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Sabia que, ao praticar a escrita de textos, você alcançará muito mais que “apenas” uma nota alta na sua prova? Veja, a seguir, as 5 vantagens de praticar a escrita de redação! Todos os anos, milhares de estudantes de cursos preparatórios se mobilizam para ir em busca da nota máxima nas redações de Enem e de vestibulares. Sendo assim, ao praticar a escrita de redação no decorrer do ano, você terá grandes chances de obter uma boa pontuação nas provas! Porém o seu esforço não trará apenas isto como retorno. Notas altas são importantes sim, mas, o aprendizado adquirido com a prática da escrita de redação é algo que irá te acompanhar por toda a vida. Escrever parece uma tarefa trabalhosa e cansativa; escrever redação, especificamente, parece, além de tudo, algo engessado e pouco útil. Estamos aqui para te mostrar que isso não é verdade! Por isso, trouxemos 5 vantagens de praticar a escrita de redação. 1. Melhora da escrita Todo mundo sabe que, ao praticarmos a escrita textual com regularidade, a tendência é passar a conhecer, cada vez mais, as regras da gramática normativa de nossa língua. Isso ajudará você a errar menos, pois, se antes você nunca tinha usado o verbo “corroborar” em sua escrita (por exemplo) e não fazia a ideia de qual seria a regência correta dele, com a escrita constante de redações e com as correções dos professores, com certeza esta é uma regra que você irá, em curto tempo, assimilar. 2. Você consegue organizar melhor as ideias, ao longo do tempo, e encontra formas de repassar informações de forma objetiva Quem nunca se deparou com um texto em que o autor fala, fala, fala e não diz nada de relevante? Peças jurídicas, por exemplo, estão cheias de expressões prolixas, que pouco ou nada ajudam no desenvolvimento do conteúdo. Todos nós, quando não praticamos a escrita, tendemos a não conseguir organizar nossas ideias no papel, e por isso parece tão difícil escrever um texto completo, com começo, meio e fim, em apenas 30 linhas. Mas, acredite, é possível que, com a escrita constante de redações, você se torne um expert em organização e objetividade textual! Com a prática da escrita de redação você irá desenvolver estratégicas de organização, e com o tempo a objetividade se tornará algo natural em sua expressão escrita. 3. Você se torna mais criativo No começo deste texto eu comentei que muitas pessoas (talvez você, inclusive) veem as redações como textos engessados e pouco úteis. Apesar de cada gênero textual apresentar configurações específicas, com a escrita de redações você acaba se tornando uma pessoa mais criativa, justamente porque um texto não se faz sozinho: é preciso inserir ideias no papel, e isso só será feito quando você abrir a sua mente para tais ideias! Desta forma, ao forçar seu cérebro a desenvolver narrativas, descrições ou argumentações, você irá se tornar, ao longo do tempo, uma pessoa com criatividade mais aflorada. 4. Conhecimento aprofundado dos diversos gêneros textuais Quando falamos em escrita de redação, não estamos falando apenas de textos dissertativos. Os vestibulares costumam cobrar, em suas provas, gêneros textuais variados: contos, crônicas, cartas, textão de internet, resenhas críticas e muitos outros. Os estudiosos costumam dizer que a língua é viva, ou seja, ela está em constante mudança, acompanhando as modificações da sociedade na qual está inserida. E assim também funcionam os gêneros textuais: a cada dia que passa, novos gêneros textuais vão se configurando. Se não praticarmos a escrita destes diversos gêneros de redação, nunca saberemos como inseri-los em nossas vidas. É neste ponto que a prática da escrita de redação vai te ajudar, e você irá adquirir um conhecimento que irá, com certeza, te auxiliar em diversas outras etapas da sua vida. 5. Ampliação de conhecimentos Por fim, é importante lembrar que, para escrever uma boa redação, é necessário ter conhecimento sobre o tema, certo? Não adianta nada você praticar a escrita de redação seguindo sempre o mesmo tema, ou então seguindo sempre os temas acerca dos quais já tem bastante domínio. Na hora da sua prova este pode ser um tiro no pé, pois pode aparecer um tema muito distante daqueles que você conhece. Por conseguinte, é importante sempre escolher assuntos diversos para serem os temas, além de realizar pesquisas profundas a respeito destes assuntos, para ter embasamento teórico na hora da sua escrita. Este processo, além de ajudar na construção do seu texto, irá ampliar seus conhecimentos, pois você passará a entender diversos termos e conceitos novos. Além disso, a frequente escrita de redação irá, com certeza, fazer o seu vocabulário se ampliar. No começo você terá bastante dificuldade para encontrar sinônimos dos vocábulos e não repetir as palavras em seu texto; porém, com a prática, este movimento irá se tornar corriqueiro. Agora é hora de praticar! Acesse o nosso site e comece agora mesmo a praticar redação em nossa plataforma, onde você recebe correções feitas por professores especialistas em até 3 dias úteis!

Confira o tema de redação cobrado na segunda fase do Vestibular UNESP 2021: “Tempo é dinheiro?” Texto 1 sobre tempo é dinheiro Tempo é dinheiro. (Provérbio inglês, já prefigurado numa frase de Teofrasto [372 a.C.-287 a.C.], filósofo da Grécia Antiga.) Fonte: Paulo Rónai. Dicionário universal de citações, 1985. Texto 2 sobre tempo é dinheiro Lembra-te que tempo é dinheiro. Aquele que com o seu trabalho pode ganhar dez xelins ao dia e vagabundeia metade do dia, ou fica deitado em seu quarto, não deve, mesmo que gaste apenas seis pence para se divertir, contabilizar só essa despesa; na verdade, gastou, ou melhor, jogou fora cinco xelins a mais. xelim: até 1971, quando ainda estava em vigor no Reino Unido, um xelim equivalia a 12 pence. Fonte: Benjamin Franklin [1706-1790]. Conselho a um jovem comerciante, 1748. https://founders.archives.gov. Texto 3 Vi quem só andava com o mesmo chinelo Com o preço de uma casa no seu sapateiro Olhei pro braço dos cria, tá geral de Rolex Finalmente pude entender porque tempo é dinheiro Fonte: Djonga [1994- ]. “Hoje não”. Histórias da minha área, 2020. Texto 4 Inventamos uma montanha de consumos supérfluos. Compramos e descartamos. Mas o que estamos gastando é tempo de vida. Quando eu compro algo, ou você compra algo, não compramos com dinheiro, compramos com o tempo de vida que tivemos de gastar para ganhar aquele dinheiro. Com uma diferença: a única coisa que não se pode comprar é a vida, a vida se gasta. Fonte: José Mujica [1935- ]. Human [documentário de Yann Arthus-Bertrand], 2015. Texto 5 Uma das coisas mais sinistras da história da civilização ocidental é o famoso dito atribuído a Benjamin Franklin “Tempo é dinheiro”. Isso é uma monstruosidade. Tempo não é dinheiro. Tempo é o tecido da nossa vida. É esse minuto que está passando. Daqui a 10 minutos eu estou mais velho, daqui a 20 minutos eu estou mais próximo da morte. Portanto, eu tenho direito a esse tempo, esse tempo pertence a meus afetos. Fonte: Antonio Candido [1918-2017]. www.cartamaior.com.br, 08.08.2006. Redação sobre esse tema: O provérbio “Tempo é dinheiro” é uma expressão amplamente reconhecida e utilizada em várias esferas da sociedade. Ela reflete a ideia de que o tempo é um recurso valioso e limitado, e seu uso eficiente está intrinsecamente relacionado ao sucesso e à prosperidade. Neste contexto, é relevante discutir a importância dessa conexão entre tempo e dinheiro na sociedade contemporânea. Vivemos em uma era caracterizada pela aceleração constante. A tecnologia, a globalização e as demandas profissionais têm aumentado a pressão sobre as pessoas para que sejam cada vez mais produtivas. Nesse cenário, a expressão “Tempo é dinheiro” adquire um significado prático, pois destaca a necessidade de utilizar o tempo de maneira eficaz para alcançar objetivos financeiros e profissionais. Além disso, é necessário reconhecer que o valor do tempo vai além da esfera econômica. O tempo é um recurso finito, e cada minuto que passa é irrecuperável. Portanto, valorizar o tempo não significa apenas usá-lo para ganhar dinheiro, mas também aproveitá-lo para buscar a felicidade, o aprendizado, o crescimento pessoal e a contribuição para a sociedade. Em conclusão, a conexão entre tempo e dinheiro é uma realidade na sociedade contemporânea. No entanto, é fundamental entender que essa relação não é absoluta, e o tempo possui um valor intrínseco que vai além do aspecto econômico. O desafio é encontrar um equilíbrio entre a busca do sucesso financeiro e a valorização das dimensões humanas da vida, a fim de viver de forma plena e significativa. O tempo, afinal, é um recurso valioso que merece ser utilizado com sabedoria e discernimento. Com base nos textos apresentados e em seus próprios conhecimentos, escreva um texto dissertativo-argumentativo, empregando a norma-padrão da língua portuguesa, sobre o tema: Tempo é dinheiro? Envie sua redação em nossa plataforma online e receba a correção em até 3 dias úteis!

