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Mais uma dica de tema de Redação pra galera! Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema de redação: a importância da música na vida das pessoas. Texto 1: Ao ouvir a música que há tempos embalou um beijo, uma pessoa começa a chorar. Outro sente os pêlos do braço arrepiar ao som de um solo do Jimmy Page. Alguém tatua nas costas uma enorme clave de sol, enquanto o seu amigo escuta em seu MP3 versos de Vinicius de Moraes e venera a bossa nova. Na região Norte da cidade, um adolescente descobre a música Paranoid do Black Sabbath ao mesmo tempo em que uma menina se imagina ao lado da Amy Winehouse. No centro de um bar, um garoto tenta imitar a voz rouca de Tom Waits, mas o público quer mesmo ouvir o novo sucesso pop do Panic At The Disco, tirando o moço sentado no sofá do local, com dreads no cabelo e na camiseta a dica de sua admiração: Peter Tosh e Bob Marley. O que essas pessoas têm em comum? Todas são influenciadas, de certa forma, pelo poder da música. Para o professor do curso de Psicologia da FADEP, Alexandre Baiocchi, que já realizou estudos na área, a música é puramente uma mobilização sentimental. Como qualquer manifestação artística, ela influencia na vida e na formação da identidade de qualquer pessoa. O professor explica que a emoção gerada pela canção ocorre devido à implicação que ela ocasiona na psique do ser humano. Ao percebermos a música, entramos em contato com a percepção cognitiva do som. Em seguida, nos emocionamos, pois, independente do gênero, ela tem a capacidade de mexer com os nossos sentimentos e nossas impressões afetivas. Esses aspectos causados pela música geram nas pessoas um nivelamento de impressões, opiniões e gostos, o que se reflete na maneira como elas direcionam o seu comportamento perante a sociedade. Quando isso ocorre, a música começa a adquirir uma importância significativa na vida de qualquer um, contribuindo para a formação da personalidade e dos gostos estéticos, comenta o professor. Alexandre destaca que essa influência, geralmente, inicia na adolescência. O jovem, por estar formando a sua identidade, busca na música uma afirmação pessoal e projeta no ídolo o fascínio que sente. Isso interfere na sua forma de se vestir, de se comportar e de se relacionar. Fonte: fadep – a importância da música na vida das pessoas Texto 2: MÚSICA DE PROTESTO A música para a maioria das pessoas é uma forma de expressar sentimentos, desejos, frustrações, conceito que não está muito longe da realidade, pois durante muito tempo a música foi utilizada como forma de “abrir os olhos da humanidade” para as questões que afligiam o mundo, como a guerra, a discriminação, a opressão, etc. Para muitos músicos, a canção não deve falar de coisas banais, mas sim, explorar letras na tentativa de mudar a realidade cruel em que grande parte do mundo vive, é buscar através da música a liberdade para a humanidade. A música com referência ideológica existe há muito tempo, mas foi a partir da década de 1960 que a música, como forma de protesto, ganhou popularidade, em especial com as bandas britânicas Beatles e Rolling Stones, com a expressividade do rock. Levantando diversas questões como, por exemplo, discussões em favor da liberdade de expressão, pelo fim das guerras e do desarmamento nuclear, idealizando um mundo de “paz e amor”, com músicas como; “Revolution” (Beatles) e “We Love You” (Rolling Stones). Durante a Guerra do Vietnã, outras bandas entraram na onda de protestos. Em 1964, no Brasil, a repressão e a censura instauradas pelo regime militar deram origem a movimentos musicais que viam na música uma forma de criticar o governo e de chamar a população para lutar contra a ditadura. Os grandes nomes desse período foram Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Geraldo Vandré, entre outros. Usando na letra de suas músicas metáforas e ambiguidades, títulos como: “É Proibido Proibir”, “Que as Crianças Cantem Livres” e “Para Não Dizer que Não Falei das Flores” fizeram sucesso na época e até hoje ainda fazem. Fonte: brasil escola uol – música protesto Texto 3: Fonte: ivoviuauva – música vagabundo Texto 4: A IMPORTÂNCIA DO SOM PARA UMA PROPAGANDA Os efeitos sonoros, jingles e/ou as musicas em uma propaganda são elementos que auxiliam na transmissão de uma mensagem. Os recursos auditivos são muito importantes em uma campanha, pois são capazes de gerar apelos emocionais, revelar conceitos, quebrar contextos e podem traduzir o humor da história que está sendo contada. Além de ajudar a transmitir uma ideia, o som quando bem planejado faz com que o telespectador consiga captar melhor a mensagem transmitida. O telespectador também fica passivo de aceitar a propaganda por causa da música e deixa de ser telespectador e passa a agir como emissor da mesma. Isto é, o telespectador passa a divulgar a propaganda, jingle ou outro processo envolvido na campanha, gerando mídia espontânea para a campanha. Quando o som de uma propaganda é bem trabalhado ele vira um discurso sonoro e deixa a propaganda mais atraente para quem a assiste. Fonte: cafe com galo – a importância do som para uma propaganda Com base na leitura dos textos motivadores, redija um texto em prosa, do tipo dissertativo-argumentativo, sobre o Tema de redação: a importância da música na vida das pessoas.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Movimento sem Terra no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 1 Fonte: Latuff Texto 2 Fonte: Eugênio Neves Texto 3 Qual a função e os objetivos do MST? O MST tem como função promover a organização dos trabalhadores e trabalhadoras rurais (o que inclui camponeses, posseiros, pequenos agricultores, agricultores familiares), junto aos demais membros da sociedade civil, para a garantia do acesso à terra e da realização da reforma agrária no Brasil. Dentro desse cenário, o movimento social dos sem-terra tem como objetivo maior a obtenção da justiça social no campo. Segundo o próprio MST, e conforme estabelecido nos documentos oficiais que balizam a atuação desse movimento social, os seus objetivos se apoiam nos seguintes pilares: Os dois primeiros objetivos do MST versam sobre a democratização do acesso à terra, sendo a terra um recurso natural fundamental para a maior autonomia do produtor rural, que, com ela, consegue garantir a sua própria subsistência e a do seu grupo familiar, além de gerar renda a partir da produção agropecuária. A luta por uma sociedade mais justa está relacionada a vários aspectos, dizendo respeito à solução de problemas estruturais muito antigos e que caracterizam não somente o meio rural, mas a sociedade brasileira como um todo. Dentre esses problemas estão a desigualdade socieconômica e a falta de acesso a direitos básicos, como saúde e educação, a discriminação (étnica e de gênero) e a exploração dos trabalhadores urbanos. Fonte: brasil escola – mst Leia os textos acima e redija uma redação com o Tema de Redação: Movimento sem Terra no Brasil.