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23 artigos publicados por Misraely Wolfart no Blog do Redação Online.

Quer saber mais sobre energias renováveis como mecanismo de sustentabilidade? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! A adoção de fontes renováveis de energia vem sendo discutida desde a década de 1970. Em 1997, com a elaboração do Protocolo de Quioto, foram tomadas medidas para a redução de mudanças climáticas e de gases de Efeito Estufa. Uma das medidas para isto é a adoção das fontes renováveis de energia, para diminuir impactos ambientais e promover desenvolvimento sustentável. Como este é um tema de muita importância, decidimos abordá-lo aqui! Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o TEMA DE REDAÇÃO DA SEMANA, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! FILME | O Menino que Descobriu o Vento O filme da Netflix mostra a história de William KamKwamba, um garoto cujo maior sonho é poder estudar. Mas, por conta de várias dificuldades que sua família vem passando, ele precisa abandonar a escola que tanto ama. Além disso, nos deparamos com o problema da seca na região onde William vivia. Através da sua força de vontade e resiliência, o garoto conseguiu um grande feito: um moinho de vento capaz de bombear água que, por sua vez, ia direto para as plantações, garantindo assim o sustento da família. Pegue sua pipoca e seu caderno e curta o filme! ARTIGO | Etanol, biodiesel e eólica como fonte renovável de energia para diminuir impactos ambientais e a sustentabilidade no Brasil Este artigo, como o próprio nome sugere, aborda a importância do uso de etanol, biodiesel e energia eólica no Brasil. É interessante destacar, acerca da energia eólica, que a conversão da energia cinética dos ventos em mecânica vem sendo utilizada há mais de 3000 anos! Pegue seu caderno e leia o artigo com calma, destacando os dados que forem relevantes. MATÉRIA | Legislação e papel das energias renováveis no Brasil Sugerimos a leitura desta matéria para que você conheça a legislação brasileira que envolve as energias renováveis. É importante realizar a leitura com calma e construir uma linha do tempo contendo as principais leis e diretrizes sobre o assunto. DOCUMENTÁRIO | Futuro Energético (2010) Existe uma urgência sobre a definição de novos caminhos e a busca por novas alternativas quando se trata de matriz energética, e esse cenário é amplamente explorado pelo documentário “Futuro Energético” (Powering the Future – The Energy Planet, 2010), produzido pelo Discovery HD Showcase. No documentário, são descritas as principais alternativas de fontes para geração de energia: eólica, solar, hidrelétricas e energia geotérmica. Apresentado pelo cientista cinegalês M. Sanjayan, da organização The Nature Conservancy e com participação do físico Michio Katu, da City College of New York, o documentário traz um cenário de desequilíbrio e inconsistência entre o consumo e a geração de energia e busca promover uma reflexão sobre o estilo de vida extrativista do planeta e a importância da diversificação das fontes de energia. DOCUMENTÁRIO | Power – O Poder por trás da Energia (2015) Este documentário foi produzido pelo History Channel e trata sobre a história de importantes nomes que dedicaram suas vidas para encontrar novas formas de se obter energia. Nikola Tesla, Alexander Graham Bell, Eugene Mallove e Rudolf Diesel são alguns desses nomes que usaram sua criatividade e conhecimento para desenvolver novas técnicas de geração de energia. Através de entrevistas, materiais de arquivos e recriações, o documentário não apenas explica a trajetória desses grandes nomes, como também retrata os interesses obscuros que estavam por trás da descoberta de novas formas de geração de energia. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Agora, é hora de botar a mão na massa e escrever o seu texto! Não se esqueça de enviá-lo em nossa plataforma após finalizá-lo: nossos professores corrigem redações em até 3 dias úteis!

Você já escreveu alguma redação sobre ”Energias renováveis como mecanismo de sustentabilidade”? Confira o tema da semana e escreva o seu texto! Os conceitos “sustentabilidade” e “desenvolvimento sustentável” vêm sendo debatidos desde a década de 1970. De lá para cá, muitas áreas da sociedade foram se adaptando a estes conceitos. A legislação, por exemplo, é uma delas. Devido à importância deste assunto, decidimos trazer um tema que fale a respeito das energias renováveis. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Energias renováveis como mecanismo de sustentabilidade”. TEXTO 1 Desenvolvimento Sustentável e Energias Renováveis O desenvolvimento sustentável é caracterizado por ações que não comprometem as gerações futuras, como um sistema de desenvolvimento global, que se preocupa com a quantidade de extração de matéria-prima, impactos ambientais, entre outros. Sendo assim, o exercício da sustentabilidade defende que as necessidades de satisfazer suas vontades atualmente não podem prejudicar seus filhos, netos e bisnetos, por exemplo. Enquanto isso, as energias renováveis, basicamente, possuem origem a partir de recursos naturais que são constantemente reabastecidos, como o sol, vento, água, marés e ondas. No entanto, um tipo de energia renovável não é, necessariamente, uma energia sustentável, visto que ela precisa ser inesgotável. Portanto, a sustentabilidade trata-se apenas de uma forma de manter o desenvolvimento energético atual, podendo esgotar a qualquer momento. Desta forma, o desenvolvimento sustentável só é estabelecido a partir da harmonia entre três eixos essenciais: ambiental, social e econômico. Para sua evolução, tanto as energias renováveis quanto as sustentáveis são responsáveis por medir o uso de recursos naturais, bem como preservar o meio ambiente, a fim de alcançar um nível de desenvolvimento ambiental, social e econômico favorável. Energia e Sustentabilidade: Entenda a importância Quando pensamos em energia e sustentabilidade, devemos considerar a importância da união desses dois fatores nos dias atuais. Desta forma, a utilização de fontes de energia renováveis é fundamental para que as gerações futuras não sejam afetadas, uma vez que os recursos não se esgotam e estão disponíveis gratuitamente. A sustentabilidade possui um papel muito importante não só como fator principal na geração de energia limpa como também em questões sociais, econômicas e ambientais. Sendo assim, além de contribuírem para a diminuição dos impactos ao meio ambiente, as fontes renováveis auxiliam na economia das contas de luz em até 95%, o que permite que localidades de baixa renda tenham acesso à energia elétrica. Além disso, tanto o espaço urbano quanto rural têm crescido amplamente, o que implica na maior utilização de energia convencional, auxiliando cada vez mais em questões como a emissão de gases poluentes, desmatamento e aquecimento global. Portanto, o aproveitamento de recursos renováveis é essencial para a manutenção do nosso planeta de modo sustentável, garantindo um futuro com segurança energética para nossos familiares. Neste sentido, utilizar tipos de energia limpa, como a solar, significa pensar adiante e