Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h com feedback detalhado de especialistas aprovados nas melhores universidades
Ver Planos de Correção
A desvalorização das profissões é uma realidade. Conheça conteúdos pertinentes para escrever uma redação sobre esse tema! Os tempos atuais mudaram nossos modos de consumir, de nos divertirmos e até de trabalharmos. Por um lado, muitas facilidades ficaram disponíveis a um clique. Por outro, é cada vez mais presente uma desvalorização de determinadas profissões. Além disso, a possibilidade de trabalhar para aplicativos de entregas, por exemplo, tem levado muitas pessoas para a informalidade. Então, é sobre isso que você precisa refletir para escrever sobre o tema da semana: “Uberização do trabalho e precarização profissional“. “Mas e não sei nada sobre o assunto”! Calma! Nós, como sempre, trouxemos alguns conteúdos que você poderá assistir, ler ou ouvir antes de pensar no seu projeto de texto. O repertório sociocultural é um critério importante da avaliação da competência 2. Portanto, é superimportante que você invista um tempinho na pesquisa para não fugir do tema. Pronto? Então vamos lá! Boa leitura! Documentário: GIG – A Uberização do Trabalho https://youtu.be/gbSaTJ_7Zfk Este documentário, produzido em 2019, mostra que, com o crescimento do trabalho mediado por aplicativos e plataformas digitais no mundo todo, o avanço da chamada “gig economy”, conhecida no Brasil por “uberização”, passou a despertar debates sobre a precarização e a intensificação do trabalho numa sociedade cada vez mais conectada. Você certamente ficará bem informado com esse material, portanto, assista! Filme: Você não estava aqui (drama, 2019) Será que posso adquirir repertório e ao mesmo tempo me entreter? MAS É CLARO QUE SIM. A ficção sempre nos faz pensar sobre aspectos da realidade. Assim, ver filmes e séries ajuda muito e pode ser um repertório muito rico na sua redação. Então, hoje a dica é “Você não estava aqui”. Nesse filme, é contada a história de Ricky e sua família, que lutam para pagar as contas após serem afetados pela crise econômica de 2008. Assim, Ricky vislumbra a possibilidade de recuperar o controle de sua vida financeira abrindo um negócio como motorista de entregas. Além disso, sua mulher Abby (Debbie Honeywood) atua como autônoma cuidadora de idosos. Porém, o excesso de trabalho os deixa com menos tempo para se dedicarem aos filhos Seb (Rhys Stone) e Liza (Katie Proctor). Desse modo, a família fica prestes a desmoronar. MAS SEM SPOILER! Confira e descubra o que acontece! De acordo com o diretor do filme, Ken Loach, sua intenção era mostrar a exploração do trabalhador moderno. Porém, é importante também ficarmos atentos para as consequências desse modo de “ganhar a vida”, que acaba trazendo precariedade às relações pessoais e sociais. Live: Uberização, indústria digital e trabalho 4.0 | Ricardo Antunes, Paulo Galo e Luci Praun Está com tempo? Assista a esta live de lançamento do livro “UBERIZAÇÃO, INDÚSTRIA DIGITAL E TRABALHO 4.0”. Nela, o organizador da obra, o sociólogo Ricardo Antunes, comenta os artigos que a compõe e traz um importante debate sobre as condições de trabalho no mundo governado pelo digital. Então, assista, anote, e, se possível, leia o livro! Vídeo: Trabalhar com aplicativo: liberdade ou precarização? | Papo Rápido | Papo de Segunda Se ainda não entendeu bem sobre o que você precisa refletir em sua redação, assista a este “papo rápido” entre os integrantes do programa “Papo de Segunda”. Certamente, uma das grandes questões é se esse modo de trabalho representa o que veremos no futuro. Será que é positivo um sistema em que grande parte das pessoas “trabalham por conta própria”? Quais as consequências disso para todos? Essa reflexão pode ajudá-lo a determinar seu ponto de vista sobre o tema. Portanto, pense sobre isso! Podcast: Trabalheira #2: O que Henry Ford diria da Uber? Além de tratar da questão da nova forma de viver no mundo do trabalho, possibilitada pelos aplicativos, esse podcast traz um panorama histórico sobre esse tipo de relação e sobre os meios de produção. Aproveite e já relembre alguns conteúdos de Sociologia! Artigo: Uberização do trabalho e acumulação capitalista Para finalizar, leia o artigo de David Silva Franco e Deise Luiza da Silva Ferraz sobre tema. Nele, você saber mais sobre a “economia do compartilhamento” e como essas nova postura tem fundamento no capitalismo e acaba alterando as relações de trabalho. Além disso, mostra como a categoria “trabalhador” entra num sistema em que ele acaba sendo responsável por gerir os meios de produção. Assim, ele beira a gestão, porém o que se tem como reflexo é uma forma de trabalho precarizada. MAS NÃO PARE POR AQUI! Pesquise mais, veja vídeos relacionados no Youtube, procure mais artigos e reportagens sobre o assunto. Assim você conseguirá defender a sua tese com mais propriedade. LEMBRE-SE: é importante ouvir os dois lados, portanto, não fuja de artigos ou vídeos que por acaso divirjam da sua visão sobre o assunto! De fato, quanto mais informações, mais você poderá falar sobre o tema! Agora, #partiu escrever a redação? Após isso, não se esqueça de enviar em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis, hein?

