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Imagine uma criança que não consegue processar corretamente os estímulos do ambiente — ela se assusta com sons comuns, recusa toques ou até ignora cheiros e sabores. Esse cenário, que pode parecer incomum, faz parte da realidade de milhares de crianças que sofrem com problemas sensoriais na infância. O diagnóstico precoce é essencial para garantir o desenvolvimento pleno, mas esbarra em obstáculos como a falta de políticas públicas, desconhecimento da população e escassez de profissionais capacitados. Em 2025, o Projeto de Lei 2.695/2023 avançou no Senado com o objetivo de garantir exames de visão e audição para alunos da educação básica, o que demonstra a urgência de políticas estruturadas. Ao mesmo tempo, especialistas e instituições de saúde alertam para a necessidade de identificar outros transtornos, como o Transtorno do Processamento Sensorial (TPS), ainda pouco debatido nas esferas governamentais. Neste post, você encontrará textos motivadores atualizados, explicações claras sobre os principais desafios e estratégias para desenvolver uma redação exemplar sobre o tema. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para implementação de políticas públicas para o diagnóstico precoce de problemas sensoriais na infância”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre problemas sensoriais na infância Texto 1: Projeto de exames de visão e audição na educação básica vai à Câmara O Projeto de Lei 2.695/2023 propõe que exames de audição e visão sejam realizados em alunos da educação básica das escolas públicas. A iniciativa, já aprovada pelo Senado, segue para análise na Câmara dos Deputados. A proposta surge como resposta à necessidade de diagnosticar precocemente problemas sensoriais que afetam diretamente o desempenho escolar e o desenvolvimento das crianças. O texto reforça que, ao identificar déficits auditivos ou visuais no início da vida escolar, é possível garantir intervenções mais eficazes e igualitárias no processo de aprendizagem, promovendo equidade na educação. Fonte adaptada: Senado Texto 2: Transtorno do Processamento Sensorial: o que é, sintomas e tratamento O Transtorno do Processamento Sensorial (TPS) afeta sentidos como audição, visão, tato, olfato e paladar. Ele ocorre quando o sistema nervoso central não organiza adequadamente os estímulos recebidos, resultando em reações exacerbadas ou diminuídas frente a estímulos sensoriais cotidianos. O diagnóstico é feito por profissionais capacitados, como terapeutas ocupacionais, otorrinolaringologistas e neurologistas. Os sintomas variam conforme a intensidade do distúrbio e podem incluir recusa a certos tecidos, intolerância a ruídos e dificuldade de interação social. O tratamento envolve terapia de integração sensorial e uma abordagem multidisciplinar, buscando melhorar a adaptação da criança ao ambiente e à vida escolar. Fonte adaptada: Hospital Paulista Texto 3: O que é o Transtorno de Processamento Sensorial e como afeta crianças com TEA Embora o TPS ainda não conste nos manuais diagnósticos como o DSM-5, sua ocorrência é significativa, especialmente em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Nessas crianças, o TPS se manifesta por meio de comportamentos como recusa a roupas com etiquetas, aversão a sons altos ou necessidade constante de estímulos sensoriais. Os sintomas impactam a rotina, a aprendizagem e o convívio social. Mesmo sem uma padronização diagnóstica, o reconhecimento e o tratamento do TPS por profissionais especializados podem melhorar significativamente a qualidade de vida das crianças afetadas e suas famílias. Fonte adaptada: Socialmentes Texto 4: Processamento Sensorial em Crianças e sua importância no desenvolvimento O processamento sensorial é essencial para o desenvolvimento motor, cognitivo e social das crianças. A neurociência explica que, ao interpretar de forma desorganizada os estímulos, o cérebro compromete a forma como a criança interage com o mundo. Os principais sistemas sensoriais afetados são visão, audição, tato, propriocepção e sistema vestibular. A desregulação nesses sistemas pode gerar atrasos no desenvolvimento, dificuldades escolares e problemas emocionais. Por isso, a identificação precoce dos sinais é fundamental para garantir a inclusão e o pleno desenvolvimento. Fonte adaptada: Ação em Sua Mente Repertórios socioculturais sobre problemas sensoriais na infância O uso de repertórios socioculturais é fundamental para demonstrar domínio das áreas do conhecimento exigidas nos vestibulares. No caso do ENEM, por exemplo, a Competência 2 avalia a capacidade do estudante de mobilizar saberes de diversas áreas para desenvolver uma argumentação sólida e pertinente ao tema. Já em outros exames, como a Fuvest e o PAS da UnB, o uso de referências bem contextualizadas também reforça a profundidade da análise e o senso crítico do candidato. Filmes e séries sobre problemas sensoriais na infância “O Contador de Histórias” (2009)Baseado na história real de Roberto Carlos Ramos, o filme retrata a trajetória de uma criança que enfrentou dificuldades de adaptação sensorial, social e cognitiva durante sua infância em abrigos. Além disso, o longa ressalta a importância da intervenção precoce e do olhar atento de profissionais da educação. Dessa forma, ele evidencia como o apoio adequado pode transformar a vida de crianças em situações vulneráveis. Portanto, a obra destaca a relevância de ações concretas para promover o desenvolvimento integral e o bem-estar infantil. “Temple Grandin” (2010)O filme biográfico narra a vida de Temple Grandin, uma mulher com autismo que superou as barreiras impostas por dificuldades sensoriais e tornou-se referência mundial na área de zootecnia. Além disso, a obra destaca o impacto de um diagnóstico precoce e do apoio terapêutico para o desenvolvimento de crianças com transtornos sensoriais. Dessa forma, ela evidencia como a compreensão e o suporte adequados podem transformar a trajetória de indivíduos com condições semelhantes. Portanto, o filme não só inspira, mas também reforça a importância de ações personalizadas para o avanço e bem-estar de pessoas com autismo. “Atypical” (Netflix)A série acompanha a vida de Sam, um jovem com Transtorno do Espectro Autista (TEA), e aborda diversas questões relacionadas ao processamento sensorial, como hipersensibilidade a sons, toques e interações sociais. Além disso, a produção reforça a importância do acolhimento e da adaptação

A Fuvest, responsável pelo vestibular da USP, anunciou mudanças significativas para a edição de 2026. Além disso, o objetivo é tornar a prova mais alinhada com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com as demandas contemporâneas da educação. Dessa forma, a nova abordagem prioriza uma estrutura mais interdisciplinar, analítica e conectada à realidade social. Portanto, essas mudanças buscam preparar melhor os candidatos para os desafios acadêmicos e profissionais. Neste post, você entenderá o que mudou na Fuvest 2026, como se preparar para a nova redação, quais serão os novos gêneros textuais cobrados, como funcionará a nova estrutura da prova e qual é a nova lista de leituras obrigatórias. O que muda no vestibular da Fuvest? A partir de 2026, o vestibular da Fuvest passará por transformações que visam alinhar a prova à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e tornar a avaliação mais conectada com os desafios do mundo atual. Além disso, as mudanças buscam promover uma abordagem mais interdisciplinar e analítica. Dessa forma, os candidatos serão incentivados a desenvolver um pensamento crítico mais aprofundado. Portanto, a reformulação da prova reflete a necessidade de adaptação do ensino às novas demandas educacionais e sociais. Inclusão de novas disciplinas A grande novidade é a incorporação de Filosofia, Sociologia, Artes e Educação Física como conteúdos cobrados de forma direta e estruturada, principalmente na primeira fase. Ou seja: os candidatos precisarão dominar uma gama ainda mais ampla de áreas do conhecimento. O que muda na redação da Fuvest? As alterações na redação refletem uma proposta mais reflexiva, interdisciplinar e conectada ao mundo digital e social. Redação mais abrangente O modelo de dissertação argumentativa continua, mas passa a incorporar textos verbais e não verbais, como memes, charges, gráficos e dados. Ou seja, o candidato deverá analisar, interpretar e argumentar com base em múltiplos suportes. Além disso, haverá: Gêneros textuais variados A redação da Fuvest poderá exigir, além da dissertação, a produção de outros gêneros argumentativos, como: Como se preparar para os novos formatos? Com a possibilidade de novos gêneros textuais na redação, o vestibulando precisa ampliar suas estratégias de escrita. Veja o que pode ser cobrado: Mesmo com a variedade de gêneros, a banca continuará avaliando coesão, coerência, clareza, objetividade e domínio da norma culta como critérios centrais. Quais são as principais mudanças da Fuvest? Vamos recapitular de forma objetiva os pontos centrais: Área O que mudou em 2026 Disciplinas Inclusão de Filosofia, Sociologia, Artes e Educação Física Questões Mais interdisciplinaridade e contextualização Lista de obras Exclusivamente autoras mulheres (2026–2028) Redação Análise de múltiplos textos, dados, gêneros e temas sociais Provas Primeira fase com 90 questões, agora com as novas disciplinas incluídas FUVEST 2026 terá apenas autoras mulheres na lista obrigatória Essa é uma das mudanças mais simbólicas e relevantes: todas as nove obras obrigatórias de 