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INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO – Tema: Ações para alcançar a igualdade de gênero no Brasil O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Leia os textos abaixo e faça sobre Tema: Ações para alcançar a igualdade de gênero no Brasil. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 O Brasil caiu nove posições em um ranking de igualdade de gênero divulgado pelo “Fórum Econômico Mundial”, grupo conhecido pelas reuniões que realiza em Davos. O país aparece agora na 71ª colocação na lista. Em 2013, ocupava a 62ª posição. A organização avaliou as diferenças entre homens e mulheres na saúde, educação, economia e indicadores políticos em 142 países. A Islândia ocupa o topo do ranking, seguida por outros países nórdicos. Apesar de ter mantido a igualdade entre homens e mulheres nas áreas de saúde e educação, o Brasil perdeu posições nos índices que medem participação feminina na economia e na política. A maior queda ocorreu na avaliação que considera salários, participação e liderança feminina no mercado de trabalho. A nota brasileira foi de 0,144 para 0,148. Porém, como outros países evoluíram mais, o país passou da 68ª para 74ª posição no ranking. A curva de participação feminina na política brasileira mostra uma nítida ascensão desde a chegada da presidente Dilma Rousseff à Presidência, em 2011. Ela foi a primeira mulher a governar o país. Em educação o Brasil atingiu a nota 1, o que significa que não há desigualdade entre homens e mulheres. A eliminação nas desigualdades na educação vem desde 2012. Na saúde, o país pontua 0,98 – o que o coloca em 1º lugar, empatado com outros países- desde o início da divulgação do ranking, em 2006. O relatório destaca que o Brasil conseguiu fechar 70% da lacuna entre os gêneros. A queda do Brasil em nove colocações, ficando em 71º, aconteceu mesmo tendo fechado com sucesso ambas as lacunas entre gêneros no nível educacional e de saúde e sobrevivência. Sua prioridade agora deve ser de garantir retornos em seus investimentos através do aumento da participação feminina na área de trabalho”, diz o relatório. Poucos avanços As cinco primeiras posições do ranking são ocupadas por países nórdicos. Em 6º lugar, aparece a Nicarágua, o país mais bem colocado da América Latina há três anos. Logo depois, em 7º, aparece Ruanda. Segundo o relatório, o país tem “grande pontuação em termos de participação econômica e política”. Entre os países dos BRICS, a África do Sul é a mais bem colocada (18º), “devido à forte participação política”. Depois do Brasil aparecem Rússia (75º), China (87º) e Índia (114º). O documento do Fórum Econômico Mundial destaca que os avanços em todo o mundo foram pequenos. A brecha entre homens e mulheres ainda está em 60%, e em 2006 era de 56%. Nesse ritmo, levará 81 anos para o mundo fechar essa brecha completamente. Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/10/141028_desigualdade_full_lab Texto 2 A desigualdade de gênero é um problema antigo na sociedade e até hoje há quem acredite que as mulheres são inferiores aos homens e que seu único papel na sociedade é o de cuidar da casa e dos filhos. Uma pesquisa divulgada agora em março pela Ipsos mostrou que, em média, 18% das pessoas no mundo acreditam na inferioridade feminina. Para mudar esse tipo de visão, surgiu o feminismo, que defende que as mulheres são iguais aos homens, capazes de exercer as mesmas funções que eles, assim como eles são capazes de exercer as mesmas funções que elas, como os trabalhos domésticos, por exemplo. O erro mais comum é classificar o feminismo como uma ação que tem o ideal de que as mulheres são melhores que os homens. Os movimentos feministas falam de igualdade e não de superioridade de um ou de outro gênero.“Essa visão social dos papéis estruturantes do feminino e do masculino traz algo fundamental para a reação negativa das pessoas, principalmente dos homens. É um privilégio ser homem no Brasil e a maioria deles reage de forma não amigável ao feminismo”, disse Jacira Mello, diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão. Diferença salarial De acordo com a Comissão Econômica das Nações Unidas (CEPAL), as mulheres podem ganhar até cerca de 30% menos que os homens no mercado de trabalho estando em condições semelhantes, ou seja, realizando as mesmas funções. Além de ganhar menos, a mulher ainda enfrenta a dupla jornada de trabalho, que se estende ao voltar para a casa e realizar as tarefas domésticas. Injusto? Sim. Jacira Mello também falou que as pessoas até entendem racionalmente essa diferença de gênero, mas que o conceito de família “normal” onde o homem trabalha e a mulher faz as tarefas domésticas é tão forte e enraizado no dia a dia que as pessoas deixam de refletir sobre o assunto quando mais precisam. Duplo preconceito Ser mulher negra é algo que aflige parte da população. Elas normalmente são discriminadas tanto por serem mulheres, quanto por serem negras; além de serem estereotipadas de mulheres pobres, que geralmente trabalham como empregadas domésticas. “As mulheres negras além de sofrerem com o machismo sofrem com o racismo. Essa dupla pressão coloca as mulheres negras numa situação muito maior de vulnerabilidade social”, afirma Djamila Ribeiro, pesquisadora da área de filosofia política e feminista. Esses estereótipos da sociedade fazem parte do processo cultural. Desde a abolição da escravatura, os negros não tiveram o auxilio necessário para reinserção na vida social, com oportunidades iguais às dos brancos. Consequentemente, essa falta de socialização tornou os negros vítimas de racismos e injúrias raciais. E, claro, a mulher negra é a que mais sofre. “O racismo é algo

Garanta nota máxima na Redação do vestibular da Universidade Estadual de Maringá. Esse é um dos vestibulares que costuma sair do padrão quanto a gêneros textuais. Mas o que eu quero dizer com isso? É simples, a Redação UEM sugere aos alunos para que escrevam gêneros diferentes, fugindo do tradicional “arroz com feijão” da dissertação. Por isso, quem for fazer a Redação UEM precisar praticar diversos gêneros textuais. Para te dar uma forcinha, listamos alguns gêneros que caíram nas últimas provas, e aproveitamos para dar algumas características chave de cada um, vamos lá ver nosso texto sobre Explicando: Redação UEM? CARTA: Não há mistério na hora de escrever uma carta, mas você não pode esquecer de colocar esses dados: local e data + saudação + mensagem (desenvolvimento) + despedida + assinatura. BILHETE: É bem parecido com a carta, mas de uma forma mais sucinta. A UEM tem colocado um limite máximo de palavras. Por isso, fique atento a essa informação. RESUMO: Uma das opções pode ser a de fazer um resumo de um ou mais textos. O importante é selecionar as informações mais relevantes. RELATO PESSOAL: Esse gênero conta algo que aconteceu, uma situação vivida ou presenciada por quem escreve, com enfoque à sequência das ações, personagens, tempo ou espaço vão aparecer, mas sem destaque. RESPOSTA INTERPRETATIVA e ARGUMENTATIVA: Nesses casos, tente ir direto ao assunto, não fique enrolando para dar a resposta. NOTÍCIA: Lembre-se que a estrutura base de uma reportagem deve responder as seguintes perguntas: O quê? Com quem? Quando? Onde? Por quê? Como?. TEXTO INSTRUCIONAL: Um dos gêneros mais inusitados, mas sem grandes segredos. Esse gênero tem como objetivo instruir alguém a ser capaz de fazer alguma coisa como, por exemplo: bulas de remédio, receitas e manuais de instrução. Você pode colocar os verbos no infinitivo (“Tomar de oito em oito horas”) ou no imperativo (“Tome de seis em seis horas“). Não esquecer de ser bem objetivo. ARTIGO DE OPINIÃO: Esse gênero tem como matriz expressar a opinião do autor sobre um tema. São textos comuns em jornais e revistas. Você deve ter percebido que esses diversos gêneros textuais são encontrados em nosso dia a dia, certo? Isso não é por acaso. Um dos objetivos da Redação UEM é trazer para a prova textos do cotidiano do aluno. E não tem muito escolha, o negócio e praticar a escrita e se preparar para os mais diferentes gêneros textuais. O que achou de nosso texto Explicando: Redação UEM?

