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    Filtros:Temas de redação
    Ecoansiedade
    Valdiele Silva
    8 min

    Ecoansiedade: o Impacto das Mudanças Climáticas na Saúde Mental dos Jovens | Tema de Redação

    Sem dúvida, a crise climática está cada vez mais presente no nosso dia a dia, com enchentes, queimadas e desastres naturais frequentes. Dessa forma, a incerteza sobre o futuro gera um novo fenômeno psicológico: a ecoansiedade. Portanto, é essencial discutir os impactos emocionais das mudanças climáticas e buscar estratégias para lidar com essa angústia Esse termo, reconhecido pela Associação Americana de Psicologia, define o medo crônico da catástrofe ambiental e afeta principalmente crianças e adolescentes, que veem a destruição do meio ambiente sem poderem fazer muito para mudar essa realidade. Seja no Enem ou em vestibulares, a ecoansiedade se conecta a diversas discussões sobre meio ambiente, saúde mental e responsabilidade social. Além disso, esse tema reflete preocupações globais e pode ser abordado em diferentes perspectivas. Dessa forma, neste post, você vai entender esse conceito, como ele impacta a sociedade e como utilizá-lo como repertório sociocultural na redação. Portanto, é fundamental estar atento a esse debate para construir argumentos bem embasados. Proposta de Redação sobre Ecoansiedade A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O impacto das mudanças climáticas na saúde mental dos jovens”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Texto 1 – O que é a ecoansiedade? A ecoansiedade surgiu como um fenômeno psicológico relacionado ao impacto emocional das mudanças climáticas. O termo ganhou visibilidade nos últimos anos, à medida que desastres ambientais se tornaram mais frequentes. De acordo com a Associação Americana de Psicologia, a ecoansiedade se manifesta como um medo constante da degradação ambiental, levando a sintomas como insônia, crises de ansiedade e sensação de impotência. Pesquisadores da Universidade de Yale realizaram um estudo com 50 jovens brasileiros entre 6 e 18 anos, em diferentes cidades do país, e identificaram sentimentos de medo, pânico e angústia diante da crise climática. Para o psicoterapeuta Marco Aurélio Biblio, esse medo não deve ser tratado como um transtorno mental isolado, mas sim como uma resposta emocional legítima ao colapso ambiental em curso. Fonte: BBC News Brasil Texto 2 – O impacto dos desastres ambientais na saúde mental As consequências das mudanças climáticas não afetam apenas o meio ambiente, mas também a saúde mental da população. Desastres como enchentes, queimadas e secas extremas deixam marcas profundas, aumentando os índices de ansiedade e depressão. O Senado Federal divulgou um levantamento mostrando que 25% a 50% das pessoas expostas a catástrofes ambientais desenvolvem transtornos psicológicos. A psicóloga Ellen Oliveira explica que a sensação de impotência diante da destruição ambiental contribui para sintomas como insônia, estresse e, em casos mais graves, depressão. Segundo especialistas, para amenizar os impactos da ecoansiedade, é essencial incentivar ações individuais e coletivas que promovam a sustentabilidade e o ativismo ambiental. Fonte: Senado Federal Texto 3 – Jovens e a ecoansiedade: um problema crescente Uma pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revelou que 57% dos jovens entre 16 e 24 anos se preocupam com os impactos das mudanças climáticas. Apesar dessa preocupação, apenas 16% dos entrevistados participam ativamente de iniciativas ambientais, o que demonstra a necessidade de incentivar mais ações voltadas para o meio ambiente. A psicoterapeuta Ellen Oliveira destaca que o sentimento de impotência diante da crise climática pode resultar em estresse, distúrbios do sono e sensação de culpa. No Brasil, os maiores desafios enfrentados pela juventude em relação à crise ambiental são: Para combater esse cenário, especialistas recomendam práticas de autocuidado, engajamento em ações ambientais e maior pressão por políticas governamentais eficazes. Fonte: Edição do Brasil Texto 4 – Como as mudanças climáticas impactam a saúde mental? O impacto ambiental não é algo novo, mas os efeitos psicológicos da degradação ambiental só recentemente começaram a ser amplamente discutidos. Durante a COP29, pesquisadores alertaram que o aumento da ecoansiedade pode se tornar um problema de saúde pública nas próximas décadas. A psicóloga Jaqueline Assis, pesquisadora da Fiocruz, explica que as mudanças climáticas alteram completamente o modo de vida das populações mais vulneráveis, como os povos indígenas e comunidades rurais. A especialista destaca que, além da preocupação individual, a ecoansiedade também gera impactos econômicos e sociais, aumentando desigualdades e intensificando conflitos sobre o uso de recursos naturais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou que futuras pandemias podem estar diretamente ligadas às mudanças climáticas, o que reforça a urgência de políticas ambientais eficazes. Fonte: Fiocruz Repertórios socioculturais para usar na redação sobre ecoansiedade A ecoansiedade é um tema interdisciplinar, podendo ser abordado na redação do Enem sob diferentes perspectivas. Aqui estão alguns repertórios socioculturais que podem enriquecer sua argumentação: 1. Obras literárias e filosóficas 2. Filmes e documentários 3. Fatos históricos e legislações ambientais Argumentação estruturada para a redação Agora, veja como desenvolver argumentos sólidos sobre a ecoansiedade na redação: 1. Falta de políticas públicas ambientais 2. Negação coletiva e desinformação ambiental Conclusão A ecoansiedade reflete a preocupação legítima de jovens e cientistas com o futuro do planeta. Além disso, seu impacto vai além das emoções individuais, influenciando políticas públicas, impulsionando movimentos sociais e até orientando decisões econômicas. Dessa forma, esse fenômeno não deve ser subestimado, pois reflete uma mudança na percepção coletiva sobre a crise ambiental. Portanto, é essencial que governos, empresas e a sociedade busquem soluções sustentáveis para minimizar os efeitos dessa preocupação crescente. Se você deseja praticar sua redação e aplicar esse repertório na argumentação, envie seu texto para correção na nossa plataforma e receba um feedback completo.

    10 de mar. de 2025
    stalking
    Valdiele Silva
    12 min

    Alternativas para coibir a banalização do stalking na sociedade brasileira | Tema de redação

