806 artigos encontrados com a tag “Topo de funil”
Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: É POSSÍVEL TER EMPATIA NOS DIAS ATUAIS? Texto 1 O poder transformador da empatia nas relações humanas Ao tentar se colocar no lugar do outro no trabalho, temos muito a ganhar expandindo nossa capacidade de compreensão “A empatia é a arte de se colocar no lugar do outro por meio da imaginação, compreendendo seus sentimentos e perspectivas e usando essa compreensão para guiar as próprias ações.” Segundo John Donne, nenhum homem é uma ilha, sendo cada indivíduo um pedaço do continente, uma parte do todo. Durante muito tempo pensou-se que a empatia fosse uma capacidade exclusivamente humana. Hoje, sabemos que diversas espécies animais são capazes de sentir empatia e coordenar impulsos “levando em consideração” o outro. Assim, nossa capacidade de sentir empatia está ligada à herança genética, que é uma consequência evolucionista. Segundo o autor (KRZNARIC, p. 28) do livro “O Poder da Empatia – A arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo”, a empatia é o antídoto para o individualismo absorto em si mesmo, que herdamos do século passado. A necessidade de desenvolver empatia está no cerne do esforço de encontrarmos soluções para problemas mundiais como violência étnica, intolerância religiosa, pobreza extrema, fome, abusos dos direitos humanos, aquecimento global. O autor denomina esta capacidade como uma espécie de pílula da paz. Historicamente, conseguimos enxergar alguns “impedimentos” que nos colocamos para usarmos intensamente a empatia: Preconceito, autoridade, distância e negação. O preconceito é como uma venda em nossos olhos, é um julgamento feito em um momento considerando informações superficiais, sem comprovação; é um estereótipo do qual devemos fugir. Ao exercer enorme influências sobre os indivíduos, a autoridade foi utilizada como desculpa para cumprir tarefas execráveis. Também, não só a distância física, mas a temporal e, principalmente, a social, nos induzem a ser menos empáticos. E ainda, após sermos bombardeados com imagens de problemas sociais em diversas partes do mundo, com o tempo vamos nos tornando insensíveis a elas, “negando’’ sua existência. O uso de nosso eu empático pode também estar intrinsecamente ligado à resolução de questões do nosso dia a dia. Ao tentar se colocar no lugar do outro no ambiente de trabalho, temos muito a ganhar expandindo nossa capacidade de compreensão dos problemas que nos rodeiam. Este exercício nos proporciona experimentar outras visões diferentes das nossas e observar aspectos antes ignorados por nós, pela simples constatação que enxergamos tudo a nossa volta considerando nossas próprias experiências pregressas. Essas mesmas experiências nos moldam ao longo do tempo, desenvolvendo, mesmo que inconscientemente, o poder da empatia. A habilidade de aceitar e conviver bem com a diversidade nos torna mais empáticos e tolerantes. É o que vai nos permitir entrar numa sala de reuniões de uma organização transnacional para uma apresentação a ser feita e transmitir a mensagem que queremos de forma adequada para cada membro da plateia. Outro aspecto muito importante que a empatia contribui é para a liderança. Nos dias de hoje, e com o modelo dinâmico de organizações que vivemos, não cabe mais o líder autocrático, altamente técnico, mas que não consegue se comunicar bem com seus liderados. É um exercício diário observar os colegas, subordinados e superiores e desenvolver a habilidade de ser empático com cada um deles. Isso significa compreender as demandas individuais e atendê-las de forma abrangente. Um subordinado demanda orientações para o desenvolvimento da tarefa de forma a contribuir com a meta do grupo em que está inserido. Um superior demanda informações já tratadas para o processo decisório. Mesmo tratando de um assunto comum, as abordagens são completamente diversas e cabe ao líder compreender essa diferença. Para isso, vai usar muito de sua capacidade de ser empático com ambos. Ser empático não se restringe às pessoas que conhecemos, mas principalmente com os desconhecidos ou mesmo com personalidades antagônicas. Este é um grande esforço que demanda sensibilidade, inteligência emocional e vontade, para se colocar no lugar do outro e experimentar uma nova perspectiva. Esta é uma habilidade que pode ser aprendida, mas que precisa ser diariamente cultivada. As organizações têm muito a ganhar desenvolvendo a empatia em seus colaboradores, que naturalmente passam a trabalhar mais alinhados com seus líderes, uma vez que se sentem compreendidos. Isso gera coesão na equipe, e é um diferencial de mercado, que impacta na rentabilidade, gerando mais resultados. Precisamos reconhecer a empatia como uma força capaz de promover mudanças nos diversos meios onde atuemos. Podemos fazer esse exercício diariamente, em nossas famílias e em nosso ambiente de trabalho, melhorando nossas relações interpessoais. Fazer esforço consciente para se colocar no lugar de outra pessoa – inclusive no de nossos inimigos – para rasgar rótulos, reconhecer sua humanidade, individualidade e perspectivas: eis um dos grandes diferenciais daqueles que se esforçam para se destacarem em liderança. Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/o-poder-transformador-da-empatia-nas-relacoes-humanas/ Texto 2 empatia em·pa·ti·a sf 1 PSICOL Habilidade de imaginar-se no lugar de outra pessoa. 2 PSICOL Compreensão dos sentimentos, desejos, ideias e ações de outrem. 3 Qualquer ato de envolvimento emocional em relação a uma pessoa, a um grupo e a uma cultura. 4 Capacidade de interpretar padrões não verbais de comunicação. 5 Sentimento que objetos externos provocam em uma pessoa. ETIMOLOGIAgr empátheia. Fonte: https://michaelis.uol.com.br/busca?id=Oaj Texto 3 Fonte: Fatos e Ângulos
Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: DESINFORMAÇÃO NA ERA DA INFORMAÇÃO. Texto 1 Pontos-chave Cada vez mais são compartilhadas notícias falsas pela internet. A divulgação de histórias falsas pode ter consequências reais, como causar prejuízos financeiros, constrangimentos, injúria e difamação de pessoas, empresas e organizações. Em nosso tempo, todos nós podemos produzir e receber informação. Se por um lado essa possibilidade democratiza a comunicação, por outro facilita a divulgação de conteúdo feito sem responsabilidade. O termo “pós-verdade” foi eleito pela Universidade de Oxford como a palavra do ano de 2016. Ele diz respeito a circunstâncias nas quais fatos objetivos e reais têm menos importância do que crenças pessoais. O 13º salário será extinto pelo Governo brasileiro. Obama chuta porta em protesto contra Trump. Diabo aparece em foto tirada no Maranhão. O que essas notícias têm em comum? Todas são falsas e se espalharam rapidamente pela internet. Uma informação gera conhecimento, ajuda a pessoa a construir uma opinião sobre determinado assunto e aprimora o debate público. Mas quantas informações falsas você já compartilhou nas redes sociais ou em grupos do WhatsApp? Não é porque algo está publicado por amigos ou em formato de notícia que necessariamente é verdade. Muitas vezes passamos para a frente algo que nem paramos para pensar de onde veio. É necessário cada vez mais cuidado e racionalidade ao ler as notícias. Em novembro deste ano, o Facebook e o Google anunciaram que vão combater sites que propagam notícias falsas, impedindo que estas plataformas utilizem seus serviços de publicidade. As medidas das duas companhias surgiram após o Facebook ser acusado de influenciar no resultado das eleições dos Estados Unidos. A rede social difundiu informações falsas que teriam beneficiado Donald Trump, o candidato eleito. Uma das notícias inverídicas populares foi a de que o papa Francisco havia dado seu apoio ao candidato republicano. Os boatos sempre existiram. Antes mesmo de existir a escrita, o “ouvir dizer” era o único veículo de comunicação nas sociedades. O rumor é uma prática que pode existir em qualquer grupo ou classe social. Basta lembrar da brincadeira do telefone sem fio, na qual uma mensagem passa de boca em boca. O estudioso francês Kapferer define boato como “uma proposição ligada aos acontecimentos diários, destinada a ser aumentada, transmitida de pessoa a pessoa, habitualmente através da técnica do ouvir dizer, sem que existam testemunhos concretos capazes de indicar exatidão”. Mas por que tantas pessoas acreditam em boatos, mesmo aqueles de teor absurdo? Os psicólogos norte-americanos Allport e Postman afirmam que qualquer necessidade pode dar movimento a um rumor. O desejo obstinado de se acreditar nele, nossos medos, esperanças, curiosidades, inseguranças, tensões, ideologias, crenças e preconceitos. Outro fator é a confiança na pessoa ou veículo que transmitiu o fato. Grande parte das notícias nas redes sociais são compartilhadas por amigos e conhecidos nos quais os usuários têm confiança, o que aumenta a veracidade de uma história. Para um boato existir, ele precisa ser propagado. Segundo Kapferer, se não houve uma ambiguidade ou se a importância ou relevância de um fato for nula para o público-alvo, não haverá a multiplicação da notícia. Com a evolução da tecnologia que permite o acesso à internet, mais pessoas puderam se conectar à rede. Os boatos digitais ganharam os apelidos de “hoax”. São histórias falsas que circulam na internet. Recebidas por e-mail ou compartilhadas em sites de relacionamento, elas aparecem a todo momento. Marcas também se aproveitam da dinâmica das redes sociais para “fabricar” notícias com potencial de viralidade. É o caso da notícia do enterro de um carro pelo milionário Chiquinho Scarpa. Em 2013, ele havia chamado a imprensa para cobrir o enterro de seu carro de luxo no jardim de sua mansão. Mas, depois de toda a controvérsia que levantou, Chiquinho revelou que tudo tinha um motivo bem mais nobre: o lançamento de uma campanha de doação de órgãos. Alguns veículos fizeram a cobertura ao vivo e caíram na pegadinha. A divulgação de histórias falsas pode ter consequências reais, como causar prejuízos financeiros, constrangimentos, injúria e difamação de pessoas, empresas e organizações. Em casos extremos, pode originar ações violentas. Em 2014, uma mulher foi espancada até a morte na cidade de Guarujá (SP), depois de ser acusada, em boatos em redes sociais, de que sequestrava crianças. No entanto, ela era inocente. O jornalismo e a checagem de informações A tradicional produção de notícias por empresas jornalísticas consistia em produzir e disseminar uma informação, a partir de uma equipe de profissionais e um acesso restrito a fontes. O emissor emitia a mensagem para o receptor, em um processo praticamente sem mediações. A imprensa exercia o papel de ser o porta-voz do mundo real. Em nosso tempo, todos nós podemos produzir e receber informação. Com a internet, o cidadão pode criar a informação e a colocar em tempo real em relatos, vídeos e fotos. Se por um lado essa possibilidade democratiza a comunicação, por outro, facilita a divulgação de conteúdo feito sem responsabilidade. O jornalista trabalha com a credibilidade dos fatos. O compromisso com a verdade e a apuração precisa são fundamentais para o jornalismo e permitem que um veículo seja uma fonte de informação confiável e de credibilidade. Um dos processos necessários à prática jornalística é a apuração, a etapa de checagem de informações. O jornalista deve checar os dados para ver se um fato é real ou não. Para isso, ele pode realizar entrevistas com diversas fontes, levantar informações das fontes citadas, conferir dados, cruzar fatos e estabelecer conexões e contextos. Sem a checagem, o que se apresenta é um conjunto de dados que podem estar incorretos, incompletos ou que reflitam o interesse de uma pessoa e não o interesse público. O sociólogo T. Shibutani afirmou que “o boato é o mercado negro das informações”. O uso das redes sociais representam um desafio a mais nessa questão. Agora é possível produzir um boato e em pouco tempo espalhar a notícia para milhares de pessoas. O problema aumenta quando
Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema: Como lidar com o medo nos dias atuais? Texto 1 Estudos comprovam: sentimos dez vezes mais medo do que nossos pais. O mundo está mergulhado nele. Saiba como chegamos a esse ponto – e o que fazer para se libertar Você acorda, escova os dentes, se veste, sai para a rua. Pode ser atropelado, assaltado, empurrado no metrô. Se estiver de carro, pode sofrer um acidente de trânsito – ou ficar preso no meio de uma enchente. Ao chegar ao escritório, seu chefe olha estranho… pode estar pensando em demiti-lo. (Talvez você não dê conta do trabalho.) A geladeira pode ter um curto e incendiar sua casa enquanto você está fora. Aliás, será que você se lembrou de trancar a porta? Sua cara-metade pode ter decidido trair – ou largar – você. O clima do planeta pode ter desandado de vez, com consequências terríveis para a humanidade. A inflação pode voltar e levar o seu dinheiro. Você pode apanhar da polícia – ou ser incendiado por black blocs. Pode pegar gripe suína e morrer em dias. Os agrotóxicos da comida podem estar envenenando você. O seu avião pode cair. Você pode ser rejeitado. Fracassar na vida. Aquela dorzinha na barriga… pode ser câncer. E, pior ainda, tudo isso pode acontecer com as pessoas que você mais ama. Nunca houve tantos motivos para sentir medo. E isso está nos afetando. Segundo dados