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre a “Uberização do trabalho e precarização profissional”. Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Uberização do trabalho e precarização profissional”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Fonte: Cesforma TEXTO 2 Com um simples clicar de botão, os softwares direcionam a oferta e demanda mercadológica, guiando motoristas e entregadores de aplicativos para quem requisita seus serviços. Desenvolvidos sob um novo espectro funcional, estabelecem novas relações de trabalho e modificam a ideia de chefe e empregado. O termo uberização foi cunhado para caracterizar essa nova forma de gerenciamento e organização do trabalho. Embora o nome remeta a uma empresa, expõe uma tendência que perpassa o mundo do trabalho e que, de forma global, vem atingindo diversas ocupações. Para além das recentes ferramentas digitais, esse processo é remanescente de décadas de flexibilização trabalhista e vem, cada vez mais, tomando espaço. A pesquisadora Ludmila Costhek Abílio, doutora em Ciências Sociais pela Unicamp, explica que o cerne dessa nova forma está na possibilidade de transformar o trabalhador em um nanoempreendedor de si próprio. “Esse nanogerente passa a estar desprovido de qualquer direito, proteção ou garantia. Ao mesmo tempo, ele passa a arcar com uma série de riscos dessa atividade”, ressalta. Fonte: ufrgs br TEXTO 3 Resumidamente, o que é a “uberização”? Em três aspectos, a uberização é uma nova maneira de gerenciamento, controle e organização do trabalho. O trabalhador não é mais um empregado. E apesar de trabalhar a hora que quiser, há a criação de um trabalhador informal que é vigiado por algoritmos. Ou seja: você pode mapear o trabalho de 200 mil motoboys, distribuí-los no espaço e determinar o valor do trabalho. A uberização é um processo de formalizar monopólios e informalizar. Ao mesmo tempo, são formados monopólios de empresas que possuem todo esse poder nas mãos e de trabalhadores cada vez mais informais. Fonte: uol TEXTO 4 As novas regras sobre a retirada dos direitos trabalhistas estão para serem aprovadas em breve. Mas elas não são as únicas que precarizam as relações de trabalho no Brasil. Em várias profissões, a graduação, ou seja fazer uma faculdade em 4 anos, e até ter uma pós-graduação já não quer dizer muita coisa no mercado. Muitas vezes contratar uma pessoa não formada, preparada apenas em treinamentos básicos para desempenhar funções de quem foi atrás da academia, pagando um salário mísero, é muito mais lucrativo para empresas, órgãos do terceiro setor ou até mesmo pelos governos cada vez mais focados em destruir a máquina pública. E atenção: isso não é uma teoria. É uma prática real, tão ou mais comum do que pensamos. Porém, desqualificar tanto assim as profissões pode sair muito caro no médio e longo prazo. Os serviços precarizados podem gerar uma economia aparente, mas a falta da qualificação profissional e os péssimos salários podem fazer com que processos judiciais se multipliquem e o prejuízo social seja cada vez mais evidente. Assim, a sobrecarga de funções em profissionais não qualificados pode gerar um efeito de insatisfação coletiva e a insegurança jurídica e até física se fará presente em todos os setores do mercado de trabalho. Mas o que quero dizer com isso? Que num futuro próximo, tanto as profissões qualificadas como as profissões que não exigirão qualificação profissional serão niveladas por baixo, e o Brasil deixará de ter técnicos competentes, para ter uma imensa massa de agentes operacionais. Portanto, se nada for feito, na próxima década teremos a geração de atendentes, que poderiam ser cientistas, médic@s, enfermeir@s, professores, assistentes sociais, psicólog@s, advogad@s, etc. , mas que mesmo formad@s infelizmente estarão do outro lado do balcão da lanchonete, oferecendo a oferta do sanduíche do dia. Fonte: contrapontosocial TEXTO 5 A taxa de desemprego ficou estável no trimestre encerrado em novembro, em 14,1%, mantendo-se no patamar recorde de 14 milhões de pessoas, segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgados nesta quinta (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A população ocupada aumentou 4,7% nos três meses até novembro e chegou a 85,6 milhões de pessoas, um incremento de 3,9 milhões ante o trimestre anterior. Esse avanço é o maior de toda a série histórica, segundo a analista da Pnad, Adriana Beringuy. O crescimento foi puxado principalmente pela informalidade, que está em 39,1%. […] Entre os informais, o número de trabalhadores sem carteira assinada cresceu 11,2% no trimestre e chegou a 9,7 milhões de pessoas. Somadas todas as categorias de informais, que incluem os domésticos, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e os familiares, 33,5 milhões de pessoas estão na informalidade. Fonte: folha uol Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Uberização do trabalho e precarização profissional”! Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Confira uma lista de repertórios socioculturais para usar em sua redação sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil”! Porém, mesmo com toda a sua importância para a civilização, há quem acredite que o investimento nessa área é um gasto desnecessário. E o que você pensa sobre isso? Certamente, você tem uma opinião formada! Então, para que você possa argumentar melhor sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil” na sua redação, escolhemos alguns repertórios que para usar na sua argumentação. Boa leitura! Cinebiografia: Radioactive Algumas figuras ficaram mundialmente conhecidas por causa das suas descobertas científicas. Uma delas – já bastante mencionada em muitas redações – é a química Marie Curie. Nesta obra cinematográfica, são mostradas as dificuldades que a cientista encontrou para conseguir apoio para suas experiências devido ao fato de ser uma mulher. Então, ao conhecer Pierre Curie, ela logo se surpreende pelo fato dele conhecer seu trabalho. Assim, o filme pode ajudar a mostrar como, sem apoio, fica muito complicado desenvolver projetos que podem mudar e melhorar o mundo. Vídeo: Panorama | O desconhecimento da ciência no Brasil Para tratar da produção científica no país, nada melhor do que conhecimento. No entanto, muitos brasileiros não sabem o que é produzido aqui. Então, é fundamental que se procure saber mais sobre como a ciência funciona em nosso país. Nesta reportagem, porém, você vai ver que a maioria dos brasileiros não conhece quem e onde se faz ciência no Brasil. Além disso, verá o quanto é investido no setor e o que os cientistas tem a dizer sobre isso. Confira! Institutos de pesquisa brasileiros Com a pandemia, nomes como Fiocruz e Instituto Butantan passaram a fazer parte da nossa rotina. Vale a pena você entrar nos sites oficiais e, assim, conhecer um pouco mais da história desses dois locais em que se produz ciência no país. Palestra: Perspectivas sobre a ciência e a tecnologia no Brasil | Carlos Henrique de Brito Cruz | TEDxUNIFESP Neste vídeo, o palestrante conversa sobre o futuro da produção científica no Brasil. Afinal, você sabe onde o Brasil está inserido, em um contexto global, na geração de novos conhecimentos e tecnologias? Se não sabe, então é assista ao vídeo e conheça um pouco mais. Assim, poderá escrever melhor sobre a questão da produção científica e os desafios que ela enfrenta. Artigo: Por que é tão difícil produzir ciência no Brasil? Você sabia que o Brasil faz parte de importantes pesquisas no contexto mundial? E que aqui há cientistas de ponta em diversas áreas? Porém, mesmo assim, os desafios da produção científica nacional ainda são imensos. Neste artigo da History Brasil você poderá entender por que isso acontece. Artigo: Brasil de costas para a ciência Mais um artigo para você ler. Nesta material produzido pela revista Piauí você saberá a quantas anda o investimento no setor de ciência e como isso impacta na nossa sociedade. Você sabia que os brasileiros são os que menos acreditam em seus cientistas? Então, por que você acha que isso acontece? Leia e descubra! Unesco: Ciência, tecnologia e inovação no Brasil Acesse este material produzido pela Unesco para saber mais sobre a produção científica brasileira. Assim, relacione os dados e informações com a importância desse setor e como ele poderia ser melhor desenvolvido. Saiba mais sobre a ciência aberta, inteligência artificial, entre outros temas. Além disso, você consegue acessar os relatórios que mostram a evolução da área. Então, não perca tempo e acesse agora mesmo! Faça sua própria pesquisa Sempre gostamos de frisar que você precisa fazer a sua própria pesquisa sobre o tema antes de pensar o seu projeto de texto. Desse modo, além de aumentar seu repertório, você aumenta as chances de fazer uso produtivo dele. Afinal, como você sabe, não basta apenas citar alguém ou algo, é preciso que faça sentido à sua tese. Portanto, reserve um tempo enquanto está na fase do treino para estudar a temática e anotar algumas informações. Certamente, elas serão úteis para mais temas semelhantes. Afinal, quem sabe o que pode cair na prova, não é mesmo? Por isso, é fundamental ler bastante, assistir filmes, séries ou mesmo tentar lembrar de algo que você já viu/leu e que tenha a ver. Então, esta lista é apenas o pontapé inicial. Vá além! Precisa de ajuda? Mas se você ainda estiver perdido(a), não sabe por onde começar, que tal ter uma ajudinha dos nossos corretores para mandar bem nas competências do ENEM? Já conhece a nossa plataforma? Se não conhece, está esperando o quê? Conheça nossos planos e garanta o melhor acompanhamento para os textos, com garantia de sucesso! Então, venha para o Redação Online e descubra como arrasar na escrita!

