Oferta Especial: Garanta sua vaga em:
00
DIAS
14
HORAS
06
MINUTOS
51
SEGUNDOS
🚀 Redação Online agora é parte do ecossistema Ennia Education - empresa global de soluções tecnológicasConheça →
Logo Redação Online - Plataforma #1 em Correção de Redação ENEM com 5 alunos NOTA 1000
Como FuncionaDepoimentosPlanosFAQ
Como FuncionaDepoimentosPlanosFAQ

Blog

Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima

Quer aprender na prática?

Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades

Ver Planos de Correção

Endereços

📍 MATRIZ

Sapiens Parque

Av. Luiz Boiteux Piazza, 1302 - Cachoeira do Bom Jesus,
Florianópolis - Santa Catarina, 88056-000

📍 FILIAL

ESTAÇÃO HACK FROM FACEBOOK

AV PAULISTA - TÉRREO - BELA VISTA, SÃO PAULO - SP

Empresa

SITE 100% SEGURO
SSL CERTIFICADO
Certificações de segurança e conformidade - Site 100% seguro com SSL

🔗 Links Rápidos

Planos e PreçosNossa MetodologiaEspecialistasDepoimentosDúvidas frequentesBlog do Redação OnlineTemas de redaçãoTrabalhe conoscoQuero ser corretorContato

💬 Atendimento

Seg-Sex: 8h às 18h

Sáb: 8h às 12h

WhatsApp

Copyright © 2026. Todos os direitos reservados da Redação Online.

    Filtros:Temas de redação
    Tema de Redação: Ações para o uso racional de medicamentos
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Tema de Redação: Ações para o uso racional de medicamentos

    INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO – Tema de Redação: Ações para o uso racional de medicamentos O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 Quem nunca tomou um remédio sem prescrição médica para curar uma dor de cabeça ou febre? Independente da resposta, vale dizer que o Brasil é recordista em automedicação. A pesquisa O Comportamento da Dor do Paulista, realizada em 2014 pelo Instituto de Pesquisa Hibou, identificou que o brasileiro da região sudeste é o que mais se automedica de forma indiscriminada e sem medo das consequências. Apenas 8% dos entrevistados nunca se automedicaram. Segundo o estudo, as dores que mais afetam os cidadãos são a de cabeça (42%), a da lombar (41%), a da cervical (28%) e a nas pernas (26%). O grande problema no uso indiscriminado de medicamentos é a intoxicação. Neste caso, o problema afeta os brasileiros desde 1994, segundo o Conselho Federal de Farmácia. Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a automedicação levou para o hospital mais de 60 mil pessoas entre 2010 e 2015. Outra preocupação refere-se à combinação inadequada dos produtos. Ou seja, o uso de um remédio em concomitância com outro pode anular ou potencializar o efeito ou, em situações mais graves, a ingestão incorreta ou irracional dos medicamentos também pode levar à morte. É o que explica o otorrinolaringologista Jessé Lima Júnior. “O que mais preocupa é a ingestão dos antibióticos. O uso deles pode aumentar muito a resistência bacteriana, e a gente sempre ouve muito sobre as superbactérias, que acabam resultando em muita complicação dentro e fora dos hospitais”, comenta o médico. “Dr. Google” Jessé Júnior lembra que, embora a internet tenha facilitado o acesso às informações, nem sempre o que está presente na web é confiável. Ele cita o caso de pacientes que chegam ao consultório com ideias prévias e, muitas vezes, errôneas sobre os sintomas, inclusive indicando tratamentos. “Isso se agrava quando se tratam de problemas de saúde que requerem medicamentos de uso controlado”, diz o otorrino. Consciência Especialistas lembram que alguns medicamentos analgésicos, que são livres de prescrição médica, podem ser guardados em casa, desde que acomodados em local arejado e longe do alcance das crianças. Menores de 5 anos representam cerca de 35% dos casos de intoxicação por remédios. Se, por um lado, a automedicação é um problema cultural, quem se automedica o faz, muitas vezes, pela dificuldade de acesso aos serviços públicos de saúde. É o que observa Tarcísio Palhano, assessor da diretoria do Conselho Federal de Farmácia. A recomendação é que o cidadão não permaneça sofrendo com dores. Ele aconselha, no entanto, que se evite tomar analgésicos por conta própria como se fosse uma prática de vida. “Vemos pessoas madrugando em filas, em postos e em hospitais para conseguir uma ficha de atendimento para dali a seis meses. Então, como chegar para essa pessoa e  impedir que se automedique? É natural que o faça, desde que esporadicamente e de modo consciente”, afirma o especialista. O estudo do Instituto Hibou mostra que 74% da população tem em mente que a automedicação é prejudicial à saúde e que evitar o consumo de medicamentos pode ser benéfico para a boa saúde no futuro. Descarte O Brasil é o sétimo país que mais consome medicamentos do mundo, mas, existe pouca legislação referente ao correto descarte de remédios vencidos ou sem uso. Jogar os produtos no meio ambiente de forma arbitrária contamina a água, o solo, os animais e prejudica a saúde pública. O descarte de medicamentos deve ser feito em pontos de coleta específicos, como em algumas farmácias, para serem encaminhados à destinação final adequada. Fonte: https://www.revistaencontro.com.br/canal/atualidades/2017/07/sabia-que-o-brasil-e-lider-na-automedicacao.html Texto 2 Texto 3 O uso de medicamentos de forma incorreta pode acarretar o agravamento de uma doença, uma vez que a utilização inadequada pode esconder determinados sintomas. Se o remédio for antibiótico, a atenção deve ser sempre redobrada. O uso abusivo destes produtos pode facilitar o aumento da resistência de microorganismos, o que compromete a eficácia dos tratamentos. Outra preocupação em relação ao uso do remédio refere-se à combinação inadequada. Neste caso, o uso de um medicamento pode anular ou potencializar o efeito do outro. O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode trazer, ainda, consequências como: reações alérgicas, dependência e até a morte. Conceito Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existe o uso racional de medicamentos (URM) quando “os pacientes recebem medicamentos apropriados às suas necessidades clínicas, em doses e períodos adequados às particularidades individuais, com baixo custo para eles e sua comunidade”. A definição foi proferida durante Conferência de Nairobi, Quênia, em 1985.  Tipos de Uso Irracional de Medicamentos Uso abusivo de medicamentos (polimedicação); Uso inadequado de medicamentos antimicrobianos, freqüentemente em doses incorretas ou para infecções não-bacterianas; Uso excessivo de injetáveis nos casos em que seriam mais adequadas formas farmacêuticas orais; Prescrição em desacordo com as diretrizes clínicas; Automedicação inadequada, frequentemente com medicamento que requer prescrição médica. Estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS) Em todo o mundo, mais de 50% de todos os medicamentos receitados são dispensáveis ou são vendidos de forma inadequada. Cerca de 1/3 da população mundial tem carência no acesso a medicamentos essenciais. Em todo mundo, 50% dos pacientes tomam medicamentos de forma incorreta. Fonte: https://www.endocrino.org.br/os-perigos-da-automedicacao/ A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Ações para o uso racional de medicamentos, apresentando proposta de intervenção que respeite

