
Ficha técnica da série THE BOYS: 2019- • 2 temporadas • 60min • 18+
Sinopse: “Os Sete são os heróis mais poderosos da Terra. Porém, esses protetores têm um lado oculto que a maioria das pessoas desconhece. Se eles usam seus poderes para o mal, Hughie, Billy e o resto do time têm a missão de detê-los.”
Confira o trailer da série:
“The Boys” é uma paródia dos universos de super-heróis altruístas e idealizados, retratando-os como seriam na realidade: corruptos, violentos e imparáveis. Se, no mundo real, políticos já abusam de seus poderes para favorecer interesses próprios, imagine se existissem os super-poderes.
No mundo real, super-heróis seriam altamente capitalizados. Na série, Vought é a multinacional encarregada da equipe super-herói Os Sete, visando maximizar os seus lucros. Distorcendo ética, ciência e a opinião pública, grandes corporações visam resultados financeiros a todo custo, sem lei que as parem.
ATENÇÃO: spoilers da 1ª temporada
A nova integrante dos Sete, Luz-Estrela, é recebida na equipe por ameaças pelo colega e antigo ídolo de infância, o herói aquático Profundo, que a força a fazer sexo oral nele para permanecer no grupo. Ao longo da série, é demonstrado como a insegurança do herói com suas guelras fazia-o abusar sexualmente de mulheres.
Por serem máquinas de lucro, os heróis buscam completa aprovação popular. Os analistas da Vought observam os memes, índices de popularidade, mídias digitais, e tudo é meticulosamente articulado para gerar a impressão certa e crescer as ações. No mundo atual, a mobilização de ódio nas redes sociais faz com que um deslize seja suficiente para levar um ídolo a seu fim.
ATENÇÃO: spoilers da 2ª temporada
Após Capitão Pátria forçar Maeve fora do armário, Vought se aproveita da situação para aumentar suas vendas ao público LGBTQI+. A discussão do Pink Money torna-se relevante quando empresas utilizam de símbolos LGBTQI+ a fim de gerar lucro. Enquanto Vought rentabilizava sua sexualidade, Maeve era forçada a viver uma vida estereotipada e em um rótulo indesejado.
Líder dos Sete, Capitão Pátria é o mais corrupto e sem escrúpulos dos super-heróis. É demonstrado como sua criação na ausência de pais, com a única presença de um cientista, deu origem a seu comportamento sociopático. Quando ele tem um filho, a preocupação de todos é garantir-lhe uma boa criação familiar para que a história não se repita.
O que seriam super-heróis sem super-vilões? Capitão Pátria envia a substância que concede poderes super-humanos a células terroristas para criar seus próprios inimigos. Esses super-terroristas tornam-se a justificativa para seus discursos de xenofobia contra imigrantes e que resultam na morte de um homem árabe por preconceito da população.
É revelado que a novata da 2a temporada, Tempesta, era em verdade neonazista e crente do Genocídio Branco, uma teoria da conspiração de supremacistas brancos que incita o racismo, a xenofobia, e a perseguição a minorias. Infelizmente, manifestações dessa ideia ainda são assustadoramente presentes.
Tema: “O abuso de poder e de autoridade no Brasil”
Na série norte-americana “The Boys”, super-heróis, reais e amados pela população, escondem uma indústria repleta de corrupção e violência, em que ninguém consegue mantê-los dentro da lei. Embora super-poderes não sejam realidade, vê-se que micro-poderes políticos no Brasil são estendidos para além de suas legitimidades para favorecer interesses pessoais. Logo, fica claro que a concessão de poder sem suficiente coerção popular e governamental acarreta o abuso de autoridade e a sensação de superioridade à lei.
Agora que você já sabe como usar a série THE BOYS na redação, não deixe de escolher um dos temas mencionados e colocar as mãos na massa!
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h. Nossos especialistas aprovados nas melhores universidades vão te ajudar a alcançar a nota máxima.
