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649 artigos publicados por Otavio Pinheiro no Blog do Redação Online.
Se você já assistiu ao filme ganhador do Oscar 2022, CODA – No Ritmo do Coração (2021), então sabe que ele aborda diversas temáticas necessárias que precisam ser discutidas. Inspirado em ”A Família Bélier”, o drama foi dirigido por Sian Heder e tem como protagonista Ruby, de 17 anos, a única pessoa que ouve em uma família de surdos. Quando o negócio dos pais da adolescente é ameaçado, ela fica dividida entre seu amor pela música e suas obrigações. Neste artigo, apresentaremos alguns temas relacionados ao filme e, ao final, um exemplo de introdução usando o filme como repertório sociocultural. O filme está disponível no Amazon Prime Video e na Apple TV. Confira o Trailer: Temas presentes em No Ritmo do Coração Inclusão dos surdos na sociedade O filme escancara a falta de acessibilidade às pessoas surdas na sociedade. Por isso, é observado que ninguém do filme, além de Ruby, conhece a língua de sinais usada por seus pais e seu irmão, ou seja, a exclusão é nítida em vários momentos do filme. Capacitismo A família Rossi é completamente normal e batalhadora. Por serem surdos, no entanto, a sociedade os trata de forma diferente, como se fossem incapazes, coitados e até mesmo como motivo de piada ou chacota. No Ritmo do Coração: Bullying nas escolas Ruby, por ter crescido em uma família de surdos, teve dificuldades de fala na infância e era zombada pelos colegas da escola. A adolescente se isola por ter traumas em relação a isso. Apoio da família e da escola na escolha profissional Ruby ama cantar e deseja estudar em Berklee, uma universidade focada em música. Para isso, ela precisa do apoio de seu professor de música, Bernardo, e de seus pais. A importância da arte e da música O filme mostra a possibilidade de os adolescentes estadunidenses escolherem disciplinas eletivas na escola. Então, Ruby escolhe a música, ligada às artes, e passa por um processo de autoconhecimento por meio dela. Ist’s e a necessidade da educação sexual Frank e Jackie Rossi vão a uma consulta médica e descobrem que estão com uma IST. Ambos, no entanto, não seguem as recomendações do médico, escancarando a falta de educação sexual na sociedade. Pesca familiar e os pequenos produtores A família Rossi possui um barco e vive da pesca. No filme, há uma empresa que compra e revende estes peixes. No entanto, o ganho da família é pouco – eles passam por uma crise financeira e passam a vender o peixe direto para o consumidor. Exemplo de introdução usando o filme “No Ritmo do Coração”: Tema: Falta de acessibilidade às pessoas surdas na sociedade ‘’O filme vencedor do Oscar 2022, No Ritmo do Coração, o qual retrata a falta de acessibilidade às pessoas surdas na sociedade. Por isso, alguns membros da família Rossi são surdos e dependem da ajuda de Ruby, a filha mais nova, para poderem se comunicar com as pessoas. Fora da ficção, a realidade não é diferente: a falta de direitos básicos e de inclusão são os maiores empecilhos às pessoas surdas. Sendo assim, cabe avaliar os principais causadores da problemática e discutir medidas que promovam a integração dos surdos à sociedade.’’ Gostou da dica, RedAluno? Não se esqueça de enviar sua redação em nossa plataforma para recebê-la corrigida em até 3 dias úteis!
Se você está estudado gramática e precisa fixar o conceito de interjeição na memória, chegou ao lugar certo! Essa classe de palavras de linguagem emocional pode ser fascinante e inesquecível depois de compreendida! Graças a sua forte presença em nosso cotidiano, e os exemplos que separamos, ao final da leitura ficará fácil de lembrar como elas funcionam na prática. Olha só: O que é Interjeição? A interjeição diz respeito às palavras invariáveis que expressam emoções e sentimentos de diferentes formas, costumando ser sempre seguidas de um ponto de exclamação logo depois delas ou no final das frases em que aparecem. Isso por tratar-se de expressões exclamativas, mas que podem, também, ser interrogativas ao mesmo tempo! Essas palavras são chamadas de invariáveis porque na maioria das vezes não variam conforme plural, singular feminino ou masculino dentro as frases. Apesar disso, existem ainda alguns casos específicos de interjeições que sofrem variação em grau. Mas é importante salientar que trata-se de uma exceção no comportamento natural dessas palavras. Essas mudanças são permitidas apenas na linguagem afetiva. E nesse caso, o resultado são variações como: “oizinho”, “até loguinho” ou “bravíssimo”. Qual a importância de aprender sobre Interjeição? Pequenas no tamanho e grandes no significado, as interjeições costumam resumir de forma isolada, e em poucas ou uma palavra, uma expressão que poderia ser explicada em orações muito mais elaboradas. São palavras que expressam sentimentos surpresas, e fazem parte de uma classe chamada de exclamativa. Elas fazem parte de um grupo de palavras que tem a função de transmitir na escrita emoções momentâneas que expressamos durante a fala em determinadas situações. A partir dela é possível expor inúmeros efeitos de sentido. Como exaltação, susto, dor, surpresa, ordem e assim por diante. Muitas vezes elas são usadas até mesmo para reproduzir ruídos, assim como as onomatopeias, muito usadas em histórias em quadrinhos. Tipos de interjeição De modo geral, as interjeições podem ser classificadas como: Locuções interjetivas (uma ou duas palavras que juntas servem como uma interjeição) : “Meu Deus!”, “Virgem Maria!”, “Cruz-Credo!”, “Ora Bolas!”, “Ai de mim!” Sons Vocálicos, como: “Ah!”, “Ui!”, “Ué!”, “Ih!”, “Oh!” Palavras da Língua: “Oba!”, “Puxa!”, “Eita!”, “Nossa!”, “Ora!” Palavras que correspondem a barulhos de objetos ou animais: “Click”, “tic-tac”, “pá!” “pum!” Mas quando dividas em grupos, encontramos três tipos: Interjeições onomatopaicas As interjeições onomatopaicas são palavras que simulam os sons que criamos com a boca. Elas lembram o conceito de figuras de linguagem, e expressam uma tentativa de colocar esses barulhos no papel. Como: Hum! Nó! Tchê! Ué! Arre! Xi! Ui! e assim por diante. Veja agora alguns exemplo delas em ação: “Eita! deixei o baldei cair!” “Ué! parece que vocês se conhecem há anos!” “Ui! quente, quente!” Interjeições exclamativas No caso das interjeições exclamativas, as expressões ou palavras são aquelas que estão sempre acompanhadas de pontos de exclamação, e apesar de se originarem em outras classes gramaticais, exercem a função de interjeição. Como: Macacos me mordam! Cale-se! Ave Maria! Silêncio! Basta! Credo! Céus! Tomara! Desculpa! Chega! etc. Por exemplo: “Chega! cheguei no meu limite.” “Perdão! vamos encontrar uma forma de te recompensar pelo transtorno!” “Silêncio! a professora está falando!” Interjeições interrogativas Diferente das anteriores, esse tipo de interjeição tem cunho interrogativo, e conta com a pontuação aliada a sua construção de sentido, pois sempre está acompanhada de uma interrogação (?) e um tom de pergunta. Como: Hã? Sério? Hein? Oi? Mesmo? Quê? Será? Veja os exemplos: “Oi? Não consegui entender o que você disse” “Hã? Não acredito no que você está me dizendo.” “Quê? De forma alguma aceitarei isso calada.” Diferentes ideias expostas pelas interjeições Além de serem divididas por tipos, de modo geral as interjeições expressam também diferentes ideias, como de: Admiração: Oh! Ual! Alívio: Ah! Ufa! Despedida: Tchau! Adeus! Desejo: Tomara! Dor física: Ai! Ui! Saudação: Olá! Oi! Impaciência: Poxa! Ave! Exemplos práticos de uso da interjeição Podemos dizer que a interjeição compõe um fenômeno linguístico que viabiliza a externalização de emoções em diferentes situações comunicativas. Agora que você já conheceu os grupos e tipos, veja a seguir uma tabela de exemplos que relaciona os estados emocionais expressados às interjeições na prática: TIPO EXEMPLO alívio ufa! admiração, surpresa puxa! céus! caramba! opa! virgem! pô! uai! alegria ah! oh! oba! viva! aleluia! advertência cuidado! atenção! aprovação, incentivo boa! bis! viva! bravo! animação vamos! força! coragem! avante! ânimo! apelo, chamamento ei! alô! psiu! olá! socorro! concordância claro! hã-hã! sim! pois não! tá! contrariedade, impaciência hum! puxa! hem! raios! desejo Quem me dera! Quisera! tomara! pudera! oxalá! desaprovação francamente! credo! fora! basta! puxa! dor, lamentação ai! ui! que pena! ai de mim! incredulidade, dúvida, surpresa qual! qual o que! pois sim! hum! epa! ora! espanto eita! oh! chi! oxente! ué! uai! pavor, medo ui! credo! cruzes! suspensão basta! chega! alto lá! silêncio silêncio! psiu! saudação salve! adeus! viva! oi! alô! olá! Veja alguns exemplos na construção de frases: animação Exemplo 1: “Vamos! Você está quase lá!” Exemplo 2: “Coragem! Agora falta pouco para atingir o objetivo.” advertência Exemplo 1: “A estrada é perigosa, cuidado!