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Texto 1 De 2015 para 2016, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer passou de 75,5 para 75,8 anos, o que representa um acréscimo de três meses e onze dias. Esse indicador mostra o tempo médio de vida das pessoas que nasceram em um determinado ano. Entre os estados brasileiros, Santa Catarina é o que apresenta a maior esperança de vida (79,1 anos), logo em seguida estão Espírito Santo (78,2 anos), Distrito Federal (78,1 anos) e São Paulo (78,1 anos). Além desses, Rio Grande do Sul (77,8 anos), Minas Gerais (77,2 anos), Paraná (77,1 anos) e Rio de Janeiro (76,2 anos) são os únicos que possuem indicadores superiores à média nacional. No outro extremo, com as menores expectativas de vida, estão os estados do Maranhão (70,6 anos) e do Piauí (71,1 anos). Fonte: Ibge Texto 2 Com a expectativa de vida do brasileiro, sobem as despesas do governo com aposentadoria. Ainda não dá para calcular qual será o impacto, mas, seja qual for, só deve aumentar um problema: o deficit, que tem se aprofundado desde 2011. “Em consequência das medidas de desoneração da folha, que desaceleraram o crescimento da receita previdenciária, mas não desacelerou, no mesmo passo, a trajetória de pagamento dos benefícios previdenciários. Por isso, o deficit da previdência nesse ano deve fechar provavelmente acima de R$ 60 bilhões”, aponta Felipe Salto, economista da Tendências Consultoria. Do ponto de vista das contas públicas, o aumento da expectativa de vida dos brasileiros significa que a previdência terá de pagar benefícios para mais gente e por mais tempo. Ou seja: precisa de mais dinheiro. Mas em um momento como esse de baixo crescimento, a arrecadação cai. O fator previdenciário é um mecanismo criado há 15 anos para tentar equilibrar as contas da previdência. À medida em que a expectativa de vida sobe, aumenta também a quantidade de anos que o contribuinte tem que trabalhar para receber o mesmo benefício. Agora que o brasileiro vive mais, também vai ter que trabalhar mais antes de se aposentar. “Quando ele aposenta, por exemplo, com 35 anos de trabalho e 55 anos de idade, ele ainda está muito longe daquela expectativa de vida. E por ele estar muito longe, em tese, ele vai receber um benefício menor por mais tempo”, diz Rodolfo Ramer, especialista em direito previdenciário. “O que precisa haver é crescimento econômico. Quanto mais crescimento, maior a formalização, maior a geração de emprego, o governo consegue arrecadar mais, e isso ameniza a trajetória de deficit”, aponta o economista Felipe Salto. Adaptado de: https://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2014/12/aumento-na-expectativa-de-vida-traz-um-grande-impacto-na-aposentadoria.html Texto 3 Fonte: amarildocharge A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O aumento da expectativa de vida como desafio no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Leia também: Tema de redação: A realidade da mortalidade infantil no Brasil Tema de redação: Os desafios da Educação Inclusiva no Brasil Tema de redação: Memória e a preservação do patrimônio cultural Tema de redação: Os desafios para manter um sistema de saúde público no Brasil

Texto 1: O mundo vive atualmente a mais grave crise de refugiados desde o fim da II Guerra Mundial, em 1945. São 65,6 milhões de pessoas que foram obrigadas a deixar seus lares, fugindo de guerras, conflitos internos, perseguições políticas e violações de direitos humanos. A maioria dos refugiados vem da África e do Oriente Médio. A Guerra da Síria é a maior responsável pelo crescimento neste atual fluxo. Desde 2011, o país enfrenta uma sangrenta guerra civil que parece longe de terminar. Estima-se que o conflito no país governado pelo ditador Bashar al-Assad já matou mais de 250 mil pessoas e provocou o deslocamento de outras 5,5 milhões, o que corresponde a um quinto da população do país. Fonte: guia do estudante – aumento de refugiados provoca grave crise humanitária entenda Texto 2: Dos 10,1 mil refugiados acolhidos pelo governo brasileiro durante 10 anos, mais da metade pode ter deixado o país após a imigração. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (11) pelo Ministério da Justiça e apontam que apenas 5,1 mil deles permanecem em território nacional. Os demais estão com o registro inativo na Polícia Federal. Solicitações de refúgio Somente em 2017 o Brasil recebeu 33,8 mil solicitações de refúgio. Mais da metade são de venezuelanos que deixaram o país de origem por motivações econômicas e políticas. De janeiro a dezembro do ano passado foram 17,8 mil pedidos de refúgios feitos por essa nacionalidade ao Ministério da Justiça. Adaptado de: g1 globo – mais da metade dos refugiados reconhecidos pelo brasil podem ter deixado o país Texto 3: Fonte: Pe Nxtt A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: A Crescente Descrença no Pensamento Científico. Texto 1: O movimento antivacinação tem proliferado nos últimos anos, principalmente, por meio do ativismo propagado nas redes sociais. A falsa segurança (decorrente da ausência de surtos), o medo de reações colaterais à vacina e a difusão de informações falsas são as principais causas. A saúde pública no Brasil é extremamente precária, entretanto, a política de vacinação implantada pelo Sistema Único de Saude não só se mostrou eficiente, mas um modelo de prevenção para diversos países. Essa eficiência, portanto, foi responsável pela erradicação da Poliomelite e redução de outras doenças a níveis ínfimos; o que fez com que muitos negligenciassem a importância da vacinação e questionassem sua real eficácia. Há, por parte de vários pais, certo receio em relação aos efeitos adversos das vacinas, já que, comumente, desencadeiam pequenas reações alérgicas nas crianças. Por mais que lhes doam o sofrimento dos filhos, esse é menos nocivo que o impacto de doenças e epidemias. Embora tal atitude fosse mais esperada em camadas pouco instruídas ou pobres da população, jovens de classe media, com alta escolaridade e acesso à informação estão entre os principais adeptos da antivacinação. Se a predileção por terapias alternativas (homeopatia, florais, cristais, “reiki” e benzeduras etc), tem suplantado a “crença” em vírus, fungos e bactérias, quem sofre riscos e/ou danos permanentes de doenças triviais – já que vacináveis, – são as crianças não imunizadas. […]A proliferação do movimento antivacina comprova a atual demonização do conhecimento científico. A promoção do discurso do medo, da ignorância e do obscurantismo necessita, portanto, ser combatida com uma educação que garanta um olhar mais crítico sobre as mídias e a realidade. Fonte: https://redacaoemrede.blogspot.com.br/2017/10/redacao-tema-o-movimento-antivacinacao.html Texto 2: Durante muitos séculos, a humanidade acreditou que a Terra era plana. Era o pensamento mais lógico para o cidadão comum da Idade Média, que via um mundo plano à sua frente e não algo que remetesse a uma superfície esférica. Por mais que a ciência tenha provado que estamos mesmo habitando um gigantesco globo, ainda tem uns malucos por aí que insistem em dizer que essa ideia de planeta redondo é tudo uma conspiração. Tanto que há até um grupo organizado de pessoas que acreditam nessa teoria. A Sociedade da Terra Plana existe desde 2004 e possui apenas 200 membros, mas conta com um site próprio e várias explicações que reforçam seu ponto de vista sobre a forma da Terra — com direito até mesmo a uma biblioteca sobre o tema, uma galeria de mapas e fóruns para que os participantes discutam suas teorias. Há também uma loja com produtos relacionadas a isso tudo, mas todos os itens estão fora de estoque. É claro que há muita piada nisso tudo, mas também há aqueles que levam a discussão toda muito a sério. Segundo o vice-presidente da Sociedade, Michael Wilmore, muitos associados participam apenas para ter um certificado engraçado em suas paredes, mas outros têm uma crença legítima sobre o assunto e que ele mesmo acredita nisso de verdade. Para Wilmore, esse ponto de vista é resultado de um processo de “introspecção filosófica e uma quantidade considerável de dados” que ele observou. Fonte: https://canaltech.com.br/ciencia/entendendo-a-loucura-de-quem-acredita-que-a-terra-e-plana-56783/ Texto 3: Fonte: https://profjosepsantos.files.wordpress.com/2011/03/os_metodos.gif Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema: A Crescente Descrença no Pensamento Científico.