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    05 de out. de 2017
    Tema de Redação: PEC 241 - teto para gastos públicos
    Otavio Pinheiro
    9 min

    Tema de Redação: PEC 241 – teto para gastos públicos

    Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o Tema de Redação: PEC 241 – teto para gastos públicos. Texto 1 Entenda o que é a PEC 241 (ou 55) e como ela pode afetar sua vida. Com o objetivo de congelar gastos públicos e contornar a crise econômica, proposta divide especialistas. O que é a PEC do teto de gastos? A PEC, a iniciativa para modificar a Constituição proposta pelo Governo, tem como objetivo frear a trajetória de crescimento dos gastos públicos e tenta equilibrar as contas públicas. A ideia é fixar por até 20 anos, podendo ser revisado depois dos primeiros dez anos, um limite para as despesas: será o gasto realizado no ano anterior corrigido pela inflação (na prática, em termos reais – na comparação do que o dinheiro é capaz de comprar em dado momento – fica praticamente congelado). Se entrar em vigor em 2017, portanto, o Orçamento disponível para gastos será o mesmo de 2016, acrescido da inflação daquele ano. A medida irá valer para os três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário. Pela proposta atual, os limites em saúde e educação só começarão a valer em 2018. Por que o Governo diz que ela é necessária? O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, diz que “não há possibilidade de prosseguir economicamente no Brasil gastando muito mais do que a sociedade pode pagar. Este não é um plano meramente fiscal.” Para a equipe econômica, mesmo sem atacar frontalmente outros problemas crônicos das contas, como a Previdência, o mecanismo vai ajudar “a recuperar a confiança do mercado, a gerar emprego e renda” ao mesmo tempo em que conterá os gastos públicos, que estão crescendo ano a ano, sem serem acompanhados pela arrecadação de impostos. Para uma parte dos especialistas, pela primeira vez o Governo está atacando os gastos, e não apenas pensando em aumentar as receitas. O Governo Temer não cogita, no momento, lançar mão de outras estratégias, como aumento de impostos ou mesmo uma reforma tributária, para ajudar a sanar o problema do aumento de gasto público no tempo. O que dizem os críticos da PEC? Do ponto de vista de atacar o problema do aumento anual dos gastos públicos, uma das principais críticas é que uma conta importante ficou de fora do pacote de congelamento: os gastos com a Previdência. É um segmento que abocanha mais de 40% dos gastos públicos obrigatórios. Logo, a PEC colocaria freios em pouco mais de 50% do Orçamento, enquanto que o restante ficaria fora dos limites impostos – só a regra sobre o salário mínimo tem consequências na questão da Previdência. A Fazenda afirmou, de todo modo, que a questão da Previdência será tratada de forma separada mais à frente. “Se não aprovar mudanças na Previdência, um gasto que cresce acima da inflação todos os anos, vai ter de cortar de outras áreas, como saúde e educação”, diz Márcio Holland, ex-secretário de política econômica da Fazenda. “Nesse sentido, a PEC deixa para a sociedade, por meio do Congresso, escolher com o que quer gastar”, complementa. Há vários especialistas que dizem que, na prática, o texto determina uma diminuição de investimento em áreas como saúde e educação, para as quais há regras constitucionais. Os críticos argumentam que, na melhor das hipóteses, o teto cria um horizonte de tempo grande demais (ao menos dez anos) para tomar decisões sobre toda a forma de gasto do Estado brasileiro, ainda mais para um Governo que chegou ao poder sem ratificação de seu programa nas urnas. Eles dizem ainda que, mesmo que a economia volte a crescer, o Estado já vai ter decidido congelar a aplicação de recursos em setores considerados críticos e que já não atendem a população como deveriam e muito menos no nível dos países desenvolvidos. Se a economia crescer, e o teto seguir corrigido apenas de acordo com a inflação, na prática, o investido nestas áreas vai ser menor em termos de porcentagem do PIB (toda a riqueza produzida pelo país). O investimento em educação pública é tido como um dos motores para diminuir a desigualdade brasileira. Quando a PEC começa a valer? Começa a valer a partir de 2017. No caso das áreas de saúde e educação, as mudanças só passariam a valer após 2018, quanto Temer não será mais o presidente. Qual o impacto da PEC no salário mínimo? A proposta também inclui um mecanismo que pode levar ao congelamento do valor do salário mínimo, que seria reajustado apenas segundo a inflação. O texto prevê que, se o Estado não cumprir o teto de gastos da PEC, fica vetado a dar aumento acima da inflação com impacto nas despesas obrigatórias. Como o salário mínimo está vinculado atualmente a benefícios da Previdência, o aumento real ficaria proibido. O Governo tem dito que na prática nada deve mudar até 2019, data formal em que fica valendo a regra atual para o cálculo deste valor, soma a inflação à variação (percentual de crescimento real) do PIB de dois anos antes. A regra em vigor possibilitou aumento real (acima da inflação), um fator que ajudou a reduzir o nível de desigualdade dos últimos anos. O que acontece se a PEC for aprovada e o teto de gastos não for cumprido? Algumas das sanções previstas no texto da PEC para o não cumprimento dos limites inclui o veto à realização de concursos públicos, à criação de novos cargos e à contratação de pessoal. Em outras palavras, pretende ser uma trava muito mais ampla que a Lei de Responsabilidade Fiscal, por exemplo, que cria um teto de gastos com pessoal (vários Estados e outros entes a burlam atualmente). A PEC do teto vale para os Estados também? A PEC se aplicará apenas aos gastos do Governo Federal. No entanto, a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, já sinalizou que o Planalto deve encaminhar em breve uma segunda PEC que limita os gastos estaduais. Por enquanto não há consenso entre o Executivo Federal e os governadores sobre o assunto. Quais impactos a PEC pode ter nas áreas de