contribuir para que, a longo prazo, os índices de poluição e espalhamento dos gases de efeito estufa diminuam e não afetem a nossa atmosfera. Isso fará com que as paisagens naturais não sejam alteradas, além de manter a constância de fatores climáticos, que são muito importantes para a geração de energia fotovoltaica, por exemplo. Exemplos de sustentabilidade no dia a dia: Economizar energia e água. Reciclar lixo. Fazer compostagem. Reutilizar água. Escolher materiais reutilizáveis. Separar óleo de cozinha para doação. Reduzir utilização de carros e motos. Utilizar casas ecológicas. Implementar políticas sustentáveis em empresas. A energia sustentável no mundo Você sabia que: Em 2012 a Organização das Nações Unidas – ONU elegeu 2012 como o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, no mesmo ano que aconteceu a Rio+20. De acordo com um estudo americano do ‘Brookings Institute’, a energia sustentável cria até 3 vezes mais empregos do que os combustíveis fósseis. De acordo com o mesmo estudo, o salário das pessoas que trabalham com energia sustentável é, em média, 13% maior em relação a média nacional. O setor de energia sustentável no Brasil está crescendo, em média, 20% ao ano. O de energia solar deve crescer por volta de 300% em 2016 e continuar um crescimento acelerado nas próximas décadas. Fonte: portal solar TEXTO 2 Você já parou para pensar em quanta energia gasta todos os dias? E não só na forma de eletricidade, mas também de combustível fóssil, como a gasolina e o álcool. Bilhões de pessoas provavelmente também não fazem essa reflexão, o que aumenta consideravelmente o consumo energético ao redor do mundo. Como a maioria desses recursos não é infinito, aumenta também a necessidade de pensarmos em energias renováveis. Esse é um tema bastante recorrente, mas que ainda é surpreendentemente pouco esclarecido. Basta andar pela sua cidade e ver quantas pessoas realmente utilizam esses tipos de fonte de energia no dia a dia. Dependendo de onde você mora, inclusive, pode ser algo completamente fora da realidade. Porém, com as smart cities se tornando uma tendência para diversos negócios, esse tipo de solução tende a deixar de ser um luxo para se tornar uma obrigatoriedade. Se você ainda não está informado sobre esse tema, é melhor se atualizar! Continue lendo e veja tudo que precisa saber sobre formas alternativas de energia e como elas são aplicadas. Entendendo o que são as energias renováveis Como o nome já deixa a entender, estas são fontes de energia que, para todos os efeitos, não se esgotam. Isso faz algumas pessoas acharem que elas estão disponíveis 100% do tempo, mas não é bem assim que funciona. A verdade é que essas fontes de energia passam por uma renovação constante, indo do fim ao começo da cadeia ao longo do tempo. Pense em como os recursos naturais funcionam em ciclos. A água do mar gera chuva, que nutre nascentes, rios e outras fontes que usamos para beber. Os animais se alimentam e os restos voltam à terra, fertilizando o solo e as plantas, garantindo que tudo seja aproveitado. O mesmo princípio se aplica à energia renovável. Desde que o consumo não exceda o limite do

Quer saber mais sobre pressão escolar e saúde mental? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! Se você é estudante, já deve ter se deparado com este assunto em algum momento. Os casos de depressão, por exemplo, têm aumentado quando falamos de estudantes que estão se preparando para vestibulares. A cobrança por resultados, a pressão para se sair bem e até mesmo a competição com os colegas são desencadeadores de doenças mentais. Por isso decidimos abordar este tema aqui! Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o tema desta semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! MATÉRIA | Dinheiro e pressão na escola são as maiores causas de ansiedade para jovens no Brasil Esta matéria cita um estudo que concluí que apenas 16% dos adolescentes brasileiros se sentem “emocionalmente bem”. A conclusão da Fundação Varkey, que realizou a pesquisa, é a de que problemas com dinheiro e a pressão escolar são as maiores fontes de ansiedade para os adolescentes brasileiros. Vale a pena ler a matéria e anotar os dados citados, para ajudar a desenvolver a argumentação. LIVRO | Saúde Mental na Escola: O que os Educadores Devem Saber Este livro é interessante pois aborda o papel da escola e, mais especificamente, dos professores, no que diz respeito à saúde mental dos estudantes. A obra traz dicas e exemplos que auxiliam os educadores a lidarem com questões de saúde mental na escola. SÉRIE | Os 13 porquês Baseada na obra literária de mesmo nome, do autor Jay Asher, a série aborda muitos assuntos polêmicos que envolvem problemas na adolescência, como depressão, bullying, abuso sexual e suicídio. Os episódios contam a vida de Hanna Baker, adolescente que se suicida e deixa 7 fitas com gravações onde enumera 13 razões que a levaram ao suicídio. Dentre os motivos estão alguns relacionados especificamente à escola, como o bullying sofrido pela aluna quando os colegas colocam seu nome na lista sobre as garotas mais atraentes da escola. Por fim, descobrimos que, após passar por diversos momentos difíceis na escola, Hanna conta sua história para o conselheiro escolar Kevin Potter, que duvida das narrativas contadas pela jovem. Ao assistir a série, é importante notar como a postura do conselheiro impacta a decisão de Hanna de tirar sua vida, e como o final poderia ter sido diferente. VÍDEO | Saúde mental na escola e na universidade Neste vídeo, a Youtuber Louie ponto fala sobre a ansiedade que o mestrado desencadeou em sua vida. Além disso, Louie narra histórias vivias enquanto estava no ensino médio, como a convivência com professores homofóbicos. Vale a pena assistir ao vídeo para entender quais vivências escolares podem ser gatilhos para os transtornos mentais dos adolescentes. SÉRIE | Merlí Esta série narra o cotidiano de Merlí Bergeron, um professor de filosofia que tem métodos nada tradicionais de ensino. No decorrer dos episódios o público vai conhecendo as histórias dos alunos de Merlí. O professor, então, ajuda os alunos a solucionarem seus problemas pessoais, que envolvem desde questões com os pais até a pressão sofrida no ambiente escolar. FILME | The Breakfast Club (Clube dos Cinco) Estreado em 1985, o filme conta a história de 5 estudantes totalmente diferentes que são forçados a passar um sábado na escola, na detenção. No decorrer do longa os telespectadores conhecem as perspectivas dos jovens, que relatam seus problemas familiares e que não sabem lidar com a pressão constante sobre eles (ou com a falta desta). Vale a pena assistir a este clássico e fazer as suas anotações! FILME | Sociedade dos Poetas Mortos John Keating, o novo professor de Inglês, começa a lecionar em escola preparatória de meninos conhecida pelo alto padrão e tradicionalismo. Utilizando métodos não muito ortodoxos para atingir seus alunos, que enfrentam enormes pressões de seus pais e da escola, ele os ajuda a se livrarem da timidez, seguirem seus sonhos e aproveitarem cada dia. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Organize os repertórios e escreva seu texto!

