Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades
Ver Planos de Correção
E aí, RedaAluno, você está preparado para um tema que pode ser a chave da sua redação? O Projeto de Lei 2.343/2024, que propõe a proibição de açúcares em alimentos infantis, levanta uma discussão importante sobre a saúde pública e o cuidado com a alimentação das crianças. Esse tema, que já está em debate no Senado, pode cair na sua redação! Afinal, os impactos do consumo precoce de açúcar vão muito além dos hábitos alimentares, afetando diretamente a saúde e o desenvolvimento infantil. No post de hoje, vamos explorar os desafios na implementação de políticas públicas que buscam proteger os pequenos e como você pode usar isso a seu favor na sua redação. Confira os textos motivadores, repertórios e argumentos essenciais para arrasar no tema! Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Obstáculos para a implementação de políticas públicas que diminuam a adição de açúcares em alimentos infantis no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre adição de açúcares em alimentos infantis Texto I: Projeto proíbe adição de açúcares em alimentos para crianças de até 2 anos O Projeto de Lei 2.343/2024, apresentado pelo senador Sérgio Petecão (PSD-AC), está atualmente em análise na Comissão de Direitos Humanos (CDH). O projeto tem como objetivo proibir a adição de qualquer quantidade de açúcar em alimentos destinados a crianças de até dois anos de idade. A justificativa para essa medida é baseada em orientações do Ministério da Saúde, que já recomenda às famílias que não ofereçam alimentos açucarados ou adoçados para lactentes, ressaltando os prejuízos que o consumo precoce de açúcar pode trazer à saúde infantil. Estudos indicam que a ingestão de açúcares nos primeiros anos de vida está relacionada ao desenvolvimento de doenças crônicas na vida adulta, como diabetes e obesidade. O senador reforça que a criação de uma legislação específica sobre o tema é fundamental para proteger as crianças e garantir que cresçam saudáveis. A medida também visa prevenir que as famílias, muitas vezes influenciadas pela publicidade de alimentos industrializados, ofereçam produtos com altos níveis de açúcar a crianças pequenas. O projeto busca alinhar o Brasil a tendências globais, já adotadas por outros países que restringem o consumo de açúcar na alimentação infantil, para garantir o bem-estar das futuras gerações. Fonte adaptada: https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2024/06/projeto-proibe-adicao-de-acucares-em-alimentos-para-criancas-de-ate-2-anos Texto II: Consequências do consumo de açúcar em crianças A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o consumo de açúcares livres na dieta de crianças com mais de dois anos não ultrapasse 10% do valor energético total diário. Isso significa que, em uma dieta de 1.000 calorias, o máximo de açúcar puro a ser ingerido não deve exceder 10 gramas. No entanto, grande parte dos alimentos industrializados voltados para o público infantil contém níveis muito elevados de açúcar, o que pode interferir diretamente na formação de hábitos alimentares saudáveis. Alimentos açucarados são altamente palatáveis e tendem a criar uma preferência alimentar que prioriza produtos com alta densidade calórica e pouco valor nutricional. Além de influenciar os hábitos alimentares na infância, o consumo excessivo de açúcar está associado a um aumento no risco de doenças crônicas, como diabetes e obesidade, já nas primeiras fases da vida. Crianças que consomem grandes quantidades de açúcar também podem apresentar alterações comportamentais, como hiperatividade, devido ao impacto do açúcar no sistema neurológico. Fonte adaptada: https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/nutricao/assustador-veja-quanto-acucar-ha-em-alimentos-voltados-para-criancas Texto III: Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos – Ministério da Saúde Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos Uma publicação do Ministério da Saúde, estabelece diretrizes para uma alimentação saudável desde os primeiros meses de vida. A recomendação central do guia é que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade e que, após esse período, sejam introduzidos alimentos in natura ou minimamente processados, além da continuidade do aleitamento materno. O guia destaca que, nos primeiros dois anos de vida, a alimentação infantil não deve incluir açúcares de nenhum tipo, como açúcar branco, mascavo, melado, ou adoçantes artificiais, além de evitar alimentos processados que contenham açúcar em sua composição, como bolos, biscoitos e geléias. Estudos apontam que o consumo de açúcar nos primeiros anos de vida pode moldar o paladar das crianças, levando-as a desenvolver uma preferência por alimentos altamente calóricos e doces, o que dificulta a aceitação de alimentos saudáveis e menos açucarados, como vegetais e legumes. Além disso, o consumo precoce de açúcar está diretamente relacionado ao aumento do risco de cáries, ganho de peso excessivo e surgimento de doenças crônicas, como diabetes e problemas cardíacos. A nutricionista Inês Rugani, professora associada do Instituto de Nutrição da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), alerta que crianças pequenas estão cada vez mais apresentando doenças que antes eram comuns apenas na fase adulta, resultado direto de hábitos alimentares inadequados. Fonte adaptada: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-me-alimentar-melhor/noticias/2021/porque-criancas-menores-de-2-anos-nao-devem-comer-acucar Repertórios socioculturais para o tema sobre adição de açúcares em alimentos infantis no Brasil Filmes: O clássico filme apresenta uma forte crítica ao consumismo e à alimentação excessivamente açucarada, simbolizando os efeitos negativos do consumo desenfreado de doces, especialmente por crianças. Pode ser utilizado para discutir a influência da indústria alimentícia e os desafios na regulamentação de alimentos voltados para o público infantil. Este documentário explora a relação entre o consumo excessivo de açúcar e a epidemia de obesidade infantil, além dos obstáculos políticos e econômicos para reduzir o consumo de açúcares nos alimentos processados. Ele traz à tona o poder da indústria alimentícia e o papel das políticas públicas no combate à má alimentação. 3. Tá Chovendo Hambúrguer (2009) A animação mostra uma cidade onde alimentos processados caem do céu, refletindo sobre os perigos da superdependência de alimentos industrializados. Séries: A série aborda a indústria global do açúcar e as controvérsias

Os temas de redação do Enem 2024 podem abranger questões sociais, ambientais e tecnológicas de grande relevância no Brasil. Assuntos como capacitismo, queimadas, bullying, dengue, e analfabetismo estão em alta e podem aparecer na redação deste ano. Mas atenção: não basta só dominar o tema! Para garantir uma redação nota mil, você precisa de organização estratégica, e isso passa pelas 5 competências avaliadas no exame: E nós estamos aqui para te ajudar com tudo o que você precisa saber! Por isso, listamos 37 temas para você se aprofundar. Todos esses temas já foram abordados em nossa plataforma, e estão disponíveis para você treinar e garantir o melhor desempenho! Vamos conferir? ✍️ Quais possíveis temas podem cair no Enem 2024? Aqui estão os possíveis temas de redação para o Enem 2024: Mais 27 temas Tema: Capacitismo na sociedade brasileira: o desafio de superar o preconceito contra pessoas com deficiência Repertório: Dica: Confira o conteúdo completo sobre capacitismo e suas implicações no blog! 📖 Apagão de professores no Brasil: a falta de profissionais na educação pública Repertório para o tema: Dica: acesse o blog e leia mais sobre a crise no sistema educacional e o impacto da falta de professores. 📚👩🏫 Desafios no combate à epidemia de dengue no Brasil Repertório: Dica: saiba mais sobre os impactos da dengue e o que pode ser feito para combater a epidemia. 🦟💉 Impactos da pobreza menstrual na educação de meninas Repertório para o tema: Dica: Veja como a pobreza menstrual afeta a educação de milhares de meninas no Brasil. 🌸 Os impactos ambientais e sociais das queimadas no Brasil Repertório: Dica: Saiba mais sobre o impacto das queimadas e as possíveis soluções. 🔥🌍 Bullying e violência escolar: estratégias para combatê-los no Brasil Repertório para o tema: Dica: Leia mais sobre as estratégias para prevenir o bullying nas escolas. 👩🏫💬 Qual o tema da redação do Enem 2024? Ainda não foi divulgado, mas a crise educacional, discriminação social, e desigualdade de acesso à saúde são tópicos frequentemente discutidos e podem aparecer. Qual é o assunto mais falado em 2024? Em 2024, os temas mais falados envolvem a crise educacional e a falta de professores, os impactos das queimadas no Brasil, e a vulnerabilidade de comunidades carentes diante de problemas como o analfabetismo, a pobreza menstrual, e a dengue. A preparação é essencial para a redação do Enem. Todos os temas que listamos podem ser praticados na nossa plataforma, onde você terá acesso a correções em até 24 horas e poderá desenvolver suas habilidades com base em feedback detalhado. Não deixe de acessar e começar a treinar! 📝