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO – Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação: Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 O conceito de beleza muda sempre ao longo dos anos. Na antiguidade, uma mulher era bela se fosse robusta, transparecendo saúde, boa alimentação e reprodução. Com o passar do tempo e com o surgimento dos desfiles, a moda era ser magra, quase esquelética. Com todas essas mudanças, o que é realmente beleza? Como podemos definir se uma coisa ou pessoa é bela ou não? Beleza é algo cultural, em diferentes cantos do globo podemos comprovar isso. Na China, serão bonitas as mulheres orientais, brancas e de pés pequenos. Já no Ocidente, são bonitas as altas e esbeltas. Em cada lugar ela reflete algo diferente, mas em todos eles há pessoas insatisfeitas com o próprio corpo tentando atingir o padrão imposto pela sociedade. A padronização da beleza e sua divulgação na mídia, seja através de propagandas ou da veiculação de concursos, levam as mulheres e garotas comuns, que não tem como alcançar esse padrão a recorrer a extremos, como plásticas e até mesmo distúrbios alimentares. Anorexia e bulimia têm sido alguns dos temas mais debatidos da atualidade. O fato de garotas e mulheres estarem na busca inalcançável do corpo perfeito assusta pais e familiares, pois até modelos se submetem a isso. Assim, muitos estudiosos chegaram à conclusão do que a baixa autoestima dessas garotas é fruto do padrão imposto pela mídia e sociedade. Por mais se altere de um lugar para outro, de uma época para outra, de uma raça para outra, beleza será sempre conceitual. E o que se conclui e que os conceitos de beleza moldaram e moldam as sociedades atuais, ditam o que usar e não usar, o que comer, o que vestir… Enquanto o mundo for mundo, e principalmente, globalizado, os padrões do que é belo vão estar sempre mundando. E esperamos que seja para melhor. Fonte: https://programaxequemate.blogspot.com.br/2011/05/o-padrao-de-beleza-e-suas-consequencias.html Texto 2 […] Assim como a depressão, transtornos alimentares não são apenas uma invenção inofensiva da cabeça de alguém. Por que uma pessoa mentalmente saudável passaria fome e vomitaria boa comida em busca da magreza, sendo que esta pode ser atingida com métodos muito mais saudáveis? Embora a lógica deixe nítido que pessoas com distúrbios alimentares não sofrem por vontade própria e que, portanto, é algo que passa bem longe da frescura, ainda há quem olhe para esses distúrbios como se fossem brincadeiras. Alguns dados que provam que devemos levar esse assunto a sério Todos os anos são identificados mais de cem mil novos casos de anorexia, isso somente no Brasil; Tanto anorexia quanto bulimia podem ser diagnosticados pela própria pessoa ou entes próximos. Todavia, a falta de interesse pode ser um dos motivos para que o doente ou seu responsável legal busque por ajuda apenas quando se encontra em um estágio mais avançado; Os meios de mídia disseminam métodos milagrosos para emagrecer (muito longe da realidade) e nos é ensinado a apreciar a magreza dos “ossinhos à mostra”, como se fossem objetivos ESSENCIAIS para a felicidade. Não há problema algum em querer ser magro ou ler reportagens sobre dietas. O problema se encontra em não saber separar a magreza saudável de uma obsessão. Pior ainda é fechar os olhos para o fato de que esta obsessão existe SIM e pode estar presente em um dos nossos entes mais queridos (mãe, namorada, sobrinha, filha). Familiares possuem dificuldade em lidar com quem tem transtornos alimentares No drama O Mínimo Para Viver, a protagonista Ellen possui duas mães, uma madrasta, um pai e uma irmã mais nova. Bagagem familiar completa. O pai jamais aparece, mas é evidente que, igualmente aos demais familiares, ele vê dificuldades em lidar com a garota. Questões como ‘Isso é bonito?’ e ‘É só comer!’ entram em pauta no vocabulário da família. Ellen é amada por todos, mas sua família é confusa e cheia de problemas internos. Para piorar, um dos membros é anoréxico e na cabeça dos leigos este não é um problema muito válido. Afinal, é uma coisa tão simples quanto “é só comer“. É uma verdade que as pessoas com transtornos alimentares são difíceis de conviver e costumam sim contar mentiras à respeito de refeições e seu bem estar físico, e parece não haver sentido algum em “ter medo de comida”, mas é PRECISO que os familiares entendam que não é nenhum bicho de sete cabeças. Anorexia e bulimia não são problemas menores e mais fáceis de resolver que problemas com dinheiro ou estresse no trabalho, e o afastamento da família não é a melhor solução. Fonte: https://superela.com/o-minimo-para-viver-anorexia A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO COM O Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 […] A prática de esportes não é apenas um símbolo de cuidado com a saúde. Os esportes têm sido, cada vez mais, uma ferramenta de integração e inclusão social. Nos últimos anos é expressivo o aumento de alunos e de projetos esportivos destinados aos jovens das classes populares, financiados ou não por instituições governamentais e privadas. Durante a prática esportiva, crianças e jovens aprendem muito mais que as técnicas que envolvem o esporte. Aprende-se a ter respeito pelas regras e pelos outros jogadores, agregam-se o entendimento, o convívio com o coletivo, a resoluções de conflitos, o esforço e responsabilidade. Nesse contexto, vale ressaltar que o esporte, quando aliado à educação, é uma poderosa ferramenta da proteção social e resgate de crianças e jovens em situação de risco, pois, quando não estiverem na escola, diminuindo o ócio e evitando o risco de estarem nas ruas, convivendo e aprendendo “o que não devem”. Um grande exemplo desse tipo de ação social é o Instituto Ayrton Senna (IAS), que, através do Programa Educação pelo Esporte, já atendeu mais de 80 mil crianças e jovens de baixa renda no Brasil. Entretanto, é preciso entender o esporte, acima de tudo, como um instrumento pedagógico capaz de agregar valor à educação, ao desenvolvimento das individualidades, à formação pessoal para a cidadania e à orientação para a prática social. Fonte: blog do janguie – educação e esportes poderosas ferramentas de integração Texto 2 Fonte: blog enem Texto 3 Em 2016, o “país do futebol” recebe seu segundo megaevento esportivo em dois anos, os Jogos Olímpicos. Interesse pela prática de esportes não é difícil encontrar no brasileiro e talvez por isso o esporte apareça em inúmeros programas de inclusão social, em um país que ocupa a 75ª posição