
Todo ano, quando chegam as festas juninas, a escola ganha uma oportunidade que vai muito além da decoração, da quadrilha e das comidas típicas. O São João pode ser usado como ponto de partida para discutir cultura popular, identidade, memória coletiva, desigualdades regionais, respeito à diversidade e produção textual.
Para educadores, esse recorte é especialmente rico porque une vivência dos estudantes, currículo, legislação e prática de redação. Em vez de tratar a festa apenas como evento no calendário escolar, a escola pode transformá-la em uma experiência de aprendizagem: pesquisar, argumentar, interpretar fontes, comparar realidades e produzir textos com repertório sociocultural consistente.
Além disso, trabalhar São João na escola ajuda os alunos a entenderem que cultura popular não é assunto secundário. Ela faz parte da formação cidadã, aparece em leis brasileiras e pode render excelentes propostas de redação sobre patrimônio cultural, identidade nacional, regionalismo, educação e valorização de saberes locais.
LEVE ESSE TEMA PARA A SUA TURMA
Trabalhar São João na escola é importante porque a festa permite aproximar o conteúdo curricular da vida cultural dos estudantes. Quando a cultura popular entra na sala de aula com planejamento, ela deixa de ser apenas comemoração e se torna objeto de leitura, pesquisa, debate e produção textual.
Na prática, o professor pode usar o tema para discutir como tradições são preservadas, como identidades regionais são construídas, como a cultura movimenta economias locais e como determinadas manifestações populares ainda são vistas com preconceito quando não se encaixam em modelos considerados mais formais ou elitizados de cultura.
Esse recorte também favorece uma habilidade central para a redação: transformar uma experiência conhecida em argumento. Muitos alunos participam de festas juninas, mas nem sempre conseguem perceber que há ali um repertório sobre memória, pertencimento, religiosidade, arte, território, trabalho, culinária, música e sociabilidade.
O São João também é patrimônio cultural em sentido amplo, porque envolve práticas, saberes, símbolos, músicas, danças, comidas, modos de organização comunitária e formas de expressão transmitidas entre gerações. A própria legislação brasileira reforça essa leitura.
A Lei nº 14.555/2023 reconhece as festas juninas como manifestação da cultura nacional. Depois, a Lei nº 14.900/2024 ampliou esse reconhecimento para as quadrilhas juninas. Para a escola, isso significa que o tema não precisa aparecer apenas como atividade recreativa: ele pode entrar como conteúdo cultural, histórico e social.
Essa abordagem também conversa com a ideia de educação patrimonial. Segundo o Iphan, a Educação Patrimonial envolve processos educativos voltados à sensibilização e mediação sobre o patrimônio cultural, com construção coletiva e participação das comunidades detentoras dessas referências.
Ou seja: quando a escola trabalha São João de forma crítica, ela ajuda o estudante a perceber que cultura não está apenas no museu, no livro didático ou nas obras consagradas. Cultura também está na festa do bairro, na música local, na receita da família, na dança coletiva e nas histórias que circulam na comunidade.
Há várias bases legais que fortalecem o trabalho com cultura popular na escola. Elas ajudam o educador a mostrar que o tema não é uma atividade solta, mas parte de uma formação integral e conectada à diversidade brasileira.
A Constituição Federal garante o exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional. O artigo 215, disponível no texto oficial da Constituição, determina que o Estado deve apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais.
Na redação, esse repertório pode sustentar argumentos sobre a responsabilidade do poder público e das instituições educacionais na preservação da cultura popular.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma, no artigo 26, que os currículos da educação básica devem ter uma base nacional comum complementada por uma parte diversificada, conforme características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.
Esse ponto é essencial: ele mostra que a escola não precisa trabalhar apenas conteúdos descolados do território. A cultura local pode e deve participar da aprendizagem quando há intencionalidade pedagógica.
A Lei nº 11.645/2008 torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. Embora o São João não se reduza a esse recorte, trabalhar cultura popular com responsabilidade exige reconhecer matrizes diversas da formação cultural brasileira e evitar uma visão folclorizada ou estereotipada das tradições.
