1084 artigos encontrados com a tag “Para vestibulandos”
Com base nos textos abaixo e no seu conhecimento, escreva uma dissertação sobre Tema de Redação: Sociedade do Espetáculo. Texto 01 “A política como espetáculo nos meios de comunicação tornou-se rotineira, especialmente quando se trata da televisão. Em momentos mais dramáticos, como os atuais, o problema se agrava. O espaço para a reflexão desaparece e ganham destaque as cenas mais sensacionais como gravações ocultas, bate-boca entre parlamentares, acusações bombásticas emitidas em encenações teatrais e assim por diante. É assim que funcionam os programas de auditório, as novelas, os shows policialescos do final de tarde e os anúncios comerciais em suas diferentes versões (entre os programas, nos intervalos ou mesmo dentro deles, os chamados merchadisings). Há toda uma lógica para conquistar audiência, mantê-la a qualquer custo e graças a isso empurrar fogões, geladeiras, xampus, cervejas em doses maciças sobre o telespectador.” Fonte: observatorio da imprensa Texto 02 “Mais importante obra teórica produzida no contexto que precedeu os acontecimentos de Maio de 1968, A sociedade do espetáculo é um livro genial e único, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Para Antonio Negri, é um dos dez livros mais importantes do século. Para Jean–Jacques Pauvert, “não antecipou 1968, como normalmente se diz; antecipou o século XXI”. Está certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia, denunciadas por Debord, foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios — da arte à economia, da vida cotidiana à política —, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade. O livro é, sem dúvida, a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação da vida comum. A edição brasileira inclui dois trabalhos posteriores — um de 1979, outro de 1988 — em que Debord comenta sua própria obra.” Fonte: livraria saraiva Faça uma redação sobre Tema de Redação: Sociedade do Espetáculo e envie pra gente!
O que você precisa saber para fazer AQUELA Redação no vestibular da Unesp. Vamos de Prepare-se: UNESP! A prova de redação da Unesp é realizada, geralmente, na segunda fase do vestibular e costuma cair no segundo dia de provas, que, nesse ano, acontecerá nos dias 17 e 18 de dezembro. Então, tá pronto pra ser bixo? Sim?! Então confira as nossas dicas. Para essa prova é importante que, acima de tudo, que você esteja bem preparado emocionalmente, pois a redação vale muitos pontos e você já estará cansado da maratona de estudos e de provas. Engata a primeira marcha, não dê bobeira e bola pra frente, afinal são 28 pontos em jogo, dentre os 100 totais dos dois dias de segunda fase. A Unesp costuma pedir um texto dissertativo, o que facilita na hora de se preparar para a prova. Só não vale esquecer que uma dissertação é um texto argumentativo, o que te obriga a desenvolver uma ideia (ou questionamento) e, óbvio, a conclusão, que deve estar de acordo com os argumentos expostos. Se você vai prestar mais de um vestibular, com toda certeza vai ver que os critérios de avaliação da redação para a Unesp são bem parecidos com os de outros vestibulares, mas não custa nada darmos uma conferida pra você re-re-re-re-lembrar: Abordagem da proposta e do tema: Nesse item, você vai ser avaliado se o seu texto está articulado com a proposta de redação e com os textos de apoio. Também vai ser avaliado a reflexão que você fez em seu texto, as ideias expostas. Desenvolvimento: Nesse critério, você vai ser avaliado quanto ao modo como construiu sua argumentação, e se seu texto está bem desenvolvido de acordo com a estrutura base de uma dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Domínio da escrita: vale ficar atento a esse critério e não perder ponto por bobeira, pois nesse item vai ser avaliado se sua escrita está de acordo com a norma culta da língua e com os elementos de coesão. Por isso, revise seu texto antes de entregar. Sobre os temas, assim como em outros vestibulares, eles são relacionados a assuntos de destaque na mídia e nas redes sociais. Eles são temas de cunho políticos ou sociais, portanto. Aqui, colamos os cinco últimos temas de redação da Unesp, pra você ter uma ideia melhor do que estamos falando: 2016 – Publicação de imagens trágicas: banalização do sofrimento ou forma de sensibilização? – (Esse aqui tá ali embaixo, ó, pra você praticar. Lembrando que esses temas ficam disponíveis dentro da nossa plataforma de correção também). 2015 – O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil. 2014 – Corrupção no Congresso Nacional: reflexo da sociedade brasileira? 2013 – Escrever: o trabalho e a inspiração. 2012 – A bajulação: virtude ou defeito? Certamente, você consegue relacionar esses temas com assuntos que rolaram em sua timeline, ou que você viu no jornal nacional, ouviu na parada de ônibus, essas coisas? Por isso, é importante ficar atento e bem atualizado, assim, você não terá grandes surpresas durante a prova. Mas perceba também que os temas podem ter um cunho mais filosófico, como no caso do tema sobre bajulação e também no tema que discute sobre corrupção política (o crime seria reflexo da cultura brasileira). Ah, pra finalizar, se você está preocupado em ser um vacilão e zerar a redação, fique tranquilo: a redação só é anulada em casos muito específicos. Aqui vão eles: fuga do tema, letra ilegível, texto com menos de sete linhas ou identificação da autoria da redação em qualquer ponto da folha. Tema da Redação UNESP 2016: Já escreveu sua redação utilizando o tema da UNESP? Não sabe se é uma redação vencedora? Então envie para nós que nossos corretores ESPECIALIZADOS irão corrigir e comentar para você! O que achou de nosso texto sobre Prepare-se: UNESP?

