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    Filtros:Temas de redação
    saídas temporárias de presos
    Valdiele Silva
    8 min

    As consequências das saídas temporárias de presos no Brasil | Tema de redação

    E aí, RedAluno! 👋 Hoje vamos abordar um tema de extrema importância para a sociedade brasileira: as consequências das saídas temporárias de presos no Brasil. A saída temporária, também conhecida como “saidinha”, é um benefício concedido aos detentos em regime semiaberto para visitas à família ou participação em atividades que colaborem para o convívio social. No entanto, essa prática tem gerado controvérsias e debates intensos. Neste post, vamos explorar os textos motivadores, repertórios relevantes e argumentos sólidos para ajudar você a escrever uma redação nota mil sobre esse tema. Vamos nessa? 🚀 Proposta de Redação sobre as consequências das saídas temporárias de presos no Brasil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As consequências das saídas temporárias de presos no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre saídas temporárias de presos TEXTO I O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nessa quinta-feira (11) lei que restringe a saída temporária com vetos que reduzem as limitações aprovadas pelo Congresso Nacional. O benefício ainda existirá para os casos de visita à família e de participação em atividades que colaborem para o convívio social, contrariando o texto enviado pelos parlamentares. A Lei 14.843, de 2024, foi publicada também na quinta em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e já está em vigor. A norma se originou do projeto de lei (PL) 2.253/2022, da Câmara dos Deputados, que previa revogação total da saída temporária. Esse direito dos condenados a regime semiaberto permite até cinco saídas da prisão ao ano, normalmente durante as datas comemorativas. Para isso, a norma altera a Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984). O Senado aprovou o projeto em fevereiro com emendas que retomaram a possibilidade de saída para realização de cursos profissionalizantes, de ensino médio ou superior, mas apenas pelo tempo necessário para realização das atividades educativas. Os senadores também vedaram o benefício para condenados por crime hediondo ou praticado com violência ou grave ameaça. O mesmo impedimento vale para trabalhos externos sem vigilância direta das forças de segurança. As mudanças do Senado foram acatadas pelos deputados e, agora, por Lula. Fonte: @agenciasenado TEXTO II A saída temporária dos presos, popularmente conhecida como “saidinha”, ganhou destaque a partir do Projeto de Lei 2.253/2022 que tem por objetivo restringir o benefício. A mudança busca conceder o privilégio aos detentos em regime semiaberto apenas se for para cursar supletivo profissionalizante, ensino médio ou superior. Atualmente, a saída temporária é prevista no art. 122 da Lei de Execução Penal. Conforme dispõe o caput do artigo, o benefício somente é concedido para aqueles que cumprem a pena regime semiaberto. Além disso, o dispositivo prevê que a saidinha é uma possibilidade e requer o preenchimento de diversas condições para sua concessão. Sendo assim, não se pode pensar que todos os presos em regime semiaberto automaticamente poderão usufruir do benefício, pois uma das exigências para adquiri-lo é ter um bom comportamento carcerário. No tocante aqueles que praticaram crimes hediondos com resultado morte, o benefício é vedado. Ainda, deve-se destacar que diante a não obediência das condições durante a saidinha, o processo penal prevê quais serão as punições, sendo uma delas o regresso ao regime fechado. A perda de tais direitos implica em grave prejuízo à ressocialização do apenado e diante ao fato de não existir pena perpétua no Brasil é mais prudente que seja ofertado aos condenados a reintegração gradual, pois seu retorno à sociedade é inevitável. Portanto, a restrição do benefício vai de encontro à função reeducativa da pena, tirando dos sentenciados a oportunidade de estabelecer contato com suas famílias e impedindo o contato com a sociedade. Fonte: JusBrasil TEXTO III Saidinha de Natal: foragido que não voltou para prisão no RS é preso após quatro meses de buscas Homem havia recebido benefício da saída temporária e não voltou para a cadeia em dezembro de 2023. Ele foi localizado na manhã desta sexta-feira (12) na casa de familiares em Tupanciretã, após 4 meses de buscas. A Polícia Civil recapturou, na manhã desta sexta-feira (12), um homem de 30 anos que era procurado há quatro meses após não voltar para a prisão depois da saída temporária de Natal em dezembro de 2023 na cidade de São Pedro do Sul, na Região Central do Rio Grande do Sul. Ele foi localizado na casa de parentes em Tupanciretã, na mesma região. De acordo com a Polícia Civil, o nome do homem é Leandro da Rosa Braz. Em dezembro, ele havia recebido o benefício da saída temporária devido ao Natal. No entanto, não voltou para a prisão como a legislação exige. O g1 procura a defesa dele. Testemunhas denunciaram à polícia que viram ele em três cidades (São Pedro do Sul, Toropi e Quevedos) invadindo residências. Ele teria furtado, entre outros bens, uma arma de fogo e um celular. Além disso, é suspeito de colocar fogo em uma dessas casas, que fica na localidade de Cerro Baltazar, entre São Pedro do Sul e Toropi. A investigação da polícia indica que, desde janeiro, Leandro passou pelo interior de Toropi, Quevedos e Tupanciretã, além de Cruz Alta. Por fim, no último fim de semana, Leandro voltou a Júlio de Castilhos e Tupanciretã, onde foi preso novamente. Fonte: g1 TEXTO IV Fonte: G1 Repertórios para o Tema: Medidas para combater o crime de passar trotes para serviços de emergência e proteger a eficiência dos atendimentos Filmes e séries Livros Argumentos para o tema sobre saídas temporárias de presos Argumento 1: falta de fiscalização sobre as saídas temporárias de presos Argumento 2: impacto na ressocialização dos detentos Agora que você está equipado com todas essas informações, está pronto para escrever uma redação nota mil sobre as consequências das saídas

    22 de jul. de 2024
    Medidas para combater o crime de passar trotes para serviços de emergência e proteger a eficiência dos atendimentos
    Valdiele Silva
    6 min

    Medidas para combater o crime de passar trotes para serviços de emergência e proteger a eficiência dos atendimentos | Tema de redação

    E aí, RedAluno? 🚨📞Hoje vamos abordar um problema sério que afeta a eficiência dos serviços de emergência: os trotes. Passar trotes para o SAMU, Polícia Militar e Bombeiros é um crime previsto no Código Penal, causando grandes prejuízos para quem realmente precisa de ajuda. Você sabia que milhares de chamadas falsas são feitas todos os anos, atrapalhando o atendimento de emergências reais? Neste post, vamos entender melhor essa questão com textos motivadores, repertórios, argumentos e como você pode abordar esse tema na sua redação do Enem. Vamos nessa? 💡✍️ Proposta de Redação sobre crime de passar trotes para serviços de emergência A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Medidas para combater o crime de passar trotes para serviços de emergência e proteger a eficiência dos atendimentos”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema sobre crime de passar trotes para serviços de emergência Texto I: Constituição Brasileira e o Código Penal No Brasil, passar trotes para serviços de emergência como SAMU, Polícia Militar e Bombeiros é uma prática considerada crime, prevista no Código Penal. Segundo o Artigo 266, “interromper ou perturbar serviço telefônico ou de utilidade pública” é punível com detenção de um a três anos e multa. Além disso, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) classifica essa ação como infração gravíssima, principalmente quando cometida por menores, destacando a necessidade de medidas educativas e preventivas para reduzir a incidência de tais delitos. Fonte: Planalto.gov.br Texto II: impacto nos serviços de emergência  Os trotes aos serviços de atendimento de emergência ainda são uma prática expressiva. De acordo com dados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foram registrados 7.042 trotes no primeiro semestre na Paraíba. Em 2023, foram constatados 22.169 falsos chamados, o que representou aproximadamente 9% das 245.870 chamadas recebidas pelo serviço. “Tempo e recursos gastos por causa de trotes afetam diretamente a eficiência operacional do serviço” – Natália Siqueira, coordenadora médica do Samu. Fonte: A União Texto III: medidas para combater trotes no SAMU Serviço de Atendimento Móvel de Urgência recebeu mais de 10 mil ligações falsas no primeiro trimestre de 2024, quase 5 trotes por hora, com pedidos de ajuda para emergências que não existem, atrapalhando o funcionamento do serviço. Para o médico do Samu, Bruno Sant’anna, o prejuízo também recai para quem precisa de atendimento: “Quando uma equipe vai pra um atendimento que é um trote, todo esse empenho acaba se tornando algo ineficaz e prejudicando outras pessoas que poderiam estar sendo beneficiadas.” Fonte: G1 Repertórios para o tema sobre crime de passar trotes para serviços de emergência Fato histórico Legislações Filmes e séries Livros Argumentos sobre o tema Argumento 1: falta de consciência e educação Argumento 2: negligência governamental Agora que você está equipado com informações, argumentos e repertórios sobre o tema “Medidas para combater o crime de passar trotes para serviços de emergência”, que tal treinar sua redação com nossa plataforma de correção de redação? ✍️ A prática é essencial para conquistar a nota máxima no Enem. Boa sorte! 🚀