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Trabalho infantil no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa e seu ponto de vista. Texto 1 A exploração da mão de obra infantil no país cresceu 4,5% em 2014 em relação a 2013, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2013, havia 3,188 milhões de crianças e adolescentes na faixa de 5 a 17 anos de idade trabalhando e o contingente subiu para 3,331 milhões em 2014. “As famílias estão, cada vez mais, utilizando crianças no trabalho infantil para complementação da renda”, disse a administradora da Fundação Abrinq, Heloisa Oliveira. Os dados fazem parte de uma publicação da Fundação Abrinq lançada hoje (5) que reúne os indicadores relacionados à infância e adolescência divulgados por órgãos oficiais no Brasil. A ideia é, segundo a administradora executiva da fundação, Heloisa Oliveira, mostrar como os problemas envolvendo os jovens estão ligados entre si. “São coisas que vistas isoladamente podem não dizer nada, mas, de forma combinada, você enxerga áreas que precisavam receber atenção e desenvolvimento”, disse. No caso da exploração da mão de obra infantil, antes do aumento registrado em 2014, o número de crianças usadas como mão de obra vinha caindo. “O mais preocupante é que esses dados ainda não refletem a crise econômica que a gente está vivenciando”, disse Heloisa. Para a administradora executiva, o dado do aumento do trabalho infantil é um indicativo de problemas interligados. “As famílias estão tendo mais dificuldade de se sustentar e estão, cada vez mais, utilizando as crianças no trabalho infantil para complementação da renda. É uma sinalização de vulnerabilidade social aumentando”. Fonte: agencia brasil Texto 2 Fonte: Ivan Cabral Texto 3 Brasil é o país que mais reduziu trabalho infantil As políticas integradas de combate à pobreza executadas pelo governo federal continuam produzindo resultados notáveis na área social. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Brasil é o País que mais retirou crianças e adolescentes do trabalho infantil nos últimos 12 anos. Entre 2001 e 2013, a redução foi de 58,1% enquanto a média mundial foi de 36% no mesmo período. “As políticas afirmativas de redução da desigualdade e de combate à pobreza são importantes no contexto de diminuição do trabalho infantil”, defende o ministro interino do Trabalho e Emprego, Francisco Ibiapina. “À medida que uma família recebe um suporte financeiro, através, por exemplo, do Bolsa Família, tende a não colocar o filho para trabalhar e complementar a renda”, explica. Segundo a secretária Nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Yeda Castro, é pelas políticas de transferência de renda, em especial a ação integrada do Bolsa Família, associadas ao trabalho social junto às famílias e a criação de mais oportunidades de trabalho para os pais, que o ciclo do trabalho infantil pode ser quebrado. “Isso com certeza tem contribuído fortemente para a redução da exploração [de crianças] pelo trabalho infantil”. De fato, o Bolsa Família tem sido decisivo para afastar as crianças do trabalho infantil. O Censo Escolar da Educação Básica de 2012 revela que a taxa de abandono de estudantes beneficiários no Ensino Médio é de 7,4%, ante 11,3% entre os que não são beneficiárias. No Nordeste, a diferença é ampliada: o índice de abandono é de cerca de 7,7% e 17,8%, respectivamente. Fonte:brasil gov Texto 4 Fonte: Ivan Cabral

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de redação: A liderança move o mundo. Texto 1: De acordo com o estudioso norte-americano Warren Bennis, a liderança pode ser definida como a capacidade de traduzir a visão em realidade. Houve inúmeros exemplos disso ao longo da história, a partir de conflitos militares e projetos humanitários, que se transformaram em lições para o mundo dos negócios. A liderança tem um alto impacto para influenciar mudanças positivas, mesmo nas mais difíceis circunstâncias. Ela também oferece uma visão sobre as qualidades necessárias para um grande líder, muitos dos quais têm valor fundamental que podem ser transferidos através de vários mundos e mercados. Com isso em mente, vamos dar uma olhada em algumas razões que distinguem alguns indivíduos como grandes líderes: Eles inspiram a confiança das pessoas ao seu redor Eles buscam continuamente evoluir e melhorar Eles são apaixonados e centrados Eles unem suas tarefas às suas missões de maneira crítica Eles nunca estão satisfeitos Eles são movidos pelo medo do fracasso Eles se comunicam humilde e abertamente Extraído e adaptado de: agendor – razões porque algumas pessoas são grandes líderes Texto 2: Os 5 maiores líderes da história mundial Grandes líderes são aqueles que conseguem agregar outras pessoas às suas ideias, influenciam positivamente o sistema em que estão inseridos e contribuem com o crescimento de todos a sua volta. O verdadeiro sucesso de um líder é o legado que ele constrói durante o exercício de sua missão. Veja abaixo os cinco maiores líderes da história mundial e suas lições: Bill Gates Por volta dos seus 21 anos de idade, sagrou-se um dos mais jovens e bem-sucedidos empreendedores. Ao lado de seu amigo e parceiro empresarial, Paul Allen, fundou a Microsoft — a mais importante e popular empresa produtora de software de todo o planeta. Foi um dos desbravadores no campo da criação de um produto que subverteria o modo de vida no mundo moderno: o computador pessoal, ou PC. Walt Disney Nasceu em 1901 e morreu 1966, antes mesmo de inaugurar seu famoso parque. Criou uma organização que é referência mundial e tem como foco trabalhar com excelência e ir além, conquistando resultados cada vez maiores e melhores, com clientes satisfeitos e fidelizados, que indicam e divulgam a marca como se estivessem ganhando algo por isso. A Disney tem como premissa valorizar seu cliente interno, construindo uma cultura organizacional voltada para o sucesso, com líderes de alta performance que estimulam um ambiente colaborativo, com colaboradores engajados que se apropriam do propósito da empresa. Nelson Mandela Principal representante do movimento antiapartheid, Nelson Mandela foi um guerreiro da luta pela liberdade. Para o governo sul-africano, porém, ele era um terrorista. Passou quase três décadas na cadeia e, ainda assim, se tornou um ícone internacional na defesa das causas humanitárias. Steve Jobs Falecido em 