“ Exemplo 2: “Atenção! a professora está falando.” desejo Exemplo 1: “Estou sentindo que vou atingir minha meta esse mês. Tomara!“ Exemplo 2: “Você mora na praia? Quem me dera!“ Vale salientar que as interjeições dependem totalmente dos efeitos melódicos que recebem no momento da fala, pois é isso que as torna mais ou menos expressivas. Incrível, não é? Essa foi a nossa explicação com exemplos práticos do que é a interjeição. Aproveite e veja também 5 argumentos coringas para usar na redação!
Existe um estereótipo entre os jovens: o estágio é uma perda de tempo, no qual você precisa carregar documentos, tirar fotocópias, fazer um trabalho desnecessário por várias horas. Nos filmes norte-americanos, vemos os estagiários em estilo informal, às vezes de patins no escritório, sonhando em encontrar com o CEO da empresa na sala de café. Neste artigo, iremos desmistificar o conceito de estágio e mostrar que ele não é como nos filmes. Além disso, daremos dicas de como conseguir um bom estágio, onde procurar tais ofertas e no que você deve prestar atenção para que as expectativas e a realidade coincidam. Anote as nossas dicas e obtenha uma experiência valiosa, além de uma linha de bônus em seu currículo e, quem sabe, até uma oferta para um emprego permanente. O que é um estágio? Para começar, vamos descobrir o que é um estágio, quem pode se candidatar e ser chamado de estagiário. Estágio é o ato educativo escolar supervisionado e desenvolvido no ambiente de trabalho, com o objetivo de preparação do estudante para o mercado de trabalho, seja ele do ensino superior, médio, técnico ou dos anos finais do ensino fundamental. Neste caso, é celebrado um termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino. Cabe à entidade de ensino avaliar as instalações, zelar pelo cumprimento do termo de compromisso e do plano de atividades do estagiário, que é anexo ao termo. É atribuída uma bolsa de estudos ao estagiário, que é paga nos termos previstos do termo de compromisso. Para o estágio na empresa, em regra, é atribuído ao estagiário um professor orientador: cabe a ele o acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário. Onde procurar vagas de estágio? Vale a pena começar pelas expectativas: o que você quer obter com o estágio? Novos conhecimentos, uma linha no seu currículo, conhecer novas pessoas ou um possível emprego permanente no futuro? Anote os critérios que são importantes para você! Isso o ajudará a não se perder na diversidade de “equipe amigável e unida” e “ambiente informal”. Se você não sabe o que quer, tudo bem! Você pode descobrir durante o processo de busca, lendo a descrição das vagas atentamente e pesquisando sobre as empresas. Uma vez que você tenha decidido seus objetivos, surge a pergunta: onde um estudante deve procurar um estágio? Aqui estão os métodos gerais: Sites oficiais das empresas Bancos, empresas, indústrias, na área de TI, agências de marketing. Em geral, grandes organizações têm seções intituladas “carreira”, “trabalhe conosco” ou ”vagas”. Nestas seções, você encontra informações sobre vagas e estágios, além de entender a faixa de salários e bônus para cargos juniores. Grupos de empresas nas redes sociais Grandes marcas estão interessadas em recrutar jovens talentosos. Para isso, as empresas criam departamentos separados de promoção de carreira. Esses recursos falam sobre oportunidades e perspectivas de carreira para os alunos, convidam-nos a participar de eventos da empresa e falam sobre benefícios de trabalho de diferentes maneiras. Um dos meios são as redes sociais. Muitas empresas têm grupos no LinkedIn, por exemplo. Canais semelhantes podem ser encontrados no Telegram e no Instagram. Feiras de emprego Em tempos pré-pandemia, as feiras de emprego eram realizadas presencialmente nas universidades ou em espaços da cidade. Informações sobre tais eventos podem ser encontradas nos canais de comunicação da instituição de ensino. Agora, as feiras de emprego são realizadas de forma remota com sucesso. A vantagem das feiras é a comunicação pessoal. Você pode responder pessoalmente a perguntas de interesse de gerentes de RH, por exemplo, e pode conhecer várias empresas ao mesmo tempo, deixar seus contatos e currículo. Sites de busca de emprego Estágios em sites de busca de emprego não são comuns, mas existem. Aqui, você já precisa entender exatamente o que está procurando. Ao acessar estes sites, você insere o nome da especialidade desejada na barra de pesquisa e escolhe as condições de trabalho e ofertas dos empregadores, no caso, uma vaga de estágio. Aqui, por exemplo, você encontra estágios atuais no Brasil. Boa busca! Dicas para o processo seletivo de estágio Encontrar o estágio certo é metade da batalha. Agora, vamos descobrir como conseguir, de fato, esse estágio. As etapas de seleção e os critérios de avaliação em várias empresas costumam ser padronizados e rigorosos. Para conseguir um estágio, geralmente você precisa passar por uma seleção competitiva em várias etapas, que pode incluir o preenchimento de um questionário ou currículo, a escrita de uma redação, a aprovação em um teste e/ou uma entrevista. Como escrever um currículo de estágio? Existem dois erros típicos em currículos de jovens candidatos: pouca informação ou, inversamente, muita informação. Um gerente de RH analisa dezenas de currículos de candidatos todos os dias, e seu perfil deve ser cativante, conciso e compreensível. O que o currículo de estágio precisa ter? Um currículo é um documento que precisa ter uma estrutura clara. Essa estrutura ajuda os recrutadores a encontrar as informações de que precisam mais rapidamente. Pensa bem nesta estrutura pode aumentar as suas chances de sucesso. Digite seu nome completo sem abreviações, as informações devem indicar várias formas de contato. Certifique-se de verificar a exatidão dos dados especificados. Mais da metade dos gerentes de RH visualiza contas de mídia social: certifique-se de criar uma conta no LinkedIn e de verificar se está tudo certo com suas outras contas. Que bom que você conhece a Bahia, que você tem um abdômen malhado e o cachorro mais fofo do mundo: mas o recrutador não precisa saber disso! Sua foto deve ser em estilo comercial, onde o rosto fique bem visível, sem detalhes desnecessários. A mesma dica vale para foto do LinkedIn! Muitas vezes, os jovens candidatos deixam a seção em branco, o que reduz significativamente as chances de um convite cobiçado. Se não houver experiência formal de trabalho, indique informal: educacional, cursos on-line, trabalho de pesquisa, supervisão de cursos
