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A obesidade infantil é um problema crescente e alarmante, especialmente em comunidades carentes. No dia 3 de junho, celebramos o Dia da Conscientização contra a Obesidade Mórbida Infantil, uma data crucial para chamar a atenção e conscientizar a população sobre a importância dos cuidados preventivos e do combate a essa grave questão de saúde pública. Pesquisas do Ministério da Saúde indicam que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas, enquanto 18,9% dos adultos estão acima do peso. Esses números mostram a urgência de abordarmos o problema com seriedade e ação efetiva. Neste post, vamos explorar como as políticas públicas podem ajudar a combater a obesidade infantil em comunidades carentes. Discutiremos as causas, consequências, e soluções possíveis, bem como apresentaremos repertórios valiosos para entender melhor esse desafio. Que tal praticar e refletir sobre como podemos contribuir para um futuro mais saudável para nossas crianças? Vamos lá! Proposta de redação sobre obesidade infantil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As políticas públicas e o combate à obesidade infantil em comunidades carentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre obesidade infantil Textos motivadores sobre obesidade infantil Texto I A obesidade em crianças e adolescentes é multifatorial. Condições genéticas, individuais, comportamentais e ambientais podem influenciar no estado nutricional. O relatório público do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional, com dados de pessoas acompanhadas na Atenção Primária à Saúde, aponta que, até meados de setembro de 2022, mais de 340 mil crianças de 5 a 10 anos de idade foram diagnosticadas com obesidade. Em 2021, a APS diagnosticou obesidade em 356 mil crianças dessa mesma idade. Atualmente, a região Sul possui 11,52% de crianças obesas nessa faixa etária, maior índice do País. Em seguida aparecem as regiões Sudeste, com 10,41%; Nordeste, com 9,67%; Centro-Oeste, com 9,43%; e Norte, com 6,93% das crianças acompanhadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na região. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/acompanhadas-pelo-sus-mais-de-340-mil-criancas-brasileiras-entre-5-e-10-anos-possuem-obesidade Texto II A necessidade de isolamento social instituída pela pandemia e a mudança de rotina que ela acarretou, em especial a diminuição de exercícios físicos, refletiu no aumento de peso em crianças e jovens. Segundo o boletim do Observa Infância, o período de 2019 a 2021 chama a atenção para um crescimento de 6,08% de crianças até 5 anos com sobrepeso ou obesas. Entre os adolescentes brasileiros houve um aumento de 17,2% no número de jovens. “A obesidade infantil e de adolescentes no Brasil ainda é uma grande preocupação de saúde pública. Apesar de observarmos uma queda nos últimos anos, o Brasil ainda possui números acima da média global e da América Latina. Nos anos de pandemia, observamos um aumento nos índices de obesidade infantil possivelmente consequência do aumento no consumo de ultraprocessados durante o período de isolamento”, alerta Cristiano Boccolini, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) e coordenador do Observa Infância. Fonte: https://portal.fiocruz.br/noticia/obesidade-em-criancas-e-jovens-cresce-no-brasil-na-pandemia Texto III Por que a obesidade continua a crescer? De antemão, o maior desafio da obesidade é o fato de essa ser uma doença multifatorial. Por esse motivo, trata-se de uma condição complexa, pois exige ações em diversos setores, não só da saúde. Isso significa dizer que a oferta de alimentos, assim como a sua qualidade, influencia no surgimento da doença. Os ambientes e locais que as pessoas frequentam podem favorecer ou não a obesidade, o que é chamado de ambientes obesogênicos, e estimular a alimentação inadequada, o comportamento sedentário e a inatividade física. Os hábitos também impactam nas escolhas alimentares, assim como as questões econômicas. Até mesmo a infraestrutura de uma cidade é considerada um fator para o surgimento e crescimento da doença. E já que a obesidade é um desafio global para a saúde e para a sociedade, é necessário adotar estratégias efetivas em todo o mundo para prevenir e deter o avanço do problema. Mas a transformação também pode e deve acontecer localmente. A execução de estratégias em nível municipal é possível e necessária para reverter o cenário e