Reflita e escreva uma redação sobre os desafios da produção científica no Brasil. Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 A ciência brasileira terá que sobreviver em 2021 com um orçamento pífio. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) foi o que sofreu o maior corte no orçamento federal aprovado em 25 de março pelo Congresso Nacional, com uma redução de 29% dos seus recursos, em comparação com 2020. O orçamento de fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) — que é vinculado ao MCTI — será de apenas R$ 23,7 milhões; uma quantia absolutamente irrisória para a sustentação da produção científica nacional. O orçamento total para a produção científica previsto para o MCTI neste ano é da ordem de R$ 8,3 bilhões, comparado a R$ 11,8 bilhões em 2020. O valor reservado para “despesas discricionárias” (ou seja, efetivamente disponível para investimentos em pesquisa), porém, é de apenas R$ 2,7 bilhões, 15% a menos do que em 2020 e 58% a menos do que em 2015 (quando o orçamento já estava em queda), segundo dados apresentados pelo ministro Marcos Pontes em uma audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, na última quarta-feira, 7 de abril. Considerando o crescimento da comunidade científica ao longo das últimas décadas, o orçamento pode ser considerado o menor da história, em termos da sua capacidade de atender às demandas do setor. O outros dois ministérios que mais perderam recursos foram Educação e Meio Ambiente. […] Pelos cálculos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com base nos números originais do projeto de lei do orçamento, o CNPq terá 10% a menos de recursos para bolsas neste ano, com o agravante adicional de que mais de 60% desses recursos dependerão da liberação de créditos suplementares pelo Congresso ao longo do ano. O montante efetivamente garantido no orçamento (cerca de R$ 378 milhões) seria suficiente para pagar apenas quatro meses de bolsas. Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/orcamento-2021-compromete-o-futuro-da-ciencia-brasileira/ Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Desafios da produção científica no Brasil“! Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

O tema de redação da semana está relacionado à romantização da produtividade excessiva. Você já parou para pensar nisso? Confira os textos motivadores a seguir e produza a sua redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Romantização da produtividade excessiva”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Também chamada de Síndrome do esgotamento profissional, a Síndrome de burnout foi assim denominada pelo psicanalista alemão Hebert J. Freudenberger em 1974. Trata-se de um distúrbio psicológico que se caracteriza pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. O número de pessoas afetadas por burnout é cada vez maior, um estudo realizado pela agência Gallup com quase 7.500 empregados, constatou que 23% dos funcionários relataram sentir-se esgotados no trabalho com frequência ou sempre. Já 44% relataram sentir o esgotamento às vezes Segundo um ranking realizado pela International Stress Management Association, o Japão é de longe o líder em esgotamento no trabalho, com 70% da população economicamente ativa sofrendo da síndrome. Em segundo lugar o Brasil com 30%, seguido da China com 24%, Estados Unidos com 20% e Alemanha com 17%. No Brasil, segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, na comparação entre os anos de 2017 e 2018, o crescimento de afastamentos por esgotamento do trabalho chegou a 114,80%, indo de 196 para 421 casos. Ainda assim, pessoas romantizam o trabalho excessivo para obter sucesso profissional. Fonte: medium Texto 2 Consultoras, bancos de investimento e grandes escritórios de advocacia se transformaram no elo mais visível de um modo de entender o trabalho baseado em longas jornadas de trabalho que se estendem ao fim de semana, falta de respeito à desconexão digital e uma constante rotação de funcionários. Vários estudos, assim como uma dezena de empregados, ex-empregados e fontes consultadas documentam amplamente o modelo destas empresas, geradoras de um estresse acima do saudável que ameaça afugentar jovens talentos, cada vez menos dispostos a passar pelos filtros tradicionais para chegar a cargos valiosos se isso significar renunciar durante vários anos à sua vida pessoal. Mesmo existindo épocas em que a carga de trabalho diminui e esta pode variar de acordo com o tamanho do cliente, há dados suficientes para falar de um estilo de vida exaustivo. Uma pesquisa elaborada em 2019 pelo Instituto de Saúde Mental da Advocacia respondida por 672 advogados revela que 71% dos que trabalham em grandes escritórios têm jornadas de trabalho entre 40 e 60 horas em média. E 10,5% supera esse limite, que significa ultrapassar as 12 horas diárias no caso de se trabalhar cinco dias por semana. 98,8% dos participantes identificaram o estresse como um risco elevado e muito elevado para sua saúde. Auditores das big four (PwC, KPMG, EY e Deloitte) descrevem ao EL PAÍS picos de 80 horas — quase 12 horas por dia os sete dias da semana — na chamada busy season, a alta temporada, dos meses de janeiro e fevereiro, quando fecham as contas anuais de grandes empresas e é preciso revisá-las a toque de caixa antes da apresentação de resultados. Nos bancos de investimento, denúncias como a dos analistas de primeiro ano da Goldman Sachs, que pediam para trabalhar 80 horas em vez de 95, revelam uma cultura corporativa ainda mais extenuante e devolveram ao primeiro plano o debate sobre o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, que já gerava discussão pelo teletrabalho e o abuso das reuniões através de aplicativos como o Zoom. Fonte: brasil elpais Texto 3 TEXTO 4 A produtividade vai muito além da quantidade de horas trabalhadas. Na sociedade da performance, um colaborador que tem produtividade além do limite é disputado entre as melhores organizações do mercado. Mas diante desse cenário, nos deparamos com o seguinte dilema: a produtividade além do limite é um bom negócio? O mercado de trabalho é desafiador e cobra, cada vez mais, uma maior produtividade e desempenho dos colaboradores em busca de resultados sempre positivos. Afinal, a competitividade é acirrada e ninguém está disposto a perder o emprego, principalmente em época de retração econômica. Dessa forma, por mais que você acredite que ser produtivo além do seu limite seja um ponto positivo, a sociedade da performance sempre irá te cobrar mais e mais até você chegar ao esgotamento físico e mental. Assim, cabe somente a você decidir se quer fazer parte desse ciclo vicioso. Não estamos falando que ser produtivo além do limite no trabalho seja algo ruim que deve se deve evitar a todo custo. O problema é a constância que sua produtividade chega ao limite extremo. Isso pode acabar comprometendo sua saúde no dia a dia no trabalho e em um curto período de tempo. Se a cobrança por uma alta performance no trabalho for a todo momento, em pouco tempo, você pode chegar ao estresse ocasionado pela pressão por resultados cada vez mais melhores. A cobrança para se ter sempre mais produtividade é até saudável, em certo ponto, mas não deve levar o colaborador à exaustão física e mental, diariamente. A sociedade da performance está cada vez mais presente na vida de milhares de colaboradores. E, por receio de perder o emprego, acabam cedendo aos seus anseios e extrapolam o limite da produtividade. Mas o que muitos se esquecem é que sem uma boa qualidade de vida, é humanamente impossível ser mais produtivo no trabalho. […] seu convívio familiar pode ficar prejudicado se você estiver esgotado emocionalmente por causa de cobrança excessiva por mais produtividade no trabalho. Portanto, ter qualidade de vida é fundamental, em vários aspectos e não somente para se ter mais desempenho no âmbito profissional. Então, pense nisso! Dessa forma, estabeleça uma rotina de trabalho mais saudável e equilibrada, com horas suficientes de descanso. Assim, você será produtivo o suficiente para jamais precisar exceder o seu limite. Fonte:metlife Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Romantização da produtividade excessiva”! Depois

