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Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Saber os temas que já foram pedidos em vestibulares anteriores, como nos vestibulares de 2019, sempre nos dá um bom referencial de que linha poderá ser seguida nos próximos testes de grande porte, como o ENEM e os principais vestibulares. A referência mais próxima e atual que temos são os vestibulares de meio ano, também conhecidos como vestibulares de inverno (em oposição aos vestibulares de verão, que ocorrem entre novembro e janeiro). Menos tradicionais, nem todas as universidades (principalmente as maiores) optam por oferecer essa possibilidade de ingresso no meio do ano aos candidatos. Na sequência, temos o levantamento de algumas temáticas requeridas entre junho e julho de 2019. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Tema: Vacinas No vestibular de 2019, foi pedido alguma proposta relacionada à questão das vacinas tem sido uma aposta desde o início do ano, isso porque a polêmica em torno dos argumentos dos grupos anti vacina e da volta de doenças já erradicadas há décadas no país faz com que o assunto seja sempre debatido, por isso, tratar do questionamento sobre a real eficácia da vacinação, por um lado, e os perigos individuais e coletivos no caso da não vacinação, por outro lado, são elementos fundamentais para o desenvolvimento da proposta. Universidade Estadual de Maringá (UEM) Tema: Culturas de alimentação nos dias atuais e suas consequências Já numa linha bastante voltada à vida moderna, a Universidade Estadual de Maringá propôs no vestibular de 2019 que seus candidatos discutissem as consequências da alimentação atual. Ao analisar a forma como o tema foi requerido, é notável que a visão da instituição é de que a alimentação das gerações atuais é ruim e traz diversas consequências, sendo assim, o candidato precisa refletir sobre quais são essas consequências tanto com relação à saúde pessoal quanto também à descaracterização do momento da refeição, antes uma oportunidade de reunir a família e conversar sobre o dia. Nós já falamos sobre alimentação aqui, confere: Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) Tema: As consequências do racismo estrutural no Brasil contemporâneo Com um tema extremamente específico e que exige do candidato obrigatoriamente saber o que é racismo estrutural, a Universidade Estadual de Ponta Grossa selecionou uma das formas de racismo para sua redação no vestibular de 2019. Note que o ponto de vista da instituição também é negativo, uma vez que se exige tratar das consequências ao longo do texto, o que, naturalmente, sugere que a conclusão traga alternativas viáveis para que o racismo estrutural- aquele que já está tão cristalizado na cultura de um povo que nem parece mais uma forma de discriminação- seja abolido na sociedade. Nós falamos de racismo como tema de redação: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Tema: Relação entre o humor e a liberdade dentro dos limites da ética Um dos vestibulares mais tradicionais (e concorridos) é, sem dúvida, o da PUC, por conta disso, uma proposta de redação envolvendo o tema ética não é de se espantar nem um pouco. Discutir princípios e limites éticos é sempre algo complexo, já que a ética pode variar com base num ponto de vista pessoal, mas, como a proposta trazia os elementos do humor e da liberdade, acaba sendo um pouco mais fácil definir que o ético. Nesse caso, no vestibular de 2019, está extremamente ligado ao campo do respeito, afinal, quando alguém se sente desrespeitado ou ofendido, perde-se a característica de humor. Já falamos sobre esses limites também: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) Tema: Concepções sobre o mundo a sua volta no tempo em que você vive. Já no vestibular de 2019, a irmã carioca da PUC-SP resolveu apresentar em sua redação praticamente um convite à exposição da forma como você vê o mundo atual. Por ser um tema de grande abrangência, é essencial selecionar quais aspectos do mundo serão trabalhados, caso contrário, há o risco de as ideias serem explicadas de forma superficial, o que causa muitos descontos na sua tão querida notinha. Um erro comum numa proposta redacional como essa é querer escrever o texto em primeira pessoa ou fundamentar os argumentos apenas no ponto de vista pessoal. O tipo de texto selecionado – dissertativo argumentativo – requer uma espécie de afastamento do assunto e, lógico, a presença de justificativas para as abordagens. Universidade de Caxias do Sul (UCS) Temas: Por que as pessoas mentem? É possível aproveitar o dia sem pensar no amanhã? Por que governos relutam em aceitar refugiados? A Universidade de Caxias do Sul decidiu facilitar para seus candidatos (ou não) no vestibular de 2019, deixando a cargo do vestibulando a escolha entre um dos três temas possíveis. Interessante notar que o tema “É possível aproveitar o dia sem pensar no amanhã?” e “Por que governos relutam em aceitar refugiados?” fazem uma aproximação com temas também cotados para o ENEM e os vestibulares de 2019/2020. Inegavelmente, tópicos voltados à saúde mental e ao bem-estar das pessoas (de todas as pessoas, inclusive aquelas que não são cidadãs brasileiras, como os refugiados) merecem nossa atenção e aquele estudo reforçado. Alguns temas relacionados que já comentamos aqui: Universidade Estadual do Ceará (UECE) Temas: Caprichando na requisição, a UECE não teve dó de seus candidatos no vestibular de 2019 e optou logo por dois pontos comuns, mas com gêneros pouco usuais em redações de grandes testes: o manifesto para a preservação das águas e o relato pessoal para a viagem. No caso do relato de viagem, o autor ainda tinha que se imaginar como escritor de um site especializado em viagens. Obviamente, o que pode trazer preocupações aqui não são os temas, mas sim os tipos textuais selecionados. Ambos têm características bastante específicas e que devem ser rigorosamente obedecidas para o alcance de um bom conceito final, por isso, não se limite a estudar “apenas” a dissertação argumentativa em seu cronograma. Mesmo com conteúdos variados, é super possível perceber que sempre há uma discussão de cunho social em todos os temas e é por causa disso que insistimos tanto na leitura, conhecimento e

Texto 1 sobre Inteligência Artificial(IA): A ética provoca debates acirrados na sociedade desde os tempos do filósofo Aristóteles. Como ela é definida a partir da moral humana, algo que, por sua vez, sofre influência de questões sociais e culturais, chegar a um consenso global sobre determinados temas, como a IA é um desafio e tanto. A ética foi, inclusive, tema de redação em 2009: Com o avanço tecnológico, o debate sobre a ética ganha nova proporção e envolve mais participantes, que enxergam riscos que vão desde a banalização de abusos de privacidade até o agravamento do preconceito e da discriminação contra determinados grupos da população. Muitos desses riscos estão atrelados à inteligência artificial (IA), uma vez que a tecnologia avança de forma rápida e descentralizada, sem parâmetros claros, e desenvolvida por humanos com os mais variados vieses e preconceitos. Instituições de ensino e pesquisa já se movimentam para propor um direcionamento ético para o avanço tecnológico. Entre elas está a Universidade de Stanford, referência mundial em inovação e tecnologia, que lançou um centro de pesquisa interdisciplinar com a meta de reunir formuladores de políticas públicas, pesquisadores e estudantes responsáveis pela elaboração das tecnologias