1084 artigos encontrados com a tag “Para vestibulandos”

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação. Texto I “[…] Para se falar em autonomia, há que se verificar se existe liberdade de pensamento, sem coações internas ou externas. Se não existir possibilidade de escolha, não se pode falar em liberdade e, por conseguinte, não existe autonomia. Deste modo, a autonomia nada mais é que uma liberdade moral, conferida a todos e que deve ser respeitada. Tendo em vista o controle social, o estado psíquico do ser humano, as suas relações sociais, se torna impossível falar numa autonomia pura, desvinculada de qualquer coação interna ou externa; no entanto, existem algumas situações em que é visível a falta total da autonomia. Se não há liberdade, a autonomia não é desenvolvida de forma ampla: é o que ocorre, por exemplo, com a falta de recursos em membros de determinado grupo social tornando-os vulneráveis e os impedindo-os de ter escolhas, seja pela falta de recursos econômicos, seja pela falta de conhecimentos. […]“ Fonte: https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/ged/article/view/20428/11799 Texto II “[…]A criminalização é incompatível com os seguintes direitos fundamentais: os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, que não pode ser obrigada pelo Estado a manter uma gestação indesejada; a autonomia da mulher, que deve conservar o direito de fazer suas escolhas existenciais; a integridade física e psíquica da gestante, que é quem sofre, no seu corpo e no seu psiquismo, os efeitos da gravidez; e a igualdade da mulher, já que homens não engravidam e, portanto, a equiparação plena de gênero depende de se respeitar a vontade da mulher nessa matéria. (…) A tudo isto se acrescenta o impacto da criminalização sobre as mulheres pobres. É que o tratamento como crime, dado pela lei penal brasileira, impede que estas mulheres, que não têm acesso a médicos e clínicas privadas, recorram ao sistema público de saúde para se submeterem aos procedimentos cabíveis. Como consequência, multiplicam-se os casos de automutilação, lesões graves e óbitos”. […]” Fonte: https://justificando.cartacapital.com.br/2017/08/09/quais-sao-as-ultimas-noticias-sobre-o-direito-ao-aborto-no-brasil/ Texto III Fonte: https://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/08/quem-e-a-mulher-brasileira-que-aborta.html Texto IV “[…]No Brasil, o aborto é permitido pelo Código Penal em duas situações: em caso de estupro e quando há risco de morte para a gestante. A partir de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) deixou de considerar crime o abortamento em casos de anomalias fetais graves e incompatíveis com a vida extrauterina. Em 2013, foi sancionada a lei que obriga os hospitais do SUS a prestar atendimento emergencial, integral e interdisciplinar às vítimas de violência sexual. Apesar de não mencionar a palavra ‘aborto’, a lei garante os cuidados das lesões físicas, o amparo social e psicológico, a profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez, entre outros direitos. Em último caso, a mulher pode interromper a gravidez forçada. A realidade, no entanto, não é bem assim. Nem todos os hospitais garantem acesso a serviços de saúde voltados às vítimas de estupro, e poucos oferecem o abortamento seguro, realizado em condições de higiene e segurança e por equipe de saúde, nos casos previstos na lei.” Fonte: https://drauziovarella.com.br/mulher-2/aborto-legal/ Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema: A autonomia da mulher brasileira nos casos de interrupção da gestação.

Leia os textos abaixo e escreva uma redação sobre Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível? Texto I “[…] Empreendedorismo social é um termo que significa um negócio lucrativo e que ao mesmo tempo traz desenvolvimento para a sociedade. As empresas sociais, diferentes das ONGs ou de empresas comuns, utilizam mecanismos de mercado para, por meio da sua atividade principal, buscar soluções de problemas sociais. Os negócios sociais integram a lógica dos diferentes setores econômicos e oferecem produtos e serviços de qualidade à população excluída do mercado tradicional, ajudando a combater a pobreza e diminuir a desigualdade. Inclusão social, geração de renda e qualidade de vida são os objetivos principais dos negócios sociais, que também são economicamente rentáveis. Este tipo de negócio com impacto social tem proliferado por todo o País, por uma geração de empreendedores que pautam sua estratégia em valores sustentáveis. Diversas instituições têm colaborado para a conceituação e fomento deste novo modelo de negócio. A organização internacional Artemisia, a Ashoka, pioneira no campo da inovação social, e a Fundação Schwab, responsável pelo prêmio Empreendedor Social no Brasil, são alguns dos órgãos que estimulam o desenvolvimento destes negócios. Um exemplo de negócio transformador e de impacto social é a Feira Preta, a maior feira de cultura negra da América Latina. Por meio de ações, feira de negócios e eventos culturais, a organização busca fomentar o empreendedorismo étnico e fortalecer a cultura negra no País. Em 10 edições, a feira já reuniu 400 artistas, 500 expositores e mais de R$ 2 milhões de circulação monetária e 40 mil visitantes. […]” Fonte: https://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2012/02/empreendedorismo-social-gera-lucro-e-desenvolvimento Texto II “[…] Nada disso no fundo é novo, mas pessoas de boa vontade são sempre bem-vindas. Ainda mais em tempo de individualismo atroz como “filosofia” de vida dominante. Esse empreendedorismo social, no entanto, deve ser compreendido. Ele parece fruto do desencanto com governos e ideologias de qualquer espécie. Baseia-se num voluntarismo do bem e volta as costas para qualquer política – a não ser as micropolíticas de intervenção local. Acredita piamente na ação em casos específicos e na multiplicação espontânea dos seus agentes, uma espécie de corrente que, em certo prazo, seria capaz de mudar o planeta. Não faz uma