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    Filtros:Temas de redação
    Tema: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira

    Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira. Texto I A lei que obriga escolas e clubes a adotarem medidas de prevenção e combate ao bullying entrou em vigor nesta semana. O texto, publicado no “Diário Oficial da União” em 9 de novembro havia sido aprovado pela Câmara em outubro e enviado para a sanção presidencial. Pelo texto aprovado, bullying é definido como a prática de atos de violência física ou psíquica exercidos intencional e repetidamente por um indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas com o objetivo de intimidar ou agredir, causando dor e angústia à vítima. O projeto determina que seja feita a capacitação de docentes e equipes pedagógicas para implementar ações de prevenção e solução do problema, assim como a orientação de pais e familiares para identificar vítimas e agressores. Também estabelece que sejam realizadas campanhas educativas e fornecida assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores. Segundo o texto, a punição dos agressores deve ser evitada “tanto quanto possível” em prol de alternativas que promovam a mudança de comportamento hostil. Fonte: g1 globo – lei que obriga escolas e clubes combaterem bullying entra em vigor Texto II Os altos índices de ciberbullying entre os jovens não é novidade. No entanto, um estudo publicado no Journal of Adolescent Health mostra que está crescendo o número de adolescentes que publicam ofensas anônimas nas redes sociais contra eles mesmos. Segundo informações do Daily Mail, o estudo, que entrevistou 5.593 alunos norte-americanos e britânicos com idades entre 12 e 17 anos, revela que 6% dos adolescentes admitem já ter cometido auto bullying digital através de contas falsas nas redes sociais. Dos 335 alunos que admitiram o auto ciberbullying, metade disse que fez isso somente uma vez, enquanto 35% disseram que o fizeram algumas vezes. Já 13% disseram que o fizeram várias vezes. A pesquisa também mostrou que muitos que tinham esse tipo de atitude estavam buscando respostas de encorajamento ou aprovação de outros usuários de redes sociais. […] Fonte: olhardigital – cresce-numero-de-jovens-que-praticam-ciberbullying-contra-eles-mesmos Texto III Fonte: g1.globo.com – cai-o-n-de-vitimas-de-nudes-vazadas-na-internet-do-brasil-em-2016-diz-ong A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

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    26 de abr. de 2018
    Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?

    Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso? Texto I Talvez muitos brasileiros ignorem o pouco que se lê nesse país em relação ao resto do mundo. Talvez não saibam que em um ranking dos 30 países onde mais se lê, segundo a agência Nop World, o Brasil aparece na rabeira, à frente apenas de Taiwan e Coreia. […] Ganham do Brasil em número de livros lidos e de horas de leitura por pessoa, por exemplo, Venezuela, México ou Argentina dentro do continente. Fora dele, turcos, egípcios, árabes sauditas, húngaros, poloneses, indonésios, filipinos e russos –entre muitos outros– leem mais que os brasileiros. E talvez a grande massa de brasileiros estranhasse saber que os dois países onde se leem mais livros por pessoa e se dedicam mais horas à leitura no mundo são a Índia e a China. É possível que um analfabeto ou alguém que não tenha lido um livro na vida possa revelar uma sabedoria natural, um senso comum agudo e até uma grande carga de poesia. Conheci algumas pessoas assim na minha vida. Entretanto, o mais natural é que um país que não lê ou que aparece, como o Brasil, entre os piores leitores do mundo, esteja comprometendo seu desenvolvimento futuro –não apenas cultural, mas também econômico. Mais ainda, dificilmente entrará no rio da modernidade e do progresso um país não-leitor ao mesmo tempo que será refém dos poderes dominantes. […] Fonte: brasil elpais Texto II […] – Historicamente, somos um país analfabeto. E a resposta mais simples, que é um clichê, é dizer que tudo envolve o processo educacional, que no Brasil se mostrou ser um fracasso – avalia Diego Grando, poeta e professor de literatura. Os especialistas tendem a concordar que a educação no Brasil é um problema que não se restringe à literatura, mas projetos paliativos não vão solucionar a questão central. Regina lembra que há uma tentativa de popularização do livro, mas que o preço de uma obra ainda é alto. O professor Sergius Gonzaga, ex-secretário da Cultura de Porto Alegre, avalia que só uma “discussão ampla” e uma “mudança radical dos currículos” podem fazer com que as gerações futuras mudem essas taxas. – Sem uma ação efetiva do Estado, não vejo alternativa. O Brasil iniciou tardiamente o seu processo de escolarização, e isso se deu no início dos anos 1960. Na mesma época, o país entra na era do audiovisual, com TV e cinema. Ou seja, o país pula do analfabetismo direto para o audiovisual, não consegue formar uma cultura de leitura. […] Fonte:  gauchazh clicrbs Texto III Não é novidade para ninguém. Nos Estados Unidos e na Europa, um livro sai bem mais barato que no Brasil. […] O problema é a tiragem. Enquanto outros países trabalham com tiragens médias de mais de 10 000 exemplares por edição, no Brasil esse número fica na casa dos 2 000. O mercado é pequeno, vende-se pouco, e elevar essa média é produzir encalhes. Daí que, com edições reduzidas, o custo por unidade sobe. O raciocínio é bem simples. Fora o papel, que varia segundo a quantidade de exemplares, toda edição tem um custo fixo, do qual não dá para fugir. Composição das páginas, máquinas, revisões, ilustrações, tudo isso independe da tiragem. E quando se divide o custo fixo pelo número de exemplares, tem-se o custo unitário. Como o mercado brasileiro se organizou com base nas pequenas tiragens, o preço final de um volume é sempre alto. Mesmo os best-sellers, que vendem dezenas de milhares de cópias, custam caro, já que os editores fixam o preço com base em padrões (um certo “x” por página) estabelecidos a partir das baixas tiragens. A vantagem, dos editores, é que best-sellers dão mais lucro. E quase sempre compensam o prejuízo dos títulos que acabam encalhando nas prateleiras. O leitor brasileiro é prejudicado pelas tiragens pequenas. Como o mercado de livros no Brasil é bem reduzido, as edições são minguadas. Na média, não passam dos 2 000 exemplares. A equação é cruel: tiragens mínimas projetam o custo unitário lá para as alturas. O leitor, quando pode, é quem acaba pagando a conta. […] Fonte: super abril cultura Texto IV […] Em 13 de maio de 1808, foi oficializada por Dom João a instalação de uma casa impressora, que seria destinada a publicar a papelada oficial do governo. Embora fosse reservada apenas para os assuntos do governo, a Impressão Régia foi um marco de mudança, uma vez que, antes dela, os livros que se consumiam no Brasil vinham quase que exclusivamente da Europa. Se apenas em 1808 o Brasil pôde contar com uma máquina de impressão oficial, por um pouco mais de duzentos anos é que se foi fomentando, a passos de formiga, a leitura. Sendo assim, é natural que nossos índices sejam mais baixos que o restante dos países mais desenvolvidos. Entretanto, existe um detalhe nessa história. Os Estados Unidos começaram a ser colonizados um pouco antes do Brasil, mas têm um índice de leitura bem maior. Como se explica? […] Fonte: papo de homem Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?

