Oferta Especial: Garanta sua vaga em:
00
DIAS
14
HORAS
06
MINUTOS
51
SEGUNDOS
🚀 Redação Online agora é parte do ecossistema Ennia Education - empresa global de soluções tecnológicasConheça →
Logo Redação Online - Plataforma #1 em Correção de Redação ENEM com 5 alunos NOTA 1000
Como FuncionaDepoimentosPlanosFAQ
Como FuncionaDepoimentosPlanosFAQ

Blog

Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima

Quer aprender na prática?

Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades

Ver Planos de Correção

Endereços

📍 MATRIZ

Sapiens Parque

Av. Luiz Boiteux Piazza, 1302 - Cachoeira do Bom Jesus,
Florianópolis - Santa Catarina, 88056-000

📍 FILIAL

ESTAÇÃO HACK FROM FACEBOOK

AV PAULISTA - TÉRREO - BELA VISTA, SÃO PAULO - SP

Empresa

SITE 100% SEGURO
SSL CERTIFICADO
Certificações de segurança e conformidade - Site 100% seguro com SSL

🔗 Links Rápidos

Planos e PreçosNossa MetodologiaEspecialistasDepoimentosDúvidas frequentesBlog do Redação OnlineTemas de redaçãoTrabalhe conoscoQuero ser corretorContato

💬 Atendimento

Seg-Sex: 8h às 18h

Sáb: 8h às 12h

WhatsApp

Copyright © 2026. Todos os direitos reservados da Redação Online.

    Filtros:Temas de redação
    Marina Dias
    8 min

    Medidas para combater o tabu da saúde masculina | Tema de redação e repertórios

    Se engana quem pensa que a cultura machista afeta apenas a vida das mulheres. Essa ideologia também afeta a vida dos homens e está diretamente relacionada ao tabu da saúde masculina – nosso tema da semana! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Medidas para combater o tabu da saúde masculina”. Após ler a proposta, confira a lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre ela!   TEXTO 1   O tabu da saúde do homem   “O homem sempre foi visto pela sociedade como um ser forte e inabalável, aquele que é invulnerável, que não pode expressar suas emoções ou sentimentos. Tais conceitos criados sobre essa população pode ter sido um dos principais fatores para interferir nos cuidados com a sua saúde. Segundo Cavalcanti e colaboradores (2014), esses preceitos históricos em relação a masculinidade faz com que estes não deem o devido valor à sua saúde e, muito menos, na prevenção de doenças. Este contexto da não preocupação com a prevenção é nítido ao avaliar determinados dados em que é demonstrado que o homem só procura o serviço de saúde nos níveis de atenção secundário e terciário, principalmente. Por meio desta característica é notável que a população masculina procura um atendimento de saúde quando a situação se agravou. Os momentos de procura pelos atendimentos dos serviços de saúde pelos homens é bem diferente das mulheres, pois eles se concentram assistência a agravos e doenças, ou seja, em geral, acontece em situações extremas de emergência e/ou em nível especializado ou de urgência (Moura, et al., 2014). […] Entretanto, esse paradigma do ‘sexo forte’ é quebrado ao ser feita uma análise de estudos dos últimos anos. Segundo o Ministério da Saúde entre os anos de 2009 e 2014 nas taxas de mortalidade registradas de pessoas na faixa etária de 20 a 59 anos, predominou o sexo masculino, principalmente por causas externas, doenças do aparelho circulatório e neoplasias. Já as internações prevaleceu nesta população as causas por lesões e eventos externos, seguido por doenças do aparelho circulatório e respiratório (Brasil, 2018). Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar da Silva) em 2013 as causas de mortalidade nos homens devido ao câncer, cerca de 13,3% foram da próstata, ficando atrás apenas do de traqueia e pulmão. Uma das medidas mais eficaz para que haja uma diminuição desses valores de mortalidade devido ao câncer de próstata seria a detecção precoce, entretanto, aparece novamente a barreira da ‘masculinidade’. Falar em realizar o exame de toque retal na população masculina é o tema que mais enfrenta o preconceito, pois muitos relatam que não fazem para preservar a sua masculinidade. Vários homens alegam não realizarem o exame pois acreditam que terão essa sua masculinidade ‘ferida’, além é claro da preocupação de serem alvos dos preconceitos dentro do seu círculo de amigos (Gomes, 2008; Paiva e Mota, 2011).” ROZA, G. A. O tabu da saúde do homem. Jornal de Ciências Biomédicas e Saúde, Uberaba/MG, v.4, n.3, 2019. Disponível em: Sumários – O TABU DA SAÚDE DO HOMEM   TEXTO 2   Saúde do homem: autocuidado vai além do exame de próstata   “Ter um acompanhamento médico e realizar, quando indicado, exames é fundamental para acompanhar índices de saúde importantes e diagnosticar determinadas doenças de forma precoce. Problemas como açúcar elevado no sangue e colesterol alto, por exemplo, não costumam causar sintomas, mas são facilmente identificados em um exame de sangue simples, de forma que é possível tomar medidas para controlar a situação antes que ela se agrave. ‘Tão importante quanto a avaliação prostática, muitas vezes a visita ao consultório do urologista é a porta de entrada do homem no sistema de saúde. Não raro, acabamos diagnosticando casos de hipertensão arterial, diabetes ou outras doenças com alta prevalência e encaminhando para o especialista’, destaca o médico da SBU. Mas não é preciso esperar tanto tempo para iniciar esse acompanhamento. ‘Na infância, meninos e meninas passam no pediatra. Quando chega a adolescência, a menina adolescente passa a ser acompanhada por um ginecologista. E aquele menino que entrou na adolescência deixa de fazer o acompanhamento. Isso é errado. É importante também que o adolescente do sexo masculino passe em atendimento, porque existem algumas doenças que ocorrem na adolescência e que vão trazer consequências na idade adulta. Um exemplo comum, por exemplo, é o varicocele, que são varizes em volta do testiculo que podem prejudicar a fertilidade deles’, afirmou o dr. Truzzi no episódio do Saúde sem Tabu sobre saúde masculina. ‘Quando um adolescente passa para fazer uma avaliação periódica com urologista, é feita uma avaliação da saúde de modo geral e não apenas do trato urinário’, completou ele.  Cuidados que promovem uma maior longevidade e qualidade de vida incluem manter uma alimentação equilibrada, a prática de exercícios físicos, controlar o consumo de álcool e, nos casos de quem fuma, largar o cigarro. Deixar de fumar não é nada fácil, mas a medida traz grandes benefícios para a saúde de maneira geral (não somente para a saúde respiratória). Ainda há outras medidas simples, conforme mencionamos acima, como beber água todos os dias (a recomendação é cerca de 2 litros) e usar preservativo para prevenir a ocorrência de IST.” Fonte: drauzio varella – saúde do homem autocuidado vai além do exame de prostata   TEXTO 3   Saúde masculina além do tabu   “Aos 60 anos, o comerciante Clovis de Sousa sabe que é exceção entre seus amigos do sexo masculino quando o assunto é cuidado com a saúde. O morador do Jardim Iracema, anualmente, entre outubro e novembro, mês conhecido como Novembro Azul, alusivo ao combate ao câncer de próstata, vai a SESI Clínica fazer seus exames de rotina. ‘Tenho amigos que não fazem por preconceito do exame de toque e realizam apenas o PSA (antígeno prostático específico). Acho que todos deveriam se cuidar e enfrentar, me sinto mais seguro indo ao médico’, revela o comerciante que perdeu um avô com câncer de

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    18 de mar. de 2022
    COMBATER A PEDOFILIA
    Marina Dias
    4 min

    Medidas para combater a pornografia infantil na internet | Tema de redação e repertórios

