
Nos últimos anos, o debate sobre o abandono de idosos e de pessoas com deficiência no Brasil tem ganhado destaque na esfera pública. Esse tema, que envolve direitos humanos, saúde pública e justiça social, passou a ser ainda mais urgente com a aprovação do Projeto de Lei 4.626/2020, que aumenta significativamente a pena para quem abandona ou maltrata indivíduos em situação de vulnerabilidade.
O novo projeto, aprovado em junho de 2025, não apenas reformula o Código Penal, como também altera o Estatuto do Idoso e o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Trata-se de uma medida que busca inibir práticas criminosas e proteger uma parcela da população frequentemente invisibilizada.
Diante disso, o abandono institucional ou familiar desses grupos revela problemas estruturais profundos, como a negligência governamental, a precariedade das políticas públicas e a falta de conscientização social. Por essa razão, o tema se torna extremamente relevante para provas como o ENEM, vestibulares e concursos públicos, que cobram do candidato um olhar atento à realidade brasileira e capacidade de propor soluções eficazes.
Neste post, você vai encontrar textos motivadores, repertórios socioculturais, argumentos, propostas de intervenção e estrutura completa de redação para treinar com base nesse recorte temático. Um conteúdo essencial para quem deseja se destacar nas provas mais concorridas do país.
Treine sua redação com o tema abandono de idosos e de pessoas com deficiênciaA partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para combater o abandono de idosos e de pessoas com deficiência no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.
Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista.
O Projeto de Lei 4.626/2020, aprovado pela Câmara dos Deputados com emendas do Senado, seguiu para sanção presidencial em junho de 2025. O texto propõe aumento das penas para os crimes de abandono e maus-tratos a idosos ou pessoas com deficiência.
Antes, a pena geral era de seis meses a três anos de reclusão. Com a nova redação, o tempo passa a ser de dois a cinco anos, além de multa. Nos casos em que o abandono resulta em lesão corporal grave, a pena pode chegar a sete anos. Se houver morte, o autor pode ser condenado a até 14 anos de prisão.
Além disso, o projeto altera o Estatuto do Idoso e o Estatuto da Pessoa com Deficiência para reforçar a punição nesses casos, retirando a possibilidade de julgamento por juizados especiais.
Com isso, o poder público reconhece a gravidade desses crimes, que expõem à vulnerabilidade física e cognitiva cidadãos que dependem de cuidado constante.
Fonte adaptada: Agência Senado (18/06/2025).
Acesso em: senado.leg.br
O abandono de incapaz é um crime previsto no artigo 133 do Código Penal. Ele ocorre quando uma pessoa responsável se omite no dever de proteger alguém vulnerável.
Em primeiro lugar, é necessário destacar quem pode ser considerado incapaz. A legislação reconhece essa condição em pessoas que não conseguem se defender sozinhas por causa da idade, deficiência ou estado de saúde.
Dessa forma, estão incluídas crianças pequenas, idosos fragilizados, pessoas com deficiências físicas ou mentais e indivíduos sob efeito de drogas, álcool ou medicamentos.
Além disso, o crime se caracteriza pela existência de um vínculo de cuidado entre a vítima e o agressor. Esse vínculo pode ser legal, como a tutela, ou de fato, como na convivência familiar.
A conduta se configura quando há omissão no cuidado necessário, gerando risco concreto à vida, à saúde ou à integridade física da vítima.
Para fins penais, não basta apenas a negligência. É preciso que a omissão tenha colocado o incapaz em perigo real.
Segundo o Código Penal, o abandono pode assumir três formas principais: físico, emocional e intelectual.
No abandono físico, há negligência em relação à alimentação, higiene, vestuário e assistência médica. Esse é o tipo mais visível e frequentemente denunciado.
O abandono emocional envolve a omissão de suporte afetivo e escuta. Mesmo presente fisicamente, o responsável pode negligenciar o bem-estar psicológico da vítima.
Já o abandono intelectual se refere à falta de estímulo educacional. Ocorre quando o responsável impede ou negligencia o acesso à formação básica.
Esses três tipos de abandono são penalmente relevantes, sobretudo quando a omissão compromete o desenvolvimento ou a segurança da vítima.
No abandono doloso, o agente tem a intenção de deixar a vítima desamparada. Ele age com consciência do risco envolvido.
No abandono culposo, a omissão decorre de negligência, imprudência ou imperícia. O agente não deseja o resultado, mas falha no dever de cuidado.
Existe ainda o dolo eventual. Nesse caso, o agente assume o risco de causar dano, mesmo sem desejar diretamente o desfecho.
Essa distinção é fundamental para a aplicação da pena, que varia conforme a gravidade da conduta e o resultado do abandono.
A pena depende do dano causado à vítima. Se houver apenas risco, a detenção é de seis meses a três anos.
Caso ocorra lesão corporal grave, a pena sobe para reclusão de um a cinco anos. Se resultar em morte, a punição chega a quatro a doze anos.
Além disso, a pena aumenta em um terço se o abandono ocorrer em lugar ermo, se o autor for parente próximo ou se a vítima tiver mais de 60 anos.