do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, 20,8% das pessoas têm transtorno de ansiedade, ou seja, passam o tempo inteiro com medo de alguma coisa (pois a ansiedade nada mais é do que medo antecipado, de algo que pode ou não ocorrer). É dez vezes mais do que na década de 1980. Mesmo que você não seja uma delas, certamente já se sentiu incomodado por algum tipo de medo. Ele se tornou o maior problema psicológico do nosso tempo – e virou parte do dia a dia de todo mundo. Ter medo não é ruim. Nós só estamos aqui, afinal, porque nossos antepassados eram medrosos e viviam fugindo do perigo. O cérebro humano evoluiu para ser extremamente sensível a ele. Mas isso aconteceu há milhares de anos, quando a vida era muito diferente. Hoje, a quantidade de situações e estímulos que podem nos causar receio é incalculavelmente maior. Daí a explosão de medo na cabeça das pessoas. Não precisa ser desse jeito. Mas, primeiro: por que isso aconteceu? UM CÉREBRO, DUAS MENTES O cérebro humano quase triplicou ao longo da evolução. Passou de 600 cm3 no Homo habilis (há 2 milhões de anos) aos 1.400 cm3 do Homo sapiens, 150 mil anos atrás. Nossa massa cinzenta foi crescendo e ganhando camadas, cada uma mais complexa que a anterior, até chegar ao neocórtex – sua parte mais externa, enrolada como uma linguiça, responsável por funções mentais como pensamento e linguagem. Tudo o que você tem de racional está ali. Só que mais para dentro, no miolo do cérebro, existe outra coisa: o chamado sistema límbico. É uma parte mais primitiva, que coordena reações instintivas. Seu pedaço mais importante é a amígdala, que detona as sensações de medo. “Você está caminhando por um bosque, vê uma cobra, se assusta e imediatamente pula para trás, sem sequer pensar a respeito. A amígdala é a responsável por essa resposta”, explica Raül Andero, neurocientista da Emory University, nos EUA. Como as cobras eram um perigo constante para nossos ancestrais, a evolução moldou o cérebro para ter medo delas. Prova disso é que macacos criados em laboratório, que nunca viram uma cobra, se assustam se forem colocados diante de uma (em compensação, se eles tiverem a amígdala retirada, deixam de sentir todos os tipos de medo). Os medos são disparados pela parte primitiva do cérebro. Quando você anda pela rua pensando nas férias, o seu cérebro avançado está decidindo para onde quer viajar. Mas o cérebro instintivo, sem que você perceba, também está a todo o vapor, de olho nas ameaças imediatas (um buraco no chão, por exemplo). Os dois são interligados, se comunicam, influenciam um ao outro. Por isso, os psicólogos preferem dividir a mente em dois sistemas: o Sistema 1 e o Sistema 2. Cada um é um conjunto de processos mentais envolvendo várias regiões do cérebro. O Sistema 1 é intuitivo, rápido, emotivo, inconsciente, automático. Sabe aquele pressentimento que você tem quando conhece alguém? É o Sistema 1 em ação. Ou quando volta para casa de forma automática, sem precisar relembrar o caminho? Sistema 1. Tudo o que você faz sem pensar – inclusive sentir medo – é obra do Sistema 1. Já o Sistema 2 é o contrário: ele é o pensamento, lento, consciente, racional. A sua consciência mora dentro dele. “Mas o Sistema 1 é o autor secreto de muitas escolhas e julgamentos que você faz”, explica o psicólogo israelense Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia e autor de Rápido e Devagar, livro que discute a relação entre os dois sistemas. O Sistema 1 é essencial para a sobrevivência. É o instinto que nos permite reagir rapidamente a ameaças – seja uma cobra ou um ônibus que avança sobre a faixa de pedestres bem na hora que você está atravessando. O problema é que o Sistema 1 usa regras rudimentares, muitas vezes erradas, para dosar o medo que vamos sentir das coisas. Por exemplo. Quanto mais você se lembra (ou é lembrado) de uma ameaça, mais medo o Sistema 1 produzirá, independente do real perigo envolvido. E ele também é fortemente influenciado pelo medo que outras pessoas sentem (medo é contagioso). Tudo isso nos leva a receios exagerados e errados. Após os atentados de 11 de Setembro, por exemplo, os americanos ficaram com medo de andar de avião. Muito mais gente decidiu viajar de carro. E, por isso, morreram 1.600 pessoas a mais em acidentes de trânsito nos EUA ao longo de um ano. Avião era, e é, estatisticamente muito
Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Como a 4ª Revolução Industrial deve afetar nossas vidas? Texto 1 No final do século 17 foi a máquina a vapor. Desta vez, serão os robôs integrados em sistemas ciberfísicos os responsáveis por uma transformação radical. E os economistas têm um nome para isso: a quarta revolução industrial, marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Eles antecipam que a revolução mudará o mundo como o conhecemos. Soa muito radical? É que, se cumpridas as previsões, assim será. E já está acontecendo, dizem, em larga escala e a toda velocidade. “Estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes”, diz Klaus Schwab, autor do livro A Quarta Revolução Industrial, publicado este ano. Os “novos poderes” da transformação virão da engenharia genética e das neurotecnologias, duas áreas que parecem misteriosas e distantes para o cidadão comum. No entanto, as repercussões impactarão em como somos e como nos relacionamos até nos lugares mais distantes do planeta: a revolução afetará o mercado de trabalho, o futuro do trabalho e a desigualdade de renda. Suas consequências impactarão a segurança geopolítica e o que é considerado ético. Então de que se trata essa mudança e por que há quem acredite que se trata de uma revolução? O importante, destacam os teóricos da ideia, é que não se trata de um desdobramento, mas do encontro desses desdobramentos. Nesse sentido, representa uma mudança de paradigma e não mais uma etapa do desenvolvimento tecnológico. “A quarta revolução industrial não é definida por um conjunto de tecnologias emergentes em si mesmas, mas a transição em direção a novos sistemas que foram construídos sobre a infraestrutura da revolução digital (anterior)”, diz Schwab, diretor executivo do Fórum Econômico Mundial e um dos principais entusiastas da “revolução”. “Há três razões pelas quais as transformações atuais não representam uma extensão da terceira revolução industrial, mas a chegada de uma diferente: a velocidade, o alcance e o impacto nos sistemas. A velocidade dos avanços atuais não tem precedentes na história e está interferindo quase todas as indústrias de todos os países”, diz o Fórum. Também chamada de 4.0, a revolução acontece após três processos históricos transformadores. A primeira marcou o ritmo da produção manual à mecanizada, entre 1760 e 1830. A