    A exposição de crianças e adolescentes a diversas formas de violências na internet, sem dúvida incluindo a pornografia infantil, um crime grave de exploração sexual, tem crescido alarmantemente. Nesse sentido, este aumento está diretamente relacionado ao maior tempo de permanência desse público no espaço virtual.  Portanto, torna-se cada vez mais urgente implementar, sobretudo,  medidas eficazes para combater esse problema e proteger a infância, por exemplo.  Neste contexto, a redação sobre pornografia infantil se destaca como uma ferramenta fundamental para conscientizar e discutir soluções para esta questão crítica.  Texto motivadores para redação sobre pornografia infantil Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet”. Desse modo, ao final da proposta, você encontrará uma lista de repertórios socioculturais relacionados a ela!   TEXTO 1   “Pornografia infantil significa qualquer representação, por qualquer meio, de uma criança envolvida em atividades sexuais explícitas reais ou simuladas, ou qualquer representação dos órgãos sexuais de uma criança para fins primordialmente sexuais”.  (definição segundo o Artigo 2º, alínea c, do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança referente à venda de crianças, à prostituição infantil e à pornografia infantil, adotado em Nova York em 25 de maio de 2000 e ratificado pelo Brasil através do Decreto n° 5.007, de 8 de março de 2004). Fonte: safer net – cartilha infância e internet   TEXTO 2   ‘Packs’: grupos vendem pacotes de fotos e vídeos pornográficos em redes sociais, inclusive de menores de idade   Investigando a palavra “pack” nas redes sociais, um produtor do Fantástico revelou um submundo perturbador envolvendo pornografia infantil. Nesse sentido, esse cenário inclui pais desinformados, adolescentes enganados e jovens envolvidos em atividades criminosas. Além disso, durante a infiltração em grupos privados, o produtor identificou o uso da sigla “CP” para pornografia infantil, com acesso ao material custando R$ 50. Consequentemente, a polícia, alertada por meio de uma intensa coleta de informações, efetuou a prisão de um jovem em São Paulo, como também surpreendeu sua mãe que acreditava em uma fonte de renda inofensiva do filho. Similarmente, em Salvador, a prisão de um jovem de 19 anos chocou seu pai pela seriedade do conteúdo. Adicionalmente, o Fantástico trouxe depoimentos de jovens envolvidos na venda de packs. Por isso, Mayara Lima, estudante de Sorocaba, destacou os riscos e ilusões dessa prática, enfatizando: “Você não sabe o que pode acontecer com essas fotos, onde elas vão parar”.   Desse modo, esse panorama alarmante enfatiza a urgência de maior conscientização, como também  medidas de proteção para crianças e adolescentes no ambiente digital. Fonte: g1 globo – grupos vendem pacotes de fotos e videos pornograficos em redes sociais     Repertórios socioculturais para o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet”   Inicialmente, para ajudar você a desenvolver a redação e defender a sua tese, listamos alguns repertórios socioculturais sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet”. Continue a leitura e confira!   Lei | Estatuto da Criança e Adolescente   Segundo o a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime “Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, ou seja, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente”.    Série | Euphoria (2019)   A série Euphoria (2019) está fazendo o maior sucesso e ela pode ser usada como repertório! Logo na primeira temporada, a série abre a discussão sobre pedofilia, vídeos íntimos gravados sem consentimento e a oportunidade que muitas adolescentes veem em exibir o seu corpo na internet para homens mais velhos em troca de dinheiro. A série está disponível na HBO Max.   Documentário | Um crime entre nós (2020)   O documentário brasileiro “Um crime entre nós” (2020) aborda a exploração sexual infantil – tanto no espaço real quanto no virtual – e alerta a importância de denunciar esses casos e proteger as crianças e adolescentes. “Um crime entre nós” está disponível no GloboPlay.  Portanto, confira o trailer a seguir:   https://youtu.be/ctE5Nck-C98     Dados | Estudo: mais de 80% da navegação na deep web é relacionada à pedofilia   Ademais, um estudo de 2015, realizado pela University of Portsmouth, aponta que 83% do tráfego na deep web está relacionado à pornografia infantil. Por esse motivo, é um local da internet em que os crimes cibernéticos são cometidos com frequência. Para saber mais, clique aqui.   Matéria | Casos de pornografia infantil aumentam durante pandemia da covid-19 no DF   Segundo o jornal Correio Braziliense, os casos de pornografia infantil aumentaram durante a pandemia no DF. Leia a matéria completa aqui.   Por fim, agora é hora de colocar as mãos à obra! Escreva a sua redação sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet” e envie em nossa plataforma que nós corrigimos em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    23 de fev. de 2022
    árvores cortadas desmatamento
    Marina Dias
    6 min

    Impactos da ganância humana ao meio ambiente | Tema de redação e repertórios

    Você já escreveu uma redação sobre “Impactos da ganância humana ao meio ambiente”? Confira o tema da semana!   A ganância humana, sustentada pelo atual sistema econômico, é a causa de muitos impactos negativos ao meio ambiente. Enquanto a crise climática assola o mundo inteiro, grandes empresas e lideranças políticas negligenciam as questões ambientais e a necessidade de tomar ações concretas e urgentes. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Impactos da ganância humana ao meio ambiente”. Ao final da proposta, você encontrará uma lista de repertórios socioculturais relacionados a ela!   TEXTO 1   Art. 1º – Para efeito desta Resolução, considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam:             I – a saúde, a segurança e o bem-estar da população;             II – as atividades sociais e econômicas;             III – a biota;             IV – as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente;             V – a qualidade dos recursos ambientais.  Fonte: Resolução CONAMA nº 1, de 23 de janeiro de 1986. Disponível em: siam mg   TEXTO 2   “A civilização capitalista contemporânea está em crise. A acumulação ilimitada de capital, a mercantilização de tudo, a exploração implacável do trabalho e da natureza e a catástrofe ecológica daí resultante comprometem as bases de um futuro sustentável, pondo em perigo, assim, a própria sobrevivência da espécie humana. O sistema capitalista, uma máquina de crescimento econômico movida por combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial, é responsável pelas mudanças climáticas e pela mais ampla crise ecológica do planeta. Sua lógica irracional de expansão e acumulação sem fim leva o planeta à beira do abismo.” Fonte: racismo ambiental   TEXTO 3   “Para as cidades brasileiras, morar de frente para o mar é um privilégio caro. Isso para o mercado tem um valor imenso que gera edifícios de alto padrão e de gabarito muito alto. Ao mesmo tempo que você vende aquela paisagem, você a destrói”, afirma o professor Mariz. Para ele, está cada vez mais difícil alinhar o desenvolvimento sustentável de cidades aos interesses do mercado imobiliário.” Fonte: jornal usp.   TEXTO 4   O Rio? É doce. A Vale? Amarga. Ai, antes fosse Mais leve a carga.   Entre estatais E multinacionais, Quantos ais!   A dívida interna. A dívida externa A dívida eterna.   Quantas toneladas exportamos De ferro? Quantas lágrimas disfarçamos Sem berro?   Fonte: “Lira Itabirana”, por Carlos Drummond de Andrade (1984). Disponível em: movimento revista   Repertórios socioculturais para o tema “Impactos da ganância humana ao meio ambiente”   Sabemos que esse tema não é nada fácil de lidar, afinal, envolve mudanças profundas em nossa sociedade. Mas não se desespere, estamos aqui para ajudar você! Selecionamos alguns repertórios socioculturais para o tema “Impactos da ganância humana ao meio ambiente”. Confira!   Filme | “Não olhe para cima” (2021)   Certamente você já ouviu falar sobre o filme “Não olhe para cima”, não é mesmo? O longa do cineasta Adam McKay foi lançado no final de 2021 e deu o que falar na internet, inspirando discussões sobre a crise climática. No filme, Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) são dois astrônomos que descobre犀利士 m que em poucos meses um meteorito destruirá o planeta Terra. A partir dessa descoberta, eles alertam as autoridades sobre o perigo que está por vir e enfrentam uma onda de negacionismo. O filme está disponível na Netflix. Se você não assistiu ainda, prepara a pipoca!   Livro | “Ideias para adiar o fim do mundo”, de Ailton Krenak (2019) Ailton Krenak é um dos maiores pensadores e líderes do movimento indígena hoje no Brasil. Em seu livro “Ideias para adiar o fim do mundo” (2019), Krenak critica o pensamento colonial que vê a humanidade como algo separado da natureza e faz a seguinte provocação: “Qual é o mundo que vocês estão agora empacotando para deixar às gerações futuras?” Com uma linguagem acessível e poética, ele alerta a necessidade da sociedade romper com a relação predatória que ela tem com a Terra e lembra que a ameaça sofrida pelos povos indígenas prejudica não somente a vida deles, mas também de todo o planeta. Além do livro indicado, você pode encontrar várias entrevistas de Krenak no Youtube, como esta a seguir: Animação | “O Lórax: em busca da trúfula perdida” (2012) A animação “O Lórax: em busca da trúfula perdida” (2012) pode servir como um ótimo repertório para a sua redação! A história se passa em uma pequena cidade chamada Thneedville, onde não existem árvores de verdade, pois elas foram extintas, e as únicas que existem são de plástico. Em consequência disso, o ar que os personagens respiram é artificial e comercializado pela empresa do vilão da história, o Sr. O’hare. Nesse contexto, o menino Ted descobre que o sonho da menina que ele gosta, a Audrey, é ver uma árvore de verdade e embarca em uma aventura para realizar o seu desejo. É aí que ele conhece o Lórax, uma criatura preocupada com o futuro do planeta. Confira o trailer: Documentário |“Amazônia em Chamas” (2020) O documentário “Amazônia em Chamas” (2020), do cineasta polonês Michael Siewierski, mostra como os números alarmantes do desmatamento na floresta amazônica são resultado da ganância do agronegócio, da corrupção política e do consumo global da carne. Para discutir sobre isso, o documentário entrevista vários ativistas, médicos e cientistas brasileiros que alertam sobre os impactos negativos ao meio ambiente causados pela indústria da carne no Brasil, incluindo os agrotóxicos e a questão hídrica. O documentário está disponível no Telecine Play. Confira o trailer: Citação | Greta Thumberg Greta Thumberg é uma ativista ambiental sueca que aos 16 anos ficou conhecida mundialmente pelo seu ativismo e discursos contra as mudanças climáticas. Ela já discursou na Conferência do Clima da