2026 a 2028 foram escritas por mulheres. Além disso, a seleção valoriza a representatividade, diversidade e protagonismo feminino na literatura lusófona. Dessa forma, essa escolha reflete o compromisso com a inclusão e a ampliação da voz feminina no cenário literário. Portanto, essa mudança não só celebra a literatura das mulheres, mas também reforça a importância de sua presença nas listas canônicas. Lista de leituras obrigatórias: Para se sair bem, é fundamental ler com atenção às temáticas sociais, estruturas narrativas e contextos históricos de cada obra. A nova identidade visual da Fuvest: o que significa? A reformulação também alcançou o logotipo da Fuvest. O novo símbolo representa: A mudança reforça o papel da Fuvest como agente transformador da sociedade por meio da educação. Como se preparar para a nova Fuvest? A principal estratégia é adaptar o seu plano de estudos ao novo perfil da prova. Veja algumas orientações práticas: 1. Reforce o estudo de Filosofia e Sociologia Essas disciplinas agora não podem ficar de lado. Além disso, é fundamental incluir temas como ética, cidadania, política, desigualdade, epistemologia e filosofia da ciência no seu cronograma. Dessa forma, você garantirá uma abordagem mais completa e crítica, favorecendo uma formação mais abrangente. Portanto, ao integrar esses temas, estará preparando os alunos para enfrentar questões complexas e atuais com um olhar mais aprofundado e reflexivo. 2. Pratique redações com temas interdisciplinares O novo modelo de redação exige repertório sociocultural atualizado. Treine com temas que envolvam múltiplas áreas do conhecimento e trechos literários, gráficos ou dados. 3. Leia as obras obrigatórias com foco crítico Não basta apenas ler — é preciso analisar o contexto histórico, social e estético das obras, identificando temas recorrentes, personagens simbólicos e valores transmitidos. 4. Estude com provas interdisciplinares Busque simulados e questões que desafiem sua capacidade de conectar áreas diferentes, como Biologia e Geografia, Química e História, Física e Filosofia. A FUVEST 2026 marca uma virada no vestibular mais concorrido do Brasil. Com nova estrutura, maior interdisciplinaridade, redação com múltiplos gêneros e protagonismo feminino na literatura, os estudantes precisam se reinventar — com repertório ampliado, escrita crítica e pensamento analítico. Se você quer garantir sua preparação para enfrentar essas mudanças com segurança e alcançar uma vaga na USP, conheça nossa plataforma de correção de redações, com foco total nos critérios da Fuvest e orientação especializada. 👉 Clique aqui para começar sua preparação com quem entende do assunto!

Imagine, acordar e ver um vídeo de uma celebridade fazendo uma declaração polêmica pode parecer comum, até que se descobre que aquilo nunca aconteceu. Os deepfakes, tecnologia de inteligência artificial, criam vídeos, áudios e imagens extremamente realistas, mas totalmente falsos. Enquanto essa inovação serve para fins artísticos e de entretenimento, ela também facilita golpes, desinformação, crimes contra a honra e manipulação política. Diante desse cenário, governos ao redor do mundo já discutem leis para regulamentar o uso da IA na manipulação de conteúdos digitais. Além disso, no Brasil, propostas legislativas visam punir criminalmente quem utiliza deepfakes de forma indevida, especialmente em casos de difamação, fraude e desinformação eleitoral. Dessa forma, busca-se coibir os impactos negativos dessa tecnologia e garantir maior segurança digital. Portanto, a regulamentação se torna essencial para equilibrar inovação e ética no ambiente virtual. Mas até onde essa tecnologia pode ir sem ultrapassar limites éticos? Como os deepfakes impactam a sociedade e de que maneira esse tema pode ser abordado na redação do Enem? Neste post, você encontrará textos motivadores, repertórios socioculturais e estratégias de argumentação para desenvolver uma redação completa sobre o assunto. Proposta de Redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Deepfake: os limites éticos do uso da inteligência artificial na produção de conteúdo digital ”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores sobre deepfake Primeiramente, ´para aprofundar a reflexão sobre esse tema, veja os textos motivadores que contextualizam a discussão sobre os impactos dos deepfakes na sociedade. Texto 1 – Projetos de lei sobre deepfake no Brasil O Senado analisa projetos para regulamentar o uso de deepfakes e aumentar penalidades para crimes cometidos com essa tecnologia. O Senado analisará dois projetos que buscam regulamentar o uso de deepfakes no Brasil. O PL 145/2024 propõe que todo conteúdo publicitário criado com inteligência artificial precise informar explicitamente que houve manipulação digital. Já o PL 146/2024 prevê punições mais severas para calúnia, injúria e falsidade ideológica cometidas com deepfakes, quintuplicando as penas para crimes contra a honra cometidos com essa tecnologia. Além disso, o texto veda a utilização de IA para gerar a voz ou a imagem de alguém sem consentimento, propondo advertências obrigatórias em peças publicitárias que utilizam deepfake. 🔗 Fonte: Agência Senado Texto 2 –O que é deepfake e como essa tecnologia distorce a realidade? A tecnologia deepfake tem facilitado a criação de vídeos adulterados e altamente realistas, permitindo que pessoas sejam inseridas em situações constrangedoras ou até mesmo fraudulentas. Por meio da inteligência artificial (IA), essas ferramentas conseguem alterar rostos, modificar falas e manipular imagens com um nível de detalhamento impressionante. Essa inovação, embora tenha aplicações legítimas em entretenimento e dublagem, também apresenta sérios riscos quando utilizada para enganar e manipular a opinião pública. Diante dessa ameaça, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, no dia 27 de fevereiro de 2024, um conjunto de 12 resoluções para as eleições municipais daquele ano. Entre as novas regras, destaca-se a proibição do uso de deepfakes em campanhas políticas, visando coibir a disseminação de informações falsas e proteger a integridade do processo eleitoral. Como funciona um deepfake? Os deepfakes utilizam inteligência artificial para alterar conteúdos visuais e auditivos, tornando possível trocar o rosto de uma pessoa em um vídeo ou modificar falas para transmitir mensagens inexistentes. Esse processo ocorre por meio de algoritmos avançados que analisam padrões faciais e sonoros, criando adulterações tão convincentes que se confundem com a realidade. O impacto dessa tecnologia pode ser devastador, especialmente quando usada para fins ilícitos. Um dos maiores exemplos de sua aplicação prejudicial ocorreu em 2020, quando um relatório da empresa Sensity revelou que mais de 100 mil mulheres tiveram suas imagens manipuladas para a criação de nudes falsos, que posteriormente foram disseminados na internet. Esse caso ilustra como os deepfakes podem violar a privacidade e comprometer a reputação de indivíduos de forma irreversível. Deepfakes na política e a disseminação de desinformação O uso de deepfakes também tem gerado preocupações no cenário político. Em 2019, a ex-presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, foi vítima de um vídeo manipulado que sugeria dificuldades na fala durante um discurso. A gravação original foi desacelerada e editada para dar a impressão de que Pelosi estava embriagada. O impacto desse conteúdo foi tão significativo que o YouTube removeu o vídeo, enquanto plataformas como o Facebook optaram por reduzir sua distribuição e adicionar alertas informando que o material poderia ser enganoso. No entanto, a circulação dessas imagens adulteradas antes da remoção oficial já havia influenciado parte da opinião pública. Outro exemplo ocorreu com o próprio CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, que teve sua imagem manipulada em um deepfake para simular uma declaração sobre controle global. Nesse caso, a empresa optou por manter o vídeo no ar sob a justificativa de que se tratava de uma sátira. Esses episódios evidenciam os desafios que a tecnologia deepfake impõe à veracidade das informações na era digital, reforçando a necessidade de regulamentação e estratégias para combater a desinformação. Regulação e combate ao uso indevido dos deepfakes A crescente preocupação com os riscos associados aos deepfakes tem levado governos e instituições a debater formas de controle e punição para o uso indevido dessa tecnologia. No Brasil, diversos projetos de lei estão em tramitação para estabelecer regras claras sobre o tema. Além disso, grandes plataformas digitais passaram a adotar políticas mais rígidas contra deepfakes que possam causar danos políticos, financeiros ou reputacionais. No entanto, especialistas alertam que, embora essas medidas sejam um avanço, elas ainda não são suficientes para eliminar totalmente os riscos dessa tecnologia, que evolui rapidamente. Diante desse cenário, é essencial que tanto os usuários da internet quanto as autoridades estejam atentos para identificar e combater a disseminação de conteúdos falsos,