crítica estrutural do modelo econômico dominante, apenas deplora seus efeitos – como se uma coisa estivesse desligada da outra. Enfim, como definiu um desses personagens, o empreendedor social é um misto do capitalista ávido de lucro com Madre Teresa de Calcutá. É preciso ver se personagem tão contraditório para em pé.” Fonte: https://cultura.estadao.com.br/blogs/luiz-zanin/quem-se-importa-e-o-empreendedorismo-social/ Texto III “[…] O GRAAC, uma das mais eminentes instituições de empreendedorismo social no Brasil, atende a crianças e adolescentes com câncer. Ele possui um centro de pesquisa que trabalha em conjunto com a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e um hospital em Botucatu atendendo três mil pessoas/ano. O impacto que traz ao tratamento e à vida dos seus pacientes é essencial, todavia o tamanho do público e o seu escopo representam um pequeno percentual em um sistema de saúde de um país com mais de 200 milhões de habitantes. O GRAAC recebe verbas diretas do SUS, além de doações empresariais feitas através de renúncia fiscal – que seriam os investimentos indiretos do estado. […] A ação empreendedora é ágil e bastante inovadora, contrastando com a burocracia de grandes instituições e do Estado. Entretanto, devemos ser cautelosos com o poder que ela tem na resolução de problemas altamente complexos como emprego, saúde, educação, questões que necessitam de análises profundas e soluções igualmente complexas. O crescente hype em cima do empreendedorismo pode causar nebulosidade na discussão desses problemas, apontando para soluções de baixa eficácia. O empreendedorismo deve ser estimulado, mas longe de um discurso panfletário que o projete como a panaceia do mundo neste início de século 21.” Fonte: https://papodehomem.com.br/por-que-o-empreendedorismo-talvez-nao-seja-a-solucao-dos-nossos-problemas/ Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema de redação – Empreendedorismo social: é possível?

Sabemos o que você sente. Todos nós da equipe fomos adolescentes e achávamos que, pra tudo dar certo, aquela prova tinha que dar certo. E que se não fosse assim, como seria? Acho que é claro: a vida tem uma caminho traçadinho. Não tem muito o que inventar. Você vai do fundamental pro médio, do médio pra faculdade, da faculdade pro casamento/emprego/filhos. Aliás, você estudou 8 anos pra chegar até aqui. Seus pais te sustentaram, você estudou o que pôde, se estressou bem mais do que podia e devia, abriu mão de muita diversão pra que isso, que tinha que dar certo, desse certo. Ou, ainda, você não tinha quem lhe sustentasse e teve que se virar nos 30 para conseguir ganhar o pão de cada dia e, ao mesmo tempo, estudar pra que essa correria não fosse sua realidade pra sempre. Aí chegou o grande dia, você estava lá, tinha todo o conteúdo na cabeça, sabia que aquela era a hora, mas não rolou. E por que não rolou? Agora é a hora de usar essa cabecinha linda pra dar uma analisada no que aconteceu e aproveitar cada oportunidade dessa situação (talvez infeliz), já que somos os funcionalistas dessa pós-modernidade. Deixa o passado só um pouquinho pra trás e mergulha aqui no presente comigo e responda depois se Existe vida pós-ENEM: 1. Tá tudo bem: o caminho tem que se encaixar em você, e não você nele. Já percebeu que muita gente que passa no vestibular o faz porque tá bem mentalmente? Na receitinha de sucesso de vários vestibulandos consta exercícios, sono em dia e lazer com os coleguinhas. Será que isso não os deixou confortáveis, pois, quando a sua vida vai bem, você se sente confiante e a tendência é que outras coisas caminhem no mesmo ritmo? Há também aquele apoio, aquela certeza de que, se der tudo errado, você ainda tem todo o resto dando certo. Você não está disposto a deixar a peteca cair – pra pular no poço da sua narrativa pessoal de sofrimento para procurar. É normal as coisas não darem certo de primeira. Será que não é melhor diminuir a pressão sobre algo que é importante, mas não tudo? (Lembre-se sempre: sua saúde mental, sim, é tudo!). Se você parar pra perceber, esses processos são construídos pra que uma bigorna de pressão seja jogada em você de uma vez só. Meses se preparando pra algumas horas de um dia só. Percebe a desproporcionalidade? Portanto, não tratar o vestibular/concurso/enem como o top dos tops dos sacrifícios colabora e muito pra diminuir a mística envolta nesse negócio. Não se deixe afogar nesse mar de pressão que você se coloca. Sempre tenha seus cais. E, mais fácil do que fingir ter uma vida legal, é realmente ter uma. Continue a remar! 2. Encontre sua forma de estudar. Talvez você não goste de gente. Talvez não goste de vozes altas, de ficar sozinho, de escrever. Não tem receita mágica: há o que dá e não dá certo pra você. Encontre o seu jeito de estudar, aquele em que o conteúdo flua diretamente pra dentro da sua cabeça. Eu sei que você é constantemente bombardeado por histórias de sucesso e tá tudo bem se inspirar em alguém, mas a fórmula do outro pode não ser aplicável pra você e tá tudo bem, também. Respeite as suas individualidades. Exemplo: aquela sua prima que passou de primeira no vestibular, já foi aprovada em 3 concursos e virou o assunto dos almoços de família acordava cedinho pra estudar, lia livro de cabeça pra baixo pendurada numa árvore e ainda fazia flexão durante a leitura. Pode ser que você tenha um rendimento bem ruim se acordar muito cedo, tenha medo de altura e não consiga fazer flexões, mas super se sai bem quando estuda à noite e sentadinho na sua cadeira preferida. Tá ok, viu? O lance é se organizar. Se forçar a fazer algo que não serve pra você só vai fazer você perder tempo. Ah, se mantenha aberto: todo conhecimento é válido e importante. Não faça birra pra umas matérias aí (redação mesmo, nem pense)! É natural que você tenha mais facilidade para aprender alguns conteúdos enquanto sente dez tipos de desespero diferentes quando vai estudar outro. O que não dá pra fazer é simplesmente desistir daquilo que te parece mais difícil. E, se você parar