do futuro. Vários governos e até mesmo empresas também já revelaram preocupação a respeito de questões éticas, emitindo sugestões de conduta para as iniciativas em IA. Fonte Texto 2: A inovação em IA precisa ser amparada por uma abordagem baseada em riscos combinada com o estabelecimento de princípios e valores éticos. O rápido avanço tecnológico atual tem nos ensinado que nações que apoiam ideias inovadoras numa abordagem baseada em riscos têm maiores chances de sucesso. Nesse sentido, entende-se que os benefícios potenciais são superiores aos riscos e permite-se que as inovações possam florescer combinadas com mecanismos para mitiga-los. Por outro lado, o necessário estímulo à inovação baseada em IA não significa a ausência total e absoluta de princípios e condições mínimas para o desenvolvimento e a aplicação de soluções baseadas em IA. O debate internacional tem avançado para a constatação da necessidade de tais balizas mínimas, de modo que os sistemas baseados em IA sejam criados e executados de modo a respeitar a vida humana e primar pelo seu bem-estar, pela diversidade e inclusão, por princípios democráticos e pela privacidade, além de ter uma atenção especial pela segurança, explicabilidade, transparência, controle e centralidade nos seres humanos. A decisão sobre os limites para o uso da IA deve se pautar em argumentos de ordem técnica, mas em última instância será uma decisão política que irá requerer amplo debate. Quais critérios devem prevalecer no momento de avaliar e decidir se um robô pode realizar cirurgias sem a supervisão humana, se iremos aceitar o desenvolvimento de armas autônomas civis ou militares ou se será possível o transporte de passageiros e cargas por veículos e aeronaves autônomos? Quais serão as implicações legais e de imputabilidade de culpa em caso de dolo? No caso do Brasil, a IA traz transformações sociais tão profundas que o país necessita de uma estratégia nacional para se preparar. Questões importantes demandam debates e (sobretudo) ações coordenadas pelo país. É importante que a sociedade reme no mesmo ritmo e sentido com políticas públicas para os diferentes domínios relevantes da IA para o país , na pesquisa aplicada, no estímulo à adoção da IA pelo setor público e privado, no desenvolvimento das habilidades digitais da mão de obra, no avanço rumo à adoção de padrões globais e interoperáveis, além da necessária segurança, confiança e do estabelecimento de princípios éticos. Fonte Texto 3: Fonte: Dava Simonde A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios éticos e morais da Inteligência Artificial”. Leia também: Redação ENEM: análise dos 10 últimos temas cobrados na prova Tema de redação: HIV na terceira idade Tema de redação: Trabalho escravo em discussão no Brasil Tema de redação: Jornada de trabalho no Brasil Tema de redação: As dificuldades da inserção de jovens no mercado de trabalho Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Dados confiáveis para usar nas redações

Com certeza, você já ouviu frases assim: “Quem gosta de passado é museu”, “O que importa é o presente, pois o passado já passou”. Pois é, na nossa vida pessoal, isso pode muito bem ser verdade, mas no caso do ENEM nem tanto assim… Trouxemos Redação ENEM: Análise de 11 temas cobrados na prova. Vamos voltar agora para 2008. Isso mesmo, 2008, onze anos atrás. Isso porque olharemos um por um os temas de redação propostos na redação do ENEM de 2008 até 2018. Será que encontraremos semelhanças entre eles? Venha descobrir com a gente. Tema: Como preservar a Floresta Amazônica: suspender imediatamente o desmatamento; dar incentivo financeiro a proprietários que deixarem de desmatar; ou aumentar a fiscalização e aplicar multas a quem desmatar? Assunto proposto para 2008, mas que poderia tranquilamente ser o tema de 2019, já que a questão da Floresta Amazônica continua relevante. Especificamente na formulação da produção textual de 2008, o candidato já tinha as opções de solução ao problema determinadas pela banca, o que facilita o encaminhamento do texto. Evidentemente, o autor da redação precisaria levantar pontos positivos e negativos da resolução selecionada. Tema: O indivíduo frente à ética nacional. Vemos mais uma vez a questão da ética sendo trazida para discussão. Já sabemos o quanto isso é desafiador, uma vez que estabelecer o que é ético e o que não é carrega uma série de perspectivas pessoais, culturais, históricas etc. Vamos analisar a introdução de uma redação altamente avaliada: “O Brasil tem enfrentado, com frequência, problemas sérios e até constrangedores, como os elevados índices de violência, pobreza e corrupção – três mazelas fundamentais que servem para ilustrar uma lista bem mais longa. Porém, mesmo diante dessa triste realidade, boa parte dos brasileiros parece não se constranger – e, talvez, nem se incomodar –, preferindo fingir que nada está ocorrendo. Em um cenário marcado pela passividade, é preciso que a sociedade se posicione frente à ética nacional, de forma a honrar seus direitos e valores humanos e, assim, evitar o pior.” Veja como o autor inteligentemente filtra o tema em três frentes específicas – índices de violência, pobreza e corrupção – facilitando assim a criação de argumentos e envolvendo a sociedade como um dos agentes solucionadores do problema proposto. Nós já analisamos esse tema aqui no blog, já leu? Corre aqui. Tema: O trabalho na construção da dignidade humana. Falar sobre o trabalho vinculado à dignidade humana é um prato cheio. Isso porque há referências desde a Bíblia até as notícias de jornal atuais, ou seja, exemplos para a construção do desenvolvimento não faltam. É fundamental que o texto de 2010 trouxesse a concepção de trabalho e de dignidade segundo o autor, já que ela pode variar a partir de um ponto de vista individual. Para te ajudar a analisar melhor este tema, temos alguns conteúdos no blog que falam sobre trabalho: Tema: Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado. Tópicos envolvendo a comunicação moderna e os avanços tecnológicos são sempre cotados para os grandes testes e em 2011 não foi diferente. Note como o autor da redação abaixo traçou um excelente comparativo entre os pontos positivos e negativos das redes sociais no seu parágrafo de fechamento do desenvolvimento. “Percebemos, portanto, que o novo fenômeno das redes sociais se revela como uma eficiente e inovadora ferramenta de comunicação da sociedade, mas que traz seus riscos e revela sua faceta perversa àqueles que não bem distinguem os limites entre as esferas públicas e privadas “jogando” na rede informações que podem prejudicar sua própria reputação e se tornar objeto para denegrir a imagem de outros, o que, sem dúvidas, é um grande problema.” Daí seguir para uma proposta de intervenção de forma a minimizar os prejuízos trazidos pelas redes sociais torna-se tarefa mais leve. Falar de comunicação e não falar de redes sociais é muito difícil, portanto, confere esse tema que abordamos: Tema: Movimento imigratório para o Brasil no século 21. Já notou como a redação do ENEM exige certo conhecimento sobre atualidades? Sem saber sobre os últimos movimentos imigratórios ocorridos em nosso país o autor da redação teria extrema dificuldade em produzir o texto. Assim como na temática de 2011, analisar os dois lados – positivos e negativos- traçando uma comparação seria uma alternativa de sucesso. Também já abordamos esse tema aqui no blog: Tema: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil. Como abordar esse assunto sem saber