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    15 de fev. de 2022
    TEMA - MAUS HÁBITOS E INFARTO EM JOVENS
    Marina Dias
    4 min

    Medidas para combater a má alimentação entre os jovens no Brasil | Tema de redação

    Você já escreveu uma redação sobre “Medidas para combater a má alimentação entre os jovens no Brasil ”? Confira o tema da semana! A má alimentação entre os jovens no Brasil aumentou nos últimos anos, principalmente durante a pandemia, e deixou muitos especialistas em alerta. Alguns fatores apontados são o aumento do preço dos alimentos mais saudáveis e do consumo de fast food. Diante desse cenário, é necessário pensarmos em medidas para combater esse problema tão prejudicial à saúde. Vamos lá? Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Medidas para combater a má alimentação entre os jovens no Brasil”. TEXTO 1 Pandemia piorou alimentação de crianças e adolescentes, alertam debatedores A crise sanitária provocada pelo novo coronavírus aumentou outro problema que os especialistas também chamam de pandemia: a obesidade infantil. Em audiência nesta segunda-feira (5) da comissão externa da Câmara dos Deputados que discute as políticas para a primeira infância, eles apontaram a urgência de iniciativas para atenuar consequências da Covid-19 como a má alimentação de crianças e adolescentes e a falta de atividades físicas, dois determinantes diretos para o excesso de peso. Os debatedores fizeram um panorama da situação dos menores de 18 anos diante do confinamento imposto pela pandemia: mais tempo usando telas, mais inatividade e o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados. Para as famílias mais vulneráveis, das classes D e E, a perda de renda e o aumento no preço dos alimentos mais saudáveis agravaram a situação de insegurança alimentar. Representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Cristina Albuquerque mostrou que, em 13% das famílias que têm crianças e adolescentes, os menores de 18 anos tiveram problemas de acesso a alimentos por falta de dinheiro. Em 61% delas, aumentou o consumo de fast food e refrigerantes e diminuiu o de frutas e verduras. Ela faz um prognóstico pessimista se não houver políticas públicas urgentes. “Nós podemos ter, até 2025, 1 milhão de crianças e jovens no Brasil com pressão arterial elevada, outros mais de 100 mil com diabetes tipo 2 na fase adulta e 12,5 milhões de crianças obesas”, alertou Cristina. Fonte: câmara legislativa – pandemia piorou alimentacao de criancas e adolescentes alertam debatedores TEXTO 2 Magreza não é sinônimo de saúde Que fique claro: a luta com a balança não deve ter motivação estética. As doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão e diabetes, já são as principais causas de morte na população brasileira — e elas têm íntima relação com a obesidade. “Com o estudo Erica, pudemos perceber que esses quadros têm início na infância e na adolescência”, observa a nutricionista Amanda de Moura, do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (Iesc) da Universidade Federal do Rio de Janeiro e uma das responsáveis pelo levantamento. Mas o peso está longe de ser o único indicativo de saúde. Sabe aquele adolescente que come só porcaria e é magrinho? Pois ele não está isento de riscos. “Esse jovem pode esconder um acúmulo de gordura nos órgãos”, avisa Isabela. Fora que o consumo excessivo de açúcares e gorduras causa um desgaste no pâncreas e em outros cantos desde muito cedo. “Cerca de metade das crianças com colesterol ou triglicérides elevados terá doença cardíaca na vida adulta”, alerta Zilli. A hora de mudar esse futuro é agora. Fonte: saúde abril – adolescentes como esta a alimentação dos jovens no brasil TEXTO 3 Os cinco pontos para combater a “má alimentação”, segundo a ONU Para o relator, existem cinco ações prioritárias que podem recolocar os valores nutritivos no coração do sistema alimentar, quer nos países desenvolvidos, quer nos países em desenvolvimento. Identificar os produtos não saudáveis; controlar e regular os que contêm alto teor em gorduras saturadas, sal e açúcares; reduzir a publicidade da comida rápida; repensar os subsídios para a agricultura que criam desequilíbrios nos preços dos ingredientes e apoiar a produção local de produtos por forma a permitir aos consumidores um acesso fácil a alimentos frescos, nutritivos e saudáveis. Schutter chama este problema de “crise da nutrição”, que tem de ser enfrentada, porque é um problema estrutural. Fonte: news un – os cinco pontos para combater má alimentação segundo onu Agora que você leu os textos motivadores, confira a lista de repertórios sobre o tema “Medidas para combater a má alimentação entre os jovens no Brasil”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    04 de fev. de 2022
    envelhecimento populacional
    Marina Dias
    7 min