segunda, por volta de 1850, trouxe a eletricidade e permitiu a manufatura em massa. E a terceira aconteceu em meados do século 20, com a chegada da eletrônica, da tecnologia da informação e das telecomunicações. Agora, a quarta mudança traz consigo uma tendência à automatização total das fábricas – seu nome vem, na verdade, de um projeto de estratégia de alta tecnologia do governo da Alemanha, trabalhado desde 2013 para levar sua produção a uma total independência da obra humana. A automatização acontece através de sistemas ciberfísicos, que foram possíveis graças à internet das coisas e à computação na nuvem. Os sistemas ciberfísicos, que combinam máquinas com processos digitais, são capazes de tomar decisões descentralizadas e de cooperar – entre eles e com humanos – mediante a internet das coisas. O que vem por aí, dizem os teóricos, é uma “fábrica inteligente”. Verdadeiramente inteligente. O princípio básico é que as empresas poderão criar redes inteligentes que poderão controlar a si mesmas. Os números econômicos são impactantes: segundo calculou a consultora Accenture em 2015, uma versão em escala industrial dessa revolução poderia agregar 14,2 bilhões de dólares à economia mundial nos próximos 15 anos. No Fórum Mundial de Davos, em janeiro deste ano, houve uma antecipação do que os acadêmicos mais entusiastas têm na cabeça quando falam de Revolução 4.0: nanotecnologias, neurotecnologias, robôs, inteligência artificial, biotecnologia, sistemas de armazenamento de energia, drones e impressoras 3D. Mas esses também serão os causadores da parte mais controversa da quarta revolução: ela pode acabar com cinco milhões de vagas de trabalho nos 15 países mais industrializados do mundo. Revolução para quem? Os países mais desenvolvidos adotarão as mudanças com mais rapidez, mas os especialistas destacam que as economias emergentes são as que mais podem se beneficiar. A quarta revolução tem o potencial de elevar os níveis globais de rendimento e melhorar a qualidade de vida de populações inteiras, diz Schwab. São as mesmas populações que se beneficiaram com a chegada do mundo digital – e a possibilidade de fazer pagamentos, escutar e pedir um táxi a partir de um celular antigo e barato. Obviamente, o processo de transformação só beneficiará quem for capaz de inovar e se adaptar. “O futuro do emprego será feito por vagas que não existem, em indústrias que usam tecnologias novas, em condições planetárias que nenhum ser humano já experimentou”, diz David Ritter, CEO do Greenpeace Austrália/Pacífico em uma coluna sobre a quarta revolução industrial para o jornal britânico The Guardian. E os empresários parecem entusiasmados – mais que intimidados – pela magnitude do desafio, uma pesquisa aponta que 70% têm expectativas positivas sobre a quarta revolução industrial. Ao menos esse é o resultado do último Barômetro Global de Inovação, uma pesquisa que compila opiniões de mais de 4.000 líderes e pessoas interessadas nas transformações em 23 países. Ainda assim, a distribuição regional é desigual e os mercados emergentes da Ásia são os que estão adotando as transformações de uma forma mais intensa que os de economias mais desenvolvidas. “Ser disruptivo é o padrão modelo para executivos e cidadãos, mas continua sendo um objetivo complicado de se colocar em prática”, reconhece o estudo. Os perigos do cibermodelo Nem todos veem o futuro com otimismo: as pesquisas refletem as preocupações de empresários com o “darwinismo tecnológico”, onde aqueles que não se adaptam não conseguirão sobreviver. E se isso acontece a toda velocidade, como dizem os entusiastas da quarta revolução, o efeito pode ser mais devastador que aquele gerado pela terceira revolução. “No jogo do desenvolvimento tecnológico, sempre
É sempre bom ficar atento aos critérios para não zerar a Redação ENEM. As dicas de hoje também servem para você ficar esperto quanto a itens que os alunos pecam e acabam perdendo muitos pontos. Para isso não acontecer contigo, leia atentamente cada item e capriche na hora de escrever!Venha ver dicas de Como não zerar a redação do Enem. Fuga ao tema Parece bobagem, mas infelizmente esse problema mais comum do que se imagina. Para não correr esse risco, atente-se aos textos motivadores. Sua redação deve estar relacionada ao tema desses textos. Quando alguém foge ao tema, a redação é anulada, já que a compreensão da proposta de redação é uma das competências exigidas pelo Enem. Não atender à estrutura do texto dissertativo-argumentativo Não tente inovar quanto ao formato de texto, nem se confunda com os tipos textuais exigidos nos vestibulares. O texto do ENEM exige uma estrutura específica. A Redação deve ser escrita em prosa, ou seja, em linhas contínuas e parágrafos. Outro ponto importante é o tipo textual: dissertativo-argumentativo. Não escrever texto narrativo, poema ou outro tipo textual que não o pedido na prova. Texto muito curto O aluno que escrever um texto com até sete linhas terá sua redação anulada, pois não cumpriu o mínimo de linhas exigidas. Nesse caso, o texto não é corrigido. Isso acontece, pois é entendido que o aluno tem dificuldade de “pensar por escrito”, requisito básico começar uma vida como estudante universitário. Textos que contenham impropérios (símbolos, desenhos, entre outros.) Não esqueça: a folha de redação do ENEM não pode apresentar nenhuma identificação. Não coloque seu nome, não faça símbolos, nem desenhos, tampouco escreva ofensas a alguém. Desrespeitar aos direitos humanos Não esqueça que A prova do ENEM busca estimular o pensamento crítico do aluno. No entanto, os Direitos Humanos devem ser considerados, ou seja, o aluno deve respeitar a identidade de cada um e as diferenças entre raças, sexos, cultura, etc. Vale ressaltar que se o aluno desrespeitar um desses itens terá sua redação anulada. Trechos da redação desconexos ao tema Esse item veta que alunos escrevam trechos desconexos à redação, como receitas de bolo, recadinhos para os corretores, entre outros. Redação em branco Esse item é inquestionável. O aluno não tem como ser avaliado se deixar a redação em branco, portanto, vai zerar neste aspecto. Mais alguns itens que você deve cumprir (você já deve estar cansado de ouvir), que não custa reforçar: 1) Compreensão da proposta de redação; 2) Respeito à estrutura do texto dissertativo-argumentativo; 3) Apresentação de fatos e opiniões relacionadas ao texto; 4) Defesa de um ponto de vista; 5) Adequação do texto à norma padrão; 6) Elaboração de propostas de intervenção. Não esqueça! Você vai ser avaliado por esses critérios, então fique atento para não perder ponto por besteira. Estamos aqui para te dar todo o apoio para que você tire aquele notão na Redação Enem, boa sorte!
Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Celibato Clerical. Texto 1 O celibato é a opção de vida escolhida por pessoas de ambos os sexos que decidem viver sem unir-se em matrimônio ou relacionamentos uns com os outros. Pode ser escolhido por opção pessoal de cada um ou atribuído àqueles que resolvem seguir uma carreira religiosa, sendo mais comum na vida de freiras, bispos e pastores, que segundo a Bíblia determina devem viver longe das tentações da carne, adotando uma vida casta. Após o início do Cristianismo, apóstolos e pastores, casavam-se normalmente e constituíam família. O celibato teve sua origem no clero romano, após 304 d.C. nos concílios de Elvira e Nicéia que proibiam os Ministros religiosos casarem-se após a ordenação. A Igreja Católica adotou o celibato dos padres e freiras na Idade Média, para defender o seu patrimônio, a fim de evitar que se tornasse objeto de disputas por herdeiros, tornando-se obrigatório para o clero a partir de 1537, durante o papado de Gregório VII, onde um sacerdote romano que se casasse incorria na excomunhão e ficava impedido de todas as funções espirituais. Um homem casado que desejasse vir a ser um sacerdote, tinha que abandonar a sua esposa, e esta também tinha de assumir o voto de castidade ou ele não poderia ser ordenado padre. Fonte: https://www.infoescola.com/comportamento/celibato/ Texto 2 A escassez de padres celibatários na Igreja Católica é tão grave que muitas paróquias estão sendo forçadas a fechar. Ao mesmo tempo, existem mais de 3.000 padres casados nos Estados Unidos. Para colocar tal assunto sob uma perspectiva melhor, um em cada 3 padres se casou. Existe um grande número de padres disponíveis para trabalhar em paróquias – em média mais de 400 padres em cada Estado. Os padres casados continuam sendo padres, porém deixam de ser clérigos. Um padre se encaixa numa vocação de serviço, uma vocação divina. Um clérigo ocupa uma posição organizacional na igreja institucional. Quando um padre se casa, ele é dispensado do seu estado clerical. Contudo, ele conserva a totalidade do sacerdócio. Ele deveria ser referido como um ex-clérigo. A ordenação é permanente. Este fato é validado pela Lei Canônica número 290 da Igreja. Vinte e uma leis da igreja possibilitam os católicos a usarem padres casados. No casamento, em razão da Lei Canônica 290 e de nossa educação ou ordenação, e ainda dos doze séculos de tradição católica romana, os padres mantém o seu papel de servir ao povo, conforme Jesus o fez. Os padres casados não abandonam a sua fé. Continuam a ajudar os católicos em suas necessidades, enquanto aguardam o completo restabelecimento, quando a lei do celibato, feita pelo homem, for anulada. No início deste milênio, 30% dos padres são casados. Muitos padres casados e suas esposas ministram como um casal. Fonte: https://www.oraetlabora.com.br/mpc/lei_celibato.htm Texto 3: Uma das questões levantadas é a do celibato obrigatório dos sacerdotes, um velho assunto que volta a ficar atual depois de que, há apenas alguns dias, um grupo de 26 mulheres apaixonadas por sacerdotes enviou uma carta a Jorge Mario Bergoglio lhe pedindo que deixe de proibir “um vínculo tão forte e bonito”. O Papa não se esconde na resposta à pergunta sobre se está disposto a levar adiante uma discussão incômoda no seio da Igreja: “A Igreja católica tem padres casados. Católicos gregos, católicos coptas, existem no rito oriental. Por que não é um debate sobre um dogma, mas sobre uma regra de vida que eu aprecio muito e que é um dom para a Igreja. Por não ser um dogma da fé, a porta sempre está aberta”. Uma das novidades de Francisco é precisamente essa: sua disposição de discutir o discutível, sem que por isso deixe de expressar sua opinião. Desse modo, a velha aspiração de um setor da Igreja de que os padres possam casar-se e ter filhos sem se verem obrigados a abandonar o sacerdócio volta ganhar esperança[…] https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/27/internacional/1401143865_393693.html Texto 4: A cada quatro padres brasileiros, um larga a batina para se casar. O dado é do Movimento Nacional das Famílias dos Padres Casados, que estima serem mais de 7 mil os religiosos que solicitaram no País a dispensa do sacramento da ordem em troca do matrimônio. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil não divulga números sobre a questão. São quase 900 anos (desde 1139, no Concílio de Latrão) de história em que padres não podem se casar. O tema é tabu. Nas últimas duas semanas, o Estado entrou em contato com 12 ex-sacerdotes, todos casados. A maior parte deles não quis falar. Outros contribuíram com informações, mas preferiram o anonimato, “para preservar a mulher e os filhos”. As histórias e opiniões deles, porém, são parecidas. Quase todos declaram que não saíram da Igreja para se casar – mas que divergiam de muita coisa e o casamento era consequência. Defendem o celibato opcional. Muitos desempenham papéis pastorais em suas paróquias e acompanham com interesse o papa Francisco. Fonte: https://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,1-em-cada-4-padres-deixa-batina-para-casar-imp-,1065183

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: CAMINHOS PARA COMBATER A TRANSFOBIA NO BRASIL. Texto 1: “[..] O problema começa desde muito cedo, com a exclusão das transexuais na família, o que faz com que a maioria seja expulsa de casa já na adolescência. Muitos parentes tentam a todo custo – todo mesmo, inclusive através de violência física, como espancamentos – fazer com que aquele membro da família se encaixe no padrão. Então, o jeito é ir para a rua e arranjar um jeito de não passar fome. Nem a casa nem a escola, via de regra, apoiam pra valer esse alguém. Nem o psicólogo na escolinha entende o que está acontecendo, nunca ouviu falar de identidade de gênero. O ambiente não é seguro e nem oferece o cuidado necessário. Daí que, desamparadas, 90% dessas meninas são empurradas para a prostituição, de acordo com os dados da Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil). ‘A mulher trans que se prostitui, além de ser vista como criminosa, é encarada como um ser inferior’, explica Daniela. E esse tratamento dá margem tanto para a violência por parte de policiais e clientes, como também reforça o preconceito contra as travestis e transexuais. [..] Agora, e se você não quer se prostituir e vai procurar um emprego? Fique sabendo que a moça do RH vai pensar em todos os estereótipos antes de contratar. Juntando todas essas peças, dá para entender a que tipo de jogo essas pessoas ficam submetidas [..].” Fonte: https://super.abril.com.br/comportamento/o-recorde-que-nao-queremos-ter-somos-o-pais-que-mais-mata-transexuais/ Texto 2: Fonte: https://www.reporterunesp.jor.br/transexualidade-vivencia-e-dificuldades/ Texto 3: “Com o objetivo de retirar as pessoas transgênero da classificação de transtornos mentais da Organização Mundial da Saúde (OMS), cientistas mexicanos realizaram o primeiro estudo de campo que demonstra que as mudanças na identidade de gênero não são uma doença. O estudo, publicado na revista médica britânica ‘The Lancet Psychiatry’, foi apresentado no México nesta quinta-feira por autoridades sanitárias e da OMS. A pesquisa é a primeira de várias que já estão sendo feitas no Brasil, França, Índia, Líbano e África do Sul, e que serão apresentadas em 2018 na discussão da 11ª versão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) da OMS, que serve como referência médica para os países-membros. — Esta reclassificação não só vai promover a discussão de novas políticas de saúde para que a comunidade trans tenha melhores acessos aos serviços de saúde e atenção, mas também (…) pode ajudar a reduzir o estigma e a rejeição de que são vítimas — afirmou Ana Fresán, uma das autoras do estudo. A pesquisa demonstra que as questões psiquiátricas na população transexual são produto da violência e discriminação que sofrem e não, como se classifica atualmente, produto da sua transexualidade. — Se não é uma doença agora, então ocorre que nunca foi, que fique claro, não é que antes fosse uma doença e agora não é mais — explicou Eduardo Madrigal, presidente da Associação Mexicana de Psiquiatria. O estudo de campo consistiu em 260 entrevistas com adultos (maiores de 18 anos) transgêneros que recebem atenção médica na clínica especializada Condesa, que trata exclusivamente doenças de transmissão sexual.” Fonte: https://oglobo.globo.com/sociedade/estudo-prova-que-transexualidade-nao-transtorno-psiquiatrico-19805459