Na esfera cível, o agressor pode ser condenado ao pagamento de indenização por danos morais e materiais, além da perda da guarda, tutela ou curatela.
Essas sanções reforçam o princípio da dignidade da pessoa humana, presente na Constituição Federal.
Fonte do texto: Galvão & Silva Advogados – Abandono de incapaz
Não Deixe Sua Redação no Modo Automático – Corrija Agora!O Brasil enfrenta uma grave crise relacionada ao abandono de pessoas idosas. Os dados oficiais mostram um crescimento alarmante desse tipo de violação de direitos.
Segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o país já registrou 332 casos de abandono de idosos somente em 2025. Isso equivale a uma média de quase dois casos por dia.
Em 2024, foram registrados 734 casos, o que representou um aumento de 55% em relação a 2023, que teve 471 ocorrências.
Esses dados confirmam uma tendência preocupante. O número de idosos abandonados cresce a cada ano, revelando fragilidades nas redes de cuidado familiar e institucional.
Em junho de 2025, uma idosa de 72 anos ficou 26 dias internada sem receber visitas. Nenhum familiar assumiu a responsabilidade por seu retorno para casa.
Segundo a denúncia, os parentes afirmaram que a idosa precisava de muitos cuidados e que não havia estrutura adequada para recebê-la de volta ao lar.
Essa situação mobilizou o Ministério Público. A promotora de Justiça Jacqueline Ferreira Moisés lembrou que o abandono é crime, previsto no Estatuto do Idoso, com pena de 6 meses a 3 anos de detenção, além de multa.
O abandono de idosos nos hospitais impacta também o funcionamento do SUS. Segundo a diretora do Hospital Metropolitano Doutor Célio de Castro, há casos em que o abandono ultrapassa 200 dias.
Durante esse período, os leitos permanecem ocupados sem necessidade clínica. Isso compromete o acesso de outros pacientes que precisam de internação.
Além da questão ética, o abandono compromete recursos públicos e agrava a exclusão social da pessoa idosa.
Fonte: BandNews FM / Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania
O abandono de idosos e pessoas com deficiência é um tema sensível que exige argumentos embasados e repertórios que expressem empatia, responsabilidade social e compreensão legal. A seguir, reunimos referências culturais, literárias e jurídicas que ajudam a aprofundar a análise do tema na redação.
Conhecer a legislação é essencial para fundamentar seu texto. Veja os principais dispositivos:
Essas produções retratam, direta ou indiretamente, o abandono de idosos ou pessoas com deficiência, gerando empatia e senso crítico:
A literatura permite enxergar a realidade pela lente da sensibilidade:
Ao redigir sobre o abandono de pessoas em situação de vulnerabilidade física ou cognitiva no Brasil, é essencial construir argumentos com base em causas estruturais, impactos sociais e possíveis soluções. Abaixo, veja dois eixos argumentativos completos que podem ser usados na sua redação.
Causa: A impunidade e a baixa fiscalização por parte do poder público enfraquecem o cumprimento das leis que protegem idosos e pessoas com deficiência. A carência de campanhas educativas e de canais efetivos de denúncia também dificulta a prevenção e o combate aos casos de abandono familiar e institucional.
Consequência: Com isso, a negligência se torna invisibilizada e recorrente. Muitas vítimas acabam expostas a riscos como desnutrição, isolamento, agravamento de doenças e até morte, como alertam os dados do Ministério dos Direitos Humanos.
Possível solução: Para reverter esse cenário, o Estado deve investir em campanhas nacionais de conscientização sobre o dever de cuidado, além de criar mecanismos ágeis de denúncia e ampliar a rede de atendimento social e jurídico às vítimas.
Repertório: O filósofo Zygmunt Bauman argumenta que, em tempos de modernidade líquida, vínculos sociais se tornam cada vez mais frágeis. Essa lógica contribui para o abandono de quem exige cuidado permanente.
Evite Redações Superficiais – Fortaleça Sua Escrita com Feedback Especializado!Causa: a sociedade brasileira ainda é marcada por uma lógica capacitista e etarista, que enxerga o idoso e a pessoa com deficiência como “fardos” improdutivos. Isso leva à marginalização desses grupos no convívio familiar, social e até nas políticas públicas.
Consequência: Como resultado, o abandono se perpetua não apenas pela falta de assistência, mas também pela falta de afeto, reconhecimento e pertencimento. O caso da idosa internada por 26 dias sem visita (BandNews FM, 2025) ilustra essa exclusão silenciosa.
Possível solução: é necessário investir em educação para a cidadania desde as séries iniciais, promovendo valores como empatia, respeito às diferenças e valorização da vida em todas as fases.
Repertório: o geógrafo Milton Santos critica o modelo de cidadania mutilada, no qual parte da população é privada de direitos fundamentais, como o cuidado e a proteção.
Por fim, o abandono de idosos e de pessoas com deficiência revela não só falhas estruturais do Estado, mas também uma grave crise de valores sociais. As consequências são irreparáveis e atingem os grupos mais frágeis da população brasileira. Por isso, é fundamental dominar esse tema na sua redação, explorando causas, consequências e soluções reais com embasamento jurídico, social e cultural.
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br