Um dos temas que tem tudo para cair no Enem dentro dos eixos temáticos tecnologia e educação é o uso de inovações tecnológicas na educação. A tecnologia está cada vez mais presente em nosso dia a dia, principalmente entre a geração mais nova. Por conta disso, é muito importante que o modelo educacional se adapte a essa nova demanda. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “O uso de inovações tecnológicas na educação”. Após ler a proposta, confira uma lista de repertórios socioculturais que preparamos sobre o tema! TEXTO 1 As potencialidades do uso da tecnologia na educação “Barreiras à parte, o uso da tecnologia na educação deve ser visto como uma evolução natural dos métodos de ensino — logo, benéfico para alunos, professores e instituições de ensino. Em vez de manterem uma infraestrutura gigantesca com bibliotecas extensas e livros desatualizados, as escolas e universidades podem criar repositórios de conhecimento on-line (com e-books e wikis, por exemplo), transformando alunos e professores em criadores do seu próprio conhecimento. O ambiente escolar pode ultrapassar os muros e ir até a casa do aluno, até a praia ou o campo, ampliando as oportunidades de estudo para milhares de pessoas. A obrigatoriedade de estar todos os dias em sala de aula em horários predeterminados também deixa de existir, pois os alunos podem ter acesso aos conteúdos de aula em qualquer lugar, bastando acessar um ambiente virtual de aprendizagem. Alunos que têm dificuldades de expressão oral têm a oportunidade de participarem ativamente de debates, chats e fóruns, fortalecendo a sua autoconfiança e dando aos professores mais recursos para a avaliação da aprendizagem. Professores podem acompanhar com mais eficiência o desenvolvimento de cada aluno e, assim, darem um tratamento mais justo e igualitário nas avaliações. Como você pode ver, o uso de tecnologia na educação traz muito mais vantagens do que desvantagens. Não é à toa que, segundo estudos, 75% dos educadores acreditam que o uso de tecnologias na educação é positivo. O grande diferencial está em como as tecnologias são utilizadas para potencializar o ensino.” Fonte: Portal Una Acesso em 2022. TEXTO 2 “Dados do Censo Escolar 2020, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 29 de janeiro, mostram a situação das escolas da educação básica brasileira no que diz respeito à disponibilidade de equipamentos de tecnologia da informação e comunicação. A pesquisa tem relevância particular por revelar a infraestrutura disponível a alunos, professores e gestores, em contexto anterior à pandemia de COVID-19. Com a necessidade da implementação de iniciativas baseadas em tecnologia para minimizar os impactos negativos nos processos de ensino e aprendizagem, as aulas a distância, a conexão por internet, o uso de computadores e a oferta de equipamentos tecnológicos em geral passaram a ser ainda mais urgentes. O Censo Escolar revela que, na educação infantil, a internet banda larga está presente em 85% das escolas particulares. Já na rede municipal, que é a rede com a maior participação na oferta de educação infantil, o percentual é de 52,7%. Quando se trata do ensino fundamental, a rede escolar dos municípios, maior ofertante também nessa etapa de ensino, é a que tem a menor capacidade tecnológica. Nesse caso, 9,9% das escolas possuem lousa digital, 54,4% têm projetor multimídia, 38,3% dispõem de computador de mesa, 23,8% contam com computadores portáteis, 52,0% possuem internet banda larga e 23,8% oferecem internet para uso dos estudantes.” Fonte: inep Repertórios socioculturais para o tema “O uso de inovações tecnológicas na educação” Agora que você já leu os textos motivadores, confira a lista de repertórios socioculturais que selecionamos sobre o tema “O uso de inovações tecnológicas na educação”. Confira! TED | Educação para o Futuro, por Atila Iamarino Neste TEDxUSP, o biólogo Atila Iamarino fala sobre os métodos educacionais atuais e como eles podem melhorar com o uso da tecnologia. Ele aborda a importância da inovação nos métodos de ensino, de modo a acompanhar as novas gerações. Assista ao vídeo: https://youtu.be/B_x8EccxJjU Vídeo | Escola e internet, por Manuel Castells Neste vídeo, o sociólogo espanhol Manuel Castells fala sobre o comportamento de aprendizagem das gerações mais novas, que se dividem em duas formas: na escola, apenas para conseguir um diploma; e na internet, onde realmente aprendem de verdade. Ele critica o ensino tradicional atual que não se adequa às novas gerações e defende a importância das inovações tecnológicas na educação para haver mais interatividade e criatividade – e menos memorização. Confira: Citações sobre o uso de inovações tecnológicas na educação Que tal usar citações em sua redação? Mas lembre-se: use-as com sabedoria! Procure mais sobre o autor, o seu pensamento, os seus argumentos e use a citação de forma contextualizada na redação. Confira algumas citações sobre o tema: “A tecnologia é só uma ferramenta. No que se refere a motivar as crianças e conseguir que trabalhem juntas, um professor é um recurso mais importante.” (Bill Gates) “A economia da educação torna-se refém da tecnologia da informação. De intensiva de trabalho, a escola passará a intensiva de capital.” (Peter Drucker) “A tecnologia move o mundo”.”(Steve Jobs) Confira nossas dicas sobre como usar citação na redação! Documentário | Future Learning (2021) O documentário norte-americano Future Learning: what’s wrong with school? (Aprendizagem do futuro: o que há de errado com a escola?), com direção de Eli Akira Kaufman, aborda como o ambiente educacional pode engajar os alunos a estudarem de forma mais independente por meio de inovações tecnológicas. Confira: https://youtu.be/qC_T9ePzANg Como você pode ver, o uso de inovações tecnológicas pode ser muito benéfico tanto para o ensino básico quanto para o superior. Além desses repertórios que citamos, é possível até mesmo usar como repertório algumas plataformas de educação que você conhece, como a própria Redação Online. Plataforma inteligente de correção de redações para escolas | Redação Online
Se você está com o objetivo de alcançar excelentes resultados no vestibular, saiba que o seu planejamento deve ir além do cronograma de estudos. Otimizar o tempo, adotar técnicas para fixar melhor o conteúdo e treinar muito através de simulados, também são ótimas estratégias para aumentar a produtividade nos estudos. Porém, existe um detalhe que muitos estudantes acabam deixando de lado e que faz toda a diferença para aumentar a performance: a organização do espaço onde você vai ficar horas em frente aos livros. Acredite! Um ambiente limpo, arrumado, bem iluminado e sem elementos que causam distrações é capaz de exercer forte influência na sua rotina de estudos. Pensando nisso, a equipe do Redação Online separou 5 dicas de organização para você aumentar a produtividade nos estudos. Acompanhe e prepare-se para impulsionar os seus resultados! 1. Mantenha uma rotina de estudos É recomendado que os estudos aconteçam sempre no mesmo lugar e, de preferência, nos mesmos horários. Você sabe o motivo? A nossa mente trabalha por associações, isso quer dizer que, ao montar uma rotina de estudos para o mesmo horário e ambiente, você estará condicionando o seu cérebro a associar aquela situação à necessidade de concentração. Também procure ficar o mais longe possível das distrações – isso inclui televisão, aparelhos de som e, claro, o inseparável smartphone com as suas redes sociais preferidas. Separe o estojo, o caderno, uma garrafa de água, entre outros objetos essenciais para o seu processo de aprendizagem. Assim, você não precisará sair do espaço e pode manter a motivação por mais tempo. Lembre-se, um período com algumas privações pode ser recompensador quando você alcançar aquele objetivo tão desejado! 