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    23 de abr. de 2018
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de Redação: Invisibilidade indígena em questão no Brasil

    Leia os textos abaixo e escreva uma redação sobre Tema de Redação: Invisibilidade indígena em questão no Brasil. Texto I A (IN)VISIBILIDADE DOS DIREITOS INDÍGENAS NOS GRANDES CENTROS URBANOS: UM OLHAR SOBRE OS INDÍGENAS NA CIDADE DE PORTO ALEGRE A presença indígena nas cidades tema de grande controvérsia ante a visão e imagem estereotipada de que o índio uma vez ligado à natureza necessariamente deveria estar apartado do convívio humano. O que se evidencia, conforme as raízes históricas e de dominação cultural que permearam o processo de colonização do Brasil pelos europeus, é que na visão de muitos quando o indígena está no espaço urbano, logo o mesmo “deixa de ser índio”. No entanto, dados oficiais apontam uma forte e expressiva presença indígena nos centros urbanos do país, o que surpreende visto a existência de poucas iniciativas e elaboração de políticas públicas que incluam a questão dos direitos assegurados constitucionalmente a tais povos. O que persiste é a invisibilidade dos direitos indígenas na cidade, pois que segundo os ditames da cultura e saberes predominantes a presença dos índios nesse espaço figura como algo ilegítimo. […] Com a expansão e urbanização da cidade os indígenas sofrem com a crescente restrição dos espaços onde viviam, com uma sensível modificação nos ecossistemas naturais. Além disso, muitas vezes a presença indígena é considerada como um entrave ao desenvolvimento econômico local, desprezando-se a história desses povos com o ambiente em questão, bem como os seus saberes tradicionais de manejo sustentado da natureza tão em evidencia no contexto sócio-político de países da América Latina.    Disponível em: https://www.ufrgs.br/gthistoriaculturalrs/26CDGiseldaSchneider_FranciscoQuintanilha.pdf Texto II Disponível em: https://latuffcartoons.wordpress.com/2013/06/03/charge-dincao-o-agronegocio-e-a-questao-indigena-no-brasil/ Texto III Desde a colonização, os índios viveram quase cinco séculos de extermínios, escravidão e despropriação de suas terras. Apesar do reconhecimento das reservas ter ocorrido após a Constituição de 1988, a homologação de novos territórios geram confrontos entre indígenas e ruralista. Até 1967, o Estado adotava uma perspectiva assimilacionista, entendia os índios como uma categoria social transitória, fadada ao desaparecimento. No entanto, após 1990, para atender as necessidades econômicas e culturais dos povos nativos, o número de reserva cresceu de 352 para 703, aumento de 115,8 milhões de hectares, Funai (2015). Contudo, o processo de demarcação de novas reservas ainda é conflituoso, uma vez que, se opõem aos interesses dos latifundiários. Representados pela bancada ruralista defendem que 13,6% do território nacional estão nas mãos de apenas 0,4% população, IBGE (2010). Isso prejudica o agro negócio, principalmente no Mato Grosso, maior número de confrontos armados. Desta forma, o Estado negam aos índios o direito originário de suas terras. Portanto, cabe ao Governo ampliar e regulamentar as reservas com propósito de assegurar o modo de vida tradicional dos nativos. Além disso, as universidades podem contribuir com estudos de campo, como o mapeamento geográfico de áreas de conflito. Assim, fornecer dados que equacione os interesses do agronegócio com a preservação da cultura indígena. A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Invisibilidade indígena em questão no Brasil, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