pra perceber, tudo está conectado. Holístico demais, eu sei, mas sempre dizemos aqui que tudo serve como referência pra redação, por exemplo. Não gosta de estudar geografia? Não curte história? Desistiu da humanidade, não lê mais jornal e tá por fora do que tá rolando no Brasil e no mundo? Assim não dá, amiguinho. Lembre-se de que você precisa de conteúdo para a sua produção textual e de que uma disciplina não deixará de ser cobrada só porque você não tem crush com ela (seria ótimo, mas não rola). O mesmo vale para as exatas, viu? A banca não vai aliviar pra você só porque você é de humanas e fica nervoso na hora de conferir o troco. Enfim, não fuja do que te desafia. Uma coisinha só: não dá pra negar que qualquer projeto em que há muito planejamento tem uma chance altíssima de dar certo. Faça seu planejamento, coloque revisão na conta, seu sono em dia, férias, os amigos da escola, seus pais, namorada, hobby, o exercício que te deixe feliz. Coloque o google agenda pra trabalhar. Vixe, coisa pra caramba, neném. Mas você dá conta. 3. Dê um tempo pra sua cabeça A gente não esquece que você é gente. Mas, as vezes, nós mesmos esquecemos que somos gente. De carne e osso, cheio de sonhos, vontades e nervosismo. Vou repetir o que diz o título: dê um tempo pra sua cabeça. A carga mental que não conseguir algo que é importante pra você deixa é gigante. Dá uma respirada pra ela ir embora aos poucos. Saia um dia pra praia sozinho. Leia poemas, uma revista de fofoca, caia no

O tema da redação do Vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) de 2016 foi “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”. Esse tema aborda uma problemática social relevante, que é a violência de gênero e suas diversas manifestações no contexto brasileiro. As propostas feitas para os candidatos elaborarem suas redações foram as seguintes: Proposta 1 para o tema de redação UFSC 2016 Considere os textos abaixo e crie uma lenda a ser contada por um sábio indígena às crianças de sua aldeia. Texto 1: Em todas as culturas, as lendas surgem como narrativas que o homem encontrou para compreender e dar sentido aos fatos e eventos da vida e do mundo. Muitas lendas explicam a origem das coisas, como certos alimentos; práticas culturais, como a agricultura; e fenômenos naturais, como o trovão e os eclipses. O contato dos povos indígenas com comunidades próximas tornou algumas dessas lendas conhecidas, de modo que foram absorvidas pela cultura regional brasileira. Mitos e lendas da cultura indígena. Museu do Índio – PROGDOC. Disponível em: . [Adaptado]. Acesso em: 15 out. 2015 Texto 2: O grande narrador é considerado pelos povos indígenas uma pessoa mais sábia e maiscompleta. Ele conhece as histórias dos tempos antigos e da formação do mundo e, por isso,sabe pensar sobre os problemas dos tempos presentes. Muitos dos fenômenos da atualidade,como as doenças, a morte e a guerra, tiveram origem em algum acontecimento dos temposprimeiros.[…] As lendas indígenas não desapareceram, mesmo com todas as mudanças no mundomoderno. Elas ainda permanecem vivas porque são muito importantes para os povos indígenas,porque são a sua verdade sobre o mundo, e também porque fazem parte de uma tradição muitoantiga, transmitida por pessoas que vivem por aqui há milhares de anos.Elas são uma demonstração de que, por trás da aparência de simplicidade, os povos indígenaspossuem um universo de imaginação e de pensamento muito rico.CESARINO, Pedro. Histórias indígenas dos tempos antigos. São Paulo: Claro Enigma, 2015, p. 11-12. [Adaptado]. Texto 3: Proposta 2 para o tema de redação UFSC 2016 Considere os textos abaixo e escreva uma dissertação sobre o papel das festas populares nacontinuidade de uma memória coletiva: Texto 1 As festas podem ser examinadas do ponto de vista da atividade lúdica, mas também como um acontecimento de integração da realidade das comunidades envolvidas, no sentido de avaliar seu potencial como formadora da cidadania, da conscientização e da participação social. […] Ao expor a cultura, a memória histórica e os usos dos povos, as festas populares podem subverter as propostas de turismo predatório, beneficiando as comunidades envolvidas em tal atividade.FERREIRA, Maria Narareth. Comunicação, resistência e cidadania: as festas populares. Comunicação e informação, v. 9, n. 1, p. 111-117, 2006. [Adaptado]. Texto 2 As festas populares são momentos ímpares de expressão e de manifestação da cultura popular, de sociabilidade, integrando diversas tradições, nas quais as camadas populares se envolvem com intensidade. As festas possuem um potencial para se tornarem um momento de manifestação popular ou mesmo de quebra de comportamentos padronizados.SOUZA, João Carlos de. O caráter religioso e profano das festas populares: Corumbá, passagem do século XIX ao XX. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 24, n. 48, p. 331-351, 2004. Proposta 3 para o tema de redação UFSC 2016 Considere os textos abaixo e redija uma crônica que tematize um aspecto das relações desolidariedade na sociedade contemporânea. Texto 1 A caridade da esmola é vertical, semeia costumes ruins e é humilhante. Como diz um provérbio africano, a mão que dá está sempre acima da mão que recebe. Mas as relações de solidariedade, que são horizontais, geram respostas completamente diferentes. Entrevista com Eduardo Galeano. Carta maior, 29 jan. 2010. Disponível em: . [Adaptado]. Acesso em: 25 nov. 2015. Texto 2 Se concordarmos com o conceito de solidariedade como vínculo de responsabilidade recíproca, já teremos saído do uso vago dessa expressão atribuído pelo senso comum. ALMEIDA, João Carlos. Antropologia da solidariedade. Notandum, Universidade do Porto, v. 14, p. 67;70, 2007. Disponível em: . [Adaptado]. Acesso em: 25 nov. 2015. Estudar e praticar os temas que já caíram na redação das provas da UFSC é o melhor jeito para se preparar para esse vestibular! Não esqueça de na hora de praticar ter sempre um corretor especializado te orientado para garantir a nota máxima na prova!
