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Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
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Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
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O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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O tema da redação surpreendeu você? Confira a análise que fizemos sobre o tema do ENEM 2021: “Invisibilidade e Registro Civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil”. O primeiro dia do ENEM 2021 aconteceu neste último domingo (21) e contou com a prova de redação que seguiu a tradição do exame e trouxe um tema relevante para a justiça social: “Invisibilidade e Registro Civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil“. Assim como todo ano, as/os participantes tiveram que desenvolver um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema proposto. Segundo as coordenadoras pedagógicas do Redação Online, Misraely Wolfart e Juliane Motta, em um primeiro momento a frase temática preocupou por se tratar de um tema distante do esperado e pouco conhecido pelos/as participantes. Por outro lado, elas acreditam que os textos motivadores foram bem esclarecedores e cumpriram com o seu papel de apoio. Para você entender a temática, os possíveis argumentos e intervenções que poderiam ser apontados, confira a nossa análise do tema de redação do ENEM 2021. Boa leitura! Palavras-chave da frase temática Atentar-se às palavras-chave da frase temática é a primeira tarefa que todo/a participante deve fazer para se sair bem na redação do ENEM, pois é a partir delas que a produção textual deve se guiar. A frase proposta pelo Inep foi “Invisibilidade e Registro Civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil”. Portanto, você deveria dar atenção às palavras “invisibilidade”, “registro civil” e “cidadania”. Observe que a primeira palavra da frase temática, “invisibilidade”, já indica o problema do tema: a exclusão social (neste caso, de pessoas sem o registro civil). Então, se você interpretou essa palavra e abordou ela ou algum sinônimo dela – como exclusão ou marginalização – , pode se tranquilizar porque você provavelmente já se deu bem na redação! Quanto à palavra “registro civil” se refere ao assunto da redação e a palavra “cidadania” direciona para a importância de garantir esse registro: ser reconhecido pelo Estado como cidadão. Análise dos textos motivadores do Enem 2021 A banca do Inep escolheu quatro textos motivadores para o tema, que você pode acessar aqui, sendo que os dois primeiros abordaram o conceito de invisibilidade social e apresentaram boas informações para situar o/a participante sobre o recorte temático. O texto 1 era um trecho de uma tese de doutorado sobre invisibilidade social e registro civil que descrevia uma cena observada pela autora na Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro: a espera incansável de pessoas pobres, marginalizadas e na maioria negras para serem atendidas e conseguirem fazer a certidão de nascimento. O texto 2 dizia que o registro de nascimento é gratuito no Brasil e, também, apresentava o mapa da invisibilidade que destacava a região sudeste como a que possui mais pessoas sem registro. Observa-se que a partir da informação da gratuidade do documento, era possível pensar em outros motivos para que o registro seja inacessível: a desigualdade regional e a falta de informação, por exemplo. Já o texto 3 informava que a certidão de nascimento é um documento fundamental para a pessoa adquirir outros documentos civis, como o CPF, RG, a CLT e o título de eleitor. Além disso, salientava que a certidão de nascimento é o documento necessário para que o Estado reconheça a pessoa como cidadã. Para finalizar, o texto 4 representava a luta dos defensores/as públicos/as pelo direito à documentação pessoal e trazia um cartaz com os dizeres “Onde existem pessoas, nós enxergamos cidadãos”. Possíveis argumentos para o tema Para a construção da tese, era possível fazer uma abordagem de causa e consequência, explicando o motivo do alto índice de sub-registros (pessoas sem registro) e a consequência que já foi dada na frase temática: a invisibilidade social. Diferente das outras edições do Enem, o tema de redação era amplo e não trazia um recorte específico. Sendo assim, há muitos argumentos que poderiam ter sido utilizados na redação, pois o registro civil envolve praticamente o direito a tudo: educação, saúde, trabalho digno, voto, entre outros. Veja abaixo alguns argumentos que poderiam ser utilizados: O tema é bastante amplo, não é mesmo? A partir dos argumentos apontados, o/a participante deveria propor uma solução para o problema – a chamada proposta de intervenção. Veja a seguir algumas possíveis medidas! Possíveis propostas de intervenção Diferentes agentes da esfera governamental e do terceiro setor poderiam ser mobilizados na proposta de intervenção. A única exigência é que a solução proposta estivesse completa – incluindo ação, agente, modo, efeito e detalhamento – e relacionada aos argumentos utilizados no desenvolvimento. Por exemplo, se você argumentou que o problema é a falta de acesso, o Ministério da Cidadania poderia ser utilizado para promover a construção de locais de registro civil em regiões desfavorecidas, assim como as ONGs poderiam atuar realizando mutirões para o combate ao sub-registro nessas regiões, pois essas seriam algumas formas de levar acesso às pessoas. Além deste artigo, preparamos também um vídeo analisando o tema! Confira: Essa foi a nossa análise do tema de redação do ENEM 2021! Na próxima semana, vamos indicar alguns repertórios sobre o tema aqui no blog. Fique de olho! Agora, queremos saber: o que você achou do tema? Você conseguiu desenvolver a redação? Acreditamos que você deve estar ansioso/a para descobrir a sua nota, não é mesmo? Então, conte com a gente! Envie o seu rascunho de redação em nossa plataforma e receba corrigida com a nota em até 3 dias úteis!

