Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Ver Planos de CorreçãoO ano acabou, as redações que você tinha que fazer você já fez, então só sobra a reflexão: como você colaborou para aumentar seu repertório sociocultural nesse ano? E ai, Você leu o bastante? Você acha que leu o bastante? Que se informou o bastante? Que esse ano foi construtivo educacionalmente? É bem provável que nessa altura do campeonato você já tenha escutado muitas dicas para melhorar sua escrita: ter um bom domínio da norma culta da língua portuguesa; utilizar referência para enriquecer seu texto; respeitar a estrutura da modalidade textual solicitada, entre outras. Há ainda uma outra diga que pode ser chamada de “mãe” de todas essas outras que mencionamos: leia, leia de tudo e bastante. Por que ler é importante? Quanto mais você tiver contato com diferentes tipos de escrita, maior vai ser a sua bagagem de leitura. Um repertório amplo e diversificado vai fazer com que você aprimore nos seguintes aspectos: Conhecimento quanto os variados tipos de texto; Domínio da norma culta da língua na prática textual; Referências para utilizar em seus próprios textos; Percepção quanto ao uso da língua nos diferentes tipos textuais; Por isso, é importante que você leia revistas, jornais, portais de notícias, blogs e, claro, obras literárias. Não é por acaso que os vestibulares costumam pedir a leitura obrigatória de textos de épocas e estilos diferentes. Isso acontece, pois, o aluno precisa ter esse repertório em sua bagagem cultural. Certamente, as leituras que trazemos conosco nos ajudam a modificar nossa visão de mundo, enriquecem nossas perspectivas e horizonte. Experimente! Desafia-se a ler estilos e tipos textuais diferentes, você vai perceber a diferença em sua escrita e na forma como você percebe os fatos sociais a sua volta. Para detonar em qualquer redação, envie as suas para correção com o Redação Online! Você pode começar a melhorar sua escrita por R$ 3,12 POR REDAÇÃO! Vem com a gente!

O Vestibular UFSC ocorre de 09 a 11/12, ou seja, logo logo está aí. E você já sabe como funciona a redação dessa prova? Todos os vestibulares isolados podem cobrar redações muito difentes umas das outras. Por isso, aqui vamos tratar especificamente do que diferencia a redação UFSC da redação mãe, a dissertação argumentativa do ENEM. Acorda, menino! O ano tá quase acabando! Vamos de Prepare-se: UFSC! via GIPHY A produção avalia a produção textual escrita do candidato a partir de um tema ligado a um texto motivador, de acordo com o gênero textual em pauta (crônica, conto, carta, artigo de opinião, dissertação escolar etc.). Diante das propostas apresentadas, sempre há mais de uma opção, cabe ao candidato examinar criteriosamente os aspectos que envolvem os temas e definir a melhor perspectiva de abordagem, mobilizando os recursos linguísticos que lhe permitam mostrar sua competência comunicativa nesta situação específica de produção textual: a redação de vestibular. Por isso, espera-se que o candidato identifique e desenvolva o tema de acordo com o gênero textual proposto, mas também que demonstre capacidade de organizar as ideias, relacionar informações, dados, construir argumentos e se expressar de forma clara e direta, e até subjetividade, dependendo do gênero cobrado. Os quesitos de correção (que vão de 0 a 10 pontos), são os seguintes: Adequação à proposta – tema e gênero (0,00 a 2,50 pontos): compreender a proposta e desenvolver o tema apresentado de acordo com o gênero cobrado. Utilizar recursos linguísticos apropriados ao tema e ao gênero textual/discursivo da proposta escolhida. Adequar-se ao propósito comunicativo, ao estilo e à composição do gênero textual. Emprego da modalidade escrita na variedade padrão (0,00 a 2,50 pontos): o candidato deve produzir um texto escrito, adequado à variedade padrão da língua. Outras variedades da língua podem ser utilizadas apenas como recurso estilístico e com a finalidade de representar/caracterizar sociolinguisticamente personagens em contextos interacionais específicos. Coerência e coesão (0,00 a 2,50 pontos): as partes do texto devem estar articuladas entre si e ao todo de maneira clara e coerente, distribuídas em parágrafos. O texto deve apresentar relações semânticas pertinentes entre palavras, frases e parágrafos, sem contradições. As partes do texto devem ser encadeadas com continuidade (retomada de elementos no decorrer do texto) e progressão temática (sem circularidade ou redundâncias inexpressivas). Nível de informatividade e de argumentação ou narratividade, de acordo com a proposta (0,00 a 2,50 pontos): o candidato deve demonstrar que dispõe de diversidade e densidade de informações e repertório sociocultural. As informações apresentadas devem ser pertinentes ao tema e ao gênero textual/discursivo da proposta escolhida para sua produção textual; o candidato deve demonstrar que sabe selecionar argumentos e organizá-los de modo convergente, revelando criticidade, situando-se em um universo de referências concretas (ou posicionando-se subjetivamente), sem apresentar noções generalizantes, indeterminadas ou vagas, e fazendo uso de recursos expressivos que marquem sua posição de autoria, em conformidade com o tema e o gênero textual/discursivo da proposta escolhida para sua produção textual. Ó você caindo de sono e o vestibular rosnando pra você. via GIPHY Você pode zerar a redação se: ter fuga total ao tema; plajear; escrever em versos; se indentificar, de alguma forma, na folha de redação; ter letra ilegível. Sobre os temas, sabemos que são sobre atualidades, sobretudo em filosofia, sociologia, história e geografia. Ou seja, as questões humanas são mais a cara da UFSC. A proposta de redação pode ter alguma conexão com os livros cobrados pelo vestibular. O que você achou de nosso texto sobre Prepare-se: UFSC?