Estima-se que, até 2050, o Brasil terá uma das maiores populações idosas do mundo, com mais de 2 bilhões de pessoas acima de 60 anos globalmente, segundo a OMS. Esse cenário traz importantes desafios em termos de saúde pública, políticas de inclusão e cuidados com essa população em crescimento. E se esse tema aparecer em sua redação para o ENEM ou em um concurso? Você estaria preparado? Confira os repertórios, argumentos e estratégias essenciais para abordar o envelhecimento populacional e garantir uma redação de alta performance. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os desafios do envelhecimento populacional no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre o envelhecimento populacional no Brasil Texto 1: Censo 2022 revela aumento significativo da população idosa no Brasil O Censo Demográfico 2022 revelou um crescimento de 57,4% na população com 65 anos ou mais, que agora representa 10,9% da população brasileira. Isso significa que o Brasil está envelhecendo rapidamente, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, que possuem as maiores proporções de idosos. Além disso, a proporção de crianças de até 14 anos caiu para 19,8%, destacando o impacto da redução da fecundidade e a mudança no perfil demográfico. Em 1980, a parcela da população com 65 anos ou mais era de apenas 4%, comparado aos 10,9% registrados em 2022. As regiões Norte e Nordeste ainda apresentam as populações mais jovens, com 25,2% e 21,1% de jovens até 14 anos, respectivamente. A base da pirâmide etária está se estreitando com a queda das taxas de natalidade, enquanto a parcela da população idosa está aumentando significativamente, colocando desafios para a estrutura social e econômica do Brasil. Fonte: gov.br/secom Texto 2: Brasil terá a quinta maior população idosa do mundo até 2030 A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, até 2050, o mundo terá cerca de 2 bilhões de pessoas com mais de 60 anos, representando um quinto da população global. O Brasil, até 2030, estará entre os cinco países com maior número de idosos, superando a quantidade de crianças com menos de 14 anos. Com esse crescimento, o país precisa desenvolver políticas públicas adequadas para lidar com o aumento da demanda por serviços de saúde e previdência. Um dos maiores desafios é a falta de planejamento administrativo para atender às necessidades dessa parcela da população. A Previdência Social e o sistema de saúde precisam ser ajustados para garantir que os idosos recebam atendimento de qualidade, além de programas que incentivem o envelhecimento ativo. Especialistas afirmam que as atividades físicas são essenciais, mas precisam ser adaptadas para essa faixa etária, devido à diferença de resposta do organismo em comparação aos jovens. Fonte: jornal.usp.br Texto 3: Envelhecimento no Brasil – Desafios econômicos e sociais O envelhecimento rápido da população brasileira traz uma série de desafios econômicos e sociais, principalmente devido à falta de políticas públicas eficazes. Os idosos enfrentam uma crescente vulnerabilidade, já que o Brasil não está totalmente preparado para essa transição demográfica. A maioria dos idosos depende da Previdência Social, e as políticas públicas voltadas a essa faixa etária ainda são insuficientes. Além disso, há uma crescente prevalência de doenças crônicas e degenerativas entre os idosos, o que aumenta a demanda por cuidados de saúde. O aumento das doenças crônicas entre a população idosa, como diabetes e hipertensão, impõe ao sistema de saúde um desafio significativo, especialmente em regiões com pouca infraestrutura. Além disso, a falta de políticas que garantam um envelhecimento digno reforça a desigualdade social, já que grande parte da população idosa não tem acesso a cuidados adequados. A criação de novos centros de acolhimento e programas voltados para a saúde mental e social dos idosos se torna imprescindível para enfrentar esses desafios de forma eficiente. Fonte: grupoacasa.com.br Texto 4: Desafios do envelhecimento ativo no Brasil Fonte: blogs.correiobraziliense.com.br Repertórios para o tema sobre idosos Séries sobre Envelhecimento Populacional A série aborda a vida de duas mulheres idosas que enfrentam o envelhecimento com humor e desafios. A trama reflete as mudanças na vida familiar, saúde e independência na terceira idade. Oferece uma visão sensível e bem-humorada sobre os dilemas do envelhecimento, destacando a importância das relações sociais e do apoio familiar. Esta série acompanha um ator envelhecido que agora trabalha como professor de atuação, lidando com os desafios da velhice. Explora o impacto do envelhecimento no corpo e na mente, além das relações interpessoais entre idosos. Filmes sobre Envelhecimento Populacional O filme retrata um casal de idosos que enfrenta o declínio de saúde da esposa após um derrame.Traz à tona questões sobre a saúde na velhice, os cuidados com idosos e o impacto emocional do envelhecimento no ambiente familiar. Embora seja uma animação, Up oferece uma reflexão profunda sobre o luto, a velhice e a busca por novos propósitos A animação retrata de maneira simbólica o envelhecimento e a importância de se manter ativo e integrado socialmente. Fatos históricos sobre envelhecimento populacional Declínio das taxas de natalidade e aumento da expectativa de vida no Brasil A partir da década de 1980, o Brasil começou a observar uma queda significativa nas taxas de natalidade, acompanhada de um aumento da expectativa de vida. Isso contribuiu para o envelhecimento acelerado da população. Este fenômeno histórico molda o cenário atual, em que uma maior parcela da população se encontra em idade avançada. Revolução da longevidade (pós-Segunda Guerra Mundial Após a Segunda Guerra Mundial, com avanços médicos e maior qualidade de vida, diversos países, incluindo o Brasil, começaram a experimentar uma revolução na longevidade. O aumento da expectativa de vida global transformou a estrutura etária das sociedades, demandando mais políticas públicas voltadas para idosos. Legislações sobre Envelhecimento Populacional Constituição Federal de 1988Artigo 230:estabelece que a família, a sociedade e o

A falta de cidadania e inclusão digital é um desafio significativo no Brasil, em que 36 milhões de pessoas ainda não têm acesso à internet, especialmente entre as populações de baixa renda e áreas rurais . Esse problema reflete desigualdades socioeconômicas que limitam o exercício pleno da cidadania, impedindo o acesso a serviços e oportunidades essenciais para a vida moderna. Nesta redação, serão discutidos os principais obstáculos e possíveis soluções para garantir a inclusão digital no país. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Cidadania e inclusão digital: obstáculos para a democratização do acesso à internet no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema de redação sobre Cidadania e inclusão digital Texto 1: Senado aprova PEC que inclui a inclusão digital entre os direitos fundamentais O Senado Federal aprovou a PEC 47/2021, que inclui a inclusão digital como um direito fundamental na Constituição Brasileira. A proposta, de autoria da senadora Simone Tebet, destaca a necessidade de garantir o acesso à internet a todos os brasileiros, principalmente aqueles de regiões carentes e áreas rurais. O relator, senador Fabiano Contarato, reforçou que a digitalização é essencial para a dignidade humana e para a inclusão plena no exercício da cidadania. Essa medida visa reduzir a desigualdade digital, proporcionando a todos os cidadãos brasileiros o direito à conectividade e à análise crítica da informação disponível na rede. Um estudo da TIC Domicílios apontou que 17% dos lares brasileiros ainda não têm acesso à internet, especialmente em áreas rurais e entre pessoas das classes D e E, reforçando a importância dessa proposta. Além disso, a inclusão digital foi reconhecida como um fator crucial para garantir a dignidade humana, permitindo que os cidadãos brasileiros participem ativamente da sociedade contemporânea. A