A regência verbal é um aspecto que sempre nos deixa em dúvida e acaba nos prejudicando em nossas redações. Um dos principais motivos por termos essa dificuldade na hora da escrita acontece porque na linguagem oral não costumamos empregar corretamente as regências dos verbos transitivos. Então, para não marcar bobeira na redação do Enem ou do vestibular, chegou a hora de retomar esse conteúdo. A maioria dos verbos da língua portuguesa apresenta apenas uma transitividade, ou seja, uma única regência verbal. Há, porém, os que apresentam múltipla regência. Por isso, fique ligado nessas particularidades da nossa língua e os seus diferentes usos. Em primeiro lugar, vale lembrar que, quanto à regência verbal, os verbos transitivos podem ser: Comemos uma lasanha deliciosa. Comer é um verbo transitivo direto pois não exige que seu objeto seja preposicionado. Telefonei para João. Telefonar é um verbo transitivo indireto pois exige a preposição. No exemplo dado, quem telefona, telefona “para” alguém. Comprei um presente para Mariana. O verbo “comprar” pede dois complementos. Quem compra, compra algo para alguém ou para alguma coisa. Eu corro. O verbo correr não pede objeto. Você até pode falar “Corro todos os dias”, ou outros complementos, mas esses elementos não interferem na transitividade do verbo, pois ele já faz sentido por si só. Agora, vamos relembrar aqueles verbos que sempre aparecem nos exemplos de gramáticas e apostilas. Eles também costumam cair em questões de múltipla escolha de vestibulares e concursos. Vale dar uma conferida: Aspirar O verbo aspirar pode ser transitivo direto ou transitivo indireto. 1. Transitivo direto: quando significa “sorver”, “tragar”, “inspirar” e exige complemento sem preposição. Como nesses exemplos:Ela aspirou o aroma das flores.Todos nós gostamos de aspirar o ar do campo. 2. Transitivo indireto: quando significa “pretender”, “desejar”, “almejar” e exige complemento com a preposição “a”. Confira:O candidato aspirava a uma posição de destaque.Ela sempre aspirou a esse emprego. Assistir O verbo assistir pode ser transitivo indireto, transitivo direto e intransitivo. 1. Transitivo indireto: quando significa “ver”, “presenciar”, “caber”, “pertencer” e exige complemento com a preposição “a”. Veja exemplos: Assisti a um filme. (ver)Ele assistiu ao jogo.Este direito assiste aos alunos. (caber) 2. Transitivo direto: quando significa “socorrer”, “ajudar” e exige complemento sem preposição. Confira um exemplo:O médico assiste o ferido. (cuida) 3. Intransitivo: quando significa “morar”, ele exige a preposição “em”. Como nos seguintes exemplos:O papa assiste no Vaticano. (no: em + o)Eu assisto no Rio de Janeiro.“No Vaticano” e “no Rio de Janeiro” são adjuntos adverbiais de lugar. Chamar O verbo chamar pode ser transitivo direto ou transitivo indireto. 1. Transitivo direto: quando significa “convocar”, “fazer vir” e exige complemento sem preposição. Confira:O professor chamou o aluno. 2. Transitivo indireto: quando significa “invocar” e é usado com a preposição “por”. Veja um exemplo:Ela chamava por Jesus. Visar Pode ser transitivo direto (sem preposição) ou transitivo indireto (com preposição). 1. Transitivo direto: Quando significa “dar visto” e “mirar” é transitivo direto. Confira dois exemplos:O funcionário já visou todos os cheques. (dar visto)O arqueiro visou o alvo e atirou. (mirar) 2. Transitivo indireto: Quando significa “desejar”, “almejar”, “pretender”, “ter em vista” é transitivo indireto e exige a preposição “a”. Veja exemplos:Muitos visavam ao cargo.Ele visa ao poder. Esquecer – Lembrar – Lembrar algo – esquecer algo– Lembrar-se de algo – esquecer-se de algo (pronominal) No 1º caso, os verbos são transitivos diretos, ou seja, exigem complemento sem preposição. Como nesse exemplo:Ele esqueceu o livro. No 2º caso, os verbos são pronominais (-se, -me, etc) e exigem complemento com a preposição “de”. São, portanto, transitivos indiretos. Confira:Ele se esqueceu do caderno.Eu me esqueci da chave.Eles se esqueceram da prova.Nós nos lembramos de tudo o que aconteceu. Há uma construção em que a coisa esquecida ou lembrada passa a funcionar como sujeito e o verbo sofre leve alteração de sentido. É uma construção muito rara na língua contemporânea, porém, é fácil encontrá-la em textos clássicos tanto brasileiros como portugueses. Machado de Assis, por