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    Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil

    Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil. Texto I “Eram 23h43 daquele 23 de julho de 1993 quando um grupo de homens mascarados abriu fogo contra mais de 70 crianças e jovens que dormiam em frente à Igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro. Oito morreram, e os que sobreviveram ainda sofrem com as sequelas da violência. Duas décadas depois, um dos crimes mais atrozes da história do Rio parece cair no esquecimento– e a sensação é de impunidade. A investigação da Chacina da Candelária, como o massacre ficou conhecido, levou à condenação de três policiais militares. Considerado o principal responsável, Marcus Vinícius Emmanuel Borges recebeu indulto da Justiça e foi liberado após 18 anos de prisão. O Ministério Público do Rio recorreu da sentença, e o indulto acabou sendo suspenso. Desde então, ele é considerado foragido. Os outros dois condenados – Marcos Aurélio Dias Alcântara e Nelson Oliveira dos Santos Cunha – receberam penas superiores a 200 anos, mas também foram indultados e hoje estão soltos. […]” Fonte: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/chacina-da-candelaria-completa-20-anos-com-autores-soltos-826.html Texto II Fonte: humor político – especial dia das crianças Texto III “[…] Censo divulgado ontem pelo go­­verno federal mostra que o Brasil tem 23.973 crianças e adolescentes vivendo nas ruas de 75 cidades com mais de 300 mil habitantes. Essa é a primeira pesquisa que mostra a realidade dessa população. O Paraná tem a quarta maior população infantil de rua do país, com 1.172 me­­ninos e meninas. Entre os adolescentes e crianças ouvidos, 63% disseram que vivem nessa situação por causa de brigas familiares e violência doméstica. O estudo comprova o que ou­­tras pesquisas de menor alcance já tinham demonstrado: a maior parte dessa população é do sexo masculino e está na faixa etária dos 12 aos 15 anos. Metade dos entrevistados revelou que vive nessa situação há mais de um ano, o que é considerado um dado preocupante por especialistas, já que, quanto maior o vínculo com a rua, maior a dificuldade de se reverter a trajetória de vida. O estado com o maior número de crianças vivendo nas ruas é o Rio de Janeiro, com 5.091; a seguir vem São Paulo (4.751) e Bahia (2.313). […]” Fonte: gazeta do povo – 23 mil crianças ainda vivem nas ruas no brasil Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil.

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    12 de mar. de 2018
    Tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação.
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação.

    Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação. Texto I “[…] Para se falar em autonomia, há que se verificar se existe liberdade de pensamento, sem coações internas ou externas. Se não existir possibilidade de escolha, não se pode falar em liberdade e, por conseguinte, não existe autonomia. Deste modo, a autonomia nada mais é que uma liberdade moral, conferida a todos e que deve ser respeitada. Tendo em vista o controle social, o estado psíquico do ser humano, as suas relações sociais, se torna impossível falar numa autonomia pura, desvinculada de qualquer coação interna ou externa; no entanto, existem algumas situações em que é visível a falta total da autonomia. Se não há liberdade, a autonomia não é desenvolvida de forma ampla: é o que ocorre, por exemplo, com a falta de recursos em membros de determinado grupo social tornando-os vulneráveis e os impedindo-os de ter escolhas, seja pela falta de recursos econômicos, seja pela falta de conhecimentos. […]“ Fonte: https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/ged/article/view/20428/11799 Texto II  “[…]A criminalização é incompatível com os seguintes direitos fundamentais: os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, que não pode ser obrigada pelo Estado a manter uma gestação indesejada; a autonomia da mulher, que deve conservar o direito de fazer suas escolhas existenciais; a integridade física e psíquica da gestante, que é quem sofre, no seu corpo e no seu psiquismo, os efeitos da gravidez; e a igualdade da mulher, já que homens não engravidam e, portanto, a equiparação plena de gênero depende de se respeitar a vontade da mulher nessa matéria. (…) A tudo isto se acrescenta o impacto da criminalização sobre as mulheres pobres. É que o tratamento como crime, dado pela lei penal brasileira, impede que estas mulheres, que não têm acesso a médicos e clínicas privadas, recorram ao sistema público de saúde para se submeterem aos procedimentos cabíveis. Como consequência, multiplicam-se os casos de automutilação, lesões graves e óbitos”. […]” Fonte: https://justificando.cartacapital.com.br/2017/08/09/quais-sao-as-ultimas-noticias-sobre-o-direito-ao-aborto-no-brasil/ Texto III Fonte: https://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/08/quem-e-a-mulher-brasileira-que-aborta.html Texto IV “[…]No Brasil, o aborto é permitido pelo Código Penal em duas situações: em caso de estupro e quando há risco de morte para a gestante. A partir de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) deixou de considerar crime o abortamento em casos de anomalias fetais graves e incompatíveis com a vida extrauterina. Em 2013, foi sancionada a lei que obriga os hospitais do SUS a prestar atendimento emergencial, integral e interdisciplinar às vítimas de violência sexual. Apesar de não mencionar a palavra ‘aborto’, a lei garante os cuidados das lesões físicas, o amparo social e psicológico, a profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez, entre outros direitos. Em último caso, a mulher pode interromper a gravidez forçada. A realidade, no entanto, não é bem assim. Nem todos os hospitais garantem acesso a serviços de saúde voltados às vítimas de estupro, e poucos oferecem o abortamento seguro, realizado em condições de higiene e segurança e por equipe de saúde, nos casos previstos na lei.” Fonte: https://drauziovarella.com.br/mulher-2/aborto-legal/ Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação.