    Nos últimos anos, o crime de stalking (perseguição obsessiva e reiterada) tem ganhado cada vez mais visibilidade no Brasil. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2023, as autoridades registraram mais de 77 mil casos no último ano, o que representa um aumento de 34,5% em relação a 2022. Além disso, essa estatística revela que, a cada sete minutos, uma pessoa se torna vítima desse crime. Dessa forma, o crescimento expressivo dos casos reforça a necessidade de políticas públicas mais eficazes para combater essa prática. Portanto, a conscientização e a implementação de medidas preventivas são essenciais para proteger as vítimas e punir os agressores. Desde abril de 2021, com a sanção da Lei do Stalking (Lei 14.132/2021), o Código Penal Brasileiro passou a criminalizar oficialmente essa prática. No entanto, mesmo com a legislação em vigor, muitas vítimas ainda encontram dificuldades para denunciar seus agressores. Além disso, a banalização desse crime continua sendo uma realidade preocupante, o que reforça a necessidade de maior conscientização e fiscalização. Dessa forma, é fundamental que o poder público, a sociedade e as instituições trabalhem juntos para garantir a proteção das vítimas e a efetividade da lei. Portanto, fortalecer mecanismos de denúncia e ampliar o apoio às vítimas são passos essenciais para combater essa violência. Por isso, entender como estruturar uma redação sobre stalking é essencial para o vestibulando. Neste artigo, você encontrará repertórios socioculturais estratégicos, argumentos sólidos e estratégias de intervenção para aplicar esse tema em sua redação do Enem e vestibulares. Proposta de Redação sobre stalking A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Alternativas para coibir a banalização do stalking na sociedade brasileira“, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre stalking Textos Motivadores TEXTO I Lei que criminaliza o stalking é sancionada no Brasil O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou a Lei nº 14.132, de 2021, que tipifica o crime de perseguição, prática também conhecida como stalking. A nova norma altera o Código Penal (Decreto-Lei nº 3.914, de 1941) e prevê pena de reclusão de seis meses a dois anos, além de multa, para quem cometer esse tipo de conduta. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União em 1º de abril de 2021. O stalking é definido pela legislação como perseguição reiterada, por qualquer meio, como a internet (cyberstalking), que ameaça a integridade física e psicológica de alguém, interferindo na liberdade e privacidade da vítima. A nova lei tem origem no PL 1.369/2019, de autoria da senadora Leila Barros (PSB-DF), e foi aprovada pela Câmara dos Deputados antes da sanção presidencial. Apesar das alterações, como a pena prevista não ultrapassa oito anos de reclusão, o crime de stalking nem sempre resultará em prisão em regime fechado. Dessa forma, os infratores podem cumprir de seis meses a dois anos de reclusão e pagar multa. Além disso, a sanção da Lei nº 14.132/2021 revoga o Artigo 65 da Lei de Contravenções Penais (Decreto-Lei nº 3.688, de 1941), que previa punições brandas para perturbação da tranquilidade alheia. Fonte adaptada: Senado TEXTO II Brasil registrou um caso de stalking a cada 6 minutos e 48 segundos em 2023. O Brasil contabilizou 77.083 casos de perseguições contra mulheres ao longo do ano de 2023, uma média de uma ocorrência a cada 6 minutos e 48 segundos. Os dados fazem parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Entre 2022 e 2023, o número de casos de stalking no país apresentou um aumento de 34,5%, passando de 57.294 para 77.083. A taxa de registros subiu de 54,8 para 73,7 por 100 mil habitantes. As unidades da federação que tiveram os maiores aumentos foram Roraima (121,1%), Alagoas (73,3%) e Pará (65,3%). Apenas dois estados apresentaram redução nos números: Mato Grosso do Sul (-10,9%) e Acre (-3,9%). As maiores taxas de stalking por 100 mil habitantes foram registradas em Amapá (271,9), Roraima (165,7), Distrito Federal (154,8), Paraná (119,4) e São Paulo (110,8). Além do crescimento dos casos de stalking, o Brasil também registrou um aumento de 33,8% nos casos de violência psicológica contra mulheres. Em 2023, foram 38.507 registros, contra 28.771 em 2022. A taxa de casos por 100 mil habitantes passou de 27,5 para 36,8 em um ano. A Lei 14.188/2021 classifica a violência psicológica contra a mulher da seguinte forma: “Causar dano emocional à mulher que a prejudique e perturbe seu pleno desenvolvimento ou que vise a degradar ou a controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, chantagem, ridicularização, limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que cause prejuízo à sua saúde psicológica e autodeterminação.” A pena para esse crime é de seis meses a dois anos de prisão e multa. Fonte adaptada: CNN. Acesso em: 18 fev. 2025. TEXTO III O que caracteriza o crime de ‘stalking’ na internet? O termo “stalkear” muitas vezes parece banal, utilizado para se referir a prática de bisbilhotar os posts de pessoas. A curiosidade, por si só, não configura nenhum tipo crime. O delito ocorre quando isso passa a influenciar na vida de quem é acompanhado. Fonte adaptada: g1 Tecnologia. Acesso em: 18 fev. 2025. Como utilizar repertórios socioculturais na redação sobre stalking? Ao redigir um texto dissertativo-argumentativo sobre stalking, é essencial utilizar repertórios socioculturais que demonstrem o impacto desse problema na sociedade. Obras cinematográficas, livros e acontecimentos históricos ajudam a embasar a argumentação de forma mais robusta. Filmes e séries que abordam o stalking Livros que retratam o stalking Casos históricos e fatos reais sobre stalking O stalking não é um fenômeno recente. Ao longo da história, diversos casos famosos evidenciam os riscos dessa prática. Argumentos para desenvolver na redação sobre stalking 1. A normalização e romantização do stalking

    05 de mar. de 2025
    ciclistas
    Valdiele Silva
    11 min

    Desafios para a Inclusão dos ciclistas nas ruas brasileiras | Tema de redação

    O ciclismo urbano vem crescendo no Brasil como uma alternativa sustentável, acessível e saudável para a mobilidade urbana. No entanto, a falta de infraestrutura adequada e a falta de respeito dos condutores ainda tornam a realidade dos ciclistas desafiadora. Segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), em média, 32 ciclistas morrem por dia no Brasil em acidentes de trânsito. Esse dado evidencia a urgência de discutir a inclusão dos ciclistas no tráfego urbano e implementar políticas públicas eficazes para garantir sua segurança e mobilidade. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) já reconhece o direito de circulação dos ciclistas, mas será que essa legislação é suficiente? O que falta para que o Brasil se torne um país mais amigável para quem pedala? Confira agora esse tema completo que pode cair na redação do Enem, vestibulares ou concursos! Proposta de Redação sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para a Inclusão dos ciclistas nas ruas brasileiras“, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre a inclusão dos ciclistas nas ruas brasileiras Textos Motivadores Texto 1 – Direitos e deveres dos ciclistas segundo o Código de Trânsito Brasileiro De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a bicicleta é reconhecida como um veículo de transporte, mesmo sem motor. Assim, o ciclista que ocupa parte da via não está infringindo as regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). No entanto, existem diretrizes específicas que regulamentam o trânsito de bicicletas, visando garantir a segurança dos ciclistas e a harmonia no tráfego. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os ciclistas devem obedecer às seguintes normas: Regras fundamentais para ciclistas no trânsito: Fonte: DNIT – Direitos e deveres dos ciclistas Texto 2 – Os desafios dos ciclistas nas ruas brasileiras Diferente de países como a Holanda, onde o ciclismo faz parte da cultura e possui infraestrutura planejada para segurança, o Brasil enfrenta diversas dificuldades para integrar os ciclistas ao trânsito de forma eficiente. Na Holanda, por exemplo: Já no Brasil, a realidade é diferente: No entanto, algumas cidades brasileiras vêm investindo na melhoria da mobilidade urbana. Curitiba, por exemplo, possui extensas ciclovias e incentivos ao ciclismo. Outras cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, também estão expandindo suas redes de ciclovias. Fonte: Blog BP – Os desafios de ser ciclista no Brasil Antes de continuar a leitura, nós temos um recado importante para você: Os alunos que tiram notas acima de 900 na redação têm algo em comum: eles treinam com correção profissional. Se você quer conquistar sua aprovação, está na hora de agir! 📝 Envie sua redação para o Redação Online e receba um feedback que pode mudar o seu jogo. Comece agora! Texto 3 – Legislação e políticas públicas para ciclistas O Brasil possui algumas iniciativas para incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte. A Lei 14.729/2023, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, promove a integração do ciclismo ao transporte urbano e altera diretrizes da política de mobilidade. Essa legislação prevê: Outra legislação importante é a Lei 13.724/2018, que criou o Programa Bicicleta Brasil, com o objetivo de incentivar a construção de ciclovias e garantir que estados e municípios promovam políticas públicas voltadas para o ciclismo urbano. Fonte: Agência Senado – Legislação sobre mobilidade cicloviária Texto 4 – O Código de Trânsito Brasileiro e os direitos dos ciclistas O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece que todos os veículos, incluindo bicicletas, têm direito ao trânsito seguro. O artigo 58 do CTB afirma que ciclistas devem utilizar acostamentos e faixas laterais quando não houver ciclovias disponíveis. Além disso, a legislação determina que os órgãos de trânsito devem priorizar a defesa da vida e a preservação do meio ambiente em suas políticas públicas. No entanto, a omissão e a falta de fiscalização ainda dificultam a garantia desse direito para ciclistas em diversas cidades. Fonte: Código de Trânsito Brasileiro – Planalto Repertórios sobre a Inclusão de Ciclistas nas Ruas Brasileiras Livros e Artigos Acadêmicos 🎬 Filmes e Séries 🏛️ Fatos Históricos ⚖️ Legislação sobre Mobilidade Cicloviária Argumentos sobre a Inclusão de Ciclistas nas Ruas Brasileiras 1️⃣ Falta de Infraestrutura 2️⃣ Imprudência e Falta de Conscientização Conclusão Sem dúvida, a inclusão dos ciclistas nas ruas brasileiras é uma necessidade urgente para promover um transporte sustentável, seguro e acessível. Embora a legislação garanta o direito de circulação das bicicletas, a falta de infraestrutura adequada, o desrespeito dos motoristas e a ausência de políticas públicas efetivas ainda dificultam a mobilidade dos ciclistas. Portanto, para que os ciclistas tenham seus direitos plenamente garantidos, é essencial que governos, motoristas e a sociedade se unam para promover mudanças na infraestrutura, no respeito ao trânsito e na mentalidade urbana. 🔗 Quer treinar esse tema na sua redação? 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    25 de fev. de 2025
    Pessoas com deficiência tema
    Valdiele Silva
    15 min

    Inclusão e cuidado: obstáculos para garantir o Bem-Estar de Pessoas com Deficiência no Brasil |Tema de Redação