exemplo, fez uso dessa construção várias vezes. Confira dois exemplos: Esqueceu-me a tragédia. (cair no esquecimento)Lembrou-me a festa. (vir à lembrança) Preferir É transitivo direto e indireto, ou seja, possui um objeto direto (complemento sem preposição) e um objeto indireto (complemento com preposição). Confira dois exemplos:Prefiro cinema a teatro.Prefiro passear a ver TV. Simpatizar É transitivo indireto e exige a preposição “com”. Como nesse exemplo:Não simpatizei com os jurados. Querer Pode ser transitivo direto (no sentido de “desejar”) ou transitivo indireto (no sentido de “ter afeto”, “estimar”). Confira:A criança quer sorveteQuero a meus pais. Namorar É transitivo direto, ou seja, não admite preposição. Veja um exemplo:Maria namora João. Obedecer É transitivo indireto, ou seja, exige complemento com a preposição “a” (obedecer a). Confira:Devemos obedecer aos pais. Ver É transitivo direto, ou seja, não exige preposição. Como nesse exemplo:Ele viu o filme. Bastante coisa para dar conta, né? Mas você não deve se preocupar. Quando você for revisar seus textos ou corrigir seus exercícios de gramática, consulte nossas dicas sobre regência verbal e sobre verbos transitivos. Assim, aos poucos você vai internalizando todas essas informações. E conte com o Redação Online para te dar todo o suporte na hora de se preparar para o Enem e para o vestibular! Veja as principais dúvidas sobre verbo transitivo: Confira alguns artigos relacionados que temos no nosso blog:

Prepare-se: FUVEST Já bateu aquele cansaço de fim de ano? Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima porque a segunda fase da FUVEST tá logo ali, no comecinho de 2018. E se você ainda não sabe como se dar bem na redação, fique ligado nas dicas abaixo. A Fuvest exige uma dissertação argumentativa, o que significa que, além de abordar o tema, você deve se posicionar sobre ele. No entanto, mesmo se tratando da sua opinião, não use a primeira pessoa do singular (eu) no texto, ok? Além disso, na hora de argumentar, não se esqueça de fundamentar a sua redação. Não sabe como fazer isso? Procure sempre trabalhar com exemplos concretos. Caso contrário, sua redação ficará baseada em “achismos”, o que não é legal. A gente sabe que vestibulando tem um monte de coisa para estudar e é exatamente por isso que acreditamos que você tem conhecimento aí guardado na caixola! Antes de olhar para o tema de redação e reproduzir o clássico pensamento “eu não sei nada sobre isso!!!!!”, lembre-se que você é um vestibulando, logo, estudou conteúdos de literatura, geografia, história, filosofia e sociologia e traz na bagagem mais de 10 anos de estudo no ensino regular. Além disso, você não é um ET que acabou de chegar na Terra, o que significa que você tem, pelo menos, a mínima ideia do que está acontecendo à sua volta, né? Além de usar o seu conhecimento, é bacana seguir estas diquinhas maneiras: Leia o título com muita calma e rabisque as palavras-chaves que lhe parecerem importantes; faça o mesmo com os textos motivadores; problematize o tema por meio de perguntas como “qual a ideia central?”, “qual o problema?”, “qual a origem dele?”, “por que persiste?”, “tem solução?”; escreva tudo o que viver na cabeça, buscando fazer associações com com outros conteúdos/coisas que você já conhece planeje o seu texto. Determine, em tópicos, o que vai abordar em cada parágrafo. Pronto! Você já tem o “esqueleto” da sua redação. E como desenvolver os tópicos planejados??? Na introdução, contextualize o tema e delimite a tese. Não lembra o que é tese? Assista esse vídeo:https://youtu.be/E9WxwaPWQk0Essa tese deve ser defendida até o fim do texto. Depois, escolha pelo menos dois bons argumentos e defenda-os um em cada parágrafo do desenvolvimento. Reitero que é muito importante trazer referências que ratifiquem o seu posicionamento. Isto será o diferencial da sua redação: investimento autoral. Na conclusão, retome a tese e ofereça sugestões de solução (caso você esteja lidando com um problema). Além disso, não se esqueça do básico: use uma linguagem objetiva e adequada à norma padrão e use conectivos para que as ideias não fiquem soltas. E como a prática leva à perfeição, chegou a hora de escrever. Manda ver aí e envie sua redação pra nós! Não sei se você sabe, mas a gente corrige! ? E ai, gostou de nosso texto sobre Prepare-se: FUVEST? Beijos!