Você já parou para pensar na elitização artística e nos preconceitos que algumas artes sofrem no Brasil? Confira os textos motivadores a seguir e redija uma redação sobre o tema! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Elitização artística e preconceitos no Brasil”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 A arte e a cultura materializaram o direito de ser o que somos perpetuados nas gerações vindouras. É o modo como um povo sente e se expressa, segundo uma mesma identidade intertemporal. Antigamente a arte não era para todos, apenas um público muito seleto teria acesso às galerias ou museus, consequentemente limitando a arte a pequenos grupos em posições socioeconômicas privilegiadas. A questão da democratização da arte tem estado muito ligada à discussão entre cultura erudita e cultura popular, com a distinção entre história natural e história política ou, se quisermos, entre cultura e natureza. Hoje, a questão da democratização da arte está de certa forma ligada à democratização da sociedade, questão essa que pode ser vista no campo dos direitos políticos, sociais, culturais e ambientais. Fonte:acontece.com TEXTO 2 Apenas 14% dos brasileiros vão ao cinema pelo menos uma vez por mês; 92% da população nunca frequentou museus; 93% nunca foram a exposições de arte, enquanto 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança; 92% dos municípios brasileiros não têm cinema, teatro ou museu. Esses dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e deixam claro o tamanho do desafio que o Brasil precisa enfrentar para, de fato, universalizar os serviços culturais, dar acesso e favorecer a produção fora dos grandes eixos econômicos. A história brasileira sempre foi marcada pelo que podemos chamar de “concentração”. O dinheiro público sempre cai nas mãos das oligarquias e dos grandes conglomerados empresariais, sobretudo da indústria, do setor financeiro e da mídia. No setor cultural, essa concentração salta aos olhos ao analisarmos a Lei de Incentivo, mais conhecida por Lei Rouanet. Criada em 1991, a lei estabeleceu mecanismos que possibilita empresas e cidadãos aplicarem uma parte do Imposto de Renda em ações culturais. Mas, se por um lado a lei estimulou uma indústria cultural que cresceu de mãos dadas com o meio empresarial, por outro fez com que toda a produção artística que não dialoga com o mercado ficasse excluída, sendo até hoje ameaçada pela falta de mecanismos estatais responsáveis por suprir os desafios da infraestrutura, da pesquisa e do acesso. Fonte: portal outras palavras TEXTO 3 No Brasil, quando o assunto é música, as obras “eruditas” contemporâneas e o funk são vistos por muitos como uma não-música, como barulhos. A “alta cultura” e a “baixa cultura” são colocadas no mesmo plano. Mas por quê? Antes de responder, cabe lembrar a disparidade social entre quem faz a chamada música “erudita” contemporânea e quem faz o Funk. Vá a um concerto contemporâneo na sala São Paulo e diga quantos negros há ali? Vá a um “fluxo” – baile Funk de rua – e veja a cor da pele das pessoas. Mas, vamos tentar responder o porquê da música erudita de hoje e o Funk serem vistos pela população média brasileira como ruídos indesejáveis. Um fato: não há educação musical para todos no Brasil e a boa educação musical (em termos de acesso) é ainda mais rareada. Muitos dos compositores brasileiros que compõem música “erudita” contemporânea estudaram na Europa ou EUA, e se não estudaram têm profundas taras europeias ou americanas. A partir do século XX, a música de concerto passou a ser muito técnica e a trabalhar com questionamentos acessíveis só a quem conhece minimamente a linguagem musical. O resultado foi a criação das escassas plateias de música de concerto contemporâneo, algo que certamente deixou alguns compositores ressentidos: “se é arte não é para a massa”, disse Arnold Schoenberg. “Quem se importa se você escuta?” diz o título de um importante artigo do compositor Milton Babbitt. Talvez essas frases soltas associadas a estes compositores deixem o brasileiro médio com a impressão de que essa arte musical contemporânea seja algo para metidos de sangue azul e isso cria um distanciamento birrento da estética contemporânea… logo, não é Música. Bem a grosso modo, falta o mínimo preparo musical ao brasileiro médio para entender a música de concerto. Mas e no caso do Funk? Por que dizem que não é música? O mesmo pode ser dito! Falta o mínimo de educação musical pra poder enxergar e ressignificar o Funk como experiência sonora legítima. Soma-se a isso o moralismo classista que vê nos palavrões um motivo para reforçar a repulsa aos mais pobres. Será que já leram Bataille ou Sade? Fonte: midia ninja Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Elitização artística e preconceitos no Brasil”! Depois que sua redação estiver pronta, envie em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!

Você já refletiu se a questão da verticalização urbana é um avanço ou problema para as cidades? Conheça repertórios para usar na sua redação! Já foi notícia e chamou muito a atenção a famosa praia Central, de Balneário Camboriú (Santa Catarina), e não apenas por suas belezas naturais. Acontece que a grande concentração de prédios altos na orla faz sombra na praia já no início da tarde. Assim como lá, muitas cidades estão em processo de verticalização urbana. Isso nos faz questionar se estamos diante de um avanço ou problema. Agora que você já leu o tema de redação, conheça alguns repertórios socioculturais que selecionamos para ajudar você a saber mais sobre o assunto. Desse modo, você vai conseguir arrasar na sua argumentação! Boa leitura! 1. O que é um plano diretor? Você sabe a resposta? Se não, procure conhecer do que se trata. Neste artigo, que na verdade faz parte de uma trilha de conteúdos sobre planejamento urbano, você vai saber como ele é elaborado. Ele é o documento que orienta a política de desenvolvimento dos municípios brasileiros, estando previsto na Lei 10.257/01 (Estatuto da Cidade). Municípios que tenham mais de 20 mil habitantes devem elaborá-lo. Assim, entre algumas de suas determinações está o que se permite em relação às construções. Aproveite e confira as outras trilhas também. Desse modo você ficará ainda melhor informado sobre questões relativas à urbanização no país. Vai que caia algum assunto como esse nas provas, não é mesmo? Aproveite e dê uma olhadinha na legislação também! 2. Verticalização urbana: o que é, vantagens, viabilidade e mais! Aqui nesta leitura você vai encontrar um detalhamento maior sobre a verticalização urbana. Aqui, você vai encontrar um breve histórico a respeito do assunto, tendências, vantagens etc. Mas tome cuidado: procure pesquisar também as consequências não tão boas desse processo. Afinal, você precisa forma a sua opinião para decidir se verticalizar é avanço ou problema. Portanto, não se contente apenas com o primeiro texto que surgir, tá legal? 3. Verticalização das cidades Este vídeo curtinho revela alguns dos problemas causados pela verticalização urbana: engarrafamentos e abastecimento de água prejudicado. Então, confira: são só 3 minutos! https://youtu.be/83rc7NEQ6Kg 4. Meu ambiente: verticalização urbana Aproveita que está no Youtube e assista a mais um vídeo de menos de 10 minutos que traz algumas informações sobre os aspectos negativos desse processo urbanístico. O foco é Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Lá moradores e pesquisadores já notaram os principais efeitos desse problema, especialmente a elevação da temperatura da cidade. Saiba por que isso acontece.https://youtu.be/fDM-oPM0bGE 5. Arranha-céus de Balneário Camboriú roubam o sol de quem está na praia Agora, confira a reportagem especial do Fantástico que mostrou, em 2018, a sombra que os prédios geram na areia da praia que comentamos na introdução deste post. Entre as torres, há algumas que pretendem chegar a 81 andares. Então, por essas e outras a cidade é conhecida como “Dubai brasileira”. Porém, há problemas que surgem na cidade, afinal, nem tudo é glamour. Ainda não conhece essa história? Assista ao vídeo e veja alguns dos efeitos da verticalização. Será que ela é benéfica para todo mundo? Fica aí o questionamento! Fonte: https://twitter.com/showdavida/status/951021042071465984 6. Pesquisa questiona se construir mais prédios faz cidades mais inclusivas No Jornal da USP, encontramos este artigo bem completo. Ele discute se há mesmo inclusão por meio da verticalização ou se isso é apenas um discurso para “vender” essa ideia e, assim, cada vez mais termos prédios altos nas cidades. Esse projeto de pesquisa, que iniciou em 2017, estava previsto para encerrar em 2020. Mas, de qualquer forma, você consegue ter acesso às primeiras impressões das análises dos pesquisadores. Assim, não deixe de ler e fazer algumas anotações sobre isso. E aí, você já formou sua opinião: é avanço ou problema verticalizar a área urbana? Certamente, na sua cidade deve ter algum exemplo desse tipo de intervenção. Então, que tal ampliar seu repertório conhecendo o plano diretor do lugar onde você mora? Além disso, pesquise se há essas situações em que as construções, além de mudarem a paisagem, estão causando alguns problemas, seja de mobilidade ou outros. Lembre-se que usar exemplos é sempre uma ideia bem-vinda na argumentação, mas não esqueça de referenciá-la, beleza? Mas é como sempre dizemos por aqui: procure mais referências, lembre-se das aulas de Geografia. Veja outras reportagens nas plataformas on-line. Enfim, cerque-se de argumentos que ajudem a defender a sua tese. Faça um bom rascunho, revise-o e passe a limpo! Precisa de uma mãozinha com a correção? Conheça nossos planos e saiba se mandou bem nesse tema. Estamos esperando seu texto, hein?! Até mais!