O que você precisa saber para ir super bem na Redação Unesp A prova de redação da Unesp é realizada, geralmente, na segunda fase do vestibular e costuma cair no segundo dia de provas. Então, para essa prova é importante que o aluno esteja afiado na escrita, mas também bem preparado emocionalmente, pois a redação vale muitos pontos e o aluno já vai estar cansado da maratona de estudos e de provas. Por isso, é importante que você esteja no ritmo certo para não dar bobeira, afinal, são 28 pontos em jogo dentre os 100 totais dos dois dias de provas da segunda fase. A Unesp costuma pedir um texto dissertativo, o que facilita na hora de se preparar para a prova, já que grande parte dos vestibulares pedem o mesmo gênero. Só não vale esquecer que uma dissertação é um texto argumentativo, que cobra que o aluno desenvolva uma ideia (ou questionamento), sem deixar de lado a consideração final (conclusão), que deve estar de acordo com os argumentos expostos. Se você vai prestar mais de um vestibular, vai perceber que os critérios de avaliação da Unesp são bem parecidos com os de outros, mas não custa nada darmos uma conferida: Abordagem da proposta e do tema: Nesse item, será avaliada a articulação do seu texto com a proposta de redação e com os textos de apoio. Além disso, a reflexão que feita em seu texto e as ideias expostas estarão em avaliação. Desenvolvimento: Nesse critério, será verificado se seu texto está construído de acordo com a estrutura base de uma dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Domínio da escrita: Vale prestar atenção nesse critério e não perder ponto por bobeira. Você deve escrever de acordo com a norma culta da língua portuguesa e cumprir com os elementos de coesão e coerência. Por isso, revise seu texto antes de entregar. Quantos aos temas, assim como acontece em outros vestibulares, são relacionados a assuntos de destaque na mídia e nas redes sociais, como podemos ver nos cinco últimos temas de redação da Unesp: 2016 – Publicação de imagens trágicas: banalização do sofrimento ou forma de sensibilização? 2015 – O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil 2014 – Corrupção no Congresso Nacional: reflexo da sociedade brasileira? 2013 – Escrever: o trabalho e a inspiração 2012 – A bajulação: virtude ou defeito? Certamente, você consegue relacionar esses temas com assuntos que rolaram em sua “timeline”, certo? Por isso, é importante ficar atento e bem atualizado. Assim, você não terá grandes surpresas durante a prova.

PROPOSTA DE REDAÇÃO Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: EPIDEMIA DE SÍFILIS NO BRASIL. Texto 1 O Brasil vive uma nova epidemia de sífilis, uma doença sexualmente transmissível que parecia existir, para a maior parte da população, apenas nos livros de história. A doença, causada por uma bactéria, pode levar a problemas de fertilidade e até a morte, se não tratada. A maior preocupação é com a transmissão de mulheres grávidas para os fetos. Os bebês podem sofrer malformações no sistema nervoso, perder a visão ou a audição e até mesmo morrer. O Ministério da Saúde divulgou dados recentes mostrando que o número de pessoas infectadas no Brasil aumentou 32,7% entre 2014 e 2015. “Esse aumento não está acontecendo só no Brasil, é um problema global”, afirma Adele Benzaken, diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. A notícia pode causar espanto – não entre os especialistas em saúde, que há tempos percebem o aumento de casos –, mas entre a população. Por que uma doença de antigamente voltou a ser uma ameaça em 2016? A sífilis, de fato, é uma doença antiga. No século XV, causou uma das primeiras epidemias globais, com milhares de mortes por toda a Europa. A penicilina, o antibiótico usado para exterminar a bactéria, não havia sido descoberto à época. Eram feitos tratamentos a base de mercúrio. A descoberta da penicilina, em 1928, contribuiu para diminuir a disseminação da doença nas décadas seguintes. Um reforço importante ao combate à doença foram as campanhas para aumentar o uso do preservativo, que ganharam força com a descoberta do vírus da aids, na década de 1980. No Brasil, a sífilis saiu dos holofotes a ponto de nem ser obrigatório que serviços de saúde avisassem o Ministério da Saúde quando encontrassem um caso. A notificação só passou a ser obrigatória em 2010. As causas para o aumento recente dos casos ainda estão em investigação. Mas algumas mudanças comportamentais ajudam a entender por que a bactéria voltou a assustar. Um dos principais motivos é, ironicamente, o fato de a aids ter deixado de assustar. Com o sucesso dos tratamentos antirretrovirais, que afastaram da doença o rótulo de fatal, as gerações mais jovens relaxaram nos hábitos de prevenção. Os jovens de 13 a 15 anos estão se protegendo menos na hora do sexo, segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, 75% dos entrevistados usaram preservativo em sua última relação sexual. No ano passado, apenas 66% fizeram uso da camisinha. “Quando a aids surgiu, a estratégia empregada para a prevenção foi a de terrorismo, para promover o uso da camisinha pelo medo”, afirma a educadora sexual Lena Vilela, diretora do Instituto Kaplan, entidade de São Paulo que promove educação sexual. “O medo acaba sendo uma estratégia que, às vezes, funciona por um período limitado. Quando o temor passa, a doença reaparece.” Para reverter esse quadro, será preciso investir mais do que em campanhas que elucidem sobre os perigos do sexo sem camisinha, mas que contemplem a prevenção nas diferentes formas de exercer a sexualidade. A camisinha, seja masculina ou feminina, ainda é o único método contraceptivo capaz de impedir a transmissão de DSTs. “Os adolescentes estão transando e não há nada que os impeça. O objetivo é apostar em conhecimento, e não no medo, como foi feito anos atrás”, diz Lena. A diminuição do uso do preservativo é uma tendência global e está causando o reaparecimento em massa de antigas DSTs nos Estados Unidos e na Europa. Além da sífilis, a clamídia e a gonorreia, também infecções bacterianas, voltaram a ser registradas em maior escala. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, a agência de vigilância epidemiológica do governo americano, em 2015 os casos de sífilis aumentaram 19%, os de gonorreia 13% e os de clamídia em 6% em comparação com 2014. Os dados se contrapõem à tendência de queda vista nos últimos anos. Em 2009, a gonorreia atingiu a taxa mais baixa da história nos EUA, com apenas 98 casos por 100 mil pessoas. Em 2015, o número saltou para 124 casos por 100 mil pessoas, um aumento de 26%. Enquanto isso, as taxas de sífilis em 2000 e 2001 foram as mais baixas desde os relatórios feitos em 1941: 2,1 casos por 100 mil pessoas. Mas o número subiu quase todos os anos desde então e está, agora, em 7,5 casos por 100 mil pessoas. Existe a suspeita de que os aplicativos que promovem encontros sexuais, como o Tinder e o Grindr (voltado para o público gay), possam dar sua contribuição na disseminação das doenças de antigamente. “As pessoas parecem que se previnem menos quando utilizam esses aplicativos”, diz Jairo Bouer, médico psiquiatra. É por isso que as campanhas de prevenção devem focar nas novas formas de exercer a sexualidade, dando abertura para que as pessoas possam discutir abertamente com seus médicos seus comportamentos e as melhores formas de se prevenir. “As pessoas têm um número maior de parceiros sexuais hoje”, afirma Adele, do Ministério da Saúde. Outro fator apontado pelos especialistas para justificar o aumento de casos de sífilis foi o desabastecimento da penicilina benzatina, principal antibiótico para o tratamento da doença. Desde 2014, países de todo o mundo sofreram com a pouco distribuição do medicamento devido à falta de matéria-prima para a sua produção. Para controlar a situação, o Brasil conseguiu comprar 2 milhões de frascos no ano passado. A distribuição do antibiótico para os estados e os municípios terminou em julho. O Ministério da Saúde afirma ter comprado mais 700 mil unidades, que ainda não foram distribuídas. A escassez do medicamento pode ter contribuído para aumentar o nascimento de bebês com sífilis congênita, segundo especialistas. Existem outras alternativas de tratamento, mas ela acabam não sendo eficazes para evitar que a bactéria seja transmitida para o feto. “Na gravidez, é possível realizar tratamento com outros remédios, como o antibiótico azitromicina”, afirma o

Não sei escrever sobre esse tema, e agora? Veja como se preparar para uma redação nota mil. Eu estava aqui pensando. Como estar pronto para qualquer tema que possa cair no ENEM? Essa é uma das grandes dores de cabeça de quem vai fazer as provas do ENEM. Imagina só: você treina redação o ano inteirinho para conquistar a tão sonhada redação nota mil e na hora de fazer o ENEM cai exatamente um tema que você não tem ideia de por onde começar a escrever! Melhor nem pensar nisso! Vamos te ajudar a não passar por essa aflição. Primeiro, independente do tema da Redação do ENEM, na prova você terá alguns textos de apoio. Assim, tem como colher dados e informações sobre o assunto. Ou, se você estiver realmente muito perdido, saber minimamente sobre o que se trata aquele tema. Porém, tenha cautela: não reproduza trechos dos textos de apoio, porque eles servem apenas para elucidar sobre o assunto. Se você citar trechos dos textos na sua redação, isso vai resultar em um desconto bem “gordo” da sua nota. As linhas da cópia serão descontadas das linhas totais, então você pode zerar sua redação por ela não ter o número mínimo de linhas exigido pelo INEP, que são 7. Então, você já pode ficar tranquilo, pois o tema de redação do ENEM não cai de paraquedas. Muito pelo contrário, ele é diretamente relacionado a questões do nosso dia a dia e a assuntos que estão em destaque naquele ano da prova. São problemas sociais muito discutidos nos jornais e televisão. Portanto, vale uma dica que serve tanto para o ENEM, quanto para qualquer outro vestibular ou concurso público: esteja atento aos assuntos debatidos nas mídias. Seja nos jornais, revistas, redes sociais, novelas ou séries. Não tenha medo de ser o rei da problematização: analisar e criticar tudo ao seu redor pode até ser um saco pra quem convive com você, mas vai ser uma mão na roda na hora de construir a argumentação da sua produção. Participar daquela discussão no Facebook também te dá uma oportunidade de trabalhar mais a sua retórica par que você depois consiga a sua redação nota mil. Claro, quando há sentido na discussão. Cuidado com notícias falsas e discursos de ódio. Em geral, os temas do ENEM tem a ver com os direitos humanos. Um passo pra saber o que pode cair no ENEM é estar a par das discussões levantadas por grupos preocupados com esses direitos. Se mesmo assim você achar que ficaria mais seguro se tivesse “um suporte a mais” na hora de escrever a sua redação nota mil do ENEM, vou te dar mais uma dica de um exercício pode ser feito no rascunho da prova. Escreva o tema da redação em um rascunho, e comece a listar tópicos relacionados a ele, como nesse exemplo: Tema: A mulher negra no Brasil 1) Famosos que estão abordando o tema atualmente; 2) Mulher negra e o Carnaval; 3) Como a publicidade influencia os padrões de beleza; 4) Expressões racistas impregnadas em nosso vocabulário; 5) A diferença entre os papéis de atrizes negra e atrizes brancas nas novelas brasileiras; 6) A ausência dos negros nas universidades ou em cargos de destaque; 7) Mulheres negras que conquistaram o seu espaço; Em seguida, selecione tópicos que você se sente mais à vontade para escrever. Tente lembrar de uma música ou de uma reportagem relacionada aos tópicos listados, o que vai ajudar a escolher as informações que vão compor a argumentação da sua redação nota mil. Organizando suas ideias e o repertório de abordagens que você pode trazer para o seu texto, você estará mais tranquilo e preparado para desenvolver a redação. Gostou das dicas que trouxemos para você? Acompanhe nossos posts, tenho certeza que eles vão te dar aquela força para conseguir produzir a próxima redação nota mil do ENEM.

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: RELACIONAMENTO ABUSIVO. Texto 1 Psicóloga explica relacionamentos abusivos: o que é e como lidar com essa situação com essa situação Raquel Silva Barretto é psicóloga graduada na Universidade Federal Fluminense e mestranda em Saúde Pública pela ENSP/Fiocruz, na sub-área Violência e Saúde. Ela é colaboradora voluntária no site Livre de Abuso e em entrevista ao Repórter Unesp falou sobre as principais características de um relacionamento abusivo e como agir ao perceber que você está envolvida em um. 1) O que caracteriza o relacionamento abusivo? Relação abusiva é aquela onde predomina o excesso de poder sobre o outro. É o “desejo” de controlar o parceiro, de “tê-lo para si”. Esse comportamento, geralmente, inicia de modo sutil e aos poucos ultrapassa os limites causando sofrimento e mal estar. É difícil definir quando um relacionamento é abusivo, porém, os principais indicativos de uma pessoa abusiva são: ciúme e possessividade exagerados; controle sob as decisões e ações do parceiro; querer isolar o parceiro até mesmo do convívio com amigos e familiares; ser violento verbalmente e/ou fisicamente; e pressionar ou obrigar o parceiro a ter relações sexuais. 2) Esse tipo de situação pode ocorrer em quais relacionamentos? Embora a sociedade dê maior visibilidade às relações abusivas entre casais heterossexuais, o abuso ocorre também entre parceiros do mesmo sexo. Em relação à idade, estudos recentes demonstraram que adolescentes brasileiros afirmaram ter sofrido algum tipo de abuso no namoro, o que inclui um novo público nessa perspectiva. 