
Neste artigo você terá todas as orientações para se inscrever no processo seletivo para corretores do Enem, e também dicas do que estudar para passar no teste de seleção.
Aliás, você pode começar a treinar imediatamente sendo um dos corretores da nossa equipe – envie seu currículo agora mesmo, porque nossos inscritos na plataforma estão esperando!
No caso do Enem, tudo funciona como num concurso público, com inscrições para candidatos a corretores feitas diretamente à instituição organizadora da prova (que foi a FGV em 2021), de forma virtual.
Fique atento – as inscrições costumam ocorrer no segundo semestre do ano do Enem ao qual você vai se candidatar – marque aí na sua agenda.
Há 3 pré-requisitos para ser candidato a corretor do Enem:
Ah, você também precisará de um computador com conexão à internet!
Então, se você preenche esses pré-requisitos, vamos ver como será sua avaliação.
Assim começa sua avaliação: por meio de um curso on-line, com 93 horas de duração em 9 módulos. São textos e vídeos, seguidos de questões de múltipla escolha. No final, haverá uma questão dissertativa e um exercício final.
Logo, se você obtiver nota zero em alguma dessas questões, fica automaticamente eliminado. Além disso, a aprovação fica para quem obtiver as notas mais altas na questão e no exercício final, e já estão selecionados para continuarem no processo seletivo.
Exatamente: depois de aprovado no curso de capacitação, é preciso assinar um termo de compromisso e de sigilo, como dissemos antes: o corretor Enem não pode revelar informações sobre o processo de correção. Ademais, esse termo fica a cargo da organizadora da prova.
Quando o candidato se inscreve para o processo seletivo de corretores do Enem, já opta por duas cidades-sede onde gostaria de fazer as etapas presenciais, que vêm agora.
A capacitação presencial durará 16 horas, divididas em 2 dias, e será um treino tendo como base a cartilha de correção do Enem. Essa cartilha contém os critérios de correção da redação, que foi disponibilizada no ano de 2020.
Este pré-teste é realizado on-line. Nada mais é que corrigir 50 redações do Enem daquele mesmo ano da aplicação. Essa correção será avaliada pelo Inep.
Acreditamos que você saiba corrigir redações. Contudo, se está “fora de forma”, pode passar pelo nosso treinamento indicado para quem quer corrigir redações Enem, peça detalhes! Enquanto isso, revise os itens abaixo para ajudar na sua aprovação.
Isso inclui acentos, ortografia, uso de maiúsculas e minúsculas, e separação silábica. Tenha em mente que está em vigor a ortografia do Novo Acordo Ortográfico, obrigatório desde 2016.
No Enem, as palavras de outros idiomas numa redação não devem fazer parte da avaliação. Lembrete: não prejudique o aluno que não tem letra bonita.
Aqui se enquadram aquelas falhas clássicas, de regência, concordância, pontuação, paralelismo, crase… Normalmente são as mais consideradas em redações escolares.
Estas exigem um pouco mais de atenção do corretor: são as que envolvem coloquialismos e nível de formalidade. É que é preciso analisar o sentido dos termos em seus contextos.
De maneira geral, não aceite gírias nem abreviações, como as usadas em conversas pela internet. No que diz respeito a falhas de vocabulário, especificamente, é comum ocorrer inadequação ou vaguidão, quando um termo não transmite a ideia precisa do aluno.
Problemas com períodos truncados indicam falha de conexão (ou coesão), e são aqueles que criam, às vezes, frases que perdem o sentido; indicam dificuldade do aluno em subordinar ou coordenar frases.
O oposto também vai aparecer nas redações: a sobreposição de frases é falha comum.
Esteja pronto para analisar até que ponto uma redação do Enem tangenciou o tema, ou se, simplesmente, fugiu do tema. Pergunte-se se o aluno focou a questão levantada pela proposta, sem deixar “escapar” um aspecto que faz toda a diferença para a discussão do assunto.
Acontecerá, às vezes, de você encontrar redações que nem são exatamente um texto, no sentido de ter palavras e frases interligadas. Isso, logicamente, é um problema que significa perda de pontos.
E podem surgir redações que incluem outros tipos de composição textual – sua função será descobrir até que ponto elas dominam o texto (que deve ser dissertativo-argumentativo).
Repertório é um tanto complexo de ser analisado. Nele o corretor do Enem avaliará estes aspectos:
O corretor deve analisar se o candidato tinha um direcionamento no texto, que é indicativo de que ele fez um esquema/rascunho cuidadoso, raciocinando sobre onde queria chegar.
No Enem, a coesão deve ser analisada mais profundamente pelo corretor, em seus vários tipos. Aqui entra a análise de como foi feita a coesão por todo o texto – e coesão não é apenas uma palavra.