As propostas de tema de redação da UEM podem abordar temas diversos, que envolvem questões sociais, políticas, ambientais, culturais, entre outros. Esses temas são escolhidos para promover a reflexão dos candidatos sobre assuntos relevantes e estimular o desenvolvimento de habilidades de análise crítica e argumentação. É importante destacar que as propostas de redação da UEM podem variar a cada ano, e a universidade disponibiliza as provas anteriores em seu site oficial. O Tema de Redação: UEM 2016 foi: “Doação de órgãos: de qual lado você está?” Confira abaixo quais foram os textos motivadores: Texto 1 do tema de redação UEM 2016 Doação de órgãos: de que lado você está?O coração do meu filho bate no peito de outra criança “Mamãe, eu vim para ajudar!”. O Guilherme ainda nem sabia falar direito e já vivia repetindo isso! Como no dia em que um amiguinho dele queria desistir de uma apresentação na escola. O Gui pegou a mão do menino e disse: “Fica aqui comigo, eu teajudo; eu vim para ajudar!”. Meu filho era assim, generoso, amoroso, ativo… Dormia tarde e acordava cedo, como se soubesse que tinha que aproveitar cada segundo neste mundo, pois teria pouco tempo conosco. […]No dia em que morreu, ele repetia sem parar que estava feliz […] Uma amiga me convidou para passar o feriado de Corpus Christi do ano de 2013 na casa dela à beira-mar. Curtimos o sábado inteirinho na praia. O Gui brincava e corria sem parar, repetindo:“Mãe, tô muito, muito, muito feliz!” É bom saber que meu filho sentiu tanta felicidade no seu último dia de vida. À noite, eu estava escovando os dentes no térreo da casa e ouvindo o Gui brincar no sótão com o filho da minha amiga (ambos tinham 4 anos). Lembro de escutar a irmã da minha colega falar: “Gui, vem mais para cá, você pode cair”. No segundo seguinte, meu filho estava em queda livre. Despencou e bateu com a cabecinha no chão, no andar térreo. Ele havia se apoiado em falso na hora de mudar de lugar e perdeu oequilíbrio. […] Eram 20h quando entrei no pronto-socorro. A médica logo disse que o estado do Gui era gravíssimo e que ele precisava ir para um hospital maior, em Santos. Fomos transferidos de ambulância e o Fábio (o pai) foi nos encontrar lá. O médico explicou que faria uma cirurgia para retirar um coágulo do cérebro, mas advertiu: “Caso sobreviva, ele deve ficar em estado vegetativo”.A cirurgia durou uma hora e meia. Durante cada um desses 90 minutos eu rezei por um milagre. Quando o médico disse que tinham conseguido retirar o coágulo, senti que ele podia virar o jogo. “Força, Gui! Você sai dessa”, eu repetia baixinho, mandando boas energias para meu menino, que passou a noite sedado na UTI. Na manhã seguinte, foram reduzindo a sedação e nada de o Gui responder. Só conseguia respirar com a ajuda dos aparelhos e sua sensibilidade não voltava. O tormento de alternar esperança edesespero se estendeu por mais quatro dias. Até que os médicos nos deram a notícia: o cérebro do nosso menino havia morrido. Doamos os órgãos e pensei: “Pronto, Gui, você ajudou!”Não vou perder tempo tentando descrever aqui a dor. Ela não cabe em palavra nenhuma. Eu ainda estava tonta quando nos perguntaram se íamos doar os órgãos, que permaneciam saudáveis. Me lembrei da voz do Gui dizendo: “Mãe, eu vim para ajudar!” Encarei o Fábio. Nos falamos pelo olhar e fizemos que sim com a cabeça. Quinze minutos depois, assinamos o papel da doação e o compromisso de não ir atrás das famílias que recebessem os órgãos. Soube pela mídia que uma menina de 1 aninho tinha recebido o coração. O nome dela não poderia ser outro: Vitória. “Pronto, Gui:você ajudou”, pensei. […] Passaram-se oito meses e, em fevereiro de 2014, a família da Vitória quis nos conhecer. Eles estacionaram o carro na frente da nossa casa e meu coração disparou. Quando dei por mim, estávamos todos no meu jardim. Eu abraçada a Deisi, mãe da Vitória, e ao Vinícius, filho mais velho dela. Fábio, aos prantos, não desgrudava do Joel (pai da Vitória). No colo da mãe, a baixinhachorou. Eu a peguei e ela sorriu. A gente pede um milagre e esquece que pode fazer um.Pensei no milagre que era ter um pedacinho do Gui naquela criatura e senti a presença de Deus. A cada sorriso que Vitória abria, uma sensação de gratidão inundava meu coração. Quando o Joel e a Deisi nos contaram que ela tinha nascido com dois problemas cardíacos