prevenir os danos: – Investimento na Atenção Primária à Saúde (APS) para o monitoramento da situação alimentar e nutricional e para a promoção do aleitamento materno e da alimentação complementar adequada e saudável em crianças menores de 2 anos; – Tornar as cidades favoráveis ao acesso a uma alimentação saudável e à prática de atividade física com estruturas adequadas e segurança; – Veiculação de campanhas efetivas de comunicação em saúde; – Valorização da escola como um ambiente aliado a esta causa, inclusive para a prática da atividade física e para a restrição da oferta de alimentos não saudáveis; – Implementação de políticas fiscais e medidas regulatórias para facilitar o acesso aos alimentos saudáveis e reduzir o acesso e a exposição aos alimentos não saudáveis. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-ter-peso-saudavel/noticias/2022/como-seu-municipio-pode-avancar-na-prevencao-da-obesidade-infantil Texto IV Fonte: https://www.crefsp.gov.br/comunicacao/noticias/3-de-junho-dia-da-conscientizacao-contra-a-obesidade-morbida-infantil Repertórios para o tema de redação sobre obesidade infantil 1. Filmes: • “Super Size Me” (2004): Um documentário que explora os impactos da alimentação de fast food na saúde. Ele destaca a importância de políticas públicas na promoção de dietas saudáveis e na regulação da indústria alimentícia. • “Wall-E” (2008): Embora seja uma animação, o filme apresenta uma sociedade futurista onde a obesidade é comum devido à vida sedentária e à dependência de alimentos processados, sublinhando a necessidade de intervenções políticas para promover estilos de vida saudáveis. 2. Séries: • “Jamie Oliver’s Food Revolution” (2010): Esta série documenta os esforços do chef Jamie Oliver para melhorar a alimentação nas escolas americanas, ressaltando a importância de políticas públicas na educação nutricional. • “The Magic School Bus” (Episódio: “Ready, Set, Dough”): Este episódio aborda a importância da nutrição, mostrando como a educação e a informação podem influenciar hábitos alimentares saudáveis desde a infância. 3. Legislações: • Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA):

Proposta de redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As disparidades raciais e sociais refletidas nas taxas de analfabetismo no Brasil” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores Texto I Analfabetismo Autor: Alceu Ravanello Ferraro, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS O termo “analfabeto” vem do latim e significa literalmente “sem alfabeto”. Historicamente, esse rótulo era reservado a pessoas que, devido a suas posições ou funções sociais, precisavam saber ler e escrever. Contudo, desde o século XVIII, essa exigência se estendeu para a população em geral, marcando uma mudança significativa no entendimento e na abrangência do analfabetismo. No Brasil pós-1870, ser alfabetizado tornou-se um critério para votar com a Lei Saraiva de 1881, promovida pelo Partido Liberal. Os analfabetos foram excluídos do voto, considerados ignorantes e até perigosos, criando um estigma social duradouro. Paulo Freire, em 1968, criticou essa visão, apontando o analfabetismo como uma expressão de injustiça social. Segundo ele, a alfabetização deveria transcender a simples técnica de ler e escrever, evoluindo para uma ferramenta de reflexão crítica e libertação. Fonte adaptada: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), acesso em 24 de junho de 2024. Texto II sobre analfabetismo No Brasil, 11,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais, ou seja, 7% dessa faixa etária, não sabem ler e escrever uma carta simples. Apesar da redução do problema nas últimas décadas, o Nordeste permanece como a região com a taxa de analfabetismo mais elevada do país, com 14,2%, o que representa o dobro da média nacional. Esses dados, divulgados pelo Censo Demográfico de 2022 na última sexta-feira, apontam também uma melhora comparativa: em 2010, a taxa de analfabetismo era de 9,6%. Fonte adaptada: G1, acesso em 24 de junho de 2024. Texto III sobre analfabetismo no Brasil Segundo dados do Censo, a taxa de analfabetismo entre os indígenas alcança 15,1%, o que é significativamente superior em comparação com outras etnias. Este índice é maior do que os 10,1% observados na comunidade preta e os 8,8% na comunidade parda. Em contraste, as populações branca e amarela apresentam as menores taxas, com 4,3% e 2,5%, respectivamente. Isso mostra que as taxas de