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    03 de out. de 2017
    tema: COMO VIVER EM UMA SOCIEDADE NARCISISTA?
    Otavio Pinheiro
    7 min

    Tema: Como sobreviver em uma sociedade narcisista

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: COMO VIVER EM UMA SOCIEDADE NARCISISTA? Texto 1 Quem é sobrevalorizado na infância torna-se mais narcisista Início do narcisismo é social, dizem investigadores americanos, para quem as crianças acreditarem que são melhores do que as outras não é bom para elas nem para a sociedade Expressar carinho e dar apoio e atenção às crianças é bom e recomenda-se. O problema surge quando os pais sobrevalorizam sistematicamente os filhos, dizendo-lhes que são superiores aos outros. De acordo com os resultados de um estudo publicado nos Estados Unidos, esse comportamento faz que as crianças se tornem narcisistas, ou seja, que tenham uma admiração excessiva e exagerada sobre si próprias. A intenção pode ser a melhor – aumentar a autoestima -, mas o efeito pode ser o contrário. Segundo um estudo publicado na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences, citado pelo El País, “o início do narcisismo é social e deve-se, sobretudo, à sobrevalorização dos pais e não à falta de carinho”. A autoestima, explicam os investigadores, está relacionada com o amor e não dependente de uma sobrevalorização das crianças. É nos filhos cujos pais demonstram mais afeto que é encontrada uma autoestima mais elevada. O estudo foi feito ao longo de mais de um ano e envolveu 565 crianças holandesas, com idades compreendidas entre os 7 e os 12 anos, a altura em que, de acordo com os investigadores, surgem os primeiros traços de narcisismo. “Recomendam-se intervenções com os pais a este respeito, a fim de ensinar-lhes como expressar afeto e apreço pelos filhos, sem a necessidade de dizer-lhes que são superiores aos outros ou que têm direito a determinados privilégios”, consideram os autores. Os investigadores avisam que o facto de as crianças acreditarem que são melhores do que as outras não será bom para elas nem para a sociedade. Em função dos traços genéticos e da própria personalidade, há algumas que têm mais tendência do que outras para ser narcisistas. Dizem os autores do estudo que é muito importante expressar todo o afeto possível pelas crianças, mas sem exagerar. A chave é o equilíbrio “Tudo o que é exagerado, ou seja, o absurdo da valorização sem chamar a atenção para as falhas pode ser negativo”, diz Ana Gomes, psicóloga clínica. Segundo a docente da Universidade Autónoma de Lisboa, “a criança precisa de ser reconhecida, valorizada, alimentada narcisicamente”. Se não foram os pais a fazê-lo, alerta, a criança não o fará sozinha. No entanto, “devem ser momentos de investimento narcísico pontual, porque fazer isso constantemente pode ser contraproducente”. Mas o não investimento também é mau. “O problema é que ninguém sabe onde está o equilíbrio.” A psicóloga defende que esse investimento é importante, “especialmente numa fase precoce da infância, até aos 3 anos”. Se por um lado os pais devem destacar os pontos positivos, por outro também devem chamar a atenção para os menos bons. “Se houver equilíbrio, a criança desenvolve uma autoestima equilibrada.” Até porque, explica a docente da UAL, se houver incoerência em relação ao que é dito pelos pais e às suas capacidades, fora do contexto familiar não haverá o mesmo feedback, o que pode gerar problemas. “Se a criança ficar dependente desses reforços, pode ser negativo.” E vai sofrer, porque o mundo não fará o mesmo reconhecimento que os pais. Ana Gomes explica que “há pais que não conseguem ver os pontos menos bons nos filhos, que só identificam os positivos, o que também não é bom”. Mas, reforça, “hipervalorizar um filho não tem de ser mau, desde que haja coerência”. Fonte: https://www.dn.pt/sociedade/interior/quem-e-sobrevalorizado-na-infancia-torna-se-mais-narcisista-6224615.html Texto 2 O narcisismo na contemporaneidade: O  mal estar na era das selfies Sigmund Freud, o criador da psicanálise, teorizou sobre o conceito de narcisismo, em sua obra Introdução ao Narcisismo, trazendo questões importantes sobre o desenvolvimento do sujeito que ainda podem ajudar a pensarmos no meio em que vivemos, para que uma pessoa consiga estabelecer bons vínculos sociais, é necessário que durante o período da infância, a criança se sinta amada principalmente pelas figuras familiares, ou seja, caracterizando como fundamental o olhar e troca/investimento afetivo. Com isso, de acordo com a teoria freudiana, é normal e esperado que o narcisismo esteja presente no desenvolvimento de todos nós, mas a forma como é vivenciado na infância influenciará nas outras fases da vida de cada um. Por exemplo, caso ocorra investimento narcísico em excesso o indivíduo poderá ficar voltado demais para si mesmo, e possivelmente terá dificuldades de estabelecer vínculos mais profundos. Em relação à mitologia grega, Narciso era aquele que ficou conhecido pela sua beleza e também pela impossibilidade de se contemplar, pois segundo o mito, isso lhe renderia vida longa. Mas ao ver-se refletido nas águas de uma fonte, ele se apaixona por si. E em busca desse amor impossível, Narciso funde-se consigo mesmo e sucumbe na própria imagem. Trazendo para o atual contexto, podemos ver tal mito nas tecnologias, principalmente com o uso das redes sociais, e a tão falada “selfies” (substantivo originado de self, “eu” em inglês) não estariam ligadas apenas na intenção de se expor, através de fazer um auto-retrato, mas também uma busca pelo elogio e olhar do outro de ser admirado reconhecido, e assim, amado. O que é muito discutido atualmente, seria se toda essa exposição e busca revela um sintoma da sociedade, cada vez menos interessada nas relações de fato e reais, á medida que apenas investe na proliferação de imagens, que não necessariamente traduzem o sentido real, ou seja, se o indivíduo de fato esta feliz e bem. Mas nessa busca por ser admirado e amado, de modo tão instantâneo, muitas vezes sem parar refletir, sendo assim de modo mais impulsivo, traduzem os reais sentimentos? E ao final, o indivíduo que terá muitas curtidas e elogios realmente se sentirá melhor? Acredito que esse sentimento perdura um curto período de tempo, é instantâneo, e por isso, novamente a pessoa precisa postar outra e outra e mais uma “selfie”, para