e, literalmente, morou no hospital até ter 1 ano e 7 meses, Fábio e eu tivemos a certeza de que havíamos feito a coisa certa ao doar os órgãos do Gui. Às vezes, a gente fica pedindo milagres para Deus e deixa de perceber que podemos ser responsáveis por esses milagres também. Perder um filho é uma dor sem fim. Mas ter salvado uma vida ao doar os órgãos dele ameniza a angústia. Porque dá sentido à partida dele. […] Desde então, ficamos muito próximos da família da Vitória. Nos falamos sempre e, no Dia das Mães, fomos visitá-los em Santa Catarina. Ficamos na casa deles. Foram dias maravilhosos, vendo a Vitória viver com tanta energia. Emocionante o sorriso que ela dá toda vez que cochicho em seu ouvido: “Aproveita bem esse coração generoso que bate dentro do seu peito, menina”. (Luciana Novello, 43 anos, funcionária pública, Campinas, SP) “O coração era tão perfeito que começou a bater sozinho!” “Guerreira” é a palavra que define minha filha. Eu estava com quatro meses de gravidez quando descobri, num ultrassom, que a Vitória tinha dois problemas raros no coração. Era como se ela só tivesse metade do órgão – e essa metade não funcionasse muito bem. Assim que nascesse ela iria precisar de uma cirurgia muito arriscada! […] Em abril de 2012, Vitória nasceu. No segundo dia de vida, já foi submetida a três horas de uma operação difícil, durante a qual teve

Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema: Manifestações populares e segurança nacional. CFOBM-DF – Idecan – 2017 Manifestantes tentam furar bloqueio de segurança e entram em confronto com a PM O clima é de guerra na Esplanada dos Ministérios. Munidos de máscaras e mochilas, um grupo de manifestantes deixou a concentração no Museu da República, por volta das 17h desta terça-feira (13/12), e desceu rumo ao cordão de isolamento montado pela Polícia Militar em frente à Catedral. Há confronto entre manifestantes e os policiais. As pessoas que desceram em direção ao museu iniciaram um enfrentamento contra os PMs, que reagiram com gás de pimenta e cassetetes. Os manifestantes recuaram e começaram a voltar para o Museu da República por volta das 17h23, mas bombas são lançadas dos dois lados. A tropa de choque da PM avançou contra os manifestantes para que eles se afastem do cordão de isolamento. Há pelo menos um policial militar ferido no rosto. De acordo com a corporação, são cerca de 2 mil pessoas na Esplanada. (Disponível em: bombeiros df..) O princípio da dignidade da pessoa humana, enquanto fundamento basilar do Estado Democrático de Direito, deve ser utilizado pelo poder público como parâmetro na resolução de conflitos estabelecidos entre os direitos fundamentais à intimidade e à segurança pública, de modo a preservar a integridade física e moral do indivíduo. Tal conduta afasta da legitimidade estatal a prática da busca e apreensão pessoal, violadora do direito individual à intimidade pessoal. (Bruna Borgmann. A proteção do direito à intimidade no contexto Jurídico Nacional. (Disponível em: revistas unijui) Protesto x Vandalismo O Brasil está dando uma verdadeira lição de democracia e liberdade de expressão, para os quatro cantos do mundo. Empunhando cartazes onde estavam estampadas as suas revoltas; indignações e reinvindicações. Grande quantidade de pessoas por todo País foram às ruas demonstrando cada uma, de sua forma os seus sentimentos pelo momento político que passa a nossa sociedade, seja relacionado à falta de segurança, ou contra a corrupção sem punição dentre outras reinvindicações. A maioria esmagadora fez o seu protesto de forma pacífica e ordeira. […] Mas infelizmente pessoas de pensamentos e atitudes reprováveis dentro de uma sociedade, motivadas pelo senso de ignorância e destruição, e que não possuem objetivo de crescimento de qualidade nenhuma, nem de forma pessoal, nem como membro de uma sociedade civilizada, usa de má índole para praticar ações de vandalismo, destruindo prédios públicos depredando ônibus e causando os mais diversos prejuízos, seja com relação às entidades públicas ou privadas, procurando de forma maldosa e sem caráter, desviar o sentido principal da grande maioria dos presentes, que é levar as autoridades as suas reinvindicações. Com base nos textos motivadores, escreva um texto dissertativo-argumentativo tendo com o Tema: Manifestações populares e segurança nacional.