aprovação dessa emenda é um marco importante, sinalizando que o acesso à tecnologia e à internet não é mais um privilégio, mas sim um direito.Leia mais na Agência Senado Texto 2: Cidadania digital: Conceito e elementos essenciais A cidadania digital é um conceito emergente que vai além do simples acesso à internet. Nunes e Lehfeld (2018) explicam que a cidadania digital envolve o uso responsável dos espaços tecnológicos, abarcando diversos elementos, como alfabetização digital, comunicação, legislação, segurança online, entre outros. A inclusão digital não significa apenas acessar a internet, mas sim desenvolver competências e habilidades para utilizar as tecnologias de maneira eficiente e segura, garantindo que todos possam exercer sua cidadania de forma plena. No Brasil, o acesso à internet aumentou significativamente, chegando a 84% da população em 2023, segundo a TIC Domicílios. No entanto, ainda existem desafios, como a exclusão digital nas regiões rurais e a falta de infraestrutura adequada em áreas de baixa renda. Essa desigualdade digital também se reflete no uso de dispositivos. Segundo a pesquisa, 62% dos brasileiros acessam a internet apenas por celulares, o que limita o uso pleno das ferramentas digitais para educação e trabalho. As legislações como a Lei Carolina Dieckmann e o Marco Civil da Internet são marcos importantes para garantir a segurança e a privacidade dos usuários na rede, protegendo-os contra crimes cibernéticos e abusos.Saiba mais no Politize! Texto 3: Desconectados: 36 milhões de brasileiros sem internet refletem a desigualdade A desigualdade digital no Brasil afeta fortemente diversos grupos vulneráveis. Segundo a pesquisa TIC Domicílios de 2022, 36 milhões de pessoas ainda não têm acesso à internet no Brasil, sendo a maioria formada por negros, idosos e pessoas das classes D e E. Além disso, a região Sudeste concentra o maior número de pessoas sem acesso (42%), seguida pelo Nordeste (28%). Esses dados revelam uma forte correlação entre exclusão digital e exclusão social, uma vez que a falta de acesso à internet impede o exercício pleno da cidadania, além de dificultar o acesso a serviços básicos, como saúde, educação e benefícios sociais. Outro dado alarmante é que 62% dos usuários de internet no Brasil acessam a rede exclusivamente por meio de celulares, o que limita o uso pleno da internet para atividades mais complexas, como estudos e trabalho. Rodolfo Adelino, do Coletivo Digital, ressalta que a inclusão digital é um direito humano, e que a exclusão digital não só reflete, mas também aprofunda a desigualdade socioeconômica no Brasil.Leia mais no Brasil de Fato Texto 4: Acesso digital e cidadania: Desafios e avanços A cidadania digital não se refere apenas ao acesso à internet, mas ao pleno uso das tecnologias digitais para o exercício dos direitos e deveres na sociedade. Um dos maiores desafios no Brasil é garantir que todos os cidadãos tenham acesso à internet de qualidade, especialmente nas regiões mais afastadas e nas comunidades de baixa renda. A exclusão digital contribui para o agravamento das desigualdades sociais, dificultando o acesso a serviços públicos, como a saúde e a educação, que cada vez mais dependem do uso da internet. Leia mais no WJ132 Inclusão Digital Repertórios para o tema sobre Cidadania e inclusão digital Séries: Este episódio aborda uma sociedade onde as interações sociais e o status pessoal são controlados por um sistema de avaliação digital. Explora como a desigualdade digital pode limitar o exercício da cidadania e a formação de uma opinião crítica, essencial no mundo digital. Documentário que discute os impactos das redes sociais no comportamento humano, explorando questões éticas sobre o uso de dados e a manipulação digital. A série reflete sobre o impacto da falta de inclusão digital consciente e como isso pode agravar problemas sociais, como desinformação e manipulação. Filmes: Truman Burbank vive em um mundo fictício, sem saber que sua vida é manipulada por uma emissora de televisão. O filme simboliza como a falta de autonomia e conhecimento sobre o ambiente digital pode transformar a cidadania em uma questão

As queimadas no Brasil são uma das principais ameaças à sustentabilidade ambiental e à saúde pública. Em agosto de 2024, o Brasil perdeu o equivalente ao território da Paraíba em áreas devastadas pelo fogo, segundo o MapBiomas. Esse aumento alarmante de 149% em relação ao ano anterior reflete a gravidade da situação, com regiões inteiras, como o Pantanal, Amazônia e Cerrado, sendo consumidas pelas chamas. Além da destruição dos biomas, a fumaça gerada pelas queimadas tem causado danos à qualidade do ar, sendo responsável por fenômenos como a “chuva preta” no Rio Grande do Sul, afetando a saúde de milhões de brasileiros. Neste post, abordaremos estratégias e repertórios culturais para tratar do tema de queimadas no Brasil, que pode surgir em redações de vestibulares e concursos. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os impactos ambientais e sociais das queimadas no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema de redação sobre queimadas Texto I: Veja como fumaça de queimadas no Brasil se espalhou no último mês Nos últimos 30 dias, os incêndios florestais no Brasil têm causado uma densa cortina de fumaça e poluição que afeta tanto o país quanto outras nações da América do Sul. De acordo com imagens de satélite do CAMS (Serviço de Monitoramento da Atmosfera), o material gerado pelas queimadas se espalhou pela região, agravando a qualidade do ar. Um levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revela que mais de 75% dos incêndios na América do Sul estão concentrados no Brasil, com o Centro-Oeste sendo uma das regiões mais críticas. O aumento de queimadas entre agosto de 2023 e 2024 foi de 149%, com 3,3 milhões de hectares devastados. Fonte adaptada: CNN Brasil Texto II: O que é a chuva preta, fenômeno produzido pela fumaça das queimadas sobre o Rio Grande do Sul No Rio Grande do Sul, um fenômeno incomum, chamado de “chuva preta”, foi observado em setembro de 2024, causado pela fuligem das queimadas que atingem o Brasil Central. A água coletada por moradores apresentava coloração escura, resultado da mistura da água com nanopartículas de carbono. Segundo especialistas, a chuva preta não é tóxica, mas representa o impacto da fumaça das queimadas que chegam ao Sul do Brasil, transportadas por ventos conhecidos como “jatos de baixos níveis”. O fenômeno alerta para a vulnerabilidade diante das mudanças climáticas, e as autoridades recomendam que a população evite atividades ao ar livre enquanto a qualidade do ar estiver comprometida. Fonte adaptada: G1 Texto III: Brasil perde área equivalente à Paraíba em queimadas Em agosto de 2024, o Brasil perdeu o equivalente ao território da Paraíba devido às queimadas, segundo dados do MapBiomas. As queimadas atingiram 5,6 milhões de hectares, representando um aumento de 149% em comparação ao mesmo período de 2023. O bioma Cerrado, o Pantanal e a Amazônia foram duramente atingidos, com 2 milhões de hectares queimados na Amazônia. O cultivo de cana-de-açúcar no interior de São Paulo também foi severamente impactado, com queimadas destruindo plantações. Fonte adaptada: Revista Oeste Texto IV: As chamas no país e a emergência das queimadas Com as queimadas em todo o Brasil, o país enfrenta uma emergência ambiental sem precedentes. A fumaça das queimadas tem impactado a saúde da população, afetando tanto as grandes cidades quanto as regiões rurais. O aumento das temperaturas e a perda de biodiversidade também estão entre as consequências desse desastre. A luta para controlar as queimadas exige ações imediatas e coordenadas entre o governo, a sociedade civil e organizações internacionais para minimizar os danos. Fonte adaptada: Revista Pirralha Repertórios para o tema: Queimadas no Brasil Séries Filmes Fatos Históricos Legislações sobre queimadas no Brasil Argumentos para abordar o tema: Queimadas no Brasil Argumento 1: Falta de fiscalização Argumento 2: Impunidade Por fim, as queimadas no Brasil representam um desafio complexo que exige uma abordagem integrada, envolvendo maior fiscalização, políticas públicas eficazes e a conscientização da sociedade. As consequências dessas queimadas afetam não apenas o meio ambiente, mas também a saúde e a economia do país, além de comprometer o compromisso com metas globais de sustentabilidade. Se você deseja garantir aquela nota máxima na redação, não deixe de acessar nossa plataforma e conferir mais de 400 temas que preparamos para você treinar e se destacar nos vestibulares e concursos!