Prepare-se para o ENEM 2021! Explore o tema 'Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil'. Analise textos motivadores, inspire-se com um exemplo de redação e aprofunde se

Essa semana teve o Enem 2021, e a pergunta que não quer calar: qual foi o tema do Enem 2021 e os seus textos motivadores? Confira agora! Texto 1 do tema Enem 2021 Toda sexta-feira, o ônibus azul e branco estacionado no pátio da Vara da Infância e da Juventude, na Praça Onze, Centro do Rio, sacoleja com o entra e sai de gente a partir das 9h. Então, do lado de fora, nunca menos de 50 pessoas, todas pobres ou muito pobres, quase todas negras, cercam o veículo, perguntam, sentam e levantam, perguntam de novo e esperam sem reclamar o tempo que for preciso. Adultos, velhos e crianças estão ali para conseguir o que, no Brasil, é oficialmente reconhecido como o primeiro documento da vida – a certidão de nascimento. […] Portanto, ao longo do discurso desses entrevistados, fica clara a forma como os usuários se definem: “zero à esquerda”, “cachorro”, “um nada”, “pessoa que não existe”, entre outras, todas são expressões que conformam claramente a ideia da pessoa sem registro de nascimento sobre si mesma como uma pessoa sem valor, cuja existência nunca foi 29 oficialmente reconhecida pelo Estado. ESCÓSSIA, F. M. Invisíveis: uma etnografia sobre identidade, direitos e cidadania nas trajetórias de brasileiros sem documento. 2019. Tese (Doutorado em História, Política e Bens Culturais). Fundação Getúlio Vargas. Rio de Janeiro, 2019. TEXTO II A Lei Nº 9 534 de 1997 tornou, assim, o registro de nascimento gratuito no Brasil. Só que o problema persiste, mostrando que essa exclusão é complexa e não se explica apenas pela dificuldade financeira em pagar pelo registro, por exemplo. Disponível em: https://estudio.r7.com/. Acesso em: 22 jul. 2021 (adaptado) TEXTO III A certidão de nascimento é o primeiro e o mais importante documento do cidadão, então, com ele, a pessoa existe oficialmente para o Estado e a sociedade. Por isso, só de posse da certidão é possível retirar outros documentos civis, como a carteira de trabalho, a carteira de identidade, o título de eleitor e o Cadastro de Pessoa Física (CPF). Além disso, para matricular uma criança na escola e ter acesso a benefícios sociais, a apresentação do documento é obrigatória. Disponível em: https://www.senado.leg.br/. Acesso em: 21 jul. 2021. A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil”, apresentando, assim, a proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Quer saber a nota da sua redação do ENEM? Acesse nosso site e envie a sua folha de rascunho pra gente!

A educação financeira é crucial no Brasil, indo além da economia, buscando qualidade de vida e segurança. No entanto, o país enfrenta desafios históricos e culturais, com baixos índices de poupança co

Você já escreveu uma redação sobre “A importância da educação financeira em questão no Brasil”? Confira o tema da semana! A educação financeira no Brasil se tornou um assunto frequente nas mídias e, também, uma das principais apostas do tema de redação do ENEM 2021. Falar sobre dinheiro ainda é um tabu na sociedade brasileira e, por isso, muitas ações têm sido realizadas a fim de conscientizar a população para a importância da educação financeira. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “A importância da educação financeira em questão no Brasil”. TEXTO 1 A importância da educação financeira no cenário brasileiro A educação financeira vai muito além de aprender a economizar, cortar gastos desnecessários, poupar e acumular quantias em dinheiro. Ser educado financeiramente faz com que qualquer pessoa passe a buscar uma qualidade de vida melhor, além de proporcionar a segurança material necessária para aproveitar os prazeres da vida e obter uma garantia para eventuais imprevistos. Infelizmente, no Brasil, a educação financeira ainda está longe de alcançar um patamar necessário, especialmente quando comparamos o cenário local com o de países desenvolvidos. Segundo o Banco Mundial, apenas 3,64% da população economiza pensando no futuro. Os índices mais baixos do mundo são formados pela média na América Latina, de 10,6%; enquanto outros países emergentes, como México (20,85%), África do Sul (15,93%) e Rússia (14,56%), apresentam números melhores. Educação financeira no Brasil É injusto culpar o patamar da educação financeira no Brasil a apenas o contexto histórico atual e é preciso entender alguns aspectos primordiais da conjuntura econômica