PROPOSTA DE REDAÇÃO – Tema de Redação: Sexualização Infantil: natural ou imposta? Texto 1: As crianças aprendem com tudo o que vivenciam, observam, escutam e, principalmente, com os comportamentos que absorvem dos adultos. Então, é de importância fundamental discutir de que forma os pequenos desenvolvem a relação com o seu corpo e o corpo do outro. A erotização infantil atravessa as etapas de desenvolvimento da criança e antecipam seus aprendizados, o que pode ser bastante nocivo. Antes de mais nada, é preciso atentar para o fato de que sexualidade é diferente de sexualização. A primeira é inata ao ser humano e deve ser estimulada de maneira saudável, de modo que a criança tenha familiaridade com seu próprio corpo, saiba identificar onde dói para ajudar os pais e cuidadores a tomar conta de sua saúde, e possa se instrumentalizar para estabelecer os limites entre carinho e abuso. Já a segunda acontece de fora para dentro, ou seja, não é um processo natural da criança, e sim uma manobra que adultiza a criança, muitas vezes é encabeçada pela publicidade infantil. Fonte: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/defender/indicacao/sexualizacao-precoce-precisamos-falar-sobre-erotizacao-infantil/ Texto 2: Com a estreia da segunda temporada do seriado “Stranger Things”, os jovens protagonistas da série de ficção científica voltaram aos holofotes de fãs e imprensa do mundo inteiro – mas nem sempre de um ponto de vista positivo ou que respeite sua condição de crianças, segundo críticos. A sexualização precoce de alguns deles despertou um grande debate. Discute-se também qual será o impacto da pressão imposta pela fama em atores ainda na puberdade. A atriz Millie Bobby Brown, que interpreta Eleven (Onze, na tradução em português), tem apenas 13 anos, mas foi listada pela revista W com um grupo de atores muito mais velhos – de Nicole Kidman a James Franco – entre os atores que “fazem a televisão estar mais sexy do que nunca”. Com base nos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como Tema de Redação: Sexualização Infantil: natural ou imposta?

Mesmo quem não tem tanta dificuldade em escrever pode se sentir inseguro quando a questão é fazer uma redação no ENEM, vestibular ou concurso. Isso acontece pois é difícil mensurar “certo” ou “errado” quando se escreve um texto. Diferente, por exemplo, de uma questão de múltipla escolha, em que vamos poder conferir nossas respostas como num gabarito. Também é difícil estar preparado pra qualquer tema e lidar com o tempo limitado é complicado. Pois bem, estamos aqui para te ajudar a sair desse sufoco da insegurança com algumas dicas de Como driblar a insegurança na hora de fazer a redação? Qual o porquê da insegurança? O que exatamente te dá medo no ato de escrever? Por exemplo, a falta de hábito de leitura e de escrita é o uma das causas dessa insegurança. Até mesmo quando temos uma rotina de estudos, estamos habituados a ler textos diluídos, como os de apostilas. Com isso, perdemos o hábito de ler textos mais densos, como uma obra literária, por exemplo. A falta desse hábito faz com que tenhamos um repertório reduzido e pouca intimidade com diferentes tipos de textos, o que nos prejudica na hora da produção autoral. Analise quais são suas principais dificuldades: é na redação em si ou em gramática? Ou você sente que não tem repertório o bastante, ou seja, precisa de um argumento, mas, na sua cabeça, dá pra ouvir o barulho dos grilos? Perceber quais são suas principais dificuldades e trabalhar para corrigi-las é o primeiro passo para se tornar o rei da redação. Como driblar a insegurança na hora de fazer a redação na escrita? Olha, até que escrevemos bastante. Há quem diga que a humanidade nunca escreveu tanto. No entanto, escrevemos mensagens de WhatsApp, e-mails e posts em redes sociais. Isso não contribui em nada quando se tem que escrever um texto em que precisamos desenvolver uma ideia, fundamentar um argumento. Ainda mais que nos tornamos completamente dependentes dos auto corretores, e a insegurança aumenta. Aí ficamos na dúvida naquela conjugação, e esse acento, será que vai aqui mesmo? Há aqueles que nem conseguem mais reconhecer a própria letra. Vamos dar um conselho meio good vibes: conecte-se novamente com sua habilidade de escrever à mão! Esses dedões também conseguem envolver um lápis. Exercite sua escrita, faça o planejamento do seu texto num papel e deixa a mágica acontecer. Mas qual vai ser o tema? É bem normal ficar inseguro quanto ao tema, pois é algo que realmente não tem como adivinhar qual vai cair. Mas todas essas questões têm a mesma resposta: você só vai diminuir a insegurança de fazer redação praticando a escrita. Não há outra saída! Nós temos muitos, mas muuuitos temas de redação aqui. Vai lá dar uma olhada, espertão. Outra coisa, gente informada não se desespera nessas horas. Por exemplo, no ENEM, o tema sempre está ligado a um assunto que foi muito discutido durante o ano. Assistiu o Jornal Nacional, leu as problematizações do Facebook, abriu aquela notícia do G1 e da Carta Capital, pra dar uma balanceada? Então vai que é tua! Comece a escrever O ideal é que você comece a escrever ao menos uma redação por semana. Coloque a prática de redação em sua rotina de estudos. Não esqueça que estudar redação é tão importante quanto as outras disciplinas. Tô avisando. Uma dica é estudar a redação por partes pra não se assustar muito de primeira. Se você quer de uma ajudinha a mais, que tal se inscrever em um curso preparatório para redação, seja presencial ou online? Uma das opções é utilizar nosso site. O bacana de realizar correções de redação online é ter a ajuda de um profissional que vai indicar os aspectos em que seu texto pode melhorar, além de te dar um parâmetro de como a banca avaliadora corrige as redações. Então, é só começar a escrever, nos enviar e em três dias úteis você vai receber sua redação corrigida com todo o carinho do mundo. Vão colados aqui vários textos que irão te introduzir na arte da escrita de redação: Pra te dar um rumo: Como fazer uma boa redação para o ENEM? Planejamento de dissertação Como não zerar a redação do ENEM Sobre estrutura de redação: Como criar um bom título? Coesão e Coerência Como fazer uma argumentação forte? Como fazer uma boa citação? Direitos Humanos: O que é e por que ele deve estar na sua redação Por que pesquisar sobre o tema antes de produzir o texto? Como estar pronto para qualquer tema que caia no ENEM Resumão sobre vírgula Trabalhe sua relação com você Muitas vezes achamos que, como não temos um dom natural pra escrita, acreditamos que não é possível escrevermos bem. Mas que bobagem! Qualquer um consegue aprender a escrever, desde que dê a devida atenção à tarefa. A mão pode não dançar escrevendo, você pode não chorar de emoção ao ler aquela obra prima, mas você consegue com toda certeza construir textos na estrutura correta e com argumentos bem construídos e com aquele português redondinho. Acreditamos em você e você também consegue acreditar em você. Vem que vamos juntos ❤❤❤❤ O que achou de nossas dicas de Como driblar a insegurança na hora de fazer a redação? Vamos lá, galera!