A adultização e a erotização infantil são questões alarmantes que afetam o desenvolvimento saudável das crianças no Brasil. Segundo o levantamento do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, as denúncias de exposição de crianças e adolescentes na internet estão entre os cinco tipos de violações mais recorrentes no Disque 100. Esse dado revela a gravidade do problema, que vai muito além das redes sociais, influenciando também o comportamento, a saúde mental e o futuro dessas crianças. Quer saber mais sobre como a adultização e a erotização infantil estão impactando a sociedade, além de conferir repertórios, argumentos e possíveis soluções para essa questão? Continue lendo este post, onde apresentamos tudo o que você precisa para abordar esse tema de forma completa e estratégica, seja para uma redação, um debate ou simplesmente para adquirir conhecimento. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Estratégias para combater a adultização e erotização infantil no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema de redação sobre adultização e erotização infantil no Brasil Texto I: Projeto Vozes: adultização e erotização infantil na sociedade No mundo atual, onde a tecnologia e a internet estão cada vez mais presentes na vida das crianças, os processos de adultização e erotização infantil tornaram-se questões urgentes e de grande impacto. A adultização infantil refere-se à introdução precoce de crianças a comportamentos e responsabilidades típicos do mundo adulto, enquanto a erotização infantil envolve a exposição de crianças a conteúdos sexualizados antes do tempo adequado para seu desenvolvimento. De acordo com um levantamento do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania em 2020, as denúncias relacionadas à exposição de crianças na internet estão entre os cinco tipos mais comuns reportados ao Disque 100. Esse dado revela a gravidade e a importância de discutir esse tema, já que ele envolve não só a proteção da infância, mas também a saúde mental e o bem-estar dessas crianças. O Projeto Vozes, uma iniciativa dos alunos do curso de Jornalismo da FAESA Centro Universitário, trouxe essas questões para o debate público. Em seu Episódio VIII, intitulado “Adultização e Erotização Infantil na Sociedade”, os alunos abordaram os perigos e desafios dessa prática. Psicólogos e especialistas participaram da discussão, reforçando a necessidade de conscientização sobre os efeitos nocivos da exposição precoce de crianças a padrões estéticos e comportamentais adultos. O episódio contou com a colaboração de especialistas como a psicóloga Lívia Entringer e Erika Rodrigues, da Associação de Apoio e Orientação à Criança e ao Adolescente. Elas destacaram a necessidade de políticas públicas e diálogos abertos sobre o tema para proteger as crianças dos impactos da adultização e erotização precoce, especialmente nas redes sociais. Fonte adaptada: Projeto Vozes Texto II: “Sephora Kids”: o alarme no Crescimento do mercado de beleza infantil Nos últimos anos, o mercado de produtos de beleza para crianças tem crescido de forma alarmante, contribuindo para o fenômeno da adultização e erotização infantil. Redes de cosméticos de luxo, como Sephora e Ulta Beauty, têm atraído cada vez mais consumidores jovens, especialmente meninas com menos de 12 anos, que buscam produtos originalmente destinados a adultos, como ácidos esfoliantes e soros anti-idade. Nas redes sociais, hashtags como #SephoraKids e #Sephora viralizaram com vídeos e relatos de meninas invadindo essas lojas e comprando produtos caros e inadequados para sua faixa etária. Esse comportamento, estimulado pelo marketing digital e por influenciadores de beleza, expõe crianças a padrões estéticos que não condizem com sua fase de desenvolvimento, gerando preocupações sobre o impacto emocional e psicológico dessa exposição. Especialistas, como o professor de marketing Denish Shah, da Universidade Estadual da Geórgia, ressaltam que o crescimento desse mercado reflete uma mudança no público-alvo das grandes marcas, que agora se voltam para crianças e pré-adolescentes. Marcas como e.l.f. e Drunk Elephant são exemplos de como a indústria cosmética está expandindo suas estratégias de marketing para atingir consumidores cada vez mais jovens. Esse fenômeno tem consequências sérias. Crianças que deveriam estar brincando e explorando sua criatividade estão preocupadas com sua aparência e consumindo produtos destinados a adultos. A exposição precoce a esses produtos pode influenciar negativamente sua autoimagem, levando a problemas emocionais e psicológicos no futuro. Fonte adaptada: BBC Brasil Texto III: Os Impactos Psicológicos da Adultização Infantil: consequências para o Futuro A adultização infantil, fenômeno que acelera a vivência de comportamentos e responsabilidades adultos entre crianças, tem efeitos devastadores no desenvolvimento emocional e social dos pequenos. A psicóloga Cristiane Guedes, especialista em Neurociência, destaca que a adultização é caracterizada pela introdução precoce de comportamentos e atitudes que deveriam ser vividos apenas na adolescência ou na vida adulta. As crianças expostas a esse processo muitas vezes são incentivadas a usar roupas e maquiagem de adultos, imitar padrões estéticos inapropriados e assumir responsabilidades que não condizem com sua fase de desenvolvimento. O processo de adultização é reforçado pelo uso excessivo de redes sociais e mídias digitais, onde as crianças são constantemente bombardeadas por imagens e conteúdos que promovem padrões estéticos adultos. Isso não só acelera o desenvolvimento físico e emocional, mas também prejudica a saúde mental das crianças, que passam a se preocupar excessivamente com sua aparência e imagem pública. Yeda Herculano, psicóloga clínica, acrescenta que as consequências dessa exposição precoce incluem a incapacidade de lidar com frustrações, baixa autoestima e a sensação constante de inadequação. Crianças adultizadas tendem a se isolar, preferindo o mundo virtual ao convívio social. A longo prazo, esse comportamento pode resultar em graves problemas emocionais, como ansiedade, depressão e dificuldades em estabelecer relações saudáveis na vida adulta. Fonte adaptada: Appai Educação Texto IV: Prevenção à Erotização Infantil: novas medidas nas escolas Brasileiras A Câmara dos Deputados recentemente aprovou uma série de medidas voltadas à prevenção da erotização infantil nas escolas do Brasil.

