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23 artigos publicados por Misraely Wolfart no Blog do Redação Online.
Otimismo é uma coisa, mas positividade tóxica é outra totalmente diferente, e que pode ser muito prejudicial à saúde mental das pessoas. Você já ouviu falar do termo? Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Positividade tóxica”. TEXTO 1 Quando a ONU (Organização das Nações Unidas) criou, em 2012, o Dia Internacional da Felicidade – 20 de março – para celebrar a importância desse sentimento na vida das pessoas, a pandemia de Coronavírus e todas as suas consequências nefastas não eram parte da realidade global. Mas como comemorar – e sentir – a felicidade num ambiente tão carregado como o atual? A orientação dos especialistas para quem deseja encontrá-la ou mantê-la é começar essa busca assumindo e acolhendo a própria tristeza e todos os outros sentimentos desconfortáveis com os quais temos convivido no último ano. “Felicidade tem a ver com viver intensamente o presente, para o bem e para o mal, com seus dias de pesar e gravidade, como os que estamos passando agora. Tem menos a ver com expectativas e mais com a realidade”, diz o psicanalista Christian Dunker, professor titular do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo). A afirmação corrobora o trabalho feito em 2014 por pesquisadores da University College London, no Reino Unido, que criaram uma fórmula matemática capaz de prever o quanto uma pessoa será feliz com base no que ela projeta e na relação disso com a realidade. A conclusão, veja só, já pôde ser conferida em memes nas redes sociais: quanto menor a expectativa, maior a felicidade. “Essa relação ficou ainda mais evidente durante a pandemia. Notamos em nossos estudos sobre felicidade que quanto mais a pessoa cria ideações sobre o que vai acontecer nos próximos meses, mais vulneráveis elas ficam”, disse à CNN o neurocientista Robb Rutledge, que liderou a pesquisa. Mas como não ter esperança de dias melhores diante do caos em que o mundo se enfiou? A pandemia já fez mais de 2,5 milhões de mortos no planeta e trouxe graves consequências econômicas, que resultaram em fechamento de postos de trabalho e aumento do desemprego. Além disso, as restrições impostas pelo isolamento social também foram responsáveis por um aumento dos transtornos mentais. O Brasil foi o país que apresentou mais casos de ansiedade e depressão entre os 11 países que participaram de um levantamento realizado pela USP. #Goodvibesonly Esse cenário trágico pode estimular reações opostas e igualmente nocivas: uma tristeza irremediável ou um otimismo descabido. Imaginar que é possível estar sempre alegre agora é, no mínimo, irreal. Mas o discurso que prega o otimismo irrestrito como forma de enfrentar adversidades também pode trazer graves consequências à saúde mental, alertam os estudiosos do assunto. Esse movimento ganhou força recentemente nas redes sociais com a #Goodvibesonly, que já contabiliza mais de 13 milhões de menções no Instagram. E foi batizado pelos especialistas de “positividade tóxica”. “Trata-se de um fenômeno de negação da tristeza e de outras emoções consideradas negativas”, afirma o psiquiatra Daniel Martins de Barros, do departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP. Ao acreditar nessas afirmações de positividade contínua e achar que a felicidade é uma obrigação, começamos a nos esforçar para não sentir medo, raiva ou tristeza, emoções que, apesar de desconfortáveis, têm funções essenciais à sobrevivência humana. “Se ignoramos esses sentimentos, passamos a ter dificuldade de acessá-los, até o ponto de não conseguirmos mais identificá-los. Só que eles continuam lá e em algum momento explodem em forma de adoecimento psicológico”, explica o psiquiatra. Barros cita um estudo, publicado na revista científica “Journal of Personality and Social Psychology”, que mostrou que pessoas que evitavam entrar em contato com seus sentimentos negativos apresentavam mais problemas de saúde mental do que as que costumavam aceitar todas as suas emoções. Resiliência x positividade negativa Por mais difícil que seja a realidade, a única maneira saudável de encará-la é aceitá-la do jeito que ela é. Isso não significa deixar de tomar atitudes conscientes para ter algum bem-estar, lembra o médico de família Marcelo Demarzo, fundador e coordenador do Centro de Pesquisa Mente Aberta – Mindfulness e Promoção da Saúde, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Frente a um momento de sofrimento, primeiro precisamos reconhecer que ele está ali e depois ver o que é possível fazer para amenizá-lo”, explica. Um exemplo prático e atual para entender como aplicar essa sequência: ao se perder o emprego, uma pessoa pode, para evitar a tristeza e o pânico, buscar um consolo na ideia de que já nem estava tão feliz naquele trabalho. Não há nenhum problema em enxergar na demissão uma possibilidade de mudança de carreira, que é algo positivo e motivador. Mas é fundamental lidar com a realidade, sem negar que existe ao menos um lado muito negativo nisso, que é a perda de renda. “Isso é uma positividade saudável”, afirma Demarzo. O especialista lembra ainda que a positividade saudável está relacionada à resiliência, que é a capacidade de, em uma situação de sobrecarga, lidar com ela e sair mais forte da experiência. “Ao contrário da resiliência, a positividade tóxica é um bloqueio, uma negação de uma situação, que não traz nenhum aprendizado”, conclui. Fonte: cnn brasil TEXTO 2 O conceito de positividade tóxica vem ganhando cada vez mais espaço nas discussões da web: influencers, psicólogos, gente como a gente – parece que, de repente, está todo mundo falando sobre isso. Especialmente em tempos de pandemia, em que nossa realidade, no geral, está condicionada às interações via internet, é preciso refletir e falar sobre a plasticidade e a superficialidade dos discursos apresentados nas redes sociais e, principalmente, sobre como eles alimentam a positividade tóxica e impõem uma supressão dos sentimentos que pode agravar dores emocionais e levar ao sofrimento. Como viemos parar aqui? A positividade tóxica vem acompanhada de frases como “mas pense pelo lado positivo”, “você atrai o que você emana”, “se isso aconteceu, é porque está vibrando nessa frequência”. Muitas vezes, podemos interpretar essas