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    09 de mar. de 2018
    Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível?
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível?

    Leia os textos abaixo e escreva uma redação sobre Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível? Texto I “[…] Empreendedorismo social é um termo que significa um negócio lucrativo e que ao mesmo tempo traz desenvolvimento para a sociedade. As empresas sociais, diferentes das ONGs ou de empresas comuns, utilizam mecanismos de mercado para, por meio da sua atividade principal, buscar soluções de problemas sociais. Os negócios sociais integram a lógica dos diferentes setores econômicos e oferecem produtos e serviços de qualidade à população excluída do mercado tradicional, ajudando a combater a pobreza e diminuir a desigualdade. Inclusão social, geração de renda e qualidade de vida são os objetivos principais dos negócios sociais, que também são economicamente rentáveis. Este tipo de negócio com impacto social tem proliferado por todo o País, por uma geração de empreendedores que pautam sua estratégia em valores sustentáveis. Diversas instituições têm colaborado para a conceituação e fomento deste novo modelo de negócio. A organização internacional Artemisia, a Ashoka, pioneira no campo da inovação social, e a Fundação Schwab, responsável pelo prêmio Empreendedor Social no Brasil, são alguns dos órgãos que estimulam o desenvolvimento destes negócios. Um exemplo de negócio transformador e de impacto social é a Feira Preta, a maior feira de cultura negra da América Latina. Por meio de ações, feira de negócios e eventos culturais, a organização busca fomentar o empreendedorismo étnico e fortalecer a cultura negra no País. Em 10 edições, a feira já reuniu 400 artistas, 500 expositores e mais de R$ 2 milhões de circulação monetária e 40 mil visitantes. […]” Fonte: https://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2012/02/empreendedorismo-social-gera-lucro-e-desenvolvimento Texto II “[…] Nada disso no fundo é novo, mas pessoas de boa vontade são sempre bem-vindas. Ainda mais em tempo de individualismo atroz como “filosofia” de vida dominante. Esse empreendedorismo social, no entanto, deve ser compreendido. Ele parece fruto do desencanto com governos e ideologias de qualquer espécie. Baseia-se num voluntarismo do bem e volta as costas para qualquer política – a não ser as micropolíticas de intervenção local. Acredita piamente na ação em casos específicos e na multiplicação espontânea dos seus agentes, uma espécie de corrente que, em certo prazo, seria capaz de mudar o planeta. Não faz uma crítica estrutural do modelo econômico dominante, apenas deplora seus efeitos – como se uma coisa estivesse desligada da outra. Enfim, como definiu um desses personagens, o empreendedor social é um misto do capitalista ávido de lucro com Madre Teresa de Calcutá. É preciso ver se personagem tão contraditório para em pé.” Fonte: https://cultura.estadao.com.br/blogs/luiz-zanin/quem-se-importa-e-o-empreendedorismo-social/ Texto III “[…] O GRAAC, uma das mais eminentes instituições de empreendedorismo social no Brasil, atende a crianças e adolescentes com câncer. Ele possui um centro de pesquisa que trabalha em conjunto com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e um hospital em Botucatu atendendo três mil pessoas/ano. O impacto que traz ao tratamento e à vida dos seus pacientes é essencial, todavia o tamanho do público e o seu escopo representam um pequeno percentual em um sistema de saúde de um país com mais de 200 milhões de habitantes. O GRAAC recebe verbas diretas do SUS, além de doações empresariais feitas através de renúncia fiscal – que seriam os investimentos indiretos do estado. […] A ação empreendedora é ágil e bastante inovadora, contrastando com a burocracia de grandes instituições e do Estado. Entretanto, devemos ser cautelosos com o poder que ela tem na resolução de problemas altamente complexos como emprego, saúde, educação, questões que necessitam de análises profundas e soluções igualmente complexas. O crescente hype em cima do empreendedorismo pode causar nebulosidade na discussão desses problemas, apontando para soluções de baixa eficácia. O empreendedorismo deve ser estimulado, mas longe de um discurso panfletário que o projete como a panaceia do mundo neste início de século 21.” Fonte: https://papodehomem.com.br/por-que-o-empreendedorismo-talvez-nao-seja-a-solucao-dos-nossos-problemas/ Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível?

