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Seja pelo tamanho da frase-tema ou a intersecção com outras disciplinas, estes foram considerados os temas mais desafiadores da história do exame Na história do Enem, alguns temas de redação tiveram um nível de complexidade maior do que outros, seja pelo recorte, pela discussão ou pela forma como apresentaram a proposta, um dos temas foi o tema de redação do Enem 2012: “O movimento imigratório para o Brasil no século XXI”. Pensando nisso, consultamos professores de redação e listamos alguns dos temas mais difíceis que já apareceram na redação do exame. Dica: depois de ler as análises, baixe as provas aqui e tente fazer todas essas redações para treinar para o exame. Tema do Enem de 2019: “Democratização do acesso ao cinema no Brasil” Apesar de parecer fácil, este tema pode ser complexo para alguns alunos por não conter, em sua frase temática, um problema evidente. Assim, nos anos anteriores, palavras como manipulação (2018), violência (2015) e intolerância religiosa (2016) apontavam para os problemas que os candidatos deveriam analisar ao longo da dissertação produzida. O estudante deveria, então, perceber sozinho o problema da não democratização do cinema no Brasil. https://youtu.be/z-bvG8LhmD0 Tema do Enem de 2018: “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet” Frase longa, não é? Esse é exatamente um dos motivos que tornou esse tema tão complexo na visão dos especialistas. Dessa forma, segundo professores, a frase-tema do Enem 2018 foi especialmente longa, com mais palavras-chave que deveriam estar contidas na redação. Desse modo, deveriam citar manipulação + dados + internet”, diz Neubern. Além disso, muitos alunos se confundiram sobre o que seria essa “manipulação”. Em um ano em que se falou muito sobre Fake News, o tema da prova era, na verdade, sobre algoritmos e como eles interferem no que é apresentado para os usuários. Tema do Enem de 2017: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil” Em julho de 2015 A Lei Brasileira de Inclusão (13.146) foi aprovada, e, em 2017, professores de redação de todo o Brasil citaram o tema. Neubern explica que, por isso, muitos candidatos já tinham escrito algo a respeito, porém, não necessariamente com o recorte da formação educacional ou dos surdos. Quando o tema de 2017 apareceu, os vestibulandos tiveram dificuldade para se posicionar sobre uma realidade que não lhes era próxima ou familiar. Muitos consideraram o tema difícil, inclusive próprios especialistas em educação de surdos, devido às inúmeras especificidades da questão. Tema do Enem de 2012: “Movimento imigratório para o Brasil no século XXI” O tema foi difícil e, acima disso, inesperado, porque geralmente os candidatos estão acostumados a falar da emigração dos brasileiros para outros países, mas o tema era justamente o contrário. Era preciso falar dos que são imigrantes no nosso país. Para sustentar a argumentação era necessário ainda um repertório e domínio de conceitos da Geografia – o que não costuma ser recorrente em outros anos. Tema do Enem de 2011: “Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado” A proposta falava sobre a internet e a ideia era discutir os limites entre aquilo que deveria ser público e o que não poderia ser divulgado e difundido. Mas, em 2011, a questão da primavera árabe estava em alta e, muitos estudantes, em vez de focar na questão da privacidade nas redes, levaram a discussão para o campo das possibilidades políticas e sociais que a internet trazia. O resultado foi a tangência do tema. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto. Leia alguns artigos relacionados aos temas que já caíram no Enem: Confira as principais dúvidas sobre os temas de redação que já caíram no Enem:

Mudou de humor muito rápido? Ah, é bipolar! É distraído demais? Certeza que é déficit de atenção! É muito organizadinho? Mmm… tem TOC! Muito cuidado com autodiagnóstico de problema mental – deixe isso para psiquiatras! “A banalização do autodiagnostico de doenças mentais” foi nossa escolha de tema para você escrever esta semana. Dessa forma, será uma ótima oportunidade para repensarmos a forma como rotulamos a nós mesmos e aos outros. Desse modo, tudo que você precisa fazer é usar o tema acima e escrever uma redação para Enem. Assim, inclua as consequências de se relacionar as várias denominações das doenças mentais com simples traços de comportamento. Além disso, é preciso, também, dar alguma proposta de intervenção. Dessa forma, os textos abaixo são os melhores que encontramos pra te ajudar. TEXTO 1 Falar de estresse todo mundo fala… Poucos sabem o que significa. Muitos utilizam a palavra estresse para definir um dia agitado de trabalho ou uma noite mal dormida. Entretanto, efetivamente, poucos têm sinais e sintomas de estresse, que são decorrentes de uma adaptação fisiológica do ser humano, responsável, inclusive pela nossa sobrevivência! Estresse não é doença. Em situações de perigo, é normal nossos batimentos cardíacos acelerarem e a respiração aumentar, o coração precisa bombear mais sangue para determinados órgãos vitais para as reações de luta ou fuga. Desse modo, diversas situações no ambiente de trabalho, na família e em nossas metrópoles violentas podem levar o organismo a repetir o tempo todos esses padrões de resposta, quando hormônios como noradrenalina e cortisol são secretados e podem predispor, se mantidos em níveis elevados, a doenças como hipertensão, diabetes, infarto, depressão entre outras. fonte: Psiquiatria da Mulher TEXTO 2 Experiência com a banalização dos transtornos mentais Vítima da banalização das doenças mentais, a estudante de Jornalismo Anna Clara Carvalho, de 21 anos, sofre com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), doença que integra os transtornos ansiosos que atingem 9,3% da população brasileira, segundo o relatório Depressão e outros distúrbios mentais comuns: estimativas globais de saúde, divulgado pela OMS em 2017. Para Anna Clara, a banalização de sua doença impede as pessoas de perceberem seu real estado de ansiedade (natural ou ansiedade fora do normal) e até mesmo quando está apenas séria. “Podemos estar ansiosos para uma