2. Escolha um ambiente calmo e silencioso No quesito foco, a família também tem papel importante para manter a atenção do estudante nos estudos. Além de questões práticas, como espaço e barulho, existe outro fator que torna essa situação ainda mais delicada: a falta de empatia. Infelizmente, não é sempre que todos os moradores da casa respeitam os seus horários e o seu espaço. Portanto, caso necessário, deixe um lembrete na porta do ambiente de estudos para que ninguém entre e atrapalhe a sua concentração. Essa é uma atitude simples que pode evitar a sua queda de produtividade nos estudos. 3. Priorize a limpeza Para muitos estudantes, a limpeza do ambiente de estudos é fundamental para que o cérebro esteja preparado para absorver o conteúdo das provas. É como se o ambiente físico precisasse estar em perfeita sintonia com o ambiente mental. Por isso, nada melhor que planejar um espaço agradável para o momento de dedicação aos estudos. Ambientes bagunçados e abafados são verdadeiros inimigos da nossa concentração. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, descobriu que, quando estamos em um espaço confuso, nossos índices de cortisol e estresse aumentam. Dessa forma, os sentidos se sobrecarregam, levando à distração e à incapacidade de concentração. Vamos combinar que você não está precisando disso, concorda? Então, é hora de colocar tudo em ordem! 4. Garanta uma boa iluminação Você sabia que uma iluminação correta pode influenciar a sua produtividade nos estudos? Pois é! Quem nunca teve uma dor de cabeça intensa e colocou a culpa nas horas dedicadas aos livros e ao computador? Isso é muito comum de acontecer, mas é bom que você saiba que o problema pode ter relação direta com a má iluminação do ambiente de estudos. Além disso, outro relato comum de muitos estudantes é a sensação de ardência nos olhos. Isso pode ocorrer com frequência, caso o tom e o direcionamento da luz não estejam adequados. Por isso, é fundamental se organizar para garantir a correta iluminação do seu ambiente: 5. Tenha cuidado com a ergonomia A última dica, mas não menos importante, vai proporcionar maior produtividade nos estudos e manter a saúde do seu corpo em dia! Quem precisa passar horas sentado em uma cadeira, sabe o quão é importante se sentir bem e confortável para ter foco no aprendizado. Portanto, a organização também deve passar pela questão da ergonomia do espaço, ou seja, no quanto ele é adaptável e se ajusta às suas necessidades. É fundamental, por exemplo, ter uma cadeira confortável – mantendo a região lombar apoiada no encosto da cadeira e os pés apoiados no chão -, além de uma mesa que disponha de espaço para todos os seus materiais de estudo. Pronto, com essas 5 dicas de organização as suas horas de estudos renderão muito mais! Agora que você já sabe como ter mais produtividade nos estudos, é só seguir o Redação Online no Facebook, no Instagram e no TikTok para receber mais conteúdos como este!

Conta pra gente, você realmente sabe o que é pleonasmo vicioso e como usá-lo pode prejudicar sua redação? Se você está se preparando para ingressar no ensino superior, a importância de caprichar no ENEM é uma excelência que você busca, mas para ter êxito na redação essa preparação vai além de estar por dentro do tema abordado: é fundamental uma escrita boa e coerente. Muitos alunos comprometem seus textos com pleonasmo, que por vezes passa despercebido na escrita e enchem o texto com excesso de palavras que produzem o mesmo significado. Essa redundância de termos usados na escrita pode descontar pontos na nota final da sua redação e é claro que nós da Redação Online não queremos que isso aconteça! Se você quer fugir desse problema e garantir uma excelente produção textual, que para muitas instituições tem maior peso na composição final da nota, continue a leitura e tenha certeza que não vai cometer esse erro! Afinal, o que é pleonasmo? Pleonasmo é a repetição de palavras diferentes em um único contexto para dar maior ênfase ou clareza, mas que possuem o mesmo significado. Ou seja, toda vez que você diz “descer para baixo” você está cometendo um pleonasmo. A palavra descer já esclarece que alguém está se deslocando para baixo e isso não deve acontecer na língua escrita ou na fala. É muito comum ouvir repetições de palavras no dia a dia, isso da um efeito mais intenso na construção de uma frase, e por vezes passa despercebido, porém não é admitido na língua portuguesa. Dependendo a intenção do falante ao reproduzir a repetição na narrativa, o pleonasmo pode ser considerado um vício de linguagem ou uma figura de linguagem. Quais são o tipos de pleonasmo? Existem dois tipos de pleonasmo que são caracterizados de acordo com a intenção do falante em enfatizar a mensagem, podendo ser classificado em: literário e vicioso. 1. Pleonasmo literário O pleonasmo literário é empregado de modo intencional e acontece quando o falante tenta destacar uma ideia ou conceito, reforçando o significado de forma mais poética. É muito comum o uso de pleonasmo literário em epítetos da natureza, um bom exemplo é “mar salgado”. Veja que na expressão existe um repetição de palavras distintas, mas que possuem o mesmo contexto. Dizer “salgado” para o “mar” é pleonasmo, mas a ênfase da frase traz um efeito lírico para que o leitor ou ouvinte se admire com o enunciado. Pleonasmo empregado de modo intencional transmite a sensação de o passa é muito mais intenso e ocorre muito mais na fala do que na escrita. Veja alguns exemplos abaixo. “surpresa inesperada”; “fatos reais”; “opinião pessoal”; “adiar para depois”; “há anos atrás”. 2. Pleonasmo vicioso O pleonasmo vicioso, também chamado de redundância, traz um vicio de linguagem na fala ou na escrita do comunicador, ou seja, é a repetição desnecessária de palavra ou ideia que já está incluída no discurso e não acrescenta nenhum valor, mas que utilizamos muito no nosso cotidiano sem perceber. Para entender melhor, veja a seguir alguns exemplos comuns de termos distintos que possuem o mesmo significado empregados no mesmo enunciado, muitas vezes de modo não intencional. “ver com os olhos”; “gritar alto”; “inaugurar o novo”; “congelar de frio”; “subir para cima”; “descer para baixo”; “criação nova”; “ciclo vicioso”; “principal protagonista”. São enunciados vistos como inadequado e que não geram efeito de destaque ou esclarecimento. A redundância acontece por um vicio na construção da fala ou da escrita, muitas vezes por falta de conhecimento do significado dos termos empregados. Qual a diferença entre pleonasmo e redundância? Quando o pleonasmo não é empregado propositalmente pela pessoa emissora na fala ou na escrita, acontece o que chamamos de vício na linguagem, que são palavras que não correspondem à norma-padrão da língua portuguesa, designadas como pleonasmo literário. Em contrapartida, a redundância, também denominada pleonasmo vicioso, é a expressão normal da língua portuguesa na linguagem coloquial, entretanto, em algumas expressões não devem ser empregadas na forma escrita e são reprováveis em uma redação. Porém, a redundância pode acontecer quando o comunicador não tem conhecimento da língua ou não sabe o significado da palavra. É muito comum palavras depender de significados radicais gregos e latinos que necessitam de conhecimento mais aprofundado, inclusive na escrita. Veja alguns exemplos: “habitat natural”; “fato verídico”; “novidade inédita”; “breve alocução”; “preconceito intolerante”; “labaredas de fogo”. Agora que você já tudo sobre pleonasmo, é hora de colocar em prática todo conteúdo e garantir nota máxima na redação. Aprimore seu conhecimento com os conteúdo disponíveis no blog Redação Online! Acesse agora e veja todas as dicas e informações sobre produção textual. Se você é aquela pessoa que tem bloqueio na escrita e não sabe como se prepara para a redação do vestibular ou ENEM, não deixe de conferir o conteúdo exclusivo com algumas técnicas de como evitar esse vilão e arrasar nas produções textuais. Alcance seus objetivos com as materiais gratuitos que disponibilizamos em nossa plataforma. Até a próxima!