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    02 de mar. de 2018
    Tema de Redação: UFSC 2016
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de Redação: UFSC 2016

    O tema da redação do Vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) de 2016 foi “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”. Esse tema aborda uma problemática social relevante, que é a violência de gênero e suas diversas manifestações no contexto brasileiro. As propostas feitas para os candidatos elaborarem suas redações foram as seguintes: Proposta 1 para o tema de redação UFSC 2016 Considere os textos abaixo e crie uma lenda a ser contada por um sábio indígena às crianças de sua aldeia. Texto 1: Em todas as culturas, as lendas surgem como narrativas que o homem encontrou para compreender e dar sentido aos fatos e eventos da vida e do mundo. Muitas lendas explicam a origem das coisas, como certos alimentos; práticas culturais, como a agricultura; e fenômenos naturais, como o trovão e os eclipses. O contato dos povos indígenas com comunidades próximas tornou algumas dessas lendas conhecidas, de modo que foram absorvidas pela cultura regional brasileira. Mitos e lendas da cultura indígena. Museu do Índio – PROGDOC. Disponível em: . [Adaptado]. Acesso em: 15 out. 2015 Texto 2: O grande narrador é considerado pelos povos indígenas uma pessoa mais sábia e maiscompleta. Ele conhece as histórias dos tempos antigos e da formação do mundo e, por isso,sabe pensar sobre os problemas dos tempos presentes. Muitos dos fenômenos da atualidade,como as doenças, a morte e a guerra, tiveram origem em algum acontecimento dos temposprimeiros.[…] As lendas indígenas não desapareceram, mesmo com todas as mudanças no mundomoderno. Elas ainda permanecem vivas porque são muito importantes para os povos indígenas,porque são a sua verdade sobre o mundo, e também porque fazem parte de uma tradição muitoantiga, transmitida por pessoas que vivem por aqui há milhares de anos.Elas são uma demonstração de que, por trás da aparência de simplicidade, os povos indígenaspossuem um universo de imaginação e de pensamento muito rico.CESARINO, Pedro. Histórias indígenas dos tempos antigos. São Paulo: Claro Enigma, 2015, p. 11-12. [Adaptado]. Texto 3: Proposta 2 para o tema de redação UFSC 2016 Considere os textos abaixo e escreva uma dissertação sobre o papel das festas populares nacontinuidade de uma memória coletiva: Texto 1 As festas podem ser examinadas do ponto de vista da atividade lúdica, mas também como um acontecimento de integração da realidade das comunidades envolvidas, no sentido de avaliar seu potencial como formadora da cidadania, da conscientização e da participação social. […] Ao expor a cultura, a memória histórica e os usos dos povos, as festas populares podem subverter as propostas de turismo predatório, beneficiando as comunidades envolvidas em tal atividade.FERREIRA, Maria Narareth. Comunicação, resistência e cidadania: as festas populares. Comunicação e informação, v. 9, n. 1, p. 111-117, 2006. [Adaptado]. Texto 2 As festas populares são momentos ímpares de expressão e de manifestação da cultura popular, de sociabilidade, integrando diversas tradições, nas quais as camadas populares se envolvem com intensidade. As festas possuem um potencial para se tornarem um momento de manifestação popular ou mesmo de quebra de comportamentos padronizados.SOUZA, João Carlos de. O caráter religioso e profano das festas populares: Corumbá, passagem do século XIX ao XX. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 24, n. 48, p. 331-351, 2004. Proposta 3 para o tema de redação UFSC 2016 Considere os textos abaixo e redija uma crônica que tematize um aspecto das relações desolidariedade na sociedade contemporânea. Texto 1 A caridade da esmola é vertical, semeia costumes ruins e é humilhante. Como diz um provérbio africano, a mão que dá está sempre acima da mão que recebe. Mas as relações de solidariedade, que são horizontais, geram respostas completamente diferentes. Entrevista com Eduardo Galeano. Carta maior, 29 jan. 2010. Disponível em: . [Adaptado]. Acesso em: 25 nov. 2015. Texto 2 Se concordarmos com o conceito de solidariedade como vínculo de responsabilidade recíproca, já teremos saído do uso vago dessa expressão atribuído pelo senso comum. ALMEIDA, João Carlos. Antropologia da solidariedade. Notandum, Universidade do Porto, v. 14, p. 67;70, 2007. Disponível em: . [Adaptado]. Acesso em: 25 nov. 2015. Estudar e praticar os temas que já caíram na redação das provas da UFSC é o melhor jeito para se preparar para esse vestibular! Não esqueça de na hora de praticar ter sempre um corretor especializado te orientado para garantir a nota máxima na prova!