analfabetismo para pretos e pardos são mais que o dobro em relação aos brancos, e quase quatro vezes maior para os indígenas. Fonte adaptada: CNN Brasil, acesso em 24 de junho de 2024. Texto IV Fonte IBGEhttps://www.ibge.gov.br/ Repertórios para o tema sobre taxa de analfabetismo no Brasil Filmes para tirar nota alta na redação do Enem Séries sobre analfabetismo no Brasil Legislações sobre analfabetismo Clássicos da Literatura para usar na redação sobre esse tema Fato Histórico sobre analfabetismo Argumentos para o tema sobre taxa de analfabetismo no Brasil Argumento 1 sobre taxa de analfabetismo no Brasil: desigualdade social Causa: A desigualdade social, agravada pela distribuição desigual de recursos educacionais, está diretamente relacionada ao alto índice de analfabetismo entre comunidades vulneráveis no Brasil. Consequência: O analfabetismo limita oportunidades de emprego e participação cívica, perpetuando ciclos de pobreza e exclusão social. Solução Possível: Investir em educação acessível nas áreas mais afetadas, incluindo a formação de professores e o uso de tecnologias educacionais, pode quebrar o ciclo de desigualdade. Repertório: Ariano Suassuna destacou como a integração da cultura local na educação pode combater a exclusão. Adaptar métodos educacionais para respeitar e valorizar as identidades regionais promove inclusão e interesse pelo aprendizado. Argumento 2: lacuna educacional Causa: A lacuna educacional no Brasil é agravada pela falta de infraestrutura adequada e pela ausência de programas que incentivem a leitura e a escrita, especialmente em comunidades vulneráveis. Consequência: Essa deficiência resulta em altas taxas de evasão escolar e em um baixo índice de alfabetização, perpetuando a exclusão social e limitando as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional. Solução Possível: Investir em infraestrutura escolar e criar programas de incentivo à leitura e à escrita, adaptados às necessidades locais, pode reduzir a evasão escolar e melhorar a alfabetização. O uso de metodologias participativas e inclusivas, como as propostas por Paulo Freire, pode engajar os estudantes e valorizar seu contexto sociocultural. Repertório: Paulo Freire destacou a importância de uma educação que vá além da simples transmissão de conhecimentos. Ele defendia uma pedagogia que considera o aluno um agente ativo no processo de aprendizagem, promovendo a conscientização e a transformação social. Aplicar esses princípios pode ajudar a preencher a lacuna educacional. Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre as disparidades raciais e sociais refletidas nas taxas de analfabetismo no Brasil, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter sua redação corrigida pela mais renomada e eficiente plataforma de correção do Brasil..

Proposta de redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética em crianças e adolescentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores Texto I A dor musculoesquelética afeta cerca de 27% das crianças e adolescentes brasileiros, representando um desafio significativo para a saúde pública, conforme estudo publicado no Brazilian Journal of Physical Therapy. Essa condição, muitas vezes subestimada por pais e profissionais de saúde, pode ter um impacto considerável nas atividades diárias dos jovens, incluindo a frequência escolar e a participação em atividades físicas. O estudo revela que mais de um quarto dos jovens entrevistados relataram dores incapacitantes que afetaram suas rotinas, com as costas sendo a região mais afetada. Esse dado é alarmante, principalmente porque a dor na infância e adolescência pode evoluir para problemas crônicos na vida adulta. No Brasil, estima-se que mais de 35% dos adultos acima de 50 anos sofram de dor crônica, o que destaca a importância de abordar essas questões desde cedo. Entre os fatores associados à dor musculoesquelética em jovens, destacam-se o sedentarismo, como horas excessivas diante de televisões e videogames, além de questões psicossomáticas e a qualidade de interação familiar. Esses elementos são cruciais para entender o contexto amplo em que essa dor se desenvolve e persiste. Uma abordagem proativa para o manejo dessas dores inclui a promoção de atividades físicas, que são fundamentais não apenas para a prevenção, mas também como parte do tratamento. O encorajamento ao movimento e à atividade regular pode ser um passo vital para mitigar os impactos dessa condição