Pois é, muitos assim como você também se perguntam o que é tópico frasal e, olha, em algum momento de sua vida — mesmo que seja lá no fundo do profundo do que já não existe mais — você já deve ter ouvido sobre isso, ainda que não tenha notado. E pode ter certeza: enquanto você estudar redação, a temática de tópico frasal é inevitável. Quem primeiro usou o termo “tópico frasal” foi o gramático Othon Moacyr Garcia, que em seu livro Comunicação em Prosa Moderna (vai cursar Letras? Prepare-se, esse livro estará na sua lista de leitura e ele é simplesmente incrível), de 1967, definiu-o como: “…um ou dois períodos curtos iniciais que contêm a ideia-núcleo do parágrafo em texto dissertativo, descritivo ou narrativo.” (GARCIA, 1967). E aí, entendeu tudo? Bora pra redação então? Se você pensa que só essa sentença não é explicação suficiente, vem ler o conteúdo explanado tim-tim por tim-tim no portal Redação Online: O que é tópico frasal? O tópico frasal, de fato, nada mais é do que é uma estrutura textual utilizada para iniciar uma argumentação. Sua conceituação é realmente simples, mas não se engane que, por conta disso, utilizar um tópico frasal é absolutamente dispensável. Muito pelo contrário: se você quer tornar o seu parágrafo argumentativo (numa estrutura textual argumentativa) muito mais organizado e interessante, tanto a construção textual como a do conteúdo ali inserido faz toda a diferença. Por isso mesmo, inclusive, o tópico frasal também pode ser conhecido como a ideia central ou nuclear de um parágrafo de desenvolvimento. Tipos de tópicos frasais Segundo a pesquisa do nosso amigo gramático lá em cima, o Moacyrzinho, apesar de existir uma porrada de formas de se escrever um tópico frasal, 60% deles estão inseridos em 6 classificações distintas: 1. Declaração inicial Tanto na forma positiva quanto na forma negativa, o tópico frasal por declaração inicial traz uma ideia muito forte já de cara. Tão forte que o leitor tem até mesmo dúvidas se ele pode questionar aquele ponto de vista ou não. É praticamente como colocar todas as cartas na mesa de uma vez e pedir truco. Mas é preciso tomar cuidado, pois, quando um parágrafo é iniciado por declaração inicial, espera-se que as ideias secundárias, mesmo que estejam em segundo lugar, também sejam bastante relevantes com relação ao assunto do texto. Se houver uma queda de intensidade muito grande entre o tópico frasal por declaração inicial e as ideias secundárias, isso pode dar a impressão ao leitor/corretor que faltou unidade no parágrafo ou que você não tinha argumentos suficientes para desenvolver o tópico frasal – ou pior ainda, os dois. Vamos dar uma olhadinha num exemplo de redação com nota máxima no ENEM e que tem o parágrafo introdutório com tópico frasal por declaração inicial? “Não há ligação direta entre a violência urbana e a pobreza ou o racismo. Suas raízes estão lançadas, na verdade, sobre uma sociedade desigual, que privilegia uma minoria, deixando todos os demais à margem da sociedade, distante de oportunidades iguais”. Outro exemplo montado por nós, só para você perceber como é possível desenvolver um raciocínio completo a partir de um tópico frasal: “A saúde mental é tão indispensável quanto a saúde física. Isso porque, em um corpo são, também deve co-existir uma mente que caminha em paridade com o bem-estar externo”. A parte em negrito corresponde à declaração inicial. Percebeu o quanto essa ideia é forte e não deixa nenhuma dúvida a respeito do ponto de vista de quem a redigiu? E, novamente, tudo o que vem depois são explicações secundárias. 2. Definição Técnica muito utilizada quando o tema da redação traz termos relativamente desconhecidos ou novos. O tópico frasal por definição é aquele que apresenta o sentido de uma palavra que seja extremamente relevante para o tema. Observe o exemplo: “A palavra intolerância tem o sentido de falta de habilidade ou vontade de reconhecer as diferenças como válidas, mas sua aplicação mais comum tem acontecido com o significado de rejeição, separação, diferenciação, preconceito.” Essa ficou mais fácil, né? Afinal, definir palavras não é algo assim tão estranho para nós. Se você optar por esse tipo de tópico frasal, tome cuidado para não fazê-lo simplesmente por achar bonitinho exercer o trabalho de dicionário. Essa definição precisa ter ligação com o tema e te ajudar a desenvolvê-lo de alguma forma. Não se esqueça de que o leitor/avaliador muito possivelmente sabe o significado das palavras, por isso a relevância é tão essencial. Tenha uma boa razão para escolher esta técnica. 3. Contraste ou comparação Precisa colocar dois ou mais assuntos lado a lado para diferenciá-los ou para apontar a semelhança entre eles? Essa técnica é a que você está buscando. De novo, nada de comparar ou diferenciar só por fazer algo diferente. Tenha um propósito com isso, uma razão que ficará clara ao longo do desenvolvimento do parágrafo. Vamos ver como a técnica funciona na prática? “Num oposto, alunos desinteressados e desmotivados, no outro oposto, professores cansados, esgotados, sem força para mais nada. Esse é o retrato de grande parte das relações educacionais atuais.” 4. Divisão O objetivo aqui é separar ideias que estão ligadas a um mesmo assunto, porém com a função de acrescentar clareza a quem lê. A técnica da divisão é muito usada em temas que possuem etapas de realização, por isso, ele aparece com menor frequência nas redações. O parágrafo abaixo terá um tópico frasal por divisão. “A vida dos homens divide-se três fases diferentes: infância, adolescência e idade adulta. Cada uma delas tem seus desafios, bem como seus pontos positivos.” É muito comum haver dois pontos em tópicos frasais por divisão. Os dois pontos anunciam a divisão que virá em seguida. 5. Alusão histórica Iniciar um parágrafo utilizando uma alusão histórica faz com que o leitor se situe no tempo e no espaço, compreendendo de forma mais aprofundada o caminho que você quer dar ao texto. Não escolha a alusão histórica só para citar um fato histórico. Ele precisa ser usado como