    A inclusão e o cuidado com pessoas com deficiência são temas centrais no debate sobre direitos humanos e equidade social no Brasil. Nesse sentido, mesmo com legislações como a Lei Brasileira de Inclusão (LBI – Lei 13.146/2015), que assegura acessibilidade e participação plena dessas pessoas na sociedade, ainda assim há barreiras estruturais, sociais e atitudinais que dificultam sua qualidade de vida. Portanto, é fundamental que políticas públicas sejam efetivamente implementadas para garantir a inclusão real e a eliminação dessas barreiras. Além disso, é necessário um esforço contínuo para promover a conscientização e a mudança de atitudes em toda a sociedade. Aqui está o texto com palavras de transição adicionadas: Segundo o IBGE (2023), o Brasil possui cerca de 18,6 milhões de pessoas com deficiência, representando 8,9% da população. No entanto, apenas 23,8% delas participam do mercado de trabalho, enquanto 66,3% das pessoas sem deficiência estão empregadas. Essa desigualdade demonstra que, apesar dos avanços legislativos, a inclusão plena ainda é um desafio. Além disso, a educação, a mobilidade urbana e o acesso a serviços essenciais são áreas que ainda demandam atenção. Diante desse cenário, com a crescente discussão sobre inclusão e novas propostas legislativas, esse tema pode aparecer no ENEM e vestibulares. Por isso, vamos explorar esse assunto e entender como garantir direitos e acessibilidade para todas as pessoas. Proposta de Redação sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Inclusão e Cuidado: obstáculos para garantir o bem-estar de pessoas com deficiência no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência Textos Motivadores sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência Texto 1 – O impacto da exclusão e os direitos das pessoas com deficiência Atualmente, cerca de 18,6 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, o que representa 8,9% da população. No entanto, a inclusão dessas pessoas ainda enfrenta obstáculos estruturais e sociais. A Constituição Federal de 1988 estabeleceu direitos fundamentais para pessoas com deficiência, incluindo educação, trabalho e saúde, visando garantir a igualdade de oportunidades. Complementando essa legislação, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) determina que instituições públicas e privadas ofereçam acessibilidade em todos os espaços, incluindo escolas, transportes e serviços de saúde. Entretanto, mesmo com essas leis, os desafios persistem. A participação das pessoas com deficiência no mercado de trabalho é de apenas 23,8%, comparada aos 66,3% entre pessoas sem deficiência. Essa diferença reflete a dificuldade de inserção profissional, seja pela falta de acessibilidade no ambiente corporativo, seja pelo preconceito estrutural. A educação também é um desafio: menos de 50% dos alunos com deficiência conseguem avançar do ensino fundamental para o ensino médio. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, além de enfrentarem a escassez de professores capacitados para atuar na educação inclusiva. Diante desses dados, fica evidente que a legislação, por si só, não garante a inclusão plena. É necessário um compromisso real da sociedade e do governo para eliminar barreiras e promover a equidade. Fonte adaptada: IBGE – População com Deficiência no Brasil Texto 2 – Direitos da pessoa com deficiência no Senado em 2025 Com a retomada dos trabalhos legislativos, o Senado Federal tem como prioridade aprofundar e garantir os direitos das pessoas com deficiência. Entre os projetos em análise, destacam-se: Esses projetos representam avanços importantes, mas a efetivação dessas políticas depende da fiscalização e aplicação adequada. Além disso, a conscientização da sociedade é essencial para reduzir o capacitismo, preconceito que limita a autonomia e participação de pessoas com deficiência na vida pública. Fonte adaptada: Agência Senado – Direitos das Pessoas com Deficiência Texto 3 – Estatuto da Pessoa com Deficiência O Estatuto da Pessoa com Deficiência, instituído pela Lei 13.146/2015, representa um grande avanço na garantia de direitos para essa população. A legislação prevê que pessoas com deficiência tenham atendimento prioritário, acessibilidade em espaços públicos e privados e adaptação de materiais didáticos nas escolas. Além disso, determina que empresas com mais de 100 funcionários reservem uma porcentagem de vagas para trabalhadores com deficiência. Embora essa lei tenha contribuído para avanços significativos, desafios persistem. Muitas empresas contratam profissionais com deficiência apenas para cumprir cotas, sem garantir ambientes realmente acessíveis ou oferecer oportunidades de crescimento profissional. Dessa forma, a inclusão precisa ir além da legislação e ser incorporada à cultura organizacional e educacional do país. Fonte adaptada: Planalto – Lei 13.146/2015 Texto 4 – O capacitismo como barreira para a inclusão social O capacitismo é um preconceito estrutural que reforça a ideia de que pessoas com deficiência são “inferiores” ou “incapazes”. Esse pensamento está presente em diversas áreas, como no mercado de trabalho, na educação e no acesso à saúde. No ambiente educacional, crianças e adolescentes com deficiência frequentemente enfrentam exclusão social e baixa expectativa de aprendizado, o que limita seu desenvolvimento acadêmico e profissional. No mercado de trabalho, a falta de acessibilidade e o preconceito fazem com que muitos empregadores evitem contratar pessoas com deficiência, reforçando o ciclo de exclusão. Para combater o capacitismo, é fundamental promover conscientização e educação inclusiva, garantindo que todas as pessoas tenham oportunidades iguais. Fonte adaptada: Iigual – Capacitismo e Preconceito Repertórios Socioculturais sobre Inclusão e Cuidado de Pessoas com Deficiência 1️⃣ Filmes, Séries e Documentários sobre Inclusão e Cuidado de Pessoas com Deficiência 2️⃣ Livros, Pensadores e Filosofia 3️⃣ Legislações Importantes 4️⃣ Fatos Históricos (Brasil e Mundo) Argumentos para a Redação: Inclusão e Cuidado – Obstáculos para Garantir o Bem-Estar de Pessoas com Deficiência no Brasil ✅ Argumento 1: Barreiras estruturais e falta de acessibilidade Sinônimos para o argumento: Causa A falta de investimento em infraestrutura acessível faz com que muitas cidades ainda não contem com rampas, elevadores e sinalizações adequadas. Como resultado, a locomoção de pessoas com deficiência torna-se um grande

    Para vestibulandosbanco de temas de redação
    18 de fev. de 2025
    Criminalidade e reincidência
    Valdiele Silva
    8 min

    Criminalidade e reincidência: a exposição pública de condenados por crimes sexuais contribui para a redução da violência? | Tema de redação

    A violência sexual no Brasil continua sendo um grave problema social. Primeiramente, segundo o 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados 84 mil casos de estupro em 2023, um aumento de 91% em relação a 2011. Além disso, os dados revelam que 88% das vítimas são mulheres e 62% são menores de 13 anos, o que evidencia a vulnerabilidade desses grupos. Diante dessa realidade, o governo brasileiro sancionou a Lei 15.035/2024, que permite a exposição pública do nome e CPF de condenados por crimes sexuais. O objetivo é aumentar a transparência e reduzir a reincidência desses crimes. No entanto, essa medida levanta debates sobre segurança, direitos individuais e eficácia na prevenção da violência. Esse tema é altamente relevante para o ENEM, vestibulares e concursos públicos, já que envolve questões de justiça social, direitos humanos e políticas públicas. Portanto, vamos explorar os textos motivadores, repertórios e argumentos estruturados para ajudá-lo a construir uma redação nota máxima! Textos motivadores sobre criminalidade e reincidência Texto 1: O impacto da Lei 15.035/2024 na criminalidade sexual A Lei 15.035/2024, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabelece que nomes e CPFs de condenados por crimes sexuais sejam de acesso público. O objetivo principal é facilitar a fiscalização da sociedade e evitar novos crimes, garantindo que ex-condenados sejam monitorados mesmo após o cumprimento da pena. A lei prevê um Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais, mas houve um veto presidencial em relação à manutenção dos dados por 10 anos após o cumprimento da pena. O governo argumentou que essa permanência violaria direitos fundamentais como intimidade e vida privada. A questão central é: essa exposição pública pode realmente reduzir a reincidência ou seria apenas uma punição adicional, sem efeito preventivo? Além disso, há preocupações sobre a possível marginalização dos condenados após o cumprimento da pena, dificultando sua ressocialização. 📌 Fonte: Agência Senado Texto 2: Castração química voluntária para reincidentes em crimes sexuais A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou um projeto que autoriza a castração química voluntária para condenados reincidentes por crimes sexuais. Essa proposta visa oferecer um tratamento hormonal para reduzir a libido de criminosos condenados por estupro, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável. Em países como EUA, Alemanha e Coreia do Sul, essa medida reduziu a reincidência de crimes sexuais para menos de 5%, enquanto no Brasil esse índice ultrapassa 50%. No entanto, há divergências sobre a eficácia e a ética dessa medida, pois muitos especialistas argumentam que a punição deve focar na reeducação e reintegração social, e não apenas na inibição química dos impulsos sexuais. O debate sobre essa política levanta questões como: essa abordagem seria eficaz no Brasil? Deveria ser obrigatória para reincidentes? A castração química garante a proteção da sociedade ou apenas mascara o problema? 📌 Fonte: Agência Senado Texto 3: Estudos sobre fatores de risco para reincidência em crimes sexuais Estudos mostram que a reincidência em crimes sexuais está relacionada a fatores como: A revisão sistemática de Neves (2021) analisou pesquisas científicas sobre reincidência e concluiu que medidas como tratamento psiquiátrico, supervisão rigorosa e programas de reintegração social são mais eficazes do que penas prolongadas ou apenas a exposição pública dos condenados. 📌 Fonte: Repositório Científico de Portugal Texto 4: Dados alarmantes sobre violência sexual no Brasil O 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelou que, em 2023, a cada 6 minutos um caso de estupro foi registrado no Brasil. Além disso: O relatório aponta que a cultura da impunidade e a falta de fiscalização contribuem para a reincidência, reforçando a necessidade de políticas públicas que garantam tanto a punição quanto a ressocialização dos condenados. 📌 Fonte: Correio Braziliense Repertórios relacionados à criminalidade e reincidência Filmes/Séries/Documentários Livros/Pensadores Legislações Argumentos sobre criminalidade, reincidência e exposição pública de criminosos Argumento 1: O impacto da rotulação social no comportamento do indivíduo 📌 Causa: A estigmatização social gerada pela exposição pública de condenados pode, como consequência, levar à marginalização do indivíduo, dificultando sua reintegração à sociedade. Além disso, sem acesso a emprego, moradia e suporte psicológico, muitos acabam retornando ao crime, perpetuando, assim, o ciclo de criminalidade.📌 Consequência: A falta de oportunidades para a ressocialização pode criar um ciclo de criminalidade contínuo, levando o indivíduo a reincidir por falta de alternativas viáveis de reintegração social. Além disso, a exposição pode fomentar linchamentos virtuais e ataques físicos, comprometendo a segurança pública.📌 Possível Solução: Implementação de programas de reinserção social aliados ao monitoramento contínuo dos condenados, garantindo que cumpram suas penas, mas também tenham acesso a suporte psicológico e profissional.📌 Repertório: Argumento 2: A insegurança gerada pela falta de políticas eficazes de combate a crimes sexuais 📌 Causa: A carência de mecanismos eficientes de fiscalização e prevenção resulta na reincidência de crimes violentos, pois o sistema penal não oferece acompanhamento adequado após a soltura do condenado. Muitas vítimas permanecem desprotegidas, pois não há medidas preventivas suficientes para evitar novos crimes.📌 Consequência: a sociedade vive em um estado de constante insegurança, uma vez que não há garantias de que os condenados não reincidirão. Além disso, a ineficiência do sistema penal contribui para um sentimento de impunidade e descrença na justiça.📌 Possível Solução: criação de protocolos mais rigorosos de monitoramento de condenados, aplicação de medidas de restrição de aproximação às vítimas e fortalecimento de campanhas educativas para prevenção da violência sexual. 📌 Repertório: Pesquisa do Bureau of Justice Statistics (EUA, 2019) – O estudo revelou que, dentro de nove anos após a soltura, 82% dos condenados por crimes sexuais voltaram a ser presos por outros crimes, indicando a necessidade de medidas eficazes de prevenção. A exposição pública de condenados por crimes sexuais é uma medida polêmica e de grande impacto social. Nesse contexto, por um lado, ela pode ajudar a sociedade a se proteger, monitorando ex-condenados e reduzindo as chances de reincidência. Por outro lado, especialistas questionam se essa prática fere direitos fundamentais além de dificultar a reintegração social, o que pode resultar em marginalização e, consequentemente, no aumento da criminalidade. Dessa forma, para um sistema mais justo e eficiente, é essencial