Você já parou para refletir sobre ”Pressão escolar e saúde mental”? Confira o tema da semana e escreva a sua redação sobre ele! A pressão para se sair bem na escola afeta diversos alunos. Em temos de pandemia, alunos e professores se viram em uma situação inusitada, pois agora o foco é o ensino a distância. Sendo assim, é importante a reflexão acerca da pressão escolar e saúde mental nos dias de hoje. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Pressão escolar e saúde mental”. TEXTO 1 No contexto da pandemia de Covid-19, muitos foram os desafios impostos pela necessidade de cumprir os protocolos de controle da doença. Na rotina dos estudantes, a pressão escolar é grande, afeta a estabilidade psicológica e causa impactos negativos preocupantes. Por essa razão, é necessário buscar medidas que preservem a saúde mental de crianças e adolescentes. Tendo isso em vista, o psicólogo Antônio Chaves Filho, irá explicar como a pressão escolar impacta a saúde dos jovens, principalmente, nos períodos de provas finais e na chegada do Enem e de outros vestibulares. Entenda o que deve ser feito para que essa pressão não resulte em comprometimentos emocionais e em sensações potencialmente negativas. Relação entre pressão escolar e saúde mental A necessidade de isolamento social criou um cenário propício para situações de estresse e ansiedade, o que compromete tanto a saúde mental dos educadores quanto a dos estudantes que sofrem com a pressão escolar na pandemia. As mudanças no processo de ensino e aprendizagem comprometem não apenas a qualidade do ensino, como aumentam os riscos de desajustes mentais. Todo esse processo gera um sofrimento psíquico e contribui para o desenvolvimento de sintomas que colocam em xeque a estabilidade emocional do estudante. Os mais evidentes são irritabilidade, apatia, insônia, mau humor, desinteresse pela escola e problemas de concentração. Além disso, as aulas remotas causam maior pressão escolar porque responsabilizam a criança e o adolescente pelo próprio aprendizado. Por ser muito diferente dos meios convencionais, essa prática gera muita preocupação entre os profissionais da saúde. Tanto que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) elaborou uma cartilha com orientações sobre a saúde da criança e do adolescente na pandemia. Nessas circunstâncias, os estudantes sofrem uma sobrecarga enorme, tornam-se mais vulneráveis à depressão, aos sentimentos de frustração e ao esgotamento mental. Por isso, crianças e adolescentes necessitam de mais apoio dos pais e de avaliação profissional para reequilibrar as sensações. Ensino remoto e os reflexos na qualidade de vida O ensino remoto também tem seus desafios no quesito qualidade de vida, já que o fato de o aluno ter que dar conta de suas tarefas escolares praticamente sozinho gera muita insegurança. Devido à pandemia de coronavírus, todos tiveram que se adaptar, de forma abrupta, a esse novo modelo de ensino. O setor da Educação foi um dos mais afetados pela atual pandemia, o que resultou em grandes impactos do ensino remoto sobre o bem-estar e a qualidade de vida de alunos e professores. De repente, berçários, escolas e faculdades foram fechadas e todos precisaram se adaptar a essa metodologia. Na verdade, ninguém estava preparado para lidar com os desafios impostos pela pandemia. Consequentemente, novas sensações negativas afloraram e influenciaram a estabilidade psicológica de pais, educadores e alunos. Quanto mais nova a criança, mais variável é o seu comportamento e menor a capacidade para lidar com o estresse e os desafios diários, segundo o Jornal da USP. Além de todas as correlações mentais associadas ao período de quarentena, o medo de tirar nota baixa e de ser reprovado no final do ano também influencia bastante e gera muitos conflitos. Nesse contexto, pais e professores precisam apoiar os estudantes e, se necessário, encaminhá-los para avaliação com um profissional especializado no cuidado com as emoções. Necessidade de atenção à pressão pré-vestibular Época de vestibular é, geralmente, um período de tensão familiar. O jovem vestibulando precisa se adaptar a uma jornada diferente e dedicar grande parte do dia e da noite a horas de estudo. Por essa razão, muitos estudantes abrem mão de várias coisas durante essa etapa e entram em uma rotina que exige muita dedicação e esforço. Nessa perspectiva, percebe-se que a maioria dos jovens está batalhando cada vez mais por bons resultados no Enem e nos vestibulares mais concorridos de faculdades públicas. Nessas circunstâncias, ainda há uma sobrecarga enorme de desafios gerados pela pressão escolar, sobretudo, para estudantes concluintes do Ensino Médio. Essa rotina exige muitas horas de estudo e, com isso, pode prejudicar a saúde física e gerar desequilíbrios na saúde mental. São incontáveis listas de exercícios e aulas em demasia que levam ao cansaço mental extremo, noites mal dormidas, irritabilidade e crise de pânico. Muitos jovens recorrem a medicamentos para aperfeiçoar o desempenho, pois além da pressão escolar, ainda existe a incerteza de qual carreira seguir. Cobranças familiares e a pressão dos pais sobre a escolha do curso geram medo e angústia. Porém, adultos devem ter a sensatez de deixar que o filho faça essa escolha, de acordo com a vocação dele e vontade própria. Fonte: hospital santa monica TEXTO 2 A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta: 1 em cada 5 adolescentes enfrentará problemas de saúde mental, cujos casos cresceram exponencialmente nos últimos 25 anos. A maior parte, porém, não é diagnosticada ou tratada. Na escola, problemas de saúde mental podem piorar o desempenho e ampliar a evasão escolar. Embora a capacitação de professores seja uma medida importante, a saúde mental ainda está fora da formação. “Na classe de 30 alunos, estima-se que entre 3 e 5 terão algum problema de saúde mental, incluindo transtornos de ansiedade, depressão e déficit de atenção e hiperatividade”, explica Rodrigo Bressan, autor de Saúde Mental na Escola e fundador do Y-Mind – Centro de Prevenção em Transtornos Mentais, que defende uma maior conscientização sobre o tema para os educadores. 75% dos transtornos mentais começam antes dos 24 anos50% dos transtornos mentais começam antes dos 14 anos18% foi

O Exame Nacional do Ensino Médio está chegando e a pergunta que todos precisam fazer a si mesmos é: o que devo estudar nesta reta final de preparação, faltando menos de 100 dias para o ENEM? Ainda estamos em tempos de pandemia e de ensino não presencial, porém, mesmo com as adversidades, o ENEM – tanto o impresso quanto o digital – ocorre nos dias 21 e 28 de novembro. É isso mesmo, faltam menos de 100 dias para o ENEM! Sendo assim, é importante manter o foco nesta reta final e se preparar para a prova de redação, pois ela fará a diferença na nota total dos candidatos. Se você não sabe como manter os estudos nestes últimos meses de preparação, leia abaixo as 6 dicas que trouxemos, direcionadas para o estudo da redação nos próximos 4 meses. 1. Faça uma análise diagnóstica do seu desempenho Antes de qualquer coisa, é importante entender como está o seu desempenho na redação. Assim, escreva um texto e encaminhe para um professor fazer a correção. Após receber a correção, perceba quais são os seus pontos fracos: em quais competências você tem mais dificuldades e quais os desvios mais repetitivos. Além disso, observe a nota final atingida por você nesta redação e qual a nota final que você pretende atingir no Enem, para então saber o quanto você precisa melhorar. 