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TEXTO 1: Foi publicada no DOU de 18 de março, em edição extra, a lei 13.812/19, que institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. A nova norma também cria o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, que será composto de informações públicas e sigilosas para fins da identificação da pessoa desaparecida. De acordo com a lei, os órgãos que participarão da política nacional serão os órgãos de segurança pública; de Direitos Humanos e de Defesa da Cidadania; os institutos de identificação, de medicina legal e de criminalística; Ministério Público; a Defensoria Pública; a Assistência Social; os conselhos de direitos com foco em segmentos populacionais vulneráveis e os Conselhos Tutelares. Sobre o cadastro, ele será composto de informações públicas, de livre acesso por meio da internet, banco de informações sigilosas, destinado aos órgãos de segurança pública, e também um banco de informações sobre dados genéticos e não genéticos das pessoas desaparecidas e de seus familiares. Também está prevista na lei a elaboração de um relatório anual com as estatísticas acerca dos desaparecimentos, em que deverão constar número total de pessoas desaparecidas; número de crianças e adolescentes desaparecidos; quantidade de casos solucionados e causas dos desaparecimentos solucionados. Reformulação O Brasil já dispõe de um cadastro, inicialmente destinado a crianças e adolescentes desaparecidos, previsto na lei 12.127/09. Coordenado pelo Ministério da Justiça, hoje também inclui adultos. De acordo com a relatora do PL da novel legislação, Eliziane Gama, os dados não são suficientes para a investigação, além de outras falhas. Agora pela lei, hospitais, clínicas e albergues, sejam públicos ou privados, devem informar às autoridades o ingresso ou cadastro em suas dependências de pessoas sem a devida identificação. Para ajudar na localização, o governo poderá promover convênios com emissoras de rádio e televisão para a transmissão de alertas urgentes de desaparecimento. Fonte: https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI298389,21048-Lei+cria+politica+nacional+para+busca+de+desaparecidos TEXTO 2: Em 2017, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados em todo o Brasil 82.684 desaparecimentos, aumento considerável se comparado a 2016, que registrou 71.796 casos de pessoas desaparecidas. São 226 desaparecimentos por dia. Somente no estado de São Paulo, em 2018, foram registrados 24.368 desaparecimentos, de acordo com o Ministério Público do Estado (MP-SP). Desse total, 215 eram crianças de 0 a 7 anos, 1.035 eram crianças de 8 a 12 anos e 7.255 eram adolescentes. Isso representa 8.505 crianças e adolescentes – um terço do total de desaparecidos no estado. Os desaparecimentos são classificados de três formas: voluntário (fuga do lar devido a desentendimentos familiares, violência doméstica ou outras formas de abuso dentro de casa), involuntário (afastamento do cotidiano por um evento sobre o qual não se possui controle, como acidentes ou desastres naturais) e forçado (sequestros realizados por civis ou agentes de Estados autoritários). O desaparecimento forçado é o mais assustador para as famílias. Redes de pedofilia, tráfico de órgãos, prostituição e escravidão moderna estão entre os motivos para um desaparecimento forçado. Infelizmente, o Brasil está bem atrasado em políticas públicas para evitar que mais crianças desapareçam. Nem todos os estados disponibilizam dados sobre desaparecimentos com divisão por faixa etária e não existe um dado oficial sobre quantas crianças e adolescentes desaparecem por ano em todo o Brasil. Fonte: https://observatorio3setor.org.br/noticias/perigo-ignorado-226-pessoas-desaparecem-por-dia-no-brasil/ TEXTO 3: Fonte: Diego novaes A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desaparecimento de pessoas no Brasil”. Leia também: Tema de redação: Crianças em situação de rua no Brasil Tema de Redação: Saúde mental no século XXI Tema de Redação: Saneamento básico no Brasil Tema de Redação: Doação de Órgãos no Brasil Tema de Redação: Assédio por intrusão (stalking) Tema de Redação: Demarcação de terras e impactos na cultura indígena

Você já ouviu falar de jornalismo contemporâneo? Ele está cada vez mais presente e pode cair no tema de redação do Enem, vestibulares e concursos. Confira os textos motivadores! Texto 1: Há quem defenda que 2018 seja lembrado como o ano em que as mídias sociais viraram a chave e enfrentaram, com vantagem, as tradicionais plataformas de comunicação: rádio, TV e jornal. Os resultados das eleições, definitivamente, ligaram a luz vermelha. O horário político na televisão costumava ter relevância ao ponto de definir alianças entre partidos. Mas o que se viu, em 2018, foi que o vencedor do pleito presidencial optou pelo uso do WhatsApp e colheu o melhor resultado. O sentimento que mobilizou as pessoas durante o ano foi o desejo de interagir e contribuir com opinião, mesmo que não fosse a sua, mas algo que ratificasse a sua linha de pensamento e justificasse a preferência por determinado candidato. E pouca gente escapou de compartilhar, nas redes sociais, as chamadas Fake News. Com as novas regras ou a falta delas, muitos que se intitulam influenciadores digitais ignoram os princípios básicos que regem a prática do Jornalismo, o qual prevê a checagem das informações e a necessidade de ouvir as diferentes versões do fato em questão. A Internet, que democratizou o acesso a conteúdos remotos, também dá poderes a pessoas com certo carisma, mas nem sempre com conhecimento e com as técnicas apropriadas para divulgar uma notícia verdadeira. Mais do que nunca, o papel das faculdades de Jornalismo e a atuação do profissional de imprensa tornaram-se fundamentais. A expectativa é de que, passada a primeira fase em que a maioria das pessoas quer experimentar o papel de ‘noticiarista’, a sociedade possa reconhecer que dar uma notícia é um trabalho que tem uma certa complexidade. Contar uma experiência ou manifestar a opinião é o direito de todos, mas só será notícia se afetar a vida de muitas pessoas. Ouvinte, leitor, telespectador e internautas têm a importante missão de exigir qualidade no produto que lhe entrega e nunca abrir mão de comparar mais de uma fonte noticiosa. Assim como se faz quando se desconfia de um prognostico médico. Fonte: https://coletiva.net/artigos/desafios-do-jornalismo-na-era-digital,288481.jhtml Texto 2: O Papa Francisco assinalou na segunda-feira os desafios do jornalismo na era digital, durante a audiência concedida à União Católica da Imprensa Italiana na Sala Clementina do Palácio Apostólico. “Na era da internet, a tarefa do jornalista é identificar as fontes críveis, contextualizá-las, interpretá-las