Confira as dicas para mandar bem na redação da concorrida Unicamp. Para passar na Unicamp qualquer detalhe faz diferença. Por isso, esse post é exclusivo para falar da Redação Unicamp. A prova de redação está caindo na segunda fase do vestibular, e reserva algumas peculiaridades. A Unicamp costuma propor dois textos de gêneros diferentes, que não são divulgados antes. Cada texto vale 24 pontos, fechando um total de 48 pontos. Desde o último vestibular, a redação passou a ter um peso maior na Unicamp, a produção dos dois textos corresponde a 20% da nota final. Ou seja, não dá para marcar bobeira na hora de escrever! E vamos, Prepare-se: Unicamp! Além de estar afiado na prática da escrita, o vestibulando deve ter bem claro os critérios de avaliação do vestibular que vai prestar. Isso vai fazer com que o aluno se atente aos detalhes, evitando perder pontos por pequenos descuidos, confira! Critérios de correção: Gênero textual e interlocução: Esse critério leva em conta se o texto corresponde ao gênero solicitado na proposta de redação, e se os interlocutores, ou seja, a quem você se dirige durante o desenvolvimento do texto (a quem você se refere) estão sendo considerados. Propósito: Nesse item o aluno é avaliado por cumprir ou não com o que foi pedido na proposta de redação, e se esteve atento às instruções de elaboração do texto. Leitura e interpretação textual: Nesse aspecto, o vestibulando vai ser avaliado quando as relações que ele faz entre a redação e os textos fornecidos na prova. Articulação escrita: Os dois textos devem apresentar uma escrita fluida, coerente, e bem fundamentada. O candidato também deve mostrar que sabe adequar a linguagem a cada um dos gêneros solicitados. Vale lembrar que, na Unicamp, a redação é zerada apenas quando ocorre fuga do tema ou fuga do tipo de texto exigido. É fundamental para quem vai fazer o vestibular da Unicamp estar familiarizado com diferentes tipos de texto, pois é recorrente ser exigido outros gêneros além da dissertação. Ou seja, é bom ater-se as diferenças de um tipo textual para outro: carta, narração, conto, dissertação, entre outros, como você pode ver abaixo, nos temas de redação Unicamp dos últimos cinco anos. É bom ressaltar que essa variedade também aparece quanto aos temas de Redação que caem na Unicamp. Se observarmos os últimos temas, vamos ver que são bem diferentes uns dos outros, mas todos são relacionados a atualidades, ou seja, com o contexto vivido no ano em que a prova foi aplicada. 2012 – Nesse ano, foi pedido para que o aluno escrevesse um comentário de internet sobre a profissão de cientista; ou um manifesto de estudantes de uma escola sobre monitoramento online; ou, ainda, um verbete explicando o conceito de computação em nuvem. 2013 – Já em 2013, o vestibulando deveria fazer um resumo de um texto sobre pessimismo; ou uma carta a redatores de um jornal sobre alcoolismo. 2014 – A proposta de 2014 pedia para que o aluno escrevesse um relatório sobre oficina cultural em uma escola; na segunda proposta, uma carta aberta de uma associação, dirigida a autoridades, sobre problemas no trânsito. 2015 – O aluno deveria escrever uma carta para convocar pais de alunos a um debate sobre violência nas escolas; ou fazer uma síntese sobre recursos tecnológicos para humanizar atendimento na área da saúde. 2016 – Nesse ano foi a vez de fazer uma resenha de uma fábula de La Fontaine; ou um artigo de divulgação de um texto científico sobre indução de emoções.

Tema: Burocracia no século XXI: um mal necessário? Texto 1: Karl EmilMaximilian Weber, nascido em Erfurt Alemanha) no dia 21 de Abril de 1864, foi um dos maiores sociólogos e o criador da Sociologia da Burocracia. Imagine um cenário por volta de 1940, empresas sendo fundadas, outras organizações evoluindo, evolução do maquinário e as Teorias de Administração surgindo. Com base nos estudos de Weber e suas referências ao estado e à igreja, administradores da época perceberam que as empresas, apesar de evoluírem, permaneciam sendo mal administradas, de forma Pessoal, baseadas em opiniões pessoais do empresário ou até mesmo com seu Humor. Segundo Weber, “A Burocracia é o único modo de organizar eficientemente um grande número de pessoas e, assim, expande-se inevitavelmente com o crescimento econômico e político”. A Teoria da Burocracia vem da premissa de que a burocracia é a organização eficiente por excelência. Fonte: administradores – weber e a teoria da burocracia de 1940 para os dias atuais Texto 2: Adotada na administração, a teoria da burocracia prevê a necessidade de um modelo organizacional racional, onde é possível alcançar os objetivos, reconhecendo o que cada um deve fazer para que o resultado seja alcançado com organização e rapidez. Esse modelo burocrático empregado por Weber possui características consideradas eficientes até os dias de hoje: caráter formal das comunicações, caráter legal das regras e regulamentos, caráter racional e divisão do trabalho, competência técnica e meritocracia, hierarquia de autoridade. Fonte: mundo carreira – teoria da burocracia aplicada na administracao Com base nos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo: Tema: Burocracia no século XXI: um mal necessário?