Ainda estamos no primeiro trimestre do ano, mas já é possível perceber que os próximos meses serão de grandes desafios no ensino brasileiro. Isso fica claro quando lembramos de alguns fatores que vêm atravessando a rotina dos estudantes há, pelo menos, dois anos. São eles: a desigualdade ampliada pela pandemia, a transição do ensino remoto para o presencial, a adoção do ensino híbrido e a entrada de novas tecnologias na abordagem educativa, além da implementação do Novo Ensino Médio. Para você entender o que vem pela frente e se preparar para o que fará parte da vida dos estudantes neste ano, preparamos um artigo com muita informação. Acompanhe! Desafios no ensino: herança da Covid-19 Se a desigualdade social já tinha grande influência na qualidade da educação, a pandemia da Covid-19 agravou ainda mais as vulnerabilidades de muitos estudantes. Com o isolamento social, os desafios no ensino foram muitos, incluindo a adoção de estratégias rápidas e eficientes para ministrar as aulas de maneira remota. Após dois anos do início da pandemia, famílias continuam perdendo renda, e crianças que não tinham acesso à internet se mantêm longe das salas de aula, mesmo agora, quando muitas cidades brasileiras voltaram ao esquema presencial ou híbrido. Também não podemos deixar de lembrar da crescente insegurança alimentar. Embora a função social da escola não seja de assistência social, os desafios no ensino incluem garantir o bem-estar dos estudantes como um todo. Em 2022, as escolas devem fortalecer e acionar a rede de proteção, aumentando o número de refeições, assim como a quantidade e a qualidade dos alimentos. Cuidados sanitários não devem ser ignorados Com o avanço da vacinação contra a Covid-19, em grande parte das escolas do Brasil, o ensino remoto já ficou no passado. Com a volta dos estudantes ao ensino presencial, um dos desafios no ensino é garantir que os protocolos de segurança sanitária continuem sendo seguidos, com estratégias pensadas junto das Secretarias da Saúde de estados e municípios. Outra prioridade para este ano tem relação com a socialização dos estudantes. É importante resgatar o pertencimento dos alunos ao mundo escolar, ouvir as experiências vivenciadas no período de isolamento e evidenciar que os últimos dois anos não foram perdidos. Novas formas de aprendizagem Não há como ignorar as transformações causadas pelo ensino remoto e, nesse sentido, é possível citar alguns aprendizados para repensar a forma de ensino nas instituições. Se há dois anos as aulas remotas eram um dos maiores desafios no ensino, hoje elas surgem como alternativa para facilitar e inovar a relação entre aluno e professor. No começo da pandemia, por exemplo, o modelo de aula presencial era simplesmente replicado no ambiente online. Agora, com professores mais familiarizados com as ferramentas, a tendência é que os conteúdos e as práticas sejam pensadas exclusivamente para atender o aluno que está do outro lado da tela. No caso do ensino híbrido, com parte da turma assistindo de forma remota e parte presencial, os desafios no ensino também são bem específicos. Além de mudanças na forma de ensinar, o modo de avaliação também deve sofrer alterações significativas. Na prática, o processo avaliativo deve ser contínuo e acumulativo, mantendo a motivação dos estudantes que estão em casa ou na sala de aula e permitindo um maior acompanhamento do processo de aprendizagem. Tecnologia como aliada de alunos e professores É comum a associação dos recursos tecnológicos aos modelos remoto e híbrido. Mas, na verdade, as instituições de ensino têm muito a ganhar com a utilização da tecnologia também no ensino presencial. Plataformas como a Google for Education oferecem diversas ferramentas que podem ser usadas em todos os modelos de ensino. Fato é que crianças e adolescentes já dominam as ferramentas digitais, portanto, é extremamente necessário que o sistema de ensino incorpore essa nova linguagem em seu cotidiano. Neste ano, as escolas devem se adaptar aos alunos. Caso contrário, a continuidade das aulas em salas de aulas analógicas, com uma dinâmica de ensino ultrapassada, pode desmotivar os estudantes e prejudicar a qualidade do aprendizado. Chegada do Novo Ensino Médio O maior dos desafios no ensino para este ano é o tão falado “Novo Ensino Médio”. Aprovado no ano de 2017, o novo ensino médio passa a valer a partir deste ano e vai mudar gradativamente o ensino nas escolas públicas e privadas de todo o país. O novo formato prevê o aumento de horas letivas anuais – o tempo de aula passará para 5 horas por dia, com um acréscimo de 200 horas anuais em relação ao modelo anterior; e mudanças na grade curricular – as disciplinas passarão a ser áreas do conhecimento: linguagens e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e sociais aplicadas. Além disso, outra novidade é o chamado “projeto de vida”, que será implementado para ajudar o aluno a compreender o que ele quer para seu futuro, ao mesmo tempo que entende como a escola pode ajudá-lo a alcançar esse objetivo. Já deu para perceber que 2022 promete ser um ano de grandes mudanças para a educação, não é mesmo? Chegou a hora de enfrentá-los para transformar o ensino brasileiro! Agora que você já conhece os próximos desafios no ensino, é só seguir o Redação Online no Facebook, no Instagram e no Linkedin para receber mais conteúdos como este!