2. Faça exercícios de interpretação de temas e crie caderno de repertórios por eixo temático Já escrevemos, anteriormente, sobre o estudo de redação por eixos temáticos. Para se preparar, é importante que você crie um caderno de repertórios, no qual você irá anotar todos os eixos temáticos e possíveis repertórios para o assunto. Alguns exemplos de eixos temáticos são: educação, meio ambiente e sustentabilidade, segurança, etc. Para cada eixo temático estudado, você pode realizar anotações sobre os repertórios que podem ser utilizados. Guie-se por meio da folha abaixo para otimizar seus estudos: 3. Releia a Cartilha do Participante Para que você saiba como melhorar a sua nota nas 5 competências do Enem é preciso, primeiro, entender o que é cobrado em cada uma das competências. A Cartilha do Participante, sobre a redação do Enem 2020, pode ser encontrada aqui. Ao estudar a cartilha, faça suas próprias anotações sobre cada uma das competências (focando nos aspectos que você precisa melhorar) e também tenha atenção às situações que levam à nota zero. Além disso, aqui no blog nós já publicamos diversas dicas sobre o que é cobrado em cada uma das competências – vale a pena o estudo! Leia os seguintes artigos: Competência 1, Competência 2, Competência 3, Competência 4, Competência 5; 4. Analise redações nota máxima de edições anteriores Muitas pessoas pensam que apenas praticar a escrita de redações é o suficiente para se preparar para o Enem. Porém, ter conhecimento sobre as provas anteriores e também sobre como são as redações que já alcançaram a nota máxima no exame é extremamente importante. Desta forma, é essencial que você tire um tempo para ler as redações que atingiram 1000 nas edições passadas e que faça anotações sobre os aspectos em comuns nesses textos. Como dica extra, veja a nossa postagem analisando a redação nota 1000 do Alan, nosso aluno que atingiu esta nota na edição passada do Enem. Além disso, temos episódios, em nosso podcast Papo Redação, em que também analisamos a redação do Alan e outras redações nota máxima. 5. Foque no planejamento do seu texto Aqui está uma dica importante para otimizar seus estudos: muitos alunos simplesmente “pulam” este passo no momento da escrita. Já escrevemos sobre a importância de planejar a escrita do seu texto, então, vale a pena voltar para aquelas dicas e colocá-las em prática. Para poder se organizar melhor, você pode guiar o seu planejamento seguindo a imagem abaixo: 6. Pratique a escrita de redações Mesmo que faltem menos de 100 dias para o ENEM, você deve continuar focando na escrita e na reescrita de redações. Para isso, é importante que você escreva e encaminhe o seu texto para que ele seja corrigido por um profissional capacitado. Em nossa plataforma, nossos professores estão prontos para avaliar a sua redação e para deixar dicas direcionadas e específicas para que você entenda como pode melhorar a escrita da sua redação. Aqui, o importante não é apenas escrever, mas sim receber feedbacks dos professores e colocar em prática as dicas deixadas. Portanto, até outubro, o ideal é que você escreva 2 redações por semana e, no mês de novembro, escreva um texto a cada semana. Neste último mês o foco precisa ser nos aspectos a serem melhorados. Por isso, escreva uma redação por semana e vá verificando os erros cometidos para buscar corrigi-los. Está pronto para colocar as nossas dicas em prática? Acesse nossa plataforma e comece a enviar seus textos:

Quer saber mais sobre a representatividade no esporte? Confira a lista de repertórios que preparamos para o tema! Se você gosta de praticar algum esporte, com certeza deve saber que estamos em época de Olimpíadas, certo? Nos noticiários, inclusive, há gente dizendo que estas são as Olimpíadas das mulheres, pois elas têm conquistado boa parte das medalhas nas provas. Nesta edição dos jogos as mulheres brasileiras já quebraram o recorde de medalhas conquistadas: são 8 pódios (dentre ouro, prata e bronze) até agora. Mas, além das mulheres, é interessante destacar outras minorias que vêm tendo visibilidade nos esportes, e é sobre isso que iremos falar agora! Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o tema da semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! Livro sobre representatividade no esporte | O dia em que as mulheres viraram a cabeça dos homens Já abordamos aqui, anteriormente, questões relacionadas ao futebol feminino. Neste livro o assunto é o mesmo: René Rodrigues Simões conta sobre como foi o convite e o processo de aceitação para ser o treinador da seleção feminina brasileira de futebol. A leitura vale a pena, como uma forma de ter contato mais aprofundado com a história do futebol feminino brasileiro (apesar de ser um livro escrito por um homem). Encontrado em: Amazon. FILME | Uma skatista radical Nas Olimpíadas todos se emocionaram com Rayssa Leal, a brasileira nordestina de 13 anos que conquistou medalha de prata na modalidade de Skate Street. Indo para as telonas, a Netflix disponibiliza o filme “Uma skatista radical”. Este filme é muito emocionante pois nele nos deparamos com a dura realidade das famílias e, principalmente, das meninas que vivem na região rural da Índia e têm de seguir fielmente as tradições do país. Aqui conhecemos Prerna, que encontra no skate o refúgio para a sua vida. O destaque nos créditos do filme é emocionante, pois descobrimos, neste momento, que para a produção do filme houve a construção de uma pista de skate real naquela região da Índia. Assim, hoje o Desert Dolphin Skatepark é um dos maiores partes que skate no país, e tudo isso graças às filmagens. A seguir, confira um vídeo sobre como usar a fadinha do Skate Street brasileiro em suas redações: FILME | King Richard: Criando Campeãs Venus e Serena Williams são duas estrelas do tênis americano. Este filme, estrelado por Will Smith, narra a história de Richard Williams, o pai das duas jogadoras. A produção mostra detalhes de todos os obstáculos superados pelo pai e pelas meninas. Além disso, há ensinamentos de Richard sobre empoderamento negro e de classes, fazendo com que as duas viessem a se tornar referência para muitas outras jovens negras e pobres pelo mundo. O filme ainda não foi lançado, mas podemos assistir ao trailer: A estreia do longa está prevista para o dia 19 de novembro deste ano, nos cinemas e na HBO Max. ARTIGO | Uma Análise da Representatividade Feminina nos Esportes Eletrônicos Os e-Sports ou esportes eletrônicos são termos que se referem às competições de jogos eletrônicos em que os embates são realizados por profissionais e assistidos por uma audiência presencial ou online. O artigo em questão propõe uma reflexão sobre a participação feminina nos e-Sports. O primeiro registro de uma competidora em campeonatos deste gênero ocorreu apenas em 2000, com Lee Ji Eun. Além disso, no Brasil apenas 3 campeonatos femininos foram realizados até hoje. Sendo assim, percebe-se que ainda há muito a melhorar quando falamos de representatividade feminina nos e-Sports. O artigo pode ser encontrado aqui. FILME | Menina de ouro Menina de Ouro é um filme de 2004 do gênero drama. Foi indicado a 7 categorias do Oscar, tendo vencido como melhor filme, melhor diretor, melhor atriz e melhor ator coadjuvante. Com este repertório, não tinha como deixar este filme de fora da nossa lista. Confira a sinopse do filme abaixo: Frankie Dunn (Clint Eastwood) passou a vida nos ringues, tendo agenciado e treinado grandes boxeadores. Frankie costuma passar aos lutadores com quem trabalha a mesma lição que segue para sua vida: antes de tudo, se proteja. Magoado com o afastamento de sua filha, Frankie é uma pessoa fechada e que apenas se relaciona com Scrap (Morgan Freeman), seu único amigo, que cuida também de seu ginásio. Até que surge em sua vida Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma jovem determinada que possui um dom ainda não lapidado para lutar boxe. Maggie quer que Frankie a treine, mas ele não aceita treinar mulheres e, além do mais, acredita que ela esteja velha demais para iniciar uma carreira no boxe. Apesar da negativa de Frankie, Maggie decide treinar diariamente no ginásio. Ela recebe o apoio de Scrap, que a encoraja a seguir adiante. Vencido pela determinação de Maggie, Frankie enfim aceita ser seu treinador. Atualmente, o longa está disponível na Amazon Prime Video. Representatividade LGBT nas Olimpíadas | Douglas Souza Neste artigo aqui você irá conhecer mais sobre o jogador de voleibol Douglas Souza. O jogador ganhou fama durante os jogos olímpicos, por postar vídeos e fotos descontraídas. Apesar de a sua homossexualidade não ser o foco dos vídeos, Douglas sabe a importância de ser o único jogador homossexual na seleção brasileira de vôlei. Vale a pena a leitura do artigo. Trouxemos materiais e conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! Após escrever a sua redação, não se esqueça de enviá-la pra gente! Nós corrigimos seus textos em até 3 dias úteis!