O diferencial do Enem é essa proposta de intervenção, e nela o corretor precisa verificar se os 5 elementos estão presentes ali:
E então, vai ser corretor de redação do Enem? Se você se sente “fora de forma” para isso, por que não começa hoje nosso treinamento para corretores? Ele tem material completo, inclui correções de redação e para ser aprovado é preciso ter nota final 7. Inscreva-se!
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h. Nossos especialistas aprovados nas melhores universidades vão te ajudar a alcançar a nota máxima.
Ver Planos de CorreçãoA prova de redação da FUVEST é uma etapa decisiva para os candidatos que desejam ingressar na Universidade de São Paulo (USP), uma das mais prestigiadas instituições de ensino superior do Brasil. Para os professores, o desafio está em orientar seus alunos de maneira eficaz, preparando-os para alcançar um desempenho exemplar nessa prova. Pensando nisso, elaboramos este guia de como corrigir a Redação da FUVEST, uma vez que visa auxiliar professores a aprimorarem suas técnicas de avaliação. Leia também: o guia completo para dominar a escrita em vestibulares Como é a redação da Fuvest? A FUVEST, porta de entrada para a Universidade de São Paulo (USP), ou seja, exige dos candidatos redações que superem o simples domínio da língua portuguesa. Nesse sentido, é necessário demonstrar capacidade crítica, profundidade nas argumentações e uso adequado de referências. Para isso, os textos não podem ter menos de 20 linhas e devem possuir títulos, sendo que nenhum dos aspectos avaliados pode ser zerado. Além disso, a redação deverá ser, obrigatoriamente, uma dissertação, na qual se espera que o candidato demonstre capacidade de mobilizar conhecimentos e opiniões, argumentar coerentemente e expressar-se de modo claro, correto e adequado. Desse modo, na correção da redação, serão avaliados três aspectos (Tipo de Texto e abordagem do Tema, Estrutura e Expressão) que somam nota 10. Aspectos avaliados na correção A correção da redação da FUVEST se concentra em três aspectos principais: Dessa forma, cada um desses aspectos é crucial para a construção de uma redação de qualidade, isto é, refletindo o entendimento do candidato sobre o tema proposto e sua habilidade em comunicar suas ideias de forma clara e estruturada. Assista este vídeo da professora Chay sobre a redação da Fuvest: Grade de correção detalhada Dessa forma, apresentamos os critérios detalhados para cada aspecto avaliado, organizados em tabelas para facilitar a compreensão e aplicação por parte dos professores. A. Desenvolvimento do tema e organização Nível Critérios 0 Fuga total do tema ou do tipo textual, ou seja redação anulada. 0,5 Desvio ou ampliação do tema. Pouca consideração da interlocução. Texto sem tese clara. 1,0 Cópia da coletânea ou articulação rudimentar. Ponto de vista objetivo, porém fraco. 1,5 Desenvolvimento parcial do tema. Paráfrase da coletânea, como também estrutura dissertativa perceptível. 2,0 Bom desenvolvimento do tema. Tese mal construída, bem como tentativa de argumentação. 2,5 Consideração e bom uso da coletânea. Tese clara e bem construída. Desenvolvimento limitado. 3,0 Muito bom desenvolvimento. Tese madura e original, bem como argumentos consistentes. 3,5 Excelente desenvolvimento com ponto de vista crítico, já que usa de referências intelectuais externas. 4,0 Argumentação e interpretação competentes e originais, como também a tese substancial e autorais. B. Coerência dos argumentos e articulação Nível Critérios 0 Incoerência completa. Redação anulada. 0,5 Texto caótico, sem conexão entre os parágrafos. 1,0 Estrutura precária, problemas no uso de coesivos. 1,5 Estrutura falha, tentativa de argumentação. Presença de incoerência externa. 2,0 Problemas pontuais de articulação. Mas a estrutura textual respeita a ordem dissertativa. 2,5 Boa articulação de argumentos, já que tem estrutura logicamente formulada. 3,0 Excelente domínio dos recursos de coesão e coerência. Portanto, uma estrutura transparente e segura. C. Correção gramatical e adequação vocabular Nível Critérios 0,5 Uso precário da norma culta, ou seja, muitas construções inadequadas. 1,0 Muitos problemas gramaticais graves, como também uso excessivo de clichês. 1,5 Alguns desvios gramaticais e imprecisões lexicais, bem como falta de clareza. 2,0 Bom uso da norma culta, com poucos desvios. Todavia, ainda pode melhorar. 2,5 Bom domínio vocabular. Uso adequado da pontuação. Ou seja, insegurança linguística. 3,0 Domínio pleno da norma culta. Isto é, quase nenhuma transgressão gramatical. Por fim, o aprimoramento na correção de redações exige dos professores um entendimento profundo dos critérios de avaliação e a capacidade de transmitir esses conhecimentos aos alunos. Agora que você já sabe como corrigir a Redação da FUVEST esperamos facilitar esse processo, contribuindo para a preparação eficaz dos estudantes para esse vestibular. Portanto, lembre-se, a prática constante e o feedback construtivo são essenciais no desenvolvimento das habilidades de escrita dos alunos. Para mais recursos e apoio nesse processo educacional, não deixe de acessar nossa plataforma.