O Enem 2025 está se aproximando e, como sempre, um dos maiores desafios dos candidatos é a redação. Além disso, o tema costuma estar relacionado a questões sociais, culturais, tecnológicas ou ambientais, exigindo que o candidato demonstre conhecimento de mundo, capacidade argumentativa e domínio da norma culta. Dessa forma, é essencial estar atualizado e preparado para desenvolver um texto coeso e bem fundamentado. Portanto, dedicar tempo à leitura, à prática da escrita e ao repertório sociocultural pode fazer toda a diferença na conquista de uma boa nota. Diante disso, treinar redações com temas possíveis e atuais é essencial para garantir uma estrutura bem organizada, argumentos sólidos e repertórios produtivos. Mas quais temas podem cair? Vamos explorar as possibilidades e oferecer argumentos, repertórios e estratégias para você treinar sua escrita e se preparar da melhor forma. Quais temas podem cair no Enem 2025? A seguir, listamos os temas que têm grande potencial de aparecer na redação do Enem 2025, considerando tendências sociais, econômicas e políticas. Tema – Ecoansiedade: o impacto das mudanças climáticas na saúde mental dos jovens A crise climática não afeta apenas o meio ambiente, mas também a saúde mental das novas gerações. Alternativas para coibir a banalização do stalking na sociedade brasileira O stalking, prática de perseguição persistente, foi tipificado como crime no Brasil, mas ainda enfrenta desafios quanto à sua aplicação legal. Desafios para a inclusão de ciclistas nas ruas brasileiras O Brasil ainda enfrenta dificuldades para tornar o ciclismo um meio de transporte seguro e acessível. Além disso, a falta de infraestrutura adequada, como ciclovias e sinalização, compromete a segurança dos ciclistas. Dessa forma, muitas pessoas deixam de utilizar a bicicleta como alternativa de mobilidade urbana. Portanto, é essencial que o poder público invista em políticas que incentivem o uso da bicicleta e garantam melhores condições para os ciclistas. Inclusão e cuidado: obstáculos para garantir o bem-estar de pessoas com deficiência no Brasil Criminalidade e reincidência: a exposição pública de condenados por crimes sexuais contribui para a redução da violência? Barreiras para a garantia da segurança das mulheres em atendimentos médicos no Brasil DeepSeek: os impactos da disputa geopolítica pela supremacia tecnológica no consumo de informação na era da inteligência artificial A importância da cibersegurança na era digital O impacto da oniomania (compulsão por compras) na sociedade contemporânea Possíveis temas de redação para o ENEM 2025: Apostas online no Brasil: o impacto econômico e social do crescimento das ‘Bets’ A resistência feminina frente ao patriarcado nas sociedades tradicionais Os desafios éticos do sensacionalismo midiático em coberturas de tragédias Possíveis temas de redação para o ENEM 2025: “Brain Rot”: O impacto do consumo excessivo de conteúdos superficiais no desenvolvimento intelectual dos brasileiros Possíveis temas de redação para o ENEM 2025: Proibição do uso de celulares nas escolas: medida necessária para o desenvolvimento infantil? O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Desafios dos catadores de materiais recicláveis na sociedade brasileira Possíveis temas de redação para o ENEM 2025: O apagão de professores e suas consequências para o desenvolvimento social e econômico no Brasil Obstáculos para a implementação de políticas públicas que diminuam a adição de açúcares em alimentos infantis no Brasil Os possíveis temas de redação para o ENEM 2025 refletem os principais debates sociais e políticos da atualidade. Questões como meio ambiente, segurança digital, desigualdade de gênero e regulamentação de novas tecnologias estão no centro das discussões e podem ser exploradas na prova. 📌 Quer garantir uma redação nota 1000? 🚀 Treine todos esses temas na nossa plataforma e envie sua redação para correção detalhada!

Sem dúvida, a crise climática está cada vez mais presente no nosso dia a dia, com enchentes, queimadas e desastres naturais frequentes. Dessa forma, a incerteza sobre o futuro gera um novo fenômeno psicológico: a ecoansiedade. Portanto, é essencial discutir os impactos emocionais das mudanças climáticas e buscar estratégias para lidar com essa angústia Esse termo, reconhecido pela Associação Americana de Psicologia, define o medo crônico da catástrofe ambiental e afeta principalmente crianças e adolescentes, que veem a destruição do meio ambiente sem poderem fazer muito para mudar essa realidade. Seja no Enem ou em vestibulares, a ecoansiedade se conecta a diversas discussões sobre meio ambiente, saúde mental e responsabilidade social. Além disso, esse tema reflete preocupações globais e pode ser abordado em diferentes perspectivas. Dessa forma, neste post, você vai entender esse conceito, como ele impacta a sociedade e como utilizá-lo como repertório sociocultural na redação. Portanto, é fundamental estar atento a esse debate para construir argumentos bem embasados. Proposta de Redação sobre Ecoansiedade A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O impacto das mudanças climáticas na saúde mental dos jovens”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Texto 1 – O que é a ecoansiedade? A ecoansiedade surgiu como um fenômeno psicológico relacionado ao impacto emocional das mudanças climáticas. O termo ganhou visibilidade nos últimos anos, à medida que desastres ambientais se tornaram mais frequentes. De acordo com a Associação Americana de Psicologia, a ecoansiedade se manifesta como um medo constante da degradação ambiental, levando a sintomas como insônia, crises de ansiedade e sensação de impotência. Pesquisadores da Universidade de Yale realizaram um estudo com 50 jovens brasileiros entre 6 e 18 anos, em diferentes cidades do país, e identificaram sentimentos de medo, pânico e angústia diante da crise climática. Para o psicoterapeuta Marco Aurélio Biblio, esse medo não deve ser tratado como um transtorno mental isolado, mas sim como uma resposta emocional legítima ao colapso ambiental em curso. Fonte: BBC News Brasil Texto 2 – O impacto dos desastres ambientais na saúde mental As consequências das mudanças climáticas não afetam apenas o meio ambiente, mas também a saúde mental da população. Desastres como enchentes, queimadas e secas extremas deixam marcas profundas, aumentando os índices de ansiedade e depressão. O Senado Federal divulgou um levantamento mostrando que 25% a 50% das pessoas expostas a catástrofes ambientais desenvolvem transtornos psicológicos. A psicóloga Ellen Oliveira explica que a sensação de impotência diante da destruição ambiental contribui para sintomas como insônia, estresse e, em casos mais graves, depressão. Segundo especialistas, para amenizar os impactos da ecoansiedade, é essencial incentivar ações individuais e coletivas que promovam a sustentabilidade e o ativismo ambiental. Fonte: Senado Federal Texto 3 – Jovens e a ecoansiedade: um problema crescente Uma pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revelou que 57% dos jovens entre 16 e 24 anos se preocupam com os impactos das mudanças climáticas. Apesar dessa preocupação, apenas 16% dos entrevistados participam ativamente de iniciativas ambientais, o que demonstra a necessidade de incentivar mais ações voltadas para o meio ambiente. A psicoterapeuta Ellen Oliveira destaca que o sentimento de impotência diante da crise climática pode resultar em estresse, distúrbios do sono e sensação de culpa. No Brasil, os maiores desafios enfrentados pela juventude em relação à crise ambiental são: Para combater esse cenário, especialistas recomendam práticas de autocuidado, engajamento em ações ambientais e maior pressão por políticas governamentais eficazes. Fonte: Edição do Brasil Texto 4 – Como as mudanças climáticas impactam a saúde mental? O impacto ambiental não é algo novo, mas os efeitos psicológicos da degradação ambiental só recentemente começaram a ser amplamente discutidos. Durante a COP29, pesquisadores alertaram que o aumento da ecoansiedade pode se tornar um problema de saúde pública nas próximas décadas. A psicóloga Jaqueline Assis, pesquisadora da Fiocruz, explica que as mudanças climáticas alteram completamente o modo de vida das populações mais vulneráveis, como os povos indígenas e comunidades rurais. A especialista destaca que, além da preocupação individual, a ecoansiedade também gera impactos econômicos e sociais, aumentando desigualdades e intensificando conflitos sobre o uso de recursos naturais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou que futuras pandemias podem estar diretamente ligadas às mudanças climáticas, o que reforça a urgência de políticas ambientais eficazes. Fonte: Fiocruz Repertórios socioculturais para usar na redação sobre ecoansiedade A ecoansiedade é um tema interdisciplinar, podendo ser abordado na redação do Enem sob diferentes perspectivas. Aqui estão alguns repertórios socioculturais que podem enriquecer sua argumentação: 1. Obras literárias e filosóficas 2. Filmes e documentários 3. Fatos históricos e legislações ambientais Argumentação estruturada para a redação Agora, veja como desenvolver argumentos sólidos sobre a ecoansiedade na redação: 1. Falta de políticas públicas ambientais 2. Negação coletiva e desinformação ambiental Conclusão A ecoansiedade reflete a preocupação legítima de jovens e cientistas com o futuro do planeta. Além disso, seu impacto vai além das emoções individuais, influenciando políticas públicas, impulsionando movimentos sociais e até orientando decisões econômicas. Dessa forma, esse fenômeno não deve ser subestimado, pois reflete uma mudança na percepção coletiva sobre a crise ambiental. Portanto, é essencial que governos, empresas e a sociedade busquem soluções sustentáveis para minimizar os efeitos dessa preocupação crescente. Se você deseja praticar sua redação e aplicar esse repertório na argumentação, envie seu texto para correção na nossa plataforma e receba um feedback completo.