viagem, para uma festa ou para um trabalho. Dessa forma, é normal das pessoas, do ser humano. Entretanto, o problema é quando isso começa a ser por qualquer coisa e em todo o tempo do seu dia”, diz Anna Clara. Assim, e o problema se agrava com a incompreensão que a jovem percebe nas pessoas com quem se relaciona. “Elas sempre falam que estão ansiosas, mas quando nós falamos que estamos tendo uma crise de ansiedade ou estamos passando por um momento mais difícil nesse sentido, elas acham que vai passar ou que é só um nervoso por alguma coisa.” Para Anna Clara, a banalização da doença mental atrapalha o entendimento do transtorno e também a busca por tratamento. “O maior problema da ansiedade é quando as pessoas começam a enxergá-la como um sentimento qualquer, que não precisa ser tratada; não tem valor e não precisa ser encarado com seriedade.” fonte: Jornal Usp – Banalização TEXTO 3 Por que o autodiagnóstico é problemático Os pesquisadores estão preocupados que ser neurologicamente ou psicologicamente atípico tenha se tornado uma espécie de subcultura no TikTok e no Twitter. Em seguida, após os últimos anos, todos nós compartilharam sentimentos semelhantes de ansiedade induzida pela pandemia, tornando os tópicos alusivos às lutas da saúde mental altamente relacionáveis. É fácil olhar para os sintomas de um distúrbio e dizer ‘Meu Deus, eu faço isso!’ (…) Entretanto, embora seja da natureza humana “classificar” nossas experiências para moldar nossa compreensão do mundo e de nós mesmos, os psicólogos acreditam que quando tentamos catalogar e caracterizar todos os elementos da natureza humana, isso pode promover uma cultura de superanálise e paranóia que tem potencial para prejudicar o nosso bem-estar. fonte: Portal Thred TEXTO 4 Organizar as coisas por cores pode ser um sintoma de TOC? De início, por mais que a mania de organização muitas vezes seja imediatamente interpretada como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ter esse comportamento não quer dizer necessariamente que alguém sofre desse transtorno. Assim, para que o TOC seja diagnosticado, é preciso que uma obsessão seja acompanhada de uma compulsão equivalente. (…) O TOC envolve a presença de pensamentos intrusivos de ordem, limpeza, autorregeras que a pessoa não consegue controlar, por mais que tente. Assim, a partir daí, ela desenvolve rituais para eliminar esses pensamentos. Desse modo, normalmente são pensamentos sem função ou que geram muito sofrimento e gasto de tempo. Cuidados pela vida – TOC fonte: Sempre Família – Bipolaridade Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A banalização do autodiagnóstico de doenças mentais” vídeo – Ana Beatriz Barbosa é uma conhecida psiquiatra, ótimo repertório para você; neste vídeo ela mostra que ser organizado não significa ter TOC. estudo – o assunto que escolhemos para o tema desta semana já foi estudado antes pela Unievangelica que usou as redes sociais para isso – aproveite para recolher repertório. vídeo – O psicólogo e neurocientista Eslen Delanogare vai revelar por que parece que todo mundo tem TDAH. livro – Mrs. Dalloway é um clássico da inglesa Virginia Woolf, no qual relata problemas psicológicos de várias nuances e possíveis curas para eles, um século atrás. vídeo – chamar alguém de narcisista parece estar na moda… A psicóloga Zaionara esclarece que o que é de verdade udestam narcisista. artigo – é a hora de você descobrir por que chamar alguém de louco nem sempre é o correto: a psicóloga Fernanda M. de Lacerda explica a diferença entre louco e normal. filme – “Cisne Negro” é um filme de 2010 que deixa claro como não é assim tão simples diagnosticar uma doença mental. Nossa equipe de corretores já está corrigindo redações sobre o tema “A banalização do autodiagnóstico de doenças mentais”, como o Enem exige. E a sua? Chega quando? Compartilhar este conteúdo com outros vestibulandos – nós agradecemos!

Afinal o que é a ressaca literária? Sim, ela é real e é mais comum do que se pensa. Mas tem cura! Você já comprou um livro e quando começou a ler não conseguiu sair da página 10? Se animou novamente, pegou outro livro, mas aconteceu a mesma coisa? E outro? E outro de novo? Calma, antes de ficar desanimado, saiba que essa falta de interesse pode não ser necessariamente sua culpa ou dos livros. É muito provável que você esteja passando pelo o que chamamos de ressaca literária. Sim, uma ressaca de livros! Mas pode ficar tranquilo: todo mundo já teve, tem cura e é mais fácil sair dela do que parece. A boa notícia é que o remédio não envolve gemas de ovo ou qualquer outra receita que só trará dores de cabeça! Sintomas O termo faz parte do dicionário do leitor há anos. É provável que tenha se popularizado com o BookTube, a comunidade de influenciadores literários no YouTube. Os sintomas são passageiros e para cada leitor, a ressaca se manifesta de um jeito diferente: estafa, desinteresse, dificuldade de concentração, sobrecarga de atividades e momentos emocionais difíceis. Da mesma forma que os sintomas da ressaca literária são diferentes para cada pessoa, as soluções podem servir para um leitor e não servir para o outro. Parte da redação do GUIA lista aqui alguns ‘remédios’ para curar esse mal e retomar as leituras. 1 – Dê um tempo “Quando eu emperro em uma leitura, paro no meio e guardo para ler em outro momento. Às vezes não é a melhor fase pra ler”, conta Giulia Gianolla. 2 – Livro desnecessário? Largue a leitura “Acho que leitura tem muito a ver com o momento que você está vivendo e o envolvimento com aquele tema no seu contexto. Já parei na décima página de um livro por achar extremamente chato, mas, alguns meses depois, fiquei empolgada com a leitura e terminei em menos de uma semana. Agora, se percebo que o livro não acrescenta nada, aí eu paro”, diz sabiamente a repórter Julia Di Spagna. 3 – Retome aos poucos com leituras ‘gostosinhas’ “Não adianta forçar. Vale assistir vídeos sobre livros e leituras e voltar aos poucos com livros gostosinhos, de leitura rápida, escapistas. Não adianta tentar sair de ressaca literária com livros teóricos”, conta o apaixonado por livros, Luccas Diaz. 4 – Separe um momento do dia para ler “O que mais emperra as minhas leituras é falta de tempo, principalmente durante a semana. Então reservo um horário fixo no fim de semana para focar no livro. Mas se eu estiver de ressaca literária, diluo a leitura em poucos minutos todos os dias”, diz Alexandre de Melo, editor do GUIA DO ESTUDANTE. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto. Confira alguns livros do BookTube para ler:

A busca incessante pela fama nas redes sociais | Tema de redação Nos anos 1960, o artista plástico Andy Warhol previu “No futuro, todas as pessoas serão famosas durante 15 minutos”. Não é que acertou em cheio? Quantas maluquices os jovens têm feito para viralizar na internet! Então, vamos tratar desse fenômeno neste artigo! Assim, escreva uma dissertação argumentativa para o Enem, sobre “a busca incessante por fama nas redes sociais”. Fale sobretudo acerca das consequências dessa busca por fama – os textos abaixo vão te dar ideia! É preciso incluir propostas de intervenção, não se esqueça! TEXTO 1 7 “desafios mortais” da internet que deram muito errado Quanto vale se tornar um viral na internet? O #MilkCrateChallenge foi banido nesta semana do TikTok por atentar contra a vida. Em 2020, o “Desafio da Farinha”, que também começou no TikTok e foi parar no Instagram e no YouTube, também chamou a atenção de médicos. A brincadeira, que foi feita por muitos famosos, apesar de parecer inofensiva, traz riscos. Profissionais da saúde alertam que os participantes podem acabar inalando sem querer as partículas finíssimas da farinha, que podem se alojar no pulmão e causar insuficiência respiratória. Desse modo, pessoas que já têm asma ou bronquite precisam ter ainda mais cuidado. fonte: capricho abril TEXTO 2 Desafio da rasteira: a idiotice viraliza e os pais surtam… – Zombar dos outros sempre foi uma atividade adolescente. Desde que o mundo é mundo, jovens com os hormônios em ebulição pregam peça nos colegas, irmãos e amigos. Aquela coisa boba que tem seu ápice no estilo “Jackass” que transforma as baboseiras em desafios radicais. Pois bem. A diferença agora é que zombar do outros pode se tornar “viral” e isso deixa a coisa mais excitante – e, consequentemente, mais idiota e perigosa. fonte: lia bock TEXTO 3 A psicologia por trás de nossa obsessão por 15 minutos de fama De repente, estamos vivendo em um mundo multiverso e tecnicolor – filtrado superficialmente e perdido na alma. Hoje, é mais difícil do que nunca se encontrar, em meio a uma selva de charlatães em proporções épicas. A vida é boa e nós a tornamos complicada – interferência, tédio e desleixo. Onde está a arte perdida da humildade? a raça humana não está em uma encruzilhada, já passou disso, há muitas áreas cinzentas e precisamos encontrar uma maneira de revelar a sutileza e a beleza desse fenômeno. A vaidade move as pessoas hoje em dia e o fundamental é transformar 15 minutos de fama em algo digno e razoável. Todos nós olhamos para uma lente, às vezes ainda vale a pena olhar para um espelho e aproveitar esse narcisismo para contar uma história que vale a pena ser contada. O conceito de 15 minutos de fama pode ser um evento que muda o mundo. Ademais, a noção elementar dos tempos medievais que chama a atenção e a ganância pelo poder transcendeu aos tempos contemporâneos na forma de seguidores e contagem de curtidas. traduzido livremente de wordcast TEXTO 4 O TikTok está criando um novo lote de estrelas infantis. Os psicólogos dizem que o que vem a seguir não será bonito. “Se você está usando sua celebridade para o bem, pode realmente sair melhor porque está desenvolvendo um eu interior”, disse Rockwell. “Você está sendo alguém de quem pode se orgulhar. Você está vivendo seus valores.” Assim, um exemplo disso é a adolescente que filmou tutoriais de maquiagem no TikTok enquanto falava sobre o tratamento da China aos muçulmanos trabalhando em campos de internamento em Xinjian. Ademais, tanto Charli quanto Dixie D’Amelio, duas das pessoas mais famosas do TikTok, já participaram de vários esforços para ajudar o bem coletivo, incluindo um recente projeto anti-bullying com a Unicef e promovendo a positividade do corpo. Dixie D’Amelio disse ao Insider em uma entrevista anterior que adora usar sua plataforma para “aumentar a conscientização e arrecadar dinheiro para boas causas”. traduzido livremente de insider TEXTO 5 ‘Não brinquem com fogo’, diz criança queimada ao imitar vídeo na web A criança de 11 anos que teve 40% do corpo queimado, em Fortaleza, após tentar imitar uma brincadeira com álcool em gel da internet disse que se arrepende do que fez e pede para outras crianças não brincarem com fogo da maneira que fez. “Eu queria pedir para outras crianças que não brinquem com fogo como eu fiz. Eu me arrependi do que fiz. E também quero muito voltar para casa. É muito doloroso”, disse. Ademais, o menino contou que viu na internet vídeos de outras crianças brincando com álcool em gel. Segundo Cleiton, a família possui o produto em casa e a criança pegou o material para imitar a brincadeira. Ele tentou colocar o produto em uma garrafa e acendeu. Houve a explosão e acabou atingindo o jovem na metade do rosto, nas costas e em parte das pernas. g1 globo Repertórios socioculturais relacionados ao tema “A busca incessante pela fama nas redes sociais” vídeo – qual a porcentagem dos jovens que deseja ser influenciador e ter seus 15 minutos de fama? a resposta está neste vídeo. filme – “Chicago” reportagem – conheça alguns casos em que os jovens famosos na internet puseram a saúde em risco livro – a monografia de Renato Alves para o UCEUB é um material perfeito para quem quer compreender as celebridades instantâneas – ótimos repertórios, imperdível! opinião – Wagner Hertzog é analista político – vale a pena saber o que ele acha das celebridades instantâneas, ou idiotas úteis, como ele diz (sim, porque tem gente interessada nelas!). reportagem – e se você acha que os famosos das redes sociais se saem bem, veja o preço que pagam pela fama instantânea. Portanto, agora você já sabe tudo sobre a busca incessante pela fama nas redes sociais, com repertórios ótimos para Enem! Vai ser ótimo ver sua redação na nossa plataforma de correção, porque a gente ajuda você a chegar à nota máxima!