do país, como por exemplo, a constante troca de moedas. Nas últimas duas décadas, por exemplo, o Brasil teve uma moeda relativamente estável e inflação controlada, até abaixo dos dois dígitos. Contudo, quando olhamos para anos mais distantes, em torno da década de 1980, essa não era a situação do país, com a mudança de moeda e um período de inflação descontrolado. E essa incerteza sobre os preços assombra os brasileiros até hoje. A inflação e suas economias Nos momentos em que o governo não obtém êxito para controlar a inflação, o valor futuro da moeda entra em cheque, o que faz com que seja mais vantajoso gastar o dinheiro comprando bens do que poupar o valor, já que não se sabe quanto esse dinheiro irá valer no dia seguinte. De fato, pensar desta forma fazia muito sentido antes do Plano Real, mas, infelizmente, esse é o pensamento que parece nortear os hábitos de consumo dos brasileiros até hoje. Para se ter uma ideia, dados de pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capital (ANBIMA) em 2017, cerca de 75% da população nacional não fez nenhum tipo de aplicação financeira. Em outras palavras, todo esse percentual da população passa toda a vida sem desenvolver um patrimônio sólido ou uma alternativa à aposentadoria, ficando refém da previdência social. Como a falta de educação financeira impacta a vida das famílias brasileiras Dentre tantas outras desvantagens, a falta de educação financeira contribui para que o cenário do endividamento no Brasil cresça. De acordo com levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), o ano de 2020 começou com 61 milhões de negativados. Esses números refletem, também, a falta de hábito de poupar dos brasileiros: ainda de acordo com a entidade, apenas 28% dos brasileiros declaram ter poupado algum dinheiro nos últimos 12 meses, o 14.º pior índice do mundo. Pandemia causada pela COVID-19 agrava ainda mais o cenário do endividamento É evidente que as medidas necessárias tomadas para tentar conter a propagação do novo coronavírus impactaram a economia nacional (e mundial também). Dados de levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas demonstram que aproximadamente 83% dos entrevistados afirmaram ter sido prejudicados financeiramente durante a pandemia. Para especialistas do setor, é evidente que esses dados mostram mais um lado dos problemas causados pela crise, mas também deixam ainda mais clara a dificuldade que a população brasileira tem de construir e seguir um planejamento financeiro que seja capaz de equilibrar as receitas e gastos pessoais. Dados auxiliares da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que realizou pesquisa focada no comportamento dos endividados no Brasil durante a pandemia, aproximadamente 11 milhões de famílias possuem alguma dívida. O que mais assusta os especialistas é identificar que este movimento vem acontecendo de forma crescente: de 66,2% em março, o percentual passou para 67,4% em julho de 2020. Educação Financeira passa a integrar a base Nacional Comum Curricular Todos esses índices fizeram as autoridades olharem para o tema de maneira diferente e, em 2020, a educação financeira passa a integrar a base Nacional Comum Curricular. Para Rodrigo Pinheiro, CEO do Banco Bari, este é um passo muito importante, afinal, quanto mais cedo a noção do dinheiro é introduzida na vida da criança, maior será a capacidade de administração financeira. “Não é coincidência observar que os países com menores índices de endividamento entre as famílias são os mais desenvolvidos, que oferecem uma base curricular educacional mais robusta. No Brasil, o caminho precisa ser o mesmo”, afirma Pinheiro. A decisão de ensinar Educação Financeira foi do Ministério da Educação (MEC) e, de acordo com a entidade, as redes de ensino públicas e privadas de todo o país devem se adequar à nova norma para ajustar o currículo educacional e abordar o tema desde a educação infantil até o ensino médio. A medida tem o objetivo de dar a base para que os alunos consigam desenvolver o hábito de poupar e até mesmo oferecer conhecimento para que, quando adultos, sejam capazes de tomar decisões mais conscientes em relação aos seus hábitos de consumo. Fonte: jornal contábil TEXTO 2 “Natália Dirani afirma ainda que envolver a criança no planejamento e orçamento familiar é o primeiro passo para a educação financeira. ‘Quebrar o tabu de falar com