Nos últimos anos, o crime de stalking (perseguição obsessiva e reiterada) tem ganhado cada vez mais visibilidade no Brasil. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2023, as autoridades registraram mais de 77 mil casos no último ano, o que representa um aumento de 34,5% em relação a 2022. Além disso, essa estatística revela que, a cada sete minutos, uma pessoa se torna vítima desse crime. Dessa forma, o crescimento expressivo dos casos reforça a necessidade de políticas públicas mais eficazes para combater essa prática. Portanto, a conscientização e a implementação de medidas preventivas são essenciais para proteger as vítimas e punir os agressores. Desde abril de 2021, com a sanção da Lei do Stalking (Lei 14.132/2021), o Código Penal Brasileiro passou a criminalizar oficialmente essa prática. No entanto, mesmo com a legislação em vigor, muitas vítimas ainda encontram dificuldades para denunciar seus agressores. Além disso, a banalização desse crime continua sendo uma realidade preocupante, o que reforça a necessidade de maior conscientização e fiscalização. Dessa forma, é fundamental que o poder público, a sociedade e as instituições trabalhem juntos para garantir a proteção das vítimas e a efetividade da lei. Portanto, fortalecer mecanismos de denúncia e ampliar o apoio às vítimas são passos essenciais para combater essa violência. Por isso, entender como estruturar uma redação sobre stalking é essencial para o vestibulando. Neste artigo, você encontrará repertórios socioculturais estratégicos, argumentos sólidos e estratégias de intervenção para aplicar esse tema em sua redação do Enem e vestibulares. Proposta de Redação sobre stalking A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Alternativas para coibir a banalização do stalking na sociedade brasileira“, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre stalking Textos Motivadores TEXTO I Lei que criminaliza o stalking é sancionada no Brasil O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou a Lei nº 14.132, de 2021, que tipifica o crime de perseguição, prática também conhecida como stalking. A nova norma altera o Código Penal (Decreto-Lei nº 3.914, de 1941) e prevê pena de reclusão de seis meses a dois anos, além de multa, para quem cometer esse tipo de conduta. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União em 1º de abril de 2021. O stalking é definido pela legislação como perseguição reiterada, por qualquer meio, como a internet (cyberstalking), que ameaça a integridade física e psicológica de alguém, interferindo na liberdade e privacidade da vítima. A nova lei tem origem no PL 1.369/2019, de autoria da senadora Leila Barros (PSB-DF), e foi aprovada pela Câmara dos Deputados antes da sanção presidencial. Apesar das alterações, como a pena prevista não ultrapassa oito anos de reclusão, o crime de stalking nem sempre resultará em prisão em regime fechado. Dessa forma, os infratores podem cumprir de seis meses a dois anos de reclusão e pagar multa. Além disso, a sanção da Lei nº 14.132/2021 revoga o Artigo 65 da Lei de Contravenções Penais (Decreto-Lei nº 3.688, de 1941), que previa punições brandas para perturbação da tranquilidade alheia. Fonte adaptada: Senado TEXTO II Brasil registrou um caso de stalking a cada 6 minutos e 48 segundos em 2023. O Brasil contabilizou 77.083 casos de perseguições contra mulheres ao longo do ano de 2023, uma média de uma ocorrência a cada 6 minutos e 48 segundos. Os dados fazem parte do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Entre 2022 e 2023, o número de casos de stalking no país apresentou um aumento de 34,5%, passando de 57.294 para 77.083. A taxa de registros subiu de 54,8 para 73,7 por 100 mil habitantes. As unidades da federação que tiveram os maiores aumentos foram Roraima (121,1%), Alagoas (73,3%) e Pará (65,3%). Apenas dois estados apresentaram redução nos números: Mato Grosso do Sul (-10,9%) e Acre (-3,9%). As maiores taxas de stalking por 100 mil habitantes foram registradas em Amapá (271,9), Roraima (165,7), Distrito Federal (154,8), Paraná (119,4) e São Paulo (110,8). Além do crescimento dos casos de stalking, o Brasil também registrou um aumento de 33,8% nos casos de violência psicológica contra mulheres. Em 2023, foram 38.507 registros, contra 28.771 em 2022. A taxa de casos por 100 mil habitantes passou de 27,5 para 36,8 em um ano. A Lei 14.188/2021 classifica a violência psicológica contra a mulher da seguinte forma: “Causar dano emocional à mulher que a prejudique e perturbe seu pleno desenvolvimento ou que vise a degradar ou a controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, chantagem, ridicularização, limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que cause prejuízo à sua saúde psicológica e autodeterminação.” A pena para esse crime é de seis meses a dois anos de prisão e multa. Fonte adaptada: CNN. Acesso em: 18 fev. 2025. TEXTO III O que caracteriza o crime de ‘stalking’ na internet? O termo “stalkear” muitas vezes parece banal, utilizado para se referir a prática de bisbilhotar os posts de pessoas. A curiosidade, por si só, não configura nenhum tipo crime. O delito ocorre quando isso passa a influenciar na vida de quem é acompanhado. Fonte adaptada: g1 Tecnologia. Acesso em: 18 fev. 2025. Como utilizar repertórios socioculturais na redação sobre stalking? Ao redigir um texto dissertativo-argumentativo sobre stalking, é essencial utilizar repertórios socioculturais que demonstrem o impacto desse problema na sociedade. Obras cinematográficas, livros e acontecimentos históricos ajudam a embasar a argumentação de forma mais robusta. Filmes e séries que abordam o stalking Livros que retratam o stalking Casos históricos e fatos reais sobre stalking O stalking não é um fenômeno recente. Ao longo da história, diversos casos famosos evidenciam os riscos dessa prática. Argumentos para desenvolver na redação sobre stalking 1. A normalização e romantização do stalking

No dia 02 de março de 2025, aconteceu a 97ª edição do Oscar, premiação que celebra os maiores destaques do cinema mundial. O evento reuniu grandes nomes da indústria cinematográfica e trouxe uma conquista histórica para o Brasil: “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, venceu a estatueta de Melhor Filme Internacional. Além disso, Fernanda Torres brilhou com sua atuação e foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz, consolidando o impacto emocional e histórico dessa produção. Dessa forma, o cinema brasileiro ganhou ainda mais reconhecimento no cenário internacional. Portanto, essa edição do Oscar se tornou um marco para a representatividade do Brasil na premiação. Diante desse marco para o cinema nacional, uma questão importante surge: como utilizar esse filme como repertório sociocultural na redação do vestibular?. Inspirado na obra homônima de Marcelo Rubens Paiva, o longa narra a história de Eunice, esposa do ex-deputado Rubens Paiva, desaparecido durante a ditadura militar no Brasil. Dessa forma, o enredo aborda violência institucional, trauma familiar, censura e resistência feminina, temas