Só em 2023, mais de 80 mil pessoas desapareceram no Brasil, um dado que escancara a urgência de discutirmos esse tema, especialmente para quem está se preparando para vestibulares, ENEM, e concursos. Sabendo da relevância desse assunto, preparamos um tema de redação que vai te ajudar a desenvolver argumentos fortes e bem estruturados sobre o desaparecimento de crianças e adolescentes que afeta milhares de famílias no país. Vamos te guiar na construção de uma redação nota máxima, com dicas práticas e repertórios essenciais para você arrasar! Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para combater o desaparecimento de crianças e adolescentes no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema de redação sobre desaparecimento de crianças e adolescentes no Brasil Texto 1: Aumenta o Número de Desaparecidos no Brasil em 2023 Brasil registrou mais de 80 mil pessoas desaparecidas em 2023; número é 3,2% maior que o ano anterior O Brasil registrou 80.317 casos de desaparecimentos em 2023, um aumento de 3,2% em relação ao ano anterior, de acordo com o Anuário da Segurança Pública. Este número evidencia os desafios que o país ainda enfrenta em relação a esses casos. David Marques, coordenador de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, alerta que o aumento das estatísticas deve ser analisado com cautela. Ele destaca que o aumento pode estar relacionado ao maior acesso das pessoas à polícia para registrar boletins de ocorrência, indicando uma maior confiança na atuação policial. Um dos maiores desafios é a não-linearidade na solução dos casos de desaparecimento. Em 2023, 52.970 desaparecidos foram encontrados, mas nem todos desapareceram no mesmo ano. Casos como o de Fabiana, desaparecida desde 1995 em São Paulo, permanecem sem solução, destacando a falta de políticas públicas eficazes para lidar com essas situações. O Sistema Único de Segurança Pública (Susp), criado em 2018, é uma aposta para aprimorar as investigações, mas enfrenta dificuldades em sua implementação. Uma das ferramentas bem-sucedidas, no entanto, é o Alerta Amber, que ajudou a encontrar crianças desaparecidas por meio da tecnologia. Fonte adaptada: CNN Brasil Texto 2: Campanha “Não Espere 24h” Visa Acelerar Respostas em Casos de Desaparecimento MJSP lança campanha para conscientizar sobre o desaparecimento de crianças O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) lançou a campanha “Não Espere 24h”, voltada à conscientização sobre o desaparecimento de crianças. A iniciativa visa desmistificar a crença de que é necessário aguardar 24 horas para registrar a ocorrência de desaparecimento. Quanto mais rápido o caso for comunicado, mais eficaz será a busca. A campanha também expõe a realidade alarmante de que cerca de 20 mil crianças e adolescentes desaparecem por ano no Brasil, com aproximadamente 12 mil sendo encontradas. Além disso, a subnotificação é um problema que dificulta a real dimensão do fenômeno, e o MJSP está trabalhando para mitigar essa questão. A campanha é estruturada em redes sociais e conta com a cooperação da Meta para divulgar alertas de desaparecimento via Alerta Amber, que já mostrou eficácia na localização de crianças desaparecidas. Fonte adaptada: Governo do Brasil Texto 3: Principais Causas de Desaparecimentos no Brasil De problema familiar a tráfico humano: conheça as principais causas de desaparecimentos no Brasil Raquel Gallinati, delegada e diretora da Adepol (Associação dos Delegados de Polícia) do Brasil, considera esses sumiços sem resposta uma “complexa teia de circunstâncias que contribui para o cenário preocupante”, uma vez que os motivos variam de pessoa para pessoa. Mas entendê-los, ela ressalta, é crucial para obter soluções. O desaparecimento voluntário ocorre em torno de 70% dos casos, diz o produtor audiovisual Anderson Jesus, responsável pelo canal Desaparecidos, no YouTube — que já divulgou centenas de casos em todo o Brasil e tem ajudado familiares. As motivações, por sua vez, variam de conflitos com pai e mãe a juramento de morte, seja por dívida, seja briga entre facções. Apesar de o desaparecimento voluntário estar entre as principais causas, Anderson Jesus ressalta que são esses os casos que têm a maior taxa de resolução. Outro fator representativo de sumiços de pessoas no Brasil é a saúde. Indivíduos diagnosticados com distúrbios mentais, como esquizofrenia, Alzheimer e autismo, tendem a desenvolver mania de perseguição e fogem. Já o tráfico de pessoas ocorre majoritariamente com crianças e “visa à exploração sexual, ao trabalho escravo e ao tráfico de órgãos”, informa a diretora da Adepol Brasil. Fonte adaptada: R7 Notícias Texto 4: Desaparecimento de Crianças e Adolescentes: Um Problema Global ONU alerta para aumento no desaparecimento de crianças e adolescentes Segundo a ONU, milhões de crianças e adolescentes desaparecem todos os anos, muitas vezes vítimas de tráfico humano e outras formas de exploração. No Brasil, a Lei nº 13.812/2019 institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e estabelece procedimentos prioritários para a busca de crianças e adolescentes desaparecidos. A legislação define que uma pessoa desaparecida é aquela cujo paradeiro é desconhecido, não importando a causa. Fonte adaptada: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro Repertórios para o tema: desaparecimento de crianças e adolescentes 🎬 Séries sobre desaparecimento de Crianças e Adolescentes 1. Stranger ThingsA popular série da Netflix gira em torno do desaparecimento misterioso de um garoto e a busca incansável de sua família e amigos para encontrá-lo, trazendo à tona temas como amizade, lealdade e o impacto emocional do desaparecimento de um ente querido. 2. The MissingUma série britânica que acompanha a angustiante investigação de um pai em busca de seu filho desaparecido, explorando os desafios e as frustrações enfrentadas por famílias que vivem essa realidade. 🎥 Filmes sobre desaparecimento de Crianças e Adolescentes 1. Os GooniesUm clássico dos anos 80 que, embora seja uma aventura, aborda o desaparecimento de crianças de uma forma leve, misturando humor

Você sabia que o bullying está diretamente relacionado ao aumento da violência escolar? Com a crescente preocupação com a segurança nas escolas, entender como o bullying pode escalar para atos de violência é essencial para desenvolver estratégias de combate eficazes. Neste post, vamos explorar textos motivadores que abordam esse tema e fornecer repertórios essenciais para a sua redação. Vamos juntos analisar como podemos aplicar esses conhecimentos para obter um excelente desempenho em qualquer redação sobre esse tema 🚀 Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A influência do bullying no aumento da violência escolar e as estratégias para combatê-lo no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema de redação sobre Bullying e Violência escolar Texto 1: Sancionada Lei que Criminaliza Bullying e Amplia Punição para Crime contra Criança Foi sancionada uma lei que estabelece medidas para reforçar a proteção de crianças e adolescentes contra a violência, principalmente nos ambientes educacionais. A nova legislação, publicada no Diário Oficial da União, institui a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente e promove alterações significativas no Código Penal, criminalizando práticas como bullying e cyberbullying. A nova lei transforma diversos crimes cometidos contra crianças e adolescentes em crimes hediondos, incluindo o sequestro, tráfico de menores e a disseminação de imagens pornográficas. Além disso, a legislação agora tipifica o bullying como “intimidação sistemática”, punível com multa e, em casos mais graves, reclusão. Outra mudança importante é o aumento das penas para crimes cometidos contra menores de 14 anos e para a indução ou instigação ao suicídio e automutilação, especialmente quando realizados via internet. As medidas de prevenção e combate à violência nas escolas, públicas ou privadas, serão implementadas em cooperação com estados e municípios, visando criar protocolos de proteção que envolvam toda a comunidade escolar. Fonte adaptada: Agência Senado Texto 2: Pesquisa Revela que 6,7 Milhões de Estudantes Sofreram Violência na Escola Uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto DataSenado revelou que 6,7 milhões de estudantes sofreram algum tipo de violência nos últimos 12 meses no ambiente escolar. Esse número alarmante destaca a importância de abordar as causas do bullying e compreender o lado do agressor, visto que muitas vezes esses jovens são vítimas em outros círculos sociais. Especialistas apontam que a solução para a violência escolar não está apenas nas mãos das instituições de ensino, mas exige um esforço conjunto que envolva a Educação, a Saúde, a Assistência Social e o Judiciário. É necessário acolher as vítimas de bullying, mas também oferecer suporte aos agressores para que eles possam refletir sobre suas atitudes e receber o apoio necessário. A reflexão sobre uma escola mais inclusiva, que não separa os alunos por classe social ou desempenho, é essencial para criar um ambiente seguro e acolhedor para todos os estudantes. Fonte adaptada: O Globo Texto 3: Bullying: Um dos Maiores Problemas nas Escolas Hoje O bullying é uma das principais formas de violência no ambiente escolar, impactando gravemente a saúde mental e o bem-estar dos jovens. Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, o bullying é uma agressão intencional e repetitiva que pode levar a sérios desafios de saúde mental, como depressão, ansiedade e isolamento social. Um estudo do IBGE revelou que 23% dos brasileiros já sofreram bullying, configurando esse tipo de violência como um problema de saúde pública. O impacto pode ser tão profundo que o bullying é um dos fatores associados ao suicídio, a segunda maior causa de mortes entre jovens de 15 a 29 anos, de acordo com a OMS. Portanto, é essencial que a comunidade escolar aborde o bullying de forma adequada, criando um ambiente seguro e acolhedor para todos os estudantes. Fonte adaptada: Unicef Texto 4: SP: 48% dos Alunos já Sofreram Violência na Escola, Diz Pesquisa Quase metade dos alunos da rede estadual de ensino de São Paulo afirmou que já sofreu algum tipo de violência na escola, com o bullying sendo a forma mais comum. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com a Apeoesp destacou que 33% dos estudantes relataram terem sido vítimas de bullying, com a periferia registrando índices ainda maiores. A pesquisa também revelou que 19% dos professores já sofreram violência nas escolas, principalmente agressão verbal. Esses dados reforçam a necessidade de melhorar a segurança nas escolas e promover programas de saúde mental para alunos e professores. Fonte adaptada: Metrópoles Repertórios sobre Bullying e Violência Escolar Filmes e séries Regina George usa seu status e poder para intimidar e excluir outros alunos. O filme ilustra como o bullying pode ser uma ferramenta de manipulação social e o impacto negativo que ele tem nas relações escolares. Auggie Pullman, que nasceu com uma deformidade facial, enfrenta o bullying ao ingressar na escola. Aborda as dificuldades enfrentadas por aqueles que são diferentes e como o bullying afeta sua autoestima e integração social. O fio condutor da série é a perseguição digital que quatro garotas sofrem diariamente. Exemplifica os perigos do cyberbullying e como ele pode escalar para formas mais graves de violência. Jodi sofre com piadas e ataques por conta de sua altura. Explora a insegurança e o impacto emocional causado pelo bullying relacionado à aparência física. Segue os eventos pós-Karate Kid, em que o bullying escolar se manifesta tanto em agressões físicas quanto emocionais. Retrata como o bullying pode perpetuar ciclos de violência, influenciando o comportamento dos jovens dentro e fora da escola. Livros Um grupo de meninos presos em uma ilha isolada rapidamente cai em comportamentos brutais e violentos. Demonstra como a ausência de autoridade e regras pode levar ao bullying e à violência entre os jovens. Narra a história de uma adolescente que sofre abuso físico e

👋 E aí, RedAlunos, tudo bem? Hoje vamos falar sobre um tema que está em alta e que pode aparecer na sua redação: a Mpox. Você sabe o que é essa doença? Como ela se dissemina? E, mais importante, como você pode usar esse conhecimento para gabaritar a Competência 2 da sua redação? Vamos entender um pouco mais sobre essa questão e como podemos utilizá-la como repertório sociocultural na construção de uma argumentação sólida. A seguir, você encontrará textos motivadores, repertórios culturais, fatos históricos, legislações relevantes e argumentos estruturados para enriquecer sua redação. Vamos nessa! Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Obstáculos na luta contra doenças emergentes no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema de redação sobre Mpox Texto I – Mpox: Sinais, Sintomas e Prevenção A Mpox, causada pelo vírus do gênero Orthopoxvirus, é uma doença viral zoonótica cuja transmissão pode ocorrer através de contato direto com pessoas infectadas, materiais contaminados ou animais silvestres. Os sintomas incluem erupções cutâneas, linfonodos inchados, febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrios e fraqueza. O período de incubação varia entre 3 a 16 dias, podendo chegar a 21 dias. Após a manifestação das erupções, o período de transmissão continua até que as crostas desapareçam e a pele esteja completamente cicatrizada. O diagnóstico da Mpox é realizado por meio de testes laboratoriais, com a coleta de amostras das lesões. Quando as lesões estão secas, as crostas são enviadas para análise. A doença geralmente evolui para quadros leves a moderados, durando de 2 a 4 semanas. Medidas preventivas são fundamentais, como evitar contato direto com pessoas infectadas e utilizar equipamentos de proteção individual em casos de necessidade de contato. Atualmente, o tratamento para Mpox envolve suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. A vacinação é recomendada para grupos de risco, como pessoas vivendo com HIV/Aids e profissionais de laboratório que trabalham diretamente com o vírus. A notificação imediata dos casos é obrigatória, conforme a Portaria GM/MS nº 3328, de 22 de agosto de 2022. Fonte: Adaptado de Ministério da Saúde Texto II – A Resposta Global à Emergência da Mpox A resposta global à crise da Mpox tem enfrentado inúmeros desafios, especialmente na África Central, onde uma mutação da doença circula há meses. A falta de vacinas e a ausência de coordenação internacional adequada têm dificultado a contenção do surto. Embora o Congo seja o epicentro atual, a resposta internacional tem sido lenta, com vacinas sendo aprovadas e distribuídas somente após o aumento significativo dos casos. O contexto global contribuiu para a gravidade da crise, com guerras e outras emergências sanitárias desviando a atenção de governos e organizações internacionais. Especialistas afirmam que a falta de vigilância de doenças e cuidados primários pode resultar em crises de saúde mais graves no futuro, como observado no caso da Mpox. Além disso, a falta de apoio financeiro adequado tem sido um grande obstáculo para países como o Congo, que luta para controlar o surto. Com mais de 15.700 casos suspeitos, a necessidade de uma resposta coordenada e financiada é urgente. Organizações internacionais e países doadores estão começando a coordenar esforços, mas a demora pode ter consequências graves para a saúde pública global. Fonte: Adaptado de Bloomberg Texto III – A Letalidade da Nova Cepa da Mpox A disseminação de uma nova cepa da Mpox, mais letal e transmissível, preocupa autoridades de saúde em todo o mundo. A Mpox, semelhante à varíola humana erradicada em 1980, é dividida em duas linhagens principais: Clado 1 e Clado 2. A nova cepa, Clado 1b, identificada no final de 2023, é até dez vezes mais letal do que a cepa que causou o surto de 2022, com uma taxa de mortalidade de até 10%. Esta cepa, que circulava principalmente na República Democrática do Congo, já se espalhou para países vizinhos e outros continentes, causando grande preocupação devido à sua alta transmissibilidade e letalidade. A disseminação dessa variante também é facilitada por novas mutações que aumentam a capacidade de transmissão entre pessoas, tornando a população mundial vulnerável ao vírus. Especialistas alertam que, sem uma resposta global coordenada, a nova cepa da Mpox pode causar um impacto devastador em termos de saúde pública, especialmente em regiões já afetadas por crises humanitárias e falta de infraestrutura médica adequada. Fonte: Adaptado de O Globo Texto IV: Infográfico: Como é o Vírus da Mpox? Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2024/08/19/infograficos-explicam-como-e-o-virus-da-mpox-um-dos-maiores-e-mais-resistentes-virus-de-dna.ghtml Repertórios para o tema sobre doenças emergentes Séries: Pandemic: How to Prevent an Outbreak (Documentário Netflix): esta série aborda os desafios enfrentados pela humanidade na luta contra pandemias, mostrando como a falta de prevenção e resposta rápida pode levar a crises globais de saúde. A série destaca a importância da preparação e da resposta coordenada para lidar com surtos virais, como a Mpox. The Hot Zone (Série NatGeo): baseada em fatos reais, a série retrata o surgimento do vírus Ebola e a resposta das autoridades. Assim como na série, a resposta tardia à Mpox pode agravar a situação e dificultar a contenção do vírus. Filmes: Contágio (Filme de 2011): o filme ilustra a rápida disseminação de um vírus mortal e as consequências sociais e políticas de uma pandemia global. Mostra como a falta de uma resposta rápida e eficaz pode levar a um caos generalizado, refletindo os desafios enfrentados na contenção da Mpox. Vírus (Filme de 2013): este filme sul-coreano explora a propagação de um vírus altamente letal e a resposta desesperada das autoridades para contê-lo. A narrativa reflete os desafios enfrentados por países com infraestrutura limitada, semelhante ao que ocorre na África Central com a Mpox. Fatos Históricos: A Peste Negra (Século XIV): a peste bubônica foi uma das pandemias mais devastadoras da

