
Em fevereiro de 2026, o show de intervalo do Super Bowl, maior evento esportivo dos Estados Unidos, tornou-se palco de um intenso debate político e cultural ao ser comandado pelo cantor porto-riquenho Bad Bunny. A apresentação, marcada pelo uso predominante do espanhol, por referências à cultura de Porto Rico e pela exaltação de símbolos latino-americanos, provocou reações negativas de setores conservadores norte-americanos, incluindo críticas do ex-presidente Donald Trump, que classificou o espetáculo como uma “afronta à grandeza da América”.
O episódio ultrapassou o campo musical e evidenciou disputas simbólicas em torno do conceito de “América”, historicamente apropriado pelos Estados Unidos como sinônimo de identidade nacional exclusiva. Ao afirmar, no encerramento do show, que América também é Chile, Brasil, Argentina, Colômbia e Porto Rico, o artista ressignificou o termo e trouxe à tona a invisibilização histórica dos povos latino-americanos, frequentemente associados a estigmas, xenofobia e exclusão social.
Nesse contexto, o debate sobre a valorização da identidade latino-americana ganha relevância também na sociedade brasileira, marcada por profundas raízes indígenas, africanas e latino-americanas, mas ainda atravessada por processos de apagamento cultural e hierarquização simbólica. Assim, refletir sobre a afirmação dessa identidade torna-se fundamental para compreender as relações de poder, os discursos de exclusão e a construção de uma sociedade mais plural e democrática.
A partir da leitura dos textos motivadores apresentados, redija um texto dissertativo-argumentativo, em modalidade escrita formal da língua portuguesa, sobre o tema:
“A valorização da identidade latino-americana na sociedade brasileira”
Apresente defesa de ponto de vista, selecionando, organizando e relacionando, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para sustentar sua argumentação, elaborando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.
A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 estabelece, em seu artigo 4º, que as relações internacionais do país devem ser orientadas por princípios como a cooperação entre os povos para o progresso da humanidade e a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina.
Esse dispositivo constitucional reconhece que a aproximação entre os países latino-americanos vai além de acordos comerciais ou diplomáticos, envolvendo também o respeito às identidades culturais, às línguas, às tradições e às histórias compartilhadas entre esses povos. Ao afirmar a integração cultural como princípio, o texto constitucional valoriza a diversidade latino-americana como elemento estratégico para o fortalecimento da democracia, da soberania e da justiça social.
Fonte: Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, art. 4º.
Disponível em:constituicao (planalto.gov.br)
Relatório recente da UNESCO, intitulado Culture: The Missing SDG, evidencia um paradoxo vivido pelos países latino-americanos: embora a cultura seja um motor relevante da economia mundial, o setor permanece subfinanciado e estruturalmente desvalorizado na América Latina. Segundo o estudo, a cultura representa 3,39% do PIB global, enquanto, na América Latina, essa participação cai para 2,5%, revelando desigualdades regionais profundas.
O levantamento também aponta que o investimento público médio em cultura na América Latina é de apenas US$ 10 por habitante, número muito inferior ao observado em regiões como a Europa, onde o valor ultrapassa US$ 400. Essa disparidade reflete-se diretamente na precarização do trabalho cultural: cerca de 60% dos trabalhadores culturais latino-americanos atuam na informalidade, o que compromete a sustentabilidade do setor e a valorização simbólica e econômica das produções locais.
No contexto brasileiro, essa realidade reforça a condição de uma potência criativa sem suporte institucional proporcional, especialmente em áreas como a música, as artes visuais e as manifestações populares. A concentração de investimentos em grandes centros urbanos e a ausência de políticas culturais contínuas aprofundam desigualdades regionais e dificultam o acesso de grupos periféricos e tradicionais aos meios de produção cultural.
Desse modo, a desvalorização estrutural da cultura não afeta apenas a economia criativa, mas também fragiliza a afirmação da identidade latino-americana, que depende do reconhecimento, da circulação e do fortalecimento de suas expressões culturais. A negligência institucional, portanto, contribui para a invisibilização de narrativas históricas, sociais e artísticas fundamentais para a construção de uma identidade latino-americana plural e integrada.
Fonte adaptada: Relatório Culture: The Missing SDG, UNESCO, 2025.
Estudo desenvolvido por Beatriz Montagnolli, no âmbito do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), analisa criticamente a forma como a América Latina é apresentada nos livros didáticos de Geografia do ensino médio. Segundo a pesquisa, embora esses materiais sejam amplamente utilizados nas escolas e considerados fontes de credibilidade, eles frequentemente reduzem a complexidade cultural, histórica e social da América Latina, apresentando-a de maneira homogênea e simplificada.