Sinônimos são termos que têm o mesmo (ou quase o mesmo) sentido que outros. Mas por qual motivo devemos utilizá-los então, já que ambos os vocábulos teriam o mesmo significado? Veja, a seguir, uma lista com razões para fazer isso! Você já parou para escrever um texto e, ao parar para lê-lo em voz alta, percebeu que ele ficou “truncado”, com várias repetições de termos, e que a leitura não fluiu como deveria? Talvez você tenha sentido um “estranhamento” e não soube definir o motivo disso. Utilizar a mesma palavra na escrita, várias vezes, faz com que o leitor também sinta que a redação não está fluida, talvez pense até que o texto está monótono, e este leitor pode perder o interesse na sua redação no meio do caminho. Como a gente não quer que isto aconteça, listamos abaixo alguns motivos para você se preocupar mais com os sinônimos em seu texto. Vamos lá? 1.Melhora da coesão textual A coesão textual trata dos mecanismos que permitem a harmonia e a conexão entre os elementos de um texto. Para isto, utilizam-se preposições, conjunções, advérbios e locuções. Além destes, outras ferramentas podem ser utilizadas para dar à redação a harmonia e fluidez esperada: é o caso dos sinônimos! Para entendermos melhor isto, vamos reformular a introdução de um texto que recebeu nota máxima no Enem, e logo abaixo inserir a introdução originalmente criada pela aluna: No filme “Matrix“, clássico do gênero ficção científica, o protagonista Neo é confrontado pela descoberta de que o mundo em que vive é, na realidade, uma ilusão construída a fim de manipular o comportamento dos seres humanos, que, imersos em máquinas que mantêm seus corpos sob controle, são explorados por um sistema distópico dominado pela tecnologia. Embora seja um filme, o filme apresenta características que se assemelham ao atual contexto brasileiro, pois, assim como no filme, os mecanismos tecnológicos têm contribuído para a alienação dos brasileiros, sujeitando-os aos filtros de informações impostos pela mídia, o que influencia negativamente seus padrões de consumo e sua autonomia intelectual. Vejamos, agora, a introdução criada pela candidata Fernanda Carolina Santos Terra de Deus: No filme “Matrix“, clássico do gênero ficção científica, o protagonista Neo é confrontado pela descoberta de que o mundo em que vive é, na realidade, uma ilusão construída a fim de manipular o comportamento dos seres humanos, que, imersos em máquinas que mantêm seus corpos sob controle, são explorados por um sistema distópico dominado pela tecnologia. Embora seja uma obra ficcional, o filme apresenta características que se assemelham ao atual contexto brasileiro, pois, assim como na obra, os mecanismos tecnológicos têm contribuído para a alienação dos cidadãos, sujeitando-os aos filtros de informações impostos pela mídia, o que influencia negativamente seus padrões de consumo e sua autonomia intelectual. Link para a redação: portal mec gov. – outubro 24.10.2019 redacao link Repare que, na primeira versão, o texto não está harmônico, a leitura está difícil e menos prazerosa. O uso de sinônimos, feito pela candidata, foi o que permitiu a melhora na coesão do trecho! Além disso, na versão original há apenas uma repetição do termo “filme”. Isso, isoladamente, não prejudica a coesão do texto, pois devemos olhar para ele como um todo. No contexto geral, a repetição não foi o “fim do mundo” e não prejudicou a nota da candidata. 2. Vocabulário ampliado Ao procurar introduzir sinônimos no texto, para evitar repetições, você perceberá que seu vocabulário será ampliado. Assim, você irá incorporar os sinônimos no seu dia a dia e, quando menos esperar, estará falando (escrevendo) “obra cinematográfica” em vez de “filme” e irá impressionar todo mundo com o seu riquíssimo conhecimento sobre a nossa língua – mas sem exageros, ok? 3. Tornar o texto mais atrativo para o leitor Lembra que falamos, no início deste artigo, sobre textos monótonos? Existem assuntos que são considerados “interessantes” por uma maior quantidade de pessoas, certo? Apesar de haver textos que não sejam instigantes para todo mundo, não significa que estes precisem ser monótonos. Sendo assim, é possível escrever sobre um tema menos “favorecido” de uma forma que esta produção não fique enfadonha. Para captar o interesse do leitor, diversos mecanismos devem ser empregados e, dentre eles, estão os sinônimos! Portanto, utilize isto como uma ferramenta a seu favor. 4. Informação extra Se você pensa que é difícil empregar sinônimos em uma redação, saiba que isso não é impossível. Ao terminar o seu texto, circule os termos repetidos e pense em palavras que tenham o mesmo sentido (ou um sentido aproximado) para inserir no lugar daquelas. Foi isto que fizemos aqui neste artigo! Dica final Para saber quais sinônimos usar, sugerimos o site SINÔNIMOS, no qual você digita a palavra que já utilizou para receber indicações de palavras com o mesmo significado (ou quase o mesmo). Tente criar a sua própria lista de sinônimos antes de praticar redação! Temos certeza que irá te ajudar! Agora que você já sabe por que utilizar sinônimos, comece a escrever suas redações com um vocabulário ampliado para atrair o leitor! Após escrever seus textos, não se esqueça de enviá-los em nossa plataforma para receber a correção de nossos professores em até 3 dias úteis!