Com base nos textos abaixo e no seu conhecimento, escreva uma dissertação sobre Tema de Redação: Sociedade do Espetáculo. Texto 01 “A política como espetáculo nos meios de comunicação tornou-se rotineira, especialmente quando se trata da televisão. Em momentos mais dramáticos, como os atuais, o problema se agrava. O espaço para a reflexão desaparece e ganham destaque as cenas mais sensacionais como gravações ocultas, bate-boca entre parlamentares, acusações bombásticas emitidas em encenações teatrais e assim por diante. É assim que funcionam os programas de auditório, as novelas, os shows policialescos do final de tarde e os anúncios comerciais em suas diferentes versões (entre os programas, nos intervalos ou mesmo dentro deles, os chamados merchadisings). Há toda uma lógica para conquistar audiência, mantê-la a qualquer custo e graças a isso empurrar fogões, geladeiras, xampus, cervejas em doses maciças sobre o telespectador.” Fonte: observatorio da imprensa Texto 02 “Mais importante obra teórica produzida no contexto que precedeu os acontecimentos de Maio de 1968, A sociedade do espetáculo é um livro genial e único, precursor de toda análise crítica da moderna sociedade de consumo. Para Antonio Negri, é um dos dez livros mais importantes do século. Para Jean–Jacques Pauvert, “não antecipou 1968, como normalmente se diz; antecipou o século XXI”. Está certo: nunca a tirania das imagens e a submissão alienante ao império da mídia, denunciadas por Debord, foram tão fortes como agora. Nunca os profissionais do espetáculo tiveram tanto poder: invadiram todas as fronteiras e conquistaram todos os domínios — da arte à economia, da vida cotidiana à política —, passando a organizar de forma consciente e sistemática o império da passividade. O livro é, sem dúvida, a mais aguda crítica à sociedade que se organiza em torno dessa falsificação da vida comum. A edição brasileira inclui dois trabalhos posteriores — um de 1979, outro de 1988 — em que Debord comenta sua própria obra.” Fonte: livraria saraiva Faça uma redação sobre Tema de Redação: Sociedade do Espetáculo e envie pra gente!
O que você precisa saber para fazer AQUELA Redação no vestibular da Unesp. Vamos de Prepare-se: UNESP! A prova de redação da Unesp é realizada, geralmente, na segunda fase do vestibular e costuma cair no segundo dia de provas, que, nesse ano, acontecerá nos dias 17 e 18 de dezembro. Então, tá pronto pra ser bixo? Sim?! Então confira as nossas dicas. Para essa prova é importante que, acima de tudo, que você esteja bem preparado emocionalmente, pois a redação vale muitos pontos e você já estará cansado da maratona de estudos e de provas. Engata a primeira marcha, não dê bobeira e bola pra frente, afinal são 28 pontos em jogo, dentre os 100 totais dos dois dias de segunda fase. A Unesp costuma pedir um texto dissertativo, o que facilita na hora de se preparar para a prova. Só não vale esquecer que uma dissertação é um texto argumentativo, o que te obriga a desenvolver uma ideia (ou questionamento) e, óbvio, a conclusão, que deve estar de acordo com os argumentos expostos. Se você vai prestar mais de um vestibular, com toda certeza vai ver que os critérios de avaliação da redação para a Unesp são bem parecidos com os de outros vestibulares, mas não custa nada darmos uma conferida pra você re-re-re-re-lembrar: Abordagem da proposta e do tema: Nesse item, você vai ser avaliado se o seu texto está articulado com a proposta de redação e com os textos de apoio. Também vai ser avaliado a reflexão que você fez em seu texto, as ideias expostas. Desenvolvimento: Nesse critério, você vai ser avaliado quanto ao modo como construiu sua argumentação, e se seu texto está bem desenvolvido de acordo com a estrutura base de uma dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Domínio da escrita: vale ficar atento a esse critério e não perder ponto por bobeira, pois nesse item vai ser avaliado se sua escrita está de acordo com a norma culta da língua e com os elementos de coesão. Por isso, revise seu texto antes de entregar. Sobre os temas, assim como em outros vestibulares, eles são relacionados a assuntos de destaque na mídia e nas redes sociais. Eles são temas de cunho políticos ou sociais, portanto. Aqui, colamos os cinco últimos temas de redação da Unesp, pra você ter uma ideia melhor do que estamos falando: 2016 – Publicação de imagens trágicas: banalização do sofrimento ou forma de sensibilização? – (Esse aqui tá ali embaixo, ó, pra você praticar. Lembrando que esses temas ficam disponíveis dentro da nossa plataforma de correção também). 2015 – O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil. 2014 – Corrupção no Congresso Nacional: reflexo da sociedade brasileira? 2013 – Escrever: o trabalho e a inspiração. 2012 – A bajulação: virtude ou defeito? Certamente, você consegue relacionar esses temas com assuntos que rolaram em sua timeline, ou que você viu no jornal nacional, ouviu na parada de ônibus, essas coisas? Por isso, é importante ficar atento e bem atualizado, assim, você não terá grandes surpresas durante a prova. Mas perceba também que os temas podem ter um cunho mais filosófico, como no caso do tema sobre bajulação e também no tema que discute sobre corrupção política (o crime seria reflexo da cultura brasileira). Ah, pra finalizar, se você está preocupado em ser um vacilão e zerar a redação, fique tranquilo: a redação só é anulada em casos muito específicos. Aqui vão eles: fuga do tema, letra ilegível, texto com menos de sete linhas ou identificação da autoria da redação em qualquer ponto da folha. Tema da Redação UNESP 2016: Já escreveu sua redação utilizando o tema da UNESP? Não sabe se é uma redação vencedora? Então envie para nós que nossos corretores ESPECIALIZADOS irão corrigir e comentar para você! O que achou de nosso texto sobre Prepare-se: UNESP?