Ver Planos de CorreçãoO Lucas Felpi, que tirou nota 1000 na redação do ENEM 2018, preparou uma dica de repertório sociocultural para vocês: como usar a série The Handmaid’s Tale na redação! Bora conferir? SÉRIE: THE HANDMAID´S TALE (O CONTO DE AIA) 2017- • 3 temporadas • 60min • 18+ Sinopse: “Gilead tem um regime que trata mulheres como propriedade. Offred é uma das poucas mulheres férteis e serva do Comandante, buscando sobreviver e encontrar a filha que foi tirada dela.” 1ª TEMPORADA (SEM SPOILERS) DESASTRES AMBIENTAIS No futuro distópico de The Handmaid’s Tale, a poluição do ar causada pelos humanos levou à infertilidade de grande parte da população. Com chance de 1 em 4 de ter um filho saudável, fundamentalistas recorrem a um golpe político nos Estados Unidos para isolar as mulheres férteis restantes em uma casta reprodutiva: as Aias. O mais assustador é que há estudos que realmente comprovam o efeito da poluição na taxa de fertilidade (Fonte: “Exposição a partículas finas ambientais e qualidade do sêmen no Taiwan”, 2017). DIREITOS DAS MULHERES No novo regime, chamado de Gilead, as mulheres servem papéis sociais divididas em castas: Esposas, Marthas, Aias, ou Não Mulheres. Todas as mulheres são submissas aos seus maridos, Comandantes e ao Estado e privadas de ler, escrever, ou ter acesso a qualquer produto cultural. ESTUPRO E ESCRAVIDÃO SEXUAL As Aias são as únicas mulheres férteis na sociedade gileadiana, vistas como objetos reprodutivos que assistem Esposas e seus maridos a terem filhos. Nas chamadas Cerimônias, ocorridas mensalmente em seus períodos férteis, as Aias são estupradas por seus Comandantes enquanto deitadas nas pernadas da Esposa. Depois da gravidez, elas devem entregar o bebê ao casal e dirigir-se à próxima casa. RELIGIÃO E TEOCRACIA Gilead é uma teocracia, um regime no qual Estado e Igreja são fundidos. A Cerimônia, por exemplo, é baseada na interpretação distorcida da passagem bíblica de Lia e Raquel, pela qual servos férteis podem cometer adultério para dar filhos a casais inférteis, mas ignora princípios-base do livro sagrado. Além disso, vê-se a intolerância religiosa em vigor, quando judeus são levados ao Muro e enforcados por sua fé. MANIPULAÇÃO DA HISTÓRIA Uma casta menor de mulheres, as Tias, são as responsáveis pela educação e controle das Aias, sendo o símbolo de manipulação de Gilead. As Tias reproduzem vídeos do passado com teor violento e assustam as Aias a fim de convencê-las de que aquilo é uma benção. Uma delas, Tia Lydia, conta como antes os homens violentavam as mulheres na rua e hoje elas não precisam mais ter medo. Afinal, o estupro foi institucionalizado. A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM A linguagem do universo de The Handmaid’s Tale tem papel essencial: Gilead cria um vocabulário oficial que serve à elite patriarcal. Ela priva as mulheres de seus nomes pessoais: Offred, por exemplo, que é “Of” + “Fred” = “de Fred”, nome de seu Comandante. Há cumprimentos oficiais, como “Abençoado seja o fruto”, e nomes de eventos, como a “Cerimônia” e os “Salvamentos”, que facilitam a manipulação, assim como a Nova Língua em “1984” de George Orwell. 2ª TEMPORADA (COM SPOILERS) HOMOFOBIA Além de crença em outras religiões, Gilead condena a homossexualidade sob pena de enforcamento dos chamados “Traidores de Gênero”. Vemos o passado de Emily, uma das atuais Aias, que, antes do golpe, vê seu colega de trabalho gay sendo assassinado e depois é proibida de viajar com sua esposa por seu casamento não ser mais reconhecido. CASAMENTO INFANTIL Na 2ª temporada, o motorista dos Waterford, Nick, é concebido uma Esposa, mas se surpreende que esta seja uma garota de 15 anos, Eden. A jovem prometida ao homem de 30 anos é completamente mergulhada nos valores do regime e sonha mais do que tudo em servir seu marido e concebê-lo filhos. A normalização do casamento infantil em diversas culturas é pauta de direitos das crianças. RELAÇÃO MÃE-FILHO Durante toda a série e livro, a protagonista June vive em busca de sua filha, tirada de sua guarda ao tornar-se uma Aia. Agora novamente grávida para seu Comandante, ela não quer entregar seu bebê e faz de tudo para tirá-lo do país. Vemos a força da maternidade e do laço mãe-filho, pelo qual ela arrisca sua vida em diversos momentos em um regime totalitário. TORTURA E MUTILAÇÃO Após episódios de rebelião das mulheres, oficiais torturam as mesmas com castigos desumanos. Em caso de leitura ou escrita por mulheres, a pena é a perda de um dedo (o que ocorre com Serena). Em casos mais graves, como o de Emily, a pena pode chegar a ser a mutilação genital feminina, violência ainda cometida hoje em alguns países. 