Quer saber mais sobre “A importância da educação financeira em questão no Brasil”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Nos textos motivadores que selecionamos para o tema “A importância da educação financeira em questão no Brasil”, você viu que a educação financeira é importante para quebrar o tabu que existe em torno do tema, buscar qualidade de vida, saber se planejar financeiramente e evitar o endividamento. Porém, o tema envolve muitos desafios no país: enfrentar o analfabetismo e garantir uma educação financeira de qualidade para todas as pessoas. Confira os repertórios socioculturais que selecionamos para ajudar você a fundamentar a sua tese e garantir 900+ na redação. Boa leitura! TEDx | Finanças reais para pessoas reais Neste vídeo do TEDx, a administradora e orientadora financeira Nathalia Rodrigues – mais conhecida na internet como Nath Finanças – fala sobre a importância da educação financeira ser acessível e próxima do cotidiano da população brasileira que possui renda baixa. Ela ressalta que é necessário romper a ideia de que a educação financeira é apenas para “engravatados” e pessoas de classe alta. Segundo ela: “Educação financeira é mais do que anotar os gastos: é entender como a relação com o dinheiro afeta sua saúde mental e das pessoas com quem você convive. A educação financeira emancipa pessoas, liberta, transforma vidas e famílias.” Assista ao vídeo a seguir: https://youtu.be/w5OGH0MrGH0 SÉRIE | Round 6 Você assistiu “Round 6”? A série sul-coreana lançada na Netflix fez sucesso no mundo todo e é um ótimo repertório para o nosso tema da semana. Em “Round 6”, 456 pessoas endividadas e desesperadas por dinheiro são convidadas para participarem de uma competição inspirada em brincadeiras infantis cujo prêmio final é uma quantia de 45,6 bilhões de Wons (moeda coreana equivalente a 40 milhões de dólares). Porém, o jogo tem consequências mortais e apenas uma pessoa leva o prêmio milionário. O personagem principal da série, Seong Gi-Hu, é um homem extremamente endividado que para tentar aliviar a sua situação financeira recorre a empréstimos com agiotas, o que acaba agravando a sua situação, pois ele não consegue quitar as suas dívidas. É aí que ele topa participar do jogo. A série aborda o superendividamento e alerta para a importância de poupar dinheiro e ter cuidado com empréstimos. Além disso, a série aborda outras questões como meritocracia e privilégios. A profa. Chay, do Redação Online, contou um pouco sobre a série em nosso canal do Youtube. Veja a seguir: MÚSICA | “Chopis Centis”, Mamonas Assassinas Os versos do refrão da música “Chopis Centis” (variação linguística de shopping center), dos Mamonas Assassinas, são muito pertinentes para falar sobre a cultura de parcelar compras, que teve início nos anos 50 com o surgimento dos crediários e está presente até hoje no dia a dia dos brasileiros – só que agora por meio do cartão de crédito. Os versos dizem o seguinte: “A minha felicidade É um crediário nas Casas Bahia” Comprar por meio dos crediários era uma forma de fazer aquela compra que não cabia no bolso por meio de pequenas parcelas. No entanto, essa forma de pagamento muitas vezes acaba provocando o consumismo, pois as pessoas passam a comprar mais do que podem pagar e acumulam cada vez mais dívidas. Escute a música no Youtube! FILME | Até que a sorte nos separe (2012) O filme nacional “Até que a sorte nos separe”, dirigido por Roberto Santucci, é uma trilogia de comédia romântica baseada no best seller “Casais inteligentes enriquecem juntos”. O primeiro filme da trilogia conta a história de um casal, Tino e Jane, que realizou o sonho de muitos brasileiros: ganhar na loteria. Só que após dez anos eles gastam todo o dinheiro em ostentação e ficam falidos. O filme mostra de forma bem humorada que mesmo tendo muito dinheiro é necessário ter um planejamento financeiro, saber economizar, poupar, gastar, investir e contar com ajuda profissional para administrar grandes quantias. Caso contrário, não adianta ganhar na loteria. O filme está disponível na Netflix, assista ao trailer a seguir: FILME | O homem que copiava (2003) “O homem que copiava” (2003), dirigido pelo cineasta Jorge Furtado, é outra produção brasileira que poderá enriquecer muito a sua redação. O protagonista André tem apenas 20 anos e é um operador de fotocopiadora em uma papelaria. Um dia ele tem uma ideia inusitada: imprimir o seu próprio dinheiro. O seu objetivo é ficar rico e impressionar Sílvia, a mulher dos seus sonhos. O filme retrata o cotidiano de muitos brasileiros que trabalham diariamente e vivem frustrados por serem mal remunerados, mas ainda assim