A autora destaca que muitos livros didáticos abordam a América Latina apenas como um recorte geopolítico associado ao subdesenvolvimento, enfatizando baixos índices socioeconômicos, conflitos internos e dependência externa. Essa abordagem, segundo o estudo, contribui para a reprodução de estereótipos, afastando os estudantes da compreensão das singularidades de cada país latino-americano e de seus processos históricos próprios.
Outro ponto central da análise refere-se à origem do termo “América Latina”, que surge em contextos históricos marcados pela dominação europeia e, posteriormente, pela ascensão dos Estados Unidos como potência imperial. O trabalho evidencia que essa denominação, ao longo do tempo, desvalorizou populações indígenas e afrodescendentes, reforçando hierarquias raciais e culturais e dificultando a construção de uma identidade latino-americana plural e autônoma.
Além disso, a pesquisa aponta que os livros didáticos tendem a priorizar a influência de países considerados “desenvolvidos”, sobretudo os Estados Unidos, em detrimento do protagonismo histórico e cultural dos povos latino-americanos. Essa lógica reforça a ideia de uma América Latina periférica, dependente e inferiorizada, em contraste com a América anglo-saxônica, contribuindo para uma visão fragmentada do continente.
Dessa forma, o estudo conclui que a maneira como a América Latina é tratada nos materiais escolares impacta diretamente a formação crítica dos estudantes, tornando urgente a revisão dessas abordagens para valorizar a diversidade cultural, histórica e identitária dos povos latino-americanos e fortalecer uma compreensão menos estigmatizada da região.
Fonte adaptada: Montagnolli, Beatriz. Visões sobre América Latina nos livros didáticos de Geografia. IFSP, 2016.
Disponível em:prolam (sites.usp.br)
A América Latina corresponde a um conjunto de países do continente americano marcados, majoritariamente, pela colonização europeia de matriz ibérica (portuguesa e espanhola), pelo uso de línguas latinas e por trajetórias históricas atravessadas por processos de exploração econômica, escravidão, dependência externa e resistência cultural. De acordo com o Brasil Escola, o conceito de América Latina não é apenas geográfico, mas sobretudo histórico e político, construído ao longo do tempo a partir das relações de poder entre os países do continente e as grandes potências globais.
Embora compartilhem elementos comuns — como heranças coloniais, desigualdades sociais estruturais e forte presença de culturas indígenas e afrodescendentes —, os países latino-americanos não formam um bloco homogêneo. Ao contrário, apresentam ampla diversidade cultural, econômica, linguística e social, o que torna inadequadas as leituras que tratam a região como um espaço único e uniforme.
Fonte adaptada: Brasil Escola – América Latina.
Disponível em:america latina (brasilescola.uol.com.br)
O termo América Latina é utilizado para designar os países do continente americano cuja formação histórica está ligada às línguas derivadas do latim, como o espanhol e o português. No entanto, essa definição, adotada por instituições como a Academia Real Espanhola, não se limita a um critério linguístico. Trata-se de um conceito histórico, político e simbólico, construído ao longo do tempo e permeado por disputas de poder, identidade e representação.
Antes da colonização europeia, os povos originários nomeavam seus territórios a partir de suas próprias cosmologias. Um exemplo é o termo Abya Yala, usado por povos indígenas para se referir às terras que hoje compõem parte da América Latina, significando “terra em plena maturidade”. Isso revela que a noção de continente unificado é uma construção posterior, imposta sobretudo a partir da colonização.
Durante o período colonial, a região foi chamada de Índias, Novo Mundo ou América Espanhola, nomenclaturas que reforçavam a subordinação política e cultural aos impérios europeus. Com os processos de independência, no século XIX, surgiu entre os crioulos a necessidade de afirmar uma identidade própria, distinta das metrópoles, o que contribuiu para o fortalecimento da ideia de uma identidade “americana”.
A expressão América Latina ganhou força nesse contexto, mas não sem controvérsias. Parte da historiografia aponta que o termo foi apropriado e difundido por interesses franceses, especialmente durante o governo de Napoleão III, como forma de contrapor a chamada América anglo-saxônica e legitimar projetos imperialistas na região. Contudo, estudos históricos indicam que o termo foi utilizado pela primeira vez por intelectuais latino-americanos, como Francisco Bilbao e José María Torres Caicedo, em 1856, evidenciando uma tentativa de autodefinição e resistência simbólica frente ao expansionismo dos Estados Unidos e à Doutrina Monroe.