Esse cuidado é importante para que a festa não vire apenas fantasia e decoração, mas uma porta de entrada para discutir pluralidade, respeito e reconhecimento histórico.
A BNCC também sustenta esse trabalho. Entre as competências gerais, ela destaca a valorização dos conhecimentos historicamente construídos, a fruição de manifestações artísticas e culturais, a valorização da diversidade de saberes e vivências culturais e a argumentação com base em fatos, dados e informações confiáveis.
Para a redação, isso é ouro pedagógico. O aluno aprende a sair do senso comum e a construir argumentos com fontes, contexto histórico, base legal e análise crítica.
TRANSFORME CULTURA POPULAR EM PRÁTICA DE REDAÇÃO
O melhor caminho é apresentar o São João como ponto de partida para problemas sociais e educacionais mais amplos. A proposta não deve pedir apenas que o estudante descreva a festa, mas que ele analise uma questão relacionada a ela.
Veja alguns recortes possíveis para trabalhar com a turma:
A importância da cultura popular na formação escolar dos estudantes.
Os desafios para preservar manifestações culturais regionais no Brasil.
O papel da escola na valorização da identidade cultural brasileira.
A relação entre festas populares, pertencimento e memória coletiva.
O combate à folclorização e ao preconceito contra culturas populares.
A valorização de saberes locais no currículo da educação básica.
O impacto das festas juninas na economia criativa e no turismo regional.
Esses temas permitem que o aluno pratique introdução, tese, repertório, argumentação, proposta de intervenção e leitura crítica de textos motivadores. Para o educador, também são boas pautas porque aproximam a escrita de uma experiência concreta, o que reduz a distância entre repertório e vida real.
Um bom conjunto de textos motivadores deve misturar lei, conceito e exemplo social. Assim, o estudante não fica preso ao relato pessoal e consegue desenvolver uma argumentação mais ampla.
Use trechos ou uma adaptação da Lei nº 14.555/2023 para mostrar que as festas juninas foram reconhecidas como manifestação da cultura nacional. A partir disso, a turma pode discutir por que certas manifestações culturais precisam de reconhecimento oficial.
Use a definição do Iphan sobre Educação Patrimonial para discutir como a escola pode sensibilizar estudantes para o reconhecimento, a valorização e a preservação de referências culturais.
Use o artigo 26 da LDB para mostrar que o currículo deve considerar características regionais e locais. Esse texto ajuda o aluno a perceber que trabalhar cultura popular não é desvio do conteúdo, mas parte de uma educação conectada ao território.
Inclua um relato, imagem, notícia local ou pesquisa feita pela turma sobre festas juninas na comunidade. Esse tipo de material dá concretude ao tema e evita uma abordagem genérica.
CRIE UMA PROPOSTA E RECEBA APOIO NA CORREÇÃO
Ao trabalhar esse tema, vale orientar os estudantes a não defenderem apenas que “São João é importante”. A redação precisa explicar por que essa cultura deve entrar na escola, quais problemas impedem essa valorização e quais caminhos podem ser propostos.
Quando a escola reconhece a cultura popular, ela ajuda o estudante a perceber valor em sua própria história e em sua comunidade. Isso contribui para a construção de pertencimento, especialmente em regiões onde manifestações populares fazem parte da vida social.
Modelo de argumento: Ao integrar o São João às práticas pedagógicas, a escola amplia o repertório dos estudantes e fortalece o vínculo entre aprendizagem, território e identidade cultural. Assim, a cultura popular deixa de ser tratada como elemento decorativo e passa a ser reconhecida como fonte legítima de conhecimento.
Muitos alunos aprendem a associar cultura apenas a museus, literatura clássica ou obras consagradas. Esses repertórios são importantes, mas não esgotam a experiência cultural brasileira. Trabalhar festas populares ajuda a combater a ideia de que cultura do povo é menos sofisticada ou menos relevante.