Cada vez que uma espécie é extinta, o mundo ao nosso redor se desfaz um pouco. As consequências são profundas, não apenas nesses lugares e para essas espécies, mas para todos nós. Estas são perdas consequentes tangíveis, como a polinização das culturas e a purificação da água, mas também espirituais e culturais.

Ah… a polêmica do uso de agrotóxicos! E põe polêmica nisso! Será verdade que adoecem a população? Será verdade que, sem eles, a fome é inevitável? Role a tela e veja o embrolho que envolve esse assunto – é seu tema de redação do Enem desta semana! Assim, sua redação dissertativa argumentativa desta semana deve comentar as “causas e consequências do uso de agrotóxicos”. Além das causas e das consequências, é preciso incluir propostas de intervenção. Bem, o caso está nas suas mãos a partir de agora! TEXTO 1 O mito da superioridade dos orgânicos (…) O pesticida orgânico precisa ser um produto de ocorrência natural. Não pode ser sintético – isto é, uma molécula criada em laboratório. Mas não ser sintético não quer dizer que seja bom ou seguro. Um critério que só leva em conta origem e modo de produção ignora fatores como impacto ambiental ou riscos à saúde. Com isso, acabamos tendo produtos piores e menos eficazes, simplesmente porque são “naturais”. (…) Ademais, vale a pena comprar alimentos orgânicos? Eles são, em média, 40% mais caros que os convencionais, mas seus defensores alegam que são mais saborosos e nutritivos, não contêm resíduos de pesticidas, e que a agricultura orgânica usa modos de produção menos prejudiciais ao ambiente. (…) Assim, como o agricultor não pode usar fungicidas sintéticos, ele se vale do sulfato de cobre, um produto natural, mas muito tóxico. A ingestão de cobre é deletéria para fígado e rins em humanos, e o produto também apresenta toxicidade elevada para pássaros e pequenos mamíferos. O sulfato de cobre não degrada no solo, e pode contaminar rios e lençóis freáticos. É classificado como altamente tóxico para o meio-ambiente, altamente tóxico para microrganismos de solo, e altamente tóxico para animais aquáticos. A bula indica seu armazenamento em local com sinalização de “VENENO” para evitar acidentes. fonte: aprosoja TEXTO 2 Por que o agrotóxico é polêmico? Para ambientalistas, o produto químico muda a naturalidade do ecossistema de onde ele é aplicado, o que cria uma nova população de insetos, bactérias e ervas daninhas que não são necessariamente próprias da região. Se mal aplicado, o agrotóxico também pode atingir lavouras vizinhas, criando problemas para produções orgânicas ou, até mesmo, matar plantações e florestas sensíveis ao produto químico. Isso sem contar os riscos que os trabalhadores rurais correm se o produto não for usado da maneira correta. Além disso, o veneno mal utilizado pode ser responsável pela morte de abelhas, insetos importantíssimos para garantir a polinização das plantas, um processo fundamental no ciclo da agricultura. Ademais, outro ponto é que o agrotóxico pode deixar resíduos nos alimentos e no lençol freático, atingindo água de rios. No caso da comida, em alguns casos, o pesticida fica apenas na casca do produto, podendo ser eliminado em uma lavagem. Assim, em outras situações, ele age dentro do organismo da planta e de seus frutos, e não é possível eliminar 100% desse residual. Adaptado de: g1 globo TEXTO 3 Reginaldo Minaré, diretor técnico-adjunto da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), reconhece que os pesticidas são produtos químicos perigosos e, por isso, “precisam ser manuseados com cuidado”. Entretanto, ressalva que, considerando o volume aplicado no país, o trabalhador está até “bastante protegido”. “Temos a preocupação de preparar os agricultores e de fornecer assistência técnica para que façam uso adequado dessas substâncias, essenciais para a agricultura nacional”, diz. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) capacitou mais de 200 mil trabalhadores rurais para o uso de agrotóxicos na última década, segundo Minaré – há no Brasil 15 milhões de pessoas ocupadas em estabelecimentos agropecuários, conforme o Censo Agro 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ademais, o diretor da CNA defende que é preciso ampliar a conscientização sobre o emprego correto dos equipamentos. “Mas não vejo despreparo dos trabalhadores. Estamos caminhando para um patamar interessante de segurança.” fonte: Yuri Vasconcelos e Frances Jones, pesquisa Fapesp em https://revistapesquisa.fapesp.br/agrotoxicos-podem-afetar-a-saude-de-trabalhadores-rurais/ Repertórios socioculturais relacionados ao tema “Causas e consequências do uso de agrotóxicos” livro – o livro Agradeça aos agrotóxicos por estar vivo, do jornalista Nicholas Vital, é leitura obrigatória, até para leigos; resultou de uma vasta e séria pesquisa que comprova o título. estatísticas – O Guia do Estudante tem números interessantes para ajudar no repertório sobre agrotóxicos, não perca! vídeo – o professor Thiago Maia, do RJ, é muito didático ao explicar o que agricultura orgânica tem a ver com agrotóxicos – assista ao vídeo! https://www.youtube.com/watch?v=vwLN0UJocMY 1 – reportagem – o site CropLife Brasil responde se os pesticidas ficam nos alimentos, e derruba outros mitos sobre eles; pode usar como repertório: a CropLife Brasil reúne especialistas em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para a produção agrícola sustentável! 2- reportagem – se precisar de repertório para embasar as consequências dos defensivos agrícolas, este artigo do Estadão tem tudo. 3 – reportagem – pode ser que outros países usem mais pesticidas que o Brasil; pelo menos é o que diz o artigo da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil. 4 – vídeo – há casos em que os pesticidas adoecem os trabalhadores, e você vai ver tudo sobre isso nesta reportagem. 5 – vídeo – um debate cheio de repertório para sua redação sobre os defensivos agrícolas (os agrotóxicos), no ótimo canal da USP Talks. 6 – notícia – se você acha que a polêmica é pouca, saiba que o Senado facilitou a importação de agrotóxicos no Brasil. 7 – vídeo – uma verdadeira aula cheia de repertório de estudiosos, sobre os agrotóxicos, organizada pelo pessoal da UFSC. Falar de causas e consequências do uso dos agrotóxicos não é fácil. Assim, quer dizer, não pra você, afinal você já tem todo o material necessário. E sua redação? Vai enviar para nossos corretores? Queremos ver seu nome aqui, hein…

O problema [do fanatismo] surge quando tal admiração atinge um ponto em que o fã não consegue tolerar aquilo que é diferente ou antagônico a seu objeto de fanatismo.