O ano acabou, as redações que você tinha que fazer você já fez, então só sobra a reflexão: como você colaborou para aumentar seu repertório sociocultural nesse ano? E ai, Você leu o bastante? Você acha que leu o bastante? Que se informou o bastante? Que esse ano foi construtivo educacionalmente? É bem provável que nessa altura do campeonato você já tenha escutado muitas dicas para melhorar sua escrita: ter um bom domínio da norma culta da língua portuguesa; utilizar referência para enriquecer seu texto; respeitar a estrutura da modalidade textual solicitada, entre outras. Há ainda uma outra diga que pode ser chamada de “mãe” de todas essas outras que mencionamos: leia, leia de tudo e bastante. Por que ler é importante? Quanto mais você tiver contato com diferentes tipos de escrita, maior vai ser a sua bagagem de leitura. Um repertório amplo e diversificado vai fazer com que você aprimore nos seguintes aspectos: Conhecimento quanto os variados tipos de texto; Domínio da norma culta da língua na prática textual; Referências para utilizar em seus próprios textos; Percepção quanto ao uso da língua nos diferentes tipos textuais; Por isso, é importante que você leia revistas, jornais, portais de notícias, blogs e, claro, obras literárias. Não é por acaso que os vestibulares costumam pedir a leitura obrigatória de textos de épocas e estilos diferentes. Isso acontece, pois, o aluno precisa ter esse repertório em sua bagagem cultural. Certamente, as leituras que trazemos conosco nos ajudam a modificar nossa visão de mundo, enriquecem nossas perspectivas e horizonte. Experimente! Desafia-se a ler estilos e tipos textuais diferentes, você vai perceber a diferença em sua escrita e na forma como você percebe os fatos sociais a sua volta. Para detonar em qualquer redação, envie as suas para correção com o Redação Online! Você pode começar a melhorar sua escrita por R$ 3,12 POR REDAÇÃO! Vem com a gente!

O Vestibular UFSC ocorre de 09 a 11/12, ou seja, logo logo está aí. E você já sabe como funciona a redação dessa prova? Todos os vestibulares isolados podem cobrar redações muito difentes umas das outras. Por isso, aqui vamos tratar especificamente do que diferencia a redação UFSC da redação mãe, a dissertação argumentativa do ENEM. Acorda, menino! O ano tá quase acabando! Vamos de Prepare-se: UFSC! via GIPHY A produção avalia a produção textual escrita do candidato a partir de um tema ligado a um texto motivador, de acordo com o gênero textual em pauta (crônica, conto, carta, artigo de opinião, dissertação escolar etc.). Diante das propostas apresentadas, sempre há mais de uma opção, cabe ao candidato examinar criteriosamente os aspectos que envolvem os temas e definir a melhor perspectiva de abordagem, mobilizando os recursos linguísticos que lhe permitam mostrar sua competência comunicativa nesta situação específica de produção textual: a redação de vestibular. Por isso, espera-se que o candidato identifique e desenvolva o tema de acordo com o gênero textual proposto, mas também que demonstre capacidade de organizar as ideias, relacionar informações, dados, construir argumentos e se expressar de forma clara e direta, e até subjetividade, dependendo do gênero cobrado. Os quesitos de correção (que vão de 0 a 10 pontos), são os seguintes: Adequação à proposta – tema e gênero (0,00 a 2,50 pontos): compreender a proposta e desenvolver o tema apresentado de acordo com o gênero cobrado. Utilizar recursos linguísticos apropriados ao tema e ao gênero textual/discursivo da proposta escolhida. Adequar-se ao propósito comunicativo, ao estilo e à composição do gênero textual. Emprego da modalidade escrita na variedade padrão (0,00 a 2,50 pontos): o candidato deve produzir um texto escrito, adequado à variedade padrão da língua. Outras variedades da língua podem ser utilizadas apenas como recurso estilístico e com a finalidade de representar/caracterizar sociolinguisticamente personagens em contextos interacionais específicos. Coerência e coesão (0,00 a 2,50 pontos): as partes do texto devem estar articuladas entre si e ao todo de maneira clara e coerente, distribuídas em parágrafos. O texto deve apresentar relações semânticas pertinentes entre palavras, frases e parágrafos, sem contradições. As partes do texto devem ser encadeadas com continuidade (retomada de elementos no decorrer do texto) e progressão temática (sem circularidade ou redundâncias inexpressivas). Nível de informatividade e de argumentação ou narratividade, de acordo com a proposta (0,00 a 2,50 pontos): o candidato deve demonstrar que dispõe de diversidade e densidade de informações e repertório sociocultural. As informações apresentadas devem ser pertinentes ao tema e ao gênero textual/discursivo da proposta escolhida para sua produção textual; o candidato deve demonstrar que sabe selecionar argumentos e organizá-los de modo convergente, revelando criticidade, situando-se em um universo de referências concretas (ou posicionando-se subjetivamente), sem apresentar noções generalizantes, indeterminadas ou vagas, e fazendo uso de recursos expressivos que marquem sua posição de autoria, em conformidade com o tema e o gênero textual/discursivo da proposta escolhida para sua produção textual. Ó você caindo de sono e o vestibular rosnando pra você. via GIPHY Você pode zerar a redação se: ter fuga total ao tema; plajear; escrever em versos; se indentificar, de alguma forma, na folha de redação; ter letra ilegível. Sobre os temas, sabemos que são sobre atualidades, sobretudo em filosofia, sociologia, história e geografia. Ou seja, as questões humanas são mais a cara da UFSC. A proposta de redação pode ter alguma conexão com os livros cobrados pelo vestibular. O que você achou de nosso texto sobre Prepare-se: UFSC?