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    19 de abr. de 2018
    Tema de redação: Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado

    Texto 1 Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty. […] Segundo os dados coletados pelo grupo de Piketty, os milionários brasileiros ficaram à frente dos milionários do Oriente Médio, que aparecem com 26,3% da renda da região. Na comparação entre países, o segundo colocado em concentração de renda no 1% mais rico é a Turquia, com 21,5% em 2015 — no dado de 2016, que poucos países têm, a concentração turca subiu para 23,4%, de acordo com o levantamento. O Brasil também se destaca no recorte dos 10% mais ricos, mas não de forma tão intensa quanto se observa na comparação do 1% mais rico. Os dados mostram o Oriente Médio com 61% da renda nas mãos de seus 10% mais ricos, seguido por Brasil e Índia, ambos com 55%, e a África Subsaariana, com 54%. […] Fonte: brasil elpais  Texto 2 Fonte: arionaurocartuns – desigualdade social Texto 3 A evidência científica é robusta: a pobreza e a desigualdade social prejudicam seriamente a saúde. No entanto, as autoridades de saúde não dão a esses fatores sociais a mesma atenção que dedicam a outros quando tentam melhorar a saúde dos cidadãos. Um estudo sobre 1,7 milhão de pessoas, publicado pela revista médica The Lancet, traz de volta esse problema negligenciado: a pobreza encurta a vida quase tanto quanto o sedentarismo e muito mais do que a obesidade, a hipertensão e o consumo excessivo de álcool. O estudo é uma crítica às políticas da Organização Mundial da Saúde (OMS), que não incluiu em sua agenda este fator determinante da saúde — tão importante ou mais do que outros que fazem parte de seus objetivos e recomendações. “O baixo nível socioeconômico é um dos mais fortes indicadores de morbidade e mortalidade prematura em todo o mundo. No entanto, as estratégias de saúde global não consideram as circunstâncias socioeconômicas pobres como fatores de risco modificáveis”, dizem os autores do estudo publicado pela The Lancet, cerca de trinta especialistas de instituições de prestígio como a Universidade de Columbia, o King’s College de Londres, a Escola de Saúde Pública de Harvard e o Imperial College de Londres.[…] Fonte: brasil debate – pobreza encurta a vida mais que obesidade alcool e hipertensão A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Leia também: Tema de redação: A questão da água no Brasil Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil Tema de redação: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?

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    17 de abr. de 2018
    Tema de redação: A pressão estética na sociedade atual
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: A pressão estética na sociedade atual

    O tema de redação “A pressão estética na sociedade atual” aborda um fenômeno social relevante e recorrente nos tempos atuais. A pressão estética refere-se às exigências e expectativas impostas pela sociedade em relação à aparência física, influenciando a forma como as pessoas se veem e como são vistas pelos outros. Esse tema desperta discussões importantes sobre os impactos negativos dessa pressão na vida das pessoas e na sociedade como um todo. Confira abaixo texto motivadores sobre o tema: Texto 1 As autoridades de Dublin, Irlanda, colocaram um ponto final em uma morte que chocou a cidade. Milly Tuomey, 11 anos, foi encontrada em estado crítico no quarto dela após tentar suicídio. Ao ser levada para o hospital, ela não resistiu e morreu. Segundo os investigadores, a garota já dava sinais que ia se matar por estar insatisfeita com o próprio corpo. Dois meses antes de se matar, Milly postou uma foto no Instagram e escreveu que queria morrer em um dia específico. A irmã mais velha dela e a diretora escola conversaram com os pais da garota sobre o post. Eles, então, levaram a menina ao médico. A jovem teria dito ao especialista que estava insatisfeita com a aparência e que pensava em se machucar. Logo depois, os pais a levaram a um psiquiatra, que passou remédios e indicou terapia. Em seguida, encontraram um diário com intenções suicidas. “Ela se cortou e escreveu com o sangue: ‘Garotas bonitas não comem’”, contou uma das investigadoras, segundo o jornal Daily Mail. Fonte: metropoles – menina de 11 anos se mata por estar infeliz com próprio corpo Texto 2 […] Em 13 de maio de 1808, foi oficializada por Dom João a instalação de uma casa impressora, que seria destinada a publicar a papelada oficial do governo. Embora fosse reservada apenas para os assuntos do governo, a Impressão Régia foi um marco de mudança, uma vez que, antes dela, os livros que se consumiam no Brasil vinham quase que exclusivamente da Europa. Se apenas em 1808 o Brasil pôde contar com uma máquina de impressão oficial, por um pouco mais de duzentos anos é que se foi fomentando, a passos de formiga, a leitura. Sendo assim, é natural que nossos índices sejam mais baixos que o restante dos países mais desenvolvidos. Entretanto, existe um detalhe nessa história. Os Estados Unidos começaram a ser colonizados um pouco antes do Brasil, mas têm um índice de leitura bem maior. Como se explica? […] Fonte: papo de homem – por que o brasileiro não lê Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: A pressão estética na sociedade atual