do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), calculado pela Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com a Organização, a desigualdade social é um dos elementos que mais pesa na classificação brasileira. Sair do senso comum sobre os benefícios do esporte e avaliar a efetividade desses programas têm sido objeto de estudos de acadêmicos que alertam para a supervalorização do esporte como sendo uma atividade capaz de resolver todos os problemas. Políticas públicas Nos últimos anos o número de projetos educacionais ligados ao esporte tem aumentado, mas sua promoção não é exatamente nova. Entre as décadas de 1930 e 1940, a ditadura de Getúlio Vargas é o primeiro governo a criar políticas públicas para o esporte como prática social. Vargas cria o Conselho Nacional de Desportos (CND) e a primeira lei para o esporte brasileiro. A medida é classificada por pesquisadores da área como uma forma de burocratizar o setor, distante do entendimento de esporte como direito social. No período militar avança o incentivo ao esporte de alto rendimento e também como uma atividade “de massa”, “de lazer”. Na década de 1980, a premissa de aumentar a experiência da criança na escola coloca o esporte, não como apêndice, mas como eixo norteador das atividades, prática que acaba virando lei na Constituição de 1988. Um marco nas políticas públicas para o esporte aconteceu com a criação do Ministério do Esporte, em 2003, no primeiro ano do governo Lula. A partir daí houve um aumento de programas sociais ligados ao esporte. “Na virada do milênio, os projetos e programas ofertados por prefeituras, governos estaduais e pelo governo federal aumentam significativamente em relação aos projetos da iniciativa privada, fruto de maior aporte de recursos públicos para essa finalidade”, escreve Cláudio Kravchychyn em sua pesquisa de doutorado. Apesar disso, não há um acompanhamento sistemático dos programas para mensurar sua efetividade na promoção da inclusão social e raramente eles têm continuidade, aponta o pesquisador. A inclusão é possível? Para o pesquisador da UFRJ, o crescimento do número de projetos de inclusão social nas últimas décadas expressa uma reorganização do sistema capitalista e das funções que se espera do Estado. Crítico a esses programas, ele afirma que muitos deles acabam cumprindo a função de acomodar uma parcela da força de trabalho que não teria espaço no mercado formal de empregos. Nesse sentido, os programas educacionais e de formação profissional acabam se constituindo em um fim em si, “uma inserção possível nos marcos do atual contexto de expropriação do capitalismo. Pensar em uma inclusão a partir de um sistema estruturalmente excludente me parece uma impossibilidade”, afirma. Em de uma perspectiva de mudança do cenário social, Kravchychyn considera que é preciso tomar cuidado para não haver uma supervalorização do esporte como solução para tudo: gravidez precoce, uso de drogas, violência. “Ele pode auxiliar nessas questões, mas, ao mesmo tempo, tem que fazer parte de uma série de ações pensadas para além disso. Os atletas noticiados pela mídia podem ser exemplos da influência positiva do esporte, mas, por outro, dependendo do seu comportamento, pode acontecer o contrário. Cabe aos professores e especialmente. aos coordenadores pedagógicos dos programas sociais conduzir o esporte de forma mais realista, de forma a oferecer ferramentas educacionais às crianças”, finaliza. Fonte: pre univesp – esporte inclusão social A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social, apresentando proposta de intervenção que respeite

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Escreva sobre o Tema de Redação: Meios para superar o analfabetismo funcional. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 São chamados de analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. No Brasil, conforme pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, embora sejam tecnicamente alfabetizados. Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf. Desenvolver métodos que priorizem o letramento é fundamental para que o analfabetismo funcional seja superado, e para isso é inquestionável a importância do trabalho conjunto entre pais e professores. Engana-se quem acredita que cabe somente à escola o papel de alfabetizar e letrar, visto que o letramento é uma prática presente em diversas situações do cotidiano, envolvendo não apenas a leitura tecnicista de textos, mas também o desenvolvimento da criticidade e capacidade de elaborar opiniões próprias diante dos conteúdos acessados. A aprendizagem deve ser universalizada, propiciando assim que todos os leitores atinjam o nível pleno da alfabetização funcional. Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm Texto 2 Fonte: Lute Texto 3 QUEM SÃO OS ANALFABETOS FUNCIONAIS Analfabetos: não conseguem realizar tarefas simples envolvendo leitura de palavras e frases. Alguns conseguem ler números. Rudimentares: possuem a capacidade de localizar informações em textos curtos, escrever e ler números em unidades e realizar operações matemáticas simples, como pagamentos com dinheiro em pequenas quantias ou tirar medidas utilizando réguas e fita métrica. FUNCIONALMENTE ALFABETIZADOS Elementares: selecionam informações em textos diversos e de extensão média, fazendo pequenas inferências. Resolvem problemas matemáticos com números em ordem de milhar que exigem planejamento, como o total de uma compra ou troco. Comparam e relacionam gráficos e tabelas envolvendo assuntos domésticos ou cotidianos. Reconhecem também valores negativos, grandezas e pontuações em textos. Intermediários: em relação ao letramento, conseguem localizar informações em diversos tipos de textos, bem como interpretá- los; fazem sínteses de textos diversos e reconhecem figuras de linguagem. Quanto ao numeramento, resolvem problemas envolvendo interpretação e planejamento, tendo etapas sucessivas, como juros, proporções e porcentagens. Proficientes: não possuem restrições para compreender e interpretar textos em situações usuais, lendo e analisando textos de maior complexidade. Conseguem diferenciar fato de opinião, avaliando também o contexto. Na matemática, interpretam tabelas e gráficos com mais de duas variáveis, compreendendo elementos como escala, tendências e projeções. Fonte: https://www.nexojornal.com.br/grafico/2016/11/21/A-evolu%C3%A7%C3%A3o-do-analfabetismo-funcional-no-Brasil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Meios para superar o analfabetismo funcional, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista.