    banco de temas de redação
    15 de jul. de 2024
    tráfico de pessoas
    Valdiele Silva
    8 min

    Caminhos para combater o tráfico de pessoas e proteger as vítimas | TEMA DE REDAÇÃO

    E aí, Red Aluno! No dia 30 de julho, comemora-se o Dia Mundial de Combate ao Tráfico de Pessoas, uma data essencial para refletirmos sobre as estratégias e ações necessárias para enfrentar esse grave problema e proteger as vítimas. O tráfico de pessoas é uma violação dos direitos humanos que afeta milhões de indivíduos em todo o mundo, especialmente mulheres e crianças. Neste post, discutiremos os caminhos para combater o tráfico de pessoas, abordando medidas de prevenção, proteção das vítimas e punição dos criminosos. Desse modo, vamos explorar argumentos, repertórios socioculturais, para que você consiga construir uma redação nota 1000 sobre este tema relevante e atual. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Caminhos para combater o tráfico de pessoas e proteger as vítimas”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.  Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre tráfico de pessoas Textos motivadores para uma redação sobre tráfico de pessoas Texto motivador I A Organização das Nações Unidas (ONU), no Protocolo de Palermo (2003), define tráfico de pessoas como “o recrutamento, o transporte, a trafico Trabalho infantil, transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo-se à ameaça ou ao uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração”. Além disso, segundo a ONU, o tráfico de pessoas movimenta anualmente 32 bilhões de dólares em todo o mundo. Desse valor, 85% provêm da exploração sexual. Fonte: https://www.cnj.jus.br/programas-e-acoes/trabalho-escravo-e-trafico-de-pessoas/trafico-de-pessoas/ Texto motivador II No próximo dia 30 de julho, o Brasil se une a países ao redor do mundo para marcar o Dia de Combate ao Tráfico de Pessoas. A data tem como objetivo alertar a sociedade sobre o crime que afeta cerca de 2,5 milhões de pessoas e movimenta aproximadamente 32 bilhões de dólares por ano, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). A atividade criminosa é persistente por ser lucrativa e por estar diretamente ligada à desigualdade social, econômica, racial e de gênero. Essas desigualdades, também chamadas de estruturais por serem sistemáticas e duradouras, contribuem para que grupos vulneráveis da população, como as mulheres e crianças pobres, os migrantes, os refugiados e os socialmente excluídos, aceitem propostas enganadoras e abusivas. No Brasil, entre 2012 a 2019, foram registradas 5.125 denúncias de tráfico humano no Disque Direitos Humanos (Disque 100) e 776 denúncias na Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180), ambos canais de atendimento do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). Entre os anos de 2010 e 2022 foram contabilizadas 1.901 notificações no Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde (SINAN). Esses números não representam a totalidade de casos existentes no país. A suposição é de que haja muito mais, uma vez que não há um sistema unificado de coleta de dados sobre o tema. Os registros atuais são feitos por órgãos do governo e de instituições que não podem ser somados, considerando que não são utilizados os mesmos critérios para o registro das situações de tráfico, conforme aponta o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), no Relatório Nacional Sobre Tráfico de Pessoas (2017-2020). Fonte: Agência Senado Texto motivador III Medidas tomadas pelo Brasil no combate ao tráfico de pessoas O Brasil fundamenta suas ações no combate ao tráfico de pessoas na Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Decreto nº 5.948/2006), na Lei nº 13.344/2016 e nos Planos Nacionais de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Estas ações seguem diretrizes internacionais e se baseiam na ótica dos direitos humanos e nas dimensões socioeconômicas, culturais e políticas desse fenômeno. Atualmente, o Brasil implementa as metas do III Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Decreto nº 9.440/2018). Este plano prevê uma série de medidas e ações nos eixos de gestão da política, gestão da informação, capacitação, responsabilização, assistência à vítima e prevenção/conscientização pública. A plataforma Monitora 87 permite o acompanhamento de todas as metas. A Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas utiliza um modelo de governança que envolve diversas instâncias, incluindo o Comitê Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, o Grupo Interministerial de Monitoramento e Avaliação do III Plano e a Rede de Núcleos de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Postos Avançados de Atendimento Humanizado ao Migrante. O Governo Federal, Estados e Municípios compartilham a responsabilidade pela implementação, com a colaboração de organizações da sociedade civil e organismos internacionais. FONTE: Ministério da Justiça Texto motivador IV Repertórios para o tema: caminhos para combater o tráfico de pessoas e proteger as vítimas Fato histórico Protocolo de Palermo (2000) Legislações Filmes e séries que abordam o tema tráfico de pessoas Clássicos da literatura que abordam o tema tráfico de pessoas Argumentos para o tema de redação: caminhos para combater o tráfico de pessoas Argumento 1: falta de debate Argumento 2: negligência governamental Por fim, agora que você está equipado com todos esses repertórios e argumentos, está pronto para escrever uma redação completa e bem fundamentada sobre o tema “caminhos para combater o tráfico de pessoas e proteger as vítimas”. Aliás, não esqueça de praticar com nossos especialistas para alcançar a nota máxima no ENEM! Boa sorte! 🚀