Um tema interessante em nosso país, porém pouco discutido, é a quantidade de cesáreas e de partos normais e as diversas implicações relacionadas a isso. Então, leia os textos motivadores e escreva sua redação! Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Parto normal ou cesárea: escolha da mulher ou questão de saúde pública?”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Em plena madrugada, no início de abril, Adelir Carmem Lemos de Góes, de 29 anos, foi surpreendida pela visita de um oficial de justiça acompanhado de policiais armados que a forçaram, com o marido, a acompanhá-los a um hospital em Torres, município distante quase 200 quilômetros da capital gaúcha, onde foi submetida a uma cesariana sem o seu consentimento. O caso dramático e inédito de Adelir mobilizou pelas redes sociais protestos de defensores do parto humanizado e escancarou à opinião pública um dos principais desafios das políticas voltadas para a saúde da mulher: a necessidade de mudar o modelo que fez do Brasil o campeão disparado das cesáreas no mundo. Embora haja uma tendência mundial de aumento desse tipo de operação para a chegada dos bebês — em decorrência, conforme documento do Ministério da Saúde (MS), de melhor acesso aos sistemas de saúde, maior disponibilidade de tecnologias, melhoria das técnicas cirúrgicas e anestésicas, vantagens financeiras pelo custo e planejamento desse tipo de cirurgia e a percepção sobre a segurança de certos procedimentos — os países acendem o sinal vermelho quando a proporção chega a 30%. Há cinco anos, o Brasil cruzou a linha dos 50% de partos por cesárea. E de lá para cá, só tem aumentado, distanciando-se cada vez mais dos 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Apesar das iniciativas do governo nos últimos 20 anos, não houve reversão do quadro. O modelo brasileiro continua centrado na medicalização dos partos e nos hospitais.Maria Esther Vilela, coordenadora geral de saúde das mulheres do MS, em entrevista ao Jornal do Senado, informa: “98% dos partos no país são hospitalares” Considerada a maior pesquisa sobre parto realizada no país, Nascer no Brasil, divulgada recentemente pelo MS e pela Fiocruz, entrevistou 23.894 mulheres atendidas em maternidades públicas, privadas ou conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), entre fevereiro de 2011 e outubro de 2012. Foram coletados dados em 266 hospitais de 191 municípios, incluindo todas as capitais e cidades do interior de todos os estados. Os resultados comprovam que não há recuo nas cesáreas. Fonte: senado legislativo – aumento de cesáreas revela violência obstétrica TEXTO 2 Projeto garante escolha entre parto normal ou cesárea no SUS Grávidas poderão optar pelo parto cesariano a partir da 39ª semana de gestação na rede pública de saúde. É o que determina o projeto de lei (PLS 3.947/2019) que aguarda designação de relator na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Conforme a proposta, às parturientes que optarem pelo parto normal, será garantido o direito à analgesia não farmacológica e farmacológica. O projeto, do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), determina que a grávida seja conscientizada acerca do parto normal e da cesárea, devendo a decisão ser registrada em termo de consentimento. Além disso, se o médico responsável discordar da opção da paciente, deverá registrar as razões em prontuário. Em sua justificativa, o parlamentar argumenta que, de acordo com estudos, a crescente taxa de cesarianas, nos últimos 30 anos, acompanhou a diminuição nas taxas de mortalidade materna. “As ocorrências concretas que chegam aos Conselhos de Medicina e aos Tribunais, mostram que, na rede pública, quando se recorre à cesárea, a parturiente já foi submetida a longas horas de sofrimento, buscando o parto normal”, ressalta Sérgio Petecão. A matéria estabelece também que as maternidades ou instituições, que funcionam com mesma finalidade, deverão possuir placa fixada informando que a mulher pode escolher a modalidade de parto, podendo o médico divergir da escolha e encaminhá-la a outro profissional. Resolução Em 2016, o Conselho Federal de Medicina, através da resolução 2.144, passou a prever que o médico pode atender o desejo da paciente e realizar parto cesárea a partir da 39ª semana de gestação. De acordo com a resolução, a gestante tem o direito de optar pela realização de cesariana, desde que tenha recebido todas as informações necessárias. Entretanto, conforme a justificativa do senador Sérgio Petecão, não há observância dessa medida na rede pública de saúde. “As mulheres são submetidas à verdadeira tortura, uma vez que não querem passar pelas dores e pelos riscos de um parto normal, mas não lhes é dada opção. Ademais, como já dito, surpreende saber que até mesmo analgesia lhes é negada”, ressaltou Petecão. O projeto do senador é semelhante ao texto apresentado pela deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), mas, diferentemente desse, tem abrangência nacional. Fonte: senado legislativo – projeto garante escolha entre parto normal ou cesárea no sus TEXTO 3 País com um dos maiores índices de cesariana do mundo, o Brasil teve em 2017 (último dado disponível) 55% dos seus partos realizados pelo meio cirúrgico, taxa muito superior à recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 15%. Há municípios, no entanto, nos quais esse índice ficou muito acima da média nacional, chegando a 100% em alguns casos. É o que mostra um levantamento inédito feito pelo Fiquem Sabendo no portal DataSUS. A análise aponta que as cidades campeãs em índices de cesárea estão nas regiões Sul e Sudeste e que em 14 desses municípios, nenhuma criança nascida em 2017 veio ao mundo via natural, o que deveria ser a regra. De acordo com o levantamento, das 14 cidades com os maiores índices de cesárea do País, 5 estão no Rio Grande do Sul e 4, no Estado de São Paulo. Há ainda duas em Minas Gerais, duas em Goiás e
Vai fazer o ENEM 2021? Então você deveria aprender como estudar redação, pois ela representa 20% da nota total da prova! Diferentemente do que todo mundo imaginou, 2021 também será um ano de muitos desafios para quem fará o Enem. Certamente, todo mundo queria já estar com aquele ar de normalidade para se dedicar aos estudos. Porém, a realidade (até agora) é de mais um ano de ensino remoto ou híbrido, com muitas adaptações. Então, no meio de tudo isso, como estudar redação de forma eficiente e eficaz? Se você está um pouco perdido, respire fundo! Hoje, vamos dar algumas dicas para você dar um gás nesse estudo! Conhecer as competências avaliadas Se você não faz ideia ou não conhece bem a forma de avaliação das redações do Enem, é fundamental ir atrás disso. Pois é só sabendo “as regras do jogo” que você poderá se preparar e entender em que aspectos precisa melhorar. Assim, um bom caminho é ler a cartilha de redação mais recente, disponibilizada pelo MEC aos participantes.Nela, você encontrará a descrição do processo de avaliação dos textos. Além disso, ao final, há algumas redações nota 1000 comentadas. A partir da leitura desse