    Desafios do envelhecimento populacional no Brasil | Tema de redação

    Você já escreveu uma redação sobre “Desafios do envelhecimento populacional no Brasil”? Confira o tema da semana! O debate sobre os desafios do envelhecimento populacional tem se intensificado devido a pesquisas que apontam o aumento dessa população e a diminuição da população mais jovem nos próximos anos. Esse fenômeno indica que o Brasil terá vários desafios pela frente e, por isso, selecionamos este tema de extrema importância para você treinar a sua redação. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Desafios do envelhecimento populacional no Brasil”. Texto 1: Estudo aponta que idosos vão representar 40% da população brasileira em 2100 Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que a população do Brasil vai ‘envelhecer’ de forma constante e acelerada nos próximos anos. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira (13), aponta que 40,3% dos brasileiros serão idosos daqui a aproximadamente 90 anos. O objetivo do estudo, que leva em consideração as projeções populacionais no período de 2010 a 2100, é auxiliar as análises de cenários macroeconômicos e previdenciários de longo prazo para o Brasil. A pesquisa mostra que, em 2010, os idosos representavam 7,3% da população brasileira, cerca de 14 milhões de pessoas acima de 60 anos. Já em 2100, a expectativa é que o país ultrapasse a casa dos 60 milhões de idosos, o que retrata um número superior a 40% de todos os brasileiros. Ao passo que a terceira idade se torna mais representativa, o número de jovens diminui ao longo dos anos. O número de pessoas com menos de 15 anos deve cair de 24,7% para 9%. “A população vai sofrer um envelhecimento muito grande nas próximas décadas, é um cenário irreversível. O levantamento considera cenários distintos para a realidade populacional do país e, em todos eles, é evidente o processo de envelhecimento populacional. Isso indica que, independentemente das hipóteses adotadas, a mudança da estrutura etária no país é inevitável”, afirmou a pesquisadora do estudo, Raquel Guimarães, à CNN, nesta quarta-feira (13). Segundo Raquel Guimarães, o envelhecimento da população brasileira está diretamente relacionado a menor taxa de fecundidade entre os brasileiros nos últimos anos. Ela explica que a inserção da mulher no mercado de trabalho, o maior planejamento familiar e a maternidade tardia estão entre os fatores para o fenômeno registrado pelo Ipea. A pesquisadora também detalhou os problemas dessa tendência e a possível solução para um país com menos pessoas economicamente ativas e uma maior população idosa. “Esse envelhecimento populacional vai afetar muito o mercado de trabalho, a previdência, o sistema de saúde. Já sabendo do movimento etário no país, o que podemos afirmar é que a principal solução para o Brasil é o investimento em educação. O ensino e a escolarização dos jovens é o ponto chave. E precisamos fazer isso enquanto ainda temos uma grande população ativa”, finaliza. Fonte: cnn brasil Texto 2 : “O desafio de envelhecer no Brasil” “O maior desafio brasileiro na atenção ao envelhecimento populacional reside na implementação das políticas públicas, que padecem de graves problemas estruturais e resultam na crescente judicialização da saúde e da assistência social. O Estatuto do Idoso, não obstante represente um moderno microssistema legislativo e, embora recentemente tenha albergado prioridade absoluta aos maiores de 80 anos, não é suficiente para garantir a implementação dos direitos fundamentais desse segmento populacional. O poder público, juntamente com a família e a sociedade, é responsável pelo amparo à pessoa idosa, assegurando-lhe participação na comunidade, defendendo sua integridade e bem-estar e garantindo-lhe o direito à vida, entre tantos outros direitos que lhe devem ser prioritariamente efetivados e protegidos. A dignidade da pessoa humana deve sempre ser defendida de forma intransigente, como um princípio fundamental do Estado democrático de direito. O desrespeito a qualquer dos direitos sociais do idoso – educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social, assistência aos desamparados, constitucionalmente protegidos – configura forma de violência contra a pessoa idosa.” Fonte: gauchazh Agora que você leu os textos motivadores, confira a lista de repertórios sobre o tema “Desafios do envelhecimento populacional no Brasil”: Exemplo de redação sobre envelhecimento populacional no Brasil No preâmbulo da Carta Magna brasileira, definiu-se o Estado Democrático como imprescindível ao exercício da cidadania. Hodiernamente, contudo, a prevalente diminuição da taxa de fecundidade, por exemplo, configura uma realidade à margem da democracia. Nesse viés, o envelhecimento populacional, no Brasil, representa ainda enormes desafios. Pode-se dizer, então, que a inércia estatal e o individualismo do empresariado são os principais responsáveis pelo quadro. Primeiramente, ressalta-se a inoperância governamental para combater o desajuste fiscal. Segundo o pensamento hobbesiano, o Estado é encarregado de garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à negligência das autoridades, de acordo com o jornal “O Globo”, o rombo nas contas públicas, em 2016, impediu a construção de hospitais para o atendimento de idosos. Dessa forma, geram-se condições desfavoráveis à assistência médica desses indivíduos, e os direitos mais básicos normatizados em lei, como o direito à proteção, são ameaçados. Outrossim, a exclusiva ambição por lucro é parte elementar do problema. Acerca disso, destaca-se um princípio ético fundamental da filosofia de Eric Voegelin, do qual se deduz que o egocentrismo prejudica a preservação da prosperidade coletiva. Assim sendo, em análise realizada pela revista “Exame”, verificou-se que, nos últimos anos, bancos privados, visando somente o enriquecimento, aumentavam o preço de serviços financeiros para clientes com mais de 60 anos, atendendo à demanda dos sócios investidores. Logo, desrespeita-se, em nome de interesses individuais, uma importante noção da metafísica voegeliana, amplamente aceita, que harmoniza os vínculos humanos. Dessarte, o bem grupal padece sob o jugo do egoísmo. Portanto, são necessárias medidas capazes de restabelecer a ordem democrática. Cabe ao governo federal atuar em favor da população, mediante a gênese de leis que equilibrem as contas públicas, a fim de assegurar auxílio médico e proteção a todos. Ademais, o corpo social deve pressionar os empresários a descontinuarem a prática irrazoável de preços, por meio de

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    31 de jan. de 2022
    A objetificação dos corpos negros | Repertórios para o tema
    Marina Dias
    6 min

    A objetificação dos corpos negros | Repertórios para o tema

    Quer saber mais sobre “A objetificação dos corpos negros”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! A objetificação dos corpos negros é um dos reflexos do racismo estrutural, que está presente no imaginário social desde o período escravocrata. Essa objetificação está ligada a estereótipos racistas que hipersexualizam as pessoas negras e as colocam em lugares de subalternidade. São práticas que comumente se manifestam em comentários acerca dos corpos negros e na representação dessas pessoas na mídia, por exemplo. Ou seja, trata-se de racismo velado que violenta o povo negro até os dias de hoje. Neste post, listamos alguns repertórios socioculturais para você saber mais sobre o assunto e fundamentar a sua redação sobre o tema “A objetificação dos corpos negros”. Siga a leitura! Vídeo | Hipersexualização e objetificação: como estereótipos racistas impactam pessoas negras Neste vídeo, do canal GNT, Luana Génot e Thalita Carauta discutem sobre a hipersexualização e a objetificação dos corpos negros e como os estereótipos racistas impactam a vida das pessoas negras. Além disso, Thula Pires explica a definição da palavra “mulata”, termo racista que deriva da palavra espanhola “mula” e é usada para se referir às mulheres negras de pele clara. Segundo Thula, o termo reforça a ideia de que as mulheres negras estão a serviço do homem branco. Confira: https://youtu.be/4nyGUQJiAdo Livro | Quem tem medo do feminismo negro?, de Djamila Ribeiro O livro “Quem tem medo do feminismo negro” (2018) reúne artigos sobre raça e feminismo escritos pela filósofa Djamila Ribeiro. Em seus textos, ela aborda a objetificação e hipersexualização das mulheres negras, o termo “mulata” e a sua relação com o período escravocrata e como a mídia reforça estereótipos racistas. No artigo “A mulata Globeleza: um manifesto”, Djamila analisa como a figura representada pela Globeleza objetifica as mulheres negras e fala sobre a importância da representatividade dessas mulheres em outros lugares que não sejam no entretenimento ligado à exploração do corpo. Em suas palavras: “É necessário entender o porquê de se criticar lugares como o da Globeleza. Não é pela nudez em si, tampouco por quem desempenha esse papel. É por conta do confinamento das mulheres negras a lugares específicos. Não temos problema algum com a sensualidade, o problema é somente nos confinar a esse lugar, negando nossa humanidade, multiplicidade e complexidade. Quando reduzimos seres humanos a determinados papéis, retiramos sua humanidade e os transformamos em objetos.” Você pode acessar o livro completo neste link. Sugerimos também a leitura dos artigos: “Mulher negra não é fantasia de Carnaval” e “O que a miscigenação tem a ver com a cultura do estupro?”. Filme | Corra! (2017) “Corra!” (Get out, 2017) é um filme estadunidense de terror psicológico produzido por Jordan Peele, cujo protagonista Chris é um jovem negro que se relaciona com uma mulher branca. Em um fim de semana, Chis viaja para conhecer a família da namorada e descobre que eles possuem um plano cruel. Chis é a todo momento objetificado pelas pessoas brancas, que fetichizam a sua força corporal e negam a sua intelectualidade. Assim como outros personagens do filme – todos empregados da família –, ele tem o seu corpo visto como um bem a serviço das pessoas brancas. Assista ao trailer a seguir: Artigo | O negro, o drama e as tramas da masculinidade no Brasil, por Deivison Faustino Este artigo, publicado na revista Cult, Deivison Faustino escreve sobre raça e masculinidades. Com base no pensamento do escritor, psiquiatra e ativista Frantz Fanon, o autor aponta a objetificação vivida pelos homens negros.  Ele aponta que de acordo com Fanon, o homem negro não é visto como um homem na sociedade, uma vez que a noção de humanidade foi estabelecida na Europa colonialista. Ou seja, ao homem negro somente o papel de “objeto” de trabalho. Conforme Faustino: “O racismo, representa, assim, antes de qualquer coisa, a negação substancial – e não apenas linguística – da humanidade das pessoas negras; por isso, ‘o negro, não é um homem’.” Leia o artigo completo aqui. Documentário | A Negação do Brasil (1996) A objetificação dos corpos negros está muito presente nos personagens das novelas, filmes e literatura. No documentário “A negação do Brasil” (1996), o diretor e pesquisador Joel Zito Araújo analisa o retrato das pessoas negras nas novelas da TV brasileira entre as décadas de 1960 e 1990.  O documentário mostra os preconceitos, os estereótipos reforçados pela TV e a luta dos atores negros pelo reconhecimento de sua importância na telenovela. Disponível no Youtube: História | Sarah Berteman A história de Sarah Berteman é um ótimo exemplo de como os corpos das pessoas negras historicamente são objetificados e explorados – até mesmo após a morte. Sarah Berteman foi uma mulher africana, do povo Khoisan, que foi levada para a Europa no século XIX para ser exibida como “aberração” em circos de Londres e Paris, onde as pessoas observavam suas nádegas. Ela recebeu o nome de “A Vênus Hotentote” e também foi vítima de racismo científico. Após a sua morte, seu cérebro, esqueleto e órgão sexual continuaram sendo exibidos no Museu do Homem em Paris até 1974. Foi somente em 2002 que seus restos mortais retornaram à África a pedido de Nelson Mandela e foram enterrados. A história de Sarah Berteman hoje simboliza as atrocidades e a desumanização que os povos sul-africanos sofreram. Para saber mais sobre a sua história, leia esta matéria ou assista o filme “Vênus negra” (2010). O trailer você confere a seguir: Música | “Ain’t I a Woman?”, Luedji Luna A objetificação dos corpos negros afeta diretamente nas suas relações afetivas. Na música Ain’t I a Woman?, a cantora baiana Luedji Luna denuncia a objetificação de um corpo que é tratado apenas para prazer. Nos últimos versos, ela canta: “Eu sou a preta que tu come e não assume” e a seguir faz referência a uma famosa frase da teórica feminista bell hooks “e eu não sou uma mulher”? Aperta