Já estamos em 2024, por isso é crucial entender as tendências que estão moldando o futuro da educação. Nesse sentido, este artigo busca responder a perguntas fundamentais sobre as tendências educacionais e tecnológicas que estão definindo o cenário do ensino no Brasil e no mundo. O que são tendências educacionais? Tendências educacionais são padrões e inovações emergentes que influenciam a maneira como ensinamos e aprendemos. Dessa maneira, elas refletem mudanças sociais, tecnológicas e pedagógicas e têm o poder de remodelar o ambiente educacional. Quais as principais tendências para a Educação? Personalização do ensino: À medida que avançamos na educação do futuro, a personalização torna-se um elemento essencial. Com efeito, esta abordagem que adapta o ensino às necessidades individuais dos alunos, efetivamente promove uma experiência de aprendizagem mais eficaz. Portanto, garante-se que cada estudante possa prosperar em seu próprio ritmo. Educação inclusiva: Certamente, a educação inclusiva representa um marco importante na jornada educacional. Ela se foca em tornar a educação acessível e relevante para todos os alunos, independentemente de suas habilidades ou origens. Assim, este compromisso com a inclusão assegura que cada estudante tenha a oportunidade de aprender e prosperar em um ambiente acolhedor e adaptado às suas necessidades únicas. Desenvolvimento de habilidades socioemocionais: a valorização da inteligência emocional, resiliência e outras habilidades essenciais para a vida pessoal e profissional é essencial na educação moderna. Além disso, ao enfatizar estas habilidades, as instituições de ensino preparam os alunos não apenas para o sucesso acadêmico, mas também para o bem-estar emocional e social, indispensável no cenário profissional atual. Métodos de ensino inovadores: além disso, a implementação de abordagens como aprendizagem baseada em projetos e ensino híbrido está transformando a dinâmica educacional. Essas metodologias tornam o aprendizado mais interativo e engajador, incentivando a participação ativa dos alunos e a aplicação prática do conhecimento adquirido. Quais as tendências atuais na educação brasileira? A educação brasileira está se adaptando a tendências globais, com um aumento no uso de tecnologias digitais e um foco crescente em habilidades do século 21. Também há uma ênfase crescente na educação ambiental e na sustentabilidade. Quais são as tendências da tecnologia na educação? Inteligência artificial e aprendizado adaptativo: ademais, o uso crescente de IA na educação está revolucionando o ensino. Com a implementação de sistemas de aprendizado adaptativo baseados em IA, as experiências educacionais tornam-se mais ricas e personalizadas. Dessa forma, esta tecnologia permite ajustar o conteúdo e o ritmo do ensino às necessidades individuais de cada aluno, promovendo um ambiente de aprendizado mais eficiente e focado no aluno. Veja como a Inteligência Artificial pode ajudar na educação de jovens em um caso real Realidade virtual e aumentada: Efetivamente, essas tecnologias revolucionam o ensino, oferecendo experiências imersivas e inovadoras. Transformam significativamente a abordagem de ensino, permitindo que alunos interajam com conceitos de maneira envolvente e dinâmica. Assim, o aprendizado se torna não apenas mais eficaz, mas também memorável, redefinindo o processo educativo com ferramentas interativas e avançadas. Plataformas de aprendizagem Online: Atualmente, observa-se um notável aumento na oferta de cursos e recursos educacionais na internet, o que propicia uma maior acessibilidade e flexibilidade no processo de aprendizado. Este cenário facilita a inclusão de uma diversidade maior de estudantes, já que oportunidades para aqueles que buscam educação de qualidade com conveniência e adaptabilidade. Assim, as plataformas online tornam-se essenciais para atender às necessidades variadas de aprendizes em todo o mundo, democratizando o acesso ao conhecimento. Análise de dados na educação: Na educação contemporânea, a utilização de big data e analytics vem se destacando por sua capacidade de entender melhor os padrões de aprendizagem dos alunos. Essa abordagem inovadora permite aprimorar as estratégias educacionais, tornando-as mais eficazes e adaptadas às necessidades individuais dos estudantes. Com isso, educadores e instituições conseguem identificar tendências, prever dificuldades Por fim, as tendências para a educação em 2024 estão redefinindo o cenário do ensino, com um forte enfoque na tecnologia e na personalização. Se você deseja estar à frente nessas tendências e se beneficiar de uma educação inovadora e tecnologicamente avançada, nossa plataforma é a escolha certa. Seja professor ou instituição, junte-se a nós e faça parte dessa revolução educacional. Experimente agora gratuitamente e descubra como podemos ajudá-lo a alcançar seus objetivos!