material você saberá não só o que esperar dos avaliadores, mas também o que fazer para escrever um bom texto! Acesse esse conteúdo e leia-o na íntegra! Adquirir repertório sociocultural Dentro das 5 competências avaliadas na redação, saiba que a competência 2 exige demonstrar repertório sociocultural produtivo nos textos. Mas o que seria isso? Bem, para defender de forma consistente sua tese, é necessário relacionar conhecimentos de diversas áreas. Assim, é preciso que você saiba um pouco de tudo, em especial os temas da atualidade, que podem virar possíveis temas de redação. Uma boa maneira de fazer isso é estudar repertórios por eixos temáticos. Outra boa forma de adquirir repertório é nos seus momentos de lazer. Isso mesmo! Assista a filmes, séries, leia livros de gêneros variados. Sempre é possível relacionar histórias (fictícias ou reais) para exemplificar acontecimentos do nosso momento atual. Portanto. Ter uma cultura vasta e diversificada pode te salvar na redação. Portanto, apure o olhar para essas obras e estude mesmo quando você não está estudando! Duvida? Conheça a história de Lucas Felpi, que tirou 1000 na redação Enem citando Black Mirror em 2018. Estudar redação é treinar! Pois é, estudar redação é mais do que apenas conhecer o gênero textual solicitado no edital e adquirir um bom repertório. É fundamental saber mobilizar esses conhecimentos para construir um bom texto. Assim, é preciso colocar a mão na massa. Só se aprende a escrever bem…ESCREVENDO! Somente dessa maneira você vai: perder o medo de expor as suas ideias; ganhar confiança conforme seus textos evoluem; compreender o que é necessário para atingir o nível mais alto das cinco competências avaliadas; aprender com os erros e reescrever seus textos; aprimorar os conhecimentos gramaticais para se dar bem na competência 1; testar seu repertório sociocultural e fazer pesquisas caso não conheça muito bem determinado assunto. Isso vai ajudar muito a adquirir cada vez mais repertório! Por onde começar? O escritor Pablo Neruda tem uma frase que diz: “Escrever é fácil. Você começa com maiúscula e termina com ponto. No meio, você coloca as ideias”. Bom seria se fosse tão simples assim, não é mesmo? Infelizmente, para a grande maioria dos mortais, é um pouco mais complicado do que isso. Certamente, algumas pessoas têm mais facilidade com a escrita, porém, qualquer habilidade pode ser desenvolvida, e estudar redação vai ser o primeiro passo para você fazer isso. Então, o ponto de partida precisa ser entender o que você já sabe sobre redação do Enem. Escolha um tema, leia com atenção os textos motivadores e escreva a sua redação. Isso mesmo, não se preocupe tanto com a “perfeição” – ela só chega com muito treinamento! Peça para alguém de sua confiança ler (se possível, alguém que entenda dos critérios de correção). Você também pode usar a nossa plataforma para receber o feedback dos nossos corretores! Assim, a partir dos comentários recebidos sobre o texto, reescreva-o. Estudar redação envolve muita escrita e reescrita. Não adianta nada você escrever muitos textos se não souber onde está errando para consertar. O ideal é que você escreva duas redações por semana, pois, desta forma você poderá ter tempo para pegar um novo feedback e ajustar novamente se necessário. Portanto, inclua essa atividade no seu cronograma de estudos sem exagerar na quantidade. Partiu escrever? Com essas dicas você, certamente, terá um bom desempenho na redação Enem 2021. O que não pode é deixar para estudar na última hora. A redação equivale a 20% da nota total no Enem e pode aumentar sua média geral. Portanto, isso deve ser levado muito a sério! Conte com a gente nessa jornada!

O ProUni é um dos processos seletivos mais importantes ligados ao Enem! Confira a seguir como funciona! Criado em 2004 pelo governo federal, o Programa Universidade para Todos (ProUni) concede bolsas de estudos integrais e parciais a estudantes de graduação e de cursos sequenciais de formação específica em instituições privadas de educação superior. Mas você sabe como funciona para conseguir uma dessas bolsas? Se não, fique ligado(a) que vamos contar tudo aqui! Todo estudante que participou do Enem imediatamente anterior ao processo de seleção do ProUni pode concorrer às bolsas, desde que obtenha a nota mínima exigida pelo Ministério da Educação (MEC). Ou seja, é preciso ter atingido 450 pontos de média das notas e o candidato não pode ter zerado a redação. Além disso, precisa cumprir os seguintes critérios: ter renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; e pelo menos uma das situações abaixo: ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em escola privada com bolsa integral da instituição; ter cursado o ensino médio parcialmente em escola pública e parcialmente em escola privada com bolsa integral da instituição; ser pessoa com deficiência; ser professor da rede pública de ensino básico, em efetivo exercício, integrando o quadro permanente da instituição, e estar concorrendo a vaga em curso de licenciatura, normal superior ou pedagogia. Nesse caso, a renda familiar por pessoa não é considerada. As bolsas de 100% são cedidas àqueles estudantes que têm renda bruta familiar de até 1,5 salários mínimos por pessoa; já quem apresenta até 3 salários por pessoa na renda bruta familiar pode conseguir bolsas de 50%. Quem deseja receber uma bolsa do ProUni não pode possuir diploma de curso superior. Em outras palavras: se você já é graduado, o ProUni não é para você. Um dos objetivos do programa é dar acesso à primeira graduação. Então, cumpriu os requisitos? Agora vamos saber como é feita a seleção! Na hora da inscrição Ao se inscrever ao ProUni, você pode escolher até duas opções de instituições, cursos e turnos, conforme sua preferência e seu perfil socioeconômico. Enquanto as inscrições estiverem abertas, é possível alterar essas opções. Mas, atenção: será considerada válida apena a última inscrição confirmada! A inscrição é totalmente gratuita e feita pela internet. Além dos critérios do MEC, na hora de escolher o curso, verifique se a instituição que você procura não possui requisitos específicos, pois, caso você não os atenda, poderá perder seu direito à bolsa. As seleções para as bolsas do Programa acontecem duas vezes por ano, uma no início do primeiro semestre e outra no começo do segundo. Por isso, confira sempre informações sobre a abertura do sistema de inscrição para que você não perca os prazos! Siga as páginas do MEC nas redes sociais e acesse a página oficial do ProUni para ficar sempre por dentro de tudo! Nota de corte Assim como no Sisu, no processo seletivo para as bolsas do ProUni você pode acompanhar, a partir do segundo dia, a nota de corte de cada curso, que é disponibilizada para informação e acompanhamento dos candidatos. Dessa forma, é possível, até que as inscrições se encerrem, alterar as opções e assim aumentar as chances de conseguir a sua bolsa de estudos. Por essa razão é importante que você se registre logo na abertura do período de inscrições. Dessa forma, consegue acompanhar essas