A prova de redação do vestibular da Universidade Federal do Paraná reserva algumas diferenças, quando comparada as demais provas Brasil afora. Por mais que ela costume pedir um texto dissertativo, o aluno tem apenas 12 (doze) linhas para desenvolver o seu texto

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO – Tema de Redação: Limites do humor x Liberdade de expressão O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 Até que ponto o humor pode ser protegido pela liberdade de expressão? Ainda que a Constituição proteja amplamente a manifestação do pensamento, a criação e a expressão, não parece razoável que, sob o véu da liberdade de expressão, seja possível propagar discursos que, de alguma forma, incentivem o ódio e a violência contra uma pessoa, grupo ou instituição. O direito fundamental à liberdade de expressão deve ser protegido na exata medida que outros direitos fundamentais, como o direito de ser diferente (oriundo do direito à igualdade) e os direitos da personalidade, como a honra, a imagem e a intimidade. No caso concreto, deve o intérprete ponderar os direitos em conflito e, de forma fundamentada, determinar qual grupo de interesses deve prevalecer. A liberdade de expressão é um princípio fundamental da democracia, mas precisa estar harmonizada com outros princípios da mesma grandeza. Não se pode, evidentemente, limitar de forma indevida a liberdade de expressão e a liberdade de fazer humor, sob pena de se silenciar discursos relevantes, como críticas sociais e políticas, mas também é inadmissível se admitir a expressão de discursos que incentivem o ódio e a discriminação de minorias. Há limites para o humor? A resposta para a questão acima parece depender tanto das concepções subjetivas do intérprete sobre o que é ou não ofensivo ou de mau gosto quanto do valor que ele atribui para a liberdade de expressão. Seria possível classificar uma piada como inteligente, rude ou chula? Cabe ao julgador decidir se a piada valeu ou se o tipo humor praticado é de bom ou de mau gosto? Pelo texto constitucional, parece razoável que o julgador analise com maior rigor o tratamento dado para questões relacionadas à raça, gênero, sexualidade e religião, justamente por serem temas bastante delicados e que gozam de ampla proteção no ordenamento jurídico. Nos dias atuais, em determinados casos, é possível notar tanto alguns excessos quanto alguma suscetibilidade exagerada. Uma crítica ou sátira mais cáustica pode ser capaz de provocar uma discussão sem fim em mídias sociais e gerar repercussões nos mais diversos meios, o que nem sempre é negativo, mas deve se dar de forma razoável e respeitosa. Em certos momentos, parece necessário colocar alguns limites ao discurso humorístico. Mas de onde viriam tais limites? Respondo: da própria Constituição Federal, especialmente de seus artigos 3º e 5º. É possível limitar o humor quando, por exemplo, ele incentivar preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; for ofensivo a uma determinada religião ou crença; violar de forma injustificada e desproporcional a intimidade, a vida privada, a honra ou a imagem de uma pessoa; e incentivar discriminações ou discursos racistas. Recorda-se, aqui, o caso de uma mãe norte-americana que luta para ver removidos memes que usam fotos de seu filho de 3 anos, Grayson Smith, que sofre com diversas doenças graves, como epilepsia, apneia, um defeito no coração e protuberâncias do tecido cerebral em várias partes do crânio. Não é necessário ir muito longe para achar memes que gozam com o aspecto de uma criança. A filha de um famoso empresário, lamentavelmente, já teve diversas imagens suas utilizadas dessa forma. Além de observar a proteção constitucional oferecida a determinados bens, é recomendável que se analise também determinadas questões, como a conduta da vítima, se evitou a brincadeira ou se provocou a outra parte, mesmo já conhecendo a forma de humor praticada por ela; a forma como o humor é comumente expresso naquele programa ou publicação; e o contexto da piada, uma vez que o caráter cômico do programa ou da publicação pode vir a atenuar a gravidade daquilo que é exposto. Fonte: https://feed.itsrio.org/humor-e-liberdade-de-express%C3%A3o-vale-tudo-3f3e2177b0cc Texto 2 Texto 3 VALOR DA INDENIZAÇÃO DOBRA, E RAFINHA BASTOS TERÁ QUE PAGAR R$ 320 MIL A WANESSA POR PIADA O apresentador Rafinha Bastos foi notificado, no último dia 28 de outubro, a pagar R$ 320 mil de indenização à cantora Wanessa Camargo, ao marido dela, o empresário Marcus Buaiz, e ao filho, José Marcus, de 4 anos, no processo que a família move contra o humorista desde 2011, por causa de uma piada feita por ele enquanto Wanessa estava grávida do primeiro filho. De acordo com o advogado da família Camargo, Manuel Alceu Affonso Ferreira, o valor atualizado da indenização (com os juros e correções) é, hoje, mais que o dobro da quantia de R$ 150 mil estipulada pela Justiça em junho de 2015. A defesa de Wanessa informou ao EXTRA nesta segunda-feira que Rafinha ainda não pagou o valor da idenização e que tem um prazo de 15 dias úteis (até o dia 22 de novembro) para fazer o depósito de R$ 320 mil. O humorista não pode mais recorrer da decisão da Justiça. O episódio entre Rafinha e Wanessa aconteceu durante o programa “CQC”, quando o humorista fez uma piada ao vivo falando que “comeria ela e o bebê”. O processo corre na 18ª Vara Cível da Justiça de São Paulo desde então. Em 2012, Rafinha foi condenado a pagar 30 salários mínimos, sendo dez para cada autor da ação (pai, mãe e filho). Ele recorreu da decisão, que foi negada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em 2015, a Justiça determinou que o apresentador teria que pagar R$ 150 mil à cantora. Na ocasião, Rafinha chegou a fazer piada da situação em seu Facebook, publicando um cheque destinado à cantora Sandy. “Ok. Perdi. Hora