    10 de fev. de 2025
    Lei de acompanhamento hospitalar
    Valdiele Silva
    6 min

    Barreiras para a garantia da segurança das mulheres em atendimentos médicos no Brasil | Tema de redação

    Você já ouviu falar sobre os riscos que mulheres enfrentam em atendimentos médicos? Buscar atendimento médico deveria significar estar em um ambiente seguro para todas as pessoas. No entanto, muitas vezes, profissionais e instituições impõem barreiras que comprometem a segurança das mulheres nesses espaços, incluindo assédios, abusos e negligência. O caso do anestesista Giovanni Quintella Bezerra, preso por estuprar uma paciente sedada durante um parto, revela como as mulheres ficam vulneráveis nesses atendimentos. Mas como podemos evitar que isso aconteça novamente? A Lei de acompanhamento hospitalar busca garantir a presença de acompanhantes e reforçar a fiscalização, mas essa medida é realmente suficiente? O Enem e os concursos podem cobrar esse tema, exigindo que os candidatos apresentem repertórios sólidos e argumentação estruturada. Portanto, vamos analisar os desafios e soluções para essa problemática. Proposta de Redação sobre a Lei de acompanhamento hospitalar A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Barreiras para a garantia da segurança das mulheres em atendimentos médicos no Brasil”, apresentando uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Instruções para redação Textos motivadores sobre a segurança das mulheres em atendimentos médicos e a Lei de acompanhamento hospitalar Texto 1: Legislação que garante o direito a acompanhante para mulheres em atendimentos médicos Em 28 de novembro de 2023, o governo sancionou a Lei nº 14.737, que amplia o direito das mulheres de terem um acompanhante em atendimentos médicos. Anteriormente, esse direito abrangia apenas o parto no Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, qualquer mulher pode levar um acompanhante em consultas, exames e procedimentos, sem necessidade de notificação prévia. A lei exige que, em casos de sedação, a unidade de saúde providencie um acompanhante, caso a paciente não indique alguém, dando preferência a uma profissional de saúde do sexo feminino. Além disso, os hospitais devem exibir avisos visíveis para informar as pacientes sobre esse direito. Fonte: Planalto Texto 2: Importância da presença de acompanhantes para a segurança das mulheres em atendimentos médicos Casos de violência contra mulheres em ambientes médicos reforçam a necessidade da presença de um acompanhante para garantir segurança e bem-estar. O caso do anestesista Giovanni Quintella Bezerra, preso por abusar de uma paciente sedada, gerou repercussão nacional. Além disso, pesquisas indicam que muitas vítimas de assédio médico não denunciam por medo ou falta de provas. Ter um acompanhante pode inibir comportamentos abusivos, proporcionar suporte emocional e servir como testemunha. A lei atual busca oferecer essa camada de proteção, garantindo que as mulheres não fiquem sozinhas em momentos de vulnerabilidade. Fonte: Senado Federal Texto 3: Notícia sobre caso de abuso em ambiente médico Anestesista é preso em flagrante por estuprar paciente durante cesárea no RJ Funcionários do Hospital da Mulher de São João de Meriti flagraram e filmaram Giovanni Quintella Bezerra cometendo o crime. A defesa do anestesista aguarda acesso à íntegra dos depoimentos para se manifestar. Na madrugada de segunda-feira (11), a Polícia Civil prendeu Giovanni Quintella Bezerra em flagrante por estuprar uma paciente dopada durante uma cesariana no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, Baixada Fluminense. A equipe médica do hospital desconfiou do comportamento do anestesista e estranhou a quantidade excessiva de sedativos aplicados em grávidas. Para registrar provas do crime, as funcionárias do hospital trocaram a sala de parto e esconderam um celular para filmar a ação. No vídeo, Giovanni Bezerra aparece colocando o pênis na boca da paciente desacordada. Assim que a cirurgia terminou, os profissionais de saúde entregaram a gravação à polícia, que prendeu o anestesista imediatamente. Ao ser detido, ele demonstrou surpresa ao saber que havia sido filmado. O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) abriu um processo para expulsar Giovanni Quintella Bezerra da profissão. O presidente do Cremerj, Clovis Bersot Munhoz, classificou as imagens do crime como “absurdas” e reforçou que o órgão adotará medidas rigorosas contra o anestesista. A Secretaria de Estado de Saúde e a Fundação Saúde do Rio de Janeiro repudiaram a conduta do anestesista e informaram que abriram uma sindicância interna para tomar medidas administrativas e notificar oficialmente o Cremerj. O caso gerou forte repercussão no Brasil e reacendeu o debate sobre a necessidade de garantir mais segurança para mulheres em atendimentos médicos, especialmente em procedimentos que envolvem sedação. Fonte: G1 Repertórios para fundamentar sua redação sobre Lei de acompanhamento hospitalar Filmes/Séries/Documentários Livros/Pensadores/Filósofos/Literatura Legislações Argumentos para desenvolver na redação 1️⃣ Falta de fiscalização nos atendimentos médicos 2️⃣ Silenciamento das vítimas e falta de denúncia Por fim, a violência contra mulheres em atendimentos médicos é uma realidade que precisa ser combatida com medidas concretas. Portanto, presença de acompanhantes, a fiscalização rigorosa e a conscientização da sociedade são fundamentais para garantir segurança e dignidade para todas as pacientes. Se deseja treinar esse tema para garantir uma nota máxima na redação do Enem ou concursos, então acesse nossa plataforma e desenvolva suas habilidades argumentativas!