Agosto é o mês destinado à campanha do Agosto Dourado, uma iniciativa que visa promover a importância do aleitamento materno. O aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e continuado até os dois anos ou mais é fundamental para a saúde e o desenvolvimento do bebê, além de trazer inúmeros benefícios para a mãe e para a sociedade. No contexto de uma redação sobre esse tema, é essencial utilizar repertórios que garantam a excelência na Competência 2 e elaborar argumentos sólidos para se destacar na Competência 3. Preparar-se adequadamente para abordar essa temática é crucial para alcançar uma nota 1000 na redação. Proposta de Redação para o Agosto Dourado A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para a promoção do aleitamento materno no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre o Agosto Dourado Textos motivadores para o tema de redação sobre aleitamento materno O aleitamento materno é uma prioridade do Governo Federal. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros seis meses o bebê receba somente leite materno, sem necessidade de sucos, chás, água ou outros alimentos. Amamentar é muito mais do que nutrir a criança. É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com impactos no estado nutricional da criança, na sua habilidade de se defender de infecções, na sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional. O leite materno protege contra diarreias, infecções respiratórias e alergias, diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes, além de reduzir a chance de desenvolver obesidade. Para a mulher, amamentar reduz os riscos de hemorragia no pós-parto e diminui as chances de desenvolver câncer de mama, ovários e colo do útero. Além disso, o leite materno é uma fonte sustentável de alimento, pois não gera poluição e não demanda energia, água ou combustível para sua produção. O retorno ao trabalho pode ser um momento crítico para a continuidade da amamentação, mas é possível conciliar. A extração do leite algumas vezes ao dia vai contribuir para que a mulher continue amamentando mesmo quando estiver longe do bebê. O leite humano é essencial para todos os bebês, especialmente para a saúde e sobrevivência de prematuros e de baixo peso. Fonte Adaptada: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aleitamento-materno Texto II: Importância do Aleitamento Materno Os bebês até os seis meses de idade devem ser alimentados somente com leite materno, sem necessidade de chás, sucos, outros leites ou água. Amamentar os bebês imediatamente após o nascimento pode reduzir a mortalidade neonatal. O aleitamento materno na primeira hora de vida é importante tanto para o bebê quanto para a mãe, auxiliando nas contrações uterinas e fortalecendo o vínculo afetivo entre mãe e filho. Bebês amamentados ficam menos doentes e são mais bem nutridos do que aqueles que ingerem outros tipos de alimento. Utilizar substitutos do leite materno, como fórmulas infantis ou leite de outros animais, pode ser um grande risco para a saúde do bebê. Quase todas as mães conseguem amamentar com sucesso com o estímulo e apoio prático da família e da comunidade. Todos devem ter acesso às informações sobre os benefícios do aleitamento materno, e é obrigação de cada governo garantir esse acesso. Fonte Adaptada: Unicef Texto III: Desafios da Amamentação no Brasil No Brasil, quase 100% das mulheres iniciam a amamentação, mas muitos param no meio do caminho. A OMS recomenda que os bebês recebam aleitamento materno exclusivo até seis meses de idade e continuado até dois anos ou mais. Contudo, o país ainda enfrenta desafios para atingir esses objetivos. A lei trabalhista brasileira prevê quatro meses de licença-maternidade, mas o retorno ao trabalho aos quatro meses não coincide com a recomendação de amamentação exclusiva até os seis meses. O SUS oferece serviços gratuitos, como centros de apoio à mulher e bancos de leite, que podem ser acessados por quem precisa de ajuda e informação durante a amamentação. O Instituto Fernandes Figueira, no Rio de Janeiro, é referência no atendimento a lactantes, atendendo 11 mil mulheres por ano. Especialistas desmistificam a ideia de que a amamentação é necessariamente dolorida e oferecem dicas para lidar com desafios como a “pega errada”. Fonte Adaptada: G1 Texto IV: Agosto Dourado: campanha de amamentação do Ministério da Saúde O Ministério da Saúde lançou uma campanha de amamentação com foco na redução de desigualdades. Estima-se que a amamentação seja capaz de diminuir em até 13% a morte das crianças menores de cinco anos por causas preveníveis. A pasta está preparando um novo Programa Nacional de Amamentação para ampliar ainda mais os esforços nessa área. Fonte Adaptada: Ministério da Saúde Repertórios para o Tema sobre o Agosto Dourado: desafios para a promoção do aleitamento Materno no Brasil Filmes: Este documentário explora a importância dos primeiros anos de vida das crianças, destacando o papel crucial do aleitamento materno no desenvolvimento infantil. Apresenta depoimentos de mães e especialistas, ressaltando os benefícios do leite materno para a saúde e o vínculo afetivo. Este filme aborda a vida de uma mãe de três filhos que enfrenta os desafios da maternidade, incluindo a amamentação. A história mostra a realidade e as dificuldades que muitas mães enfrentam, trazendo à tona a importância do suporte durante o período de amamentação. Séries: Em vários episódios, a série retrata a experiência de amamentação de uma das personagens principais, Rebecca, e os desafios que ela enfrenta para amamentar seus trigêmeos. A série destaca a importância do apoio familiar e profissional durante o processo de amamentação. Em um dos episódios, a personagem principal, Lorelai, enfrenta os desafios da maternidade e da amamentação. A série aborda a relação entre mãe e filha e a importância do aleitamento materno no desenvolvimento infantil. Legislações e

Os Jogos Olímpicos de Paris 2024 foram um marco para os atletas brasileiros, destacando a importância do esporte não apenas como um meio de competição, mas também como uma ferramenta poderosa de inclusão social. A história de medalhistas como Rebeca Andrade, Bia Souza, Rayssa Leal e Caio Bonfim exemplifica como o esporte pode transformar vidas e abrir portas para novos sonhos, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. Neste post, exploraremos a importância do esporte na inclusão social, apresentando repertórios socioculturais, legislações e exemplos históricos que podem ser utilizados em redações de concursos e vestibulares. Textos Motivadores para o Tema de Redação sobre Esporte e Inclusão Social Texto I A prática de esportes é uma forte ferramenta para a inclusão social. Ela contribui em diversos ensinamentos motores e cognitivos para formação do indivíduo e é capaz de abrir oportunidades para toda a vida. Quando orientados de maneira correta, os exercícios funcionam como peças-chave para aprender a ter mais empatia e respeito. O futebol, por exemplo, auxilia no desenvolvimento do pensamento estratégico, na colaboração do grupo e na interação social. Além dos benefícios à saúde, o esporte é uma forma de criar e fortalecer laços sociais, independentemente de gênero, raça, religião ou classe social. Nelson Mandela destacou: “O esporte tem o poder de mudar o mundo. Tem o poder de inspirar, tem o poder de unir as pessoas de um jeito que poucas coisas conseguem”. Fonte adaptada: Transforma Brasil Texto II O Brasil é um dos 10 países mais desiguais do mundo, segundo o IBGE. A concentração de renda é um problema persistente, resultando em uma realidade onde oportunidades de vida e acesso a serviços básicos são distantes para milhões de pessoas. A inclusão social, através de políticas de cotas, distribuição de renda e proteção a grupos marginalizados, visa transformar esse cenário. Projetos voltados para cultura e esporte são formas eficazes de inclusão, proporcionando oportunidades para sair da exclusão social. Fonte adaptada: Instituto Algar Texto III A participação do Brasil nos Jogos Olímpicos tem sido objeto de muita discussão, tanto em termos de desempenho geral quanto no número de participantes. Esse número poderia ser significativamente maior se os governos anteriores tivessem ampliado os investimentos nos esportes. O programa Bolsa Atleta, criado em 2004, beneficia muitos desses atletas, mas sofreu cortes significativos nos últimos anos. A ampliação de programas de incentivo ao esporte é fundamental para o desenvolvimento de novos talentos e para a redução da violência e inclusão de jovens no mercado de trabalho. Fonte adaptada: Sindipúblicos Texto IV sobre esporte 42% dos atletas brasileiros em Tóquio não tinham nenhum patrocínio. Muitos viviam com menos de dois salários mínimos e alguns chegaram a fazer vaquinhas para participar dos jogos. Esse cenário evidencia a necessidade urgente de maior apoio e investimento nos esportes para garantir que mais atletas possam competir em igualdade de condições. Fonte adaptada: Globo Esporte Repertórios para o Tema de Redação sobre Esporte e Inclusão Social Filmes e Séries Livros Legislações Fatos Históricos sobre o esporte Personalidades Argumentos para o Tema de Redação sobre Esporte e Inclusão Social Argumento 1: negligência governamental Argumento 2: lacuna educacional Por fim, o esporte tem um papel crucial na inclusão social e na valorização dos atletas brasileiros. Utilizando repertórios socioculturais, legislações e exemplos históricos, é possível construir argumentos sólidos em redações de concursos e vestibulares. Aproveite os conhecimentos adquiridos e aplique-os em suas redações para alcançar a alta performance.