Apesar disso, o conceito de América Latina também é alvo de críticas por sua insuficiência inclusiva. Ao enfatizar a herança europeia “latina”, o termo tende a invisibilizar as contribuições e identidades dos povos indígenas e afrodescendentes, fundamentais para a formação cultural do continente. Movimentos como o indigenismo, a partir do século XX, passaram a questionar essa narrativa, defendendo a centralidade das culturas originárias e denunciando as desigualdades socioeconômicas herdadas do colonialismo.
Ainda assim, ao longo do século XX, especialmente com iniciativas de integração regional impulsionadas por organismos como a CEPAL, o nome América Latina consolidou-se como uma referência comum, associada à cooperação política, econômica e cultural entre os países da região. Mais do que uma simples denominação, o termo passou a simbolizar um destino histórico compartilhado, marcado por desafios semelhantes e pela busca de afirmação no cenário global.
Dessa forma, embora imperfeito e objeto de debates, o conceito de América Latina tornou-se um elemento central na construção da identidade regional, funcionando como instrumento de unidade, resistência e reconhecimento histórico frente às hierarquias impostas pelas grandes potências mundiais.
Fonte adaptada: america latina mais que um nome (ige.unicamp.br)
De quem é a “América” no debate cultural contemporâneo?
A apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny no intervalo do Super Bowl reacendeu um debate simbólico e político em torno do significado do termo “América”. Ao levar ao palco do maior evento esportivo dos Estados Unidos referências explícitas à cultura latino-americana — como o uso predominante do espanhol, símbolos de Porto Rico e a valorização de artistas latinos —, o espetáculo questionou a apropriação histórica da identidade americana como sinônimo exclusivo da cultura estadunidense.
A repercussão internacional do show evidenciou que a noção de “América” não se restringe a uma única nação, mas abrange um continente marcado por diversidade cultural, linguística e histórica. As críticas públicas feitas por figuras políticas norte-americanas à apresentação reforçaram a existência de disputas simbólicas que atravessam o campo cultural e revelam tensões relacionadas à imigração, à xenofobia e à hierarquização das identidades latino-americanas no cenário global.
Nesse contexto, o episódio demonstra como manifestações artísticas contemporâneas podem atuar como instrumentos de resistência cultural, ao reivindicar visibilidade, pertencimento e reconhecimento para os povos da América Latina. O show de Bad Bunny, portanto, ultrapassou o entretenimento e se consolidou como um ato político-cultural, ao provocar reflexões sobre identidade, poder simbólico e a pluralidade que compõe o continente americano.
Fonte: g1. “Bad Bunny no Super Bowl: entenda os principais momentos do show”.
Disponível em:g1.globo.com
Sangue Latino – Ney Matogrosso (1973)
A canção afirma a identidade latino-americana frente à marginalização cultural, ao declarar orgulho da origem mestiça e periférica. Pode ser usada para discutir autoafirmação identitária, resistência simbólica e enfrentamento do apagamento cultural imposto pelo eixo Europa–EUA.
🔎 Álbum: Água do Céu – Pássaro
🔗 Referência: letras.mus.br
El Apagón – Bad Bunny (2022)
A música denuncia o apagamento estrutural de Porto Rico, associando identidade cultural, colonialismo e negligência estatal. Pode ser usada para discutir identidade latino-americana contemporânea e resistência cultural.
🔗 el apagon (letras.mus.br)
Lo Que Le Pasó a Hawaii – Bad Bunny (2022)
A canção estabelece um paralelo entre o Havaí e Porto Rico, criticando o imperialismo estadunidense e a perda de identidade cultural. Excelente para discutir imperialismo cultural.
🔗 lo que le paso a hawaii (letras.mus.br)
Diários de Motocicleta – Dir. Walter Salles (2004)
O filme retrata a viagem de Ernesto Che Guevara pela América do Sul e evidencia a miséria, a exploração e a identidade comum entre os povos latino-americanos. Pode ser usado para mostrar a formação de uma consciência latino-americana coletiva.
🔗imdb.com
Roma – Dir. Alfonso Cuarón (2018)
O longa valoriza uma mulher indígena como protagonista, rompendo com o padrão eurocêntrico e elitista de representação. Excelente para discutir apagamento histórico e valorização das identidades subalternizadas.