Você já parou para pensar na importância da ”Representatividade no esporte ”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Nos últimos dias o mundo todo parou para assistir às competições dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Aqui no Brasil não foi diferente: nos emocionamos com o skate, com as medalhas da ginástica artística e com os saques do voleibol. O esporte emociona, porém, é importante falarmos também sobre representatividade em relação a isso. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Representatividade no esporte”. TEXTO 1 As histórias são mais raras do que no passado, mas ainda machucam. Se a representatividade dos negros cresceu nas delegações olímpicas e paralímpicas do Brasil nos últimos anos, o racismo infelizmente não abandonou o cotidiano destes atletas. Seja no ambiente esportivo ou fora dele, de forma velada ou explícita, o preconceito ainda se faz presente. Quando se observa as posições de poder do esporte nacional, o cenário ainda é discrepante. Nenhum dos 33 presidentes das Confederações Olímpicas Brasileiras é negro – Gerli Santos foi o mandatário da Confederação Brasileira de Esgrima (CBE) por quatro anos, mas não segue mais no cargo. Entre os principais dirigentes do Comitê Olímpico do Brasil, todos são brancos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirma que mais da metade da população brasileira se declara negra ou parda no censo. Mas nem o COB nem o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) possuem um levantamento preciso sobre quantos eram os atletas negros a competirem na Rio 2016. Como esta declaração de etnia, pelos conceitos do IBGE, é pessoal e voluntária, não podemos precisar a expressão total da participação negra nas delegações nacionais. Fonte: ge globo – Consciência negra: representatividade no esporte cresce, mas racismo ainda fere TEXTO 2 Lucas Alcântara, homem trans e corredor, relatou um pouco de sua história em entrevista ao Eu Atleta, Globo. Lucas destacou a importância da representatividade em todos os segmentos, pois é uma forma de encorajar e inspirar outras pessoas e outras histórias. “Em 2017, eu entendi que era uma pessoa trans e me dediquei muito à corrida, porque era uma forma de terapia também” – lembra o esportista, explicitando que a atividade física o ajudou a superar as adversidades. “Quando um clube lança uma modalidade, a tendência é que outros façam o mesmo com o tempo. Acredito muito que o esporte é um meio de interação social muito grande, tem um papel importante na vida das pessoas. Poder liderar esse grupo, com pessoas em vários níveis diferentes, está sendo bem especial. Acredito que vá ser um divisor de águas na modalidade no meio LGBTQIA+ no Rio, fortalecendo o esporte”, disse. “Participando de competições, mostramos que nós existimos, que o esporte LGBTQIA+ existe, que a gente pode jogar futebol, correr, fazer o que quiser. É importante sermos vistos”, destaca. Fonte: observatoriog uol – Homem trans, líder de equipe de corrida relata sua história e comemora representatividade TEXTO 3 Todos os dias, mulheres no mundo todo enfrentam obstáculos pelo simples fato de serem… mulheres. No esporte, não é diferente. A prática de exercícios físicos por mulheres no país é 40% inferior aos homens, segundo o relatório “Movimento é Vida”, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – um indicativo de que o cenário esportivo ainda tem muita desigualdade de gênero. Por trás de todos os dados, números e pesquisas, temos histórias fortes, recorrentes e graves, como a de Gisele Vale, enfermeira obstetra: – Eu já sofri um estupro na rua, isso acabou com meu psicológico. Buscar uma arte marcial me deu segurança, voltei a ter vida – desabafou. Gisele faz parte de um grupo exclusivamente feminino reunido pela securitária e faixa preta Pricila Engelberg para encorajar mulheres que querem praticar o jiu-jitsu, mas não têm meios nem companhia do mesmo sexo. – Eu comecei o jiu-jitsu quando ainda era muito machista, quase não tinham mulheres, quase 90% homens e duas mulheres no tatame. Tinha o preconceito de ser faixa branca, eles não queriam treinar comigo. Você tem que dar a cara à tapa, mostrar que não é a força que vai garantir a finalização, mas a técnica – contou Pricila, sobre os treinos do jiu-jitsu entre homens e mulheres. A professora e pesquisadora da Unicamp, de Campinas, Helena Altmann é quem escreveu o artigo complementar “Atividades Físicas Esportivas e Mulheres no Brasil”. Ela lembra que na legislação brasileira, no período da ditadura militar, esportes como o jiu-jitsu já foram proibidos para mulheres. “Art. 54. Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza, devendo, para este efeito, o Conselho Nacional de Desportos baixar as necessárias instruções às entidades desportivas do país” (DECRETO-LEI Nº 3.199, DE 14 DE ABRIL DE 1941). Em 1965, o Conselho Nacional de Desportos deliberou: 2. Não é permitida [às mulheres] a prática de lutas de qualquer natureza, futebol, futebol de salão, futebol de praia, polo-aquático, pólo, rugby, halterofilismo e baseball. A cultura de não incentivar as mulheres aos esportes, principalmente coletivos, pode ser explicada inclusive pelo pouco acesso ao lazer devido às tarefas domésticas, que ocupam em média 20,5 horas semanais das mulheres, enquanto os homens gastam 10 horas por semana nas atividades de casa. A falta de segurança, o preconceito, a falta de incentivo nas escolas, todos esses são fatores que devem ser apontados quando se constata que o esporte no Brasil não tem o mesmo acesso por meninos e meninas. O relatório do PNUD indica uma urgência em se criar políticas públicas que possam permitir maior igualdade. Fonte: ge globo – Mulheres no Esporte: o tabu e a história por trás da pouca representatividade feminina Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Representatividade no esporte”. Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Existem diversos modelos prontos de redações por aí. Mas será que eles podem fazer você atingir a nota máxima? Citações “coringas”, modelos de introdução que “funcionam” para qualquer tema, repertório que pode ser aplicado a todos os tipos de redação… as facilidades dos modelos prontos são inúmeras. Porém, é preciso ter bastante cuidado ao aplicar isso em uma redação, pois as chances de haver penalização são inúmeras. Para entender melhor sobre isso, veja as informações que trouxemos sobre as diferenças entre modelo pronto e estrutura fixa da redação. 1. As armadilhas dos modelos prontos Aqui no Redação Online nós não indicamos o uso de modelos prontos na redação. Os modelos prontos apresentam sempre a mesma forma de direcionamento de teses. No Enem, estes modelos têm uma baixa porcentagem de funcionar. Para vestibulares e concursos, as bancas costumam fazer uma correção holística, mais criteriosa, e por isso nestas provas o uso de modelos prontos tende a ser bastante penalizado. As bancas têm, cada vez mais, ficado atentas a este tipo de prática. Um exemplo disso é o vestibular da UFSC, em que a banca deixa claro que tais modelos ou trechos prontos podem ser penalizados como plágio no momento da correção, sendo punidos com nota zero. Um outro problema de o aluno utilizar modelos prontos é que ele acaba não aprendendo de forma real. Ou seja, ele não lida com as suas dificuldades de escrita, e quando estiver no ensino superior, por exemplo, terá dificuldades em relação a isso. Sendo assim, o ideal é que o aluno pratique a escrita e utilize a redação para melhorar os pontos em que tem mais dificuldade. Além disso, os modelos prontos, em vez de ajudarem, podem atrapalhar. Um modelo pronto bem comum é aquele que sempre aborda os problemas relacionados ao tema, porém isso não funciona para todos os temas. Para deixar isso claro, vejamos os temas em que este estilo de modelo pronto não se encaixaria: Enem 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil; Enem 2014: “Publicidade infantil em questão no Brasil”; Enem 2016: “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”. Estes três temas não permitem o desenvolvimento de “problemas” na redação. Um pede que você indique efeitos, o outro pede que você questione a publicidade infantil e o outro espera que você desenvolva caminhos. Portanto, ao preparar um modelo pronto específico, o candidato, ao se deparar com temas como estes, terá extrema dificuldade para desenvolver um texto de qualidade. Além disso, as citações prontas, usadas nestes modelos, na maioria das vezes não são consideradas repertórios pertinentes ao tema, o que faz com que o aluno seja penalizado. 2. A importância de encontrar o seu “estilo” de estruturar a redação O “esqueleto” da redação, que é a forma como o aluno estrutura o seu texto, surge a partir das várias práticas de escrita de redação. Com o tempo e com a prática, cada pessoa encontra o seu próprio estilo de escrita, que é único e pessoal. São características particulares, percebidas com o tempo e com as escritas e reescritas. Por isso é tão importante praticar a redação. Com a prática, cada pessoa encontra a própria forma de escrever e se sente confortável e segura para seguir neste caminho. Além disso, esta prática faz com que o aluno desenvolva seus próprios repertórios e consiga encaixá-los nos textos de forma produtiva. Sendo assim, a estrutura da redação é algo pessoal, encontrado a partir de práticas únicas de escrita. Com a experiência da escrita cada um encontra formas próprias de iniciar sua introdução, de elaborar os argumentos e maneiras de trazer os 5 elementos na proposta interventiva (nos casos de textos de modelo Enem). Com isso, os textos não serão considerados plágios de outras redações e as chances de o aluno apresentar um projeto de texto estratégica são maiores. Depois disso tudo, você ainda pensa em utilizar modelos prontos? Você se sente inseguro para desenvolver seu próprio estilo de escrita? Nós podemos ajudar! Nossos corretores estão prontos para te auxiliar nessa busca! Acesse nosso site e comece a estudar em nossa plataforma!