frequentemente cobrados em provas de redação. Neste post, você aprenderá como inserir esse repertório na argumentação da sua redação, relacionando-o com outros conceitos históricos e sociais. O que retrata “Ainda Estou Aqui”? “Ainda Estou Aqui” é um drama biográfico que mistura ficção e realidade para contar a história de Eunice, interpretada por Fernanda Torres. O filme retrata: Dessa forma, esse contexto torna “Ainda Estou Aqui” uma obra riquíssima para embasar redações sobre violação de direitos humanos, censura e repressão política. Além disso, o filme oferece uma perspectiva aprofundada sobre os impactos sociais e individuais dessas questões. Como citar um filme na redação? No ENEM e em vestibulares, é essencial que o repertório seja legitimado, pertinente e produtivo. Para isso, ao citar um filme na redação, siga este modelo: 1. Contextualização da obra: Mencione o filme, diretor e tema central.2. Relação com a tese da redação: Explique como o enredo se conecta ao tema proposto.3. Desenvolvimento e impacto: Mostre como a obra ilustra um problema social ou reforça seu argumento. Exemplo na prática: 📌 Tema: “Os desafios da preservação da memória histórica no Brasil” Uso do repertório: O filme “Ainda Estou Aqui”, protagonizado por Fernanda Torres e concorrente ao Oscar, narra a trajetória de Eunice, uma mulher que enfrentou os desafios impostos pelo regime militar no Brasil. De forma análoga, a persistência das desigualdades de gênero perpetuam-se no cenário contemporâneo brasileiro. Nesse sentido, isso ocorre tanto pela ausência de reconhecimento histórico quanto pela falta de políticas públicas que promovam a igualdade de direitos. Dessa forma, o repertório se torna produtivo, pois não apenas ilustra o tema, mas o fortalece com um exemplo concreto. Como utilizar o filme “Ainda Estou Aqui” na redação do vestibular? Este filme pode ser aplicado a diversos temas cobrados nos vestibulares. Abaixo, veja algumas possibilidades: 1️⃣ Ditadura Militar e Violações de Direitos Humanos 📌 Tema possível: “Os desafios da preservação da memória histórica no Brasil” 2️⃣ Trauma Familiar e Violência do Estado 📌 Tema possível: “Os impactos psicológicos da repressão política” 3️⃣ Censura e Controle Estatal 📌 Tema possível: “O impacto da censura na construção da identidade nacional” 4️⃣ Resistência Feminina 📌 Tema possível: “O papel das mulheres na resistência contra regimes opressores” Conclusão de como usar O filme “Ainda Estou Aqui” na redação O filme “Ainda Estou Aqui” não é apenas uma obra cinematográfica; dessa forma, ele se torna um registro histórico que evidencia os impactos da ditadura militar na sociedade brasileira. Além disso, seu enredo permite abordar questões sociais, políticas e psicológicas que ainda ressoam nos dias atuais. Portanto, a obra se destaca como um importante instrumento de reflexão sobre esse período da história. 📌 Para que seu repertório seja produtivo, lembre-se de: Se deseja praticar esse tema na sua redação e receber um feedback detalhado, acesse nossa plataforma e envie seu texto para correção especializada!

O ciclismo urbano vem crescendo no Brasil como uma alternativa sustentável, acessível e saudável para a mobilidade urbana. No entanto, a falta de infraestrutura adequada e a falta de respeito dos condutores ainda tornam a realidade dos ciclistas desafiadora. Segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), em média, 32 ciclistas morrem por dia no Brasil em acidentes de trânsito. Esse dado evidencia a urgência de discutir a inclusão dos ciclistas no tráfego urbano e implementar políticas públicas eficazes para garantir sua segurança e mobilidade. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) já reconhece o direito de circulação dos ciclistas, mas será que essa legislação é suficiente? O que falta para que o Brasil se torne um país mais amigável para quem pedala? Confira agora esse tema completo que pode cair na redação do Enem, vestibulares ou concursos! Proposta de Redação sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para a Inclusão dos ciclistas nas ruas brasileiras“, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre a inclusão dos ciclistas nas ruas brasileiras Textos Motivadores Texto 1 – Direitos e deveres dos ciclistas segundo o Código de Trânsito Brasileiro De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a bicicleta é reconhecida como um veículo de transporte, mesmo sem motor. Assim, o ciclista que ocupa parte da via não está infringindo as regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). No entanto, existem diretrizes específicas que regulamentam o trânsito de bicicletas, visando garantir a segurança dos ciclistas e a harmonia no tráfego. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os ciclistas devem obedecer às seguintes normas: Regras fundamentais para ciclistas no trânsito: Fonte: DNIT – Direitos e deveres dos ciclistas Texto 2 – Os desafios dos ciclistas nas ruas brasileiras Diferente de países como a Holanda, onde o ciclismo faz parte da cultura e possui infraestrutura planejada para segurança, o Brasil enfrenta diversas dificuldades para integrar os ciclistas ao trânsito de forma eficiente. Na Holanda, por exemplo: Já no Brasil, a realidade é diferente: No entanto, algumas cidades brasileiras vêm investindo na melhoria da mobilidade urbana. Curitiba, por exemplo, possui extensas ciclovias e incentivos ao ciclismo. Outras cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, também estão expandindo suas redes de ciclovias. Fonte: Blog BP – Os desafios de ser ciclista no Brasil Antes de continuar a leitura, nós temos um recado importante para você: Os alunos que tiram notas acima de 900 na redação têm algo em comum: eles treinam com correção profissional. Se você quer conquistar sua aprovação, está na hora de agir! 📝 Envie sua redação para o Redação Online e receba um feedback que pode mudar o seu jogo. Comece agora! Texto 3 – Legislação e políticas públicas para ciclistas O Brasil possui algumas iniciativas para incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte. A Lei 14.729/2023, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, promove a integração do ciclismo ao transporte urbano e altera diretrizes da política de mobilidade. Essa legislação prevê: Outra legislação importante é a Lei 13.724/2018, que criou o Programa Bicicleta Brasil, com o objetivo de incentivar a construção de ciclovias e garantir que estados e municípios promovam políticas públicas voltadas para o ciclismo urbano. Fonte: Agência Senado – Legislação sobre mobilidade cicloviária Texto 4 – O Código de Trânsito Brasileiro e os direitos dos ciclistas O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece que todos os veículos, incluindo bicicletas, têm direito ao trânsito seguro. O artigo 58 do CTB afirma que ciclistas devem utilizar acostamentos e faixas laterais quando não houver ciclovias disponíveis. Além disso, a legislação determina que os órgãos de trânsito devem priorizar a defesa da vida e a preservação do meio ambiente em suas políticas públicas. No entanto, a