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    13 de abr. de 2018
    Tema de redação: Terrorismo nutricional
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: Terrorismo nutricional

    Leia os textos abaixo e escreva sobre Tema de redação: Terrorismo nutricional. Texto I O terrorismo nutricional nada mais é do que… aterrorizar a população em relação aos alimentos e às práticas individuais que promovam “saúde Dentro dos parâmetros dessa nova moda, somente é saudável quem: frequenta a academia, tem “barriga negativa”, faz uso de suplementos alimentares e segue uma dieta difícil e específica que seja Free de alguma coisa (lactose, glúten, carboidrato etc.) […] o que está acontecendo nada mais é do que uma MODA. E modas têm o poder de assaltar as mentes, converter adeptos e fazer pessoas jurarem de pés juntos que encontraram A VERDADE. […] Este enlouquecimento em torno dessas dietas hiper-técnicas e exclusão de grupos alimentares inteiros tem tanta legitimidade quanto qualquer outro modismo: apareceu do nada.Virou uma febre. Não existem explicações racionais para o fenômeno. […] Não controlaremos a nossa vida e não nos protegeremos de eventualidades através da nossa alimentação. Isso é falsa sensação de domínio. Fazer dieta é a mais pura manifestação do desejo de controle de uma sociedade que… perdeu o controle. Perdemos o controle das nossas emoções, dos nossos valores, da nossa identidade, das nossas ambições. Controle do nosso corpo? Nunca tivemos. Por isso estamos ainda vivendo o sonho da Fonte da Juventude … no século XXI. Preferimos pagar R$ 10,00 numa barra de proteínas aprovada por renomados cientistas do que em ingredientes frescos que poderiam render quatro almoços. Será que vale a pena viver morrendo de medo de tudo o que consumimos? Fonte: https://naosouexposicao.com.br/index.php/2014/07/04/modismos-e-terrorismo-nutricional/ Texto II Existe atualmente certo medo relacionado à comida ou aos alimentos que ingerimos. Há diversas informações soltas, e muitas vezes divulgadas incorretamente, fazendo com que as pessoas evitem consumir determinados alimentos. Muitas destas informações divulgadas ou incentivadas por alguns nutricionistas, inclusive, que acabam gerando dúvidas sobre o que comer. Restringir alimentos virou moda. Restrições alimentares significam, popularmente, “ser saudável”. As dietas zero glúten e zero lactose passaram a ser sinônimos de identidade. E, sendo assim, as refeições adquiriram status de “boa” ou “má”, como se houvesse um anjo ou diabinho alimentar proibindo ou permitindo o que comer. As inúmeras dúvidas sobre o perigo ou não de algum alimento ou nutriente gera receio de consumi-lo, confundindo ainda mais as pessoas. […] Infelizmente, hoje a maioria das pessoas se alimenta com um sentimento de culpa. Deixamos de “conversar” com os alimentos e escutar o próprio corpo e passamos a julgar aquilo que comemos, e consequentemente, julgando a nós mesmos como fracassados ou superiores por ingerir ou não determinado grupo de alimentos. O nosso organismo reage, positiva ou negativamente a todas as restrições alimentares que se pode fazer. O excesso de restrições sobre o que comer pode gerar compulsão alimentar ou agravar outros transtornos alimentares, se as restrições não tiverem indicação específica ou prescrição adequada. O que é doença de caráter nutricional ou transtorno alimentar precisa ser tratado. O que não é correto é submeter pessoas às restrições sem necessidade. É absurdamente bobagem e altamente estressante definir, sem diagnóstico, o que comer ou não. O nosso comportamento diante de um alimento é tão importante quanto o tipo de alimento que comemos. Em outras palavras, é comer de forma consciente. Sem terrorismos. Fonte: https://fortissima.com.br/2014/06/30/o-que-comer-entenda-quais-os-riscos-terrorismo-nutricional-548735/ Texto III Fonte: https://www.imgrum.org/user/jaimegbr/960817017/1378353340777736574_960817017 Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação: Terrorismo nutricional.