Quer saber mais sobre relacionamento abusivo entre pais e filhos? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! Que atire a primeira pedra quem nunca pensou que nossos pais são os grandes responsáveis por nossas crises, choros e traumas. A verdade é que todo tipo de relacionamento é complicado em algum nível, pois nenhuma pessoa é igual à outra. Quando falamos de pais, então, a coisa tende a piorar, pois passamos as primeiras etapas da nossa vida ao lado deles (infância e adolescência, pelo menos). Estas primeiras etapas são aquelas em que nos sentimos mais sensíveis e inseguros, e por isso tudo que nossos pais fazem ou dizem tende a nos afetar. Para ajudar a desenvolver a sua tese e preparar os seus argumentos sobre o tema dessa semana, trouxemos conteúdos que tratam sobre o assunto. Assim, estude-os e selecione aqueles que vão te auxiliar na defesa do seu ponto de vista na redação. Boa leitura! Precisamos falar sobre filhos que estão em quarentena com pais abusivos Não é fácil identificar uma relação abusiva, e é ainda mais complicado de ver isto em relações entre pais e filhos. Neste artigo você irá ler sobre os filhos que estão isolados em quarentena com pais abusivos. As dificuldades com relação a isto são duas: identificar a relação tóxica e superá-la, pois, diferente de namoros, não há como simplesmente “terminar” uma relação com os pais. Leia o artigo com calma, para entender mais sobre o assunto antes de iniciar a escrita da sua redação. Framing Britney Spears: A Vida de uma Estrela | Movimento #FreeBritney Neste documentário, disponível no Globoplay, pessoas próximas à cantora avaliam sua carreira, enquanto ela batalha com o pai no tribunal. Além do documentário, é importante destacar o movimento “Free Britney”, que pede a liberdade da cantora. Desde 2008 os bens, a carreira e a vida pessoal de Britney são controlados pelo pai, Jamie Spears. De lá para cá, algumas pessoas têm citado abusos do pai. Iggy Azalea fez, recentemente, revelações sobre o assunto, como neste trecho: “Eu a vi restringida até mesmo nas coisas mais bizarras e triviais: como quantos refrigerantes ela podia beber”. Relacionamentos entre mãe e filho nos filmes de Xavier Dolan Os filmes “Eu matei minha mãe” e “Mommy” – ambos do ator e cineasta canadense Xavier Dolan – mostram relações conturbadas entre uma mãe e seu filho. No primeiro deles (Eu matei minha mãe), de 2009, é o próprio Xavier quem vive o personagem Hubert, filho de 17 anos de idade que vê a mãe com desprezo. A relação que se constrói entre a mãe e o filho se torna cada vez mais abusiva no decorrer do tempo. No filme Mommy (2014), dirigido por Dolan, Diane Després é uma mulher com muitos problemas: um deles é seu filho, Steve, que acaba de ser expulso da instituição onde vinha sendo tratado por problemas de comportamento. Juntos, os dois têm uma relação de amor e ódio, expressa em picos de carência e violência. A tensão entre os dois é constante e qualquer motivo faz com que as conversas progridam para agressões. FILME | Lady Bird Neste filme de 2017 é retratada a história de Christine McPherson, adolescente, e de sua mãe. A mãe frequentemente demonstra impaciência ao ver Christine tomando decisões com as quais não concorda. Vale destacar, no filme, a frustração da mãe quanto ao futuro imaginado para a filha, o que é um indício de relação abusiva entre pais e filhos. Carta ao pai | O desabafo de Kafka Conhecido pela obra A Metamorfose, Kafka é conhecido hoje como um dos maiores escritores alemães de todos os tempos. Em Carta ao pai podemos ler a carta que Kafka escreveu (e nunca enviou) para seu pai, após ter ficado insatisfeito com a reação deste diante do anúncio de seu noivado. Nela, o filho expõe toda a sua mágoa em relação ao pai autoritário, que ele chama, alternadamente, de tirano, regente, rei e Deus. FILME| Fuja Este filme, disponível na Netflix, traz a história de uma mãe que cuida de sua filha e, juntas, elas passam por várias dificuldades. Até aí tudo bem, certo? Devido a problemas de saúde, Chloe (a filha) toma remédios e vive isolada com a mãe. De acordo com os títulos de abertura, Chloe convive com uma série de doenças: arritmia, hemocromatose, asma, diabetes e paralisia. Isso a coloca em uma cadeira de rodas e ela precisa de uma variedade diária de comprimidos. Porém, na verdade é a mãe quem faz a filha ficar com a paralisia, devido aos medicamentos dados, para que esta fique sempre ao seu lado. Pegue sua pipoca e curta este ótimo suspense! MINISSÉRIE | The Act The Act, minissérie original de 2019 da Hulu, dramatiza a história verídica de Dee Dee e Gypsy, conhecidas mundialmente por um dos crimes mais bizarros dos EUA. A trama aborda o complexo e absurdo abuso parental sofrido por Gypsy, uma jovem que passou a vida inteira acreditando que tinha uma grave doença por causa de Dee Dee, sua mãe superprotetora. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema. Além destes, é importante que você faça sua própria pesquisa sobre o assunto. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Relacionamento abusivo entre pais e filhos”! Organize os repertórios e escreva seu texto!