omissão e a falta de fiscalização ainda dificultam a garantia desse direito para ciclistas em diversas cidades. Fonte: Código de Trânsito Brasileiro – Planalto Repertórios sobre a Inclusão de Ciclistas nas Ruas Brasileiras Livros e Artigos Acadêmicos 🎬 Filmes e Séries 🏛️ Fatos Históricos ⚖️ Legislação sobre Mobilidade Cicloviária Argumentos sobre a Inclusão de Ciclistas nas Ruas Brasileiras 1️⃣ Falta de Infraestrutura 2️⃣ Imprudência e Falta de Conscientização Conclusão Sem dúvida, a inclusão dos ciclistas nas ruas brasileiras é uma necessidade urgente para promover um transporte sustentável, seguro e acessível. Embora a legislação garanta o direito de circulação das bicicletas, a falta de infraestrutura adequada, o desrespeito dos motoristas e a ausência de políticas públicas efetivas ainda dificultam a mobilidade dos ciclistas. Portanto, para que os ciclistas tenham seus direitos plenamente garantidos, é essencial que governos, motoristas e a sociedade se unam para promover mudanças na infraestrutura, no respeito ao trânsito e na mentalidade urbana. 🔗 Quer treinar esse tema na sua redação? 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Nos últimos anos, o critério de uso produtivo do repertório sociocultural tornou-se fundamental para a correção da redação do ENEM. Isso aconteceu porque muitos alunos passaram a citar repertórios de maneira superficial, sem estabelecer uma relação clara com o tema ou sem usá-los para aprofundar a argumentação. Se você já ouviu falar sobre repertório sociocultural, mas ainda tem dúvidas sobre como usá-lo corretamente para garantir uma nota alta, este post vai esclarecer tudo! O que é repertório sociocultural na redação do ENEM? O repertório sociocultural é o conhecimento externo que pode ser utilizado na redação para sustentar os argumentos. Ele pode ser baseado em diferentes fontes, como: Mas atenção! Não basta apenas inserir um repertório na redação – ele precisa ser: 1️⃣ Legitimado → deve vir de uma fonte confiável, como livros acadêmicos, documentos oficiais, pesquisas científicas ou eventos históricos bem documentados. 2️⃣ Pertinente → o repertório deve estar diretamente relacionado ao tema da redação. Por exemplo, se o tema for “A importância da educação financeira no Brasil”, não adianta citar um filósofo da Idade Média que nunca abordou economia. Dessa forma, é essencial selecionar referências que tenham conexão com a proposta para fortalecer a argumentação. 3️⃣ Produtivo → precisa contribuir para a progressão do argumento, aprofundando a reflexão e ajudando a construir um raciocínio sólido. Se um repertório não cumprir esses critérios, ele pode ser considerado superficial e levar à perda de pontos na Competência II. O que é um repertório com uso produtivo? Agora que já sabemos o que é um repertório sociocultural, vamos entender o que faz com que ele seja considerado produtivo. Um repertório produtivo é aquele que não apenas complementa a argumentação, mas também ajuda a construir um raciocínio forte e aprofundado. Como tornar um repertório produtivo dentro da argumentação? Agora que você entendeu o que é um repertório produtivo, vamos à pergunta mais importante: como garantir que ele realmente agregue valor à sua redação? Para isso, a chave para tornar um repertório produtivo é integrá-lo ao argumento de maneira lógica, de modo que ele ajude a aprofundar a reflexão sobre o tema. Quais os critérios de avaliação da Competência II? A Competência II avalia se o candidato compreende o tema e utiliza repertórios de forma estratégica. Veja a tabela abaixo com os critérios de avaliação: 📊 Tabela de avaliação da Competência II COMPETÊNCIA II Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa 1 Tangência ao tema OU ➔ Texto composto por aglomerado caótico de PALAVRAS OU ➔ Traços constantes de outros tipos textuais 2 Abordagem completa do tema E ➔ 3 partes do texto (2 delas embrionárias) OU ➔ Conclusão finalizada por frase incompleta Redações que apresentam muitos trechos de cópia não devem ultrapassar este nível 3 Abordagem completa do tema E 3 partes do texto (1 delas pode ser embrionária) Redações com corpo do texto composto por até 8 linhas em que não é possível reconhecer as 3 partes não devem ultrapassar este nível E ➔ Repertório baseado nos textos motivadores E/OU ➔ Repertório não legitimado E/OU ➔ Repertório legitimado, MAS não pertinente ao tema 4 Abordagem completa do tema E 3 partes do texto (nenhuma delas embrionária) E Repertório legitimado E pertinente ao tema, SEM uso produtivo 5 Abordagem completa do tema E 3 partes do texto (nenhuma delas embrionária) E Repertório legitimado E pertinente ao tema, COM uso produtivo Como inserir repertórios na redação de forma natural? Uma das maiores dificuldades dos vestibulandos é saber como introduzir repertórios sem parecer forçado. Aqui estão algumas estratégias para incorporar referências de forma fluida na argumentação: 📚 Para livros e autores 📜 Para leis e documentos oficiais 📊 Para dados estatísticos e pesquisas ✔ Similarmente ao que é evidenciado nas estatísticas…✔ Embora as pesquisas indiquem [dado estatístico], na realidade… Usar essas frases ajuda a introduzir repertórios de maneira mais natural, evitando que eles pareçam soltos ou artificiais no texto. Como transformar um repertório comum em um repertório produtivo? Abaixo, trazemos exemplos reais de como um repertório pode ser mal utilizado e como transformá-lo em um repertório produtivo. 📌 Tema: “Os desafios da inclusão de pessoas com deficiência no Brasil” ❌ Exemplo de repertório NÃO produtivo: “A Constituição Federal garante que todos os cidadãos são iguais perante a lei. Portanto, a inclusão de pessoas com deficiência deve ser assegurada no Brasil.” ✅ Exemplo de repertório produtivo: “A Constituição Federal assegura que todos os cidadãos são iguais perante a lei, independentemente de qualquer condição. No entanto, apesar dessa garantia legal, a inclusão de pessoas com deficiência ainda enfrenta desafios estruturais no Brasil. Segundo o IBGE (2019), apenas 39% das escolas possuem infraestrutura acessível. Esse dado demonstra que, embora a legislação exista, a realidade ainda apresenta barreiras que dificultam a plena inclusão, evidenciando a necessidade de políticas públicas eficazes para garantir a acessibilidade e o direito à educação para todos.” 🔎 Por que o segundo exemplo é melhor? Conclusão Por fim, agora que entendemos o conceito de repertório produtivo, fica claro que não basta apenas citar referências socioculturais – o mais importante é integrá-las ao argumento e utilizá-las estrategicamente. O uso de um repertório legitimado, pertinente e produtivo é essencial para garantir uma argumentação sólida e alcançar a nota máxima na Competência II. Isso significa que você precisa contextualizar bem suas referências, conectá-las ao argumento central da redação e usá-las para aprofundar a discussão. Se você ainda tem dúvidas sobre como aplicar um repertório de forma produtiva, a melhor maneira de aprender é praticando. 👉 Quer testar sua redação e receber um feedback detalhado sobre o uso do repertório?