INSTRUÇÕES PARA A REDAÇÃO – Tema de Redação: Ações para o uso racional de medicamentos O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. O texto definitivo deve ser feito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas. A redação que apresenta cópia dos textos da Proposta de Redação terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. Receberá nota zero, em qualquer uma das situações expressas a seguir, a redação que: Tiver até 7(sete) linhas, sendo considerada “texto insuficiente”. Fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo. Apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos. Apresenta parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto. Texto 1 Quem nunca tomou um remédio sem prescrição médica para curar uma dor de cabeça ou febre? Independente da resposta, vale dizer que o Brasil é recordista em automedicação. A pesquisa O Comportamento da Dor do Paulista, realizada em 2014 pelo Instituto de Pesquisa Hibou, identificou que o brasileiro da região sudeste é o que mais se automedica de forma indiscriminada e sem medo das consequências. Apenas 8% dos entrevistados nunca se automedicaram. Segundo o estudo, as dores que mais afetam os cidadãos são a de cabeça (42%), a da lombar (41%), a da cervical (28%) e a nas pernas (26%). O grande problema no uso indiscriminado de medicamentos é a intoxicação. Neste caso, o problema afeta os brasileiros desde 1994, segundo o Conselho Federal de Farmácia. Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a automedicação levou para o hospital mais de 60 mil pessoas entre 2010 e 2015. Outra preocupação refere-se à combinação inadequada dos produtos. Ou seja, o uso de um remédio em concomitância com outro pode anular ou potencializar o efeito ou, em situações mais graves, a ingestão incorreta ou irracional dos medicamentos também pode levar à morte. É o que explica o otorrinolaringologista Jessé Lima Júnior. “O que mais preocupa é a ingestão dos antibióticos. O uso deles pode aumentar muito a resistência bacteriana, e a gente sempre ouve muito sobre as superbactérias, que acabam resultando em muita complicação dentro e fora dos hospitais”, comenta o médico. “Dr. Google” Jessé Júnior lembra que, embora a internet tenha facilitado o acesso às informações, nem sempre o que está presente na web é confiável. Ele cita o caso de pacientes que chegam ao consultório com ideias prévias e, muitas vezes, errôneas sobre os sintomas, inclusive indicando tratamentos. “Isso se agrava quando se tratam de problemas de saúde que requerem medicamentos de uso controlado”, diz o otorrino. Consciência Especialistas lembram que alguns medicamentos analgésicos, que são livres de prescrição médica, podem ser guardados em casa, desde que acomodados em local arejado e longe do alcance das crianças. Menores de 5 anos representam cerca de 35% dos casos de intoxicação por remédios. Se, por um lado, a automedicação é um problema cultural, quem se automedica o faz, muitas vezes, pela dificuldade de acesso aos serviços públicos de saúde. É o que observa Tarcísio Palhano, assessor da diretoria do Conselho Federal de Farmácia. A recomendação é que o cidadão não permaneça sofrendo com dores. Ele aconselha, no entanto, que se evite tomar analgésicos por conta própria como se fosse uma prática de vida. “Vemos pessoas madrugando em filas, em postos e em hospitais para conseguir uma ficha de atendimento para dali a seis meses. Então, como chegar para essa pessoa e impedir que se automedique? É natural que o faça, desde que esporadicamente e de modo consciente”, afirma o especialista. O estudo do Instituto Hibou mostra que 74% da população tem em mente que a automedicação é prejudicial à saúde e que evitar o consumo de medicamentos pode ser benéfico para a boa saúde no futuro. Descarte O Brasil é o sétimo país que mais consome medicamentos do mundo, mas, existe pouca legislação referente ao correto descarte de remédios vencidos ou sem uso. Jogar os produtos no meio ambiente de forma arbitrária contamina a água, o solo, os animais e prejudica a saúde pública. O descarte de medicamentos deve ser feito em pontos de coleta específicos, como em algumas farmácias, para serem encaminhados à destinação final adequada. Fonte: https://www.revistaencontro.com.br/canal/atualidades/2017/07/sabia-que-o-brasil-e-lider-na-automedicacao.html Texto 2 Texto 3 O uso de medicamentos de forma incorreta pode acarretar o agravamento de uma doença, uma vez que a utilização inadequada pode esconder determinados sintomas. Se o remédio for antibiótico, a atenção deve ser sempre redobrada. O uso abusivo destes produtos pode facilitar o aumento da resistência de microorganismos, o que compromete a eficácia dos tratamentos. Outra preocupação em relação ao uso do remédio refere-se à combinação inadequada. Neste caso, o uso de um medicamento pode anular ou potencializar o efeito do outro. O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode trazer, ainda, consequências como: reações alérgicas, dependência e até a morte. Conceito Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existe o uso racional de medicamentos (URM) quando “os pacientes recebem medicamentos apropriados às suas necessidades clínicas, em doses e períodos adequados às particularidades individuais, com baixo custo para eles e sua comunidade”. A definição foi proferida durante Conferência de Nairobi, Quênia, em 1985. Tipos de Uso Irracional de Medicamentos Uso abusivo de medicamentos (polimedicação); Uso inadequado de medicamentos antimicrobianos, freqüentemente em doses incorretas ou para infecções não-bacterianas; Uso excessivo de injetáveis nos casos em que seriam mais adequadas formas farmacêuticas orais; Prescrição em desacordo com as diretrizes clínicas; Automedicação inadequada, frequentemente com medicamento que requer prescrição médica. Estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS) Em todo o mundo, mais de 50% de todos os medicamentos receitados são dispensáveis ou são vendidos de forma inadequada. Cerca de 1/3 da população mundial tem carência no acesso a medicamentos essenciais. Em todo mundo, 50% dos pacientes tomam medicamentos de forma incorreta. Fonte: https://www.endocrino.org.br/os-perigos-da-automedicacao/ A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Ações para o uso racional de medicamentos, apresentando proposta de intervenção que respeite