As propostas de tema de redação da UEM podem abordar temas diversos, que envolvem questões sociais, políticas, ambientais, culturais, entre outros. Esses temas são escolhidos para promover a reflexão dos candidatos sobre assuntos relevantes e estimular o desenvolvimento de habilidades de análise crítica e argumentação. É importante destacar que as propostas de redação da UEM podem variar a cada ano, e a universidade disponibiliza as provas anteriores em seu site oficial. O Tema de Redação: UEM 2016 foi: “Doação de órgãos: de qual lado você está?” Confira abaixo quais foram os textos motivadores: Texto 1 do tema de redação UEM 2016 Doação de órgãos: de que lado você está?O coração do meu filho bate no peito de outra criança “Mamãe, eu vim para ajudar!”. O Guilherme ainda nem sabia falar direito e já vivia repetindo isso! Como no dia em que um amiguinho dele queria desistir de uma apresentação na escola. O Gui pegou a mão do menino e disse: “Fica aqui comigo, eu teajudo; eu vim para ajudar!”. Meu filho era assim, generoso, amoroso, ativo… Dormia tarde e acordava cedo, como se soubesse que tinha que aproveitar cada segundo neste mundo, pois teria pouco tempo conosco. […]No dia em que morreu, ele repetia sem parar que estava feliz […] Uma amiga me convidou para passar o feriado de Corpus Christi do ano de 2013 na casa dela à beira-mar. Curtimos o sábado inteirinho na praia. O Gui brincava e corria sem parar, repetindo:“Mãe, tô muito, muito, muito feliz!” É bom saber que meu filho sentiu tanta felicidade no seu último dia de vida. À noite, eu estava escovando os dentes no térreo da casa e ouvindo o Gui brincar no sótão com o filho da minha amiga (ambos tinham 4 anos). Lembro de escutar a irmã da minha colega falar: “Gui, vem mais para cá, você pode cair”. No segundo seguinte, meu filho estava em queda livre. Despencou e bateu com a cabecinha no chão, no andar térreo. Ele havia se apoiado em falso na hora de mudar de lugar e perdeu oequilíbrio. […] Eram 20h quando entrei no pronto-socorro. A médica logo disse que o estado do Gui era gravíssimo e que ele precisava ir para um hospital maior, em Santos. Fomos transferidos de ambulância e o Fábio (o pai) foi nos encontrar lá. O médico explicou que faria uma cirurgia para retirar um coágulo do cérebro, mas advertiu: “Caso sobreviva, ele deve ficar em estado vegetativo”.A cirurgia durou uma hora e meia. Durante cada um desses 90 minutos eu rezei por um milagre. Quando o médico disse que tinham conseguido retirar o coágulo, senti que ele podia virar o jogo. “Força, Gui! Você sai dessa”, eu repetia baixinho, mandando boas energias para meu menino, que passou a noite sedado na UTI. Na manhã seguinte, foram reduzindo a sedação e nada de o Gui responder. Só conseguia respirar com a ajuda dos aparelhos e sua sensibilidade não voltava. O tormento de alternar esperança edesespero se estendeu por mais quatro dias. Até que os médicos nos deram a notícia: o cérebro do nosso menino havia morrido. Doamos os órgãos e pensei: “Pronto, Gui, você ajudou!”Não vou perder tempo tentando descrever aqui a dor. Ela não cabe em palavra nenhuma. Eu ainda estava tonta quando nos perguntaram se íamos doar os órgãos, que permaneciam saudáveis. Me lembrei da voz do Gui dizendo: “Mãe, eu vim para ajudar!” Encarei o Fábio. Nos falamos pelo olhar e fizemos que sim com a cabeça. Quinze minutos depois, assinamos o papel da doação e o compromisso de não ir atrás das famílias que recebessem os órgãos. Soube pela mídia que uma menina de 1 aninho tinha recebido o coração. O nome dela não poderia ser outro: Vitória. “Pronto, Gui:você ajudou”, pensei. […] Passaram-se oito meses e, em fevereiro de 2014, a família da Vitória quis nos conhecer. Eles estacionaram o carro na frente da nossa casa e meu coração disparou. Quando dei por mim, estávamos todos no meu jardim. Eu abraçada a Deisi, mãe da Vitória, e ao Vinícius, filho mais velho dela. Fábio, aos prantos, não desgrudava do Joel (pai da Vitória). No colo da mãe, a baixinhachorou. Eu a peguei e ela sorriu. A gente pede um milagre e esquece que pode fazer um.Pensei no milagre que era ter um pedacinho do Gui naquela criatura e senti a presença de Deus. A cada sorriso que Vitória abria, uma sensação de gratidão inundava meu coração. Quando o Joel e a Deisi nos contaram que ela tinha nascido com dois problemas cardíacos e, literalmente, morou no hospital até ter 1 ano e 7 meses, Fábio e eu tivemos a certeza de que havíamos feito a coisa certa ao doar os órgãos do Gui. Às vezes, a gente fica pedindo milagres para Deus e deixa de perceber que podemos ser responsáveis por esses milagres também. Perder um filho é uma dor sem fim. Mas ter salvado uma vida ao doar os órgãos dele ameniza a angústia. Porque dá sentido à partida dele. […] Desde então, ficamos muito próximos da família da Vitória. Nos falamos sempre e, no Dia das Mães, fomos visitá-los em Santa Catarina. Ficamos na casa deles. Foram dias maravilhosos, vendo a Vitória viver com tanta energia. Emocionante o sorriso que ela dá toda vez que cochicho em seu ouvido: “Aproveita bem esse coração generoso que bate dentro do seu peito, menina”. (Luciana Novello, 43 anos, funcionária pública, Campinas, SP) “O coração era tão perfeito que começou a bater sozinho!” “Guerreira” é a palavra que define minha filha. Eu estava com quatro meses de gravidez quando descobri, num ultrassom, que a Vitória tinha dois problemas raros no coração. Era como se ela só tivesse metade do órgão – e essa metade não funcionasse muito bem. Assim que nascesse ela iria precisar de uma cirurgia muito arriscada! […] Em abril de 2012, Vitória nasceu. No segundo dia de vida, já foi submetida a três horas de uma operação difícil, durante a qual teve