Se você está se preparando para o vestibular da UERJ, já deve ter se perguntado: Se essas perguntas já passaram pela sua cabeça, então este post foi feito para você! Vamos falar sobre as leituras obrigatórias, os temas mais cobrados, como cada obra pode aparecer na prova e como estudar de forma eficiente. Então, bora desvendar essas leituras e te deixar pronto para o vestibular? Quais são as obras obrigatórias UERJ 2026? A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) seleciona obras literárias obrigatórias para cada uma das três fases do vestibular: Agora, o que isso significa na prática? Cada uma dessas obras traz desafios diferentes para o vestibulando, seja no estilo da escrita, nos temas abordados ou na forma como pode aparecer na prova. Vamos entender melhor como estudar cada uma delas? Qual livro será cobrado no 1º Exame de Qualificação? Se tem uma autora que não escreve textos fáceis, essa autora é Clarice Lispector. Amor é um dos contos da coletânea Laços de Família e acompanha Ana, uma mulher casada que vive uma vida monótona até que, um dia, ao ver um cego mascando chicletes no ônibus, tem uma espécie de epifania – um momento de revelação sobre si mesma e sua existência. Como essa obra pode cair na UERJ? 1️⃣ Questões de interpretação: como Clarice trabalha o fluxo de consciência e as reflexões da personagem.2️⃣ Temas abordados: existencialismo, rotina, introspecção e papel da mulher.3️⃣ Estilo de escrita: a prosa intimista e subjetiva da autora. 📌 Dica esperta para estudar: Qual livro será cobrado no 2º Exame de Qualificação? Se você já leu algum romance do Romantismo, já sabe que os personagens costumam ter sentimentos exagerados e que a trama geralmente envolve amor, traição e reviravoltas emocionantes. E Senhora não é diferente. O livro conta a história de Aurélia Camargo, uma mulher que, depois de ser rejeitada por Fernando Seixas porque ele escolheu uma esposa mais rica, resolve “comprá-lo” como marido quando fica rica. Mas, ao invés de um romance feliz, a história se torna uma grande guerra emocional entre os dois. O que pode cair na prova? 1️⃣ Crítica ao Romantismo tradicional: Aurélia é uma protagonista forte e que inverte os papéis de poder da época.2️⃣ Relação entre dinheiro e amor: o que vale mais – o sentimento ou o status social?3️⃣ Características do Romantismo Urbano: diálogos sentimentais, heroína idealizada, crítica à sociedade do século XIX. 📌 Dica esperta para estudar: Qual livro será cobrado no Exame Discursivo (Língua Portuguesa e Literatura)? Agora, a UERJ resolveu dificultar um pouco mais e trouxe para o Exame Discursivo um romance distópico e africano: O Quase Fim do Mundo, do escritor angolano Pepetela. Dessa forma, os candidatos precisarão lidar com uma obra que foge do cânone tradicional. Além disso, o livro apresenta reflexões profundas sobre sociedade e identidade, exigindo uma leitura atenta. Portanto, é essencial que os estudantes se preparem bem para interpretar e analisar essa narrativa. Dessa forma, a obra apresenta um cenário em que o mundo passa por um evento apocalíptico, e os poucos sobreviventes precisam lidar com a desigualdade e a luta pelo poder em uma nova sociedade. Além disso, o romance levanta reflexões sobre temas como opressão, resistência e reconstrução social. Como esse livro pode cair na prova? 1️⃣ Análise de uma distopia: como a obra representa um mundo devastado e desigual.2️⃣ Crítica ao colonialismo: o autor usa a ficção para questionar o impacto da exploração europeia na África.3️⃣ Relação com outras obras: o livro tem uma pegada parecida com 1984 e Admirável Mundo Novo. 📌 Dica esperta para estudar: Qual livro será cobrado no Exame Discursivo (Redação)? Se você já ouviu a frase “Ser ou não ser, eis a questão”, saiba que ela vem dessa peça icônica do Shakespeare. Hamlet é uma tragédia sobre vingança, corrupção e dilemas morais. O protagonista, Príncipe Hamlet, precisa decidir se vinga ou não a morte de seu pai, enquanto lida com traições, jogos de poder e sua própria dúvida existencial. O que a UERJ pode perguntar sobre Hamlet? 1️⃣ Questões filosóficas: como a obra aborda o destino, a moral e a dúvida existencial.2️⃣ Corrupção e traição: como a peça critica o poder e a manipulação política.3️⃣ Influência na literatura ocidental: como Hamlet inspirou várias outras histórias ao longo dos séculos. 📌 Dica esperta para estudar: Como cada livro será cobrado na UERJ? A UERJ divide as leituras obrigatórias entre os dois exames de qualificação e o exame discursivo. Como estudar as obras obrigatórias da UERJ? Nem todo mundo tem tempo de ler todas as obras na íntegra, mas isso não é desculpa para não estar preparado! Veja algumas estratégias para otimizar seu estudo: Se você conseguir aplicar essas técnicas, portanto já estará muito à frente de quem apenas leu o livro sem estratégia. Agora que passamos por todas as leituras obrigatórias, discutimos os principais temas e estratégias de estudo, é hora de resumir os pontos mais importantes para que você finalize este post sabendo exatamente o que precisa fazer para se preparar. Agora que você já tem todas as informações essenciais, chegou o momento crucial: colocar tudo isso em prática! Além disso, não adianta apenas ler sobre os livros; é fundamental resolver questões, fazer resumos e testar sua escrita. Dessa forma, você reforça o aprendizado e melhora seu desempenho. Se você quer treinar sua redação e garantir um desempenho excelente no vestibular, acesse nossa plataforma e envie seu texto para correção especializada. Dessa forma, você poderá aprimorar sua escrita com feedbacks detalhados e aumentar suas chances de sucesso. Portanto, não perca essa oportunidade de evoluir na sua preparação!

A inclusão e o cuidado com pessoas com deficiência são temas centrais no debate sobre direitos humanos e equidade social no Brasil. Nesse sentido, mesmo com legislações como a Lei Brasileira de Inclusão (LBI – Lei 13.146/2015), que assegura acessibilidade e participação plena dessas pessoas na sociedade, ainda assim há barreiras estruturais, sociais e atitudinais que dificultam sua qualidade de vida. Portanto, é fundamental que políticas públicas sejam efetivamente implementadas para garantir a inclusão real e a eliminação dessas barreiras. Além disso, é necessário um esforço contínuo para promover a conscientização e a mudança de atitudes em toda a sociedade. Aqui está o texto com palavras de transição adicionadas: Segundo o IBGE (2023), o Brasil possui cerca de 18,6 milhões de pessoas com deficiência, representando 8,9% da população. No entanto, apenas 23,8% delas participam do mercado de trabalho, enquanto 66,3% das pessoas sem deficiência estão empregadas. Essa desigualdade demonstra que, apesar dos avanços legislativos, a inclusão plena ainda é um desafio. Além disso, a educação, a mobilidade urbana e o acesso a serviços essenciais são áreas que ainda demandam atenção. Diante desse cenário, com a crescente discussão sobre inclusão e novas propostas legislativas, esse tema pode aparecer no ENEM e vestibulares. Por isso, vamos explorar esse assunto e entender como garantir direitos e acessibilidade para todas as pessoas. Proposta de Redação sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Inclusão e Cuidado: obstáculos para garantir o bem-estar de pessoas com deficiência no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência Textos Motivadores sobre inclusão e cuidado de pessoas com deficiência Texto 1 – O impacto da exclusão e os direitos das pessoas com deficiência Atualmente, cerca de 18,6 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, o que representa 8,9% da população. No entanto, a inclusão dessas pessoas ainda enfrenta obstáculos estruturais e sociais. A Constituição Federal de 1988 estabeleceu direitos fundamentais para pessoas com deficiência, incluindo educação, trabalho e saúde, visando garantir a igualdade de oportunidades. Complementando essa legislação, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) determina que instituições públicas e privadas ofereçam acessibilidade em todos os espaços, incluindo escolas, transportes e serviços de saúde. Entretanto, mesmo com essas leis, os desafios persistem. A participação das pessoas com deficiência no mercado de trabalho é de apenas 23,8%, comparada aos 66,3% entre pessoas sem deficiência. Essa diferença reflete a dificuldade de inserção profissional, seja pela falta de acessibilidade no ambiente corporativo, seja pelo preconceito estrutural. A educação também é um desafio: menos de 50% dos alunos com deficiência conseguem avançar do ensino fundamental para o ensino médio. Muitas escolas não possuem infraestrutura adequada, além de enfrentarem a escassez de professores capacitados para atuar na educação inclusiva. Diante desses dados, fica evidente que a legislação, por si só, não garante a inclusão plena. É necessário um compromisso real da sociedade e do governo para eliminar barreiras e promover a equidade. Fonte adaptada: IBGE – População com Deficiência no Brasil Texto 2 – Direitos da pessoa com deficiência no Senado em 2025 Com a retomada dos trabalhos legislativos, o Senado Federal tem como prioridade aprofundar e garantir os direitos das pessoas com deficiência. Entre os projetos em análise, destacam-se: Esses projetos representam avanços importantes, mas a efetivação dessas políticas depende da fiscalização e aplicação adequada. Além disso, a conscientização da sociedade é essencial para reduzir o capacitismo, preconceito que limita a