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico. Texto I […] A história de Angela se repete entre de muitas outras pessoas trans que sofrem com a falta de reconhecimento. Ela percebeu que vivendo na rua estava diretamente exposta a riscos que hora ou outra a levariam à morte. Diante disso, foi em busca de um trabalho que a proporcionasse condições mais estáveis e arrumou uma posição como office-boy em um cartório em São Carlos, interior de São Paulo. À época, ela ainda não tinha todas as características femininas, o que acredita ter facilitado sua admissão. Ficou lá por 15 anos e aproveitou o período para fazer faculdade e especialização, enquanto construía sua identidade dentro do trabalho, “com muitos enfrentamentos”, como ela mesma destaca. “Saí de lá já como Angela, com nome e identidade afirmados e consolidados”. Foi a partir dessa vivência que percebeu a importância do trabalho para sua autoafirmação e para a afirmação social também. Devido ao preconceito e a baixa escolaridade, grande parte dessas pessoas não consegue uma oportunidade no mercado de trabalho. E, mesmo as graduadas e aptas a exercerem uma profissão de alto desempenho, por vezes são recusadas por sua identidade de gênero, o que não deixa outra opção: muitas acabam na prostituição. “Você tem mais de 90%, isso é um dado da ANTRA [Associação Nacional de Travestis e Transexuais], mais de 90% de travestis e transexuais vivendo unicamente da prostituição. Isso é um aprisionamento social. A sociedade designou que esses seres humanos não possuem potencialidades para exercer outra função que não seja o trabalho sexual, aí elas são colocadas como objeto”, critica Angela.[…] Fonte: https://economia.estadao.com.br/blogs/ecoando/transgenero-transexual-travesti-os-desafios-para-a-inclusao-do-grupo-no-mercado-de-trabalho/ Texto II Em 1999, a goiana Rafaela Damasceno foi uma das primeiras transexuais a entrar em uma universidade pública no Brasil. A estudante, que tinha na época 23 anos, ingressou no curso de geografia da Universidade Federal de Goiás (UFG) cheia de esperanças e com o objetivo de seguir na carreira acadêmica. O preconceito e a intolerância de colegas e até de professores, porém, a obrigaram a abandonar o sonho e a sair da faculdade sem diploma. […] “Se não fosse o ódio, eu não tenho dúvidas, hoje, eu seria doutora”, desabafa. Rafaela conta que, logo nas primeiras semanas de aula, percebeu que seriam tempos complicados. “No começo, era só eu passar que as pessoas se cutucavam, apontavam. Como se eu fosse um bicho.” As manifestações de preconceito se tornaram mais frequentes, e a dor de Rafaela aumentava. “Me chamavam de aberração”, diz, com a voz embargada, mesmo depois de tantos anos. A gota d’água, que a fez desistir do sonho de ser uma educadora, foi motivada pela atitude de uma professora. “Durante uma aula, ela falou que tinha gente na sala que deveria estar em um salão de beleza ou em uma cozinha, não em uma universidade”, conta a hoje ativista dos direitos humanos. O trauma foi tão grande que Rafaela nunca se sentiu capaz de retomar os estudos. “Lembro de tudo e sinto medo. Não sei se consigo voltar a uma sala de aula.” Fonte: https://especiais.correiobraziliense.com.br/violencia-e-discriminacao-roubam-de-transexuais-o-direito-ao-estudo Texto III […] Para Cristian, que hoje vive em Curitiba, a maior parte das lembranças da escola, quando ainda vivia como menina, são de ameaças de colegas e funcionários. “Uma inspetora disse para eu ir embora, porque ninguém gostava de mim lá”, conta ele. Além de lhe acarretar uma depressão, a hostilidade o fez interromper os estudos duas vezes. Formado, Cristian hoje espera a mudança do nome na carteira de identidade para começar uma faculdade. Violência e preconceito explicam a incorreta associação entre identidade de gênero e vontade pessoal. São também as razões da alta evasão escolar identificada por profissionais da educação. “Muitos não conseguem concluir nem o Ensino Fundamental, e 99% não chegam à universidade”, explica a professora transgênero Marina Reidel, autora de dissertação de mestrado na UFRGS sobre a trajetória de professores travestis e transexuais (que buscam correção cirúrgica para o que veem como distorção anatômica). Sem acesso ao estudo e, consequentemente, ao mercado de trabalho, a maioria cai na prostituição. […] Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/03/apesar-do-aumento-de-vagas-jovens-tem-dificuldades-para-o-1-emprego.html Texto IV Fonte: https://www.revistaovies.com/questoes-lgbts/2015/04/pessoas-trans-escolas-e-universidades/ Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico.