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    28 de set. de 2017
    Tema: Reality shows – espelho da sociedade
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema: Reality shows – espelho da sociedade

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema: Reality shows – espelho da sociedade. Texto 1 Idealizador dos reality shows “Big Brother” e “The Voice”, o holandês John De Mol, 58 anos, constata que construiu um império na área de televisão quando olha para o mapa fixado em uma das paredes no seu escritório. De todos os países que enxerga, em pelo menos 150 há uma emissora exibindo algum de seus inúmeros programas. Sua mais nova criação, “Utopia”, estreou no começo de janeiro na Holanda, já foi comprado pela Fox americana e deverá ser comercializado para pelo menos outros cinco países. Em “Utopia”, a experiência do reality show é levada ao extremo: durante um ano, 15 pessoas precisam estipular suas próprias regras para criar uma nova sociedade, pois, na visão de De Mol, a que vivemos não está dando certo. Uma ideia louca, mas, como ele mesmo diz, nenhuma ideia é louca ou absurda demais que não possa ser testada na tevê.  Os reality shows são o espelho da sociedade. Mostram pessoas que vivem ao seu lado, que você reconhece, estão na rua. Algumas pessoas se gostam, outras não, umas se apaixonam, outras brigam. Sempre traz a pergunta: como você reagiria a essa situação? […] Fonte Texto 2 Nos reality shows, não é só a visibilidade que é uma armadilha. Tudo parece cuidadosamente desenhado para levar os participantes aos extremos, numa busca desenfreada pela audiência, não importa a que custo. Além de estarem sendo vigiados o tempo inteiro, inclusive nos momentos nos quais fazem suas necessidades básicas, os participantes são submetidos a verdadeiros experimentos. A escolha do elenco de uma edição é feita observando os mínimos detalhes e procurando encontrar nos participantes características que os coloquem sempre em embate, gerando assim material para a edição e entretenimento para um público sedento por sangue. Fonte  Texto 3: Escreva uma redação sobre Tema: Reality shows – espelho da sociedade e nos envie para correção!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    25 de set. de 2017
    Tema de Redação: Crise na Coreia
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de Redação: Crise na Coreia