    03 de fev. de 2025
    DeepSeek: os impactos da disputa geopolítica pela supremacia tecnológica no consumo de informação na era da inteligência artificial
    Valdiele Silva
    8 min

    DeepSeek: os impactos da disputa geopolítica pela supremacia tecnológica no consumo de informação na era da inteligência artificial | Tema de redação

    Você já ouviu falar sobre a DeepSeek? Esse nome pode parecer novo para muitos, mas, sem dúvida, já está causando impactos massivos na economia e na disputa geopolítica pela inteligência artificial. A startup chinesa surgiu com a proposta de oferecer uma IA mais acessível e eficiente do que as gigantes ocidentais, como OpenAI (ChatGPT) e Google (Gemini). Como resultado, vem provocando instabilidade nos mercados financeiros e acirrando a rivalidade entre China e Estados Unidos. Além disso, você sabia que esse tema pode aparecer na sua redação do ENEM ou de outros vestibulares? O avanço tecnológico, a disseminação de informações e os impactos geopolíticos da inteligência artificial são questões cada vez mais discutidas e analisadas no cenário global. Por isso, neste artigo, vamos explorar como a DeepSeek está mudando a corrida pela supremacia da IA, quais são os impactos disso no consumo de informação e na economia digital e, por fim, como você pode abordar esse tema de forma aprofundada em sua redação. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da Língua Portuguesa sobre o tema “DeepSeek: os impactos da disputa geopolítica pela supremacia tecnológica no consumo de informação na era da inteligência artificial”, apresentando uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Textos motivadores sobre DeepSeek TEXTO I – A ascensão da DeepSeek e seus impactos na economia digital A empresa chinesa DeepSeek abalou os mercados financeiros ao lançar um modelo de inteligência artificial altamente eficiente e acessível, desafiando gigantes como OpenAI, Microsoft e Google. Fundada por Liang Wenfeng, um investidor do setor financeiro, a startup tem uma abordagem inovadora: oferecer modelos de IA de alta qualidade a preços extremamente reduzidos. Ademais, na última semana, a DeepSeek ultrapassou o ChatGPT em número de downloads na App Store. Como consequência, surgiram questionamentos sobre a sustentabilidade financeira das grandes corporações de tecnologia no Ocidente. Empresas como Nvidia e Oracle sofreram grandes quedas na bolsa de valores, indicando que a IA chinesa pode estar redefinindo o equilíbrio do setor. Além disso, a DeepSeek destaca-se por utilizar um modelo mais eficiente e econômico, capaz de processar informações com menor consumo de energia e de maneira mais ágil. Isso, por sua vez, desperta preocupações em países como os Estados Unidos, que veem a China ganhando terreno na disputa tecnológica. Dessa forma, surge uma questão: será que essa revolução na IA pode realmente democratizar o acesso à informação ou estamos caminhando para um novo monopólio sob domínio chinês? Fonte: CNN Brasil TEXTO II – O que a DeepSeek significa para a supremacia tecnológica global? O surgimento da DeepSeek não é apenas um avanço tecnológico – ele marca um ponto de inflexão na disputa global entre Estados Unidos e China pelo domínio da inteligência artificial. Durante anos, o Vale do Silício foi o epicentro da inovação em IA, com empresas como Google, Meta, OpenAI e Microsoft liderando o setor. No entanto, a DeepSeek mostrou que a China não só alcançou esse patamar, mas pode superá-lo, oferecendo alternativas mais baratas e eficazes. A corrida tecnológica entre esses dois países já se intensificava em setores como 5G, semicondutores e cibersegurança, mas a IA representa um novo campo de batalha, onde a informação e a automação podem definir o futuro da economia global. Dessa forma, analistas comparam essa disputa ao “Momento Sputnik”, referindo-se à corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética na década de 1950. Na época, o lançamento do satélite Sputnik pela URSS deixou os EUA em estado de alerta, motivando investimentos massivos na tecnologia espacial. Agora, a DeepSeek pode estar desempenhando um papel semelhante ao desafiar o domínio ocidental na IA. Fonte: Money News TEXTO III – Os riscos da inteligência artificial na geopolítica e na sociedade Apesar de seus benefícios, a inteligência artificial também apresenta desafios significativos, especialmente no contexto geopolítico. A rápida evolução da IA levanta questões sobre segurança digital, concentração de poder e manipulação da informação. Um dos principais riscos associados ao avanço da IA é a desinformação. Modelos de IA são capazes de gerar conteúdos extremamente realistas, incluindo deepfakes e textos automatizados, que podem ser usados para influenciar eleições, espalhar fake news e manipular a opinião pública. Além disso, a dependência crescente da IA pode gerar desemprego em massa, uma vez que muitas profissões estão sendo automatizadas. Esse fenômeno pode agravar desigualdades sociais e econômicas, especialmente em países que não têm infraestrutura para adaptar suas economias a essa nova realidade. Outrossim, um aspecto preocupante é o desenvolvimento de IA militar, com países investindo em algoritmos capazes de tomar decisões em cenários de guerra. A ausência de regulamentação internacional pode levar a uma corrida armamentista digital, aumentando os riscos de conflitos cibernéticos. Dessa maneira, a regulação da IA e o debate sobre seus impactos tornam-se cada vez mais urgentes. Fonte: Forbes Repertórios para fundamentar sua redação 1. Filmes/Séries/Documentários 2. Livros/Pensadores 3. Legislação ⚖ Constituição Federal de 1988 – Art. 5º – garante o direito à privacidade e acesso à informação, ameaçados pela concentração do poder tecnológico.📋 Agenda 2030 – ODS 9 – incentiva a inovação sustentável e o desenvolvimento tecnológico responsável.📜 Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD – Lei nº 13.709/2018) – regula o uso de dados no Brasil e busca proteger a privacidade dos usuários. Argumentos sobre os impactos da disputa geopolítica na IA Argumento 1: Monopólio tecnológico e manipulação da informação ✅ Sinônimos: concentração de poder, dominação digital, oligopólio da IA, hegemonia tecnológica, viés algorítmico Repertório para comprovar📚 Pensador: Manuel CastellsCastells, sociólogo espanhol, analisa o impacto da tecnologia na sociedade. Ele afirma que o controle da informação define as relações de poder na era digital, logo se aplica diretamente à disputa entre DeepSeek, OpenAI e outras gigantes da tecnologia. Argumento 2: dependência tecnológica e vulnerabilidade econômica ✅ Sinônimos: fragilidade digital, desigualdade tecnológica, dependência cibernética, risco econômico, dominação estratégica Repertório para comprovar📚 Pensador: Joseph NyeNye, teórico das relações internacionais, desenvolveu o conceito de “poder cibernético”, destacando que países

    29 de jan. de 2025
    cibersegurança
    Valdiele Silva
    6 min

    A importância da cibersegurança na era digital | Tema de redação

    Você sabia que o Brasil já foi o segundo país com mais prejuízos causados por ataques cibernéticos no mundo? De acordo com a Febraban, entre 2021 e 2022, o número de ataques aumentou 94%, expondo falhas na proteção de dados e na infraestrutura digital. Esses números ressaltam a importância de investir em cibersegurança, não apenas para proteger informações pessoais, mas também para evitar impactos econômicos e sociais. Dessa forma, debater estratégias para combater ameaças digitais é essencial para garantir a segurança na era digital. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A importância cibersegurança na era digital”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre cibersegurança Texto I: O conceito de cibersegurança A cibersegurança é o conjunto de práticas destinadas a proteger redes, dispositivos e dados contra acessos não autorizados, destrutivos ou criminosos. Por isso, essa proteção é essencial em um mundo cada vez mais conectado, onde, além disso, informações sensíveis, como dados financeiros, médicos e pessoais, estão armazenadas em plataformas digitais. A importância da cibersegurança vai além da proteção individual. Empresas enfrentam ameaças como ransomware, que bloqueia sistemas inteiros até o pagamento de resgates. Além disso, infraestruturas nacionais, como redes elétricas e sistemas de transporte, estão vulneráveis a ataques que podem comprometer serviços essenciais. Fonte: Telsite Solutions. Texto II: Desafios enfrentados na cibersegurança Os desafios da cibersegurança crescem à medida que a tecnologia avança. Ataques de engenharia social, como phishing, exploram falhas humanas, enquanto dispositivos conectados à Internet das Coisas (IoT) apresentam vulnerabilidades inerentes. Além disso, a escassez de profissionais qualificados dificulta a implementação de medidas eficazes. Estudos mostram que o Brasil ocupa uma posição alarmante em ataques cibernéticos, sendo, surpreendentemente, o segundo país mais afetado no mundo em 2018. Desse modo, para enfrentar essas ameaças, é fundamental investir em tecnologia avançada, além de treinamento de funcionários e conscientização sobre boas práticas digitais. Fonte: Grupo Beltis Texto III: Um caso real – o ataque à Starbucks Em 2024, a Starbucks enfrentou uma interrupção em suas operações após um ataque de ransomware ao software de um fornecedor terceirizado. Como consequência, esse ataque comprometeu o sistema de gestão de horários dos funcionários, destacando, assim, como até mesmo grandes empresas são vulneráveis a falhas em sua cadeia de suprimentos digitais. Dessa maneira, o caso ilustra como a dependência de tecnologias pode expor organizações a riscos. Portanto, reforça-se a necessidade de medidas robustas de proteção cibernética. Fonte: CNN Brasil Texto IV: Dados alarmantes e a necessidade de regulamentação O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) propôs um projeto de lei para criar a Política Nacional de Cibersegurança, que visa regulamentar a proteção de dados e punir crimes cibernéticos. Entre 2021 e 2022, o Brasil registrou um aumento de 94% nos ataques digitais, reforçando a urgência de ações concretas para mitigar os riscos. Fonte: Coluna Esplanada Repertórios e argumentos para o tema sobre cibersegurança Argumentos sobre cibersegurança 1. Ausência de regulamentação adequada ✅ Sinônimos: falta de leis, lacunas legais, regulação ineficaz, fragilidade jurídica. 2. Educação digital limitada ✅ Sinônimos: falta de preparo, desconhecimento tecnológico, analfabetismo digital. Por fim, a cibersegurança é um dos maiores desafios da era digital, exigindo regulamentações mais robustas e uma população consciente sobre práticas seguras online. Apenas com políticas públicas adequadas, investimentos em tecnologia e educação será possível mitigar os riscos e criar um ambiente digital mais seguro. 💡 Pratique agora: Treine sua redação com temas relevantes e receba feedback especializado em nossa plataforma!