3ª TEMPORADA (COM SPOILERS) DOENÇAS MENTAIS E SUICÍDIO Eleanor, a esposa do novo Comandante de June, sofre de distúrbios mentais principalmente pela culpa que carrega de seu marido ser um dos criadores de Gilead. Um dos maiores problemas vistos é a falta de medicamentos para auxilia-lá e a negligência à saúde mental da população, chegando a levar Eleanor ao suicídio. Em outro episódio, June é forçada a passar meses na mesma posição em um quarto de hospital, levando-a à loucura. REBELIÃO Um dos maiores ensinamentos que The Handmaid’s Tale traz é o da importância da unIão contra regimes opressores. Ao longo das 3 temporadas, todos os grupos de mulheres (Aias, Marthas e Esposas) têm momentos de desobediência coletiva, o que gradualmente enfraquece Gilead. O engajamento social das mulheres é a força transformadora dessa realidade. Como diz June: “Eles não deveriam ter nos dado uniformes, se não queriam que nos tornássemos um exército.” EXEMPLO DE INTRODUÇÃO Tema: “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira” (Enem 2015) Na distopia canadense “O Conto da Aia”, as mulheres férteis restantes no mundo são estupradas por Comandantes para cumprir a função reprodutiva das Aias. Embora muitos homens também tenham se tornado infertéis pelo processo da poluição atmosférica, a solução patriarcalista foi um sistema em que as mulheres são submissas e violentadas. Afinal, o universo criado por Margaret Atwood não difere muito da realidade brasileira: a persistência da violência contra
O Lucas Felpi, que tirou nota 1000 na redação do ENEM 2018, preparou uma dica muito legal para vocês: como usar a série CONTROL Z nas suas redações! Já pegue o caderno para anotar os temas que estão presentes na série! SÉRIE: CONTROL Z 2020- • 1 temporada • 40min • 18+ Sinopse: “Depois que um hacker vaza segredos de estudantes para toda a escola, Sofia decide descobrir a identidade do hacker misterioso antes que mais segredos sejam revelados.” PROTEÇÃO DE DADOS “Control Z” gira em torno de uma escola em que a rede Wi-Fi não é devidamente segura e permite a um hacker acessar os dados privados de estudantes e posteriormente vazá-los, causando desconforto. BULLYING Luis, um menino tímido e artístico, é mais uma vítima da cultura do bullying nas escolas, rotineiramente agredido e zombado por Gerry e seus amigos. TRANSFOBIA A primeira vítima do hacker é Isabela, uma aluna transsexual que muda de cidade para recomeçar, mas agora vê seu passado de volta à tona e, com ele, o preconceito. HOMOFOBIA No caso de Gerry, é revelado que seu histórico de pesquisas incluía vídeos íntimos homossexuais, e vê-se a homofobia tanto em sua refutação quanto na humilhação por seus amigos. CORRUPÇÃO/VIOLÊNCIA DOMÉSTICA Raúl vê o escândalo político de corrupção de seu pai, ex-governador, sendo exposto pelo hacker. Quando chega em casa, seu pai está furioso e abusa da força física contra o filho. AUTOMUTILAÇÃO A protagonista, Sofia, sofre de traumas com a morte de seu pai e antissociabilidade, desenvolvendo um comportamento grave: a frequente automutilação, tanto em casa quanto na própria escola. CUIDADO! SPOILERS DA 1ª TEMPORADA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA Após um caso com Pablo, Maria descobre que está grávida e entra em pânico. Ao contar para o amante, ele vira às costas e diz que o problema é dela, não dele. EXEMPLO DE INTRODUÇÃO Tema: “A questão da privacidade dos cidadãos na internet” Na série mexicana “Control Z”, um hacker consegue acessar os celulares dos alunos do Colégio Nacional e inicia uma série de vazamentos constrangedores. Para tanto, a falta de segurança na rede sem fio da instituição é apontada como uma das maiores causas. Fora da ficção, é clara a necessidade de maior proteção dos dados pessoais tanto pelos provedores quanto pelos usuários. Afinal, certas coisas não podem ser desfeitas pelo comando “control-Z”. Gostou desta super dica? Não deixe de seguir estes perfis no instagram (é só clicar em cada um): @redacaonline @lfelpi LEIA MAIS: Como usar a série DARK em suas redações Como usar a série The Society em suas redações Como usar a série GAME OF THRONES em suas redações Como usar a série VIS A VIS na redação? Como usar a série COISA MAIS LINDA nas redações Como usar a série PRETTY LITTLE LIARS em suas redações