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: CRISE NA COREIA DO NORTE. Texto 1 5 passos para entender a crise na Coreia do Norte O avanço do programa nuclear norte-coreano e a ameaça de retaliação dos Estados Unidos elevam a tensão na Península Coreana O avanço do programa nuclear da Coreia do Norte e a possibilidade de que o país realize um novo teste com bombas atômicas têm elevado a tensão na Ásia. Os Estados Unidos (EUA) ameaçam retaliar militarmente qualquer tentativa de teste da Coreia do Norte, enquanto a China, aliada dos norte-coreanos, procura mediar a crise diplomaticamente e evitar um conflito. Entenda as raízes históricas desta crise e por que as relações entre EUA e Coreia do Norte chegaram a este ponto: A Guerra da Coreia A Guerra Fria dividiu o mundo em duas zonas de influência: uma capitalista, sob a liderança dos EUA, e outra comunista, controlada pela União Soviética (URSS). Sob este contexto, a Península Coreana deu origem à Coreia do Norte, sob influência da URSS, e a Coreia do Sul, alinhada com os EUA. Em 1950, a Coreia do Norte invadiu a Coreia do Sul, deflagrando a Guerra da Coreia. Uma trégua foi assinada em 1953, estabelecendo uma zona desmilitarizada na fronteira entre os dois países. Mas as Coreias permanecem tecnicamente em guerra, já que não foi assinado nenhum acordo de paz. O regime norte-coreano A Coreia do Norte é um país comunista de partido único sob controle da dinastia Kim desde 1948. A nação é economicamente atrasada, fechada à comunidade internacional e tem seu comando baseado no culto à personalidade do atual líder, Kim Jong Un, que herdou do pai e do avô a chefia do regime. Na ditadura norte-coreana não há liberdade de imprensa e direitos civis. O regime é acusado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU de promover prisões abusivas, assassinatos, escravidão, tortura e estupros contra dissidentes. A Coreia do Norte é o país mais militarizado do mundo, com uma estimativa de 1,2 milhão de soldados e 6 milhões de reservistas para uma população de 25 milhões. O programa nuclear Com o fim da União Soviética, em 1991, a Coreia do Norte perdeu o apoio financeiro da antiga potência e entrou em crise econômica. Seguidas safras ruins provocaram escassez de alimentos e centenas de milhares de pessoas morreram de fome. O governo passou a depender da ajuda financeira de seus rivais – EUA, Japão e Coreia do Sul. A partir de 2000, as potências ocidentais começam a estimular negociações para a reunificação das Coreias. Para garantir a sobrevivência do regime, a Coreia do Norte iniciou um programa nuclear, acreditando que a posse de armas atômicas conseguiria dissuadir qualquer ação dos EUA para tentar derrubar o governo. Também foi uma forma que o regime encontrou para ter maior poder de barganha com as grandes potências e conseguir exigir concessões econômicas. Em 2006, o país testou pela primeira vez uma bomba atômica com sucesso. Desde então, a Coreia do Norte já realizou outros quatro testes nucleares – o último, em setembro de 2016. As negociações Desde o primeiro teste nuclear da Coreia do Norte, as potências ocidentais tentam convencer o país a abandonar suas ambições nucleares. Complexas negociações têm andamento, com os norte-coreanos barganhando benefícios como envio de petróleo e alimentos em troca do fechamento de reatores nucleares e permissão para inspeções internacionais. Mas nas poucas vezes em que as partes chegaram a um acordo, o regime norte-coreano rompeu o compromisso e deu prosseguimento ao programa nuclear. Com o avanço dos testes atômicos, a ONU impôs diversas sanções à Coreia do Norte que incluem proibição de viagens e congelamento de ativos de funcionários do regime, além de materiais, equipamentos e tecnologias que foram proibidos de serem exportados para o país. A crise atual Até recentemente, os EUA vinham lidando com a ameaça norte-coreana de forma diplomática, impondo sanções na tentativa de sufocar a economia e forçar  o regime a desistir de seu programa nuclear. Mas, ao ser pressionado, Kim Jong Un tem respondido com uma retórica agressiva, ameaçando com novos testes e dizendo-se pronto para entrar em uma guerra. A atual crise começou com a intensificação da atividade militar da Coreia do Norte, que passou a testar a capacidade de novos mísseis desde o início do ano. Também surgiram rumores de que o país estaria preparando um novo teste nuclear em breve. Essa atitude do regime entrou em rota de colisão com o novo presidente dos EUA, Donald Trump, que assumiu em janeiro. Disposto a não tolerar as provocações norte-coreanas, Trump ameaçou uma retaliação energética em caso de um novo teste nuclear. Por sua vez, a China, principal aliada dos norte-coreanos, tenta colocar panos quentes na crise e convencer os dois lados a não elevar a tensão. Devido ao isolamento da Coreia do Norte, não há uma estimativa precisa do arsenal do país. Acredita-se que o regime dispõe de mais de mil mísseis de diferentes alcances, incluindo os de longo alcance que poderiam atingir os EUA. O país ainda não conseguiu testar um míssil balístico intercontinental capaz de abrigar uma ogiva atômica, mas a Coreia do Norte teria condições de realizar um ataque nuclear a nações vizinhas como a Coreia do Sul e o Japão. Como o programa nuclear norte-coreano já foi motivo de outras crises agudas no passado, espera-se que a atual tensão não passe da retórica agressiva e troca de acusações entre EUA e Coreia do Norte. Mas, diante de dois líderes intempestivos como Donald Trump e Kim Jong Un, o desfecho dessa crise é imprevisível. Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/atualidades-vestibular/5-passos-para-entender-a-crise-na-coreia-do-norte/

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    21 de set. de 2017
    Tema de Redação: Voto facultativo no Brasil
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de Redação: Voto facultativo no Brasil

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Voto facultativo no Brasil. Texto 1 No Brasil, o voto não é facultativo, sendo assim obrigatório para todos os cidadãos com mais de 18 e menos de 70 anos de idade. Isso representa cerca de 86% dos 144 milhões de eleitores. Apesar disso, temos níveis relativamente altos de abstenções, bem como de votos brancos e nulos. Tomemos como exemplo o pleito de 2014: No primeiro turno, 27,7 milhões de eleitores não compareceram às urnas. Outros 6,6 milhões anularam o voto e 4,4 milhões optaram pelo voto em branco. Somados, foram mais de 38 milhões de votos invalidados. Esses números superaram a votação do segundo candidato mais votado na disputa presidencial, Aécio Neves, que teve 34,8 milhões de votos. No segundo turno, os ausentes chegaram a 30 milhões. Por outro lado, houve menos votos em branco (1,9 milhão) e nulos (5,2 milhões), mas ainda assim o nível de votos inválidos se manteve semelhante ao primeiro turno. Fonte: https://www.politize.com.br/voto-facultativo/ Texto 2 Para Rodolfo Teixeira, cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB), a atual descrença na classe política pode levar a uma grave deserção do brasileiro do processo eleitoral. Além da Operação Lava Jato, que gerou suspeição em políticos e partidos no país, o especialista indica que a revolta é problema mundial, explicitado pela crescente popularidade de estadistas de fora do “sistema tradicional”, com os candidatos norte-americanos Bernie Sanders e o próprio Donald Trump. Para ele, portanto, essa situação somada a uma cultura interna que entende o voto como dever e não direito poderia deixar o processo ainda menos representativo, privilegiando a militância organizada. “A tendência é que grupos como sindicatos, religiosos e do setor financeiro e agronegócio recebam uma fatia maior dos votos, de cadeiras e eleitos”, afirma o professor. “Não adianta copiar países desenvolvidos no processo eleitoral sem estar lá em determinados aspectos”. De acordo com Teixeira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é forçado a dar condições para que as eleições sejam realizadas nos municípios mais remotos do país por conta da obrigatoriedade do voto. Em caso de um sufrágio opcional, haveria possibilidade de esse esforço deixar de ser feito. Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/o-que-falta-para-o-brasil-adotar-o-voto-facultativo/ Escreva um redação com o tema Tema de Redação: Voto facultativo no Brasil e nos envie!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    18 de set. de 2017
    Tema de Redação: Telenovelas brasileiras como influência social
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de Redação: Telenovelas brasileiras como influência social