Linguagem nada mais é do que comunicação, uma atividade realizada por humanos e necessária para o convívio e interação social, mas quando falamos sobre a linguagem culta e a coloquial e seus pontos de destaque e diferenças nem sempre vem à mente uma ideia instantânea e cristalina. A capacidade que o homem possui para interagir com seus interlocutores para expressar ideias e sentimentos pode, mesmo, se subdividir dessa forma? Na verdade, sim. Dependendo do contexto social na qual a linguagem é produzida, o interlocutor pode usar tanto a norma padrão culta ou a coloquial. Mas e na redação, qual das duas diretrizes devo seguir; você se pergunta. Para te ajudar a sanar todas as dúvidas sobre o tema, a Redação Online preparou um conteúdo completo sobre o assunto que vai ajudar a se sair ainda melhor nessa jornada importante e destacar como a escolha de linguagem pode impactar significativamente sua prova. Papel e caneta na mão? Aproveite e já deixei nosso conteúdo sobre exemplos de figuras de linguagem e como usar no ENEM aberto para ler depois como complemento a esse artigo! O que é e como é a linguagem culta? A modalidade culta na linguagem é aquela que deve ser aplicada em contextos formais que exigem o uso da norma padrão seguindo rigidamente as regras gramaticais, tanto na fala quanto na escrita. Como o próprio nome já diz, a linguagem culta está presente em pronuncias mais polidas e são mais comuns em ambientes jurídicos, congressos, revistas cientificas, trabalhos acadêmicos, entre outros, ou seja, locais com maior prestígio social e de nível cultural mais adequado para a língua padrão. A linguagem culta é muito cobrada em provas de ENEM e vestibulares para a construção de redações, entretanto, ter domínio sobre o tema para desenvolver um texto adequado e garantir uma pontuação satisfatória é super importante. O que é a linguagem coloquial, então? A linguagem coloquial está muito presente no cotidiano das pessoas, mas é tão importante quanto a linguagem formal. A modalidade é a variante linguística popular, ou seja, está muito relacionada a culturas e estilos popular. No entanto, a modalidade informal deve, preferencialmente, ser mais presente na fala e nunca na escrita – quando falamos de uma redação de vestibular ou ENEM –, uma vez que a escrita deve o uso correto da gramática. A modalidade coloquial é aquela em que os locutores não tem preocupação com as normas gramaticais, aceita gírias, expressões próprias e palavras de forma contraída na comunicação, ou seja, uma norma com menos rigidez que deixa o diálogo muito mais espontâneo. Entendendo melhor sobre a variação linguística Todo mundo já deve ter ouvido falar de variação linguística, não é mesmo? Você que está nessa fase da vida como vestibulando então, mais ainda! Isso se dá porque, por mais que exista uma norma-padrão da língua portuguesa, é impossível não se deparar com mudanças em diferentes contextos de comunicação. A variação linguística nada mais é do que “vícios” presentes na fala dos indivíduos predisposto pelas suas regiões geográficas, contexto histórico e cultural, e ainda muito influenciados pela cenário social do país. A internet, também, traz variações linguísticas bem específicas. Desse modo, podemos defini-las como expressões linguísticas com regras e características próprias. Para ajudar a compreender melhor as variações de expressões e dominar o assunto, diferenciamos os três grupos em tópicos. Veja! 1. Variação regional A variação linguística regional está relacionada ao local ocupado pelo falante que sofre forte influencia do espaço geográfico. Essas variantes são perceptíveis pelo sotaque e regionalismo. Sotaque: são pronuncias de determinadas palavras de forma particular de cada indivíduo. Essa diferença linguística é muito comum no Brasil devido a mudança de falar em cada região, um exemplo é a forma como os Goianos pronunciam o R. Regionalismo: Está relacionado ao vocabulário com palavras e expressões próprias da região, como por exemplo na Região Norte que “muidinho” significa menino. 2. Variação histórica e diacrônica As variações históricas advém de linguagens que já caíram em desuso – arcaísmo –, mas ainda são encontradas em obras literárias, documentos antigos e até em musicas. Um exemplo clássico é a palavra “pirralho”, que significa menino ou guri. 3. Variação social A variação social não depende da região que vive, mas sim está diretamente relacionada aos grupos sociais na qual está inserido, como classe social, nível de escolaridade, profissão, entre outros. Os grupos desenvolvem características próprias na linguagem, podendo ser uma linguagem formal ou informal. A variação linguística social é dividida em dois fatores: Gírias: palavras que não seguem a norma culta da língua portuguesa que entram e saem da moda entre grupos específicos – Ex: mano (amigo) Jargão: palavras de um grupo específico ligado a profissão – Ex: peticionar (ato de entrar com uma ação) Qual a diferença entre a linguagem culta e coloquial? É muito importante saber diferenciar a língua oculta da coloquial para que não cause confusão ao ponto de gerar prejuízos na hora de produzir uma redação. Sabemos que a forma visual é de maior captação e entendimento para diversos alunos, então preparamos uma tabela com as principais diferenças entre os tipos de linguagem que vai te ajudar a memorizar e sair dominando o assunto. Acompanhe! Linguagem culta Linguagem coloquial Regulada nas normas gramaticais Variante linguística popular Usada em relações formais Usada em relações informais Não usa gírias Uso de gírias Variante prestigiada Presença de expressões próprias da fala Pronuncia polida Uso de formas contraídas ou reduzidas – Ex: “pra” para Bom, você deve saber que conteúdos gramaticais são sempre muito cobrados em redações de vestibulares e ENEM, então, coloque nossa tabela no seu plano de estudos! Imprimi-la e colar na sua parede, no campo de visão, pode ser bem legal! Para ler depois: “Mapa mental para redação: saiba mais sobre!” Porque existem variedades linguísticas se temos uma linguagem padrão culta a ser seguida? Nós vivemos em sociedade, e no próprio dia-a-dia, é possível notar que grupos distintos se identifiquem e criem, assim, sua identidade. O meio social é muito rico e democrático, e é

Quando abordamos o tema das fobias, estamos tratando de perturbações da ansiedade causadas por um medo persistente a objetos ou situações específicas. Qualquer pessoa está suscetível a desenvolver uma fobia, e é provável que você já tenha ouvido falar em algumas das mais comuns, como claustrofobia, tripofobia, fobia social, aracnofobia e grafofobia. Neste texto, nós trazemos isso para a nossa realidade, falando a respeito da grafofobia. Você já ouviu falar nela? Mesmo que o termo não seja tão conhecido quanto os de outras fobias que vemos por aí, a grafofobia é um problema sério e que afeta milhares de brasileiros. Abaixo, você poderá entender o que é grafofobia, descobrir os sinais que indicam a existência do problema e, por fim, aprender a tratá-lo. Continue a leitura e saiba mais! O que é grafofobia? Para entender, basta analisar a palavra. “Grafo” vem de grafia, enquanto a fobia é o medo em si. Grafofobia é o medo de escrever — podendo ser em público ou não. Há quem tenha a fobia ao escrever na frente de outras pessoas, enquanto para outros a mera ideia de escrever algo já pode ser aterrorizante. Como o Redação Online atua justamente com a escrita, falar a respeito desta fobia é algo fundamental. Para quem deseja conquistar uma boa nota nos vestibulares, no ENEM ou em algum concurso, escrever uma boa redação é indispensável; em cursos mais concorridos, ela pode ser o fator que colocará um candidato à frente de outro. No entanto, quem sofre com a grafofobia dificilmente conseguirá desenvolver uma redação — na maioria dos casos, a pessoa trava antes mesmo de começar. E é exatamente por este motivo que reconhecer o problema é algo tão importante. Somente assim será possível tratá-lo e, consequentemente, poder escrever com uma maior tranquilidade. Entenda mais sobre o assunto neste vídeo: Quais são os sinais que indicam a existência do problema? Para tratar uma condição como a grafofobia, identificá-la é o primeiro passo. A boa notícia é que, assim como outras fobias, os sinais são claros. Nesse sentido, é preciso estar atento a eles e, uma vez identificados, buscar a ajuda necessária para superá-los. Considere todas as vezes em que você escreveu ou teve a intenção de escrever algo. Se em todas elas (ou na maioria) você sentiu medo e travou, esse é o principal sinal de que você pode sofrer de grafofobia. Não se limita apenas a esses casos. Como mencionado anteriormente, algumas pessoas não conseguem escrever em público. Outras têm problemas para desenvolver seus textos sabendo que outros os lerão. A verdade é que, como qualquer fobia, há diferentes níveis. Se você se reconheceu em pelo menos um desses níveis e já passou por eles, isso já é suficiente para procurar ajuda. Como tratar? O tratamento de qualquer fobia — incluindo a grafofobia — deve ser feito por um psicólogo. Dentro da psicoterapia, há algo que é chamado de terapia de exposição. Nela, o profissional utiliza a exposição para fazer com que o paciente aprenda a se dessensibilizar em relação ao objeto ou, neste caso, à situação que teme. Portanto, mesmo que alguns exercícios possam ajudar no problema, a recomendação principal é buscar o auxílio de um psicólogo. E você, já tinha ouvido falar na grafofobia? Sofre com o problema ou conhece alguém que o tenha? Caso tenha gostado das informações que trouxemos aqui e queira receber mais conteúdo, não deixe de seguir o Redação Online no Facebook e no Instagram!