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: Manifestações populares e segurança nacional. CFOBM-DF – Idecan – 2017 Manifestantes tentam furar bloqueio de segurança e entram em confronto com a PM O clima é de guerra na Esplanada dos Ministérios. Munidos de máscaras e mochilas, um grupo de manifestantes deixou a concentração no Museu da República, por volta das 17h desta terça-feira (13/12), e desceu rumo ao cordão de isolamento montado pela Polícia Militar em frente à Catedral. Há confronto entre manifestantes e os policiais. As pessoas que desceram em direção ao museu iniciaram um enfrentamento contra os PMs, que reagiram com gás de pimenta e cassetetes. Os manifestantes recuaram e começaram a voltar para o Museu da República por volta das 17h23, mas bombas são lançadas dos dois lados. A tropa de choque da PM avançou contra os manifestantes para que eles se afastem do cordão de isolamento. Há pelo menos um policial militar ferido no rosto. De acordo com a corporação, são cerca de 2 mil pessoas na Esplanada. (Disponível em: bombeiros df..) O princípio da dignidade da pessoa humana, enquanto fundamento basilar do Estado Democrático de Direito, deve ser utilizado pelo poder público como parâmetro na resolução de conflitos estabelecidos entre os direitos fundamentais à intimidade e à segurança pública, de modo a preservar a integridade física e moral do indivíduo. Tal conduta afasta da legitimidade estatal a prática da busca e apreensão pessoal, violadora do direito individual à intimidade pessoal. (Bruna Borgmann. A proteção do direito à intimidade no contexto Jurídico Nacional. (Disponível em: revistas unijui) Protesto x Vandalismo O Brasil está dando uma verdadeira lição de democracia e liberdade de expressão, para os quatro cantos do mundo. Empunhando cartazes onde estavam estampadas as suas revoltas; indignações e reinvindicações. Grande quantidade de pessoas por todo País foram às ruas demonstrando cada uma, de sua forma os seus sentimentos pelo momento político que passa a nossa sociedade, seja relacionado à falta de segurança, ou contra a corrupção sem punição dentre outras reinvindicações. A maioria esmagadora fez o seu protesto de forma pacífica e ordeira. […] Mas infelizmente pessoas de pensamentos e atitudes reprováveis dentro de uma sociedade, motivadas pelo senso de ignorância e destruição, e que não possuem objetivo de crescimento de qualidade nenhuma, nem de forma pessoal, nem como membro de uma sociedade civilizada, usa de má índole para praticar ações de vandalismo, destruindo prédios públicos depredando ônibus e causando os mais diversos prejuízos, seja com relação às entidades públicas ou privadas, procurando de forma maldosa e sem caráter, desviar o sentido principal da grande maioria dos presentes, que é levar as autoridades as suas reinvindicações. Com base nos textos motivadores, escreva um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema: Manifestações populares e segurança nacional.
PROPOSTA DE REDAÇÃO – Tema de Redação: Sexualização Infantil: natural ou imposta? Texto 1: As crianças aprendem com tudo o que vivenciam, observam, escutam e, principalmente, com os comportamentos que absorvem dos adultos. Então, é de importância fundamental discutir de que forma os pequenos desenvolvem a relação com o seu corpo e o corpo do outro. A erotização infantil atravessa as etapas de desenvolvimento da criança e antecipam seus aprendizados, o que pode ser bastante nocivo. Antes de mais nada, é preciso atentar para o fato de que sexualidade é diferente de sexualização. A primeira é inata ao ser humano e deve ser estimulada de maneira saudável, de modo que a criança tenha familiaridade com seu próprio corpo, saiba identificar onde dói para ajudar os pais e cuidadores a tomar conta de sua saúde, e possa se instrumentalizar para estabelecer os limites entre carinho e abuso. Já a segunda acontece de fora para dentro, ou seja, não é um processo natural da criança, e sim uma manobra que adultiza a criança, muitas vezes é encabeçada pela publicidade infantil. Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/defender/indicacao/sexualizacao-precoce-precisamos-falar-sobre-erotizacao-infantil/ Texto 2: Com a estreia da segunda temporada do seriado “Stranger Things”, os jovens protagonistas da série de ficção científica voltaram aos holofotes de fãs e imprensa do mundo inteiro – mas nem sempre de um ponto de vista positivo ou que respeite sua condição de crianças, segundo críticos. A sexualização precoce de alguns deles despertou um grande debate. Discute-se também qual será o impacto da pressão imposta pela fama em atores ainda na puberdade. A atriz Millie Bobby Brown, que interpreta Eleven (Onze, na tradução em português), tem apenas 13 anos, mas foi listada pela revista W com um grupo de atores muito mais velhos – de Nicole Kidman a James Franco – entre os atores que “fazem a televisão estar mais sexy do que nunca”. Com base nos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de Redação: Sexualização Infantil: natural ou imposta?