Quer saber mais sobre o assunto que envolve a desvalorização do futebol feminino no Brasil? Confira a lista de repertórios que preparamos para o tema! As diferenças entre futebol masculino e futebol feminino em nosso país são gritantes – desde salários até situações de machismo em campo. Para entender melhor as causas deste problema, preparamos esta lista de repertórios. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação sobre o tema da semana: ”A desvalorização do futebol feminino no Brasil”. Boa leitura! Eu, jogadora | entre a realidade e o sonho | Curta-metragem sobre desvalorização do futebol feminino Este curta-metragem traz depoimentos de jogadoras e da primeira mulher a ter sido técnica da seleção brasileira de futebol feminino. As dificuldades dentro de casa, a falta de aceitação dos pais e dos amigos, os xingamentos dentro de campo e os desafios com a falta de dinheiro para perseguir o sonho – tudo isso é demonstrado por meio das falas das jogadoras. “Eu, Jogadora” é fruto de uma parceria entre A Vitrine do Futebol Feminino e o Acervo da Bola, com direção de Edson de Lima, Cristiano Fukuyama e Luiz Nascimento. Já sabe, né? Pegue sua pipoca e seu caderninho de anotações e curta o curta! https://youtu.be/ggv8l6p6500 Ela é o cara (She’s the Man) | 2006 Este é um filminho bem gostoso de assistir, pois traz pitadas de comédia e de drama adolescente. No filme, Viola jogava em um time de futebol que foi extinto, então ela decide fingir que é o irmão gêmeo e jogar no time da escola dele. Vale a pena assistir em uma tarde de preguicinha e anotar o que pode ser utilizado para o desenvolvimento da sua redação. Futebol Feminino no Brasil: Do seu Início à Prática Pedagógica Neste artigo a autora Suraya Cristina Darido se propõe a explicitar as discriminações e preconceitos associados à questão de gênero, a partir da prática do futebol feminino no Brasil. Ao ler o artigo, você irá descobrir, por exemplo, que o início do futebol feminino esteve associado a jogos realizados entre empregadas domésticas, boates homossexuais e jogos entre modelos, na década de 1970. Além de ser importante para entendermos o contexto histórico do futebol feminino no Brasil, o artigo se propõe a citar o papel do professor de educação física e procedimentos pedagógicos para incluir as meninas nos jogos escolares. Legislação | Decreto-Lei de 1941 Este artigo do Globo Esporte fala sobre o Decreto-Lei que proibiu a prática do futebol feminino. Em 14 de abril de 1941 (mais de 80 anos atrás), Getúlio Vargas baixou o decreto que proibia as mulheres de praticarem esportes que não fossem “adequados a sua natureza”. Além disso, durante a Ditadura Militar no Brasil, conforme já mencionado nos textos motivadores, o Conselho Nacional de Desportos citou o futebol, especificamente, como um dos esportes proibidos para o público feminino. Vale a pena ler o artigo e focar nas informações sobre leis e decretos que já existiram acerca do assunto. Minas do Futebol | “O impossível é temporário” Este filme traz a história do time feminino do A.D. Centro Olímpico. Como em 2016 não existia campeonato de futebol sub-13 feminino, o time propôs participar de um campeonato masculino (Copa Moleque Travesso). Marta, a melhor jogadora do mundo Se você não conhece a Marta, deveria conhecer. A brasileira já foi eleita seis vezes pela FIFA a melhor jogadora do mundo! Marta Vieira da Silva, de 34 anos, é a maior goleadora da seleção brasileira e dos Mundiais. Em 2019 jogou sua quinta Copa do Mundo, na França. Em homenagem a Marta, o estado do Rio de Janeiro decretou o dia 19 de fevereiro como o dia do Futebol Feminino (data de aniversário da jogadora). Vale a pena conhecer mais sobre a história da jogadora e os desafios que ela teve de superar para se tornar a jogadora de futebol feminino mais conhecida do mundo. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Foque na organização das ideias e até a próxima!
Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”A desvalorização do futebol feminino no Brasil”! O futebol é um esporte que existe desde o século XIX e ganhou adeptos nas últimas décadas. O futebol masculino, hoje em dia, é um esporte multimilionário, com partidas veiculadas no mundo inteiro. Mas e o futebol feminino, por que é desvalorizado? Leia os textos motivadores e escreva sua redação sobre futebol feminino! Leia os textos motivadores para escrever sua redação sobre futebol feminino: Texto 1 para redação sobre futebol feminino A partir de 1983, quando o futebol praticado por mulheres foi liberado por lei no Brasil, milhares de meninas buscam por oportunidades tendo que lutar todos os dias por um esporte mais igualitário Por haver a chamada distinção de gênero em diversas atividades do cotidiano, as mulheres tiveram — e ainda têm — que enfrentar muitas dificuldades para exercer algumas delas, que são majoritariamente praticadas por homens. Um exemplo é o futebol. Segundo a Federação Internacional de Futebol (FIFA), o primeiro jogo oficial de futebol entre mulheres ocorreu em 23 de março de 1883, em Crouch End, na cidade de Londres, na Inglaterra. Naquela ocasião, os dois times foram classificados como Norte e Sul, representando as duas partes da cidade em que a partida era sediada. Porém, o futebol já era praticado por homens desde o século XVII. No Brasil, as mulheres começaram a conquistar seu lugar no futebol entre os anos de 1908 e 1909, quando foram datados os primeiros jogos de futebol com jogadores mistos — homens e mulheres juntos. Conforme noticiado pelo jornal A Gazeta, o primeiro jogo oficial no país entre mulheres ocorreu em 1921. As jogadoras eram dos bairros Tremembé e Cantareira, da cidade de São Paulo. Segundo o Jornal da USP, em 1941, as mulheres foram proibidas de jogar futebol ou qualquer outro esporte “incompatível com as condições da sua natureza”. O decreto-lei 3.199 de 14 de abril de 1941, foi criado na Era Vargas e vigente até 1983. Contudo, a proibição por lei não parou as jogadoras brasileiras, que continuaram jogando e resistindo ao Estado. Após mais de quarenta anos, em 1983, o decreto foi derrubado graças as muitas mulheres que defendiam que o esporte podia ser praticado por todos, sem exceção. Desde então, milhares de jovens mulheres buscam por seu espaço dentro do futebol tendo que enfrentar obstáculos que vão desde a dificuldade de inclusão no esporte até os vários tipos de assédio que enfrentam no dia a dia. Por ser praticado por mulheres, o futebol feminino no Brasil é categorizado por muitos como inferior, pois há muita comparação com o esporte praticado pelos homens. Dificuldades no início de carreira Em relação ao futebol masculino, as oportunidades de carreira dentro do esporte são bem diferentes, tendo em vista que a maioria dos clubes não investem em equipes femininas usando como justificativa o pouco retorno e visibilidade. Pensando em ajudar a mudar essa realidade, a Conmebol, em meio às mudanças que implementou em suas competições em meados de 2016, ordenou que os times que disputarem a Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana terão de ter pelo menos uma equipe feminina. Sobre o requisito, o documento fala que “o solicitante (a disputar a competição) deverá ter uma equipe feminina ou associar-se a um clube que possua a mesma. Ademais, deverá ter ao menos uma categoria juvenil feminina, ou associar-se a um clube que possua a mesma”. Além disso, os clubes deverão oferecer apoio técnico e toda a estrutura necessária para as equipes femininas, para que possam treinar e participar de torneios. Segundo Julia Pompeo, essa foi uma decisão muito importante