Modelo de argumento: A desvalorização das festas populares revela uma visão elitista de cultura, que privilegia manifestações institucionalizadas e ignora saberes transmitidos oralmente entre gerações. Nesse contexto, a escola tem papel central na formação de um olhar crítico sobre a diversidade cultural brasileira.
Para muitos estudantes, a maior dificuldade da redação é transformar repertório em argumento. Temas próximos, como São João e cultura popular, ajudam a mostrar que o repertório sociocultural pode nascer da realidade, desde que seja analisado com fontes, leis e reflexão crítica.
Modelo de argumento: Ao propor redações sobre cultura popular, o professor aproxima a escrita da experiência dos estudantes e favorece uma aprendizagem mais significativa. Isso permite que a produção textual deixe de ser apenas treino mecânico e se torne exercício de leitura crítica da sociedade.
Uma boa sequência didática sobre São João, cultura popular e redação pode ser simples, mas precisa ter objetivo claro. O ideal é combinar pesquisa, discussão oral, leitura de fontes e produção escrita.
Aula 1: levantamento de conhecimentos prévios dos alunos sobre festas juninas, cultura local e memórias familiares.
Aula 2: leitura orientada de textos sobre Lei 14.555/2023, LDB, BNCC e Educação Patrimonial.
Aula 3: debate sobre cultura popular, preconceito cultural, regionalismo e identidade.
Aula 4: construção coletiva de repertórios e argumentos possíveis.
Aula 5: produção de redação com tema delimitado e critérios de correção.
Aula 6: devolutiva, reescrita e análise dos principais erros da turma.
O ponto crítico costuma estar justamente na última etapa. Produzir redação em escala é viável; corrigir tudo manualmente, com profundidade, dentro da rotina escolar, é outra história. É aí que uma plataforma de correção pode ajudar o professor a ganhar tempo sem abrir mão de feedback qualificado.
DIMINUA AS CORREÇÕES MANUAIS DA SUA ESCOLA
O Redação Online pode apoiar educadores ao centralizar o envio, a correção e o acompanhamento das redações. Isso reduz a sobrecarga de correção manual e permite que o professor use mais tempo para planejar aulas, orientar repertórios, trabalhar reescrita e acompanhar a evolução da turma.
Na prática, a escola pode propor uma redação sobre São João e cultura popular, orientar os alunos com os textos motivadores e usar a plataforma para organizar as entregas e receber correções com critérios claros. O professor continua sendo parte essencial do processo, mas não precisa carregar sozinho todo o volume operacional das devolutivas.
Esse apoio é especialmente útil quando a escola quer criar uma rotina de escrita, e não apenas uma atividade isolada. Afinal, para melhorar em redação, o estudante precisa escrever, receber feedback e reescrever. Sem um fluxo organizado, essa rotina costuma depender de esforço manual demais.
Para aplicar a pauta com a turma, o educador pode usar uma proposta como esta:
Tema: A importância da cultura popular na formação escolar dos estudantes brasileiros.
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A importância da cultura popular na formação escolar dos estudantes brasileiros”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.
Esse tema permite que o aluno use São João como exemplo, mas também abre espaço para outras manifestações culturais brasileiras. Assim, a redação não fica limitada a uma festa específica e ganha força argumentativa.
Depois de estudar a pauta, os estudantes podem observar um modelo de introdução para entender como contextualizar, apresentar problema e construir tese.
As festas juninas, reconhecidas pela Lei nº 14.555/2023 como manifestação da cultura nacional, representam uma das expressões mais conhecidas da cultura popular brasileira. No entanto, apesar de sua relevância histórica e social, manifestações culturais populares ainda são frequentemente tratadas na escola como eventos recreativos, e não como fontes legítimas de conhecimento. Nesse contexto, é necessário discutir a importância de inserir a cultura popular na formação escolar, tanto para valorizar identidades regionais quanto para ampliar o repertório crítico dos estudantes.
Também vale mostrar aos alunos como transformar o argumento em intervenção concreta, especialmente no modelo Enem.