Mesmo quem não tem tanta dificuldade em escrever pode se sentir inseguro quando a questão é fazer uma redação no ENEM, vestibular ou concurso. Isso acontece pois é difícil mensurar “certo” ou “errado” quando se escreve um texto. Diferente, por exemplo, de uma questão de múltipla escolha, em que vamos poder conferir nossas respostas como num gabarito. Também é difícil estar preparado pra qualquer tema e lidar com o tempo limitado é complicado. Pois bem, estamos aqui para te ajudar a sair desse sufoco da insegurança com algumas dicas de Como driblar a insegurança na hora de fazer a redação? Qual o porquê da insegurança? O que exatamente te dá medo no ato de escrever? Por exemplo, a falta de hábito de leitura e de escrita é o uma das causas dessa insegurança. Até mesmo quando temos uma rotina de estudos, estamos habituados a ler textos diluídos, como os de apostilas. Com isso, perdemos o hábito de ler textos mais densos, como uma obra literária, por exemplo. A falta desse hábito faz com que tenhamos um repertório reduzido e pouca intimidade com diferentes tipos de textos, o que nos prejudica na hora da produção autoral. Analise quais são suas principais dificuldades: é na redação em si ou em gramática? Ou você sente que não tem repertório o bastante, ou seja, precisa de um argumento, mas, na sua cabeça, dá pra ouvir o barulho dos grilos? Perceber quais são suas principais dificuldades e trabalhar para corrigi-las é o primeiro passo para se tornar o rei da redação. Como driblar a insegurança na hora de fazer a redação na escrita? Olha, até que escrevemos bastante. Há quem diga que a humanidade nunca escreveu tanto. No entanto, escrevemos mensagens de WhatsApp, e-mails e posts em redes sociais. Isso não contribui em nada quando se tem que escrever um texto em que precisamos desenvolver uma ideia, fundamentar um argumento. Ainda mais que nos tornamos completamente dependentes dos auto corretores, e a insegurança aumenta. Aí ficamos na dúvida naquela conjugação, e esse acento, será que vai aqui mesmo? Há aqueles que nem conseguem mais reconhecer a própria letra. Vamos dar um conselho meio good vibes: conecte-se novamente com sua habilidade de escrever à mão! Esses dedões também conseguem envolver um lápis. Exercite sua escrita, faça o planejamento do seu texto num papel e deixa a mágica acontecer. Mas qual vai ser o tema? É bem normal ficar inseguro quanto ao tema, pois é algo que realmente não tem como adivinhar qual vai cair. Mas todas essas questões têm a mesma resposta: você só vai diminuir a insegurança de fazer redação praticando a escrita. Não há outra saída! Nós temos muitos, mas muuuitos temas de redação aqui. Vai lá dar uma olhada, espertão. Outra coisa, gente informada não se desespera nessas horas. Por exemplo, no ENEM, o tema sempre está ligado a um assunto que foi muito discutido durante o ano. Assistiu o Jornal Nacional, leu as problematizações do Facebook, abriu aquela notícia do G1 e da Carta Capital, pra dar uma balanceada? Então vai que é tua! Comece a escrever O ideal é que você comece a escrever ao menos uma redação por semana. Coloque a prática de redação em sua rotina de estudos. Não esqueça que estudar redação é tão importante quanto as outras disciplinas. Tô avisando. Uma dica é estudar a redação por partes pra não se assustar muito de primeira. Se você quer de uma ajudinha a mais, que tal se inscrever em um curso preparatório para redação, seja presencial ou online? Uma das opções é utilizar nosso site. O bacana de realizar correções de redação online é ter a ajuda de um profissional que vai indicar os aspectos em que seu texto pode melhorar, além de te dar um parâmetro de como a banca avaliadora corrige as redações. Então, é só começar a escrever, nos enviar e em três dias úteis você vai receber sua redação corrigida com todo o carinho do mundo. Vão colados aqui vários textos que irão te introduzir na arte da escrita de redação: Pra te dar um rumo: Como fazer uma boa redação para o ENEM? Planejamento de dissertação Como não zerar a redação do ENEM Sobre estrutura de redação: Como criar um bom título? Coesão e Coerência Como fazer uma argumentação forte? Como fazer uma boa citação? Direitos Humanos: O que é e por que ele deve estar na sua redação Por que pesquisar sobre o tema antes de produzir o texto? Como estar pronto para qualquer tema que caia no ENEM Resumão sobre vírgula Trabalhe sua relação com você Muitas vezes achamos que, como não temos um dom natural pra escrita, acreditamos que não é possível escrevermos bem. Mas que bobagem! Qualquer um consegue aprender a escrever, desde que dê a devida atenção à tarefa. A mão pode não dançar escrevendo, você pode não chorar de emoção ao ler aquela obra prima, mas você consegue com toda certeza construir textos na estrutura correta e com argumentos bem construídos e com aquele português redondinho. Acreditamos em você e você também consegue acreditar em você. Vem que vamos juntos ❤❤❤❤ O que achou de nossas dicas de Como driblar a insegurança na hora de fazer a redação? Vamos lá, galera!