e hierarquizá-las”, indicou o Santo Padre, que deu como exemplo que, quando “uma pessoa morre de frio na rua, não vira notícia, mas se caem dois pontos na Bolsa de valores todas as agências falam disso. Há algo que não funciona”. Nesse sentido, o Pontífice incentivou os membros da União Católica da Imprensa Italiana a “ser voz da consciência de um jornalismo capaz de distinguir o bem do mal, as escolhas humanas das desumanas. Porque hoje existe uma confusão que não se distingue, e vocês precisam ajudar para que não seja assim”. “O jornalista, que é o cronista da história, é chamado a reconstruir a memória dos fatos, a trabalhar pela coesão social, a dizer a verdade a todo custo: há também uma parresia – ou seja, um valor – do jornalista, sempre respeitosa e não arrogante”, assinalou. O Papa Francisco disse que “isso também significa ser livre diante do público: falar em um estilo evangélico: ‘sim, sim’, ‘não, não’, porque o resto vem do maligno”. Assinalou que “a comunicação precisa de palavras verdadeiras no meio de tantas palavras vazias. Nisso vocês têm uma grande responsabilidade: as suas palavras contam o mundo e o modelam, as suas histórias podem gerar espaços de liberdade ou de escravidão, de responsabilidade ou dependência do poder”. Fonte: https://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-assinala-os-desafios-do-jornalismo-na-era-digital-68313 A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios do jornalismo contemporâneo”. Leia também: Tema de redação: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade Tema de Redação: Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de Redação: Lixo eletrônico e impactos socioambientais

Texto 1: O depósito irregular de lixo é um problema que afeta o mundo todo. Quem sofre mais, no entanto, são os países em desenvolvimento. Alvo dos restos das grandes nações desenvolvidas, precisam lidar com um problema que não é seu e que, além de tudo, é ilegal. Mais recentemente esses países têm lidado com um acúmulo específico de lixo: o lixo eletrônico, também chamado de e-lixo. Baterias, celulares, e computadores quebrados e inúmeros produtos tóxicos estão invadindo territórios por vias ilegais, causando problemas ambientais e diplomáticos. Esse problema ambiental cresceu muito nas últimas décadas. Pegamos como exemplo o continente africano. Há muitos países da África que possuem tecnologia de captação dos raios solares para gerar energia para casas mais pobres. O problema é que eventualmente as placas solares caem em desuso. Ao estragarem, somam-se aos milhares de computadores e de aparelhos celulares. Ficam em depósitos, irregularmente descartados nas ruas, causando um impacto ambiental absurdo. No Japão, por outro lado, a situação é oposta a do continente africano. Um dos maiores produtores de tecnologia avançada do mundo são responsáveis também pela maior taxa de reciclagem desse tipo de produto: cerca de 90%. Na Europa há uma divisão na balança do cuidado com o lixo eletrônico. Quanto mais ao Norte, da Alemanha para os países nórdicos, maior é a taxa de reciclagem desse tipo de lixo. Ao sul, em países mais pobres do continente europeu, o cenário é parecido com o de países emergentes. Os Estados Unidos têm uma boa política de descarte de lixo eletrônico. O problema é não haver locais preparados para fazer a reciclagem desse lixo. A solução encontrada foi enviar todas as milhares de toneladas desse lixo para a China. Os custos são altíssimos, e a relação entre estadunidenses e chineses está a cada mês mais abalada. Vincent Yu, chinês que trabalha na empresa Fortune Sky USA, uma das denunciadas por enviar toneladas de e-lixo para a China, se defendeu ao jornal estadunidense Boston Globe afirmando que tudo foi um engano. “Achávamos que estavámos exportando computadores de segunda mão, e não monitores e televisores velhos”, disse. A mesma empresa já foi flagrada exportando computadores e outros componentes velhos para Malásia, Vietnã e outros países asiáticos. Os chineses estão bastante cansados de receber o lixo norte-americano. Como consequência, estão recusando os eletrônicos dos Estados Unidos ou aumentando os preços para fazer o serviço. Isso causa está causando uma crise grave em todo o planeta, que a médio e a longo prazo terá efeitos muito negativos no meio ambiente. A crise do lixo eletrônico cria também a necessidade de falarmos sobre o colonialismo tóxico. Essa expressão define bem a relação que se estabelece entre países desenvolvidos, principalmente os que um dia foram colonizadores, e seus colonizados. A ideia ou a atitude de enviar lixo para um país menos desenvolvido, seja legal ou ilegalmente, é bastante danosa. Do ponto de vista político e democrático, evidentemente, é uma forma de manter vínculos colonialistas entre duas nações independentes. Fonte: https://www.acordacidade.com.br/noticias/213625/a-guerra-mundial-pelos-descartes-de-lixo-eletrnico.html?mobile=true Texto 2: O lixo eletrônico pode causar câncer e uma série de doenças devido a predominância dos metais pesados. O professor de Engenharia Ambiental Marco Antonio Cismeiro Bumba alerta para problemas causados pelo descarte incorreto desse tipo de resíduo. “A maioria dos metais pesados tende a causar tumores. Eles são bioacumulativos (entram no corpo e se acumulam)”, explica. Segundo Bumba, além dos metais pesados, outros materiais presentes no lixo eletrônico podem causar doenças. O alumínio é outro exemplo, porque se acumula no cérebro. A contaminação do solo e dos rios também é agravada pelo descarte irregular de lixo eletrônico. “Quando você descarta um celular no lixo, é descartado plástico que vai para o meio ambiente e circuitos com metais que acabam contaminando o solo do lixão”, aponta o professor. “Temos uma grande quantidade deles nos rios. Podem atingir lençóis subterrâneos que abastecem os rios”. Uma pesquisa de 2017 da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que o Brasil é o sétimo maior produtor de lixo eletrônico no mundo. Ao todo, o país gera 1,5 milhão de toneladas por ano. Francisco Antonio Nogueira da Silva, supervisor operacional do Projeto Lixo Eletrônico da fundação Settaport, chama atenção para a falta de conscientização em relação ao descarte. “Há pouco tempo, as pessoas não separavam, porque misturavam todos os tipos de lixo. Acham que pode por lixo eletrônico junto com comida. Esse lixo pode causar câncer e pode afetar o meio ambiente, pode afetar a saúde. O pessoal não entende isso”, aponta Nogueira. Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/educacao/noticia/2019/06/15/descarte-incorreto-de-lixo-eletronico-traz-risco-de-cancer-e-problemas-ambientais.ghtml Texto 3: Fonte: Sponholz Texto 4: Fonte:hnbernardes A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Lixo eletrônico e impactos socioambientais”. Leia também: Redação ENEM: análise dos 10 últimos temas cobrados na prova Tema de redação: HIV na terceira idade Tema de redação: Trabalho escravo em discussão no Brasil Tema de redação: Jornada de trabalho no Brasil Tema de redação: As dificuldades da inserção de jovens no mercado de trabalho Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Dados confiáveis para usar nas redações