    08 de jul. de 2024
    preconceito hiv
    Valdiele Silva
    6 min

    Medidas para combater o preconceito contra pessoas com HIV | Tema de redação

    Você sabia que o preconceito contra pessoas com HIV ainda é um problema alarmante no Brasil? Estima-se que uma significativa parcela da população vivendo com HIV enfrenta discriminação diariamente. Quer entender melhor as medidas necessárias para combater esse preconceito e como abordar esse tema na sua redação do ENEM? Vamos explorar os textos motivadores, argumentos, repertórios e tudo que você precisa saber para arrasar na sua redação. Vamos nessa? ✍️📚 Proposta de Redação sobre o tema preconceito contra pessoas com HIV A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Medidas para combater o preconceito contra pessoas com HIV”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre o tema preconceito contra pessoas com HIV Texto Motivador I Constituição Brasileira No Brasil, as pessoas vivendo e convivendo com HIV/AIDS são amparadas pela legislação, garantindo acesso à saúde pública e respeito à dignidade humana. A Constituição brasileira, no seu Artigo 5º, institui que: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.” Com relação aos direitos sociais, o Artigo 6º da Constituição define: “São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.” Amparados pela Constituição, as pessoas que vivem com HIV têm direitos garantidos, além de dispositivos legais para que possam recorrer. Fonte adaptada: UNAIDS Brasil Texto Motivador II Para o diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis, Draurio Barreira, o Brasil tem condições de alcançar a meta 95-95-95 proposta pelo Programa das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids) até 2030. Durante o seminário da Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às ISTs, HIV/Aids e Hepatites Virais do Congresso Nacional, Draurio afirmou que o país avançou bastante em termos biomédicos, mas ainda precisa enfrentar o estigma e a discriminação. A diretora do Unaids no Brasil, Claudia Velasquez, reforçou o potencial brasileiro na resposta ao HIV e à aids, destacando o sucesso em termos de acesso a medicamentos e prevenção. O evento também contou com a participação de Carla Diana, representante da Articulação Nacional de Luta contra a Aids, que ressaltou a importância de considerar fatores como insegurança alimentar, falta de moradia e sofrimento mental, que deixam as pessoas mais suscetíveis à mortalidade por aids. Fonte adaptada: Governo Brasileiro Texto Motivador III Fonte adaptada: UNAIDS Brasil Texto Motivador IV Fonte adaptada: Senado federal Repertórios para o Tema sobre Preconceito contra Pessoas com HIV 🎬 Séries: 🎥 Filmes: 📚 Clássico da Literatura: 🌍 Agenda 2030: 📅 Atualidade: 📜 Fato Histórico: Argumentos para o Tema Argumento 1: Lacuna Educacional Causa: Falta de educação e informação sobre HIV nas escolas e na sociedade em geral. Consequência: A desinformação leva ao preconceito e à discriminação contra pessoas vivendo com HIV. Possível Solução: Implementar programas educacionais abrangentes sobre HIV/AIDS desde o ensino fundamental, incluindo campanhas de conscientização nas mídias. Repertório Filosófico: Paulo Freire – A educação é um ato de amor e, como tal, um ato de coragem. “A educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo.” Argumento 2: Falta de Políticas Públicas Causa: Insuficiência de políticas públicas voltadas para a proteção e inclusão de pessoas com HIV. Consequência: Pessoas vivendo com HIV enfrentam dificuldades de acesso a serviços de saúde e direitos trabalhistas. Possível Solução: Fortalecer as políticas públicas que garantam acesso a tratamentos, proteção contra a discriminação e suporte social para pessoas com HIV. Repertório: Milton Santos – Cidadania mutilada, onde a falta de políticas públicas eficazes impede que os direitos das pessoas sejam plenamente realizados. Agora que você está equipado com todas essas informações, que tal praticar sua redação com a nossa plataforma de correção de redação? Com mais de 400 temas para você treinar, você pode colocar em prática tudo que aprendeu e ter sua redação avaliada por nossos especialistas. Boa sorte! 🚀📄

    01 de jul. de 2024
    evasão escolar no brasil
    Valdiele Silva
    7 min

    Desafios para combater a evasão escolar no Brasil | Tema de redação

    E aí, RedAluno! Você sabia que a evasão escolar é um dos maiores desafios enfrentados pelo sistema educacional brasileiro? Atualmente, o Brasil tem cerca de 9 milhões de jovens fora da escola. A evasão escolar é definida como a desistência de estudantes antes da conclusão do ensino básico ou médio. Recentemente, o governo lançou o programa Pé-de-Meia com o intuito de diminuir esse número alarmante. No entanto, ainda há muitos obstáculos a serem superados, pois milhares de jovens continuam fora das salas de aula, principalmente devido à necessidade de trabalhar e apoiar suas famílias. Neste texto, vamos explorar como abordar o tema “Desafios para combater a evasão escolar no Brasil” na sua redação do Enem. Vamos fornecer argumentos, repertórios e textos motivadores para te ajudar a conquistar a nota máxima. Vamos nessa? Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para combater a evasão escolar no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos Motivadores para o Tema de Redação: Evasão escolar no Brasil Texto I: Brasil tem 9 milhões de jovens fora da escola, mostra pesquisa  A pesquisa “Juventudes fora da escola”, divulgada pelo Itaú Educação e Trabalho e pela Fundação Roberto Marinho, mostra que 9 milhões de jovens abandonaram o ensino básico no Brasil. A principal razão é a necessidade de trabalhar para ajudar a família. A maioria dos evadidos são homens de famílias de baixa renda e sete em cada dez são negros. A evasão escolar está ligada a um ciclo de pobreza, e o país perde cerca de 3,3% do PIB por ano devido a este problema. Fonte Adaptada: Correio Braziliense Texto II: Evasão escolar no Brasil: uma tragédia silenciosa  A evasão escolar impacta a economia brasileira e amplifica desigualdades sociais, segundo estudo da Firjan SESI e PNUD. Mais de 500 mil jovens acima de 16 anos abandonam a escola anualmente. Apenas 60,3% completam o ciclo escolar até os 24 anos. O prejuízo para cada aluno que não termina o ensino médio é de R$ 395 mil. O estudo sugere iniciativas para combater a evasão, como apoio financeiro, ambientes de aprendizagem inovadores e projetos de transição para o mercado de trabalho. Fonte Adaptada: CNN Brasil Texto III: Programa Pé-de-Meia  O programa Pé-de-Meia oferece incentivos financeiros para estudantes do ensino médio, visando combater a evasão escolar. Os incentivos incluem pagamentos anuais pela matrícula, frequência, conclusão de anos letivos e participação no Enem. O programa é voltado para estudantes de baixa renda e exige a inscrição no Programa Bolsa Família. Segundo Hélio Santos, o programa combate a evasão escolar e proporciona oportunidades de um futuro melhor para os jovens. Fonte Adaptada: Agência Brasil Texto IV: dados sobre evasão escolar no Brasil Necessidade de trabalhar e desinteresse são principais motivos para abandono escolar. Fonte Adaptada: Agência de Notícias IBGE Repertórios para o tema sobre evasão escolar no Brasil Filmes e Séries Legislações Clássicos da Literatura Fato Histórico Argumentos para usar nesse tema Argumento 1: Desigualdade Social Argumento 2: Falta de Políticas Públicas Agora que você está equipado com argumentos, repertórios e um entendimento claro sobre como estruturar sua redação, que tal treinar sua escrita? Utilize a nossa plataforma de correção de redação, que oferece mais de 400 temas para você praticar. Tenha suas redações avaliadas por nossos especialistas e prepare-se para conquistar a nota máxima no Enem! Boa sorte! 🚀📚

    24 de jun. de 2024
    tema de redação sobre aborto
    Valdiele Silva
    10 min

    O papel das políticas públicas na legalização do aborto para vítimas de violência sexual no Brasil | Tema de redação