Você avalia as redações de seus alunos e… eles voltam a cometer os mesmos erros! Pare de enxugar gelo e veja agora como seu trabalho pode ser mais eficaz – e como conseguir fazer a avaliação de redações sem se cansar! Nesse sentido, os alunos não falam abertamente, mas a gente vê que não aproveitam muito as avaliações que recebem… sem mencionar que acham que o professor está sempre irritado, a julgar pelas marcas vermelhas espalhadas pela folha. Afinal, Eles também confessam que certas perguntas feitas nas margens pelos professores parecem sem sentido. Sem dúvida, é inevitável: as avaliações acabam esquecidas, dobradinhas, no meio das apostilas. Isso porque o resultado é ruim: para desespero do professor, os alunos repetem exatamente os mesmos erros, redação após redação. Desse modo, vamos te ensinar agora o jeito ideal de avaliar redações (que pode ser potencializado com nossa plataforma para escolas!) A mentalidade correta para avaliar uma redação Primeiramente, estamos falando de “avaliar a redação” e não de corrigi-la, notou? Sim, porque “corrigir” implica apenas reescrever na forma correta. Alunos não precisam disso: eles precisam saber como não repetir uma falha, que é a função da avaliação. Por isso, o que você não imaginava é que a avaliação perfeita começa antes de pensar na gramática ou na clareza da redação do seu aluno. Coloque-se no lugar do aluno Lembra-se quando você, professor, era aluno? Caso você escrevia sua redação pensando em fazer seu melhor. Tudo que queria era que o professor entendesse você. Por isso, seu aluno também pensa assim: ele quer é que você entenda o que ele diz. O que ele diz é importante para ele. É muito frustrante para um aluno tentar explicar o que pensa e ver que o professor só prestou atenção nos erros de gramática! Portanto, não supervalorize erros em detrimento das ideias. Claro que as ideias dependem de uma escrita clara, com gramática correta (e às vezes até a letra impede que você entenda a ideia!). Mas corrija a gramática, ao mesmo tempo que mostra a seu aluno até que ponto o compreendeu. Ele ficará feliz pelo seu esforço e gentileza e evitará aquele erro gramatical nas próximas redações. Um exemplo: em vez de anotar “não entendi” prefira anotar “acho que você quis dizer [tal coisa], não? Ou será que queria dizer [tal outra coisa]?” Sim, porque – não seja desalmado – alguma coisa você entendeu! Nunca corrija a opinião do aluno Muito provavelmente seu aluno é egresso do ensino médio (ou ainda não o terminou) e você sabe como é o pensamento nessa faixa etária. Sem dúvida, ele vai evoluir com o tempo – nada de críticas! Por mais absurda que a opinião ou os argumentos de seu pupilo pareçam, “pegue leve”. Por isso, Faça-o raciocinar até o ponto que for possível para a maturidade dele, de maneira que ele comece a notar sozinho alguma possível fragilidade no argumento. Opinião não se corrige (nem se avalia). Aliás, como todo mundo, eles gostam muito de perceber que o professor os respeita! Avaliação de redações: evite tendências ideológicas ao avaliar Não avalie com base na sua tendência ideológica, por favor. As discussões ideológicas podem perigosamente levar a senso comum. Digamos que seu aluno esteja usando como opinião algum senso comum, como “o agronegócio brasileiro está destruindo a natureza” Pergunte a ele se há evidências desse fato. Ele precisa de provas do que diz. Sem evidências – sem provas – a argumentação é frágil demais! Isso não significa afirmar que o aluno está errado: apenas mostrar a ele que na dissertação não existe “porque sim” nem “porque não” – tudo tem que se basear em evidências. Isso porque é assim que você ajuda seu aluno a argumentar: mostre a ele que pode haver mais de um ponto de vista de um fato que ele considera verdade porque todos repetem. Um outro detalhe que você já deve ter notado: alunos que ainda estão no ensino médio tentam agradar ao professor, escrever o que o professor “gostaria” de ler. Vestibulares e concursos analisam as redações de forma neutra, então seja o mais neutro possível nessa hora. Elogie É garantido que elogiando seu aluno ele vai escrever cada vez melhor! Temos visto “correções” de redação em que o aluno só recebe críticas – quem se sente estimulado a continuar escrevendo desse jeito?! A cada redação cuja avaliação você finaliza, destaque algo que foi bom nela. Por mínimo que seja! Uma forma de pensar realmente cheia de personalidade… uma gramática praticamente perfeita… um argumento realmente indiscutível… seja o que for, elogie e veja o resultado com seus próprios olhos! Bem, você acabou de compreender a postura necessária de um professor ao avaliar a redação de um aluno. Como vê, isso precede a avaliação “técnica” da redação em si. Agora vamos a essa avaliação, especificamente, na