argumentos coringas para usar na redação

Os movimentos literários são um tema recorrente em vestibulares por todo o Brasil, inclusive no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Cada um desses períodos possuem suas características próprias e tiveram grande impacto nas produções que vemos até os dias de hoje. Por isso, é indispensável que esse conteúdo esteja bem fixado por quem irá realizar a prova. As peculiaridades de alguns movimentos também nos permitem entender um pouco sobre o contexto histórico-cultural ao qual ele estava inserido. Ou seja, quando a arte não imita a vida, ela tenta recriá-la de uma forma melhor. O blog da Redação Online preparou um resumo de cada um desses movimentos para que saiba as principais informações na hora da prova e garanta uma boa nota. Assim, poderá escolher entre uma maior variedade de opções seu curso e em qual faculdade quer entrar. Esse conteúdo é válido mesmo para quem busca estudar no exterior, temos um post completo sobre como usar sua nota do ENEM para fazer faculdade fora do país, não deixe de conferir! Conheça os movimentos literários que mais caem em prova! Em geral, as provas de vestibulares separam as áreas de conhecimento entre Linguagem, Conhecimentos Gerais e Específico. No ENEM funciona um pouco diferente, existem as Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática, e Linguagem e Códigos. Independente do caso, os conteúdos de Literatura são cobrados de forma parecida: revisitando os períodos literários e suas características, bem como algumas obras especificadas em cada edital. Por isso, vamos agora a lista dos movimentos que mais aparecem nas provas para depois falar como usá0los em sua redação! Confira também o post “10 alusões literárias para você usar nas redações” e saiba como unir os conhecimentos de Literatura à sua escrita! 1. Trovadorismo Esse estilo se caracteriza por ser poesias musicadas, compostas pelos Trovadores e apresentada tanto para realeza quanto para os servos. Existiam diferentes categorias de trovas e essa divisão quase sempre é cobrada nas provas. Podemos classificar esses poemas como: Período de destaque: 1189 até 1418.Onde surgiu: Na região que atualmente reconhecemos como França, Espanha e Itália. Naquela época, esse local era chamado de Occitânia.Principais autores: João Zorro, Afonso Sanches, Dom Dinis I de Portugal e Paio Soares de Taveirós (Portugal). 2. Humanismo O começo da literatura em prosa, produção de crônicas que valorizam as características humanas. Se afasta das características da Idade Média que o centro das produções é Deus, e começa a se voltar para o homem. Racionalismo e ascensão da ciência. Período de destaque: 1418 até 1527.Onde surgiu: Itália, por ser o berço do Renascimento que influenciou o surgimento desse movimento.Principais autores: Fernão Lopes e Gil Vicente (no teatro). 3. Quinhentismo O primeiro movimento literário do Brasil, que tem ligação com a chegada dos portugueses em nossas terras. Apesar do país ser a pauta principal, os escritos desse gênero falam sobre os navegantes que chegaram aqui. Possui como característica principal a descrição de viagens, da paisagem e relatos dos jesuítas. Período de destaque: 1500-1601.Onde surgiu: Brasil, mas era consumido na Europa.Principais autores: Pero Vaz de Caminha (Carta a el-Rei Dom Manoel, 1500), Padre José de Anchieta (Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil, 1595), Padre Manuel da Nóbrega (Tratado contra a Antropofagia, 1559) e Pero de Magalhães Gândavo (Tratado da Terra do Brasil, 1576). 4. Classicismo Uma das consequências do Renascimento, movimento artístico-cultural nascido na Itália. Aparece com o surgimento da Idade Moderna, finalizando de vez com o Período Medieval. Sua característica principal é a retomada dos ideais greco-romanos: o hedonismo (busca pelos prazeres), equilíbrio e do ideal de beleza tão procurado na Antiguidade Clássica. Sua obra principal é Os Lusíadas, um poema com mais de 1000 estrofes feito por Camões que retrata a viagem de Vasco da Gama até as Índias. Esse período é marcado por poemas com métricas regulares. Período de destaque: 1527 até 1580.Onde surgiu: Europa, não se tem ao certo um local de surgimento, mas foi uma continuação da predominância do Humanismo.Principais autores: Luiz Vaz de Camões (Os Lusíadas, 1572) e Dante Alighieri (A divina comédia, 1555). 5. Barroco Após tanta valorização dos ideias renascentistas, o Barroco surge retratando o homem em conflito. Racionalismo contra fé, homem contra Deus, bem contra o mal. A Igreja Católica começa ganhar força novamente, portanto muitos dos escritos desse movimento são sermões de missas. Como seus opositores, temos poesias satíricas contra a religião e poemas eróticos. Período de destaque: 1601-1768.Onde surgiu: Itália, logo se espalhando pela Europa. Esteve presente também em toda a América Latina, incluindo o Brasil.Principais autores: Gregório de Mattos (chamado também de Boca do Inferno, é o representante do lado apegado ao prazer) e Padre Antônio Vieira (Sermão da Sexagésima, 1655). 6. Arcadismo (Neoclassicismo) Acompanha a ascensão da Revolução Industrial e da agitação da cidade. O eu-lírico se distancia dessa realidade e oferece um contraponto a essas tecnologias ao exaltar a natureza. Muito comum poemas onde o personagem está no campo, em cenários bucólicos, sendo um pastor de ovelhas. Carpe diem (aproveite o momento) é seu principal conceito. Quebra com o conflito interno do Barroco e volta olha para o homem, com ideais iluministas. Período de destaque: 1768 até 1836.Onde surgiu: No continente europeu, mas alcançou o mercado brasileiro também.Principais autores: No Brasil, Cláudio Manoel da Costa (Obras, 1768) e Tomás Antônio Gonzaga (Marília de Dirceu, 1792). Na Europa, o português Antônio Dinis da Cruz e Silva. 7. Romantismo Esse movimento literário quebra com a formalidade da poesia, apesar de manter a estrutura de versos. O que isso quer dizer é que os poemas românticos nem sempre possuem rimas. Também existe prosa nesse período. Em texto corrido ou em estrofes, os temas sempre possuem um pessimismo ligado ao amor platônico, intensidade e fuga da realidade. Os eu-líricos idealizam mulheres que amam, mas se mantém egocêntricos. No Brasil foi divido em três fases: Período de destaque: 1836 até 1881.Onde surgiu: primeiros indícios na Europa do século XVIII, mas no século XIX que se consolidou e veio para o Brasil.Principais autores: Na primeira geração,
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