Neste artigo você vai encontrar uma comparação entre as provas de redação para concurso público das principais bancas organizadoras: FCC, Vunesp, Cespe/Cebraspe e FGV.

Veja o que é importante revisar em cada gênero literário nas obras obrigatórias da Fuvest Às vésperas da Fuvest, é comum que os estudantes resolvam desacelerar e dedicar os últimos dias à revisão dos conteúdos estudados ao longo do ano. Mas já pensou em focar especificamente nas obras obrigatórias? Então, veja como revisar as obras obrigatórias para a Fuvest! Norival Leme, professor de literatura de um cursinho preparatório, diz que quando se trata das leituras obrigatórias, este é o momento de revisar as anotações e incorporar novas informações que, por ventura, você adquiriu neste intervalo de tempo. Essa é uma forma de fixar o conteúdo e ganhar mais confiança. “Debater com colegas pode oferecer perspectivas novas e tornar o processo mais dinâmico”, sugere Júnior. Ele também aconselha que o estudante estabeleça prioridades. “É interessante fazer uma revisão mais cuidadosa sobre as obras com as quais o candidato simpatizou menos ou teve mais dificuldade. Por fim, se puder, ainda que de maneira rápida, é importante passar pelas demais”, explica. Além disso, um método que pode ser aplicado nesta reta final é revisar os exercícios de literatura dos últimos exames. Isso possibilita um maior entendimento do nível de cobrança e das abordagens adotadas pelas bancas. O que revisar das obras obrigatórias da Fuvest? O Professor Norival diz que é fundamental que o candidato conheça os aspectos estruturais (foco narrativo, enredo, principais personagens, tempo, etc), o contexto histórico, político e social em que a obra está inserida e o estilo de época. Esses fatores são cobrados em questões que propõem análises e interpretações de ações e falas das personagens, a partir de determinadas passagens dos livros. “O estudante também precisa se atentar para contextos específicos de outros países, como Portugal e Moçambique (muitas vezes desconhecidos do leitor brasileiro), já que as listas contemplam leituras não só de obras nacionais, mas também de literatura portuguesa e de países africanos que compartilham do nosso idioma”, acrescenta Diogo Mendes, professor de literatura de outro cursinho. Na primeira fase, as questões costumam focar na interpretação de texto de trechos da obra, que, muitas vezes, podem ser resolvidas apenas com as informações do excerto. Já na segunda fase, as questões apresentam um grau de cobrança mais profundo, explorando dados bastante específicos das obras e tornando essencial a leitura e domínio plenos. Atenção aos gêneros literários na hora de revisar Diogo defende que o preparo de mapas mentais ou fichamentos sobre as obras é uma boa estratégia para revisar as leituras obrigatórias de vestibulares. “Em ambos os casos, é importante que o aluno priorize as informações relacionadas aos gêneros literários de cada título”, destaca. Narrativo No caso de livros pertencentes ao gênero narrativo, por exemplo, é importante que o mapa mental ou fichamento apresente informações a respeito dos elementos da narrativa como: Obra obrigatória da Fuvest: Lírico Quando os textos são pertencentes ao gênero lírico, como as poesias, não se pode ignorar os recursos próprios dessa categoria, que geralmente envolvem: O único livro que foge a essas duas categorias é um que aparece na lista da Unicamp. “Para a obra ‘O Marinheiro‘, de Fernando Pessoa, cobrada pela Unicamp, única pertencente ao gênero dramático, é necessário se atentar para fatores constituintes do gênero textual roteiro”, observa Diogo. O professor sugere ainda que, ao longo da revisão, o estudante foque em obras pautadas no gênero textual poema. “Isso porque textos pertencentes a esse gênero apresentam alta concentração de linguagem figurada e estruturas sintáticas fora do comum, então é necessário um exercício contínuo de observação e decifração para não ser surpreendido no momento da prova”, explica. “Obras como ‘Terra Sonâmbula‘, de Mia Couto, ‘Campo Geral‘, de João Guimarães Rosa, também merecem uma atenção especial por se enquadrarem dentro do que podemos chamar de prosa poética, ou seja, flertam com características tanto do gênero narrativo como do lírico”, acrescenta Diogo. Este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Então, utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto. Saiba como funciona a redação da FUVEST aqui:

O Guia do Estudante fez um levantamento dos temas que mais caem no vestibular da USP, desde 2009. Confira! Está chegando a Fuvest, o vestibular que seleciona estudantes para a tão almejada Universidade de São Paulo (USP). Então, se a esta altura você acha que já estudou tudo o que tinha para ser estudado e quer focar apenas na revisão, está no lugar certo. Portanto, listamos em parceria com o Guia do Estudante os conteúdos mais recorrentes na prova da Fuvest, separados por cada disciplina cobrada. Desse modo, confira abaixo e já comece a revisar! O que mais cai na disciplina de língua portuguesa O que mais cai na disciplina de Língua Portuguesa, “interpretação textual” lidera com folga (39%) as atenções. Em segundo lugar, aparece os “movimentos literários”, com 27% de incidência nas provas. Assim, confira os 8 assuntos de Português mais cobrados na primeira fase da Fuvest e seus percentuais de incidência nos anos anteriores: 1) Interpretação textual (39,48%) 2) Movimentos literários (27,66%) 3) Léxico (6,15%) 4) Teoria literária (5,67%) 5) Sintaxe (5,20%) 6) Literatura contemporânea (4,96%) 7) Morfologia (4,73%) 8) Figuras de linguagem (3,55%) O que mais cai em cada disciplina inglês Apesar de muitos estudantes darem menor atenção para o que mais cai na disciplina de Inglês, muitas vezes, por ser ser menos cobrado em relação às outras matérias, lembre-se: a disciplina também é importante para a aprovação. Então, na Fuvest, os tópicos mais abordados são: 1) Interpretação de Texto (87,01%) 2) Léxico (10,39%) 3) Adjetivos (2,60%). O que mais cai na disciplina geografia Já em relação ao que mais cai na disciplina de Geografia, o levantamento mostra que a Fuvest se divide bem entre Geografia Humana e Física. Desse modo, confira os 15 assuntos mais recorrentes: 1) População (10,92%) 2) Questões ambientais (10,50%) 3) Geopolítica (9,66%) 4) Clima (6,30%) 5) Vegetação (6,30%) 6) Agropecuária (5,88%) 7) Regiões brasileiras (5,88%) 8) Relevo (5,88%) 9) Urbanização (5,04%) 10) Cartografia 4,20%) 11) Globalização (4,20%) 12) Política econômica (3,78%) 13) Hidrografia (3,78%) 14) Fontes de energia (3,36%) 15) Espaço geográfico (3,36%) O que mais cai na disciplina história Há muito conteúdo para estudar na disciplina de História para a Fuvest. Então, você deve ter passado por eles durante todo o ano, e nessa reta final, uma ótima estratégia é fazer uma revisão especial dos temas que mais são cobrados no vestibular. Assim, Mundo contemporâneo, História do Brasil e Idade Moderna estão no topo de incidência da prova da USP. 1) Mundo contemporâneo (11,86%) 2) História do Brasil – Sistema Colonial (11,86%) 3) Idade Moderna (10,82%) 4) República Oligárquica (6,70%) 5) Antiguidade clássica (6,19%) 6) Conhecimentos gerais (5,67%) 7) Política (5,15%) 8)Segundo Reinado (4,64%) 9) Baixa Idade Média (3,61%) 10) Alta Idade Média (3,09%) 11) Atualidades (3,09%) 12) Nova República (3,09%) 13) Governos Militares (1964-1985) (3,09%) 14) Problemas sociais (3,09%) O que mais cai na disciplina química Então, o que mais cai na disciplina de Química, “química geral” e “físico-química” são as campeãs em incidência na primeira fase ao longo dos anos. Dessa forma, confira abaixo mais temas que aparecem com frequência no vestibular da USP: 1) Química Geral (33,53%) 2) Físico-Química (32,94%) 3) Química Orgânica (17,65%) 4) Atomística (10,59%) 5) Bioquímica (2,94%) 6) Meio Ambiente (2,35%) O que mais cai na disciplina Física São sete temas na disciplina de Física que mais marcam presença na Fuvest desde 2009. Ademais, disparado na frente, Mecânica é o tópico mais abordado da disciplina na prova da USP, com 38% de incidência. Então, já anota aí, e capricha nos exercícios desse tema! Dessa forma, confira outros que também aparecem com frequência: 1) Mecânica (38,41%) 2) Eletricidade (17,22%) 3) Termologia (11,26%) 4) Óptica (9,93%) 5) Ondulatória (9,27%) 6) Magnetismo (3,97%) 7) Física Moderna (3,31%) Biologia Então, para começar, é hora de saber O que mais cai na disciplina de Biologia! Dessa forma, confira o levantamento dos temas mais cobrados de Biologia na Fuvest desde 2009: 1) Ecologia (19,50%) 2) Fisiologia animal e humana (16,35%) 3) Reino vegetal (15,09%) 4) Genética (15,09%) 5) Citologia (14,47%) 6) Reino animal (9,43%) 7) Parasitologia (5,03%) 8) Evolução (3,77%) 9) Embriologia (1,26%) Matemática Então, de início, segundo o levantamento, “geometria plana” e “trigonometria” são os assuntos que mais caem na disciplina Matemática da Fuvest. Ademais, completa o top 3 “geometria espacial”. Desse modo, confira a lista completa. 1) Geometria plana (13,95%) 2) Trigonometria (12,21%) 3) Geometria espacial (10,47%) 4) Funções (9,88%) 5) Geometria analítica (8,72%) 6) Grandezas proporcionais (6,40%) 7) Probabilidade ( 6,98%) 8) Logaritmos (6,40%) 9) Sistemas lineares (4,65%) 10) Matemática financeira (2,33%) 11) Análise combinatória (1,74%) 12) Progressão geométrica ( 1,74%) Por fim, este texto é fruto de uma parceria entre o Guia do Estudante e o Redação Online, plataforma de correção de redações. Desse modo, Clicando aqui é possível acessar os planos de correção disponíveis. Assim, utilize o cupom GUIADOESTUDANTE20 e ganhe 20% de desconto.