Em uma sociedade patriarcal, são muitas as formas de provocar o silenciamento das mulheres. Confira nosso tema de redação da semana! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “O silenciamento das mulheres na sociedade”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia é uma das três principais autoridades do País, ao lado dos chefes do Executivo (Michel Temer) e do Legislativo (Rodrigo Maia e Eunício Oliveira). Ainda assim, não sente que tem espaço para falar. E deixou isso bem claro na sessão desta quarta-feira, 10/05/2017, na Corte. O diálogo foi transcrito pelo site jurídico Jota. Cármen Lúcia: Ministra Rosa Weber, Vossa Excelência tem a palavra para voto. Rosa Weber: Ministro Lewandowski, o ministro Fux é quem tinha me concedido um aparte. Cármen Lúcia:Agora é o momento do voto… Luiz Fux: Concedo a palavra para o voto integral (risos). Cármen Lúcia: Como concede a palavra? É a vez dela votar. Ela é quem concede, se quiser, um aparte. Foi feita agora uma análise, só um parêntese. Foi feita agora uma pesquisa, já dei ciência à ministra Rosa, em todos os tribunais constitucionais onde há mulheres, o número de vezes em que as mulheres são aparteadas é 18 vezes maior do que entre os ministros… E a ministra Sotomayor [da Suprema Corte americana] me perguntou: ‘”omo é lá?”. Lá, em geral, eu e a ministra Rosa, não nos deixam falar, então nós não somos interrompidas. Mas agora é a vez de a ministra, por direito constitucional, votar. Tem a palavra, ministra. Os pesquisadores analisaram as discussões no Supremo americano desde 1990 e descobriram um padrão praticamente constante: as mulheres são interrompidas, em média, três vezes mais que os homens – isso embora elas falem com menos frequência e por menos tempo do que eles. Detalhe: elas são interrompidas não só por pares da Corte, mas também por advogados, que, segundo a regra, são proibidos de cortar a fala de um juiz e deveriam ser repreendidos por isso. Fonte: emais estadão – deixem a carmen lucia e todas as mulheres falar TEXTO 2 TEXTO 3 Se você é mulher, certamente já percebeu esse tipo de situação alguma vez no ambiente de trabalho. Uma profissional está em uma reunião, apresentando um projeto aos colegas ou à chefia. No auge da sua fala, um colega homem a interrompe e assume a exposição – como se ela estivesse sendo incapaz de tocar sua argumentação –, apropriando-se de uma ideia que ela já havia pontuado e levando o crédito por ela. Ou ainda: em uma discussão em equipe, essa profissional dá uma sugestão sobre como solucionar um problema ou atingir a meta do mês. Ela termina de falar, é ignorada e a reunião prossegue como se ela não tivesse dito nada. Em outra situação, em que há dois homens conversando e uma mulher no grupo, quando ela tenta fazer um comentário, eles se viram para ela e explicam algo óbvio, dando a entender que ela não domina o assunto apenas por ser mulher. Parece casual? Cada vez mais especialistas acreditam que não e dão até um nome para esse tipo de situação – violência verbal. No estudo Sex Roles, Interruptions and Silences in Conversations, os sociólogos Don Zimmerman e Candace West, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, analisaram 31 diálogos gravados em lugares públicos como cafés, farmácias e campus universitários. Eles descobriram que, enquanto nas conversas entre pessoas do mesmo sexo aconteceram sete interrupções no total, nas conversas entre homens e mulheres, foram 48 interrupções – 46 delas feitas por um homem, no meio da fala de uma mulher. Outra pesquisa, realizada em 2014 pela Universidade George Washington, mostra que, durante um diálogo, os homens interrompem as mulheres 33% mais do que quando eles estão falando com outro homem. Nem poderosas líderes mundiais escapam do constrangimento. Segundo um levantamento do portal americano de notícias Quartz, durante o primeiro debate presidencial entre Hillary Clinton e Donald Trump, em setembro de 2016, o republicano interrompeu a candidata democrata em 51 momentos. O caso serviu de inspiração para a criação do aplicativo Woman Interrupted, lançado em março pela agência BETC São Paulo. A finalidade da plataforma é contabilizar quantas vezes uma mulher é interrompida durante sua fala por um homem, o chamado “manterrupting”. Em consequência de práticas como essas, as mulheres são as que menos se pronunciam em reuniões no mundo corporativo. Em 2012, o pesquisador Christopher Karpowitz, da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, descobriu que homens falam, em média, durante 75% do tempo em discussões de trabalho. O silenciamento pode ser percebido também pela quantidade de mulheres que evitam admitir situações em que se sentiram constrangidas ou desrespeitadas em função de questões de gênero. Uma pesquisa global realizada pelo instituto Ipsos em 24 países, entre janeiro e fevereiro de 2017, mostra que 26% das mulheres, em todo o mundo, têm receio de defender seus direitos e lutar pela equidade de gênero. No ranking geral, o Brasil ocupa o terceiro lugar como país onde as pessoas mais temem tocar no assunto (36%), ficando apenas atrás de Índia (50%) e Turquia (39%). Fonte: voce sa abril – como a violência verbal afeta as mulheres no trabalho Confira uma lista de repertórios que preparamos para o tema O silenciamento das mulheres na sociedade! Após escrever sua redação, não se esqueça de enviá-la em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!