sonham em melhorar a sua situação financeira para alcançar seus objetivos. Que tal assistir? Pega a pipoca e o caderno! O filme completo está disponível no Youtube: LIVRO | Vidas secas, de Graciliano Ramos O clássico da literatura brasileira “Vidas Secas”, do escritor Graciliano Ramos, é a nossa outra indicação. Em resumo, a narrativa retrata uma família miserável que vive no sertão e que de tempos em tempos se deslocam para fugir das regiões muito secas. O personagem principal é Fabiano, um homem analfabeto, que perde dinheiro no jogo, não sabe fazer conta e muito menos sabe o que é imposto. Fabiano é um retrato da realidade de uma boa parcela da população que é afetada pela desigualdade social e não possui um direito básico: a alfabetização. A partir dele podemos pensar que falar sobre educação financeira no Brasil não é uma tarefa fácil, pois o país ainda precisa lidar com problemas estruturais graves, como o analfabetismo. Segundo o IBGE, o Brasil possui 11 milhões de analfabetos – acesse esse dado aqui. E aí, o que você achou das nossas dicas de repertórios socioculturais sobre educação financeira? Como você usaria eles na sua redação? Conseguiu pensar em outros que não apontamos aqui? No ano passado nós indicamos outros repertórios sobre esse tema neste post, que tal dar uma olhadinha? Agora, é hora de

Prepare-se para o ENEM! Explore o tema "Consumismo e publicidade excessiva na internet" com textos motivadores e insights para sua redação. Analise como a internet intensificou o consumismo e os impac

Você já escreveu uma redação sobre “Consumismo e publicidade excessiva na internet”? Confira o tema da semana! Não é de hoje que o consumismo levanta uma série de problemáticas em nossa sociedade. Com a criação da internet, esse problema se intensificou devido à publicidade excessiva nas redes sociais e sites que acessamos. Afinal, a tentação agora é muito maior: com apenas um clique é possível comprar um produto que parece perfeito para nós. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Consumismo e publicidade excessiva na internet”. TEXTO 1 CONSUMIDOR E REDES SOCIAIS: A NOVA DIMENSÃO DO CONSUMISMO NO ESPAÇO VIRTUAL “Ao mesmo tempo em que as redes sociais instigam e aumentam o consumismo, influenciando mercados de consumo de maneira negativa, aparece, também, como um novo local de fala ao consumidor, como um novo ambiente onde ele possa ser ouvido e onde acaba por produzir um discurso de poder. O consumo é próprio do ser humano, necessário e intrínseco. Nada mais é do que a aquisição daquilo que lhe é essencial, para a manutenção de uma vida digna e confortável. Feito dia após dia, é parte indissociável do ser humano. Ocorre que o termo consumismo pode ser conceituado de diversas formas, dentre elas, como o ato de adquirir bens ou serviços desnecessários, supérfluos, não essenciais, ou por mero prazer ou vontade e satisfação pessoal. O desenvolvimento da Internet e, posteriormente, das redes sociais, alterou de maneira drástica a forma de consumir. O alto fluxo informacional que se apresenta nos dias atuais, por meio de aparelhos eletrônicos, possibilitou uma maior facilidade e rapidez no momento da escolha e da compra, fez com que o mercado de consumo global se transformasse.” Fonte: mpsp TEXTO 2 Uso acrítico das redes sociais pode levar a manipulação de consumo e massificação de gostos Não é uma novidade que as redes sociais afetam o comportamento de quem as consomem. Inclusive, diversos estudos já comprovam que o uso exagerado e alienado à realidade pode trazer inúmeros prejuízos não apenas emocionais como físicos. Um exemplo é a pesquisa realizada pela Royal Society for Public Health, no Reino Unido em parceria com o Movimento de Saúde Jovem que constatou que o Instagram é uma das redes sociais mais nocivas do mundo, afetando o sono, a autoimagem e a percepção de acontecimentos. Facebook e Snapchat vieram logo em seguida. O filósofo, escritor e estudioso do tema, Fabiano de Abreu aponta que a vida nas redes se assemelha a uma encenação, onde a ostentação e a venda de uma vida perfeita levam à manipulação dos usuários. “As redes sociais engoliram de vez a mídia televisiva, e a tendência é que engula as pessoas também, em especial pela característica de controle e influência onde modas temporárias de vestimenta, consumo e comportamento se tornam referência mundial rapidamente”, analisa. Um exemplo de consequência que migra das redes para a vida real é o consumismo exagerado, que tem como principal aliado a base de