pois mudou os rumos do futebol feminino no Brasil e em toda a América Latina, proporcionando uma maior visibilidade ao futebol feminino. Além da falta de oportunidades, a questão dos investimentos também é um fardo que o futebol feminino carrega. Uma situação inusitada que aconteceu em outubro de 2020 chamou a atenção das mídias para esse problema. Pela segunda rodada do Campeonato Paulista de futebol, em 21 de outubro de 2020, na Arena Barueri, o time do São Paulo goleou o Taboão da Serra por 29 a 0. Apesar de o placar chamar muita atenção, um depoimento dado pela capitã do time do Taboão da Serra serviu para mostrar a dura realidade que os times femininos enfrentam no dia a dia quanto a estrutura dos clubes. Segundo Nini, o time do interior de SP possui pouco investimento e não possui nenhum apoio do clube. “Em pouca coisa o clube nos ajuda. É mais a vontade da comissão técnica mesmo. Ninguém tem salário, ninguém tem condução. A gente não tem roupa de treino, não tem apoio nenhum do clube. A gente simplesmente usa o nome do clube para participar do Campeonato Paulista porque acredita que é uma oportunidade para as meninas mais novas”, relatou a capitã à FPF TV. Com os olhares voltados para o futebol feminino durante a Copa do Mundo, muitos temas surgiram. Um levantamento realizado pelo EXTRA no ano de 2019, mostra que os 20 clubes participantes da série A (até então) investiam no máximo 1% de seus orçamentos no futebol feminino. O Santos liderava a tabela sendo o time que mais investiu. O Flamengo investe cerca de R$ 1 milhão, o que equivalia na época ao salário de um mês do Gabigol. Diante dessa situação, com o baixo incentivo e investimento a prática futebolística se torna quase impossível para as jogadoras. Levando assim, a esperança de o futebol se tornar um esporte igualitário em questão de investimentos e oportunidades. Questão salarial das jogadoras no Brasil Além da falta de investimentos em equipamentos, lugares para treinos e preparação física, uniformes, entre outros, o futebol feminino também é financeiramente afetado na questão da disparidade salarial. Segundo o site de notícias da UOL, os contratos de jogadoras de futebol que atuam no Brasil possuem a duração de um ano. Isso quando existe realmente um

As conjunções são palavras utilizadas para interligar orações e parágrafos, de forma que o texto seja escrito de maneira coesa. Além das conjunções, os advérbios e os pronomes também podem servir como conectivos. Mas você provavelmente já sabe disso, certo? O que talvez você não saiba é a melhor maneira de inserir estes conectivos em sua redação. Se você der um “google” na internet, buscando por “conectivos para usar na redação”, com certeza encontrará diversas listas que trazem esta informação. Mas nem sempre é fácil aliar esta teoria à prática na hora da escrita, não é mesmo? O que você deve ter em mente, no momento de escrever o seu texto, é o motivo de os conectivos serem elementos tão importantes, para que assim você consiga empregá-los em seu texto de maneira natural, sem precisar decorar listar imensas. Assim, é essencial que você entenda que os conectivos auxiliam você a exprimir as ideias de forma correta. Existem conectivos de soma, de conclusão, de contraposição e de alternância, por exemplo. Desta forma, você precisa saber quais são os conectivos de conclusão, para não acabar inserindo um de contraposição, por exemplo, e prejudicar a articulação das ideias em sua redação. Vamos, então, abordar alguns conectivos abaixo e ver como eles podem ser inseridos em seu texto. 1. Coesão intraparágrafo e interparágrafos Estes termos se referem à coesão dentro de um parágrafo, ou seja, entre as frases de um mesmo parágrafo, e à coesão entre parágrafos distintos, de modo a garantir a fluidez e encadeamento das ideias. É importante que em seu texto haja as duas coisas – elementos coesivos específicos interparágrafos, além de formas de coesão intraparagrafal. 2. Inadequações e repetições devem ser evitadas Quando falamos de inadequações, estamos nos referindo a usos equivocados de elementos coesivos. Veja o exemplo abaixo: A maior parte das pessoas não sabe a quem recorrer quando tem problemas mentais, porém continua desamparada quando está em sofrimento psíquico. Neste exemplo, percebe-se que há o conectivo “porém”, mas ele foi inserido de forma inadequada. A segunda oração é consequência ou efeito da primeira (as pessoas ficam desamparadas quando estão em sofrimento psíquico porque não sabem a quem recorrer). Desta forma, entre as duas orações há uma relação de conclusão, então deveria ser empregado um conectivo conclusivo nesta posição, como “portanto” ou “por este motivo”. Além disso, outro problema coesivo no texto são as repetições (recorrência de mesmo elemento coesivo em uma redação). Estas repetições sempre devem ser evitadas ao máximo. Nossa língua nos permite utilizar uma lista enorme de conectivos na escrita, então não é preciso repetir os termos, não é mesmo? 3. Principais conectivos para usar na redação Agora que você já sabe o que não fazer em seu texto, quando falamos de conectivos, e também já sabe o motivo de tais elementos serem tão importantes para o encadeamento das ideias em sua redação, está na hora de mostrarmos alguns elementos coesivos que podem te ajudar na hora de escrever o seu texto. Aqui não nos propomos a trazer uma grande lista, pois nos preocupamos mais em fazer você entender que estes elementos não são “inúteis” e devem ser empregados em seu texto. Vejamos, então, alguns termos que podem ser úteis para você: Conectivos de conclusão Para concluir as ideias, o campeão de utilização é “portanto”. Há outros que podem ser utilizados, como: logo, enfim, por conseguinte, em resumo, em síntese, assim sendo. Você pode utilizar conectivos de conclusão tanto no parágrafo final de seu texto quanto dentro dos parágrafos, para concluir informações. Conectivos de oposição Para contrapor informações em seu texto, ou seja, inserir uma ideia em oposição à outra, utilize os seguintes conectivos: mas, porém, entretanto, no entanto. Quer ver um exemplo de como utilizar estes conectivos? “Morri, mas passo bem”. Conectivos de adição (soma) Esses aqui muita gente utiliza sem nem perceber: e; além disso; não só… mas também; adicionalmente; também. Vamos aproveitar o exemplo anterior e reformular a ideia aqui: “Não morri e passo bem”. Além destes, há muitos outros conectivos que exprimem ideias variadas: concessão, dúvida, certeza, causa, exemplificação, comparação. Após inserir estas palavras e expressões em seu texto, é importante que você o revise, para entender se as palavras estão bem inseridas e se elas passam, para o leitor, as ideias que você imaginou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Uma outra dica, para evitar inadequações e repetições, é circular todos os elementos coesivos em seu rascunho. Feito isso, você perceberá se há repetições e poderá pensar em como solucionar isto. Por fim, para que seu texto fique coeso e atenda aos critérios da sua prova, é importante, primeiramente, saber como a sua banca costuma cobrar a “coesão” no edital. Veja os editais anteriores e perceba se este é um critério específico e qual peso a banca dá à coesão na prova de redação. Conhecer o seu inimigo (a prova) é o primeiro passo para ter um resultado satisfatório. Agora que você conferiu como usar conectivos, comece a praticar redação! Lembre-se de que receber a correção de um profissional é essencial para que você saiba se está articulando suas ideias de forma correta! Conte com a nossa plataforma de correção de redações para isso!