na juventude. Fonte adaptada: CNN Brasil Texto II Dores nos membros inferiores representam cerca de 10 a 15% das consultas pediátricas, sendo um encaminhamento comum para serviços de reumatologia. As causas de dor musculoesquelética em crianças variam entre condições reumáticas e não reumáticas, com destaque para as síndromes dolorosas idiopáticas e síndromes de amplificação da dor musculoesquelética (SADMs), que incluem as dores de crescimento, fibromialgia juvenil, síndrome de dor regional complexa, fobia escolar e reumatismo psicogênico. Outros grupos de condições que podem causar dor incluem doenças mecânicas, inflamatórias, infecciosas, hematológicas, neoplásicas e metabólicas. O diagnóstico dessas dores inicia-se com uma avaliação detalhada da história do paciente e exame físico, que direcionam os exames complementares necessários. Essa abordagem evita procedimentos desnecessários e encaminhamentos excessivos para especialistas. Fonte adaptada: Secad Artmed. Texto II Especialistas do Institute of Training Science and Sports Informatics, em estudo publicado na revista “Pediatrics”, destacam os benefícios da musculação para crianças e adolescentes quando devidamente supervisionada. O treino de resistência realizado duas vezes por semana resultou em maior ganho de força comparado a treinos menos frequentes ou mais curtos. A prática, que já é adotada por alguns profissionais no Brasil, requer supervisão de um educador físico e liberação médica. A Associação Nacional de Força e Condicionamento (NSCA) lista várias vantagens do treino de força nesta faixa etária, incluindo melhorias no equilíbrio corporal, concentração, massa óssea, e redução no risco de lesões. Esses benefícios se estendem à prevenção de condições como hipertensão e à promoção de um estilo de vida saudável. O treino também é benéfico para o desenvolvimento social e autoestima dos jovens. Fonte adaptada: https://www.anapaulasimoes.com.br/nossos-artigos/musculacao-para-criancas-e-adolescentes/ Texto IV Fonte: IBGE Repertórios relacionados ao tema sobre o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética Filme: “Billy Elliot” Esse filme retrata a vida de um garoto que encontra na dança uma paixão e um escape para suas frustrações pessoais e físicas, incluindo as tensões musculares do trabalho manual que muitas crianças enfrentam em contextos desfavorecidos. A história destaca como a atividade física, mesmo não convencional, como a dança, pode influenciar positivamente o desenvolvimento físico e emocional. Série: “Cheer” (Netflix) Essa série documental expõe os riscos e benefícios físicos da prática intensiva de esportes desde cedo. Discute lesões comuns, prevenção e o impacto da atividade física no bem-estar e desenvolvimento dos jovens. Agenda 2030 – Objetivo de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar (Objetivo 3) Esse objetivo enfatiza a importância da saúde e bem-estar para todas as idades, incluindo o fomento de estilos de vida saudáveis desde a infância. O incentivo à prática regular de atividade física encaixa-se como uma estratégia para prevenir doenças crônicas desde cedo, incluindo problemas musculoesqueléticos. Lei: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) O ECA, em seus vários artigos, protege o direito à saúde das crianças e adolescentes, incluindo o acesso a práticas esportivas e atividades físicas que são essenciais para o desenvolvimento saudável e prevenção de doenças, como as dores musculoesqueléticas. Livro: “O Físico” – Noah Gordon A obra trata primordialmente de um aprendizado médico na Idade Média, mas também destaca o impacto dos conhecimentos médicos na melhoria da qualidade de vida e saúde, um paralelo que pode ser traçado em relação à importância do conhecimento sobre a biomecânica e fisiologia no treino de jovens. Constituição de 1988 A Constituição Brasileira estabelece como dever do Estado garantir a saúde como direito de todos, promovendo políticas sociais e econômicas que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos. Isso inclui promover programas e iniciativas que incorporem a atividade física como parte essencial da saúde pública, também para crianças e adolescentes. Argumentos para abordar o tema o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética Argumento 1: falta de debate sobre atividade física na infância Argumento 2: omissão governamental no estímulo à atividade física infantil Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética em crianças e adolescentes, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter

Proposta de redação sobre o risco de enchentes A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Planejamento urbano e gestão de recursos hídricos: estratégias para reduzir o risco de enchentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores Texto I Enchentes são eventos naturais que podem ser exacerbados pelo desenvolvimento urbano. Frequentemente ocorrem de dezembro a fevereiro, afetando significativamente a vida urbana. As enchentes resultam tanto de causas naturais, como a topografia das planícies de inundação, quanto antrópicas, incluindo a má gestão do espaço urbano. A interferência humana, como a impermeabilização do solo e a poluição, agrava o problema das enchentes. O acúmulo de lixo nos bueiros e a falta de drenagem adequada contribuem para o aumento do nível dos rios. É crucial a adoção de medidas como sistemas de drenagem eficientes, controle de poluição, e planejamento urbano para prevenir enchentes. Para combater as enchentes, algumas cidades adotam medidas paliativas e de prevenção. Iniciativas como a construção de barragens, desassoreamento de rios e a implementação de sistemas eficientes de drenagem são essenciais. Além disso, medidas preventivas incluem a desocupação de áreas de risco e o fortalecimento do planejamento urbano para minimizar os impactos desses eventos naturais. Fonte adaptada de Brasil Escola. Texto II Enchentes urbanas, embora fenômenos naturais, são exacerbadas por fatores humanos como impermeabilização do solo e obstruções de drenagem. Durante períodos de chuva intensa, de dezembro a fevereiro, as cidades enfrentam inundações devido à incapacidade dos sistemas urbanos de gerenciar eficazmente o excesso de água. Conforme Otto Pfafstetter detalha em seu Manual de Hidrologia, chuvas intensas rapidamente excedem a capacidade de absorção do solo urbano, especialmente em áreas densamente construídas e impermeabilizadas. A interação entre a gestão inadequada do lixo e a infraestrutura de drenagem deficiente acentua o problema das enchentes. O lixo acumulado bloqueia bueiros e canais de drenagem, impedindo o escoamento normal da água. Além disso, a construção em áreas propensas a inundações e o aumento da impermeabilização do solo elevam a frequência e severidade das enchentes. Para combater esse problema, são necessárias medidas integradas que incluem melhor planejamento urbano, sistemas eficientes de drenagem e conscientização pública sobre o descarte correto do lixo. Abordar as enchentes urbanas requer uma combinação de prevenção e ações paliativas. A construção de barragens, desassoreamento de rios, e a implementação de “olheiros” para monitorar áreas de risco, como feito em Belo Horizonte, são exemplos de estratégias aplicadas. No entanto, a longo prazo, é crucial desenvolver e manter infraestruturas de drenagem robustas e promover a ocupação responsável do solo para minimizar os impactos desses eventos naturais. Fonte adaptada: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/mma10.htm Texto III As cidades do Sul do RS já registram transtornos devido às chuvas. Em Pelotas, na Praia do Laranjal, moradores estão em alerta para deixarem as áreas de risco. Segundo a prefeitura do município, 400 pessoas estão em abrigos. As aulas em escolas municipais foram suspensas até a próxima sexta-feira (10). Em Rio Grande, na Lagoa dos Patos, mais de 200 pessoas estão fora de casa. Ao todo, são 223 desalojados e 49 em abrigos. Jaguarão e São Lourenço do Sul também já sofrem os impactos das chuvas. Porto Alegre voltou a registrar chuva e vento na tarde desta quarta-feira (8). A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um alerta de chuva forte e vento acima dos 90 km/h para grande parte do estado. Além disso, há possibilidade de descargas elétricas e queda de granizo. Em Canoas, 11 bairros foram evacuados por determinação da prefeitura da cidade por causa das enchentes. Mais de 50 mil pessoas vivem em áreas de risco no município e 15 mil foram levadas para um dos 55 abrigos abertos no município. Um cavalo ficou ilhado em cima do telhado de uma casa. Fonte:https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2024/05/09/sobe-para-107-o-numero-de-mortos-apos-enchentes-que-atingem-o-rs.ghtml Texto IV De acordo com dados da Organização Não Governamental (ONG) World Resources Institute (WRI), as enchentes têm prejudicado mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo – gerando um custo de 96 bilhões de dólares por ano. Fonte: https://abridordelatas.com.br/no-mundo-mais-de-20-milhoes-de-pessoas-sao-afetadas-por-enchentes/ Repertórios Relacionados ao Tema sobre o risco de enchentes Filmes “Uma Verdade Inconveniente” (2006) – Este documentário aborda as mudanças climáticas e seus impactos, como enchentes, ressaltando a importância de políticas públicas eficientes para o manejo de recursos hídricos e a prevenção de catástrofes ambientais. “Chinatown” (1974) – O filme destaca temas de manipulação dos recursos hídricos em Los Angeles, enfatizando a importância do planejamento urbano e gestão de recursos naturais para evitar conflitos e desastres. Séries “Tidying Up with Marie Kondo” (2019) – A série ilustra princípios de cuidado e atenção que podem ser aplicados metaforicamente ao planejamento urbano e manejo de recursos. “Our Planet” (2019) – Esta série documental destaca como as mudanças climáticas afetam os ecossistemas globais, incluindo as gestões inadequadas de recursos naturais que podem levar a desastres como enchentes. Agenda 2030 Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis – Foca em tornar as cidades resilientes e sustentáveis, melhorando a gestão de riscos naturais como enchentes. Leis Relacionadas Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei nº 9.433/1997) – Esta lei brasileira promove a gestão integrada dos recursos hídricos, incluindo medidas de prevenção e controle de enchentes. Clássico da Literatura: “O Tempo e o Vento” de Érico Veríssimo Este clássico da literatura brasileira narra a história de várias gerações de uma família no Rio Grande do Sul, abrangendo mais de 200 anos de história. Embora o foco principal não seja sobre enchentes, o livro retrata a luta constante das personagens com as forças da natureza, incluindo inundações, que são comuns na região sul do Brasil. A obra ilustra como eventos naturais podem moldar a vida, a cultura e a resiliência das comunidades locais. Constituição de 1988: A Constituição Brasileira de 1988 estabelece em seu
Otimismo é uma coisa, mas positividade tóxica é outra totalmente diferente, e que pode ser muito prejudicial à saúde mental das pessoas. Você já ouviu falar do termo? Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Positividade tóxica”. TEXTO 1 Quando a ONU (Organização das Nações Unidas) criou, em 2012, o Dia Internacional da Felicidade – 20 de março – para celebrar a importância desse sentimento na vida das pessoas, a pandemia de Coronavírus e todas as suas consequências nefastas não eram parte da realidade global. Mas como comemorar – e sentir – a felicidade num ambiente tão carregado como o atual? A orientação dos especialistas para quem deseja encontrá-la ou mantê-la é começar essa busca assumindo e acolhendo a própria tristeza e todos os outros sentimentos desconfortáveis com os quais temos convivido no último ano. “Felicidade tem a ver com viver intensamente o presente, para o bem e para o mal, com seus dias de pesar e gravidade, como os que estamos passando agora. Tem menos a ver com expectativas e mais com a realidade”, diz o psicanalista Christian Dunker, professor titular do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo). A afirmação corrobora o trabalho feito em 2014 por pesquisadores da University College London, no Reino Unido, que criaram uma fórmula matemática capaz de prever o quanto uma pessoa será feliz com base no que ela projeta e na relação disso com a realidade. A conclusão, veja só, já pôde ser conferida em memes nas redes sociais: quanto menor a expectativa, maior a felicidade. “Essa relação ficou ainda mais evidente durante a pandemia. Notamos em nossos estudos sobre felicidade que quanto mais a pessoa cria ideações sobre o que vai acontecer nos próximos meses, mais vulneráveis elas ficam”, disse à CNN o neurocientista Robb Rutledge, que liderou a pesquisa. Mas como não ter esperança de dias melhores diante do caos em que o mundo se enfiou? A pandemia já fez mais de 2,5 milhões de mortos no planeta e trouxe graves consequências econômicas, que resultaram em fechamento de postos de trabalho e aumento do desemprego. Além disso, as restrições impostas pelo isolamento social também foram responsáveis por um aumento dos transtornos mentais. O Brasil foi o país que apresentou mais casos de ansiedade e depressão entre os 11 países que participaram de um levantamento realizado pela USP. #Goodvibesonly