O Lucas Felpi, que tirou nota 1000 na redação do ENEM 2018, preparou uma dica maravilhosa para vocês: como usar a série THE POLITICIAN nas suas redações! Bora pegar o caderno e anotar tudo? SÉRIE: THE POLITICIAN 2019- • 2 temporadas • 45min • 16+ Sinopse: “Payton não tem dúvidas de que chegará à presidência dos EUA. Para isso, ele precisa passar pelo cenário mais traiçoeiro de todos: a politicagem da escola.” 1ª TEMPORADA (SEM SPOILERS) JOVENS NA POLÍTICA “The Politician” traz uma versão adolescente de um tema visto como adulto: a política. Protagonizada por Payton Hobart, um jovem ambicioso aspirante à Casa Branca, a série destaca a complexidade de personagens adolescentes e a importância de sua participação no debate político. AMBIÇÃO VERSUS ÉTICA Desde os 7 anos, Payton almeja ser presidente dos Estados Unidos. Dono de uma ambição irrefreável, ele fará de tudo para conseguir o que deseja. Sua ganância e narcisismo ultrapassam os limites da ética. “Quero fazer o bem às pessoas. Mas não que eu seja uma boa pessoa”, ele diz. 1ª TEMPORADA (COM SPOILERS) SUICÍDIO ADOLESCENTE Em meio às eleições para Grêmio Estudantil, o opositor de Payton, River Barkley, revela em público uma tentativa passada de suicídio e seu quadro de depressão. Em uma discussão acalorada com Payton, ele tira a própria vida. River se sentia sozinho, deprimido, e sem esperança. USO OPORTUNISTA DE MINORIAS Astrid Sloan toma a campanha de oposição e traz em sua chapa uma aluna negra e lésbica, a fim de ganhar mais votos. Payton, então, chama uma garota com câncer, Infinity, para ser sua vice, usando da imagem de minorias para autopromoção (assim como fazem tantas empresas). INDÚSTRIA DA MISÉRIA É descoberto que Infinity não tem câncer e, em verdade, foi intoxicada propositalmente por sua avó para ganhar dinheiro de caridade pela comoção pública. O fato reforça o conceito de indústria da miséria, em que vigaristas usam do discurso de solidariedade para lucrar em cima de tragédias. POLIAMOR Tanto em sua 1ª quanto em sua 2ª temporada, a série apresenta exemplos de configurações poliamorosas entre os personagens: Payton, Astrid, River; Dede, Marcus, William; e outros, enfatizando a representatividade e a inclusão da diversidade típicas de seriados de Ryan Murphy. 2ª TEMPORADA (COM SPOILERS) APROPRIAÇÃO CULTURAL Na corrida eleitoral ao Senado, a veterana Dede Standish descobre fotos de Payton fantasiado de um líder indígena norte-americano, fato malvisto socialmente como apropriação cultural. O debate é atual e se aplica também, por exemplo, às discussões sobre o uso de tranças e turbantes. O PROBLEMA DO LIXO Após ganhar independência da avó exploradora, Infinity escreve um livro e vira celebridade. Com seu poder de influência, ela promove o estilo de vida “lixo zero”, que consiste em minimizar ao máximo os resíduos descartáveis utilizados no dia a dia, e exige que Payton faça o mesmo. GRAVIDEZ/ABORTO Em um novo trisal, Payton engravida simultaneamente Alice e Astrid, causando uma disputa de prioridades e Astrid se vê abandonada, optando pelo caminho do aborto clínico. A jovem não se via pronta para educar um filho e, mais, sozinha. POLARIDADE POLÍTICA A 2ª temporada discute um tema bastante atual no Brasil: a polaridade política geracional. Conflitos de valores entre gerações geram debates políticos dentro da esfera familiar e causam atrito. O apelo de Payton ao ativismo jovem contra o status quo é a maior vantagem para sua eleição. EXEMPLO DE INTRODUÇÃO Tema: “Juventude e participação política em questão no mundo contemporâneo” No seriado de 2019 “The Politician”, Payton Hobart é um adolescente que sonha em ser presidente dos Estados Unidos. Determinado, ele se envolve em debates escolares, eleições de Grêmio Estudantil, e inspira outros ao seu redor. Para além das telas, a ampliação da participação juvenil na política encontra desafios em dois planos: se por um lado são necessárias alterações nas instituições para ouvir os jovens, por outro é fundamental despertar o interesse do tema nos mesmos. Gostou desta super dica? Não deixe de seguir estes perfis no instagram (é só clicar em cada um): @redacaonline @lfelpi LEIA MAIS: Como usar a série DARK em suas redações Como usar a série The Society em suas redações Como usar a série GAME OF THRONES em suas redações Como usar a série VIS A VIS na redação? Como usar a série COISA MAIS LINDA nas redações Como usar a série PRETTY LITTLE LIARS em suas redações
Em seu novo álbum The Life of a Showgirl (2025), Taylor Swift retoma o mito de Ofélia no single The Fate of Ophelia.No clipe, ela interpreta uma Ofélia moderna, cercada por câmeras, paparazzi e espectadores, simbolizando como a mulher contemporânea também é sufocada, não mais pela realeza, mas pela pressão da fama, da internet e da aparência. Assim como Ofélia foi o reflexo da submissão feminina no século XVII, a Ofélia pop de Taylor denuncia o colapso emocional causado pela cultura da exposição e pela cobrança estética atual. É uma releitura que une literatura clássica e crítica social moderna, transformando a tragédia de Shakespeare em um espelho da nossa era digital. Quem é Ophelia? Criada por William Shakespeare, Ophelia (Ofélia) é uma das personagens mais trágicas do teatro ocidental.Ela aparece