sobre os índices de acidentes e mortes ocasionados por embriaguez? Impossível, não é mesmo? Mais do que isso, o redator deveria ter apontado os efeitos, na maioria das vezes positivos, do funcionamento da Lei Seca, bem como sua eficácia. Será que somente a lei é suficiente para conscientizar as pessoas e fazer baixar os níveis de ocorrência por ingestão de bebidas alcoólicas ao dirigir? Tema: Publicidade infantil em questão no Brasil. A publicidade envolvendo crianças sempre existiu no Brasil e no mundo, por isso, essa discussão não é nova, o que acaba sendo muito bom para os candidatos. Discussões mais antigas contêm um grande número de pensadores em torno dela, sendo assim, é possível encontrar apoio para diferentes tipos de argumentos. Alguns dos caminhos para o desenvolvimento seriam: concepção de infância, trabalho infantil, prejuízos da exposição excessiva à mídia, entre outras possibilidades. Falamos especificamente sobre esse tema, que apareceu em 2014, em um conteúdo aqui no blog, confere: Tema: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira. Mais um tema que exigia saber sobre índices e informações atualizadas. Quantos são os registros de violência contra a mulher? Existe um padrão nos registros? Algum grupo específico de mulheres sofre mais com a violência do que outro? Se sim, por que isso ocorre? Quais são as principais leis que têm por objetivo proteger as mulheres da violência? Por que as leis não têm sido eficientes? Como criar formas eficazes de proteção ao público feminino? O tema relacionado à mulher está muito em alta, confere o que já comentamos: Tema:

Olá, pessoal? Tudo bem? Como estão os coraçõezinhos a menos de dois meses para a prova do ENEM? Tenho certeza que estão cheios de expectativa por uma nota 1000 na redação, não é mesmo? Reunimos opiniões de especialistas de diversas áreas para trazer para vocês 10 apostas de tema de redação para o ENEM 2019. Lembrando que já havia sido anunciado que as produções textuais do ENEM não trariam mais temáticas polêmicas ou ideológicas, dando espaço assim a assuntos de cunho social ou, até mesmo, que discutam os movimentos sociais atuais. Vamos às possibilidades de 10 apostas de tema de redação para o ENEM 2019 ? Crescimento de transtornos mentais É inegável que, nos últimos anos, temos visto um crescimento extremamente significativo com relação aos transtornos mentais, em especial no que diz respeito à ansiedade, depressão e síndrome do pânico. Por ser uma questão que tem estado presente na sociedade atual e que começa a ser debatida de forma mais aberta e sem preconceitos, muitas fichas estão sendo apostadas nela. Ainda na esteira dos transtornos, podemos imaginar algo relacionado ao combate à depressão na sociedade brasileira ou ao aumento de número de suicídios como consequência do estado depressivo. Ainda sobre transtornos mentais, recentemente falamos sobre o autismo, confere: Tema de redação: inclusão de autistas no Brasil Letramento digital Aplicativos que resolvem situações em segundos, comunicação eficaz com quase o mundo todo, agilidade na troca de informações, tudo isso (e muito mais) é resultado da era digital e dos avanços tecnológicos, porém, há um problema quando tratamos desses avanços: como ensinar as gerações mais velhas a fazer uso de aplicativos, sistemas e programas de forma eficiente e segura? É a essa habilidade que damos o nome de letramento digital. Essencialmente, falar de letramento digital é falar sobre “alfabetizar” as pessoas para que todas se beneficiem das facilidades que a tecnologia nos traz. Discurso de ódio na internet Como abordar era digital sem problematizar os discursos de ódio constantes na internet e seus efeitos extremamente nocivos tanto na esfera pessoal quanto na esfera social? Temos visto com muita frequência notícias de pessoas que sofreram (ou sofrem) algum tipo de retaliação na internet por conta de suas opiniões ou atitudes, então essa aposta trata de um tema bastante atual e presente no dia a dia de grande parte da população. É possível pensar ainda no cyberbullying, efeitos do discurso de ódio na internet ou no assédio virtual como objeto de discussão para 2019. Mais uma dica para você falar de cyberbullying na redação, que tal usar alguma série da Netflix? Nós já sugerimos aqui também: Movimento antivacina A volta de algumas doenças já erradicadas há décadas do Brasil coloca essa abordagem como possibilidade para este ano. Por um lado, como é possível explicar o surgimento de um movimento (expressivo) de pais e mães que se negam a vacinar suas crianças, mesmo diante de tantos benefícios amplamente comprovados? Por outro lado, como se justifica a volta de doenças sobre as quais nem mesmo se falava mais em nosso país? E, se as vacinas são de fato eficientes, como essas doenças voltaram? Todas as perguntas anteriores podem ser cotadas na discussão sobre o movimento antivacina. Educação domiciliar Por conta do projeto de lei atualmente em discussão, a educação domiciliar (ou homeschooling, como é frequentemente conhecida) pode compor a redação do próximo ENEM. As principais abordagens sobre a temática são voltadas para a qualidade de ensino e de aprendizagem dessa modalidade, os malefícios e benefícios de se estudar em casa, a socialização de crianças e adolescentes e a capacitação dos pais ou profissionais para lecionarem neste novo sistema. A evasão escolar no Brasil Esse parece um assunto antiquado, já plenamente resolvido, mas não é bem assim. O último Censo Escolar (de 2018) realizado pelo INEP revelou que há cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes fora da escola. Por que essa ainda é nossa realidade? O que leva tantas crianças e tantos adolescentes a estarem fora da escola? Como é possível resolver esse problema de forma definitiva e eficaz? Temas relacionados à educação são sempre muito bem cotados, já que esse campo é essencial para a sociedade. A violência no trânsito brasileiro Se eu fosse você, procuraria os índices de acidentes, agressões e mortes gerados por atos violentos no trânsito, isso porque esse assunto aparece em diversas listas de veículos renomados sobre o ENEM e vestibulares. O que causaria o aumento da violência no trânsito? Falta de civilidade? De senso coletivo? De educação ao trânsito? Ou o aumento pode estar ligado a raízes mais profundas, como crescimento da ansiedade e de ritmo de produção no trabalho? A importância dos bens culturais e patrimoniais Você já reparou quantos desastres ligados a patrimônios culturais têm acontecido nos últimos anos? Incêndios no Museu da Língua Portuguesa (em São Paulo) e no Museu Nacional (no Rio de Janeiro), décadas e décadas de registro, história e pesquisas destruídas em minutos pelo fogo. Qual é a importância de termos bens culturais? Como isso impacta a sociedade? Como tornarmos os bens culturais e patrimoniais acessíveis a todos? Como criarmos novos centros de compartilhamento de cultura? Vamos pensar em como resolver esse problema? Assédio sexual O assédio sexual ocorre em diversas esferas, estando presente na escola, no trabalho, no transporte público, na rua, tanto presencialmente quanto um assédio digitalmente, e, por existir de forma tão significativa, acredita-se que esse tema pode ser requerido em 2019. Ainda dentro desse mesmo segmento, aposta-se também num assunto mais específico, que é a mulher e o assédio sexual nas empresas. Relacionamos o assédio com algumas séries da Netflix que podem dar mais credibilidade ainda para a sua redação: Aumento das DSTs entre os jovens Mais uma temática que parece antiquada, mas não é, já que pesquisas recentes têm apontado justamente o contrário do que a consciência coletiva da sociedade imagina: as doenças sexualmente transmissíveis têm crescido entre os mais jovens. Apesar do assunto das DSTs não ser novidade, profissionais da área têm buscado respostas para o crescimento