Texto 1: O aumento do número de agrotóxicos registrados anualmente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem sido acompanhado de uma elevação das notificações do Sistema Único de Saúde (SUS) de pessoas intoxicadas por esses produtos. Em ritmo acelerado, substâncias nocivas à saúde e ao meio ambiente são validadas para que o agronegócio proteja as lavouras. No entanto, isso deixa os brasileiros mais expostos a enfermidades, como câncer, problemas reprodutivos e distúrbios comportamentais. Enquanto o número de validação de agrotóxicos pelo Mapa, em 2015, foi de 139, e o do Ministério da Saúde sobre intoxicações, de 12.797 casos; em 2018, a pasta da Agricultura aprovou o uso de 450 produtos na lavoura; e as notificações de enfermidade subiram para 15.107. Apesar disso, até julho deste ano, houve um crescimento acelerado na validação de novos agrotóxicos: 262 foram aprovados. Quanto às mortes por intoxicação, segundo a Pasta da Saúde, caíram de 518, em 2015 para 445 em 2017 — os números de 2018 ainda não foram tabulados. O órgão informou também que, dos 220.045 casos de intoxicação exógena por tentativas de suicídio registrados de 2007 a 2017, 16.195 (7,3%) se referem a pessoas que injetaram agrotóxicos no próprio corpo. O Ministério da Saúde informou que o incremento do número de notificações de intoxicações por agrotóxicos é uma tendência observada desde o início da série histórica, em 2007. “Os fatores que contribuem para esse incremento ano a ano podem ser diversos, desde uma possível intensificação do uso desses produtos, como também uma maior sensibilidade dos serviços de saúde para a identificação e notificação dos casos”, informou o órgão, por meio de nota. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2019/09/01/interna-brasil,780159/intoxicacao-por-agrotoxicos-aumenta-com-liberacao-de-produtos.shtml Texto 2: O que o modelo de produção agrícola prevalente no Brasil hoje tem a ver com a obesidade crescente da população brasileira? Ambos estão intimamente ligados, com impacto extremamente negativo na saúde dos brasileiros – especialmente os de baixa renda -, segundo os participantes do encontro “Por outra agricultura: construindo alternativas ao agronegócio”, realizado no Dia Internacional da Agricultura Familiar, no Ateliê do Bixiga, em São Paulo. A escassez de subsídios para a agricultura familiar e orgânica, em comparação à oferta de recursos alocados para o agronegócio, foi um dos principais pontos discutidos. A medida torna extremamente baratos produtos como cana, milho, trigo e soja, produzidos em esquema de monocultura, em extensos latifúndios. Resultado: o brasileiro se abastece mais de alimentos industrializados, ultraprocessados, feitos com essas matérias-primas, e deixa de consumir frutas, verduras e legumes sem agrotóxicos. Motivo: preços e aparência mais atraentes, no último caso estimulada pelas embalagens e pela publicidade. Fonte: https://bit.ly/2nn0gyr A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Impactos do Agronegócio na saúde”. Leia também: Tema de Redação: Dessalinização da Água Tema de Redação: Demarcação de terras e impactos na cultura indígena Tema de Redação: Promoção da Saúde e Bem-Estar Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza Tema de Redação: Os desafios da alimentação escolar no Brasil

Texto 1: O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, falou, durante evento na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (10/09), sobre a necessidade de qualificar o atendimento às pessoas com transtornos de saúde mental. Durante o Simpósio Nacional de Prevenção do Suicídio e Automutilação, promovido pela Frente Parlamentar de Prevenção do Suicídio e Automutilação e pela Comissão de Seguridade Social e Família, Mandetta explicou que está sendo discutindo um espaço de saúde mental especializado para o público adolescente. “A infância e a adolescência passou por um impacto que foi o surgimento da internet. Há um mundo virtual e um real. Hoje estamos lindando com um bullying global e isso gera uma pressão no nosso jovem brasileiro’”, citou o ministro da Saúde. “A criança brasileira é uma das que mais passa tempo em frente às telas e isso é fator de estresse mental”, completou. Neste sentido, o Ministério está debatendo a criação de Centro de Atenção Psicossocial (CAPs) com foco no adolescente, que promoverá inclusive a busca ativa dos jovens nas escolas e nas comunidades, como forma de acolhimento deste público. “Os transtornos de saúde mental serão o principal agravo que levarão as pessoas às unidades de saúde durante todo o século 21 no mundo”, lembrou o ministro durante o evento em alusão ao Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (10/09). A assistência às pessoas com transtornos mentais acontece de forma integral e gratuita em diversas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil, conforme a necessidade de cada caso. Para este mês, o Ministério da Saúde prepara uma campanha para valorização da vida e chamar a atenção para a depressão. O Ministério da Saúde estima, com base na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013, que 14,1 milhões de brasileiros apresentem diagnóstico de transtornos ou sofrimentos mentais. Ainda segundo a PNS, foi estimado que 7,6% das pessoas de 18 anos ou mais de idade receberam diagnóstico de depressão por profissional de saúde mental. Fonte Texto 2: De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde é conceituada como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de uma doença ou enfermidade”. É notório que no mundo contemporâneo temos nos preocupado mais com a nossa saúde física do que com a nossa saúde mental. Exercitamos os músculos peitorais, hipertrofiamos nossos bíceps nas academias, desenvolvemos nossa capacidade cardio-respiratória nas atividades aeróbicas, porém temos nos esquecido de amadurecer nossa capacidade de gerir as nossas próprias emoções. Queremos ser saudáveis no corpo, mas nos esquecemos de cuidar da nossa mente. Somos incapazes de administrar emoções, sejam elas boas ou más. Não fomos treinados para isso. É bem verdade que somos bombardeados pela mídia de massa quase que diariamente a sermos bem sucedidos em tudo na vida. Bem sucedidos no trabalho, na família, na vida social, no casamento, enfim, em tudo! Ou