A partir da leitura dos textos motivadores do tema de redação Enem 2015 seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação. Redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira. Apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 do tema de redação Enem 2015 Nos 30 anos decorridos entre 1980 e 2010 foram assassinadas no país acima de 92 mil mulheres, 43,7 mil só na última década. O número de mortes nesse período passou de 1.353 para 4.465, que representa um aumento de 230%, mais que triplicando o quantitativo de mulheres vítimas de assassinato no país. WALSELFISZ, J. J. Mapa da Violência 2012. Atualização: Homicídio de mulheres no Brasil. Disponível em: www.mapadaviolencia.org.br. Acesso em: 8 jun. 2015. Texto 2 Texto 3 do tema de redação Enem 2015 Texto 4 O impacto em númerosCom base na Lei Maria da Penha, mais de 330 mil processos foram instaurados apenas nos juizados e varas especializadas. Argumentos que poderiam ter sido usados no tema de redação “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”: Cultura do machismo: Argumentar que a persistência da violência contra a mulher está enraizada na cultura machista presente na sociedade brasileira, que perpetua estereótipos e desigualdades de gênero. Desigualdade de gênero: Discutir a desigualdade entre homens e mulheres em diferentes aspectos da sociedade. Como no mercado de trabalho, acesso à educação e representatividade política, demonstrando como essas disparidades contribuem para a violência contra a mulher. Legislação insuficiente: Argumentar que a legislação brasileira, apesar dos avanços, ainda é insuficiente para coibir efetivamente a violência contra a mulher. Ressaltando a importância de leis mais rigorosas e de mecanismos eficazes de proteção e punição dos agressores. Educação como instrumento de transformação: Destacar a importância da educação na desconstrução de estereótipos de gênero e na promoção de uma cultura de respeito e igualdade. Defendendo a inclusão de temáticas relacionadas à violência contra a mulher nos currículos escolares. Papel dos meios de comunicação: Analisar como os meios de comunicação podem contribuir tanto para a perpetuação quanto para a mudança de padrões culturais. Ressaltando a necessidade de uma abordagem responsável e consciente em relação à violência contra a mulher. Necessidade de apoio às vítimas: Argumentar sobre a importância de políticas públicas que ofereçam suporte e proteção às vítimas de violência. Como a criação de casas-abrigo, ampliação da rede de atendimento e conscientização sobre os direitos das mulheres. Mobilização social: Enfatizar o papel da sociedade civil na luta contra a violência de gênero. Destacando a importância de movimentos feministas, ONGs e demais iniciativas que buscam promover a conscientização e a transformação social. Responsabilização dos agressores: Discutir a necessidade de uma justiça eficiente e célere no combate à violência contra a mulher, com a punição adequada dos agressores. A fim de desencorajar a prática e promover a sensação de segurança para as vítimas.

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema Publicidade infantil em questão no Brasil, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO I A aprovação, em abril de 2014, de uma resolução que considera abusiva a publicidade infantil, emitida pelo Conselho Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), deu início a um verdadeiro cabo de guerra envolvendo ONGs de defesa dos direitos das crianças e setores interessados na continuidade das propagandas dirigidas a esse público. Elogiada por pais, ativistas e entidades, a resolução estabelece como abusiva toda propaganda dirigida à criança que tem “a intenção de persuadi-la para o consumo de qualquer produto ou serviço” e que utilize aspectos como desenhos animados, bonecos, linguagem infantil, trilhas sonoras com temas infantis, oferta de prêmios, brindes ou artigos colecionáveis que tenham apelo às crianças. Ainda há dúvidas, porém, sobre como será a aplicação prática da resolução. E associações de anunciantes, emissoras, revistas e de empresas de licenciamento e fabricantes de produtos infantis criticam a medida e dizem não reconhecer a legitimidade constitucional do Conanda para legislar sobre publicidade e para impor a resolução tanto às famílias quanto ao mercado publicitário. Além disso, defendem que a autorregulamentação pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) já seria uma forma de controlar e evitar abusos. IDOETA, P. A.; BARBA, M. D. A publicidade infantil deve ser proibida? Disponível em: www.bbc.co.uk. Acesso em: 23 maio 2014 (adaptado). TEXTO II Precisamos preparar a criança, desde pequena, para receber as informações do mundo exterior, para compreender o que está por trás da divulgação de produtos. Só assim ela se tornará o consumidor do futuro, aquele capaz de saber o que, como e por que comprar, ciente de suas reais necessidades e consciente de suas responsabilidades consigo mesma e com o mundo. SILVA, A. M. D.; VASCONCELOS, L. R. A criança e o marketing: informações essenciais para proteger as crianças dos apelos do marketing infantil. São Paulo: Summus, 2012 (adaptado).