Você é uma daquelas pessoas que costuma ter um mini ataque de pânico sempre que precisa usar a vírgula? via GIPHY Chega mais porque vamos tentar lhe ajudar! Separamos 18 dicas para tornar essa tarefa mais fácil e melhorar o seu desempenho na redação. 1. Ordem direta Para começo de conversa, é importante que você saiba que a língua portuguesa tem uma ordem natural – sujeito + verbo + complemento – e que as palavras, quando usadas na ordem direta, não precisam de vírgula. Se você tem dúvidas quanto a isso, é importante revisar o conteúdo de análise sintática. Combinado? 2. Separação de frases e orações intercaladas na hora de usar a vírgula Sem intercalação: Meu pai vive me corrigindo. Com intercalação: Meu pai, que é professor de português, vive me corrigindo. (Não é preciso analisar a intercalação, ou seja, saber se ela é um aposto, adjunto adverbial, conjunção, etc., para pontuar corretamente. Basta analisar se há ou não uma quebra na estrutura lógica da frase.) 3. Elementos explicativos Use a vírgula para separar qualquer elemento que serve apenas para fazer uma explicação, como “isto é”, “com efeito”, “a propósito”, “além disso”, “ou seja”, etc. Exemplos: O que sinto, isto sim, é um grande alívio na alma. Não aceitamos documentos originais, ou seja, você precisa nos enviar uma cópia. 4. Pequenas intercalações Quando se tratam de intercalações de frases curtas, advérbios, pequenas explicações, a vírgula é opcional, como nos seguintes exemplos: Ele não se comporta assim por maldade, mas, sim, por inexperiência. Ele não se comporta assim por maldade mas sim por inexperiência. 5. Vocativo Deve-se sempre usar a vírgula para separar o vocativo. Confira: Senta lá, Cláudia. Percebe, Ivair, a petulância do cavalo? 6. Verbos de elocução São verbos que caracterizam a fala ou a forma como alguém se expressa. Veja exemplos: Não aceito, respondi eu, e desliguei o telefone. Que chatice, resmungou o menino. 7. Coordenação A vírgula é usada para indicar a coordenação de elementos, sejam eles símbolos, palavras, expressões ou orações com mesmas funções sintáticas mas independentes entre si. Como nos seguintes exemplos: Discutem de noite, de dia, de madrugada.(Vários adjuntos) O amor, a saúde e o sucesso são fundamentais.(vários substantivos formando o sujeito) 10, 25, 47, 52, 69 e 78 foram os números do último sorteio da Mega-Sena. 8. Conjunção “e” Agora vamos lhe surpreender! Aposto que você passou a vida inteira achando que a conjunção “e” não pode ser precedida por vírgula, mas não é bem assim! via GIPHY Caso 1: usa-se vírgula depois da conjunção “e” quando ela separa orações coordenadas com sujeitos distintos, como neste exemplo: A guerra (sujeito 1) mata os filhos, e as mães (sujeito 2) choram desesperadas. Caso 2: há vírgula antes do “e” quando há intercalação entre dois termos que ele coordena. Veja: Acabei de ouvir o álbum Lemonade, da Beyoncé, e outras músicas pop. 9. A conjunção “mas” Não há razão para usar vírgula quando a conjunção “mas” liga dois termos de mesma função sintática na frase. Como neste exemplo: Esperava que confessasse não um pecado mas uma infâmia. No entanto, quando inicia uma nova oração no mesmo período (se não lembra o que é “oração” e o que é “período”, corre para pesquisar!), mas vem precedido por vírgula, como nesse exemplo: Não sei o motivo, mas acho que Katy ficou aborrecida com Taylor. Para tudo e segura essa dica na hora de usar a vírgula: via GIPHY Nunca teremos vírgula à direita da conjunção, pois, dessa forma, estaríamos separando o conectivo mas daquilo que une, ou seja, da oração que encabeça. Exemplo: Não gosto de você, mas, quero que tenha sucesso.Correto: Não gosto de você, mas quero que tenha sucesso. 10. Outras conjunções coordenativas Adversativas: As conjunções adversativas “porém”, “contudo”, “todavia”, “entretanto” e “no entanto” podem aparecer no início ou no fim de uma oração, ou até mesmo intercaladas. Como nesses exemplos: Gosto de chá, porém gosto ainda mais de café. Não gosto, porém, de chimarrão. Conclusivas: Exemplos: logo, por isso, assim, portanto. Veja uma frase com este tipo de conjunção: Estou escrevendo. Logo, quero silêncio. Se a oração anterior for separada por vírgula, evite usar outra vírgula depois da conjunção para não caracterizar uma intercalação. Confira: Ele está meditando, logo não quer barulho. No entanto, há conjunções conclusivas que também se usam intercaladas. Como no exemplo a seguir: A princípio, portanto, não tenho planos para hoje. 11. Pois e porque usando a vírgula As orações que são introduzidas pelas conjunções pois e porque, independente de sua classificação, não precisam ser precedidas de vírgula quando aparecem depois da oração principal. Ou seja, ela é facultativa, como nos seguintes exemplos: Chega de açúcar pois a massa já está bem doce. Não foi ao jogo(,) pois estava doente. Há muitos novos casos de HIV no Brasil (,) porque as pessoas não se previnem. 12. Orações subordinadas adverbiais que usam a vírgula Lembra que a língua tem uma ordem natural? Usamos a vírgula quando uma oração subordinada adverbial quebra tal ordem. Olha só: Quando a palestra acabou, todos se levantaram.(Ordem natural: Todos se levantaram quando a palestra acabou.) Relembrando: oração adverbial expressa circunstância, complementando a oração principal. Oração principal: Todos se levantaramCircunstância: quando a palestra acabou. 13. Reduzidas de gerúndio, particípio e infinitivo Às vezes as orações reduzidas de gerúndio, de particípio ou de infinitivo se comportam como orações adverbiais e vêm antes da oração principal. Nesses casos, usamos a vírgula para separá-las. Confira alguns exemplos: Sabendo disso, ele se afastou. = quando soube disso(Reduzida de gerúndio: sabendo disso/ Oração principal: ele se afastou) Passada a chuva, um novo sol surgiu. = quando ou depois que passou a chuva(Reduzida de particípio: Passada a chuva/ Oração principal: um novo sol irá surgir) Ao receber a notícia, passou mal. = quando recebeu a notíciaReduzida de infinitivo: Ao receber a notícia/ Oração principal: passou mal) 14. Oração adjetiva explicativa Nesse caso, a regra é clara, Galvão: toda oração adjetiva explicativa deve ser precedida por vírgula. Como nos seguintes exemplo: Comprei o último livro

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o Tema de Redação: PEC 241 – teto para gastos públicos. Texto 1 Entenda o que é a PEC 241 (ou 55) e como ela pode afetar sua vida. Com o objetivo de congelar gastos públicos e contornar a crise econômica, proposta divide especialistas. O que é a PEC do teto de gastos? A PEC, a iniciativa para modificar a Constituição proposta pelo Governo, tem como objetivo frear a trajetória de crescimento dos gastos públicos e tenta equilibrar as contas públicas. A ideia é fixar por até 20 anos, podendo ser revisado depois dos primeiros dez anos, um limite para as despesas: será o gasto realizado no ano anterior corrigido pela inflação (na prática, em termos reais – na comparação do que o dinheiro é capaz de comprar em dado momento – fica praticamente congelado). Se entrar em vigor em 2017, portanto, o Orçamento disponível para gastos será o mesmo de 2016, acrescido da inflação daquele ano. A medida irá valer para os três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário. Pela proposta atual, os limites em saúde e educação só começarão a