na peça Hamlet, escrita por volta de 1600, e representa o ideal feminino da época: pura, delicada e submissa.Filha de Polônio e amada por Hamlet, ela é manipulada por todos os homens à sua volta, o pai, o irmão Laertes e o próprio príncipe Hamlet. Quando Hamlet, em um momento de raiva, mata o pai dela, Ofélia enlouquece e acaba se afogando em um rio, símbolo da perda total de controle sobre a própria vida. Essa cena se tornou uma das mais marcantes da literatura, e a imagem de Ofélia cercada de flores, submersa na água, representa até hoje a mulher silenciada pela opressão patriarcal. O que Taylor Swift quis dizer com The Fate of Ophelia Em seu novo álbum The Life of a Showgirl (2025), Taylor Swift retoma o mito de Ofélia no single The Fate of Ophelia.No clipe, ela interpreta uma Ofélia moderna, cercada por câmeras, paparazzi e espectadores, simbolizando como a mulher contemporânea também é sufocada, não mais pela realeza, mas pela pressão da fama, da internet e da aparência. Assim como Ofélia foi o reflexo da submissão feminina no século XVII, a Ofélia pop de Taylor denuncia o colapso emocional causado pela cultura da exposição e pela cobrança estética atual. É uma releitura que une literatura clássica e crítica social moderna, transformando a tragédia de Shakespeare em um espelho da nossa era digital. Temáticas que podem surgir a partir de Ophelia Como usar Ophelia na redação Para aplicar esse repertório de forma produtiva: 📝 Exemplo: “A trajetória de Ofélia, revisitada por Taylor Swift em The Fate of Ophelia, evidencia que, apesar do avanço social, a mulher ainda é aprisionada por expectativas externas que moldam sua aparência, comportamento e valor.” Conclusão A personagem Ofélia ultrapassou os séculos e, nas mãos de Taylor Swift, ganhou um novo significado: o da mulher contemporânea que luta para não ser silenciada pelas pressões externas.A simbologia da jovem submersa, agora iluminada pelos refletores da fama, reflete o dilema da identidade feminina na era digital, entre ser vista e ser livre. Assim, usar The Fate of Ophelia na redação é mais do que citar uma obra: é compreender como arte, literatura e música dialogam para denunciar as mesmas feridas sociais que persistem há séculos.
Taylor Swift lançou seu 12º álbum de estúdio, The Life of a Showgirl, marcando seu retorno definitivo ao pop, mas dessa vez com letras mais maduras, autocríticas e cheias de ironia sobre fama, feminilidade e exposição. O álbum traz produções de Max Martin e Shellback, parceiros de grandes sucessos dos anos 2010, mas agora com uma abordagem mais consciente. Taylor fala sobre as pressões da indústria do entretenimento, o papel das mulheres na mídia e a busca por autenticidade em meio à superexposição.O primeiro single, The Fate of Ophelia, ganhou um clipe “caótico”, segundo a própria artista, que faz alusão direta à personagem trágica Ofélia, da peça Hamlet, de William Shakespeare. Qual é o novo single de Taylor Swift? O novo single se chama The Fate of Ophelia, faixa de abertura do álbum The Life of a Showgirl.A música mistura metáforas literárias e confissões pessoais, abordando temas como: Esses versos dialogam diretamente com a sociedade do espetáculo, conceito do filósofo francês Guy Debord, que explica como as relações humanas se transformaram em aparências mediadas por imagens, algo que o ENEM adora cobrar em temas sobre cultura digital e autenticidade. Quem é Ofélia e por que ela aparece no álbum? O single principal, “The Fate of Ophelia”, faz referência à personagem Ofélia, de Hamlet, de William Shakespeare.Na tragédia, Ofélia representa a delicadeza feminina silenciada pela dominação masculina. Após ser rejeitada por Hamlet e perder o pai, ela enlouquece e se afoga, metáfora da destruição psicológica causada pelo poder patriarcal. Taylor recria essa narrativa na era digital. No clipe, ela encarna uma Ofélia moderna, cercada por câmeras e olhares, simbolizando a mulher que precisa “afogar-se” em expectativas para manter a imagem perfeita. Essa releitura critica a pressão estética e emocional da fama e a vigilância social sobre o corpo e o comportamento feminino. Por que “The Life of a Showgirl” é o álbum mais adulto de Taylor Swift Diferente dos trabalhos anteriores, este disco abandona o romantismo adolescente e a introspecção folk para dar lugar à maturidade emocional.Taylor reflete sobre: Tudo isso torna o álbum um repertório contemporâneo e legitimado, ideal para redações que abordam cultura, saúde mental, identidade, gênero e tecnologia. Como usar o novo álbum de Taylor Swift na redação O álbum pode ser utilizado de forma produtiva como repertório artístico e filosófico, em temas que tratem de: Exemplo de introdução modelo (padrão ENEM) 🎯 Tema exemplo: A influência da cultura da aparência na formação da identidade moderna O álbum “The Life of a Showgirl”, da cantora norte-americana Taylor Swift, apresenta uma reflexão sobre a perda de autenticidade em uma sociedade marcada pela necessidade constante de aprovação pública. De forma semelhante, o avanço das redes sociais tem contribuído para a consolidação de uma cultura de exposição, em que a validação externa define o valor individual. Nesse contexto, a busca por reconhecimento digital e a padronização comportamental evidenciam a fragilidade emocional e a superficialidade das relações humanas no mundo contemporâneo. Exemplo de argumento com repertório aplicado “O single The Fate of Ophelia, do álbum The Life of a Showgirl, representa a vulnerabilidade feminina diante das pressões sociais e da exposição pública. A metáfora com a personagem shakespeariana reforça como a imagem da mulher continua sendo moldada por expectativas alheias, o que se reflete hoje na dependência emocional das redes sociais e nos impactos à saúde mental.” Conclusão Em síntese, o álbum “The Life of a Showgirl” reafirma Taylor Swift como uma artista capaz de unir arte, crítica e sensibilidade social. Ao transformar a figura trágica de Ofélia em metáfora contemporânea da mulher sob pressão pública, a cantora convida o público a refletir sobre temas urgentes como autoestima, saúde mental e cultura da exposição. Para o estudante, esse repertório é valioso por dialogar com questões atuais e transversais que o ENEM e os vestibulares cobram. Saber aplicar essa obra na redação demonstra repertório diversificado, interpretação crítica e domínio temático, três habilidades fundamentais para quem busca notas acima de 900.
Quando pensamos em uma redação de alta performance, seja no ENEM, vestibulares ou concursos públicos, a introdução ocupa papel estratégico. É nela que o avaliador percebe se o candidato tem clareza de pensamento, capacidade de organização e domínio dos repertórios. Mas surge a dúvida: como começar a redação de forma impactante? É comum que estudantes se perguntem: Neste post, vamos responder todas essas perguntas e ainda apresentar 3 repertórios universais que podem ser aplicados em praticamente qualquer tema: a Constituição Federal de 1988, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Agenda 2030 da ONU. Além disso, você terá modelos de introdução completos e exemplos práticos para adaptar aos mais variados assuntos. Como dar início a uma redação? De modo geral, o início da redação deve situar o leitor dentro do tema. Isso pode ser feito por meio de: Em todos os casos, o segredo é: repertório + problematização + tese. Quer treinar esse início na prática? Como se começa a introdução? Uma introdução bem estruturada precisa conter três elementos: Exemplo de estrutura:“De acordo com [repertório], todo cidadão tem direito a [direito relacionado]. Entretanto, no Brasil, essa garantia ainda não é plenamente cumprida, visto que [problema específico]. Nesse sentido, isso ocorre tanto por [argumento 1], como também por [argumento 2].” Quais palavras usar para iniciar uma introdução? Algumas expressões-chave ajudam a dar formalidade e autoridade à redação: Essas expressões funcionam como conectores entre o repertório citado e a problematização do tema. 📌 Exemplo prático:“Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), todos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Entretanto, no Brasil…” 👉 Quer aprender a usar repertórios como esse sem risco de fuga ao tema? Repertórios universais para iniciar a redação 1. Constituição Federal de 1988 (Brasil) Promulgada após o período da ditadura militar, a Constituição de 1988 é chamada de “Constituição Cidadã”, pois consolidou direitos fundamentais como saúde, educação, igualdade e dignidade. Principais artigos para redação: Modelo de introdução: “De acordo com a Constituição Federal de 1988, todo cidadão tem direito a (área relacionada ao tema, como saúde, educação, segurança). Entretanto, no Brasil, essa garantia é deturpada, uma vez que (recorte temático) ainda persiste, comprometendo a cidadania plena. Nesse sentido, isso ocorre tanto por (argumento 1), como também por (argumento 2). Assim, medidas devem ser tomadas para enfrentar o problema.” Exemplo prático — tema evasão escolar: “De acordo com a Constituição Federal de 1988, todo cidadão tem direito à educação. Entretanto, no Brasil, essa garantia é deturpada, uma vez que a evasão escolar ainda persiste, comprometendo a cidadania plena. Nesse sentido, isso ocorre tanto por negligência governamental, como também pela falta de políticas eficazes de permanência. Assim, medidas devem ser tomadas para enfrentar o problema.” 2. Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) Aprovada pela ONU após a Segunda Guerra Mundial, é o principal documento internacional que assegura dignidade, igualdade e liberdade para todos. Principais artigos para redação: Modelo de introdução: “Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), todos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, garantindo a todos o direito à ____________. Entretanto, no Brasil, essa garantia é violada, uma vez que (recorte temático) ainda persiste, reforçando desigualdades históricas. Nesse sentido, tal cenário decorre tanto de (argumento 1), como também de (argumento 2). Portanto, medidas precisam ser adotadas para enfrentar o problema.” Exemplo prático — tema evasão escolar: “Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), todos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, garantindo a todos o direito à educação. Entretanto, no Brasil, essa garantia é violada, uma vez que a evasão escolar ainda persiste, reforçando desigualdades históricas. Nesse sentido, tal cenário decorre tanto da negligência governamental, como também da desigualdade socioeconômica. Portanto, medidas precisam ser adotadas para enfrentar o problema.” 3. Agenda 2030 da ONU (2015) Plano de ação global aprovado em 2015 pela ONU, com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir dignidade a todos até 2030. ODS relevantes para redação: Modelo de introdução: “Conforme a Agenda 2030 da ONU (2015), o ODS (número) estabelece a necessidade de (objetivo relacionado ao tema). Contudo, no Brasil, essa meta ainda não é plenamente atingida, pois (recorte temático) persiste como realidade preocupante. Nesse sentido, isso decorre tanto de (argumento 1), como também de (argumento 2). Portanto, é urgente a adoção de medidas efetivas.” Exemplo prático — tema desigualdade social: “Conforme a Agenda 2030 da ONU (2015), o ODS 10 estabelece a necessidade de reduzir desigualdades internas e globais. Contudo, no Brasil, essa meta ainda não é plenamente atingida, pois a concentração de renda persiste como realidade preocupante. Nesse sentido, isso decorre tanto da regressividade tributária, como também da ausência de políticas redistributivas eficazes. Portanto, é urgente a adoção de medidas efetivas.” Como iniciar redação com repertório? Para aplicar corretamente: Como posso iniciar minha redação com uma citação? Além de repertórios legais, você pode usar pensadores.📌 Exemplo:“Segundo Simone de Beauvoir, em A velhice, a sociedade marginaliza os idosos ao tratá-los como ‘defeitos sociais’. Nesse sentido, o preconceito etário, ainda presente no Brasil, precisa ser combatido com políticas de valorização da terceira idade.” Conclusão Em síntese, a introdução é a porta de entrada para uma redação de excelência. Saber como iniciar com repertórios universais, como a Constituição de 1988, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Agenda 2030 da ONU, é uma forma de mostrar domínio crítico, clareza de pensamento e organização. Quer treinar agora mesmo e garantir notas 900+?Use o cupom APROVA10 e tenha R$100 de desconto + 10% OFF em qualquer plano.
O anúncio da morte do Papa Francisco, em 21 de abril de 2025, gerou comoção global e reacendeu reflexões profundas sobre sua trajetória de fé, justiça social e humanidade. Aos 88 anos, Jorge Mario Bergoglio, primeiro papa latino-americano da história, faleceu em decorrência de um AVC, deixando um legado de reformas e posicionamentos marcantes dentro e fora da Igreja Católica. Mais do que uma liderança espiritual, Papa Francisco se destacou como símbolo de diálogo, humildade e enfrentamento às desigualdades. Sua história, suas falas e ações representam um repertório valioso para estudantes que desejam enriquecer suas redações com referências sólidas e pertinentes a diversas temáticas do ENEM, vestibulares e concursos. Quem foi o Papa Francisco? Jorge Mario Bergoglio, conhecido mundialmente como Papa Francisco, entrou para a história ao se tornar o primeiro pontífice latino-americano e o primeiro jesuíta a assumir o comando da Igreja Católica. Nascido em Buenos Aires, Argentina, em 1936, foi eleito papa em 13 de março de 2013, sucedendo Bento XVI. Escolheu o nome Francisco como homenagem a São Francisco de Assis, símbolo da humildade, da paz e do compromisso com os pobres. Desde o início de seu pontificado, Papa Francisco se destacou por seu estilo simples e acessível, recusando luxos e privilégios típicos do cargo. Preferiu residir na Casa Santa Marta, e não nos aposentos tradicionais do Vaticano, como forma de reforçar sua proposta de uma Igreja mais próxima das pessoas. Mais do que uma figura espiritual, Francisco tornou-se um verdadeiro líder global, abordando questões urgentes como: Além disso, ele contribuiu