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    28 de fev. de 2018
    Tema de Redação: Aumento da emigração de brasileiros
    Otavio Pinheiro
    8 min

    Tema de Redação: UEM 2016

    As propostas de tema de redação da UEM podem abordar temas diversos, que envolvem questões sociais, políticas, ambientais, culturais, entre outros. Esses temas são escolhidos para promover a reflexão dos candidatos sobre assuntos relevantes e estimular o desenvolvimento de habilidades de análise crítica e argumentação. É importante destacar que as propostas de redação da UEM podem variar a cada ano, e a universidade disponibiliza as provas anteriores em seu site oficial. O Tema de Redação: UEM 2016 foi: “Doação de órgãos: de qual lado você está?” Confira abaixo quais foram os textos motivadores: Texto 1 do tema de redação UEM 2016 Doação de órgãos: de que lado você está?O coração do meu filho bate no peito de outra criança “Mamãe, eu vim para ajudar!”. O Guilherme ainda nem sabia falar direito e já vivia repetindo isso! Como no dia em que um amiguinho dele queria desistir de uma apresentação na escola. O Gui pegou a mão do menino e disse: “Fica aqui comigo, eu teajudo; eu vim para ajudar!”. Meu filho era assim, generoso, amoroso, ativo… Dormia tarde e acordava cedo, como se soubesse que tinha que aproveitar cada segundo neste mundo, pois teria pouco tempo conosco. […]No dia em que morreu, ele repetia sem parar que estava feliz […] Uma amiga me convidou para passar o feriado de Corpus Christi do ano de 2013 na casa dela à beira-mar. Curtimos o sábado inteirinho na praia. O Gui brincava e corria sem parar, repetindo:“Mãe, tô muito, muito, muito feliz!” É bom saber que meu filho sentiu tanta felicidade no seu último dia de vida. À noite, eu estava escovando os dentes no térreo da casa e ouvindo o Gui brincar no sótão com o filho da minha amiga (ambos tinham 4 anos). Lembro de escutar a irmã da minha colega falar: “Gui, vem mais para cá, você pode cair”. No segundo seguinte, meu filho estava em queda livre. Despencou e bateu com a cabecinha no chão, no andar térreo. Ele havia se apoiado em falso na hora de mudar de lugar e perdeu oequilíbrio. […] Eram 20h quando entrei no pronto-socorro. A médica logo disse que o estado do Gui era gravíssimo e que ele precisava ir para um hospital maior, em Santos. Fomos transferidos de ambulância e o Fábio (o pai) foi nos encontrar lá. O médico explicou que faria uma cirurgia para retirar um coágulo do cérebro, mas advertiu: “Caso sobreviva, ele deve ficar em estado vegetativo”.A cirurgia durou uma hora e meia. Durante cada um desses 90 minutos eu rezei por um milagre. Quando o médico disse que tinham conseguido retirar o coágulo, senti que ele podia virar o jogo. “Força, Gui! Você sai dessa”, eu repetia baixinho, mandando boas energias para meu menino, que passou a noite sedado na UTI. Na manhã seguinte, foram reduzindo a sedação e nada de o Gui responder. Só conseguia respirar com a ajuda dos aparelhos e sua sensibilidade não voltava. O tormento de alternar esperança edesespero se estendeu por mais quatro dias. Até que os médicos nos deram a notícia: o cérebro do nosso menino havia morrido. Doamos os órgãos e pensei: “Pronto, Gui, você ajudou!”Não vou perder tempo tentando descrever aqui a dor. Ela não cabe em palavra nenhuma. Eu ainda estava tonta quando nos perguntaram se íamos doar os órgãos, que permaneciam saudáveis. Me lembrei da voz do Gui dizendo: “Mãe, eu vim para ajudar!” Encarei o Fábio. Nos falamos pelo olhar e fizemos que sim com a cabeça. Quinze minutos depois, assinamos o papel da doação e o compromisso de não ir atrás das famílias que recebessem os órgãos. Soube pela mídia que uma menina de 1 aninho tinha recebido o coração. O nome dela não poderia ser outro: Vitória. “Pronto, Gui:você ajudou”, pensei. […] Passaram-se oito meses e, em fevereiro de 2014, a família da Vitória quis nos conhecer. Eles estacionaram o carro na frente da nossa casa e meu coração disparou. Quando dei por mim, estávamos todos no meu jardim. Eu abraçada a Deisi, mãe da Vitória, e ao Vinícius, filho mais velho dela. Fábio, aos prantos, não desgrudava do Joel (pai da Vitória). No colo da mãe, a baixinhachorou. Eu a peguei e ela sorriu. A gente pede um milagre e esquece que pode fazer um.Pensei no milagre que era ter um pedacinho do Gui naquela criatura e senti a presença de Deus. A cada sorriso que Vitória abria, uma sensação de gratidão inundava meu coração. Quando o Joel e a Deisi nos contaram que ela tinha nascido com dois problemas cardíacos e, literalmente, morou no hospital até ter 1 ano e 7 meses, Fábio e eu tivemos a certeza de que havíamos feito a coisa certa ao doar os órgãos do Gui. Às vezes, a gente fica pedindo milagres para Deus e deixa de perceber que podemos ser responsáveis por esses milagres também. Perder um filho é uma dor sem fim. Mas ter salvado uma vida ao doar os órgãos dele ameniza a angústia. Porque dá sentido à partida dele. […] Desde então, ficamos muito próximos da família da Vitória. Nos falamos sempre e, no Dia das Mães, fomos visitá-los em Santa Catarina. Ficamos na casa deles. Foram dias maravilhosos, vendo a Vitória viver com tanta energia. Emocionante o sorriso que ela dá toda vez que cochicho em seu ouvido: “Aproveita bem esse coração generoso que bate dentro do seu peito, menina”. (Luciana Novello, 43 anos, funcionária pública, Campinas, SP) “O coração era tão perfeito que começou a bater sozinho!” “Guerreira” é a palavra que define minha filha. Eu estava com quatro meses de gravidez quando descobri, num ultrassom, que a Vitória tinha dois problemas raros no coração. Era como se ela só tivesse metade do órgão – e essa metade não funcionasse muito bem. Assim que nascesse ela iria precisar de uma cirurgia muito arriscada! […] Em abril de 2012, Vitória nasceu. No segundo dia de vida, já foi submetida a três horas de uma operação difícil, durante a qual teve