2011, foi um empresário americano responsável pela fundação da Apple. Com sua criatividade, perfeccionismo e espírito de liderança, Jobs agregou seus valores pessoais a seus produtos, gerando mais que consumidores, e sim fãs da marca. Provou, então, que a cultura organizacional é um grande aliado de competitividade de uma empresa. Martin Luther King Martin Luther King Jr. foi um importante pastor evangélico e ativista político norte-americano. Lutou em defesa dos direitos sociais para os negros e mulheres, combatendo o preconceito e o racismo. Defendia a luta pacífica, baseada no amor ao próximo, como forma de construir um mundo melhor, fundamentado na igualdade de direitos sociais e econômicos. Extraído e adaptado de: ibc coaching – 5 maiores líderes história mundial Texto 3: De artista a ditador Hitler foi o arquétipo do líder carismático. Não era um político “normal” – alguém que promete medidas como impostos menores ou melhor sistema de saúde -, mas quase um líder religioso, que oferece metas espirituais, como redenção e salvação. Hitler acreditava estar predestinado a algo grandioso. Ele chamava isso de “providência”. Antes da Primeira Guerra Mundial, ele era um joão-ninguém, um sujeito estranho, que não conseguia formar relacionamentos íntimos, incapaz de participar de uma discussão intelectual e cheio de raiva e preconceito. Mas, quando fazia discursos para o povo após a derrota da Alemanha na Primeira Guerra, suas fraquezas eram percebidas como qualidades. O ódio que sentia ecoava os sentimentos de milhares de alemães que, sentindo-se humilhados pelos termos do Tratado de Versalhes, buscavam um bode expiatório. Sua falta de talento para debates era vista como um sinal de caráter, sua recusa em bater papo, a marca de um “grande homem” que vivia em um mundo à parte. E, acima de tudo, estava o fato de que Hitler descobriu que era capaz de se conectar com sua audiência. Isso, que muitos chamam de “carisma”, formou a base do seu futuro sucesso. “O homem emanava um carisma tal que as pessoas acreditavam em qualquer coisa que ele dizia”, disse Emil Klein, que ouviu Hitler falar na década de 1920. Paralelos históricos Hitler disse a milhões de alemães que eles eram arianos e, portanto, “especiais”. Que eram, racialmente, um povo “melhor” do que os outros, algo que ajudou a cimentar a conexão carismática entre o líder e os liderados. É irônico que, recentemente, a chanceler alemã Angela Merkel tenha sido saudada em Atenas por gregos irados, carregando cartazes com suásticas, protestando contra o que consideram ser uma interferência indevida da Alemanha em seu país. Irônico porque é na Grécia – em meio a uma terrível crise econômica – que observamos a ascensão repentina de um movimento político que se gaba de sua intolerância e desejo de perseguir minorias – o Aurora Dourada. O movimento é liderado por um homem que alega não ter havido câmaras de gás em Auschwitz. Pode existir um aviso mais sério do que esse? Extraído e adaptado de: noticias terra – historiador decifra carisma de hitler e vê paralelos com mundo hoje Texto 04 Fonte: DukeLider Escreva uma redação sobre Tema de redação:

A tentativa de derrubar a democracia e a importância da reação do povo A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita padrão da língua portuguesa sobre o tema: Golpe de Estado na Turquia: a tentativa de derrubar a democracia e a importância da reação do povo. Sua redação deve apresentar propostas de intervenção que respeitem os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. O que está acontecendo na Turquia? Por que os militares tentaram tomar o poder? Após uma série de golpes militares reais no passado, o povo turco agora reage a qualquer sinal de intervenção militar com a mesma preocupação imediata de um paciente pós-câncer que descobre um pequeno nódulo. Por Opera Mundi […] O que aconteceu? O que precisamos saber? Na noite de 15 de julho, um grupo de soldados turcos assumiu o controle de várias instituições em Istambul e Ancara, no que parece ter sido uma tentativa de golpe mal planejada. As forças policiais – auxiliadas por um grande número de cidadãos ordinários turcos– conseguiram frustrar o golpe. Chamados às ruas pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, enormes grupos de homens tomaram as ruas para impedir as unidades do exército de entrarem em prédios governamentais. O golpe foi declarado encerrado na manhã do dia 16 de julho. Então, o povo turco apoia o presidente Erdogan? Graças a uma longa história de golpes militares, o ódio do povo turco a intervenções militares é muito maior do que sua aversão ao seu líder autocrático. Turcos de todos os espectros políticos compartilham o mesmo sentimento de que até uma péssima democracia é melhor do que um governo militar. Por que os militares tentaram tomar o poder? A explicação muda de acordo com em quem você escolhe acreditar. Uma declaração supostamente feita pelos militares alega que seu propósito era “reinstituir a ordem constitucional, a democracia, os direitos humanos e as liberdades”. Porém, o presidente Erdogan e sua rede midiática pró-governo bombardearam o povo turco com alegações de que o golpe foi obra de um grupo clandestino, que teria infiltrado todos os órgãos estatais, organizado por um clérigo muçulmano chamado Fethullah Gülen, que é aposentado e vive na Pensilvânia. Pouca evidência sólida dessa conspiração foi apresentada até o momento. Gülen negou qualquer envolvimento. De fato, ele e outros grupos oposicionistas alegam que o golpe foi, na verdade, orquestrado por Erdogan como desculpa para subjugar a oposição política e definitivamente mudar o sistema governamental da Turquia para uma presidência executiva (o que, na prática, tornaria Erdogan um sultão moderno). Essa explicação também não é inteiramente convincente – a alegação de que Erdogan planejou um falso golpe contra seu próprio governo para extirpar a oposição de dentro do exército e do Supremo Tribunal é muito grande para se levar em conta. O que o povo turco acha? A Turquia está extremamente polarizada. Metade a população acredita em qualquer coisa que o presidente diga, enquanto a outra metade tende a acreditar no oposto. Posições a favor e contra o regime de Erdogan tornaram-se tão enraizadas que não há como convencer qualquer lado com evidência e lógica. Erdogan é como quiabo: algumas pessoas o amam intensamente; para outras, ele é nojento. Ninguém na Turquia é imparcial quando se trata do presidente. De onde vem essa divisão na opinião pública? Clivagens sociais tradicionais na Turquia incluem religiosos contra laicos, turcos contra curdos e periferias pobres contra centros urbanos ricos. Junto com a Primavera Árabe