oscilações e fazer escolhas mais assertivas no processo. Não deixe para a última hora! Sistema de cotas É possível disputar as bolsas do ProUni pelo sistema de cotas. A reserva de bolsas é feita a pessoas com deficiência e aos autodeclarados indígenas, pardos ou pretos. No entanto, esses candidatos também devem cumprir os requisitos gerais do Programa, que você leu lá em cima . Vale lembrar que, nesse caso, o candidato abre mão da ampla concorrência e disputará as bolsas só com quem também escolheu essa modalidade. Desse modo, o sistema selecionará aqueles que possuírem as melhores notas nesse grupo. Ou seja, nem sempre a opção pelas cotas significa que a sua aprovação para a bolsa será mais fácil. Isso porque as médias são muito semelhantes às da ampla concorrência e, em alguns casos, dependendo do curso, universidade/localidade e turno, podem ser até mais altas. Então, aqui também é importante ter atenção à nota de corte para que você amplie as suas chances e altere suas opções, se for o caso. ProUni e Fies: dá para ter os dois? Sim! Para isso, você deve ter sido selecionado para uma bolsa de 50% e não ter condições de arcar com a outra metade da mensalidade. Nesse caso, pode usar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para pagar esse valor. Para que isso seja possível, a instituição em que você se inscreveu precisa oferecer vagas de financiamento no seu curso e você precisa ser aprovado no processo seletivo do Fies. Chamadas e lista de espera O Programa Universidade para Todos realiza duas chamadas. Na primeira, os estudantes pré-selecionados devem comparecer às instituições de ensino superior para fazer a comprovação das informações inseridas na inscrição e garantir a sua bolsa. Assim, caso não sejam preenchidas todas as vagas, abre-se a segunda chamada, cujo prazo para a comprovação dos dados será disponibilizado no site do ProUni e também junto às universidades/faculdades. Se você não for pré-selecionado em alguma das duas chamadas, pode, ainda, manifestar interesse em ficar na lista de espera. Nesse caso, não é necessário ir até as instituições, devendo o candidato aguardar a publicação das datas no cronograma do Programa. Atenção: a lista de espera do ProUni é única para cada curso e turno de cada faculdade de oferta. Agora que você já sabe bastante sobre o Programa Universidade para Todos, que tal colocá-lo como uma das suas opções para ingressar em uma faculdade e realizar o seu sonho profissional? Na hora de escolher seu curso, opte por algo que você realmente goste, afinal, é seu futuro que estará sendo decidido ali. Aproveite todas as oportunidades disponíveis para conseguir a sua vaga. A sua chance pode estar

Você já refletiu sobre a importância da representatividade na publicidade? Confira os textos motivadores a seguir e escreva a sua redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “A importância da representatividade na publicidade”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Deputada estadual eleita pelo PSD, Marta Costa é autora do projeto de lei 504/20, que visa proibir a veiculação de peças publicitárias com diversidade sexual. A PL seria votada nesta terça-feira (20), mas foi adiada para a próxima quinta-feira (22). No texto, a deputada afirma que a presença de pessoas LGBTQIA+ em propagandas traria “desconforto emocional a inúmeras famílias” e que mostrariam “práticas danosas” às crianças. A proibição viria com a intenção de “evitar a inadequada influência na formação de jovens e crianças”. “É nossa intenção limitar a veiculação da publicidade que incentive o consumidor do nosso estado a práticas danosas”, reproduz o documento. A Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB e a Associação Brasileira de Agências de Publicidade se manifestaram contrárias ao PL, apontando-o como lgtbfóbico, inconstitucional e também uma ferramenta de censura. Em nota, a Abap afirmou que a inconstitucionalidade da proposta vem devido à imposição de “discriminação à liberdade de expressão comercial e ao direito da orientação sexual”, considerando também uma tentativa de “censura de conteúdo, abrindo um precedente perigosíssimo para a liberdade de expressão aos direitos de minorias”. A comissão da Ordem dos Advogados do Brasil também aponta como inconstitucional o projeto pela justificativa de que “somente a União tem competência para regular questões relacionadas à publicidade e propaganda”. Agências de publicidade também se manifestaram contrárias ao projeto de Marta Costa. Usando a #PropagandaPelaDiversidade, pelo menos 30 delas publicaram posicionamento contrários em suas redes sociais. Fonte: veja sp abril – alesp votação pl lgbts propagandas TEXTO 2 Cada vez mais se fala de representatividade, diversidade e inclusão na publicidade, mas, até que ponto incluir diferentes etnias, origens e aparências nas campanhas publicitárias, é suficiente? Pois 80% das pessoas em todo o mundo acreditam que apenas isso não é suficiente e esperam que as empresas façam um trabalho melhor para alcançar representatividade genuína em suas publicidades. A constatação vem da atualização da pesquisa para a plataforma de insights criativos Visual GPS, da Getty Images, realizada em parceria com a YouGov, empresa global de pesquisa de mercado, que entrevistou 5 mil consumidores de 26 países e em 13 idiomas. Além disso, a atualização do estudo revelou que seis em cada dez pessoas preferem comprar de companhias que foram fundadas ou sejam representadas por pessoas como elas. Segundo Rebecca Swift, diretora global de insights criativos da Getty Images, em nota, o primeiro estudo do Visual GPS realizado antes da pandemia mostrou o quanto a representatividade é importante para as pessoas, o que motivou a sua complementação. “Nossos dados e pesquisa nos dizem que há um claro apetite para contar, ouvir e ver histórias inclusivas, mas marcas e empresas precisam ir além da inclusão simbólica para, intencionalmente, criar publicidade e comunicações comerciais que realmente capturem o autêntico estilo de vida e cultura das pessoas”, comentou. Outro ponto levantado pela pesquisa foi a questão da discriminação e preconceito, já que 62% dos entrevistados afirmaram que se sentem discriminados. Esse sentimento particular foi, notavelmente, mais comum entre a geração Z, mulheres e americanos. Entre essas pessoas, apenas 14% afirmaram que se sentem bem representadas na publicidade, e 15% nas comunicações comerciais. Fonte: meio e mensagem – 80% das pessoas esperam mais diversidade na publicidade TEXTO 3 O incômodo de trabalhar com equipes apenas de pessoas brancas ou com uma única pessoa negra e as dificuldades de conseguir espaço no mercado publicitário impulsionam jovens negros a criar suas próprias agências. Foi o que deu origem ao Gana, projeto formado por seis publicitários negros há um ano. O coletivo, com foco em conteúdo, podcast, design e audiovisual, tenta mostrar como a diversidade pode ampliar o olhar e apresentar reflexos na qualidade dos produtos finais. Em setembro de 2019, grandes agências de publicidade do país celebraram um