quase tudo. Entretanto, essa “pressão” de ser o notável bem sucedido em todas as áreas da vida não corresponde com a realidade. Essa é a questão que deveria ser reverberada. Não podemos negar que a vida como ela é não é feita só de vitórias. Ah, se fosse assim! Seria bem mais fácil, não é? Mas não. A realidade é outra. Sabemos disso. No contraponto desse mercado do “sucesso” que faz sucesso e que rende bilhões de dólares para alguns poucos afortunados, somos desafiados a gerenciar nossas emoções ao longo da vida nos inúmeros momentos de frustrações, derrotas, tristezas, lutos, desemprego, traições, dívidas e tantas outras condições que nos provam enquanto ser humano. Não somos máquina! Somos gente. Temos que cuidar do nosso corpo (gr.soma) com hábitos saudáveis, atividade física regular e uma alimentação balanceada. Mas tão importante quanto cuidarmos da nossa saúde física nesse mundo altamente competitivo, hedonista e individualista é aprendermos também a cuidar da nossa mente (gr. psique). Esse é o foco. O cidadão global do século XXI carece de enxergar esse conceito de saúde integral. Corpo e mente são indissociáveis. Pense nisso. Percebe-se que parte expressiva da humanidade nesse mundo chamado pós-moderno caminha velozmente para um adoecimento mental coletivo. Em que pese a evolução da tecnologia, as conquistas científicas das últimas décadas e a multiplicação exponencial do conhecimento humano em diversas áreas temáticas, nota-se que o cidadão global vem adoecendo, sobretudo no campo das suas emoções. Esse fenômeno de adoecimento mental global tem sido largamente estudado nesses últimos anos, pois tal realidade traz sérias preocupações para as autoridades e gestores no tocante a saúde pública, visto que as doenças mentais são sabidamente incapacitantes, trazendo inevitáveis consequências físicas, econômicas e sociais, tanto no indivíduo adoecido como também para toda a sociedade. Talvez, uma das grandes “tsunamis” desse fenômeno de adoecimento global tem sido a depressão, doença que mais contribui para a incapacidade, provocando prejuízos econômicos no mundo de cerca de US$ 1 trilhão, sendo ainda a principal causa de mortes por suicídio, com 800 mil casos por ano. Em relatório da OMS, divulgado em fevereiro de 2017, estima-se que existam cerca de 322 milhões de pessoas, ou 4,4% da população global, sofrendo de depressão, uma alta de 18,4% entre 2005 e 2015. No Brasil, essa prevalência atinge 5,8%, acima da média mundial, sendo o país mais acometido pela depressão na América Latina. São 11.548.577 brasileiros que sofrem de depressão. Um problema de saúde pública. Outra “tsunami” devastadora da saúde mental global na atualidade é o transtorno da ansiedade. O mesmo relatório da OMS também revela que a ansiedade afeta 264 milhões de pessoas no mundo, alta de 14,9% entre 2005 e 2015, sobretudo em virtude do envelhecimento da população mundial.Já no Brasil, que lidera a lista de prevalência da doença, com taxa de 9,3%, muito acima da média mundial, de 3,6% há 18.657.943 indivíduos acometidos pela patologia. Fonte Texto 3: Fonte A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Saúde mental no século XXI”. Leia também:

Saber os temas que já foram pedidos em vestibulares anteriores, como nos vestibulares de 2019, sempre nos dá um bom referencial de que linha poderá ser seguida nos próximos testes de grande porte, como o ENEM e os principais vestibulares. A referência mais próxima e atual que temos são os vestibulares de meio ano, também conhecidos como vestibulares de inverno (em oposição aos vestibulares de verão, que ocorrem entre novembro e janeiro). Menos tradicionais, nem todas as universidades (principalmente as maiores) optam por oferecer essa possibilidade de ingresso no meio do ano aos candidatos. Na sequência, temos o levantamento de algumas temáticas requeridas entre junho e julho de 2019. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Tema: Vacinas No vestibular de 2019, foi pedido alguma proposta relacionada à questão das vacinas tem sido uma aposta desde o início do ano, isso porque a polêmica em torno dos argumentos dos grupos anti vacina e da volta de doenças já erradicadas há décadas no país faz com que o assunto seja sempre debatido, por isso, tratar do questionamento sobre a real eficácia da vacinação, por um lado, e os perigos individuais e coletivos no caso da não vacinação, por outro lado, são elementos fundamentais para o desenvolvimento da proposta. Universidade Estadual de Maringá (UEM) Tema: Culturas de alimentação nos dias atuais e suas consequências Já numa linha bastante voltada à vida moderna, a Universidade Estadual de Maringá propôs no vestibular de 2019 que seus candidatos discutissem as consequências da alimentação atual. Ao analisar a forma como o tema foi requerido, é notável que a visão da instituição é de que a alimentação das gerações atuais é ruim e traz diversas consequências, sendo assim, o candidato precisa refletir sobre quais são essas consequências tanto com relação à saúde pessoal quanto também à descaracterização do momento da refeição, antes uma oportunidade de reunir a família e conversar sobre o dia. Nós já falamos sobre alimentação aqui, confere: Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) Tema: As consequências do racismo estrutural no Brasil contemporâneo Com um tema extremamente específico e que exige do candidato obrigatoriamente saber o que é racismo estrutural, a Universidade Estadual de Ponta Grossa selecionou uma das formas de racismo para sua redação no vestibular de 2019. Note que o ponto de vista da instituição também é negativo, uma vez que se exige tratar das consequências ao longo do texto, o que, naturalmente, sugere que a conclusão traga alternativas viáveis para que o racismo estrutural- aquele que já está tão cristalizado na cultura de um povo que nem parece mais uma forma de discriminação- seja abolido na sociedade. Nós falamos de racismo como tema de redação: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Tema: Relação entre o humor e a liberdade dentro dos limites da ética Um dos vestibulares mais tradicionais (e concorridos) é, sem dúvida, o da PUC, por conta disso, uma proposta de redação envolvendo o tema ética não é de se espantar nem um pouco. Discutir princípios e limites éticos é sempre algo complexo, já que a ética pode variar com base num ponto de vista pessoal, mas, como a proposta trazia os elementos do humor e da liberdade, acaba sendo um pouco mais fácil definir que o ético. Nesse caso, no vestibular de 2019, está extremamente ligado ao campo do respeito, afinal, quando alguém se sente desrespeitado ou ofendido, perde-se a característica de humor. Já falamos sobre esses limites também: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) Tema: Concepções sobre o mundo a sua volta no tempo em que você vive. Já no vestibular de 2019, a irmã carioca da PUC-SP resolveu apresentar em sua redação praticamente um convite à exposição da forma como você vê o mundo atual. Por ser um tema de grande abrangência, é essencial selecionar quais aspectos do mundo serão trabalhados, caso contrário, há o risco de as ideias serem explicadas de forma superficial, o que causa muitos descontos na sua tão querida notinha. Um erro comum numa proposta redacional como essa é querer escrever o texto em primeira pessoa ou fundamentar os argumentos apenas no ponto de vista pessoal. O tipo de texto selecionado – dissertativo argumentativo – requer uma espécie de afastamento do assunto e, lógico, a presença de justificativas para as abordagens. Universidade de Caxias do Sul (UCS) Temas: Por que as pessoas mentem? É possível aproveitar o dia sem pensar no amanhã? Por que governos relutam em aceitar refugiados? A Universidade de Caxias do Sul decidiu facilitar para seus candidatos (ou não) no vestibular de 2019, deixando a cargo do vestibulando a escolha entre um dos três temas possíveis. Interessante notar que o tema “É possível aproveitar o dia sem pensar no amanhã?” e “Por que governos relutam em aceitar refugiados?” fazem uma aproximação com temas também cotados para o ENEM e os vestibulares de 2019/2020. Inegavelmente, tópicos voltados à saúde mental e ao bem-estar das pessoas (de todas as pessoas, inclusive aquelas que não são cidadãs brasileiras, como os refugiados) merecem nossa atenção e aquele estudo reforçado. Alguns temas relacionados que já comentamos aqui: Universidade Estadual do Ceará (UECE) Temas: Caprichando na requisição, a UECE não teve dó de seus candidatos no vestibular de 2019 e optou logo por dois pontos comuns, mas com gêneros pouco usuais em redações de grandes testes: o manifesto para a preservação das águas e o relato pessoal para a viagem. No caso do relato de viagem, o autor ainda tinha que se imaginar como escritor de um site especializado em viagens. Obviamente, o que pode trazer preocupações aqui não são os temas, mas sim os tipos textuais selecionados. Ambos têm características bastante específicas e que devem ser rigorosamente obedecidas para o alcance de um bom conceito final, por isso, não se limite a estudar “apenas” a dissertação argumentativa em seu cronograma. Mesmo com conteúdos variados, é super possível perceber que sempre há uma discussão de cunho social em todos os temas e é por causa disso que insistimos tanto na leitura, conhecimento e

Texto 1 sobre Inteligência Artificial(IA): A ética provoca debates acirrados na sociedade desde os tempos do filósofo Aristóteles. Como ela é definida a partir da moral humana, algo que, por sua vez, sofre influência de questões sociais e culturais, chegar a um consenso global sobre determinados temas, como a IA é um desafio e tanto. A ética foi, inclusive, tema de redação em 2009: Com o avanço tecnológico, o debate sobre a ética ganha nova proporção e envolve mais participantes, que enxergam riscos que vão desde a banalização de abusos de privacidade até o agravamento do preconceito e da discriminação contra determinados grupos da população. Muitos desses riscos estão atrelados à inteligência artificial (IA), uma vez que a tecnologia avança de forma rápida e descentralizada, sem parâmetros claros, e desenvolvida por humanos com os mais variados vieses e preconceitos. Instituições de ensino e pesquisa já se movimentam para propor um direcionamento ético para o avanço tecnológico. Entre elas está a Universidade de Stanford, referência mundial em inovação e tecnologia, que lançou um centro de pesquisa interdisciplinar com a meta de reunir formuladores de políticas públicas, pesquisadores e estudantes responsáveis pela elaboração das tecnologias do futuro. Vários governos e até mesmo empresas também já revelaram preocupação a respeito de questões éticas, emitindo sugestões de conduta para as iniciativas em IA. Fonte Texto 2: A inovação em IA precisa ser amparada por uma abordagem baseada em riscos combinada com o estabelecimento de princípios e valores éticos. O rápido avanço tecnológico atual tem nos ensinado que nações que apoiam ideias inovadoras numa abordagem baseada em riscos têm maiores chances de sucesso. Nesse sentido, entende-se que os benefícios potenciais são superiores aos riscos e permite-se que as inovações possam florescer combinadas com mecanismos para mitiga-los. Por outro lado, o necessário estímulo à inovação baseada em IA não significa a ausência total e absoluta de princípios e condições mínimas para o desenvolvimento e a aplicação de soluções baseadas em IA. O debate internacional tem avançado para a constatação da necessidade de tais balizas mínimas, de modo que os sistemas baseados em IA sejam criados e executados de modo a respeitar a vida humana e primar pelo seu bem-estar, pela diversidade e inclusão, por princípios democráticos e pela privacidade, além de ter uma atenção especial pela segurança, explicabilidade, transparência, controle e centralidade nos seres humanos. A decisão sobre os limites para o uso da IA deve se pautar em argumentos de ordem técnica, mas em última instância será uma decisão política que irá requerer amplo debate. Quais critérios devem prevalecer no momento de avaliar e decidir se um robô pode realizar cirurgias sem a supervisão humana, se iremos aceitar o desenvolvimento de armas autônomas civis ou militares ou se será possível o transporte de passageiros e cargas por veículos e aeronaves autônomos? Quais serão as implicações legais e de imputabilidade de culpa em caso de dolo? No caso do Brasil, a IA traz transformações sociais tão profundas que o país necessita de uma estratégia nacional para se preparar. Questões importantes demandam debates e (sobretudo) ações coordenadas pelo país. É importante que a sociedade reme no mesmo ritmo e sentido com políticas públicas para os diferentes domínios relevantes da IA para o país , na pesquisa aplicada, no estímulo à adoção da IA pelo setor público e privado, no desenvolvimento das habilidades digitais da mão de obra, no avanço rumo à adoção de padrões globais e interoperáveis, além da necessária segurança, confiança e do estabelecimento de princípios éticos. Fonte Texto 3: Fonte: Dava Simonde A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios éticos e morais da Inteligência Artificial”. Leia também: Redação ENEM: análise dos 10 últimos temas cobrados na prova Tema de redação: HIV na terceira idade Tema de redação: Trabalho escravo em discussão no Brasil Tema de redação: Jornada de trabalho no Brasil Tema de redação: As dificuldades da inserção de jovens no mercado de trabalho Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Dados confiáveis para usar nas redações