    20 de jan. de 2025
    oniomania
    Valdiele Silva
    7 min

    O impacto da oniomania na sociedade contemporânea | Tema de Redação

    Você sabia que milhões de pessoas ao redor do mundo enfrentam o transtorno de compras compulsivas? Esse problema, conhecido como oniomania, tem raízes profundas em fatores emocionais e sociais, e seus impactos vão muito além das finanças pessoais. Dessa forma, é fundamental refletir sobre as causas e consequências desse transtorno, que reflete um dos maiores desafios da sociedade contemporânea: o consumismo desenfreado. Dados do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) apontam que 40% das dívidas de brasileiros estão relacionadas ao consumo descontrolado. Além disso, segundo a American Psychiatric Association (APA), a oniomania é um transtorno do controle de impulsos, que muitas vezes gera graves consequências psicológicas, sociais e econômicas. Dessa forma, diante disso, discutir o impacto da oniomania é essencial para compreender seus desdobramentos e propor soluções que respeitem os direitos humanos. Proposta de Redação sobre oniomania Com base nos textos motivadores e nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “O impacto da oniomania na sociedade contemporânea”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Instruções para redação Textos motivadores sobre oniomania Texto 1: entenda a oniomania – o transtorno que transforma compras em compulsão A oniomania, também conhecida como compulsão por compras, é classificada como um transtorno psiquiátrico caracterizado por comportamentos repetitivos e impulsivos relacionados ao consumo. Essa condição afeta significativamente a saúde mental, além de causar prejuízos financeiros e sociais. De acordo com a psicóloga Natalia Reis Morandi, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, “a oniomania é um transtorno crônico que se manifesta por meio de comportamentos repetitivos e impulsivos. Ela provoca prejuízos emocionais e materiais consideráveis, afetando a vida pessoal, profissional e social do indivíduo”. Ademais, muitas vezes, o problema só é reconhecido em estágios avançados, quando os danos emocionais e financeiros já são severos. Ocultação de gastos, uso excessivo de limites de crédito e rupturas nos relacionamentos são sinais críticos que indicam a necessidade urgente de intervenção. Fonte: Rede de Hospitais São Camilo Texto 2: Consumismo ou comprador compulsivo? Entenda a diferença e saiba o que é oniomania A oniomania, conhecida como compulsão por compras, é um transtorno psiquiátrico que afeta aproximadamente 8% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa condição vai além do prazer ou necessidade de consumir, sendo caracterizada por um comportamento repetitivo e incontrolável de comprar, muitas vezes como resposta a questões emocionais, como ansiedade e depressão. De acordo com Tatiana Filomensky, psicóloga e coordenadora do Programa para Compradores Compulsivos do Hospital das Clínicas (PRO-AMITI), é fundamental distinguir o consumismo da compulsão. Enquanto o consumista compra por desejo ou inserção social, o comprador compulsivo utiliza o ato de consumir para suprir necessidades emocionais. “É uma condição muito vinculada a suprir uma necessidade emocional”, destaca a especialista. A psicanalista Monik Sittoni acrescenta que a compulsão é guiada por impulsos incontroláveis, comparáveis à dependência química. O sistema de recompensa cerebral se torna um motor para o comportamento compulsivo, criando um ciclo vicioso de excitação durante a compra e frustração subsequente. “Quando a pessoa compra compulsivamente, ela entra quase em um estado de excitação, mas o relaxamento que segue é pequeno e fracionado”, explica Sittoni. Esse transtorno não é uma questão apenas de organização financeira, mas de saúde mental. Portanto, é crucial procurar ajuda especializada para tratamento, que geralmente inclui psicoterapia e, em casos mais graves, medicação. Fonte: G1 – Consumista ou comprador compulsivo? Texto 3: Histórias reais – O impacto devastador da oniomania na vida de uma compradora compulsiva A compulsão por compras, conhecida como oniomania, não apenas afeta as finanças, mas também transforma profundamente a vida de quem enfrenta esse transtorno. Camila Nunes, moradora de Goiás, acumulou uma dívida superior a R$ 240 mil ao longo de dez anos de compras compulsivas. Atualmente em tratamento, Camila compartilha sua experiência nas redes sociais, alertando sobre os perigos de não identificar precocemente os sinais dessa condição. Com mais de 200 vestidos, 65 calças jeans e centenas de peças de roupa que nunca usou, Camila precisou de um quarto extra para armazenar seus pertences. Apesar de esforços para conter o vício, como cortar seus cartões de crédito, a compulsão muitas vezes foi mais forte. “Cheguei a levar três bolsas iguais em cores diferentes, usando um cartão cortado, porque não consegui resistir”, relata. A história de Camila ilustra como a oniomania pode passar despercebida, sendo frequentemente confundida com um comportamento normal, em uma sociedade que incentiva o consumo excessivo. “Por ser algo estimulado, demorei a perceber que tinha um problema”, explica. Outrossim, especialistas destacam que a oniomania pode gerar crises de endividamento, mentiras e isolamento social. Segundo psiquiatras, essa compulsão muitas vezes está associada a outros transtornos emocionais, como ansiedade e depressão. O caso de Camila reflete uma realidade compartilhada por muitas pessoas que enfrentam o transtorno, onde o consumo serve como uma forma de lidar com questões emocionais mal resolvidas. Hoje, em processo de recuperação, Camila vende parte de seus itens em brechós para reduzir a dívida e busca conscientizar outras pessoas sobre a importância de procurar ajuda especializada. Sua história reforça a necessidade de identificar os sinais precoces da oniomania e buscar tratamento adequado. Fonte: G1 – ‘Fiz R$ 240 mil em dívidas com compras compulsivas’ Texto 4: Compra compulsiva é considerada uma doença Fonte: Gazeta do Povo – Compra compulsiva é considerada uma doença Repertórios socioculturais Filmes e documentários: 🎬 Minimalism: A Documentary About the Important Things – Explora como o consumismo afeta a saúde mental e a sociedade. 🎬 O Dilema das Redes – Analisa como as redes sociais influenciam o comportamento humano, incluindo o consumo. Literatura e pensadores: 📚 Sociedade do Consumo (Jean Baudrillard) – Aborda a relação entre consumo e identidade social. 📚 A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo (Max Weber) – Reflete sobre o papel do consumo na sociedade moderna. Dados históricos: Argumentos para o tema Impacto individual e psicológico: Impacto ambiental e social: Por fim, a oniomania é um reflexo direto das dinâmicas de consumo exacerbadas na sociedade contemporânea,

    15 de jan. de 2025
    A resistência feminina frente ao patriarcado nas sociedades tradicionais | Tema de Redação
    Valdiele Silva
    8 min

    A resistência feminina frente ao patriarcado nas sociedades tradicionais | Tema de Redação