Veja os conteúdos que selecionamos para aumentar seu repertório sociocultural sobre o tema “O silenciamento de mulheres na sociedade”! O nosso tema desta semana reflete sobre o silenciamento das mulheres na nossa sociedade. Se você é mulher, já passou por alguma situação em que desvalorizaram ou ignoraram sua opinião, seja na escola, no trabalho ou mesmo nos seus grupos sociais. Isso acontece de várias formas e há tanto tempo que só recentemente passou a ser foco de discussão. Afinal, hoje as mulheres estão cada vez mais ocupando espaços de poder. Portanto, o silenciamento das mulheres não é mais aceitável e precisamos combatê-lo. Para ajudar a pensar na sua argumentação, selecionamos alguns conteúdos para você incluir na sua pesquisa e, quem sabe, em seu projeto de texto também. 1. Estrelas além do tempo (filme) O filme, baseado em uma história real, mostra uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas, que ajudou os EUA na corrida espacial durante a Guerra Fria. No entanto, apesar de fundamentais ao processo, essas mulheres foram diversas vezes silenciadas, tendo seu trabalho assinado por homens brancos. Uma pesquisa realizada na Universidade Federal de Lavras, da área de estudos da Linguagem, analisou como esse silenciamento ocorreu e é mostrado no filme. Então, se você já viu o filme, assista ao vídeo a seguir para saber mais! Se ainda não viu, corra para assisti-lo! 2. The Handmaid’s Tale (série) Inspirada pela obra de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale (ou “O conto da aia”, no Brasil) trata-se de um futuro distópico em que o fundamentalismo cristão ascende ao poder. Nesse novo sistema, as mulheres, além de sofrerem diversos abusos e explorações, não têm autonomia para nada, sequer podem ler. Portanto, elas vivem subjugadas e não possuem qualquer possibilidade de participação política. Desse modo, o conhecimento dessa história, seja pela série ou pelo livro, pode ajudar a compreender os silêncios impostos às mulheres na sociedade. Assista ou leia! 3. Doctor Whoo aborda com perfeição o silenciamento das mulhres (artigo) Leia o artigo publicado no Garotas Geek para entender como o silenciamento de mulheres aparece em um dos episódios da série e, depois, procure-o para assistir e tirar suas próprias conclusões! 4. Mulheres invisíveis: videodocumentário Neste videocumentário, realizado pela Sempreviva Organização Feminista (SOF), discute-se o papel da mulher no mercado de trabalho e no sistema de produção, destacando a sua invisibilidade dentro desta estrutura. Certamente é um material rico que você poderá usar na sua argumentação. Então, dê play! 5. Lívia Cruz: “Não existe inserção das mulheres no hip hop” E será que existe espaço para as mulheres nas artes? Leia esta entrevista. Nela, a rapper Lívia Cruz revela as experiências, muitas vezes de silenciamento, que as mulheres encontram na cena Hip Hop. 6. Por que Meghan Makle se comparou à personagem Ariel de ‘A Pequena Sereia’ Bastante em evidências nos últimos dias devido a uma entrevista à Oprah, a atriz Meghan Makle contou que sentiu-se como a “Pequena Sereia” porque, ao entrar para a família real, teve que “apagar” a sua personalidade. Paralelamente, ela conta que, assim como na animação, ela consegue sua voz de volta – a partir da saída dela e do marido da realeza. Portanto, para tratar dessa questão, você pode também comparar a situação de Meghan com o filme. Provavelmente você já assistiu, mas, caso não, assista. De fato ele mostra como muitas vezes, para conseguir o que quer, ou para ter um amor, algumas mulheres se submetem ao silenciamento. Trata-se, então, de boa metáfora! 7. Como ser ouvida no ambiente de trabalho? Neste artigo você terá contato com algumas dicas sobre como agir em situações em que a mulher é interrompida, por exemplo, em reuniões de trabalho. 8. Como a violência verbal afeta as mulheres no trabalho A revista VC S/A também preparou um material com dicas sobre como as mulheres podem reagir às situações que levam ao seu silenciamento no ambiente corporativo. Então, quem sabe com elas você não começa a pensar em uma proposta de intervenção? Leia a matéria na íntegra e saiba mais! 9. A Revolução silenciosa – documentário Neste documentário mulheres sauditas contam a sua história. Trata-se de atletas, jornalistas, artistas, educadoras e políticas – vozes que até então não eram ouvidas no país que tem a maior desigualdade de gênero do mundo. Confira a matéria sobre o assunto feita pela DW. 10. As (reiteradas) tentativas de silenciar mulheres Por fim, confira esta matéria da Folha de S. Paulo que discute outro tipo de silenciamento: o do assédio. Aqui, são discutidos casos como o de Dani Calabresa, Mari Ferrer e Duda Reis. Além de ocorrerem em espaços privados, os agressores presumem que as vítimas ficarão caladas. Vale a pena ler! E aí, gostou dessas dicas? Lembrou de algum filme, série ou livro que também trabalhe essa temática? Certamente, no mundo das artes muitas histórias de silenciamento de mulheres já apareceram. Conte nos comentários que repertório você usaria nesse tema!