O tema de redação sobre HIV na terceira idade traz à tona questões essenciais sobre saúde pública e conscientização. Então, vamos mergulhar nessa discussão vital. Tema de Redação sobre HIV na terceira idade: textos motivadores TEXTO 1: Crescente de casos de HIV entre os idosos A prevenção é essencial para conter a epidemia. Por isso, é crucial conscientizar os idosos sobre a importância do uso de preservativos. Frequentemente, o diagnóstico de HIV nessa faixa etária ocorre por acaso, já que a atividade sexual é subestimada. Sintomas semelhantes aos da gripe, como perda de apetite e peso excessivo, podem mascarar a doença. Por fim, segundo o Dr. Marcos Antônio Cyrillo, infectologista e diretor clínico do IGESPA, o atraso no diagnóstico afeta o sucesso do tratamento e a qualidade de vida dos pacientes. TEXTO 2: Recentemente, os dados do Ministério da Saúde mostraram um crescimento alarmante nos casos de HIV na terceira idade, com um aumento de 75% entre mulheres e 43% entre homens acima de 50 anos, ao longo dos últimos 14 anos. Essa elevação está associada à relutância em adotar o uso do preservativo, uma prática culturalmente pouco difundida entre os idosos. Em seguida, segundo Gil Casimiro, assessor técnico do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, a geração mais velha não cresceu com a cultura do uso de preservativos, tornando sua adoção nos dias atuais um desafio. Por outro lado, Luiz Henrique Silva, jornalista de 54 anos, reconhece que muitos de sua idade resistem ao uso da camisinha, fruto de uma época em que as ameaças de doenças venéreas eram menores. Ele observa que, apesar de ser um defensor do uso de preservativos, muitos de seus amigos solteiros da mesma faixa etária ainda relutam em adotá-los. A falta de conscientização e a hesitação em mudar hábitos de longa data contribuem significativamente para o aumento dos casos de HIV entre os mais velhos. Além disso, um fator agravante é a tendência dos idosos de procurarem assistência médica somente quando a doença já está em estágio avançado. Casimiro destaca que o preconceito e a dificuldade de comunicação, principalmente entre mulheres casadas, retardam a busca por testes e tratamento. O diagnóstico precoce é essencial, pois permite iniciar o tratamento no momento adequado, assegurando uma melhor qualidade de vida. Importante ressaltar, o teste de HIV é gratuito e confidencial, e sua realização precoce é crucial para um tratamento eficaz e uma vida mais saudável. Fonte adaptada: Ministério da Saúde Tema de Redação sobre HIV na terceira idade TEXTO 3: A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “HIV na terceira idade”. Por fim, para aqueles que buscam aprimorar suas habilidades na escrita sobre temas complexos como o HIV na terceira idade, nossa plataforma oferece correções rápidas e eficazes. Acesse agora mesmo e treine com temas relevantes, garantindo a qualidade e a profundidade necessárias para uma redação bem-sucedida. Leia também: Tema de redação: os desafios da sexualidade na adolescência Tema de redação: epidemia de sífilis no Brasil Proposta de redação: a banalização do vírus do HIV nos dias atuais Tema de redação: Trabalho infantil no Brasil Dados confiáveis para usar nas redações

TEXTO 1: Cada vez mais as pessoas estão pedindo afastamento do trabalho por causa de problemas emocionais. No Estado de São Paulo, segundo dados da Secretaria de Previdência, em 2017 foram 48 pedidos de auxílio doença por este motivo. Já no ano passado esse número subiu pra 73. Um das doenças que causam esses afastamentos é a síndrome de burnout. Também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, a patologia foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde em maio como uma doença resultante de estresse crônico no trabalho. Uma psicóloga de Mogi das Cruzes que preferiu não se identificar trata a síndrome de burnout há dois anos. “Muita dor de cabeça, muitos enjoos, uma falta de ar que não me largava, vontade de chorar o tempo inteiro. Uma exigência do trabalho muito grande. Eu deixei de conviver com as pessoas que eu convivia. Eu me afastei do ambiente social e só pensava em trabalhar”, relata. Foram seis meses até chegar ao diagnóstico. “Não foi de primeira. Quem trabalha com a saúde mental diariamente, a gente sente, né? A gente percebe os sintomas nas pessoas e muitas vezes é difícil para gente poder detectar na gente. Mas com o auxílio da minha psicóloga pessoal, a gente detectou e já passamos com o tratamento com o psiquiatra em conjunto”, explica a psicóloga. Fonte TEXTO 2: Você sai de casa com uma quantidade de tarefas a fazer que, só de pensar, dá vontade de dar meia-volta. Não bastasse isso, ao longo do dia, surgem outras, inesperadas. Uma notícia ruim ou uma resposta grosseira do colega de trabalho ou do chefe passam a incomodar ainda mais. No fim do dia, você se dá conta que esqueceu de almoçar. O impacto do excesso de trabalho sobre a saúde dos trabalhadores é, hoje, um dos mais graves problemas que as empresas enfrentam. No aspecto psicológico, a síndrome de burnout – considerada por muitos médicos e demais especialistas a doença do século XXI – é o pior mal que um trabalhador pode adquirir. A enfermidade atinge os chamados workaholics, isto é, viciados no trabalho, e atua em três fases distintas: primeiro a ansiedade, depois a angústia e, finalmente, a depressão. Os sintomas costumam surgir devido ao excesso de horas no trabalho, que diminui o tempo para a vida social. O tempo que um paciente normalmente demora para perceber os seus sintomas é o que mais dificulta o tratamento por psicólogos. A dedicação à profissão, mesmo que esta exija um número mais do que suficiente de horas durante o dia, faz o trabalhador esquecer de cuidados básicos com a saúde, como higiene e alimentação. Um dos sinais que podem indicar a síndrome de burnout é a falta de sono. O uso de remédios para dormir muitas vezes passa a ser comum. A concentração também passa a fugir em diversos momentos e a memória é afetada. Os horários de alimentação passam a ser trocados e a vida social é jogada para segundo plano. Segundo a psicóloga Silvânia Brígido, há uma “despersonalização” do indivíduo. Por isso é fundamental, diz ela, reservar um horário para o lazer todos os dias. – A síndrome de burnout é diferente do estresse, em que uma pessoa está num emprego que não necessariamente gosta. No caso do burnout, é justamente o problema de o indivíduo ficar tão concentrado no trabalho que o prejudica – comenta. O excesso de trabalho, portanto, tem um resultado paradoxal: o ritmo de produção acaba ficando menor e os resultados passam a não aparecer. Mas qual o papel das empresas nestes casos? Muitas instituições estão profundamente preocupadas em propiciar o lazer de seus funcionários, oferecendo academias de ginástica, espaços “zen” e áreas de entretenimento. Mas, ainda que esses mimos sejam oferecidos aos profissionais, as empresas no Brasil, de maneira geral, parecem ainda não saber lidar com os problemas psíquicos gerados pelos excesso de trabalho. Fonte TEXTO 3: Fonte: Espaço vital A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Excesso de trabalho e saúde mental”.