No passado, os humoristas Rafinha Bastos e Danilo Gentili contaram piadas machistas na TV, e tiveram problemas com isso. Por sua vez, o saudoso humorista Jô Soares divertiu gerações com seus personagens gays. Assim, para você, tem graça esse tipo de humor que envolve estereótipos de gênero? Pode parecer uma pergunta fácil de responder, mas não é, não: onde entra a liberdade de expressão nessa hora? Então, temos abaixo opiniões variadas sobre o fato, inclusive do próprio Jô Soares. Use-as para escrever uma redação dissertativa-argumentativa sobre o tema “O uso de estereótipos de gênero no humor da mídia brasileira”. Pense em argumentos fortes e propostas de intervenção. O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 1 Significado de Humor n.m. 1. Ação de rir ou de fazer outra pessoa rir; 2. Característica ou atributo do que é engraçado ou divertido; graça, jocosidade ou jovialidade; 3. Ânimo, estado de espírito ou disposição de um indivíduo num dado momento; 4. Aptidão ou competência para admirar o que é jocoso ou cómico. (Etm. do inglês: humour) Fonte: lexico – humor O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 2 A (re)produção do estereótipo nas piadas: sobre os sentidos do humor Quer seja para tornar-se a todos acessível a compreensão ou como reprodutor dos discursos que circulam clandestinamente, o humor sempre tem à mão o estereótipo como provocador do riso. No caso do humor com o homossexual ele desenha uma identidade para esse grupo social que quase sempre se traduz numa atitude de desvalor para com aqueles sujeitos que a ele pertencem. Ademais, o indivíduo homossexual torna-se preso a uma identidade que lhe é imposta de forma preconcebida e vê-se tolhido de viver muitas vezes uma sexualidade plena e livre de limitações afetivas e sociais. As limitações presentes nas relações homoeróticas são prejudiciais também aos indivíduos heterossexuais que precisam entrincheirarem-se em suas identidades convencionalmente “estáveis”; o que delimita sua visão prática da sexualidade. Então, enunciar o homossexual como efeminado, frágil, pervertido e fútil tem sido uma regularidade no discurso humorístico. Logo, este é, sem dúvida, um estereótipo que traz consigo uma discursivização sobre homossexual cujos efeitos incidem sobre a maneira como estes sujeitos vivem e constituem sua sexualidade enquanto prática social. Fonte: revista uepb edu O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 3 Humor como contestação: a desconstrução de estereótipos preconceituosos da mulher nos vídeos do canal porta dos fundos Ao analisarmos dois vídeos do canal humorístico Porta dos Fundos, que propõe a inversão do papel da mulher e do homem em situações bastante comuns no dia a dia, percebemos como ainda é difícil ser mulher na sociedade atual. Pouco parece ter evoluído: ainda cultua-se o machismo como religião; ainda desfaz-se por completo dos desejos, realizações e aspirações femininas; ainda atribui-se um lugar desigual às mulheres, em relação aos homens, de maneira cega. A ideologia dominante e os estereótipos criados por ela são amplamente aceitos e propagados, sem pensamento crítico ou questionamento, causando sofrimento, medo e angústia. Ademais, é chegado o momento que canais como o Porta dos Fundos venham estampar, através do humor, o absurdo escondido detrás deste véu colocado sobre nossos olhos. Ao propor inversões de papéis e quebras de expectativas, o canal escancara comportamentos degradantes e ridiculariza a ação robótica de grande parte da sociedade. Assim, graças a canais como estes e os movimentos feministas, as mulheres hoje conseguem se apoderar um pouco mais de suas próprias vidas, se sentindo, pelo menos, capazes de reclamar, gritar, reagir, ao se verem alvo de comportamentos machistas e que as desqualificam. Só o fato de se sentirem capazes de reagir já demonstra um passo no caminho da libertação. Fonte: caderno paic fae O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 4 Fábio Porchat: “Para que fazer piada de loira burra em 2020?” O humorista defende a renovação das piadas à medida que a sociedade evolui. “Os tempos mudam. Está mudando no humor, na propaganda, na medicina. Está mudando para todo mundo. Você tem que ficar atento para não envelhecer. Ainda mais o humorista. Se tem uma coisa que envelhece é o humor. Se você assiste um negócio de 10 anos atrás, é mais difícil dar risada. Você tem que ficar muito atento com o que acontece em sua volta, não só as situações curiosas e engraçadas do dia a dia, mas também de como o mundo está. Temos que ver como o mundo está caminhando e como poder brincar com isso, sem ofender ninguém. As pessoas falam: ‘Ah, mas eu não posso mais contar piada de gordo?’. Claro que pode, mas não do jeito que se fazia há 20 anos. Você não pode mais diminuir e humilhar as pessoas. Não pode fazer o gay virar chacota por ele ser gay”, justifica. Fonte: revista quem glob – fabio porchat para que fazer piada de loira burra em 2020 O uso de estereótipos de gênero no humor na mídia brasileira – Texto 5 “Nada descreve melhor o caráter dos homens do que aquilo que eles acham ridículo”- Frase de Goethe (1749-1832), escritor alemão. Repertórios socioculturais relacionados ao tema “O uso de estereótipos de gênero no humor da mídia brasileira” Livro – Do que riem as pessoas inteligentes?, de Manfred Geier, mostra quais os motivos de risada em todas as épocas. Opinião – escolhemos para você a opinião de uma advogada sobre o humor que usa o estereótipo gay. Vídeo – Jô Soares era bem claro quanto a fazer humor com estereótipos, não deixe de ver este trecho de sua entrevista! Informativo – você precisa visitar esta página criada por alunos do curso de Comunicação da UEM – eles mostram os personagens de Jô Soares e Chico Anísio que fizeram sucesso com humor sobre gays. Llivro-tese – leia este estudo completo, realizado para a UnB, sobre o que está por trás do humor que envolve homossexuais na mídia. Reportagem – ótimo artigo