Conheça e reflita sobre os impactos da pandemia na vida das mulheres e treina a escrita da redação agora mesmo! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Os impactos da pandemia na vida das mulheres”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 A pandemia causada pela Covid-19 e a adoção de medidas de distanciamento social adotadas no Brasil trouxeram à tona diversos aspectos relacionados às desigualdades que perpassam nossas vidas. Sabemos que a possibilidade de manter o distanciamento social, por meio do trabalho remoto e sem grandes alterações na renda familiar, foi concedida a poucos, deixando em evidência a forma desigual com que a pandemia atinge a população, para além da questão ligada diretamente à doença. As mulheres, especialmente as mais pobres, chefes de família e com filhos, foram afetadas de diversas maneiras: perda da renda, falta de creches e escolas, impossibilidade de adotar medidas de distanciamento social e o aumento da violência doméstica são alguns dos fatores que mais tiveram impacto sobre a vida das mulheres, literalmente. A gravidade desses “efeitos colaterais” da pandemia sobre as mulheres se torna evidente diante dos dados trazidos pelo Monitor da Violência. Os números mostram um aumento nos homicídios de mulheres e feminicídios em 14 e 11 UFs, respectivamente, no primeiro semestre de 2020, quando comparado com o mesmo período de 2019. Em relação aos homicídios de mulheres se destacam as regiões Norte e Nordeste, onde três estados apresentaram crescimento acima de 80%: Rondônia (255%), Tocantins (143%) e Ceará (89%). Em relação ao feminicídio, Acre e Pará se destacaram com um aumento de 167% e 112%, respectivamente. Também chama a atenção, em contrapartida, a redução dos estupros consumados em 24 das 27 unidades da federação no primeiro semestre de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019. No estado da Paraíba, essa redução foi de 60%. No caso de estupro de vulneráveis, a queda se deu em 20 UFs, com destaque para Sergipe, que registrou uma diminuição de 46%. Tal queda generalizada, que à primeira vista poderia ser considerada como uma boa notícia, pode, no entanto, estar relacionada muito mais com a subnotificação dos casos do que com a real redução do crime. Isso porque sabemos que uma parte significativa dos estupros ocorre no ambiente doméstico e diante da suspensão de diversas atividades, como as escolares, por exemplo, o período de convivência entre autores e vítimas aumentou. Além disso, a presença constante dos autores pode constranger a comunicação do crime às autoridades. Da mesma forma, o aumento dos homicídios de mulheres e feminicídios pode estar relacionado, além do aumento do tempo de convivência entre as vítimas e autores, ao agravamento de episódios de violência pré-existentes, bem como à suspensão de serviços prestados por instituições de acolhimento a vítimas de violência doméstica, ou até mesmo ao distanciamento das redes de apoio de familiares e amigos. Fonte: g1 globo Texto 2 Texto 3 A pandemia impactou a saúde mental e aspectos comportamentais dos brasileiros. Um estudo realizado entre maio e junho de 2020 com homens e mulheres de várias regiões do País (26 Estados brasileiros e do Distrito Federal) mostrou que um número grande de pessoas apresentou, durante a pandemia, sintomas de depressão, ansiedade e estresse. Houve também maior consumo de drogas ilícitas, de cigarros, de medicamentos e de alimentos. As mais afetadas emocionalmente foram as mulheres, respondendo por 40,5% de sintomas de depressão, 34,9% de ansiedade e 37,3% de estresse. A pesquisa ouviu três mil voluntários e realizou-se pela equipe do neuropsicólogo Antônio de Pádua Serafim, do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). […] Além do perfil de mulher multitarefa que concilia trabalhos domésticos e vida profissional, a pesquisa trouxe um achado interessante que revela outra face da questão de gênero. O sofrimento psíquico também atingiu quem morava sozinha e não tinha filhos. Os níveis mais elevados de estresse, depressão e ansiedade foram relatados por mulheres nestas condições, situação que, segundo o estudo, provavelmente estivesse associada a outras variáveis consideradas pela pesquisa e que poderiam estar contribuindo para o adoecimento das entrevistadas: muitas delas estavam desempregadas, tinham histórico de doenças crônicas (25,9%) e relataram ter tido contato com pessoas com diagnóstico de covid-19 (35,2%). Fonte: jornal usp Texto 4 Não há dúvidas de que as mulheres no mundo todo vêm conquistando importantes espaços e posições no mercado de trabalho, fruto da perseverança em mudar a realidade ainda bruta e machista que o mundo corporativo, em parte, ainda teima perpetuar. Porém, essa escalada feminina parece ter tido uma parada brusca, devido à pandemia do coronavírus. Tenho conversado com profissionais de diferentes segmentos e elas relatam que, nos últimos meses, a carga de trabalho, a exigência e o grau de estresse aumentaram muito para elas. Para as profissionais que estão em home office, a reclamação é ainda mais comum. O home é algo bom, sem dúvidas, mas como ele veio por uma necessidade e não como uma política de flexibilização em processo de maturação nas empresas, acabou por sobrecarregar as mulheres, com afazeres domésticos e corporativos, dando a sensação de uma certa retração ou uma estagnação. Recente pesquisa realizada pela Kearney, uma das maiores consultorias globais de gestão estratégica no mundo, aponta que 30% das mulheres podem deixar seus empregos devido ao estresse gerado pelo trabalho remoto. As profissionais ouvidas relatam dificuldades para gerenciar a carga de trabalho, acesso reduzido a líderes influentes e a oportunidades de evolução na carreira, além de uma redução na sensação de bem-estar e da saúde mental. Fonte: gazeta do povo. Confira uma lista de repertórios para o tema Os impactos da pandemia na vida das mulheres! Ah, e não se esqueça de enviar a sua redação em nossa plataforma para receber a

A crise sanitária impactou a sociedade, no entanto a pandemia na vida das mulheres impactou ainda mais. Veja os repertórios para o tema! Embora todo campo social que tenha sido atingido pelos efeitos da crise do coronavírus, a pandemia causou ainda mais transtornos para um grupo social específico. Isso se deve a inúmeros fatores, conforme você viu nos textos motivadores do tema “Os impactos da pandemia na vida das mulheres“. O trabalho em home office, além da dupla jornada com os afazeres da casa – ainda delegado a elas em muitos lares -, os filhos sem escola. Além disso, muitas sofreram violência doméstica. Ainda, para completar, a preocupação com a vida e a doença, o que afeta a saúde mental. Assim, cabe refletir sobre o assunto e pensar soluções a esse problema da atualidade. Para ajudar você escrever uma boa redação sobre esse tema, selecionados alguns repertórios para ajudar na argumentação! Leia-os, assista-os, faça anotações. Ah, e não se esqueça: faça a sua própria pesquisa, hein? Um texto bem fundamentado está a um passo de ser uma redação nota mil! 1. Artigo: 2020: o ano da pandemia e seu impacto nas mulheres, pessoas negras e LGBT+ Acesse o site Gênero e Número que, em dezembro de 2020, publicou uma matéria bem completa, com dados, mapas, gráficos e diversas informações sobre o impacto da pandemia entre os grupos minoritários, entre eles as mulheres. Um dado interessante para dicussão, por exemplo, é que, na linha de frente dos profissionais da saúde, as mulheres negras – em geral técnicas de enfermagem ou agentes comunitárias de saúde – são as mais expostas ao risco de contágio. Além disso, são elas que menos treinamento, orientação e equipamentos de proteção recebem. Então, que tal pensar sobre isso no seu texto? Ainda se relacionando ao nosso tema, o canal no Youtube da Gênero e Número tem um vídeo que traz um retrato das mães solo na pandemia. Assista-o para conhecer essas estatísticas. O vídeo tem menos de 2 minutos! https://youtu.be/3OvP8k0EI1Q 2 Vídeo: Pesquisa revela que mulheres sofrem mais com a pandemia Nesta reportagem do Hoje em dia, você encontra a exemplificação de algumas das dificuldades vistas nos textos motivadores do nosso tema. Portanto, é interessante que você assista essas histórias de vida e, assim, utilize-as como exemplo na argumentação da sua redação. Dê play agora mesmo!https://youtu.be/a9D_TssBRj0 3. Vídeo: Violência contra a mulher em tempos de pandemia Presente, infelizmente, todos os dias na nossa sociedade, a violência assombrou ainda mais a vida das mulheres durante a pandemia. Tendo sido tema do Enem em 2015, a violência contra a mulher ainda persiste. No canal da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade no Youtube, você encontra um vídeo curto que ajuda a pensar sobre essa problemática, que não atinge apenas as brasileiras. Confira!https://youtu.be/lFJPAq960sg 4. Vídeo: Desemprego entre mulheres é maior na pandemia A Band Jornalismo também esteve atenta aos impactos da pandemia na vida das mulheres. Nesta reportagem, o foco é o desemprego, que atingiu de forma mais severa a população feminina. Então, para elas, a retomada às atividades, mesmo com os planos de reabertura, será mais lenta. Se você não sabia que isso estava acontecendo, não deixe de assistir, combinado?https://youtu.be/HG-bs6sR58g 5. Vídeo: Pandemia agrava sobrecarga das mulheres no trabalho doméstico A TV Cultura, por sua vez, trouxe um olhar sobre o fato de as mulheres estarem com uma carga de trabalho doméstico superior às 10h a mais dedicadas a isso que os homens, normalmente. Pois é, não basta estar sob uma pandemia, sofrer ameaça de violência e ter dificuldades em manter o emprego. Além disso tudo, as mulheres ainda são atingidas pelo excesso de atribuições em suas casas. Certamente, isso reflete os problemas relacionados às diferenças de gênero que ainda persistem na sociedade. Dessa forma, a matéria ajuda a pensar sobre essa situação e seus efeitos.https://youtu.be/8sJ585qbqOk 6. Entrevista: Psicoterapeuta fala sobre a intensificação da sobrecarga sob as mulheres/mães na quarentena Complemente as informações da matéria anterior assistindo a esta entrevista com a psicoterapeuta Pollyana Esteves. Além de mostrar os efeitos de tantas atividades extras para as mulheres, ela aponta maneiras de cuidar da saúde mental. Portanto, não deixe de assistir. Afinal, quem sabe não surge uma ideia de proposta de intervenção daqui, hein?https://youtu.be/r4P1s3UVceU 7. Site: Mulheres na pandemia Finalizando as nossas indicações, acesse o site Mulheres na pandemia e encontre informações bem detalhadas sobre a situação desse grupo social na crise causa pela Covid-19. Além de ler o conteúdo on-line, você ainda pode baixar o relatório da pesquisa “Sem parar”, que buscou identificar a situação de trabalho e da vida das mulheres durante a pandemia. Trata-se de uma carta para você ter na manga, afinal, quem não gosta de usar dados estatísticos nos textos? Então, agora é com você! Hora de colocar a mão na massa, fazer um bom projeto de texto para tema Os impactos da pandemia na vida das mulheres e, assim, arrasar no desenvolvimento da sua redação! Lembre-se de usar esses repertórios de modo produtivo. Temos certeza de que você consegue! Ah, e se precisar de ajuda com correção, conte com a gente! Nada como o olhar de uma equipe especialista em redações para melhorar a sua escrita. Portanto, conheça nossos planos agora mesmo! Até a próxima!