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    09 de abr. de 2018
    jovens2
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências

    O tema de redação “O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências” aborda uma questão atual e relevante na sociedade contemporânea. Com o avanço da tecnologia e a popularização das mídias sociais, os jovens têm se inserido cada vez mais nesse universo digital, o que traz consigo uma série de consequências e impactos tanto positivos quanto negativos. Confira o tema de redação da semana: Texto 1 Dentre os aplicativos, os brasileiros também são os maiores usuários do Facebook (94%), Youtube (85%) e WhatsApp (84%) Os adolescentes brasileiros passam cada vez mais tempo hipnotizados pelos dispositivos móveis. Uma pesquisa realizada pela Amdocs em dez países aponta que os jovens entre 15 e 18 anos do país não desgrudam do celular: 64% costumam checar as redes sociais assim que acordam. “O brasileiro é um povo que gosta muito de novidade. Hoje, os jovens têm mais opções, já que existem várias plataformas diferentes. A gente vê um movimento de crescimento, que só tem aumentado”, afirma Kan Wakabayashi, diretor da Amdocs Brasil. Dentre os entrevistados no Brasil, 55% acreditam que seu smartphone os tornam mais espertos e legais. Dentre os aplicativos, os brasileiros também são os maiores usuários do Facebook (94%), Youtube (85%) e WhatsApp (84%). O levantamento foi realizado com 4.250 jovens, entre 15 e 18 anos, dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Rússia, Índia, Cingapura, Filipinas, México e Brasil. […] Fonte: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/jovens-brasileiros-sao-os-mais-dependentes-das-redes-sociais/ Texto 2 sobre jovens nas mídias sociais Instagram foi considerada a pior rede social no que concerne seu impacto sobre a saúde mental dos jovens, segundo uma pesquisa do Reino Unido. Na enquete, 1.479 pessoas com idades entre 14 e 24 anos avaliaram aplicativos populares em quesitos como ansiedade, depressão, solidão, bullying e imagem corporal. […] A pesquisa afirmou que “as redes sociais podem estar alimentando uma crise de saúde mental” entre jovens. Fonte: https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/instagram-e-considerada-a-pior-rede-social-para-saude-mental-dos-jovens-segundo-pesquisa.ghtml Texto 3 Os altos índices de ciberbullying entre os jovens não é novidade. No entanto, um estudo publicado no Journal of Adolescent Health mostra que está crescendo o número de adolescentes que publicam ofensas anônimas nas redes sociais contra eles mesmos. Segundo informações do Daily Mail, o estudo, que entrevistou 5.593 alunos norte-americanos e britânicos com idades entre 12 e 17 anos, revela que 6% dos adolescentes admitem já ter cometido auto bullying digital através de contas falsas nas redes sociais. Dos 335 alunos que admitiram o auto ciberbullying, metade disse que fez isso somente uma vez, enquanto 35% disseram que o fizeram algumas vezes. Já 13% disseram que o fizeram várias vezes. A pesquisa também mostrou que muitos que tinham esse tipo de atitude estavam buscando respostas de encorajamento ou aprovação de outros usuários de redes sociais. […] Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/cresce-numero-de-jovens-que-praticam-ciberbullying-contra-eles-mesmos/72454 Texto 4 Fonte: Jarbas A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

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    05 de abr. de 2018
    “Escola sem partido” e suas consequências na educação brasileira
    Otavio Pinheiro
    4 min

    “Escola sem partido” e suas consequências na educação brasileira

    Texto I “[…]O programa, que tem ganhado defensores e críticos nos últimos tempos, existe desde 2004 e foi criado por membros da sociedade civil. Segundo Miguel Nagib, advogado e coordenador da organização, a ideia surgiu como uma reação contra práticas no ensino brasileiro que eles consideram ilegais. “De um lado, a doutrinação política e ideológica em sala de aula, e de outro, a usurpação do direito dos pais dos alunos sobre a educação moral e religiosa dos seus filhos”, explica. Para Nagib, todas as escolas têm essas características atualmente. A proposta do movimento é de que seja afixado na parede das salas de aula de todas as escolas do país um cartaz, onde estarão escritos os deveres do professor. Esses deveres são: 1 – O Professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, para promover os seus próprios interesses, opiniões, concepções ou preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias. 2 –  O Professor não favorecerá, não prejudicará e não constrangerá os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas. 3 –  O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas. 4 –  Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito. 5 – O Professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções. 6 – O Professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de estudantes ou terceiros, dentro da sala de aula. Fonte: https://www.ebc.com.br/educacao/2016/07/o-que-e-o-escola-sem-partido Texto II “[…] Esse projeto visa eliminar a discussão ideológica no ambiente escolar, restringir os conteúdos de ensino a partir de uma pretensa ideia de neutralidade do conhecimento. Trata-se de uma elaboração que contraria o princípio constitucional do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, assim como o da liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber, considerando como válidos determinados conteúdos que servem à manutenção do status quo e como doutrinários aqueles que representam uma visão crítica. Em recente Nota Técnica, o Ministério Público considera que o PL Escola sem Partido é inconstitucional porque ‘está na contramão dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, especialmente os de ‘construir uma sociedade livre, justa e solidária’ e de ‘promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação’. […] O complemento ao cerceamento da liberdade de aprender e ensinar fica por conta do PL de autoria do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), que pretende alterar o Código Penal, para inclusão de detenção de três meses a um ano para professor, coordenador, educador, orientador educacional ou psicólogo escolar que praticar o dito “assédio ideológico”. O movimento político de direita na educação, “Escola Sem Partido”, que dissemina concepções e práticas preconceituosas, discriminatórias e excludentes, foi impulsionado nacionalmente para propagar ideia de que os estudantes são alvo de doutrinação política e de que os valores morais da família são afrontados por uma suposta ideologia de gênero na escola. […]” Fonte: https://www.cartacapital.com.br/educacao/escola-sem-partido-estrategia-golpista-para-calar-a-educacao Texto III Fonte: https://blogdojeffrossi.blogspot.com/2016/07/charges-sobre-escola-sem-partido.html Texto IV “[…] O economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Adolfo Sachsida, é um dos principais defensores do programa nas redes sociais. Em seu canal no Youtube, Sachsida, que se classifica como conservador em suas redes sociais, questiona o que chama de “doutrinação ideológica” feita por docentes. ‘A esquerda quer doutrinar os nossos alunos. O professor de português, em vez de dar aula de português, fica falando que tal partido é bom, tal partido é ruim. Mas eles falam que tudo tem ideologia. Como se o aluno fosse obrigado a ser doutrinado desde pequeno’. Em sua conta no Twitter, o economista elencou duas funções para o “Escola Sem Partido”: ‘Denunciar a doutrinação ocorrida em sala de aula (que pode ocorrer pelo professor ou pelo livro didático); e propõe solução a doutrinação efetuada pelo professor. Você pode discordar da solução (ponto 2), mas é impossível não concordar com o ponto 1’. Há pouco mais de uma semana, Sachsida chegou a ser nomeado assessor especial do ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE). O cargo, porém, foi cancelado antes mesmo que o economista tomasse posse, de acordo com publicação no Diário Oficial. […]” Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/5-opinioes-sobre-a-escola-sem-partido-para-voce-formar-a-sua/ Texto V Fonte: https://www.apesjf.org.br/comunicacao/charges Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: “Escola sem partido” e suas consequências na educação brasileira.