Confira as dicas para mandar bem na redação da concorrida Unicamp. Para passar na Unicamp qualquer detalhe faz diferença. Por isso, esse post é exclusivo para falar da Redação Unicamp. A prova de redação está caindo na segunda fase do vestibular, e reserva algumas peculiaridades. A Unicamp costuma propor dois textos de gêneros diferentes, que não são divulgados antes. Cada texto vale 24 pontos, fechando um total de 48 pontos. Desde o último vestibular, a redação passou a ter um peso maior na Unicamp, a produção dos dois textos corresponde a 20% da nota final. Ou seja, não dá para marcar bobeira na hora de escrever! E vamos, Prepare-se: Unicamp! Além de estar afiado na prática da escrita, o vestibulando deve ter bem claro os critérios de avaliação do vestibular que vai prestar. Isso vai fazer com que o aluno se atente aos detalhes, evitando perder pontos por pequenos descuidos, confira! Critérios de correção: Gênero textual e interlocução: Esse critério leva em conta se o texto corresponde ao gênero solicitado na proposta de redação, e se os interlocutores, ou seja, a quem você se dirige durante o desenvolvimento do texto (a quem você se refere) estão sendo considerados. Propósito: Nesse item o aluno é avaliado por cumprir ou não com o que foi pedido na proposta de redação, e se esteve atento às instruções de elaboração do texto. Leitura e interpretação textual: Nesse aspecto, o vestibulando vai ser avaliado quando as relações que ele faz entre a redação e os textos fornecidos na prova. Articulação escrita: Os dois textos devem apresentar uma escrita fluida, coerente, e bem fundamentada. O candidato também deve mostrar que sabe adequar a linguagem a cada um dos gêneros solicitados. Vale lembrar que, na Unicamp, a redação é zerada apenas quando ocorre fuga do tema ou fuga do tipo de texto exigido. É fundamental para quem vai fazer o vestibular da Unicamp estar familiarizado com diferentes tipos de texto, pois é recorrente ser exigido outros gêneros além da dissertação. Ou seja, é bom ater-se as diferenças de um tipo textual para outro: carta, narração, conto, dissertação, entre outros, como você pode ver abaixo, nos temas de redação Unicamp dos últimos cinco anos. É bom ressaltar que essa variedade também aparece quanto aos temas de Redação que caem na Unicamp. Se observarmos os últimos temas, vamos ver que são bem diferentes uns dos outros, mas todos são relacionados a atualidades, ou seja, com o contexto vivido no ano em que a prova foi aplicada. 2012 – Nesse ano, foi pedido para que o aluno escrevesse um comentário de internet sobre a profissão de cientista; ou um manifesto de estudantes de uma escola sobre monitoramento online; ou, ainda, um verbete explicando o conceito de computação em nuvem. 2013 – Já em 2013, o vestibulando deveria fazer um resumo de um texto sobre pessimismo; ou uma carta a redatores de um jornal sobre alcoolismo. 2014 – A proposta de 2014 pedia para que o aluno escrevesse um relatório sobre oficina cultural em uma escola; na segunda proposta, uma carta aberta de uma associação, dirigida a autoridades, sobre problemas no trânsito. 2015 – O aluno deveria escrever uma carta para convocar pais de alunos a um debate sobre violência nas escolas; ou fazer uma síntese sobre recursos tecnológicos para humanizar atendimento na área da saúde. 2016 – Nesse ano foi a vez de fazer uma resenha de uma fábula de La Fontaine; ou um artigo de divulgação de um texto científico sobre indução de emoções.

Tema: Burocracia no século XXI: um mal necessário? Texto 1: Karl EmilMaximilian Weber, nascido em Erfurt Alemanha) no dia 21 de Abril de 1864, foi um dos maiores sociólogos e o criador da Sociologia da Burocracia. Imagine um cenário por volta de 1940, empresas sendo fundadas, outras organizações evoluindo, evolução do maquinário e as Teorias de Administração surgindo. Com base nos estudos de Weber e suas referências ao estado e à igreja, administradores da época perceberam que as empresas, apesar de evoluírem, permaneciam sendo mal administradas, de forma Pessoal, baseadas em opiniões pessoais do empresário ou até mesmo com seu Humor. Segundo Weber, “A Burocracia é o único modo de organizar eficientemente um grande número de pessoas e, assim, expande-se inevitavelmente com o crescimento econômico e político”. A Teoria da Burocracia vem da premissa de que a burocracia é a organização eficiente por excelência. Fonte: administradores – weber e a teoria da burocracia de 1940 para os dias atuais Texto 2: Adotada na administração, a teoria da burocracia prevê a necessidade de um modelo organizacional racional, onde é possível alcançar os objetivos, reconhecendo o que cada um deve fazer para que o resultado seja alcançado com organização e rapidez. Esse modelo burocrático empregado por Weber possui características consideradas eficientes até os dias de hoje: caráter formal das comunicações, caráter legal das regras e regulamentos, caráter racional e divisão do trabalho, competência técnica e meritocracia, hierarquia de autoridade. Fonte: mundo carreira – teoria da burocracia aplicada na administracao Com base nos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo: Tema: Burocracia no século XXI: um mal necessário?