Quer saber mais sobre o assunto telemedicina no Brasil? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! A telemedicina não é algo “novo”, pois já é utilizada em diversos países há vários anos. Porém, com o avanço da pandemia do Covid-19, houve um aumento da procura por este serviço. Este tipo de consulta apresenta lados positivos e lados negativos. Você já pensou em quais são eles? Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos no tema de redação da semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! O que diz a legislação antiga a respeito do assunto? Como os textos motivadores já demonstram, existe uma resolução do Conselho Federal de Medicina que regulariza a telemedicina no Brasil. A resolução 1.643, de 7 de agosto de 2002, traz sete artigos, definindo o que é telemedicina, quais equipamentos devem ser utilizados, o que fazer em caso de emergência e como os prestadores devem regularizar este tipo de atendimento junto ao Conselho Regional de Medicina do estado em que atuam. Nova Lei da Telemedicina | Direito médico Nesta live do canal “Osvaldo Simonelli – Direito Médico” você poderá encontrar uma discussão sobre a lei que foi publicada no ano passado (Lei 13.989/20). Esta lei traz especificações sobre a telemedicina enquanto durar a crise ocasionada pelo coronavírus (SARS-CoV-2). A live expõe os artigos da lei, por isso, caso você não queira assistir todo o vídeo publicado, poderá ler a lei na íntegra aqui! https://youtu.be/NXlVXjkSwnw Novos desafios na área da saúde | Telessaúde Esta palestra do Dr. Chao Lung Wen, professor líder do grupo de pesquisa de telemedicina da Universidade de São Paulo (USP), durante o seminário “Transformação Digital na Saúde”, realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), traz informações interessantes sobre o desenvolvimento da tecnologia em geral e o que está sendo chamado de “saúde 4.0” e “saúde 5.0”, além de citar novas tecnologias de inteligência artificial que podem auxiliar na saúde, como é o caso da Alexa e do Google Assistant. Benefícios e riscos ao paciente Nesta discussão, trazida pelo canal da TV Senado no Youtube, Cristofer Martins (Corregedor do CRM-DF) e Carlos Fernando (Sindmédico-DF) falam sobre a importância de se discutir telemedicina com maior participação da comunidade médica, citando questões éticas envolvidas e também questões relacionadas à segurança do paciente quando não há profissional médico no mesmo local físico que este. Grey’s Anatomy | Feel the Earth Move Como neste blog a gente ama Grey’s Anatomy, como você pode ver AQUI, nada mais justo do que trazer um episódio da série em que a telemedicina se fez presente. Neste episódio, Ruby liga desesperada para o hospital, dizendo que sua mãe está passando mal, respirando com dificuldade. Quem atende a ligação é Owen, e ele e Amelia tentam ajudar a criança, por telefone, a salvar a vida da mãe. Ruby, em desespero, informa que a mãe está ficando azul, então os médicos orientam a criança a fazer a manobra de Heimlich, para desobstruir as vias aéreas. Por fim, o estado da mãe piora, e os médicos cantam Staying Alive, para que Ruby mantenha o ritmo da massagem cardíaca que está fazendo na mãe. Isso tudo você poderá assistir na temporada 11, episódio 15 da série. Pegue sua pipoca! New Amsterdam | Telemedicina na série Este é mais um exemplo de série médica que traz um episódio envolvendo telemedicina. Em um caso bastante parecido com o de Ruby, uma mulher liga desesperada, pois Max não está respirando, e a médica a auxilia, por meio da ligação telefônica, a salvar a vida do homem. Você poderá ver a cena no episódio 10 da primeira temporada da série. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Organize os repertórios e escreva seu texto! E lembre-se de enviar sua redação em nossa plataforma para recebê-la corrigida em até 3 dias úteis!

Em meio à pandemia, este é um tema que tem ganhado destaque, pois este tipo de atendimento tem sido amplamente utilizado. Apesar disso, é um assunto que levanta controvérsias. Então, leia os textos motivadores e escreva sua redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Telemedicina no Brasil”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 A Telemedicina é regulamentada no país, mas seu futuro ainda representa esperança. Desde o seu surgimento, essa área médica, que envolve o atendimento do paciente de maneira remota, tem contribuído para avanços significativos, tornando a saúde acessível a qualquer hora, em qualquer lugar. Seja para teleconsultas, exames de rotina ou em situações de urgência, esse é um apoio decisivo. Ele contribui tanto para a prevenção, quanto para o diagnóstico, monitoramento e tratamento de doenças, lesões e outras condições médicas. Tudo isso realizado à distância, ou seja, médico e paciente não precisam estar em contato físico. Após entender o que é e como funciona a Telemedicina, fica até difícil mensurar todas as contribuições da tecnologia para o avanço da atenção à saúde em nosso país. A Telemedicina tornou possível a transmissão e o compartilhamento de informações médicas a quaisquer distâncias, com segurança e melhorias também na qualidade do atendimento. Hoje, está presente dentro e fora das unidades de saúde, e até no auxílio a bases humanitárias em regiões inóspitas ou de guerra. Telemedicina é uma área da Telessaúde que oferece atendimento médico de forma remota. Sendo assim, ela permite atender pacientes através da teleconsulta, interpretar exames médicos (telediagnóstico), telemonitoramento, entre outros, tudo feito remotamente. Para tanto, ela conta com o apoio das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). O que é Telemedicina pelo CFM? Segundo o Conselho Federal de Medicina na Resolução CFM nº 1.643/2002, essa especialidade representa o exercício da medicina através de metodologias interativas de comunicação audiovisual e dados, com o objetivo de assistência, educação e pesquisa em saúde. Desde 