    Aqui exploraremos o fascinante universo das telenovelas brasileiras e sua influência na sociedade. Há décadas, essas produções televisivas têm conquistado o coração do público, despertando emoções, criando identificação e, muitas vezes, abordando questões sociais relevantes. Neste artigo, vamos explorar a relação entre as telenovelas e a sociedade brasileira, discutindo como elas têm influenciado a forma como as pessoas pensam e agem em diferentes áreas da vida, desde a moda até a política. Confira agora a proposta de redação e os textos motivadores: Proposta de redação Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: Telenovelas brasileiras como influência social. Texto 1 sobre telenovelas brasileiras como influência social: Conforme a psicóloga Márcia Saar, as novelas podem influenciar os telespectadores, pois de maneira geral mexem com suas sensações e emoções, gerando a proximidade e identificação com o que é passado. Ela comenta que como as novelas retratam as situações do cotidiano, mesmo que de determinada realidade, por ser uma comunicação de massa, prende muito a atenção de quem acompanha.  Para a profissional, é notório que as novelas ditam a moda, mas há ainda a questão comportamental que pode sofrer influência. “Dependendo do público que está assistindo, dependendo da percepção e idealização que se tem, os gestos, ações, também são copiados”, explica, relatando que um artista, que é visto como um ídolo, um exemplo de beleza dentro do padrão estético estabelecido pela mídia, tem a facilidade de passar seu comportamento como o ideal. Fonte: hhttps://www.opresente.com.br/geral/2011/01/qual-a-influencia-das-novelas-na-vida-real/1093524/ Texto 2 sobre telenovelas brasileiras como influência social: Reunir-se em frente à televisão após o jantar para assistir à telenovela, mais que um hábito tornou-se infelizmente um ritual nos lares brasileiros. Cultuada, a novela dita moda, linguagem, hábitos e contribui para a alienação de seu público o afastando ainda mais da presença de Deus, onde muitos deixam até de ir a igreja para assistir a novela. A imagem de um “mundo perfeito” mostrada nas novelas dá uma visão distorcida da realidade. Fonte: https://www.acordajovem.com/2013/01/influencia-das-novelas_29.html O que você achou do tema “Telenovelas brasileiras como influência digital”? Toda semana trazemos um tema novo de atualidades para ajudar nos estudos!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    14 de set. de 2017
    Tema de Redação: Relação entre competitividade e qualidade de vida
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de Redação: Relação entre competitividade e qualidade de vida

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Relação entre competitividade e qualidade de vida. Textos motivadores sobre relação entre competitividade e qualidade de vida: TEXTO 1  Competitivo, eu? Confira os prós e os contras da competitividade Profissionais competitivos existem aos montes Brasil afora, mas nem todo mundo admite a característica. Na realidade, segundo o sócio-diretor do Grupo Bridge, Celso Braga, normalmente, as pessoas não percebem que são competitivas. Profissionais competitivos existem aos montes Brasil afora, mas nem todo mundo admite a característica. Na realidade, segundo o sócio-diretor do Grupo Bridge, Celso Braga, normalmente, as pessoas não percebem que são competitivas.  E quem são esses profissionais e como atuam no dia-a-dia? Para Braga, eles estão mais preocupados com o próprio resultado do que com os avanços da equipe. Também não levam em consideração que os colegas podem precisar de ajuda.  “Pessoas assim existem, mas estão em baixa. Hoje, na maioria das empresas, não há mais espaço para a competição. O foco passou a ser o trabalho em equipe. Tanto que, já no processo seletivo, elas costumam ser cortadas. É nítido quando alguém é competitivo. Seu discurso, na entrevista de emprego, é todo na primeira pessoa: eu fiz, eu realizei. Na dinâmica em grupo, ele ou ela toma a dianteira”, conta.  Além disso, a diretora da RMML Consultoria de Imagem Corporativa, Renata Mello, explica que o competitivo, é, via de regra, mais agitado, ansioso e exigente. “Por querer crescer e aparecer mais, esse tipo de profissional é mais inquieto. Muitas vezes, não pensa duas vezes antes de passar por cima de alguém para poder crescer. No entanto, é complicado usar a equipe para aparecer. Uma hora, essa pessoa cai, porque, ao longo do tempo, cria inimigos”. Pontos positivos e negativos  Na opinião de Braga, o ponto positivo de ser competitivo é a capacidade de alavancar resultados muito bons. E qual seria o negativo? “Se o profissional não faz sua parte pensando no coletivo, pode beneficiar seu departamento, mas prejudicar os outros. Por exemplo, na área comercial, é comum encontrar pessoas competitivas. Porém, de que adianta o profissional vender mais do que a empresa é capaz de produzir ou administrar (no caso de contratos)?”.  “Quem é competitivo, não é competitivo por acaso. Geralmente, ele tem força, talento, é bom no que faz, ou seja, tecnicamente é muito capaz, mas, do ponto de vista comportamental, tem esse defeito, perceptível para todos que estão ao redor”, explica o sócio-diretor do Grupo Bridge.  “Recentemente, estava conversando com uma pessoa que contou ter um gerente muito bom em sua empresa, mas que não poderia promovê-lo por conta de seu estilo competitivo. Como ele poderia subir e ser diretor sem resolver antes o conflito que tem com o grupo? Não dá, porque um diretor tem a função de conciliador”, acrescenta.  Ademais, na opinião de Renata, a competição só é boa quando falamos de concorrência com outras empresas do mesmo ramo. Ou seja, o profissional que é competitivo visando ao ganho da empresa perante suas concorrentes é valioso. Todavia, ela é maligna quando se dá contra os colegas de trabalho e subordinados (no caso dos líderes). Ou seja, “o competitivo, com o tempo, é excluído do grupo, e fica conhecido como arrogante. Ele é o sabe tudo, que está sempre certo. Porém, cedo ou tarde, a máscara cai”, garante ela.