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre o tema ”Relacionamento abusivo entre pais e filhos”! Há uma brincadeira que diz que “a nossa conta da psicóloga deveria ser enviada aos nossos pais”. Esta brincadeira surgiu devido aos inúmeros traumas causados nos filhos por seus progenitores. Como este é um assunto relevante, resolvemos trazer um tema de redação a respeito: Relacionamento abusivo entre pais e filhos. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Relacionamento abusivo entre pais e filhos”. TEXTO 1 Quando falamos em relacionamentos abusivos, a discussão muitas vezes se restringe às relações amorosas. No entanto, amigos, colegas de trabalho e mesmo familiares podem criar laços tóxicos. A psicóloga Josie Conti explica que pode ser difícil perceber quando um relacionamento passa do limite comum dos altos e baixos e começa a ser abusivo. “Todo relacionamento sofre nuances, assim como o nosso humor no dia a dia se altera. Mas existe um um ponto nas relações que pode indicar um desajuste maior do que o esperado”, diz. Esse ponto seria, segundo a psicóloga, quando há um desequilíbrio grande entre perdas e ganhos para as duas partes. Em relacionamentos abusivos, uma das pessoas sempre precisa ceder e sofre com isso, enquanto a outra ‘dita as regras’. Essa dinâmica se aplica, por exemplo, àquele amigo que começa a ignorar o outro em uma conversa quando é contrariado, aos pais que fazem o filho sentir que não será amado a menos que cumpra certas exigências, como escolher certa profissão, entre outras atitudes que exijam esforço e concessões emocionais de apenas uma parte. “Enquanto a pessoa engole essas atitudes para não magoar o outro, ela magoa a si mesma e vai se fragilizando como ser humano”, explica Josie. Para identificar um relacionamento abusivo, a psicóloga explica que é preciso prestar atenção a um ciclo que se repete. Primeiro, começam a ocorrer momentos de tensão motivados por algo sem significância. Em seguida, há incidentes de comportamento abusivo – que pode ser físico ou emocional. Gritos, xingamentos, ameaças, vitimização, intimidação e culpabilização são alguns exemplos. Depois disso, há reconciliação. A pessoa abusiva pede desculpa ou acha desculpas para seu comportamento abusivo. Com isso, começa uma fase de calmaria, em que a vítima consegue perdoar o ‘incidente’ e o relacionamento volta a ser ‘bom’. Pelo menos até o próximo momento de tensão, quando tudo recomeça, alerta Josie. “É um ciclo destrutivo que vai minando a autoestima da pessoa, e ela não enxerga que pode sair, encontra até mesmo desculpas para o outro.” O relacionamento abusivo normalmente só chega ao fim quando a vítima percebe o ciclo e impõe uma mudança de comportamento ou rompe a relação. Mas isso pode demorar muito para acontecer, pois há uma ‘simbiose’ entre as duas pessoas, explica Josie. Enquanto uma das partes sente que ‘precisa’ da outra, aquele que abusa nutre seu narcisismo ou necessidade de controle e de imposição a partir do abuso. Segundo a psicóloga, um relacionamento abusivo pode, sim, ser melhorado com terapia. “Pode ser até que o abusador sofra por fazer isso [ter atitudes abusivas] – a não ser no caso dos sociopatas. Se for um relacionamento tóxico, buscar terapia pode ajudar a identificar o que faz o abusador precisar desse controle. Há sim uma possibilidade de melhora.” Já com a vítima, trabalha-se a autoestima e a necessidade de impor limites e se libertar do ciclo. Fonte: emais estadão – relacionamento abusivo não acontece apenas entre casais TEXTO 2 Eu passei a minha vida inteira escutando coisas como “Queria ser amiga dos meus pais como você”, “Eu considero os seus pais como meus, porque com os que tenho não posso contar” e coisas do gênero. Quando era mais nova, me considerava apenas uma pessoa sortuda – afinal, eu sempre tive meus pais como meus melhores amigos, eles sempre me deram liberdade de conversar sobre qualquer assunto com eles. Hoje em dia, depois de adulta, percebi que alguns dos casos citados pelos meus amigos se classificavam como relacionamento abusivo – e, claro, conversar com meu psicólogo sobre o assunto também me fez prestar mais atenção nessas coisas externas. Sim, isso existe entre pais e filhos também! No entanto, vamos com calma: não é porque seu pai não te deixou ir naquela festa por causa do horário ou porque sua mãe deu uma bronca em você por algo errado que encontrou, que significa que você está em um relacionamento abusivo com seus pais, ok? Não vamos confundir as coisas! O fato deles falarem ‘não’ algumas vezes ou não deixarem que tudo aconteça da forma que a gente quer, não significa que rola algum tipo de abuso, pelo contrário, eles estão apenas exercendo a função de pais. O relacionamento abusivo, neste caso, acontece como em um namoro. Sabe quando você vê uma mãe colocando todas as ações do filho como inferiores? Quando não o aceita do jeito que ele é, bate, tranca dentro de casa e se acha no direito de fazer o que bem entende ele, porque, afinal, “fomos nós que te colocamos no mundo”? Ou qualquer tipo de abuso psicológico, físico ou sexual? ISSO, sim, é problemático – e muito. Também existe aquele tipo de relacionamento que não chega a ser tão grave quanto agressões e questões psicológicas, mas atinge tanto quanto: quando os pais sentem dificuldade de “liberar as amarras” e te impedem de crescer, algumas vezes até fazendo chantagem emocional quando você pensa em morar sozinho, por exemplo, ou começa a namorar e, consequentemente, fica menos tempo em casa. O pior de tudo é que muita gente de fora da situação realmente passa a mão na cabeça de pais e mães que tomam atitudes assim, aquele famoso “não é minha família, não vou me meter, eles sabem o que é melhor para a educação do filho deles”. Nem sempre é assim! Mas não vamos depositar toda a culpa nos pais que agem dessa forma. Na maioria dos casos, isso

Existem diversos modelos de redações nota 1000 por aí. Mas você já parou para analisar a fundo o que todos estes textos têm em comum? Você sabia que aqui no Redação Online a gente teve, pelo terceiro ano consecutivo, um aluno que alcançou a nota máxima na redação do Enem? Estou falando do Alan, o nosso aluno que tirou nota 1000 na redação do Enem 2020! Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Então, para analisarmos a fundo as características de uma redação nota 1000, vamos utilizar a redação do Alan como exemplo. Portanto, preste bastante atenção nos pontos elencados abaixo, pois fizemos uma análise detalhada do texto! 1.Elementos da introdução da redação nota 1000 Vamos iniciar este tópico lendo a introdução do Alan. Lembrando que o tema de redação foi “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”: Na obra “Triste Fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto, o protagonista Policarpo é caracterizado como um doente mental por familiares e colegas de profissão devido ao seu ufanismo, sendo segregado da sociedade em um hospício. Atualmente, na realidade brasileira, os verdadeiros doentes mentais são tão estigmatizados quanto o fantasioso Policarpo, sendo tratados e observados com preconceito por considerável parcela da população. Assim, faz-se necessário analisar os alicerces que sustentam esse estigma, a citar, a ausência de ensino sobre a temática e a falta de empatia característica da contemporaneidade, no sentido de buscar desbancar tais bases prejudiciais. Uma boa introdução deve trazer a apresentação do tema, o desenvolvimento da tese (posicionamento que será defendido no decorrer do texto) e a indicação de quais serão os argumentos a serem abordados no desenvolvimento. Será que o Alan fez tudo isso na introdução? Vejamos: Apresentação do tema: Na obra “Triste Fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto, o protagonista Policarpo é caracterizado como um doente mental por familiares e colegas de profissão devido ao seu ufanismo, sendo segregado da sociedade em um hospício. Neste trecho, o Alan apresenta o tema (deixa claro que irá abordar questões relacionadas a doenças mentais e a segregação social relacionada a ela). Além disso, como um “bônus”, Alan traz uma citação literária que é pertinente ao tema e foi utilizada de forma produtiva, o que garante uma nota boa na competência 2. Tese: Atualmente, na realidade brasileira, os verdadeiros doentes mentais são tão estigmatizados quanto o fantasioso Policarpo, sendo tratados e observados com preconceito por considerável parcela da população. Neste trecho o candidato deixa claro o seu posicionamento, ao informar que ainda hoje o estigma é existente, assim como na obra citada anteriormente. Sub-teses: Assim, faz-se necessário analisar os alicerces que sustentam esse estigma, a citar, a ausência de ensino sobre a temática e a falta de empatia característica da contemporaneidade, no sentido de buscar desbancar tais bases prejudiciais. As sub-teses são os argumentos que o aluno cita na introdução e que serão desenvolvidos nos parágrafos seguintes. Aqui temos duas sub-teses claras: ausência de ensino sobre a temática e falta de empatia. Sendo assim, Alan “gabaritou” os elementos necessários para a introdução. 