    Proposta de redação sobre legalização do aborto A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O papel das políticas públicas na legalização do aborto para vítimas de violência sexual no Brasil” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores para o tema sobre aborto Texto I com o projeto sobre aborto Projeto sobre aborto atinge 3,1 milhões de visualizações em dois dias no site da Câmara Projeto equipara o aborto de feto com mais de 22 semanas ao crime de homicídio O setor responsável pela comunicação interativa da Câmara dos Deputados registrou um interesse atípico pelo Projeto de Lei 1904/24, do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros 32 parlamentares, que equipara ao homicídio o aborto de gestação acima de 22 semanas. A proposta atingiu 3,1 milhões de visualizações e 780 mil interações em apenas dois dias – 12 e 13 últimos. Desde o início do ano, estão sendo monitorados cerca de 109 mil propostas nos canais da Câmara, que juntas geraram quase 30 milhões de visualizações. O PL 1904/24 se tornou responsável por 12,22% dessas visualizações em apenas dois dias, enquanto a segunda proposta mais visualizada responde por apenas 3,02%. Até agora, houve 776.939 votos na enquete da proposta, no site da Câmara. A grande maioria (88%) declarou que “discorda totalmente” da proposta. Na quinta-feira (13), em razão do alto número de acessos simultâneos, a página de enquete retornou mensagem de erro para 4% dos usuários, mas o problema foi imediatamente corrigido. O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. Fonte: Agência Câmara de Notícias Texto II com dados sobre denúncias de estupro Entre 1º de janeiro e 13 de maio deste ano, foram feitas 7.887 denúncias de estupro de vulnerável ao serviço Disque Direitos Humanos (Disque 100). A média de denúncias nos primeiros 134 dias do ano foi de cerca de 60 casos por dia ou de dois registros por hora, conforme reportado pela Agência Brasil. Em eventual aprovação do Projeto de Lei 1.904/2024, parte dessas meninas vítimas de estupro e que vivem em situações de vulnerabilidade social pode não conseguir interromper a gravidez indesejada. O projeto de lei, assinado por 32 deputados federais, equipara aborto a homicídio e prevê que meninas e mulheres que vierem a fazer o procedimento após 22 semanas de gestação, inclusive quando vítimas de estupro, terão penas de seis a 20 anos de reclusão – punição maior do que a prevista para quem comete crime de estupro de vulnerável (de oito a 15 anos de reclusão). A legislação brasileira não prevê um limite máximo para interromper a gravidez de forma legal. A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, lembra que “as principais vítimas de estupro no Brasil são meninas menores de 14 anos, abusadas por seus familiares, como pais, avôs e tios. São essas meninas que mais precisam do serviço da legalização do aborto, e as que menos têm acesso a esse direito garantido desde 1940 pela legislação brasileira”. Em 2022, último período disponível nos relatórios do Sistema Único de Saúde (SUS), foram mais de 14 mil gestações entre meninas com idade até 14 anos. Em 2022, de cada quatro estupros, três foram cometidos contra pessoas “incapazes de consentir, fosse pela idade (menores de 14 anos), ou por qualquer outro motivo (deficiência, enfermidade etc.)”, informa publicação do FBSP. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que apenas 8,5% dos estupros no Brasil são relatados à polícia. A projeção do instituto é que, de fato, ocorram 822 mil casos anuais. Fonte Adaptada: Agência Brasil Texto III sobre um caso de aborto Uma menina de 10 anos, violentada por um tio em São Mateus, no Espírito Santo, iniciou o procedimento de aborto legal após o Tribunal de Justiça do Estado conceder a ela o direito de interromper a gravidez fruto de estupro. O caso, que deveria correr em sigilo para proteger a vítima, vazou para a imprensa, tornando-se um jogo político. O procedimento foi realizado no Centro Integrado de Saúde Amauri de Medeiros (Cisam) em Recife, conhecido por atender casos semelhantes. Apesar do sigilo e do apoio legal, o caso gerou protestos de ativistas conservadores que gritavam “Assassino” para o médico responsável. A menina, que era violentada desde os 6 anos, e sua avó perderam a privacidade inerente a situações tão delicadas. A decisão da avó em seguir com o pedido da neta foi apoiada pelo serviço de saúde, mas enfrentou resistência pública e política, exacerbada pela divulgação do caso nas redes sociais por figuras públicas. A interferência política no caso causou um clima de terror e exposição para a vítima, que é negra e vive em condições de vulnerabilidade. A situação evidenciou traços de racismo e indiferença pela classe social da vítima, que enfrenta um quadro comum a milhões de crianças pobres no Brasil. A legislação brasileira permite a legalização do aborto em caso de estupro há 80 anos, mas a pressão social e política continua a desafiar os direitos reprodutivos garantidos por lei. Fonte Adaptada: El País Texto IV com dados sobre violência sexual No período de 1º de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2022, registraram-se 438 notificações de violência sexual, estupro e aborto previsto em lei (0,7%, n=438/62.572) e 3,5% (n=438/12.364) das notificações de violência sexual e estupro. A idade dos indivíduos variou de 9 a 58 anos, moda de 23 anos de idade (7,3%), Figura-1. Repertórios para o Tema: “O papel das políticas públicas na legalização do aborto para vítimas de violência sexual no Brasil” Legislações Constituição Federal do Brasil (1988) Artigo 5º: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a

    17 de jun. de 2024
    Comunidade lgbtqia+ se abraçando
    Valdiele Silva
    8 min

    Caminhos para combater a discriminação contra a comunidade LGBTQIA+ no Brasil | Tema de redação

    E aí, RedaAluno! Já se perguntou o que falar sobre a homofobia, quais são as principais causas da homofobia, como descrever a homofobia e LGBTfobia? 🤔 Essas são algumas das principais dúvidas que os estudantes têm ao abordar este tema, especialmente no mês de junho, quando celebramos o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ em 28 de junho. O tema da discriminação contra a comunidade LGBTQIA+ é amplo e envolve várias questões complexas e urgentes. Neste artigo, vamos explorar esses aspectos e oferecer uma base sólida para a construção de uma redação argumentativa. Afinal, entender esses temas é essencial não só para alcançar uma redação nota 1000 no ENEM, mas também para promover a igualdade e o respeito em nossa sociedade. Proposta de redação sobre o tema homofobia A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Caminhos para combater a discriminação contra a comunidade LGBTQIA+ no Brasil” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre homofobia Texto I: Projeto de Lei sobre Casamento Homoafetivo A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A medida, defendida pelo deputado Pastor Eurico (PL-PE), recebeu 12 votos favoráveis e cinco contrários. Esse projeto contraria a atual jurisprudência brasileira, já que desde 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhece a união homoafetiva como entidade familiar. Pastor Eurico argumenta que cabe ao Poder Legislativo, e não ao STF, deliberar sobre o tema. O texto do relator proíbe a união homoafetiva e determina uma interpretação estrita da lei, restringindo o casamento a casais heterossexuais. Além disso, a proposta protege os critérios religiosos do casamento, impedindo interferências estatais. Parlamentares contrários ao projeto destacam a inconstitucionalidade da proposta e os direitos já adquiridos por milhares de famílias homoafetivas. A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) ressaltou que 80 mil famílias já se casaram e têm direitos previdenciários e civis, que serão retirados se a proposta virar lei. Fonte adaptada: Agência Câmara de Notícias Texto II: mais de um terço de alunos LGBT sofreram agressão física na escola, diz pesquisa Mais de um terço de alunos LGBT sofreram agressão física na escola, diz pesquisa Estudantes LGBT relatam que são agredidos dentro das escolas, o que atrapalha significativamente o rendimento escolar. De acordo com a Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil 2016, 73% dos alunos LGBT foram agredidos verbalmente e 36% fisicamente. Esses dados foram apresentados na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados. Os alunos que sofrem agressões verbais frequentemente faltam mais às aulas. Entre aqueles agredidos por orientação sexual, 58,9% faltaram às aulas no último mês. Já entre os agredidos por identidade de gênero, 51,9% faltaram às aulas. O desempenho escolar também é afetado, com notas piores para aqueles que enfrentam discriminação frequente. A pesquisa revelou que os alunos LGBT que vivenciam maiores níveis de agressão têm probabilidade 1,5 vezes maior de relatar altos níveis de depressão, baixos níveis de autoestima e até desejo de suicídio. O estudo destacou a necessidade de uma melhor formação para professores, para que possam lidar com a diversidade sexual e combater o preconceito. Segundo a pesquisa, 60,9% dos participantes relataram que se sentem à vontade para conversar com professores sobre questões LGBT. A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) aponta a necessidade de políticas públicas e leis para combater a discriminação. A entidade está desenvolvendo uma plataforma para judicializar casos graves de agressão e prevenir suicídios entre estudantes LGBT. Fonte Adaptada: Agência Brasil Texto III Engajada no combate ao preconceito e à intolerância, a Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV Direito Rio), por meio do seu Programa de Diversidade e Inclusão, promove diversas ações de conscientização ao longo do ano. Essas ações incluem debates sobre transgeneridade, transfeminismo e a questão da homofobia, temas extremamente atuais para a comunidade LGBTQIA+. Neste mês de junho, a comunidade celebra o Orgulho LGBTQIA+, reforçando a importância dessas discussões. Lígia Fabris, coordenadora do Programa Diversidade da FGV Direito Rio, destaca que a homofobia pode ser entendida como a aversão a grupos LGBTQIA+ e, infelizmente, ainda é frequente nos dias de hoje. Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a homofobia é um crime imprescritível e inafiançável, aplicando a lei do Racismo (Lei nº 7.716/1989) aos casos de homofobia e transfobia. Conforme o artigo 20 dessa lei, a pena para quem comete esse crime varia de um a três anos de reclusão, além de multa. Ofensas homofóbicas podem também ser enquadradas como injúria, segundo o artigo 140, §3º do Código Penal. Para denunciar homofobia, existem vários canais: procurar delegacias especializadas como o Decradi em São Paulo, ligar para o 190 em casos de flagrante delito, ou utilizar o Disque 100. Para muitos, o ambiente doméstico pode ser inseguro. Existem diversas casas de acolhimento para pessoas LGBTQIA+ no Brasil, além de espaços nas redes sociais que oferecem apoio psicológico, oportunidades de estudo e emprego. Essas iniciativas permitem o estabelecimento de redes de apoio, reconhecimento e inclusão social. Na FGV Direito Rio, os editais para mestrado e doutorado incentivam a participação de pessoas trans, negras, indígenas e em situação de vulnerabilidade socioeconômica, comenta Fabris. Fonte Adaptada: FGV Direito Rio Texto IV Fonte: https://www.poder360.com.br/poderdata/percepcao-sobre-homofobia-no-brasil-cresceu-sob-lula-diz-poderdata/ Repertórios para o Tema: “Caminhos para Combater a Discriminação contra a Comunidade LGBTQIA+” Clássico da Literatura Filmes e Séries Legislações e Documentos Argumentos para o tema sobre homofobia Argumento 1: Impunidade Argumento 2: Falta de Educação Inclusiva Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre os caminhos para combater a discriminação contra a comunidade LGBTQIA+ no Brasil, que tal colocar seus conhecimentos em