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    11 de set. de 2017
    Tema: O problema da invisibilidade social
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema: O problema da invisibilidade social

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema: O problema da invisibilidade social. Texto 1:“Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da ‘invisibilidade pública’. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são ‘seres invisíveis, sem nome’. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da “invisibilidade pública”, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R $ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: “Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência”, explica o pesquisador. O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. ‘Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão’, diz. Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga.. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.[..]” Fonte: https://www.overmundo.com.br/overblog/invisibilidade-social-outra-forma-de-preconceito Texto 2: Fonte: https://www.overmundo.com.br/overblog/invisibilidade-social-outra-forma-de-preconceito Texto 3: […] ConseqüênciasA invisibilidade social provoca sentimentos de desprezo e humilhação em indivíduos que com ela convivem. De acordo com Gachet, ser invisível pode levar as pessoas a processos depressivos. ‘”Aparecer” é ser importante para a espécie humana, ser valorizado de alguma forma é parte integrante de nossa passagem pela vida, temos que ser alguém, um bom profissional, um bom estudante, um bom pai, uma boa mãe, enfim, desempenhar com louvor algum papel social’, diz.Outra conseqüência dessa invisibilidade é a mobilização dos ‘invisíveis’, grupos de pessoas que se juntam para conseguir “aparecer” perante a sociedade. Muitos são os exemplos desses grupos: MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem terra), a Central Única de Favelas (CUFA), fóruns nacionais, estaduais e municipais de defesa dos direitos da criança e do adolescente. Esses grupos também podem ser encontrados no crime organizado, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho).A invisibilidade social já está cotidianamente estabelecida e a sociedade acostumou-se a ela, passar por um pedinte na rua ou observar uma criança ‘cheirando cola’ em uma esquina é algo corriqueiro na vida social, segundo Gachet aceitar isso é violar os direitos humanos. ‘É preciso não só ver esses invisíveis, mas é preciso olhar para eles e sentir junto com eles, é preciso “colocar óculos em toda humanidade”’, finaliza.  Fonte: https://www.overmundo.com.br/overblog/invisibilidade-social-outra-forma-de-preconceito Escreva uma redação sobre Tema: O problema da invisibilidade social e nos envie para correção.

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    07 de set. de 2017
    Tema de Redação: Xenofobia no Brasil
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de Redação: Xenofobia no Brasil

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Xenofobia no Brasil Texto 1 […] Apesar da fama de “cordial” e de receber bem imigrantes, o aumento das denúncias mostra um lado triste do Brasil. Entre 2014 e 2015, os casos aumentaram 633%, pulando de 45 para 333 registros recebidos pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, via plataforma Disque 100. Na Justiça, quase não há registros de denúncias que prosseguiram ou de xenófobos punidos. Olhando os dados de 2015 mais de perto, vê-se que os principais alvos de preconceito são os refugiados. As principais vítimas são haitianos (26,8%), depois pessoas de  origem árabe ou de religião muçulmana (15,45%). Fonte:  https://www.cartacapital.com.br/politica/saia-do-meu-pais-agressao-a-refugiado-no-rio-expoe-a-xenofobia-no-brasil Texto II O Ministério da Justiça lançou, nesta terça-feira (13), a segunda etapa da campanha de sensibilização e informação contra a xenofobia, o preconceito e a intolerância a imigrantes. A iniciativa é parte do esforço do governo para o acolhimento a estrangeiros que vivem no País e sofrem preconceito. A campanha é exclusiva para as redes   sociais   e   será   feita   por   meio   das   hashtags   #EuTambémSouImigrante   e #XenofobiaNãoCombina. Fonte:  https://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2015/10/campanha-vai-combater-xenofobia-e-intolerancia-a-imigrantes-nobrasil Texto III Fonte:  https://www.estrangeirosbrasil.com.br/2015/10/15/se-iniciou-campanha-contra-a-xenofobia-no-brasil/ Faça uma redação com o tema Tema de Redação: Xenofobia no Brasil e nos envie!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    04 de set. de 2017
    sexualidade na adolescência
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Tema de Redação: os desafios da sexualidade na adolescência

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: os desafios da sexualidade na adolescência. Sem tabus: o desafio de encarar a sexualidade dos adolescentes como um direito A sexualidade dos adolescentes, envolvendo questões como orientação de gênero e o início da vida sexual, são temas muitas vezes tidos como “cabeludos” para boa parte dos atores do Sistema de Garantia dos Direitos, principalmente para quem atua na ponta, como os conselheiros tutelares. O grande desafio que se impõe é, tratando a temática com o cuidado necessário, deixar de ver a sexualidade como um problema e encará-la como um direito que precisa ser garantido. Independente de ser menino ou menina, heterossexual, homossexual ou transexual. Fonte: https://oficinadeimagens.org.br/sem-tabus-o-desafio-de-encarar-a-sexualidade-dos-adolescentes-como-um-direito/ Desafios da adolescência: conflitos sobre sexualidade e desejos Entre as mudanças mais perceptíveis dessa fase estão as corporais, que trazem novas experiências de afetividade e sexualidade, causando, às vezes, conflitos com o próprio corpo e com os desejos. As novas experiências são intensas, paixões e desilusões, muitas vezes, aceleradas pelos apelos eróticos abundantes da sociedade contemporânea. Para os adultos pode ser desafiador conversar sobre esse assunto, mas é importante para o adolescente ter espaços de reflexão que, além do físico, considerem a expressão afetiva, de emoções e sentimentos. Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/blogs/educacao-e-midia/desafios-da-adolescencia/ Os desafios da sexualidade na adolescência: saúde e prevenção Para a dona de casa Joanisa de Campos Leite Ascava, 51 anos, falar com os seis filhos – Lívia, Caio, Daniel, Luisa, Arthur e Letícia – sobre sexo durante a adolescência não foi algo simples. Por medo de que eles abreviassem a vida sem preocupações típicas da fase e tivessem que assumir um filho antes da hora, ela sempre reforçou que, caso isso acontecesse, os filhos assumiriam toda a responsabilidade e a juventude deles chegaria ao fim. Mesmo assim, Joanisa nunca chegou a falar às filhas sobre como evitar uma gravidez: “Na minha cabeça isso não é possível. Não poderia dizer às minhas filhas que não se esquecessem de tomar a pílula, por exemplo”. Enquanto alertava os filhos para terem cuidado, Joanisa confiava no imenso leque de informações sobre o assunto que eles teriam na escola e presenteou os filhos com livros a respeito do tema. “Os adolescentes vão procurar informações, por curiosidade, fora da escola e de casa. Mas se os pais puderem acrescentar cada vez mais detalhes, conforme percebem que o filho já tem a maturidade necessária para entender, mais fácil será evitar dilemas no futuro”, afirma Caio. De acordo com Kátia Teixeira, psicóloga especialista em adolescência da Clínica EDAC (Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico), de São Paulo, ao mesmo tempo, em que a sexualidade está exposta abertamente, muitos pais acreditam que falar abertamente sobre o assunto dá aos filhos uma sensação de liberdade para fazer o que quiserem. É uma falsa impressão. “Os pais precisam entender que evitar falar sobre sexo não significa que os filhos não terão contato com o tema”, diz. Conversar a respeito, por outro lado, possibilita ao jovem uma tomada de decisão mais consciente. Os pais devem enfatizar a necessidade do uso de preservativos sempre: “É preciso informá-los que não é porque o adolescente transou três vezes com uma mesma pessoa que não é mais preciso se proteger”, reforça o hebiatra Mauricio. Fonte: https://delas.ig.com.br/filhos/os-desafios-da-adolescencia/n1596975899389.html Leia também: Perguntas frequentes para redação sobre sexualidade