ordem que consideramos a mais produtiva para você (seu tempo precisa ser valorizado, não é?). Avaliação de redações: o que avaliar na redação do seu aluno Além disso, como professor, você sabe o que deve analisar na redação do aluno, mas há uma sequência mais eficiente de fazer isso. Siga a ordem abaixo. Avalie a gramática e o vocabulário Avaliar a gramática e erros mais óbvios logo de início facilita na sua próxima leitura da redação. Assim você conseguirá compreender mais rápido o que o aluno escreve, principalmente se ele ainda não tiver um bom nível de escrita. Já que isso significa que você só avaliará a gramática e o vocabulário sem se preocupar com mais nada, nesta etapa inicial, ok? Há modos variados de indicar falhas de gramática, e isso é também pessoal de cada professor. Entretanto, sugerimos que você indique a falha sem destaques exagerados (isto é, você não quer assustar seu aluno). Se seu aluno está engatinhando na escrita, mostre a correção da falha (ou seja, não se limite a demarcá-la). Se ele já está aperfeiçoando a escrita, apenas indique que ali há uma falha e deixe que a descubra. Você pode circulá-la e anotar
Se existe uma parte da redação do ENEM que tira o sono dos candidatos, é o desenvolvimento argumentativo. É nele que você mostra se realmente sabe defender um ponto de vista com profundidade, coerência e repertório sociocultural. Não é exagero dizer que o desenvolvimento separa as redações medianas das redações nota 1000. Muitos alunos até conseguem fazer introduções criativas, mas travam na hora de argumentar. Isso porque, além de organizar ideias, é preciso estruturar causas, consequências e soluções de forma consistente. Como desenvolver uma boa argumentação? Uma boa argumentação não nasce do improviso: ela precisa seguir uma estrutura lógica. Pense no parágrafo como uma corrente de ideias: cada elo precisa estar bem conectado. 📌 Estrutura clássica do desenvolvimento: ⚠️ A falha mais comum dos estudantes é “jogar” repertórios sem explicá-los. No ENEM, o corretor espera explicação, análise e vínculo com a tese. Como fazer um desenvolvimento de argumentos? No desenvolvimento, cada parágrafo deve trabalhar um argumento distinto, sempre ligado à tese apresentada na introdução. 📌 Funções dos parágrafos: Esse equilíbrio mostra que o aluno sabe olhar para o tema de diferentes ângulos. 🔎 Exemplo prático:Tema → evasão escolar. O que falar no desenvolvimento 1? No Desenvolvimento 1, você deve: ✅ Exemplo:“Diante desse cenário, observa-se que a negligência governamental compromete o acesso da população a políticas públicas de segurança, o que intensifica a violência urbana.” O que falar no desenvolvimento 2? O Desenvolvimento 2 deve acrescentar uma nova camada de análise. Pode ser: ✅ Exemplo:“Além disso, a desinformação midiática reforça preconceitos sociais e dificulta a formação de uma consciência crítica.” Quais são 5 estratégias argumentativas? Para variar sua redação e evitar repetições, use diferentes estratégias: Essas estratégias dão densidade e credibilidade ao texto. Que palavras devo usar para iniciar uma argumentação? O início de cada parágrafo deve ter coesão. Não comece de forma brusca. Use conectivos que guiem o corretor pela sua linha de raciocínio. Passo a passo para fazer a argumentação perfeita Aqui está o roteiro definitivo: ✅ Exemplo de parágrafo completo “Diante desse cenário, observa-se que a negligência governamental compromete a permanência escolar de milhares de adolescentes brasileiros. Segundo o IBGE, mais de 1,5 milhão de jovens entre 15 e 17 anos estavam fora da escola em 2022, dado que comprova a falta de políticas públicas eficazes de inclusão. Com efeito, a ausência de programas de permanência e apoio socioeconômico gera um quadro alarmante, em que estudantes de famílias vulneráveis abandonam os estudos para ingressar precocemente no mercado de trabalho. Exemplo disso é que, segundo o Unicef, o Brasil registrou aumento de 24% no trabalho infantil durante a pandemia, o que reforça a relação entre desigualdade social e evasão escolar. Essa falha resulta na exclusão social de milhares de jovens, perpetuando o ciclo da pobreza e limitando suas oportunidades de ascensão. Em suma, a ausência de políticas educacionais eficazes aprofunda a desigualdade e reforça a urgência de medidas estatais para garantir o direito à educação.” Conclusão O desenvolvimento é o coração da sua redação. É nele que você mostra: 📌 Resumindo: um parágrafo perfeito tem tópico frasal + repertório + aprofundamento + consequência + fechamento. 👉 No Redação Online, você encontra mais de 1.200 temas de redação para treinar, com correção detalhada em cada competência.Faltam apenas 2 meses para o ENEM. Não deixe a sua argumentação ser o motivo de perder pontos.