Nesta postagem, mergulhamos no passado para explorar os desafios e as conquistas dos estudantes que enfrentaram na edição do Enem 2007. Se você está se preparando para o Enem, esses textos motivacionais vão te inspirar a persistir e alcançar seu objetivo. Confira abaixo e não deixe de conferir a postagem completa! Texto 1 do Enem 2007 Ninguém = NinguémEngenheiros do Hawaii Há tantos quadros na paredehá tantas formas de se ver o mesmo quadrohá tanta gente pelas ruashá tantas ruas e nenhuma é igual a outra(ninguém = ninguém)me espanta que tanta gente sinta(se é que sente) a mesma indiferençahá tantos quadros na paredehá tantas formas de se ver o mesmo quadrohá palavras que nunca são ditashá muitas vozes repetindo a mesma frase(ninguém = ninguém)me espanta que tanta gente minta(descaradamente) a mesma mentiratodos iguais, todos iguaismas uns mais iguais que os outros Texto 2 Uns Iguais Aos OutrosTitãs Os homens são todos iguais(…)Brancos, pretos e orientaisTodos são filhos de Deus(…)Kaiowas contra xavantesÁrabes, turcos e iraquianosSão iguais os seres humanosSão uns iguais aos outros, são uns iguais aos outrosAmericanos contra latinosJá nascem mortos os nordestinosOs retirantes e os jagunçosO sertão é do tamanho do mundoDessa vida nada se levaNesse mundo se ajoelha e se rezaNão importa que língua se falaAquilo que une é o que separaNão julgue pra não ser julgado(…)Tanto faz a cor que se herda(…)Todos os homens são iguaisSão uns iguais aos outros, são uns iguais aos outros Texto 3 do Enem 2007 A cultura adquire formas diversas através do tempo e do espaço. Essa diversidade se manifesta na originalidade e na pluralidade de identidades que caracterizam os grupos e as sociedades que compõem a humanidade. Fonte de intercâmbios, de inovação e de criatividade, a diversidade cultural é, para o gênero humano, tão necessária como a diversidade biológica para a natureza. Nesse sentido, constitui o patrimônio comum da humanidade e deve ser reconhecida e consolidada em benefício das gerações presentes e futuras.UNESCO. Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural. Todos reconhecem a riqueza da diversidade no planeta. Mil aromas, cores, sabores, texturas, sons encantam as pessoas no mundo todo; nem todas, entretanto, conseguem conviver com as diferenças individuais e culturais. Nesse sentido, ser diferente já não parece tão encantador. Considerando a figura e os textos acima como motivadores, redija um texto dissertativo-argumentativo a respeito do seguinte tema. O desafio de se conviver com a diferença Ao desenvolver o tema proposto, procure utilizar os conhecimentos adquiridos e as reflexões feitas ao longo de sua formação. Selecione, organize e relacione argumentos, fatos e opiniões para defender seu ponto de vista e suas propostas, sem ferir os direitos humanos. Observações:– Seu texto deve ser escrito na modalidade padrão da língua portuguesa.– O texto não deve ser escrito em forma de poema (versos) ou narração.– O texto com até 7 (sete) linhas escritas será considerado texto em branco.– O rascunho pode ser feito na última página deste Caderno.– A redação deve ser passada a limpo na folha própria e escrita a tinta. O que você achou do tema de redação do Enem 2007? É essencial dominar os temas para se preparar para a próxima edição do Enem e, claro, colocar em prática!

Com base na leitura dos seguintes textos motivadores e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma culta escrita da língua portuguesa sobre o Tema de Redação ENEM (2009): O indivíduo frente à ética nacional, apresentando proposta de ação social, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione coerentemente argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Charge de Millôr Fernandes no Enem 2009 (Foto: Reprodução/Enem) Andamos demais acomodados, todo mundo reclamando em voz baixa como se fosse errado indignar-se. Sem ufanismo, porque dele estou cansada, sem dizer que este é um país rico, de gente boa e cordata, com natureza (a que sobrou) belíssima e generosa, sem fantasiar nem botar óculos cor-de-rosa, que o momento não permite, eu me pergunto o que anda acontecendo com a gente. Tenho medo disso que nos tornamos ou em que estamos nos transformando, achando bonita a ignorância eloquente, engraçado o cinismo bem-vestido, interessante o banditismo arrojado, normal o abismo em cuja beira nos equilibramos – não malabaristas, mais palhaços. LUFT, L. Ponto de vista. Veja. Ed. 1988, 27 dez 2006 (adaptado) Qual é o efeito em nós do “eles são todos corruptos”? As denúncias que assolam nosso cotidiano podem dar lugar a uma vontade de transformar o mundo só se nossa indignação não afetar o mundo inteiro. “Eles são TODOS corruptos” é um pensamento que serve apenas para “confirmar” a “integridade” de quem se indigna. O lugar-comum sobre a corrupção generalizada não é uma armadilha para os corruptos: eles continuam iguais e livres, enquanto, fechados em casa, festejamos nossa esplendorosa retidão. O dito lugar-comum é uma armadilha que amarra e imobiliza os mesmos que denunciam a imperfeição do mundo inteiro. CALLIGARIS, C. A armadilha da corrupção. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br (adaptado) Instruções: – Seu texto tem de ser escrito à tinta, na folha própria. – Desenvolva seu texto em prosa: não redija narração, nem poema. – O texto com até 7 (sete) linhas escritas será considerado texto em branco. – O texto deve ter, no máximo, 30 linhas. – O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. Com o Tema de Redação ENEM (2009): O indivíduo frente à ética nacional.