para a renovação do diálogo entre fé e ciência, religião e política, trazendo a Igreja para o centro das grandes discussões mundiais do século XXI. Por que o Papa Francisco é tão importante? Antes de tudo, é preciso entender que a relevância do Papa Francisco vai muito além dos limites da Igreja Católica. Sua importância reside no fato de ter reposicionado o papel do papado como agente de transformação social em escala global. Entre os principais motivos que explicam sua grandeza histórica, podemos destacar: 🕊️ Em suas palavras e atitudes, ele nos lembrou de que fé sem compromisso social é apenas retórica. Francisco foi, sem dúvida, um dos papas mais engajados da história moderna. O que o Papa Francisco defendia? De forma clara e constante, o Papa Francisco dedicou seu pontificado à defesa de princípios que dialogam diretamente com os maiores desafios sociais da atualidade. Ele não apenas liderou a Igreja Católica, mas usou sua posição para iluminar temas como justiça, solidariedade e direitos humanos. Veja os principais pontos que marcaram sua atuação: 1. Justiça social Francisco defendeu a criação de uma sociedade mais justa, pautada na distribuição equitativa de riquezas e oportunidades. Ele foi crítico severo do sistema financeiro internacional, condenando a especulação e o acúmulo de capital sem responsabilidade social. 2. Meio ambiente Por meio da encíclica Laudato Si’, Francisco alertou o mundo para a urgência das questões ambientais. Ele denunciou a exploração desenfreada da natureza, incentivou o consumo consciente e defendeu a preservação do planeta como responsabilidade ética e espiritual. 3. Acolhimento dos excluídos Seja ao visitar campos de refugiados ou ao discursar sobre os direitos dos povos indígenas, Francisco sempre colocou os marginalizados no centro de sua preocupação. Ele combateu discursos xenofóbicos e excludentes, promovendo a cultura do encontro e da escuta. 4. Dignidade humana e combate à hipocrisia religiosa Francisco rejeitou qualquer forma de discriminação, inclusive dentro da própria Igreja. Foi enfático ao dizer que a fé deve estar a serviço da vida e que o verdadeiro cristianismo não julga, mas acolhe. Ele foi um dos primeiros papas a usar a expressão “Quem sou eu para julgar?” ao falar sobre homossexuais. 5. Paz e fraternidade entre os povos Ao longo de seu papado, ele incentivou o diálogo entre religiões, criticou a fabricação de armas e se colocou contra guerras e intervenções militares. 🌍 Em resumo, o Papa Francisco defendeu um mundo mais fraterno, compassivo e justo — pautado na empatia, na solidariedade e no amor ao próximo. Citações do Papa Francisco para usar na redação ✍️ As falas do Papa Francisco ultrapassam o campo religioso e entram no debate ético, social, político e educacional. Usar uma dessas citações na redação é uma forma de mostrar repertório, senso crítico e domínio de temas atuais. A seguir, você confere 15 frases do Papa que podem ser aplicadas a diferentes temáticas. 1. “Gostaria que voltássemos a ter esperança de que a paz é possível.” 🕊️ Frase dita um dia antes de sua morte, reforçando seu legado pacifista. Ideal para temas como guerra, paz mundial, conflitos sociais e justiça humanitária. 2. “Quem pensa em construir muros e não em construir pontes não é cristão.” 🌍 Pode ser usada em redações sobre imigração, intolerância, preconceito e polarização social. 3. “Dinheiro deve servir e não governar.” 💰 Ótima para questões econômicas, desigualdade social, ética financeira e críticas ao capitalismo selvagem. 4. “Algumas pessoas acreditam que para sermos bons católicos temos que nos reproduzir como coelhos, mas não.” 👪 Perfeita para discutir planejamento familiar, paternidade responsável, educação sexual e direitos reprodutivos. 5. “O abuso infantil é uma doença.” 🚨 Usável em temas sobre violação de direitos das crianças, violência sexual, negligência e rede de proteção infantil. 6. “Para alguns sou comunista, mas amor pelos pobres é o centro do evangelho.” 🧩 Indicado para temas que abordam pobreza, políticas públicas e justiça social. 7. “O liberalismo desenfreado apenas torna os fortes mais fortes e os fracos mais fracos.” 📉 Repertório ideal para discutir desigualdade econômica, exclusão e a crítica ao individualismo exacerbado. 8. “Se uma pessoa é gay, busca o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?” 🌈 Pode ser usada em temas sobre inclusão, diversidade, LGBTQIA+ e combate à intolerância religiosa ou moral. 9. “Na Igreja, são todos convidados, mesmo as pessoas divorciadas, mesmo as pessoas homossexuais, mesmo as pessoas transexuais.” 🤝 Fala poderosa para tratar de acolhimento, respeito à diferença, direitos humanos e ética relacional. 10. “O grito dos pobres, junto ao grito