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a importância dessa área médica, em especial para casos em que a distância é um fator crítico para a oferta de serviços ligados à saúde. Nesse sentido, a Telemedicina é feita por profissionais altamente capacitados. Significa, por exemplo, que o responsável pela interpretação e produção de um laudo de telerradiologia será sempre um médico radiologista. Seja no Brasil ou no mundo, a Telemedicina é uma área que tem rompido barreiras. Portanto, elimina distâncias geográficas e conectando especialistas a outros profissionais de saúde, administradores de unidades de saúde e pacientes. Esse avanço é possível graças à aplicação de tecnologias modernas, como a Internet, sistemas de áudio, imagem e vídeo. Sendo assim, todo o aparato contribui para a resolução de demandas comuns na área da saúde, como a carência de especialistas e segunda opinião médica. Fonte: telemedicina morsch – telemedicina
Sabia que, ao praticar a escrita de textos, você alcançará muito mais que “apenas” uma nota alta na sua prova? Veja, a seguir, as 5 vantagens de praticar a escrita de redação! Todos os anos, milhares de estudantes de cursos preparatórios se mobilizam para ir em busca da nota máxima nas redações de Enem e de vestibulares. Sendo assim, ao praticar a escrita de redação no decorrer do ano, você terá grandes chances de obter uma boa pontuação nas provas! Porém o seu esforço não trará apenas isto como retorno. Notas altas são importantes sim, mas, o aprendizado adquirido com a prática da escrita de redação é algo que irá te acompanhar por toda a vida. Escrever parece uma tarefa trabalhosa e cansativa; escrever redação, especificamente, parece, além de tudo, algo engessado e pouco útil. Estamos aqui para te mostrar que isso não é verdade! Por isso, trouxemos 5 vantagens de praticar a escrita de redação. 1. Melhora da escrita Todo mundo sabe que, ao praticarmos a escrita textual com regularidade, a tendência é passar a conhecer, cada vez mais, as regras da gramática normativa de nossa língua. Isso ajudará você a errar menos, pois, se antes você nunca tinha usado o verbo “corroborar” em sua escrita (por exemplo) e não fazia a ideia de qual seria a regência correta dele, com a escrita constante de redações e com as correções dos professores, com certeza esta é uma regra que você irá, em curto tempo, assimilar. 2. Você consegue organizar melhor as ideias, ao longo do tempo, e encontra formas de repassar informações de forma objetiva Quem nunca se deparou com um texto em que o autor fala, fala, fala e não diz nada de relevante? Peças jurídicas, por exemplo, estão cheias de expressões prolixas, que pouco ou nada ajudam no desenvolvimento do conteúdo. Todos nós, quando não praticamos a escrita, tendemos a não conseguir organizar nossas ideias no papel, e por isso parece tão difícil escrever um texto completo, com começo, meio e fim, em apenas 30 linhas. Mas, acredite, é possível que, com a escrita constante de redações, você se torne um expert em organização e objetividade textual! Com a prática da escrita de redação você irá desenvolver estratégicas de organização, e com o tempo a objetividade se tornará algo natural em sua expressão escrita. 3. Você se torna mais criativo No começo deste texto eu comentei que muitas pessoas (talvez você, inclusive) veem as redações como textos engessados e pouco úteis. Apesar de cada gênero textual apresentar configurações específicas, com a escrita de redações você acaba se tornando uma pessoa mais criativa, justamente porque um texto não se faz sozinho: é preciso inserir ideias no papel, e isso só será feito quando você abrir a sua mente para tais ideias! Desta forma, ao forçar seu cérebro a desenvolver narrativas, descrições ou argumentações, você irá se tornar, ao longo do tempo, uma pessoa com criatividade mais aflorada. 4. Conhecimento aprofundado dos diversos gêneros textuais Quando falamos em escrita de redação, não estamos falando apenas de textos dissertativos. Os vestibulares costumam cobrar, em suas provas, gêneros textuais variados: contos, crônicas, cartas, textão de internet, resenhas críticas e muitos outros. Os estudiosos costumam dizer que a língua é viva, ou seja, ela está em constante mudança, acompanhando as modificações da sociedade na qual está inserida. E assim também funcionam os gêneros textuais: a cada dia que passa, novos gêneros textuais vão se configurando. Se não praticarmos a escrita destes diversos gêneros de redação, nunca saberemos como inseri-los em nossas vidas. É neste ponto que a prática da escrita de redação vai te ajudar, e você irá adquirir um conhecimento que irá, com certeza, te auxiliar em diversas outras etapas da sua vida. 5. Ampliação de conhecimentos Por fim, é importante lembrar que, para escrever uma boa redação, é necessário ter conhecimento sobre o tema, certo? Não adianta nada você praticar a escrita de redação seguindo sempre o mesmo tema, ou então seguindo sempre os temas acerca dos quais já tem bastante domínio. Na hora da sua prova este pode ser um tiro no pé, pois pode aparecer um tema muito distante daqueles que você conhece. Por conseguinte, é importante sempre escolher assuntos diversos para serem os temas, além de realizar pesquisas profundas a respeito destes assuntos, para ter embasamento teórico na hora da sua escrita. Este processo, além de ajudar na construção do seu texto, irá ampliar seus conhecimentos, pois você passará a entender diversos termos e conceitos novos. Além disso, a frequente escrita de redação irá, com certeza, fazer o seu vocabulário se ampliar. No começo você terá bastante dificuldade para encontrar sinônimos dos vocábulos e não repetir as palavras em seu texto; porém, com a prática, este movimento irá se tornar corriqueiro. Agora é hora de praticar! Acesse o nosso site e comece agora mesmo a praticar redação em nossa plataforma, onde você recebe correções feitas por professores especialistas em até 3 dias úteis!