O tema de redação “A questão da água no Brasil” aborda um assunto de extrema importância e urgência, uma vez que o acesso à água potável é essencial para a sobrevivência e qualidade de vida das pessoas. No contexto brasileiro, a questão da água envolve uma série de desafios e demanda ações efetivas para garantir a disponibilidade e o uso sustentável desse recurso natural. Confira abaixo textos motivadores sobre o tema: Texto 1 sobre a questão da água no Brasil “[…]a ONU – Organização das Nações Unidas, lançou o Relatório Global sobre Desenvolvimento e Água 2014. O documento prevê que, em 2030, haverá necessidade de se aumentar em 35% a produção de alimentos, 40% a mais de água e 50% a mais de energia, todos interligados e interdependentes. Para isso, segundo o estudo, são necessárias a urgente adoção de políticas e marcos regulatórios capazes de reconhecer como prioridades absolutas as áreas de água e energia. Outros dados bastantes críticos divulgados no relatório da ONU dão conta de que 768 milhões de pessoas não tem acesso à água tratada e 2,5 bilhões vivem em condições sanitárias inadequadas. “ Fonte: carta capital – todo dia é dia da água apesar das constantes negações Texto 2 “’Dos 172 conflitos registrados no Brasil em 2016, segundo a CPT, 58 foram em Minas, dos quais 54 motivados pelo “rompimento da barragem da Samarco/Vale/BHP Billiton’, diz o relatório. ‘Cada comunidade afetada gerou um conflito’, explica o coordenador da CPT em Minas, Edivaldo Ferreira Lopes.A pesquisa ‘Conflitos pela Água’ registra problemas não apenas em Mariana, mas em toda a calha do rio Doce em Minas e no Espírito Santo, onde as brigas aumentaram 240% depois do rompimento. ‘A tragédia foi em 2015 e os conflitos continuaram em 2016, afetando comunidades inteiras que ficaram sem água até para beber. Tirou o sustento de muita gente, como dos pescadores’, conta Lopes.Segundo ele, 93% dos conflitos em Minas envolvem mineração. As hidrelétricas respondem praticamente sozinhas pelos outros 7% registrados. Lopes explica que outros motivos, como brigas com fazendeiros, existem, mas raramente são registrados por atingirem menos pessoas.Sem contar a barragem de Fundão, o maior conflito registrado neste ano no Estado foi em Turmalina, no Alto Jequitinhonha, envolvendo comunidades rurais e a siderúrgica Aperam BioEnergia, que produz eucalipto para carvão. A empresa teria enterrado defensivos tóxicos próximo a uma nascente e análises comprovaram a contaminação do solo, segundo a CPT. A empresa disse ter analisado a água e afirma que não há indícios de contaminação. Fonte: otempo – conflitos por água disparam depois de tragédia de mariana Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: A questão da água no Brasil.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil. Texto I DST no Brasil As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comuns em todo o mundo. Em ambos os sexos, tornam o organismo mais vulnerável a outras doenças, inclusive a aids, além de terem relação com a mortalidade materna e infantil. No Brasil, as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) de infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa, a cada ano, são Sífilis:100 000 Gonorreia: 541.800 Clamídia: 967.200 Herpes genital: 900 HPV: 400 Fonte: Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. Portal sobre aids, infecções sexualmente transmissíveis e hepatites virais Texto II Com cada vez mais jovens fazendo sexo de forma desprotegida, o número de ocorrências de doenças sexualmente transmissíveis tem aumentado consideravelmente no Brasil, na esteira do que já acontece no mundo. Segundo dados do Ministério da Saúde, apenas 56,6% dos brasileiros entre 15 e 24 anos usam camisinha com parceiros eventuais. A falta de prevenção no início da vida sexual vem preocupando o órgão, afirma Adele Schwartz Benzaken, diretora do Departamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais. “Nos últimos anos, temos observado que a população mais jovem está reduzindo o uso do preservativo”, diz ela à BBC Brasil. No Brasil, a epidemia de HIV/Aids é considerada estabilizada, mas vem avançando entre os mais jovens. Na última década, o índice de contágio mais que dobrou