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    29 de mar. de 2018
    Tema de redação: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de redação: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho

    O tema de redação “As dificuldades de inserção de jovens no mercado de trabalho e sua importância” aborda uma questão relevante e atual. A transição dos jovens para o mercado de trabalho é um desafio enfrentado por muitos países, inclusive o Brasil, e envolve uma série de obstáculos e dificuldades. Nesse contexto, a importância da inserção dos jovens no mercado de trabalho é ampla e abrange diferentes aspectos. Confira abaixo textos motivadores sobre o tema para escrever sua redação: Texto 1 sobre inserção de jovens no mercado de trabalho “[…] Allison Andrade, de 25 anos, se formou em Publicidade e tem uma pós no exterior. Conta que ao terminar o curso, “estava trabalhando satisfeito com as ofertas do mercado”, mas depois de se especializar no exterior com o intuito de conseguir um melhor salário e posição laboral, encontrou uma barreira. “Há saturação. As empresas não prezam se a pessoa fez uma boa faculdade nem uma pós, pelo menos nesta área, o que importa é aceitar trabalhar ganhando pouco, mesmo sem formação adequada”, lamenta. Andrade resolveu mudar de área e optou por Engenharia Civil, depois de passar dois semestres cursando os cursos de Ciência e Engenharia da Computação. Para ele, existe uma melhor perspectiva de salário, já que “a demanda de engenheiros é grande e o mercado necessita profissionais bem qualificados”. Andrade é o retrato de uma das gerações mais bem preparadas que se frustram ao chegar ao mercado de trabalho, mas seu perfil não é uma realidade apenas no Brasil. A OCDE, em recente estudo sobre o impacto da educação no nível econômico do jovem, constatou que isso ocorre a nível mundial. Rodrigo Castañeda Valle, da área de inovação e medição do progresso educacional e de habilidades da organização, não acredita que tudo se deva a que o jovem não saiba direito o que quer. Em alguns países, como o Brasil, “a boa remuneração de técnicos ou pessoas sem formação superior é um dos fatores que desestimula os jovens a continuarem seus estudos”. Segundo o estudo, 67% dos brasileiros com o segundo grau estão empregados, contra 55%, de média entre os países da OCDE.[…]” Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2014/02/04/sociedad/1391544951_779657.html Texto 2 Fonte: https://rgcriativo.com.br/post/169/Mercado-de-Trabalho-ebaaa.html Texto 3 “[…] De fato existem vagas, entretanto, o mercado está mais exigente e a gama de profissionais capacitados está maior. Segundo a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Paraná (ABRH-PR), Susane Zanetti, em alguns casos há milhares de interessados em uma vaga, e o filtro das empresas está cada vez mais restrito, colocando o jovem em desvantagem. São profissionais com anos de experiência e que falam duas ou três línguas fluentemente contra jovens que concluíram o Ensino Médio e, em alguns casos, imaturos, ansiosos e impacientes. Ainda conforme a retrospectiva do IBGE, o percentual da População em Idade Ativa (PIA) com 11 anos ou mais de estudo passou de 46,7% para 63,8%. ‘É como se vivêssemos uma dicotomia, uma coisa muito antagônica. Termos tantos jovens desempregados e termos estas vagas. Por conta do mercado estar muito exigente, às vezes, é muito difícil este jovem conseguir, principalmente, se ele não tem nenhuma experiência’, disse Zanetti. Além disso, comportamentos normais para essa faixa etária acabam interferindo. Algo que, aparentemente, ficaria em segundo plano, destacou Zanetti, ainda tem importância nos processos seletivos, e acaba funcionando como uma armadilha para os jovens. ‘Eles são muito ingênuos ainda em algumas questões que para as empresas são importantes. A empresa busca conhecer esse jovem e entender um pouco das características que ele tem para saber se são compatíveis com a cultura e valores da empresa. As questões comportamentais ainda são muito significativas. Esse é um dos motivos em que, normalmente, o jovem não vai para frente nas entrevistas’. Algumas perguntas básica, exemplificou Zanetti, ficam sem resposta, como quando o entrevistador pede para o candidato citar os próprios pontos fortes.” Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/03/apesar-do-aumento-de-vagas-jovens-tem-dificuldades-para-o-1-emprego.html Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho.