    10 de jun. de 2024
    As políticas públicas e o combate à obesidade infantil em comunidades carentes | Tema de redação
    Valdiele Silva
    9 min

    As políticas públicas e o combate à obesidade infantil em comunidades carentes | Tema de redação

    A obesidade infantil é um problema crescente e alarmante, especialmente em comunidades carentes. No dia 3 de junho, celebramos o Dia da Conscientização contra a Obesidade Mórbida Infantil, uma data crucial para chamar a atenção e conscientizar a população sobre a importância dos cuidados preventivos e do combate a essa grave questão de saúde pública. Pesquisas do Ministério da Saúde indicam que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas, enquanto 18,9% dos adultos estão acima do peso. Esses números mostram a urgência de abordarmos o problema com seriedade e ação efetiva. Neste post, vamos explorar como as políticas públicas podem ajudar a combater a obesidade infantil em comunidades carentes. Discutiremos as causas, consequências, e soluções possíveis, bem como apresentaremos repertórios valiosos para entender melhor esse desafio. Que tal praticar e refletir sobre como podemos contribuir para um futuro mais saudável para nossas crianças? Vamos lá! Proposta de redação sobre obesidade infantil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As políticas públicas e o combate à obesidade infantil em comunidades carentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre obesidade infantil Textos motivadores sobre obesidade infantil Texto I A obesidade em crianças e adolescentes é multifatorial. Condições genéticas, individuais, comportamentais e ambientais podem influenciar no estado nutricional. O relatório público do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional, com dados de pessoas acompanhadas na Atenção Primária à Saúde, aponta que, até meados de setembro de 2022, mais de 340 mil crianças de 5 a 10 anos de idade foram diagnosticadas com obesidade. Em 2021, a APS diagnosticou obesidade em 356 mil crianças dessa mesma idade. Atualmente, a região Sul possui 11,52% de crianças obesas nessa faixa etária, maior índice do País. Em seguida aparecem as regiões Sudeste, com 10,41%; Nordeste, com 9,67%; Centro-Oeste, com 9,43%; e Norte, com 6,93% das crianças acompanhadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na região. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/acompanhadas-pelo-sus-mais-de-340-mil-criancas-brasileiras-entre-5-e-10-anos-possuem-obesidade Texto II A necessidade de isolamento social instituída pela pandemia e a mudança de rotina que ela acarretou, em especial a diminuição de exercícios físicos, refletiu no aumento de peso em crianças e jovens. Segundo o boletim do Observa Infância, o período de 2019 a 2021 chama a atenção para um crescimento de 6,08% de crianças até 5 anos com sobrepeso ou obesas. Entre os adolescentes brasileiros houve um aumento de 17,2% no número de jovens. “A obesidade infantil e de adolescentes no Brasil ainda é uma grande preocupação de saúde pública. Apesar de observarmos uma queda nos últimos anos, o Brasil ainda possui números acima da média global e da América Latina. Nos anos de pandemia, observamos um aumento nos índices de obesidade infantil possivelmente consequência do aumento no consumo de ultraprocessados durante o período de isolamento”, alerta Cristiano Boccolini, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) e coordenador do Observa Infância. Fonte: https://portal.fiocruz.br/noticia/obesidade-em-criancas-e-jovens-cresce-no-brasil-na-pandemia Texto III Por que a obesidade continua a crescer? De antemão, o maior desafio da obesidade é o fato de essa ser uma doença multifatorial. Por esse motivo, trata-se de uma condição complexa, pois exige ações em diversos setores, não só da saúde. Isso significa dizer que a oferta de alimentos, assim como a sua qualidade, influencia no surgimento da doença. Os ambientes e locais que as pessoas frequentam podem favorecer ou não a obesidade, o que é chamado de ambientes obesogênicos, e estimular a alimentação inadequada, o comportamento sedentário e a inatividade física. Os hábitos também impactam nas escolhas alimentares, assim como as questões econômicas. Até mesmo a infraestrutura de uma cidade é considerada um fator para o surgimento e crescimento da doença. E já que a obesidade é um desafio global para a saúde e para a sociedade, é necessário adotar estratégias efetivas em todo o mundo para prevenir e deter o avanço do problema. Mas a transformação também pode e deve acontecer localmente. A execução de estratégias em nível municipal é possível e necessária para reverter o cenário e prevenir os danos: – Investimento na Atenção Primária à Saúde (APS) para o monitoramento da situação alimentar e nutricional e para a promoção do aleitamento materno e da alimentação complementar adequada e saudável em crianças menores de 2 anos; – Tornar as cidades favoráveis ao acesso a uma alimentação saudável e à prática de atividade física com estruturas adequadas e segurança; – Veiculação de campanhas efetivas de comunicação em saúde; – Valorização da escola como um ambiente aliado a esta causa, inclusive para a prática da atividade física e para a restrição da oferta de alimentos não saudáveis; – Implementação de políticas fiscais e medidas regulatórias para facilitar o acesso aos alimentos saudáveis e reduzir o acesso e a exposição aos alimentos não saudáveis. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-ter-peso-saudavel/noticias/2022/como-seu-municipio-pode-avancar-na-prevencao-da-obesidade-infantil Texto IV Fonte: https://www.crefsp.gov.br/comunicacao/noticias/3-de-junho-dia-da-conscientizacao-contra-a-obesidade-morbida-infantil Repertórios para o tema de redação sobre obesidade infantil 1. Filmes: • “Super Size Me” (2004): Um documentário que explora os impactos da alimentação de fast food na saúde. Ele destaca a importância de políticas públicas na promoção de dietas saudáveis e na regulação da indústria alimentícia. • “Wall-E” (2008): Embora seja uma animação, o filme apresenta uma sociedade futurista onde a obesidade é comum devido à vida sedentária e à dependência de alimentos processados, sublinhando a necessidade de intervenções políticas para promover estilos de vida saudáveis. 2. Séries: • “Jamie Oliver’s Food Revolution” (2010): Esta série documenta os esforços do chef Jamie Oliver para melhorar a alimentação nas escolas americanas, ressaltando a importância de políticas públicas na educação nutricional. • “The Magic School Bus” (Episódio: “Ready, Set, Dough”): Este episódio aborda a importância da nutrição, mostrando como a educação e a informação podem influenciar hábitos alimentares saudáveis desde a infância. 3. Legislações: • Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA):

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    03 de jun. de 2024
    Temas CNU
    Valdiele Silva
    13 min

    10 possíveis Temas de Redação para o CNU (Concurso Nacional Unificado): o “Enem dos Concursos”