e a investigação de corrupção de 2013, surgiu uma nova cisão: pró-Erdoganismo e anti-Erdoganismo. […] Disponível em: revista forum A verdade por trás da derrota do golpe militar na Turquia Golpes militares infelizmente não são derrotados com flores, mas a base do derramamento de sangue de pessoas inocentes. O mote que correu o mundo foi que o “golpe na Turquia foi vencido pelo povo nas ruas”. Esse, porém, é apenas um pedaço da história. Confira as imagens do episódio que não foram amplamente divulgadas. O golpe militar na Turquia foi derrotado pelo povo nas ruas! Esse foi o mote que correu o mundo. A imagem de civis em cima dos tanques rebelados, braços erguidos com os dedos em V e bandeiras desfraldadas, diz tudo. Aqui no Brasil, isso encheu de júbilo muitos corações de esquerda. Só que… isso foi apenas um pedaço da história. Nem todas as imagens do episódio foram amplamente divulgadas, como por exemplo o vídeo abaixo (link), que mostra o enfrentamento entre civis e as tropas rebeladas sobre a ponte que atravessa o estreito de Bósforo, então tomada pelos golpistas (alerta: imagens fortes e perturbadoras) daily mail O que o vídeo mostra são pessoas sendo metralhadas e mortas pelas tropas. A pergunta: Se Erdogan tinha a maior parte das tropas do seu lado (e ele tinha), por que não mandou suas tropas leais sufocarem o golpe, ao invés de convocar nas redes sociais os civis a fazê-lo? A resposta: Porque as tropas rebeladas estavam justamente buscando a adesão das demais tropas, para que o golpe tivesse sucesso. Militares não gostam de ser chamados a combater (e matar) os seus companheiros de farda, assim Erdogan correria o risco de não ser obedecido, ou, pior, de que suas tropas acabassem por se juntar ao golpe. O agravante: Erdogan sabia que o golpe ocorreria. Então, tudo pôde ser antecipadamente planejado – inclusive o seu vídeo de chamamento à população divulgado por celular (era preciso aparentar improviso). Erdogan e o governo turco tinham plena consciência de que vidas inocentes acabariam sacrificadas. Como bem descreveu o analista Tayfur Hussein, da Bulgária (nessa entrevista): “The call, which he made to his excited supporters had come out against the plotters. This call only mean death for many innocent people. We have the military who are trying to carry out a

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema: Empregadas domésticas no Brasil. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 No dia 27 de abril é comemorado o Dia da Trabalhadora e do Trabalhador Doméstico. Nesta data, um estudo do Ministério da Previdência Social, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2013, mostra o crescimento da participação dos domésticos na população ocupada – de 41,1%, em 2012, para 44,4%, em 2013. Apesar de ser uma das profissões mais antigas do País, só foi regulamentada em 1972. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil tem o maior número de empregados domésticos do mundo, com 7,2 milhões de trabalhadores. Ainda segundo o relatório, 17% das mulheres inseridas no mercado de trabalho são empregadas domésticas. Contribuindo mensalmente à Previdência Social, os domésticos têm direito à aposentadorias por tempo de contribuição, por idade e por invalidez, auxílios-doença e reclusão, salário-maternidade e pensão por morte para os dependentes. Fonte: brasil gov Texto 2 Texto 3 Entre dezembro de 2014 e março deste ano, o número de empregadas domésticas que obtiveram acesso ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) saltou de 187,7 mil para mais de 1,3 milhão de trabalhadores, segundo o Ministério do Trabalho. O número – quase sete vezes maior que o anterior – pode ser considerado um dos resultados da PEC das Domésticas, lei que ampliou os direitos trabalhistas dos empregados domésticos e que foi sancionada em junho de 2015. A partir da nova lei, que completou um ano em vigor, a categoria passou a contar com diversos direitos trabalhistas aos quais estavam excluídos anteriormente. Além do acesso ao FGTS, os empregados passaram a ter jornada máxima de 44 horas semanais (e não superior a 8 horas diárias); pagamento de hora extra; adicional noturno e seguro desemprego. Fonte: Brasil.gov Texto 4 Fonte: Dacosta
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de redação: prostituição no Brasil Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 De acordo com a Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC), calcula-se que o Brasil tenha cerca de 1,5 milhões de pessoas, entre homens e mulheres que vivem em situação de prostituição. A pesquisa revela que 28% das mulheres estão desempregadas e 55% necessitam ganhar mais para ajudar no sustento da família. Segundo dados da FUMEC, 59% são chefes de família e devem sustentar sozinhas os filhos, 45,6% tem o primeiro grau de estudos e 24,3% não concluíram o Ensino Médio. Logo, elas apresentam um baixo nível de escolaridade, o que significa que quase 70% das mulheres prostitutas não têm uma profissionalização. Já outro estudo, feito pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Portugal, apontou que as mulheres brasileiras que se prostituem no país lusitano são maiores de idade, não possuem antecedentes nesta atividade no Brasil, têm um curso médio ou superior, são caucasianas, prostituem-se por motivos financeiros, e chegaram ao país por sua própria conta – e não inseridas em redes de tráfico de pessoas. Quase todas as mulheres consultadas (98%) não se consideram vítima do tráfico humano. Destas, 80% responderam terem chegado a Portugal por iniciativa própria e 16,8% afirmaram terem sido convidadas ou aliciadas por familiares, amigos ou outros. Prostituição: “profissão mais antiga do mundo” Tida como a “profissão mais antiga do mundo”, a prostituição está inserida no contexto de todas as sociedades, ocidentais e orientais desde os tempos mais remotos. Odiadas, amadas, necessárias, regulamentadas por alguns governos, controlada por outros e seus serviços de saúde, resgatadas por religiões par uma vida digna, perseguidas ou glamourizadas em belas cenas no cinema americano, as prostitutas atravessam os séculos exercendo sua profissão, passando por cima de preconceitos, discriminações, violências e agressões que partem de todos os lados. Com o advento da Aids nos anos 80, a ira social contra as prostitutas renasceu com força total, e ao lado dos homossexuais masculinos e usuários de drogas, elas foram transformadas em responsáveis pelo alastramento da doença, e por propagar o vírus HIV indiscriminadamente entre os homens que buscavam o “prazer pago”. Na Europa, os usuários de drogas; nos Estados Unidos, os homens gays; no resto do mundo, e principalmente nos países mais