autonomia e participação de pessoas com deficiência na vida pública. Fonte adaptada: Agência Senado – Direitos das Pessoas com Deficiência Texto 3 – Estatuto da Pessoa com Deficiência O Estatuto da Pessoa com Deficiência, instituído pela Lei 13.146/2015, representa um grande avanço na garantia de direitos para essa população. A legislação prevê que pessoas com deficiência tenham atendimento prioritário, acessibilidade em espaços públicos e privados e adaptação de materiais didáticos nas escolas. Além disso, determina que empresas com mais de 100 funcionários reservem uma porcentagem de vagas para trabalhadores com deficiência. Embora essa lei tenha contribuído para avanços significativos, desafios persistem. Muitas empresas contratam profissionais com deficiência apenas para cumprir cotas, sem garantir ambientes realmente acessíveis ou oferecer oportunidades de crescimento profissional. Dessa forma, a inclusão precisa ir além da legislação e ser incorporada à cultura organizacional e educacional do país. Fonte adaptada: Planalto – Lei 13.146/2015 Texto 4 – O capacitismo como barreira para a inclusão social O capacitismo é um preconceito estrutural que reforça a ideia de que pessoas com deficiência são “inferiores” ou “incapazes”. Esse pensamento está presente em diversas áreas, como no mercado de trabalho, na educação e no acesso à saúde. No ambiente educacional, crianças e adolescentes com deficiência frequentemente enfrentam exclusão social e baixa expectativa de aprendizado, o que limita seu desenvolvimento acadêmico e profissional. No mercado de trabalho, a falta de acessibilidade e o preconceito fazem com que muitos empregadores evitem contratar pessoas com deficiência, reforçando o ciclo de exclusão. Para combater o capacitismo, é fundamental promover conscientização e educação inclusiva, garantindo que todas as pessoas tenham oportunidades iguais. Fonte adaptada: Iigual – Capacitismo e Preconceito Repertórios Socioculturais sobre Inclusão e Cuidado de Pessoas com Deficiência 1️⃣ Filmes, Séries e Documentários sobre Inclusão e Cuidado de Pessoas com Deficiência 2️⃣ Livros, Pensadores e Filosofia 3️⃣ Legislações Importantes 4️⃣ Fatos Históricos (Brasil e Mundo) Argumentos para a Redação: Inclusão e Cuidado – Obstáculos para Garantir o Bem-Estar de Pessoas com Deficiência no Brasil ✅ Argumento 1: Barreiras estruturais e falta de acessibilidade Sinônimos para o argumento: Causa A falta de investimento em infraestrutura acessível faz com que muitas cidades ainda não contem com rampas, elevadores e sinalizações adequadas. Como resultado, a locomoção de pessoas com deficiência torna-se um grande

A violência sexual no Brasil continua sendo um grave problema social. Primeiramente, segundo o 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados 84 mil casos de estupro em 2023, um aumento de 91% em relação a 2011. Além disso, os dados revelam que 88% das vítimas são mulheres e 62% são menores de 13 anos, o que evidencia a vulnerabilidade desses grupos. Diante dessa realidade, o governo brasileiro sancionou a Lei 15.035/2024, que permite a exposição pública do nome e CPF de condenados por crimes sexuais. O objetivo é aumentar a transparência e reduzir a reincidência desses crimes. No entanto, essa medida levanta debates sobre segurança, direitos individuais e eficácia na prevenção da violência. Esse tema é altamente relevante para o ENEM, vestibulares e concursos públicos, já que envolve questões de justiça social, direitos humanos e políticas públicas. Portanto, vamos explorar os textos motivadores, repertórios e argumentos estruturados para ajudá-lo a construir uma redação nota máxima! Textos motivadores sobre criminalidade e reincidência Texto 1: O impacto da Lei 15.035/2024 na criminalidade sexual A Lei 15.035/2024, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabelece que nomes e CPFs de condenados por crimes sexuais sejam de acesso público. O objetivo principal é facilitar a fiscalização da sociedade e evitar novos crimes, garantindo que ex-condenados sejam monitorados mesmo após o cumprimento da pena. A lei prevê um Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais, mas houve um veto presidencial em relação à manutenção dos dados por 10 anos após o cumprimento da pena. O governo argumentou que essa permanência violaria direitos fundamentais como intimidade e vida privada. A questão central é: essa exposição pública pode realmente reduzir a reincidência ou seria apenas uma punição adicional, sem efeito preventivo? Além disso, há preocupações sobre a possível marginalização dos condenados após o cumprimento da pena, dificultando sua ressocialização. 📌 Fonte: Agência Senado Texto 2: Castração química voluntária para reincidentes em crimes sexuais A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou um projeto que autoriza a castração química voluntária para condenados reincidentes por crimes sexuais. Essa proposta visa oferecer um tratamento hormonal para reduzir a libido de criminosos condenados por estupro, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável. Em países como EUA, Alemanha e Coreia do Sul, essa medida reduziu a reincidência de crimes sexuais para menos de 5%, enquanto no Brasil esse índice ultrapassa 50%. No entanto, há divergências sobre a eficácia e a ética dessa medida, pois muitos especialistas argumentam que a punição deve focar na reeducação e reintegração social, e não apenas na inibição química dos impulsos sexuais. O debate sobre essa política levanta questões como: essa abordagem seria eficaz no Brasil? Deveria ser obrigatória para reincidentes? A castração química garante a proteção da sociedade ou apenas mascara o problema? 📌 Fonte: Agência Senado Texto 3: Estudos sobre fatores de risco para reincidência em crimes sexuais Estudos mostram que a reincidência em crimes sexuais está relacionada a fatores como: A revisão sistemática de Neves (2021) analisou pesquisas científicas sobre reincidência e concluiu que medidas como tratamento psiquiátrico, supervisão rigorosa e programas de reintegração social são mais eficazes do que penas prolongadas ou apenas a exposição pública dos condenados. 📌 Fonte: Repositório Científico de Portugal Texto 4: Dados alarmantes sobre violência sexual no Brasil O 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelou que, em 2023, a cada 6 minutos um caso de estupro foi registrado no Brasil. Além disso: O relatório aponta que a cultura da impunidade e a falta de fiscalização contribuem para a reincidência, reforçando a necessidade de políticas públicas que garantam tanto a punição quanto a ressocialização dos condenados. 📌 Fonte: Correio Braziliense Repertórios relacionados à criminalidade e reincidência Filmes/Séries/Documentários Livros/Pensadores Legislações Argumentos sobre criminalidade, reincidência e exposição pública de criminosos Argumento 1: O impacto da rotulação social no comportamento do indivíduo 📌 Causa: A estigmatização social gerada pela exposição pública de condenados pode, como consequência, levar à marginalização do indivíduo, dificultando sua reintegração à sociedade. Além disso, sem acesso a emprego, moradia e suporte psicológico, muitos acabam retornando ao crime, perpetuando, assim, o ciclo de criminalidade.📌 Consequência: A falta de oportunidades para a ressocialização pode criar um ciclo de criminalidade contínuo, levando o indivíduo a reincidir por falta de alternativas viáveis de reintegração social. Além disso, a exposição pode fomentar linchamentos virtuais e ataques físicos, comprometendo a segurança pública.📌 Possível Solução: Implementação de programas de reinserção social aliados ao monitoramento contínuo dos condenados, garantindo que cumpram suas penas, mas também tenham acesso a suporte psicológico e profissional.📌 Repertório: Argumento 2: A insegurança gerada pela falta de políticas eficazes de combate a crimes sexuais 📌 Causa: A carência de mecanismos eficientes de fiscalização e prevenção resulta na reincidência de crimes violentos, pois o sistema penal não oferece acompanhamento adequado após a soltura do condenado. Muitas vítimas permanecem desprotegidas, pois não há medidas preventivas suficientes para evitar novos crimes.📌 Consequência: a sociedade vive em um estado de constante insegurança, uma vez que não há garantias de que os condenados não reincidirão. Além disso, a ineficiência do sistema penal contribui para um sentimento de impunidade e descrença na justiça.📌 Possível Solução: criação de protocolos mais rigorosos de monitoramento de condenados, aplicação de medidas de restrição de aproximação às vítimas e fortalecimento de campanhas educativas para prevenção da violência sexual. 📌 Repertório: Pesquisa do Bureau of Justice Statistics (EUA, 2019) – O estudo revelou que, dentro de nove anos após a soltura, 82% dos condenados por crimes sexuais voltaram a ser presos por outros crimes, indicando a necessidade de medidas eficazes de prevenção. A exposição pública de condenados por crimes sexuais é uma medida polêmica e de grande impacto social. Nesse contexto, por um lado, ela pode ajudar a sociedade a se proteger, monitorando ex-condenados e reduzindo as chances de reincidência. Por outro lado, especialistas questionam se essa prática fere direitos fundamentais além de dificultar a reintegração social, o que pode resultar em marginalização e, consequentemente, no aumento da criminalidade. Dessa forma, para um sistema mais justo e eficiente, é essencial
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