Leia os textos motivadores abaixo e crie um texto dissertativo-argumentativo sobre Tema de Redação: Aumento da emigração de brasileiros. TEXTO 1: Os brasileiros estão indo “de mala e cuia” para o exterior. Dispara o número de declarações de saída definitiva do país entregues à Receita Federal, indicando o aumento da expatriação. Nos primeiros sete meses do ano, documentos registrados na instituição somavam 94% do total de declarações registradas em todo o ano passado, que já havia sido recorde, com 23.149 comunicados. Neste ano, a expectativa é de que essa quantidade seja superada, pois até 28 de julho haviam sido apresentados 21.873 documentos. A onda migratória de brasileiros vem tomando corpo desde 2016, quando a crise política e econômica se agravou e houve o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) – Falamos sobre esse momento aqui. Enquanto em 2015, 14.920 deixaram o país em definitivo, no ano seguinte, esse contingente subiu 41%, chegando a 21.040. O levantamento mostra também que, de 2011 a 2018, houve um aumento de 183% nas declarações, que passaram 8.170, em 2011, para 23.149. O Departamento de Estado do governo norte-americano aponta aumento de 27% na concessão de vistos para emigrantes brasileiros, passando de 3.502, em 2017, para 4.458, em 2018. Fonte TEXTO 2: Aumentou o número de profissionais brasileiros que estão deixando o país. Uma emigração qualificada de graduados, especialistas, mestres e doutores brasileiros que enxergam fora do país um futuro melhor para si e para suas famílias. Ancorados na lógica de continuar suas vidas e carreiras profissionais na América do Norte, este é o novo perfil de brasileiros emigrando para os Estados Unidos. Esta grande virada tem dado uma diferente roupagem ao imigrante brasileiro que, há pouco mais de dez anos, ia aos EUA para atuar em serviços mais operacionais e braçais, mas que hoje aposta em suas capacidades intelectuais para consolidar a nova vida no novo país. Esta emigração de brasileiros qualificados já é considerada uma fuga de capital humano, e que pode ser verificada em números. Em 2011, a Receita Federal brasileira registrou a saída definitiva de 8.170 pessoas. Em 2017, pelo menos 21.701 saídas definitivas foram registradas – um aumento de 165%. Já em 2018, foram 22.538. Muito além de viver em outro país, os emigrantes levam na mala projetos de empreendedorismo e trabalho, além de suas carreiras profissionais e experiências consolidadas no Brasil. A descoberta mais recente das possibilidades de vistos que premiam com documento de residência permanente profissionais estrangeiros altamente qualificados – conhecido como “visto Einstein” – contribuiu para essa fuga em massa de brasileiros intelectuais para os EUA. Estes novos imigrantes brasileiros estão em busca de uma espécie de novo sonho americano: empreender e alçar voos maiores e sem fronteiras em suas carreiras profissionais. Ainda sobre empreendedorismo, confere: Tema de redação: empreendedorismo social: é possível? Tema de redação: desafios do empreendedorismo feminino Engenheiros, profissionais da saúde, professores, escritores, atletas, cientistas, músicos, administradores formam uma verdadeira onda de novos profissionais brasileiros que estão sendo absorvidos silenciosamente no mercado de trabalho americano pela porta da frente, muito longe da polêmica imigração ilegal pela fronteira dos EUA com o México. É importante lembrar que estes jovens profissionais brasileiros que internacionalizam suas carreiras raramente voltam a residir no Brasil. Um momento que exige reflexão e ações por parte dos governantes, para que políticas de retenção dessa força jovem passem a ser formuladas e implementadas. Medidas que possam convencer o profissional jovem brasileiro de que o país é mais atrativo que outras nações mundo afora. Enquanto isso, a epidemia de “fuga de cérebros” segue intensa. Fonte TEXTO 3: Fonte: Receita Federal A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Aumento da emigração de brasileiros. Leia também: Tema de redação: O poder do autoconhecimento na sociedade Tema de redação: Promoção da saúde e bem-estar Tema de redação: A liderança move o mundo 11 alusões históricas para usar em suas redações Dados confiáveis para usar nas redações

8 temas de filosofia para inserir em suas redações Conforme já sabemos, as redações do ENEM, de vestibulares e concursos propõem temáticas que permitem discussões diversas e é justamente no campo da discussão que a filosofia pode ser uma excelente aliada na construção de argumentos. Separamos 8 temas de filosofia para inserir em suas redações. Já aproveitando o tema de argumentação, não deixe de ler: A filosofia, em seus mais variados contextos, fornece a nós abordagens bastante interessantes sobre assuntos de cunho social ou pessoal. Vejamos alguns que podem ser úteis para o desenvolvimento da produção textual. Conceito de verdade Conteúdo abordado desde os filósofos gregos clássicos, como Sócrates, com sua emblemática frase “Só sei que nada sei”, até a filosofia moderna. Os principais pressupostos sobre o assunto concentram-se em discutir sobre a variabilidade da verdade e como isso é dependente do contexto social, histórico, pessoal e religioso do indivíduo, por isso, de acordo com vários filósofos, não existem verdades absolutas. O conceito de verdade pode compor redações que tenham como tema aprovação de leis, aborto, pena de morte, armamento da sociedade, internação involuntária de dependentes químicos, pois, em algum momento da produção, a argumentação sobre o que é verdadeiro ou não, certo ou errado, deverá aparecer. Direitos humanos Esse tópico dispensa qualquer tipo de apresentação, já que o respeito aos direitos humanos é um conceito tão importante que se constitui até como critério avaliativo das redações. Basicamente, falar sobre direitos humanos é sinônimo de afirmar que todas as pessoas, independentemente de credo, raça, posição social, gênero, opção sexual, idade, cor, têm direitos assegurados pela lei e que são indiscutíveis. Ficou fácil de perceber em quantos temas esse conceito pode ser incluído, não é mesmo? Qualquer assunto que trate sobre a preservação da vida ou acesso a direitos básicos, como saúde, moradia e educação, pode trazer os direitos humanos como suporte de argumentação. Relacionado a isso, esses conteúdos são úteis: Democracia e cidadania Na Grécia Antiga, Platão e Aristóteles já refletiam sobre questões politicamente relevantes para sua época e sociedade, definindo conceitos sobre democracia e cidadania que são válidos até hoje. A contribuição platônica e aristotélica foi tão socialmente significativa que eles são considerados os mestres do pensamento político e social. Em A República, Platão afirma que a sociedade deveria ser dirigida pelos filósofos, já que eles eram capazes de refletir sobre a realidade e contribuir com uma estrutura mais justa para todos os cidadãos. Já em A Política, Aristóteles, discípulo de Platão, afirma que o homem nasceu para viver em sociedade e que a cidade (pólis) seria o local ideal para que o indivíduo desenvolvesse todas as suas habilidades. Propostas de intervenção que envolvam o exercício da cidadania e o papel da democracia como elemento essencial para o bem-estar social podem facilmente envolver os pensamentos de Platão e Aristóteles com relação à democracia e cidadania. Cultura e educação A proposta da redação traz como elemento central a cultura ou a educação? Cite Nietzsche durante seu desenvolvimento, pois a cultura e o acesso à educação são os temas centrais de sua filosofia. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche afirma que, para o homem ser pleno, a cultura e a educação são fundamentais. Por cultura, ele entende que ela é uma fusão harmoniosa e equilibrada do físico, psíquico e intelectual do homem, o que o tornaria um ser pleno e que somente o educador poderia ajudar a formar a plenitude no homem, porém, de acordo com o alemão, essa plenitude não é destinada a todos, mas a uma aristocracia. Além de Nietzsche, você pode encontrar outros pareceres sobre cultura e educação no projeto filosófico de Platão, Aristóteles e Hegel, além de inúmeros pensadores modernos. Ainda sobre cultura e educação: Poder Com a extrema polarização política e social pela qual temos passado ultimamente, uma requisição de redação relacionada ao poder – seja ele com relação ao exercício ou ao abuso – é algo provável de se acontecer, tanto que um tema bastante cotado para o ano de 2019 é justamente os prejuízos trazidos pela polarização política no Brasil. Em se tratando de filosofia, um dos autores que mais se debruçou sobre o assunto foi Michel Foucault. O teórico social, filólogo, filósofo e historiador das ideias francês afirmava, em seus estudos, que o poder é a base inevitável de todas as relações humanas, das mais simples às mais complexas, sendo ignorância considerar que o poder pertence apenas às grandes instituições, como a Igreja ou o Estado. Outro ponto extremamente relevante de suas produções é que, de acordo com o autor, para todo o exercício de poder, forma-se um contra-poder, ou seja, um movimento de resistência. Bondade do homem Você já viu esta afirmação em algum lugar “O homem é naturalmente bom, a sociedade é que o corrompe”? O afamado pensamento pertence a Jean-Jacques Rousseau e compõe sua teoria do bom selvagem. Segundo Rousseau, viver em sociedade deturpa os bons valores dos homens, fazendo com que ele se torne corrupto, por isso, sua proposta é que todos os homens deveriam viver como selvagens, conduzidos apenas por seus sentimentos naturais. Como isso não é possível de se efetivar, o filósofo é categórico em culpar a sociedade e os conflitos de interesse entre homens pela divisão e corrupção dos indivíduos. A produção textual tem como proposta algo que vincule a pessoa e a sociedade? Aposte nesse pensador para te ajudar no processo de escrita. Justiça Outro conceito amplamente presente na filosofia de Aristóteles. Para ele, a justiça é a virtude que diz respeito à organização de nosso relacionamento com as demais pessoas. Não se trata exatamente de fornecer a mesma coisa a todos, mas de dar a cada um aquilo que lhe é realmente necessário e esse seria o conceito de tratar igualmente. Direitos iguais e acesso aos direitos por todos são assuntos que permitem discutir a ideia de “igualdade”, normalmente abordada pelo viés da generalidade (fornecer as mesmas coisas a todos) e não da individualidade (fornecer algo de acordo com a necessidade individual). Alienação Mesmo

Leia os textos abaixo para elaborar uma redação com o Tema de Redação: A banalização do coaching. TEXTO 1: Vivemos em uma sociedade que busca fórmulas mágicas, que vão desde o emagrecimento a qualquer outro objetivo. Um exemplo prático é desenvolver a competência de liderança em quem não tem o mínimo perfil para tal. Nesse cenário, a figura do coach aparece como mágico, e estes são especialistas em diversas áreas. Mas como distinguir um profissional preparado de um despreparado? Para a professora dos MBAs da Fundação Getulio Vargas (FGV), executive coach, mentora de carreira e coordenadora acadêmica do curso de Analista e Capacitação em RH em nível Brasil, Anna Cherubina Scofano, alguns coaches, sem a devida formação e um quantitativo mínimo de clientes e horas de atendimentos, simplesmente se aproveitam de uma onda de modismo do termo coaching, de forma insipiente e por vezes até irresponsável. Segundo ela, isto representa um risco para os desavisados na contratação deste tipo de serviço. “Alguns, ditos coaches, se utilizam de conhecimentos terapêuticos, outros do marketing pessoal, de retórica, holístico e, principalmente, das fragilidades e necessidades humanas. No mercado qualquer pessoa pode se dizer e se diz coach“, alerta Anna Cherubina Scofano. A professora esclarece, no entanto, que o coaching é um processo voltado, especificamente, ao desenvolvimento de competências. Que não se trata de um processo de aconselhamento, tampouco de autoajuda. Muitas pessoas confundem, chegando a chamá-lo até de consultoria, quando esta é voltada a processos organizacionais ou de negócios. “Ambos são completamente distintos em sua aplicação, objetivos, meios e fins”, explica Anna Cherubina. A professora da FGV ressalta que um coach despreparado pode prejudicar pessoas ludibriando-as, ou mesmo, prometendo aquilo que não está apto a entregar. De acordo com ela, atendendo como coaches, esses profissionais lesam seus clientes, quando na verdade eles, em grande parte, precisam de outro tipo de apoio, seja de um psicólogo, psiquiatra, mentor, enfim, algo que não esteja contido no processo do coaching. “O fato de mantê-los como clientes, em detrimento de orientá-los na busca de outro tipo de serviço profissional, pode representar algum tipo de prejuízo considerável ao indivíduo. As principais credenciais de um coach são suas referências de outros clientes e, as experiências com uma quantidade mínima de horas/atendimento realizadas. Quem atua na área deve ter a formação como coach, em uma Escola de coaching, credenciada pela ICF (International Coach Federation)”, explica a especialista. FONTE TEXTO 2: Uma proposta popular em tramitação no Senado pode colocar em cheque o futuro do coaching no Brasil: a possível criminalização da profissão. A sugestão causou mal-estar entre os profissionais do setor de recursos humanos e treinamentos pessoais e dividiu a opinião dos especialistas da área. Há um grupo que critica a proposta e outro que defende a regulamentação, com o objetivo de acabar com os charlatões do mercado. De autoria pelo sergipano William Menezes, a sugestão foi enviada pela plataforma de participação legislativa e-Cidadania em abril último. Como recebeu mais de 20 mil assinaturas em oito dias, foi encaminhada para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), presidida pelo senador Paulo Paim (PT/RS). “Se tornada lei, não permitirá o charlatanismo de muitos autointitulados formados sem diploma válido. Não permitindo propagandas enganosas como ‘reprogramação do DNA’ e ‘cura quântica’, que desrespeitam o trabalho científico e metódico de terapeutas e outros profissionais das mais variadas áreas”, diz o autor da proposta. De acordo com a International Coach Federation (ICF), a atividade do coaching é exercida atualmente por 70 mil profissionais no Brasil. Na teoria, qualquer pessoa pode se tornar um coach, desde que domine os conhecimentos da área. Entre as tarefas do coach, está ajudar os clientes a identificar limites, superar desafios e desenvolver seu potencial. Coach há oito anos, Bárbara Nogueira, conselheira de carreira e headhunter da Prime Talent, afirma que a discussão é prudente, mas acredita que a profissão deveria ser regulamentada, não criminalizada. “Banalizaram o termo coach. Hoje, há coaching de exercícios físicos, de relacionamento, de felicidade, entre outros. A profissão é mais profunda que isso, porque ajuda a pessoa a atingir objetivos claros de vida”, diz. Fonte A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: A banalização do coaching. Leia também: Tema de redação: O poder do autoconhecimento na sociedade Tema de redação: Promoção da saúde e bem-estar Tema de redação: A liderança move o mundo 11 alusões históricas para usar em suas redações Dados confiáveis para usar nas redações
Texto 1: Conversar com os amigos em um grupo do Whatsapp, fazer uma chamada de vídeo com aquele parente que mora longe e pagar contas pelo aplicativo do banco no celular: se você acha que tudo isso é coisa de gente jovem, está na hora de rever os seus conceitos. De acordo com Maisa Kairalla, médica geriatra e presidente da SBGG-SP (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do Estado de São Paulo), a inclusão digital na terceira idade, mais que necessária, é positiva para a saúde da população com mais de 60 anos. — O acesso aos dispositivos digitais estimula o cérebro e, nesse sentido, os ganhos cognitivos são vários. Há pesquisas que mostram benefícios para aspectos como memória e até depressão, que nós observamos muito no consultório. Na internet, o idoso interage e socializa mais. Isso faz bem para o comportamento dele, já que ele fica mais ativo e se integra à realidade de hoje, em que boa parte da rotina envolve tecnologia. No Brasil, cada vez aumenta o número de pessoas acima de 50 anos envolvidas com as novas tecnologias. Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2016, 14,9% da população idosa brasileira utiliza a internet — dez anos atrás, os usuários eram apenas 7,3%. O número de idosos dessa faixa etária que utiliza o celular também aumentou bastante: pulou de 16,8% em 2005 para 55,6% nos dias de hoje. Camilla Vilela, gerontóloga da Cora Residencial Senior — instituição de longa permanência para idosos da capital paulista —, concorda que os dispositivos trouxeram autonomia para os idosos que, muitas vezes, não gostam de ter que pedir ajuda para realizar tarefas do dia a dia. Os benefícios, segundo a profissional, se estendem para as capacidades motoras e visuais de quem tem mais de 60 anos. — Só o fato de aprender algo novo, independentemente de ser no computador ou celular, já é um estímulo cognitivo para eles. Fora isso, a interação com os dispositivos tecnológicos acaba trabalhando estimulação motora, percepção visual, memória, atenção e processamento de informações. Fonte Texto 2: Mesmo com a inserção da terceira idade aos aplicativos, dispositivos e redes sociais, discute-se como os idosos realizam o contato com estes softwares. As dificuldades são muitas, e, entre elas, está o difícil entendimento das letras pequenas e a utilização das funções dos dispositivos móveis e smartphones. O aposentado Valdir Pedro (73), expõe a sua dificuldade: “Eu sempre tenho que pedir ajuda para meus netos, filhos, sobrinhos ou alguém que esteja perto e possa me ajudar. Eu até tento entender e usar sozinho, mas acabo esquecendo e não tenho facilidade em encontrar o que quero no meu celular, muitas vezes não consigo nem mesmo encontrar os contatos que procuro”. Sobre esse aspecto, Camila Maciel, professora de Filosofia e Ciências Humanas, no Departamento de Comunicação Social, da UFMG, relata: “a acessibilidade não é pensada nem mesmo para as pessoas que não possuem deficiências graves. É um assunto amplo, mas tratado com descaso. Exige um conhecimento maior do diagramador, e o mercado, em grande parte, não se preocupa com tal problema”. A profissional explica que, para o desenvolvimento de interfaces, é necessária uma pesquisa aprofundada sobre o perfil do usuário. Mas, essas análises possuem custo elevado e nem todas as empresas estão dispostas a arcar com esse investimento. Portanto, o acesso para a terceira idade encontra-se em um nível muito precário, devido às limitações que estes possuem. “Até mesmo os programas feitos para esses indivíduos precisam ser pensados em questões específicas. Por exemplo, criar um programa altamente sensível à tela é um erro, pois essas pessoas já possuem resistência em utilizar esses novos aparatos tecnológicos. A acessibilidade já não é pensada para nenhum usuário, muito menos para pessoas idosas”, destaca a professora. Ainda de acordo com o Médico Geriatra Daniel Azevedo, o uso de smartphones é menor devido a limitações físicas. “Nessa faixa etária, também por problemas visuais maiores, ferramentas como Whatsapp, são bem menos utilizadas. A maior parte dos pacientes que entram em contato comigo preferem utilizar o e-mail porque a tela do computador é maior, o teclado é simples de digitar. Então é mais fácil para se corresponder do que pelo pela ferramenta whatsapp”, explica. Já existem alguns programas que são pensados para maiores de 60 anos com o objetivo de estimular a memória e outros parâmetros. A pesquisa para esses projetos exige um engajamento multidisciplinar entre a comunicação, computação e a neurociência. A neurociência é fundamental para identificar os sintomas da velhice como perda da memória, enfraquecimento, prostração, etc. Desta forma, aplicativos que avaliam esses fatores cooperam como um auxílio e forma de tratamento para esse grupo através da tecnologia. Porém, esses programas estão apenas em fase de desenvolvimento. E, além disso, é necessário um investimento para que estes cheguem ao mercado. “Não se vê no mercado uma empresa realmente interessada em desenvolver essas técnicas”, conclui a Maciel. Fonte Texto 3: Fonte: Abril A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos”. Leia também: Tema de redação: Criptomoedas e impactos na economia Tema de redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Tema de redação: Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira Tema de redação: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social Dados confiáveis para usar nas redações