acordo com o Ministério Público para a inclusão de jovens negros universitários em seus grupos de colaboradores. “A representatividade desses profissionais no setor é de 3%”, diz Valdirene de Assis, procuradora do Ministério Público do Trabalho em SP e coordenadora do Projeto Nacional de Inclusão de Jovens Negros Universitários. Mas ela diz já ver progressos. “As inclusões estão acontecendo. Além disso, o produto que a publicidade tem entregado para a nossa sociedade está mais diverso do ponto de vista étnico-racial.” Segundo a procuradora, o setor de publicidade foi selecionado não só pela pequena representatividade de profissionais negros mas também “pelo poder de persuasão que a publicidade exerce no público em geral”. “Infelizmente não podemos dizer ainda que a população negra consegue se enxergar na publicidade que é apresentada no Brasil.” Fonte: folha uol – publicitários negros criam agências com foco em diversidade TEXTO 4 Falta representatividade na propaganda. Não são apenas os ativistas que constatam. Recente estudo do Instituto Locomotiva, criado por Renato Meirelles, ex-Data Popular, concluiu que 67% dos consumidores brasileiros não se reconhecem nos comerciais da TV. Mas, no digital, o uso de dados pode mudar esse cenário, com ferramentas que mapeiam perfis de consumidores e exibem anúncios de forma personalizada. A personalização, aliás, toca no fator mais importante da decisão de compra: a identificação. Segundo a pesquisa, tirando preço e qualidade (quesitos característicos do item à venda), sentir-se identificado com o produto é o que mais influencia no consumo para 44% dos respondentes, à frente da opinião de um especialista (40%) e do status que ele proporciona (31%). Quem menos se vê representado na propaganda são os negros, segundo o levantamento. Eles compõem 54% da população. É um mercado de R$ 1,5 trilhão por ano interessado em aparelhos de TV, smartphones e geladeiras. Mas, diante dos comerciais desses produtos, apenas

A desvalorização das profissões é uma realidade. Conheça conteúdos pertinentes para escrever uma redação sobre esse tema! Os tempos atuais mudaram nossos modos de consumir, de nos divertirmos e até de trabalharmos. Por um lado, muitas facilidades ficaram disponíveis a um clique. Por outro, é cada vez mais presente uma desvalorização de determinadas profissões. Além disso, a possibilidade de trabalhar para aplicativos de entregas, por exemplo, tem levado muitas pessoas para a informalidade. Então, é sobre isso que você precisa refletir para escrever sobre o tema da semana: “Uberização do trabalho e precarização profissional“. “Mas e não sei nada sobre o assunto”! Calma! Nós, como sempre, trouxemos alguns conteúdos que você poderá assistir, ler ou ouvir antes de pensar no seu projeto de texto. O repertório sociocultural é um critério importante da avaliação da competência 2. Portanto, é superimportante que você invista um tempinho na pesquisa para não fugir do tema. Pronto? Então vamos lá! Boa leitura! Documentário: GIG – A Uberização do Trabalho https://youtu.be/gbSaTJ_7Zfk Este documentário, produzido em 2019, mostra que, com o crescimento do trabalho mediado por aplicativos e plataformas digitais no mundo todo, o avanço da chamada “gig economy”, conhecida no Brasil por “uberização”, passou a despertar debates sobre a precarização e a intensificação do trabalho numa sociedade cada vez mais conectada. Você certamente ficará bem informado com esse material, portanto, assista! Filme: Você não estava aqui (drama, 2019) Será que posso adquirir repertório e ao mesmo tempo me entreter? MAS É CLARO QUE SIM. A ficção sempre nos faz pensar sobre aspectos da realidade. Assim, ver filmes e séries ajuda muito e pode ser um repertório muito rico na sua redação. Então, hoje a dica é “Você não estava aqui”. Nesse filme, é contada a história de Ricky e sua família, que lutam para pagar as contas após serem afetados pela crise econômica de 2008. Assim, Ricky vislumbra a possibilidade de recuperar o controle de sua vida financeira abrindo um negócio como motorista de entregas. Além disso, sua mulher Abby (Debbie Honeywood) atua como autônoma cuidadora de idosos. Porém, o excesso de trabalho os deixa com menos tempo para se dedicarem aos filhos Seb (Rhys Stone) e Liza (Katie Proctor). Desse modo, a família fica prestes a desmoronar. MAS SEM SPOILER! Confira e descubra o que acontece! De acordo com o diretor do filme, Ken Loach, sua intenção era mostrar a exploração do trabalhador moderno. Porém, é importante também ficarmos atentos para as consequências desse modo de “ganhar a vida”, que acaba trazendo precariedade às relações pessoais e sociais. Live: Uberização, indústria digital e trabalho 4.0 | Ricardo Antunes, Paulo Galo e Luci Praun Está com tempo? Assista a esta live de lançamento do livro “UBERIZAÇÃO, INDÚSTRIA DIGITAL E TRABALHO 4.0”. Nela, o organizador da obra, o sociólogo Ricardo Antunes, comenta os artigos que a compõe e traz um importante debate sobre as condições de trabalho no mundo governado pelo digital. Então, assista, anote, e, se possível, leia o livro! Vídeo: Trabalhar com aplicativo: liberdade ou precarização? | Papo Rápido | Papo de Segunda Se ainda não entendeu bem sobre o que você precisa refletir em sua redação, assista a este “papo rápido” entre os integrantes do programa “Papo de Segunda”. Certamente, uma das grandes questões é se esse modo de trabalho representa o que veremos no futuro. Será que é positivo um sistema em que grande parte das pessoas “trabalham por conta própria”? Quais as consequências disso para todos? Essa reflexão pode ajudá-lo a determinar seu ponto de vista sobre o tema. Portanto, pense sobre isso! Podcast: Trabalheira #2: O que Henry Ford diria da Uber? Além de tratar da questão da nova forma de viver no mundo do trabalho, possibilitada pelos aplicativos, esse podcast traz um panorama histórico sobre esse tipo de relação e sobre os meios de produção. Aproveite e já relembre alguns conteúdos de Sociologia! Artigo: Uberização do trabalho e acumulação capitalista Para finalizar, leia o artigo de David Silva Franco e Deise Luiza da Silva Ferraz sobre tema. Nele, você saber mais sobre a “economia do compartilhamento” e como essas nova postura tem fundamento no capitalismo e acaba alterando as relações de trabalho. Além disso, mostra como a categoria “trabalhador” entra num sistema em que ele acaba sendo responsável por gerir os meios de produção. Assim, ele beira a gestão, porém o que se tem como reflexo é uma forma de trabalho precarizada. MAS NÃO PARE POR AQUI! Pesquise mais, veja vídeos relacionados no Youtube, procure mais artigos e reportagens sobre o assunto. Assim você conseguirá defender a sua tese com mais propriedade. LEMBRE-SE: é importante ouvir os dois lados, portanto, não fuja de artigos ou vídeos que por acaso divirjam da sua visão sobre o assunto! De fato, quanto mais informações, mais você poderá falar sobre o tema! Agora, #partiu escrever a redação? Após isso, não se esqueça de enviar em nossa plataforma para receber a correção em até 3 dias úteis, hein?