A regência verbal é um aspecto que sempre nos deixa em dúvida e acaba nos prejudicando em nossas redações. Um dos principais motivos por termos essa dificuldade na hora da escrita acontece porque na linguagem oral não costumamos empregar corretamente as regências dos verbos transitivos. Então, para não marcar bobeira na redação do Enem ou do vestibular, chegou a hora de retomar esse conteúdo. A maioria dos verbos da língua portuguesa apresenta apenas uma transitividade, ou seja, uma única regência verbal. Há, porém, os que apresentam múltipla regência. Por isso, fique ligado nessas particularidades da nossa língua e os seus diferentes usos. Em primeiro lugar, vale lembrar que, quanto à regência verbal, os verbos transitivos podem ser: Comemos uma lasanha deliciosa. Comer é um verbo transitivo direto pois não exige que seu objeto seja preposicionado. Telefonei para João. Telefonar é um verbo transitivo indireto pois exige a preposição. No exemplo dado, quem telefona, telefona “para” alguém. Comprei um presente para Mariana. O verbo “comprar” pede dois complementos. Quem compra, compra algo para alguém ou para alguma coisa. Eu corro. O verbo correr não pede objeto. Você até pode falar “Corro todos os dias”, ou outros complementos, mas esses elementos não interferem na transitividade do verbo, pois ele já faz sentido por si só. Agora, vamos relembrar aqueles verbos que sempre aparecem nos exemplos de gramáticas e apostilas. Eles também costumam cair em questões de múltipla escolha de vestibulares e concursos. Vale dar uma conferida: Aspirar O verbo aspirar pode ser transitivo direto ou transitivo indireto. 1. Transitivo direto: quando significa “sorver”, “tragar”, “inspirar” e exige complemento sem preposição. Como nesses exemplos:Ela aspirou o aroma das flores.Todos nós gostamos de aspirar o ar do campo. 2. Transitivo indireto: quando significa “pretender”, “desejar”, “almejar” e exige complemento com a preposição “a”. Confira:O candidato aspirava a uma posição de destaque.Ela sempre aspirou a esse emprego. Assistir O verbo assistir pode ser transitivo indireto, transitivo direto e intransitivo. 1. Transitivo indireto: quando significa “ver”, “presenciar”, “caber”, “pertencer” e exige complemento com a preposição “a”. Veja exemplos: Assisti a um filme. (ver)Ele assistiu ao jogo.Este direito assiste aos alunos. (caber) 2. Transitivo direto: quando significa “socorrer”, “ajudar” e exige complemento sem preposição. Confira um exemplo:O médico assiste o ferido. (cuida) 3. Intransitivo: quando significa “morar”, ele exige a preposição “em”. Como nos seguintes exemplos:O papa assiste no Vaticano. (no: em + o)Eu assisto no Rio de Janeiro.“No Vaticano” e “no Rio de Janeiro” são adjuntos adverbiais de lugar. Chamar O verbo chamar pode ser transitivo direto ou transitivo indireto. 1. Transitivo direto: quando significa “convocar”, “fazer vir” e exige complemento sem preposição. Confira:O professor chamou o aluno. 2. Transitivo indireto: quando significa “invocar” e é usado com a preposição “por”. Veja um exemplo:Ela chamava por Jesus. Visar Pode ser transitivo direto (sem preposição) ou transitivo indireto (com preposição). 1. Transitivo direto: Quando significa “dar visto” e “mirar” é transitivo direto. Confira dois exemplos:O funcionário já visou todos os cheques. (dar visto)O arqueiro visou o alvo e atirou. (mirar) 2. Transitivo indireto: Quando significa “desejar”, “almejar”, “pretender”, “ter em vista” é transitivo indireto e exige a preposição “a”. Veja exemplos:Muitos visavam ao cargo.Ele visa ao poder. Esquecer – Lembrar – Lembrar algo – esquecer algo– Lembrar-se de algo – esquecer-se de algo (pronominal) No 1º caso, os verbos são transitivos diretos, ou seja, exigem complemento sem preposição. Como nesse exemplo:Ele esqueceu o livro. No 2º caso, os verbos são pronominais (-se, -me, etc) e exigem complemento com a preposição “de”. São, portanto, transitivos indiretos. Confira:Ele se esqueceu do caderno.Eu me esqueci da chave.Eles se esqueceram da prova.Nós nos lembramos de tudo o que aconteceu. Há uma construção em que a coisa esquecida ou lembrada passa a funcionar como sujeito e o verbo sofre leve alteração de sentido. É uma construção muito rara na língua contemporânea, porém, é fácil encontrá-la em textos clássicos tanto brasileiros como portugueses. Machado de Assis, por exemplo, fez uso dessa