A prova de redação apresenta três propostas, o candidato deverá escolher somente uma delas para elaborar a sua dissertação. PROPOSTA 1 Com base na leitura dos textos motivadores abaixo, redija uma dissertação, enfocando o Tema de Redação: UDESC 2016 – tema: O homem é apenas um número. TEXTO 1 “[…] O silêncio das quatro paredes, os olhares curiosos dos recepcionistas, a impessoalidade de tudo: você é apenas um número, o do seu quarto”. SCHROEDER, Carlos Henrique. As fantasias eletivas. 4ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2016.p.109. TEXTO 2 Muitos anos de asilo Ninguém os quis Nem a cor nem a idade certas Ficaram lá. E ficaram até depois que saíram Guardaram o apelido Ele, 36. Ela, 37. Eram os números que marcavam as roupas E as camas Os números da chamada Das cadeiras do café da manhã. VIGNA, Elvira. Vitória Valentina. 1ª ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2016. TEXTO 3 Você é um Número Se você não tomar cuidado vira um número até para si mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número, e chapa de carro. No Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com número. Seu prédio, seu telefone, seu número de apartamento – Tudo é número. Se é dos que abrem crediário, para eles você também é um número. Se tem propriedades, também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras tem número da cadeira. Clarice Lispector – Disponível em: clarice lispector blogspot, acessado em 23/03/2017. PROPOSTA 2 Com base na leitura dos textos motivadores abaixo, redija uma dissertação, enfocando o tema: A impessoalidade dos centros urbanos e o sentimento de solidão TEXTO 1 “Não há lugar mais solitário que um bar de hotel, por mais cheio que esteja. Todos ali estão exercitando sua solidão. E você não pode chorar, não pode gritar, você tem que sorrir e fingir que não está chicoteado pela solidão.” SCHROEDER, Carlos Henrique. As fantasias eletivas. 4.ed. Rio de Janeiro: Record, 2016. p.71 TEXTO 2 “[…] Metia-se por bairros excêntricos, trepava aos morros, ia às igrejas velhas, às ruas novas, à Copacabana e à Tijuca. O mar ali, aqui o mato e a vista acordavam nele uma infinidade de ecos, que pareciam as próprias vozes antigas. Tudo isso escrevia, às noites, para se fortalecer no propósito da vida solitária.” MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Esaú e Jacó. São Paulo, Ática,1975. Série Bom livro. p.52 PROPOSTA 3 Com base na leitura dos textos motivadores abaixo, redija uma dissertação, enfocando o tema: A pressa é inimiga da felicidade. TEXTO 1 “[…] A moça imprimia mais e mais velocidade a sua louca e solitária maratona. Corria contra ela própria, não perdendo e não ganhando nunca”. EVARISTO, Conceição. Olhos d’água. 1ª ed. Rio de Janeiro: Pallas: Fundação Biblioteca Nacional, 2015. p.67. TEXTO 2 O acesso aos valores essenciais à felicidade do ser humano, como a convivência, a fé, a esperança, a serenidade, os prazeres do cotidiano, torna-se mais fácil através de uma atitude sem pressa. O resultado é um indivíduo menos estressado e neurótico, mais leve, mais feliz e, por isso mesmo, mais produtivo. Disponível em: eugeniomussak acessado em 28/03/2017. Escreva uma redação Tema de Redação: UDESC 2016, e nos envie para correção!
