maior índice per capita de consumo de álcool é a Lituânia, onde os habitantes bebem o equivalente a 18,2 litros de álcool puro (medida que leva em conta o porcentual de álcool na bebida) por ano. A Bielorrússia aparece na sequência, com 16,4 litros por ano, seguida pela Moldávia (15,9) e Rússia (13,9). Dos dez países que ocupam as primeiras colocações, nove estão no Leste Europeu. Na África, o consumo é, em média, de 6 litros por ano. Nas Américas, a taxa é de 8,2 e na Europa, de 10,3, puxada pelos países do leste. Fonte: brasil estadão – consumo de alcool aumenta 43 5 nobrasil em dez anos Texto 2 sobre alcoolismo Conversa-se sobre tudo ao passo em que as garrafas de cerveja se esvaziam e se empilham sobre as mesas de bar: o político preso, relacionamentos, o clássico de domingo, quem é que vai pagar a conta do que se bebeu ou dos problemas que se acumularam na vida. Com a cerveja, a maior parte é festa. Mas, no momento de descontração, de fuga da realidade, raro encontrar quem debata algo que está exatamente ali, dissimulado: o preocupante aumento no número de casos de alcoolismo e de mortes causadas por isso no Brasil. Relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou o álcool como o maior responsável por mortes de brasileiros entre 15 e 19 anos, seja em acidentes ou por paradas cardíacas. No Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os dados registram aumento crescente no consumo de bebidas alcoólicas nesta faixa etária. Fonte: g1 globo – alcoolismo cresce entre os jovens e preocupa oms e especialistas Texto 3 sobre alcoolismo Fonte: Ivan Cabral A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O problema do alcoolismo na sociedade brasileira”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de Redação: Fake News no Cenário Político Mundial Tema de redação: A realidade da mortalidade infantil no Brasil Tema de redação: A dificuldade de lidar com a morte Tema de redação: Depressão no meio acadêmico
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