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    28 de fev. de 2018
    Tema: Manifestações populares e segurança nacional
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema: Manifestações populares e segurança nacional: os limites para a preservação da integridade física e moral

    Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: Manifestações populares e segurança nacional. CFOBM-DF – Idecan – 2017 Manifestantes tentam furar bloqueio de segurança e entram em confronto com a PM O clima é de guerra na Esplanada dos Ministérios. Munidos de máscaras e mochilas, um grupo de manifestantes deixou a concentração no Museu da República, por volta das 17h desta terça-feira (13/12), e desceu rumo ao cordão de isolamento montado pela Polícia Militar em frente à Catedral. Há confronto entre manifestantes e os policiais. As pessoas que desceram em direção ao museu iniciaram um enfrentamento contra os PMs, que reagiram com gás de pimenta e cassetetes. Os manifestantes recuaram e começaram a voltar para o Museu da República por volta das 17h23, mas bombas são lançadas dos dois lados. A tropa de choque da PM avançou contra os manifestantes para que eles se afastem do cordão de isolamento. Há pelo menos um policial militar ferido no rosto. De acordo com a corporação, são cerca de 2 mil pessoas na Esplanada. (Disponível em: bombeiros df..) O princípio da dignidade da pessoa humana, enquanto fundamento basilar do Estado Democrático de Direito, deve ser utilizado pelo poder público como parâmetro na resolução de conflitos estabelecidos entre os direitos fundamentais à intimidade e à segurança pública, de modo a preservar a integridade física e moral do indivíduo. Tal conduta afasta da legitimidade estatal a prática da busca e apreensão pessoal, violadora do direito individual à intimidade pessoal. (Bruna Borgmann. A proteção do direito à intimidade no contexto Jurídico Nacional. (Disponível em:  revistas unijui) Protesto x Vandalismo O Brasil está dando uma verdadeira lição de democracia e liberdade de expressão, para os quatro cantos do mundo. Empunhando cartazes onde estavam estampadas as suas revoltas; indignações e reinvindicações. Grande quantidade de pessoas por todo País foram às ruas demonstrando cada uma, de sua forma os seus sentimentos pelo momento político que passa a nossa sociedade, seja relacionado à falta de segurança, ou contra a corrupção sem punição dentre outras reinvindicações. A maioria esmagadora fez o seu protesto de forma pacífica e ordeira. […] Mas infelizmente pessoas de pensamentos e atitudes reprováveis dentro de uma sociedade, motivadas pelo senso de ignorância e destruição, e que não possuem objetivo de crescimento de qualidade nenhuma, nem de forma pessoal, nem como membro de uma sociedade civilizada, usa de má índole para praticar ações de vandalismo, destruindo prédios públicos depredando ônibus e causando os mais diversos prejuízos, seja com relação às entidades públicas ou privadas, procurando de forma maldosa e sem caráter, desviar o sentido principal da grande maioria dos presentes, que é levar as autoridades as suas reinvindicações. Com base nos textos motivadores, escreva um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema: Manifestações populares e segurança nacional.