Talvez você já tenha ouvido alguém dizer em tom de brincadeira: “Vou parar no CAPS”.Mas o que muita gente não sabe é que o CAPS – Centro de Atenção Psicossocial – é uma política pública essencial para o Brasil. Esses centros representam um avanço no cuidado com a saúde mental e podem ser utilizados como repertório sociocultural poderoso em diferentes temas de redação. O que é o CAPS e qual a sua função? O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) é um serviço de saúde pública voltado para o tratamento de pessoas em sofrimento psíquico grave e persistente. Ele substitui em parte o modelo hospitalar psiquiátrico, priorizando o cuidado comunitário e a reintegração social. Sua principal função é oferecer atendimento humanizado a quem enfrenta transtornos mentais ou dependência de álcool e drogas, evitando o isolamento e promovendo inclusão social. Qual é a função do sistema CAPS? O sistema CAPS está organizado em modalidades (CAPS I, II, III, CAPS ad, CAPS i, etc.), que variam conforme o porte do município e a complexidade dos atendimentos. A função central é: Agora que entendemos a função, vamos responder outra dúvida comum. O que é o sistema CAPS? O sistema CAPS é parte da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), criada pelo SUS, e atua em conjunto com Unidades Básicas de Saúde, hospitais gerais e serviços de emergência. Ele busca romper com o antigo modelo de manicômios e garantir que a saúde mental seja tratada como um direito humano básico. O que é CAPS na gíria? Na linguagem popular, muitas vezes o termo “CAPS” é usado como piada ou gíria para falar de problemas de saúde mental. Mas essa banalização esconde a seriedade do tema. Na redação, esse uso não deve ser feito de forma irônica. Ao contrário, é uma oportunidade de mostrar conhecimento crítico sobre políticas públicas de saúde mental no Brasil. Como usar o CAPS na redação? Você pode utilizar o CAPS em temas que envolvam saúde mental, políticas públicas, dependência química e direitos humanos. Exemplo de frase argumentativa: “De acordo com os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), criados pelo SUS, o atendimento comunitário é fundamental para reduzir o estigma da saúde mental e promover inclusão social.” Exemplo de introdução (3 períodos, padrão ENEM): A negligência estatal em relação à saúde mental compromete diretamente a qualidade de vida da população. Nesse cenário, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), instituídos pelo SUS para oferecer acolhimento e tratamento comunitário, representam uma política pública essencial. Entretanto, a limitação de recursos e o estigma social ainda dificultam o acesso, o que perpetua tanto o sofrimento psíquico quanto a exclusão social. Quais temáticas de redação permitem usar o CAPS? Conclusão O CAPS é mais do que uma sigla usada em memes: é uma política pública estratégica e um repertório sociocultural legítimo para redações do ENEM e vestibulares. Ao incluí-lo nos seus textos, você mostra conhecimento crítico, capacidade de argumentação e domínio sobre a realidade brasileira. 📌 Resumindo: use o CAPS para discutir saúde mental, políticas públicas e inclusão social.
Nos últimos anos, o critério de uso produtivo do repertório sociocultural tornou-se fundamental para a correção da redação do ENEM. Isso aconteceu porque muitos alunos passaram a citar repertórios de maneira superficial, sem estabelecer uma relação clara com o tema ou sem usá-los para aprofundar a argumentação. Se você já ouviu falar sobre repertório sociocultural, mas ainda tem dúvidas sobre como usá-lo corretamente para garantir uma nota alta, este post vai esclarecer tudo! O que é repertório sociocultural na redação do ENEM? O repertório sociocultural é o conhecimento externo que pode ser utilizado na redação para sustentar os argumentos. Ele pode ser baseado em diferentes fontes, como: Mas atenção! Não basta apenas inserir um repertório na redação – ele precisa ser: 1️⃣ Legitimado → deve vir de uma fonte confiável, como livros acadêmicos, documentos oficiais, pesquisas científicas ou eventos históricos bem documentados. 2️⃣ Pertinente → o repertório deve estar diretamente relacionado ao tema da redação. Por exemplo, se o tema for “A importância da educação financeira no Brasil”, não adianta citar um filósofo da Idade Média que nunca abordou economia. Dessa forma, é essencial selecionar referências que tenham conexão com a proposta para fortalecer a argumentação. 