2. Desenvolvimento Vejamos o que Alan escreveu nos 2 parágrafos de desenvolvimento: Inicialmente, a falta de um conteúdo voltado aos transtornos mentais na formação educacional brasileira possibilita o desenvolvimento de concepções preconceituosas. No conto “O Alienista”, de Machado de Assis, um médico acaba encarcerando a população de uma cidade inteira, já que não existiam métodos precisos para reconhecer as doenças mentais, ou seja, todas as decisões dele estavam permeadas de desconhecimento. Analogamente à obra, o cidadão que não conhece, minimamente, os transtornos da mente tenderá a criar suposições erradas, tomando ações equivocadas. Logo, a ignorância e o preconceito prevalecem. Aqui o nosso aluno precisou retomar a primeira sub-tese, que foi apresentada na introdução: ausência de ensino sobre a temática. Percebemos que Alan conseguiu desenvolver bem este argumento, ao trazer outra citação literária (O Alienista) e conectá-la com o seu argumento aqui, demonstrando que a ausência de ensino acarreta falta de conhecimento e, consequentemente, preconceito. Ademais, a manutenção dessa ignorância é fortalecida pelos ideais narcisistas valorizados hodiernamente, os quais, muitas vezes, desvalorizam o diferente. Segundo o filósofo Byung-Chul Han, o século XXI é dominado por uma sociedade do desempenho, na qual a individualidade é extremada em detrimento do altruísmo. Nesse panorama, o indivíduo, imerso em si mesmo, não consegue enxergar e aceitar a pluralidade de seres humanos que o circundam. Dessa forma, o cidadão brasileiro, inserido nessa lógica, nega o doente mental e classifica-o como anormal, reforçando estigmas danosos. Neste segundo parágrafo de desenvolvimento, Alan deveria desenvolver o argumento sobre a falta de empatia (já que ele apresentou esta sub-tese na introdução). Para defender este argumento, o aluno recorre ao filósofo Byung-Chul Han e cita a individualidade exacerbada. Repare que, apesar de não ter utilizado aqui o termo “empatia”, nós conseguimos entender claramente que a falta de empatia reforça os estigmas. Ou seja, mais um argumento bem desenvolvido e com sólido repertório. 3. Conclusão e proposta interventiva da redação nota 1000 Ao desenvolver a conclusão, espera-se que o candidato retome sua tese e, em seguida, cite a sua proposta interventiva, com os 5 elementos cobrados pela banca: Infere-se, portanto, que o preconceito associado às doenças mentais no Brasil precisa ter suas fundações desfeitas (aqui o Alan retoma a sua tese). Para tanto, o Ministério da Educação (agente) deve, com o suporte do Ministério da Saúde, inserir a discussão acerca das doenças mentais nas escolas (ação), por meio de alterações na Base Nacional Curricular Comum (meio utilizado), as quais afetarão as disciplinas de filosofia, sociologia, biologia e literatura (detalhamento), a fim de formar cidadãos mais tolerantes e conhecedores dos transtornos mentais (resultados esperados). Além disso, o Ministério da Família (agente da segunda medida interventiva) deve fomentar a empatia social (ação), utilizando-se de publicidades que valorizem atitudes altruístas (meios), visando à redução

Quer saber mais sobre o assunto que envolve a positividade tóxica? Confira a lista de repertório que preparamos para o tema! Recentemente, pessoas famosas como Claudia Leitte e Juliana Paes foram acusadas de apresentarem uma “positividade tóxica” nas redes e nos programas de televisão. No ano passado, a apresentadora Angélica também foi “acusada” pelo público, devido a falas positivas demais e descoladas da realidade. Tudo isso causa indignação em muitas pessoas. É por isso que, nesta semana, trouxemos diversos repertórios sobre o tema ”Positividade tóxica”. Vamos lá? Síndrome de Poliana e a positividade tóxica Poliana é uma personagem da escrita Eleanor Porter. A obra nasceu em 1913 e conta histórias de uma garota que só vê o lado positivo das coisas, vendo sempre tudo “cor de rosa”, sem maldades. Antes disso, em 1978, a síndrome de Poliana foi descrita por Margaret Matlin e David Stang como um distúrbio psicológico. Para saber mais, confira este artigo que fala sobre a Síndrome de Poliana! O Segredo da Felicidade | Blogueirinha do fim do mundo Este vídeo, que contém ironia (já avisamos), fala sobre o segredo da felicidade. Nele, a atriz Maria Bopp traz alguns “conselhos” positivos para lidar com situações desastrosas, como “nada como uma tragédia com 3 mil mortos por dia para fazer a gente sair da nossa zona de conforto”. Apesar de conter ironia, é interessante assistir ao vídeo e pensar que muitas pessoas, de fato, defendem este tipo de discurso. https://youtu.be/LFKzhaUDQmQ LIVRO | A Sutil Arte de Ligar o Foda-se Durante a nossa vida somos bombardeados com discursos de coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal e mentalização positiva para fazer com que pensemos positivo enquanto a nossa vida desmorona. Mas, e se tivermos um outro caminho, em busca de uma vida melhor? Um caminho que não envolva a positividade tóxica? Este livro, de Mark Manson, propõe que nós nos livremos da felicidade maquiada e superficial que nos rodeia. Deixo aqui um trecho da obra: “Qualquer tentativa de escapar do negativo, evitá-lo, sufocá-lo ou silenciá-lo, falha. Evitar o sofrimento é uma forma de sofrimento”. A positividade tóxica e a teoria das emoções em Divertida Mente (Pixar) Se você já assistiu a este maravilhoso filme, deve lembrar que a Alegria era a emoção “protagonista” no centro de comando das emoções da personagem Riley. As outras emoções, como raiva e medo, são vistas em um papel secundário. No vídeo o psicólogo Ricardo Chagas analisa o filme e também fala sobre a importância de aceitarmos todas as nossas emoções. Então, anote os pontos importantes e pegue sua pipoca para rever o filme! A positividade tóxica dos influenciadores “Abrir o instagram e ver selfies 100% positivas o tempo todo pode ser uma experiência desanimadora”. Ao falarmos sobre positividade tóxica, não podemos deixar de lado o papel dos “influencers” e das redes sociais, que, basicamente, transparecem um mundo “cor de rosa” como o de Poliana. Ao assistir o vídeo abaixo você poderá refletir mais sobre os problemas desta positividade tóxica apresentada pelos influenciadores. Você sabe o que é positividade tóxica? Por fim, para ampliar ainda mais os seus conhecimentos sobre o tema, acesse este artigo que trata sobre o assunto. Nele você irá ler sobre a importância de reconhecer sentimentos como angústia, raiva e baixo astral. O artigo também fala sobre as postagens das redes sociais e o motivo de estas terem impacto negativo em muitas pessoas. Por fim, nele há a indicação de um filme sobre o assunto (Um Lindo Dia na Vizinhança). Então, leia o que foi escrito e selecione as partes que podem te ajudar em seu texto. Como você pode ver, já citamos diversos materiais e trouxemos conteúdos que podem te ajudar a refletir sobre o tema Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre este assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema! E claro, não se esqueça de enviar a sua redação pra gente após escrevê-la! Você receberá a correção em até 3 dias úteis! Super rápido, né?!
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