    A resistência feminina frente ao patriarcado tem se mostrado um pilar na luta por igualdade de gênero. O patriarcado, enquanto sistema social enraizado, perpetua desigualdades estruturais que impactam diretamente as mulheres, limitando suas oportunidades e ampliando as disparidades econômicas e sociais. Dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) revelam que 84,5% dos brasileiros têm pelo menos um tipo de preconceito contra mulheres, evidenciando a complexidade dessa problemática. Além disso, em consonância com a temática, o filme Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles e protagonizado por Fernanda Torres, retrata o impacto do autoritarismo sobre uma mulher e sua família, trazendo à tona a luta feminina por direitos e dignidade. Dessa forma, a obra se conecta diretamente com as questões sociais e culturais que afetam as mulheres, ampliando a reflexão sobre os desafios enfrentados por elas. Portanto, o filme não só ilustra a luta por justiça, mas também faz um chamado à conscientização e à mudança. Por isso, essa realidade expõe um paradoxo entre avanços conquistados e obstáculos persistentes, tornando imprescindível o debate acerca dessa questão. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A resistência feminina frente ao patriarcado nas sociedades tradicionais.”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre patriarcado Texto 1: Conceito de patriarcado e sua persistência O patriarcado é um sistema social profundamente enraizado em culturas, estruturas e relações que priorizam os homens, especialmente aqueles que se enquadram no padrão branco, cisgênero e heterossexual. Essa configuração estabelece uma hierarquia onde esses homens ocupam o topo da “escada de privilégios”, acumulando benefícios, enquanto mulheres e grupos marginalizados enfrentam desvantagens e exclusões. No patriarcado, os homens gozam de poder econômico, social e político, enquanto as mulheres são relegadas a posições de submissão. Isso se traduz, por exemplo, no controle sobre a sexualidade feminina e na limitação de suas escolhas reprodutivas. Como explica Marlise Matos, pesquisadora e feminista, o patriarcado é um sistema que organiza relações sociais e políticas com base no domínio masculino, perpetuando desigualdades de gênero e controlando narrativas e valores sociais. A manifestação do patriarcado ocorre de forma privada e pública. No âmbito privado, limita as mulheres à esfera doméstica, enquanto no público, mesmo com a participação feminina em espaços sociais e políticos, a desigualdade persiste. Segundo a autora Sylvia Walby, o patriarcado encontra apoio em pilares como religião, trabalho, Estado e família para garantir sua perpetuação. Historicamente, a família tem sido uma das instituições mais eficazes para consolidar essa estrutura, com o homem como provedor e a mulher restrita ao cuidado do lar. Embora a sociedade tenha evoluído em diversos aspectos, a essência patriarcal ainda se mantém, adaptando-se para continuar exercendo controle. Dados do IBGE mostram que, mesmo realizando tarefas equivalentes, as mulheres ainda ganham, em média, 20% a menos que os homens, evidenciando como o patriarcado molda práticas econômicas e sociais. Fonte: Adaptado de Politize! Texto 2: Preconceitos de gênero no Brasil e no Mundo Um estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) revela que 84,5% dos brasileiros têm pelo menos um tipo de preconceito contra as mulheres. Mundialmente, quase 90% da população compartilha dessas crenças, sejam homens ou mulheres, evidenciando como o sexismo ainda é estrutural. Principais Dimensões Avaliadas O levantamento analisou quatro áreas de preconceito: No Contexto Global O relatório aponta que 25% da população mundial considera justificável a violência doméstica. Além disso, apenas 10% das chefias de Estado são ocupadas por mulheres desde 1995, e menos de um terço dos cargos de liderança no mercado de trabalho são femininos. Fonte: G1, Pesquisa ONU (2023). Texto 3: Violência de Gênero e a Estrutura Patriarcal A psicóloga Teresa Cristina Bruel dos Santos, especialista em violência contra mulheres, destaca que a violência de gênero tem origem na estrutura patriarcal, que coloca mulheres em posições de subalternidade em relação aos homens. No Rio Grande do Sul, a média de dois feminicídios por semana reforça a gravidade do problema. Teresa aponta que a falta de investimentos e a desarticulação da rede de proteção agravam a situação. Desde 2016, houve uma redução de 90% no orçamento destinado ao enfrentamento da violência contra mulheres. Para ela, ações eficazes passam por investimentos em serviços especializados, capacitação contínua e inclusão do tema de gênero nas escolas, além de campanhas que desnaturalizem os padrões de gênero. A conscientização é um passo crucial para romper o ciclo da violência e construir uma sociedade mais igualitária. Fonte: Brasil de Fato. Repertórios para o Tema sobre patriarcado 1. Filmes/Séries/Documentários 2. Livros/Pensadores/Filósofos/Literatura 3. Legislações ⚖ Constituição Federal de 1988 – Art. 5º, I – garante igualdade de direitos entre homens e mulheres.📋 Agenda 2030 – ODS 5 – igualdade de gênero e empoderamento feminino.📜 Lei Maria da Penha (11.340/2006) – instrumento de proteção contra a violência doméstica. 4. Fatos Históricos (Brasil e Mundo) Argumentos para o tema de redação sobre patriarcado Argumento 1: Legado Histórico do Patriarcado Causa: Enraizamento cultural de práticas patriarcais em tradições e sistemas sociais.Consequência: Perpetuação de desigualdades e manutenção de uma estrutura de opressão.Solução: Investimento em educação de gênero e promoção de políticas públicas igualitárias.Repertório: Ainda Estou Aqui – Representa a opressão e resistência feminina em um contexto histórico de autoritarismo e desigualdade. Argumento 2: Banalização das Desigualdades de Gênero Causa: normalização de comportamentos discriminatórios e falta de representatividade feminina.Consequência: ampliação das barreiras de acesso a oportunidades e persistência da violência de gênero.Solução: campanhas de conscientização e ampliação da representatividade feminina em espaços de poder.Repertório: Angela Davis – A luta interseccional como ferramenta para combater a banalização das desigualdades. Por fim, a resistência feminina frente ao patriarcado é uma luta constante e essencial para a construção de uma sociedade mais igualitária. A análise de dados e repertórios, como o

    temas de redaçãotema de redação
    06 de jan. de 2025
    Véspera de Ano Novo
    Valdiele Silva
    8 min

    Véspera de Ano Novo: a influência da positividade tóxica nas celebrações de fim de ano | Tema de Redação

    O fim de ano é, para muitos, um período de reflexões, festas e celebrações. Além disso, é a época em que mensagens de otimismo, metas para o futuro e reuniões familiares se tornam o centro das atenções. No entanto, essa ocasião, marcada pela expectativa de felicidade, pode ser emocionalmente desafiadora para muitas pessoas. Dessa forma, é fundamental reconhecer que nem todos vivenciam esse período da mesma maneira e oferecer apoio àqueles que enfrentam dificuldades. O fenômeno conhecido como positividade tóxica — a imposição social de demonstrar alegria e otimismo, mesmo diante de dificuldades — intensifica esses desafios. Dessa forma, muitas pessoas sentem-se pressionadas a reprimir emoções negativas, o que pode agravar seu bem-estar mental. Além disso, estudos mostram que, durante as festas de fim de ano, os índices de ansiedade e depressão podem aumentar em até 25% em todo o mundo. Portanto, é fundamental promover um ambiente mais acolhedor, onde as emoções sejam validadas e compreendidas. Neste artigo, exploraremos os impactos da positividade tóxica na Véspera de Ano Novo, utilizando dados, notícias, repertórios culturais e argumentos sólidos para ampliar o debate sobre o tema. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Véspera de Ano Novo: a influência da positividade tóxica nas celebrações de fim de ano”. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Dessa forma, seu texto deve estar bem estruturado, com argumentos coerentes e embasados. Portanto, reflita sobre os impactos dessa cultura e como é possível promover um ambiente mais saudável e inclusivo nas festividades. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre a Véspera de Ano Novo Texto 1: Conceito de Positividade Tóxica nas Festas de Fim de Ano A positividade tóxica é um fenômeno psicológico caracterizado pela imposição de uma atitude positiva em todas as circunstâncias, mesmo diante de situações adversas ou emoções negativas. Essa abordagem desconsidera a complexidade das experiências humanas, invalidando sentimentos legítimos como tristeza, frustração ou luto. Durante as festas de fim de ano, a pressão social para demonstrar felicidade e entusiasmo pode intensificar essa positividade forçada. . A expectativa de celebração contínua e alegria ininterrupta pode levar indivíduos a suprimirem suas verdadeiras emoções, temendo serem vistos como ingratos ou pessimistas. Essa repressão emocional não apenas impede o processamento saudável dos sentimentos, mas também pode resultar em sobrecarga emocional, estresse e deterioração da saúde mental. É essencial reconhecer que todas as emoções têm um papel significativo no bem-estar psicológico e que permitir-se vivenciá-las plenamente é fundamental para a saúde emocional. A aceitação de sentimentos negativos, especialmente em períodos festivos, promove uma abordagem mais autêntica e equilibrada da vida, permitindo que as pessoas enfrentem desafios de maneira mais resiliente e consciente. Psicanálise Clínica Texto 2: Dados Estatísticos sobre Saúde Mental no Fim de Ano As festas de fim de ano, embora tradicionalmente associadas a momentos de alegria e confraternização, podem desencadear sentimentos de melancolia e estresse em muitas pessoas. Estudos indicam que 64% das pessoas que enfrentam questões de saúde mental relatam um agravamento dos sintomas durante esse período. No Brasil, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 9,3% da população sofre de transtornos de ansiedade, o maior índice mundial, e 5,8% enfrenta depressão, o número mais elevado da América Latina. Esses dados são particularmente relevantes no contexto das celebrações de fim de ano, quando a pressão por felicidade e interação social pode intensificar sentimentos de inadequação ou isolamento. A idealização das festividades, muitas vezes perpetuada por mídias sociais e culturais, contribui para a amplificação dessas emoções negativas, tornando-se um desafio significativo para a saúde mental de muitos indivíduos. UOL Texto 3: Notícia sobre a Pressão por Felicidade nas Festas de Fim de Ano As festas de fim de ano são frequentemente retratadas como períodos de alegria e união familiar. Contudo, para uma parcela significativa da população, essas celebrações podem ser fontes de estresse e sofrimento emocional. A pressão para atender às expectativas sociais de felicidade constante pode levar à supressão de emoções autênticas, resultando em sentimentos de inadequação e isolamento. Especialistas alertam que a imposição de uma positividade constante, conhecida como positividade tóxica, desconsidera a complexidade das experiências humanas e pode agravar questões de saúde mental. É fundamental reconhecer e validar todas as emoções, permitindo-se vivenciar o período festivo de maneira autêntica e respeitosa às próprias necessidades emocionais. D24AM Texto 4: Impacto das Festas de Fim de Ano na Saúde Mental Dados Informações 64% Pessoas com questões de saúde mental relatam agravamento dos sintomas no fim de ano. 9,3% População brasileira que sofre de transtornos de ansiedade, o maior índice mundial. 5,8% População brasileira enfrentando depressão, o número mais elevado da América Latina. Fonte Dados fornecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Repertórios socioculturais sobre positividade tóxica na Véspera de Ano Novo Filmes/Séries/Documentários Livros/Pensadores/Filósofos Legislações Fatos Históricos Argumentos sobre positividade tóxica nas celebrações de fim de ano Argumento 1: falta de discussão sobre saúde mental Argumento 2: pressão social por felicidade constante Por fim, a Véspera de Ano Novo, embora carregada de simbolismos positivos, pode ser desafiadora para muitas pessoas. Além disso, a positividade tóxica reforça pressões sociais que desconsideram a complexidade emocional de cada indivíduo. Dessa forma, é necessário promover uma abordagem mais inclusiva, acolhedora e autêntica, permitindo que todos vivenciem o período de maneira significativa. Portanto, reconhecer e respeitar diferentes experiências torna essa celebração mais genuína e acessível para todos. Deseja treinar com esse tema, que pode cair no ENEM, vestibulares ou concursos?Acesse nossa plataforma, que possui mais de 400 temas para você praticar e alcançar a excelência na redação!