construção várias vezes. Confira dois exemplos: Esqueceu-me a tragédia. (cair no esquecimento)Lembrou-me a festa. (vir à lembrança) Preferir É transitivo direto e indireto, ou seja, possui um objeto direto (complemento sem preposição) e um objeto indireto (complemento com preposição). Confira dois exemplos:Prefiro cinema a teatro.Prefiro passear a ver TV. Simpatizar É transitivo indireto e exige a preposição “com”. Como nesse exemplo:Não simpatizei com os jurados. Querer Pode ser transitivo direto (no sentido de “desejar”) ou transitivo indireto (no sentido de “ter afeto”, “estimar”). Confira:A criança quer sorveteQuero a meus pais. Namorar É transitivo direto, ou seja, não admite preposição. Veja um exemplo:Maria namora João. Obedecer É transitivo indireto, ou seja, exige complemento com a preposição “a” (obedecer a). Confira:Devemos obedecer aos pais. Ver É transitivo direto, ou seja, não exige preposição. Como nesse exemplo:Ele viu o filme. Bastante coisa para dar conta, né? Mas você não deve se preocupar. Quando você for revisar seus textos ou corrigir seus exercícios de gramática, consulte nossas dicas sobre regência verbal e sobre verbos transitivos. Assim, aos poucos você vai internalizando todas essas informações. E conte com o Redação Online para te dar todo o suporte na hora de se preparar para o Enem e para o vestibular! Veja as principais dúvidas sobre verbo transitivo: Confira alguns artigos relacionados que temos no nosso blog:

Prepare-se: FUVEST Já bateu aquele cansaço de fim de ano? Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima porque a segunda fase da FUVEST tá logo ali, no comecinho de 2018. E se você ainda não sabe como se dar bem na redação, fique ligado nas dicas abaixo. A Fuvest exige uma dissertação argumentativa, o que significa que, além de abordar o tema, você deve se posicionar sobre ele. No entanto, mesmo se tratando da sua opinião, não use a primeira pessoa do singular (eu) no texto, ok? Além disso, na hora de argumentar, não se esqueça de fundamentar a sua redação. Não sabe como fazer isso? Procure sempre trabalhar com exemplos concretos. Caso contrário, sua redação ficará baseada em “achismos”, o que não é legal. A gente sabe que vestibulando tem um monte de coisa para estudar e é exatamente por isso que acreditamos que você tem conhecimento aí guardado na caixola! Antes de olhar para o tema de redação e reproduzir o clássico pensamento “eu não sei nada sobre isso!!!!!”, lembre-se que você é um vestibulando, logo, estudou conteúdos de literatura, geografia, história, filosofia e sociologia e traz na bagagem mais de 10 anos de estudo no ensino regular. Além disso, você não é um ET que acabou de chegar na Terra, o que significa que você tem, pelo menos, a mínima ideia do que está acontecendo à sua volta, né? Além de usar o seu conhecimento, é bacana seguir estas diquinhas maneiras: Leia o título com muita calma e rabisque as palavras-chaves que lhe parecerem importantes; faça o mesmo com os textos motivadores; problematize o tema por meio de perguntas como “qual a ideia central?”, “qual o problema?”, “qual a origem dele?”, “por que persiste?”, “tem solução?”; escreva tudo o que viver na cabeça, buscando fazer associações com com outros conteúdos/coisas que você já conhece planeje o seu texto. Determine, em tópicos, o que vai abordar em cada parágrafo. Pronto! Você já tem o “esqueleto” da sua redação. E como desenvolver os tópicos planejados??? Na introdução, contextualize o tema e delimite a tese. Não lembra o que é tese? Assista esse vídeo:https://youtu.be/E9WxwaPWQk0Essa tese deve ser defendida até o fim do texto. Depois, escolha pelo menos dois bons argumentos e defenda-os um em cada parágrafo do desenvolvimento. Reitero que é muito importante trazer referências que ratifiquem o seu posicionamento. Isto será o diferencial da sua redação: investimento autoral. Na conclusão, retome a tese e ofereça sugestões de solução (caso você esteja lidando com um problema). Além disso, não se esqueça do básico: use uma linguagem objetiva e adequada à norma padrão e use conectivos para que as ideias não fiquem soltas. E como a prática leva à perfeição, chegou a hora de escrever. Manda ver aí e envie sua redação pra nós! Não sei se você sabe, mas a gente corrige! ? E ai, gostou de nosso texto sobre Prepare-se: FUVEST? Beijos!
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