3) Muitas pessoas acreditam que quem está em um relacionamento, “está porque quer”. Entretanto, muitas vítimas não conseguem sair dessa situação. Por que isso acontece? Sabe-se que no Brasil mulheres jovens são as maiores vítimas de relacionamentos abusivos. Na Pesquisa DataSenado 2013, 30% das mulheres disseram não confiar nas leis e nas medidas formuladas para protegê-las da violência. Somado a tudo isso, a nossa sociedade persiste na cultura da culpabilização das vítimas. Percebemos ao longo dos atendimentos que as pessoas nos procuram (99% são do sexo feminino) relatando um extremo cansaço e desgaste na relação, porém, ainda questionam se esse abuso teria sido por culpa delas ou se o parceiro de fato é assim. Questionam também seus papéis sociais, e a visão dos outros: “o que vão achar” e “se acharão que o erro foi delas”. Acreditam inicialmente na mudança desse parceiro. As vítimas principalmente da violência física e abuso sexual, quando relatam a possibilidade de denunciar o parceiro, sentem medo diante de um processo que ainda é juridicamente longo. Portanto, a dificuldade em sair de um relacionamento abusivo pode passar por questões econômicas, emocionais e afetivas, legais e burocráticas. 4) Como uma pessoa pode perceber que está em um relacionamento abusivo? Como ela pode proceder? Como amigos e familiares podem ajudar essa pessoa? Essa pessoa deve se atentar aos sinais e excessos em relação ao controle: possessividade, ciúmes, violência, agressividade, e questionar se tais atitudes têm causado desconforto ou mal estar. É interessante que em um dos casos, uma pessoa atendida chegou à conclusão de que praticava abusos contra o parceiro. Nesse caso, a pessoa que cometia abusos sentia um grande incômodo diante das suas atitudes e veio pedir ajuda. Um relacionamento abusivo também pode ser percebido do ponto de vista de quem comete os abusos. Não necessariamente de quem sofre ou ambos podem estar cometendo abusos um contra o outro e inicialmente sequer se dão conta. Ao perceber que está sofrendo um abuso ou que está sendo abusivo é fundamental que esse sujeito busque apoio especializado (psicológico e em determinados casos jurídico). No Livre de Abuso, geralmente, encaminhamos todas as demandas para clínicas com atendimento social, em localidades próximas de onde as pessoas residem. O apoio familiar, dos amigos e conhecidos também é essencial, pois em um momento no qual esse sujeito vem, principalmente, de uma relação desgastada, rompida, é importante criar/fortalecer laços sociais, que o façam sentir seguro, ouvido e acolhido. 5) Quais são as principais dificuldades enfrentadas por uma pessoa que quer sair de um relacionamento desse tipo? As principais dificuldades costumam ser: Emocionais e afetivas: insegurança e incerteza diante do que virá, medo de ficar desamparado (a), medo de reações provenientes do parceiro, crença de que o parceiro poderá mudar as atitudes e “ser uma boa pessoa”, medo de ficar sozinho (a), crença de que não conseguirá se restabelecer e seguir em frente. Questões legais e jurídicas: desgaste relacionado ao tempo e à burocracia, falta de conhecimento por parte das vítimas sobre o que ocorre entre a denúncia e a sentença. Sociais: a relação abusiva pode ter isolado a vítima e a mesma pode estar distante dos seus familiares e amigos. Econômicas: principalmente quando a vítima depende do parceiro. Embora as dificuldades estejam presentes é essencial que a pessoa busque ajuda psicológica / especializada e conte com o apoio, seja de amigos, familiares, colegas ou grupos específicos. Fonte: https://www.reporterunesp.jor.br/psicologa-explica-relacionamentos-abusivos-o-que-e-e-como-lidar-com-essa-situacao/ Texto 2 Relacionamento abusivo vai muito além do ciúme e da agressão física O tema está em alta após a expulsão do cirurgião plástico Marcos Harter da 17ª edição do Big Brother Brasil. O relacionamento e as brigas do participante com a também gaúcha Emilly Araújo movimentaram as redes sociais e chegaram à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher. É importante lembrar que relacionamento abusivo tem diversos níveis e vai além do ciúme e agressão física. É o que foi salientado pela campanha #EuViviUmRelacionamentoAbusivo nas redes sociais, que mobilizou milhares de mulheres e ficou entre os tópicos mais comentados na web. A ação contou com depoimentos que expuseram diversos casos de agressão física e psicológica. Os relatos evidenciam a dificuldade em, muitas vezes, reconhecer-se como vítima de um relacionamento abusivo. Entre os desabafos surgiu o termo gaslighting: uma forma de manipulação utilizada como abuso psicológico, no qual as informações são distorcidas com a intenção de favorecer o abusador e fazer a vítima duvidar da própria sanidade. Maria Eduarda* já teve um namorado que a fazia sentir louca: “Eu duvidava das coisas que eu fazia porque ele distorcia

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: MEIOS PARA O CONTROLE DO LIXO GERADO NO BRASIL. Texto 1 Mesmo num período de crise, com impacto óbvio sobre o poder de compra da população, a quantidade de lixo produzida no brasil aumentou. Na maioria das cidades, esse material ainda oferece risco à saúde e ao meio ambiente. Esse é um dos maiores desafios dos prefeitos eleitos no Brasil. Na maioria dos municípios, os resíduos continuam sendo depositados irregularmente a céu aberto. Brasília tem o maior lixão da América Latina, a apenas 15 quilômetros da Esplanada dos Ministérios. Em 2015, se fosse para somar a quantidade de entulho e de lixo hospitalar abandonados nas ruas das cidades brasileiras, o volume total equivaleria a 1.450 estádios do Maracanã. Nos municípios maiores e mais ricos, onde se produz mais lixo, a situação é melhor. Por isso, mais da metade dos resíduos do país (58,7%) seguem para aterros sanitários. Fonte: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/10/quantidade-de-lixo-produzida-no-brasil-aumenta-mesmo-com-crise.html Texto 2 Dados sobre o lixo produzido no Brasil No Brasil são produzidas, diariamente, cerca de 250 mil toneladas de lixo. Sendo que a cidade de São Paulo é a que mais produz lixo no país, com cerca de 19 mil toneladas por dia. Composição do lixo brasileiro: – lixo orgânico (52%) – papel e papelão (26%) – plástico (3%) – metais como, por exemplo, ferro, alumínio, aço, etc. (2%) – vidro (2%) – outros (15%) Destino do lixo brasileiro: – aterros sanitários (53%) – aterros controlados (23%) – lixões (20%) – compostagem e reciclagem (2%) – outros destinos (2%) Alguns dados importantes sobre a reciclagem do lixo brasileiro: – O Brasil recicla cerca de 97% das latinhas de alumínio que são descartadas; – Apenas 55% das garrafas PET são recicladas. Fonte: https://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/lixo.htm Texto 3: A compostagem é o processo biológico de valorização da matéria orgânica, seja ela de origem urbana, doméstica, industrial, agrícola ou florestal, e pode ser considerada como um tipo de reciclagem do lixo orgânico. Trata-se de um processo natural em que os micro-organismos, como fungos e bactérias, são responsáveis pela degradação de matéria orgânica. A técnica de compostar ajuda na redução das sobras de alimentos, tornando-se uma solução fácil para reciclar os resíduos gerados em nossa residência. Fonte: https://www.ecycle.com.br/component/content/article/67/2368-o-que-e-como-fazer-compostagem-compostar-compo steira-tecnica-processo-reciclagem-decomposicao-destino-util-solucao-materia-organica-residuos-solidos-lixo-organico -urbano-domestico-industrial-rural-transformacao-adubo-natural.html