Portanto, o Ministério da Educação, em parceria com secretarias estaduais e municipais de ensino, deve incentivar projetos pedagógicos sobre cultura popular nas escolas, por meio da elaboração de materiais didáticos, formação continuada de professores e criação de propostas de redação ligadas às manifestações culturais locais. Essa ação deve envolver estudantes, famílias e comunidades, a fim de valorizar identidades regionais e ampliar o repertório sociocultural dos alunos.
USE O REDAÇÃO ONLINE COM A SUA TURMA
Trabalhar São João na escola é uma forma inteligente de unir cultura popular, legislação, currículo e produção textual. Para o aluno, o tema ajuda a construir repertório e a entender que a redação pode partir da realidade social em que ele vive. Para o educador, é uma oportunidade de propor uma atividade significativa, alinhada à BNCC e capaz de gerar bons debates em sala.
O desafio está em transformar essa pauta em rotina de escrita com devolutiva consistente. Com apoio do Redação Online, escolas e professores podem propor mais redações, acompanhar melhor a evolução dos alunos e reduzir o peso das correções manuais sem perder qualidade pedagógica.
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As festas juninas são patrimônio cultural do Brasil, mas ainda enfrentam desafios de valorização, preservação e reconhecimento social.
Veja como transformar Sua Culpa: Londres em repertório sociocultural sobre relações afetivas, ciúme, autonomia, saúde emocional e juventude.
Entenda o edital oficial da PND 2026: quem pode participar, inscrições, taxa, isenção, estrutura da prova, questão discursiva, áreas avaliadas e datas do resultado.
No último domingo, 26 de outubro, foi aplicada a Prova Nacional Docente (PND 2025), exame que avalia competências teóricas e práticas dos profissionais da educação em todo o país.Entre as questões discursivas, o tema da redação chamou atenção por abordar um assunto social e educacional de extrema relevância: o idadismo (ou etarismo) — forma de preconceito baseada na idade. A questão discursiva da PND 2025 tratou do tema “O idadismo como desafio social e educacional no Brasil”, exigindo do candidato reflexão crítica sobre os efeitos das diferenças geracionais nas relações escolares e a proposição de uma atividade pedagógica voltada à integração entre jovens e idosos. O que é idadismo? O idadismo, também conhecido como etarismo, é o preconceito, estereótipo ou discriminação baseada na idade. Segundo o Relatório Mundial sobre o Idadismo (Organização Pan-Americana da Saúde, 2021), ele pode ocorrer de três formas: Em síntese, o idadismo prejudica tanto os idosos — por serem vistos como “inúteis” ou “lentos” — quanto os jovens, muitas vezes subestimados por “falta de experiência”. Quais foram os textos motivadores da redação da PND 2025? A questão discursiva apresentou três textos motivadores oficiais, que fundamentaram a proposta: QUESTÃO DISCURSIVA TEXTO 1 A natureza do idadismo O idadismo refere-se aos estereótipos (como pensamos), aos preconceitos (como nos sentimos) e à discriminação (como agimos) direcionados às pessoas com base em sua idade. Pode ser institucional, interpessoal ou autodirecionado. O idadismo institucional refere-se às leis, às regras, às normas sociais, às políticas e às práticas de instituições que restringem injustamente oportunidades e sistematicamente desfavorecem indivíduos devido à sua idade. O idadismo interpessoal surge nas interações entre dois ou mais indivíduos; enquanto o idadismo autodirecionado ocorre quando é internalizado e voltado contra si mesmo. Relatório Mundial sobre o Idadismo. Organização Pan-Americana da Saúde, 2021. Disponível em: www.iris.paho.org. Acesso em: 29 jul. 2025. TEXTO 2 Estatuto do IdosoArt. 22. Nos currículos mínimos dos diversos níveis de ensino formal serão inseridos conteúdos voltados ao processo de envelhecimento, ao respeito e à valorização da pessoa idosa, de forma a eliminar o preconceito e a produzir conhecimentos sobre a matéria.