Enquanto muitos já estão tomando água de coco na beira da praia, outros ainda estão ralando para se dar bem nos vestibulares que acontecem no início de 2018. Vamos, Prepare-se: UFRGS! Essa galera deixou até mesmo de ver o especial de Natal do Roberto Carlos para estudar e já está assim: Calma aí! Respira fundo, pois agora falta pouco. Toma aquele último fôlego e confere aqui algumas dicas para arrasar na redação da UFRGS: A redação da UFRGS é aquela “diferentona” que aceita o uso do “eu” – primeira pessoa do singular – na dissertação, no entanto, ele não é obrigatório e nem deve aparecer no texto todo. Invista pesado na argumentação! Antes de mais nada, escolha uma estratégia argumentativa. Você pode escolher um “lado” e argumentar em prol da defesa dele ou pode ter uma postura conciliadora. Exemplo: no ano passado, os vestibulandos foram desafiados a pensar no livro na era digital. A defesa do uso de uma das duas formas literárias, digital ou impressa, ou a conciliação entre o uso da ambas as formas eram dois caminhos possíveis a serem seguidos pelo candidato. Feito isso, reúna, de forma organizada, todo o conhecimento e vivência que você tem sobre o tema. Lembre-se sempre que as referências que vão além da coletânea de textos da proposta são bastante valorizadas. Tome muito cuidado com domínio da norma padrão da língua portuguesa. A correção da UFRGS é bastante quantitativa, ou seja, cada errinho é contabilizado. Por isso, antes de passar a redação para a folha oficial, faça aquela revisão esperta! Fuja dos clichês, principalmente das frases prontas que circulam na internet, e dos termos rebuscados fora do contexto com a única intenção de tentar deixar o texto “bonito” (só que não!). E o mais importante: lembre-se de que tudo o que você estudou não vai fugir da sua cabeça. Confie na sua preparação e guarde um pouco de champanhe do réveillon para estourar quando sair o listão dos aprovados! Epa que não acabou ainda: vamos deixar um tema bem querido aqui pra vocês. Aproveitem e mandem essa redação pra gente corrigir ? Gostaram de nosso texto sobre Prepare-se: UFRGS? Profa. Juliane Supervisora Pedagógica do Redação Online

Quando estamos iniciando nossa rotina de estudos é um pouco difícil incluirmos a redação, pois ela é um mundo todo à parte (lindo, na minha opinião). Não podemos simplesmente seguir uma apostila, fazer exercícios e conferir o gabarito. Você se pergunta como deveria estar estudando redação? Se não, deveria. Mas nem precisa ficar noiado também, porque estamos aqui pra resolver os seus problemas. E venha ver sobre Como você deveria estar estudando redação! Você entende que redação é tão importante quanto qualquer outra disciplina, ou seja, que requer dedicação e um tempo exclusivo em sua grade de horários? Se não, ah, meu filho, que erro crasso! Redação não dá pra chutar. Se você não souber, nenhum espírito de corretor de redação vai descer no seu corpo e te escrever a redação nota 1000 em 30 minutos. Melhor, nem se você souber! Já falei demais, confira as dicas do que não fazer e do que fazer- pra que você não perca mais tempo. Antes de tentar adivinhar o tema, pesquise temas anteriores e faça produções com os mesmos. Se você vai fazer o Enem, vestibular ou concurso público, é interessante pesquisar os temas que caíram nas últimas provas. Assim, você vai criar maior familiaridade com o modelo de redação cobrada e como as temáticas se encaixam nele. Além disso, cada prova apresenta a coletânea de textos de maneira diferente! Nada de querer dar uma de mãe Diná antes de entender bem o modelo de prova. Aqui temos temas de diversos vestibulares e ENEMs de um passado não muito distante. Tema FUVEST 2016 Tema UNICAMP 2016 Tema UFSC 2016 Tema UnB 2016 Tema UEM 2016 Tema ENEM 2017 Tema ENEM 2016 Antes de ir só produzindo, leia atentamente o que o edital diz sobre o item redação. Geralmente, no edital você encontra um item específico sobre Redação. Nesse item, o candidato encontra os critérios que a banca examinadora vai utilizar para correção, o que é esperado que o aluno faça, o gênero textual cobrado, entre outros dados que vão fazer com que você se sinta mais seguro e preparado para escrever a redação na hora do vamos ver. Informação é uma arma, menino! Não ache que estudar redação é só escrever; manter-se atualizado é essencial É muito importante que você esteja bem ligadinho nos assuntos mais comentados nos noticiários, nos jornais e nas revistas, nas literatura, nos filmes ou nas séries. Se não é possível ver os jornais todos os dias, coloque “atualidades” com um dos itens de sua rotina de estudo. Leia de tudo um pouco! Assista de tudo um pouco! Colocar a cabeça pra trabalhar é a chave. Dica: Por que eu devo pesquisar sobre o tema antes de produzir o meu texto para o ENEM? Não deixe pra última hora: comece a praticar agora Antes de entrar em campo, tem que treinar: essa é uma regra que vale pro futebol e pra redação. Só se aprende redação escrevendo. Não adianta apenas estar bem informado e ter lido o edital com atenção; você precisa treinar, escrever muitas e muitas redações até ficar bem preparado e seguro para a prova, o próprio Shakespeare das redações! Nós e todo mundo que entende de redação recomenda que se escreva pelo menos uma redação por semana pra chegar arrasando no dia da prova. Antes de enviar sua redação pra correção/passar à limpo, faça a autocorreção É fundamental avaliar seus pontos fortes e os que você precisa aprimorar. Por isso, a autocorreção é indispensável. A dica é deixar o texto de lado por pelo menos 30 minutos e depois voltar a ler. Na hora da prova, faça umas questões, dá uma volta no banheiro e então volte sua atenção pra redação. Com isso, você vai conseguir olhar para o texto e perceber os errinhos e pontos em que precisa melhorar. Caso você esteja precisando de ajuda, você pode se inscrever em um curso preparatório para redação, seja presencial ou online. Uma das opções é utilizar nosso site. O bacana é ter a ajuda de um profissional, que vai indicar os aspectos em que seu texto pode melhorar, além de te dar um parâmetro de como a banca avaliadora corrige as redações. Então, agora que já está informado, é só começar a escrever!