3️⃣ Produtivo → precisa contribuir para a progressão do argumento, aprofundando a reflexão e ajudando a construir um raciocínio sólido. Se um repertório não cumprir esses critérios, ele pode ser considerado superficial e levar à perda de pontos na Competência II. O que é um repertório com uso produtivo? Agora que já sabemos o que é um repertório sociocultural, vamos entender o que faz com que ele seja considerado produtivo. Um repertório produtivo é aquele que não apenas complementa a argumentação, mas também ajuda a construir um raciocínio forte e aprofundado. Como tornar um repertório produtivo dentro da argumentação? Agora que você entendeu o que é um repertório produtivo, vamos à pergunta mais importante: como garantir que ele realmente agregue valor à sua redação? Para isso, a chave para tornar um repertório produtivo é integrá-lo ao argumento de maneira lógica, de modo que ele ajude a aprofundar a reflexão sobre o tema. Quais os critérios de avaliação da Competência II? A Competência II avalia se o candidato compreende o tema e utiliza repertórios de forma estratégica. Veja a tabela abaixo com os critérios de avaliação: 📊 Tabela de avaliação da Competência II COMPETÊNCIA II Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa 1 Tangência ao tema OU ➔ Texto composto por aglomerado caótico de PALAVRAS OU ➔ Traços constantes de outros tipos textuais 2 Abordagem completa do tema E ➔ 3 partes do texto (2 delas embrionárias) OU ➔ Conclusão finalizada por frase incompleta Redações que apresentam muitos trechos de cópia não devem ultrapassar este nível 3 Abordagem completa do tema E 3 partes do texto (1 delas pode ser embrionária) Redações com corpo do texto composto por até 8 linhas em que não é possível reconhecer as 3 partes não devem ultrapassar este nível E ➔ Repertório baseado nos textos motivadores E/OU ➔ Repertório não legitimado E/OU ➔ Repertório legitimado, MAS não pertinente ao tema 4 Abordagem completa do tema E 3 partes do texto (nenhuma delas embrionária) E Repertório legitimado E pertinente ao tema, SEM uso produtivo 5 Abordagem completa do tema E 3 partes do texto (nenhuma delas embrionária) E Repertório legitimado E pertinente ao tema, COM uso produtivo Como inserir repertórios na redação de forma natural? Uma das maiores dificuldades dos vestibulandos é saber como introduzir repertórios sem parecer forçado. Aqui estão algumas estratégias para incorporar referências de forma fluida na argumentação: 📚 Para livros e autores 📜 Para leis e documentos oficiais 📊 Para dados estatísticos e pesquisas ✔ Similarmente ao que é evidenciado nas estatísticas…✔ Embora as pesquisas indiquem [dado estatístico], na realidade… Usar essas frases ajuda a introduzir repertórios de maneira mais natural, evitando que eles pareçam soltos ou artificiais no texto. Como transformar um repertório comum em um repertório produtivo? Abaixo, trazemos exemplos reais de como um repertório pode ser mal utilizado e como transformá-lo em um repertório produtivo. 📌 Tema: “Os desafios da inclusão de pessoas com deficiência no Brasil” ❌ Exemplo de repertório NÃO produtivo: “A Constituição Federal garante que todos os cidadãos são iguais perante a lei. Portanto, a inclusão de pessoas com deficiência deve ser assegurada no Brasil.” ✅ Exemplo de repertório produtivo: “A Constituição Federal assegura que todos os cidadãos são iguais perante a lei, independentemente de qualquer condição. No entanto, apesar dessa garantia legal, a inclusão de pessoas com deficiência ainda enfrenta desafios estruturais no Brasil. Segundo o IBGE (2019), apenas 39% das escolas possuem infraestrutura acessível. Esse dado demonstra que, embora a legislação exista, a realidade ainda apresenta barreiras que dificultam a plena inclusão, evidenciando a necessidade de políticas públicas eficazes para garantir a acessibilidade e o direito à educação para todos.” 🔎 Por que o segundo exemplo é melhor? Conclusão Por fim, agora que entendemos o conceito de repertório produtivo, fica claro que não basta apenas citar referências socioculturais – o mais importante é integrá-las ao argumento e utilizá-las estrategicamente. O uso de um repertório legitimado, pertinente e produtivo é essencial para garantir uma argumentação sólida e alcançar a nota máxima na Competência II. Isso significa que você precisa contextualizar bem suas referências, conectá-las ao argumento central da redação e usá-las para aprofundar a discussão. Se você ainda tem dúvidas sobre como aplicar um repertório de forma produtiva, a melhor maneira de aprender é praticando. 👉 Quer testar sua redação e receber um feedback detalhado sobre o uso do repertório?