Olá, pessoal? Tudo bem? Como estão os coraçõezinhos a menos de dois meses para a prova do ENEM? Tenho certeza que estão cheios de expectativa por uma nota 1000 na redação, não é mesmo? Reunimos opiniões de especialistas de diversas áreas para trazer para vocês 10 apostas de tema de redação para o ENEM 2019. Lembrando que já havia sido anunciado que as produções textuais do ENEM não trariam mais temáticas polêmicas ou ideológicas, dando espaço assim a assuntos de cunho social ou, até mesmo, que discutam os movimentos sociais atuais. Vamos às possibilidades de 10 apostas de tema de redação para o ENEM 2019 ? Crescimento de transtornos mentais É inegável que, nos últimos anos, temos visto um crescimento extremamente significativo com relação aos transtornos mentais, em especial no que diz respeito à ansiedade, depressão e síndrome do pânico. Por ser uma questão que tem estado presente na sociedade atual e que começa a ser debatida de forma mais aberta e sem preconceitos, muitas fichas estão sendo apostadas nela. Ainda na esteira dos transtornos, podemos imaginar algo relacionado ao combate à depressão na sociedade brasileira ou ao aumento de número de suicídios como consequência do estado depressivo. Ainda sobre transtornos mentais, recentemente falamos sobre o autismo, confere: Tema de redação: inclusão de autistas no Brasil Letramento digital Aplicativos que resolvem situações em segundos, comunicação eficaz com quase o mundo todo, agilidade na troca de informações, tudo isso (e muito mais) é resultado da era digital e dos avanços tecnológicos, porém, há um problema quando tratamos desses avanços: como ensinar as gerações mais velhas a fazer uso de aplicativos, sistemas e programas de forma eficiente e segura? É a essa habilidade que damos o nome de letramento digital. Essencialmente, falar de letramento digital é falar sobre “alfabetizar” as pessoas para que todas se beneficiem das facilidades que a tecnologia nos traz. Discurso de ódio na internet Como abordar era digital sem problematizar os discursos de ódio constantes na internet e seus efeitos extremamente nocivos tanto na esfera pessoal quanto na esfera social? Temos visto com muita frequência notícias de pessoas que sofreram (ou sofrem) algum tipo de retaliação na internet por conta de suas opiniões ou atitudes, então essa aposta trata de um tema bastante atual e presente no dia a dia de grande parte da população. É possível pensar ainda no cyberbullying, efeitos do discurso de ódio na internet ou no assédio virtual como objeto de discussão para 2019. Mais uma dica para você falar de cyberbullying na redação, que tal usar alguma série da Netflix? Nós já sugerimos aqui também: Movimento antivacina A volta de algumas doenças já erradicadas há décadas do Brasil coloca essa abordagem como possibilidade para este ano. Por um lado, como é possível explicar o surgimento de um movimento (expressivo) de pais e mães que se negam a vacinar suas crianças, mesmo diante de tantos benefícios amplamente comprovados? Por outro lado, como se justifica a volta de doenças sobre as quais nem mesmo se falava mais em nosso país? E, se as vacinas são de fato eficientes, como essas doenças voltaram? Todas as perguntas anteriores podem ser cotadas na discussão sobre o movimento antivacina. Educação domiciliar Por conta do projeto de lei atualmente em discussão, a educação domiciliar (ou homeschooling, como é frequentemente conhecida) pode compor a redação do próximo ENEM. As principais abordagens sobre a temática são voltadas para a qualidade de ensino e de aprendizagem dessa modalidade, os malefícios e benefícios de se estudar em casa, a socialização de crianças e adolescentes e a capacitação dos pais ou profissionais para lecionarem neste novo sistema. A evasão escolar no Brasil Esse parece um assunto antiquado, já plenamente resolvido, mas não é bem assim. O último Censo Escolar (de 2018) realizado pelo INEP revelou que há cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes fora da escola. Por que essa ainda é nossa realidade? O que leva tantas crianças e tantos adolescentes a estarem fora da escola? Como é possível resolver esse problema de forma definitiva e eficaz? Temas relacionados à educação são sempre muito bem cotados, já que esse campo é essencial para a sociedade. A violência no trânsito brasileiro Se eu fosse você, procuraria os índices de acidentes, agressões e mortes gerados por atos violentos no trânsito, isso porque esse assunto aparece em diversas listas de veículos renomados sobre o ENEM e vestibulares. O que causaria o aumento da violência no trânsito? Falta de civilidade? De senso coletivo? De educação ao trânsito? Ou o aumento pode estar ligado a raízes mais profundas, como crescimento da ansiedade e de ritmo de produção no trabalho? A importância dos bens culturais e patrimoniais Você já reparou quantos desastres ligados a patrimônios culturais têm acontecido nos últimos anos? Incêndios no Museu da Língua Portuguesa (em São Paulo) e no Museu Nacional (no Rio de Janeiro), décadas e décadas de registro, história e pesquisas destruídas em minutos pelo fogo. Qual é a importância de termos bens culturais? Como isso impacta a sociedade? Como tornarmos os bens culturais e patrimoniais acessíveis a todos? Como criarmos novos centros de compartilhamento de cultura? Vamos pensar em como resolver esse problema? Assédio sexual O assédio sexual ocorre em diversas esferas, estando presente na escola, no trabalho, no transporte público, na rua, tanto presencialmente quanto um assédio digitalmente, e, por existir de forma tão significativa, acredita-se que esse tema pode ser requerido em 2019. Ainda dentro desse mesmo segmento, aposta-se também num assunto mais específico, que é a mulher e o assédio sexual nas empresas. Relacionamos o assédio com algumas séries da Netflix que podem dar mais credibilidade ainda para a sua redação: Aumento das DSTs entre os jovens Mais uma temática que parece antiquada, mas não é, já que pesquisas recentes têm apontado justamente o contrário do que a consciência coletiva da sociedade imagina: as doenças sexualmente transmissíveis têm crescido entre os mais jovens. Apesar do assunto das DSTs não ser novidade, profissionais da área têm buscado respostas para o crescimento