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    28 de fev. de 2018
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de Redação: Sexualização Infantil: natural ou imposta?

    PROPOSTA DE REDAÇÃO – Tema de Redação: Sexualização Infantil: natural ou imposta? Texto 1: As crianças aprendem com tudo o que vivenciam, observam, escutam e, principalmente, com os comportamentos que absorvem dos adultos. Então, é de importância fundamental discutir de que forma os pequenos desenvolvem a relação com o seu corpo e o corpo do outro. A erotização infantil atravessa as etapas de desenvolvimento da criança e antecipam seus aprendizados, o que pode ser bastante nocivo. Antes de mais nada, é preciso atentar para o fato de que sexualidade é diferente de sexualização. A primeira é inata ao ser humano e deve ser estimulada de maneira saudável, de modo que a criança tenha familiaridade com seu próprio corpo, saiba identificar onde dói para ajudar os pais e cuidadores a tomar conta de sua saúde, e possa se instrumentalizar para estabelecer os limites entre carinho e abuso. Já a segunda acontece de fora para dentro, ou seja, não é um processo natural da criança, e sim uma manobra que adultiza a criança, muitas vezes é encabeçada pela publicidade infantil. Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/defender/indicacao/sexualizacao-precoce-precisamos-falar-sobre-erotizacao-infantil/ Texto 2: Com a estreia da segunda temporada do seriado “Stranger Things”, os jovens protagonistas da série de ficção científica voltaram aos holofotes de fãs e imprensa do mundo inteiro – mas nem sempre de um ponto de vista positivo ou que respeite sua condição de crianças, segundo críticos. A sexualização precoce de alguns deles despertou um grande debate. Discute-se também qual será o impacto da pressão imposta pela fama em atores ainda na puberdade. A atriz Millie Bobby Brown, que interpreta Eleven (Onze, na tradução em português), tem apenas 13 anos, mas foi listada pela revista W com um grupo de atores muito mais velhos – de Nicole Kidman a James Franco – entre os atores que “fazem a televisão estar mais sexy do que nunca”. Com base nos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de Redação: Sexualização Infantil: natural ou imposta?

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    28 de fev. de 2018
    Prepare-se: Unicamp!
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Prepare-se: Unicamp!