(Redação dada pela Lei nº 14.423/22). Disponível em: www.planalto.gov.br. Acesso em: 29 jul. 2025. TEXTO 3 Os critérios de avaliação da idade, da juventude ou da velhice não podem ser puramente os do calendário. Ninguém é velho só porque nasceu há muito tempo ou jovem porque nasceu há pouco. Além disso, somos velhos ou moços muito mais em função de como pensamos o mundo, da disponibilidade com que nos damos, curiosos, ao saber, cuja procura jamais nos cansa e cujo achado jamais nos deixa satisfeitos e imobilizados. Somos moços ou velhos muito mais em função da vivacidade, da esperança com que estamos sempre prontos a começar tudo de novo, se o que fizemos continua a encarnar sonho nosso. Sonho eticamente válido e politicamente necessário. Somos velhos ou moços muito mais em função de se nos inclinarmos ou não a aceitar a mudança como sinal de vida e não a paralisação como sinal de morte. FREIRE, P. À sombra desta mangueira. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 2013. Situação-problema: Em uma reunião pedagógica, os professores, motivados pela Lei nº 14.423/22 e pelos recorrentes discursos idadistas na escola, planejam atividades didáticas que abordem esse tema em seus planos de aula. Com base na situação-problema e na leitura dos textos motivadores, elabore um texto dissertativo-argumentativo que, respeitando os Direitos Humanos: Qual foi o tema da redação da PND 2025? Tema: O idadismo como desafio social e educacional no Brasil. A proposta exigiu que o participante: O que é a PND (Prova Nacional Docente)? A Prova Nacional Docente (PND) é um exame nacional que busca apoiar a seleção de professores da educação básica pública.Aplicada junto ao Enade das Licenciaturas, ela usa os mesmos instrumentos de avaliação e pode servir como etapa única ou complementar em processos seletivos de redes estaduais e municipais. ⚠️ Atenção: A PND não é um concurso público. Seu resultado pode ser aproveitado por até 3 anos em seleções futuras. Treine com esse tema na nossa plataforma e esteja pronto para a próxima PND! Quais são os objetivos da PND? De acordo com o Guia do Participante 2025, a PND tem como objetivos principais: 📌 Validade: o resultado da PND é válido por 3 anos e pode ser reutilizado em novos processos seletivos. Prepare-se desde já com temas atualizados e correções especializadas. A PND é obrigatória? Não.A adesão é voluntária tanto para redes de ensino quanto para professores.Cada estado ou município decide se utilizará os resultados da PND nos seus editais. 👩🏫 Os professores e estudantes podem se inscrever para obter o boletim individual de desempenho, válido por três anos. Quer testar sua escrita antes da próxima PND? A PND garante vaga como professor? ❌ Não.A participação não garante automaticamente uma vaga.A nota serve como referência classificatória em processos seletivos que aderirem à PND. Para conquistar a vaga, o candidato precisa fazer também a inscrição no processo seletivo da rede desejada. ✍️ Treine sua redação discursiva e chegue preparado para o edital da sua rede. Como funciona a prova da PND? A PND 2025 foi composta por duas etapas principais: 🕒 Duração: 13h30 às 19h (horário de Brasília).Aplicação: presencial, conforme local informado no Cartão de Confirmação. Como é a redação discursiva da PND? A questão discursiva avalia argumentação, clareza e proposta pedagógica.O texto deve ter até 30 linhas, ser dissertativo-argumentativo e respeitar os Direitos Humanos. A correção é feita pela banca FGV, com critérios que analisam: Treine sua redação discursiva com corretores especialistas em FGV. Fonte adaptada: https://www.gov.br/mec/pt-br/mais-professores/GuiaPND_v2.pdf Quais repertórios socioculturais poderiam ser usados? Para garantir repertórios consistentes e interdisciplinares, o candidato poderia usar: Quais argumentos poderiam ser utilizados? 1️⃣ Idadismo como problema social: O envelhecimento populacional brasileiro aumenta o risco de exclusão e marginalização de pessoas idosas. A falta de políticas efetivas e o culto à juventude contribuem para o isolamento e a perda de dignidade dessa população. 2️⃣ Idadismo como desafio educacional: A ausência de práticas intergeracionais nas escolas reproduz estereótipos e distancia