valer em 2018. Por que o Governo diz que ela é necessária? O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, diz que “não há possibilidade de prosseguir economicamente no Brasil gastando muito mais do que a sociedade pode pagar. Este não é um plano meramente fiscal.” Para a equipe econômica, mesmo sem atacar frontalmente outros problemas crônicos das contas, como a Previdência, o mecanismo vai ajudar “a recuperar a confiança do mercado, a gerar emprego e renda” ao mesmo tempo em que conterá os gastos públicos, que estão crescendo ano a ano, sem serem acompanhados pela arrecadação de impostos. Para uma parte dos especialistas, pela primeira vez o Governo está atacando os gastos, e não apenas pensando em aumentar as receitas. O Governo Temer não cogita, no momento, lançar mão de outras estratégias, como aumento de impostos ou mesmo uma reforma tributária, para ajudar a sanar o problema do aumento de gasto público no tempo. O que dizem os críticos da PEC? Do ponto de vista de atacar o problema do aumento anual dos gastos públicos, uma das principais críticas é que uma conta importante ficou de fora do pacote de congelamento: os gastos com a Previdência. É um segmento que abocanha mais de 40% dos gastos públicos obrigatórios. Logo, a PEC colocaria freios em pouco mais de 50% do Orçamento, enquanto que o restante ficaria fora dos limites impostos – só a regra sobre o salário mínimo tem consequências na questão da Previdência. A Fazenda afirmou, de todo modo, que a questão da Previdência será tratada de forma separada mais à frente. “Se não aprovar mudanças na Previdência, um gasto que cresce acima da inflação todos os anos, vai ter de cortar de outras áreas, como saúde e educação”, diz Márcio Holland, ex-secretário de política econômica da Fazenda. “Nesse sentido, a PEC deixa para a sociedade, por meio do Congresso, escolher com o que quer gastar”, complementa. Há vários especialistas que dizem que, na prática, o texto determina uma diminuição de investimento em áreas como saúde e educação, para as quais há regras constitucionais. Os críticos argumentam que, na melhor das hipóteses, o teto cria um horizonte de tempo grande demais (ao menos dez anos) para tomar decisões sobre toda a forma de gasto do Estado brasileiro, ainda mais para um Governo que chegou ao poder sem ratificação de seu programa nas urnas. Eles dizem ainda que, mesmo que a economia volte a crescer, o Estado já vai ter decidido congelar a aplicação de recursos em setores considerados críticos e que já não atendem a população como deveriam e muito menos no nível dos países desenvolvidos. Se a economia crescer, e o teto seguir corrigido apenas de acordo com a inflação, na prática, o investido nestas áreas vai ser menor em termos de porcentagem do PIB (toda a riqueza produzida pelo país). O investimento em educação pública é tido como um dos motores para diminuir a desigualdade brasileira. Quando a PEC começa a valer? Começa a valer a partir de 2017. No caso das áreas de saúde e educação, as mudanças só passariam a valer após 2018, quanto Temer não será mais o presidente. Qual o impacto da PEC no salário mínimo? A proposta também inclui um mecanismo que pode levar ao congelamento do valor do salário mínimo, que seria reajustado apenas segundo a inflação. O texto prevê que, se o Estado não cumprir o teto de gastos da PEC, fica vetado a dar aumento acima da inflação com impacto nas despesas obrigatórias. Como o salário mínimo está vinculado atualmente a benefícios da Previdência, o aumento real ficaria proibido. O Governo tem dito que na prática nada deve mudar até 2019, data formal em que fica valendo a regra atual para o cálculo deste valor, soma a inflação à variação (percentual de crescimento real) do PIB de dois anos antes. A regra em vigor possibilitou aumento real (acima da inflação), um fator que ajudou a reduzir o nível de desigualdade dos últimos anos. O que acontece se a PEC for aprovada e o teto de gastos não for cumprido? Algumas das sanções previstas no texto da PEC para o não cumprimento dos limites inclui o veto à realização de concursos públicos, à criação de novos cargos e à contratação de pessoal. Em outras palavras, pretende ser uma trava muito mais ampla que a Lei de Responsabilidade Fiscal, por exemplo, que cria um teto de gastos com pessoal (vários Estados e outros entes a burlam atualmente). A PEC do teto vale para os Estados também? A PEC se aplicará apenas aos gastos do Governo Federal. No entanto, a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, já sinalizou que o Planalto deve encaminhar em breve uma segunda PEC que limita os gastos estaduais. Por enquanto não há consenso entre o Executivo Federal e os governadores sobre o assunto. Quais impactos a PEC pode ter nas áreas de

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: COMO VIVER EM UMA SOCIEDADE NARCISISTA? Texto 1 Quem é sobrevalorizado na infância torna-se mais narcisista Início do narcisismo é social, dizem investigadores americanos, para quem as crianças acreditarem que são melhores do que as outras não é bom para elas nem para a sociedade Expressar carinho e dar apoio e atenção às crianças é bom e recomenda-se. O problema surge quando os pais sobrevalorizam sistematicamente os filhos, dizendo-lhes que são superiores aos outros. De acordo com os resultados de um estudo publicado nos Estados Unidos, esse comportamento faz que as crianças se tornem narcisistas, ou seja, que tenham uma admiração excessiva e exagerada sobre si próprias. A intenção pode ser a melhor – aumentar a autoestima -, mas o efeito pode ser o contrário. Segundo um estudo publicado na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences, citado pelo El País, “o início do narcisismo é social e deve-se, sobretudo, à sobrevalorização dos pais e não à falta de carinho”. A autoestima, explicam os investigadores, está relacionada com o amor e não dependente de uma sobrevalorização das crianças. É nos filhos cujos pais demonstram mais afeto que é encontrada uma autoestima mais elevada. O estudo foi feito ao longo de mais de um ano e envolveu 565 crianças holandesas, com idades compreendidas entre os 7 e os 12 anos, a altura em que, de acordo com os investigadores, surgem os primeiros traços de narcisismo. “Recomendam-se intervenções com os pais a este respeito, a fim de ensinar-lhes como expressar afeto e apreço pelos filhos, sem a necessidade de dizer-lhes que são superiores aos outros ou que têm direito a determinados privilégios”, consideram os autores. Os investigadores avisam