    Confira as dicas para mandar bem na redação da concorrida Unicamp. Para passar na Unicamp qualquer detalhe faz diferença. Por isso, esse post é exclusivo para falar da Redação Unicamp. A prova de redação está caindo na segunda fase do vestibular, e reserva algumas peculiaridades. A Unicamp costuma propor dois textos de gêneros diferentes, que não são divulgados antes. Cada texto vale 24 pontos, fechando um total de 48 pontos. Desde o último vestibular, a redação passou a ter um peso maior na Unicamp, a produção dos dois textos corresponde a 20% da nota final. Ou seja, não dá para marcar bobeira na hora de escrever! E vamos, Prepare-se: Unicamp! Além de estar afiado na prática da escrita, o vestibulando deve ter bem claro os critérios de avaliação do vestibular que vai prestar. Isso vai fazer com que o aluno se atente aos detalhes, evitando perder pontos por pequenos descuidos, confira! Critérios de correção: Gênero textual e interlocução: Esse critério leva em conta se o texto corresponde ao gênero solicitado na proposta de redação, e se os interlocutores, ou seja, a quem você se dirige durante o desenvolvimento do texto (a quem você se refere) estão sendo considerados. Propósito: Nesse item o aluno é avaliado por cumprir ou não com o que foi pedido na proposta de redação, e se esteve atento às instruções de elaboração do texto. Leitura e interpretação textual: Nesse aspecto, o vestibulando vai ser avaliado quando as relações que ele faz entre a redação e os textos fornecidos na prova. Articulação escrita: Os dois textos devem apresentar uma escrita fluida, coerente, e bem fundamentada. O candidato também deve mostrar que sabe adequar a linguagem a cada um dos gêneros solicitados. Vale lembrar que, na Unicamp, a redação é zerada apenas quando ocorre fuga do tema ou fuga do tipo de texto exigido. É fundamental para quem vai fazer o vestibular da Unicamp estar familiarizado com diferentes tipos de texto, pois é recorrente ser exigido outros gêneros além da dissertação. Ou seja, é bom ater-se as diferenças de um tipo textual para outro: carta, narração, conto, dissertação, entre outros, como você pode ver abaixo, nos temas de redação Unicamp dos últimos cinco anos. É bom ressaltar que essa variedade também aparece quanto aos temas de Redação que caem na Unicamp. Se observarmos os últimos temas, vamos ver que são bem diferentes uns dos outros, mas todos são relacionados a atualidades, ou seja, com o contexto vivido no ano em que a prova foi aplicada. 2012 – Nesse ano, foi pedido para que o aluno escrevesse um comentário de internet sobre a profissão de cientista; ou um manifesto de estudantes de uma escola sobre monitoramento online; ou, ainda, um verbete explicando o conceito de computação em nuvem. 2013 – Já em 2013, o vestibulando deveria fazer um resumo de um texto sobre pessimismo; ou uma carta a redatores de um jornal sobre alcoolismo. 2014 – A proposta de 2014 pedia para que o aluno escrevesse um relatório sobre oficina cultural em uma escola; na segunda proposta, uma carta aberta de uma associação, dirigida a autoridades, sobre problemas no trânsito. 2015 – O aluno deveria escrever uma carta para convocar pais de alunos a um debate sobre violência nas escolas; ou fazer uma síntese sobre recursos tecnológicos para humanizar atendimento na área da saúde. 2016 – Nesse ano foi a vez de fazer uma resenha de uma fábula de La Fontaine; ou um artigo de divulgação de um texto científico sobre indução de emoções.

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    28 de fev. de 2018
    Tema: Burocracia no século XXI: um mal necessário?
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de Redação: Burocracia no século XXI: um mal necessário?

    Tema: Burocracia no século XXI: um mal necessário? Texto 1: Karl EmilMaximilian Weber, nascido em Erfurt Alemanha) no dia 21 de Abril de 1864, foi um dos maiores sociólogos e o criador da Sociologia da Burocracia. Imagine um cenário por volta de 1940, empresas sendo fundadas, outras organizações evoluindo, evolução do maquinário e as Teorias de Administração surgindo. Com base nos estudos de Weber e suas referências ao estado e à igreja, administradores da época perceberam que as empresas, apesar de evoluírem, permaneciam sendo mal administradas, de forma Pessoal, baseadas em opiniões pessoais do empresário ou até mesmo com seu Humor. Segundo Weber, “A Burocracia é o único modo de organizar eficientemente um grande número de pessoas e, assim, expande-se inevitavelmente com o crescimento econômico e político”. A Teoria da Burocracia vem da premissa de que a burocracia é a organização eficiente por excelência. Fonte: administradores – weber e a teoria da burocracia de 1940 para os dias atuais Texto 2: Adotada na administração, a teoria da burocracia prevê a necessidade de um modelo organizacional racional, onde é possível alcançar os objetivos, reconhecendo o que cada um deve fazer para que o resultado seja alcançado com organização e rapidez. Esse modelo burocrático empregado por Weber possui características consideradas eficientes até os dias de hoje: caráter formal das comunicações, caráter legal das regras e regulamentos, caráter racional e divisão do trabalho, competência técnica e meritocracia, hierarquia de autoridade. Fonte: mundo carreira – teoria da burocracia aplicada na administracao Com base nos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo: Tema: Burocracia no século XXI: um mal necessário?

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    28 de fev. de 2018
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de Redação: Sociedade do Espetáculo