Confira os textos motivadores a seguir e escreva uma redação sobre a “Uberização do trabalho e precarização profissional”. Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Uberização do trabalho e precarização profissional”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Fonte: Cesforma TEXTO 2 Com um simples clicar de botão, os softwares direcionam a oferta e demanda mercadológica, guiando motoristas e entregadores de aplicativos para quem requisita seus serviços. Desenvolvidos sob um novo espectro funcional, estabelecem novas relações de trabalho e modificam a ideia de chefe e empregado. O termo uberização foi cunhado para caracterizar essa nova forma de gerenciamento e organização do trabalho. Embora o nome remeta a uma empresa, expõe uma tendência que perpassa o mundo do trabalho e que, de forma global, vem atingindo diversas ocupações. Para além das recentes ferramentas digitais, esse processo é remanescente de décadas de flexibilização trabalhista e vem, cada vez mais, tomando espaço. A pesquisadora Ludmila Costhek Abílio, doutora em Ciências Sociais pela Unicamp, explica que o cerne dessa nova forma está na possibilidade de transformar o trabalhador em um nanoempreendedor de si próprio. “Esse nanogerente passa a estar desprovido de qualquer direito, proteção ou garantia. Ao mesmo tempo, ele passa a arcar com uma série de riscos dessa atividade”, ressalta. Fonte: ufrgs br TEXTO 3 Resumidamente, o que é a “uberização”? Em três aspectos, a uberização é uma nova maneira de gerenciamento, controle e organização do trabalho. O trabalhador não é mais um empregado. E apesar de trabalhar a hora que quiser, há a criação de um trabalhador informal que é vigiado por algoritmos. Ou seja: você pode mapear o trabalho de 200 mil motoboys, distribuí-los no espaço e determinar o valor do trabalho. A uberização é um processo de formalizar monopólios e informalizar. Ao mesmo tempo, são formados monopólios de empresas que possuem todo esse poder nas mãos e de trabalhadores cada vez mais informais. Fonte: uol TEXTO 4 As novas regras sobre a retirada dos direitos trabalhistas estão para serem aprovadas em breve. Mas elas não são as únicas que precarizam as relações de trabalho no Brasil. Em várias profissões, a graduação, ou seja fazer uma faculdade em 4 anos, e até ter uma pós-graduação já não quer dizer muita coisa no mercado. Muitas vezes contratar uma pessoa não formada, preparada apenas em treinamentos básicos para desempenhar funções de quem foi atrás da academia, pagando um salário mísero, é muito mais lucrativo para empresas, órgãos do terceiro setor ou até mesmo pelos governos cada vez mais focados em destruir a máquina pública. E atenção: isso não é uma teoria. É uma prática real, tão ou mais comum do que pensamos. Porém, desqualificar tanto assim as profissões pode sair muito caro no médio e longo prazo. Os serviços precarizados podem gerar uma economia aparente, mas a falta da qualificação profissional e os péssimos salários podem fazer com que processos judiciais se multipliquem e o prejuízo social seja cada vez mais evidente. Assim, a sobrecarga de funções em profissionais não qualificados pode gerar um efeito de insatisfação coletiva e a insegurança jurídica e até física se fará presente em todos os setores do mercado de trabalho. Mas o que quero dizer com isso? Que num futuro próximo, tanto as profissões qualificadas como as profissões que não exigirão qualificação profissional serão niveladas por baixo, e o Brasil deixará de ter técnicos competentes, para ter uma imensa massa de agentes operacionais. Portanto, se nada for feito, na próxima década teremos a geração de atendentes, que poderiam ser cientistas, médic@s, enfermeir@s, professores, assistentes sociais, psicólog@s, advogad@s, etc. , mas que mesmo formad@s infelizmente estarão do outro lado do balcão da lanchonete, oferecendo a oferta do sanduíche do dia. Fonte: contrapontosocial TEXTO 5 A taxa de desemprego ficou estável no trimestre encerrado em novembro, em 14,1%, mantendo-se no patamar recorde de 14 milhões de pessoas, segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgados nesta quinta (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A população ocupada aumentou 4,7% nos três meses até novembro e chegou a 85,6 milhões de pessoas, um incremento de 3,9 milhões ante o trimestre anterior. Esse avanço é o maior de toda a série histórica, segundo a analista da Pnad, Adriana Beringuy. O crescimento foi puxado principalmente pela informalidade, que está em 39,1%. […] Entre os informais, o número de trabalhadores sem carteira assinada cresceu 11,2% no trimestre e chegou a 9,7 milhões de pessoas. Somadas todas as categorias de informais, que incluem os domésticos, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e os familiares, 33,5 milhões de pessoas estão na informalidade. Fonte: folha uol Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Uberização do trabalho e precarização profissional”! Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Quer saber quantos textos escrever por semana para treinar redação e alcançar a nota 1000 no Enem e demais vestibulares? A gente conta pra você! Vamos aos fatos: quem pretende fazer Enem e vestibulares em 2021 deve começar a se preparar o quanto antes. Além de um ano de estudos e foco pela frente, todo vestibulando precisa enfrentar um grande desafio: escrever uma redação – e ela precisa ser muito boa para elevar a nota média. Pois é, se você não tinha o hábito de escrever durante o ensino médio, saiba que agora precisará investir algum tempo nisso se quiser se dar bem. Mas o que pouca gente sabe é que qualquer um pode se tornar um craque na escrita. Basta para isso treinar redação do jeito certo! Se você está preocupado sobre qual é a melhor maneira de fazer isso, leia este artigo até o fim, pois nele vamos te contar quantas redações escrever por semana e como praticar para alcançar a tão sonhada nota 1000 no Enem. Como treinar redação sozinho? Fazer um bom texto é possível para qualquer pessoa! A escrita é uma habilidade, e como tal pode ser desenvolvida. Então, a primeira coisa que você precisa fazer nessa jornada (sorry, Lumena!) rumo à sua aprovação é abandonar a ideia de que não sabe escrever ou que nunca vai escrever tão bem. Saiba que até quem escreve muito bem desde a escola também precisa treinar redação para as provas. Isso porque cada processo seletivo tem suas particularidades, gêneros textuais e formas de avaliação. É necessário ter noção de onde você está se metendo! É importante, por exemplo, ler os editais e entender tudo sobre o concurso ou exame para o qual você vai se inscrever, combinado? Em outras palavras, domine as regras e saiba como a sua redação será avaliada pela banca. É o primeiro passo. Mas afinal, como treinar redação e quantas escrever por semana? Ok, sem mais enrolação! No seu cronograma de estudos, coloque que, no mínimo, você escreverá um texto por semana. Mas o ideal mesmo é escrever duas redações por semana. E dê um tempo entre uma e outra, pois é preciso que o texto seja corrigido (por um professor ou um corretor mais experiente) para que você não acabe cometendo os mesmos erros nas suas redações. A partir de agora, repita o mantra – que, aliás, serve para muitas coisas na vida -: QUALIDADE É MELHOR QUE QUANTIDADE. Então, de nada adianta você escrever uma redação atrás da outra e não fazer ideia se está cumprindo os requisitos das avaliações, no caso do Enem, se as competências estão sendo atendidas. Um erro bastante comum, inclusive com alguns usuários do Redação Online, é comprar um pacote de correções e enviar, no mesmo dia, 5 textos para a