Confira o tema de redação cobrado na segunda fase do Vestibular UNESP 2021: “Tempo é dinheiro?” Texto 1 sobre tempo é dinheiro Tempo é dinheiro. (Provérbio inglês, já prefigurado numa frase de Teofrasto [372 a.C.-287 a.C.], filósofo da Grécia Antiga.) Fonte: Paulo Rónai. Dicionário universal de citações, 1985. Texto 2 sobre tempo é dinheiro Lembra-te que tempo é dinheiro. Aquele que com o seu trabalho pode ganhar dez xelins ao dia e vagabundeia metade do dia, ou fica deitado em seu quarto, não deve, mesmo que gaste apenas seis pence para se divertir, contabilizar só essa despesa; na verdade, gastou, ou melhor, jogou fora cinco xelins a mais. xelim: até 1971, quando ainda estava em vigor no Reino Unido, um xelim equivalia a 12 pence. Fonte: Benjamin Franklin [1706-1790]. Conselho a um jovem comerciante, 1748. https://founders.archives.gov. Texto 3 Vi quem só andava com o mesmo chinelo Com o preço de uma casa no seu sapateiro Olhei pro braço dos cria, tá geral de Rolex Finalmente pude entender porque tempo é dinheiro Fonte: Djonga [1994- ]. “Hoje não”. Histórias da minha área, 2020. Texto 4 Inventamos uma montanha de consumos supérfluos. Compramos e descartamos. Mas o que estamos gastando é tempo de vida. Quando eu compro algo, ou você compra algo, não compramos com dinheiro, compramos com o tempo de vida que tivemos de gastar para ganhar aquele dinheiro. Com uma diferença: a única coisa que não se pode comprar é a vida, a vida se gasta. Fonte: José Mujica [1935- ]. Human [documentário de Yann Arthus-Bertrand], 2015. Texto 5 Uma das coisas mais sinistras da história da civilização ocidental é o famoso dito atribuído a Benjamin Franklin “Tempo é dinheiro”. Isso é uma monstruosidade. Tempo não é dinheiro. Tempo é o tecido da nossa vida. É esse minuto que está passando. Daqui a 10 minutos eu estou mais velho, daqui a 20 minutos eu estou mais próximo da morte. Portanto, eu tenho direito a esse tempo, esse tempo pertence a meus afetos. Fonte: Antonio Candido [1918-2017]. www.cartamaior.com.br, 08.08.2006. Redação sobre esse tema: O provérbio “Tempo é dinheiro” é uma expressão amplamente reconhecida e utilizada em várias esferas da sociedade. Ela reflete a ideia de que o tempo é um recurso valioso e limitado, e seu uso eficiente está intrinsecamente relacionado ao sucesso e à prosperidade. Neste contexto, é relevante discutir a importância dessa conexão entre tempo e dinheiro na sociedade contemporânea. Vivemos em uma era caracterizada pela aceleração constante. A tecnologia, a globalização e as demandas profissionais têm aumentado a pressão sobre as pessoas para que sejam cada vez mais produtivas. Nesse cenário, a expressão “Tempo é dinheiro” adquire um significado prático, pois destaca a necessidade de utilizar o tempo de maneira eficaz para alcançar objetivos financeiros e profissionais. Além disso, é necessário reconhecer que o valor do tempo vai além da esfera econômica. O tempo é um recurso finito, e cada minuto que passa é irrecuperável. Portanto, valorizar o tempo não significa apenas usá-lo para ganhar dinheiro, mas também aproveitá-lo para buscar a felicidade, o aprendizado, o crescimento pessoal e a contribuição para a sociedade. Em conclusão, a conexão entre tempo e dinheiro é uma realidade na sociedade contemporânea. No entanto, é fundamental entender que essa relação não é absoluta, e o tempo possui um valor intrínseco que vai além do aspecto econômico. O desafio é encontrar um equilíbrio entre a busca do sucesso financeiro e a valorização das dimensões humanas da vida, a fim de viver de forma plena e significativa. O tempo, afinal, é um recurso valioso que merece ser utilizado com sabedoria e discernimento. Com base nos textos apresentados e em seus próprios conhecimentos, escreva um texto dissertativo-argumentativo, empregando a norma-padrão da língua portuguesa, sobre o tema: Tempo é dinheiro? Envie sua redação em nossa plataforma online e receba a correção em até 3 dias úteis!

Um tema interessante em nosso país, porém pouco discutido, é a quantidade de cesáreas e de partos normais e as diversas implicações relacionadas a isso. Então, leia os textos motivadores e escreva sua redação! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Parto normal ou cesárea: escolha da mulher ou questão de saúde pública?”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Em plena madrugada, no início de abril, Adelir Carmem Lemos de Góes, de 29 anos, foi surpreendida pela visita de um oficial de justiça acompanhado de policiais armados que a forçaram, com o marido, a acompanhá-los a um hospital em Torres, município distante quase 200 quilômetros da capital gaúcha, onde foi submetida a uma cesariana sem o seu consentimento. O caso dramático e inédito de Adelir mobilizou pelas redes sociais protestos de defensores do parto humanizado e escancarou à opinião pública um dos principais desafios das políticas voltadas para a saúde da mulher: a necessidade de mudar o modelo que fez do Brasil o campeão disparado das cesáreas no mundo. Embora haja uma tendência mundial de aumento desse tipo de operação para a chegada dos bebês — em decorrência, conforme documento do Ministério da Saúde (MS), de melhor acesso aos sistemas de saúde, maior disponibilidade de tecnologias, melhoria das técnicas cirúrgicas e anestésicas, vantagens financeiras pelo custo e planejamento desse tipo de cirurgia e a percepção sobre a segurança de certos procedimentos — os países acendem o sinal vermelho quando a proporção chega a 30%. Há cinco anos, o Brasil cruzou a linha dos 50% de partos por cesárea. E de lá para cá, só tem aumentado, distanciando-se cada vez mais dos 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Apesar das iniciativas do governo nos últimos 20 anos, não houve reversão do quadro. O modelo brasileiro continua centrado na medicalização dos partos e nos hospitais.Maria Esther Vilela, coordenadora geral de saúde das mulheres do MS, em entrevista ao Jornal do Senado, informa: “98% dos partos no país são hospitalares” Considerada a maior pesquisa sobre parto realizada no país, Nascer no Brasil, divulgada recentemente pelo MS e pela Fiocruz, entrevistou 23.894 mulheres atendidas em maternidades públicas, privadas ou conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), entre fevereiro de 2011 e outubro de 2012. Foram coletados dados em 266 hospitais de 191 municípios, incluindo todas as capitais e cidades do interior de todos os estados. Os resultados comprovam que não há recuo nas cesáreas. Fonte: senado legislativo – aumento de cesáreas revela violência obstétrica TEXTO 2 Projeto garante escolha entre parto normal ou cesárea no SUS Grávidas poderão optar pelo parto cesariano a partir da 39ª semana de gestação na rede pública de saúde. É o que determina o projeto de lei (PLS 3.947/2019) que aguarda designação de relator na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Conforme a proposta, às parturientes que optarem pelo parto normal, será garantido