Leia os textos abaixo e escreva um texto dissertativo-argumentativo com o Tema: Carnaval: cultura a ser preservada ou futilidade? Texto I “[…]A cultura pode ser considerada uma vasta riqueza, mas é intangível e subjetiva. Se a alegação de interesse social ou cultural for suficiente para o provisionamento de vastos recursos públicos para algo que não é essencial, penaliza-se justamente os que mais dependem dos recursos públicos e menos podem se proteger da inflação: os de baixa renda, os mesmos que sofrem com altos impostos em tudo que precisam consumir. Simples e objetivo: o que é privado deve ser custeado apenas e tão somente pelos mesmos que lucram ou têm interesse em sua realização; os demais devem poder escolher onde empenham os próprios recursos.” Fonte: gazeta do povo – punição a quem mais depende da verba pública Texto II “[…] faz-se importante lembrar que o Decreto-Lei 25, de 1937, conceitua o carnaval como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, vinculando-o a fatos memoráveis da história do Brasil com excepcionais valores artísticos. O carnaval não é só uma festa do povo, como também gera ocorrências locais e regionais consideradas pelo Ministério da Cultura, Iphan e Unesco como patrimônios imateriais brasileiros. O artigo 216 da Constituição de 1988 incorpora elementos da moderna visão do que seja o cultural e, sem dúvida, cabe ao governo fundamentar-se no Sistema Nacional de Cultura de forma descentralizada e participativa (Emenda Constitucional 71, de 2012) para planejar e organizar os festejos no sentido de ampliar a participação popular e o orgulho nacional.” Fonte: gazeta do povo – um patrimônio público nacional Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Carnaval: cultura a ser preservada ou futilidade?

Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema para Concursos: Ética na sociedade contemporânea. Texto 1: A palavra ética vem do grego Ethikós, que significa “modo de ser”. Trata o comportamento humano pelo seu valor moral, a natureza do bem e do justo. É também chamada de filosofia moral, por tratar dos valores inerentes à conduta humana em sociedade. A ética filosófica reflete sobre os valores essencialmente impregnados na sociedade para a busca da moralidade e consciência, e o meio de como alcançar esses valores morais. Porém, inicialmente, quando dos primeiros pensadores gregos, não se estabeleceu regras de conduta nas relações humanas, como atualmente se revela em códigos de ética profissionais, políticos ou empresariais intuídos em harmonizar moralmente as interações sociais. Fonte: https://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/reflexoes-da-etica-aristotelica-para-a-etica-na-sociedade-brasileira-atual/23552/ Texto 2: Bauman com acerto chamou a Ética na Pós-Modernidade como a “Era da Moral”. O referido fundamento nuclear dos fenômenos éticos não consegue ser exaurido dentro de normas precisas calculáveis. A moral, para Bauman, não pode ser demonstrada tampouco logicamente deduzida. Moral é categoria contingente, ambivalente e incontível. É a única autoridade capaz de orientar os seres humanos para compreensão de si, pois flui na incerteza do desejo. Fonte: https://www.jornaljurid.com.br/colunas/gisele-leite/a-etica-e-moral-na-pos-modernidade Com base nos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema para Concursos: Ética na sociedade contemporânea. O que achou de nossos textos motivadores para o Tema para Concursos: Ética na sociedade contemporânea? Venha produzir essa redação com a gente e verifique o que precisa melhorar! Temos correções em 3 dias úteis e com análise geral para concursos!