    Com base nos textos abaixo e no seu conhecimento, escreva uma dissertação sobre Tema de Redação: Sociedade do Espetáculo. Texto 01 “A política como espetáculo nos meios de comunicação tornou-se rotineira, especialmente quando se trata da televisão. Em momentos mais dramáticos, como os atuais, o problema se agrava. O espaço para a reflexão desaparece e ganham destaque as cenas mais sensacionais como gravações ocultas, bate-boca entre parlamentares, acusações bombásticas emitidas em encenações teatrais e assim por diante. É assim que funcionam os programas de auditório, as novelas, os shows policialescos do final de tarde e os anúncios comerciais em suas diferentes versões (entre os programas, nos intervalos ou mesmo dentro deles, os chamados merchadisings). Há toda uma lógica para conquistar audiência, mantê-la a qualquer custo e graças a isso empurrar fogões, geladeiras, xampus, cervejas em doses maciças sobre o telespectador.” Fonte: observatorio da imprensa Texto 02 “Mais importante obra teórica produzida no contexto que precedeu os acontecimentos de Maio de 1968, A sociedade do espetáculo é um livro genial e único, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Para Antonio Negri, é um dos dez livros mais importantes do século. Para Jean–Jacques Pauvert, “não antecipou 1968, como normalmente se diz; antecipou o século XXI”. Está certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia, denunciadas por Debord, foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios — da arte à economia, da vida cotidiana à política —, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade. O livro é, sem dúvida, a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação da vida comum. A edição brasileira inclui dois trabalhos posteriores — um de 1979, outro de 1988 — em que Debord comenta sua própria obra.” Fonte: livraria saraiva Faça uma redação sobre Tema de Redação: Sociedade do Espetáculo e envie pra gente!

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    28 de fev. de 2018
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema: Carnaval: cultura a ser preservada ou futilidade?

    Leia os textos abaixo e escreva um texto dissertativo-argumentativo com o Tema: Carnaval: cultura a ser preservada ou futilidade? Texto I “[…]A cultura pode ser considerada uma vasta riqueza, mas é intangível e subjetiva. Se a alegação de interesse social ou cultural for suficiente para o provisionamento de vastos recursos públicos para algo que não é essencial, penaliza-se justamente os que mais dependem dos recursos públicos e menos podem se proteger da inflação: os de baixa renda, os mesmos que sofrem com altos impostos em tudo que precisam consumir. Simples e objetivo: o que é privado deve ser custeado apenas e tão somente pelos mesmos que lucram ou têm interesse em sua realização; os demais devem poder escolher onde empenham os próprios recursos.” Fonte: gazeta do povo – punição a quem mais depende da verba pública Texto II “[…] faz-se importante lembrar que o Decreto-Lei 25, de 1937, conceitua o carnaval como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, vinculando-o a fatos memoráveis da história do Brasil com excepcionais valores artísticos. O carnaval não é só uma festa do povo, como também gera ocorrências locais e regionais consideradas pelo Ministério da Cultura, Iphan e Unesco como patrimônios imateriais brasileiros. O artigo 216 da Constituição de 1988 incorpora elementos da moderna visão do que seja o cultural e, sem dúvida, cabe ao governo fundamentar-se no Sistema Nacional de Cultura de forma descentralizada e participativa (Emenda Constitucional 71, de 2012) para planejar e organizar os festejos no sentido de ampliar a participação popular e o orgulho nacional.” Fonte: gazeta do povo – um patrimônio público nacional Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Carnaval: cultura a ser preservada ou futilidade?

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    28 de fev. de 2018
    Tema de Redação para Concursos: Ética na sociedade contemporânea
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de Redação para Concursos: Ética na sociedade contemporânea

    Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema para Concursos: Ética na sociedade contemporânea. Texto 1: A palavra ética vem do grego Ethikós, que significa “modo de ser”. Trata o comportamento humano pelo seu valor moral, a natureza do bem e do justo. É também chamada de filosofia moral, por tratar dos valores inerentes à conduta humana em sociedade. A ética filosófica reflete sobre os valores essencialmente impregnados na sociedade para a busca da moralidade e consciência, e o meio de como alcançar esses valores morais. Porém, inicialmente, quando dos primeiros pensadores gregos, não se estabeleceu regras de conduta nas relações humanas, como atualmente se revela em códigos de ética profissionais, políticos ou empresariais intuídos em harmonizar moralmente as interações sociais. Fonte: https://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/reflexoes-da-etica-aristotelica-para-a-etica-na-sociedade-brasileira-atual/23552/ Texto 2: Bauman com acerto chamou a Ética na Pós-Modernidade como a “Era da Moral”. O referido fundamento nuclear dos fenômenos éticos não consegue ser exaurido dentro de normas precisas calculáveis. A moral, para Bauman, não pode ser demonstrada tampouco logicamente deduzida. Moral é categoria contingente, ambivalente e incontível. É a única autoridade capaz de orientar os seres humanos para compreensão de si, pois flui na incerteza do desejo. Fonte: https://www.jornaljurid.com.br/colunas/gisele-leite/a-etica-e-moral-na-pos-modernidade Com base nos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema para Concursos: Ética na sociedade contemporânea. O que achou de nossos textos motivadores para o Tema para Concursos: Ética na sociedade contemporânea? Venha produzir essa redação com a gente e verifique o que precisa melhorar! Temos correções em 3 dias úteis e com análise geral para concursos!

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    28 de fev. de 2018
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