Conheça mais sobre arquitetura hostil e a exclusão que ela provoca. Assim, tenha um repertório sociocultural forte para usar na redação! Todo mundo, em algum momento, se deparou com “soluções” de arquitetura e design que tornam certos locais bastante desconfortáveis. E isso não é de hoje nem mesmo uma situação isolada. Certamente, uma das intenções por trás disso é impedir que pessoas em situação de rua utilizem tais locais para sentar ou deitar. Porém, além delas, a população como um todo acaba excluída de usufruir de espaços públicos com qualidade. Desse modo, é fato que em muitas cidades brasileiras se utilizam de artifícios como esses para afastar as pessoas em situação de rua desses ambientes. No entanto, o que esse tipo de atitude não resolve são as causas que levam essas pessoas a viverem nessas condições. Então, como você leu nos textos motivadores do tema “Arquitetura hostil e a exclusão de pessoas em situação de rua“, segundo o Papa Francisco: “Aos pobres não se perdoa sequer sua pobreza”.Um exemplo desse tipo de arquitetura esteve na mídia em 2013, em Curitiba. Um deputado estadual fez uma campanha contra o que ele chamou de “Bundódromo” nos pontos de ônibus da cidade. Embora não mencionasse a população em situação de rua, a crítica dele era que esse tipo de construção desrespeita o Estatuto do Idoso e o Eca, além de ser ruim também para pessoas com deficiência e para a população em geral. Veja: Agora, vamos trazer alguns conteúdos para você saber mais sobre o tema e assim poder fundamentar melhor os argumentos da sua redação. Boa leitura! 1. Vídeo: Arquitetura hostil: Como construções afastam pessoas de ambientes públicos? Na última semana, o Padre Júlio Lancelotti viralizou nas redes sociais após retirar a marretadas pedras colocadas embaixo de um viaduto em São Paulo. Dessa forma, ele chamou a atenção para a temática da arquitetura hostil ou de exclusão e, por isso, o Fantástico do último domingo fez uma matéria especial para tratar do assunto. Assista! Aproveite e depois ouça o podcast do programa em que Murilo Salviano conversa com o Padre Júlio, o urbanista Fabio Mariz e a repórter Giuliana Girardi sobre o tema “Para quem as cidades são pensadas?”. 2. Artigo: O que é arquitetura hostil. E quais suas implicações no Brasil Saiba mais sobre o assunto lendo este artigo de Juliana Sayuri e conheça outros exemplos de cidades brasileiras que fazem uso de chamado “design desagradável”. Além disso, ela comenta sobre o impacto da pandemia para o aumento da população composta por pessoas em situação de rua. 3. Artigo: A quem pertence a cidade? Uma reflexão sobre a arquitetura hostil e o espaço público Além de saber um pouco mais sobre esse tipo de arquitetura do nosso tema de redação, neste artigo há várias imagens de projetos que visam excluir pessoas do seu entorno. Assim, caso você não lembre exatamente de um exemplo, nesta matéria encontrará muitos deles que podem ilustrar o assunto na sua redação. Veja abaixo um exemplo de estrutura metálica colocada em uma vitrine e um banco com divisória para impedir que as pessoas deitem nele. Você já viu algo parecido em sua cidade? Fonte: https://www.blogdaarquitetura.com/a-quem-pertence-a-cidade-uma-reflexao-sobre-a-arquitetura-hostil-e-o-espaco-publico/ 4. Artigo: 3 exemplos de como o urbanismo social cria cidades mais seguras Você deve estar se perguntando: mas existe como resolver essa questão das pessoas em situação de rua e a arquitetura hostil? A resposta é sim, e passa por tratar as causas e não apenas jogar o problema para debaixo do tapete e fingir que ele não existe. Neste artigo você conhecerá exemplos de urbanismo social que auxiliam a diminuir essa problemática e tornam os espaços das cidades mais inclusivos. 5. Vídeo: Arquitetura hostil e cartografia afetiva | Jamile Borges | TEDxRioVermelho Jamile Borges está em dos textos motivadores do tema. Ela é antropóloga, com pós-doutorado na Universidade de Lisboa, e professora da Universidade Federal da Bahia. Nesta palestra no TEDx ela fala sobre arquitetura hostil e em como a cartografia afetiva implica mobilizar nos indivíduos vivências, lembranças e afetos relacionados a lugares e espaços. Desse modo, ela questiona a maneira como as cidades criam mecanismos de segregação espacial e fala sobre como o mobiliário urbano visto como “solução” para evitar o trânsito livre de pessoas em situação de rua produziu uma arquitetura hostil que coloca as cidades contra as pessoas em vez de acolher e da criar territórios afetivos. Então, serão 7 minutos de muito aprendizado sobre o assunto!https://youtu.be/IUkWXwSFGDM 6. Artigo: 15 modos que as cidades usam para “combater” os moradores de rua Para finalizar, veja esta matéria do “Mistérios do mundo” com vários exemplos ilustrativos de como existe muita criatividade na hora de excluir as pessoas dos espaços públicos. E aí, gostou das nossas dicas? Não se esqueça: faça sua própria pesquisa sobre o tema e arrase na redação! Precisa que alguém corrija o seu texto? Então conte com a nossa equipe! Conheça os planos do Redação Online e comece a sua preparação agora mesmo! Certamente tem algum deles que cabe no seu bolso!
526 artigos encontrados