TEXTO 1: Depois do boom das moedas virtuais em 2017, provavelmente você acabou ouvindo falar em Bitcoin. Pioneira no segmento, o Bitcoin é, atualmente, a criptomoeda mais famosa do mundo. Utilizada anteriormente por apaixonados por tecnologia, o crescimento da moeda despertou a atenção de investidores em todo o mundo. Mas afinal, o que é Bitcoin? Assim como o Dólar ou o Real, o Bitcoin é uma moeda. Sua principal diferença, no entanto, é que a sua emissão não é feita por nenhum Banco Central. Na verdade, o Bitcoin não existe no mundo material, então não é possível ver notas de Bitcoin circulando por aí. Criada em 2008, a moeda virtual é gerada por sistemas computacionais de forma descentralizada e criptografada, o que garante a segurança dos dados. Sobre dados na internet, leia também: Tema de redação: os cuidados com a exposição na internet O processo de criação de um Bitcoin é chamado de “mineração”. Em 2009, qualquer pessoa que tivesse o software poderia “minerar”, mas a partir do crescimento da moeda, o número de mineiros de Bitcoin foi reduzido, ficando a tarefa de criar Bitcoins restrita apenas para quem tem computadores com hardware robusto. O sistema foi desenvolvido para que sejam produzidas apenas 21 milhões de unidades em todo o mundo. Fonte TEXTO 2: No ano passado, uma das criptomoedas mais conhecidas dos últimos tempos sofreu uma supervalorização, chegando a ser cotada a quase US$ 20 mil. O boom foi tamanho que “bitcoin” se tornou palavra comum nas conversas, presente nas mesas de bares em happy hours, e até mesmo como potencial problema político, atrelado à lavagem de dinheiro, por exemplo. Todo mundo queria ter um pedaço de bitcoin para chamar de seu. Segundo Rodrigo Batista, presidente-executivo do Mercado Bitcoin, o número de investidores chegou a 750 mil em 2017, 275% a mais que no ano anterior. Entretanto, apesar da febre recente, essa criptomoeda existe desde 2009, mas era tão pouco conhecida que gerou uma história curiosa envolvendo a cantora britânica Lily Allen. Quando a artista se deu conta dessa supervalorização, ela própria contou em um tweet que havia mais ou menos cinco anos recebera uma oferta de 200 mil bitcoins para fazer um show online… e ela recusara. Naquela época, a moeda não valia quase nada e era usada principalmente em jogos online, porém, se a cantora tivesse aceitado a oferta, em 2017 ela teria uma fortuna de US$ 1.470.800.000. Ah, se arrependimento matasse! Como toda nova tecnologia traz certo receio, com bitcoin não é diferente. Ainda há muitas pessoas que não investem na criptomoeda por não a acharem um investimento seguro. O que pouca gente sabe é que a tecnologia por trás dela, blockchain, é uma das mais seguras do mundo. Graças a ela, é possível realizar transações pela internet sem que haja um intermediador, como um banco, por exemplo. Além disso, cada vez que uma transação acontece — de dados ou de valores —, ela passa por um processo de validação, não sendo mais permitida qualquer alteração. Bitcoin é a primeira criptomoeda totalmente segura da história, mas não é a única. Hoje existem várias outras com o mesmo suporte e diferentes valores para investir. Fonte TEXTO 3: Fonte: Lute A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Criptomoedas e impactos na economia”. Leia também: Tema de redação: Inclusão de autistas no Brasil Tema de redação: Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira Tema de redação: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social Dados confiáveis para usar nas redações Tema de Redação: Racismo Velado
Texto 1 sobre inclusão de autistas: A mobilização em torno do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, em 2 de abril de 2018, serviu também para desenterrar, na internet, um episódio de triste lembrança bombado em setembro de 2018. O fato ocorreu na escola argentina San Antonio de Padua, em Merlo, arredores de Buenos Aires, mas poderia ter sido registrado no Brasil ou em centenas de outros pontos do mundo. Pressionada por pais de alunos de uma das classes — que teriam até organizado uma “greve” impedindo que 24 das 35 crianças do grupo fossem à aula por um dia —, a direção trocou de sala um aluno com Síndrome de Asperger, uma das condições do Transtorno de Espectro do Autismo, o TEA. O garoto incluído chegou a comentar em casa a ausência dos coleguinhas, mas a mãe, inocente, atribuiu as faltas a uma chuva forte no período. A atitude dos líderes do San Antonio nem foi o que deixou indignados os familiares do menino e, no embalo, milhões de pessoas. O espanto veio do conteúdo da conversa dos “responsáveis” pelo “movimento” no WhatsApp, jogado na rede por uma tia do garoto transferido. Coisas do porte de “finalmente uma ótima notícia!”; “já era hora de fazerem valer os direitos da criança para 35 e não para uma só!”; “que ótimo para os meninos! Espero que possam estudar e estar tranquilos!” ou “um alívio para os nossos. Agora é esperar que isso seja oficializado”. O caso argentino revela as barreiras erguidas diante da missão de abrigar pessoas com TEA em redes de ensino: falta de formação de educadores e líderes de escolas e desconhecimento das famílias, que geram preconceito diante do convívio de incluídos com outras crianças. Inclusive, este assunto abre brecha para outra possibilidade de tema: Os desafios para inclusão de pessoas com deficiência na sociedade. “O argumento do despreparo tem sido usado como guarda-chuva de argumentos para justificar a recusa e até retirada de estudantes com autismo na escola regular. Muitos educadores entendem que esses alunos são ‘especiais’ e, para educá-los, é necessária uma preparação totalmente ‘especial’”, lembra Raquel Paganelli, mestre em educação inclusiva pela University College, de Londres, e integrante das equipes do Instituto Rodrigo Mendes e do portal Diversa. “Mas afinal: o que significa exatamente estar preparado?”, questiona. A educadora identifica os pontos centrais da contradição. “Durante muito tempo acreditava-se ser possível generalizar pessoas com TEA a partir de um mesmo diagnóstico e, assim, padronizar estratégias. Atualmente sabemos que essa noção é simplista”, explica. “Ainda que apresentem diagnósticos iguais, duas pessoas podem reagir às mesmas intervenções de maneira distinta. A ideia de que a escola precisa antes estar pronta para só depois receber os alunos com deficiência é baseada na expectativa ilusória de um saber pronto, capaz de prescrever como trabalhar com cada criança.” Fonte: https://revistaeducacao.com.br/2018/05/04/como-esta-inclusao-pessoas-com-autismo/ Quando assuntos como este entram em pauta, surge uma dúvida: Como fazer uma boa proposta de intervenção na redação do ENEM? TEXTO 2: Fonte: Cristiano Silvestre de Paula TEXTO 3: Fonte: Sindrome de Asperger Autismo Infantil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Inclusão de autistas no Brasil”. Leia também: Tema de redação: Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira Tema de redação: A inclusão de transgêneros no meio acadêmico Tema de Redação: Iniciativas para que o esporte seja uma ferramenta de inclusão social Dados confiáveis para usar nas redações Tema de Redação: Racismo Velado Tema de Redação: Desafios para superar a homofobia no Brasil
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