nossa equipe. Quando você usa o seu pacote dessa forma, e ainda não domina todos os detalhes da redação Enem, por exemplo, a chance de você receber a devolutiva de 5 notas baixas e com comentários apontando desvios semelhantes é bem alta. Então, a maneira mais inteligente de treinar redação é esta: escrever uma redação enviar para a correção (na plataforma ou com seu professor) esperar a correção e os comentários do avaliador reescrever o texto, se houver pontos para aprimorar escrever uma redação sobre novo tema, se os apontamentos foram poucos e você compreendeu o que precisa melhorar Fazendo isso, certamente você conseguirá alcançar a tão sonhada nota 1000 na redação! IMPORTANTE: Se além do Enem você também vai fazer alguns vestibulares, é essencial que você treine os gêneros textuais que serão cobrados e conheça a forma de avaliação, que é muito diferente! No Redação Online você pode enviar textos escritos para qualquer vestibular e receber um feedback direcionado para essas provas específicas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Como começar a treinar redação? No começo, é normal se sentir pouco à vontade com a tarefa de escrever redações, mas acredite: depois você vai pegar o jeito e isso se tornará uma atividade simples e, quem sabe, até prazerosa. As palavras escritas fornecem uma ótima maneira de dizer quem você é, em que acredita e mostrar a sua “voz”. Portanto, valorize essa capacidade, beleza? Para te ajudar a dar os primeiros passos, lembre-se: Não é porque você não escreve todos os dias que você não está estudando! Aproveite enquanto espera a correção do seu texto para aumentar seu repertório sociocultural. Acompanhe os principais noticiários para manter-se informado(a) e leia livros de literatura ou outro tipo que você goste. Enfim, é possível estudar até quando você assiste a filmes ou séries, sabia? Então, aproveite bem toda a informação que tiver acesso e use isso nos seus textos. Leia algumas redações nota mil de anos anteriores Elas te ajudam a entender a estrutura (no caso do Enem) e podem inspirar a sua escrita. A cartilha do participante Enem 2020 tem algumas. E o melhor: todas comentadas, assim você consegue saber porque cada uma delas foi tão especial. Se quiser você também pode ler as melhores redações dos nossos alunos aqui! Escolha um tema que você se sinta confortável para começar, algo que você domine ou sobre o qual queira discutir. Pesquise, escreva um projeto de texto e faça o rascunho. Releia o que escreveu e faça as correções, depois revise a linguagem. Enfim, nada de vergonha: envie ou entregue para alguém corrigi-lo! Siga essa rotina, aprenda com os erros e vá melhorando a cada novo texto! Pode acreditar: funciona de verdade. Só não deixe de escrever, combinado? Precisa de um apoio para saber se está mandando bem? Conheça nossos planos de correções e receba todo o suporte de uma equipe especialista em correções! 😉

Confira uma lista de repertórios socioculturais para usar em sua redação sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil”! Porém, mesmo com toda a sua importância para a civilização, há quem acredite que o investimento nessa área é um gasto desnecessário. E o que você pensa sobre isso? Certamente, você tem uma opinião formada! Então, para que você possa argumentar melhor sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil” na sua redação, escolhemos alguns repertórios que para usar na sua argumentação. Boa leitura! Cinebiografia: Radioactive Algumas figuras ficaram mundialmente conhecidas por causa das suas descobertas científicas. Uma delas – já bastante mencionada em muitas redações – é a química Marie Curie. Nesta obra cinematográfica, são mostradas as dificuldades que a cientista encontrou para conseguir apoio para suas experiências devido ao fato de ser uma mulher. Então, ao conhecer Pierre Curie, ela logo se surpreende pelo fato dele conhecer seu trabalho. Assim, o filme pode ajudar a mostrar como, sem apoio, fica muito complicado desenvolver projetos que podem mudar e melhorar o mundo. Vídeo: Panorama | O desconhecimento da ciência no Brasil Para tratar da produção científica no país, nada melhor do que conhecimento. No entanto, muitos brasileiros não sabem o que é produzido aqui. Então, é fundamental que se procure saber mais sobre como a ciência funciona em nosso país. Nesta reportagem, porém, você vai ver que a maioria dos brasileiros não conhece quem e onde se faz ciência no Brasil. Além disso, verá o quanto é investido no setor e o que os cientistas tem a dizer sobre isso. Confira! Institutos de pesquisa brasileiros Com a pandemia, nomes como Fiocruz e Instituto Butantan passaram a fazer parte da nossa rotina. Vale a pena você entrar nos sites oficiais e, assim, conhecer um pouco mais da história desses dois locais em que se produz ciência no país. Palestra: Perspectivas sobre a ciência e a tecnologia no Brasil | Carlos Henrique de Brito Cruz | TEDxUNIFESP Neste vídeo, o palestrante conversa sobre o futuro da produção científica no Brasil. Afinal, você sabe onde o Brasil está inserido, em um contexto global, na geração de novos conhecimentos e tecnologias? Se não sabe, então é assista ao vídeo e conheça um pouco mais. Assim, poderá escrever melhor sobre a questão da produção científica e os desafios que ela enfrenta. Artigo: Por que é tão difícil produzir ciência no Brasil? Você sabia que o Brasil faz parte de importantes pesquisas no contexto mundial? E que aqui há cientistas de ponta em diversas áreas? Porém, mesmo assim, os desafios da produção científica nacional ainda são imensos. Neste artigo da History Brasil você poderá entender por que isso acontece. Artigo: Brasil de costas para a ciência Mais um artigo para você ler. Nesta material produzido pela revista Piauí você saberá a quantas anda o investimento no setor de ciência e como isso impacta na nossa sociedade. Você sabia que os brasileiros são os que menos acreditam em seus cientistas? Então, por que você acha que isso acontece? Leia e descubra! Unesco: Ciência, tecnologia e inovação no Brasil Acesse este material produzido pela Unesco para saber mais sobre a produção científica brasileira. Assim, relacione os dados e informações com a importância desse setor e como ele poderia ser melhor desenvolvido. Saiba mais sobre a ciência aberta, inteligência artificial, entre outros temas. Além disso, você consegue acessar os relatórios que mostram a evolução da área. Então, não perca tempo e acesse agora mesmo! Faça sua própria pesquisa Sempre gostamos de frisar que você precisa fazer a sua própria pesquisa sobre o tema antes de pensar o seu projeto de texto. Desse modo, além de aumentar seu repertório, você aumenta as chances de fazer uso produtivo dele. Afinal, como você sabe, não basta apenas citar alguém ou algo, é preciso que faça sentido à sua tese. Portanto, reserve um tempo enquanto está na fase do treino para estudar a temática e anotar algumas informações. Certamente, elas serão úteis para mais temas semelhantes. Afinal, quem sabe o que pode cair na prova, não é mesmo? Por isso, é fundamental ler bastante, assistir filmes, séries ou mesmo tentar lembrar de algo que você já viu/leu e que tenha a ver. Então, esta lista é apenas o pontapé inicial. Vá além! Precisa de ajuda? Mas se você ainda estiver perdido(a), não sabe por onde começar, que tal ter uma ajudinha dos nossos corretores para mandar bem nas competências do ENEM? Já conhece a nossa plataforma? Se não conhece, está esperando o quê? Conheça nossos planos e garanta o melhor acompanhamento para os textos, com garantia de sucesso! Então, venha para o Redação Online e descubra como arrasar na escrita!