A redação do Enem é uma das partes mais temidas pelos estudantes, pois ela exige não apenas o domínio da escrita, mas também a habilidade de argumentar e defender um ponto de vista de maneira coesa e estruturada. Um erro comum é não entender os critérios que podem levar a uma nota zero, o que resulta na desclassificação automática da prova. Neste post, vamos explorar em detalhes os 12 motivos que podem levar nota zero na redação do Enem, e como você pode evitá-los. A seguir, você também encontrará respostas para as perguntas mais comuns sobre zerar a redação do Enem. 12 motivos para nota zero na redação do Enem 1. Fuga total ao tema Proposto Esse erro acontece quando o candidato escreve sobre um assunto completamente diferente do tema solicitado. No Enem, o tema da redação é claro e deve ser seguido rigorosamente. Se o tema é “Desafios da educação no Brasil”, por exemplo, falar sobre “Violência urbana” seria fugir totalmente do tema. 2. Texto com menos de 7 linhas Um texto com menos de sete linhas é considerado insuficiente para desenvolver uma argumentação sólida e, por isso, leva automaticamente a nota zero. Redações muito curtas não conseguem expor as ideias e argumentações de maneira completa. Por exemplo, um candidato que, devido ao nervosismo, escreve apenas seis linhas sem desenvolver nenhum argumento completo. 3. Desrespeito aos Direitos Humanos O Enem valoriza o respeito aos direitos humanos e qualquer discurso que incite violência, preconceito ou discriminação resultará em nota zero. Declarações que ofendem, discriminam ou incitam ódio contra qualquer grupo ou indivíduo. Por exemplo, propor soluções para o tema da redação que envolvam ações violentas ou que prejudiquem grupos específicos, como sugerir o uso de força policial desproporcional contra manifestantes. 4. Parte desconectada do Texto Inserir trechos que não se conectam com o restante do texto, como copiar trechos de outros textos ou introduzir assuntos irrelevantes, leva à desclassificação. 5. Texto Escrito em Língua Estrangeira A redação do Enem deve ser escrita em português. Qualquer parte do texto que seja escrita em outro idioma resultará em nota zero. 6. Folha em Branco leva à nota zero Entregar a folha de redação em branco, sem qualquer tentativa de escrita, leva automaticamente à nota zero. 7. Texto Considerado Proposta de Anulação Se o texto é interpretado como uma tentativa de anular a prova, ele receberá nota zero. 8. Impropérios, Desenhos e Outras Formas Propositalmente Desrespeitosas O uso de palavrões, impropérios, ou inserir desenhos e rabiscos na redação são atitudes que resultam em desclassificação. 9. Assinatura ou Identificação Fora do Local Adequado Identificar-se fora do local indicado para isso é considerado uma violação das regras do exame e leva à nota zero. 10. Letra Ilegível Se o corretor não consegue ler o que foi escrito, o texto não poderá ser avaliado e receberá nota zero. 11. Texto Fora do Gênero Dissertativo-Argumentativo O Enem exige um texto dissertativo-argumentativo. Qualquer outro gênero textual, como narrativas ou poesias, resultará em nota zero. 12. Cópia com trecho de mais de 7 linhas produzido pelo participante Os textos que, além da cópia, não apresentarem mais de 7 linhas de produção própria do participante devem ser anulados como “Cópia”, desde que a produção total ocupe mais de 7 linhas da folha de redação. Vale lembrar que consideramos linhas com cópia aquelas compostas, integral ou parcialmente, por trechos de cópia da Prova de Redação e/ou do Caderno de Questões. O que acontece se eu tirar nota zero na redação do Enem? Zerar a redação do Enem significa que você não poderá utilizar a sua nota para ingressar em universidades públicas ou privadas através do Sisu, Prouni ou Fies. Também pode comprometer sua chance de se classificar para programas de bolsas de estudo e intercâmbios. O que significa zerar a redação do Enem? Zerar a redação do Enem ocorre quando o candidato comete um dos 12 erros listados acima, como fuga ao tema ou desrespeito aos direitos humanos, resultando em uma pontuação de zero pontos na redação. Quantas pessoas zeraram a redação do Enem? O número de pessoas que zeram a redação do Enem varia a cada edição do exame. Em 2022, por exemplo, cerca de 1,19% dos candidatos zeraram a redação, o que corresponde a mais de 20 mil pessoas. Esse número reflete a importância de seguir as diretrizes e evitar os erros que podem levar à nota zero. Por fim, Zerar a redação do Enem é um risco real para qualquer candidato que não esteja atento aos critérios exigidos. Evitar os 12 motivos que levam à nota zero é crucial para garantir que seu esforço seja recompensado com uma boa pontuação. Além de seguir as orientações específicas para a redação do Enem, é importante praticar bastante e desenvolver uma escrita clara e objetiva. Mantenha o foco no tema, desenvolva seus argumentos de forma estruturada e não se esqueça de incluir uma proposta de intervenção sólida. Com essas estratégias, você estará no caminho certo para uma redação de sucesso no Enem.