o direito à analgesia não farmacológica e farmacológica. O projeto, do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), determina que a grávida seja conscientizada acerca do parto normal e da cesárea, devendo a decisão ser registrada em termo de consentimento. Além disso, se o médico responsável discordar da opção da paciente, deverá registrar as razões em prontuário. Em sua justificativa, o parlamentar argumenta que, de acordo com estudos, a crescente taxa de cesarianas, nos últimos 30 anos, acompanhou a diminuição nas taxas de mortalidade materna. “As ocorrências concretas que chegam aos Conselhos de Medicina e aos Tribunais, mostram que, na rede pública, quando se recorre à cesárea, a parturiente já foi submetida a longas horas de sofrimento, buscando o parto normal”, ressalta Sérgio Petecão. A matéria estabelece também que as maternidades ou instituições, que funcionam com mesma finalidade, deverão possuir placa fixada informando que a mulher pode escolher a modalidade de parto, podendo o médico divergir da escolha e encaminhá-la a outro profissional. Resolução Em 2016, o Conselho Federal de Medicina, através da resolução 2.144, passou a prever que o médico pode atender o desejo da paciente e realizar parto cesárea a partir da 39ª semana de gestação. De acordo com a resolução, a gestante tem o direito de optar pela realização de cesariana, desde que tenha recebido todas as informações necessárias. Entretanto, conforme a justificativa do senador Sérgio Petecão, não há observância dessa medida na rede pública de saúde. “As mulheres são submetidas à verdadeira tortura, uma vez que não querem passar pelas dores e pelos riscos de um parto normal, mas não lhes é dada opção. Ademais, como já dito, surpreende saber que até mesmo analgesia lhes é negada”, ressaltou Petecão. O projeto do senador é semelhante ao texto apresentado pela deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), mas, diferentemente desse, tem abrangência nacional. Fonte: senado legislativo – projeto garante escolha entre parto normal ou cesárea no sus TEXTO 3 País com um dos maiores índices de cesariana do mundo, o Brasil teve em 2017 (último dado disponível) 55% dos seus partos realizados pelo meio cirúrgico, taxa muito superior à recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 15%. Há municípios, no entanto, nos quais esse índice ficou muito acima da média nacional, chegando a 100% em alguns casos. É o que mostra um levantamento inédito feito pelo Fiquem Sabendo no portal DataSUS. A análise aponta que as cidades campeãs em índices de cesárea estão nas regiões Sul e Sudeste e que em 14 desses municípios, nenhuma criança nascida em 2017 veio ao mundo via natural, o que deveria ser a regra. De acordo com o levantamento, das 14 cidades com os maiores índices de cesárea do País, 5 estão no Rio Grande do Sul e 4, no Estado de São Paulo. Há ainda duas em Minas Gerais, duas em Goiás e

Você já refletiu sobre este assunto antes? Confira repertórios que discutem este tema interessante, mas pouco comentado no Brasil! No decorrer dos últimos anos, há o que os especialistas têm chamado de “epidemia” de cesáreas. O assunto ainda é pouco abordado pela sociedade brasileira em geral, mas os órgãos de saúde já estão em alerta, e por isso é importante refletirmos sobre o tema da semana: “Parto normal ou cesárea: escolha da mulher ou questão de saúde pública?”. Você já sabe algo sobre este tema? Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! O que diz a legislação a respeito do assunto? Como os textos motivadores já demonstram, a OMS recomenda que 15% dos partos sejam realizados por cesáreas. Além disso, o Conselho Federal de Medicina apresenta a resolução 2.144, que prevê que o médico pode atender o desejo da paciente e realizar cesárea a partir da 39ª semana de gestação. Porém, apesar da resolução do órgão, foi aprovada uma lei em 2019 (lei 17.137/2019), no estado de São Paulo, de autoria da deputada Janaina Paschoal (PSL) que dava às gestantes do SUS o direito de decidir pela cesárea mesmo sem indicação médica. A lei, apesar de ter sido aprovada, foi julgada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP). Além desta, outro projeto de lei tramita em âmbito nacional (PLS 3.947/2019), que garante a escolha entre parto normal ou cesárea no SUS, pelas gestantes. Aumento de cesáreas é prejudicial à saúde de mães e bebês | OMS Nesta matéria do Estadão você irá encontrar informações sobre as complicações de saúde que as pessoas nascidas de partos cirúrgicos costumam apresentar. É importante refletir, a partir destas informações, sobre a relevância do conhecido “parto humanizado”. Neste tipo de parto, são apresentadas algumas medidas para que a gestante fique mais confortável e para que as dores sejam aliviadas por meio de métodos naturais Ética médica no parto | Intervenções traumáticas O documentário “O Renascimento do Parto” (disponível na Netflix) apresenta um estudo interessante sobre o que já chamamos de “epidemia de cesáreas”. Ademais, o documentário traz relatos de experiências de mães e de profissionais a respeito do assunto. Aqui, é importante refletir sobre a ética médica na hora do parto e também sobre o futuro da profissão. Parto normal e humanizado nas telonas| Pieces Of a Woman Neste filme da Netflix, com produção de Martin Scorsese, você verá cenas fortes de um parto. Após decidir ter seu filho em casa, Martha se prepara para a chegada de sua parteira, porém esta encaminha uma substituta (Eva). O primeiro ato do filme é um plano único, sem cortes, de mais de 20 minutos, em que se dá o desenrolar do parto feito em casa. Ao assistir o filme, procure prestar atenção no trabalho da parteira e conhecer mais sobre o que são as doulas (profissionais que acompanham as gestantes durante toda a gravidez e o parto). Ah, este filme rendeu a indicação de Vanessa Kirby ao Oscar de Melhor Atriz neste ano. Vale a pena assistir! O milagre do nascimento | Ironia e crítica em Monty Python Neste vídeo, intitulado “Monthy Python – The Meaning of Life: The Miracle of Birth”, você verá cenas de um parto, retratado de forma irônica. Indo de encontro às ideias de parto humanizado, aqui você verá críticas sobre a forma como as gestantes são tratadas durante os partos contemporâneos. Ao assisti-lo, você terá a chance de refletir sobre quais são os limites do trabalho médico durante o parto. Mitos e verdades sobre o parto humanizado Já falamos bastante sobre o parto humanizado, porém, ao ler esta matéria você perceberá que a cesárea também pode ser humanizada. Ao ler, preste atenção aos mitos relacionados a isso. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Você já tinha conhecimento sobre as leis e estatísticas que citamos aqui? Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Organize suas ideias, escreva uma redação sobre este importante tema e a envie em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis!
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