Reflita e escreva uma redação sobre os desafios da produção científica no Brasil. Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Desafios da produção científica no Brasil”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 A ciência brasileira terá que sobreviver em 2021 com um orçamento pífio. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) foi o que sofreu o maior corte no orçamento federal aprovado em 25 de março pelo Congresso Nacional, com uma redução de 29% dos seus recursos, em comparação com 2020. O orçamento de fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) — que é vinculado ao MCTI — será de apenas R$ 23,7 milhões; uma quantia absolutamente irrisória para a sustentação da produção científica nacional. O orçamento total para a produção científica previsto para o MCTI neste ano é da ordem de R$ 8,3 bilhões, comparado a R$ 11,8 bilhões em 2020. O valor reservado para “despesas discricionárias” (ou seja, efetivamente disponível para investimentos em pesquisa), porém, é de apenas R$ 2,7 bilhões, 15% a menos do que em 2020 e 58% a menos do que em 2015 (quando o orçamento já estava em queda), segundo dados apresentados pelo ministro Marcos Pontes em uma audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, na última quarta-feira, 7 de abril. Considerando o crescimento da comunidade científica ao longo das últimas décadas, o orçamento pode ser considerado o menor da história, em termos da sua capacidade de atender às demandas do setor. O outros dois ministérios que mais perderam recursos foram Educação e Meio Ambiente. […] Pelos cálculos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com base nos números originais do projeto de lei do orçamento, o CNPq terá 10% a menos de recursos para bolsas neste ano, com o agravante adicional de que mais de 60% desses recursos dependerão da liberação de créditos suplementares pelo Congresso ao longo do ano. O montante efetivamente garantido no orçamento (cerca de R$ 378 milhões) seria suficiente para pagar apenas quatro meses de bolsas. Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/orcamento-2021-compromete-o-futuro-da-ciencia-brasileira/ Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Desafios da produção científica no Brasil“! Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

O tema de redação da semana está relacionado à romantização da produtividade excessiva. Você já parou para pensar nisso? Confira os textos motivadores a seguir e produza a sua redação! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Romantização da produtividade excessiva”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Também chamada de Síndrome do esgotamento profissional, a Síndrome de burnout foi assim denominada pelo psicanalista alemão Hebert J. Freudenberger em 1974. Trata-se de um distúrbio psicológico que se caracteriza pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. O número de pessoas afetadas por burnout é cada vez maior, um estudo realizado pela agência Gallup com quase 7.500 empregados, constatou que 23% dos funcionários relataram sentir-se esgotados no trabalho com frequência ou sempre. Já 44% relataram sentir o esgotamento às vezes Segundo um ranking realizado pela International Stress Management Association, o Japão é de longe o líder em esgotamento no trabalho, com 70% da população economicamente ativa sofrendo da síndrome. Em segundo lugar o Brasil com 30%, seguido da China com 24%, Estados Unidos com 20% e Alemanha com 17%. No Brasil, segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, na comparação entre os anos de 2017 e 2018, o crescimento de afastamentos por esgotamento do trabalho chegou a 114,80%, indo de 196 para 421 casos. Ainda assim, pessoas romantizam o trabalho excessivo para obter sucesso profissional. Fonte: medium Texto 2 Consultoras, bancos de investimento e grandes escritórios de advocacia se transformaram no elo mais visível de um modo de entender o trabalho baseado em longas jornadas de trabalho que se estendem ao fim de semana, falta de respeito à desconexão digital e uma constante rotação de funcionários. Vários estudos, assim como uma dezena de empregados, ex-empregados e fontes consultadas documentam amplamente o modelo destas empresas, geradoras de um estresse acima do saudável que ameaça afugentar jovens talentos, cada vez menos dispostos a passar pelos filtros tradicionais para chegar a cargos valiosos se isso significar renunciar durante vários anos à sua vida pessoal. Mesmo existindo épocas em que a carga de trabalho diminui e esta pode variar de acordo com o tamanho do cliente, há dados suficientes para falar de um estilo de vida exaustivo. Uma pesquisa elaborada em 2019 pelo Instituto de Saúde Mental da Advocacia respondida por 672 advogados revela que 71% dos que trabalham em grandes escritórios têm jornadas de trabalho entre 40 e 60 horas em média. E 10,5% supera esse limite, que significa ultrapassar as 12 horas diárias no caso de se trabalhar cinco dias por semana. 98,8% dos participantes identificaram o estresse como um risco elevado e muito elevado para sua saúde. Auditores das big four (PwC, KPMG, EY e Deloitte) descrevem ao EL PAÍS picos de 80 horas — quase 12 horas por dia os sete dias da semana — na chamada busy season, a alta temporada, dos meses de janeiro e fevereiro, quando fecham as contas anuais de grandes empresas e é preciso revisá-las a toque de caixa antes da apresentação de resultados. Nos bancos de investimento, denúncias como a dos analistas de primeiro ano da Goldman Sachs, que pediam para trabalhar 80 horas em vez de 95, revelam uma cultura corporativa ainda mais extenuante e devolveram ao primeiro plano o debate sobre o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, que já gerava discussão pelo teletrabalho e o abuso das reuniões através de aplicativos como o Zoom. Fonte: brasil elpais Texto 3 TEXTO 4 A produtividade vai muito além da quantidade de horas trabalhadas. Na sociedade da performance, um colaborador que tem produtividade além do limite é disputado entre as melhores organizações do mercado. Mas diante desse cenário, nos deparamos com o seguinte dilema: a produtividade além do limite é um bom negócio? O mercado de trabalho é desafiador e cobra, cada vez mais, uma maior produtividade e desempenho dos colaboradores em busca de resultados sempre positivos. Afinal, a competitividade é acirrada e ninguém está disposto a perder o emprego, principalmente em época de retração econômica. Dessa forma, por mais que você acredite que ser produtivo além do seu limite seja um ponto positivo, a sociedade da performance sempre irá te cobrar mais e mais até você chegar ao esgotamento físico e mental. Assim, cabe somente a você decidir se quer fazer parte desse ciclo vicioso. Não estamos falando que ser produtivo além do limite no trabalho seja algo ruim que deve se deve evitar a todo custo. O problema é a constância que sua produtividade chega ao limite extremo. Isso pode acabar comprometendo sua saúde no dia a dia no trabalho e em um curto período de tempo. Se a cobrança por uma alta performance no trabalho for a todo momento, em pouco tempo, você pode chegar ao estresse ocasionado pela pressão por resultados cada vez mais melhores. A cobrança para se ter sempre mais produtividade é até saudável, em certo ponto, mas não deve levar o colaborador à exaustão física e mental, diariamente. A sociedade da performance está cada vez mais presente na vida de milhares de colaboradores. E, por receio de perder o emprego, acabam cedendo aos seus anseios e extrapolam o limite da produtividade. Mas o que muitos se esquecem é que sem uma boa qualidade de vida, é humanamente impossível ser mais produtivo no trabalho. […] seu convívio familiar pode ficar prejudicado se você estiver esgotado emocionalmente por causa de cobrança excessiva por mais produtividade no trabalho. Portanto, ter qualidade de vida é fundamental, em vários aspectos e não somente para se ter mais desempenho no âmbito profissional. Então, pense nisso! Dessa forma, estabeleça uma rotina de trabalho mais saudável e equilibrada, com horas suficientes de descanso. Assim, você será produtivo o suficiente para jamais precisar exceder o seu limite. Fonte:metlife Confira agora uma lista de repertórios para o tema “Romantização da produtividade excessiva”! Depois