que o facto de as crianças acreditarem que são melhores do que as outras não será bom para elas nem para a sociedade. Em função dos traços genéticos e da própria personalidade, há algumas que têm mais tendência do que outras para ser narcisistas. Dizem os autores do estudo que é muito importante expressar todo o afeto possível pelas crianças, mas sem exagerar. A chave é o equilíbrio “Tudo o que é exagerado, ou seja, o absurdo da valorização sem chamar a atenção para as falhas pode ser negativo”, diz Ana Gomes, psicóloga clínica. Segundo a docente da Universidade Autónoma de Lisboa, “a criança precisa de ser reconhecida, valorizada, alimentada narcisicamente”. Se não foram os pais a fazê-lo, alerta, a criança não o fará sozinha. No entanto, “devem ser momentos de investimento narcísico pontual, porque fazer isso constantemente pode ser contraproducente”. Mas o não investimento também é mau. “O problema é que ninguém sabe onde está o equilíbrio.” A psicóloga defende que esse investimento é importante, “especialmente numa fase precoce da infância, até aos 3 anos”. Se por um lado os pais devem destacar os pontos positivos, por outro também devem chamar a atenção para os menos bons. “Se houver equilíbrio, a criança desenvolve uma autoestima equilibrada.” Até porque, explica a docente da UAL, se houver incoerência em relação ao que é dito pelos pais e às suas capacidades, fora do contexto familiar não haverá o mesmo feedback, o que pode gerar problemas. “Se a criança ficar dependente desses reforços, pode ser negativo.” E vai sofrer, porque o mundo não fará o mesmo reconhecimento que os pais. Ana Gomes explica que “há pais que não conseguem ver os pontos menos bons nos filhos, que só identificam os positivos, o que também não é bom”. Mas, reforça, “hipervalorizar um filho não tem de ser mau, desde que haja coerência”. Fonte: https://www.dn.pt/sociedade/interior/quem-e-sobrevalorizado-na-infancia-torna-se-mais-narcisista-6224615.html Texto 2 O narcisismo na contemporaneidade: O mal estar na era das selfies Sigmund Freud, o criador da psicanálise, teorizou sobre o conceito de narcisismo, em sua obra Introdução ao Narcisismo, trazendo questões importantes sobre o desenvolvimento do sujeito que ainda podem ajudar a pensarmos no meio em que vivemos, para que uma pessoa consiga estabelecer bons vínculos sociais, é necessário que durante o período da infância, a criança se sinta amada principalmente pelas figuras familiares, ou seja, caracterizando como fundamental o olhar e troca/investimento afetivo. Com isso, de acordo com a teoria freudiana, é normal e esperado que o narcisismo esteja presente no desenvolvimento de todos nós, mas a forma como é vivenciado na infância influenciará nas outras fases da vida de cada um. Por exemplo, caso ocorra investimento narcísico em excesso o indivíduo poderá ficar voltado demais para si mesmo, e possivelmente terá dificuldades de estabelecer vínculos mais profundos. Em relação à mitologia grega, Narciso era aquele que ficou conhecido pela sua beleza e também pela impossibilidade de se contemplar, pois segundo o mito, isso lhe renderia vida longa. Mas ao ver-se refletido nas águas de uma fonte, ele se apaixona por si. E em busca desse amor impossível, Narciso funde-se consigo mesmo e sucumbe na própria imagem. Trazendo para o atual contexto, podemos ver tal mito nas tecnologias, principalmente com o uso das redes sociais, e a tão falada “selfies” (substantivo originado de self, “eu” em inglês) não estariam ligadas apenas na intenção de se expor, através de fazer um auto-retrato, mas também uma busca pelo elogio e olhar do outro de ser admirado reconhecido, e assim, amado. O que é muito discutido atualmente, seria se toda essa exposição e busca revela um sintoma da sociedade, cada vez menos interessada nas relações de fato e reais, á medida que apenas investe na proliferação de imagens, que não necessariamente traduzem o sentido real, ou seja, se o indivíduo de fato esta feliz e bem. Mas nessa busca por ser admirado e amado, de modo tão instantâneo, muitas vezes sem parar refletir, sendo assim de modo mais impulsivo, traduzem os reais sentimentos? E ao final, o indivíduo que terá muitas curtidas e elogios realmente se sentirá melhor? Acredito que esse sentimento perdura um curto período de tempo, é instantâneo, e por isso, novamente a pessoa precisa postar outra e outra e mais uma “selfie”, para
Quando você vê que passou longe do 1000 de novo via GIPHY Você já deve ter se perguntado por que pouco alunos tiram 1000 no Enem. Isso é fácil de responder: muita gente tem dificuldade em escrever, certo? Você está produzindo um texto que vai ser avaliado por vários critérios, dentro de um tempo limitado: a pressão de estar fazendo a prova do Enem não é nada fácil. Além desse cenário já conhecido, poucos alunos tiram 1000 na redação Enem por não saírem do senso comum, ou seja, escrevem um texto “arroz com feijão” e acabam falando mais do mesmo. Quais os motivos para não tirar mil? Nós vemos a ódio nos seus olhos via GIPHY Um conjunto de fatores afastam o seu texto da tão sonhada nota máxima: dificuldades na escrita; argumentação fraca; cópia do texto de apoio; não apresentar uma proposta de intervenção no parágrafo de conclusão ou ferir os direitos humanos. Outro erro comum é o aluno seguir receitas de “como fazer uma boa redação”, com dicas de expressões e frases prontas que supostamente “encaixam em qualquer redação” ou citações que, ao invés de contribuírem para o enriquecimento do texto, acabam deixando o texto batido. Saiba mais Então, para turbinar o seu texto e tirar 1000 na Redação Enem, que tal conferir outros posts do Redação Online que vão te ajudar a chegar na nota máxima?! Como sair do senso comum? Como fazer uma argumentação forte? Como criar um bom título? Como fazer uma boa citação? Deu para perceber que tem bastante coisa para prestar atenção e, principalmente, para praticar. Não deixe para depois, não perca tempo e comece a escrever agora mesmo. Releia e Corrija sua redação É importantíssimo reler sua redação e corrigir palavras repetidas, erros de ortografia e frases que não encaixaram bem no texto – muita atenção aqui, pois essa deverá ser a versão final e deve estar livre deste tipo de erro! Aproveite para corrigir sua redação online para melhorar ainda mais sua escrita. Entre no site https://redacaonline.com.br e veja como enviar sua redação para correção com professores especializados. Quem sabe você não entra para o clube dos poucos que tiram 1000 na redação Enem?