E aí, RedAluno! Os Jogos Olímpicos de Paris 2024 trazem uma nova perspectiva sobre a inclusão e equidade de gênero no esporte. Pela primeira vez, todos os 32 esportes olímpicos terão paridade de gênero, refletindo um progresso significativo na luta pela igualdade. No entanto, os desafios à inclusão e equidade de gênero no esporte brasileiro ainda são evidentes. Vamos explorar os fatores históricos, sociais e culturais que influenciam esse cenário, além de argumentos e repertórios que podem ser utilizados para abordar esse tema em uma redação. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os desafios da inclusão e equidade de gênero no esporte brasileiro à luz dos Jogos Olímpicos”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema de redação sobre jogos olímpicos TEXTO I Apesar de o esporte ser um fenômeno que envolve milhares de pessoas no mundo inteiro com grande mobilização mesmo fora dos períodos de competições, a participação das mulheres como atletas de alto rendimento ganhou visibilidade somente a partir das primeiras décadas do século XX. De maneira geral, a cultura que envolve o esporte está ligada a palavras como força, rivalidade e competição, que integram um campo semântico facilmente associado à masculinidade. O que dificulta, portanto, a expressão feminina no ambiente esportivo. Certas crenças correntes em épocas passadas também apresentaram papéis limitantes, como a de que a exaustão da mulher em competições poderia levar a uma variedade de comprometimentos de saúde. Inclusive à esterilidade em razão da perda da “força vital”, hipótese desmentida cientificamente ao longo do tempo. As origens dessa construção cultural, que cria barreiras à participação das mulheres em ambientes esportivos, podem ser encontradas no berço da tradição ocidental. Nos pilares históricos da Grécia Antiga, a figura masculina representava a força advinda do Monte Olimpo. Enquanto às mulheres era reservado o papel de instrumento direto de procriação. Deveriam andar protegidas, cobertas dos pés à cabeça e, por consequência, não podiam participar de competições esportivas para que não se expusessem. Fonte adaptada: https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/arquivos/mulheres-no-esporte-pesquisa-sobre-equidade-de-genero TEXTO II A Olimpíada de Paris 2024 é um marco na história dos esportes internacionais. Pela primeira vez, todos os 32 esportes olímpicos terão paridade de gênero, com 5.250 vagas destinadas a cada sexo. Isso é resultado de um progresso de um século na participação das mulheres nos jogos. Quando Paris sediou uma Olimpíada pela primeira vez, em 1900, apenas 22 mulheres competiram. Nos jogos de Atlanta 1996, as atletas participaram de 26 esportes, representando 34% dos competidores. Tóquio 2020 teve mulheres em 33 esportes, e Paris 2024 completa essa trajetória com equilíbrio de gênero em todas as categorias olímpicas. Embora progressos significativos tenham sido feitos, os desafios persistem. A disparidade salarial de gênero continua a ser uma preocupação em muitos esportes. Isso também é evidente na liderança esportiva, em que as mulheres ainda estão sub-representadas, ocupando apenas 27% dos cargos executivos nas federações esportivas internacionais. Fonte:https://forbes.com.br/forbes-mulher/2024/07/por-que-a-olimpiada-pode-ser-o-ponto-de-virada-para-a-igualdade-de-genero-nos-esportes/ Texto III Desde os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, realizados em Atenas no ano de 1896, onde as mulheres foram completamente excluídas, a participação feminina tem sido uma luta constante por reconhecimento e igualdade. Diante disso, muito se espera para as Olimpíadas de Paris 2024, pois pela primeira vez teremos uma igualdade numérica em termos de gênero, com uma expectativa que a proporção atinja os 50% de atletas mulheres e homens. Essa paridade não é apenas numérica, mas também simbólica diante do compromisso que muitas entidades esportivas têm firmado com a pauta feminista. Fonte: https://observatorioracialfutebol.com.br/a-equidade-de-genero-na-elite-do-esporte-brasileiro-anda-em-passos-lentos Texto IV Fonte: https://observatorioracialfutebol.com.br/a-equidade-de-genero-na-elite-do-esporte-brasileiro-anda-em-passos-lentos/ Repertórios para o Tema: os desafios da inclusão e equidade de gênero no esporte brasileiro à luz dos Jogos Olímpicos Filmes e séries 1. “Battle of the Sexes” (2017) – Filme que retrata a histórica partida de tênis entre Billie Jean King e Bobby Riggs, destacando a luta pela igualdade de gênero no esporte. 2.“I Am Woman” (2019) – Biografia da cantora Helen Reddy, que aborda a luta feminina por reconhecimento e igualdade, incluindo no esporte. Livros 1.“O Segundo Sexo” de Simone de Beauvoir” – Obra fundamental para compreender as questões de gênero e as barreiras enfrentadas pelas mulheres em diversas áreas, incluindo o esporte. 2. “A Room of One’s Own” de Virginia Woolf” – Livro que discute a necessidade de espaço e oportunidades iguais para as mulheres se expressarem e competirem em igualdade de condições. Argumentos para o tema sobre jogos olímpicos Argumento 1: desigualdade histórica Causa A cultura patriarcal e as crenças históricas que associam o esporte exclusivamente à masculinidade criaram uma barreira significativa para a inclusão feminina no esporte. Consequência A participação feminina nos esportes foi limitada por séculos, resultando em menos oportunidades para mulheres se destacarem e receberem apoio. Possível solução Promover campanhas educacionais e políticas públicas que incentivem a igualdade de gênero desde a infância, incluindo o acesso igualitário a atividades esportivas. Repertório filosófico Simone de Beauvoir, em “O Segundo Sexo”, argumenta que as mulheres são feitas, não nascem. A sociedade constrói barreiras que limitam o potencial feminino, incluindo no esporte. Argumento 2: a persistência de estereótipos de gênero Causa A persistência de estereótipos de gênero e a falta de cobertura midiática igualitária para esportes femininos. Consequência Menor visibilidade e apoio financeiro para atletas femininas, perpetuando a desigualdade de gênero no esporte. Possível solução Implementar políticas de igualdade de gênero nos meios de comunicação e garantir que patrocinadores apoiem igualmente atletas de ambos os gêneros. Repertório Filosófico Pierre Bourdieu, em suas obras, discute como o capital cultural e social influencia a percepção e valorização dos indivíduos, destacando a necessidade de transformar a estrutura cultural para promover a igualdade. Em resumo, a inclusão e equidade de gênero no esporte brasileiro ainda enfrentam muitos desafios, apesar dos avanços significativos, como a paridade de gênero
526 artigos encontrados