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    26 de mar. de 2018
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    Otavio Pinheiro
    3 min

    Ensino tradicional x Escolas inovadoras: quebra de paradigmas na educação

    Texto I “’[A escola] precisa abrir mão de muitos mecanismos que são contrários à emancipação, como as aulas fechadas (no espaço e no tempo), as turmas isoladas, as provas como sinônimo de avaliação, os mecanismos punitivos e repressivos como advertência, suspensão e expulsão etc., precisa dar voz de fato para todos os agentes da comunidade’, afirma Osvaldo Souza, professor da Escola Politeia, localizada em São Paulo (SP), em entrevista ao Hypeness. […] a escola, que fica na zona oeste da cidade, é referência nacional em inovação e ensino democrático. Em salas que estimulam o contato entre as crianças de diferentes idades, os alunos são incentivados a pensar por si, com o objetivo de se desenvolverem de forma autônoma. […]estimula-se o aprendizado por meio de pesquisas. Os temas são selecionados a partir dos próprios interesses de cada criança e geralmente abordam mais de uma disciplina, sempre contando com o suporte de um orientador. Assim, os alunos são capazes de resolver os problemas que escolhem para si, desenvolvendo capacidade crítica e adquirindo um conhecimento que muitas vezes vai além de sua área inicial de interesse. Um bom exemplo disso é a história de uma das alunas que decidiu pesquisar sobre animais abandonados na rua. O estudo sobre o assunto a levou a conhecer a cadela russa Laika, que foi enviada ao espaço. A curiosidade sobre o tema fez com que ela descobrisse o contexto da experiência, a Guerra Fria, e o entendimento sobre todos os conceitos políticos envolvidos. Por que dividir o ensino em matérias quando o mundo está conectado?” Fonte: https://www.hypeness.com.br/2015/01/como-iniciativas-de-educacao-inovadoras-buscam-transformar-o-ensino-no-brasil/ Texto II   Fonte: https://umolharsobreaavaliacao.blogspot.com/2016/05/charges-ebaaa.html Texto III “[…] O ensino de palestra, por meio do qual o professor fala por dezenas de minutos para os alunos, ainda que com espaço para perguntas, é cansativo, desmotivador, pouco capaz de identificar grandes qualidades e deficiências de cada educando, menos apto à memorização do conhecimento, apesar de focado nesse aspecto, dentre vários outros problemas. Em 1993 – há 24 anos, portanto – o professor Alisson King, associado da Universidade do Estado da Califórnia em São Marcos, publicou um artigo seminal que causou impacto nos Estados Unidos. Ele lembrava que o ensino tradicional de transmissão de informação seria insuficiente para que os alunos pudessem lidar com os problemas complexos do século XXI, que ainda estava por se desvelar. King lembrava que conhecimento não se transmite, mas apenas a informação. O modelo tradicional, amplamente adotado no Brasil até hoje, visa lançar informação sobre os alunos, que frequentemente não prestam atenção, ou, quando prestam, absorvem pouco, ou, quando conseguem absorver mais, o fazem porque anotaram o que o professor dizia, exercendo um aprendizado um pouco mais ativo, que, como está multiplamente provado, é mais eficiente do que o passivo […]” Fonte: https://www.cartacapital.com.br/blogs/vanguardas-do-conhecimento Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Ensino tradicional x Escolas inovadoras: quebra de paradigmas na educação.

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    22 de mar. de 2018
    tema-de-redacao-porte-de-armas-no-brasil
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: O porte de armas no Brasil