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    31 de ago. de 2017
    Tema de Redação: O que você faria se não existisse o “politicamente correto”?
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de Redação: O que você faria se não existisse o “politicamente correto”?

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: O que você faria se não existisse o “politicamente correto”? Texto 1 A onda politicamente correta cresceu a ponto de tolher a liberdade de pensamento. O maior problema, porém, é outro: a reação torna tudo o que é incorreto “bacana”. E abre espaço para a intolerância. “Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra c… Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus.” A fala é de um show de comédia stand-up de Rafinha Bastos. O Twitter foi inundado de mensagens com variações do tema proposto por Mayara Petruso – a estagiária de direito que recomendou o afogamento de nordestinos. Claro que nem Rafinha está defendendo o estupro nem os afogadores de imigrantes são necessariamente homicidas em potencial. Boa parte dessa truculência é uma reação à onda politicamente correta das últimas décadas. A incorreção, nesse sentido, virou uma arma para defender a liberdade de expressão, que só existe quando você também é livre até para pensar o impensável e dizer o impronunciável. Mas o que acontece quando o impensável agride o próximo gratuitamente? Para entender como chegamos a esse nó, vamos para a origem do termo “politicamente correto”. Ele apareceu pela primeira vez com um significado bem diferente do que usamos hoje: na China dos anos 30, para denotar a estrita conformidade com a linha ortodoxa do Partido Comunista, tal como enunciado por Mao Tsé-tung. Mas o significado com que a expressão chegou até nós é uma criação dos Estados Unidos dos anos 60. Na época, universitários americanos abraçaram a defesa dos direitos civis, seja das mulheres, seja dos negros. Era uma época de transformações na sociedade: as empresas e universidades, antes habitadas exclusivamente por homens brancos, agora viam chegar mulheres, negros, gays, imigrantes. Era preciso ensinar as pessoas a conviver com a diferença. Nisso, negro virou african-american, (“afro-americano”), fag (“bicha”) virou gay (“alegre”). O paradoxal aí é que, pela primeira vez na história americana, quem buscava estender os direitos civis também advogava por uma limitação na liberdade de expressão. O passo seguintes viria com os anos 90. Mais especificamente com a derrocada do mundo comunista. O fim do socialismo mudou a agenda dos grupos de esquerda. Se antes a busca pela igualdade era a busca pela diminuição das diferenças entre as classes sociais, agora era pela eliminação das “classes pessoais”. Tratava-se de não estigmatizar as pessoas por aquilo que elas eram – afinal, não faz sentido aumentar o peso do fardo que cada um tem de carregar na vida. Dessa maneira, não bastava combater só o sexismo e o racismo. E “obesidade” virou “sobrepeso”; “deficiência física” virou “necessidade especial”… Só que o método, por mais bem-intencionado que seja, é inócuo. Quem explica por que é o francês Ferdinand Saussure, o pai da linguística, num texto de 1916: “De todas as instituições sociais, a linguagem é a que oferece menor margem a iniciativas”. Ela é utilizada por todos os membros de uma comunidade, que, por esta ser naturalmente inerte, acaba por conservar a linguagem. Qualquer interferência tende a ser rechaçada. É aí que o debate começa. Politicamente corretos ficam do lado do conselho que a sua mãe dava: seu direito termina onde começa o do outro. Se o próximo se sente ofendido, você não pode falar. Ponto. Parece um argumento inatacável. Mas tem um problema aí: quem é o juiz para decidir o que é certo e o que é errado, o que ofende e o que não ofende? Onde fica a liberdade de pensamento, de expressão? A ideia de que o direito de um termina onde começa o do outro vale aqui também: pode alguém retirar o direito do outro de dizer o que pensa? Talvez por isso a transformação ideológica de palavras seja tão utilizada por governos: é uma ótima forma de revogar o direito de pensar. Tanto regimes autoritários – como o apartheid sul-africano, em que a palavra “miscigenação” virou “imoralidade” – quanto democráticos – como o dos EUA, que usou o termo “guerra preventiva” para o ataque unilateral ao Iraque – usaram do expediente. No mundo do politicamente correto isso é o equivalente a chamar de “melhor idade” a época da vida em que vemos multiplicar o valor do plano de saúde. De boa intenção, o politicamente correto passa a ser visto como hipocrisia. E de hipócrita a algo fundamentalmente errado. Como lidar com o excesso de correção política, então? Não temos a pretensão de dar uma resposta definitiva. Mas sair xingando os outros de gordo, aleijado, retardado e baranga estuprada é que não vai ser. Se fosse engraçado, talvez até funcionasse. Mas não. Não é. Fonte: super abril – o que voce pode falar afinal Texto 2 Faça uma redação sobre Tema de Redação: O que você faria se não existisse o “politicamente correto”? e nos envie para corrigirmos!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    28 de ago. de 2017
    Anterior
    135363744

    526 artigos encontrados

    Próxima