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    31 de jan. de 2022
    A objetificação dos corpos negros | Tema de Redação
    Marina Dias
    6 min

    A objetificação dos corpos negros | Tema de Redação

    Você já escreveu uma redação sobre “A objetificação dos corpos negros”? Confira o tema da semana! O racismo estrutural é responsável por perpetuar muitas violências, uma delas é a objetificação dos corpos negros em nossa sociedade. O problema não é recente, muito pelo contrário: persiste no imaginário e nas práticas sociais desde o período escravocrata. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “A objetificação dos corpos negros”. TEXTO 1 “O nosso corpo é o tempo todo objetificado”, diz doutoranda “Acho que toda mulher negra já escutou essa abordagem de um homem: ‘meu desejo é ficar com uma mulher negra’. O nosso corpo é o tempo todo objetificado. É vivência real. Nós não somos apenas uma mulher. Eu sou uma mulher negra andando na rua”, enfatiza a doutoranda em Educação pela Universidade Tiradentes, Jady Rosa dos Santos. A pesquisadora Jady Rosa sentiu na pele, várias vezes, o que a maioria das mulheres negras passam: a hipersexualização dos seus corpos. Dentro do contexto do racismo estrutural do Brasil, a hipersexulização dos corpos negros banaliza o homem negro e a mulher negra, objetificando-os e reduzindo-os à imagem de sexo fácil, de corpos volumosos e cheios de curvas. A temática pode estar em voga atualmente, mas a objetificação dos corpos negros não é algo atual. O professor do Programa de Pós-Graduação em Educação e do curso de História da Universidade Tiradentes e coordenador do Núcleo Diadorim de Estudos de Gênero da Unit, Gregory Balthazar, sublinha que a objetificação do corpo negro remete à um legado histórico da escravidão no país. “Quando o corpo negro chega no Brasil ele é trazido como um objeto, a ser coisa de alguém. É desumanizado. As mulheres negras, para além do trabalho escravizado, tinham outra questão que era a violência sexual, como aponta autoras como Lélia Gonzalez e Angela Davis. Quando a gente fala da objetificação, a gente fala da animalização do corpo negro. Ainda hoje, quando a gente fala de objetificação, ela está muito atrelada com a questão da animalidade ainda”, destaca o professor Gregory Balthazar. Desde o período escravocrata do Brasil, foram atribuídos aos corpos negros características de erotização exacerbadas, como se os homens negros e mulheres negras fossem animais sexuais, sem sentimentos e sem afeto. ‘Negro da cor do pecado’, ‘mulata globeleza’ são alguns dos estigmas que insistem em ser reforçados, na atualidade, por muita gente para se referir a pessoas negras. O professor Gregory ressalta que sentir a atração, o desejo pela pessoa negra, é natural. O problema é quando há a banalização do corpo. “Não é que a gente está dizendo que não é pra ter desejo pelo corpo negro. Não é que o desejo não exista. Muito pelo contrário, não é isso. Mas, é aprisionar o corpo negro nesse lugar do animal. É o discurso que aprisiona o negro na visão animalizadora e o distitui de sua humanidade”, expressa. Quando se trata da mulher, uma dupla imagem é comumente associada: a mulata e a doméstica. Na imagem da mulata, está presente o estereótipo da mulher negra do carnaval, com o corpo cheio de curvas e permeado de fetiche. Já a imagem da empregada, é a que tira o protagonismo da mulher negra e a coloca no lugar de servidão, sem afeto e com desumanização. Fonte: portal unit – o nosso corpo e o tempo todo objetificado diz doutoranda TEXTO 2 Infância: precisamos falar sobre a objetificação dos corpos de meninas negras De acordo com a plataforma “Violência contra a mulher em dados”, entre 2011 e 2017, mais de 45% dos casos de abusos sexual registrados no Brasil foram de meninas negras de 0 até 9 anos. No mesmo período, quando analisamos os números referentes às meninas brancas, este percentual cai mais de 7%. O racismo estrutural e a vulnerabilidade social e econômica ajudam a explicar esses dados, mas é preciso discutir também a hipersexualização dos corpos de mulheres negras, inclusive na infância. Deise Benedito, especialista em Relações Étnico-raciais e mestre em Direito e Criminologia pela Universidade de Brasília (UnB), afirma que o racismo sofrido pela população negra contribui para a objetificação e o aumento da vulnerabilidade desses corpos até os dias de hoje. — Esse processo é influenciado pelo racismo, a discriminação e pela permanente “coisificação” de meninas negras consideradas como mais fáceis, maliciosas e transgressoras, além de serem expostas de forma errônea como pervertidas — analisa a especialista. Uma pesquisa sobre a percepção do corpo de crianças negras publicada pela Universidade Georgetown, nos EUA, mostra que garotas de pele mais escura são consideradas menos inocentes, mais maduras, mais sabidas sobre sexo e mais autossuficientes do que crianças brancas. Deise explica que esse processo de “adultização”, sofrido principalmente por meninas negras, afeta a construção do imaginário infantil da criança. — O corpo da menina branca é protegido pela inocência enquanto o da negra é considerado sujo. O processo do racismo estrutural na sociedade brasileira rouba cruelmente a essência das meninas negras, e a “adultização” contribui para transgredir a infância, os sonhos e as fantasias infantis — afirma. Fonte: geledes – infância precisamos falar sobre a objetificação dos corpos de meninas negras TEXTO 3 Muito além do “negão de tirar o chapéu” “Aos 16 anos, uma amiga disse que eu tinha cara de quem fazia sexo bem. A julgar pelas opiniões que ela já tinha emitido em outros momentos, aquele bom sexo era um sexo violento”, relata Caio César, morador do Rio de Janeiro. “É importante frisar que a amiga em questão nunca havia se relacionado comigo. Sua opinião foi baseada em estereótipos sexuais ligados a corpos negros”, complementa. No artigo “Na cama com o super negão: masculinidades, estéticas, mitos e estereótipos sexuais do homem negro”, do historiador Daniel dos Santos, é abordada a relação entre a objetificação do corpo negro e o passado escravocrata do país. O negro escravizado era avaliado “a partir de seus