🔗imdb.com
Argentina, 1985 – Dir. Santiago Mitre (2022)
O filme resgata a memória da ditadura argentina e reforça a importância da justiça e da democracia como pilares da identidade latino-americana contemporânea.
🔗imdb.com
Veias Abertas da América Latina (1971)
A obra analisa a exploração econômica e cultural do continente desde a colonização, sendo fundamental para discutir dependência, imperialismo e desvalorização histórica da América Latina.
🔗 companhiadasletras.com.br
Cem Anos de Solidão (1967)
O romance simboliza a história latino-americana por meio do realismo mágico, reforçando uma identidade cultural própria, distinta da lógica europeia.
🔗 companhiadasletras.com.br
Nossa América (1891)
O ensaio defende a autonomia cultural e política da América Latina, criticando a submissão aos modelos estrangeiros.
🔗dominiopublico.gov.br
Doutrina Monroe (1823)
Instituída pelo presidente James Monroe, consolidou a ideia de “América para os americanos”, apropriada pelos EUA como hegemonia continental, marginalizando os países latino-americanos.
Guerra Mexicano-Americana (1846–1848)
Resultou na perda de quase metade do território mexicano para os EUA, evidenciando a exploração e desvalorização dos povos latino-americanos.
Intervenções dos EUA na América Latina durante a Guerra Fria
Golpes militares apoiados pelos EUA (Brasil em 1964, Chile em 1973) reforçaram a subordinação política e cultural do continente.
Ideia central:
A identidade latino-americana foi historicamente construída sob relações de dominação, o que gerou um processo contínuo de desvalorização cultural.
Causa:
Desde a colonização europeia, os países latino-americanos foram apresentados como periféricos, atrasados e dependentes. Esse processo foi reforçado posteriormente pelo imperialismo cultural dos Estados Unidos, que impôs modelos econômicos, linguísticos e simbólicos, consolidando a ideia de que o “desenvolvimento” estaria associado ao padrão europeu ou norte-americano.
Consequência:
Como resultado, manifestações culturais, línguas, saberes populares e identidades indígenas e afrodescendentes foram silenciadas ou vistas como inferiores. Isso gera baixa autoestima cultural, apagamento histórico e dificuldade de reconhecimento da América Latina como produtora legítima de conhecimento, arte e identidade.
Possível solução:
Fortalecer políticas educacionais e culturais que valorizem a história latino-americana a partir de uma perspectiva crítica e decolonial, promovendo o reconhecimento da diversidade cultural do continente nos currículos escolares, nos meios de comunicação e nas políticas públicas.
Ideia central:
A baixa representatividade latino-americana em espaços de decisão e visibilidade contribui para a desvalorização de sua identidade.
Causa:
Os grandes centros de produção cultural e midiática global ainda são dominados por países do Norte Global. A América Latina aparece, muitas vezes, apenas por meio de estereótipos associados à violência, pobreza ou exotização, enquanto suas produções artísticas e intelectuais são pouco difundidas ou reconhecidas.
Consequência:
Esse cenário reforça preconceitos, limita o reconhecimento internacional da cultura latino-americana e dificulta que os próprios povos do continente se vejam como protagonistas de sua história. Internamente, isso alimenta a reprodução de modelos culturais estrangeiros em detrimento da valorização do que é local.
Possível solução:
Ampliar o incentivo à produção cultural latino-americana, garantindo espaço nos meios de comunicação, no mercado cultural e nas plataformas digitais, além de promover a participação de artistas e intelectuais latino-americanos em eventos e circuitos internacionais.
Diante desse cenário, torna-se evidente que a falta de valorização da identidade latino-americana é resultado de um processo histórico marcado pelo colonialismo, pelo imperialismo cultural, pela baixa representatividade e pelo subfinanciamento da cultura, fatores que ainda impactam a forma como os povos latino-americanos são percebidos — tanto no cenário global quanto dentro de seus próprios países. Essa desvalorização simbólica enfraquece o reconhecimento da diversidade cultural do continente e limita o protagonismo social e histórico de suas populações.
Assim, é fundamental que o Estado, as instituições educacionais e os meios de comunicação atuem de forma integrada para promover políticas culturais e educacionais que reconheçam a América Latina como um espaço plural, produtor de cultura, memória e identidade. O fortalecimento do ensino crítico, o incentivo à produção cultural e a ampliação da representatividade são caminhos essenciais para romper estigmas históricos e construir uma sociedade mais consciente de seu pertencimento latino-americano.
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