pobres, as prostitutas: rápido como surgiram os primeiros casos, encontrou-se mundo afora os “culpados” pelo que viria a ser uma epidemia. Muito rapidamente, as estatísticas começaram a dar conta de que estes grupos, longe de ser “de risco”, são os menos atingidos pela epidemia, graças também a terem sido tão culpados e discriminados anos atrás. Assim, o que vemos atualmente são grupos cada vez mais conscientes e auto organizados, buscando seus próprios caminhos para novas relações sociais, em todos os níveis. Muitos dos mitos acerca da prostituição permanecem e vão permanecer até o fim dos tempos, mas as conquistas adquiridas não tem preço, e estão em crescimento constante, seja com projetos, encontros, novos grupos que surgem, e políticas específicas voltadas para estas populações. Fonte: ong marias Texto 2 Há no mundo três sistemas legais sobre prostituição. O Abolicionismo, o Regulamentarismo e o Proibicionismo. A maioria dos países, como o Brasil, adota o Abolicionismo. Por esta visão, a prostituta é uma vítima e só exerce a atividade por coação de um terceiro, o “explorador” ou “agenciador”, que receberia parte dos lucros obtidos pelo profissional do sexo (como se todos os patrões não recebessem). Por isso, a legislação abolicionista pune o dono ou gerente de casa de prostituição e não a prostituta. Nesse sistema, quem está na ilegalidade é o empresário, ou patrão, e não há qualquer proibição em relação a alguém negociar sexo e fantasia sexual. A corrupção fica facilitada neste caso. O Brasil adota esse sistema desde 1942, quando entrou em vigor o atual e antiquado Código Penal, em reforma há mais de cinco anos. Fonte: ambito juridico Texto 3 Fonte: Laerte Texto 4 Há muito preconceito histórico-cultural contra a prostituição “A dificuldade de essa profissão ser reconhecida parece girar em torno da questão do preconceito. De acordo com o que vivenciamos ao longo do trabalho, o preconceito está presente em todas as relações: com o cliente, com a sociedade em geral, no meio acadêmico e inclusive partindo das próprias profissionais. Todas fazem uso de um pseudônimo para se identificar dentro do local de trabalho e esse nome é trocado conforme a casa em que estão exercendo a atividade, facilitando assim o anonimato, que é considerado fundamental no ofício em função do preconceito vivido por elas. Há ainda o preconceito das próprias “garotas” contra um tipo que chamam de “a puta de paredão”, referindo-se a mulheres que fazem sexo por prazer e com muitos parceiros, em suas palavras: “a mina que vai na balada e transa com qualquer um, acha o cara da balada bonitinho, vai com ele para o motel e não cobra”. Essas não seriam profissionais, mas mulheres promíscuas. Fonte: jornal ggn Escreva uma redação sobre Tema de redação: prostituição no Brasil e nos envie!

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de redação: o valor da vida humana no mundo contemporâneo. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 Um clima de comoção e revolta marcou nessa semana o enterro da menina Emanuelly Vitória Fernandes, de 5 anos. Essa foi a sexta morte confirmada desde que duas barragens da mineradora Samarco se romperam, no último dia 5, causando uma onda de destruição no vilarejo de Bento Rodrigues, zona rural de Mariana (MG). Dois corpos seguem sem identificação. O ambientalista e membro do Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas (Fonasc) Gustavo Gazzinelli esteve no local depois do episódio e agora se concentra na articulação de movimentos para discutir a reação perante os fatos. Ele ressalta que a fiscalização das barragens sempre deixou a desejar, uma vez que a vistoria, na prática, fica a cargo das próprias empresas. E essa falta de controle traz uma série de riscos. Segundo ele, as barragens já demonstraram que são perigosas e inseguras para a população. “As empresas que causam os impactos é que fazem o monitoramento das estruturas. Muitas informações são filtradas pela mineradora, já que não quer que os impactos que ela promove sejam de conhecimento público. Tem mil formas de escamotear isso e o Estado adotou uma postura de acreditar nelas”, enfatiza. A tensão está ainda maior desde que foi informado que a barragem Germano – localizada no mesmo complexo de Fundão e Santarém, as outras duas que foram rompidas – está tendo que passar por um reforço. Conforme foi apurado, as paredes estão trincadas e há ameaça de uma nova ruptura. O isolamento na área, que antes era de um raio de 3 quilômetros, passou para 10 quilômetros e moradores de regiões vizinhas a Bento Rodrigues estão sendo obrigados a deixar o lugar. No mesmo dia em que o desastre aconteceu, o Ministério Público instaurou um inquérito para investigação das causas. A apuração deve ser concluída em um mês. Entre as hipóteses, será avaliado se as condições exigidas à Samarco no licenciamento das barragens vinham sendo cumpridas. A explosão de uma mina momentos antes e um tremor de terra sentido na região também são considerados, além da possível influência de obras realizadas no local. Em nota, a empresa afirmou que está mobilizando todos os esforços necessários para reduzir os danos ambientais e priorizar o atendimento aos atingidos, disponibilizando água, cestas básicas, itens de higiene pessoal, material e equipamentos de limpeza e caminhões-pipa. (Catástrofe em Mariana: A culpa é de quem? Extraído e adaptado de https://www.revistaforum.com.br/semanal/catastrofe-em-mariana-culpa-e-de-quem/) Texto 02 Texto 03 Embora ainda não haja um número exato de mortos no massacre de Paris, a polícia francesa informa que cerca de cento e cinquenta pessoas foram executadas dentro da casa de shows ‘Bataclan’, onde ocorria um show de uma banda de rock famosa dos Estados Unidos. Ainda não se sabe se os integrantes dessa banda estão entre os mortos. Algumas pessoas foram resgatadas pela polícia e três terroristas foram mortos. Segundo um jornalista que sobreviveu ao ataque no Bataclan, os terroristas adentraram o local com os rostos descobertos, recarregaram as armas na frente de todos e continuaram atirando. A CNN noticiou que os radicais islâmicos utilizaram fuzis de fabricação russa (AK-47). Recentemente um jornalista que sobreviveu a dez dias com o EI contou que eles pretendem fazer um ataque nuclear e que autoridades haviam interceptado a compra de material radioativo entre eles e russos. (Estado Islâmico mata 150 pessoas em casa de show ‘Bataclan’. Extraído e adaptado de https://br.blastingnews.com/mundo/2015/11/estado-islamico-mata-150-pessoas-em-casa-de-show-bataclan-00652489.html). Faça uma redação sobre Tema de redação: o valor da vida humana no mundo contemporâneo e nos envie para correção!