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    31 de jan. de 2022
    elitização da arte
    Marina Dias
    6 min

    A elitização da arte no Brasil | Tema de Redação

    Você já escreveu uma redação sobre “A elitização da arte no Brasil”? Confira o tema da semana! Você já ouviu falar que “arte é coisa de rico”? Essa ideia está diretamente relacionada à elitização da arte, um termo muito usado para criticar as instituições artísticas – como museus, teatros e galerias – que são acessíveis apenas para pessoas de elite e excluem as artes populares do seu conceito de arte. Para entender mais sobre o assunto, leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “A elitização da arte no Brasil”. TEXTO 1 A arte: dentro e fora dos museus “Com o isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus, museus em todo o mundo foram fechados temporariamente. Em meio a isso, muitos ainda tomaram medidas que buscavam levar arte para a população de outras formas, nem que fosse necessário deslocar as obras de arte de seus espaços convencionais. Exposições a céu aberto, obras de arte em outdoors e grafite na fachada de museus foram algumas das tentativas de levar arte para a parcela da população que nunca foi além da entrada desses espaços. Esse movimento levantou debates que desde o início do século 20 protestam contra as tradicionais casas de exposição e já questionam qual a função da arte e que lugares ela ocupa. Historicamente o consumo de arte é elitizado, segundo Ana Gonçalves Magalhães, diretora e curadora do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da Universidade de São Paulo (USP). Quando se discute um conceito mais estrito e eurocêntrico de arte – aquele que foi concebido a partir da primeira era moderna com a constituição dos gabinetes de curiosidade e que se desdobrou depois nas ditas belas-artes – essa elitização pode ser vista, ainda que o termo ‘consumo’ seja anacrônico no contexto da primeira era moderna, anterior à consolidação do mercado da arte no século 19, explica Ana. “No que chamamos de sistema de arte (que envolve as instâncias do mercado de arte e as instituições artísticas tradicionais), ele continuou a ser elitizado, mesmo hoje em dia”, completa. De acordo com Gonçalves, a consolidação dos museus de arte ao longo do século 20 veio em paralelo a um debate muito relevante sobre a educação pela arte. Nesse ponto, destaca-se a Mesa de Santiago de 1972, na qual os membros debateram o papel dos museus da América Latina. Gonçalves conta que ‘uma tomada de decisão muito importante foi justamente a de que os museus devem estar abertos e a serviço da sociedade, têm a função de educar e serem capazes de representar a diversidade social. Embora ainda haja questões em relação ao acesso de todos aos museus, há uma política internacional em que os museus no mundo, através de sua ação educativa, devem ser inclusivos’.” Fonte: jornalismo junior TEXTO 2 A luta de classes do graffiti “O público anti-graffiti aprendeu que arte custa milhões, que não se pode tocar com as mãos, que deve ser protegida dentro de um museu de segurança máxima e que existe um conceito bastante erudito por trás que só ‘iniciados’ conseguem compreender plenamente. O que incomoda na prática do graffiti é sua oposição a essa tese elitista: ela coloca a arte na rua, sai das periferias, invade os bairros nobres, apropria-se da cidade sem pedir licença. Os artistas de uma arte que se faz pública entendem que os espaços urbanos são ‘de todos’ e que, portanto, devem ser ocupados por aqueles que usufruem do meio. A lógica das ruas foge das regras rigidamente construídas ao longo dos séculos, eliminando as barreiras simbólicas que impedem o acesso do povo à arte. Para além disso, há ainda uma outra subversão que toca a estrutura fundamental da boa família neoliberal: não se compra um graffiti que se viu na esquina e se leva para pendurar na sala de estar; ele é da rua, pertence, elogia, aclama o espaço público, tirando o protagonismo de séculos de existência da propriedade privada. Este é o grande motivo pela qual tentam incansavelmente silenciar o graffiti: ele é muito perigoso à manutenção da estrutura elitista, branca, excludente e neoliberal. Quantas vezes não se apagaram murais para se colocar no lugar a publicidade de quem pagou por aquele espaço? A regra do sistema é essa: pode-se tudo desde que se pague por isso. Se não pagaram, está errado e é descartado.” Fonte: diplomatique TEXTO 3 Por mais espaços plurais e menos elitização cultural “[…] Quem vai a uma apresentação da Filarmônica na Sala Minas Gerais se assusta (ou se sente em casa, dependendo da classe social): os visitantes que ali estão trajam suas melhores roupas e rodopiam no foyer com taças de espumante e sorrisos iluminados. Há, vão dizer, muitas apresentações voltadas ao público dito “carente”. Concertos no parque, esporadicamente, e muitas apresentações das companhias do bairro, ou das turmas de formação dos espaços culturais de bairros fora do eixo Centro-Sul de Belo Horizonte. Pergunto-me, afinal, por que é que essas pessoas que já são marginalizadas têm que ter acesso somente à produção artística que também é marginalizada? Voltamos aos programas sociais de museus e institutos como a Fundação Clóvis Salgado e o Circuito Cultural Praça da Liberdade, que promovem, de fato, certa inclusão ao trazer este público para dentro dos espaços. Os programas agem com uma boa intenção, mas não integram esta população a uma realidade, trazendo ela para perto da programação artística da cidade. Insisto em dizer que mais me parece uma oferta ‘generosa’ àqueles que vão visitar como se fosse ‘coisa de outro mundo’. Nós, habituados a frequentar estes lugares, sabemos bem que existe um pensamento que divide a população entre “interessados em cultura” e, bom, o resto é resto pra muita gente. Há um enorme preconceito que afirma, inclusive, que todos têm que ter acesso a estes espaços elitizados e tradicionais na cena cultural. Não é, no entanto, o que se defende aqui. Uma possibilidade

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    13 de jan. de 2022
    Contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de redação do Enem PPL e da Reaplicação 2021