entre jovens de 15 a 19 anos, passando de 2,8 casos por 100 mil habitantes para 5,8 casos. Também aumentou na faixa etária entre 20 a 24 anos, chegando a 21,8 casos a cada 100 mil habitantes. […] As campanhas de prevenção miram, sobretudo, o alto número de pessoas no Brasil que têm HIV, mas ainda não sabem – aproximadamente 112 mil brasileiros – e os cerca de 260 mil que vivem com o vírus mas ainda não se tratam, aumentando o risco de propagação da doença. Apesar de o principal foco continuar sendo a prevenção de HIV/Aids, especialistas alertam para o risco de propagação de outras doenças, como HPV, herpes genital, gonorreia, hepatite B e C e, especialmente, sífilis. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-39093771 Texto IV Fonte: https://jornalhorah.com.br/ministerio-da-saude-alerta-foliao-para-o-uso-da-camisinha-no-carnaval A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de redação: Formas de combater as doenças sexualmente transmissíveis no Brasil, apresentando proposta de solução, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira. Texto I A lei que obriga escolas e clubes a adotarem medidas de prevenção e combate ao bullying entrou em vigor nesta semana. O texto, publicado no “Diário Oficial da União” em 9 de novembro havia sido aprovado pela Câmara em outubro e enviado para a sanção presidencial. Pelo texto aprovado, bullying é definido como a prática de atos de violência física ou psíquica exercidos intencional e repetidamente por um indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas com o objetivo de intimidar ou agredir, causando dor e angústia à vítima. O projeto determina que seja feita a capacitação de docentes e equipes pedagógicas para implementar ações de prevenção e solução do problema, assim como a orientação de pais e familiares para identificar vítimas e agressores. Também estabelece que sejam realizadas campanhas educativas e fornecida assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores. Segundo o texto, a punição dos agressores deve ser evitada “tanto quanto possível” em prol de alternativas que promovam a mudança de comportamento hostil. Fonte: g1 globo – lei que obriga escolas e clubes combaterem bullying entra em vigor Texto II Os altos índices de ciberbullying entre os jovens não é novidade. No entanto, um estudo publicado no Journal of Adolescent Health mostra que está crescendo o número de adolescentes que publicam ofensas anônimas nas redes sociais contra eles mesmos. Segundo informações do Daily Mail, o estudo, que entrevistou 5.593 alunos norte-americanos e britânicos com idades entre 12 e 17 anos, revela que 6% dos adolescentes admitem já ter cometido auto bullying digital através de contas falsas nas redes sociais. Dos 335 alunos que admitiram o auto ciberbullying, metade disse que fez isso somente uma vez, enquanto 35% disseram que o fizeram algumas vezes. Já 13% disseram que o fizeram várias vezes. A pesquisa também mostrou que muitos que tinham esse tipo de atitude estavam buscando respostas de encorajamento ou aprovação de outros usuários de redes sociais. […] Fonte: olhardigital – cresce-numero-de-jovens-que-praticam-ciberbullying-contra-eles-mesmos Texto III Fonte: g1.globo.com – cai-o-n-de-vitimas-de-nudes-vazadas-na-internet-do-brasil-em-2016-diz-ong A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema: Medidas para combater a prática de bullying e de ciberbullying na sociedade brasileira, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso? Texto I Talvez muitos brasileiros ignorem o pouco que se lê nesse país em relação ao resto do mundo. Talvez não saibam que em um ranking dos 30 países onde mais se lê, segundo a agência Nop World, o Brasil aparece na rabeira, à frente apenas de Taiwan e Coreia. […] Ganham do Brasil em número de livros lidos e de horas de leitura por pessoa, por exemplo, Venezuela, México ou Argentina dentro do continente. Fora dele, turcos, egípcios, árabes sauditas, húngaros, poloneses, indonésios, filipinos e russos –entre muitos outros– leem mais que os brasileiros. E talvez a grande massa de brasileiros estranhasse saber que os dois países onde se leem mais livros por pessoa e se dedicam mais horas à leitura no mundo são a