Vai encarar os dois vestibulares? Então é hora de saber as diferenças entre a redação do Enem e a da Fuvest (e as semelhanças também!). Aqui estão os dois maiores processos seletivos do Brasil: Fuvest e Enem. E adivinha? esses vestibulares têm as redações que causam mais calafrios nos candidatos! Vamos fazer assim: você verá uma comparação entre as duas redações com base em cada detalhe das provas. Comecemos! Diferença entre a redação do Enem e Fuvest nas propostas de intervenção Fuvest: Não costuma pedir propostas de intervenção, ou seja, soluções para os problemáticas da temática. É que os temas, geralmente, não são problemas a serem resolvidos, e… se não tem problema, não existe solução, não é mesmo? Veja se esta proposta de redação de 2022 espera alguma solução: Enem – Pede sempre proposta de intervenção porque seus temas são sempre ligados a problemas sociais. Observe nesta proposta de redação de 2020 como isso é pedido: Então, agora, vamos falar mais dos temas. Diferenças na redação do Enem da Fuvest nos temas Fuvest – Os temas da Fuvest envolvem comportamento humano e analisam a capacidade do candidato de observar o mundo ao redor e pensar sobre ele. Assim, a Fuvest leva os candidatos a um tipo de dissertação argumentativa parecida com um ensaio. Ensaio é um texto onde o autor expõe o que pensa, mas sem tentar convencer ninguém, nem de chegar a uma resposta definitiva, a uma solução. Esta proposta de redação de 2017 é um exemplo perfeito: Saiba como interpretar temas subjetivos como os da Fuvest: Enem – Sempre pede dissertações sobre problemas brasileiros. Embora seja uma dissertação-argumentativa, pode ter características expositivas também. Isso é normal, afinal os candidatos devem seguir o mesmo caminho: falarem do problema em si e dar soluções, então as redações ficam parecidas. E qual a marca registrada de cada prova? Diferença na redação do Enem e da Fuvest no padrão esperado Fuvest – Espera que o candidato “apareça” na redação, mostre sua personalidade, sem medo. Inclusive em várias propostas de redação a Fuvest fez perguntas diretas ao candidato, levando-o a escrever em primeira pessoa. Foi o caso da prova de 2007: Dar opinião sem medo, ter pensamento crítico é de muito valor para a Fuvest! Ela considera também o nível de maturidade do candidato. Enem – Não é tão importante que o candidato apareça com sua personalidade na redação; o mais importante é o básico: ser claro e ter coerência no que escreve. Mesmo que o candidato escreva de forma 100% impessoal, pode chegar à nota máxima. Falemos sobre os textos de apoio de cada prova! Textos motivadores Como usá-los? Fuvest – Deseja-se que o candidato dialogue com os textos de apoio – quer dizer, não faça de conta que eles não existem! A Fuvest não só testa sua habilidade em escrever e ser claro, mas sua capacidade de compreender os textos e as nuances deles. Escrever uma redação para a Fuvest ignorando os textos de apoio não significa estar “fora da disputa”, de jeito nenhum, mas, numa competição alta, quem mostrar a habilidade de dialogar com os textos já está na frente. Enem – No entanto, aqui não exige que os textos de apoio sejam comentados na redação, não há nota específica para isso. Tipos de textos Fuvest – Os textos motivadores (de apoio) costumam ter um nível de dificuldade um pouco maior que os do Enem. Quando mencionamos nível de dificuldade alto, isso pode significar vocabulário mais amplo ou erudito, ou um raciocínio mais intrincado. Logo, para sentir na pele o que é isso, veja a proposta de redação de 1998: Viu como a Fuvest exige ótima capacidade de interpretação? Inclusive poemas e músicas podem aparecer como apoio na Fuvest. Enem – Os textos motivadores costumam ser de fácil compreensão. E mesmo que sejam ignorados, o importante na prova é o recorte temático, que vem geralmente em destaque. A prova de 2013 tem textos bem fáceis de serem compreendidos, veja: Agora… o ponto central de uma prova de redação! Proposta de redação Existem diferenças na redação do Enem e da Fuvest quando se trata da proposta de redação, e é importantíssimo não se perder! Afinal, isso pode custar sua nota! Fuvest – A proposta pode conter alguma pergunta direcionadora (que é o foco do tema), mas também pode ter mais de uma pergunta (o candidato pode até escolher qual prefere focar). Ou até… uma série de perguntas, para dar uma ajudinha! Veja se não foi o caso da prova de 2002: E já houve momentos em que não havia pergunta nenhuma! Foi o que aconteceu na prova de 1995: Como você vê, é bom estar preparado quanto à interpretação de textos! Enem – O importante mesmo é seguir o recorte temático, que sempre vem destacado com aspas, como nesta prova de 2018: Repertório Fuvest – Não existe qualquer pontuação a mais para quem cita fontes confiáveis, como filósofos, obras ou coisas do tipo. Apenas que, naturalmente, qualquer argumento que traga mais garantia tem o poder de reforçar a argumentação, isso sim. Enem – Algum repertório que tenha garantia da fonte – algum estudioso, ou alguma área do conhecimento – tem pontuação à parte. É o jeito de o Enem valorizar quem tem mais hábito de leitura e interesse. Então, hora de entrar em alguns detalhes. Extensão Fuvest – mínimo de 20 linhas. Enem – mínimo de 8 linhas. Título Fuvest – Pede título (embora ela não tenha tirado pontos de quem não põe título). Enem – Não pede título (embora não tire pontos de quem ponha título).Número de linhas por parágrafo Fuvest – Não há exigência de número exato de linhas ou frases por parágrafo. Enem – Embora não haja informação sobre número mínimo de linhas na cartilha do Enem, sabe-se, pela cartilha dos corretores, que parágrafos sem desenvolvimento são considerados embrionários. E parágrafo embrionário pode significar perda de nota. Semelhanças entre a redação do Enem e da Fuvest Saiba mais sobre a redação da Fuvest: Leia alguns artigos relacionados que