    O tema de redação cobrado no ENEM PPL (Pessoas Privadas de Liberdade) e Reaplicação de 2021 foi ”Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil”! Então, confira os textos motivadores a seguir! Texto 1 do tema Enem PPL 2021 Vinda de uma família abastada, viúva e irmã de militares, Anna Nery foi contratada como enfermeira para auxiliar o corpo de saúde do Exército Brasileiro e permaneceu atendendo feridos e enfermos durante o conflito da Guerra do Paraguai, até 1870. Na época, doenças ameaçavam a saúde dos soldados, mas Anna conseguiu transformar a realidade sanitária dos locais onde trabalhava, impondo condições mínimas de higiene para que essas doenças não se alastrassem e para que as pessoas fossem tratadas com segurança. A sua história está documentada no Museu Nacional da Enfermagem, fundado em 2010. Anna Nery é semelhante à de Florence Nightingale, a inglesa que consolidou seu trabalho de cuidado na Guerra da Crimeia e fundando, assim, a enfermagem no século XIX. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em 2 jul. 2021 (adaptado). TEXTO 2 Adriana Melo foi pioneira na identificação da relação da zika com microcefalia. Após cinco anos do surto no país, ela ajuda famílias com um projeto singular na Paraíba – e diz que ainda há muito a aprender sobre a doença. “Infelizmente, o interesse internacional em pesquisa diminuiu muito”, reclama Melo, “porque o zika não chegou ao mundo rico, não chegou à Europa e aos Estados Unidos. Perdeu-se totalmente o interesse pelo assunto.” Para ela, é uma negligência, uma vez que o vírus zika continua causando novos casos de microcefalia em crianças. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em 22 jul. 2021. TEXTO 3 A vida de uma médica entre seis hospitais e três filhos durante a pandemia Entro em casa pela porta dos fundos, higienizo as mãos com álcool gel. Tiro a roupa na lavanderia, coloco direto na máquina de lavar. Sigo para o banho. Agora essa é minha rotina. No entanto, a pior parte é a de não chegar perto das crianças. Saindo do banho, vejo que há duas ligações não atendidas. Retorno a primeira: uma amiga, cardiologista, conta que não vai conseguir voltar ao hospital para atender um paciente. Ela já vinha apresentando um quadro de moleza desde sábado, mas como nós, médicos, estamos habituados a fazer, ignorou os sintomas por serem leves. Tirou um cochilo hoje à tarde e acordou com febre. Ela me contou que atendeu um paciente, quatro dias atrás, que estava com febre depois de voltar de uma viagem (ele fez o teste e hoje recebeu o resultado, ou seja, positivo). Até perceber o risco, o contato já havia acontecido. Pedi para ela fazer exame para Covid-19 e ficar em isolamento domiciliar. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em 22 jul. 2021. A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Reconhecimento da contribuição das mulheres nas ciências da saúde no Brasil”, apresentando, assim, a proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Então, você quer receber sua redação corrigida por professores especialistas? Acesse nosso site e envie seu texto!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    11 de jan. de 2022
    insegurança alimentar
    Marina Dias
    4 min

    A insegurança alimentar e a fome no Brasil | Tema de Redação

    Você já escreveu uma redação sobre “A insegurança alimentar e a fome no Brasil”? Confira o tema da semana! Nos últimos anos, a insegurança alimentar virou pauta recorrente nos noticiários. O motivo se dá por causa do aumento do número de pessoas que estão nessa situação e que enfrentam a fome diariamente. Por se tratar de um problema urgente, é necessário pensarmos nas suas causas e soluções. Foi por isso que escolhemos esse tema para você treinar a sua redação! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “A insegurança alimentar e a fome no Brasil”. TEXTO 1 O que é insegurança alimentar? O termo é utilizado para especificar quando uma pessoa não tem acesso regular e permanente a alimentos em quantidade e qualidade suficientes para sua sobrevivência saudável. Ou seja, quando, por qualquer razão, não há condições de se manter ao menos três refeições diárias saudáveis e em quantidade suficiente para suprir as necessidades do corpo. Não é só a falta de comida, mas também a substituição de alimentos ricos em nutrientes e vitaminas por alimentos mais baratos na tentativa de compensar o preço. Tais alimentos têm alto teor de farinhas e açúcares. Isso traz impactos para a saúde, como enfraquecimento do corpo, prejuízos no desenvolvimento físico e mental e aumento da probabilidade de doenças. Tipos de insegurança alimentar Para fins de estudos, a insegurança alimentar é classificada em três tipos: […] Insegurança alimentar: o que está acontecendo no Brasil? “A produção de comida de verdade, como alimentos frescos (frutas, verduras, legumes e cereais), vem tendo cada vez mais um custo elevado por escolhas governamentais; especialmente nos últimos cinco anos, pelo desestímulo contínuo às políticas de crédito à agricultura familiar”, explica a nutricionista Melissa de Araújo, coordenadora da Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais. “É esse tipo de agricultura que, de fato, é responsável pela produção de alimentos para suprir às necessidades da população.” Ela aponta ainda que o acesso aos alimentos, sobretudo nas áreas urbanas, depende do acesso à renda. “Não podemos e não devemos ter uma visão simplista sobre a situação, acreditando que somente políticas assistencialistas de doação de cestas básicas serão capazes de resolver o problema”, enfatiza. Paulo Petersen, membro do Núcleo Executivo da Articulação Nacional de Agroecologia, explica ainda que a maior parte da produção na agricultura brasileira está destinada à produção de ração, combustíveis e exportação. “Hoje o governo deixou de regular as políticas de segurança alimentar e há uma inflação muito alta junto de níveis de desemprego cada vez mais altos”, adiciona. “Alimento não pode ser uma mercadoria como outra qualquer”, defende. “É necessário incentivar a agricultura familiar, que segue sendo a principal fonte dos alimentos consumidos, e políticas que favoreçam a distribuição local”, afirma, citando o Programa Nacional de Alimentação Escolar e o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar, que estão sendo desmantelados. Fonte: https://www.opovo.com.br/noticias/brasil/2021/10/23/inseguranca-alimentar-entenda-o-que-e-e-qual-a-situacao-do-brasil.html Agora que você leu os textos motivadores, confira a lista de repertórios sobre o tema “A insegurança alimentar e a fome no Brasil”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    24 de dez. de 2021
    Marina Dias
    5 min

    Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil | Repertórios para o tema

    Quer saber mais sobre “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Decidir sobre quantos filhos ter – ou simplesmente não ter – e qual é o melhor momento para gestar é um direito de cidadania no Brasil. No entanto, a falta de acesso ao planejamento familiar é uma realidade de muitas pessoas, principalmente das classes baixas, que enfrentam a falta de assistência e dificuldades no acesso a métodos contraceptivos. É sobre isso que o nosso tema da semana aborda: a “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil”. Para ajudar você a desenvolver a sua redação e refletir sobre essa problemática, selecionamos neste artigo alguns repertórios socioculturais sobre o tema. Confira! Vídeo | Falta de planejamento Neste vídeo, o médico Drauzio Varella entrevista mulheres que lidam com a gravidez não planejada – entre elas uma adolescente – e profissionais da saúde para falar sobre a importância do planejamento familiar. Ele enfatiza que a taxa de natalidade é maior entre adolescentes pobres, sendo um fator que contribui para o ciclo da pobreza. Além disso, o vídeo apresenta os diferentes métodos contraceptivos disponíveis no SUS, como diafragma, pílulas, DIU de cobre, laqueadura e vasectomia, bem como os preservativos (masculino e feminino) que protegem também contra as ISTs – infecções sexualmente transmissíveis. Confira: https://youtu.be/yqloJ1EOcns   Reportagem | Profissão Repórter mostra como é o acesso das mulheres a métodos contraceptivos no Brasil   O Profissão Repórter apresenta a luta de mulheres para ter acesso aos métodos contraceptivos no Brasil e aponta que 25% das mulheres que vivem na cidade de Cristalândia, em Tocantins, preferem fazer laqueadura por considerarem ser um método mais eficaz para evitar a gestação. Além disso, a reportagem mostra o trabalho de médicas que atuam para que o acesso ao planejamento familiar e reprodutivo seja efetivado, mesmo em meio a tanto conservadorismo. Confira a matéria completa no g1 globo.   Artigo | Direitos reprodutivos: uma história de avanços e obstáculos   Você sabe o que são direitos reprodutivos? Trata-se de um conceito fundamental para a nossa discussão, pois envolve o direito ao planejamento familiar. Neste artigo, o jornal Nexo explica o conceito, a sua relação com o movimento feminista e a luta pela equidade de gênero e como esses direitos ligados à reprodução e sexualidade passaram a fazer parte dos direitos humanos. O artigo também destaca que a implementação dos direitos reprodutivos enfrenta alguns obstáculos: a resistência de grupos religiosos e políticas conservadoras que impedem o seu avanço. Leia o artigo completo aqui.   Dados | Falta de acesso aos serviços de planejamento familiar na pandemia   Segundo o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), 12 milhões de mulheres em 115 países, incluindo o Brasil, perderam o acesso a serviços de planejamento familiar em 2020 por conta da pandemia da Covid-19. Esse fator levou a 1,4 milhões de gravidezes indesejadas.  De acordo com Astrid Bant, representante da UNFPA no Brasil, as regiões mais afetadas pela falta de acesso a serviços de saúde reprodutiva foram o Norte e Nordeste. Segundo ela: “Durante crises de saúde e crises humanitárias, são as pessoas em situação de maior vulnerabilidade que enfrentam possíveis rupturas em seu acesso a serviços. E é preciso lembrar que o acesso a contraceptivos, assim como atendimento em saúde reprodutiva, é um direito humano, e temos trabalhado para garanti-lo”. Além desses dados, esta matéria do jornal O Globo também mostra os impactos da pandemia nos serviços de planejamento familiar e reprodutivo, ao afirmar que a oferta do DIU e laqueadura pelo SUS caiu mais de 40%.   Documentário | Meninas (2006)   Meninas (2006) é um documentário brasileiro, dirigido por Sandra Werneck, que aborda a gravidez na adolescência por meio da história de Evelin (13 anos), Luana (15 anos), Edilene (14 anos) e Joice (15 anos). Todas são adolescentes que moram em comunidades pobres do Rio de Janeiro e têm suas vidas afetadas pela gravidez precoce. O documentário alerta para a importância de incentivar políticas sociais e educativas sobre sexualidade e que conscientizem adolescentes sobre os impactos de uma gravidez indesejada e não planejada em suas vidas. Meninas (2006) está disponível no Youtube, a seguir:   Série | The Handmaid’s Tale (2017) A premiada série The Handmaid’s Tale (2017) também pode ser um repertório para a sua redação! O drama, baseado no livro homônimo de Margaret Atwood, aborda a perda dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. Em um futuro distópico, o planeta enfrenta uma crise de natalidade causada por problemas ambientais em que grande parte da população se torna infértil. Nesse cenário, os EUA sofrem um golpe e se transformam em um Estado totalitário e fundamentalista cristão, chamado República de Gileade. Para manter os níveis demográficos da população, as poucas mulheres férteis – as Aias – são forçadas a procriar com a elite, ou seja, elas perdem a sua autonomia e têm seus direitos sexuais e reprodutivos completamente negados. Assista ao trailer a seguir: E aí, você gostou dos repertórios que selecionamos? Esperamos que eles ajudem você a fundamentar a sua tese! Agora, escreva a sua redação sobre o tema “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil” e envie em nossa plataforma que a corrigimos em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    23 de dez. de 2021
    falta de planejamento familiar no brasil
    Marina Dias
    6 min

    Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil | Tema de Redação

    Você já escreveu uma redação sobre “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil”? Confira o tema da semana! Não é de hoje que a falta de acesso ao planejamento familiar persiste no Brasil e no mundo. O problema afeta principalmente as mulheres mais pobres, que não possuem outros direitos básicos – como moradia, renda, alimentação e educação –, o que aprofunda cada vez mais as desigualdades sociais. Com isso em mente, leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil”. TEXTO 1 O que é planejamento familiar? “Conforme a lei federal 9.263/96, o planejamento familiar é direito de todo o cidadão e se caracteriza pelo conjunto de ações de regulação da fecundidade que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento da prole pela mulher, pelo homem ou pelo casal. Em outras palavras, planejamento familiar é dar à família o direito de ter quantos filhos quiser, no momento que lhe for mais conveniente, com toda a assistência necessária para garantir isso integralmente. Para o exercício do direito ao planejamento familiar, devem ser oferecidos todos os métodos e técnicas de concepção e contracepção cientificamente aceitos e que não coloquem em risco a vida e a saúde das pessoas, garantindo a liberdade de opção.” Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde – o que é planejamento familiar TEXTO 2 Planejamento familiar “Em agosto de 2004, o jornal Folha de São Paulo publicou informações contidas no banco de dados do município, colhidas no período de 2000 a 2004 pela Fundação SEADE. A reportagem nos ajuda a avaliar o potencial explosivo que a falta de acesso aos métodos de contracepção gera na periferia e nas favelas das cidades brasileiras. Se tomarmos os cinco bairros mais carentes, situados nos limites extremos de São Paulo – Parelheiros, Itaim Paulista, Cidade Tiradentes, Guaianazes e Perus -, a proporção de habitantes inferior a 15 anos varia de 30,4% a 33,4% da população. Esses números estão bem acima da média da cidade: 24,4%. Representam mais do que o dobro da porcentagem de crianças encontrada nos cinco bairros com melhor qualidade de vida. O grande número de jovens, associado à falta de oferta e trabalho na periferia, fez o nível de desemprego no extremo leste da cidade atingir 23,5% – contra 12,4% no centro da cidade no ano passado. Ele também explica por que a probabilidade de um jovem morrer assassinado na área do M’Boi Mirim, na zona sul, é 19 vezes maior do que em Pinheiros, bairro de classe média. Nem haveria necessidade de números tão contundentes para tomarmos consciência da associação de pobreza com falta de planejamento familiar e violência urbana: o número de crianças pequenas nas ruas dos bairros mais violentos fala por si. O de meninas em idade de brincar com boneca aguardando atendimento nas filas das maternidades públicas também. Basta passarmos na frente de qualquer cadeia brasileira em dia de visita para nos darmos conta do número de adolescentes com bebês de colo na fila de entrada. Todos nós sabemos quanto custa criar um filho. Cada criança concebida involuntariamente por casais que não têm condições financeiras para criá-las empobrece ainda mais a família e o País, obrigado a investir em escolas, postos de saúde, hospitais, merenda escolar, vacinas, medicamentos, habitação, Fome Zero e, mais tarde, na construção de cadeias para trancar os malcomportados. O que o pensamento religioso medieval e as autoridades públicas que se acovardam diante dele fingem não perceber é que, ao negar o acesso dos casais mais pobres aos métodos modernos de contracepção, comprometemos o futuro do País, porque aprofundamos perversamente a desigualdade social e criamos um caldo de cultura que contém os três fatores de risco indispensáveis à explosão da violência urbana: crianças maltratadas na primeira infância e descuidadas na adolescência, que vão conviver com pares violentos quando crescerem.” Fonte: drauzio varella – planejamento familiar artigo TEXTO 3 Para onde vamos em um país sem planejamento familiar? “Desde que me formei e comecei a atuar no SUS eu coleciono histórias de gestações indesejadas e não planejadas. Já vi isso ocorrer nem sei quantas vezes e, em muitas, a chegada de um novo bebê significava uma pequena tragédia econômico-familiar. Nos idos de 2011, no meu primeiro emprego depois de formada, atendi uma moça na sua quinta gestação. Como de praxe, perguntei a ela se era um evento planejado e desejado. Ela disse que não. Que engravidou usando a pílula e amamentando seu bebê de 6 meses. ‘Que estranho! Posso ver as cartelas?’ Chequei a data de validade. Tudo certo. Eram mini-pílulas. Daquelas que se deve tomar todos os dias, sempre no mesmo horário e sem fazer pausa entre as cartelas para que funcionem. ‘Te explicaram direito como se deve usar?’ ‘O médico me deu no lugar da injeção que eu sempre usei. Não tinha a injeção no dia que sai da maternidade. Parece que tá em falta até hoje.’ Peguei a receita e lá estava escrita a forma correta de se tomar os comprimidos. ‘Tomar todos os dias, sempre no mesmo horário e sem dar pausa entre as cartelas. Certo?’ ‘Sem pausa? Mas eu tava dando as pausas. Igualzinho eu fazia quando usava uma outra pílula.’ Era uma moça miserável e analfabeta. Por óbvio, não havia lido as instruções de uso. Também não foi perguntada sobre sua capacidade de leitura. Não foi informada adequadamente sobre o modo correto de tomar os comprimidos. Não pôde usar o método que já estava acostumada a usar porque ele não estava disponível no SUS e ela não tinha dinheiro para comprar. Engravidou do quinto filho morando em uma casa miserável e sem condições financeiras de cuidar de nenhum.” Fonte: uol – para onde vamos em um país sem planejamento familiar Confira a lista de repertórios sobre o tema “Falta de acesso ao planejamento familiar no Brasil”. Após escrever a sua redação, envie

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    23 de dez. de 2021
    Anterior
    116171844

    526 artigos encontrados

    Próxima