    O Tema de Redação “O Porte de Armas no Brasil” está muito em voga e esta é uma excelente oportunidade para você treinar sua redação. Vamos aos textos de apoio? Texto I “[…] de acordo com os indicadores da época, os anos em que a população podia se armar para teoricamente ‘fazer frente à bandidagem’ não foram de paz absoluta, mas de crescente violência, segundo dados do Ministério da Saúde e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. De 1980 até 2003, as taxas de homicídios subiram em ritmo alarmante, com alta de aproximadamente 8% ao ano. A situação era tão crítica que, em 1996, o bairro Jardim Ângela, em São Paulo, foi considerado pela ONU como o mais violento do mundo, superando em violência até mesmo a guerra civil da antiga Iugoslávia, que à época estava a todo o vapor. Em 1983 o Brasil tinha 14 homicídios por 100.000 habitantes. Vinte anos depois este número mais do que dobrou: alcançando 36,1 assassinatos para cada 100.000. Para conter o avanço das mortes foi sancionado, em 2003, o Estatuto do Desarmamento, que restringiu drasticamente a posse e o acesso a armas no país e salvou mais de 160.000 vidas, segundo estudos.  Atualmente a taxa está em 29,9 o que pressupõe que o desarmamento não reduziu drasticamente os homicídios mas estancou seu crescimento. “ Fonte: brasil elpais – politica Texto II […] Fonte: folha uol – maioria no pais segue contraria a ampliação do porte de armas legal Texto III “[…] A perversão é total. Note-se que a liberdade de escolha e o direito à autodefesa são pilares de uma sociedade livre e democrática. Não se trata de nenhum direito de matar, mas do direito de conservação da própria vida. Os que advogam pelo desarmamento dos cidadãos almejam que o cidadão fique completamente desguarnecido diante de criminosos que invadem suas residências. Os cidadãos não escolhem seus representantes para que estes suprimam sua liberdade de escolha. Posso perfeitamente pretender não ter nenhuma arma, mas isso não significa que o meu direito deva ser abolido. A situação é tanto mais esdrúxula porque nada é feito no que diz respeito ao verdadeiro combate à criminalidade. Os bandidos continuam a ter livre acesso às armas de fogo e ao porte de armas no Brasil, mesmo que de maneira ilegal. O mercado negro os supre muito bem. Por uma absurda inversão, o problema passa a ser dos cidadãos, os que pagam impostos e deveriam ser protegidos contra qualquer violência. O Estado não consegue coibir a violência, seu dever primeiro, e nega a seus membros que o façam, negando-lhes qualquer direito a respeito. O cidadão fica à mercê dos criminosos. Pior ainda, os criminosos são ainda tratados com a máxima consideração pelos ditos representantes dos direitos humanos, enquanto suas vítimas são relegadas ao esquecimento. […]” Fonte: epoca globo – devemos liberar armas sim Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: O porte de armas no Brasil.

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    19 de mar. de 2018
    Tema de Redação: Adolescentes e o vício em games
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de Redação: Adolescentes e o vício em games

    O tema de redação “Adolescentes e o vício em games” aborda uma preocupação crescente na sociedade contemporânea, à medida que os jogos eletrônicos se tornam cada vez mais acessíveis e populares. O vício em games refere-se a um padrão de comportamento compulsivo e excessivo em relação aos jogos, interferindo nas atividades cotidianas e comprometendo o bem-estar e o desenvolvimento saudável dos adolescentes. Os jogos eletrônicos oferecem uma experiência imersiva e estimulante, com narrativas envolventes e desafios atraentes, o que pode levar os adolescentes a desenvolverem um engajamento excessivo e prolongado. Esse engajamento exacerbado pode resultar em negligência de responsabilidades escolares, sociais e familiares, levando a problemas de saúde física e emocional, isolamento social e queda no desempenho acadêmico. Confira os textos motivadores sobre o tema: Texto 1 “Pode haver problemas por trás dos olhares fixos da garotada que dedica tempo e energia demais aos videogames. Uma pesquisa feita na Ásia com 3.000 crianças em idade escolar indicou que uma em cada dez era ‘viciada’ em games. Segundo os pesquisadores, apesar de as crianças já apresentarem problemas comportamentais, o uso excessivo de videogames aparentemente agravou os distúrbios. De acordo com Douglas Gentile, diretor do laboratório de pesquisa de mídia da Universidade do Estado de Iowa, ‘quando as crianças se viciam, depressão, ansiedade e fobias sociais se agravam. Quando elas conseguem superar o vício, esses problemas melhoram.’ Ele diz que nem os pais nem os serviços de saúde estão prestando atenção suficiente nos efeitos dos videogames sobre a saúde mental das crianças. – Tendemos a abordá-los como entretenimento, como apenas um jogo, e a esquecer que o entretenimento também nos afeta. De fato, se não nos afeta, o definimos como ‘entediante’. No levantamento, as crianças disseram que jogavam videogame, em média, por 20 horas por semana. Entre 9% e 12% dos meninos foram considerados como viciados pela pesquisa, contra 3% a 5% no caso das meninas. […]” Fonte: noticias r7 – estudo liga uso de games à depressão Texto 2 “Pela primeira vez, vício em games é considerado distúrbio mental pela OMS Comportamento viciado em videogame, sem controle de frequência e intensidade, pode representar um problema de saúde mental. O vício em jogos de videogame passou a ser considerado pela primeira vez um distúrbio mental pela Organização Mundial da Saúde. A 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID) irá incluir a condição sob o nome de “distúrbio de games”. O documento descreve o problema como padrão de comportamento frequente ou persistente de vício em games, tão grave que leva “a preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida. […]” Fonte: g1 globo – pela primeira vez vício em games é considerado disturbio mental Texto 3 Fonte: Charges Online Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Adolescentes e o vício em games.

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    15 de mar. de 2018
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