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: terrorismo no Brasil e no mundo. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 para redação: O que é terrorismo? Os atos e ataques terroristas, segundo alguns estudiosos, tiveram início no século I d. C., quando um grupo de judeus radicais, chamados de sicários (Homens de punhal), atacava cidadãos judeus e não judeus que eram considerados a favor do domínio romano. Outros indícios que confirmam as origens remotas do terrorismo são os registros da existência de uma seita mulçumana no final do século XI d. C., que se dedicou a exterminar seus inimigos no Oriente Médio. Dessa seita teria surgido a origem da palavra assassino. O terrorismo moderno tem sua origem no século XIX no contexto europeu, quando grupos anarquistas viam no Estado seu principal inimigo. A principal ação terrorista naquele período visava à luta armada para constituição de uma sociedade sem Estado – para isso, os anarquistas tinham como principal alvo algum chefe de estado e não seus cidadãos. Durante a segunda metade do século XIX, as ações terroristas tiveram uma ascensão, porém foi no século XX que houve uma expansão dos grupos que optaram pelo terrorismo como forma de luta. Como consequência dessa expansão, o raio de atuação terrorista aumentou, surgindo novos grupos, como os separatistas bascos na Espanha, os curdos na Turquia e Iraque, os mulçumanos na Caxemira e as organizações paramilitares racistas de extrema direita nos EUA. Um dos seguidores dessa última organização foi Timothy James McVeigh, terrorista que assassinou 168 pessoas em 1995, no conhecido atentado de Oklahoma. Fonte: brasil escola Texto 2 para redação sobre terrorismo: Atentado do 11 de setembro O primeiro ano do século XXI ficou marcado por um dos mais violentos atentados terroristas da história. Osama Bin Laden, através de seu grupo terrorista Al Qaeda, vitimou milhares de norte-americanos no dia 11 de Setembro de 2001, quando aviões controlados por terroristas atingiram as torres gêmeas do World Trade Center e partes do prédio do Pentágono, sede do departamento de defesa dos EUA. A raiz desse atentado terrorista deve ser analisada pela política externa dos Estados Unidos quanto aos países do Oriente Médio. O governo norte-americano, por possuir a maior economia do mundo a partir do século XX, realizou uma estratégia de intervenção nos assuntos políticos de países vulneráveis economicamente. Uma dessas estratégias foi o apoio a regimes ditatoriais em diversos países, como nos casos do Egito e da Líbia. O financiamento de regimes ditatoriais em alguns países árabes foi motivado por razões econômicas. Os Estados Unidos procuravam consolidar sua influência política fornecendo apoio bélico a líderes políticos locais. Alguns especialistas afirmam que o interesse do governo norte-americano estava no controle de regiões com reservas petrolíferas, uma vez que eles são os maiores consumidores desse produto. A intervenção política do Tio Sam não foi vista com bons olhos por grupos que faziam oposição às lideranças locais em diversos países árabes que recebiam apoio econômico dos norte-americanos. Para os fundamentalistas islâmicos (religiosos radicais), o interesse dos Estados Unidos em financiar regimes ditatoriais no Oriente Médio era de massacrar a população islâmica em seu próprio território. O atentado do dia 11 de Setembro chocou a humanidade devido ao uso de extrema violência. As consequências desse fatídico dia foram a Guerra do Afeganistão em 2001 e a prisão do ditador Saddam Hussein em 2003, realizadas pelo governo Bush em resposta aos atentados. Além disso, o mais procurado terrorista do mundo, Osama Bin Laden, foi capturado por tropas militares dos Estados Unidos e assassinado em 2011. Fonte: mundo educacao Texto 3 para redação sobre terrorismo Texto 4 para redação sobre terrorismo: Por que o Estado Islâmico odeia a França “Bata com uma pedra na cabeça, ou mate com uma faca, ou atropele com seu carro, ou empurre de um lugar alto, ou asfixie, ou envenene.” Foi assim que, em setembro de 2014, o porta-voz oficial do Estado Islâmico, Abu Mohamed Al-Adnani, ordenou a seus partidários que executassem “todos os descrentes” ocidentais. Mas acrescentou um comentário curioso: “Especialmente, os sujos e desprezíveis franceses”. Quatro meses depois, a redação do jornal Charlie Hebdo e um supermercado judaico de Paris eram vítimas de ataques, aos quais logo se sucederam a decapitação de um empresário em Lyon e o ataque frustrado a um trem de alta velocidade que ia de Amsterdã a Paris, e agora o atentado em série que abalou novamente a capital francesa. Fonte: brasil elpais Leia também: Perguntas frequentes

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A ditadura da beleza”. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 O padrão de beleza imposto pela mídia Por Henriette Valéria da Silva em 15/04/2014 na edição 794 Temos vivido a era dos direitos humanos, mas por desconhecer o poder de influência que a mídia, através dos meios de comunicação, exerce em nossas vidas, em como penetra em nossa mente, não percebemos que nossos direitos jamais foram tão violados como nos dias de hoje. Temos visto um verdadeiro massacre humano, de mulheres, adolescentes se matando para atingir um inatingível padrão de beleza imposto pela mídia. Em uma sociedade democrática, as mulheres tornaram-se escravas da indústria da beleza, tão difundida pelos meios de comunicação, os quais tem dilacerado a nossa juventude, pessoas que estão perdendo o prazer de viver, tornando-se solitárias, por estarem inconformadas com sua forma física, controlam alimentos que ingerem, para não engordar; esta escravidão assassina a autoestima, produz uma guerra contra o espelho e gera uma auto rejeição terrível. […] Fonte:https://observatoriodaimprensa.com.br/diretorioacademico/_ed794_o_padrao_de_beleza_imposto_pela_midia/ Texto 2 Deixem as gordas em paz Clara Averbuck Por um mundo onde “você emagreceu” não seja elogio e “você engordou” não seja afronta (na foto, a modelo Tess Munster) Você emagreceu! Você está leve, está linda, está fina. Elegante. Está fazendo exercícios? Está comendo melhor? Parabéns! Você engordou! Nossa, o que aconteceu? Relaxou? Está com problemas? É ansiedade? Já fez exames? Come