dados que dita o comportamento dos usuários. “Sofremos devido ao bombardeamento de propagandas de empresas que nos conhecem extremamente bem. Eles possuem todos os nossos dados e com os nossos desejos em mão, nos oferecem constantemente, mais e mais opções para que possamos comprar, comprar e comprar”, aponta Fabiano de Abreu. Além de provocar a impulsividade, esse consumismo pode levar ao endividamento, já que a vida financeira está baseada não no que se precisa, mas na ansiedade de consumir o que as redes dizem que você precisa. “Tem muita gente passando por uma crise horrível, mas não perde a oportunidade de ostentar vida boa nas redes sociais. Esses são exemplos de indivíduos que já estão imensamente embaraçados na trama toda e que se tornaram peças facilmente manipuláveis das redes”, aponta. Consumir por gosto ou por influência? A era das redes sociais também levanta a pauta dos gostos pessoais, já que estes podem ser apenas um reflexo do que se consome nos aplicativos e não um resultado da personalidade. “O que você veste condiz com quem você é? O fast-fashion é o melhor exemplo sobre padronização de gostos. A moda chega mais rápido ao consumidor final e nas redes sociais elas funcionam como uma espécie de cartel que monopoliza o que será tendência para os próximos meses e todo mundo usa a mesma coisa”, reflete o filósofo. E não é apenas o consumismo de bens que as redes podem influenciar. De acordo com Fabiano de Abreu músicas também podem seguir a mesma lógica. “Hoje em dia existem os hits comerciais que viram sucesso em questão de minutos, basta encaminhar em massa para aplicativos de mensagens ou redes sociais. Passamos a viver como se todos tivessem que cantar e escutar os mesmos estilos musicais para pertencer a um grupo”, aponta. Porém, mais que a massificação de gostos, a preocupação do escritor é quanto a apatia do indivíduo que não dá um tempo para refletir sobre seus consumos e preferências. “O mais preocupante é que desde que o mundo é mundo seguimos aceitando ser manipulados como uma máquina e de uns tempos para cá, essa manipulação ficou mais evidente. Mesmo que inconscientemente entramos em um sistema de influência, no qual os gestores das plataformas digitais e da mídia em geral são responsáveis por selecionar e filtrar o que será consumido pela grande massa. São eles quem determinam o padrão a ser seguido”, preocupa-se Fabiano. Segundo Fabiano, isso é um sinal de que a estratégia da indústria está sendo efetiva. A publicidade é construída para manipular o indivíduo a pensar que é ele quem escolhe o que está consumindo, sejam informações ou bens. “Já se deu conta que quando você pega o seu celular só aparecem as coisas que, ou você acabou de pesquisar no Google ou que se tornou viral e todos estão vendo? Ou seja, as informações são selecionadas e apresentadas a partir das pesquisas que fazemos

Golpes financeiros na internet explodiram desde 2020. No Brasil, tentativas ocorrem a cada 6 segundos! SMS falsos, clonagem de WhatsApp e vazamento de dados são as principais ameaças. Prepare-se para

Quer saber mais sobre “Golpes financeiros na internet”? Confira alguns repertórios que listamos para o tema! Os golpes financeiros na internet tomaram conta dos noticiários durante a pandemia, devido ao aumento alarmante de casos no Brasil. A crise econômica, o desemprego e o uso frequente de tecnologia são alguns fatores que contribuíram para um cenário mais vulnerável a essa prática criminosa. As modalidades de golpes são várias e afetam tanto investidores quanto pessoas que são enganadas por simples fraudes – como clicar em links falsos e fornecer seus dados pessoais a um suposto conhecido. Por ser um assunto em alta, selecionamos alguns repertórios socioculturais sobre o tema “Golpes financeiros na internet” para você treinar a sua redação. Vai que o tema caia nessa edição do Enem, não é mesmo? Confira a seguir! Leis para golpes financeiros na internet Praticar fraudes financeiras no ambiente digital é crime, mas poucas pessoas sabem disso e acabam não registrando um boletim de ocorrência. Veja a seguir o que diz a lei: Crime de estelionato (Art. 171) e Lei 14.155 Os golpes financeiros na internet configuram crime de estelionato, previsto no Código Penal, no Art. 171. Mas você sabe o que é estelionato? Em resumo, é quando uma pessoa engana outra com a intenção de obter vantagem para si. Veja abaixo a definição de estelionato conforme o Art. 171: “Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”. Em maio de 2021, o governo sancionou a Lei 14.155 que altera o crime de estelionato e torna mais grave as fraudes eletrônicas. Observe o que foi incluído no Código Penal: “§ 2º-A. A pena é de reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa, se a fraude é cometida com a utilização de informações fornecidas pela vítima ou por terceiro induzido a erro por meio de redes sociais, contatos telefônicos ou envio de correio eletrônico fraudulento, ou por qualquer outro meio fraudulento análogo.