Tema de redação – Reforma trabalhista: flexibilização ou perda de direitos? Texto I “Na opinião de José Carlos Wahle, da Veirano Advogados, a reforma não piora as condições de trabalho para as pessoas. ‘Mas é sempre uma abordagem, de certa forma subjetiva. O que é certo e indiscutível é que a reforma trabalhista aprovada pelo Congresso, se receber a sanção do presidente, vai flexibilizar algumas regras que nós temos hoje’, diz. Mas, garante Wahle, sem revogação de nenhum direito. O especialista fala em flexibilização porque o principal ponto da reforma é que negociações passam a prevalecer sobre o que foi legislado. ‘O que a reforma permitirá é que – mediante acordos com o sindicato, que mediante acordos individuais para algumas matérias – direitos tenham mecanismos diferentes para serem exercidos’, explica.” Fonte: exame abril Texto II “[…] A reforma permite a negociação direta entre chefe e subordinado para funcionários com diploma de nível superior e salário maior do que dois benefícios máximos do INSS, que hoje somam R$ 11 mil. As partes podem estabelecer novos padrões de jornada, bancos de horas, intervalo, participação de lucros e outros pontos. Essa liberdade, no entanto, não se estende a quem tem um salário mais baixo. Nesse caso, a figura do sindicato continua presente na discussão sobre condições de trabalho e é por meio dele que acordos coletivos são fechados. Isso porque o artigo da Constituição que determina o papel dessas instituições continua em vigor. Os professores entrevistados pela BBC dizem que, por trás da divisão, está a ideia de que funcionários com salários melhores têm mais poder de barganha para negociar de igual para igual com os patrões. Já os que ganham menos precisariam do apoio dos sindicatos para não saírem perdendo. O professor Fernando Peluso, especialista em direito do trabalho do Insper, cita outro argumento para a divisão: interesses diferentes. ‘Por que você imagina que o mesmo princípio se aplica para quem ganha um salário mínimo e o executivo de uma empresa que ganha R$ 60 mil por mês? Isso parece descabido nos dias atuais, porque os interesses são díspares’, comenta Peluso. […] Crítico da proposta, o professor de direito do trabalho da USP Flávio Roberto Batista pondera que nem todas as pessoas cujo salário ultrapassa R$ 11 mil são altos executivos com força de negociação. Ele menciona bancários e até armadores da construção civil que atingem esse patamar, mas não têm poder na empresa para defender seus interesses. Sem o suporte do sindicato, diz Batista, esse grupo ficaria a mercê do chefe – ainda mais em um período de crise econômica, quando ninguém quer ser demitido:‘(O projeto) pega uma faixa muito ampla de trabalhadores. Pode precarizar o setor técnico-científico. Várias pessoas que têm uma boa carreira vão passar pela experiência da terceirização. O que são os terceirizados? São aqueles que não têm representação sindical. Eles ficam fragilizados’” Fonte: bbc portuguese Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de redação – Reforma trabalhista: flexibilização ou perda de direitos?

O Tema de Redação: Fuvest 2016 foi “As utopias: indispensáveis, inúteis ou nocivas?”. Estudar esse tema é de extrema importância para se preparar para a Fuvest 2024, pois mostra a relevância de compreender e debater sobre um problema social atual. Ampliar o conhecimento sobre intolerância religiosa promove a reflexão sobre respeito, diversidade e a construção de uma sociedade mais inclusiva. Estar preparado para discutir soluções para esse desafio é essencial para obter um bom desempenho na prova de redação. Texto motivador I: UTOPIA (de ou-topia, lugar inexistente ou, segundo outra leitura, de eu-topia, lugar feliz).Thomas More deu esse nome a uma espécie de romance filosófico (1516), no qual relatava as condições de vida em uma ilha imaginária, denominada Utopia: nela, teriam sido abolidas a propriedade privada e a intolerância religiosa, entre outros fatores capazes de gerar desarmonia social. Depois disso, esse termo passou a designar não só qualquer texto semelhante, tanto anterior quanto posterior (como a República de Platão ou a Cidade do Sol de Campanella), mas também qualquer ideal político, social ou religioso que projete uma nova sociedade, feliz e harmônica, diversa da existente. Em sentido negativo, o termo passou também a ser usado para designar projeto de natureza irrealizável, quimera, fantasia. Nicola Abbagnano, Dicionário de Filosofia. Adaptado. Texto motivador II: (…) A utopia nos distancia da realidade presente, ela nos torna capazes de não mais percebermos essa realidade como natural, obrigatória e inescapável. Porém, mais importante ainda, a utopia nos propõe novas realidades possíveis. Ela é a expressão