    tema de redaçãopositividade tóxica
    31 de dez. de 2024
    sensacionalismo midiático
    Valdiele Silva
    9 min

    Os desafios éticos do sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias | Tema de Redação

    No dia 28 de outubro de 2024, o Brasil assistiu, com perplexidade, à queda de um avião da Voepass em Vinhedo (SP), resultando em 62 vítimas fatais. Além disso, logo após o acidente, notícias falsas e vídeos descontextualizados começaram a circular, explorando o sofrimento das famílias para atrair atenção e gerar engajamento. Dessa forma, esse episódio reflete um padrão recorrente no jornalismo contemporâneo: o sensacionalismo midiático. Portanto, é essencial discutir os impactos dessa prática e buscar alternativas para uma cobertura ética e responsável. De maneira semelhante, em 2008, o caso Eloá se tornou um espetáculo midiático. Além disso, essa cobertura excessiva evidenciou como a busca por audiência pode banalizar tragédias e desrespeitar direitos fundamentais. Dessa forma, analisar essas práticas é fundamental para compreender os impactos negativos do sensacionalismo na sociedade. Portanto, é essencial discutir soluções éticas para um jornalismo mais responsável e comprometido com a informação de qualidade. Proposta de Redação sobre sensacionalismo midiático A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os desafios éticos do sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias Textos motivadores sobre sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias Texto I: O que é Sensacionalismo O sensacionalismo é uma prática jornalística que busca atrair audiência por meio da exploração de aspectos emocionais e chocantes das notícias. Essa abordagem utiliza exageros, omissões e até mesmo informações falsas para impactar o público. Originado no final do século XIX com o chamado “jornalismo amarelo”, o sensacionalismo é frequentemente associado à manipulação midiática para atender interesses políticos e econômicos.Caracteriza-se pela dramatização de fatos, transformação de tragédias em espetáculo e desrespeito à ética jornalística. Apesar de sua popularidade em mídias de massa, a prática é criticada por distorcer a verdade e impactar negativamente a percepção pública.Fonte: Significados.com.br Texto II: Notícia – Acidente com Avião da Voepass Em 2024, um avião da Voepass caiu em Vinhedo (SP), resultando na morte de 62 pessoas. A tragédia recebeu ampla cobertura midiática, mas também gerou desinformação. Vídeos antigos, como o de Roberto Cabrini na tragédia da Chapecoense, em 2016, foram compartilhados fora de contexto, associando falsamente os eventos.Essa manipulação evidencia o impacto negativo do sensacionalismo, que prioriza cliques e engajamento em detrimento da verdade. A cobertura exacerbada aumenta a confusão, desrespeitando o sofrimento das vítimas e dificultando a compreensão dos fatos.Fonte: Reuters Brasil Texto III: Caso Eloá e a Exploração Midiática O caso Eloá (2008) é um exemplo emblemático de sensacionalismo midiático. A jovem foi mantida em cativeiro por mais de 100 horas, enquanto emissoras transmitiam ao vivo cada detalhe do sequestro. A cobertura invadiu a privacidade das vítimas, transformando a tragédia em um espetáculo nacional.Essa abordagem desrespeitou os direitos humanos e comprometeu as negociações entre a polícia e o sequestrador. O caso ilustra a necessidade de regulamentações mais rígidas para evitar que a mídia explore tragédias de maneira sensacionalista.Fonte: Cobertura Midiática Insensível: Caso Eloá – UC SAL Texto IV: A Banalização em Ataques às Escolas Ataques escolares têm se tornado alvo de exploração midiática, com manchetes sensacionalistas e imagens dramáticas. Essa abordagem perpetua o medo e a insegurança, banalizando a gravidade das tragédias. A repetição constante de imagens impactantes desensibiliza o público e não contribui para o enfrentamento do problema.A cobertura inadequada também pode inspirar novos ataques, evidenciando a necessidade de uma abordagem jornalística mais ética e responsável. Fonte: Web Terra Repertórios para sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias 🎬 Filmes/Séries/Documentários: Este documentário analisa a interferência midiática no caso Eloá, destacando como a mídia transformou o sequestro em um espetáculo e, além disso, impactou diretamente o desfecho trágico. Dessa forma, a obra evidencia a necessidade de estabelecer limites éticos no jornalismo para proteger tanto a dignidade das vítimas quanto o correto andamento do processo de justiça. Portanto, a reflexão sobre o papel da imprensa em situações de crise se torna essencial para evitar novas tragédias mediáticas. O filme acompanha um jornalista que explora tragédias para lucrar, destacando, portanto, os impactos éticos e morais dessa prática. Além disso, a obra mostra como o sensacionalismo pode levar à desumanização das vítimas, evidenciando as consequências negativas da busca desenfreada por audiência. Dessa forma, a narrativa convida o público a refletir sobre os limites da ética no jornalismo. É um exemplo de jornalismo investigativo responsável, que expõe abusos sem recorrer ao sensacionalismo. Além disso, a abordagem utilizada demonstra a relevância de relatar os fatos de forma objetiva e equilibrada. Dessa forma, a obra enfatiza a importância de um jornalismo ético e comprometido com a verdade. Portanto, valorizar esse tipo de prática contribui para uma sociedade mais informada e consciente. Explora a manipulação da mídia em busca de interesses políticos e econômicos. Além disso, reforça a necessidade de questionar a veracidade das informações veiculadas. Dessa forma, evidencia como a desinformação pode influenciar a opinião pública e comprometer a democracia. Portanto, é essencial desenvolver um olhar crítico diante do conteúdo midiático consumido diariamente. Discute o controle da informação e o impacto da mídia na formação da opinião pública. Destaca como a manipulação midiática pode influenciar comportamentos e decisões sociais. 📚 Livros/Pensadores/Filósofos: Análise crítica sobre como a televisão molda a percepção pública e, além disso, prioriza a audiência em detrimento da qualidade. Dessa forma, a obra mostra os impactos do sensacionalismo na construção da realidade social. Portanto, compreender essa influência é essencial para uma visão mais crítica dos meios de comunicação. Retrata um governo autoritário que manipula a informação para controlar a população. Reforça a importância da verdade e da transparência na comunicação. Explora como as estruturas de poder utilizam a vigilância e a exposição pública para exercer controle.Mostra os perigos de expor tragédias como forma de reforçar discursos dominantes. Aponta a importância de valores éticos no

    sensacionalismo midiáticotema de redaçãotragédias
    23 de dez. de 2024
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