“ Além disso, a pena aumentou para golpes cometidos contra idosos ou pessoas vulneráveis e, ainda, para casos em que for utilizado servidor fora do território nacional. Matéria sobre a nova lei contra golpes financeiros na internet A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirma que a lei 14.155, que vimos anteriormente, endurece a pena para práticas criminosas como falso funcionário, clonagem de WhatsApp e golpes de phishing – quando o golpista tenta obter dados pessoais da pessoa com o uso de links e mensagens falsas. Segundo a Febraban, “A tipificação do crime digital é um passo muito importante e necessário para coibir delitos cometidos no mundo digital e punir com rigor as práticas desses crimes, que levam muita dor de cabeça e causam grande prejuízo financeiro para o consumidor”. Leia a matéria completa aqui. Pesquisa | Homens são as principais vítimas de golpes financeiros As fraudes não estão relacionadas apenas a transações comuns, como fazer uma compra/pagamento. Esta pesquisa realizada pelo Centro de Estudos Comportamentais e Pesquisas (Cecop), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), aponta que os homens são os principais alvos de golpes financeiros (91%) relacionados a investimentos. O perfil revelado foi homens, em sua maioria, na faixa etária de 30 a 39 anos (36,5%), ensino superior completo com pós-graduação (38%) e renda familiar mensal entre dois e cinco salários mínimos (23%). O WhatsApp foi a ferramenta de comunicação principal para atrair essas vítimas. A CVM salienta que é importante desconfiar de promessas muito elevadas de rentabilidade e “desconfiar especialmente da pressão para investir tipo é agora ou nunca”. Que tal ler a matéria completa? Acesse aqui. Veja também uma reportagem da CNN sobre a pesquisa: https://youtu.be/JaerRWZPE_s Artigo | Educação midiática para a terceira idade A educação midiática – além da alfabetização digital – possibilita que as pessoas criem senso crítico diante do uso de tecnologias. Assim, ela é fundamental para que as pessoas não caiam em armadilhas. Em 2020, um levantamento também realizado pela Febraban indicou que o número de golpes financeiros contra idosos aumentou 60%. Como esse público não está acostumado com o ambiente digital, é comum que ele seja mais vulnerável a golpes e até mesmo a notícias falsas. Em vista disso, ações que promovam a educação midiática para a terceira idade são extremamente importantes, como é o caso do projeto EducaMídia, do Instituto Palavra Aberta. Para saber mais sobre esse assunto, leia esta matéria. Matéria | Como o Pix está sendo usado para esquemas de pirâmide O golpe da pirâmide financeira é um dos principais tipos de fraudes realizadas em nosso país. Esta matéria do jornal Nexo apresenta como funcionam os esquemas de pirâmide, principalmente por meio dos “grupos de Pix” no WhatsApp, e alerta sobre os perigos de acreditar nas promessas de “dinheiro fácil”. Acesse a matéria completa aqui. Veja também uma reportagem do Jornal da Record sobre o assunto: Documentário| Explicando… Dinheiro (Netflix, 2021) A série documental “Explicando… Dinheiro”, produzida pela Netflix, possui cinco episódios curtos e super didáticos sobre temáticas relacionadas a dinheiro. O primeiro episódio da série, cujo título é “Enriqueça fácil”, mostra que os golpes financeiros existem desde muito antes da internet e apresenta vários casos famosos na história, como o esquema criado por Charles Ponzi. A série também explica como funciona o golpe da pirâmide e os golpes conhecidos como “pump and dump” aplicados no mercado de criptomoedas. Ademais, a série alerta que a tecnologia facilitou a disseminação desses golpes, porém as estratégias são basicamente as mesmas de anos atrás. O documentário está disponível com legendas e dublagem na Netflix. Vale a pena assistir! Agora que você conheceu vários repertórios sobre o tema “Golpes financeiros na internet”, que tal treinar a sua escrita? Escreva a sua redação e envie em nossa plataforma que a corrigimos em até 3 dias úteis!