O tema de redação sobre HIV na terceira idade traz à tona questões essenciais sobre saúde pública e conscientização. Então, vamos mergulhar nessa discussão vital. Tema de Redação sobre HIV na terceira idade: textos motivadores TEXTO 1: Crescente de casos de HIV entre os idosos A prevenção é essencial para conter a epidemia. Por isso, é crucial conscientizar os idosos sobre a importância do uso de preservativos. Frequentemente, o diagnóstico de HIV nessa faixa etária ocorre por acaso, já que a atividade sexual é subestimada. Sintomas semelhantes aos da gripe, como perda de apetite e peso excessivo, podem mascarar a doença. Por fim, segundo o Dr. Marcos Antônio Cyrillo, infectologista e diretor clínico do IGESPA, o atraso no diagnóstico afeta o sucesso do tratamento e a qualidade de vida dos pacientes. TEXTO 2: Recentemente, os dados do Ministério da Saúde mostraram um crescimento alarmante nos casos de HIV na terceira idade, com um aumento de 75% entre mulheres e 43% entre homens acima de 50 anos, ao longo dos últimos 14 anos. Essa elevação está associada à relutância em adotar o uso do preservativo, uma prática culturalmente pouco difundida entre os idosos. Em seguida, segundo Gil Casimiro, assessor técnico do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, a geração mais velha não cresceu com a cultura do uso de preservativos, tornando sua adoção nos dias atuais um desafio. Por outro lado, Luiz Henrique Silva, jornalista de 54 anos, reconhece que muitos de sua idade resistem ao uso da camisinha, fruto de uma época em que as ameaças de doenças venéreas eram menores. Ele observa que, apesar de ser um defensor do uso de preservativos, muitos de seus amigos solteiros da mesma faixa etária ainda relutam em adotá-los. A falta de conscientização e a hesitação em mudar hábitos de longa data contribuem significativamente para o aumento dos casos de HIV entre os mais velhos. Além disso, um fator agravante é a tendência dos idosos de procurarem assistência médica somente quando a doença já está em estágio avançado. Casimiro destaca que o preconceito e a dificuldade de comunicação, principalmente entre mulheres casadas, retardam a busca por testes e tratamento. O diagnóstico precoce é essencial, pois permite iniciar o tratamento no momento adequado, assegurando uma melhor qualidade de vida. Importante ressaltar, o teste de HIV é gratuito e confidencial, e sua realização precoce é crucial para um tratamento eficaz e uma vida mais saudável. Fonte adaptada: Ministério da Saúde Tema de Redação sobre HIV na terceira idade TEXTO 3: A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “HIV na terceira idade”. Por fim, para aqueles que buscam aprimorar suas habilidades na escrita sobre temas complexos como o HIV na terceira idade, nossa plataforma oferece correções rápidas e eficazes. Acesse agora mesmo e treine com temas relevantes, garantindo a qualidade e a profundidade necessárias para uma redação bem-sucedida. Leia também: Tema de redação: os desafios da sexualidade na adolescência Tema de redação: epidemia de sífilis no Brasil Proposta de redação: a banalização do vírus do HIV nos dias atuais Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Dados confiáveis para usar nas redações

TEXTO 1: Cada vez mais as pessoas estão pedindo afastamento do trabalho por causa de problemas emocionais. No Estado de São Paulo, segundo dados da Secretaria de Previdência, em 2017 foram 48 pedidos de auxílio doença por este motivo. Já no ano passado esse número subiu pra 73. Um das doenças que causam esses afastamentos é a síndrome de burnout. Também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, a patologia foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde em maio como uma doença resultante de estresse crônico no trabalho. Uma psicóloga de Mogi das Cruzes que preferiu não se identificar trata a síndrome de burnout há dois anos. “Muita dor de cabeça, muitos enjoos, uma falta de ar que não me largava, vontade de chorar o tempo inteiro. Uma exigência do trabalho muito grande. Eu deixei de conviver com as pessoas que eu convivia. Eu me afastei do ambiente social e só pensava em trabalhar”, relata. Foram seis meses até chegar ao diagnóstico. “Não foi de primeira. Quem trabalha com a saúde mental diariamente, a gente sente, né? A gente percebe os sintomas nas pessoas e muitas vezes é difícil para gente poder detectar na gente. Mas com o auxílio da minha psicóloga pessoal, a gente detectou e já passamos com o tratamento com o psiquiatra em conjunto”, explica a psicóloga. Fonte TEXTO 2: Você sai de casa com uma quantidade de tarefas a fazer que, só de pensar, dá vontade de dar meia-volta. Não bastasse isso, ao longo do dia, surgem outras, inesperadas. Uma notícia ruim ou uma resposta grosseira do colega de trabalho ou do chefe passam a incomodar ainda mais. No fim do dia, você se dá conta que esqueceu de almoçar. O impacto do excesso de trabalho sobre a saúde dos trabalhadores é, hoje, um dos mais graves problemas que as empresas enfrentam. No aspecto psicológico, a síndrome de burnout – considerada por muitos médicos e demais especialistas a doença do século XXI – é o pior mal que um trabalhador pode adquirir. A enfermidade atinge os chamados workaholics, isto é, viciados no trabalho, e atua em três fases distintas: primeiro a ansiedade, depois a angústia e, finalmente, a depressão. Os sintomas costumam surgir devido ao excesso de horas no trabalho, que diminui o tempo para a vida social. O tempo que um paciente normalmente demora para perceber os seus sintomas é o que mais dificulta o tratamento por psicólogos. A dedicação à profissão, mesmo que esta exija um número mais do que suficiente de horas durante o dia, faz o trabalhador esquecer de cuidados básicos com a saúde, como higiene e alimentação. Um dos sinais que podem indicar a síndrome de burnout é a falta de sono. O uso de remédios para dormir muitas vezes passa a ser comum. A concentração também passa a fugir em diversos momentos e a memória é afetada. Os horários de alimentação passam a ser trocados e a vida social é jogada para segundo plano. Segundo a psicóloga Silvânia Brígido, há uma “despersonalização” do indivíduo. Por isso é fundamental, diz ela, reservar um horário para o lazer todos os dias. – A síndrome de burnout é diferente do estresse, em que uma pessoa está num emprego que não necessariamente gosta. No caso do burnout, é justamente o problema de o indivíduo ficar tão concentrado no trabalho que o prejudica – comenta. O excesso de trabalho, portanto, tem um resultado paradoxal: o ritmo de produção acaba ficando menor e os resultados passam a não aparecer. Mas qual o papel das empresas nestes casos? Muitas instituições estão profundamente preocupadas em propiciar o lazer de seus funcionários, oferecendo academias de ginástica, espaços “zen” e áreas de entretenimento. Mas, ainda que esses mimos sejam oferecidos aos profissionais, as empresas no Brasil, de maneira geral, parecem ainda não saber lidar com os problemas psíquicos gerados pelos excesso de trabalho. Fonte TEXTO 3: Fonte: Espaço vital A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Excesso de trabalho e saúde mental”.