de todas as potencialidades de um grupo que se encontram recalcadas pela ordem vigente. Paul Ricoeur. Adaptado. Texto motivador III: A desaparição da utopia ocasiona um estado estático de coisas, em que o próprio homem se transforma em coisa. Iríamos, então, nos defrontar com o maior paradoxo imaginável: o do homem que, tendo alcançado o mais alto grau de domínio racional da existência, se vê deixado sem nenhum ideal, tornando-se um mero produto de impulsos. O homem iria perder, com o abandono das utopias, a vontade de construir a história e, também, a capacidade de compreendê-la. Karl Mannheim. Adaptado. Texto motivador IV: Acredito que se pode viver sem utopias. Acho até que é melhor, porque as utopias são ao mesmo tempo ineficazes e perigosas. Ineficazes quando permanecem como sonhos; perigosas quando se quer realizá-las.André Comte-Sponville. Adaptado. Texto motivador V: Cidade Prevista: Irmãos, cantai esse mundo que não verei, mas virá um dia, dentro em mil anos, talvez mais… não tenho pressa. Um mundo enfim ordenado, uma pátria sem fronteiras, sem leis e regulamentos, uma terra sem bandeiras, sem igrejas nem quartéis, sem dor, sem febre, sem ouro, um jeito só de viver, mas nesse jeito a variedade, a multiplicidade toda que há dentro de cada um. Uma cidade sem portas, de casas sem armadilha, um país de riso e glória como nunca houve nenhum. Este país não é meu nem vosso ainda, poetas. Mas ele será um dia o país de todo homem.(Carlos Drummond de Andrade) Texto motivador VI: A utopia não é apenas um gentil projeto difícil de se realizar, como quer uma definição simplista. Mas se nós tomarmos a palavra a sério, na sua verdadeira definição, que é aquela dos grandes textos fundadores, em particular a Utopia de Thomas More, o denominador comum das utopias é seu desejo de construir aqui e agora uma sociedade perfeita, uma cidade ideal, criada sob medida para o novo homem e a seu serviço. Um paraíso terrestre que se traduzirá por uma reconciliação geral: reconciliação dos homens com a natureza e dos homens entre si. Portanto, a utopia é a desaparição das diferenças, do conflito e do acaso: é, assim, um mundo todo fluido – o que supõe um controle total das coisas, dos seres, da natureza e da história. Desse modo, a utopia, quando se quer realizá-la, torna-se necessariamente totalitária, mortal e até genocida. No fundo, só a utopia pode suscitar esses horrores, porque apenas um empreendimento que tem por objetivo a perfeição absoluta, o acesso do homem a um estado superior quase divino, poderia se permitir o emprego de meios tão terríveis para alcançar seus fins. Para a utopia, trata-se de produzir a unidade pela violência, em nome de um ideal tão superior que justifica os piores abusos e o esquecimento da moral reconhecida. Frédéric Rouvillois. Adaptado. Gostou do tema de redação que caiu no vestibular Fuvest 2016? Lembre-se que para mandar bem na próxima edição da Fuvest é essencial que você compreenda os temas propostos e treine com profissionais especializados!
Tema de Redação: O mundo vive uma “desglobalização”? Texto 1: Na década de 1990, qualquer debate político-econômico sempre envolvia uma “palavra mágica”: globalização. O termo define as políticas seguidas por países e empresas dentro de uma realidade em que as multinacionais podiam mudar de país num piscar de olhos e o dinheiro cruzava fronteiras com a velocidade da internet. Hoje, o cenário é outro. O comércio mundial e os investimentos internacionais sofrem uma retração. Nas principais economias, florescem discursos e práticas anti-imigração, e a Rodada de Doha, como são conhecidas as negociações promovidas pela Organização Mundial do Comércio (OMC) em prol da liberalização de negócios, já dura 13 anos, sem ser concluída. Simon Evenett, especialista em comércio mundial da Universidade de Saint Gallen, na Suíça, defende que houve uma inegável mudança na tendência de globalização desde a crise financeira global de 2008. Fonte: bbc – desglobalização economia mundo Texto 2: Se para muitos a globalização consolidou-se como o modelo definitivo de integração econômica mundial na era pós-Guerra Fria, a crise financeira de 2007 e recentes guinadas eleitorais no Primeiro Mundo – entre elas, o Brexit, plebiscito que decidiu pela saída do Reino Unido da União Europeia, e a vitória de Donald Trump, um líder populista e protecionista, na eleição americana – fizeram soar o alerta para o seu desgaste. Ou seja, não só a globalização como dois dos valores fundamentais que a sustentam – a democracia liberal e o capitalismo de livre mercado – estão sob ameaça. Fonte: exame abril – o pesadelo da desglobalização Com base nos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de Redação: O mundo vive uma “desglobalização”?