Esse cenário trágico pode estimular reações opostas e igualmente nocivas: uma tristeza irremediável ou um otimismo descabido. Imaginar que é possível estar sempre alegre agora é, no mínimo, irreal. Mas o discurso que prega o otimismo irrestrito como forma de enfrentar adversidades também pode trazer graves consequências à saúde mental, alertam os estudiosos do assunto. Esse movimento ganhou força recentemente nas redes sociais com a #Goodvibesonly, que já contabiliza mais de 13 milhões de menções no Instagram. E foi batizado pelos especialistas de “positividade tóxica”. “Trata-se de um fenômeno de negação da tristeza e de outras emoções consideradas negativas”, afirma o psiquiatra Daniel Martins de Barros, do departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP. Ao acreditar nessas afirmações de positividade contínua e achar que a felicidade é uma obrigação, começamos a nos esforçar para não sentir medo, raiva ou tristeza, emoções que, apesar de desconfortáveis, têm funções essenciais à sobrevivência humana. “Se ignoramos esses sentimentos, passamos a ter dificuldade de acessá-los, até o ponto de não conseguirmos mais identificá-los. Só que eles continuam lá e em algum momento explodem em forma de adoecimento psicológico”, explica o psiquiatra. Barros cita um estudo, publicado na revista científica “Journal of Personality and Social Psychology”, que mostrou que pessoas que evitavam entrar em contato com seus sentimentos negativos apresentavam mais problemas de saúde mental do que as que costumavam aceitar todas as suas emoções. Resiliência x positividade negativa Por mais difícil que seja a realidade, a única maneira saudável de encará-la é aceitá-la do jeito que ela é. Isso não significa deixar de tomar atitudes conscientes para ter algum bem-estar, lembra o médico de família Marcelo Demarzo, fundador e coordenador do Centro de Pesquisa Mente Aberta – Mindfulness e Promoção da Saúde, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Frente a um momento de sofrimento, primeiro precisamos reconhecer que ele está ali e depois ver o que é possível fazer para amenizá-lo”, explica. Um exemplo prático e atual para entender como aplicar essa sequência: ao se perder o emprego, uma pessoa pode, para evitar a tristeza e o pânico, buscar um consolo na ideia de que já nem estava tão feliz naquele trabalho. Não há nenhum problema em enxergar na demissão uma possibilidade de mudança de carreira, que é algo positivo e motivador. Mas é fundamental lidar com a realidade, sem negar que existe ao menos um lado muito negativo nisso, que é a perda de renda. “Isso é uma positividade saudável”, afirma Demarzo. O especialista lembra ainda que a positividade saudável está relacionada à resiliência, que é a capacidade de, em uma situação de sobrecarga, lidar com ela e sair mais forte da experiência. “Ao contrário da resiliência, a positividade tóxica é um bloqueio, uma negação de uma situação, que não traz nenhum aprendizado”, conclui. Fonte: cnn brasil TEXTO 2 O conceito de positividade tóxica vem ganhando cada vez mais espaço nas discussões da web: influencers, psicólogos, gente como a gente – parece que, de repente, está todo mundo falando sobre isso. Especialmente em tempos de pandemia, em que nossa realidade, no geral, está condicionada às interações via internet, é preciso refletir e falar sobre a plasticidade e a superficialidade dos discursos apresentados nas redes sociais e, principalmente, sobre como eles alimentam a positividade tóxica e impõem uma supressão dos sentimentos que pode agravar dores emocionais e levar ao sofrimento. Como viemos parar aqui? A positividade tóxica vem acompanhada de frases como “mas pense pelo lado positivo”, “você atrai o que você emana”, “se isso aconteceu, é porque está vibrando nessa frequência”. Muitas vezes, podemos interpretar essas