Leia os textos motivadores abaixo e crie um texto dissertativo-argumentativo sobre Tema de Redação: Aumento da emigração de brasileiros. TEXTO 1: Os brasileiros estão indo “de mala e cuia” para o exterior. Dispara o número de declarações de saída definitiva do país entregues à Receita Federal, indicando o aumento da expatriação. Nos primeiros sete meses do ano, documentos registrados na instituição somavam 94% do total de declarações registradas em todo o ano passado, que já havia sido recorde, com 23.149 comunicados. Neste ano, a expectativa é de que essa quantidade seja superada, pois até 28 de julho haviam sido apresentados 21.873 documentos. A onda migratória de brasileiros vem tomando corpo desde 2016, quando a crise política e econômica se agravou e houve o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) – Falamos sobre esse momento aqui. Enquanto em 2015, 14.920 deixaram o país em definitivo, no ano seguinte, esse contingente subiu 41%, chegando a 21.040. O levantamento mostra também que, de 2011 a 2018, houve um aumento de 183% nas declarações, que passaram 8.170, em 2011, para 23.149. O Departamento de Estado do governo norte-americano aponta aumento de 27% na concessão de vistos para emigrantes brasileiros, passando de 3.502, em 2017, para 4.458, em 2018. Fonte TEXTO 2: Aumentou o número de profissionais brasileiros que estão deixando o país. Uma emigração qualificada de graduados, especialistas, mestres e doutores brasileiros que enxergam fora do país um futuro melhor para si e para suas famílias. Ancorados na lógica de continuar suas vidas e carreiras profissionais na América do Norte, este é o novo perfil de brasileiros emigrando para os Estados Unidos. Esta grande virada tem dado uma diferente roupagem ao imigrante brasileiro que, há pouco mais de dez anos, ia aos EUA para atuar em serviços mais operacionais e braçais, mas que hoje aposta em suas capacidades intelectuais para consolidar a nova vida no novo país. Esta emigração de brasileiros qualificados já é considerada uma fuga de capital humano, e que pode ser verificada em números. Em 2011, a Receita Federal brasileira registrou a saída definitiva de 8.170 pessoas. Em 2017, pelo menos 21.701 saídas definitivas foram registradas – um aumento de 165%. Já em 2018, foram 22.538. Muito além de viver em outro país, os emigrantes levam na mala projetos de empreendedorismo e trabalho, além de suas carreiras profissionais e experiências consolidadas no Brasil. A descoberta mais recente das possibilidades de vistos que premiam com documento de residência permanente profissionais estrangeiros altamente qualificados – conhecido como “visto Einstein” – contribuiu para essa fuga em massa de brasileiros intelectuais para os EUA. Estes novos imigrantes brasileiros estão em busca de uma espécie de novo sonho americano: empreender e alçar voos maiores e sem fronteiras em suas carreiras profissionais. Ainda sobre empreendedorismo, confere: Tema de redação: empreendedorismo social: é possível? Tema de redação: desafios do empreendedorismo feminino Engenheiros, profissionais da saúde, professores, escritores, atletas, cientistas, músicos, administradores formam uma verdadeira onda de novos profissionais brasileiros que estão sendo absorvidos silenciosamente no mercado de trabalho americano pela porta da frente, muito longe da polêmica imigração ilegal pela fronteira dos EUA com o México. É importante lembrar que estes jovens profissionais brasileiros que internacionalizam suas carreiras raramente voltam a residir no Brasil. Um momento que exige reflexão e ações por parte dos governantes, para que políticas de retenção dessa força jovem passem a ser formuladas e implementadas. Medidas que possam convencer o profissional jovem brasileiro de que o país é mais atrativo que outras nações mundo afora. Enquanto isso, a epidemia de “fuga de cérebros” segue intensa. Fonte TEXTO 3: Fonte: Receita Federal A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Aumento da emigração de brasileiros. Leia também: Tema de redação: O poder do autoconhecimento na sociedade Tema de redação: Promoção da saúde e bem-estar Tema de redação: A liderança move o mundo 11 alusões históricas para usar em suas redações Dados confiáveis para usar nas redações

Leia os textos abaixo para elaborar uma redação com o Tema de Redação: A banalização do coaching. TEXTO 1: Vivemos em uma sociedade que busca fórmulas mágicas, que vão desde o emagrecimento a qualquer outro objetivo. Um exemplo prático é desenvolver a competência de liderança em quem não tem o mínimo perfil para tal. Nesse cenário, a figura do coach aparece como mágico, e estes são especialistas em diversas áreas. Mas como distinguir um profissional preparado de um despreparado? Para a professora dos MBAs da Fundação Getulio Vargas (FGV), executive coach, mentora de carreira e coordenadora acadêmica do curso de Analista e Capacitação em RH em nível Brasil, Anna Cherubina Scofano, alguns coaches, sem a devida formação e um quantitativo mínimo de clientes e horas de atendimentos, simplesmente se aproveitam de uma onda de modismo do termo coaching, de forma insipiente e por vezes até irresponsável. Segundo ela, isto representa um risco para os desavisados na contratação deste tipo de serviço. “Alguns, ditos coaches, se utilizam de conhecimentos terapêuticos, outros do marketing pessoal, de retórica, holístico e, principalmente, das fragilidades e necessidades humanas. No mercado qualquer pessoa pode se dizer e se diz coach“, alerta Anna Cherubina Scofano. A professora esclarece, no entanto, que o coaching é um processo voltado, especificamente, ao desenvolvimento de competências. Que não se trata de um processo de aconselhamento, tampouco de autoajuda. Muitas pessoas confundem, chegando a chamá-lo até de consultoria, quando esta é voltada a processos organizacionais ou de negócios. “Ambos são completamente distintos em sua aplicação, objetivos, meios e fins”, explica Anna Cherubina. A professora da FGV ressalta que um coach despreparado pode prejudicar pessoas ludibriando-as, ou mesmo, prometendo aquilo que não está apto a entregar. De acordo com ela, atendendo como coaches, esses profissionais lesam seus clientes, quando na verdade eles, em grande parte, precisam de outro tipo de apoio, seja de um psicólogo, psiquiatra, mentor, enfim, algo que não esteja contido no processo do coaching. “O fato de mantê-los como clientes, em detrimento de orientá-los na busca de outro tipo de serviço profissional, pode representar algum tipo de prejuízo considerável ao indivíduo. As principais credenciais de um coach são suas referências de outros clientes e, as experiências com uma quantidade mínima de horas/atendimento realizadas. Quem atua na área deve ter a formação como coach, em uma Escola de coaching, credenciada pela ICF (International Coach Federation)”, explica a especialista. FONTE TEXTO 2: Uma proposta popular em tramitação no Senado pode colocar em cheque o futuro do coaching no Brasil: a possível criminalização da profissão. A sugestão causou mal-estar entre os profissionais do setor de recursos humanos e treinamentos pessoais e dividiu a opinião dos especialistas da área. Há um grupo que critica a proposta e outro que defende a regulamentação, com o objetivo de acabar com os charlatões do mercado. De autoria pelo sergipano William Menezes, a sugestão foi enviada pela plataforma de participação legislativa e-Cidadania em abril último. Como recebeu mais de 20 mil assinaturas em oito dias, foi encaminhada para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), presidida pelo senador Paulo Paim (PT/RS). “Se tornada lei, não permitirá o charlatanismo de muitos autointitulados formados sem diploma válido. Não permitindo propagandas enganosas como ‘reprogramação do DNA’ e ‘cura quântica’, que desrespeitam o trabalho científico e metódico de terapeutas e outros profissionais das mais variadas áreas”, diz o autor da proposta. De acordo com a International Coach Federation (ICF), a atividade do coaching é exercida atualmente por 70 mil profissionais no Brasil. Na teoria, qualquer pessoa pode se tornar um coach, desde que domine os conhecimentos da área. Entre as tarefas do coach, está ajudar os clientes a identificar limites, superar desafios e desenvolver seu potencial. Coach há oito anos, Bárbara Nogueira, conselheira de carreira e headhunter da Prime Talent, afirma que a discussão é prudente, mas acredita que a profissão deveria ser regulamentada, não criminalizada. “Banalizaram o termo coach. Hoje, há coaching de exercícios físicos, de relacionamento, de felicidade, entre outros. A profissão é mais profunda que isso, porque ajuda a pessoa a atingir objetivos claros de vida”, diz. Fonte A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: A banalização do coaching. Leia também: Tema de redação: O poder do autoconhecimento na sociedade Tema de redação: Promoção da saúde e bem-estar Tema de redação: A liderança move o mundo 11 alusões históricas para usar em suas redações Dados confiáveis para usar nas redações