Você já escreveu uma redação sobre “Golpes financeiros na internet”? Confira o tema da semana! Desde 2020, em meio à pandemia do coronavírus, o número de pessoas que foram vítimas de golpes financeiros na internet aumentou de forma alarmante no Brasil. O assunto é extremamente recente e relevante para o debate sobre segurança e privacidade digital e, por isso, merece a nossa atenção. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Golpes financeiros na internet”. TEXTO 1 No primeiro semestre, Brasil registrou uma tentativa de golpe financeiro a cada seis segundos Você já recebeu uma mensagem dizendo que seu cartão de crédito foi clonado? Ou ligações de supostos bancos para a confirmação de seus dados? A maioria destas investidas, na verdade, é golpe. É o que registrou o último levantamento da empresa de segurança PSafe, através de seu setor de inteligência de dados Dfndr Enterprise. No primeiro semestre deste ano, o Brasil contabilizou uma tentativa de golpe financeiro a cada seis segundos, totalizando 2,3 milhões ataques. Só no Paraná, o relatório identificou mais de 88,3 mil atuações criminosas. Os dados alarmantes corroboram também com o levantamento da Febraban – Federação Brasileira de Bancos – que mostra que os golpes da falsa central telefônica e falso funcionário de banco tiveram crescimento de 340% apenas no primeiro bimestre deste ano. Se contabilizadas todas as tentativas de fraudes, é possível que o volume seja de uma tentativa a cada três segundos, na visão de Emilio Simoni, diretor do Dfndr Lab e líder do levantamento. A fraude mais comum registrada pelo estudo da PSafe é a de golpes de SMS enviados em massa. Os golpistas enviam notificações via mensagem alertando que as credenciais bancárias foram clonadas, o cartão foi bloqueado ou foram realizadas compras indevidas. Ao receber a notificação, o usuário é direcionado para um site fraudulento do banco montado apenas para captar dados de login e senha de sistemas como internet banking. O criminoso de posse destes dados pode fazer movimentações bancárias se passando pela vítima. Infelizmente, as investidas não param por aí. Outra estratégia comum é a clonagem de WhatsApp. No primeiro semestre de 2021, foram mais de 1,1 milhão de clonagens no Brasil. No Paraná, o valor é de 51,6 mil detecções, apenas neste ano. Outro dado preocupante é o número de credenciais vazadas no mundo. Neste modelo, o hacker invade sistemas de empresas e capta credenciais para acessar e-mails ou portais pessoais das vítimas. Esta modalidade cresceu 726% de 2019 a 2020. Só nos primeiros meses de 2021, foram 4,6 bilhões de credenciais vazadas no mundo. A tendência é que o número atinja 10 bilhões de vazamentos até o fim do ano. Para Marco DeMello, CEO da PSafe, o uso da inteligência artificial por criminosos cibernéticos torna a internet mais perigosa a cada ano. “Os cibercriminosos conseguiram evoluir 10 anos em apenas seis meses, com o uso da inteligência artificial. No passado, para que uma invasão a um site ocorresse, era necessário que um hacker altamente especializado estudasse as infraestruturas digitais, procurando brechas de segurança. Hoje, costumamos dizer que os hackers já não invadem mais os sistemas, eles apenas fazem login. De posse das credenciais de acesso, normalmente informações de login e senha vazados, um cibercriminoso basicamente encontra portas escancaradas para suas ações”, alerta. Se a pandemia acelerou a velocidade da digitalização no Brasil e no mundo, o número de oportunidades para iniciativas criminosas cresceu na mesma proporção. Segundo Emílio, da PSafe, ao transferir o espaço do trabalho para casa, as redes de empresas e pessoais ficaram mais expostas, como o caso dos mega vazamentos registrados no início do ano, onde informações como nome e CPF de 200 milhões de brasileiros foram expostos na internet. “Quando o criminoso tem estes dados pode potencializar sua engenharia social. Eles ligam e tem seu nome completo, endereço, filiação e pedem senhas para cancelar compras, que, na verdade, não foram realizadas. Estes fatores combinados fazem com que o número de ataques esteja em crescimento”. Emílio completa também que orçamentos limitados para segurança cibernética, no caso de empresas, são uma das brechas encontradas por cibercriminosos. Fonte: gazeta do povo – como se proteger golpes financeiros crimes online TEXTO 2 Fonte: ndmais – infográfico entenda o que é o pix e evite cair em golpes online TEXTO 3 A pandemia de golpes digitais no Brasil “Depois de ter problemas para receber um celular que comprou em maio de 2020, a professora Silvana Martins, de 45 anos, entrou em contato por meio de uma rede social com o e-commerce onde havia realizado a compra para reclamar da demora na entrega do produto. Após alguns minutos, recebeu uma mensagem de um perfil com o nome da loja solicitando seu número de telefone e nome completo. Sem desconfiar, Martins informou os dados e, em instantes, chegou a seu celular um código, que havia sido solicitado pelo suposto atendente da loja com quem estava em contato. A professora informou a sequência de números e, então, notou que já não conseguia mais acessar seu WhatsApp. Os momentos seguintes foram desesperadores para Martins, que percebeu que havia pessoas se passando por ela no aplicativo de mensagens e pedindo dinheiro para seus contatos. ‘Minha cunhada me ligou, porque havia achado estranha a mensagem que eu tinha mandado para ela no WhatsApp. Na mesma hora, percebi que havia sido vítima de um golpe e comecei a avisar às pessoas que não era eu quem estava mandando as mensagens, mas duas amigas minhas chegaram a enviar o dinheiro. Mais de R$ 900 cada uma’, contou a professora, que ficou acordada durante a madrugada daquele dia tentando recuperar o controle do aplicativo. ‘Fiquei muito mal, chorei por dias por minhas amigas terem dado o dinheiro. Devolvi o valor para uma delas, mas a outra não quis aceitar’, disse.” Fonte: oglobo globo – a pandemia de golpes digitais no brasil

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