Veja os conteúdos que selecionamos para aumentar seu repertório sociocultural sobre o tema “O silenciamento de mulheres na sociedade”! O nosso tema desta semana reflete sobre o silenciamento das mulheres na nossa sociedade. Se você é mulher, já passou por alguma situação em que desvalorizaram ou ignoraram sua opinião, seja na escola, no trabalho ou mesmo nos seus grupos sociais. Isso acontece de várias formas e há tanto tempo que só recentemente passou a ser foco de discussão. Afinal, hoje as mulheres estão cada vez mais ocupando espaços de poder. Portanto, o silenciamento das mulheres não é mais aceitável e precisamos combatê-lo. Para ajudar a pensar na sua argumentação, selecionamos alguns conteúdos para você incluir na sua pesquisa e, quem sabe, em seu projeto de texto também. 1. Estrelas além do tempo (filme) O filme, baseado em uma história real, mostra uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas, que ajudou os EUA na corrida espacial durante a Guerra Fria. No entanto, apesar de fundamentais ao processo, essas mulheres foram diversas vezes silenciadas, tendo seu trabalho assinado por homens brancos. Uma pesquisa realizada na Universidade Federal de Lavras, da área de estudos da Linguagem, analisou como esse silenciamento ocorreu e é mostrado no filme. Então, se você já viu o filme, assista ao vídeo a seguir para saber mais! Se ainda não viu, corra para assisti-lo! 2. The Handmaid’s Tale (série) Inspirada pela obra de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale (ou “O conto da aia”, no Brasil) trata-se de um futuro distópico em que o fundamentalismo cristão ascende ao poder. Nesse novo sistema, as mulheres, além de sofrerem diversos abusos e explorações, não têm autonomia para nada, sequer podem ler. Portanto, elas vivem subjugadas e não possuem qualquer possibilidade de participação política. Desse modo, o conhecimento dessa história, seja pela série ou pelo livro, pode ajudar a compreender os silêncios impostos às mulheres na sociedade. Assista ou leia! 3. Doctor Whoo aborda com perfeição o silenciamento das mulhres (artigo) Leia o artigo publicado no Garotas Geek para entender como o silenciamento de mulheres aparece em um dos episódios da série e, depois, procure-o para assistir e tirar suas próprias conclusões! 4. Mulheres invisíveis: videodocumentário Neste videocumentário, realizado pela Sempreviva Organização Feminista (SOF), discute-se o papel da mulher no mercado de trabalho e no sistema de produção, destacando a sua invisibilidade dentro desta estrutura. Certamente é um material rico que você poderá usar na sua argumentação. Então, dê play! 5. Lívia Cruz: “Não existe inserção das mulheres no hip hop” E será que existe espaço para as mulheres nas artes? Leia esta entrevista. Nela, a rapper Lívia Cruz revela as experiências, muitas vezes de silenciamento, que as mulheres encontram na cena Hip Hop. 6. Por que Meghan Makle se comparou à personagem Ariel de ‘A Pequena Sereia’ Bastante em evidências nos últimos dias devido a uma entrevista à Oprah, a atriz Meghan Makle contou que sentiu-se como a “Pequena Sereia” porque, ao entrar para a família real, teve que “apagar” a sua personalidade. Paralelamente, ela conta que, assim como na animação, ela consegue sua voz de volta – a partir da saída dela e do marido da realeza. Portanto, para tratar dessa questão, você pode também comparar a situação de Meghan com o filme. Provavelmente você já assistiu, mas, caso não, assista. De fato ele mostra como muitas vezes, para conseguir o que quer, ou para ter um amor, algumas mulheres se submetem ao silenciamento. Trata-se, então, de boa metáfora! 7. Como ser ouvida no ambiente de trabalho? Neste artigo você terá contato com algumas dicas sobre como agir em situações em que a mulher é interrompida, por exemplo, em reuniões de trabalho. 8. Como a violência verbal afeta as mulheres no trabalho A revista VC S/A também preparou um material com dicas sobre como as mulheres podem reagir às situações que levam ao seu silenciamento no ambiente corporativo. Então, quem sabe com elas você não começa a pensar em uma proposta de intervenção? Leia a matéria na íntegra e saiba mais! 9. A Revolução silenciosa – documentário Neste documentário mulheres sauditas contam a sua história. Trata-se de atletas, jornalistas, artistas, educadoras e políticas – vozes que até então não eram ouvidas no país que tem a maior desigualdade de gênero do mundo. Confira a matéria sobre o assunto feita pela DW. 10. As (reiteradas) tentativas de silenciar mulheres Por fim, confira esta matéria da Folha de S. Paulo que discute outro tipo de silenciamento: o do assédio. Aqui, são discutidos casos como o de Dani Calabresa, Mari Ferrer e Duda Reis. Além de ocorrerem em espaços privados, os agressores presumem que as vítimas ficarão caladas. Vale a pena ler! E aí, gostou dessas dicas? Lembrou de algum filme, série ou livro que também trabalhe essa temática? Certamente, no mundo das artes muitas histórias de silenciamento de mulheres já apareceram. Conte nos comentários que repertório você usaria nesse tema!