Índia e a China. É possível que um analfabeto ou alguém que não tenha lido um livro na vida possa revelar uma sabedoria natural, um senso comum agudo e até uma grande carga de poesia. Conheci algumas pessoas assim na minha vida. Entretanto, o mais natural é que um país que não lê ou que aparece, como o Brasil, entre os piores leitores do mundo, esteja comprometendo seu desenvolvimento futuro –não apenas cultural, mas também econômico. Mais ainda, dificilmente entrará no rio da modernidade e do progresso um país não-leitor ao mesmo tempo que será refém dos poderes dominantes. […] Fonte: brasil elpais Texto II […] – Historicamente, somos um país analfabeto. E a resposta mais simples, que é um clichê, é dizer que tudo envolve o processo educacional, que no Brasil se mostrou ser um fracasso – avalia Diego Grando, poeta e professor de literatura. Os especialistas tendem a concordar que a educação no Brasil é um problema que não se restringe à literatura, mas projetos paliativos não vão solucionar a questão central. Regina lembra que há uma tentativa de popularização do livro, mas que o preço de uma obra ainda é alto. O professor Sergius Gonzaga, ex-secretário da Cultura de Porto Alegre, avalia que só uma “discussão ampla” e uma “mudança radical dos currículos” podem fazer com que as gerações futuras mudem essas taxas. – Sem uma ação efetiva do Estado, não vejo alternativa. O Brasil iniciou tardiamente o seu processo de escolarização, e isso se deu no início dos anos 1960. Na mesma época, o país entra na era do audiovisual, com TV e cinema. Ou seja, o país pula do analfabetismo direto para o audiovisual, não consegue formar uma cultura de leitura. […] Fonte: gauchazh clicrbs Texto III Não é novidade para ninguém. Nos Estados Unidos e na Europa, um livro sai bem mais barato que no Brasil. […] O problema é a tiragem. Enquanto outros países trabalham com tiragens médias de mais de 10 000 exemplares por edição, no Brasil esse número fica na casa dos 2 000. O mercado é pequeno, vende-se pouco, e elevar essa média é produzir encalhes. Daí que, com edições reduzidas, o custo por unidade sobe. O raciocínio é bem simples. Fora o papel, que varia segundo a quantidade de exemplares, toda edição tem um custo fixo, do qual não dá para fugir. Composição das páginas, máquinas, revisões, ilustrações, tudo isso independe da tiragem. E quando se divide o custo fixo pelo número de exemplares, tem-se o custo unitário. Como o mercado brasileiro se organizou com base nas pequenas tiragens, o preço final de um volume é sempre alto. Mesmo os best-sellers, que vendem dezenas de milhares de cópias, custam caro, já que os editores fixam o preço com base em padrões (um certo “x” por página) estabelecidos a partir das baixas tiragens. A vantagem, dos editores, é que best-sellers dão mais lucro. E quase sempre compensam o prejuízo dos títulos que acabam encalhando nas prateleiras. O leitor brasileiro é prejudicado pelas tiragens pequenas. Como o mercado de livros no Brasil é bem reduzido, as edições são minguadas. Na média, não passam dos 2 000 exemplares. A equação é cruel: tiragens mínimas projetam o custo unitário lá para as alturas. O leitor, quando pode, é quem acaba pagando a conta. […] Fonte: super abril cultura Texto IV […] Em 13 de maio de 1808, foi oficializada por Dom João a instalação de uma casa impressora, que seria destinada a publicar a papelada oficial do governo. Embora fosse reservada apenas para os assuntos do governo, a Impressão Régia foi um marco de mudança, uma vez que, antes dela, os livros que se consumiam no Brasil vinham quase que exclusivamente da Europa. Se apenas em 1808 o Brasil pôde contar com uma máquina de impressão oficial, por um pouco mais de duzentos anos é que se foi fomentando, a passos de formiga, a leitura. Sendo assim, é natural que nossos índices sejam mais baixos que o restante dos países mais desenvolvidos. Entretanto, existe um detalhe nessa história. Os Estados Unidos começaram a ser colonizados um pouco antes do Brasil, mas têm um índice de leitura bem maior. Como se explica? […] Fonte: papo de homem Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação: Por que somos um país de não-leitores e como podemos mudar isso?