    Apresentamos aqui uma lista dos 10 possíveis temas de redação para o Concurso Nacional Unificado (CNU), que podem ser úteis para você se preparar. Calma, calma, nós não estamos dizendo que você tem que decorar tudo! Já que a banca de correção do CNU é a Cesgranrio, conhecida por suas características e temas abordados de forma objetiva e rigorosa. Então, os principais critérios de avaliação da redação do CNU são: modalidade da língua formal, adequação ao tema, tipo de texto dissertativo-argumentativo, coesão, coerência, bem como a seleção dos argumentos. O que é o CNU (Concurso Nacional Unificado)? Mas, afinal o que é o CNU? O Concurso Nacional Unificado (CNU) é um processo seletivo unificado, proposto pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), para centralizar a seleção de novos servidores públicos federais. Além disso, esse modelo de concurso, também conhecido como “Enem dos concursos”, isto é, visa reunir em um único certame as vagas autorizadas em 2023 para diversos órgãos governamentais. Benefícios do CNU: Possíveis temas de Redação para o CNU – BLOCO 8 Primeiramente, aqui estão os possíveis temas de redação CNU, incluindo repertórios e argumentos para você treinar e se preparar. Desse modo, dominar esses temas pode fazer toda a diferença na sua redação. Vamos conferir? 1. Empoderamento individual através da web Repertórios: Argumentos: 2. Desafios na representação política atual Repertórios: Argumentos: 3. Debates sobre a responsabilização em casos de violência sexual Repertórios: Argumentos: 4. O papel vital das políticas de cotas no ensino superior Repertórios: Argumentos: 5. O impacto das novas tecnologias nas habilidades de leitura e escrita Repertórios: Argumentos: ✍️ Confira esse vídeo com possíveis temas para a redação CNU – BLOCO 8 Aliás, descubra quais temas podem aparecer na redação do CNU – BLOCO 8. Por isso, a professora Chay analisa as tendências e oferece sugestões de repertórios, como também argumentos para você estar preparado. 6. Estratégias para aprimoramento da segurança pública Repertórios: Argumentos: 7. Combatendo a crueldade contra animais: abordagens eficazes Repertórios: Argumentos: 8. A relevância da educação financeira no cotidiano Repertórios: Argumentos: 9. Reflexões sobre o racismo persistente em nosso contexto social Repertórios: Argumentos: 10. Desafios trazidos pela automação e tecnologia no mercado de trabalho Repertórios: Argumentos: Como Funciona a Redação do CNU (Concurso Nacional Unificado)? Estrutura da Redação do CNU A redação do Concurso Nacional Unificado (CNU) segue uma estrutura bem definida e precisa. É essencial conhecer essa estrutura para se preparar adequadamente e garantir uma boa pontuação. Habilitação para a Redação CNU Eliminação nas Objetivas do Concurso Nacional Unificado Realização da Redação Critérios de Avaliação Condições de Escrita Motivos para Nota Zero Avaliação e Classificação Desempate Por fim, este vídeo aborda desde a estrutura da prova até estratégias para desenvolver uma redação coesa e articulada. Aprenda a organizar suas ideias e argumentar de forma eficaz: Como Funciona a Redação da Banca Cesgranrio? A Cesgranrio (Fundação Cesgranrio) é uma das principais bancas examinadoras do Brasil, conhecida por organizar diversos concursos públicos em níveis federal, estadual e municipal. Suas provas são reconhecidas pela qualidade e rigor metodológico, sendo uma referência na avaliação de conhecimentos e habilidades dos candidatos. Abordagem Objetiva: temas do cotidiano. A Cesgranrio foca em temas objetivos que tocam a realidade brasileira e mobilizam a opinião pública. Essa abordagem torna os temas acessíveis e diretamente relacionados ao nosso cotidiano. Esses temas são frequentemente escolhidos por estarem em evidência na mídia e na vida das pessoas, facilitando a conexão dos candidatos com o assunto. Últimos Temas de Redação da Banca Cesgranrio Para se preparar, é importante também verificar os últimos temas de redação da banca Cesgranrio e como ela funciona para você se familiarizar com os padrões de exigência, ao analisar você conseguirá identificar como será o padrão dos temas de redação CNU. Ano e Órgão Tema anteriores da Cesgranrio Eixo Temático 2023 (BB) O desafio do resgate da cidadania e dos direitos das pessoas com deficiência no Brasil. Sociedade 2023 (BB) Como é possível garantir o acesso à cidadania a milhões de pessoas desbancarizadas? Sociedade 2021 (BANESE) O lugar da mulher brasileira na sociedade do século XXI Sociedade 2021 (BB) Diferentes interesses de empresas e clientes e os limites da privacidade digital. Ciência e Tecnologia 2021 (BB) A internet atualmente é fonte de informação ou de desinformação? Ciência e Tecnologia 2021 (BB) O papel do cidadão no cumprimento dos objetivos de desenvolvimento sustentável no Brasil Meio Ambiente 2023 (AgeRIO) Meio ambiente e qualidade de vida Meio Ambiente 2021 (BB) Efeitos negativos da pandemia no futuro da educação no Brasil Educação 2023 (Caixa)  “Mobilidade urbana e desigualdade social: como os investimentos públicos podem melhorar a qualidade de vida nas grandes cidades?” Sociedade 📚 Confira esse vídeo que a professora Chay fez carinhosamente sobre a Banca CESGRANRIO Neste vídeo, a professora Chay detalha as características da Banca CESGRANRIO, abordando os critérios de correção, os principais desafios e dicas essenciais para se preparar melhor. Quais possíveis eixos temáticos podem cair na redação do CNU e Concursos? Sem dúvidas, os possíveis eixos temáticos que podem cair na redação para o Concurso Nacional Unificado (CNU) e em concursos em geral, especialmente na banca Cesgranrio, incluem temas que exploram aspectos fundamentais da sociedade e suas interações. Por isso, vamos detalhar alguns dos principais eixos temáticos, que podem ser temas de redação CNU, abaixo: Sociedade Primeiramente, este eixo abrange questões sociais amplas e específicas, como inclusão social, desigualdade, e direitos humanos. Temas possíveis podem incluir: Ciência e Tecnologia Em seguida, neste eixo, os temas envolvem a intersecção entre avanços tecnológicos, ciência, e seu impacto na sociedade. Logo, possíveis temas incluem: Economia Por outro lado, o eixo econômico trata de questões relacionadas ao desenvolvimento, políticas econômicas e seus efeitos sociais. Dessa forma, os temas possíveis são: Meio Ambiente Além disso, as questões ambientais estão cada vez mais em evidência, abrangendo desde mudanças climáticas até preservação de recursos naturais. Afinal, temas que podem aparecer incluem: Educação Outrossim, este eixo discute temas relacionados à qualidade, acesso e políticas educacionais. Nesse sentido, os possíveis temas podem incluir: Quando será

    Para concursosbanco de temas de redação
    31 de mai. de 2024
    analfabetismo no brasil
    Valdiele Silva
    7 min

    As disparidades raciais e sociais refletidas na taxa de analfabetismo no Brasil | Tema de redação