muito doce? Bom, preciso dizer que magreza não é sinal de saúde? Preciso dizer que 95% dos pacientes com anorexia são mulheres? Preciso dizer que a anorexia é inclusive tratada como epidemia em alguns países, tendo a doença alto índice de mortalidade (1 a cada 5 pacientes)? Muitas mulheres convivem com essa neurose diariamente. Muitas mesmo. Quantas amigas suas vivem de dieta? Quantas amigas suas morrem de culpa por comer um pedacinho de bolo? Quantas mulheres entram em depressão por causa de seus corpos depois da gravidez? Quantas delas correm para a academia querendo entrar “em forma” o mais rápido possível? Quantas tomam remédio pra emagrecer? Quantas morrem de vergonha de seus corpos na praia? Quantas conseguem ficar de boa ao vestir um biquini sem ter se esforçado pra estar “em forma”? E quantas das que eram gordas e emagreceram agora tiram onda das que continuam gordas? É claro que você pode ir pra academia. É claro que você pode malhar, pode inclusive ser musculosíssima, pois o corpo é seu. O que nós queremos é apenas que todos os corpos sejam aceitos. Todos os corpos. Os malhados. Os naturalmente magérrimos. E os gordos. Sim, as gordas querem ser aceitas e felizes. E amadas e bonitas e tratadas como pessoas normais, não como “aquela gorda”, estando isso à frente de tudo mais que ela for. A quem argumenta que as magras também sofrem: sim, todas as mulheres que estão fora do padrão de beleza sofrem. E as que não estão também. Nunca está bom. Você nunca vai ser boa o suficiente. Você vai pra sempre ter que pensar nisso. Mulher não pode engordar. Não pode ser muito magra. E não pode envelhecer. É ridículo ouvir que “homem gosta de ter onde pegar”, como se agradar os homens fosse o objetivo final da vida de cada mulher. Todas sofrem. As muito magras, as negras, as gordas. Não estamos jogando supertrunfo da opressão. […] Fonte: https://www.cartacapital.com.br/blogs/feminismo-pra-que/deixem-as-gordas-em-paz-9363.html Texto 3 Coluna Ricardo Setti UM ESPANTO ABSOLUTO: Você está vendo esta boneca da foto? Pois ela é UMA PESSOA! A esse ponto chegou a loucura dos regimes e cirurgias plásticas UMA BONEQUINHA — Anastasiya Shpagina, ucraniana de 19 anos que pesa 38 quilos e faz produção diária de várias horas: “As bonecas é que se parecem comigo” (Foto: Axel Schmidt / OtherImages) INTERVENÇÕES RADICIAIS A busca de uma suposta beleza extrema leva a transformações corporais possibilitadas por recursos médicos sem precedentes. O autor das fotos mais discutidas do ramo avisa: todos poderão ser assim no futuro. As pessoas nas fotos desta matéria são estranhas ou assustadoras? Feias ou belas? Uma mistura de tudo isso? O traço em comum é que certamente buscam um padrão de beleza hiperrealista, uma radicalização de elementos que, isoladamente, seriam considerados desejáveis, mas que causam a sensação de estranheza quando colocados juntos por meios só atualmente disponíveis da medicina estética. Alguns homens, mulheres e adolescentes trilham hoje esse caminho extremo em circunstâncias diferentes. As duas pessoas com a aparência mais feminina nas fotos abaixo, nada surpreendentemente, são transexuais. Foram retratadas pelo fotógrafo inglês Phillip Toledano com iluminação e tonalidades que lembram intencionalmente pinturas renascentistas, com o objetivo explícito de não mostrá-las como aberrações. DO OUTRO MUNDO — O ex-modelo Jedlica; Yvette (no centro), a Angelina de bisturi; e Allanah: extremistas da beleza fotografados como retratos renascentistas (Fotos: Phillip Toledano) Na verdade, ele acredita que sejam o futuro. Toledano fotografa gente que se submete a múltiplas e radicais cirurgias no intuito de atingir uma imagem de perfeição estilizada. Boca carnuda? Colocam tanto preenchimento labial que é difícil imaginar como conseguem falar. Seios fartos? Usam próteses tão pesadas que a pele ameaça romper-se. A loura Allanah Star, um nome evidentemente de fantasia, fez mais de dez liftings no rosto e cinquenta outros procedimentos estéticos, tem 2 litros de silicone nos seios e uma prótese para arredondar o maxilar. Há dezoito anos, a americana fez a primeira e a mais importante das cirurgias, a que a livrou do sexo masculino. “Sempre quis ser uma mulher cheia de curvas. Quanto mais volume, mais sucesso tenho na minha profissão”, diz. Com razão: sua linha de trabalho são os filmes eróticos. Ele fez 112 intervenções e

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Acessibilidade no Brasil”. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1 Quando a gente pensa em acessibilidade, a primeira coisa que vem à cabeça é uma rampa de entrada para cadeirantes. Mas o que é acessibilidade? O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, na página 52, apresenta a seguinte definição: “qualidade ou caráter do que é acessível; facilidade na aproximação, no tratamento ou na aquisição”. Mas será só isso? Vamos ver o que diz a lei: segundo o decreto número 5.296, de 2 de dezembro de 2004, acessibilidade é “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”. Em outras palavras, acessibilidade é uma mulher grávida conseguir embarcar no ônibus (e passar pela roleta) sem nenhuma dificuldade; acessibilidade é uma pessoa obesa poder sentar-se confortavelmente na poltrona do avião. É um anão que encontra um balcão de bilheteria da sua altura, na hora de ir ao teatro. Acessibilidade é um cego que cruza a rua sozinho, porque o semáforo emite um sinal sonoro, avisando que pode atravessá-la; é uma criança surda ter à disposição intérpretes de Libras na escola pública. É um cadeirante que pode se locomover por conta própria, numa cidade sem buracos nem obstáculos. Enfim, acessibilidade é a garantia plena do direito de ir e vir – e permanecer. Em resumo, é um direito de todos, e para todos. Acontece que algumas pessoas dependem mais desse direito do que outras. E, como ilustram os exemplos citados (e ao contrário do que muita gente pensa), esse segmento da população para o qual a acessibilidade é mais necessária é muito expressivo. Especificamente no que se refere às pessoas com deficiência, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), em todo o planeta são aproximadamente 650 milhões de pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Só no Brasil, segundo o Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa parcela representa 14,5% dos brasileiros, ou quase 30 milhões de habitantes. Muitas empresas e estabelecimentos do País ainda não se adaptaram aos parâmetros e critérios de acessibilidade estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em 2004. Frequentemente, alegam dificuldades financeiras ou mesmo falta de demanda do público com deficiência. Mas lei é para ser cumprida. E o fato é que, nos últimos anos, a legislação brasileira evoluiu muito quanto à questão – quase todos os pontos cruciais para a garantia da acessibilidade foram contemplados pelos poderes Executivo e Legislativo. Algumas leis são mais conhecidas, como a de Cotas, que determina a contratação, por empresas com mais de 100 funcionários, de 2% a 5% de pessoas com deficiência. Fonte: brasil para todos – acessibilidade Texto 2 Fonte: Skedar Texto 3 A Lei Nº 10.098/2000 estabelece normas e critérios para promover a acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. De acordo com ela, acessibilidade significa dar a essas pessoas condições para alcançarem e utilizarem, com segurança e autonomia, os espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, as edificações, os transportes e os sistemas e meios de comunicação. Para isso a lei prevê a eliminação de barreiras e obstáculos que limitem ou impeçam o acesso, a liberdade de movimento e a circulação com segurança dessas pessoas. As barreiras a serem eliminadas podem estar nas vias e nos espaços públicos, no interior dos edifícios públicos e privados, no mobiliário urbano (semáforos, postes de sinalização, cabines telefônicas, fontes públicas, lixeiras, toldos, marquises, quiosques etc.) ou nos meios de transporte e de comunicação. Neste último as barreiras impedem a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios ou sistemas de comunicação de massa ou não. Vias, parques e espaços públicos – De acordo com a Lei Nº 10.098/2000, o planejamento e a urbanização das vias, dos parques e demais espaços de uso público deverão ser concebidos e executados de forma a torná-los acessíveis para as pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Os já existentes, assim como suas instalações de serviços e mobiliários urbanos, deverão ser adaptados para promover a acessibilidade dessas pessoas. Os parques de diversões, por exemplo, devem adaptar, no mínimo, cinco por cento de cada brinquedo e equipamento e identificá-lo para possibilitar sua utilização por pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, desde que isso seja tecnicamente possível. Os banheiros em parques, praças, jardins e espaços livres públicos deverão ser acessíveis e dispor, pelo menos, de um sanitário e um lavatório para atender os deficientes. Estacionamentos – Em todas as áreas de estacionamento de veículos, localizadas em vias ou em espaços públicos, deverão ser reservadas vagas próximas aos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência com dificuldade de locomoção. Essas vagas deverão ser em número equivalente a dois por cento do total oferecido e deve ser garantida, no mínimo, uma vaga. Travessia de deficientes visuais – Os semáforos para pedestres instalados nas vias públicas perigosas e com intenso fluxo de veículos deverão emitir sinal sonoro suave, intermitente e sem estridência, que sirva de guia ou orientação para a travessia de pessoas portadoras de deficiência visual. Edifícios – A construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo deverão ser executadas de modo que se tornem acessíveis às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Neles deverão ser observados, pelo menos, os seguintes requisitos de acessibilidade: I – nas áreas destinadas a garagem e estacionamento de uso público, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema: A influência da TV na vida das pessoas. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Texto 1: Televisão Titãs A televisão Me deixou burro Muito burro demais Oh! Oh! Oh! Agora todas coisas Que eu penso Me parecem iguais Oh! Oh! Oh! O sorvete me deixou gripado Pelo resto da vida E agora toda noite Quando deito É boa noite, querida Oh! Cride, fala pra mãe Que eu nunca li num livro Que o espirro Fosse um vírus sem cura Vê se me entende Pelo menos uma vez Criatura! Oh! Cride, fala pra mãe! A mãe diz pra eu fazer Alguma coisa Mas eu não faço nada Oh! Oh! Oh! A luz do sol me incomoda Então deixa A cortina fechada Oh! Oh! Oh! É que a televisão Me deixou burro Muito burro demais E agora eu vivo Dentro dessa jaula Junto dos animais Oh! Cride, fala pra mãe Que tudo que a antena captar Meu coração captura Vê se me entende Pelo menos uma vez Criatura! Oh! Cride, fala pra mãe! A mãe diz pra eu fazer Alguma coisa Mas eu não faço nada Oh! Oh! Oh! A luz do sol me incomoda Então deixa A cortina fechada Oh! Oh! Oh! É que a televisão Me deixou burro Muito burro demais E agora eu vivo Dentro dessa jaula Junto dos animais E eu digo: Oh! Cride, fala pra mãe Que tudo que a antena captar Meu coração captura Vê se me entende Pelo menos uma vez Criatura! Oh! Cride, fala pra mãe Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Composição: Marcelo Fromes / Tony Belotto / Arnaldo Antunes Texto 2: Disponível em: KdImagens Texto 3: Por ter efeito direto na população, as novelas influenciavam – e influenciam – a opinião pública. O merchandising social faz parte dos folhetins. Em 1996, a novela de Glória Perez “Explode Coração” retratou a situação de crianças desaparecidas. Em março daquele ano, a novela mostrou uma criança desaparecida há dez anos. Poucos dias depois ela foi reencontrada. Essa foi a primeira das 64 crianças localizadas pela campanha. Outro folhetim que inspirou as pessoas com o merchandising social foi “Laços de Família”. Na trama, a personagem de Carolina Dieckmann sofria de leucemia e dependia de um transplante de medula para sobreviver. A campanha gerou um aumento significativo no número de doções de sangue, órgãos e medula óssea. Além disso, a Rede Globo ganhou o prêmio de responsabilidade social BitiC Awards for Excellence 2001, na categoria Global Leadership Award. Extraído e adaptado de: https://www.sindplan.org.br/report/ago2011/thais201108_10.php Texto 4: Disponível em: Clube da Mafalda
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