    Proposta de redação  A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As disparidades raciais e sociais refletidas nas taxas de analfabetismo no Brasil” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores Texto I Analfabetismo Autor: Alceu Ravanello Ferraro, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS O termo “analfabeto” vem do latim e significa literalmente “sem alfabeto”. Historicamente, esse rótulo era reservado a pessoas que, devido a suas posições ou funções sociais, precisavam saber ler e escrever. Contudo, desde o século XVIII, essa exigência se estendeu para a população em geral, marcando uma mudança significativa no entendimento e na abrangência do analfabetismo. No Brasil pós-1870, ser alfabetizado tornou-se um critério para votar com a Lei Saraiva de 1881, promovida pelo Partido Liberal. Os analfabetos foram excluídos do voto, considerados ignorantes e até perigosos, criando um estigma social duradouro. Paulo Freire, em 1968, criticou essa visão, apontando o analfabetismo como uma expressão de injustiça social. Segundo ele, a alfabetização deveria transcender a simples técnica de ler e escrever, evoluindo para uma ferramenta de reflexão crítica e libertação. Fonte adaptada: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), acesso em 24 de junho de 2024. Texto II sobre analfabetismo No Brasil, 11,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais, ou seja, 7% dessa faixa etária, não sabem ler e escrever uma carta simples. Apesar da redução do problema nas últimas décadas, o Nordeste permanece como a região com a taxa de analfabetismo mais elevada do país, com 14,2%, o que representa o dobro da média nacional. Esses dados, divulgados pelo Censo Demográfico de 2022 na última sexta-feira, apontam também uma melhora comparativa: em 2010, a taxa de analfabetismo era de 9,6%. Fonte adaptada: G1, acesso em 24 de junho de 2024. Texto III sobre analfabetismo no Brasil Segundo dados do Censo, a taxa de analfabetismo entre os indígenas alcança 15,1%, o que é significativamente superior em comparação com outras etnias. Este índice é maior do que os 10,1% observados na comunidade preta e os 8,8% na comunidade parda. Em contraste, as populações branca e amarela apresentam as menores taxas, com 4,3% e 2,5%, respectivamente. Isso mostra que as taxas de analfabetismo para pretos e pardos são mais que o dobro em relação aos brancos, e quase quatro vezes maior para os indígenas. Fonte adaptada: CNN Brasil, acesso em 24 de junho de 2024. Texto IV Fonte IBGEhttps://www.ibge.gov.br/ Repertórios para o tema sobre taxa de analfabetismo no Brasil Filmes para tirar nota alta na redação do Enem Séries sobre analfabetismo no Brasil Legislações sobre analfabetismo Clássicos da Literatura para usar na redação sobre esse tema Fato Histórico sobre analfabetismo Argumentos para o tema sobre taxa de analfabetismo no Brasil Argumento 1 sobre taxa de analfabetismo no Brasil: desigualdade social Causa: A desigualdade social, agravada pela distribuição desigual de recursos educacionais, está diretamente relacionada ao alto índice de analfabetismo entre comunidades vulneráveis no Brasil. Consequência: O analfabetismo limita oportunidades de emprego e participação cívica, perpetuando ciclos de pobreza e exclusão social. Solução Possível: Investir em educação acessível nas áreas mais afetadas, incluindo a formação de professores e o uso de tecnologias educacionais, pode quebrar o ciclo de desigualdade. Repertório: Ariano Suassuna destacou como a integração da cultura local na educação pode combater a exclusão. Adaptar métodos educacionais para respeitar e valorizar as identidades regionais promove inclusão e interesse pelo aprendizado. Argumento 2: lacuna educacional Causa: A lacuna educacional no Brasil é agravada pela falta de infraestrutura adequada e pela ausência de programas que incentivem a leitura e a escrita, especialmente em comunidades vulneráveis. Consequência: Essa deficiência resulta em altas taxas de evasão escolar e em um baixo índice de alfabetização, perpetuando a exclusão social e limitando as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional. Solução Possível: Investir em infraestrutura escolar e criar programas de incentivo à leitura e à escrita, adaptados às necessidades locais, pode reduzir a evasão escolar e melhorar a alfabetização. O uso de metodologias participativas e inclusivas, como as propostas por Paulo Freire, pode engajar os estudantes e valorizar seu contexto sociocultural. Repertório: Paulo Freire destacou a importância de uma educação que vá além da simples transmissão de conhecimentos. Ele defendia uma pedagogia que considera o aluno um agente ativo no processo de aprendizagem, promovendo a conscientização e a transformação social. Aplicar esses princípios pode ajudar a preencher a lacuna educacional. Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre as disparidades raciais e sociais refletidas nas taxas de analfabetismo no Brasil, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter sua redação corrigida pela mais renomada e eficiente plataforma de correção do Brasil..

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    27 de mai. de 2024
    O papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética em crianças e adolescentes
    Valdiele Silva
    8 min

    O papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética em crianças e adolescentes

    Proposta de redação  A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética em crianças e adolescentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores  Texto I A dor musculoesquelética afeta cerca de 27% das crianças e adolescentes brasileiros, representando um desafio significativo para a saúde pública, conforme estudo publicado no Brazilian Journal of Physical Therapy. Essa condição, muitas vezes subestimada por pais e profissionais de saúde, pode ter um impacto considerável nas atividades diárias dos jovens, incluindo a frequência escolar e a participação em atividades físicas. O estudo revela que mais de um quarto dos jovens entrevistados relataram dores incapacitantes que afetaram suas rotinas, com as costas sendo a região mais afetada. Esse dado é alarmante, principalmente porque a dor na infância e adolescência pode evoluir para problemas crônicos na vida adulta. No Brasil, estima-se que mais de 35% dos adultos acima de 50 anos sofram de dor crônica, o que destaca a importância de abordar essas questões desde cedo. Entre os fatores associados à dor musculoesquelética em jovens, destacam-se o sedentarismo, como horas excessivas diante de televisões e videogames, além de questões psicossomáticas e a qualidade de interação familiar. Esses elementos são cruciais para entender o contexto amplo em que essa dor se desenvolve e persiste. Uma abordagem proativa para o manejo dessas dores inclui a promoção de atividades físicas, que são fundamentais não apenas para a prevenção, mas também como parte do tratamento. O encorajamento ao movimento e à atividade regular pode ser um passo vital para mitigar os impactos dessa condição na juventude. Fonte adaptada: CNN Brasil Texto II Dores nos membros inferiores representam cerca de 10 a 15% das consultas pediátricas, sendo um encaminhamento comum para serviços de reumatologia. As causas de dor musculoesquelética em crianças variam entre condições reumáticas e não reumáticas, com destaque para as síndromes dolorosas idiopáticas e síndromes de amplificação da dor musculoesquelética (SADMs), que incluem as dores de crescimento, fibromialgia juvenil, síndrome de dor regional complexa, fobia escolar e reumatismo psicogênico. Outros grupos de condições que podem causar dor incluem doenças mecânicas, inflamatórias, infecciosas, hematológicas, neoplásicas e metabólicas. O diagnóstico dessas dores inicia-se com uma avaliação detalhada da história do paciente e exame físico, que direcionam os exames complementares necessários. Essa abordagem evita procedimentos desnecessários e encaminhamentos excessivos para especialistas. Fonte adaptada: Secad Artmed. Texto II Especialistas do Institute of Training Science and Sports Informatics, em estudo publicado na revista “Pediatrics”, destacam os benefícios da musculação para crianças e adolescentes quando devidamente supervisionada. O treino de resistência realizado duas vezes por semana resultou em maior ganho de força comparado a treinos menos frequentes ou mais curtos. A prática, que já é adotada por alguns profissionais no Brasil, requer supervisão de um educador físico e liberação médica. A Associação Nacional de Força e Condicionamento (NSCA) lista várias vantagens do treino de força nesta faixa etária, incluindo melhorias no equilíbrio corporal, concentração, massa óssea, e redução no risco de lesões. Esses benefícios se estendem à prevenção de condições como hipertensão e à promoção de um estilo de vida saudável. O treino também é benéfico para o desenvolvimento social e autoestima dos jovens. Fonte adaptada: https://www.anapaulasimoes.com.br/nossos-artigos/musculacao-para-criancas-e-adolescentes/ Texto IV Fonte: IBGE Repertórios relacionados ao tema sobre o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética Filme: “Billy Elliot” Esse filme retrata a vida de um garoto que encontra na dança uma paixão e um escape para suas frustrações pessoais e físicas, incluindo as tensões musculares do trabalho manual que muitas crianças enfrentam em contextos desfavorecidos. A história destaca como a atividade física, mesmo não convencional, como a dança, pode influenciar positivamente o desenvolvimento físico e emocional. Série: “Cheer” (Netflix) Essa série documental expõe os riscos e benefícios físicos da prática intensiva de esportes desde cedo. Discute lesões comuns, prevenção e o impacto da atividade física no bem-estar e desenvolvimento dos jovens. Agenda 2030 – Objetivo de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar (Objetivo 3) Esse objetivo enfatiza a importância da saúde e bem-estar para todas as idades, incluindo o fomento de estilos de vida saudáveis desde a infância. O incentivo à prática regular de atividade física encaixa-se como uma estratégia para prevenir doenças crônicas desde cedo, incluindo problemas musculoesqueléticos. Lei: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) O ECA, em seus vários artigos, protege o direito à saúde das crianças e adolescentes, incluindo o acesso a práticas esportivas e atividades físicas que são essenciais para o desenvolvimento saudável e prevenção de doenças, como as dores musculoesqueléticas. Livro: “O Físico” – Noah Gordon A obra trata primordialmente de um aprendizado médico na Idade Média, mas também destaca o impacto dos conhecimentos médicos na melhoria da qualidade de vida e saúde, um paralelo que pode ser traçado em relação à importância do conhecimento sobre a biomecânica e fisiologia no treino de jovens. Constituição de 1988 A Constituição Brasileira estabelece como dever do Estado garantir a saúde como direito de todos, promovendo políticas sociais e econômicas que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos. Isso inclui promover programas e iniciativas que incorporem a atividade física como parte essencial da saúde pública, também para crianças e adolescentes. Argumentos para abordar o tema o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética Argumento 1: falta de debate sobre atividade física na infância Argumento 2: omissão governamental no estímulo à atividade física infantil Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética em crianças e adolescentes, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter

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    20 de mai. de 2024
    enchentes
    Valdiele Silva
    8 min

    Planejamento urbano e gestão de recursos hídricos: estratégias para reduzir o risco de enchentes

    Proposta de redação sobre o risco de enchentes A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Planejamento urbano e gestão de recursos hídricos: estratégias para reduzir o risco de enchentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores Texto I Enchentes são eventos naturais que podem ser exacerbados pelo desenvolvimento urbano. Frequentemente ocorrem de dezembro a fevereiro, afetando significativamente a vida urbana. As enchentes resultam tanto de causas naturais, como a topografia das planícies de inundação, quanto antrópicas, incluindo a má gestão do espaço urbano. A interferência humana, como a impermeabilização do solo e a poluição, agrava o problema das enchentes. O acúmulo de lixo nos bueiros e a falta de drenagem adequada contribuem para o aumento do nível dos rios. É crucial a adoção de medidas como sistemas de drenagem eficientes, controle de poluição, e planejamento urbano para prevenir enchentes. Para combater as enchentes, algumas cidades adotam medidas paliativas e de prevenção. Iniciativas como a construção de barragens, desassoreamento de rios e a implementação de sistemas eficientes de drenagem são essenciais. Além disso, medidas preventivas incluem a desocupação de áreas de risco e o fortalecimento do planejamento urbano para minimizar os impactos desses eventos naturais. Fonte adaptada de Brasil Escola. Texto II Enchentes urbanas, embora fenômenos naturais, são exacerbadas por fatores humanos como impermeabilização do solo e obstruções de drenagem. Durante períodos de chuva intensa, de dezembro a fevereiro, as cidades enfrentam inundações devido à incapacidade dos sistemas urbanos de gerenciar eficazmente o excesso de água. Conforme Otto Pfafstetter detalha em seu Manual de Hidrologia, chuvas intensas rapidamente excedem a capacidade de absorção do solo urbano, especialmente em áreas densamente construídas e impermeabilizadas. A interação entre a gestão inadequada do lixo e a infraestrutura de drenagem deficiente acentua o problema das enchentes. O lixo acumulado bloqueia bueiros e canais de drenagem, impedindo o escoamento normal da água. Além disso, a construção em áreas propensas a inundações e o aumento da impermeabilização do solo elevam a frequência e severidade das enchentes. Para combater esse problema, são necessárias medidas integradas que incluem melhor planejamento urbano, sistemas eficientes de drenagem e conscientização pública sobre o descarte correto do lixo. Abordar as enchentes urbanas requer uma combinação de prevenção e ações paliativas. A construção de barragens, desassoreamento de rios, e a implementação de “olheiros” para monitorar áreas de risco, como feito em Belo Horizonte, são exemplos de estratégias aplicadas. No entanto, a longo prazo, é crucial desenvolver e manter infraestruturas de drenagem robustas e promover a ocupação responsável do solo para minimizar os impactos desses eventos naturais. Fonte adaptada: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/mma10.htm Texto III As cidades do Sul do RS já registram transtornos devido às chuvas. Em Pelotas, na Praia do Laranjal, moradores estão em alerta para deixarem as áreas de risco. Segundo a prefeitura do município, 400 pessoas estão em abrigos. As aulas em escolas municipais foram suspensas até a próxima sexta-feira (10). Em Rio Grande, na Lagoa dos Patos, mais de 200 pessoas estão fora de casa. Ao todo, são 223 desalojados e 49 em abrigos. Jaguarão e São Lourenço do Sul também já sofrem os impactos das chuvas. Porto Alegre voltou a registrar chuva e vento na tarde desta quarta-feira (8). A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um alerta de chuva forte e vento acima dos 90 km/h para grande parte do estado. Além disso, há possibilidade de descargas elétricas e queda de granizo. Em Canoas, 11 bairros foram evacuados por determinação da prefeitura da cidade por causa das enchentes. Mais de 50 mil pessoas vivem em áreas de risco no município e 15 mil foram levadas para um dos 55 abrigos abertos no município. Um cavalo ficou ilhado em cima do telhado de uma casa. Fonte:https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2024/05/09/sobe-para-107-o-numero-de-mortos-apos-enchentes-que-atingem-o-rs.ghtml Texto IV De acordo com dados da Organização Não Governamental (ONG) World Resources Institute (WRI), as enchentes têm prejudicado mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo – gerando um custo de 96 bilhões de dólares por ano. Fonte: https://abridordelatas.com.br/no-mundo-mais-de-20-milhoes-de-pessoas-sao-afetadas-por-enchentes/ Repertórios Relacionados ao Tema sobre o risco de enchentes Filmes “Uma Verdade Inconveniente” (2006) – Este documentário aborda as mudanças climáticas e seus impactos, como enchentes, ressaltando a importância de políticas públicas eficientes para o manejo de recursos hídricos e a prevenção de catástrofes ambientais. “Chinatown” (1974) – O filme destaca temas de manipulação dos recursos hídricos em Los Angeles, enfatizando a importância do planejamento urbano e gestão de recursos naturais para evitar conflitos e desastres. Séries “Tidying Up with Marie Kondo” (2019) – A série ilustra princípios de cuidado e atenção que podem ser aplicados metaforicamente ao planejamento urbano e manejo de recursos. “Our Planet” (2019) – Esta série documental destaca como as mudanças climáticas afetam os ecossistemas globais, incluindo as gestões inadequadas de recursos naturais que podem levar a desastres como enchentes. Agenda 2030 Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis – Foca em tornar as cidades resilientes e sustentáveis, melhorando a gestão de riscos naturais como enchentes. Leis Relacionadas Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei nº 9.433/1997) – Esta lei brasileira promove a gestão integrada dos recursos hídricos, incluindo medidas de prevenção e controle de enchentes. Clássico da Literatura: “O Tempo e o Vento” de Érico Veríssimo Este clássico da literatura brasileira narra a história de várias gerações de uma família no Rio Grande do Sul, abrangendo mais de 200 anos de história. Embora o foco principal não seja sobre enchentes, o livro retrata a luta constante das personagens com as forças da natureza, incluindo inundações, que são comuns na região sul do Brasil. A obra ilustra como eventos naturais podem moldar a vida, a cultura e a resiliência das comunidades locais. Constituição de 1988: A Constituição Brasileira de 1988 estabelece em seu

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